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Soldados à espera de resgate na nova foto de ‘Dunkirk’

A EW divulgou a mais nova foto do thriller de guerra ‘Dunkirk‘, o aguardado filme de Christopher Nolan.

Confira, com o trailer:

O elenco conta com o cantor Harry Styles, o recente vencedor do Oscar Mark Rylance (‘Ponte dos Espiões‘), Kenneth Branagh (‘Operação Valquíria‘) e Tom Hardy (‘O Regresso‘).  Cillian Murphy, que viveu O Espantalho na trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, também volta a trabalhar com o diretor.

Christopher Nolan termina roteiro de seu próximo filme

O lançamento do novo longa de Nolan acontecerá uma semana após a estreia da terceira película da franquia ‘Planeta dos Macacos (A Origem e O Confronto)‘ e uma semana antes do reboot da Marvel StudiosHomem-Aranha‘. A estreis de Dukirk foi agendada para 21 de Julho de 2017.

Foto revela o novo visual da Canário Negro em ‘Arrow’

A Entertainment Weekly liberou a primeira imagem oficial da mais nova versão da Canário Negro para a sexta temporada de ‘Arrow‘.

Juliana Harkavy interpreta a versão 2.0 da heroína.

Confira:

‘Arrow’ pode fazer participação especial em ‘Supernatural’

Elenco de ‘Arrow’ comenta sobre o episódio de número 100 da série

Arrow‘ é exibida pela Warner Channel no Brasil.

Prévia do episódio 1×05 do sucesso da HBO, ‘The Deuce’

Já renovada para a segunda temporada, a HBO liberou a prévia do próximo episódio da sensacional ‘The Deuce‘.

Na trama, James Franco interpreta um barman que junto com seu irmão gêmeo começam a aliciar mulheres para a produção de filmes eróticos.

Maggie Gyllenhaal vive uma prostituta da Times Square que recebe um convite irrecusável de Vincent Martino (James Franco) para uma produção do gênero.

Confira:

‘Jumanji 3’ começa a ser produzido e pode se passar no espaço; Veja foto!

Sucesso absoluto mundo afora, ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘ se tornou a maior bilheteria da história da Sony Pictures. Com o sucesso, a Sony está confiante na franquia e já está desenvolvendo uma sequência.

Em seu Instagram, o astro Dwayne Johnson confirmou o início do desenvolvimento de ‘Jumanji 3‘ e postou uma foto ao lado do diretor Jake Kasdan durante a leitura do roteiro.

Veja abaixo a publicação do ator:

“Senhoras, senhores e crianças de todas as idades… uma sequência de Jumanji está oficialmente a caminho. Puta merda, que dinamite de roteiro do nosso escritor / diretor Jake Kasdan. Nós não conseguimos parar de rir e, mais importante – como o nosso primeiro JUMANJI – o coração na nossa história é a nossa âncora.
E desculpe pelo spoiler, mas Kevin Hart morre nos primeiros 15 segundos do filme, para o que estou supondo que será uma grande ovação de pé do público e do elenco”, brincou.

Em entrevista à MTV, o astro Jack Black revelou possíveis detalhes da história.

“Acho que o terceiro filme vai se passar no espaço. O que é o jogo Jumanji? Quem o inventou? Teriam sido os aliens? Ou algum feiticeiro maluco? Quero saber daonde o jogo veio e suas origens”, afirmou.

Vale lembrar que ‘Zathura – Uma Aventura Espacial‘, spin-off da franquia, também se passou no espaço.

A estreia foi agendada para 20 de dezembro de 2019, mesmo fim de semana que ‘Star Wars: Episódio 9’ chega aos cinemas.

Jumanji 3está sendo tratado como prioridade dentro da produtora e os roteiristas Scott Rosenberg e Jeff Pinkner vão retornar, assim como o astro Dwayne Johnson.

‘Jumanji’ arrecadou US$ 957 milhões mundialmente e registrou um lucro de aproximadamente US$ 305,7 milhões, ultrapassando (e muito!) Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, que colocou US$ 200 milhões nos cofres da Sony.

Durante sua passagem no Brasil, o astro Nick Jonas falou sobre o filme com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP.

Assista a entrevista e nossa crítica:

EXCLUSIVO: Nick Jones quer interpretar o ‘Asa Noturna’ nos filmes da DC 

Confira nossa crítica em TEXTO:

 Crítica | Jumanji: Bem-Vindo à Selva – Uma grata surpresa e uma aventura deliciosa 

Quatro adolescentes, forçados a limpar um porão, descobrem uma versão eletrônica de Jumanji, um videogame de aventura inspirado no antigo jogo de tabuleiro. Após escolherem avatares (interpretados por Dwayne JohnsonKaren GillanJack Black e Kevin Hart), o grupo é inesperadamente transportado para dentro do universo do jogo.

‘Aquaman’ passa ‘Cavaleiro das Trevas Ressurge’ e se torna a MAIOR bilheteria da DC

Acabou de acontecer! Agora é OFICIAL! ‘Aquaman‘ acaba de se tornar a maior bilheteria da DC nos cinemas da história!

A bilheteria mundial de ‘Aquaman
agora está em US$ 1,09 bilhão, superando ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, que faturou US$ 1,084 bilhões.

Ontem, o diretor James Wan compartilhou sua reação no Twitter. Veja:

“‘Durante anos, Aquaman tem sido uma piada de camisa laranja… Ninguém está rindo mais. E neste fim de semana, quando o Rei de Atlântida ultrapassar o Cavaleiro das Trevas de Gotham City, o laranja será oficialmente o novo preto para a Warner Bros.’ Loucura!”

Com uma bilheteria tão expressiva, o estúdio já se prepara para uma continuação. James Wan, no entanto, disse que volta apenas se lhe for oferecido um roteiro digno de “navegar”! Nós também torcemos por isso!

Assista nossa crítica:

 

 

‘Era uma Vez em Hollywood’ tem estreia cancelada na China após polêmica

O polêmico ‘Era Uma Vez… Em Hollywood‘ teve sua estreia cancelada nos cinemas Chineses.

Programado para chegar na China no dia 25 de Outubro, o filme foi censurado pelos órgãos regulamentares do país após Shannon Lee, filha do lendário ator Bruce Lee, criticar a produção.

Shannon não ficou contente com as pessoas rindo de seu pai e julgou o roteiro por tratá-lo como um completo idiota.

No filme, o personagem de Brad Pitt entra em um combate com Bruce Lee, mas a cena foi o suficiente para incomodá-la.

“Entendo a maneira em que ele foi retratado no filme […] Eu sei que eles queria fazer do personagem de Brad Pitt aquele durão que vence Bruce Lee, mas eles não precisavam tratá-lo do jeito que os brancos de Hollywood o tratavam quando ele estava vivo.”, disse ela.

Shannon explicou que os asiáticos trabalhavam muito mais para atingir o sucesso em Hollywood, e mesmo assim, ele nunca deixou isso subir à cabeça como foi mostrado no filme.

“Ficou parecendo que ele era um babaca arrogante, mas na verdade ele era alguém que tinha que lutar três vezes mais do que os outros para chegar onde chegou. Foi muito desconfortável sentar no cinema e ouvir as pessoas rindo do meu pai. Na cena, ele é quem é arrogante e é ele quem desafia o Brad Pitt, ele não era esse tipo de pessoa”, explicou Lee.

Shannon Lee continua o legado de seu pai através de uma fundação que ensina artes marciais e a filosofia de Bruce Lee para crianças.

“O que me interessa é elevar a consciência de quem foi Bruce Lee, como ser humano e como ele viveu sua vida”, acrescentou ela. “Tudo isso foi jogado no vaso sanitário neste filme, e fez meu pai virar um saco de pancadas arrogante.”

A Sony discute cortar as cenas do Lee, mas o diretor Quentin Tarantino já afirmou que não mudará seu corte para que a produção possa ser lançada na China.

 

Glee e mais 11 séries com altas tretas nos bastidores

Às vezes eles interpretam melhores amigos em frente às câmeras e mal permanecem por mais de 5 minutos no mesmo ambiente por trás delas. Se o grande desafio é fazer os dramas nos bastidores não ultrapassarem para dentro das telas, muitas vezes não há muito como esconder da mídia que um dos seus protagonistas não gosta do outro — ou que um deles tem um sério problema com os produtores e roteiristas. 

As recentes acusações de mau comportamento da atriz Lea Michele nos bastidores de Glee, algo que vinha sendo um forte rumor desde os tempos áureos da série, aliás, fizeram os fãs relembrarem todos os problemas que fizeram o clima nos bastidores virar notícia. E, como não foram poucos, o CinePOP resolveu relembrar esta e outras séries que tiveram mais drama com as câmeras desligadas do que com elas ligadas. 

Glee

Os “ataques de estrelismo” da intérprete de Rachel Berry foram denunciados por membros do elenco principal da série — incluindo Heather Morris, intérprete de Brittany S. Murphy, que confirmou que era “muito difícil” trabalhar com a atriz. Após a publicação de Samantha Ware em suas próprias redes sociais gerar uma onda de acusações contra Michele, outras pessoas confirmaram o clima hostil, e embora Amber Riley não tenha dito que sofreu maus-tratos, deu apoio aos colegas que se sentiram lesados.

Esta não é a primeira vez que Glee fica sob holofotes controversos. Naya Rivera (Santana Lopez) escreveu em seu livro autobiográfico que o convívio com Lea era complicado e que sua personagem chegou a ser ofuscada a pedido da protagonista. O próprio showrunner, aliás, já se pronunciou sobre as confusões internas que não soube administrar:

“Foram os melhores e os piores momentos da minha vida. Havia muita briga, muita gente dormindo com muita gente e terminando. Foi um bom treinamento para ser um pai, vou dizer isso”, falou para a Entertainment Weekly. “Se eu pudesse voltar no tempo, teria feito as coisas de forma diferente com muitos daqueles atores. Ainda sou muito próximo a alguns deles (…) mas com outros não fluiu muito bem, e disso eu me arrependo”, completou em declaração ao THR. 

