A razão e a inconsequência. A inconsequência e a razão. Indicado em categorias importante no último prêmio Goya, Que Dios nos Perdone (sem previsão de estreia no Brasil) é instigante, investigativo e que detalha as feridas emocionais dos personagens captadas pelas lentes inteligentes de Rodrigo Sorogoyen, diretor do longa. Ao longo de um pouco mais de duas horas de projeção, somos envolvidos em um thriller alucinante com grandes atuações onde cada peça do quebra cabeça vai aparecendo aos poucos em meio aos conflitos morais e psicológicos dos investigadores de casos de assassinatos interligados.
Na trama, conhecemos os investigadores da divisão de homicídio da polícia espanhola Velarde (Antonio de La Torre) e Alfaro (Roberto Álamo), uma dupla totalmente diferente em relação a personalidade que precisam buscar a prisão de um serial killer de idosas em meio a chegada do papa bento XVI na Espanha. Lutando contra seus próprios demônios internos, por conta de suas personalidades distantes, os policiais entrarão em um caminho praticamente sem volta onde a obsessão e a inconsequência farão parte de sua rotina.
A dupla de investigadores é totalmente oposta mas que se completam. Velarde (Antonio de la Torre) é minucioso, sofre com o preconceito de uma gagueira, nunca deixa de ser objetivo e busca realizar seu trabalho com todos os elementos investigativos que um bom policial precisa ter. Alfaro (Roberto Álamo) é inconsequente, bruto, violento que se coloca em situações agressivas a todo instante e sofre as consequências de seu temperamento diariamente. Um sendo a força o outro a razão, precisam trabalhar em conjunto para buscar um serial killer que violenta idosas em um bairro na Espanha.
Os personagens são intrigantes, se veem como vilões em suas vidas pessoais, imperfeitos como muitos, conseguem reunir peças de uma quebra cabeça envolvente focando na busca de um assassino misterioso, implacável e perigoso. Durante essa busca, precisam convencer o chefe do departamento a classificar as mortes que acontecem como assassinatos de uma mesma pessoa mas isso entra em conflito com a chegada do novo papa o que deixaria em pânico os inúmeros visitantes que estão na Espanha. Como não possuem bom relacionamento com todo o corpo de policiais de sua divisão, entram em conflito a todo instante. O estopim da obsessividade chega por uma traição à Alfaro e um conflito amoroso de Velarde, transformando os minutos finais do filme em pura adrenalina.
Que Dios nos Perdone é um grande achado, um longa com direção competente e atuações acima da média juntamente com um roteiro intrigante que esgota até a última linha para detalhar seus personagens e seus conflitos. O cinema espanhol sempre nos proporciona coisas boas quando procuramos minuciosamente nos inúmeros lançamentos dessa escola europeia fantástica ano pós ano.
Tem algumas tramas que grudam em nossos pensamentos de forma tão intensa que, quando acaba a projeção, continuamos pensando sobre aqueles conflitos. Quando um filme consegue chegar nesse resultado, conquista um lugar bem especial em nossos corações. Para você que está procurando o que assistir, anota as dicas abaixo. Você não vai se arrepender!
Passeando, em partes, pela incrível história de uma das maiores lendas da história do cinema, Steven Spielberg, Os Fabelmans nos apresenta a descoberta do mundo mágico da sétima arte aos olhos de um jovem, que por meio de suas lentes da memória, da lembrança do que significa família, se tornou um ícone que transcende gerações.
Uma mulher da alta sociedade norte-americana (Jessica Chastain), diretora de uma fundação de renome, se apaixona perdidamente por um bailarino mexicano (Isaac Hernández) que está ilegalmente nos Estados Unidos. Ao longo desse relacionamento que se mostra conflituoso, situações vão colocando os personagens em dilemas, até o último suspiro dessa relação.
Alma (Julia Roberts) é uma professora renomada da prestigiada universidade de Yale. Casada com Frederick (Michael Stuhlbarg), ela trabalha há anos para ganhar a titularidade e reconhecimento do seu trabalho. Quando Maggie (Ayo Edebiri), uma aluna de doutorado, faz uma acusação contra Hank (Andrew Garfield), outro professor da instituição, Alma se vê perdida em dilemas trazendo à tona um segredo do passado que transforma seu presente num mar de instabilidades emocionais.
Arezoo Rahimi (Zar Amir Ebrahimi) é uma jornalista que já passou por maus bocados na profissão e resolve partir para uma complexa investigação de um possível serial killer de prostitutas- que promove o terror na cidade de Mexede, no nordeste do Irã. Na sua caçada por provas de quem seria esse assassino, contando com a ajuda de um jornalista local, enfrenta todo tipo de desconfiança além de inúmeras situações políticas ligadas ao caso que ganha os olhos da opinião pública.
Na trama, acompanhamos Rob (Nicolas Cage) um homem que encara sua solitude como algo normal na região de florestas no interior de Oregon, vivendo com seu porco que o ajuda a resgatar trufas e assim vender para um negociante desse produto, o jovem empreendedor Amir (Alex Wolff). Certo dia, em uma noite fria, sequestram seu porco, levando o protagonista a ter que encarar todo seu passado em busca do animal. Parece uma sinopse doida né? Mas saibam, é um filme surpreendente.
O novo trabalho do aclamado cineasta alemão Wim Wenders, Perfect Days, é uma jornada atenta aos detalhes que percorre o curioso recorte sobre um homem de poucas palavras, que contempla o momento na sua forma mais simples, chegando no olhar para o outro em meio as verdades do cotidiano.
Sobre Tornar-se uma Galinha d’Angola (Exibido no Festival do Rio 2025)
Shula (Susan Chardy) está dirigindo seu carro quando, de repente, percebe um corpo estirado no meio da estrada – e logo percebe que se trata de seu tio. Quando a família toma conhecimento do ocorrido, os procedimentos para o funeral se iniciam e, a partir disso, começamos a entender quem era a pessoa que morreu – além de segredos chocantes que são aos poucos revelados.
#SalveRosa (Estreia em breve nos cinemas)
Aos 13 anos, Rosa (Klara Castanho) é uma jovem introspectiva que virou uma celebridade na internet com um canal que reúne milhões de assinantes. Ela vive sob o olhar atento da mãe (Karine Teles), uma mulher controladora, enigmática e que esconde segredos. Nessa relação que vai se mostrando cada vez mais conflituosa, acompanhamos os desenrolares desse chocante retrato quando Rosa começa a descobrir verdades da sua própria história.
A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.
Mia (Rosalinde Mynster) é um escritora de sucesso que vive seus dias em total descontrole, adepta das relações constantes e descartáveis. Tudo muda em sua vida quando conhece Emil (Joachim Fjelstrup), um solteiro, pai de dois filhos. Os dois logo se apaixonam e começam a viver o desejo de ter um filho juntos. Mas esse processo colocará à prova todo o amor que sentem um pelo outro.
Desde que o romance se instaurou entre o cinema e a música, essa se mostrou uma união inseparável. Certos aperfeiçoamentos chegam para ficar, afinal já imaginaram como seria se o cinema fosse mudo até hoje? Mas acreditem, na época muitos defendiam o cinema silencioso, visto e sentido só através de imagens – afirmando que longas falados e com som eram “modinha” passageira. Para termos ideia da estranheza que isso causaria hoje basta conferir grandes homenagens à época como O Artista(2011), por exemplo.
Não há dúvida, o cinema é melhor, muito melhor, com som. E não apenas isso, mas com música também. A música certa, no momento certo, é capaz de encantar, emocionar, fazer refletir, apaixonar, abrir o sorriso ou causar arrepio na espinha (um exemplo deste último é a versão da banda Type O Negative para Summer Breeze na abertura do slasher Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado – talvez um dos melhores momentos do longa).
