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‘Homeland’ é renovada para as 7° e 8° Temporadas

O canal Showtime confirmou a renovação de ‘Homeland‘ por mais dois anos, para as sétima e oitava temporadas. Mas pode ficar tranquilo, que essa novidade não implica em um futuro cancelamento. Os executivos do canal confirmam que a série não tem prazo para ser finalizada.

Além das duas novas temporadas, o sexto ano de ‘Homeland‘ começará a ser rodado em agosto, em Nova York. A demora no início das filmagens deveu-se ao fato do Showtime conceder um tempo maior aos produtores para que eles pudessem desenvolver os roteiros na máxima qualidade.

Com lançamento previsto para janeiro de 2017, a sexta temporada trará Carrie Mathison (Claire Danes) morando no Brooklyn, em Nova Iorque. O seu trabalho desta vez será ajudar imigrantes muçulmanos a se integrarem a cultura americana.

A ambientação dos episódios serão entre o dia da eleição para a presidência dos Estados Unidos, até o dia em que o eleito assumirá o cargo.

‘Scream’: Netflix confirma mais 2 episódios após Season Finale da 2ª temporada

A season finale da 2ª temporada ‘Scream‘ foi ao ar nos EUA nessa madrugada e deixou muitos fãs de cabelo em pé (não vamos revelar nada porque o episódio só chega na Netflix amanhã).

Porém, o serviço de streaming guardou uma surpresa para os fãs. Após o 12º episódio exibido hoje, a série ganhará 2 episódios especiais no Halloween (em outubro).

Confira:

 


Ansiosos?

Crítica | Scream – 2×10: O Silêncio do Lago 

Os onze primeiros episódios já estão disponíveis na Netflix.

As 10 Maiores Scream Queens do Cinema

 

O segundo ano começa seis meses após a matança inicial, e Emma (interpretada por Willa Fitzgerald) acaba de retornar de Lakewood depois de tentar se recuperar em um retiro. Seus amigos e familiares estão tentando animá-la e questionando se Emma realmente se recuperou após os traumáticos eventos – incluindo o momento em que ela assistiu seu namorado ser cortado ao meio por uma  máquina agrícola.

Enquanto isso, a favorita dos fãs – Brooke (Carlson Young) –  está agora oficialmente namorando Jake (Tom Maden), mas os dois estão mantendo o romance em segredo de seu pai, o suspeito PrefeitoMaddox.

Já o onisciente Noah (John Karna) está nos dando mais razões para amarmos ele: Ele vestiu seu chapéu de Sherlock Holmes mais uma vez e está procurando a verdade sobre os assassinatos da primeira temporada e a ajudante da assassina. E sim, isso nos leva a um certo alguém que foi vista queimando as cartas de Piper no final da primeira temporada e sugerindo que ela tinha uma conexão com o massacre: Audrey (Bex Taylor-Klaus). Nesta temporada, a senhorita Jensen está desesperadamente tentando esconder sua associação com a assassina – e tudo piora porque ela está sendo perseguida por alguém que sabe a verdade (karma é uma vadia).

Segunda temporada de ‘Pânico’ ganha novidades

Vídeo compila todos os gritos da quadrilogia ‘Pânico’; Assista! 

Tarantino revela que gostaria de ter dirigido ‘Pânico’ e critica Wes Craven 

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Samara ressurge nas primeiras imagens oficiais de ‘Chamados’

Com estreia adiada para fevereiro de 2017, Samarinha resolveu dar as caras nas primeiras imagens oficiais de ‘Chamados‘.

Confira:

Vale lembrar que ao invés de VHS, o vídeo de Samara será enviado por e-mail!

‘Chamados’ e os Filmes de Terror mais aguardados de 2016 

A jovem Julia (Matilda Lutz) fica intrigada quando seu namorado Holt (Ales Roe) começa a se interessar e explorar uma história que envolve uma fita de vídeo amaldiçoada, que faz a pessoa que a assiste morrer em 7 dias. Ela se sacrifica para salvar a vida dele e, ao fazer isso, revela uma descoberta terrível: há um “filme dentro do filme” que ninguém jamais viu antes.

O roteiro foi escrito por Akiva Goldsman, de ‘Eu Sou a Lenda’ e ‘Anjos e Demônios’. O diretor espanhol F. Javier Gutiérrez (‘Três Dias’) é quem comanda a produção.

O primeiro filme da franquia foi dirigido por Gore Verbinski (‘Piratas do Caribe’), e baseado em ‘Ringu‘ (de Hideo Nakata). O terror arrecadou US$ 250 milhões mundialmente, já a sequência fez US$ 161 milhões.

O Chamado 3’ ganha título nacional: ‘Chamados’

 

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Season finale de ‘How to Get Away with Murder’ terá 2 horas de duração

[SPOILERS]

Ao invés de estender por mais duas semanas a descoberta sobre quem matou Wes, a ABC decidiu exibir os dois episódios finais de ‘How to Get Away with Murder‘ um atrás do outro.

Confira a prévia:

Vale lembrar que nova temporada foi inspirada em ‘O Caso dos Dez Negrinhos‘, de Agatha Christie.

Além de Viola, estão no elenco principal os atores Billy Brown (Nate), Alfred Enoch (Wes Gibbins), Jack Falahee (Connor Walsh), Aja Naomi King (Michaela Pratt), Matt McGorry (Asher Millstone), Karla Souza (Laurel Castillo), Charlie Weber (Frank Delfino) e Liza Weil (Bonnie Winterbottom). A série é uma criação de Pete Nowalk, que também ocupa a produção executiva ao lado de Shonda Rhimes, Betsy Beers e Bill D’Elia.

 

Novo vídeo de ‘A Múmia’ é focado na transformação de Russell Crowe em Sr. Hyde

A Múmia‘ ganhou um novo vídeo, focado em Russell Crowe – que vai se transformar de Dr. Jekyll no Sr. Hyde.

Alex Kurtzman é quem assina a direção.

Assista:

Em ‘A Múmia‘, a atriz Sofia Boutella interpreta uma antiga princesa cujo destino foi injustamente tirado dela. Sepultada em uma cripta abaixo do deserto, ela despertará nos dias atuais e desafiará a compreensão humana com sua malevolência e terror.

Das deslumbrantes areias do Oriente Médio até labirintos escondidos sob a Londres de hoje, ‘A Múmia traz um equilíbrio entre maravilhas e emoções. Desperta no público o imaginário e introduz um novo mundo de deuses e monstros para o cinema.

No elenco, além de Tom Cruise e Sofia Boutella, estão Russell Crowe, Annabelle Wallis, Jake Johnson e Courtney B. Vance.

A estreia está marcada para 8 de junho de 2017.

Ranger Verde será uma garota em ‘Power Rangers 2’?

Em entrevista ao Screen Rant, Dacre Montgomery, que interpreta o Ranger Vermelho, comentou sobre a possibilidade do Ranger Verde ser uma garota na sequência reboot de ‘Power Rangers‘.

Dacre também mencionou que ainda não tem nada confirmado sobre a continuação.

“Acho que estava falando sobre isso quando fizemos uma coletiva de imprensa em L.A. Para mim, era apenas a ideia de ter três meninos e duas meninas. E se a sexta Ranger fosse uma menina? Eu não sei. Eu acho que está aberto para interpretação. Essa era apenas a minha interpretação e a de alguns membros do elenco. Sim. Mas também há algum terreno para que os fãs possam imaginar sobre Tommy ser um garoto ou uma garota. Então, vamos ver. Não estou dizendo que há uma sequência. Não estou dizendo que é uma garota ou um garoto,mas espero que, se for nessa direção, que todos possam estar satisfeitos com isso. E que pode ser o princípio de um bom filme, de uma boa sequência.”

‘Power Rangers 2’ pode ser CANCELADO após fracasso nas bilheterias 

Crítica | Power Rangers

 

 

Atriz de ‘Smallville’ é acusada de “recrutar escravas sexuais” para poderosos de Hollywood

A casa tá caindo em Hollywood e casos espantosos de pedofilia e abusos sexuais estão sendo escancarados. A mais nova acusação parece história de filme de terror.

Segundo o Daily Mail, Allison Mack, 35 anos, foi acusada de ser uma das líderes de um culto sexual, investigado por extorquir, espancar e tatuar a pele dos seus membros. A atriz ficou conhecida por interpretar Chloe Sullivan, a amiga de Clark Kent, na série ‘Smallville‘.

A acusação foi feita por Frank Parlato, antigo porta-voz do grupo, que revelou que Mack não só participava ativamente neste culto, como também era uma das suas líderes.

Ela era responsável por recrutar jovens garotas para participarem do culto, que também servia como um esquema de pirâmide. Quem não conseguisse recrutar novos membros para o grupo, era espancado com uma pá nas nádegas e tatuado.

A “irmandade” se chama DOS e traz uma hierarquia de mestre e escravo. Mack supostamente era a líder de um grupo de “escravas” para poderosos executivos de Hollywood, e sugeria punições físicas a quem não cumprisse ordens.

A polícia norte-americana está investigando as acusações.

Após repercussão negativa, categoria Melhor Filme Popular é incerta no Oscar

O mundo do Cinema foi pego de surpresa no dia 8 de agosto. Em uma decisão revolucionária, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou a inclusão de uma nova categoria na cerimônia do Oscar: “Best Popular Movie”, ou como gosto de chamar: “O Campeão do Povo”.

