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‘Aquaman’: Willem Dafoe compara James Wan a Sam Raimi

O veterano Willem Dafoe será mais um daqueles atores que já participou de duas franquias dos quadrinhos distintas.

Após trabalhar nas primeiras versões de ‘Homem-Aranha‘, o ator agora contracenará ao lado de Jason Momoa, em ‘Aquaman‘.

E em uma entrevista recente feita ao site Collider, Dafoe falou sobre a oportunidade de trabalhar com o cineasta James Wan, comparando seu entusiasmo a Sam Raimi, o cineasta por trás da trilogia original do amigo da vizinhança.

Segundo Dafoe:

“Se não me engano, eu fechei o contrato para o filme antes mesmo dele, mas ele é incrível. Seu entusiasmo é maravilhoso. Na verdade, isso me lembra muito da própria empolgação de Sam Raimi. Quando eu participei de ‘Homem-Aranha‘, uma das coisas mais impressionantes foi o fato de eu não me sentir dentro da indústria cinematográfica. Parecia que eu estava em uma produção bem pessoal e íntima. Era como se Sam estivesse realizando aquela fantasia que ele nutria há anos. Ele estava tão conectado à mitologia do herói que ele enxertou o filme com muito amor e graciosidade e eu realmente amo isso. James Wan em desse jeito também”.

Dafoe elogiou o diretor ainda mais, celebrando sua técnica:

“Outra coisa relacionada a James Wan que é tão fascinante e fica nítido em seus filmes, é o fato de ele ser bem preciso. Ele sabe o que quer, um aspecto incrível quando você está atuando em um filme que possui complicações tecnológicas tão grandes. Ele é capaz de ser bem claro e é sempre divertido esse jogo de receber uma tarefa dele que nós devemos cumprir em cena. Ele também te dá uma boa história, além da a oportunidade de brincar com algumas coisas”.

 

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para dezembro de 2018.

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

‘O Predador’: Ganha duas novas imagens; Confira!

O reboot ‘O Predador’ ganhou duas novas imagens, divulgadas com exclusividade pela revista britânica Empire.

Confira:

Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 13 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

Confira algumas fotos:

 


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‘Silicon Valley’: Série da HBO vai se encerrar após a 6ª temporada

A aclamada série da HBO,Silicon Valley’, vai encerrar sua jornada após sua 6ª temporada. A informação foi anunciada pela própria emissora.

A novidade não é, genuinamente, uma surpresa. No passado, a dupla de showrunners Mike Judge e Alec Berg havia revelado o plano de produzir a série em um total de seis temporadas.

E em um comunicado oficial, os criativos refletiram sobre o final desse ciclo:

“‘Sillicon Valley‘ é um ponto alto nas nossas vidas e carreiras. Sentiremos muita falta desesperadamente, mas sempre deixamos a jornada de Pied Piper guiar o caminho e a sexta temporada parece ser a conclusão ideal. Temos uma dívida eterna com o nosso incrível elenco, equipe de apoio e parceiros da HBO. Em um determinado momento, só há um certo limite do que você pode fazer para tornar o mundo melhor”.

 

O elenco de ‘Silicon Valley‘ é composto por  Josh BrennerThomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew no elenco.

 

‘The Politician’: 2ª temporada já está disponível na Netflix

A 2ª temporada da série original do Ryan Murphy, The Politician, já está disponível na Netflix.

O novo ciclo, que conta com sete episódios, teve sua estreia na plataforma de streaming nesta sexta-feira (19). E dessa vez, adversários cada vez mais difíceis estão no caminho de Payton, mas sua obsessão é uma só: o Senado.

Confira o trailer:

O elenco trará de volta Ben Platt junto com Zoey Deutch, Lucy Boynton, Theo Germaine, Laura Dreyfuss, Rahne Jones e Gwyneth Paltrow.

Também foram confirmadas Judith Light e Bette Midler, introduzidas no final da 1ª temporada.

Em entrevista para o Collider, o showrunner Ryan Murphy deu alguns detalhes sobre os novos episódios.

“Temos uma ótima segunda temporada e acho que estamos tentando descobrir como nos misturamos agora na era do distanciamento social. Acho que descobrimos isso. Ainda vai sair no meio de junho, a segunda temporada. Estou realmente orgulhoso dela. Eu amo como Payton cresceu. Ele agora está na faculdade, e a melhor coisa da temporada é o aspecto de Ben Platt versus Bette Midler e Judith Light. Parece muito adulto, muito atual.”, afirmou.

Confira:

 

 

 

 

 

 

‘Vacation Friends’: John Cena sai de férias em primeira imagem oficial da nova comédia do Hulu

O atro John Cena vai transtornar as férias de um casal de noivos, na nova comédia original da plataforma Hulu, intitulada ‘Vacation Friends‘.

A produção, também estrelada por Lil Rel Howery (‘Corra!‘), ganhou sua primeira imagem oficial, compartilhada com exclusividade pela revista EW.

Confira:

VACATION FRIENDS
(L-R): Yvonne Orji as Emily, John Cena as Ron, Lil Rel Howery as Marcus and Meredith Hagner as Kyla

Na trama, Marcus (Howery) é um travado dono de uma construtora, que decide viajar para o México com a sua noiva, Emily (Yvonne Orji, ‘Insecure‘) – para finalmente poderem descansar. Lá, ele conhecerá os elétricos amantes de aventuras, Ron (John Cena) e Kyla (Meredith Hagner, ‘Search Party‘), que vão virar sua viagem de cabeça para baixo, com uma semana recheada de encontros insanos. Mas essa “amizade de verão” não ficará apenas nas praias mexicanas, quando o inconveniente casal decide aparecer na cerimônia de casamento de Marcus e Emily, sem serem convidados.

Vacation Friends‘ é dirigido por Clay Tarver (‘Silicon Valley‘) e estreia na Hulu no dia 27 de agosto. A produção ainda não possui data de lançamento no Brasil.

‘A Casa do Dragão’: Filmagens da 3ª temporada são INICIADAS e dois novos atores entram para o elenco

As filmagens da 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ foram oficialmente iniciadas e a novidade veio acompanhada do anúncio de dois novos atores no elenco.

Tommy Flanagan, de ‘Sons of Anarchy‘, foi escalado para viver Sir Roderick Dustin. Já Dan Fogler (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘) dará vida ao Sir Torrhen Manderly.

Além disso, a HBO anunciou os novos diretores do vindouro ciclo: Clare Kilner, Nina Lopez-Corrado, Andrij Parekh e Loni Peristere.

Recentemente, James Norton também fora confirmado no próximo ciclo. O ator, conhecido por seus papéis em ‘Happy Valley‘ e ‘Grantchester’, dará vida a Ormund Hightower, um dos personagens importantes na luta pelo poder dentro da trama.

Ormund é sobrinho de Otto Hightower, primo de Alicent e Gwayne, além de ser o Senhor de Oldtown.

No livro ‘Fogo e Sangue’, Ormund lidera o exército Hightower em uma marcha até Porto Real para apoiar sua casa contra Rhaenyra.

O terceiro ciclo deA Casa do Dragão, série baseado na obra de George R. R. Martin.

A nova temporada deverá ser lançada em 2026 e promete trazer acontecimentos importantes e decisivos relacionados à guerra que se aproxima após os eventos finais da segunda temporada, exibida em 2024.

Vale lembrar queA Casa do Dragão está disponível no Max.

Relembre o trailer do 2ª ciclo e siga o CinePOP no Youtube:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Ryan Reynolds brinca sobre como vai ao banheiro vestido de ‘Deadpool’

Ryan Reynolds brincou em uma postagem em seu twitter sobre como vai ao banheiro usando o uniforme de ‘Deadpool‘, em resposta à uma fã que postou o filho com a roupa. Confira:

“Todo mundo sabe que o uniforme do Deadpool também é um banheiro”:

A sequência de ‘Deadpool‘ vai ter muita porrada e pancadaria, para agradar os fãs dos quadrinhos. A revelação foi feita por Josh Brolin durante uma entrevista ao site Collider.

Segundo o veterano, embora alguns tenham criticado a primeira produção pela falta de cenas de ação eletrizantes, ‘Deadpool 2‘ será bem diferente disso.