Igualmente podemos ter o outro lado da moeda, quando cantores e músicos famosos resolvem sair dos bastidores e arriscar como atores, participando e até mesmo protagonizando seus próprios filmes. Às vezes dá certo, tantas outras não. Pensando nestes artistas da música metidos a atores, trazemos uma nova matéria. Mas não apenas isso, de forma nostálgica (como gostamos bem), voltamos diretamente para a década de 80, ver quais cantores andaram se enveredando pelo cinema da época. Confira abaixo.
A rainha do pop dominou as paradas de sucesso nos anos 80 e ajudou a iniciar a carreira do canal MTV graças a seus videoclipes hoje clássicos. De fato, Madonna foi o maior exemplo da geração MTV e de seu estilo de ser. A material girl estreou no cinema em 1979 com o drama Um Certo Sacrifício, mas foi após sua explosão na música nos anos 80 que viriam seus filmes mais famosos no período. Procura-se Susan Desesperadamente (1985) e Quem é Essa Garota?(1987) foram os mais marcantes, ganharam trilha da musa e reprisados até não poder mais na TV aberta.
Mas a década de 80 também trouxe Madonna em pequenas participações nos filmes Em Busca da Vitória(1985) e Doce Inocência (1989); além do fiasco que foi a aventura de época Surpresa de Shanghai (1986), frisando seu relacionamento conturbado com o então marido Sean Penn. A estrela seguiu com outros trabalhos famosos pelas décadas seguintes, como Dick Tracye Evita, e inclusive se tornou diretora. Agora ela promete comandar a própria biografia nas telonas.
E se a rainha da música pop adentrava a sétima arte nos anos 80, o rei não poderia ficar de fora. Sempre primando pela qualidade técnica de seus videoclipes, Michael Jackson era um perfeccionista. Seus clipes eram verdadeiras preciosidades do audiovisual, verdadeiras obras-primas do gênero que impressionam até hoje. Assim como Madonna, a estreia de Michael nas telonas foi no fim da década de 70, com O Mágico Inesquecível (1978), subversão de O Mágico de Oz (1939) bancada pela gravadora Motown, protagonizada por atores e cantores negros. Apesar de ser um verdadeiro fenômeno midiático pop, Michael Jackson só protagonizou dois filmes em sua carreira – sem contar suas pequenas pontinhas aqui e acolá (como em MIB 2).
Nos anos 80, o que todo mundo se lembra é do cult Moonwalker(1988), mistura de sonho nonsense (ou seria pesadelo?) e viagem lisérgica que era vendido para ser um estouro acompanhado de tudo que é peça de merchandising, como um vídeo game por exemplo, mas cujo resultado não foi exatamente esse. Fora isso, em 1986 protagonizou o curta de 17 minutos Captain EO, parte de uma atração em 3D dos parques da Disney, dirigido por ninguém menos que Francis Ford Coppola e escrito por George Lucas – que era uma espécie de Star Warscom Jackson. O astro nos deixou cedo demais em 2009 aos 50 anos.
Prince montando sua Honda customizada para a capa do filme (e disco) “Purple Rain”.
Tido como “rival” de Michael Jackson nos anos 80. E se os fãs elegiam Michael como o rei do pop, bem, Prince se auto intitularia o seu “príncipe”. Falecido 7 anos depois de Jackson, aos 57 anos, apesar de sempre ser o “número 2” nas paradas de sucesso, no cinema ao menos o artista teve seu sucesso. Trata-se dePurple Rain (1984), febre da época que veio acompanhado de uma trilha sonora igualmente muito bem-sucedida, embalada por Prince.
De fato, muitos podem argumentar que Purple Rain é a canção de maior sucesso do artista. No filme, ele vive The Kid, um jovem precisando superar a criação abusiva do seu pai e os desafios da rua para se tornar a sensação da música. Depois de estar no topo do mundo, Prince viria a se empolgar e seguir para a direção de Sob o Luar da Primavera (1986), o qual marcou a estreia nas telas da talentosa Kristin Scott Thomas. O artista viria ainda a protagonizar a sequência de Purple Rain, com Graffiti Bridge(1990), outro projeto de vaidade, escrito e dirigido pelo próprio – que marcaria sua última aparição nas telonas.
David Bowie como o Rei dos Duendes cantou, dançou e fez maldade em “Labirinto – A Magia do Tempo”.
O camaleão da música David Bowie talvez seja o cantor mais constante da sétima arte. Foram nada menos do que 22 participações no cinema ao longo de sua carreira, entre aparições rápidas e personagens protagonistas e coadjuvantes. A carreira de Bowie no cinema começou ainda em 1969, com uma ponta não creditada em Os Soldados Virgens. A primeira atuação como protagonista viria em O Homem que Caiu na Terra (1976), ficção científica experimental que se tornou cult, no qual Bowie vive um alien em missão na Terra.
Já nos anos 80, seu filme mais marcante é a fantasia juvenil Labirinto – A Magia do Tempo (1986), longa pelo qual é mais lembrado e viveu o vilão rei dos Duendes. O filme foi dirigido por Jim Henson, o criador dos Muppets. A década ainda ficaria marcada por suas participações no thriller vampiresco Fome de Viver (1983), o drama de guerra Furyo – Em Nome da Honra (1983), a aventura cômica O Pirata da Barba Amarela (1983), o suspense de ação Um Romance Muito Perigoso (1985), o romance musical Absolute Beginners (1986) e o polêmico A Última Tentação de Cristo (1988).
Sempre ele. o onipresente Jeff Goldblum foi o parceiro da gracinha Cyndi Lauper em “Vibes”.
Se podemos dizer que Prince era o “número 2” de Michael Jackson nos anos 80, Madonna também tinha sua própria medalha de prata nas formas da “maluquinha” Cyndi Lauper. Tão exuberante e excêntrica quando a material girl, Lauper apostava mais numa inocência quase infantil para suas firulas, ao contrário da pulsante sexualidade de sua “rival”. Lauper, é claro, marcaria a década de 80 com sua trilha sonora para Os Goonies(1985), um dos filmes mais adorados do período, ainda hoje enaltecido pelos fãs.
No mesmo ano faria uma participação não creditada no romance Dançando na TV, estrelado por Sarah Jessica Parker. No entanto, nos anos 80, Cyndi Lauper estrelou apenas um filme: a comédia Vibes – Boas Vibrações (1988), na qual protagoniza ao lado de Jeff Goldblum como dois videntes contratados para encontrar um tesouro Inca no Equador. O filme passou completamente abaixo do radar – você conhecia? Depois disso, Lauper fez mais participações no cinema pela década de 90.
Tina Turner
Poderosa! Tina Turner foi uma vilã à altura na pele da Tia Entity em “Mad Max – Além da Cúpula do Trovão”.
Uma das maiores musas empoderadas da música dos anos 80, Tina Turner venceu as adversidades, sobreviveu ao marido abusivo que a espancava, cantando e dançando até o topo das paradas de sucesso. Uma história de vida pra lá de edificante sobre superação, que inclusive ganhou as telas em 1993 na biografia Tina (What’s Love Got to Do With It), onde foi interpretada numa performance indicada ao Oscar por Angela Bassett.
No cinema, a estreia de Turner foi ainda na década de 70, onde participou do musical Tommy(1975), seguindo para O Sargento Pepper e Sua Banda (1978). Porém, seu filme mais famoso estreava na década de 80, com o terceiro e mais ambicioso (então) da franquia pós-apocalíptica Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985). O filme marcou o período e trouxe Turner como a grande vilã “Titia” Entity. Além, é claro, de embalar a trilha sonora com a música tema inesquecível We Don’t Need Another Hero.