Hoje, a Acadêmia anunciou que decidiu adiar a criação da categoria após toda a polêmica, e irá estudar de maneira melhor planejada se incluirá ou não as mudanças.

“A série de reações que recebemos em relação a criação da categoria Melhor Filme Popular foi ouvida, e percebemos que realmente precisamos discutir mais profundamente com nossos membros. Fazemos mudanças no Oscar anualmente e queremos continuaremos a evoluir, enquanto ainda respeitando o maravilhoso legado dos últimos 90 anos”, afirmou o CEO da Academia, Dawn Hudson.

Sobre a categoria Melhor Filme Popular 

Ao longo dos anos, o Oscar seguiu uma linha de prestígio crescente, não à toa a cerimônia é vendida como a “Premiação Máxima do Cinema”. Nos últimos tempos, entretanto, essa curva veio decaindo, assim como a audiência e o interesse do público pelo evento. E quando a audiência vai lá embaixo, os patrocinadores deixam de ver aquilo como um negócio lucrativo e acabam desistindo de investir na grande festa. Por conta disso, os organizadores ficaram desesperados e passaram a tentar de quase tudo para fazer do Oscar algo chamativo para as novas gerações.

Não é por acaso a crescente inclusão de filmes que exaltam ou trabalham com a diversidade de gênero, raça e classes sociais na premiação. Uma das maiores – senão a maior – reclamações era justamente a falta de filmes com protagonistas negros, latinos, mulheres, gays, trans e afins sendo indicados. A academia resistiu até o último momento, mas acabou abrindo um pouco a cabeça para esses filmes, antes esnobados.

Eles, aos poucos, pareciam estar incluindo fatores para agradar e atrair esse público de viés mais de esquerda para a cerimônia. Só que o mundo está polarizado, e quanto mais a Academia dava chances para um público diverso, mais o “homem branco e rico” ficava frustrado.

Entendo que deva ser frustrante para a Academia. Houve muita relutância para eles abrirem minimante a cabeça para trabalhos que fugissem dos padrões, os chamados “filmes de Oscar”. E quando eles começam a aceitar esse começo mínimo de uma premiação baseada na qualidade, não na cor ou gênero do elenco, a outra parte da audiência se mostra resistente e relutante a ela.

Junto a isso, a “comunidade nerd” ganhou muita voz na internet e muitos representantes no cinema. Os Blockbusters têm mantido os cofres dos estúdios cheios e esse tipo de público, esse tipo de dinheiro, não pode ser ignorado. Os Geeks enchem o saco todo ano pedindo pelo menos um filme de herói no Oscar. Por muito tempo, eles foram postos em segundo plano. Agora não dá mais.

E nessa onda de querer agradar a todos, eles vieram com essa ideia de “Jênio” de criar uma categoria para filme mais “popular”. O que pode parecer uma ideia inocente se mostra um grandessíssimo tiro no pé.

Mas apesar de burra, ela não veio do nada. Foi algo pensado e discutido muita gente antes de ser aprovada. E não precisa estar muito por dentro pra saber o que levou a Academia a amarrar essa corda no pescoço… estamos falando de dois filmes muito populares. Um do ano passado, outro desse ano. Dois arrasa-quarteirões de mesma temática: “Corra!” e “Pantera Negra”.

A simples indicação do suspense/ terror da Blumhouse foi o suficiente para encher a internet de Mimimi proveniente daqueles que chamam os outros de “Mimizentos”. Quando o filme foi agraciado com o prêmio de Melhor Roteiro Original… meu amigo, o choro foi tão grande que seria capaz de encher a Cantareira por 10 verões seguidos.

Essa quantidade considerável de reações negativas direcionou TODOS os olhares da Academia para o fenômeno de 2018: Mbappé Pantera Negra. O sucesso estrondoso da aventura africana da Marvel deixou os jurados do Oscar de cabelos em pé! Afinal, se ele não for indicado a nada ou ainda for indicado, mas não vencer nenhuma categoria, as críticas serão pesadíssimas em cima dos coroas do júri. Foi um blockbuster, mas muito mais que “apenas” um filme, foi um fenômeno cultural! A mobilização provocada por T’Challa e sua turma foi algo impressionante.

Eu, particularmente, não o indicaria para nenhuma categoria principal (apesar de achar que a estatueta de Melhor Canção Original já está no papo). Mesmo sendo um fenômeno cultural, ele segue a estrutura de alguns outros filmes da Marvel. E essa é minha opinião impopular. Entretanto, há muita gente por aí que vê a indicação de Pantera Negra a Melhor Filme como obrigação. E é algo que dá para entender, o que não dá pra entender é o Oscar de Melhor Atriz indo pra Gwyneth Paltrow em 1999.

Enfim, a saída mais fácil para não ser destruída na internet, seja pela direita ou pela esquerda, foi adotar a categoria de melhor filme popular. O problema é que isso levanta algumas questões debatidas há décadas!

O QUE É UM FILME POPULAR? POR QUE UM “FILME POPULAR” NÃO PODE SER INDICADO A MELHOR FILME? FILMES “CULT” VALEM MAIS QUE UM “FILME POPULAR”? POR QUE A OPINIÃO DA ACADEMIA RETRÓGRADA DÁ MAIS IMPORTÂNCIA PARA OS “FILMES DE ARTE” DO QUE PARA OS DO “POVÃO”?

Entendem? É surreal. Numa aparente tentativa de evitar problemas para eles, a Academia instaurou uma falsa democracia cinematográfica que vai separar e elitizar ainda mais certos filmes e rotular de maneira negativa outros.

Wall-E (2008) é um ótimo exemplo disso. O longa-animado recebeu SEIS indicações no Oscar 2009 (Melhor Roteiro, Melhor Canção, Trilha Sonora, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som e Melhor Longa-Metragem de Animação). É um filme conduzido por um protagonista de vocabulário limitado a pouquíssimas palavras, recheado de situações “Kubrickianas” e tem um plot maravilhoso! Ele foi indicado a basicamente tudo, menos “Melhor Longa-Metragem”. Porém, venceu o segmento de “filme animado”. E aí, Wall-E deixa de ser um filme de arte só por ser feito em animação 3D? Ele é bom o suficiente pra vencer um filo, mas não é o bastante para os jurados o colocarem na “categoria principal”?  Na época, muito se falou em preconceito da Academia contra filmes animados ou direcionados a crianças.

Se eles queriam evitar discussões ou deixar a cerimônia mais acessível, erraram feio. Essa categoria, que deve ter Pantera Negra como vencedor, servirá apenas como paliativo. Filmes de heróis passarão a ganhar prêmios, com certeza. Mas todo esse começo de avanço iniciado nos últimos anos será jogado fora! Se preparem para ver filmes excelentes sendo subjugados a “Campeões do Povo” para que a Academia não precise fazer uma cerimônia mais justa e igualitária.

O humorista Roberto Bolaños, o querido Chaves, costumava dizer que não sabia a receita para o sucesso, mas sabia a receita para o fracasso: querer agradar a todos. Com essa nova “categoria”, o Oscar cavou sua própria cova. Cabe a nós assistir ao enterro ou debater para tentar mudar enquanto ainda há tempo.

A próxima Cerimônia do Oscar acontece dia 24 de fevereiro de 2019.

Após ‘Vingadores’, irmãos Russo querem fazer ‘Guerras Secretas’

O futuro de Joe e Anthony Russo na Marvel em ‘Vingadores: Ultimato‘ ainda é uma seleta incógnita. Enquanto eles acham que sua fase de filmes de super-heróis chegará ao fim, ainda há dúvidas que planos Kevin Feige reserva para a dupla de diretores.

Se depender de Anthony e Joe Russo, eles pretendem adaptar a saga das HQs Guerras Secretas, que se inicia quando a entidade chamada Beyonder promove uma batalha épica entre os maiores heróis e vilões do universo Marvel.

Em entrevista à MTV, eles voltaram a falar sobre a adaptação.

“Fizemos Ultimato para mostrar que sempre existem vários pontos de vista diferentes, por isso amamos Guerras Secretas. Foi o primeiro quadrinho que nós lemos. Se a aquisição da Fox pela Disney der tudo certo, são muitos personagens para se trabalhar de uma só vez, então pode valer a pena fazer algo como Guerras Secretas, seria demais!”, afirmaram.

Guerras Secretas‘ foi uma das sagas principais da Marvel ao reunir diversos de seus heróis mais populares em um torneio cósmico contra o vilão Beyonder.

Vingadores: Ultimato’ estreia em 25 de abril de 2019.

‘Democracia em Vertigem’: Filme brasileiro é indicado ao Oscar 2020!

O aclamado documentário Democracia em Vertigem, de Petra Costa, foi condecorado hoje com uma indicação ao Oscar 2020 de Melhor Documentário.

Dirigido por Petra Costa, o filme acompanha o passado político da cineasta de maneira pessoal e íntima no contexto do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o processo que culminou com o impeachment de Dilma Rousseff, analisando a ascensão e a queda desses governantes e a consequente crise política no Brasil.

A produção foi indicada a diversos prêmios além do Oscar e entrou para a lista do New York Times como uma das melhores obras de 2019.

“O documentário analisa com louvor a política brasileira. Ele mostra o processo que derrubou dois presidentes e elegeu um presidente autoritário. Tudo é narrado à partir do ponto de vista indignado da cineasta Petra Costa”, afirma o conceituado jornal.