Grey’s Anatomy

Foram tantas as crises nos bastidores de Grey’s Anatomy que temos uma matéria completa apenas listando as 10 principais. Aqui, portanto, vamos relembrar a confusão com Katherine Heigl. Embora a eterna Izzie Stevens tenha deixado a série em março de 2010, a confusão começou dois anos antes, quando a atriz retirou a sua inscrição para concorrer ao Emmy alegando que “não sentia que tinha recebido material o  suficiente para ser considerada uma indicada”. A situação, é claro, causou um incômodo, e Shonda Rhimes justificou que a personagem tinha menos tempo de tela porque a própria atriz havia requisitado uma agenda mais leve, em virtude de seus demais compromissos. 

Ainda assim, apesar de ter voltado para a temporada cinco, ela acabou se cansando da situação e anunciando sua saída. “Trabalhamos duro para encontrar uma forma amigável e graciosa de deixar o passado para trás. É triste mas é o que eu quero.” Mesmo que tenha parecido uma saída supostamente amigável, tanto Rhimes quanto Ellen Pompeo confirmaram posteriormente que foi uma situação desconfortável para todos os envolvidos.

Um Maluco no Pedaço

A troca de atrizes para o papel de Tia Vivian a partir da 4ª temporada ocorreu porque Janet Hubert teve um conflito com o astro Will Smith. À época, os dois alegaram que o motivo foi “divergência criativa”, também conhecida como a desculpa oficial para “treta das bravas”. Posteriormente, Smith confessou que ele e a atriz não se entendiam bem nos bastidores, e os rumores dizem que ele deu um ultimato para os produtores. Entre ela e ele, não dava para fazer Um Maluco no Pedaço sem… o maluco do pedaço. 

The Good Wife

A dinâmica entre Julianna Margulies e Archie Panjabi era bem diferente daquela entre Alicia e Kalinda em The Good Wife. Quando os rumores de que elas estavam filmando separadamente começaram a se espelhar, as especulações aumentaram e o motivo, supostamente, seria um ciúme da vitória de Panjabi no Emmy, e o afastamento das duas dificultou toda a rotina da produção, embora o real motivo nunca tenha sido oficializado. 

Two and a Half Men

Charlie Sheen, que era literalmente o rei do show na comédia que já foi a mais bem-sucedida da televisão, não era exatamente uma pessoa fácil de se lidar, mas as coisas pioraram quando ele passou a apresentar um comportamento errático que se transformou em violência verbal. O ator lutava contra abuso de substâncias, mas a situação ficou tão desconfortável que ele foi demitido da série e substituído por Ashton Kutcher

Buffy the Vampire Slayer

Buffy e Willow eram amigas nas telas, mas Sarah Michelle Gellar e Alyson Hannigan começaram a ter problemas de convívio a partir da 3ª temporada, já que Hannigan supostamente se irritava com o comportamento de Gellar, que tinha vontade de priorizar sua carreira em ascensão e estava pronta para encerrar os trabalhos em BtVS a qualquer momento. Quando a série enfim foi encerrada, em seu sétimo ano, foi justamente porque a protagonista disse “basta”.

O que não quer dizer, é claro, que não exista uma legião de fãs apaixonados por Buffy até hoje. Clássico é clássico.

Sex and the City

Quando filmavam Sex & the City, rumores apontam que Kim Cattrall e Sarah Jessica Parker preferiam rodar suas cenas separadamente, obrigada. Isso porque Parker recebia o maior salário entre as principais, o que causou um desconforto quando elas não precisavam estar juntas em cena. 

Arquivo X

A questão salarial não era restrita apenas à série da HBO, e outra que enfrentou algo semelhante foi Arquivo X. No final dos anos 90, o conflito entre equipe e elenco se acirrou porque Gillian Anderson supostamente recebia apenas metade do salário de David Duchovny. O próprio ator, inclusive, chegou a mover um processo contra a Fox em 1997 por disputas salariais, mas parece que tudo se resolveu eventualmente, já que a série teve uma sobrevida em 2016.

The 100

A série adolescente pós-apocalíptica da CW se viu no meio de águas turbulentas em 2016 quando matou dois personagens queridos pelo público e foi extremamente criticada por reforçar estereótipos negativos de representatividade LGBT. O drama ficou ainda mais confuso quando Ricky Whittle, que na época interpretava Lincoln, concedeu uma entrevista ao Afterbuzz TV e revelou que a morte de seu personagem não aconteceu porque ele queria sair para seguir outros trabalhos (o ator viria a protagonizar Deuses Americanos logo após), mas porque o showrunner Jason Rothenberg tornava o clima nos bastidores insuportável, fazia perseguições e eventualmente teria o “forçado” a pedir demissão. 

Desperate Housewives

Desperate Housewives não sofreu por falta de drama, mas um deles acabou com um processo de US$ 20 milhões. Isso quando Nicollette Sheridan, que interpretava Edie, acusou o criador Marc Cherry de abuso, quando ele teria a agredido na cabeça durante uma briga. A personagem foi eventualmente morta na série, algo que causou um franco declínio de audiência.  

Star Trek

Embora na USS Enterprise o clima fosse agradável, William Shatner e George Takei preferiam ignorar a existência um do outro fora das câmeras. Takei afirmava que Shatner era egoísta, e o outro também não fazia questão de esconder o clima desagradável entre ambos da mídia. 

Community

É Dan Harmon vs Chavy Chase em uma das comédias mais amadas da TV, um drama que, segundo o criador da série, tomou proporções bastante exageradas na mídia.

Tudo escalonou quando Pierce Hawthorne deveria fazer uma piada de cunho racista, e o ator negou-se a rodar a cena. No momento, ele disse a palavra n*gga (um termo altamente ofensivo), e saiu da sala deixando para trás uma Yvette Nicole Brown bastante desconfortável. Ele afirma que  estava dizendo a palavra para provar seu ponto de vista contra a piada do roteiro, e não direcionando-a a qualquer um dos presentes. 

Mas quando retornou disposto a, no fim das contas, gravar a tal cena, descobriu que toda a discussão havia sido vazada para a imprensa.

O seu comportamento errático já havia sido um problema antes, quando o ator se recusou a gravar uma cena importante para o episódio final da 3ª temporada. Depois disso, Harmon ligou para Chase a fim de tirar satisfações, e ouviu uma resposta bastante mal-educada. 

A suposta briga entre Dan Harmon e Chevy Chase foi transformada em manchetes de jornais e revistas por semanas. No fim das contas, insatisfeito e cansado, Chase saiu na metade da 4ª temporada da comédia, após Harmon ter sido demitido no final da 3ª (e felizmente recontratado para a 5ª).

‘Os Croods 2’ tem estreia ADIADA no Brasil

Os Croods 2: Uma Nova Era‘ (The Croods: A New Age) tem nova data de estreia nos cinemas brasileiros.

O filme teve sua estreia adiada de 7 de Janeiro para 25 de Março.

A animação, que conta com direção de Joel Crawford, traz as vozes nacionais de Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, como Esperança e Bem Bemelhor.

Até o momento, ‘Os Croods 2: Uma Nova Era‘ conseguiu faturar US$ 115 milhões pelo mundo, um número bastante animador considerando a atual situação.

Por conta disso, o analista financeiro Tom Lesinski, presidente da National CineMedia, disse ao Deadline que a indústria tem todo o potencial de recuperar sua glória pelos próximos meses.

“Ao longo do ano, estávamos nos perguntando: será que os cinemas vão recuperar sua força? Mas a questão não é ‘se’, mas ‘quando’. Os números crescentes de ‘Os Croods 2‘ são uma clara indicação dessa afirmativa. Acreditamos que os consumidores estão cada vez mais dispostos a voltar [aos cinemas] pelo próximos meses.”

Lesinski também disse que as plataformas de streaming são um meio alternativo eficaz de manter a atenção do público, mas as salas de cinema continuam sendo as principais formas de divulgação de filmes.

“Não acredito que a pandemia terá um efeito concreto e duradouro no comportamento das pessoas em relação às atividades culturais. Diferentes estúdios testarão diferentes janelas e diferentes disponibilidades de acesso às suas produções, como os serviços de streaming, mas o cinema continua sendo o principal caminho para isso. Acho que é questão de tempo até que haja um cronograma de lançamentos que faça o público sair de casa.” 

Confira o trailer:

O novo filme acompanha a jornada dos Croods em busca de um novo lar. Durante a aventura, eles se deparam com uma família moderna com costumes completamente diferentes dos deles, os Bemelhores.

A família, composta por Esperança Bemelhor (Juliana Paes/Leslie Mann), Bem Bemelhor (Rodrigo Lombardi/Peter Dinklage) e a filha Aurora vivem de uma forma completamente diferente dos homens das cavernas, com inovações tecnológicas e muito mais segurança. 

Os Croods 2 – Uma Nova Era‘ é dirigido por Joel Crawford, que tem no currículo o design de produção de ‘Kung Fu Panda 3‘ e ‘Trolls‘.

 

Zack Snyder terminou ‘Liga da Justiça’ pois não queria que o legado do Superman fosse rebaixado a memes

Antes do lançamento do Snyder Cut deLiga da Justiça‘, a última aparição do Superman (Henry Cavill) no DCEU foi um fracasso com a versão finalizada por Joss Whedon em 2017.

Por conta das refilmagens, Cavill gravou suas cenas usando um bigode, já que ele também estava gravando ‘Missão Impossivel – Efeito Fallout’.

Mesmo com o bigode sendo removido digitalmente, Cavill ficou com expressões grotescas e se tornou um dos memes mais compartilhados entre os fãs de filmes de super-heróis nos últimos anos.

Durante uma entrevista para a MTV News, Zack Snyder disse que esse foi um dos principais motivos que fez ele insistir em concluir sua versão do filme.

O cineasta argumentou que não queria que o legado do Superman fosse rebaixado aos memes.

“Estou aliviado por termos conseguido fazer isso! Eu sentia que o legado do Superman merecia mais respeito, tanto pelo personagem quanto pelo árduo trabalho de Henry nos últimos 10 anos. É triste pensar que as piadas e chacotas poderia ter sido a última visão que o público teria do Superman.”

E aí, o que você achou da presença do Superman na nova versão de ‘Liga da Justiça‘?

Assista à nossa crítica:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

Mais mistérios e loucuras no trailer da 2ª temporada de ‘Boneca Russa’, série da Netflix

A Netflix Brasil divulgou o trailer legendado da 2ª temporada da adorada série ‘Boneca Russa’.

O próximo ciclo irá estrear no serviço de streaming no dia 20 de abril.

Confira:

Além de estrelar, Natasha Lyonne é cocriadora da série ao lado de Leslye Headland e Amy Poehler.