Estrela da música country, marcante por seus dotes voluptuosos e madeixas loiríssimas impecáveis, Dolly Parton segue firme e forte estrelando filmes, séries e realities no auge de seus gloriosos 75 anos. A estreia no cinema foi logo no início da década, em 1980, com o que se tornou um de seus maiores sucessos: Como Eliminar Seu Chefe. O longa, dono de uma pegada de empoderamento feminino trazia Parton ao lado das musas Jane Fonda e Lily Tomlin como três secretárias alvo de um chefe misógino e cafajeste. O longa segue rendendo frutos até hoje e se tornou uma bem sucedida peça de teatro. Parton marcaria os anos 80 com suas comédias inusitadas ao lado de grandes machões da época.
Em A Melhor Casa Suspeita do Texas (1982) ela contracena com Burt Reynolds, grande nome do cinema de ação. Parton é a cafetina de um bordel, enquanto Reynolds é o xerife da cidade e cliente assíduo que luta para mantê-lo funcionando. Dois anos depois e a parceria era com Sylvester Stallone (então saído de três Rocky e um Rambo) no filme Rhinestone – Um Brilho na Noite (1984), onde devido a uma aposta Parton precisa transformar um motorista de taxi (Stallone) num cantor. Fechando a década, Flores de Aço (1989) trouxe Dolly Parton como parte de um elenco de mulheres muito poderosas num filme sobre a amizade feminina. Contracenam com a estrela: Shirley MacLaine, Olympia Dukakis (falecida recentemente), Sally Field, Daryl Hannah e Julia Roberts.
It’s Alive! Sting é o cientista louco que cria a mulher perfeita (Jennifer Beals) em “A Prometida”.
Marcante para a música tanto em sua participação como líder da banda de rock The Police, quanto em carreira solo,Sting ficaria marcado nos anos 80 por suas atividades humanitárias e ecológicas, já naquela época conhecido como forte defensor da preservação da Floresta Amazônica. O grande artista tem quatro indicações ao Oscar por suas contribuições nas canções de filmes. Assim como a maioria dos músicos que viveu nos anos 80, Sting não deixaria passar a oportunidade de aparecer nas telonas, fosse em participações menores como coadjuvante, fosse protagonizando seu próprio filme.
A estreia de Sting nas telonas ocorreu ainda em 1979, mas seu primeiro filme marcante viria somente em 1984, com a ficção científica Duna – adaptação de um famoso livro que é uma verdadeira superprodução. O filme fracassou e anos depois ressurgiu como obra cult, inclusive gerou um remake que está em vias de ser lançado, dirigido por Denis Villeneuve. Outra participação marcante de Sting nos anos 80 foi em A Prometida (1985), o único filme de fato protagonizado pelo cantor. Esta é uma reinterpretação do clássico A Noiva de Frankenstein, no qual Sting vive o cientista criando a mulher perfeita nas formas de Eva, papel de Jennifer Beals recém-saída do sucesso de Flashdance (1983).
Os diretores já revelaram que o Thanos é provavelmente o personagem com mais tempo de tela no filme, o que indica que veremos muito do vilão em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Em uma entrevista ao Empire Magazine, o ator Tom Holland (o Homem-Aranha) sobre um pouco sobre a assustadora performance do ator Josh Brolin (Thanos):
“Josh é assustador! Ele tem que usar um traje bem engraçado com ombros largos e uma bola de tênis acima de sua cabeça. O visual é ridículo, mas assim que as câmeras começam a rolar, ele se torna esse alien enorme e aterrorizante.”
Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) também comentou sobre o vilão.
“Eu o amo. Brolin não se leva a sério, mas tem bastante peso em como ele está interpretando esse vilão. Nós literalmente ficamos um pouco assustados quando ele para de rir brincar e começa a gravar.”
Vilões sempre foram algumas das críticas mais fortes contra os filmes da Marvel, mas parece que, desta vez, eles não poderiam ter acertado mais, não é verdade? Principalmente colocando a narrativa da história sob o seu ponto de vista.
Com as filmagens já finalizadas, detalhes sobre a trama de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ começam a circular pela internet. Um usuário do Reddit vazou novas informações sobre a sequência, incluindo a participação do Mysterio.
“Criaturas que absorvem seus poderes com os elementos da terra, vento, fogo e água serão espalhados pela Europa. Mysterio vai lutar e salvar o dia dessas criaturas elementares para parecer um herói ao público.
Ned e Michelle terão papéis maiores do que no último filme.
Outra grande revelação: Happy Hogan e Tia May serão um casal! Isso adiciona muita comédia à trama, porque o Peter está super desconfortável com isso.”
As informações são apenas rumores, mas, recentemente, foram divulgadas algumas fotos de bastidores que mostram o ator Jake Gyllenhaal usando o uniforme do vilão Mysterio.
Na trama, doze estranhos acordam sem saber onde estão, após um apagão. O longa reúne elementos de filmes de ação com sátira social, ao mostrar um grupo de elite que persegue e mata humanos por esporte.Hilary Swank (ganhadora do Oscar®), Emma Roberts (American Horror Story), Betty Gilpin (O Grito e Juntos Para Sempre) e Justin Hartley (This is Us) são alguns dos nomes do elenco.
» O terror ‘A Caçada‘ teve sua estreia cancelada nos EUA por quase um ano. O motivo? Sua trama política, envolvendo um genocídio entre democratas e republicanos nos EUA. Para quem não sabe, após atentados terroristas de supremacia branca no início de agosto e discursos políticos culpando a mídia pela violência, a Universal Pictures e a Blumhouse decidiram cancelar o filme.
» Em um comunicado, o estúdio revelou o cancelamento em respeito às vítimas dos atentados. “Após cuidadosa consideração, o estúdio decidiu cancelar os planos de lançamento do filme. Nós apoiamos nossos cineastas, e continuaremos a lançar filmes em parceria com diretores visionários, como os que estão associados a esse thriller de sátira social. Porém, entendemos que essa não é a hora certa de lançar esse projeto.”, diz o comunicado.
» Em entrevista com a Variety, o diretor Craig Zobel falou sobre o ocorrido e esclareceu sua intenção com a trama do filme: “Nossa ambição era cutucar os dois lados igualmente. Procuramos nos entreter e unificar, não enfurecer e dividir. Cabe aos telespectadores decidir qual será a visão deles. Eu queria fazer um suspense de ação divertido para satirizar esse momento em nossa cultura – onde julgamos as crenças de alguém por causa do partido que achamos que defendem… E depois começamos a gritar com eles. Essa pressa em julgar é um dos problemas mais relevantes da nossa época.”
A animação ‘Avatar: A Lenda de Korra‘ finalmente retornou ao catálogo brasileiro da Netflix! Todos as quatro temporadas da série estão disponíveis no serviço de streaming.
Vale lembrar que todas as três temporadas da série original, ‘Avatar: A Lenda de Aang‘, também estão disponíveis na plataforma.
A série se passa 70 anos depois dos eventos de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ e segue as aventuras do Avatar após Aang, que dessa vez é uma mulher, uma dedicada, rebelde e destemida adolescente da Tribo da Água do Sul chamada Korra.
A Diamond Films divulgou o primeiro teaser legendado da cinebiografia ‘Spencer‘, que acompanha três dias na vida da Princesa Diana.
Confira:
Pablo Larraín (‘Lisey’s Story’) é responsável pela direção.
A trama será focada em um único fim de semana na vida da Diana (Stewart), em que ela passou o Natal ao lado da família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra. Foi nesta ocasião que ela decidira se divorciar de Charles, em virtude dos inúmeros rumores de seu caso com a Camila.
O longa será lançado pela NEON nos cinemas norte-americanos no dia 5 de Novembro.
‘Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxeNatalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.
Em entrevista ao The Direct, o produtor executivo Jeremy Slater revelou quais vilões ele originalmente considerou para a série ‘Cavaleiro da Lua‘ (Moon Knight).
