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15 filmes no Amazon Prime Video para não sentir falta dos cinemas

Está em casa procurando algo para fazer? Separamos 15 filmes fantásticos disponíveis no catálogo do Amazon Prime Video para ajudarem a matar a saudade do cinema.

Confira:

O Rei Leão (2019)Cercado de polêmicas em seu lançamento, o maior clássico da Disney foi relançado no ano passado em uma versão feita completamente de CGI. A trama é uma reprodução fidelíssima ao longa animado dos anos 90, parecendo quase uma refilmagem quadro a quadro do original. A tecnologia utilizada para criar os animais em computação gráfica é fantástica, fazendo parecer que são animais reais em cena. Apesar de ser um filme voltado para o público infantil, os mais adultos ficarão fascinados com o visual do longa.

No Portal da Eternidade (2018)Estrelado pelo brilhante Willem Dafoe, este filme traz para as telonas os últimos dias de vida do lendário pintor holandês Vincent Van Gogh. A direção traz uma abordagem crua e ousada para a história, utilizando elementos técnicos para dar a sensação intensa que a mente de Van Gogh tinha em seus dias cotidianos. Os únicos momentos “tranquilos” dessa trama são quando Vincent está confeccionando suas obras imortais, dando a entender que a arte era um alívio para sua angústia e não um produto da mesma. A atuação de Dafoe é magistral e toma conta do filme.

Casal Improvável (2019)Protagonizado por Seth Rogen e Charlize Theron, a trama conta a história do jornalista frustrado, Fred Flarsky (Rogen), que começa a trabalhar para Charlotte Field (Theron), que, além de ser candidata à presidência dos EUA, também foi sua babá na infância e seu primeiro amor. O filme brinca o tempo inteiro com os conceitos sociais americanos e como as pessoas seguem caminhos diferentes. É facilmente uma das comédias mais engraçadas da última década e possui um grande diferencial: é um filme com coração.

O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017)Pouco comentado em seu lançamento, O Sacrifício do Cervo Sagrado é um dos filmes mais estranhos da década passada, mas também é um dos mais originais. Dirigido pelo grego Yórgos Lánthimos, o longa conta a história de um médico (Colin Farrell) que perde um paciente e passa a conviver com o filho dele. O elenco também conta com Nicole Kidman, que está sobrenatural em seu papel. É um filme muito desconfortável, mas com grande valor cinematográfico.

Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum (2013)Dirigido pelos Irmãos Coen, o longa conta a história de Llewyn Davis (Oscar Isaac), um músico arrogante e fracassado na Nova York dos anos 60, que sai por aí tentando emplacar seu trabalho enquanto tem que lidar com suas próprias frustrações. O filme é uma grande homenagem ao cenário musical folk e tem como aliado uma trilha musical impecável, trabalhando como fio condutor da trama. Oscar Isaac está perfeito no papel principal, sendo até hoje uma de suas atuações mais fascinantes.

Green Book: O Guia (2018)Vencedor do Oscar de melhor filme, Green Book é baseado na história real do renomado pianista negro, Dr. Shirley (Mahershala Ali) em uma viagem de carro com o motorista racista Tony Lip (Viggo Mortensen). Nesta viagem, os dois vivenciam diversas experiências que os aproxima e um princípio de amizade surge em meio aos tempos de segregação racial. Em seu lançamento, o filme foi bastante criticado por amenizar o racismo de Tony que, segundo relatos, foi bem mais cruel e babaca do que seu personagem nas telonas. O grande destaque, porém, são as atuações. Ali dá uma aula de atuação na pele do Dr. Shirley, inclusive sendo premiado com um Oscar, e Viggo está nojento como Tony Lip.

A Grande Jogada (2017)

Pouco falado no Brasil em seu lançamento, o filme conta a história de Molly Bloom (Jessica Chastain), uma esquiadora que perde a oportunidade de disputar as Olimpíadas por conta de um acidente. Frustrada, ela passa a trabalhar como garçonete e acaba indo par o mundo dos cinemas. Agora contando com mais prestígio, Molly começa a agenciar noites de pôquer e carteado ilegal com clientes da “alta”. O longa conta com diálogos afiados e bastante didatismo sobre o mundo do crime. Porém, a grande atração é Chastain, que atua maravilhosamente bem, e sua relação com Idris Elba, o extremo oposto de sua personagem.

Drive (2011)Dirigido pelo excêntrico Nicolas Winding Refn, traz um dublê de cenas de fuga (Ryan Gosling), que também trabalha como piloto de fuga para a máfia. Ele tem um senso ambíguo de moral e passa a conviver bastante com sua vizinha e o filho dela. Tudo muda quando o marido da vizinha (Oscar Isaac) sai da cadeia e volta para casa. Porém, quando ele se envolve em problemas com a máfia, o motorista aparece para ajudá-lo e uma trama frenética começa. Além do mais, o filme tem um ritmo impecável e um visual único.

Fruitvale Station: A Última Parada (2013)O primeiro grande trabalho do diretor Ryan Coogler (Pantera Negra) nos cinemas conta uma história simples, mas recheada de emoção e sentimentos ao abordar o drama de um jovem negro (Michael B. Jordan) que acaba de ser demitido e tem uma criança para criar. O filme é repleto de revolta pela péssima condição social a que as pessoas são submetidas nos dias de hoje, e, principalmente, pelo racismo e a falta de oportunidades. É um longa 100% atual e trabalhado com o dinamismo característico de Ryan Coogler.

The Post – A Guerra Secreta (2017)Dirigido por Steven Spielberg, o filme é um drama sobre o mundo jornalístico nos anos 70, quando o The Washington Post se preparava para entrar na Bolsa de Valores. Ao mesmo tempo, os editores do jornal, vividos por Meryl Streep e Tom Hanks, passam por uma situação complicada ao receberem documentos confidenciais do governo sobre a Guerra do Vietnã. Junto ao drama de tentar publicar, a redação começa a sofrer com a concorrência do New York Times pela matéria.

Hereditário (2018)Com uma verdadeira aula de atuação de Toni Collette, Hereditário é um dos filmes de horror mais assustadores e angustiantes dos últimos anos. Isso porque a trama de Ari Aster constrói um clima de tensão o tempo todo, fazendo o espectador duvidar se a ameaça da história é realmente algo sobrenatural ou apenas delírios de uma família à beira de um colapso. É uma obra de arte do terror, sem precisar de Jump Scare ou algo do tipo para prender o espectador na trama familiar macabra.

A Caça (2012)Imagine que você é um professor bem quisto pela comunidade, mas em um dos momentos mais difíceis de sua vida, surge uma acusação grave que pode jogar sua imagem no lixo. Em A Caça, Mads Mikkelsen é Lucas, um professor da Dinamarca que, em meio ao seu processo de divórcio, sofre uma acusação de pedofilia com uma aluna de apenas 5 anos de idade. Em meio à revolta popular, pouco importa se ele era culpado ou não, todos querem acabar com ele. A atuação de Mikkelsen é um primor, mudando de vez o patamar de sua carreira, e a condução da trama é um grande soco no estômago.

A Vida em Si (2018)Dirigido por Dan Fogelman, responsável pelo fenômeno televisivo This is Us, A Vida em Si traz um drama familiar de primeira. Repleto de metalinguagens, o filme brinca bastante com aspectos banais da vida e tem foco no casal Will e Abby (Olivia Wilde e Oscar Isaac), mostrando de seu primeiro momento como casal até a gravidez de Abby.

O Que Te Faz Mais Forte (2017)Apesar de não ter tido tanto impacto na sociedade brasileira, o atentado à Maratona de Boston, em 2013, foi um evento trágico extremamente marcante para os americanos. O Que Te Faz Mais Forte conta a história de Jeff Bauman (brilhantemente vivido por Jake Gyllenhaal), um participante que perdeu as pernas no atentado e, apesar da frustração de não ter mais as pernas, é tratado como herói e constantemente pressionado a aceitar o caso como um presente de divino. Afinal, o que pode ser melhor do que ser considerado um herói? É um longa que critica a espetacularização da mídia à procura de construir ícones para vender histórias, chegando a desrespeitar familiares e as próprias vítimas das tragédias para poder vender histórias. E de como a sociedade está doente a ponto de querer impor para as pessoas o que elas devem achar ou sentir sobre elas mesmas.

Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (2019) Midsommar ainda não está no catálogo do Amazon Prime Video, mas ficará disponível a partir do dia 19 de março. O filme é um terror dirigido por Ari Aster, que fala sobre relacionamentos familiares e amorosos. Na trama, um casal vai com um grupo de amigos para o festival de verão de uma aldeia sueca do interior. Lá, o casal, vivido por Florence Pugh e Jack Reynor, começa a discutir a relação enquanto passam por situações obscuras. O grande mérito do filme é brincar com o conceito do que seria bizarrice e o que seria algo aceitável por ser uma atividade cultural estranha. É uma verdadeira experiência angustiante e sensorial, repleta de mortes, violência gráfica, sexo explícito e tensão. Muita tensão.

A Agência Saúde, do governo nacional, emitiu as seguintes medidas de precaução:

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar bem as mãos (dedos, unhas, punho, palma e dorso) com água e sabão, e, de preferência, utilizar toalhas de papel para secá-las. Além do sabão, outro produto indicado para higienizar as mãos é o álcool gel, que também serve para limpar objetos como telefones, teclados, cadeiras, maçanetas, etc. Para a limpeza doméstica recomenda-se a utilização dos produtos usuais, dando preferência para o uso da água sanitária (em uma solução de uma parte de água sanitária para 9 partes de água) para desinfetar superfícies.

Utilizar lenço descartável para higiene nasal é outra medida de prevenção importante. Deve-se cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Também é necessário evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas. Para a higienização das louças e roupas, recomenda-se a utilização de detergentes próprios para cada um dos casos. Destacando que é importante separar roupas e roupas de cama de pessoas infectadas para que seja feita a higienização à parte. Caso não haja a possibilidade de fazer a lavagem destas roupas imediatamente, a recomendação é que elas sejam armazenadas em sacos de lixo plástico até que seja possível lavar.