Em seu aniversário de 36 anos, Nadia morre. Mas retorna para morrer de novo. E de novo. Presa nesse ciclo surreal, só lhe resta encarar a própria mortalidade.

As novas adições contam com o ator sul-africano Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Annie Murphy (‘Schitt’s Creek’) e Carolyn Michelle Smith (‘Colony’).

O elenco ainda conta com Charlie Barnett, Greta Lee, Elizabeth Ashley e Rebecca Henderson.

Elogiado TERROR do diretor de ‘O Orfanato’ faz sucesso na HBO Max após fracassar nos cinemas

Por vezes, joias escondidas da indústria cinematográfica passam longe do nosso radar em virtude de inúmeros blockbusters – e esse foi o caso de Sete Minutos Depois da Meia-Noite, uma das preciosidades fílmicas da década passada.

O filme, que foi considerado um fracasso nos cinemas, agora é um dos mais assistidos do ano na HBO MAX.

A história é uma apaixonante e comovente história de superação e amor que gira em torno de Conor (Lewis McDougall), um jovem garoto que descobre que sua mãe (Felicity Jones) foi diagnosticada com câncer terminal e que é visitado por um gigantesco monstros antropomórfico (Liam Neeson) que lhe contará três histórias diferentes.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Elogiado pela crítica especializada, o longa-metragem foi aplaudido pelo poderoso roteiro e pelas temáticas trazidas à telona, pela direção de J.A. Bayona (‘O Orfanato’) e pelos efeitos visuais – além de comentarem sobre as performances do elenco protagonista. Entretanto, a obra faturou apenas US$47 milhões nas bilheterias mundiais (contra US$43 milhões de orçamento).

Para celebrar o sucesso no HBO Max e dar um pouco mais de espaço para uma produção que merece ser apreciada, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

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  • O romance original foi escrito inicialmente por Siobhan Dowd. Entretanto, Dowd acabou falecendo antes de terminá-lo, motivo pelo qual o autor Patrick Ness terminou a história e fez questão de dar créditos à ideia dela.
  • Tom Holland, que colaborou com Bayona no aclamado ‘O Impossível’, foi o substituto para o monstro durante as filmagens. Ele recebeu um agradecimento especial durante os créditos.

  • Ness, que também ficou responsável pelo roteiro, revelou em uma entrevista que uma das fotos da jovem Avó é, na verdade, uma foto promocional de Sigourney Weaver para ‘Os Caça-Fantasmas’, de 1984.
  • Este foi o sétimo projeto em que Neeson dublou um personagem em CGI. Os três primeiros foram como Aslan na franquia ‘As Crônicas de Nárnia’; a quarta foi como Fujimoto na versão em língua inglesa de ‘Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar’; a quinta foi como Phango em ‘Khumba’; e a sexta foi como Policial Bom/Policial Mal em ‘Uma Aventura Lego’.

  • Nesson, que vive o Monstro no longa-metragem, aparece como o avô de Conor em uma das fotos em que a mãe do protagonista, mais jovem, está no colo do dele.
  • A árvore de teixo, que aparece na narrativa do apotecário, é caracterizada como uma planta que pode curar quase qualquer doença do mundo. Na realidade, boa parte da árvore é tóxica aos humanos e outros mamíferos – mas a toxicidade de suas substâncias é utilizada em algumas drogas para quimioterapia.

  • Weaver interpreta uma personagem britânica no longa-metragem – e, ao contrário do que se poderia imaginar, fingir um sotaque inglês não foi nem um pouco difícil; afinal, a mãe da atriz era da Inglaterra.
  • O filme segue os acontecimentos do livro com precisão absurda, realizando poucas diferenças. Porém, cenas adicionais foram rodadas exclusivamente para a adaptação, incluindo uma ambientada logo depois do término do romance original.

Vilão aparece em PRIMEIRA FOTO de ‘Avatar 4’; Confira!

Através do Instagram, o ator Stephen Lang comemorou o início das gravações de ‘Avatar 4′.

Sem revelar nenhum detalhe, o astro compartilhou apenas uma imagem de seu colete, destacando seu sobrenome e o de seu personagem, o Coronel Miles Quaritch.

Na legenda, ele fez uma referência à insígnia de seu esquadrão militar, o Deja Blu.

Confira:

“Deja Blu mais uma vez.”

Em entrevista ao People, o diretor James Cameron (‘O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final’) confirmou que ‘Avatar 4‘ apresentará um grande salto temporal.

O cineasta revelou que a narrativa terá uma passagem de tempo de seis anos, e que já chegou a filmar algumas cenas do quarto capítulo da saga.

“Nós fizemos as capturas de movimentos do ‘Avatar 3’ e as filmagens em live-action durante o mesmo período de produção do segundo filme. Nós até mesmo gravamos algumas partes de ‘Avatar 4’ porque nossos personagens mais jovens enfrentarão um grande salto temporal no quarto filme. Nós os vemos, então só os reencontramos seis anos depois. As cenas após essa passagem de tempo são as que ainda não filmamos.”

Anteriormente, o cineasta havia revelado que o pós-produção de ‘Avatar 3‘ será muito mais simples: “O terceiro filme terá um processo muito mais rápido do que ‘O Caminho da Água’. No segundo filme, tivemos que enfrentar a pandemia e fomos interrompidos. Então, tivemos que retomar a produção. Foi um grande desafio finalizar o filme.”

Até o momento, pouco se sabe sobre o enredo do 3º filme da saga criada por James Cameron além da ideia de que apresentará um clã Na’vi inteiramente novo, que reside em um local vulcânico em Pandora.

Lembrando que Avatar 3’ chegará aos cinemas apenas no final de 2025.

As outras sequências chegam em 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031.

Vale lembrar que ‘Avatar: O Caminho da Água‘, consolidado como a maior bilheteria de 2022 com US$ 2,3 bilhões, já está disponível no Disney+.

Assista à nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Martha Stewart diz que Ryan Reynolds NÃO É engraçado na vida real: “Ainda bem que ele sabe atuar”

Ryan Reynolds pode ser conhecido por seu senso de humor característico, mas Martha Stewart afirma que ele não é realmente engraçado na vida real.

A diva compartilhou seus pensamentos sobre a estrela de ‘Deadpool e Wolverine‘ quando foi convidada especial do game show Rent Free.

“Ele provavelmente está na lista dos atores mais engraçados só porque se cobre nos filmes e você não vê o rosto dele. E você quer saber de uma coisa? Ele não é tão engraçado na vida real”, ela insistiu. “Não, ele não é tão engraçado. Ele é muito sério. Ainda bem que ele sabe atuar”

Stewart revelou que os atores mais engraçados são Brad Pitt e George Clooney, acrescentando: “Eu gostaria de sair com esses caras”. 

O último filme do ator foi Deadpool e Wolverine, que arrecadou US$ 1,33 bilhão nas bilheterias mundiais.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

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Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

“Pennywise é ASSUSTADOR por que explora nossos medos mais profundos”, afirma atriz de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ [EXCLUSIVO]

A série ‘IT: Bem-Vindos a Derry‘, pré-sequência da franquia ‘It: A Coisa‘, já estreou seus primeiros capítulos na plataforma da HBO Max e na HBO – e o CinePOP conversou com as atrizes Amanda Christine (Ronnie), Clara Stack (Lilly) e Matilda Lawler (Marge).

Questionada o que faz Pennywise ser tão fascinante para as pessoas, Matilda Lawler respondeu:

“Eu acho que o que torna o Pennywise tão assustador para as pessoas é que ele sabe como explorar nossos medos mais profundos. Ele nem sempre aparece da mesma forma, mas a maneira como ele se aproveita das nossas vulnerabilidades, inseguranças e fraquezas, pressionando esses pontos sensíveis e vulneráveis, desperta sentimentos realmente traumáticos… Acho que, honestamente, todo mundo consegue se identificar com esse sentimento, esse sentimento de medo. Bem, eu acho que o medo é uma emoção tão humana, e não falamos muito sobre isso, mas o Pennywise é a personificação do medo, e acho que as pessoas se sentem atraídas por ele porque se identificam.”

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Miss Violence

O famoso Carl Gustav Jung dizia: “O sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o”. Será, Jung? E vem da Grécia, um dos filmes mais chocantes que entrarão em circuito neste ano aqui no Brasil, Miss Violence. Vencedor de alguns prêmios no último Festival de Veneza, a história impactante dirigida por Alexandros Avranas (que também assina o roteiro) fala sobre a violência absurda embutida em uma família grega de classe média cheia de regras e punições. Esse é um daqueles trabalhos que deixarão o público assustado.

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Na trama, sem nenhum tipo de introdução, somos guiados para dentro do dia do aniversário de 11 anos da jovem Angeliki, que de repente e sem ninguém entender, se joga da janela da casa onde mora com sua mãe, seus irmãos e avós. A polícia e o serviço social são chamados e tentam a todo custo descobrir a razão desse suicídio. Assim, somos guiados para o cotidiano tenebroso dessa estranha família que tem na figura do avô (interpretado de maneira brilhante pelo ator Themis Panou) a razão de seu mistério.

Miss Violence é um filme muito forte que vai causar indignação de grande parte do público. Coloca em questão assuntos polêmicos, como: a prostituição infantil, a violência doméstica e o suicídio. É um trabalho de direção muito interessante de Avranas que praticamente coloca os olhos do espectador dentro do dia a dia dessa família. Talvez por isso, seja tão chocante. A passividade do restante da família em relação as ações absurdas do Avô, causam espanto de todos.

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Os cineastas gregos, volta e meia, chegam com filmes impactantes, que incomodam. Lembram do tenebroso Dente Canino? Miss Violence com certeza terá uma classificação de 18 anos, realmente as cenas são fortes, chocantes. Esperamos que esse detalhe da classificação não atrapalhe alguns cinemas de exibir esse grande filme aqui no Brasil. Por mais fortes que esses filmes sejam, não há como negar a qualidade no cinema deste país. Esses dois trabalhos, que muito se assemelham, são uma brilhante crítica social.

Curte SOLUCIONAR MISTÉRIOS? Não perde essa lista de filmes!