Disse ele:

“Eu ouvi em algum lugar reclamações da ausência de cenas de ação em ‘Deadpool‘. Nessa continuação a história não é nada desse jeito. Leitch se dedica naquilo que ele é realmente bom e teremos muita ação aqui. E só para instigar, vale lembrar que eu sou um cara que beirando os 50 anos de idade atingiu a sua melhor forma física na vida, principalmente na musculatura, e fui extremamente disciplinado em todo esse processo. Nesse filme, eu dei porrada pra caramba e dublês me jogaram para todos os cantos em muitas cenas. Isso é tudo o que eu sei”.

Deadpool 2’ chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Josh Brolin interpreta o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ é David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Diretores apelam a fãs para não postarem spoilers

Os diretores de ‘Vingadores: Guerra InfinitaAnthony e Joe Russo, resolveram publicar uma carta aberta aos fãs que irão assistir o filme em sessões de pré-estreias mundo afora, implorando para que spoilers não sejam divulgados.

“Aos melhores fãs desse mundo,

Nós estamos prestes a embarcar em uma turnê de imprensa de ‘Guerra Infinita’. Vamos visitar fãs ao redor do mundo passando apenas cenas selecionadas especialmente, e bem limitadas, para evitar que spoilers da história sejam vazados.

Não vamos exibir o filme completo até a pré-estreia em Los Angeles, dias antes do lançamento global. Todo mundo envolvido no filme trabalhou muito nos últimos dois anos para manter o nível de segredo mais alto que conseguimos, e apenas uma mão cheia de pessoas sabe a trama real do filme.

Estamos pedindo que, quando você assistir ‘Guerra Infinita’, nos próximos meses, que mantenha o mesmo nível de segredo, por favor. Assim, todos os fãs podem ter a mesma experiência quando assistirem pela primeira vez. Não estregue para os outros, assim como nós não íamos querer estragar para você.

Boa sorte e bom filme à todos, Os Irmãos Russo”

Enquanto isso, a Marvel divulgou três novas imagens de Vingadores: Guerra Infinita mostrando os heróis divididos em seus núcleos. Confira:

 

A Marvel Brasil também confirmou que o ator Chris Pratt, o Senhor das Estrelas de ‘Guardiões da Galáxia’, virá ao Brasil (São Paulo) para promover o aguardado ‘Vingadores: Guerra Infinita por aqui.

O ator estará no país na primeira semana de abril para participar de um evento exclusivo para fãs e convidados. Novas informações sobre devem sair em breve. O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

Vingadores: Guerra Infinita já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, Star Wars: O Despertar da Força, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para Vingadores: Guerra Infinita, o filme já quase triplicou a marca de Pantera Negra, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

‘The Walking Dead’: Destino de Rick pode ter sido revelado em novo vídeo da 9ª temporada

A AMC divulgou um novo trailer da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘, intitulado “Leadership Clash” (Conflito de Liderança).

No vídeo de 40 segundos, podemos ver um momento em que Rick (Andrew Lincoln) está quase sendo atacado por um zumbi, o que logo levou os fãs a especular que poderia ser essa cena a sua despedida da série.

Assista e confira fotos:

 

A série retorna para sua nona temporada em 7 de outubro no AMC.

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Assista ao trailer:

Crítica ‘What If…?’ | Terceira temporada começa com episódio medíocre

A terceira – e até então a última – temporada de What If…? teve início neste domingo (22) e vai lançar um episódio por dia até o próximo sábado (29). Então, como fizemos nas temporadas anteriores, vamos acompanhar a série e lançar a crítica de cada capítulo.

O de hoje foi influenciado pelo Tokusatsu, um termo japonês para séries live action com efeitos especiais impressionantes. Neste segmento, porém, ficaram famosas séries como Kamen Rider, Ultraman e os Power Rangers, que praticamente moldaram o gênero Mecha para o mundo. Já nos cinemas, o Godzilla reina soberano até hoje como o Rei dos Monstros. E quem já assistiu a qualquer produção dessas certamente vai captar as referências desse episódio inaugural na temporada.

Nesta realidade, o Falcão desenvolveu uma grande amizade com o Dr. Bruce Banner. Diante da angústia do amigo, Sam o levou para uma roda terapêutica, para que Bruce pudesse tentar se aceitar e talvez viver sem tanto medo do Hulk. E essa parte é a mais interessante de todo o capítulo. A ideia de ter Banner enfrentando sua personalidade cara a cara é incrível, mas acabou ficando de lado sem maior desenvolvimento, já que Bruce decide deixar a terapia para tentar remover o Hulk de seu corpo.

Vale destacar que essa história de Bruce e Hulk se separarem está longe de ser novidade nos quadrinhos, já tendo acontecido algumas vezes. Mas, como vocês devem imaginar, um sempre volta pra dentro do outro, vivendo eternamente nesse relacionamento tóxico – literalmente.

Pois bem, o Hulk fica adormecido em Banner, mas acaba liberando uma versão alfa do monstro, que cresce a níveis alarmantes e vira o próprio Gamazilla. O design é bem genérico, mas é divertido ver que ele “procria” igualzinho a um Gremlin, com os “bebês” saindo como bolinhas de suas costas. Diante dessa ameaça sem precedentes, os Vingadores fazem robôs gigantes para tentar detê-los, mas acabam morrendo em combate, restando apenas os Vingadores das Fases 4 e 5, que não caíram nas graças do público em geral.

Uma coisa muito frustrante desse episódio é que os Mecha dos heróis são apenas robôs gigantes “normais”. Eles incorporaram a aparência dos uniformes, mas o que fazem de mais perigoso é dar tiro. Peraí camarada… Pro Sam Wilson é compreensível o tal robô, já que o poder dele é a amizade. Agora, a Mônica Rambeau tava lá, o Shang-Chi tava lá, o Cavaleiro da Lua tava lá… Essa galera tem habilidades especiais. Em vez de invocar o Khonshu gigante direto do submundo egípcio, o Marc/Steve tava dando tiro de canhão nos monstros. O pior é que o robô do Shang-Chi até tinha os Dez Anéis incorporados, mas ele simplesmente não usou. Surreal.

Enfim, o capítulo recorre ao Banner, que estava vivendo isolado em uma ilha. Ele entrega ao Sam uma tecnologia que pode ajudar a deter os monstros: uma chave de Megazord. Rola aquele momento Power Rangers Força Animal, mas, como o esperado, não adianta nada. Eles só viram um robô maior, cujo grande poder é dar mais tiro. Enfim, uma bobajada absurda.

Até que o Bruce volta de última hora, explode uma bomba nuclear de raios gama e vira o Godzilla 2.0, cuspindo raio de radiação gama e destruindo completamente Nova York para salvar Nova York. E no fim das contas, quando o Hulkzilla ia meter o louco no que sobrou da cidade… Aparece ele: Sam Wilson. O Capitão América usa novamente o poder da amizade para fazer o Hulkão recobrar parte da consciência e se isolar na velha ilha novamente.

Falando sobre esse negócio de poder da amizade, é bom destacar que o Sam vai enfrentar um Hulk descontrolado nos cinemas em Capitão América: Admirável Mundo Novo. Não bastando ser um Hulk, é o Harrison Ford, conhecido internacionalmente por seu mau humor e alta irritabilidade, virando o Hulk Vermelho. A Marvel que ouse vir com esse papinho de poder da amizade de novo pra ver se a bilheteria não vai afundar mais rápido que o Namor.

Olha, uma crítica a última temporada foi que grande parte dos episódios estava carente de criatividade. A esperança era que a última temporada tivesse um pouco mais de ousadia em suas histórias. No entanto, se os outros capítulos forem nesse nível aqui… Não sei, não. Esse episódio não chega a ser ruim, só é medíocre e insosso. É meio frustrante que uma série capaz de contar qualquer tipo de história sem precisar de amarras com o resto do universo escolha tão mal as tramas que vai adaptar. Enfim, vamos aguardar os próximos capítulos.

Crítica | Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa – Elenco Mirim Fofíssimo Conquista com Importante Mensagem

Centenas de milhares de brasileiros cresceram lendo os quadrinhos da Turma da Mônica e dos outros universos criados por Mauricio de Sousa. O primeiro filme da turminha estrou em 2019 e foi um enorme sucesso; agora, abrindo a temporada 2025 com alto nível, já está em exibição nos cinemas do Brasil o filme ‘Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’.