Relembre o trailer:

Andrew Lloyd Webber diz que adaptação de ‘Cats’ ficou “ridícula”

O compositor Andrew Lloyd Webber, responsável pelo musical ‘Cats‘, deu uma entrevista ao The Sunday Times falando sobre a adaptação cinematográfica lançada em 2019 que não agradou a crítica.

“O problema do filme foi que o diretor Tom Hooper decidiu que não queria ninguém envolvido do musical original. A coisa toda foi ridícula.”

O resultado desastroso repercutiu na bilheteria. Segundo o Deadline, a adaptação de ‘Cats‘ deu um prejuízo ainda maior que o esperado pelos analistas.

O filme arrecadou US$ 27,2 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 47,4 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 74,6 milhões contra um orçamento de produção de US $ 95 milhões.

Com isso, o prejuízo para a Universal foi de US$ 113 milhões.

O filme ficou no terceiro lugar no ranking de maiores prejuízos de 2019. ‘X-Men: Fênix Negra‘ apareceu em primeiro, com US$ 133 milhões. ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ ficou em segundo, com prejuízo de US$ 122 milhões.

Vale lembrar que ‘Cats‘ amargou apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que o roteiro é insosso e por causa dos infames efeitos visuais nos personagens não dá para levá-los a sério.

Confira as principais reações:

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)

 

Não agradou? Veja o que os críticos estão falando de ‘Um Príncipe em Nova York 2’

Um Príncipe em Nova York 2’ já estreou no catálogo da Amazon Prime Video – mas parece que a nova história não conquistou o coração da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 51% de aprovação, com nota 5.60/10 baseada em 96 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “décadas depois de seu predecessor brincar sobre a tênue linha entre amor e náusea, Um Príncipe em Nova York 2’ lembra o público que há uma linha igualmente fina entre uma sequência e uma repetição”.

Confira as principais críticas abaixo:

“Eu fiquei desconfortável quando assisti [ao primeiro filme] aos 15 anos. Continuo desconfortável agora” – Film Freak Central.

“[O filme] erra algumas coisas, mas ainda assim acerta várias outras” – London Evening Standard.

“Não parece que os cineastas escreveram um novo roteiro, e sim reescreveram o antigo” – New York Magazine/Vulture.

“Está tudo aqui. Mas essa parada de Melhores Hits parece cansada sob os olhos de Eddie Murphy” – Detroit News.

“No final, Um Príncipe em Nova York 2’ nos ganha. É estranho como esses filmes criam um sentimento bem aconchegante” – San Francisco Chronicle

Assista a nossa crítica:

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

Kristen Stewart dá um SHOW como a Princesa Diana no trailer final legendado de ‘Spencer’

Spencer‘ ganhou seu trailer final legendado que traz a atriz Kristen Stewart brilhando como a princesa Diana.

Assista:

A atuação de Stewart foi ovacionada pelos críticos e ela já é uma das preferidas para o Oscar 2022.

Veja as principais críticas:

Xan Brooks, The Guardian

Kristen Stewart se mostra totalmente atraente no papel-título. Ela tem uma atuação desajeitada e educada como Diana, e isso é inteiramente como deveria ser quando se considera que Diana fez uma atuação desajeitada e educada ela mesma, enfeitando sua alta altivez inata e elegante com aparas coquetes estudadas. Quando ela desabou, perdeu o equilíbrio, foi como assistir uma mulher perfeita que na verdade é falha. Mas Stewart captura efetivamente a agonia de uma mulher tão programada e isolada que sente que não tem escapatória e perdeu de vista quem ela é.

Owen Gleiberman, Variety

Kristen Stewart não faz apenas uma representação (embora no nível da representação ela seja excelente). Ela se transforma; ela muda seu aspecto, seu ritmo, seu carma. Assistindo-a interpretar Diana, vemos um eco, talvez, da própria relação ambivalente de

Pete Hammond, Deadline

Eu não tenho palabras sobre o desempenho de Stewart, passando de uma impressão de uma figura incrivelmente bem narrada para lindamente alcançar a essência de quem ela era. É uma reviravolta estimulante, amarga, comovente e totalmente deslumbrante, levando Diana por caminhos que não vimos representados como neste retrato hipnotizante.

Guy Lodge, Weekend

Escolher Stewart, outra celebridade reservada que conhece o brilho obsessivo e autoritário do fandom melhor do que a maioria, é inspirador. Seu desempenho não é apenas um feito de mimetismo totalmente transformador, embora ela tenha prestado atenção detalhada à postura e pose de Diana, especialmente. Em vez disso, é uma evocação irônica e empática de uma mulher de alguma forma bloqueada de suas vidas interna e externa, congelada no corredor – antes de correr para a escada de incêndio.

Assista ao vídeo da atriz sendo aplaudida:

A cinebiografia da Princesa Diana chega aos cinemas apenas em 05 de novembro.

A trama será focada em um único fim de semana na vida da Diana (Stewart), em que ela passou o Natal ao lado da família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra. Foi nesta ocasião que ela decidira se divorciar de Charles, em virtude dos inúmeros rumores de seu caso com a Camila.

Além de Stewart, o elenco também conta com Timothy Spall, Sally Hawkins e Sean Harris.

Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxe Natalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

Cachorro ZUMBI ataca em clipe da série ‘Resident Evil’, da Netflix

Resident Evil: A Série‘ teve um novo clipe divulgado pela Netflix, que traz as duas irmãs protagonistas fugindo de um cachorro zumbi.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Com 7 críticas publicadas até o momento, a nova adaptação da icônica franquia de jogos da Capcom, conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, apesar de extremamente divertida e cheia de cenas de ação, a produção não inova, se apoiando em clichês do gênero.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Apesar de não ser perfeita, os monstros e as cenas de ação tornam ‘Residente Evil: A Série’ uma produção divertida que te deixa com vontade de assistir mais.” (Bloody Disgusting)

“É ridículo… mas muito divertido para quem só quer desligar o cérebro e se entreter.” (Daily Telegraph UK)

“‘Em algum nível, essa série poderia ser uma ótima adaptação de ‘Resident Evil’, mas ela só assopra… não morde.” (Collider)

“Apesar de uma das timelines ter sido mais divertida de se acompanhar do que a outra, a primeira temporada de ‘Resident Evil: A Série’ traz uma história original, interessante e deixa muito espaço para um novo ciclo.” (IGN Movies)

“Apesar dos ótimos efeitos e das performances sólidas, ‘Resident Evil: A Série’ se parece muito com uma produção genérica de ficção científica, oferecendo apenas fan service suficiente para impedir que os fãs leais da franquia desliguem a televisão.” (Flickering Myth)

Vale lembrar que a produção será lançada amanhã, no dia 14 de julho.

Em 2036, 14 anos após a dor causada por Joy, Jade Wesker luta para sobreviver em um mundo tomado por chocantes criaturas sedentas por sangue. Em meio a essa carnificina, ela é assombrada pelo passado em New Raccoon City, pela ligação do pai com a sinistra Umbrella Corporation e principalmente pelo que aconteceu à irmã, Billie. 

Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) fica responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

O elenco conta com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.

O ator Lance Reddick (‘John Wick’) interpreta o vilão Albert Wesker. Será a primeira vez que um ator negro interpreta o personagem.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

CW CANCELA série de terror após três temporadas

A CW cancelou oficialmente a série de antologia de terror ‘Two Sentence Horror Stories‘ após três temporadas na rede.

A notícia, confirmada pelo TVLine , pode não ser uma surpresa para os fãs da série, já que a terceira temporada da série terminou em fevereiro de 2022 e não houve atualizações desde então.

A série originalmente começou como conteúdo curto em 2017 no aplicativo go90 antes de ser adaptada para a CW Seed em 2018, onde sua popularidade levou a série a chegar à rede principal da CW em 2019.

Criada por Vera Miao, a série acompanhava contos contemporâneos de terror e assombrações.

Inspirada pelos contos curtos de duas sentenças que viralizaram na internet, a antologia focará nos medos de uma geração conectada por ansiedades e diversidades. Apesar de sermos perturbados por tecnologia, desigualdades e sociedade… as coisas que nos assombram são as mesmas.

Confira:

Wesley Snipes vai aparecer como Blade em ‘Deadpool e Wolverine’, afirma rumor

Segundo o insider MyTimeToShineHello, Wesley Snipes vai aparecer como Blade em ‘Deadpool e Wolverine‘.

O Daniel Ritchman já havia adiantado que Snipes estava negociando seu retorno.

Entre 1998 e 2004, a trilogia ‘Blade‘ arrecadou para a New Line Cinema pouco mais de US$ 400 milhões nas bilheterias globais.

É uma quantia bastante satisfatória, considerando que os filmes receberam classificação para maiores de 18 anos.

Naquela época, as adaptações de quadrinhos também não eram tão populares, mas a trilogia foi tão bem recebida que o protagonista Wesley Snipes acreditou que novos filme seriam produzidos.

Em entrevista para o Comic Book, o astro revelou que ele e sua equipe elaboraram dois roteiros alternativos para um 4º filme, que foram reaproveitados em outros projetos.

Questionado sobre o assunto, ele disse:

“Para falar a verdade, escrevemos dois roteiros. São duas versões de uma história que se encaixaria bem no universo criado ao longo da trilogia. Então eu tenho dois assassinos Blade.” 

‘Deadpool e Wolverine’ | 12 pontos para prestar atenção no trailer do novo filme da Marvel

 

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho.