Sempre que assistimos a um filme de suspense em que o verdadeiro vilão (ou vilã) permanece um mistério, nos tornamos quase detetives da própria trama! Às vezes acertamos nas suspeitas, outras vezes somos completamente surpreendidos. Pensando em histórias que nos levam por essa montanha-russa de emoções e reviravoltas, selecionamos abaixo 10 filmes que exploram o mistério de forma envolvente:

 

Morte no Nilo (1978)

Na trama, encontramos Hercule Poirot (Peter Ustinov), lendário detetive, que curte suas férias no Egito mas logo se vê envolvido em um caso misterioso. Durante um passeio de barco pelo rio Nilo, uma milionária chamada Linnet Ridgeway (Lois Chiles), odiada por muitos presentes nesse local, é assassinada a sangue frio enquanto dormia. Com muitos suspeitos e subtramas ligadas a ganância e amores perdidos, Poirot enfrentará um verdadeiro quebra-cabeça para resolver o caso.

 

O Pálido Olho Azul

Na trama, ambientada na região de Hudson Valley, conhecemos Augustus Landor (Christian Bale), um inspetor notável, com grandes mistérios resolvidos na carreira, também viúvo, filho de um pastor que passou com um forte trauma num passado recente onde perdera a esposa e logo depois sua filha desapareceu. Certo dia, ele recebeu uma inusitada proposta de trabalho de integrantes da alta patente da famosa Academia Militar Norte-Americana (West Point) para buscar soluções para uma estranha situação num espaço onde fica localizada a Academia, onde um cadete teve o coração arrancado após ser encontrado enforcado. Sofrendo ainda em busca das primeiras pistas, acaba encontrando com um outro cadete da academia militar, Edgar Allan Poe (Harry Melling) um leitor assíduo, inteligente, entusiasmado com que formará uma dupla para resolver o caso.

 

Entre Facas e Segredos

Na trama, conhecemos o milionário escritor de suspenses Harlan Thrombey (Christopher Plummer) na noite do seu aniversário de 85 anos. Toda a família reunida e também Marta (Ana de Armas) uma jovem enfermeira, imigrante, que cuida das medicações e do bem estar do dono da casa. O tabuleiro narrativo se transforma em um grande quebra-cabeça com inimigos virando amigos, uniões improváveis, após o assassinato de Harlan. Para tentar descobrir o que houve no fim daquela noite, um detetive ao melhor estilo Agatha Christie aparece em cena, Benoit Blanc (Daniel Craig) e não medirá esforços e excentricidades para conseguir chegar a conclusão desse complicado caso.

 

Um Dia Difícil

Na trama, conhecemos o detetive Gun-Su (Lee Sun-kyun), um homem que vive uma vida simples ao lado de sua família. Certo dia, no dia do enterro de sua mãe, quando estava dirigindo por uma avenida deserta, atropela um homem. Desesperado e sem saber o que fazer, tem a ideia de esconder o corpo do acidentado dentro do caixão de sua mãe. Com a consciência pesada mas achando que tudo estava resolvido, Gun-Su é surpreendido mais uma vez com uma ligação anônima dizendo saber tudo o que aconteceu. Assim, o protagonista precisa reunir todas as partes do quebra-cabeça e tentar de vez sair limpo desta história.

 

Casamento Letal nos EUA

Jason Corbett era um empresário irlandês bem-sucedido que perdeu a primeira esposa muito cedo e encontrou em Molly Martens um novo amor. No início do relacionamento, ainda morando ainda na Ilha Esmeralda, resolve se mudar para os Estados Unidos ao lado dos dois filhos pequenos para se jogar nesse relacionamento. Anos depois, em 2015, sua vida chegaria ao fim de forma violenta, em sua própria casa, pelas mãos da esposa e do sogro (um ex-agente do FBI).

 

A Garota da Foto

Disponível no catálogo da Netflix, o chocante documentário A Garota da Foto nos apresenta descobertas surpreendentes da vida de uma jovem que nunca teve uma chance de ser feliz. Ao longo dos desconcertantes 101 minutos de projeção somos levados ao caos que ela vivia durante anos sem tempo de saber as verdades sobre sua própria história. Por meio de depoimentos dos investigadores e pessoas próximas à jovem, somos levados para uma rebobinada na trajetória dessa mulher que tem um passado tão triste quanto sua trágica morte. A direção é de Skye Borgman.

 

Pânico

Na trama, acompanhamos o início da trajetória de Sidney (Neve Campbell), uma jovem atormentada pela assassinato da mãe anos atrás que em seu presente precisa fugir de um terrível assassino mascarado que vem aterrorizando e deixando rastros de sangue na cidade onde mora.

 

O Colecionador de Ossos

No final da década de 90, chegaria aos cinemas de todo o mundo um filme de suspense, repleto de reviravoltas e protagonizado por Denzel Washington e Angelina Jolie, O Colecionador de Ossos. Na trama, acompanhamos a saga de uma jovem policial e um especialista em criminologista forense que perseguem através de pistas enigmáticas um cruel Serial Killer.

 

O Assassino do Calendário

Amargurada por anos de sofrimento e sem saber o que fazer quando é ameaçada pelo conhecido Assassino do Calendário, Klara (Luise Heyer) está à beira de um precipício emocional e acaba entrando em contato com um telefone que ajuda vítimas a chegarem em casa. Do outro lado da linha, o traumatizado Jules (Sabin Tambrea) faz de tudo para ajudá-la durante toda noite que se segue. Só que aos poucos vamos entendendo melhor toda essa história que apresenta muitas surpresas.

 

De Sombra e Silêncio

A vida do veterinário Martin (Marian Mitas) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika (Jana Plodková) entra logo num embate com a sogra Dana (Milena Steinmasslová), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes.

Os Filmes de Super-Herói dos Anos 90 que se tornaram Obras B do Cinema

Produções de US$200 milhões de orçamento, os filmes de super-heróis (em especial da Marvel) se tornaram sinônimo de sucesso nas bilheterias e verdadeiros fenômenos culturais. Justamente por isso, se torna cada vez mais distante e difícil a ideia de pensar neles como flops que rapidamente são esquecidos. Mas, é só voltarmos para a década de 1990, onde o gênero era tudo menos garantia de bom retorno, para perceber que tais obras eram exatamente isso.

Muitos inclusive foram lançados sem que grande parte do público sequer soubesse de sua existência. Já imaginou você alheio aos Vingadores ou Pantera Negra nos cinemas? Pois é, eram tempos sombrios, meus amigos. Pensando nisso, em como este gênero conseguiu evoluir rápido, o CinePOP te leva numa volta no tempo, para esta “era das trevas”, para conhecer ou lembrar os filmes de super-herói (alguns da Marvel inclusive) que viveram para se tornar obras B do cinema.

Capitão América (1990)

Sim, meus amigos, muito antes de Chris Evans se tornar um sex symbol na pele do íntegro herói que usa a bandeira dos EUA como uniforme na superprodução Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), um filme com o personagem já havia sido produzido. Na verdade, um seriado exibido nos cinemas (era assim que funcionava antes da TV) com o personagem data de 1944, três anos depois de sua criação nos quadrinhos. Depois disso, em 1979, dois longas feitos direto para a TV foram lançados com o ator Reb Brown protagonizando – aqueles que o Capitão América usava capacete e andava de moto. Mas a primeira produção com o herói para o cinema viria em 1990.

Produzido pela 21st Century Film Corporation, companhia do israelense Menahem Golan, ex-proprietário da picareta Cannon Films, o longa Capitão América teve de orçamento a bagatela de US$3 milhões. E ao olharmos os envolvidos, isso explica muita coisa. Golan e a Cannon tinham planos para um filme do Homem-Aranha que nunca se concretizou (apesar de teaser e tudo), e aqui finalmente o produtor conseguia pôr as mãos em uma propriedade da Marvel… e arruiná-la completamente! Hoje, o filme virou prazer culposo, item cult e aquele tipo de filme que de tão ruim se torna bom. Além disso, completa 30 anos de seu lançamento em 2020.

O Quarteto Fantástico (1994)

Primeiro supergrupo de heróis da Marvel, o Quarteto Fantástico ainda não teve seu lugar ao sol no Olimpo cinematográfico. Bem, isso talvez mude agora que os direitos estão com o MCU através da compra da FOX. Os personagens apareceram na forma de desenho animado ainda na década de 1960 (produzido pela Hanna-Barbera) e depois em 1994 numa animação produzida pela Saban. No cinema, oficialmente deram as caras em 2005, num filme de pouca substância, mas que rendeu três vezes mais que seu orçamento de US$100 milhões. Este longa teve continuação dois anos depois e o resultado foi semelhante. Mesmo assim, a FOX optou pelo desastroso reboot de 2015.

Vinte anos antes, uma produção com os personagens era criada – ou quase. O que aconteceu foi que as produtoras New Horizons e Constantin Film estavam quase expirando os direitos do produto, obrigando as companhias a lançar um filme, caso contrário seriam revertidos à Marvel. Assim, só para constar e sem real intenção de estreá-lo nos cinemas, foi chamado o icônico Roger Corman, conhecido produtor que se vira com uns trocados, para supervisionar a obra pela quantia de US$1 milhão (e pensávamos que os US$3 milhões do item acima era mixaria). O longa virou uma espécie de lenda urbana, e com o advento da internet, o nunca exibido filme O Quarteto Fantástico, de 1994, pôde ser conferido por fãs e cinéfilos. E olha, tem gente que diz que não é a pior coisa produzida com este título…

Geração X (1996)

É seguro dizer que X-Men: O Filme (2000) deu o pontapé inicial para a nova era dos super-heróis nos cinemas, e o que temos hoje é graças a este “pequeno” filme de Bryan Singer. Mas nem sempre o universo mutante valia ouro. E aqui temos um grande exemplo disso. Para sermos justos, precisamos mencionar que este não é um filme propriamente dito, e sim um piloto de uma série rejeitada, que seria distribuída pelo canal FOX. Com o orçamento de US$4 milhões (vejam só, já um avanço – ainda mais se pensarmos que o alvo era a TV desde o início), a ideia por trás do programa era focar em personagens do time B dos mutantes, preparando terreno para um eventual filme no cinema. Dos rostos mais conhecidos, destaca-se a protagonista Jubileu (Heather McComb). Com o cancelamento da série, Geração X virou um filme para a TV de 1h30min, e no Brasil chegou nas locadoras causando trauma nos aficionados.