“Bushman estava nas minhas primeiras versões do roteiro. Nós tentamos desenvolver diversas versões do personagem. No final das contas, cortar o Bushman da história foi uma decisão minha. Eu disse para a Marvel que não estava confortável com isso, e se podíamos discutir sobre opções diferentes, e eles sempre me deram muito apoio.”
Ele completa, “Nós também consideramos vários vilões clássicos. Há alguns que discutimos mais profundamente, como a Stained Glass Scarlet e o Zodiac. Nenhum deles realmente se encaixou nos parâmetros da história que queríamos contar. Eles me deram uma lista com todos os vilões que já apareceram nos quadrinhos do ‘Cavaleiro da Lua’.”
Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis no catálogo da Disney+.
A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.
Originalmente, a produção estava sendo desenvolvida como uma minissérie, mas o projeto acabou assumindo o formato de um longa-metragem. O site ainda afirma que há possibilidade do Abrams assumir a direção, com DiCaprio interpretando o personagem titular.
O roteiro será assinado pela dupla Ed Zwick e Marshall Herskovitz.
Na trama…
“Billy Summers é um assassino de aluguel que quer se aposentar e aceita um último trabalho finalizar sua carreira. O trabalho exige que ele se acomode em uma cidade tranquila, onde finge ser um aspirante a escritor. Ele se infiltra em um escritório com uma visão direta de onde o assassino Joel Allen será levado para ser julgado por atirar em dois homens durante um jogo de pôquer. Allen também cometeu assassinatos suficientes para que alguns mafiosos de alto nível ficassem com medo de que o atirador incriminasse seus ex-empregadores para diminuir sua sentença. Summers, um artesão meticuloso, torna-se cada vez mais cínico em relação aos mafiosos que o contrataram, e seu ceticismo é justificado quando as coisas dão errado após a conclusão do trabalho.”
A Warner Bros. será o estúdio responsável pela adaptação.
Em entrevista ao ComicBook, Rhys Darby (‘O Que Fazemos nas Sombras’), que interpreta o Stede Bonnet em ‘Nossa Bandeira é a Morte‘ (Our Flag Means Death), revelou o que ele espera ver em uma possível 3ª temporada da série.
O ator afirmou que adoraria explorar o relacionamento entre o seu personagem e o Ed/Barba Negra no próximo ciclo.
“Não sei o que acontecerá na terceira temporada. O Stede certamente embarcou em uma grande jornada. Acredito que ele e o Ed estão se enganando quando pensam em viver uma vida normal, uma vez que ambos se tornaram piratas infames nesta região. Sinto que eles estão passando por uma fase de lua de mel, e terão que enfrentar problemas ainda maiores. Seria divertido explorar mais essa relação.”
Ele completa, “Como o relacionamento deles irá funcionar? Todos os piratas acabam morrendo ou sendo capturados. Também acho que seria muito difícil para o Stede deixar sua tripulação, que é como sua própria família. Ele tem uma conexão muito forte com essas pessoas, e se preocupa com elas. Felizmente, ele tem o apoio de pessoas fortes que são mais capazes do que ele.”
Vale lembrar que as duas temporadas já estão disponíveis na HBO Max!
David Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.
Rhys Darby interpreta Bonnet. Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.
Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.
Em entrevista ao podcast Club Random, Quentin Tarantino (‘Bastardos Inglórios’) desmentiu os rumores recentes sobre ‘The Movie Critic‘, que alegadamente marcaria o último filme sob o seu comando.
O cineasta não entrou em detalhes sobre o possível cancelamento da produção, mas destacou as diversas notícias falsas que foram reportadas sobre o projeto.
“Quando você vê notícias como ‘Quentin vai fazer um filme da franquia Star Trek’, ou ‘Quentin vai fazer um filme chamado The Movie Critic’ ou uma reportagem de que o Quentin vai fazer qualquer merd*, é como quando aquele cara escreveu aquela biografia de Howard Hughes que acabou sendo uma farsa… A questão é que eles podem dizer qualquer coisa: ‘Oh, Quentin vai escalar Tom Cruise! Quentin vai escalar Tom Cruise como o crítico de cinema!'”.
Ele completa, “O mais engraçado sobre ‘The Movie Critic’ é que começaram a dizer que eu escalaria aquele ator, Paul Walter Hauser… mas acho que é engraçado que eles só reportaram isso porque pensaram que ele se parecia com um crítico de cinema, então eles o escolheram para a notícia. O meu ponto é que, se alguém reporta algo, isso é replicado em 140 outros lugares.”
Anteriormente, o The Hollywood Reporter, havia reportado que ‘The Movie Critic‘ seria ambientado em Hollywood na década de 1970, e a trama mostraria os filmes anteriores do diretor existindo na mesma época.
Apesar de originalmente ser inspirado em um cínico crítico de cinema que o diretor cresceu lendo, os rumores apontavam que o projeto havia sofrido alterações drásticas e traria Brad Pitt como Cliff Booth, o dublê que o ator interpretou em ‘Era uma Vez em… Hollywood‘.
Tom Cruise (‘Missão: Impossível’) também estava cotado participar da produção – o que marcaria sua reunião com o astro Brad Pitt 30 anos após ‘Entrevista com o Vampiro‘.
Margot Robbie também estava cotada para ser a protagonista feminina do filme.
Mortal Kombat 2 traz os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.
Karl Urban estrela Mortal Kombat 2 como Johnny Cage, ao lado de Adeline Rudolph, Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Mehcad Brooks, Tati Gabrielle, Lewis Tan, Damon Herriman, e com Chin Han como o Imperador da Exoterra, Shang Tsung;Tadanobu Asano como Lorde Raiden; Joe Taslim como o guerreiro Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada como Hanzo Hasashi e Scorpion.
Curiosidades:
» Jeremy Slater, de ‘The Umbrella Academy‘, assina o roteiro da adaptação;
» O filme volta com direção de Simon McQuoid, o mesmo do primeiro longa, e traz de volta boa parte do elenco original — personagens como Scorpion, Sub‑Zero, Jax, Sonya Blade e outros estão de volta.
» Nesta sequência, o icônico personagem Johnny Cage aparece nas telas pela primeira vez nessa versão, interpretado por Karl Urban — o que aumentou bastante a expectativa dos fãs.
» A produção investiu pesado não só em lutas e efeitos visuais, mas também em recriar os cenários clássicos do universo do jogo — com cenários práticos e CGI para dar mais realismo às arenas e reinos.
» Quando o primeiro trailer chegou, ele estabeleceu um recorde impressionante para filmes adultos: ultrapassou 100 milhões de visualizações em tempo recorde — o que demonstra o hype enorme em torno do projeto.
» Originalmente, a estreia estava marcada para outubro de 2025 — mas o lançamento foi adiado. A data final confirmada nos EUA passou para maio de 2026 (com previsão de cinemas e IMAX), decisão tomada para evitar a concorrência com outros filmes e dar mais visibilidade à produção.
» O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao);
» A produção ainda irá introduzir Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’);
Jorma Taccone (‘Popstar: Sem Parar, Sem Limites’) é responsável pela direção.
Na trama original, um casal passando por uma fase ruim viaja para uma cabana nas montanhas. Porém, um está secretamente planejando matar o outro. Mas tudo muda quando três figuras ainda mais perigosas do que eles aparecem na casa.
Mila Kunis e Kate Mckinnon estão em negociações para estrelar uma comédia com temática de espionagem, intitulada ‘The Spy Who Dumped Me’.
Escrita por Susanna Fogel e David Iserson, a produção será desenvolvida pela Lionsgate e ainda não possui diretor confirmado.