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

‘Chico Bento’, ‘Babygirl’, ‘Interestelar’ e as ESTREIAS do fim de semana nos cinemas

Vários filmes estreiam nos cinemas nesta quinta-feira, dia 9 de Janeiro, e separamos a lista para você.

Confira:

Estreias

Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa

As crianças e adolescentes do Brasil sempre esperaram por um filme da ‘Turma da Mônica’ com atores de carne e osso. Demorou algumas décadas, mas em 2019, a coisa finalmente aconteceu. E depois que acelerou, parece que nunca mais freou. Nos últimos anos, ganhamos diversas produções centradas nos queridos personagens de Mauricio de Sousa, como a continuação direta nos cinemas em 2021, duas séries de TV, e um derivado com o quarteto adolescente. Agora, chega aos cinemas o primeiro filme do Chico Bento, o personagem rural deste universo. O elenco de apoio traz gente como Taís Araújo e Débora Falabella.

Babygirl

Como dito, janeiro é mês de anúncio do Oscar. E mês dos filmes que visam indicações. Assim, o primeiro a estrear em 2025 é ‘Babygirl’, drama que vem jogando Nicole Kidman aos holofotes para uma nova nomeação na carreira da estrela. No longa, Kidman vive uma mulher bem-sucedida profissionalmente, que se envolve com um homem muito mais jovem, estagiário de sua empresa, colocando em risco não apenas a sua carreira, como também sua vida pessoal.

Interestelar

Se fizéssemos uma pesquisa com os cinéfilos sobre os filmes mais populares nos últimos 10 anos, sem dúvida ‘Interestelar’, a ópera espacial de Christopher Nolan, estaria no ranking, correndo o sério risco de ser o número 1. Acontece que Nolan é o maior cineasta da atualidade e qualquer coisa que faça, automaticamente se torna sinônimo de sucesso. ‘Interestelar’ retorna aos cinemas brasileiros para a comemoração de 10 anos de sua estreia e promete ser a chance de grande parte do público mais novo poder conferir nas telonas.

A Semente do Fruto Sagrado

Por falar em época de premiações e Oscar, aqui temos uma produção iraniana que pode dar trabalho para o nosso ‘Ainda Estou Aqui’. Isso porque este é um dos filmes mais badalados desta temporada, sucesso no Festival de Cannes, e indicado ao Globo de Ouro de obra estrangeira, onde disputa com o brasileiro o prêmio. Muito provavelmente, deve figurar também nos prêmios da Academia. O filme acompanha a jornada de um juiz em meio a agitação política no Teerã causada pela morte de uma jovem. Ele passará por uma verdadeira provação, incluindo dentro de sua própria família.

Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williams

Um dos filmes mais inusitados de anos recentes, aqui temos uma espécie de biografia do músico e produtor Pharrell Williams, um dos nomes mais badalados da indústria fonográfica norte-americana. Ao invés da esperada biografia musical, aqui temos uma animação para contar a história do astro. Mas não uma animação qualquer, e sim uma criada através de peças de Lego. Muitos podem inclusive achar que se trata de mais um filme do universo Lego no cinema, que já lançou quatro longas no período de dez anos.

Em Breve

16/01

Lobisomem

O mês de janeiro também será um prato cheio para os amantes da adrenalina e dos sustos na sala escura. Além dos vampiros de ‘Nosferatu’, também ganharemos um filme focado em outra das criaturas mitológicas mais famosas do terror: o homem-lobo. Quem ensaia um retorno à popularidade para os bichões é Leigh Whannell, o mesmo responsável pelo elogiadíssimo ‘O Homem Invisível’ (2020). Se formos esperar algo na mesma linha do longa citado, também teremos uma investida mais realista no mito, onde o que mais conta é o desenvolvimento e o drama dos personagens.

Maria Callas

Outro que está cotadíssimo para a época do Oscar, ao menos para uma indicação para melhor atriz, é ‘Maria Callas’, biografia da lendária soprano grego-americana. Quem interpreta o ícone da música é Angelina Jolie – que corre atrás de mais uma indicação em sua carreira pelo papel. É dito também que ‘Maria Callas’ faz parte de uma trilogia do diretor chileno Pablo Larraín, que conseguiu indicar ao Oscar suas atrizes, de filmes como ‘Jackie’ (2016) – Natalie Portman – e ‘Spencer’ (2021) – Kristen Stewart. Ao que tudo indica, Jolie será mesmo a terceira.

Aqui

Projeto experimental, que visa trazer à boa forma novamente o diretor Robert Zemeckis. O cineasta estará para sempre escrito nos anais da sétima arte, já que carrega em seu currículo produções icônicas como a trilogia ‘De Volta para o Futuro’, ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’, ‘Forrest Gump’ e ‘Náufrago’. Mas nos últimos anos, o cineasta não tem acertado tanto. Aqui, ele se reúne com Tom Hanks e Robin Wright, de seu filme mais famoso, para a história de uma família ao longo das gerações. Mais do que isso, essa é a história de um lugar no espaço. Um pedaço de terra, que durante gerações foi uma casa. O diretor filma o longa inteiro de um único ângulo – com a câmera parada em um único ponto. Sem dúvidas é uma proposta ousada.

MMA – Meu Melhor Amigo

Sentiram a sacada do título? Sim, este é um filme sobre o MMA, sigla para “Mixed Martial Arts”, ou Artes Marciais Mistas. Ou seja, uma competição na qual os lutadores podem usar todo o seu conhecimento nas mais variadas formas de luta. Marcos Mion é quem estrela. Mas aqui, o MMA não significa o que todos conhecem, pois a história fala sobre um lutador que descobre um filho de 8 anos. E não apenas isso, pois colocando um pouco de sua própria vida no roteiro, o filho de Mion no filme também possui o espectro autista. E agora o protagonista precisará lidar com os desafios atrelados a esta condição.

23/01

Paddington: Uma Aventura na Floresta

Não podemos esquecer também que janeiro é mês de férias escolares. Ou seja, a criançada está com a energia a mil, e cabe aos pais entretê-las. Para os que não forem viajar, uma ótima pedida sempre é levar a garotada aos cinemas. Ou se você for viajar para alguma cidade que tenha cinema, dá para juntar os dois programas. Ainda mais quando temos um filme de qualidade como ‘Paddington’. Os filmes do ursinho caridoso, mas trapalhão, são alguns dos melhores infantis de todos os tempos. E agora chega a terceira parte, com uma viagem muito especial para o Peru.

Ameaça no Ar

O ano também começa bom para os fãs de um suspense de gelar a espinha. Dirigido pelo astro Mel Gibson, aqui temos um thriller eletrizante, que ocorre a muitos metros do solo. Na trama, Mark Wahlberg interpreta um piloto de um pequeno avião, cuja tarefa é transportar um fugitivo da justiça, sendo levado a um julgamento por uma militar. Porém, o piloto pode não ser quem diz, levando a um jogo de gato e rato pelos céus, enquanto os outros tripulantes tentam evitar o pior.

Conclave

Voltamos para os filmes do Oscar. ‘Conclave’ é um dos que mais vem despertando falatório de indicações. Parte drama, parte suspense, a história se passa dentro de um dos lugares mais guardados do mundo: o Vaticano. Acompanhamos o conclave papal, ou seja, a escolha de um novo Papa, após a morte do anterior. Ao mesmo tempo que a seleção é realizada, muito no estilo de uma campanha política, com direito às mais variadas intrigas; descobrimos também que a morte do antigo regente pode não ter sido tão natural assim, fazendo parte de uma conspiração maior. O comando é do mesmo diretor de ‘Nada de Novo no Front’ (2022), e no elenco, Ralph Fiennes pode finalmente sair vitorioso de sua tão aguardada estatueta.

Anora

Outro cineasta badalado nesta temporada é Sean Baker, o mesmo de ‘Projeto Flórida’ (2017). Aqui, Baker cria um ‘Uma Linda Mulher’ (1990), de uma forma mais nua e crua – e mais jovial. Também temos um romance aflorando entre uma garota de programa e um milionário. A diferença é que os personagens aqui são mais jovens, e o milionário é um herdeiro da oligarquia russa. A protagonista Mikey Madison se tornou um dos nomes mais quentes da temporada graças a seu trabalho como a prostituta que dá título ao filme.

30/01

Acompanhante Perfeita

O mês de janeiro está repleto de produções de todos os gêneros, para todo tipo de público aproveitar o recesso no início de ano, e se divertir dentro de uma sala de cinema fresquinha, fugindo do calor que faz em grande parte do país. Os fãs de suspense, por exemplo, estão mais do que abastecidos, com diversas produções. Essa aqui é uma das mais curiosas, e traz Jack Quaid e Sophie Tatcher como um casal aparentemente perfeito. Porém, basta uma segunda olhada no misterioso trailer para percebermos que nada é o que parece. Ao que tudo indica, o sujeito sequestrou a jovem. Mas as coisas podem não ser bem assim também.

Covil de Ladrões 2

Os que curtem ação policial também estarão abastecidos em janeiro, com a estreia da sequência do sucesso ‘Covil de Ladrões’, de 2018. No filme, Gerard Butler é um policial corrupto, que tenta aliciar um criminoso para fazer o serviço sujo por ele. Porém, o esperto bandido consegue lhe dar uma volta. Agora, anos depois, o policial consegue encontrar o sujeito, vivido por O’Shea Jackson Jr., e para se vingar planeja um novo golpe juntos.