Barb Wire – A Justiceira (1996)

Aqui damos um tempo do esculacho na Marvel para focar numa heroína saída das páginas da Dark Horse Comics, companhia responsável pelos quadrinhos Hellboy, O Máskara e The Umbrella Academy. Criada por Chris Warner em 1993, a loira é uma espécie de Mad Max em um futuro distópico, sujo e feio. A diferença é que a protagonista é uma beldade – e talvez a ideia tenha sido colocar a boneca Barbie como centro de uma aventura pós-apocalíptica. Assim, em 1996, numa época em que os estúdios apostavam mais em personagens desconhecidos (para esconder o fato de sua origem nas HQs) do que em heróis simbólicos, somente três anos após sua primeira aparição nos quadrinhos, a personagem ganhava as telonas nas formas de nenhuma outra senão Pamela Anderson – no auge da popularidade devido ao seriado S.O.S. Malibu. Com um orçamento de US$9 milhões, bancados pela Polygram Filmed Entertainment e pela Dark Horse Entertainment, o longa recuperou apenas US$3.7 milhões mundiais. E você, já tinha ouvido falar deste?

Vampirella (1996)

Durante muito tempo, produtores de Hollywood ficavam receosos de colocar protagonistas femininas em filmes do gênero – coisa que vem mudando merecidamente nos últimos anos. O fato é que longas como Vampirella não ajudavam muito na causa. Seguindo por filmes protagonizados por heroínas, temos agora na lista a personagem criada por Forrest J. Ackerman ainda na década de 1960 – fazendo de Vampirella uma das personagens femininas precursoras, dona de seu próprio título (um marco para a indústria). Mesmo que fetichizada por trajes mínimos, a heroína é uma forte protagonista feminina, uma vampira vivendo em outra dimensão. Dando aula de “como Não fazer”, esta coprodução da Showtime Networks foi lançada direto em vídeo, com o orçamento de US$1 milhão – já imagina-se o drama com este “troco” da feira, certo? Sobra vergonha alheia ao assistirmos a pobre Talisa Soto (mais conhecida como a Kitana dos filmes Mortal Kombat) na pele da personagem. Esperamos que em breve Vampirella receba o seu merecido respeito numa superprodução de verdade.

Aço (1997)

Rebatizado como Steel – O Homem de Aço, esta produção resume bem como os engravatados dos grandes estúdios de Hollywood estavam perdidos sobre o que fazer com tais produtos na década de 1990. Os executivos da Warner não sabiam nem o que fazer com o Superman, um de seus maiores bens (quase dando sinal verde para Superman Lives, com Nicolas Cage, dirigido por Tim Burton), e mesmo assim foram em frente aprovando um filme solo com este personagem derivado de sua mitologia. John Henry Irons surgiu nos quadrinhos após a morte do Homem de Aço e se tornou uma espécie de Homem de Ferro da DC Comics. Assim, a Warner disponibilizava US$16 milhões para seu herói secundário (por comparação, Batman & Robin custava US$125 milhões ao mesmo estúdio) – demonstrando a falta de confiança neste universo. Para piorar a situação, esta era a época em que Hollywood tentava firmar esportistas como astros do cinema (Michael Jordan, Dennis Rodman) e o gigantesco Shaquille O’Neal, que embora carismático não tem nada de ator, foi selecionado para puxar o filme como protagonista. Resultado: nem ao menos US$2 milhões recuperados mundialmente.

Nick Fury – Agente da S.H.I.E.L.D. (1998)

Voltando a bater na Marvel (eles aguentam, tem trilhões em caixa), para finalizar temos outra produção da casa lançada direto em vídeo (nos EUA um filme produzido para a TV). Não sei de quem foi a ideia de dar filmes de heróis para ex-astros de Baywatch protagonizar – bem, no caso de Jason Momoa deu certo. Seja como for, depois de Pamela Anderson foi a vez de David Hasselhoff, o meme humano, dar vida a um personagem secundário da Marvel. Dois anos depois de Barb Wire, o colega de Pamela estrelava como Nick Fury, o caolho diretor da maior agência de segurança da casa, o FBI da Marvel, SHIELD – que hoje tem uma série digna para chamar de sua na TV. E bem, se surpreende o fato do personagem ser caucasiano, saiba que originalmente ele tinha tais formas em sua criação nos quadrinhos. Sua reimaginação nas formas de Samuel L. Jackson, também nos quadrinhos, foi um grande acerto da empresa. E bem, mais do que motivo para esquecermos o mais rápido possível essa produção mequetrefe da Fox Television.

Clássicos Vencedores do Oscar para assistir na Netflix

O anúncio dos indicados ao Oscar 2026 ocorrerá no dia 22 de janeiro, com a premiação indo ao ar no dia 15 de março. Estamos todos na torcida por ‘O Agente Secreto’, o segundo filme brasileiro consecutivo a se tornar badalado na terra do tio Sam. O filme vem conquistando alguns prêmios, e espera-se que receba, além da já óbvia de melhor produção estrangeira, também melhor ator para Wagner Moura. Fora nosso queridinho, figurinhas carimbadas como ‘Uma Batalha Após a Outra, ‘Hamnet’ e ‘Pecadores’ também deverão aparecer entre os indicados e são alguns dos favoritos para prêmios.

Para irmos entrando no clima e ao mesmo tempo revisitando clássicos da história do cinema, resolvemos criar uma nova lista de dicas, de produções icônicas do passado, vencedoras do Oscar. E o melhor de tudo, todos eles estão disponíveis na Netflix. Temos certeza que muitos fãs mais novos podem não conhecer todos os filmes, e quem sabe você mesmo sendo mais experiente, possa ter deixado passar algum também. Ou pelo menos, quem sabe, um que já não vê há muito tempo e esteja com vontade de revisitar. Confira abaixo os que selecionamos.

O Silêncio dos Inocentes

Um dos maiores vencedores do Oscar de todos os tempos, o recorde deste que é considerado por muitos “o maior filme de suspense do cinema” não diz respeito à quantidade de prêmios que ganhou, mas sim a importância deles. O chamado “big five” diz respeito aos prêmios de melhor filme, diretor, ator, atriz e roteiro, e ‘O Silêncio dos Inocentes’ levou todos (além de receber indicações para edição e som). Fora isso, o longa marca o número 22 entre os melhores de todos os tempos na opinião dos usuários do IMDB. Essa é uma excelente oportunidade para conhecer ou rever esse filme atemporal.

Lawrence da Arábia

Voltando bastante no tempo – sim, existia cinema antes dos anos 80 -, para a década de 1960, a Netflix disponibiliza em seu catálogo o que é considerado o épico dos épicos. Um dos chamarizes deste clássico é sua fotografia e escopo, portanto o mais indicado é que assista na maior tela que puder (mesmo que seja daquele tio que tem a maior TV que você já viu). Baseado na história real do oficial britânico que conseguiu unir as tribos árabes para lutar contra os turcos durante a Primeira Guerra Mundial, o longa (de quase 4 horas de duração) levou sete Oscar (melhor filme, diretor, fotografia, direção de arte, som, edição e trilha sonora), além das indicações de ator principal e coadjuvante para os lendários Peter O’Toole e Omar Sharif. O filme é o número 99 dos melhores no IMDB.

O Poderoso Chefão

Falar sobre ‘O Poderoso Chefão’ a esta altura é “chover no molhado”, afinal o longa é considerado o filme máximo para grande parte dos especialistas e cinéfilos. Mas, bem, gerações de cinéfilos mais novas se formam todos os dias, e muitos podem não ter tido a chance de assistir a esta verdadeira obra-prima da sétima arte no melhor sentido da palavra. Essa é a oportunidade. A “ópera” mafiosa sobre a família Corleone é uma verdadeira aula, mas você sabia que o filme recebeu “apenas” três estatuetas do Oscar? Ninguém falou que a maior premiação do cinema é sempre justa. É claro que levou para casa o prêmio de melhor filme, assim como também o de melhor ator para Marlon Brando (embora Al Pacino achasse que ele era o protagonista). O terceiro Oscar foi para o roteiro adaptado de Mario Puzzo. Mas o filme havia recebido mais 8 indicações. ‘O Poderoso Chefão’ é o número 2 de todos os tempos no IMDB.

O Poderoso Chefão – Parte 2

Existe um grande debate entre os cinéfilos sobre qual dos dois ‘O Poderoso Chefão’ é o melhor: o primeiro ou o segundo. Para muitos, este é um dos raros casos em que a continuação supera o original. Embora não tenhamos a presença icônica de Brando no segundo, temos duas linhas narrativas e temporais que se cruzam no filme, uma mostrando o passado, de como Vito ascendeu à vida do crime, e a segunda com a continuação da história do original, com Michael agora no poder. Bom, pelo menos em questão de Oscar, podemos dizer que o segundo superou, já que recebeu 6 prêmios: melhor filme, diretor (Coppola finalmente era “vingado”), roteiro adaptado, direção de arte, trilha sonora e ator coadjuvante para Robert De Niro (no papel do jovem Vito). A ‘Parte 2’ é o filme de número 4 no IMDB.

Ah sim, a Netflix disponibiliza toda a trilogia, com o terceiro filme, de 1990, também parte do catálogo. O encerramento da trilogia é unanimemente considerado o “mais fraco”, mas ainda assim é um filme acima da média (apesar de Sofia Coppola). A ‘Parte 3’ foi a única que não levou nenhum Oscar, apesar de ter sido indicado a 7 prêmios, incluindo melhor filme, diretor e ator coadjuvante (Andy Garcia). E também não figura entre os 250 melhores de todos os tempos no IMDB.

Fargo – Uma Comédia de Erros

Os irmãos Coen já entregaram muitas obras de qualidade, adoradas pelos cinéfilos, em uma carreira que já dura mais de 40 anos. Infelizmente, a dupla se separou após lançarem o filme da Netflix ‘A Balada de Buster Scruggs’ (2018) e desde então Joel e Ethan vêm realizando filmes próprios, que não têm agradado da mesma forma. Mas voltando para os bons tempos, um dos grandes marcos da carreira dos diretores foi este ‘Fargo’, sobre a vida pacata de uma cidadezinha americana, onde nada verdadeiramente parece acontecer, até que um sujeito ambicioso decidir sequestrar a própria esposa para tirar dinheiro do sogro.