Além disso, as máscaras faciais descartáveis devem ser utilizadas por profissionais da saúde, cuidadores de idosos, mães que estão amamentando e pessoas diagnosticadas com o coronavírus. Também é importante que as pessoas comprem antecipadamente e tenham em suas residências medicamentos para a redução da febre, como ibuprofeno e paracetamol, controle da tosse, como xaropes e pastilhas, além de medicamentos de uso contínuo. Produtos de higiene também devem ser comprados e armazenados como uma medida de prevenção. No caso das crianças, recomenda-se que os pais ou responsáveis, adquiram fraldas e outro produtos em uma maior quantidade para que se evite aglomerações em supermercados e farmácias.

 

Crítica | A Noite é Delas – ‘Viúva Negra’ em uma Comédia Pastelão da Netflix

O que pode dar errado quando quatro amigas da época de faculdade se reencontram dez anos depois em Miami para a despedida de solteiro de uma delas? Bom, em ‘A Noite é Delas’, tudo pode acontecer.

Jess (Scarlett Johansson) é uma mulher que se preocupa muito com a imagem que passa aos eleitores em sua corrida por uma vaga no Senado, por isso, às vésperas de se casar com Peter (Paul W. Downs), ela aceita comemorar sua despedida de solteira em Miami com suas melhores amigas, porém, na sua cabecinha seria um final de semana tranquilo com as meninas. Só que Alice (Jillian Bell) tem outros planos: ela quer tornar o final de semana memorável para elas e para Blair (Zoë Kravitz), Frankie (Ilana Glazer) e a amiga australiana Pippa (Kate McKinnon). É nesse conflito de interesses que rola toda a confusão.

Então… sabe aquele tipo de filme que é ruim e é bom ao mesmo tempo? Pois é essa a sensação ao final de ‘A Noite é Delas’. Com um roteiro extremamente 50%, escrito por Lucia Aniello e Paul W. Downs, o filme tem dois núcleos opostos, só que um deles funciona, o outro não. Por um lado, as desventuras do grupo de amigas rendem piadas hilárias, surpreendentes e constrangedoras; por outro, há o núcleo do noivo, Peter, que não serve para nada na história, e toda vez que o longa volta para essa parte, o filme perde ritmo. Tudo nessa segunda parte é forçado e desnecessário, de modo que a única justificativa para a inserção desse núcleo é o fato o noivo ser o roteirista do filme.

Seguindo a trilha de outras comédias absurdas que beiram o pastelão, como ‘Se Beber Não Case’ e ‘Todo Mundo em Pânico’, o roteiro flerta com a essência da comédia e do suspense, construindo uma atmosfera bizarramente cômica.

Lucia Aniello realiza uma boa direção do seu projeto, especialmente ao optar por não usar a câmera para reforçar algumas das piadas pesadas do roteiro. Essa escolha, que pode passar despercebida ao espectador, faz a diferença no conjunto do filme, pois, ao contrário dos outros exemplos aqui citados, não explora visualmente o grotesco, mas apenas o sugere, convidando a imaginação do espectador a participar da construção do filme.

A Noite é Delas’ é uma comédia para se assistir despretensiosamente, apenas para se divertir mesmo. Como o próprio elenco do longa, composto por atrizes de renome em Hollywood (incluindo Demi Moore), que sabe-se lá o motivo toparam participar desse projeto mesmo depois de suas carreiras já estarem consolidadas – mas que, claramente, se divertiram horrores nas filmagens. Ah! E tem duas cenas pós-créditos.

 

‘Guerra Mundial Z 2’: Produção deve ser iniciada em março desse ano

Finalmente há notícias sobre a produção de  ‘Guerra Mundial Z 2‘, novo filme de David Fincher com Brad Pitt.

Segundo o site Movieweb, as preparações já foram iniciadas para a produção de fato começar em Março deste ano, buscando por locações na Tailândia e Espanha, no que promete ser uma gravação longa, durando até 2020.

Por muitas vezes, a produção de ‘Guerra Mundial Z 2‘ foi adiada por conta da tumultuada agenda de David Fincher, que assumirá a direção da sequência.

Como relatado anteriormente, Brad Pitt voltará como o ex-pesquisador da U.N. Gerry Lane, que lidera uma busca mundial para encontrar a fonte da infecção e, com sorte, uma maneira de parar sua propagação.

Após longas negociações, Fincher aprovou o roteiro escrito por Steven Knight (‘Aliados’) – que servirá como um “reboot” para a franquia.

Guerra Mundial Z acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

O filme foi baseado no livro Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks.

O primeiro filme arrecadou saudáveis US$ 540 mundialmente, se tornando o maior sucesso da carreira de Pitt.

Kevin Feige confirma ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ como a conclusão da Saga do Infinito

Depois de uma década de filmes em uma gigantesca franquia interconectada, ‘Vingadores: Ultimato pareceu insurgir como o capítulo final da conhecida Saga do Infinito do Universo Cinemático Marvel.

Entretanto, de acordo com o presidente dos estúdios Kevin Feige, a gigantesca narrativa que se iniciou em 2008 com Homem de Ferro será encerrada com o lançamento de Homem-Aranha: Longe de Casa.

Em um recente vídeo de bastidores para divulgação do longa, Feige disse que “temos trabalhado por muitos anos em Guerra InfinitaUltimatoLonge de Casa. Esses são os três filmes que culminam no término da Saga do Infinito no MCU. E, enquanto trabalhávamos em Ultimato, percebemos que o final verdadeiro dessa Saga, o capítulo final da Fase 3, deveria ser Longe de Casa, porque perdemos Tony Stark no final de Ultimato“.

O longa marca o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

‘Luta por Justiça’: Drama com Michael B. Jordan ganha teaser com cenas inéditas; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo teaser da cinebiografia Luta por Justiça.

Confira, junto com o trailer completo.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o longa foi roteirizado pelo cineasta em parceria com Andrew Lanham, a partir do livro de memórias de Bryan Stevenson.

A trama conta a história de Stevenson em seu primeiro caso como advogado, em que ele deve defender um homem chamado Walter McMillan, sentenciado à morte por um crime que não cometeu.

O elenco conta com Michael B. Jordan como Stevenson e Jamie Foxx como Walter McMillan. Brie Larson, O’Shea JacksonRob MorganTim Blake Nelson completam o time.

Luta por Justiça tem estreia marcada para o dia 27 de fevereiro de 2020.

‘You Should Have Left’: Kevin Bacon é assombrado no novo vídeo de bastidores do terror

You Should Have Left, novo thriller psicológico da Blumhouse e da Universal Pictures, ganhou um vídeo de bastidores oficial em que o protagonista Kevin Bacon revela detalhes sobre seu personagem.

Confira:

Escrito e dirigido pelo lendário roteirista David Koepp (‘Jurassic Park’, ‘Missão Impossível’), o suspense traz Kevin Bacon e Amanda Seyfried como o casal protagonista.

Neste conto aterrador e perturbador, um pai luta desesperadamente para salvar sua família de uma bela casa que se recusa a deixá-los sair. Theo Conroy (Bacon) é um homem de meia idade bem-sucedido, cujo casamento com sua esposa atriz muito mais jovem, Susanna (Seyfried), está sendo destruindo por mentiras, ciúme e sombras do passado.

Em um esforço para reparar o relacionamento deles, Theo e Susanna reservam férias em um cenário impressionante, casa moderna remota na zona rural de Gales para si e sua filha de seis anos, Ella (Avery Essex). O que a princípio parece um refúgio perfeito se transforma em um pesadelo perfeito, quando Theo se apega à realidade e ele suspeita que uma força sinistra dentro da casa saiba mais do que ele ou Susanna revelaram, até um ao outro.

A estreia nos Estados Unidos acontece direto em Home Video no dia 19 de junho.

‘Minari’: Drama coreano com Steven Yeun ganha novas imagens promocionais; Confira!

A24 divulgou duas novas imagens oficiais de Minari, aclamado drama familiar que levou para casa o Prêmio do Júri no Festival de Sundance.

Confira:

A obra é dirigida e escrita por Lee Isaac Chung.

Minari gira em torno de uma família coreana-estadunidense que se muda para uma pequena fazenda em Arkansas em busca de recomeçarem a vida e alcançarem o tão prometido “sonho americano”. Entretanto, a casa muda completamente com a chegada da irreverente e amada avó.

Steven Yeun, Yeri Han, Alan Kim, Noel Kate Cho e Yuh-Jung Youn estrelam a produção.

O filme chega em breve aos cinemas.

‘Vanquish’: Thriller de ação com Morgan Freeman e Ruby Rose ganha trailer oficial; Confira!

Lionsgate divulgou o trailer oficial do thriller de ação ‘Vanquish’, estrelado por Morgan FreemanRuby Rose.

Confira:

O filme é dirigido por George Gallo.

Uma mãe, Victoria (Rose), tenta deixar seu passado como traficante russa para trás, mas o policial aposentado Damon (Freeman) a força a voltar à ativa ao sequestrar sua filha. Agora, Victoria deverá usar armas, seus instintos e uma motocicleta para enfrentar uma série de gângsteres violentos – ou ela nunca mais verá a filha.

Nick VallelongaMiles DoleacPatrick MuldoonJuju Journey BrenerJulie LottEkaterina Baker completam o elenco.

‘Vanquish’ será lançado em VOD no dia 23 de abril, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

‘Black Is King’: Fãs celebram o primeiro aniversário do aclamado filme de Beyoncé; Confira!

Black Is King fez um enorme impacto sociocultural quando lançado na plataforma do Disney+, reafirmando o status de Beyoncé no cenário do entretenimento.

E, acredite ou não, o filme já completou um ano de lançamento nos Estados Unidos, levando os fãs a comemorarem essa obra-prima nas redes sociais.

Confira as reações abaixo:

“Ela não tinha que nos dar essa obra-prima, mas deu! Obrigado, Beyoncé!”.