Na trama, Kunis e Mckinnon interpretarão duas melhores amigas que sempre se apoiaram. Quando uma delas descobre que o namorado – que recém terminou o relacionamento – era de fato um espião, as duas acabam envolvidas em uma conspiração internacional.
As filmagens de ‘The Spy Who Dumped Me’ começam ainda no primeiro semestre.
A 7ª e última temporada de ‘Scandal’ retorna na próxima semana, no dia 18, e novas imagens foram divulgadas com exclusividade pela revista Entertainment Weekly.
O spin-off de ‘Roseanne’ já estreou, mas seu elenco continua crescendo, com a chegada do astro Matthew Broderick à produção. A informação foi divulgada pelo Thw Wrap.
Segundo a publicação, o ator de ‘Curtindo a Vida Adoidado‘ interpretará Peter, o interesse amoroso da Tia Jackie (vivida por Laurie Metcalf).
Sua estreia na produção será no episódio especial de Halloween, que será exibido em 30 de outubro.
O revival de ‘Roseanne‘, que havia sido renovado no começo do ano, foi a maior estreia de 2017, com 5.1 pontos na demo, e 18,16 milhões de espectadores no total. Apesar disso, a série foi cancelada depois de comentários racistas feitos pela atriz principal.
Na trama de ‘The Conners‘, especula-se que a protagonista original morreu por overdose de opioides.
A nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de conferir, com EXCLUSIVIDADE no Festival de Toronto, a cinebiografia Judy, que relata os dias finais da artista Judy Garland, conhecida por estrelar O Mágico de Oz e Nasce Uma Estrela.
E aqui, Renée Zellweger é uma das favoritas ao Oscar de Melhor Atriz! Será que ela leva mesmo a estatueta? Descubra nessa análise, SEM SPOILERS!
O filme é dirigido por Rupert Goold, aclamado diretor de teatro.
Confira a sinopse oficial:
Inverno de 1968. A lenda do show businessJudy Garland chega a Swinging London para performar durante cinco semanas. Já faz 30 semanas desde que a atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Dorothy em ‘O Mágico de Oz’; e, se sua voz sofreu com o tempo, sua intensidade dramática aumentou exponencialmente. Conforme se prepara para o show, ela lida com seu gerente, com músicos charmosos e reminiscências de seus amigos e fãs.
A aguardada 3ª temporada da popular série ‘American Gods‘ ganhou data de estreia. A nova leva de episódios chegará à plataforma de streaming no dia 10 de janeiro de 2021.
O anúncio foi feito pelo próprio Neil Gailman, por meio de sua conta oficial do Twitter. Na ocasião, ele ainda compartilhou uma carta com todos os detalhes fundamentais do novo ciclo e da abordagem narrativa que os fãs testemunharão.
Confira:
“Quando começamos a fazer a terceira temporada de American Gods, não tínhamos ideia de como seria oportuno. Sabíamos que queríamos voltar ao que as pessoas amavam e respondiam no livro: Que era hora de Shadow ir para a pequena cidade de Lakeside e tentar se perder na normalidade. E, ao mesmo tempo, na terceira temporada, queríamos focar nos personagens e em suas jornadas. Mostrar Shadow trilhando um caminho guiado pelos deuses de seus ancestrais, tornando-se mais ele mesmo enquanto decide quem ele é e de que lado está – da humanidade ou dos deuses.
Também sabíamos que queríamos continuar a enraizar o show nas paisagens da América. Para explorar o que ‘América’ significa para seu povo e falar sobre os imigrantes – sobre as pessoas muito diferentes que vieram para esta terra notável e trouxeram seus deuses com eles. Os novos deuses do telefone, do aplicativo e do glitter exigem nossa atenção e nosso amor, e os antigos deuses querem significar algo novamente. A América deve ser para todos nós, e American Gods deve refletir isso. Esta temporada realmente parece que sim. É cheia de drama e emoção, o tanto o drama real, como o totalmente estranho, e apresenta algumas das melhores performances que a série já viu. Ela traz de volta os personagens favoritos, alguns de maneiras novas e notáveis, e encontraremos pessoas e deuses que nunca conhecemos antes. Tenho orgulho de nosso elenco brilhante – de Ricky e Emily, de Yetide e Ian, Bruce, Demore, Omid e todo o resto – e do que os escritores fizeram para trazer a história de volta aos trilhos.
As lutas dos deuses e do povo na terceira temporada de American Gods são as lutas da América. Não achamos que seria tão oportuno quando o planejamos, nem acho que o romance ainda seria relevante quando o escrevi há mais de 20 anos. Mas estou feliz que esteja acontecendo agora, em um ano em que parece que diversas histórias estão sendo ouvidas, honradas e com a permissão de mudar o futuro”.
Everything you wanted to know about when American Gods Series 3 is starting in the US. (I’ve seen finished cuts of the first 4 episodes and rough cuts of all of them. It’s really good.) (And it starts internationally the following day.) pic.twitter.com/6YMnL9vEzn
Confira a lista com os títulos de todos os episódios da nova temporada:
Episode 3.01 – A Winter’s Tale Episode 3.02 – Serious Moonlight Episode 3.03 – Ashes and Demons Episode 3.04 – The Unseen Episode 3.05 – Sister Rising Episode 3.06 – Conscience of the King Episode 3.07 – Fire and Ice Episode 3.08 – The Rapture of Burning Episode 3.09 – The Lake Effect Episode 3.10 – Tears of the Wrath-Bearing Tree
Detalhes sobre os capítulos ainda não foram revelados.
Assista ao primeiro teaser do próximo ciclo:
Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.
A 8ª e última temporada da aclamada série ‘Black-ish‘ promete fortes emoções para os fãs e o vindouro ciclo ainda contará com a ilustre participação especial da ex primeira-dama norte-americana Michelle Obama.
A novidade foi compartilhada pela conta oficial da série no Twitter, junto à uma foto dos bastidores, que traz Michelle cercada pelo elenco principal.
Confira:
“Black-ish vai com com tudo em sua temporada final! Estamos honrados por ter a pioneira Michelle Obama se juntando a nós como uma das vindouras convidadas especiais”.
Na trama, um homem negro de classe média alta luta para criar seus filhos com um senso de identidade cultural, apesar de constantes contradições e obstáculos vindos de sua esposa liberal, de seu pai de valores tradicionais e de suas próprias crianças, que enxergam o mundo de outra maneira. A série problematiza relações sócio-culturais com um humor conciso.
A Paris Filmes fará sessões antecipadas do ‘O Ritual‘ a partir de 24 de julho nos cinemas, uma semana antes da estreia oficial do longa – que acontece no final do mês, em 31 de julho.
O anúncio ainda veio acompanhado de um cartaz. Confira:
Baseado no exorcismo mais documentado da história, que originalmente durou 23 dias, o filme é protagonizado por Al Pacino e Dan Stevense acompanha dois padres – um deles em crise com sua fé e o outro confrontando um passado turbulento – que precisam superar suas diferenças para realizar um exorcismo arriscado.
Dirigido porDavid Midell, o longa acompanha dois padres – um deles em crise com sua fé e o outro confrontando um passado turbulento – que precisam superar suas diferenças para realizar um exorcismo arriscado.
Midell também coassina o roteiro ao lado de Enrico Natale.
Durante uma live ao vivo, um dos assuntos foi, claro, sobre o vilãoThanos e o caos que ele irá causar no Universo Cinematográfico da Marvel. Segundo Feige, em apenas cinco minutos de filme Thanos mostrará porque é o maior vilão de todos.
“Esse é certamente o maior filme que já fizemos. Ainda está sendo rodado, nós estamos rodando ao longo de todo esse ano e Josh Brolin está fazendo um trabalho incrível no papel de Thanos. Vocês sabem, nós estamos dando pequenas amostras de Thanos desde o primeiro filme dos Vingadores. Temos dado essas amostras dele por anos e quando você mostra algo por tanto tempo, você tem que entregar. Então, nos primeiros cinco minutos de Vingadores: Guerra Infinita as pessoas irão entender porque Thanos é o maior e mais cruel vilão da história de todo o Universo Cinematográfico da Marvel.”