Baseado em uma história real, quem rouba a cena é a xerife grávida vivida por Frances McDormand. A atriz levou sua primeira estatueta como protagonista aqui, e o longa ainda ganhou o prêmio de melhor roteiro original – além de outras cinco indicações, incluindo melhor filme e diretor. Muito se fala em Meryl Streep como a melhor atriz viva do cinema, mas apenas Frances McDormand possui três Oscar como atriz protagonista. O filme marca o número 178 entre os melhores de todos os tempos no IMDB.

Platoon

É muito triste saber que ainda hoje, mesmo com toda a evolução da sociedade mundial, ainda temos guerras infestando nosso planeta, em várias áreas do globo. Seja na Rússia e Ucrânia, seja na Faixa de Gaza com Israel e a Palestina, ou agora o conflito envolvendo os EUA e a Venezuela. Porém, voltando para as décadas de 1960 e 1970, nada doía mais no coração da América do que a chamada guerra do Vietnã. Essa ferida aberta na sociedade norte-americana foi tema de diversos filmes, entre os quais alguns dos mais famosos são ‘Apocalypse Now’, de Francis Ford Coppola, ‘Nascido para Matar’, de Stanley Kubrick, ‘Pecados de Guerra’, de Brian De Palma, e ‘Nascido em 4 de Julho’, de Oliver Stone.

Três anos antes, no entanto, o próprio Stone havia falado sobre suas experiências servindo no conflito, com o longa ‘Platoon’, que se tornou sucesso naquela temporada, na segunda metade dos anos 1980. ‘Platoon’ ganhou 4 Oscar, entre eles melhor filme, diretor, som e edição, além de outras 4 nomeações. O filme marca o número 231 entre os melhores de todos os tempos no IMDB.

Rain Man

Por falar em grandes sucessos do Oscar nos anos 80, seguimos com um longa recém-chegado no acervo da Netflix, que marcou época na década citada. ‘Rain Man’ traz Tom Cruise, o maior astro da atualidade, em início de sua consagração como protagonista em Hollywood, após o sucesso do blockbuster ‘Top Gun’ (1986). Mas quem brilha de verdade é Dustin Hoffman, o verdadeiro protagonista aqui, interpretando um sujeito autista. Após a morte de seu pai, Cruise descobre que tem um irmão de quem nunca havia ouvido falar, e precisa cuidar do sujeito se quiser receber a herança que o espera. Mas essa tarefa não será fácil, ainda mais para um sujeito egocêntrico como ele. ‘Rain Man’ levou o Oscar de melhor filme, o de melhor ator para Hoffman, o de melhor diretor para Barry Levinson e o de melhor roteiro original – além de outras quatro indicações técnicas.

Touro Indomável

Você sabia que durante muito tempo o diretor Martin Scorsese foi considerado um grande injustiçado pelo Oscar? Mesmo ano após ano entregando filmes de bastante qualidade, eleitos pela maioria dos críticos como os filmes de destaque de seus respectivos anos, os votantes da Academia simplesmente não davam muita trela para o diretor. Bem, verdade seja dita, os filmes e o diretor até eram indicados, mas na hora de ganhar, saíam de mãos abanando. A Netflix acaba de disponibilizar o que é considerado o melhor filme de Martin Scorsese para uma parcela dos críticos e dos fãs do diretor: ‘Touro Indomável, filme de boxe que é a biografia de Jake LaMotta.

O melhor filme de boxe do cinema, a grande maioria dirá que é ‘Rocky – Um Lutador’, que é uma verdadeira obra-prima. Mas o que eu proponho é que estas pessoas ao menos assistiam a ‘Touro Indomável, e se não mudarem de ideia, ao menos podem coloca-lo como segundo. ‘Touro Indomável’ foi indicado para 8 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme e diretor. Para não dizer que saiu de mãos abanando, a edição de Thelma Schoonmaker e, claro, a visceral atuação de Robert De Niro, saíram premiadas. É o número 179 dos melhores de todos os tempos no IMDB.

Os Bons Companheiros

Que tal ainda um segundo filme de Martin Scorsese disponível na plataforma? Sabe acima quando eu disse que para uma parcela dos críticos e fãs, ‘Touro Indomável’ é o melhor filme de Scorsese? Pois bem, garantimos que uma parcela ainda maior aponta para ‘Os Bons Companheiros’. O longa é quase uma versão modernizada (para os anos 90) de ‘O Poderoso Chefão’, e ousa mostrar a máfia como nunca anteriormente apresentada no cinema. Os pormenores do dia a dia de gangsters modernos é a graça do filme. Das suas 6 indicações, incluindo melhor filme, diretor, roteiro adaptado e edição, o longa levou apenas um Oscar, o de ator coadjuvante para Joe Pesci – em sua melhor atuação da carreira. O filme marca o número 17 dos melhores de todos os tempos no IMDB.

O Expresso da Meia-Noite

Fechando a matéria dos clássicos vencedores do Oscar disponíveis na Netflix, chega agora um longa que deu muito o que falar nos anos 1970. Dirigido por Alan Parker, ‘O Expresso da Meia Noite’ é baseado na história real do estudante e turista americano Billy Hayes, que termina pego na Turquia traficando drogas e é enviado para a prisão, onde passará uma verdadeira epopeia de torturas físicas e psicológicas. O drama chamou atenção do mundo na época, e é baseado no livro do próprio Hayes. ‘O Expresso da Meia Noite’ foi indicado para 6 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme, diretor e ator coadjuvante (John Hurt) e saiu vitorioso nas categorias de melhor roteiro adaptado (Oliver Stone, ele de novo) e melhor trilha sonora.

‘Brooklyn Nine-Nine’: 6ª temporada ganha novo teaser; Assista!

A NBC divulgou um novo teaser da 6ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘.

Assista:

Recentemente, foi anunciado que Chelsea Peretti não fará mais parte do elenco regular da série. Mas, para amenizar a tristeza dos fãs, sua personagem retornará para uma despedida digna.

Depois de ter sido cancelada pela FOX, a série foi resgatada pela NBC.

A 6ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘ terá 18 episódios, e estreará em 2019.

‘La Casa de Papel’ é renovada para a 4ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘La Casa de Papel‘ para a 4ª temporada (ou parte).

Os novos episódios já foram filmados, mas ainda não há previsão para o lançamento.

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

Na terceira parte, “O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.”

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

A terceira temporada será lançada na plataforma no dia 19 de julho.

‘Vis a Vis: El Oasis’: Spin-off ganha cartaz e data de estreia

O spin-off ‘Vis a Vis: El Oasis‘ ganhou data de estreia. O derivado irá estrear no dia 20 de abril, na Fox Espanha.

Além disso, um novo cartaz foi divulgado. Confira:

A série derivada contará com oito episódios.

A trama irá acompanhar o último golpe da Zulema (Nawja Nimri) e da Maca (Maggie Civantos): o roubo da tiara de diamante de uma filha (Alma Itzel) de um importante narcotraficante mexicano (David Ostrosky) durante seu casamento. Mas, elas não farão isso sozinhas; para realizar o assalto perfeito, elas terão a ajuda de sua parceira de prisão Goya (Itziar Castro). Além delas, se juntarão mais três ladras: Monica, a enteada do narco (Lisi Linder), Triana, a hacker do grupo (Claudia Rivera) e La Flaca (Isabel Naveira). Todos elas formarão o time dos sonhos perfeito para conseguir o aguardado roubo.

10 Pontos em Comum entre ‘Vis a Vis’ e ‘La Casa de Papel’

Crítica | Vis a Vis – Segunda Temporada Amadurece Sem Perder a Ternura 

Versão estendida do filme baseado na franquia ‘Sexta-Feira 13’ é lançada; Confira!

Para celebrar a sexta-feira 13, a produtora Womp Stomp Films divulgou uma versão estendida do filme amador ‘Never Hike Alone‘, intitulada ‘Never Hike Alone: The Ghost Cut‘.

Com 82 minutos de duração, a produção traz os segmentos ‘Disappear‘, ‘Never Hike in the Snow‘ e ‘Never Hike Alone‘, editados em uma timeline coesiva.

Além disso, a nova edição também traz cenas inéditas.

Confira na íntegra:

A sequência ‘Never Hike in the Snow‘ foi lançada recentemente, mostrando o icônico Jason Voorhees atacando pela primeira vez na neve.

Confira separadamente:

Vincente DiSanti é responsável pela direção.

A sequência se passará três meses após os eventos do primeiro filme e seguirá o estranho desaparecimento de Mark Hill, um morador de Crystal Lake que foi caminhar no inverno e nunca mais voltou para casa. Enquanto o xerife Rick Cologne (Vinny Guastaferro) e o policial Allen Mabry (Bryan Forrest) procuram por respostas, Tommy Jarvis (Thom Mathews) acredita que o seu velho inimigo Jason Voorhees é o responsável. Será que Diana (Anna Campbell) verá seu filho novamente ou ele se tornará outra vítima perdida do amaldiçoado acampamento?

Além disso, a saga deve ganhar três novas sequências: ‘Never Hike Alone II: Never Hike Again‘, ‘Never Hike Alone III: Jason Takes Crystal Lake‘ e ‘Never Hike Alone IV: The Final Hike‘.

‘Chapelwaite’: Vampiros atacam em novo trailer para MAIORES da série; Assista!

O EPIX divulgou o novo trailer, restringido para maiores de idade, da série ‘Chapelwaite‘, baseada no conto Jerusalem’s Lot – que serve de pré-sequência ao livro ‘A Hora do Vampiro‘, de Stephen King.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 22 de agosto.

Adrien Brody (‘Predadores’) estrela como o Capitão Charles Boone. Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) interpreta uma personagem original, Rebecca Morgan.

A trama se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone, que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.

Peter Filardi e Jason Filardi são os showrunners.

O conto Jerusalem’s Lot foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de pré-sequência da clássica obra vampiresca.

Não Se Preocupe, Querida

(Don’t Worry Darling)

 

Elenco:

Florence Pugh

Harry Styles

Chris Pine

KiKi Layne

Gemma Chan

 

Direção: Olivia Wilde

Gênero: Suspense

Duração: 123 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: R$ 30 milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Uma dona de casa dos anos 1950, que mora com o marido em uma comunidade experimental utópica, começa a se preocupar com a possibilidade de sua empresa estar escondendo segredos perturbadores.