“O álbum visual mais bonito de todos”.

“Bom, vocês já sabem o que vou assistir essa noite”.

“Uau, o tempo voa. Vou assistir hoje”.

O filme é uma celebração do aniversário de um ano de The Lion King: The Gift, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de O Rei Leão (2019).

Confira a sinopse oficial abaixo:

Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de O Rei Leão para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.

Crítica | The Lion King: The Gift

O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”“Mood 4 Eva”“Brown Skin Girl”.

O álbum em questão traz colaborações com Childish Gambino, Kendrick Lamar, Pharrell, 070 Shake, Tierra Whack, Jay-Z, Blue Ivy Carter e Jessie Reyez, bem como os artistas africanos Wizkid, Shatta Wale, Burna Boy, Mr Eazi, Tiwa Savage, Tekno, Yemi Alade, Busiswa e Salatiel.

‘The Witcher’: Fãs estão AMANDO a 2ª temporada da série; Confira as reações!

A 2ª temporada da popular série ‘The Witcherjá está disponível na Netflix e melhorou em praticamente todos os aspectos em relação ao ciclo original.

A narrativa mais dramática e a preocupação com os arcos dos personagens foi sentida por boa parte dos fãs, que rasgaram elogios para a nova leva de episódios nas redes sociais.

Confira os principais comentários abaixo:

Criada por Lauren Schmidt Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O ciclo atual abriu com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota 7.90/10, baseada em 21 reviews. Segundo o consenso geral, o novo ciclo “expande [a série] da melhor maneira possível – e, mais importante, permanece muito divertido”.

Confira as principais delas:

“Não importa se você leu e jogou tudo ou se você é totalmente novo a esse mundo – você irá se divertir” – Decider.

The Witcher ainda é um deleite a ser assistido” – Polygon.

“A 2ª temporada se expande em uma iteração mais cinemática e confiante” – We Have a Hulk.

“A 2ª temporada de The Witcher é amplamente mais confiante sobre se apoiar na fantasia e no universo criado por Andrzej Sapkowski” – AV Club.

“A 2ª temporada de The Witcher é melhor de quase todas as formas. O resultado é uma temporada que não pode ser deiada de lado e que deve agradar a todos os fãs da franquia” – ComicBook.com.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Artigo | Relembrando ‘Carros’, a primeira tentativa da Pixar em se remasterizar

A Era de Ouro dos estúdios Pixar teve seu pseudo-término após o lançamento de Os Incríveis’ no ano de 2005, após entregar um crescente microcosmos de criaturas antropomorfizadas nos anos anteriores (como Toy Story’, ‘Vida de Inseto’ e Monstros S.A.’), com um incrível revival no ano de 2007 com Ratatouille’. Dizer que a companhia optou por um rejuvenescimento de seu time criativo talvez seja o modo equivocado de analisar o processo de transformação que seus profissionais obtiveram com o advento de tecnologias de animação mais modernas e que pudessem transpassar uma realidade ainda mais crível com as telonas.

As experimentações se iniciaram com Monstros e alcançaram resultados incríveis, além de expandir o universo único para um panteão ainda mais profundo e recheado de personagens icônicos e imortais. Buscando sua inspiração em seus três trabalhos anteriores, o cineasta John Lasseter resolveu, pois, direcionar suas habilidades artísticas para uma narrativa mais dinâmica e motorizada, trabalhando ao lado do novato roteirista Dan Fogelman (um dos primeiros indícios da “remasterização” promovida pela Pixar) com o longa-metragem animado Carros.

A ideia de humanizar automóveis carrega consigo uma premissa interessante e com um potencial gigantesco, possibilitando aos criadores uma exploração de um universo já conhecido por seus espectadores pela visão de personagens essencialmente construídos sobre quatro rodas. E diferentemente dos filmes anteriores, essa vertente tem um vínculo muito mais forte com o mundo que conhecemos, principalmente por se transformar em uma convergência relativamente harmônica de obras de redenção, ou seja, nas quais os protagonistas passam por transformações irreversíveis através de momentos epifânicos ou viradas autorreflexivas.

Entretanto, apesar das nuances de profundidade, o início desta nova era traz as consequências de riscos tomados, incluindo a falta perceptível de metáforas e simbologias visuais anteriormente premeditados pela identidade fílmica do estúdio e a desenvoltura relativamente monótona dos acontecimentos, seguindo um padrão previsível e clichê.

SHUT UP AND DRIVE

A história tem como protagonista-solo o formidável e egocêntrico Relâmpago McQueen (dublado originalmente por uma fantástica interpretação de Owen Wilson). Desde o princípio, sabemos que este personagem é a própria recriação automobilística de todas as celebridades do mundo artístico e esportivo que esbanjam um carisma tão artificial quanto sua personalidade. Sim, podemos encará-lo como um vilão momentâneo que, durante os dois primeiros atos do longa, encontra satisfação em dispor-se de sua “superioridade” perante os outros e firmar-se como uma coluna grega das corridas, desejando piamente ser respeitado e adorado por uma legião de fãs com os quais definitivamente não se importa.

A primeira sequência é construída de forma alternada a mostrar a velocidade nas pistas de corrida e a paz indecifrável dentro do confinamento de McQueen, representado materialmente por seu caminhão companheiro Mack (o veterano da Pixar John Ratzenberger). Um solilóquio desesperado pela faísca da vitória e do maniqueísmo entre perdedor e ganhador adorna uma tela completamente escura, até que, estampando em seu “rosto mecanizado” um sorriso, ele sai de sua própria bolha para os flashes das câmeras e as vozes amorfas dos fotógrafos, pronto para “arrasar”.

O personagem é o mais novo corredor da Copa Pistão, e está disputando o grande prêmio ao lado do lendário O Rei (Richard Petty), um dos corredores favoritos tanto do público quanto dos patrocinadores, e do eterno runner-up Chick Hicks (encarnado pela singularidade de Michael Keaton). O evento principal, com enfoque nos três competidores, segue paralelamente à identidade de cada um: enquanto McQueen, inteiramente embebido por uma paleta de cores vermelha que tem profunda associação à virilidade e à sede pelo poder, é um corredor jovem e esguio que confia na própria ascensão à fama para vencer seus adversários, O Rei é símbolo da justiça e da honra dentro da “arena”, resgatando os princípios milenares da honestidade e da destreza dentro de uma competição, perscrutado pela cor azul; Chick, por sua vez, é representado pelo dúbio significado da cor verde-limão, a qual se inclina para uma segurança interior fundida com uma arrogância desnecessariamente cômica.

A primeira virada consistente que temos no roteiro vem nos segundos finais da sequência analisada anteriormente, nos quais os três favoritos da temporada cruzam a linha de chegada juntos. Essa pequena sutileza, apesar de não conseguir arquitetar uma atmosfera tensa o suficiente para nos manter agarrados aos braços da poltrona, é satisfatória o suficiente no tocante à complexidade de McQueen, adicionando uma camada de solidão e presunção à sua construção. Seu individualismo ofusca a equipe que trabalha com ele nos boxes da corrida, deixando-os de lado até mesmo durante as entrevistas – e através de um acaso muito bem colocado, seus pneus estouram perto da linha de chegada, permitindo aos concorrentes lhe alcançarem.

Este seria o “falso” incidente incitante da trama, se considerarmos o contexto geral da busca pela Taça Pistão e pela “supremacia” do mundo da corrida. A priori, tanto o protagonista quanto seu adversário vilanescos Hicks estão cegos por chegar a esta posição social e passam uma impressão equivocada de linearidade construtivista. Mas conforme os atos seguem sua ordem cronológica, percebemos que as primeiras impressões felizmente caem em refutação e deixam margem para uma constante ascendência à redenção dos erros.

Logo depois do empate triplo, McQueen pega a estrada em direção à Califórnia, onde competirá pela última vez com O Rei e Chick Hicks. E mais uma vez, sua necessidade pelo controle o coloca em apuros ao obrigar Mack a permanecer acordado por muitas horas de viagem e ser alvo das “brincadeiras de mau-gosto” de um quarteto rebelde e que poderia ter sido um pouco mais explorado nesta parte da narrativa. De forma resumitiva, McQueen é deixado sozinho na rodovia interestadual e se vê completamente sozinho pela primeira vez na vida, sem o apoio de patrocinadores, bajuladores ou funcionários.

E é então que seu real arco de redenção realmente começa, mais precisamente quando chega à peculiar cidadezinha de Radiator Springs.

NEON LIGHTS

A cidadela palco da maior parte do longa-metragem tem uma construção ambígua, pois ao mesmo tempo que resgata a nostalgia dos anos 1970 com sua arquitetura pitoresca e suas cores contrastantes, se fixa na cronologia da narrativa principal como um lugar abandonado pelo tempo e escondido do mundo real, como se pertencesse a uma bolha à parte, esperando para ser redescoberta.

Nem mesmo seus moradores parecem ter noção das mudanças que se apossaram da sociedade moderna (dentro da cronologia fílmica, é claro), permanecendo alheios, mas carregados de personalidades distintas que os tornam únicos. Logo após McQueen ser apreendido por dirigir em alta velocidade na famosa Rota 66 – cuja caracterização se aproxima mais da alcunha de Vale da Morte do que qualquer coisa, adornada por uma névoa constante e por uma escuridão quase plena -, conhecemos alguns dos personagens mais adoráveis do filme.

Mate (Larry the Cable Guy) talvez seja a criação mais inteligentemente humilde no universo de Carros: o caminhão-guincho emerge como uma oposição tão drástica do protagonista que a relação de amizade criada pelos dois é tragicômica e traz alguns dos melhores momentos para a franquia que se desenvolveria com o tempo. É claro, a perspectiva estereotipada do “caipira” contrasta com o polimento abundante do corredor da “cidade grande” e muitas vezes seus diálogos abandonam um potencial profundo para cair nos clichês de gênero. Mas o charme prevalece na maior parte do tempo – e isso é o que conta mais.