Desde que nasceu, Chico Bento (Isaac Amendoim, a grande revelação dos cinemas dos últimos tempos!) tem uma ligação muito pessoal com a goiabeira do Nhô Lau (Luis Lobianco). Mesmo com o fazendeiro fazendo cara feia pro menino toda vez que ele entra em seu terreno para roubar goiabas junto com seu amigo Zé Lelé (Pedro Dantas), os dois o consideram um grande amigo. Porém, quando Dotô Agripino (Augusto Madeira, que participou de ‘Turma da Mônica: Lições’) e seu filho Genesinho (Enzo Henrique) comunicam que querem asfaltar as estradas da Vila Abobrinha e abrir novos caminhos – e, para isso, precisariam derrubar a goiabeira do Nhô Lau –, Chico Bento, Zé Lelé, Rosinha (Anna Julia Dias) e seus amigos se juntam para defender a árvore, afinal, Chico Bento não consegue imaginar sua vida sem goiabas.

A sequência de abertura é a grande aposta do filme, e ele mostra a que veio. Em duas cenas o menino Isaac Amendoim conquista o público com seu jeitinho muito sincero e muito inteligente de ser. Há naturalidade e lógica em absolutamente tudo que ele faz e fala, e a graciosidade com que narra o filme simplesmente faz derreter o coração do espectador. Em quinze minutos temos todo o histórico do protagonista apresentado de maneira carinhosa e hilária, e toda a sequência do Chico Bento, do Zé Lelé e do Nhô Lau é tão adorável quanto engraçada.

Também logo de início nossos olhos mergulham numa Vila Abobrinha envolta numa atmosfera lúdica, embora real. Carregado em cores quentes, a fotografia de Gustavo Hadba uma vez mais (só esse ano ele fotografou ‘Grande Sertão’ e ‘O Auto da Compadecida 2’, duas belezuras de filmes!) é um deleite para o espectador, imprimindo riso ao enquadrar uma semente, uma goiaba ou um rosto de jumento. Através de uma iluminação constante, o filme ganha atemporalidade através da fotografia, e é palpável como o menino Isaac conquistou a câmera, porque ambos andam em sincronia o tempo todo.

O elenco, afiado e em sintonia, conseguiu absorver a atmosfera do que seria o viver na roça criado por Mauricio. Claro que como em todas as histórias da turminha, os adultos ficam em segundo plano, mas Lobianco dá um show sendo driblado pelos meninos, e Débora Falabella como Professora Marocas é uma graça. Temos ainda Taís Araújo num papel muito especial e muito emocionante, e é palpável o quanto a atriz sentiu o que sua personagem sentiu. Suas cenas comovem e enternecem.

Se tudo isso funciona é graças a um roteiro maravióso, de Elena Altherman, Fernando Fraiha e Raul Chequer (do ‘Choque de Cultura’), que conseguiu transpor para a telona toda a ambientação das travessuras da meninada, da sabedoria infantil, em consonância com a urgência da realidade, bebendo na fonte das pautas ambientais e indígenas para conversar com a molecada sobre a importância do meio-ambiente. Não tinha como ser diferente esse filme. A forma como eles constroem o arco narrativo para que essa mensagem seja passada é tão linda, tão bem-feita, que dá um orgulho danado.

No comando de ‘Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’, o ótimo diretor Fernando Fraiha (que já tinha deslumbrado a gente com ‘Bem-vinda, Violeta’) mostra todo o seu domínio de set e entrega ao público um filme leve, emocionante, divertidíssimo e único. Para os curiosos de plantão, sim, temos duas participações muitíssimos especiais no filme: a de um personagem de outro universo e também do próprio criador, Mauricio de Sousa, numa cena de ternura. Entretanto, não temos pós-créditos.

Isaac Amendoim nasceu para ser Chico Bento, e ainda bem que Fernando Fraiha o encontrou e o trouxe para a gente. ‘Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’ é o filme das férias de verão e já é sem dúvidas um dos melhores filmes de 2025. Para ver e rever nos cinemas com amigos, com a família e até mesmo com o Nhô Lau. Imperdível!

‘Jovens Bruxas’: Reboot ganha sinal verde na Blumhouse; filmagens começam em julho

Jovens Bruxas, um dos sucessos de terror cult dos anos 1990 que gira em torno de um clã de bruxas, irá ganhar uma nova perspectiva. Após a internet enlouquecer com a reunião do elenco original, a Blumhouse Productions deu sinal verde para o reboot do longa-metragem!

Segundo o site Production Weekly, o projeto foi aprovado hoje, 25, e as gravações começam em julho deste ano. Jason BlumDouglas WickLucy Fisher serão os produtores, com Daniel CaseyZoe Lister-Jones atados para adaptar o roteiro. Lister-Jones também fica encarregada da direção.

Wick deu detalhes sobre o projeto.

“Não é um remake, pois se passará vinte anos depois do original. Teremos o retorno de vários atores do filme original, mostrando que há uma conexão entre esses dois filmes. Novas jovens começam a receber esse poder e mexer com magia, vinte anos depois,” afirmou.

O produtor também revelou que o roteiro está sendo escrito:

“Na sequência, algumas jovens descobrem o poder da magia, e vamos explorar suas vidas emocionais, seus desejos, seus medos e como elas se fortalecem,” concluiu.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza BankNeve Campbell.

‘House of the Dragon’: HBO anuncia nova série derivada de ‘Game of Thrones’!

Apesar do spin-off A Longa Noite ter sido cancelado pela HBO ontem, o mundo de Game of Thrones’ pretende se expandir consideravelmente nos próximos anos: no último dia 29, a emissora oficialmente anunciou que encomendou uma nova série do panteão fantástico intitulado House of the Dragon.

Confira:

A nova série é baseada no romance Fogo & Sangue, também assinado pelo criador da franquia original George R.R. Martin. A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.

Miguel Sapochnik ficará comandará o episódio piloto e capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga Game of Thrones, visto que já dirigiu episódios como Battle of the BastardsThe Long Night.

Ryan Condal (Colony) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

 

Os Melhores Álbuns do Ano (Até Agora)

Fiona AppleDua LipaMandy Moore.

O que esses três nomes têm em comum? Voltaram a nos conquistar com seus incríveis álbuns, aumentando nossas expectativas para os lançamentos de 2020 e para o retorno glorioso da música ao patamar que tinha no começo da década passada.

É claro que o ano ainda está longe de acabar, mas não pudemos deixar de mencionar as melhores produções fonográficas até agora. Por isso, confira nossa breve lista abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

7. HIGH ROAD, Kesha

“De fato, o impactante classicismo do começo da década passada deixa de existir em prol de uma fusão do pop com um rap mais brando e lapidado, por assim dizer. Em outras palavras, a bem-vinda brutalidade encontra um equilíbrio com a cândida (e irreverente, não se deixem enganar) personalidade da lead singer“My Own Dance”, por exemplo, nos recorda em ritmo e em visual da polêmica era Bangerz de Miley Cyrus, ao passo que se situa em um nicho único. Na verdade, as quatro primeiras tracks pulsam com esteroides sintéticos, desconstruindo e reconstruindo dentro de seus próprios termos um respaldo que outrora acharíamos saturado – o que é interessante, visto que grande parte dos cantores e compositores agora se rendeu à ascensão inexplicável do trap music.” – Thiago Nolla

6. SILVER LANDINGS, Mandy Moore

“Ainda que repetitivo no ouvido de certos fãs, Silver Landings deixa claro que sua identidade é a mais pura possível, por vezes utilizando-se de instrumentais familiares; porém, a condução de Moore e das vozes secundárias é competente o bastante para nos arrebatar logo no primeiro refrão, como acontece no dramático escopo de “Fifteen” e “Easy Target”, que compartilham uma progressão similar, ainda que tragam letras complementares e antitéticas. Mesmo assim, o que nos mais chama a atenção é a delicadeza com a qual a equipe técnica trata todas as tracks, prezando pela expansão vocal da lead singer e por rendições que oscilam do naturalismo blasé até à comovente teatralidade cultivada por uma arte mais sinestésica que meramente consumível.” – Thiago Nolla