A Verdadeira Dor

Muitos filmes são mirados a época do Oscar, porém, nem todos conseguem chegar de fato até as indicações. Esse pode ser o caso com ‘A Verdadeira Dor’, filme que visa nomeações, mas não se encontra no primeiro escalão das possibilidades. No entanto, tudo pode acontecer. Dirigido e estrelado por Jesse Eisenberg, aqui temos dois primos (Eisenberg e Kieran Culkin), de personalidades opostas, viajando até a Polônia para se reconectar com suas origens familiares. É claro que no caminho tudo irá acontecer.

Setembro 5

Enquanto alguns filmes badalados para a época, muitas vezes passam totalmente em branco no Oscar, outros parecem ter surgido do nada e acabam entre os indicados. Esse pode ser o caso com ‘Setembro 5’, que apareceu nos 45 do segundo tempo entre os cotados. Misto de drama e thriller, a história acompanha a equipe da transmissão de TV dos Jogos Olímpicos de 1972 em Munique, Alemanha. Baseado em uma história real, o pior acontece e um grupo de atletas israelenses são feitos de reféns por terroristas. Agora, a equipe americana precisa tentar ajudar nesta situação.

NOSTALGIA! O trailer “PROIBIDO” do ‘Homem-Aranha’ era pura magia com trilha sonora impactante e Torres Gêmeas; Assista!

Se existe um personagem capaz de parar a internet inteira, esse personagem é o Homem-Aranha. Ao longo de mais de 20 anos de cinema, cada novo trailer do herói deixou de ser apenas uma prévia para se tornar um evento global, capaz de derrubar sites, bater recordes e gerar milhões de teorias em questão de minutos.

Com a popularização do YouTube e das redes sociais, os números de visualizações dispararam, culminando em um recorde histórico que colocou o herói no topo do marketing cinematográfico. De repente me bateu uma nostalgia. Lembrei que em 2002 ainda não existia YouTube, e você tinha que baixar os vídeos para assistir. E você ficava com eles para sempre no seu HD. Velhos Bons Tempos!

NOSTALGIA!

Eu me lembro quando o trailer de ‘Homem-Aranha‘ foi lançado, a internet era muito diferente da atual, sem YouTube ou redes sociais rápidas. Você tinha que baixar o trailer no Apple QuickTime para assistir. Que lembrança!  A forma mais comum era baixar o trailer pelo site da Apple, que era referência em alta qualidade para a época. Os usuários frequentemente esperavam horas pelo download dos trailers, assistindo em players como o QuickTime. E demorava horrores, dependendo da sua internet discada.

Parece ontem, mas os trailers eram assistidos por downloads em sites ou exibidos no cinema. Que loucura, né?

O teaser original misturou ficção e realidade de forma inesperada. No vídeo, um grupo de assaltantes fugia de helicóptero após um roubo de banco, apenas para descobrir que a aeronave havia ficado presa em uma gigantesca teia esticada entre as torres do World Trade Center. Era uma imagem poderosa, quase simbólica, que apresentava o herói como um guardião silencioso da cidade. Depois dos atentados de Ataques de 11 de setembro, a Sony retirou o teaser imediatamente do ar. O vídeo desapareceu dos sites oficiais, os pôsteres foram alterados e o filme passou por pequenas mudanças para remover referências às torres. De repente, aquele trailer virou uma espécie de relíquia digital, compartilhada em CDs gravados, fóruns e servidores obscuros, muito antes de a ideia de “lost media” virar moda. Eu até queimei um CD com o vídeo para deixar guardado de lembrança, só não sei aonde está;

Assistir ao teaser também era uma experiência estética muito diferente dos trailers atuais. Ele parecia mais um clipe musical do que uma prévia tradicional, com cortes rápidos, câmera lenta dramática e um clima urbano e eletrônico embalado pela música Leave You Far Behind, da dupla Lunatic Calm. A faixa já tinha ganhado notoriedade ao aparecer em ‘Matrix‘, e dava ao teaser uma energia moderna, quase futurista, que ajudava a vender a ideia de que aquele Homem-Aranha não seria mais um filme colorido e infantil, mas algo estiloso e cinematográfico.

A internet daquele começo dos anos 2000 era um lugar mais bagunçado, alegre, divertido, inocente. As pessoas comentavam o trailer em comunidades, fóruns e, claro, no MSN Messenger, trocando links e teorias enquanto personalizavam seus nicks com letras coloridas e frases dramáticas. Não existiam reações no TikTok ou threads no X; existia a emoção de mandar o link para um amigo e esperar ele responder minutos depois com um “cara, isso é muito f***”.

Nos cinemas, o cenário também era outro. O gênero de super-heróis ainda buscava respeito depois de anos difíceis nos anos 90, e o sucesso de ‘Homem-Aranha‘ não era garantido. Filmes como ‘Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones‘ e ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres‘ dominavam as conversas geek, enquanto Hollywood começava a perceber que grandes franquias poderiam definir o futuro do entretenimento. Quando Homem-Aranha finalmente estreou, ele não apenas quebrou recordes de bilheteria como também ajudou a legitimar de vez os filmes de heróis como blockbusters de primeira linha.

O mais curioso é que, para muita gente, o primeiro contato com esse fenômeno não foi no cinema, mas justamente naquele teaser baixado com dificuldade, assistido em uma tela pequena e compartilhado com orgulho. Era uma época em que a internet ainda parecia um clube secreto, e encontrar um vídeo raro como aquele dava a sensação de fazer parte de algo especial.

Homem-Aranha 2 (2004)

Hoje, com trailers sendo lançados simultaneamente em todas as redes sociais e acumulando centenas de milhões de visualizações em poucas horas, é fácil esquecer como tudo começou. Mas para quem viveu 2002, sempre vai existir um certo carinho ao lembrar de um arquivo .mov, de uma barra de progresso avançando lentamente e da primeira vez em que vimos o Homem-Aranha balançando entre os prédios — antes mesmo de o mundo saber o quanto aquele herói mudaria o cinema para sempre.

Hoje, o trailer proibido está disponível no YouTube. Não é oficial. Alguém que guardou o arquivo em um CD deve ter feito o upload. De repente, estava no Kazaa ou no eMule. Risos. E você merece assisti-lo. Ele envelheceu que nem um bom vinho!

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Saiba quais são os 10 Trailers Mais VISTOS da História! ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ é o 1º lugar…

 

 

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Vale lembrar que ‘Um Novo Dia’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de julho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Quatro anos se passaram desde os eventos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, e Peter agora é um adulto vivendo completamente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida e das memórias de quem ama. Combatendo o crime em uma Nova York que já não sabe mais o seu nome, ele se dedica integralmente a proteger a cidade — um Homem-Aranha em tempo integral —, mas, à medida que as exigências aumentam, a pressão desencadeia uma surpreendente evolução física que ameaça sua própria existência, enquanto um estranho padrão de crimes dá origem a uma das ameaças mais poderosas que ele já enfrentou.

Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) assume a direção.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie SinkLiza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

 

‘NOS4A2’: Ashleigh Cummings fala sobre similaridades e diferenças da série com o livro

Em entrevista ao site Entertainment WeeklyAshleigh Cummings, protagonista da nova série da AMCNOS4A2, falou de que modo a produção captura a essência e o tom do romance original.

“Eu explorei [o livro] bastante”, ela declarou, referindo-se à história assinada por Joe Hill. “Quer dizer, há certas cenas que literalmente são roubadas do romance e traduzidas para as telas. [NOS4A2] me ajudou muito. Eu pegava os subtextos ou sejá lá o que Joe brilhantemente pensou para seus personagens e eu levava para meu roteiro, para ter os mesmo pensamentos que [minha personagem] Vic teria”.

Entretanto, Cummings também explicou que “definitivamente mudamos um pouco o personagem, porque [a showrunner] Jami [O’Brien] queria que Vic fosse adulta, mas ainda queríamos o arco emocional de sua jornada. Então a Vic de dezoito anos das telinhas não é a mesma do livro; no livro, ela é muito mais durona e mais fria. No show, ela tem uma grande vulnerabilidade e um coração ainda maior”.

Kari Skogland (‘The Handmaid’s Tale‘) comanda os dois primeiros episódios.

A trama “introduz Vic McQueen, uma jovem artista que descobre que ela tem a habilidade sobrenatural de rastrear o aparentemente imortal Charlie Manx. Manx se alimenta da alma de crianças, e então coloca o que sobra delas em Christmasland – uma doentia vila criada na imaginação de Manx onde todo dia é natal e tristeza é contra a lei.”

Zachary Quinto (‘American Horror Story‘) e Ashleigh Cummings estrelam a série. O elenco também inclui Jahkara SmithRarmian Newton e Darby Camp.

A 1ª temporada contará com 10 episódios e estreia no dia 02 de junho.

‘Vila Sésamo’: Estreia da adaptação musical é adiantada em cinco meses

Depois de ser movido para o dia 04 de junho de 2021, a adaptação musical da icônica série Vila Sésamo foi adiantada para sua data original e, agora, chega aos cinemas em 14 de janeiro de 2021.

Jonathan Krisel assume o comando do longa. Ele é conhecido por seu trabalho na TV, com a aclamada série ‘Baskets‘ e ‘Portlandia‘.

O roteiro  foi escrito por Mike Rosolio e Chris Galletta. Shaw Levy assume o papel de produtor. Ele tem estado envolvido com o projeto desde 2012.