O par romântico de McQueen também está à espreita – e, seguindo os passos de uma novela de época à la A Megera Domada’, emerge na forte presença da Porsche Sally Carrera (Bonnie Hunt). Entretanto, sua personalidade marcante em nada se sobressai quando os dois são colocados lado a lado: a química praticamente não existe, e o desenvolvimento de laços afetivos é baseado em uma fórmula narrativa tão antiga quanto como as obras literárias se dispunham nas escolas do século XIX. Seus diálogos são mal construídos e permanecem numa linearidade blasée e monótona.

Quem definitivamente transcende os conceitos arquetípicos dentro de uma animação como estas é o incrível Paul Newman dublando o franzino e frustrado Doc Hudson, um lendário corredor da Copa Pistão que encontrou uma forçada paz na cidadezinha de Radiator Springs e recomeçou sua vida agitada de outrora, concedendo a si mesmo um hiatus aparentemente vitalício. Doc pode ser encarado como o principal obstáculo que deve ser enfrentado por McQueen para que este “encontre a luz”, por assim dizer: sua personalidade quente e ao mesmo tempo intimidadora e introspectiva é o que fornece uma perspectiva mais racional para a cidade e seus habitantes, cuja maioria é movida pelas emoções para tratar de possíveis problemas.

A primeira aparição deste personagem é quase etérea: durante o julgamento de McQueen por seus danos causados à cidade, ele aparece e assume a cadeira de juiz, sendo iluminado por uma backlight que oculta parte de suas feições e o transforma numa figura divinizada. Desde o princípio, sabemos que ele traz um peso maior para a narrativa a para a comunidade em que vive, e seu rosto semioculto também indica que tem segredos a esconder – talvez até de si mesmo.

Dois outros personagens que também trazem sua dose cômica são a dupla Luigi e Guido, donos de um comércio de pneus que há muito não recebe a visita de um único cliente. Ambos são italianos, e seu sotaque traz mais personalidade àquele lugar tão provincial. E, seguindo o padrão de seus companheiros, os dois parecem presos em algum lugar entre a década de 1970 e 1980; Sally, com uma freada modernidade quase exalando das rodas cromadas, é mais contemporânea e rebusca o brilho do início do século; Doc, em seu charme retrô, tem identidade fincada na década de 1960. E por aí seguimos, culminando na convergência de “momentos” diferentes em um mesmo lugar.

ROTA RADIATOR SPRINGS

Até a construção da cidade tem uma vertente muito específica, aproveitando os meados dos anos 70 e a popularização das luzes neon para criar uma atmosfera específica e completamente diferente da estimulante e cansativa dinamicidade das pistas de corrida. Marcada quase durante os 120 minutos de história por uma trilha sonora cuidadosamente escolhida – que varia do clássico piano de Randy Newman ao ritmo contagiante do country rock -, a própria localização de Radiator Springs reafirma sua bolha.

A paisagem ao redor dos poucos estabelecimentos é desértica, adornada por cactos, pelo solo rachado e por ruínas rochosas que buscam inspiração do Grand Canyon – território bem característico do oeste dos Estados Unidos, principalmente das regiões da Califórnia e do Arizona. Tudo é paradisíaco e único, fornecendo mais identidade para o filme, principalmente se compararmos a antítese entre a paleta de cores artificial dos letreiros das lojas com a forte presença do laranja, do vermelho e do amarelo pastéis para a natureza.

Radiator Springs talvez se configure como a parte fílmica mais desperdiçada de Carros. A comunidade possui apenas uma rua principal e uma transversal, e um singelo semáforo eternamente piscando com a luz amarela se encontra no encontro das duas. A possibilidade de metáforas e simbologias é enorme: a cor amarelo-pálido poderia entrar em oposição ao seu próprio significado de superação de obstáculos e crescimento pessoal, além de retificar mais uma vez a localização atemporal daquele ambiente dentro de uma cronologia contextual mais ampla. A arquitetura castigada pelo tempo, em um processo de constante e interminável renovação, se relaciona com a persistência dos personagens em querer fazer daquele lugar um lar, resgatando sua glória histórica. Mas a opção pela montagem hiperclássica infelizmente impede que a animação mergulhe de cabeça em seu potencial, restringindo-se ao campo e contracampo quando em arcos dialógicos, e em planos panorâmicos para mostrar a paisagem – muitas vezes caindo em sequências tão longas e monótonas que parecemos estar assistindo a um filme road trip trash.

O roteiro de Fogelman, escrito em parceria tanto com Lasseter quanto com Joe Ranft, parece acertar apenas pontualmente no filme, além de restringir-se a comicidade e aos trocadilhos dentro da cultura pop – desde nomes até referências dentro do universo Pixar. Os momentos de drama e os ápices narrativos parecem seguir uma linha contínua e desprovida de delineações satisfatórias, permanecendo na superfície. Como já comentado antes, a trama é previsível desde o começo, e segue exatamente as fórmulas de filmes de aventuras do gênero – e o mais irônico é que, mesmo com personagens sobre quatro rodas e muito rápidos, eles estão sujeitos a uma inflexibilidade identitária que os deixa… Parados.

Os diálogos autoexplicativos também não contribuem para elevar o nível das tramas e subtramas. A competência criativa parece sofrer um bloqueio nos momentos de maior tensão, optando pelo silêncio mútuo entre os personagens em vez de explorar análises mais intimistas e que vão além do que estamos apenas vendo na tela.

BRILHO OFUSCADO

Não se pode negar que Carrostem o seu charme, ainda que não se equipare a iterações anteriores e esteticamente superiores. O problema principal dentro da animação é a falta de delineações dentro de uma narrativa carregada com um potencial delicioso e que poderia ser mais escavado, buscando sempre resoluções ambíguas ou contraposições mais complexas.

Talvez ainda mais que esses deslizes, o longa parece duvidar da capacidade de compreensão de um público em constante amadurecimento cinematográfico, optando por entregar uma narrativa bem mais rasa e passível de premeditação. Ora, é meio óbvio imaginar o que acontecerá a McQueen ao final do último ato, ou como seu arco de redenção terá uma finalização. O protagonista embarca em uma jornada relativamente satisfatória, mas a custo de abrir mão de ousadias mais severas e estruturadas.

O filme pode até prezar pela aceleração; entretanto, perde o fôlego diversas vezes – e o produto final é o que podemos chamar de uma medíocre centelha de trabalho cumprido.

‘A Escolha Perfeita’: Série derivada com Adam Devine ganha teaser OFICIAL e data de estreia; Confira!

Peacock divulgou recentemente o teaser oficial de A Escolha Perfeita: Bumper em Berlim’, série derivada da trilogia cinematográfica A Escolha Perfeita.

A produção será lançada na plataforma de streaming em 23 de novembro, ainda sem confirmação de chegada ao Brasil.

Confira:

Na nova série da Peacock, anos depois de o termos visto em A Escolha Perfeita, Bumper Allen (Adam Devine) se muda para a Alemanha para reviver sua carreira musical quando uma das músicas que compôs se torna um grande sucesso em Berlim.

Elizabeth Banks, que estrelou e produziu a trilogia, além de ter dirigido o segundo filme, entra como produtora executiva e criador da série ao lado de Megan Amram.

Flula BorgSarah HylandJameela JamilLera Abova completam o elenco.

Vale lembrar que a franquia se tornou um fenômeno nos cinemas, tendo arrecadado, ao total, impressionantes US$ 588.9 milhões mundialmente.

‘John Wick 4: Baba Yaga’ abre com 88% de aprovação no RT; Confira as críticas!

John Wick 4: Baba Yaga’, aguardada sequência que marca o retorno de Keanu Reeves no papel titular, chega em breve aos cinemas de todo o mundo – mas a crítica já está amando a produção.

No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 88% de aprovação, com nota 8.10/10 baseada em 26 reviews até o momento.

Além de rasgarem elogios para as cenas de ação e para a atuação de Reeves e de Donnie Yen, os críticos disseram que a produção é uma das melhores do gênero de ação da última década.

Confira os comentários:

“Com duração de 2 horas e 49 minutos, é maior que os filmes anteriores em todos os sentidos – nem melhor nem pior, apenas mais” – BBC.com.

John Wick 4’ ganha cada segundo de seu tempo de execução épico, e há um forte argumento a ser feito de que é a melhor das sequências” – CinemaBlend.

“[O filme] é um épico em todos os sentidos da palavra: épico em extensão, épico em escala e épico em emoções” – Digital Spy.

John Wick 4’ pode ser um pouco longo, mas quando é divertido, poucos filmes conseguem competir com seu magnetismo” – Sunshine State Cineplex.

“Se os três filmes anteriores não foram sua preferência, o que é servido por John Wick 4’ não vai mudar sua opinião. Mas se você adora ação cinética ambientada em locais deslumbrantes, não há ninguém em Hollywood fazendo isso melhor do que Reeves e [o diretor Chad] Stahelski” – The Lamplight Review.

Segundo o Deadline, o filme deve abrir com US$ 60 a US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana em exibição nos EUA.

Até então, a maior abertura da franquia foi ‘John Wick 3: Parabellum‘ com US$ 56,8 milhões em seu primeiro fim de semana, finalizando sua jornada com US$ 171 milhões arrecadados nos Estados Unidos.

Além disso, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.

Para termos de comparação, o primeiro ‘John Wick‘ teve 1 hora e 41 minutos; ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘ teve 2 horas e 2 minutos; e ‘John Wick 3: Parabellum‘ teve 2 horas e 10 minutos.

Relembre o trailer:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

‘Rick e Morty’: Teaser promocional da 7ª temporada prevê embate entre Rick e Rick Prime; Confira!

Adult Swim divulgou um teaser promocional da 7ª temporada de ‘Rick e Morty’, que estreia em setembro de 2023.

O vídeo apresenta o embate entre Rick C-137 e Rick Prime (este tendo sido responsável pela morte de Diane e Beth, esposa e filha da versão que conhecemos do personagem).