5. AVES DE RAPINA (OST), Vários Artistas

“A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.” – Thiago Nolla

4. AFTER HOURS, The Weeknd

“A produção é essencialmente guiada pelas tendências vanguardistas dos anos 1970 e 1980, aproveitando esse revolucionário momento para imprimir características próprias e que ficaram em segundo em plano em meio ao crescimento do pop com nomes como Madonna e Michael Jackson. Enquanto as lendas da música ficaram a encargo de auxiliar Dua Lipa e Lady Gaga a resgatarem esse sentimento nostálgico em suas obras, a banda britânica A.R. Kane serviu como mote para que o performer desse vida a catorze novas faixas que beiram a perfeição. O CD parte da premissa imersiva do dream-pop, logo de cara nos convidando a uma sinestésica viagem que se inicia com a enriquecida e preliminar “Alone Again” – um título um tanto quanto curioso para dar início a essa jornada, mas que funciona em todos os seus aspectos e cultiva um misticismo sonoro levado com solidez para o restante das canções.” – Thiago Nolla

3. SAWAYAMA, Rina Sawayama

SAWAYAMA, como fica conhecido o CD, começa de um jeito bastante inesperado. Apesar de rotulado como o gênero pop – que faz sentido, considerando as canções promocionais -, as iterações se aproximam muito mais de um heavy metal e de um nu-metal vibrante, colorido, permeado por guitarras impactantes e rendições vocais que se assemelham à perfeição operística de Tarja Turunen e que rendem explorações diversas conforme nos deliciamos com treze irretocáveis faixas. “Dynasty” dá a abertura com um ressonante órgão antes de se dispersar em uma letra romântico-épica que cresce a cada nova batida e mergulha numa atmosfera dark e envolvente após o primeiro refrão. Logo de cara, percebemos que a iteração entra em uma teatral contradição com “Snakeskin”, balada que se constrói apenas através do piano e dos sintetizadores muito bem colocados.” – Thiago Nolla

2. FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa

Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.” – Thiago Nolla

1. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“Durante os meses que antecederam o lançamento do CD, Apple deixou bem claro que construiria uma perspectiva bastante manufaturada e pessoal; não é surpresa que tenha trabalhado grande parte em um estúdio caseiro em Venice Beach (o mesmo lugar que inspiraria Lana Del Rey a dar vida às suas idílicas composições), utilizando instrumentos bastante simples e transgredindo as sonoridades do piano, do baixo e da guitarra em rendições espetaculares, extremamente vanguardistas e que misturam elementos de inúmeros gêneros sem ao menos se aproximar de algum deles – algo extremamente difícil de se fazer. A faixa inicial, “I Want You To Love Me”, parece ser tirado de uma das suits de comédias dramáticas indies e que giram em torno de donas de casa, girando em torno de um poderoso piano que mergulha num mundo único e transbordando em aventuresco potencial.” – Thiago Nolla

‘007: Sem Tempo para Morrer’ ganha novo pôster e sinopse OFICIAIS; Confira!

Collider divulgou com exclusividade o novo pôster oficial de 007 – Sem Tempo para Morrer’, ao lado de sua sinopse oficial.

Confira:

Em ‘Sem Tempo para Morrer’, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma tranquila vida na Jamaica. Sua paz logo acaba quando um velho amigo da CIA, Felix Leiter, pede ajuda. A missão de resgatar um cientista mostra ser muito mais traiçoeira do que parece, levando Bond através de uma trilha de misteriosos vilões armados com tecnologias perigosas.

Lembrando que o filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

A estreia permanece agendada para 20 de novembro nos EUA.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Peter Pan e Wendy’: Jim Gaffigan será o Sr. Smee no live-action da Disney!

De acordo com o The Wrap, o ator e comediante Jim Gaffigan entrou para o elenco do mais novo remake em live-action da Disney‘Peter Pan e Wendy’, e dará vida ao icônico marujo Sr. Smee, que faz parte da trupe do Capitão Gancho.

O ator se junta a Yara Shahidi (‘Black-ish’), que será a fada Sininho, e Jude Law (‘The Third Day’), que encarna o vilanesco Capitão Gancho.

Alexander MolonyEver Anderson viverão os personagens titulares, respectivamente. Alyssa Look será a princesa Tiger Lily.

Molony é conhecido por seu trabalho em ‘The Reluctant Landlord’‘Claude’, enquanto Anderson é filha da atriz Milla Jovovich, que já trabalhou com a mãe em ‘Resident Evil: O Capítulo Final’, além de estar confirmada como a jovem Natasha Romanoff em ‘Viúva Negra’.

Confira o primeiro teaser:

O remake ainda não tem previsão de estreia.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

‘Small Axe’: Antologia de Steve McQueen conquista seis prêmios do BAFTA TV Awards 2021!

Os vencedores do BAFTA TV Awards 2021 foram revelados recentemente – e é claro que a elogiada antologia fílmica criada por Steve McQueen (’12 Anos de Escravidão’) faria bonito.

A obra levou para casa seis prêmios dentre as 15 categorias que disputava: Melhor Ator Coadjuvante para Malachi KirbyMelhor FigurinoMelhor Maquiagem & CabeloMelhor Fotografia & IluminaçãoMelhor Design de Produção e Melhor Casting.

Todos os filmes da antologia foram dirigidos e co-escritos por McQueen. Alastair Siddons Courttia Newland também assinam o roteiro.

A obra já está disponível na Amazon Prime Video.

A produção antológica é uma compilação de cinco filmes originais (, Lovers Rock, Mangrove, Red, White and Blue, Alex Wheatle e Education) que abordam questões raciais. Sua a premissa é retirada de um antigo provérbio caribenho que diz: “se você é a grande árvore, nós somos o pequeno machado”.

Letitia WrightJohn BoyegaMalachi KirbyShaun ParkesRochenda SandallAlex JenningsJack LowdenMichael Ward fazem parte do elenco.

Lady Gaga e Tony Bennett criam mágica no videoclipe oficial de “Night and Day”, do álbum ‘Love for Sale’; Confira!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett lançaram recentemente o videoclipe oficial de “Night and Day”, novo single do elogiado álbum Love for Sale.

Confira:

O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado Cheek to Cheek, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.

A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale é o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

‘Bridgerton’: Netflix divulga resumão da 1ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A 2ª temporada de Bridgerton é uma das produções mais aguardadas do ano e, antes de sua estreia oficial no próximo dia 25 de março, a Netflix divulgou um resumão do ciclo predecessor para nos preparar para os novos episódios.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a nova iteração abriu com sólidos 87% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 15 reviews.

Confira os principais comentários abaixo:

“Por mais frustrante que seja a história de amor principal, os atores a interpretam de forma muito, muito boa” – Variety.

“Exuberante e adoravelmente romântico” – San Francisco Chronicle.

“Uma nova temporada que faz a anterior fugir da memória” – Mashable.

“A 2ª temporada traz novos dramas, novos interesses românticos e uma nova temporada de relacionamentos, mas não chega aos pés do entretenimento da iteração anterior” – Mama’s Geeky.

“A nova temporada deixa de lado o apreço refrescante e o ritmo envolvente da primeira iteração” – TheWrap.

Lembrando que os novos episódios vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Elenco de ‘A Fera’ fala sobre a experiência de ter participado do thriller de sobrevivência [COLETIVA]

O terror de sobrevivência ‘A Fera‘ (Beast), estrelado por Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), finalmente chegou aos cinemas nacionais e, recentemente, o CinePOP teve o prazer de participar de uma coletiva e imprensa com os astros do filme.

Para aqueles que não conhecem, a história gira em torno de Nate Samuels (Elba), um homem que viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los.

Quando questionadas como foi a experiência de lidar com um leão em CGI como principal antagonista, Leah Sava Jeffries, que interpretou a jovem Norah Samuels na produção, disse:

“Foi divertido, a princípio, porque era um cara em um traje cinza que tinha uma estampa de leão no rosto e ele tentava nos atacar pela porta [do jipe]. Eu e Iyana [Halley] tínhamos que estar assustadas e nós gritávamos e dizíamos: ‘por favor, não morra!’. Quando, na verdade, era um cara em uma roupa que fazia sons [de animais]. Foi divertido, mas tínhamos que colocar a imaginação para funcionar”.