O que será que vai acontecer nesses minutos? Um fato é: podemos esperar um filme épico e chocante.
O fenômeno teen ‘High School Musical’ está de volta e vai ganhar uma nova série de TV. É o que afirma o anúncio divulgado pelo Wall Street Journal, que tiveram acesso às informações que estão sendo divulgadas durante o evento de resultados da companhia e foram dadas pelo atual CEO da Disney, Bob Iger.
De acordo com o anúncio, a série vai se unir as novas produções como séries de ‘Star Wars’ e ‘Monstros S.A.’, que serão produções originais da nova plataforma de streaming da Disney, em 2019.
Agora, a série também contratou seu roteirista: Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação ‘O Touro Ferdinando’.
Aguardem novas informações oficiais em breve.
‘High School Musical 3: Ano da Formatura‘ chegou aos cinemas há nove anos, em 2008, encerrando a franquia após uma série de TV de sucesso e três filmes.
Frases de efeito, roupas coloridas, explosões, violência não explícita, lutas de CGI e bilheterias bilionárias. O mercado de filmes protagonizados por super-heróis é um dos mais lucrativos na Hollywood do século XXI, conquistando público, crítica e batendo recorde atrás de recorde nas bilheterias do mundo. Esse sucesso comercial consolidado teve início lá nos anos 2000, com o primeiro filme dos X-Men.
Filmes com heróis viraram sinônimo de boa bilheteria em Hollywood
Desde então, cada vez mais franquias envolvendo os personagens de histórias em quadrinhos vieram ganhando as telonas.No entanto, o ano de 2010 parece ter sido uma exceção às superproduções de heróis espalhafatosos. Com orçamentos mais modestos, tramas absurdamente criativas e efeitos visuais simplórios, três longas foram lançados e se consagraram como grandes sucessos de crítica. Essas três aventuras, tratadas como filmes independentes, são faladas até hoje e foram importantíssimas para alguns rumos da Hollywood atual.
O primeiro dessa linha foi Kick-Ass: Quebrando Tudo, que chegou aos cinemas americanos em 16 de abril, e só desembarcou no Brasil em junho do mesmo ano. Baseado na HQ homônima de Mark Millar, o filme tinha como premissa a seguinte pergunta: “Se super-heróis são tão populares, por que ninguém tenta ser um?”. Assim como nos quadrinhos, o protagonista, Dave Lizewski, é um adolescente excluído, que resolve largar a monotonia de ser um Zé Ninguém nas escolas e virar um super-herói na vida real. Porém, a vida de vigilante resulta em um acidente quase mortal e o leva a conhecer “heróis” de verdade.Apesar de ser muito fiel aos acontecimentos da HQ, o filme tem uma diferença primordial. Enquanto os quadrinhos mostram os atos de Dave, Hit-Girl e Big Daddy como resultado de fraqueza emocional, doenças mentais e aliciação de menores, realmente ridicularizando seus próprios personagens, o filme segue uma linha mais motivacional. Mostrando que, apesar dos ferimentos e de todas as desventuras nas quais o trio protagonista se envolve, tudo aquilo é benéfico para as respectivas personalidades. Ou seja, eles ajudam a sociedade e se beneficiam de certas coisas utilizando a fantasia.A nível de contribuição para Hollywood, o sucesso de Kick-Ass e os comentários exaltando as cenas de violência gráfica e os palavrões foram os primeiros sinais de que filmes com heróis para maiores poderiam ser um nicho lucrativo a ser explorado. O protagonista, interpretado até então por um pouco conhecido Aaron Taylor-Johnson, abriu as portas do ator para adentrar no Universo Cinematográfico Marvel no papel do Mercúrio. A jovem Chloë Grace Moretz, com apenas 12 anos de idade, roubou a cena com uma atuação fantástica no papel da violenta Hit-Girl, se firmando como uma das maiores promessas de Hollywood até então. Nicolas Cage, que andava em baixa, fez um trabalho brilhante como Big Daddy, ganhando uma nova chance nos cinemas. E o diretor, Matthew Vaughn passou a ser bastante requisitado, chegando até a assumir a franquia Kingsman.
O sucesso do filme garantiu uma sequência de gosto duvidoso, que contou inclusive com críticas negativas de Jim Carrey, que estava no filme. Por não ter atendido às expectativas, as chances de ocorrer uma adaptação de Kick-Ass 3 são quase nulas.
Mais tarde, em agosto, chegou aos cinemas Scott Pilgrim Contra o Mundo. Tanto o filme quanto a HQ são venerados no “Mundo Geek” até hoje. Dirigido pelo “alternativo” Edgar Wright, a história adapta os quadrinhos sobre Scott Pilgrim, um jovem canadense que tem um jeitão esquisito e introvertido e acaba se apaixonando pela excêntrica Ramona Flowers enquanto já tem namorada. Conforme vai se envolvendo com Ramona, Scott descobre que terá que derrotar os sete ex-namorados malvados dela se quiser ter um relacionamento. Misturando toda uma estética vinda dos quadrinhos, incluindo alguns cortes secos e ações típicas das HQs, ao universo dos videogames, o filme foi um sucesso de crítica, conquistando impressionantes 81% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes. Os elogios foram tecidos a Edgar Wright que, segundo eles, soube conduzir de forma muito criativa e dinâmica um roteiro pouco inspirado.Wright, que até então era responsável por filmes considerados “independentes” de humor britânico, entrou de vez no cenário da Cultura Pop com Scott Pilgrim. O filme logo se tornou um fenômeno Geek, assim como Mary Elizabeth Winstead, que ficou eternizada como Ramona Flowers e praticamente só conseguiu papéis em longas voltados para o público Geek. Brie Larson, nossa Capitã Marvel, teve seu primeiro papel de destaque, chegando até a cantar no filme, e Michael Cera se consolidou como o “lerdão” de Hollywood.
Chris Evans e Brendon Routh também marcaram presença no longa
Por fim, em setembro de 2010, foi a vez do quase desconhecidoJames Gunn lançar seu mais novo projeto no Festival de Cinema de Toronto, o filmeSuper. Com um elenco fantástico para um filme de baixo orçamento e sem se basear exatamente em uma história em quadrinhos específica, esta aventura esquisitona é uma das obras mais incríveis do gênero, mas não tem o devido reconhecimento.Na trama, Frank Darbo (interpretado por Rainn Wilson, o Dwight de The Office – sugestão de casting feita pela ex-esposa de James Gunn, Jenna Fisher, a Pam de The Office) é um chapeiro de lanchonete que acumulou uma série de fracassos desde a infância. Seu único orgulho na vida é a esposa Sarah, vivida por Liv Tyler. Porém, o mundo de Frank vai por água abaixo quando ela tem uma recaída no vício em drogas e deixa o marido pelo grande traficante da região, Jacques (Kevin Bacon).Afundado na depressão, Frank se apoia em sua outra única memória “positiva”, que foi quando ele ajudou um policial a recuperar a bolsa de uma mulher. Assistindo a um programa de TV sobre um super-herói cristão, o rapaz sonha com tentáculos divinos que invadem sua mente e pregam sua nova missão na Terra: ser um super-herói para salvar Sarah das mãos de Jacques.
Dotado de nenhum superpoder, Frank assume a identidade de Crimson Bolt, que sai pelas ruas resolvendo crimes banais com muita violência e sua arma: uma chave inglesa vermelha. No começo, ninguém leva ele a sério, mas depois de estudar muitos gibis, ele começa mesmo a ameaçar o cartel de Jacques, chegando até a conseguir uma ajudante: a jovem Boltie (Ellen Page).