Confira:

Lembrando que as outras seis temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

Confira a sinopse da temporada mais recente:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Grammy Awards 2024 | Quem é Victoria Monét, a vencedora da estatueta de Artista Revelação

A noite de ontem (04) trouxe muitas surpresas à cerimônia de vencedores do Grammy Awards 2024 – além de algumas vitórias que causaram certa frustração. Mas esse sentimento agridoce não foi o caso com o anúncio da ganhadora de Artista Revelação: Victoria Monét.

Além de merecidamente ter levado para casa o gramofone dourado em questão, ela também saiu condecorada com os prêmios de Melhor Álbum R&B e Melhor Engenharia de Som em Álbum, Não Clássico por seu incrível trabalho em ‘Jaguar II’ – que se configura como seu primeiro álbum de estúdio oficial, que foi aclamado pela crítica e caiu no gosto do público e dos votantes da academia.

Mas quem é Victoria Monét?

Nascida em Atlanta, Geórgia, a artista começou a se envolver com poesia quando mais nova, auxiliada por um primo mais velho – e, a partir daí, percebeu que havia encontrado uma vocação inata que seria traduzida em música. Pouco depois, ela se envolveu com um produtor de Sacramento, na Califórnia, após se mudar para a cidade, permitindo que ela explorasse sua vocação musical. Não seria até 2010 que ela trabalharia em sua primeira música assinando os versos e cantando a versão demo para o álbum ‘Last Train to Paris’, do grupo Diddy Dirty Money.

Monét também trabalhou com a titânica Ariana Grande desde a estreia oficial da performer no circuito fonográfico, ajudando a compor músicas para todos os seus álbuns de estúdio – de ‘Yours Truly’ ao recente ‘Positions’. Não seria até 2014 que ela lançaria seu primeiro EP, ‘Nightmares & Lullabies: Act 1’, através de uma produtora independente e que finalmente a retirava de trás das câmeras para colocá-la no centro dos holofotes; dois anos mais tarde, sua parceria com Grande lhe renderia mais frutos ao ser chamada para abrir a turnê ‘Dangerous Woman’ ao lado do grupo britânico Little Mix, comandando os palcos tanto nos Estados Unidos quanto nos shows europeus.

Apesar de ter conquistado a crítica e já estar angariando fãs ao redor do mundo, a primeira entrada de Monét não aconteceria até 2019, novamente unindo-se ao poder mercadológico de Grande no single “Monopoly”, que atingiu o 70º lugar da Hot 100 da Billboard, além de aparecer pela primeira vez nos Artistas Emergentes das paradas. Considerando sua crescente popularidade, não demoraria até a performer investir esforços em seu primeiro projeto completo, o EP ‘Jaguar’, em 2020 – que, na verdade, se configuraria como uma ideia bipartida. O segundo capítulo dessa trilogia foi o que lhe rendeu sucesso imediato: ‘Jaguar II’ insurgiu como seu primeiro LP, que contou com três singles, incluindo o indicado ao Grammy “On My Mama”, que representou seu breakthrough comercial não apenas nos Estados Unidos, mas em todo o planeta. Não é surpresa que o compilado de originais, composto por breves trinta cinco minutos e onze faixas, entraram para diversas listas de fim de ano em uma mistura irretocável de R&B, hip hop e pop em uma coloração diferente dos estilos explorados pelo mainstream.

Ao longo de sua carreira, ela também trabalhou com outros nomes de alto calibre no escopo musical, incluindo Travis Scott, Blackpink, Fifth Harmony, Chris Brown, Coco Jones, Brandy, Chloe x Halle (ato musical formado pelas irmãs Chloe e Halle Bailey) e inúmeros outros. E, após encontrar sua própria voz em um longo percurso de uma década e meia, ela alcançou um de seus principais objetivos – andar com os próprios pés e levar para casa a estatueta de Artista Revelação, esculpindo uma carreira contínua e crescente que ainda tem muito a nos contar.

Tendo como inspirações lendas do entretenimento, como Michael Jackson, Beyoncé, Alicia Keys e Earth, Wind & Fire, ela disse em seu discurso de aceitação do gramofone dourado: “minhas raízes estavam crescendo sob o solo, invisíveis por muito tempo. Sinto que agora, estou desabrochando, finalmente acima do solo”.

‘Poker Face’: Giancarlo Esposito, Katie Holmes e mais são escalados para o elenco da 2ª temporada!

Peacock revelou que a aclamada série de mistério e comédia Poker Face, estrelada por Natasha Lyonne, escalou quatro novos membros ao elenco da 2ª temporada.

As informações indicam que Giancarlo Esposito (‘Better Call Saul’), Katie Holmes (‘Ray Donovan’), Gaby Hoffmann (‘Eric’) e Kumail Nanjiani (‘Eternos’) farão parte dos próximos episódios (via ComicBook.com).

Entretanto, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já começaram e que Lyonne ficará responsável pela direção de um dos episódios.

Anteriormente, em entrevista ao Screen Rant, Lyonne revelou que a narrativa, que está sendo desenvolvida pelo criador e showrunner Rian Johnson, será “bem emocionante”.

“Bom, estamos de volta à sala de roteiristas agora. Tudo está acontecendo. É bem emocionante. E, sim, os episódios estão fruindo”, ela contou. “É quase como se eles estivessem filtrando no centro amniótico de Rian Johnson por, tipo, nove a 24 meses. Então, estão ganhando vida de uma forma bem emocionante”.

Charlie (Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.

O elenco ainda conta com Simon HelbergJameela JamilTim Meadows, Adrien Brody, Joseph Gordon-Levitt, Stephanie Hsu, Lil Rel Howery, Benjamin BrattDavid Castañeda, Dascha Polanco, Ron PerlmanNick NolteTim Blake Nelson, Charles Melton, Clea DuVallAngel DesaiShane Paul McGhieLeslie Silva e Jasmine Aiyana Garvin 

Lyonne entra como produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal PicturesNora Lilla Zuckerman são os showrunners.

‘Batalhão 6888’: Drama de GUERRA com Kerry Washington chega ao streaming!

Batalhão 6888‘, novo drama de guerra estrelado por Kerry Washington (‘Scandal’), já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 20 de dezembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Pôster do filme 'The Six Triple Eight' na Netflix.

Tyler Perry é responsável pela direção.

A produção conta a história do 6888º Batalhão, um grupo formado apenas por mulheres negras que contribuiu para o esforço de guerra de uma maneira única: classificando uma carteira de correspondência não entregue de três anos e entregando a correspondência a soldados americanos longe de casa.

Diante da discriminação e de um país vasto e desconhecido dividido por um conflito global, as 855 mulheres que compuseram o grupo trouxeram esperança para a linha de frente. “Sem correspondência, moral baixa” foi o lema que deram a si mesmos, cumprindo a promessa de entregar nada menos que 17 milhões de artigos e a elevar os ânimos quando os Estados Unidos mais precisavam.

O elenco ainda conta com Oprah Winfrey, Ebony ObsidianMilauna JacksonPepi SonugaSarah JefferyShanice ShantayJay ReevesDean NorrisSam WaterstonKylie JeffersonJeanté GodlockMoriah BrownSusan Sarandon.

Perry entra também como roteirista, marcando sua quarta colaboração com a gigante do streaming.

Nos anos mais recentes, a história do 6888º Batalhão foi levada a público através de um artigo da revista WWII History, assinado por Kevin M. Hymel.

Conheça o novo drama médico com Molly Parker que está disponível no Disney+ Brasil!

Recentemente, chegou ao catálogo do Disney+ Brasil a série DOC, novo drama médico estrelado por Molly Parker (‘Perdidos no Espaço’)

A produção, que foi lançada no Brasil meses depois de sua estreia nos EUA, inclusive já foi renovada para a 2ª temporada.

Na trama…

Depois que uma lesão cerebral apaga os últimos oito anos de sua vida, Amy deve navegar em um mundo desconhecido, onde ela não se lembra dos pacientes que tratou, dos colegas que traiu, da alma gêmea de quem se divorciou, do homem que agora ama e da tragédia que a afastou de todo mundo. Ela só pode contar com sua filha distante de dezessete anos, de quem ela se lembra quando tinha apenas nove, e com um grupo de amigos dedicados, enquanto luta para continuar praticando a medicina, apesar de ter perdido quase uma década de conhecimento e experiência.

Omar MetwallyAmirah VannJon-Michael EckerAnya BanerjeeScott WolfPatrick Walker e outros também fazem parte do elenco.

A série foi criada por Barbie Kligman.

Confira o trailer legendado:

 

Dica da Semana | ‘The Morning Show’: uma das melhores séries da atualidade

A Apple TV é lar de algumas das melhores produções do circuito seriado da atualidade e, desde seu recente surgimento, vem marcando presença constante no circuito de premiações e reunindo incontáveis talentos que agraciam as telas da plataforma. E, se voltarmos um pouco no tempo, temos a plena ciência de que o incomparável sucesso da gigante do streaming se dá por suas fortes raízes em um grupo de oito produções que incluem ‘Dickinson’, ‘Servant’ e, é claro, o aclamado drama The Morning Show.

Lançado no mesmo dia da plataforma, a série estrelada por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon pode até ter começado com alguns obstáculos e excessos a serem transpassados, mas atingiu um nível artístico de tirar o fôlego e conquistou os assinantes através de pungentes, complexas e necessárias narrativas que analisam os bastidores do império midiático dos Estados Unidos. Contando com performances arrebatadoras e um elenco estelar que cresce a cada temporada, a atração está agora em sua quarta temporada. Porém, antes de mergulharmos nesse novo ciclo, é sempre interessante dar alguns passos para trás para analisar de que maneira o show se sagrou um dos melhores e mais impactantes da década.