Elba, por sua vez, comentou sobre os principais desafios de enfrentar o antagonista da obra:

“O maior desafio foi calibrar o nível de medo e o nível de tipo… Sabe, este é um homem que não sabe lutar, quanto mais lutar contra um leão. Foi determinado que eu iria dar um soco no leão, mas eu não sabia muito como fazer isso. Foram essas coisas que nós tivemos que dissecar e compreender. Novamente, esse não é um herói de filmes de ação, e sim um homem normal que não pode lutar. Então, para mim, foi difícil mergulhar nessas áreas para deixar tudo palpável”.

Um dos principais elementos analisados no longa-metragem é, além da sobrevivência, o luto. Afinal, enquanto Nate e as filhas lidam com as consequências de perderem a esposa e a mãe, o leão também é desmistificado de sua condição como vilão, visto que perdeu a própria família e resolveu se vingar contra os agressores.

“Definitivamente acredito que a simetria entre homem e leão está conectada pelo luto, pela perda, pela separação, pela raiva, pelo desespero”, Elba comentou. “Ambos sentem isso e creio que nós não queríamos apenas ‘vilanizar’ o leão como a criatura principal, era necessário ter uma história, uma razão pela qual ele estava fazendo aquilo. Não é muito característico dos leões fazerem isso, então era importante deixar claro a história dele e de que forma ela era muito similar à história de Nate, os instintos de sobrevivência, as relações familiares, a dor e o dano”.

O filme, que foi comandado por Baltasar Kormákur, foi rodado na África do Sul como uma das exigências do diretor – e a história encantou o elenco pelo modo como foi construído.

Iyana Halley, que encarnou Meredith Samuels, comentou sobre os aspectos da narrativa que a fizeram se apaixonar pelo projeto

“Para mim, foi o fato do roteiro levar a pensar o que vai acontecer depois. Eu adoro um roteiro que me faça perguntar: ‘meu Deus, será que eles vão conseguir? Eles vão se reunir? Vão consertar os problemas que têm?’. Então, uma história tão bem escrita só te faz querer ainda mais”, ela disse.

Halley continua, revelando de que forma o continente africano e o mundo animal se conectam com ela:

“[A África] é tão incrível e tão linda, e fiquei muito feliz que realmente conseguimos rodar na África do Sul, porque é possível ver a autenticidade de estar lá fora. E nós vimos todos esses animais incríveis, pareceu bastante real, de fato”.

Já para Elba, a colaboração com Kormákur era apenas uma questão de tempo, visto que ambos já tinham conversado entre si sobre trabalharem em um projeto em comum. Elba, inclusive, rasgou elogios para o cineasta e disse que tinha certeza de que ele conseguiria transmitir as sensações certas para uma narrativa deste tipo.

“O elemento de sobrevivência é um elemento-chave nessa narrativa. Bal fez uma contribuição imensa a esse tema e a esse gênero e eu senti que ele encontraria a temperatura e o tom certos para esse filme, que é um pouco mais teatral em relação a uma perspectiva de sobrevivência mais real. Foi isso que eu e Baltasar sentimos que poderíamos fazer com [o projeto]”, o ator comentou.

Ainda que só tenha estreado há um dia, a expectativa de uma sequência é grande – e o CinePOP pôde perguntar a Halley e Jeffries o que elas gostariam de ver em uma suposta continuação.

“Acho que, se fizermos uma sequência, o que eu adoraria, deveria ter um animal diferente. Porque já fizemos um leão, então, por exemplo, um elefante fica louco e tenta vir atrás de nós… Não sei! Mas acho que deveríamos fazer uma sequência legal, de alguma forma”, Halley respondeu.

Jeffries também respondeu, reforçando a resposta de sua “irmã decena”: “Sim, eu concordo”.

Um dos personagens que também nos chama a atenção no filme é Martin Battles, interpretado por Sharlto Copley. Martin trabalha como guarda da reserva africana em que o filme se passa e, mesmo antes de ter sido escalado para o projeto, já havia conhecido um dos maiores especialistas em leões do planeta, Kevin Richardson.

“Há alguns anos eu conheci Kevin Richardson, o Sussurrador de Leões, que tem milhões de visualizações no YouTube com seu trabalho com leões. E foi bem esclarecedor: eu esperava alguém zen, que adorava animais, mas a energia foi algo do tipo, se ele não estivesse fazendo aquilo, ele seria um militar das forças especiais da Marinha, sabe? O elemento mais crítico que ele explicou foi: você não pode demonstrar nenhum medo, porque qualquer coisinha pode fazer o leão te machucar. Mesmo que ele não queira te matar, ele vai tentar te pegar”, ele contou.

Como se não bastasse, Copley nasceu e cresceu na África do Sul e, por essa razão, já havia tido contato com leões desde cedo: “a primeira vez que eu vi um leão de verdade foi em uma reserva na África do Sul, eu estava nos primeiros anos da adolescência (uns doze ou treze anos). Desde então, nunca tive uma experiência tão louca quanto aquela, porque nós seguíamos as trilhas dos leões, dirigíamos pelas árvores e sentávamos para assistir aos leões comendo uma zebra. Não foi em um zoológico”.

O longa não esteve livre de alguns momentos difíceis para serem rodados e, para Copley, um dos mais complicados de serem filmados foi o gigantesco plano-sequência de sete minutos que Kormákur criou.

“A cena mais difícil foi, definitivamente… [Kormákur] rodava o filme com essas longas cenas no estilo ‘Filhos da Esperança’, a mais longa acho que tem sete minutos… E para manter o sentimento fresco e as coisas acontecendo, nós ensaiamos o dia inteiro e aí tínhamos quatro tomadas para fazer, à medida que o sol se punha… Foi único, foi definitivamente a cena mais difícil”, o ator revelou.

Por fim, Jeffries contou o que aprendeu, profissional e pessoalmente, depois de ter participado do thriller – e o que ela poderá levar para seus próximos projetos:

“O que eu aprendi foi: eu nunca tinha feito um thriller antes, então esse foi o meu primeiro. Eu aprendi como chorar no momento certo e como levava um certo tempo para chegar lá; aprendi a temer e a ser corajosa, ao mesmo tempo; aprendi várias emoções para representar de uma vez só. Pessoalmente, no set, eu aprendi a ser mais inclusiva e proteger as pessoas com quem eu filmo, porque somos uma família: é um laço entre uma filha e um pai, entre duas irmãs, somos todos uma família”.

Artigo | ‘As Aventuras de Tintim’, de Steven Spielberg, é uma ótima e nostálgica aventura para ver em família

Na década de 1920, mais precisamente quando o mundo chegava a um profundo e impactante divisor de águas com a Grande Depressão, o artista belga Hergé firmava o seu nome como um renomado escritor e literário. Além de ter produzido inúmeras obras bastante influenciadas pelos romances urbanos europeus, incluindo os assinados por Daniel Defoe e Alexandre Dumas, o também quadrinista ganhou um público fidedigno a seu trabalho quando lançou, durante quase cinco décadas, a série de jornadas mirabolantes intitulada As Aventuras de Tintim – e tal franquia fez tamanho sucesso que sofreu inúmeras adaptações para a televisão, chamando a atenção de um nome relativamente conhecido dentro da indústria cinematográfica: Steven Spielberg.

Levando em consideração toda o seu extenso currículo e sua inegável paixão por narrativas do gênero – incluindo as franquias de sucesso mundial Jurassic Park’ e Indiana Jones’ -, realizar essa adaptação fílmica seria um prato cheio para o cineasta, e eventualmente ele se entrega de corpo e alma para arquitetar uma das animações mais divertidas e alucinantes dos últimos anos, combinando uma estética emocionante única e que já foi vista em suas investidas mais dramáticas e pesarosas, ao mesmo tempo em que permitiu-se fundir a uma perspectiva inocente e, em sua maior parte, satisfatória. Em suma, Spielberg retorna para uma zona de conforto dentro da qual tem todos os elementos para ousar como bem quiser sem estender-se demais em um caminho caprichoso sem volta e manter-se fiel à sua própria identidade cênica.

A trama principal gira em torno do personagem-título, um jovem jornalista conhecido no mundo inteiro por resolver os mais instigantes crimes envolvendo objetos místicos, tesouros enterrados e uma luta constante pela sobrevivência. Aqui, Tintim (Jamie Bell) acaba acidentalmente mergulhando em uma jornada que cruza os sete mares ao adquirir uma réplica exata do Licorne, galeão escocês que naufragou sob circunstâncias misteriosas e nunca mais foi visto, em um mercado de pulgas. Já com esse breve prólogo, sentimo-nos em um cosmos que recria a sociedade europeia pós-Depressão, com um crescente sentimento de esperança que é ressaltado pela paleta de cores viva e pela fotografia bem iluminada e difusa, e ao mesmo tempo sistematiza uma bolha única para os incríveis personagens que serão apresentados.