O elenco do musical ainda não foi anunciado, mas a trajetória de ‘Vila Sésamo‘ projeta expectativas de grandes contratações. A série infantil se popularizou entre as celebridades de Hollywood, que ao longo das décadas participaram de vários episódios. Atores como Julie Andrews, Amy Adams, Steve Carell e Danny DeVito estão na lista infindável de convidados especiais que passaram pela série infantil.

Anne Hathaway terá papel crucial no projeto.

‘Esquadrão Suicida’: Versão do diretor é tão pesada quanto ‘Coringa’

David Ayer recentemente revelou que está a caminho de lançar, através da Warner Bros. e da HBO Max, seu próprio corte de Esquadrão Suicida. Mais do que isso, ele aproveitou para divulgar algumas informações sobre a versão, dizendo que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado Coringa.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. Coringa era assustador. Arlequina era complexa”, ele escreveu.

Nas redes sociais, os fãs iniciaram a campanha #ReleaseTheAyerCut. Confira:

Ayer afirmou que não apenas o “Ayer Cut” existe, como ele já está praticamente pronto.

“Claro que existe. E está quase completo, menos alguns efeitos visuais”.

Lembrando que recentemente, a AT&T, dona da Warmer, deu a entender que o lançamento do “Ayer Cut” também é uma possibilidade.

Após um fã iniciar a campanha#ReleaseTheAyerCut, a AT&T respondeu:

“Tudo é possível, só é preciso um pouco de magia”.

Confira:

 

Além disso, James Gunn, diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘, afirmou que apoia o lançamento da versão de David Ayer.

Ao ser questionado por um fã quanto ao seu apoio, Gunn revelou no Twitter que não teria problema em ver o “Ayer Cut” sendo lançado e que está de acordo com qualquer decisão que a Warner e o diretor decidam tomar:

“Eu ficaria bem com qualquer coisa que o David Ayer e a Warner queiram lançar, sem problema algum”.

A respeito veio da seguinte pergunta feita por um usuário:

“James Gunn, você seria contra o lançamento da versão do David Ayer para Esquadrão Suicida? Você acha que isso diminui o seu filme ou ajuda a aumentar o interesse, ou não tem efeito nenhum?”

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

Atriz de ‘Halloween’ está aberta para voltar para mais uma sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, a atriz Danielle Harris, que viveu a filha de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) na saga original de Halloween, revelou que estaria disposta a participar de mais uma sequência da franquia caso os produtores a chamassem.

Harris interpretou Jamie Lloyd no terceiro e no quarto capítulos (lançados em 1988 e 1989, respectivamente), mas nunca mais retornou para o icônico universo. Em 2018, sua personagem foi substituída por Karen, interpretada por Judy Greer.

“Quando o próximo sair, se alguém me ligar, claro, se houve algo super legal que faça sentido para mim, absolutamente. Não vou morder a mão que me alimenta e estou para sempre em débito com essa franquia. É como voltar para o acampamento e dizer: ‘ah, senti sua falta’. Me sinto em casa”.

Os fãs da saga ficaram devastados quando as aguardadas sequências do rebootHalloween Kills – O Terror Continua’Halloween Ends’, haviam sido adiadas em nada menos que um ano.

De qualquer forma, um primeiro teaser foi lançado e, recentemente, o icônico realizador John Carpenter revelou em entrevista ao Fantasia Film Festival que a próxima iteração da franquia será um slasher “quintessencial”.

“É um slasher quintessencial. É tão intenso… Meu Deus… Até me atordoa de quão incrível é. [O diretor] David [Gordon Green] fez um trabalho fantástico. Mal posso esperar para vocês assistirem”.

Em entrevista à Total Film, Green comentou um pouco sobre o que podemos aguardar da continuação, indicando que o retorno do serial killer Michael Myers será enfrentado, desta vez, por todas as pessoas da cidade de Haddonfield, Illinois.

“Se o primeiro filme foi, de alguma forma, uma recontagem das origens de Myers e seu reencontro com Laurie depois de todos esses anos, então a segunda parte é sobre seu reino de caos em Haddonfield. ‘Mob Rules” era o nosso título de produção para o longa. É sobre uma comunidade que se une em meio ao caos, e que se divide acerca de como enfrentar o mal”.

Vale lembrar que o filme teve sua estreia adiada e chegará aos cinemas em 15 de outubro de 2021.

Assista ao primeiro teaser:

Segundo o produtor e criador John Carpenter, o corte para os cinemas do longa-metragem está pronto e é bastante intensa.

“O corte está pronto. Eles vão editá-lo em Nova York na próxima semana. Então estará na lata. Meu trabalho está feito. O filme é algo completamente novo. É divertido, intenso e brutal, um filme slasher vezes cem, algo grande. É gigantesco. Nunca vi algo como isso”.

O terceiro filme foi adiado para Outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Riverdale’: Imagens oficiais do episódio 05×07 introduzem novos personagens; Confira!

The CW divulgou as imagens oficiais de “Fire in the Sky”, sétimo episódio da 5ª temporada de Riverdale.

As fotos introduzem novos personagens, incluindo Eric Jackson (Sommer Carbuccia) e Star Vixen (AC Bonifacio).

O capítulo vai ao ar no dia 10 de março.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Opinião | ‘O Diabo Veste Prada’ mudou a cultura pop para sempre

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da aclamada comédia dramática O Diabo Veste Prada. Desde seu lançamento em 30 de junho de 2006 até hoje, o longa-metragem continua angariando fãs das mais variadas idades, ultrapassando gerações e sendo constantemente redescoberto – motivo pelo qual permanece calcando um legado inegável.

‘O Diabo Veste Prada 2’ deve arrecadar entre US$ 75-80 milhões em estreia nos EUA

O filme, baseado no romance best-seller de Lauren Weisberger, foi dirigido por David Frankel e, a princípio, pode parecer como qualquer outra produção do gênero. O enredo é centrado em Andy Sachs (Anne Hathaway), uma jornalista recém-formada que luta para conseguir emprego em Nova York e é chamada para uma entrevista com ninguém menos que Miranda Priestly (Meryl Streep), guru da moda e editora-chefe da multimilionária revista Runway. O problema? Andy não tem qualquer senso de moda e logo atrai olhares reprobatórios das dezenas de funcionários e modelos que andam pelos corredores. Contra todas as possibilidades, ela consegue a vaga e percebe que “o emprego pelo qual todas as garotas se matariam” é extremamente desafiador.

À parte da sólida obra que surgiu da adaptação e da química excepcional de um elenco que ainda conta com Emily Blunt e Stanley Tucci, O Diabo Veste Prada conseguiu redefinir inúmeros conceitos estilísticos que hoje são trabalhados à exaustão, especialmente quando pensamos no mundo fashion. Por mais que incursões como ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ e ‘Meninas Malvadas’ já tivessem ditado alguns comportamentos da sociedade dos anos 1990 e 2000, nessa ordem, nenhum deles teve tanto impacto quanto imaginamos; o assunto de maior discussão entre especialistas dessa macro esfera é a precisão assustadora que tanto o romance de Weisberger quanto a magnum opus de Frankel arquitetaram sobre as engrenagens do mundo da moda.

De Chanel, Prada a Versace | Quais marcas estavam em alta no primeiro filme e quais estão em ‘O Diabo Veste Prada 2’

Landon Peoples, da V Magazine, comentou que, até hoje, “encontramos cada uma das personalidades representadas no filme – as boas, as más, as traidoras e aquelas que realmente vão te ajudar e querem te ver alcançar sucesso”. Lauren Caruso, da StyleCaster, reconheceu a si mesma no cotidiano frenético de Andy ao comentar que “há longas horas e um trabalho bastante penoso. E ser assistente de alguém tão poderoso e ocupado quanto um editor-chefe é imparável”. Shelley Brown, editora da The Knot, também se viu retratada e comentou que, “em minha vida, tive várias experiências e situações à la O Diabo Veste Prada” (via Nylon).

Não é nenhuma novidade que Miranda, com ênfase no livro, tenha sido inspirada na lendária Anna Wintour, editora-chefe da Vogue – e a própria autora comentou que se inspirou em sua experiência na revista para construir a história. A diferença é que Streep, que faturou mais uma indicação ao Oscar por sua performance, conseguiu transformar Miranda em uma personagem extremamente complexa e compreensível – afinal, a própria atriz comentou que se inspirou no fato da indústria jornalística ser comandada por homens e poucas melhores estarem no cargo mais alto das empresas. Em outras palavras, Miranda não agiu diferente do que qualquer homem que estivesse em seu lugar (e tais temas são trazidos à discussão na obra, ainda que ofuscados pelos chamativos figurinos).

Meryl Streep revela que RECUSOU ‘O Diabo Veste Prada’ antes de negociar cachê maior: “Eu sabia que seria um sucesso”

De qualquer forma, Wintour participou de uma exibição antecipada (vestida inteiramente em Prada) e, apesar do que muitos poderiam pensar, se divertiu com o filme – mesmo que alguns detalhes simplesmente não pudessem ser ignorados, como a recriação quase exata do escritório de Anna. A editora-chefe pode ter ficado cética à época do anúncio do projeto, mas levou tudo na brincadeira e deixou se levar pelas ótimas atuações e, para o bem ou para o mal, sua popularidade teve crescimento exponencial após o lançamento nos cinemas.