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A história é ambientada em sua maior parte em uma das maiores emissoras norte-americanas, a UBA, lar do The Morning Show. Apresentado por Alex Levy (Aniston) e Mitch Kessler (Steve Carell), o programa é celebrado e respeitado pelo país – mas passa por uma crise quando Mitch é acusado de assédio sexual por uma das funcionárias da empresa, culminando em sua imediata demissão e em uma reviravolta que coloca toda a estrutura da emissora em xeque, lançando luz sobre uma política de silenciamento predatório que perdura até os dias de hoje. Apoiando-se em inúmeros relatos de comportamento inadequado que abriu uma Caixa de Pandora em Hollywood e deu início ao movimento #MeToo, a produção mostra-se deliberadamente a favor de trazer a verdade sob uma perspectiva dramatizada, garantindo uma arquitetura macrocósmica que borra as linhas entre a verdade e a ficção.

Não demora muito até que os executivos da emissora se apressem para escolher a próxima âncora do jornal – que, eventualmente, é escolhida pela própria Alex na figura da impetuosa Bradley Jackson (Witherspoon), uma jovem do interior dos EUA que é arremessada na mídia mainstream como um pedaço de carne aos leões. A partir daí, as estruturas outrora inabaláveis de uma das casas midiáticas mais antigas do país vibram com mudanças explosivas, acobertamentos controversos e condenáveis decisões internas que lançam os personagens em um inóspito vórtice de solidão e de artimanhas.

A princípio, é notável como o criador Jay Carson se aproveita de diversos tropos dos dramas jornalísticos para compor a instigante e frenética atmosfera da produção – unindo-se a um competente time de roteiristas para nos guiar por essa verborrágica aventura. Percebemos a afeição de Carson por títulos como ‘Spotlight – Segredos Revelados’ e ‘Boa Noite e Boa Sorte’ para respaldar sua predileção pelo jornalismo investigativo que permeia a fachada dos âncoras e dos demais repórteres, produtores e assistentes que ficam atrás das câmeras. E, à medida que um ciclo se encerra, Carson nos bombardeia com uma espécie de “resumão” dos principais eventos do ano em compilados de episódios que prezam pela total atenção do público.

Seja ao trazer o caos causado pela COVID-19 ao sistema de saúde, criticando o mundo capitalista e o controle midiático, reimaginando o ataque ao Capitólio nas eleições presidenciais, ou nas pautas sobre disparidade racial e de gênero, cada elemento é pensado com estratégia ímpar e arranca o melhor de seus atores. Aniston e Witherspoon são nossas estrelas, reinventando suas respectivas personagens temporada a temporada conforme se sentem mais dispostas a explorar camadas quase psíquicas de Alex e Bradley. Nomes como Billy Crudup (Cory Ellison), Mark Duplass (Charlie Black), Greta Lee (Stella Bak), Karen Pittman (Mia Jordan), Julianna Margulies (Laura Peterson), Nicole Beharie (Christine Hunter) compõe esse espetacular elenco com performances aplaudíveis e que os reiteram como membros de um seleto grupo de artistas.

Como já mencionado no primeiro parágrafo deste artigo, The Morning Show é um dos pilares da Apple TV (agora ganhando uma renomeação sem o sinal gráfico que a acompanhava) e, sem sombra de dúvidas, uma das provas que a plataforma de streaming, mesmo tendo um início um tanto quanto turbulento, soube aprender com os erros e melhorar ano após ano. E, com sua quarta temporada em andamento e trazendo ainda mais elementos a esse vibrante e disruptivo universo, não se encantar com essa poderosa e quase epopeica história é um trabalho muito difícil.

‘Sem Salvação’: Suspense psicológico com Asa Butterfield ganha trailer e data de estreia na Netflix!

A Netflix revelou o trailer oficial deSem Salvação (Out of the Dust), sua nova série de suspense psicológico que promete uma trama intensa sobre fé, desejo e liberdade.

A produção é estrelada por Asa Butterfield (‘Sex Education’) e Molly Windsor (‘Rastros’) e chega à plataforma de streaming no dia 21 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Composta por seis episódios, a série mergulha nos temas da emancipação e do despertar sexual feminino dentro de um contexto conservador. A história acompanha Rosie, uma mulher que vive em uma comunidade cristã isolada ao lado de seu marido, Adam, e da filha do casal.

O mundo estável e restrito de Rosie é abalado quando ela conhece Sam, um perigoso fugitivo. Esse encontro fatídico a lança em uma jornada de autodescoberta e libertação, desafiando as regras da comunidade e colocando sua própria segurança em risco.

Criada por Julie Gearey (‘Intergalactic’), a série conta com um elenco de peso que inclui Asa ButterfieldMolly WindsorFra FeeSiobhan Finneran e Christopher Eccleston.

‘Personagens esquecidos’ vão retornar ao MCU, segundo Kevin Feige

Esta semana, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, respondeu algumas perguntas dos usuários do Reddit sobre o futuro do MCU nas telonas, apontando para o retorno de alguns personagens um tanto “esquecidos” pelo estúdio.

“Existe algum plano para trazer de volta personagens como o Líder, Abominável, ou Justin Hammer ao MCU?”, Perguntou EggBenedict2.

“Eu não tenho certeza se eu os chamaria de personagens esquecidos, eu amo trazer de volta personagens que as pessoas acham que ninguém imaginava retornariam. Por exemplo, o general Ross (William Hurt) e o Harley Keener (Ty Simpkins)”, respondeu Feige.

Embora o produtor não tenha mencionado ninguém específico para o futuro, parece que ele poderia ter alguns retornos interessantes em mente. Falando nisso, o retorno de Harley Keener foi uma surpresa, já que muitas pessoas não o reconheceram, nem imaginavam que ele poderia retornar para um último adeus a Tony Stark (Robert Downey Jr).

Em seguida, outros usuários comentaram as resposta de Feige sobre os personagens “esquecidos”.

“O retorno do Caveira Vermelha foi uma das coisas mais chocantes que eu me lembro de ter visto em um filme e adorei”, respondeu BGVX23Captain.

“Estou sempre animado para mais do Sam Rockwell“, acrescentou Daxtreme.

“Eu confio nele. Se ele trouxe os dois de volta [Ross e Keener], ele também pode trazer os outros”, escreveu Gusefalito.

Confira quando serão lançados os próximos filmes da Marvel:

1º de maio de 2020
6 de novembro de 2020
12 de fevereiro de 2021
7 de maio de 2021
5 de novembro de 2021
18 de fevereiro de 2022
6 de maio de 2022
29 de julho de 2022

‘Doutor Estranho 2’: Sam Raimi pode dirigir sequência e fãs pedem Tobey Maguire no Multiverso da Loucura

Depois que a Variety revelou que Sam Raimi está em negociações para dirigir ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, diversos fãs estão torcendo para que o Homem-Aranha de Tobey Maguire faça uma aparição.

Para quem não se lembra, Raimi foi o resposável pela primeira adaptação cinematográfica do ‘Homem-Aranha‘ no cinema (2002-2007).

Considerando que a trama de Doutor Estranho 2‘ irá se aprofundar em realidades alternativas, não seria uma má ideia trazer o personagem para uma breve participação.

Nas redes sociais, diversos internautas publicaram mensagens torcendo pelo retorno de Maguire ao papel.

Confira:

Sam Raimi + Multiverso = Retorno do TOBEY MAGUIRE.”

“Imaginem se o Raimi convencer Tobey Maguire a reprisar seu papel de Homem-Aranha em ‘Doutor Estranho 2‘! Afinal, o filme se chama ‘Multiverso da Loucura‘.”

“Quanto tempo até a Marvel trazer Tobey Maguire de volta?

Vale lembrar que, recentemente, o diretor Scott Derrickson se desligou do projeto alegando “diferenças criativas”. Apesar disso, ele continuará sendo o produtor executivo da sequência.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

Em entrevista ao New York Film Academy, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, revelou que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ será assustador.

“Multiverso da Loucura é um dos melhores títulos já criados. Eu não diria necessariamente que é um filme de terror, mas terá várias sequências assustadoras nele. Quero dizer, há algumas cenas tensas em ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ que me faziam cobrir os olhos quando era criança, como a cena dos rostos derretendo.”

Ele completa, “Vai ser divertido. É divertido ficar assustado de alguma forma. Não será assustador de uma forma tortuosa, mas realmente aterradora. Scott Derrickson é muito bom nisso! Assustador pode ser uma emoção muito boa.”

Lembrando que Jade Bartlett foi escalada para reescrever o roteiro da produção.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 07 de maio de 2021.

Confira a logo:

‘A Família Addams’: Fãs querem Johnny Depp como Gomez na série de Tim Burton

Há alguns dias, foi anunciado que o aclamado Tim Burton vai produzir e dirigir uma série de TV live action d’A Família Addams‘.

Como muitos já sabem, Burton é um grande colaborador de Johnny Depp, que já estrelou diversas produções do cineasta, como o clássico ‘Edward Mãos de Tesouras‘ (1990).

Pensando nisso, uma legião de fãs já está fazendo campanha para que Depp seja escalado como intérprete de Gomez na vindoura atração.

Confira:

E aí, você concorda com os pedidos?

Lembrando que a série será contada a partir ponto de vista da Wandinha.

Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘, serão os roteiristas.

De acordo com o Deadline, a série está sendo financiada pela MGM TV, o que faz sentido já que a MGM é a empresa que controla a marca da franquia.

Como o filme de animação de 2019, esta visão sobre a Família Addams será ambientada nos dias atuais, com Wandinha Addams atuando como personagem principal.

Havia ainda outro projeto em desenvolvimento desde 2010, uma animação em stop-motion que seria dirigida por Tim Burton. O longa, porém, foi recentemente cancelado.

A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

 

‘Jovens Vingadores’: Marvel já está planejando adaptação para o cinema? Elizabeth Olsen responde!

Depois que Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) deu à luz os gêmeos Tommy (Jett Kline) e Billy Maximoff (Julian Hilliard) em ‘WandaVision‘, parece que a Marvel já está dando o primeiro passo para a criação dos ‘Jovens Vingadores’.

