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‘Homem-Aranha’ deve sair do Marvel Cinematic Universe após sequência de ‘De Volta ao Lar’

A parceria entre a Sony Pictures e a Marvel Studios envolvendo o ‘Homem-Aranha’ não deve durar mais que dois filmes. A possibilidade de encerramento do trabalho conjunto veio da chefe da Sony e produtora de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, Amy Pascal.

Durante a CinemaCon 2017, a empresária conversou com o site Comic Book News e revelou que o que está acontecendo entre ambos os estúdios é algo único e poder ter prazo para terminar, mais precisamente, após a sequência de ‘De Volta ao Lar’.

Segundo ela:

“Uma das coisas que eu mais acho incrível sobre essa experiência é que você não vê estúdios decidindo trabalhar juntos para fazer um filme com frequência. De fato, isso pode nunca mais acontecer novamente – depois que fizermos a sequência. Porque a Sony, a Disney e a Marvel decidiram que a coisa certa a fazer era permitir que Peter Parker e o Homem-Aranha fizessem parte do MCU e trabalhar com os caras da Marvel e tê-los produzindo este filme.Tudo isso foi algo muito raro para três empresas fazerem, além de ser algo brilhante. Porque só há algumas histórias do Homem-Aranha que você realmente pode contar várias e várias vezes e isso é algo que nós jamais daríamos conta de fazer de outra forma. Então, foi uma atitude bem altruísta e muito inteligente da parte de cada uma dessas empresas”.

 

A Sony Pictures do Brasil agendou a estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ nos cinemas nacionais: 6 de Julho de 2017. Nos EUA, o filme chega um dia depois!

“O Jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que estreou em ‘Capitão América – Guerra Civil‘, começa a navegar em sua identidade recém descoberta como super-herói em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Emocionando com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua Tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento de seu novo mentor Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta voltar a sua rotina diária normal – se distraindo por seus pensamentos para provar a si mesmo que é mais do que apenas o bom amigo da vizinhança, o Homem-Aranha. Mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter tem como importante será ameaçado.”

Chris Evans quer participar de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

O elenco conta com Donald GloverMarisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark/Homem de Ferro  e John Favreau também participa do filme, reprisando o papel que fez em ‘Homem de Ferro’ como Happy Hogan.

Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

 

‘Liga da Justiça’, ‘Vingadores’ e outros heróis reunidos em trailer feito pelo fã; Assista!

Um fã da Marvel e da DC decidiu esquecer as diferenças entre ambos os estúdios e uniu os heróis da ‘Liga da Justiça’, ‘X-Men’, ‘Vingadores’, entre outros, em um trailer épico.

No material, todos se unem para combater o Doutor Manhattan, de ‘Watchmen’.

Confira:

‘Creed II’ ganha novo e imponente cartaz; Confira!

Creed II‘, a continuação de ‘Creed: Nascido para Lutar (2015), ganhou um novo cartaz, divulgado pelo veterano Sylvester Stallone.

Confira:

“A vida se tornou um ato de equilíbrio para Adonis Creed. Entre as obrigações pessoais e os treinos para sua próxima luta, ele está contra o grande desafio da sua vida. Enfrentar um oponente que tem ligações com o passado da sua família intensifica a batalha iminente no ringue. Rocky Balboa está ao lado durante tudo isso e, juntos, Rocky e Adonis confrontarão seu legado compartilhado, questionaram pelo que vale a pena lutar e descobrirão que nada é mais importante do que a família. Creed II é sobre voltar ao princípio para redescobrir o que o tornou um campeão em primeiro lugar e lembrar que, não importa aonde você vá, você não pode escapar do que você é”

Creed – Nascido para Lutar‘ já arrecadou mais de US$ 100 milhões somente nos EUA.

Com direção de Steven Caple Jr. (‘Class’), o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.

DC Comics deve manter dois universos compartilhados diferentes

A Warner Bros. deve manter dois universos cinematográficos distintos da DC, com um deles reunindo seus filmes já lançados – como ‘Liga da Justiça‘ (2017) e ‘Esquadrão Suicida‘ (2016) – e outros com as produções que ainda virão, como ‘The Batman‘, estrelado por Robert Pattinson. A informação foi compartilhada pelo portal We Got This Covered.

Segundo a publicação, a ideia de manter duas continuidades diferentes seria justamente em virtude dos últimos fracassos da DC, com a percepção de que tentar manter conexões menores, indo na contramão da premissa da Marvel Studios, pode funcionar melhor para o DCEU (Universo Compartilhado da DC).