O filme é 100% James Gunn. Tem muita violência explícita, alguns momentos de gore, um visual excêntrico, uma cena de estupro conduzida de modo muito desconfortável – apesar de ser feita como uma paródia de um conceito controverso do universo do Homem-Aranha, e a incrível capacidade de fazer o público torcer por um personagem moralmente questionável e socialmente questionável.
Foi este filme que fez Kevin Feige se interar dos trabalhos de James Gunn, e segundo o próprio CEO do Marvel Studios, foi a habilidade demonstrada por Gunn de trabalhar um personagem estranho e sem conhecimento do público que o creditou a ser a mente por trás do universo dos Guardiões da Galáxia. Também foi o maior papel de Rainn Wilson nos cinemas. O eterno Dwight Schrute dá um verdadeiro show na pele de Frank/ Crimson Bolt.
Kevin Feige lutou até o último segundo para que a Disney readmitisse Gunn para a franquia dos Guardiões
O filme voltou a ser citado recentemente em Brightburn – Filho das Trevas, que foi produzido por James Gunn, em uma pós-créditos nas quais um repórter mostra outras aparições de heróis. Dentre as imagens, há uma foto do Crimson Bolt, confirmando que os dois filmes se passam no mesmo universo.
O Crimson Bolt aparece no final de Brightburn como um dos “supers” daquele universo
Além dos caminhos indiretos que esses filmes traçaram para os heróis em Hollywood – James Gunn, por exemplo, foi responsável por idealizar todo o universo cósmico da Marvel, o fato de todos eles serem classificados para maiores de idade e terem sido realizados com baixo orçamento – e terem correspondido nas bilheterias – foi fundamental para que longas com heróis para maiores, como Deadpool, Logan eVenom, ganhassem sinal verde na produção. São filmes diferentes do padrão estabelecido porMarvel e DCao longo dos últimos, mas merecem demais ganhar mais atenção do que recebem hoje.
Estamos vivendo uma época em que é preciso repensar as representações, as representatividades e como determinados assuntos são abordados. E tudo isso se torna ainda mais sensível no gênero da comédia, que por tantos anos fez sucesso apontando o dedo pro outro e rindo das pessoas que não se encaixavam dentro de uma dita normatividade. Ainda assim, é possível fazer comédia, e de forma inteligente. Mas não é o que aconteceu em ‘Desperados’, novo filme do gênero da Netflix.
Wesley (Nasim Pedrad) não tem emprego, nem namorado, tem mil dívidas e, pra piorar, um poste cai sobre seu carro e o destrói. Ela desabafa com suas melhores amigas, Brooke (Anna Camp) e Kaylie (Sarah Burns), e tem certeza de que as coisas só vão começar a se encaminhar na sua vida quando ela achar o cara certo – e casar e ter filhos com ele. Então, ela conhece Jared (Robbie Amell), e decide ser a mulher ideal para ele porque, se for quem é, ele se afastaria. Só que uma reviravolta a faz enviar um e-mail bastante desaforado pra ele, mas, segundos depois ela se arrepende e, pra tentar consertar a besteira que fez, ela decide viajar com suas amigas até o México, para brilhantemente invadir o quarto de hotel onde Jared está hospedado, roubar seu computador e apagar o email.
O roteiro de Ellen Rapoport parte de uma premissa que já não conquista genuinamente seu público alvo – a mulher que corre atrás do carinha porque está desesperada pra casar. Como se não bastasse isso, as situações cômicas que são inseridas no filme são extremamente xenofóbicas e de mau gosto. [*SPOILER*] Exemplo disso é quando Wesley chega no hotel e deixa cair seu vibrador da bolsa, ao que um menino de uns 12 anos inocentemente pega e fica curioso com o objeto; mais tarde, Wesley sem querer acaba entrando de toalha no quarto desse garoto, só que a toalha cai e, numa tentativa de devolver a toalha para Wesley, o garoto toca nos seios dela. O nervosismo da atriz na cena gera o riso, porém, vamos inverter a coisa: se fosse uma menina de 12 anos tocando na bunda ou no pênis de um homem adulto, essa mesma cena seria engraçada? Pois é. [*FIM DO SPOILER*]
A diretora LP se esforça em usar os planos para suavizar as piadas problemáticas, sem mostrar estes pontos pois, sem evidências, não há problema. Mas quando você tem uma história em que personagens norte-americanos vão para o México para fazer besteira, no final das contas você só está reforçando estereótipos tóxicos e xenofóbicos.
O que faz rir em ‘Desperados’ é na verdade o potencial do seu elenco, com atuações e reações genuínas e diálogos bastante naturais. O destaque vai para Lamorne Morris, bem à vontade no papel de um rapaz que meio que cai de paraquedas nessa loucura das três amigas.
Embora ‘Desperados’ tenha pontos positivos – protagonismo feminino, protagonismo negro que não recai na temática racial, mulheres fazendo comédia, etc – ele é tão profundamente errado em tantos níveis, que gera desconforto no espectador consciente. A gente ri porque os atores são bons, mas, no fundo, ficamos constrangidos com o que estamos vendo e ouvindo.
De acordo com o THR, Charlotte Rampling entrou para o elenco de ‘Duna‘, adaptação do livro homônimo escrito por Frank Herbert. A atriz irá interpretar Reverenda Mother Mohiam.
Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa adaptará apenas a primeira metade do livro. A expectativa é que a franquia tenha pelo menos dois filmes.
Ambientada em um futuro distante, a trama segue Paul Atreides, cuja família aceita o controle do planeta deserto Arrakis. Como o único produtor de um recurso altamente valioso, o controle de Arrakis é altamente contestado entre as famílias nobres concorrentes. Depois que Paul e sua família são traídos, a história explora temas de política, religião e relacionamento do homem com a natureza, enquanto Paul lidera uma rebelião para restaurar o controle da família sobre Arrakis.
Segundo a Variety, o terceiro filme da franquia ‘Bill & Ted’ adicionou três novos nomes: as reportagens indicam que Amy Stoch e Hall Landon Jr. retornarão com seus personagens para o novo longa-metragem, enquanto Beck Bennett (‘Saturday Night Live’) é a mais recente entrada da saga.
Stoch reprisará Missy, e Landon Jr. dará vida a Chet Logan, policial pai de Ted (Keanu Reeves). Bennett dará vida a Deacon, irmão mais novo de Ted.
O trio se junta às previamente anunciadasBrigette Lundy-Paine e Samara Weaving, que foram escaladas para interpretar as filhas dos personagens principais do longa. Lundy-Paine dará vida à Billie Logan, filha de Ted “Theodore” Logan. Ela é mais conhecida por fazer parte do elenco da série da Netflix, ‘Atypical‘. Já Weaving viverá Thea, filha de Bill Preston (Alex Winter). Seu principal crédito foi no longa ‘Três Anúncios Para um Crime‘.
Adicionado à essa novidade, a produção ganhou novas informações sobre o início de suas filmagens. O portal Production Weekly listou o longa na sua mais recente matéria, que ainda conta com outros filmes que também estão prestes a começar as gravações, como ‘Ghostbusters 3‘ e ‘The Devil All The Time‘ (Netflix). Isso significa que muito em breve veremos Reeves de volta ao papel de Ted!
Em ‘Bill & Ted’s – Uma Aventura Fantástica‘ (1989), a dupla de amigos recebe a ajuda de um homem vindo do futuro que – para impedir que eles sejam reprovados em História – os levará a uma viagem ao passado, encontrando figuras como Napoleão, Sócrates e Gengis Khan, os ajudando a fazer o trabalho final.