Após estranhos acontecimentos que envolvem tentativas incessantes de terceiros em adquirir a relíquia, o jornalista e repórter percebe que está lidado com um mistério secular ao descobrir que aquele navio na verdade carregava uma fortuna inestimável que se perdeu com o tempo e que está sendo procurada por caçadores de recompensas e figuras sórdidas – incluindo o charmoso e misterioso Professor Sakharine (Daniel Craig), um magnata que está disposto a tirar quem for necessário do caminho para atingir seus objetivos. Apesar da atmosfera maniqueísta, os personagens são tratados com uma sublima honra quando pensamos no material original – e Spielberg encontra margens para torná-los sedutores, complexos e obscuros ao mesmo tempo. Sakharine, por exemplo, carrega um semblante mórbido por trás de toda a sua pompa, e é acompanhado por cores mais ambíguas, como o vinho, o vermelho e o preto. Tintim, por sua vez, representando o arquétipo do herói justiceiro, é adornado com a segurança e a audácia do azul e do verde, dialogando com sua personalidade voraz e um tanto quanto rebelde.

A história em si parte de um pré-conceito que traz sua conclusão antes mesmo de começar. Afinal, levando em consideração de que ambas as partes da narrativa estão em busca do mesmo tesouro, as duas tentarão ou se eliminar ou estar um passo à frente da outra – o mesmo do mesmo, colocando em palavras cruas. Mas é o núcleo desse naturalmente desequilibrado roteiro que traz o brilho de originalidade necessário para cativar o público – e digo com toda certeza que esse excessivo capricho parte do storytelling de um dos nomes responsáveis por adaptar os quadrinhos às telonas: Steven Moffat. Em conjunto com Joe Cornish e Edgar Wright, Moffat provavelmente sofreu algumas aparadas necessárias para impedir que seu incrível trabalho em séries como Doctor Who’ e Sherlock’ tivessem uma cópia, mantendo-se nos trilhos para não saturar o trabalho de Hergé além da conta. E mesmo com o escopo aventuresco, não podemos deixar de perceber algumas impossibilidades além da conta no filme.

Ainda que ceda a alguns clichês, não podemos tirar mérito dos incríveis dubladores. Bell e Craig trazem momentos de glória e não passam despercebidos durante o longa, mas é Andy Serkis e toda a sua versatilidade vocal que roubam grande parte das sequências ao encarnar o hilário Capitão Haddock. Partindo de uma linhagem que está relacionada ao Licorne, tal personagem não apenas funciona como uma peça-chave para a compreensão da histórica rixa entre dois dos piratas mais temidos dos sete mares e para o descobrimento da fortuna perdida, mas também insurge como um escape cômico divertidíssimo – e por vezes escatológico – que previne a rendição fílmica de manter-se em constante drama vazio. Serkis é o grande responsável por fazê-lo funcionar, deixando suas marcas e seus trejeitos ao longo do caminho de modo conciso e memorável.

Spielberg conhece muito bem o material com o qual trabalha e aproveita essa inclinação ao impossível para ousar na direção. Além das incríveis transições entre os atos, os flashbacks e a oscilação entre a trama principal e uma subtrama tão adorável e envolvente quanto, o cineasta mostra mais uma vez seu incrível domínio acerca da linguagem cinematográfica e reafirma uma habilidade que já vimos em obras predecessoras: a muito bem-vinda utilização de planos-sequência. E tal construção imagética encontra um ápice magnífico no final do segundo ato, cuja ambientação é levada para as planícies desérticas de Bagghar e mergulhada em uma brincadeira entre as estreitas ruas da cidadela e a fluidez da câmera que as torna praticamente expansivas em grau exponencial.

Ainda que Tintim’ peque no quesito roteiro, essa aventura levada aos cinemas sem dúvida alguma deixa resquícios nostálgicos em quem a assistir, não apenas por representar mais um acerto na carreira de um fantástico diretor, mas também por resgatar pequenos elementos do auge do Cinema e configurá-los com uma roupagem nova e que vale a pena de ser acompanhada.

‘Sonic 3’: Filmagens da sequência começam em AGOSTO; Saiba mais!

Segundo o Production List, as filmagens da já confirmada sequência Sonic 3’ já têm data para iniciarem.

As informações indicam que a produção começa a ser rodada no dia 31 de agosto, em Londres, Inglaterra.

Mais detalhes sobre o projeto não foram revelados. Sabe-se, entretanto, que o filme tem estreia agendada para 20 de dezembro de 2024.

O segundo capítulo da franquia arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, a produção abarcou US$ 190.8 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país. No mercado internacional, foram US$ 211 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 402.2 milhões mundialmente.

Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Saiba quanto tempo Jonathan Majors pode pegar de prisão se CONDENADO

O julgamento de Jonathan Majors contra acusações de contravenção, agressão física e psicológica e assédio. começou no último dia 29 de novembro e, agora, segundo o Deadline, foi revelado quanto tempo o ator poderá ficar preso caso oficialmente condenado.

As informações indicam que Majors poderá pega até um ano de cadeia caso o tribunal seja favorável às acusações – de fato, enterrando sua breve carreira no cenário mainstream.

O juiz designado para o caso vai ouvir diversas testemunhas e desmembrar documentos que fontes disseram ao portal que comprovam a culpa de Majors, além de exporem incidentes passados ​​​​envolvendo o ator.

A principal acusação do processo é sobre as agressões do ator à ex-namorada, Grace Jabbari, durante uma viagem de carro enquanto partiam de Chelsea até Chinatown na noite de 25 de março.

Os policiais da Delegacia de Nova York o prenderam depois que o próprio Majors ligou para o 911, mas os oficiais encontraram Jabbari com hematomas, inchaço, lacerações e um dedo quebrado.

Majors foi libertado após uma audiência e recebeu ordem de restrição para evitar contato com Jabbari, mas ele se declarou inocente de todas as acusações.

Posteriormente, Majors apresentou queixa contra a polícia, dizendo que Jabbari foi quem iniciou os ataques e ambos se machucaram enquanto ele tentava contê-la. Ele disse que ela o agrediu por acreditar que outra mulher estava mandando mensagens para ele enquanto eles estavam no carro.

Após sua prisão, o artista enfrentou consequências profissionais, perdendo seu agente e sendo dispensado de projetos cinematográficos e publicitários. Além disso, novas denúncias de violência surgiram contra o ator, com várias supostas vítimas cooperando com a promotoria do distrito de Manhattan.

Lembrando que seu trabalho mais recente foi na 2ª temporada de ‘Loki‘.

Os 10 Melhores Álbuns Pop Internacionais dos Anos 2010

Quando pensamos no cenário musical dos anos 2010, são vários os álbuns que nos chamam a atenção – principalmente no cenário pop. E, quando fazemos menção ao termo pop, não focamos no gênero em si, mas sim na cultura popular como um todo – e que produções conseguiram manejar sair de um escopo mais independente e causar um impacto significativo no mainstream.

Dentre os nomes mais populares dessa época, podemos citar, sem sombra de dúvidas, BeyoncéLady GagaTaylor SwiftAriana GrandeDua Lipa e diversos outros artistas que conseguiram deixar uma marca sólida na indústria fonográfica e que ou continuaram a estender seu legado, ou começaram a construí-lo de forma imensurável.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns internacionais dos anos 2010 para você conferir e colocar na sua playlist.

Veja abaixo as nossas escolhas:

10. ANTI, Rihanna (2016)

O último álbum de Rihanna, ‘ANTI, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos. Contando com inúmeras músicas icônicas, incluindo “Work”“Needed Me” e “Love on the Brain”, a produção é nostálgica, retumbante, narcótica e mais tantos ótimos adjetivos que consiga pensar – motivo pelo qual está presente na nossa lista.