A Warner/DC tem vivido uma jornada de grandes altos e baixos em se tratando de suas adaptações de quadrinhos. Em meio ao fracasso dos filmes ‘Liga da Justiça‘ e ‘Esquadrão Suicida‘, a empresa teve dias de glória com os filmes solo da ‘Mulher-Maravilha‘ e do ‘Aquaman‘.

Enquanto o primeiro foi considerado um marco emblemático do feminismo e na produção de adaptações de Hqs femininas, abrindo as portas para um nicho que patinou para decolar entre os anos 90 e 2000, o segundo transformou o herói mais ridicularizado da DC na galinha dos ovos de ouro, com uma bilheteria bilionária.

Essa inconstância no Universo da DC seria um dos principais argumentos para manter duas continuidades paralelas, pois embora a ‘Liga da Justiça‘ tenha sido um fracasso, parte de seus protagonistas já se consolidou nos papéis, se transformando em ícones representativos da cultura POP. Descartá-los poderia ser um tiro no pé da Warner, prejudicando até mesmo a escolha de seus substitutos.

Mas ao criar dois universo separados, o estúdio consegue manter atores como Margot Robbie, Jason Momoa e Gal Gadot – que se sobressaíram, apesar do desempenho de seus filmes feitos em conjunto -, à medida que cria uma nova linha narrativa, introduzindo um novo Batman para substituir Ben Affleck e até mesmo um novo ‘Coringa, que assume o posto anteriormente ocupado por Jared Leto.

Essa mistura de universos pode ser um pouco confusa, uma vez que ‘Coringa‘ é considerado um filme “único”, não fazendo parte nem da leva de filmes anteriores e nem da narrativa de ‘The Batman‘. Como ele será encaixado nesse tumultuado futuro da DC? Só a Warner conseguirá responder isso!

Crítica | Uma Invenção de Natal: Netflix lança um dos melhores filmes natalinos já feitos

O sentimento de derrota em virtude de uma perda inestimável, o peso da culpa pelo irreparável e irrecuperável e a solidão de se forçar a não superar e seguir adiante são verdades genuínas que já configuraram a vida de todos nós, em algum determinado momento. As marcas dessas feridas calejadas podem até ser difíceis de serem tratadas, mas Uma Invenção de Natal chega à Netflix como uma profunda reflexão sobre cura e recomeços, fortalecendo ainda um fato que possui que é genuinamente bíblico: É só tendo o coração e a fé de uma criança para sermos capazes de enxergar o inimaginável para além dos nossos próprios erros.

Muito mais do que um conto natalino, a nova aventura dramática com pitadas de humor, dirigida e roteirizada por David E. Talbert, é uma obra-prima cinematográfica. Embalada por uma trilha sonora instrumental que traz a atmosfera sazonal impressa em seus acordes, a produção é também um espetáculo visual colorido. Se banhando nas tonalidades comuns da época de Natal – como o verde e o vermelho vibrante, o longa também brinca com padronagens diversas e outras cores intensas, formando uma combinação que hipnotiza em figurinos que dançam diante dos nossos olhos.

Com um design de produção caprichadíssimo, Uma Invenção de Natal é cheio de detalhes e miudezas que transformam o filme em um verdadeiro conto alegórico, à medida que faz dessas tais alegorias apenas um instrumento para nos trazer uma história real sobre redenção. Aqui, um extraordinário e otimista fabricante de brinquedos vê o seu mundo desabar quando sua mais nova invenção fantástica é roubada pelo seu amado assistente. Desolado e sem dinheiro, ele gradativamente abre mão de seus sonhos e da sua imaginação, desistindo de sua família, sucumbindo à uma vida solitária. Tudo muda quando sua perspicaz e esperançosa neta o visita para o Natal, desencadeando em uma jornada de autodescoberta que transformará sua vida para sempre.

O que mais nos fascina em Uma Invenção de Natal é justamente sua profundidade de ir muito além do gênero em que se encaixa. Quebrando o molde natalino padrão com o qual tanto nos acostumamos, o longa toma os adultos pela mão em direção a uma epifania intimista, onde nos enxergamos no papel do veterano vencedor do Oscar, Forest Whitaker. À medida que o assistimos definhar em uma condição que é o reflexo de uma depressão, ficamos aflitos por tamanha tristeza, conforme também enxergamos sua frustração como parte de um sentimento que também já nutrimos vez outra.