Crítica: 

Crítica | Florence Pugh entrega uma performance impecável no suspense ‘Não Se Preocupe, Querida’

Curiosidades: 

» Shane e Carey Van Dyke (‘The Silence’) escreveram o roteiro original, que foi reescrito por Katie Silberman;

Trailer:

Cartazes: 

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Pânico na Floresta | Do Pior ao MELHOR filme da franquia de Terror

Após sete filmes com mutantes canibais atacando pessoas que pegaram o caminho errado na floresta, a franquia ‘Pânico na Floresta‘ finalmente ganhou um reboot, que acaba escolhendo seguir por uma rota completamente diferente.

Apesar de ter se tornado uma franquia muito popular, temos que admitir que a maior parte das sequências são terríveis. E aonde exatamente o reboot se classificaria no ranking geral da saga?

Confira na nossa lista abaixo:

7. PÂNICO NA FLORESTA 6

Apesar das sequências anteriores não serem particularmente boas, esse sexto capítulo da franquia consegue ser ainda pior. Apesar da direção do cineasta Valeri Milev ser bem mais competente do que a do Declan O’Brien, que havia comandado os três filmes anteriores, nada consegue salvar a produção de um roteiro extremamente ridículo que ainda tenta se levar a sério. Consistência nunca foi o forte da franquia, mas quando um filme de mutantes canibais introduz um plot absurdo sobre um culto sexual (oi?), você sabe que não tem como piorar.

6. PÂNICO NA FLORESTA 5

Apesar de entregar algumas cenas divertidas de autoparódia, a piada perde a graça muito rápido. A trama rasa reconta mais uma vez a origem dos mutantes, apresentando diversos elementos que não fazem o menor sentido. Ao invés da “floresta”, que aqui parece um bosque ralo de fundo de quintal, a ação se passa em uma cidade pequena (filmada em um estúdio mais artificial do que a vila do Chaves). Tirando a cômica sequência de abertura, não há nada de interessante nessa sequência além de mortes extremamente brutais.

5. PÂNICO NA FLORESTA 3

Lançado no Brasil direto em vídeo com o título ‘Floresta do Mal – Caminho da Morte‘, o terceiro filme da franquia sofre com o abuso de CGI mal feito. Além disso, o longa traz pouquíssimos mutantes assassinos, o que limita a dinâmica e o desenvolvimento do filme. Em uma história que a maioria dos personagens são presidiários, o roteiro perde a oportunidade de fazê-los bater de frente com os canibais. Ao invés disso, eles são massacrados como qualquer outro grupo de jovens despreparados típicos da saga.

4. PÂNICO NA FLORESTA 4

Qual é a origem dos mutantes canibais? Eis algo que ninguém estava interessado em saber, mas o diretor e roteirista Declan O’Brien achou que seria uma ótima ideia responder. Apesar de seguir todos os clichês do gênero à risca e não apresentar absolutamente nada de novo, o diretor mostra um pouco de evolução ao recorrer a efeitos práticos com mais frequência (mas, fiquem tranquilos, o CGI amador ainda marca presença). Além disso, a mudança de cenário também foi interessante, ajudando essa sequência a ter mais personalidade.

3. PÂNICO NA FLORESTA: A FUNDAÇÃO

Depois da bomba que foi o sexto capítulo, a franquia tinha chegado no fundo do poço. A única solução seria recorrer a uma reboot oficial para manter a saga viva. Porém, se vocês estiverem esperando o retorno dos mutantes canibais, irão se decepcionar bastante. ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘ se desassocia completamente da franquia original, apresentando uma nova história. A proposta até que é interessante, mas o resultado final é irregular. O roteiro tenta ser esperto ao subverter nossas expectativas, mas recorre a situações absurdas com frequência (tronco com poderes de Lince Negra que consegue atravessar outras árvores para alcançar seu alvo, personagens que somem e aparecem conforme a necessidade do enredo, entre outros absurdos). ‘A Fundação‘ é um filme mediano que, apesar de ser melhor do que a maioria das sequências originais, infelizmente teve muito potencial desperdiçado.

2. PÂNICO NA FLORESTA 2

Apesar de ter ganhado popularidade com o passar dos anos, o primeiro ‘Pânico na Floresta‘ teve um desempenho extremamente morno nas bilheterias. Com um orçamento de US$ 12 milhões, o longa original arrecadou apenas US$ 28.6 milhões mundialmente. É por este motivo que esse segundo filme foi lançado direto em vídeo, mas a continuação surpreendeu as expectativas de todos ao se revelar um terror extremamente sangrento e divertido. Apesar de trazer um tom mais descontraído que o filme original, a produção também aumenta os níveis de gore e entrega algumas mortes particularmente brutais. Esse longa marca a estreia diretorial de Joe Lynch, que além de estar seguro em sua função, também se mostra um grande conhecedor do gênero, o que se reflete em sua homenagem à cena do jantar do clássico ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ durante o terceiro ato.

1. PÂNICO NA FLORESTA

Antes de cultos sexuais, prisões, lendas e hospitais psiquiátricos, havia apenas um trio de mutantes canibais caçando andarilhos desavisados em uma floresta. A premissa de ‘Pânico na Floresta‘ é simples, mas eficiente. O roteiro usa de forma inteligente os clichês do gênero e a brutalidade da produção se destaca em uma época pré-‘Jogos Mortais‘ e ‘O Albergue‘. Além disso, a sempre ótima Eliza Dushku, recém-saída de ‘Buffy: A Caça-Vampiros‘, está incrível como a final girl do longa.

Confira o novo trailer DUBLADO de ‘Wonka’, pré-sequência de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’

A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado de ‘Wonka‘, filme estrelado por Timothée Chalamet que explora as origens do icônico chocolateiro Willy Wonka, assim como sua Fantástica Fábrica de Chocolate.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de dezembro.

Além de Timothée Chalamet no papel titular, o elenco conta com Hugh Grant, Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddington’, dirige.

Baseado no livro de Roald Dahl, a comédia musical Wonka acompanha a história do excêntrico Willy Wonka. Desta vez, descobrimos como começou a história do jovem Willy (Chalamet) em sua jornada até se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, deixando para sempre a casa de seus pais e embarcando em uma de suas aventuras mais fantásticas que, eventualmente, resultou no encontro com seus fiéis ajudantes, os Oompa-Loompas (Grant).

Confira o trailer de ‘Fallen’, adaptação do aclamado romance teen

A série ‘Fallen‘, baseada no aclamado romance teen escrito por Lauren Kate, ganhou o primeiro trailer.

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O projeto está sendo produzido pela Globo Play em parceria com as produtoras Silver Reel e Night Train Media.

O elenco contará com Jessica Alexander (‘Get Even’), Gijs Blom (‘Carta ao Rei’), Timothy Innes (‘The Last Kingdom’), Alexander Siddig (‘Shantaram’) e Sarah Niles (‘Ted Lasso’).

Alexander, Blom, Innes, Siddig e Niles

A trama acompanha Luce (Alexander), uma jovem que é enviada para uma clínica de reabilitação chamada Sword & Cross para cumprir pena após um crime que ela não se lembra de ter cometido.

Entre os outros pacientes, ela encontra o enigmático Daniel (Blom) e o irritante mas irresistível Cam (Innes), todos sob o olhar atento do sinistro médico-chefe Howson (Siddig) e das devotas irmãs gêmeas Miriam e Sophia (Niles).

Durante sua estada, Luce deve desvendar o mistério de quem ela é e por que ela tem uma conexão com Daniel que vai muito além de seu tempo na instituição.

Outros membros do elenco incluem Josefine Koenig, Esme Kingdom, Maura Bird, Lawrence Walker, Indeyarna Donaldson-Holness, Samantha Bell, Julian Krenn, Laura Majid e Courtney Chen.

Escrita por Rachel Paterson (‘Domina’) e Roland Moore (‘Humans’), que também são co-produtores executivos, a atração será dirigida por Matt Hastings (‘The Handmaid’s Tale’).

A supervisão fica a cargo da criadora Claudia Bluemhuber, que também assume a função de produtora, junto com Hastings e Herbert L. Kloiber.

Através de um comunicado, Kloiber comemorou a novidade e adiantou que a adaptação tem previsão de estreia para o ano que vem, ainda sem data específica.

“Estamos muito empolgados por ter completado o elenco de ‘Fallen‘ com um talento internacional de primeira linha, juntando-se a uma equipe de produção de primeira classe, baseada em grandes franquias. Estamos cumprindo todas as promessas do amado livro e estamos entusiasmados por trazer esta série para as telas no próximo ano.”

Teresa Penna, diretora da Globoplay, acrescentou:

“Juntamente com nossos originais produzidos localmente, as co-produções internacionais são uma parte fundamental da estratégia de conteúdo da Globoplay para os próximos anos e acreditamos fortemente que ‘Fallen será um grande sucesso no Brasil, dado o amor as histórias são universais e sabemos que nosso público gosta muito de dramas românticos sobrenaturais.”

Bluemhuber também se pronunciou, dizendo:

“Nos últimos 13 anos, a Silver Reel trouxe conteúdo inspirador, divertido e pioneiro para as telonas. Com ‘Fallen’, continuamos essa jornada de narrativa elevada e dirigida por mulheres agora para a televisão. Esta é uma história de amor épica sobre uma jovem descobrindo sua verdadeira força. Tendo adaptado esta série há anos, estamos incrivelmente empolgados em trazê-la à vida com uma equipe excepcionalmente talentosa.”

Por fim, Hastings disse:

“Inspirado nos romances best-sellers de Lauren Kate, esta é a oportunidade perfeita para alcançar o novo público adulto com personagens diversos e atraentes e uma jornada de herói incomum dentro do gênero da fantasia. Como fã do gênero ao longo da vida, sinto-me extremamente afortunado por produzir e dirigir esta série convincente, fundamentado e que tem um grande potencial.”

Vale lembrar que o romance já ganhou uma adaptação para o cinema em 2016.

No entanto, esta versão se tornou um fracasso de crítica e público, recebendo apenas 7% de aprovação dos críticos e acumulando apenas US$ 41,2 milhões, a partir de um orçamento de US$ 40 milhões.

Infectados atacam nas imagens do próximo episódio da 2ª temporada de ‘The Last of Us’; Confira!

A HBO divulgou as imagens oficiais do segundo episódio da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘, que irá ao ar no dia 20 de abril.

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Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Amanda Seyfried brilha em trailer INÉDITO de ‘O Testamento de Ann Lee’, filme baseado em história REAL

A 20th Century Studios divulgou o novo trailer de ‘O Testamento de Ann Lee‘, drama histórico estrelado pela Amanda Seyfried.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de março.