Mas não foi apenas da moda que o filme se valeu para conquistar o público ou para se manter vivo até os dias de hoje. Em 2008, dois anos após sua estreia oficial, o jornal The New York Times, ao lado de diversos outros consórcios de imprensa, escreveu que a produção ajudou a pavimentar um estilo mais reconhecível e abraçado pelo público, mergulhando com profundidade na construção da assistente pessoal no imaginário mainstream. A presença intrincada de Emily e de Andy na narrativa, subjugadas às tarefas intermináveis de Miranda, ajudou a lançar luz sobre condutas trabalhistas consideradas tiranas e causaram uma exploração da “economia d’O Diabo Veste Prada”, termo utilizado pela imprensa em 2009, com regulações laborais que ameaçavam os direitos dos assistentes, e em 2019, com as alegações de má conduta da senadora Amy Klobuchar para com sua equipe.

Como se não bastasse, o longa também foi responsável pela antecipação de anti-heroínas na televisão ou no cinema – abrindo portas para arcos mais profundos de personagens femininas. Miranda, enfrentando inúmeros obstáculos para se manter relevante num cargo facilmente entregue a qualquer outro homem, se impõe e é vista como megera, obrigando a si mesma a se defender de forças externas – algo visto também, por exemplo, em Olivia Pope em ‘Scandal’ e Cersei Lannister em ‘Game of Thrones’, como bem apontou o The Washington Post na celebração de dez anos da iteração.

O Diabo Veste Prada provou para os exibidores e para as produtoras que o mercado demográfico feminino era e continua sendo um dos maiores do planeta e que, após o sucesso imediato do filme, houve uma tentativa de replicação de narrativas do gênero pela mesma audiência. E, numa análise mais restrita ao elenco, é notável como sua popularidade ajudou a tornar os atores e atrizes ainda mais famosos do que já eram – especificamente no tocante a Blunt, que é continuamente reconhecida como Emily uma década e meia depois de tê-la vivido.

A sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘ já está em exibição nos cinemas e deve arrecadar em torno de US$ 75-80 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa abriu com sólidos US$ 33 milhões nesta sexta-feira no país (incluindo a pré-estreia).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 100 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 180 milhões.

“Impulsionada pela nostalgia, a continuação alcança o público como um relançamento de uma marca de luxo que realmente funciona. O público se entrega ao apelo do legado, tratando a sequência como um reencontro cultural em vez de uma mera tentativa de ganhar dinheiro fácil, com comparações a continuações aguardadas por muito tempo, como ‘Top Gun: Maverick’, elevando as expectativas. Há um forte entusiasmo impulsionado pelo elenco, especialmente em torno de Meryl Streep e Anne Hathaway, onde a jovialidade se torna parte da mitologia da marca, e não uma distração,” declarou o RelishMix, que ainda destaca o forte apelo do projeto nas redes sociais.

O Diabo Veste Prada 2’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘1917’: Aclamado drama de guerra estreia no Prime Video!

O drama de guerra 1917, dirigido e escrito por Sam Mendes, já está disponível no catálogo do Prime Video.

O título foi lançado na plataforma hoje, 05 de novembro.

Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (George MacKay, de Capitão Fantástico’) e Blake (Dean-Charles Chapman, de Game of Thrones’) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake.

Relembre o trailer:

Kryty Wilson-Cairns também assina o roteiro.

Mark StrongAndrew ScottRichard MaddenClaire DuburcqColin FirthBenedict Cumberbatch completam o elenco.

Opinião | Não, a Disney não está acabando com a sua infância – ainda mais porque você já tem 30 anos

Nos últimos meses, a Walt Disney Studios e a Pixar anunciaram que colocarão a primeira personagem abertamente lésbica na vindoura animação Lightyear, que contará a origem do adorado patrulheiro espacial Buzz Lightyear, da franquia Toy Story. E é claro que não demorou muito até a parcela mais tradicionalista e retrógrada da sociedade começasse a utilizar frágeis e superficiais argumentos para condenar a atitude dos estúdios em fornecer o mínimo de representatividade às suas histórias.

“Isso não é de Deus”, “vão doutrinar as nossas crianças” e “quem lacra não lucra” foram algumas das várias frases repetitivas que vi espalhadas pelos comentários de várias publicações – com um respaldo argumentativo tão fraco quanto achar que uma personagem é capaz de influenciar alguém. E, eventualmente, não há explicação que justifique canalizar tanto ódio para uma minoria social que, desde sempre, vem lutando para alcançar os mesmos direitos que as pessoas cis-heterossexuais sempre tiveram.

Enquanto a comunidade LGBTQIA+ sempre existiu (é só olharmos para a Antiguidade clássica e observar o comportamento das sociedades da época), a representação queer no cinema e na televisão nunca foi considerável o suficiente para respeitar e analisar a complexidade do planeta em que vivemos e compreender que a configuração forçosamente deliberada pelo patriarcado capitalista não é a única – afinal, existem outras formas de amor e de família que, em pleno século XXI, permanecem como alvo de críticas por preconceituosos que não conseguem enxergar além do próprio umbigo. Nos anos 1990, por exemplo, o mainstream perpetuou estereótipos iniciados década atrás ao invisibilizar a mulher lésbica e tratar o homem gay como coadjuvante da própria vida, dependente dos protagonistas a quem nunca se igualaria. Não foi até o final da década passada que tivemos um expressivo aumento em enredos LGBTQIA+, com o lançamento de Pose (contendo o maior elenco trans de todos os tempos) ou de Moonlight: Sob a Luz do Luar (que inclusive levou o Oscar de Melhor Filme para casa).

Então por que não levar essa mínima expressividade às animações infantis?

Dizer que, ao mostrar personagens gays, lésbicas ou trans em produções desse gênero, estaríamos doutrinando as crianças é pura bobagem e não tem qualquer solidez científica. Afinal, este que vos fala cresceu vendo casais heterossexuais trocando carícias em obras como Aladdin, A Pequena Sereia e ‘A Bela e Fera’ – e isso não me “tornou” um homem hétero (aliás, tornar-se LGBTQIA+ não é uma coisa que existe, visto que nascemos assim). É claro que o cérebro das crianças é bem mais plástico que o dos adultos e, por essa razão, demonstrar a pluralidade é um ótimo jeito de impedir que elas virem pessoas intolerantes. A orientação sexual independe do número de inputs que recebemos ao longo da vida, pelo simples fato de nascermos assim – o que existe, e isso é um fato, é um processo de autoaceitação e consequente revelação pelos quais ainda passamos, com medo de sermos marginalizados por aqueles que amamos.

E, se estamos falando dessa suposta ideologia de doutrinação, podemos analisar a problemática das inúmeras animações da Disney do início do século XX e a problemática do próprio beijo trocado entre personagens heterossexuais. Temos o beijo não-consensual em Branca de Neve e os Sete Anões e A Bela Adormecida, em que o príncipe e a princesa nem sequer tinham afinidade o suficiente para declarar amor verdadeiro um pelo outro; temos o abandono de sonhos em prol de uma submissão ultrarromântica em A Pequena Sereia, em que Ariel abandona a família e se envolve com uma perigosa bruxa do mar apenas para ficar com um homem que acabou de conhecer; e, se há uma reclamação tão contundente sobre “beijo gay” ou “beijo lésbico” (uma terminologia que também não faz o menor sentido), por que grande parte da sociedade é condescendente com a demonstração de carinho quando o casal em questão é heterossexual? Ou pior: por que essa mesma parcela romantiza relacionamentos entre crianças, como Cebolinha e Mônica em Turma da Mônica, ou até mesmo Mike e Eleven na temporada de estreia de Stranger Things?

A religião também é vista como argumento pela comunidade tradicionalista cristã-católica – e só por eles, visto que disposições religiosas são completamente refutáveis, considerando o número infinito de fés que se alastram pelo planeta. Há uma constante depreciadora de que gays, lésbicas, bissexuais e trans fogem à “criação de Deus” – mas até onde isso pode ser utilizado como mote de vida quando negamos a existência de outrem? E até onde isso pode ser usado como máxima quando nem todos seguem a mesma religião que a sua?

Para você que lê este artigo, as perguntas feitas nos parágrafos acima são retóricas e não requerem respostas, apenas reflexões sobre a hipocrisia destilada por quem sequer sabe o significado da palavra empatia. Tivemos casos recentes de preconceitos raciais envolvendo animações como ‘Moana – Um Mar de Aventuras’, Encanto e Raya e o Último Dragão, em que o protagonismo de personagens femininas brancas foi deixado de lado para celebrar a diversidade étnica do Sudeste Asiático, da Polinésia Francesa e da Colômbia (mesmo assim com certas controvérsias estilísticas que foram apontadas por esses mesmos grupos). Ao que tudo indica, nada que foge da normatização imposta pelos opressores pode chegar ao mainstream – sendo que inúmeros jovens tiveram a oportunidade de se verem representadas nas histórias cinematográficas e televisivas.

Querendo ou não, crianças LGBTQIA+ existem e vão continuar existindo; fornecer o mínimo de representatividade a elas não é “destruir a infância” de marmanjos que não entendem que já tem trinta anos e que deveriam aprender que suas realidades não são as únicas, e sim um apelo emocional para elas compreenderem que não estão sozinhas e que também têm o direito de serem quem são. E, se você permanece atado tão fortemente à nostalgia e se recusa a ver que o mundo evolui, aqui vai um conselho: não assista ao filme.