Lembrando que outros membros da equipe já chegaram ao MCU, como Eli Bradley/Patriota (Elijah Richardson), introduzido em ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

Além disso, Kate Bishop/Gaviã Arqueira (Hailee Steinfeld) fará parte da série do ‘Gavião Arqueiro’, e America Chavez/Miss America (Xochitl Gomez) estará em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Mesmo assim, o estúdio ainda não tem planos de trazer a equipe para as telonas ou para as telinhas.

A informação foi revelada por Elizabeth Olsen durante uma conferência online da New York Film Academy.

Na ocasião, ela disse que:

“Eu não faço ideia se os ‘Jovens Vingadores‘ estão sendo adaptados. E se você perguntar a Kevin Feige [diretor criativo da Marvel Studios], eu acho que ele dirá que não sabe. As coisas na Marvel funcionam com um planejamento bem minucioso. Eles realmente planejam uma fase por vez e, depois de concluídas, passam para a próxima fase. No momento, a maior preocupação é com a Fase 4 do MCU.”

Questionada se Billy e Tommy poderiam fazer parte da equipe no futuro, a estrela disse que:

“Do meu ponto de vista, isso poderia ser uma possibilidade, mas é como eu disse: não acho que o pessoal da Marvel tenha um plano real para isso ainda. Mas acho que todas as opções em aberto.”

Enquanto a confirmação não chega oficialmente, vale lembrar que o próximo filme do MCU é ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, que estreia em 16 de dezembro de 2021:

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

Gravações do especial de ‘Halloween’ da Marvel já começaram

De acordo com o Murphy’s Multiverse, já foram iniciadas as gravações do especial de Halloween da Marvel em parceria com a Disney+.

Apesar de não ter sido anunciado oficialmente, o escritório de produção do estúdio na Geórgia listou ‘Buzzcut‘ como uma produção que já está em processo de filmagens.

Há alguns dias, foi revelado que ‘Buzzcut‘ é o nome provisório da atração, escolhido para não chamar a atenção dos insiders… O que não surtiu muito efeito.

Anteriormente, acreditava-se que o especial seria focado somente no Lobisomen, personagem principal das hqs ‘Werewolf by Night’, que será vivido por Gael Garcia Bernal.

Mas parece que a produção será uma espécie de ‘Spooky Season‘ do MCU, focada nos personagens sobrenaturais da editora.

Seja qual for o caso, o compositor Michael Giacchino (‘Batman’) foi escalado para comandar o projeto, marcando sua estreia como diretor no MCU.

Antes disso, Giacchino já trabalhou com o estúdio ao compor as trilhas sonoras de ‘Doutor Estranho’ e em todos os três filmes do ‘Homem-Aranha’, em parceria com a Sony Pictures.

Além de Bernal (‘Tempo’), Laura Donnelly (‘The Nevers’) também vai estrelar a produção.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Para quem não sabe, ‘Werewolf by Night‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.

Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Licantropos. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano.

Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.

Vale lembrar que, na edição #32 de ‘Werewolf by Night’, tivemos a primeira aparição do ‘Cavaleiro da Lua‘, o mais novo personagem da Marvel nas séries da Disney+.

Produtor de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ compara o filme a ‘Vingadores: Ultimato’

A julgar pelo título e pelo pôster repleto de variantes do Cabeça de Teia, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ promete uma aventura bastante ambiciosa e ainda mais arriscada que o filme anterior.

De acordo com o produtor e animador Ere Santos, a sequência será tão marcante quanto ‘Vingadores: Ultimato‘.

Em entrevista para o The Direct, ele disse que:

“Quando o roteiro foi finalizado, pensamos: ‘Esso é um filme de duas horas e meia?. É uma história realmente grande que estão contando’. E com todos os arcos inseridos na trama, achamos melhor dividir em duas partes para deixar tudo mais intenso intenso, rápido e cheio de energia. Mas também teria sido bom ter um filme de quase três horas. O que eles estavam planejando seria algo do tipo ‘Vingadores: Ultimato’ em questão de tempo de execução. Tipo, enorme.”

Ele continuou:

“E o que eles estão planejando ainda é enorme. Mas dividir a história em duas partes nos permite respirar e pensar: ‘Ok, o que você precisa fazer no segundo filme? E como podemos resolver isso caso haja um terceiro filme?’ Não sei. Teremos que esperar para ver.”

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso – Parte 1‘ tem estreia marcada para 02 de junho de 2023.

Já a Parte 2, foi adiada de 2023 para 29 de março de 2024.

Confira o trailer:

O segundo filme seguirá o Miles Morales (Shameik Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com a Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

É bom ou ruim? ‘Os Mercenários 4’ deixa os críticos DIVIDIDOS entre elogios e rejeições; Confira!

Os Mercenários 4‘ chega amanhã (21) aos cinemas nacionais, mas alguns membros da imprensa já assistiram e estão compartilhando tanto elogios quanto críticas negativas.

Desta vez, Barney Ross (Sylvester Stallone) e sua equipe partem em outra missão mortal para salvar o mundo quando um terrorista (vivido por Iko Uwais) está atrás de alguns detonadores para um míssil nuclear, e apenas os Mercenários podem detê-lo.

Enquanto alguns críticos disseram que a sequência faz jus ao gênero e rende bons momentos de tiro, porra e bomba, outros argumentaram que a trama chega a ser lamentável e poderia muito bem ser lançada direto em vídeo.

Além disso, foi dito que o elenco veterano parece cansado, enquanto os estreantes não despertam o carisma necessário para manter a franquia viva.

Confira as análises:

“Bem, fiquei muito decepcionado com ‘Os Mercenários 4‘. O roteiro segue uma decisão absolutamente estúpida logo no início do filme e continua com um enredo fraco. Tony Jaa e Jason Statham fazem o trabalho pesado para fazer do filme mais ou menos ‘assistível’. Precisava de mais poder de fogo.”

“Infelizmente ‘Os Mercenários 4‘ é uma sequência útil, mas instantaneamente esquecível, que dilui a fórmula que nos trouxe à dança. CGI medíocre, performances inertes e um enredo fraco apenas atrapalham os momentos agradáveis ​​de ação espalhados por toda parte. Uma oportunidade perdida.”

“‘Os Mercenários 4‘ se aproveita de sua classificação para maiores, mas suas reviravoltas óbvias e seu enredo idiota (não de uma forma divertida), combinados com a mudança de foco em Jason Statham, tornam este um filme quase monótono, sem diversão suficiente, para ser [bom] tinha que perdoar qualquer uma de suas falhas.”

“‘Os Mercenários 4‘ é o tipo de filme que me faria enlouquecer quando eu era adolescente. Do jeito que está, ele tem mortes gratuitas e sangrentas suficientes e frases curtas para satisfazer os fãs do gênero. Nada mais, nada menos. Simplesmente é o que é.”

“Se você já jogou ‘Call of Duty: Black Ops’, você vai adorar ‘Os Mercenários 4‘! Todo o elenco é incrível, o relacionamento de Stallone e Statham é incrível e a relação entreo elenco lembra ‘O Esquadrão Suicida‘, de alguma forma. Mistura perfeita de combate, é sangrento e tem uma pitada de humor. INCRÍVEL!”

O elenco conta com o retorno de Sylvester Stallone (‘Rocky’), Jason Statham (‘Carga Explosiva’) e Dolph Lundgren (‘Soldado Universal’), além dos estreantes Megan Fox (‘Transformers’), Tony Jaa (‘O Protetor’), Levy Tran (MacGyver), Andy Garcia (‘Os Intocáveis’) e Iko Uwais (‘Operação Invasão’).

Nas redes sociais, os fãs estão comemorando o retorno da franquia e já estão com as expectativas nas alturas para rever o grupo em ação mais uma vez.

Confira as reações:

Jason Statham, Dolph Lundgren, Randy Couture e Sylvester Stallone retornam. 50 Cent, Megan Fox e Tony Jaa também fazem parte do elenco.

Eles estão de volta e trouxeram reforço! O lendário grupo de mercenários liderado por Barney Ross (Stallone) tem uma nova missão explosiva: impedir o início da Terceira Guerra Mundial. Quando as coisas saem do controle, Christmas (Statham) e os novos membros da equipe (Fox, 50 Cent e Jaa) são recrutados para impedir que o pior aconteça. Prepare-se para perder o fôlego neste novo capítulo de uma das maiores franquias de ação da história!

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media produzem a sequência.

Netflix é multada em R$ 11 milhões no Brasil por práticas ABUSIVAS contra os clientes

De acordo com o Olhar Digital, a Netflix foi multada pelo Procon-MG no valor de R$ 11 milhões por ferir o Código de Defesa do Consumidor (CDC) devido a práticas contratuais abusivas.

Entre essas práticas estão publicidade enganosa, exigência de vantagens excessivas e divulgação de dados dos clientes sem consentimento.

A decisão foi tomada a partir de uma cláusula no contrato que isenta a plataforma de streaming de responsabilidade em relação ao consumidor, gerando conflito com Código de Defesa do Consumidor, que, por sua vez, estabelece o dever de reparação por parte dos fornecedores e prestadores de serviços em caso de infrações contra os consumidores.

Os termos contratuais relativos à privacidade, que preveem a divulgação ilimitada dos dados do consumidor sem a aviso prévio, também é uma prática abusiva e “ao fazer isso, o fornecedor incorre em infração, pois condiciona a contratação do serviço à cessão do direito de utilização de dados”, disse o promotor de Justiça Fernando Abreu.

Membro do Ministério Público de Minas Gerais, Abreu aponta que essa prática fica mais evidente quando o consumidor não consegue ter direito ao fim do compartilhamento dos seus dados, demonstrando claramente o desequilíbrio contratual e o prejuízo ao livre exercício dos direitos da personalidade.

Antes da multa ser aplicada, o Procon já havia realizado em 2023 uma audiência para discutir as cláusulas contratuais e os termos de privacidade com a Netflix. Na tentaiva de solucionar o caso, foi proposto um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas a gigante de streaming não aceitou o acordo.