Mona Fastvold (‘O Sonâmbulo’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela assinou ao lado de Brady Corbet.

Ann Lee, a líder fundadora do movimento Shaker, é proclamada como o Cristo feminino. A trama mostra como ela estabeleceu uma sociedade utópica onde os Shakers adoram por meio de música e dança.

O elenco ainda conta com Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Lewis Pullman (‘Thunderbolts*’), Tim Blake Nelson (‘O Incrível Hulk’), Christopher Abbott (‘Lobisomem’) e Stacy Martin (‘O Brutalista’).

Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram bastante o filme, destacando especialmente a atuação marcante de Amanda Seyfried no papel principal, Ann Lee.

Confira as reações:

“Embora ela seja claramente meio excêntrica, Ann tem otimismo, compaixão e vida, que Fastvold revela em uma série de números musicais hipnotizantes extraídos das verdadeiras escrituras dos Shakers. Também ajuda muito ter Amanda Seyfried no papel principal”, disse Damon Wise do Deadline

“Dramaticamente, o filme pode se tornar cansativo ao longo de seus longos 136 minutos de duração. Mas é como um verdadeiro espetáculo de música e dança, a forma mais inesperada e ousada que a história de Lee poderia assumir, que o filme se torna mais impressionantemente convincente”, disse Guy Lodge da Variety.

“Em última análise, Fastvold merece admiração por realizar um projeto claramente concebido com poucas preocupações comerciais”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Em certo sentido, The Testament Of Ann Lee é uma celebração, e, em sua segunda metade menos exaltada, um apelo, pelas condições necessárias para fazer um filme como The Testament Of Ann Lee, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Fastvold une forma e função para encontrar uma líder religiosa do século XVIII em seus próprios termos, oferecendo uma encantadora e moderna reinterpretação de uma melodia antiquada”, disse Ben Croll do TheWrap.

“Nos seduzindo com vários números musicais, permitindo que abracemos sua essência final como uma fábula de recuperação, Amanda Seyfried brilha com convicções compassivas pelo que parece revolucionário, o controle da mulher sobre seu próprio corpo”, disse Nicholas Bell do ION Cinema.

“As comparações com O Brutalista são inevitáveis… No entanto, a grandiosidade livre e os detalhes minuciosos, sujos e realistas do filme de Fastvold são totalmente únicos: assim como Ann, fiquei tonto e sem fôlego com sua grandeza e coragem”, disse Robbie Collin do Daily Telegraph.

“É um tecido desgastado de história que contém momentos de ousadia artística e beleza, mas que nem sempre se entrelaça em algo satisfatório e sólido”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Ninguém nunca sai”, afirma o novo vídeo do terror ‘A Cura’

A Cura‘ (‘A Cure for Wellness’), terror sobrenatural do diretor Gore Verbinski (‘O Chamado’, ‘Piratas do Caribe’), ganhou um novo clipe, divulgado pela 20th Century Fox.

Confira, com o trailer:

 

Um jovem e ambicioso executivo é enviado para buscar o CEO de sua empresa em um “centro de bem-estar” idílico, mas misterioso, em um local remoto nos Alpes suíços. Ele logo suspeita que os tratamentos milagrosos do spa não são o que parecem. Quando ele começa a desvendar os segredos aterrorizantes do lugar, sua sanidade é testada e ele é diagnosticado com a mesma curiosa doença que mantém todos os convidados ali à espera da cura.

Jason Isaacs, o Lucius Malfoy da franquia ‘Harry Potter‘, viverá o diretor do spa, um homem aristocrático que tem planos obscuros para uma paciente (Mia Goth).

A estreia no Brasil acontece dia 16 de Fevereiro de 2017.

Allison Williams, de ‘CORRA!’, vai estrelar novo terror ‘The Perfection’

A atriz Allison Williams, do estrondoso sucesso de bilheterias ‘CORRA!‘, vai encarar mais uma produção do gênero de terror. Desta vez, a jovem vai estrelar ‘The Perfection‘.

A trama acompanha uma dupla de talentosas violoncelistas conectadas graças a uma obsessão misteriosa. O roteiro e a direção ficam a cargo de Richard Shepard, com quem Allison já trabalhou na aclamada série da HBO, ‘Girls‘.

As filmagens de ‘The Perfection‘ começam no início de 2018 em Shanghai e Vancouver.

‘Stranger Things 3’ será mais sombria e terá muita ação

Os fãs de ‘Stranger Things’ podem esperar uma terceira temporada bem mais sombria e com muitas cenas de ação.

Segundo o produtor executivo da série, Shawn Levy, embora o novo ciclo se passe no verão norte-americano, a atmosfera aparentemente leve e colorida será apenas um background para um ciclo cheio de mistérios.

Em entrevista ao Playlist, ele disse:

“Sem sombra de dúvidas, assim como foi mostrado no viral, o shopping Starcourt será parte da terceira temporada. Assim como o verão. Então, o novo ciclo terá essa dose saudável, bem alegre, leve, com uma diversão cultural. Mas posso te garantir que ele também irá para lugares mais sombrios e teremos muito mais ação do que jamais tivemos”.

A nova temporada trará a fase de transição da personagem Eleven, da pré-adolescência para a adolescência.

Segundo a própria atriz Millie Bobby Brown e o diretor Shawn Levy, o novo ciclo apresentará o seu amadurecimento.

Brown compartilhou a informação com os fãs, durante um evento realizado pela Netflix. Ela ainda comentou sobre a experiência de dar vida a uma figura tão complexa como a Eleven.

Disse:

“A Eleven tem uma narrativa muito linda nesta temporada. Será muito focada em seu amadurecimento e em sua compreensão sobre como é ser uma adolescente normal. E sobre interpretá-la, eu descobri um outro lado da minha atuação que até então eu não conhecia. Descobri novas técnicas para chorar, ficar brava e eu aprendi tanto com a personagem, com aqueles episódios em que fiquei isolada. Isso vai impactar no terceiro ciclo, quando coisas ainda mais estranhas acontecerem. Eu só quero dizer que eu uso aquele estilo de atuação agora e meu método de interpretação para a temporada 3”.

A estreia é prevista para 2019!

Crítica | Big Little Lies – Temporada 2: Um final previsível que vale cada segundo do seu tempo

Com uma narrativa invertida, que apresentava vislumbres de uma tragédia, Big Little Lies foi se consolidando a cada episódio de seu primeiro ciclo com um roteiro intrínseco, conectado e bem alinhavado. Trazendo arcos – aparentemente – desconexos e aleatórios entre si, a trama cresceu de maneira vertiginosa, indo para além do subgênero à la Desperate Housewives, nos mostrando que um pequeno mistério de um caso de bullying, de fato representava uma fina camada que escondia uma sucessão de abusos e agressões. Em seu segundo ano, essa mesma e intrigante história chegou a uma novo ápice, onde a complexidade da feminilidade é explorada a plenos pulmões. Readequando sua perspectiva narrativa para um viés onde flashes do passado cruzam as memórias dolorosas de mulheres que carregam o peso da culpa, a nova temporada se mantém atual e voraz, ainda que não supere seu ano inaugural.

Havia uma certa incerteza quanto à necessidade de continuar a trama dessa que, genuinamente, é uma minissérie com final pronto. Em se tratando de teor construtivo, existia uma boa história a ser narrada. Por fins estilísticos, poderíamos ter ficado sem uma sequência. Mas Jean-Marc Vallée sempre soube como agir e faz da segunda temporada uma necessidade em se tratando de sua pontualidade sócio cultural. Como uma produção que explora um núcleo absolutamente feminino, Big Little Lies cata os cacos da morte de Perry (Alexander Skarsgard) pela ótica da mulher, abordando como o tumultuado (porém honroso) assassinato do agressor/esposo de Celeste (Nicole Kidman) afetou não apenas a percepção das protagonistas sobre si mesmas, bem como sobre as circunstâncias que as rodeiam.

Ultrapassando a fase da conexão de arcos – quando ainda caminhávamos no escuro em se tratando do tipo de clímax que a série nos traria -, a nova temporada é uma espécie de aftermath, mostrando os reflexos que uma tragédia pode acarretar na vida de um grupo de mulheres que, a contra gosto ou não, eventualmente se submeteram a um certo nível de opressão familiar, seja por parte de um homem, de uma mãe ou até mesmo de uma terrível sogra. E nesse embolado contexto, Meryl Streep emerge como a surpresa que sempre pedimos a Deus, entregando uma complexa personagem que transita entre a – antagônica – loucura lúcida e a mais pura insensatez de uma mulher que se ergue de seu próprio passado, subjugando aqueles que também possuem suas próprias mazelas e feridas abertas. Como uma figura incrivelmente passiva agressiva, Mary Louise é a resposta do porque precisávamos de uma nova temporada, ainda que fosse possível viver (não diria que bem) sem ela.

E sob uma direção que explora a luz natural, em contraste com as sombras da noite, a segunda temporada de Big Little Lies traz a ascensão suprema das atuações de Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Shailene Woodley, Zoë Kravitz e – principalmente – de Laura Dern. Como aquela que provavelmente se viu sendo confrontada com seu maior temor, sua adorável arrogância se desabrocha, mostrando uma voraz guerreira, que de fato teme pela derrota e pelo fracasso. E a fim de se manter como essa fênix que surgiu da pobreza ainda em sua juventude, ela está disposta a lutar pelas aparências e – quem diria – por sua própria essência. Nisso tudo, vemos a atriz se destacando com maestria, se apresentando de cara como aquela que mais merece levar as estatuetas em 2020.

E ainda que seu desfecho tenha sido extremamente previsível, a segunda e última temporada de Big Little Lies faz aquilo que um bom fã espera, que nada mais é que ser servido. Encerrando a narrativa de maneira promissora e otimista, a produção entrega uma trajetória que foca muito mais no desenvolvimento de suas personagens a partir das circunstâncias, revelando as adversidades que as mulheres sofrem – em meio a um contexto essencialmente machista. Abordando também a habilidade de se adaptar e transformar as situações, mesmo em meio à incertezas e inseguranças, a série original da HBO acertou em seu timing, provando à audiência mundial que há sempre uma boa história feminina a ser contada. Inteligente, contemporânea e – ainda assim – atemporal, Big Little Lies se despede do público com uma jornada de descobertas sobre o poder que a voz da mulher tem, dentro e fora da ficção.