9. GOLDEN HOUR, Kacey Musgraves (2018)

Vencedor do prêmio de Álbum do Ano do Grammy Awards em 2019, Golden Hour é um marco no cenário da música country e a obra-prima de Kacey Musgraves. A limpa produção é cortesia do fato da cantora e compositora ter assinado e produzido as 13 faixas ao lado de Daniel Tashian e Ian Fitchuk, incrementando-as com discoelectropop e yacht rock. Além da estatueta supracitada, o álbum rendeu à artista mais três estatuetas.

8. THE ARCHANDROID, Janelle Monáe (2010)

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

7. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk (2013)

As egrégias canções de Random Access Memories são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

6. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey (2019)

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

5. BEYONCÉ, Beyoncé (2013)

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular.

4. BODY TALK, Robyn (2010)

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. Body Talk foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

3. BORN THIS WAY, Lady Gaga (2011)

Born This Way é um marco no cenário musical e artístico por ter remado contra o que estava acontecendo no mainstream ao trazer incursões do electro-rock ao EDM. Aqui, Lady Gaga se afastou da identidade marcante de ‘The Fame Monster’ e ‘The Fame’ para um testamento de libertação e de empoderamento que foi considerado como uma das “bíblias do pop” contemporâneo e que salvou inúmeras vidas pelo teor de autoaceitação – além de contar com canções como “Hair”“The Edge of Glory” e a faixa-título. Não é surpresa que o álbum seja relembrado até hoje e sirva de inspiração para inúmeros artistas.

2. MELODRAMA, Lorde (2017)

Lorde havia começado sua carreira como um proeminente nome do indie – até resolver migrar oficialmente para o mainstream com um dos melhores álbuns do século e de todos os tempos com Melodrama. Indicado a Álbum do Ano no Grammy Awards 2024, a produção é uma amálgama de conceitualizações certeiras e uma coesão apaixonante que se estende por quarenta minutos (na versão padrão) e aposta fichas em um experimentalismo maximizante de pop alternativo, art popelectro-pop que rendeu inúmeros singles impecáveis e uma colaboração apaixonante com Jack Antonoff.

1. LEMONADE, Beyoncé (2016)

Lemonade é um acontecimento que ficará para sempre marcado no mundo da música e representou uma mudança considerável na estética não apenas sonora, como também identitária e imagética na carreira de Beyoncé. Considerada por muitos, inclusive por este que vos fala, como a magnum opus de uma das maiores artistas de todos os tempos, o compilado rende-se à definição de pop como pertencente à cultura popular, como explicado no começo da matéria. Aqui, temos uma mistura explosiva de inúmeros gêneros que representaram uma amálgama de reapropriação de estilos originários da comunidade afro-americana – como o country, o rock, o reggae, o rap e vários outros – que celebraram uma libertação que seria explorada em suas incursões mais recentes como ‘Renaissance’‘Cowboy Carter’.

‘Os Quatro da Candelária’: Série nacional sobre CHACINA chega ESTA SEMANA ao streaming!

Os Quatro da Candelária, série nacional baseada na trágica Chacina da Candelária, que chocou o Rio de Janeiro em 1993, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 30 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A sinopse revela: “quatro crianças repletas de sonhos enfrentam os perigos das ruas do Rio de Janeiro, sem imaginar que se tornariam parte de um dos episódios mais sombrios da história do Brasil”.

O elenco conta com Leandro Firmino (‘Cidade de Deus’), Stepan Nercessian (‘Chacrinha: O Velho Guerreiro’), Maria Bopp (‘Me Chama de Bruna’) e Antonio Pitanga (‘Casa de Antiguidades’).

A direção e o roteiro são assinados por Luis Lomenha.

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Hayley Atwell revela que ficou DECEPCIONADA com sua participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ chegou aos cinemas em 2022 – e trouxe inúmeras aparições bastante especiais, incluindo Hayley Atwell como Capitã Carter (reprisando seu papel de voz na série animada ‘What If…’).

Porém, Atwell parece não ter ficado muito feliz com o tratamento que a personagem recebeu no longa-metragem.

Em uma recente entrevista ao Reign With Josh Smith, a atriz admitiu que a aparição de Capitã Carter ocorreu de maneira muito rápida e acabou em um piscar de olhos, dizendo que ficou ressentida com “o fato dela ter uma fala incrível, ‘eu poderia fazer isso o dia toda’, e então é morta como se o próprio escudo fosse um frisbee”.

“Peggy foi muito desvalorizada nessa cena”, ela acrescenta.

E você? O que achou da participação da Capitã Carter no filme?

Lembrando que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ está disponível no catálogo do Disney+.

Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O longa se conecta com a série do Disney+ WandaVision’ e tem relação também com Loki’, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de WandaVision’.

Novo suspense com atriz de ‘Game of Thrones’ DECEPCIONA no Rotten Tomatoes

Sophie Turner, conhecida por seu trabalho na aclamada série ‘Game of Thrones’, retornou aos cinemas com o ambicioso thriller de sobrevivência Trust – e parece que o filme não encantou os críticos internacionais.

No Rotten Tomatoes, o longa estreou com fracos 40% de aprovação com base em 10 reviews. Segundo os comentários, Turner faz um bom trabalho, mas não o suficiente para ofuscar o desperdício de potencial do projeto.

Confira os principais comentários:

“O filme tinha potencial para ser não apenas emocionante, mas também reflexivo. No entanto, com um olhar desfocado e uma assinatura desajeitada, fica muito aquém do esperado” – RogerEbert.com.

“Um começo suculento com temas sociais pertinentes rapidamente descarrila para um thriller vazio, cheio de buracos na trama, reviravoltas ridículas, atuações ruins e direção questionável” – MovieWeb.

Trustfaz um ótimo trabalho ao mostrar do que Turner é capaz. O problema está em tudo ao redor da atriz” – Collider.

Trust está longe de ser um filme totalmente original, principalmente no gênero suspense. No entanto, sua força reside mais nos temas e no subtexto” – Geek Vibes Nation.

Trust é um filme que você pode assistir se quiser apoiar uma história de terror protagonizada por mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras. No entanto, existem outros thrillers nos quais você pode investir seu tempo que não vão te frustrar” – But Why Tho? A Geek Community.

Carlson Young, conhecida por interpretar a Brooke Maddox na série ‘Pânico‘, é responsável pela direção.

Uma estrela de Hollywood (Turner) se refugia em uma cabana isolada — mas não está sozinha. Traída pelo homem em quem mais confiava, ela se vê presa em um jogo brutal de sobrevivência.

O elenco ainda conta com Rhys Coiro, Billy Campbell, Peter Mensah, Forrest Goodluck, Gianni Paolo, Renata Vaca e Katey Sagal.

Gigi Levangie assina o roteiro.

Billy Magnussen e Zach Galifianakis no primeiro teaser de ‘The Audacity’, novo DRAMA do produtor de ‘Succession’; Confira!

AMC divulgou o primeiro teaser oficial de The Audacity, novo drama criado por Jonathan Glatzer (‘Succession’, ‘Better Call Saul’).

A produção, que conta com oito episódios, traz Billy MagnussenSarah GoldbergZach GalifianakisLucy PunchSimon Helberg e mais ao elenco.

Confira, junto às imagens promocionais:

Ambientado na bolha do Vale do Silício, The Audacityaborda os sonhos distorcidos, os egos inflados e os deslizes éticos dos autoproclamados inventores do futuro. Em um mundo de bilionários cínicos, gurus psiquiatras, especialistas em biohacking, laboratórios de IA e adolescentes desiludidos sendo otimizados em escolas particulares de elite, um audacioso CEO de mineração de dados (Magnussen) se esforça para transformar conhecimento e influência em lucro e poder. O drama com humor ácido confronta a realidade, a privacidade e as ilusões que alimentam nosso mundo em constante transformação.

Glatzer entra como produtor executivo, roteirista e showrunnerGina Mingacci (‘Killing Eve’) também assume a função de produtora executiva.

Lucy ForbesDan SackheimDan LonginoAlex Buono formam o time de diretores.

The Audacity tem estreia marcada para o dia 12 de abril na AMC.

RUMOR: Anya Taylor-Joy deve retornar como Magik em projeto FUTURO do MCU

Os Novos Mutantes’ talvez seja um dos projetos mais frustrantes quando pensamos em filmes de super-heróis e, além das múltiplas mudanças de data e das constantes refilmagens, o longa foi um fracasso crítico e comercial. Todavia, o presidente da Marvel StudiosKevin Feige, parece estar planejando o retorno de um dos poucos pontos positivos da atração.