A sequência ‘Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo‘ foi lançada em 1991 e se passa na Califórnia, no ano de 2691. Na trama, um gênio do mal decide acabar com a duradoura paz mundial e resolve mandar exterminadores para destruir a origem da ideologia pacifista então reinante. Isso implica em eliminar a dupla de roqueiros Bill e Ted, que deve ser morta e substituída por robôs.
ANetflix divulgou o primeiro trailer completo da 2ª temporada de ‘Sex Education’, que estreia no dia 17 de janeiro.
Confira:
Criada por Laurie Nunn, a primeira temporada já foi assistida por quase 40 milhões de contas diferentes.
Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.
A história gira em torno dos corolários de quando uma pequena cidade de Wisconsin se torna palco de um circo político. Depois do candidato democrata Gary (Carell) vê um vídeo do aposentado Coronel da Marinha lutando pelos direitos dos trabalhadores sem documentação legal, Gary acredita que encontrou a chave de reconquistar Heartland. Entretanto, quando os republicanos o atacam ao enviar Faith, sua nêmesis, o que começa como uma corrida local se transforma numa batalha pela alma dos Estados Unidos.
Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna (Helena Zengel) uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais.
Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.
Depois de dois álbuns de extremo sucesso – ‘Revival’ e ‘Rare’ -, Selena Gomez estava pronta para se aventurar uma jornada bem interessante. É claro que não podemos nos esquecer de seu quase criminoso hiato entre as obras supracitadas, em virtude de inúmeros problemas de saúde mental e físico, mas que serviram para que a artista finalmente encontrasse seu estilo fonográfico e amadurecesse de modo apaixonante (não é surpresa que tenha configurado em diversas listas de fim de ano em 2020 e em 2015). Agora, com ‘Revelación’, a cantora e compositora abre espaço para sua herança latina com um EP inteiramente em espanhol.
Em entrevista à revista Dazed no ano passado, Gomez já havia comentado que tinha planos que cultivava há bastante tempo para abrir portas à cultura latino-americana – que já vinham dando passos curtos desde produções predecessoras, como “Ring” e até mesmo “Bad Liar”. “Isso é algo que eu queria fazer há dez anos, trabalhar em um projeto em espanhol, porque tenho muito, muito orgulho de minha herança e senti que queria fazer isso acontecer”, ela comentou. “Com toda a divisão do mundo, há algo sobre a música latina que, globalmente, faz as pessoas sentirem coisas, sabe?”. O resultado das breves sete faixas, que talvez tenham aberto um novo capítulo para a espetacular e explosiva carreira de Selena, é satisfatório e surpreendentemente coeso, ainda mais considerando as dezenas de compositores que a auxiliaram nessa trajetória.
O EP abre com um dos singles principais, “De Una Vez” e, já aqui, pode-se falar que as canções arquitetadas com singela humildade por Gomez não serão para todos. Afinal, a performer calcou sua identidade através do bubblegum pop de ‘Stars Dance’ e, anteriormente, do electro-pop-rock de ‘Kiss & Tell’ (que merecia mais atenção do que tem por ser uma homenagem às incursões adolescentes do começo dos anos 2000); para aqueles que esperavam as mesmas progressões dançantes, já posso avisar que irão se decepcionar. De qualquer forma, a faixa de abertura é uma ode sensual ao reggaeton da década passada, marcada pela presença de Tainy e Neon16 que permite que o electro-pop e o dream-pop se reúnam em uma sinestésica e aplaudível iteração.
As inflexões musicais exploradas estendem-se como uma ramificação evocativa, ainda que linear. Temos a mudança de ritmo em “Baila Conmigo”, uma colaboração de Rauw Alejandrocuja narrativa gira em torno da química espontânea de duas pessoas que não falam a mesma língua – e que não precisam, visto que comunicam-se pelo poder da dança. As minimalistas notas que abrem a track puxam referências do R&B de 2020, como ‘Positions’ e ‘Ungodly Hour’, permitindo que a artista se sinta disposta suficiente para apostar em algo novo sem abandonar o que conhece ou o que estava em voga. “Buscando Amor”, da mesma maneira, faz um convite para a pista de dança e transmuta os vocais da lead singer em uma mimética representação de Cristina Ortiz e Selena Quintanilla, sem deixar que funda-se a um panorama demasiadamente univalente.
Um dos problemas com os quais Gomez se depara é, sem sombra de dúvida, a repetição instrumental. Nada é muito egrégio entre as canções que compõe o álbum, o que é infortuito, considerando a versatilidade que vinha nos apresentando há muito tempo. “Dámelo To’” dá uma sensação familiar demais para falar por conta própria, estendendo suas ramificações a explorações já feitas por J Balvin, Maluma e ROSALÍA, por exemplo. É claro que devemos dar o crédito merecido para o resgate da cultura latino-americana para o cenário mainstream, ainda mais partindo de uma pessoa que carrega ambos os legados em sua vida; entretanto, é inegável que os modelos dos quais se vale, por vezes, ganham mais espaço do precisavam e travam uma luta panamenha consigo mesmos.
Felizmente, os deslizes não são tão expressivos quanto podemos pensar. “Vicio” é comandado pelos versos pungentes, por assim dizer, de Cordero Boria, que retorna em “Adiós” (a melhor iteração do EP), uma construção propositalmente dissonante que mantém-se viva pela exaltação do empoderamento e da contemporaneidade musical. “Selfish Love” fecha a obra com chave de ouro e traz DJ Snake de volta para uma associação concisa e bastante prática, seguindo os passos do hit“Taki Taki”, mas respaldando a belíssima e narcótica para Alan Walker e suas conhecidas produções como “Faded” e “Miss U More Than U Know”, e também para a proeminente figura de Isabela Merced e o recente ‘The Better Half of Me’.
Selena Gomez finalmente conseguiu honrar a si mesma e à sua impactante história com o EP‘Revelación’. Apesar da breve duração das músicas e do próprio álbum (que nem mesmo chega a vinte minutos completos) e dos óbvios obstáculos, as músicas são consistentes dentro do que se propõe a entregar, e no final das contas, é uma adição bem-vinda à discografia de uma performer que ainda tem muito a nos contar.
Nota por faixa:
1. De Una Vez – 4/5 2. Buscando Amor – 3,5/5 3. Baila Conmigo (feat. Rauw Alejandro) – 4/5 4. Dámelo To’ (feat. Myke Towers) – 2,5/5 5. Vicio – 3,5/5 6. Adiós – 4,5/5 7. Selfish Love (feat. DJ Snake) – 4/5
O roteiro foi escrito por Jimmy Warden, e é inspirado em uma história real que aconteceu em Kentucky, em 1985.
Ele foi batizado de “Pablo EskoBear”, e se tornou uma das mais bizarras atrações turísticas do Kentucky. O caso aconteceu nos anos 80, quando o ex-policial Andrew Thornton se tornou um traficante internacional e iniciou a operação de uma rota de drogas da Colômbia para os EUA.
Durante um dos voos do tráfico, Thornton tinha que pular do avião em pleno voo enquanto sobrevoava a Floresta Nacional de Chattahoochee, com 40 recipientes de plástico cheios de cocaína em seu corpo.
O traficante morreu, pois o peso extra da cocaína fez com que o paraquedas não suportasse a queda. E então os US$ 15 milhões dos 40 quilos de cocaína desapareceram. O urso comeu.
A história do filme mostrará o urso preto de 80 quilos que foi encontrado morto por overdose depois de ingerir grandes quantidades de cocaína jogada na floresta pelo traficante.
Phil Lord e Chris Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso’) serão os produtores do longa.
Em 2019, Matt Bettinelli-Olpin,Tyler GilletteChad Villella, que atualmente são responsáveis pelo novo filme da franquia ‘Pânico‘, estavam envolvidos, mas acabaram se afastando do projeto por motivos indeterminados.
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