Setembro Amarelo | 5 músicas que falam sobre saúde mental

O mês de setembro é conhecido também como Setembro Amarelo, em que discute-se temas como a saúde mental, a prevenção ao suicídio e a necessidade de trazer esses temas à tona – ainda mais com recordes de casos de depressão, transtornos bipolares e outros em meio a uma pandemia que assolou e continua a assolar o mundo.

Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), registram-se mais de 13 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de um milhão no mundo. Tais casos aparecem com expressiva porcentagem entre os jovens e, mais especificamente, 96,8% dos suicídios estavam relacionados a transtornos mentais.

Para tanto, separamos uma lista com cinco músicas que falam sobre saúde mental. Entretanto, apesar de lançarem luz e abrirem portas para conversas sobre os tópicos acima mencionados, nada substitui a capacidade dos especialistas no assunto e, caso você esteja passando por problemas de saúde mental, contate o Centro de Valorização à Vida, discando o número 188.

Confira:

“SKYSCRAPER”, Demi Lovato (2011)

“Skyscraper” é uma das canções mais conhecidas de Demi Lovato e, como bem sabemos, a vida da artista não foi uma das mais fáceis. Lidando com inúmeros problemas psicológicos e vícios complexos, ela utilizou o poder da música para expurgar os demônios interiores e ajudar a si própria a curar – e essa faixa fala exatamente sobre permanecer forte. O enredo, inclusive, fala sobre os obstáculos que ela enfrentou e superou ao longo dos anos, conseguindo se reerguer como um arranha-céu, mesmo contra todas as probabilidades.

“BREATHIN”, Ariana Grande (2018)

Ariana Grande sempre foi uma das várias artistas que discorreu sobre saúde mental e outros problemas psicológicos em seus álbuns – e a incrível “breathin”, de ‘Sweetener’, é a que mais dialoga com esse lado mais crítico da cantora e compositora. A ótima construção dance-pop não apenas configura-se como a melhor entrada do disco, como também discorre sobre como a respiração consegue ajudá-la com a ansiedade, baseada nas experiências pessoais de Grande.

“ROSE-COLORED BOY”, Paramore (2018)

“Rose-Colored Boy” é uma das músicas mais bem construídas da banda Paramore e, assim como inúmeras outras canções, utiliza a máscara de uma progressão animada, movida pelo pop-rock, pelo synth-pop e pela nostalgia do new-wave, contra uma narrativa de realização realista-pessimista sobre o mundo e sobre as pessoas. Afinal, a vocalista Hayley Williams diz “eu matei o que restava de otimismo em mim”, em uma apatia melancólica que dialoga com o que vários de nós sentimos até hoje.

“NOW I’M IN IT”, HAIM (2019)

O trio conhecido como HAIM é um dos atos musicais mais aclamados de todos os tempos – e boa parte dessa incrível recepção tanto da crítica quanto do público se dá ao fato de um liricismo pungente que nos encanta desde os segundos iniciais. A faixa-bônus de ‘Women in Music Pt. III’“Now I’m in It”, é uma das mais bem produzidas do álbum e é frequentemente mal interpretada. Segundo a própria vocalista Danielle Haim, a parte da canção que diz “não podemos ser amigos” se refere a ela e à própria mente, como uma metáfora materializada da depressão que enfrentava à época.

“911”, Lady Gaga (2020)

Lady Gaga voltou com mais uma obra-prima em 2020, com o lançamento de ‘Chromatica’ e, depois de ter falado sobre perdas e traumas no subestimado ‘Joanne’, ela investiu ainda mais esforços para conversar sobre importantes temas em ‘Chromatica’“911”, considerada por inúmeros especialistas como a melhor faixa da produção, é movida pelo Eurodisco e pelo synth-pop, escondendo uma potente análise sobre antipsicóticos e a luta de Gaga contra si mesma e contra pensamentos destrutivos (“minha maior inimiga sou eu”).

‘The Last of Us’: O perigo aumenta na prévia LEGENDADA do próximo episódio; Confira!

A HBO Max divulgou a prévia oficial e legendada do 8º episódio da aclamada adaptação de The Last of Us, série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

Intitulado “When We Are in Need”, o capítulo vai ao ar no dia 05 de março.

Confira:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

John Kramer está de volta no trailer LEGENDADO de ‘Jogos Mortais X’; Confira!

Paris Filmes divulgou o trailer legendado da aguardada sequência Jogos Mortais X’, que chega aos cinemas brasileiros em 28 de setembro.

Confira:

Após dois “reboots” fracassados, os produtores resolveram voltar a investir na timeline original da saga.

O novo longa, que contará com o retorno dos astros originais Tobin Bell (John Kramer/Jigsaw) e Shawnee Smith (Amanda Young), terá sua história ambientada entre o primeiro e o segundo filme da franquia.

Vale lembrar que ambos personagens morreram no final do terceiro filme. Ao invés de inventar alguma reviravolta mirabolante para o retorno da dupla, o roteiro irá explorar alguma aventura não contada enquanto eles ainda estavam vivos.

E onde o novo filme se encaixará na mitologia geral da saga?

Confira a timeline em ordem cronológica (com spoilers):

O elenco ainda contará com Synnøve Macody Lund (‘Ragnarok’), Steven Brand (‘Sandman’), Renata Vaca (‘Pisando Fundo’), Paulette Hernandez (‘Perdida’), Joshua Okamoto (‘Narcos: México’) e Octavio Hinojosa (‘Come Play With Me’), e Michael Beach (‘Dahmer’).

Kevin Greutert, de ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais: O Final‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Josh Stolberg e Peter Goldfinger, que também foram responsáveis pelo enredo dos dois últimos filmes da franquia.

A Lionsgate e a Twisted Pictures produzem o novo filme.

BAFTA 2024 | ‘Oppenheimer’ conquista TREZE INDICAÇÕES à premiação, incluindo Melhor Filme

O mais recente sucesso de Christopher Nolan, Oppenheimer, já está colhendo frutos de seu enorme aclame e continua a fazer bonito na temporada de premiações.

Durante o anúncio de indicados ao BAFTA 2024, o longa-metragem liderou a lista de nomeações, sendo relembrado em 13 categorias, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Nolan, Melhor Ator para Cillian MurphyMelhor Atriz Coadjuvante para Emily Blunt Melhor Ator Coadjuvante para Robert Downey Jr..

Os vencedores serão revelados no dia 18 de fevereiro.

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada da ACLAMADA série ganha data de estreia no Prime Video Brasil

A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, elogiada série baseada na clássica saga literária de Anne Rice, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O novo ciclo chegará à plataforma do Prime Video no próximo dia 22 de julho, quase dois meses depois do lançamento da primeira temporada.

Uma reinvenção sensual e contemporânea do revolucionário romance gótico de Anne Rice, Entrevista com o Vampiro segue a história épica de amor e sangue de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Bailey Bass), e os perigos da imortalidade, contados ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian). Irritando-se com as limitações da vida de um homem negro na Nova Orleans dos anos 1900, Louis acha impossível resistir à oferta de fuga definitiva do libertino Lestat de Lioncourt: juntar-se a ele como seu companheiro vampiro. Mas os novos poderes inebriantes de Louis têm um preço violento, e a introdução da mais nova novata de Lestat, a criança vampira Claudia, logo os coloca em um caminho de décadas de vingança e expiação.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘Comando das Criaturas’: Série que marca o INÍCIO do DCU chega ao streaming!

Marcando o início do DCU, a série animada ‘Comando das Criaturas‘ promete agradar os fãs da DC e começar com o pé direito o universo liderado por James Gunn.

E, para a alegria dos espectadores, a produção já chegou ao catálogo da Max esta semana – tendo sido lançada hoje, 05 de dezembro.

Relembre o trailer:

Frank Grillo, que interpretará Rick Flag Sr. em ‘Comando das Criaturas’ e na segunda temporada de Pacificador, no novo DCU de James Gunn, elogiou os planos e o trabalho do cineasta neste universo renovado.

Em entrevista ao Screen Rant, Grillo comentou: “Em termos de cronograma, ‘Comando das Criaturas’ será lançado em dezembro, e ‘Superman’ e ‘Pacificador’ estão previstos para 2025”.

Ele continuou: “Eles não nos informaram nada intencionalmente. James Gunn está editando tudo agora; estou prestes a concluir os últimos episódios sob sua direção em ‘Pacificador’, e isso é o máximo que posso compartilhar. É tudo sobre o Rick Flag, o mesmo personagem ao longo de toda a trama, o que eu realmente adoro”.

“Estou imensamente grato a James e Peter Safran. Esses caras estão à frente da DC agora e me incluíram de maneira significativa nesse projeto. Acredito que os fãs ficarão impressionados com a genialidade de James Gunn. Ele foi liberado para criar. O que ele tem em mente para a DC é muito maior do que ‘Guardiões’. Portanto, fiquem ligados”, concluiu.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

‘O Estúdio’: ACLAMADA comédia com Seth Rogen é renovada para a 2ª temporada; Confira o anúncio!

‘O Estúdio’, série de comédia criada e estrelada por Seth Rogen, já se sagra como uma das melhores produções do ano – e, agora, a Apple TV+ trouxe novidades promissoras sobre a atração.

Através de um teaser oficial, a plataforma de streaming confirmou que a série foi renovada para a 2ª temporada.

Mais informações não foram reveladas.

Assista ao anúncio e siga o CinePOP no Youtube:

Evan Goldberg co-escreve o projeto.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.