Segundo o perfil insider @MyTimeToShineH, Feige está cogitando trazer a vencedora do Globo de Ouro Anya Taylor-Joy de volta como a poderosa Magik em um projeto não especificado. A atriz, conhecida também por seu trabalho em ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’‘O Gambito da Rainha’‘A Bruxa’, foi um dos poucos aspectos elogiados de Os Novos Mutantes.

Acredita-se que a personagem deva aparecer em caráter convidado em um filme da Saga Mutante, mas mais detalhes não foram oferecidos pelo perfil.

Os Novos Mutantes | Relembrando o frustrante filme da franquia X-Men

Baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz, o longa acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco ainda conta Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Os Novos Mutantes’ está disponível no Disney+.

‘Crise nas Infinitas Terras’: Justin Hartley deve reprisar papel como Arqueiro Verde

De acordo com o We Got This Covered, Justin Hartley irá retornar como Oliver Queen/Arqueiro Verde em ‘Crise nas Infinitas Terras‘, ao lado de Tom Welling e Erica Durance.

Anteriormente, o astro revelou ao podcast Inside of You, de Michael Rosenbaum, que adoraria reprisar o papel.

“Se tivesse um contexto interessante, eu faria. Eu amo esse personagem, e se houver algo que desperte meu interesse, é claro que eu toparia.”

Considerando que todo o crossover se originou em ‘Arrow‘, faz sentido que outra versão do personagem faça uma participação especial.

No entanto, nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.

Unindo Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, ‘Crise nas Infinitas Terras terá cinco horas de duração e deve concluir a trama inciada no primeirocrossover entre as produções.

Lembrando que o especial vai ao ar entre 08 de dezembro e 14 de janeiro.

Confira as imagens promocionais do elenco:

O próximo crossover, intitulado ‘Crisis on Infinite Earths‘, terá cinco horas de duração, que serão divididas entre as produções ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘.

Ainda não foi revelado quando o especial será lançado.

Kelly Preston, esposa de John Travolta e estrela de ‘Jerry Maguire’, morre aos 57 anos

Através de seu perfil do Instagram, John Travolta confirmou que sua esposa e atriz Kelly Preston (‘Jerry Maguire‘) faleceu aos 57 anos após dois anos de luta contra o câncer de mama.

Marido de Preston há 29 anos, o astro contracenou com ela em ‘The Experts‘ (1989) e A Reconquista‘ (2001), filme de ficção científica adaptado do romance de L. Ron Hubbard.

Na publicação, ele se despediu com palavras emocionadas e disse que estará dando apoio aos filhos.

“É com o coração muito pesado que informo que minha linda esposa Kelly perdeu uma batalha de dois anos contra o câncer de mama. Ela travou uma luta corajosa com o amor e o apoio de muitos. Levarei algum tempo para me consolar meus filhos. Portanto, perdoem-me com antecedência se vocês não tiverem notícia por um tempo, todo o meu amor, JT.”

 

Ver esta publicação no Instagram

 

It is with a very heavy heart that I inform you that my beautiful wife Kelly has lost her two-year battle with breast cancer. She fought a courageous fight with the love and support of so many.  My family and I will forever be grateful to her doctors and nurses at MD Anderson Cancer Center, all the medical centers that have helped, as well as her many friends and loved ones who have been by her side. Kelly’s love and life will always be remembered. I will be taking some time to be there for my children who have lost their mother, so forgive me in advance if you don’t hear from us for a while.  But please know that I will feel your outpouring of love in the weeks and months ahead as we heal. All my love, JT

Uma publicação partilhada por John Travolta (@johntravolta) a

Sua filha, Ella, também postou uma bela homenagem, escrevendo:

“Eu nunca conheci ninguém tão corajosa, forte, bonita e amorosa como você. Qualquer pessoa que teve a sorte de conhecê-la ou de ter estado na sua presença vai concordar que você tem uma luz que nunca deixa de brilhar e que faz com que qualquer um ao seu redor se sinta instantaneamente feliz. Obrigado por estar aqui por mim. Sou grata pelo seu amor. Obrigada pela ajuda e por tornar este mundo um lugar melhor. Você tornou a vida tão bonita e eu sei que continuará a fazer isso para sempre. Eu te amo muito, mamãe.”

Nascida Kelly Kamalelehua Smith em Honolulu, ela mudou seu nome para Kelly Preston antes de garantir seu primeiro papel de destaque em ‘A Primeira Transa de Jonathan‘ (1985).

Para quem não se lembra, ela também apareceu no clássico ‘Christine, o Carro Assassino‘, adaptação do romance homônimo de Stephen King.

Outro filme de destaque em sua carreira foi a comédia ‘Irmãos Gêmeos‘, estrelado por Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito em 1988.

Em ‘Jerry Maguire‘ (1996), ela interpretou a noiva de Tom Cruise, Avery Bishop, e também fez par romântico com Kevin Costner no drama ‘Por Amor‘ (1999).

Casa d’As Meninas Superpoderosas’ sofrerá mudanças na série live-action; Confira a imagem!

Um perfil do Instagram dedicado a novidades sobre a série live-action d’As Meninas Superpoderosas‘ divulgou a imagem de como será a casa das irmãs na adaptação da CW.

Apesar de manter a estrutura e a cor da casa original, a nova versão sofrerá uma significativa mudança em suas janelas.

Na animação, o quarto das meninas tem janelas redondas, pelas quais elas entram e saem voando.

No live-action, as janelas serão quadradas como em qualquer casa normal, descaracterizando um pouco da originalidade do desenho.

Confira, junto com o logo oficial da série:

A série, criada pela The CW, traz Chloe Bennet (‘Agents of SHIELD’), Dove Cameron (‘Descendentes’) e Yana Perrault como Florzinha, Lindinha e Docinho, respectivamente.

Donald Faison (‘Emergence’) dará vida ao Professor Utônio, enquanto Nicholas Podany será o filho do Macaco Louco.

Diablo Cody (‘Garota Infernal’) e Heather Regnier são responsáveis pelo roteiro do episódio piloto.

Baseada na série animada do Cartoon Network, a produção mostrará o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden entram como produtores executivos.

Criada por Craig McCracken, a animação original seguia três estudantes criadas pelo Professor Utônio quando ele acidentalmente misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom com o elemento X.

Exibida entre 1998 e 2005, a série rendeu 7 temporadas e 78 episódios ao total. Em 2016, um reboot animado foi criado, introduzindo uma quarta menina superpoderosa ao grupo, que durou por três temporadas.

‘Homem-Aranha 3’: Cenas do Homem-Areia e do Lagarto foram reutilizadas dos filmes anteriores do herói; Entenda!

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ traz de volta muitos rostos familiares, mas dois dos vilões do filme realmente aparecem por meio de filmagens reutilizadas de ‘Homem-Aranha 3′ (2007) e ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ (2012).

Ao longo da sequência, ambos os vilões aparecem apenas como personagens feitos em CGI (imagens geradas por computação gráfica).

Flint Marko (Thomas Haden Church) permanece em sua forma arenosa, enquanto o Dr. Curt Connors (Rhys Ifans) abraça totalmente seu lado reptiliano.

No entanto, durante a batalha final, os dois vilões retornam a suas formas humanas depois de receberem antídotos para suas mutações.

Muitos fãs notaram que as cenas de transformação eram bastante familiares, isso porque foram reutilizadas dos respectivos filmes em que os vilões apareceram originalmente.

De acordo com o The Direct, quando Flint reaparece, é através da filmagem da luta entre e o Homem-Aranha simbionte, quando eles se encontram no esgoto e Flint acaba virando lama.

Em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, acontece o contrário… Em vez de se desintegrar após ser bombardeado com água, o Homem-Aranha é retrabalhado para fazer parecer com que seu corpo esteja voltando à forma humana.

Quanto ao Lagarto, a visão de um Connors claramente devastado ao retornar ao seu estado original foi tirada diretamente de sua derrota em ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, mas retrabalhada em um ângulo diferente.

Ainda não foi revelado por Church e Ifans não gravaram cenas inéditas para a sequência, já que eles voltaram para dublar os personagens.

E aí, você reparou nesses detalhes?

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

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Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.