No mesmo ano, a Netflix também anunciou uma cobrança extra por pontos adicionais fora de uma mesma residência com a justificativa que seus planos são de uso intransferível, direcionados apenas ao assinante e às pessoas que residem com ele.

No entanto, a decisão administrativa do Procon ressaltou que uma pessoa pode ter múltiplas residências, e seu domicílio pode ser considerado em qualquer uma delas, conforme os termos do Código Civil.

“Ilegalmente, o fornecedor se apropria do termo residência e promove uma redefinição de seu conteúdo, fugindo não somente à concepção legal, mas também da concebida por qualquer consumidor”, continuou Abreu. “Se um serviço de streaming de música, por exemplo, utilizasse o mesmo modelo adotado pela Netflix, não se poderia sequer escutar música enquanto dirige. Logo, o novo sistema de cobrança utilizado contraria a própria publicidade dela, que afirma: ‘Assista onde quiser’.”

Ele acrescenta que:

“É perfeitamente possível vedar, contratualmente, o compartilhamento de senhas e os acessos simultâneos. O que não se revela razoável, por ferir a legalidade, é o uso do termo ‘residência’ para restringir o acesso à plataforma, gerando prejuízo ao exercício do direito do consumidor.”

Frederic Forrest, ator de ‘Apocalypse Now’, morre aos 86 anos

O ator Frederic Forrest, conhecido por seu papel como Chef no filme ‘Apocalypse Now‘, faleceu aos 86 anos, como confirmado pelo TMZ.

A notícia do falecimento de Forrest veio à tona após uma publicação nas redes sociais da também atriz Bette Midler.

O artista teve uma colaboração significativa com o icônico diretor Francis Ford Coppola, trabalhando juntos em várias produções.

Coppola prestou uma emocionante homenagem ao falecido colega, declarando: “Freddie Forrest era uma pessoa doce e muito querida, um ator maravilhoso e um bom amigo. Sua perda é devastadora para mim.”

A causa da morte não foi divulgada, embora fosse de conhecimento público que o ator estava enfrentando uma longa batalha contra uma doença não revelada.

Forrest recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação no musical ‘A Rosa‘, de 1979, ao lado de Bette Midler.

Brasileiro faz arte INCRÍVEL imaginando Milly Alcock como ‘Supergirl’

A escolha da atriz Milly Alcock, conhecida por ‘A Casa do Dragão’, como Supergirl no novo Universo Estendido DC (DCU), foi celebrada pelos fãs da heroína. Para comemorar, o artista brasileiro Dani Alves compartilhou uma bela ilustração imaginando o rosto da atriz na capa de uma revista em quadrinhos.

A obra de arte foi divulgada pelo artista em sua conta no X/Twitter.

Lembrando que a Supergirl terá um papel importante no novo Universo Cinematográfico da DC. Além da confirmação do seu filme solo, a personagem será introduzida em ‘Superman: O Legado‘, que estreia em 2025.

Superman: O Legado’ será protagonizado por David Corenswet no papel principal, o novo filme do Homem de Aço incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Já Nicholas Hoult viverá o vilão Lex Luthor, enquanto Rachel Brosnahan será Lois Lane, repórter do Planeta Diário a par romântico do Superman.

Lembrando que ‘Superman: O Legado’ tem estreia marcada para julho de 2025.

Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível arte imaginando o grupo caracterizado em páginas de quadrinhos.

E o resultado ficou simplesmente incrível!

Confira:

Andrew Garfield revela desejo de retornar a filmes de baixo orçamento: “Voltar às origens”

Andrew Garfield, conhecido por seus papéis em ‘Até o Último Homem’ e ‘O Espetacular Homem-Aranha’, falou recentemente sobre seus planos para os próximos lançamentos e expressou seu desejo de voltar às origens com produções de baixo orçamento.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Garfield compartilhou suas lembranças sobre fazer filmes caseiros.

“Eu gostaria de voltar às origens de fazer filmes com meu pai ou com meus amigos da escola, que estiveram comigo em San Sebastián. Lembramos de quando tínhamos uma produtora chamada Budget Productions — ‘budget’ pronunciado à francesa, como ‘boo-shay’. Liderados pelos nossos amigos Ben e David Morris, fazíamos filmes de gênero. Gravávamos com a câmera na mão, editávamos na hora e fazíamos paródias de James Bond quando estávamos muito bêbados e chapados, com 15 ou 16 anos, entre as sessões de skate. É como voltar àquele primeiro impulso de brincar e criar algo que é apenas alegre e divertido”, relembrou com carinho.

Garfield também falou sobre seus trabalhos recentes.

“Consegui trazer esse espírito para ‘Tick, Tick… Boom!’, com certeza. E os últimos dois projetos [‘The Magic Faraway Tree’ e ‘After the Hunt’], embora sejam muito diferentes em tom e processo — um é um grande e doce filme de fantasia familiar, e o outro é um drama sério e maduro — ainda assim foram experiências muito lúdicas. Luca é um diretor extremamente brincalhão. A criatividade dele é pura imaginação e liberdade, algo livre, radical e sublime”, destacou.

“Com Ben Gregor, nosso diretor em ‘Faraway Tree’, e todos os envolvidos, incluindo Simon Farnaby, o roteirista, e os atores, foi uma experiência realmente divertida. Estou muito animado com esses projetos. Sinto-me revitalizado, como quando encenava peças com meus primos e amigos para nossas famílias no Natal. É como se estivesse vivendo isso novamente”, ressaltou.

Sobre os gêneros de cinema que gostaria de explorar, o ator comentou: “Estou considerando todas essas coisas neste momento. Eu adoraria fazer um filme ou uma série que traga a mesma sensação das coisas com as quais cresci, como os anos 90 e o início dos anos 2000. Algo no estilo da Amblin Entertainment, uma aventura à la Indiana Jones. Humorístico, dramático, romântico — uma grande aventura épica que agrade ao público. Isso seria realmente, realmente divertido de fazer”. 

Ele concluiu afirmando: “Além disso, também estive pensando em grandes filmes como ‘Atração Fatal’ e ‘Infiéis’, de Adrian Lyne. Um thriller erótico seria algo interessante”.

Vale lembrar que o romance Todo Tempo Que Temos (We Live In Time), da A24, será o próximo longa do astro, onde ele contracenará com Florence Pugh (‘Adoráveis Mulheres’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

John Crowley é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nick Payne.

As vidas de Almut (Pugh), uma talentosa chef de cozinha, e Tobias (Garfield), um homem recém-divorciado, mudam para sempre quando eles se conhecem. Após um encontro inusitado, eles se apaixonam e constroem o lar e a família que sempre sonharam, até que uma verdade dolorosa põe à prova essa história de amor. Decididos a enfrentar as dificuldades, Almut e Tobias embarcam numa jornada emocionante, onde vão aprender que cada minuto conta quando estamos ao lado de quem amamos.

O elenco ainda conta com Adam JamesMarama CorlettAoife HindsNikhil ParmarHeather CraneyKara Lynch.

poster todo tempo que temos

‘Star Wars’: John Boyega revela desejo de ver Finn como um “Jedi fora da lei” no futuro da saga

O ator John Boyega, conhecido por interpretar Finn na sagaStar Wars, um personagem com uma trajetória singular, oscilando entre um ex-soldado imperial e um sensível à Força, compartilhou recentemente suas visões sobre o futuro de seu papel, revelando a arma que gostaria que Finn empunhasse.

Em declarações ao ComicBook, Boyega expressou: “Na minha imaginação, ele poderia seguir qualquer caminho. Mas me deem um blaster-sabre. Quero essa combinação. O Ezra tinha um, não é? Me deem aquela arma dele”.

Boyega se refere ao sabre de luz híbrido de Ezra Bridger, habilmente modificado para integrar as funcionalidades de um elegante sabre Jedi.

“Quero me tornar uma espécie de Jedi fora da lei”, acrescentou Boyega, delineando uma possível evolução para Finn. “Mas, fora isso, estou simplesmente curtindo ‘Star Wars’ como um fã agora”.

Boyega, no entanto, não vê grandes expectativas em retornar no filme da Nova Ordem Jedi liderado por Rey (Daisy Ridley), atualmente em desenvolvimento na Lucasfilm.

“Fez sentido expandir a franquia dessa maneira”, ponderou Boyega. “Antes de tudo, estou ansioso para ver se o projeto realmente se concretizará. Porque, às vezes, recebemos alguns anúncios de ‘Star Wars’, e desenvolvimento é desenvolvimento – nem sempre chega à conclusão. Mas estou torcendo para que Daisy tenha essa oportunidade de brilhar em uma franquia que finalmente é dela, onde agora ela é oficialmente a Jedi. Acho isso empolgante e mal posso esperar para assistir”.

A segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Casey Cott, de ‘Riverdale’, estrelará o thriller independente ‘Games We Play’

Casey Cott, ex-astro da série Riverdale, foi escalado para o papel principal no filme independente ‘Games We Play’. O longa marca a estreia na direção de longas-metragens de Rachael Dahl.

Segundo o Deadline, Cott atuará ao lado da roteirista e atriz Margot Pitts, que também faz sua estreia em um longa. As filmagens estão em andamento em Long Island e têm previsão de serem concluídas em meados de novembro.

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‘Games We Play’ é descrito como um thriller que mergulha no terror psicológico durante um fim de semana de viagem que se transforma em um pesadelo.

“O filme acompanha Imogen (Margot Pitts) que, junto de seu namorado Jack (Casey Cott) e seus dois melhores amigos de infância, Gage e Freddie (Dylan McTee e Adam Faison), embarca em uma viagem de fim de semana. Lá, ela é forçada a participar de um torneio de jogos de alto risco, o que a leva a questionar sua sanidade e sua própria segurança”, diz a sinopse.

O roteiro foi coescrito por Molly Scharlin Ben-Hamoo em parceria com a protagonista Margot Pitts.

Além de Cott e Pitts, o elenco também conta com Dylan McTee (‘Wrong Turn’) e Adam Faison (‘Hellraiser’).