E à medida em que caminhamos nessa trama, mais somos elevados em suas reflexões e sensibilidade, percorrendo por uma jornada onde o riso e as lágrimas digladiam entre si. Levando a audiência aos extremos em fração de minutos, o filme natalino da Netflix sabe equilibrar o seu tom de drama, aventura e comédia com maestria, e suas transições de humor são naturais, permitindo que o público sinta na pele da alegria à tristeza de cada um dos personagens.

Indo a fundo em temas como as relações familiares e suas fragilidades, o longa é ainda um lição de vida sobre paciência, amor, misericórdia, esperança e perdão. Se apropriando de tais assuntos que geralmente são habituais nos filmes sazonais, E. Talbert vem à Netflix para construir o seu próprio clássico natalino e de forma impecável assim o faz, entregando uma produção atemporal que já se imortaliza como um must watch do gênero.

E aqui, John Legend encorpa a narrativa com canções originais surpreendentes, que exploram toda a sua pluralidade artística em músicas que trazem a essência das suas referências – com ritmos ligados ao jazz, hip hop, R&B, gospel e blues. E com números musicais de tirar o fôlego (com destaque para Whitaker e sua surpreendente performance) e um final apaixonante, Uma Invenção de Natal é muito mais do que um presente para a época mais linda do ano. É também um valioso ensinamento que promete marcar gerações a fio. Tanto de crianças, como de adultos.

 

‘Jagged’: Documentário da HBO Max sobre Alanis Morrissette ganha belíssimo trailer; Assista!

O aguardado documentário ‘Jagged‘, que celebra os 25 anos do aclamado álbum Jagged Little Pill, de Alanis Morrissette, ganhou o seu primeiro trailer oficial.

A produção detalha a trajetória meteórica da cantora com o seu disco inaugural e reflete sobre o impacto e a atemporalidade de suas canções, mesmo mais de 20 anos depois de seu lançamento.

Crítica | Jagged: Controverso documentário de Alanis Morrissette emana a nostalgia do grunge

Assista ao trailer:

Alison Klayman assina a direção do documentário, que faz parte do Music Box, uma série de documentários da HBO focada em personalidades do ramo da música, que incluirá figuras como DMX, Kenny G, Juice WRLD e mais.

Jagged‘ estreia no dia 18 de novembro na HBO.

Stellan Skarsgard revela que REDUZIU salário em filme PREMIADO em Cannes para garantir boas refeições à equipe técnica

O ator Stellan Skarsgård, vencedor do Globo de Cristal no Festival de Karlovy Vary por sua contribuição ao cinema mundial, contou em entrevista que aceitou um salário menor no filme ‘Sentimental Value‘ para garantir almoços de qualidade para toda a equipe da produção.

A decisão veio após experiências ruins com alimentação em sets noruegueses, conforme divulgado pela Variety.

“Eu perdi oito quilos em ‘Insônia‘. O almoço era só pão fatiado e salame de plástico. Eu disse: ‘Nunca mais filmo aqui sem contrato especial’”, contou ele, referindo-se ao thriller de 1997 que depois foi adaptado por Christopher Nolan.

Para ‘Sentimental Value‘, vencedor do Grande Prêmio do Júri em Cannes este ano e dirigido por Joachim Trier, Skarsgård abriu mão de meio milhão de coroas norueguesas (cerca de R$ 250 mil) para que a equipe tivesse refeições “no mais alto padrão europeu”.

“A comida tem que ser servida em porcelana, sem plástico ou sacos de papel. E todos devem se sentar para comer. Isso melhora o clima e o próprio filme. Desde então, nunca fiz um filme ruim na Noruega.”

Skarsgård também comentou sua atuação como Gustav Borg, um diretor de cinema tentando se reconectar com as filhas, incluindo uma atriz vivida por Renate Reinsve (A Pior Pessoa do Mundo). Ele elogiou a sutileza de Trier e a forma como o cineasta trata os conflitos familiares: “Ele não resolve tudo — e isso é bom”.

Sobre paternidade, Skarsgård, pai de oito filhos (incluindo os também atores Alexander e Bill), disse:

“O bom da minha criação foi mostrar que sou humano e cheio de falhas. Nunca me coloquei num pedestal. Dei liberdade a eles. Não sei quanto os destruí, mas tiveram liberdade para se destruírem sozinhos.”

Com seu característico humor ácido, também comentou sobre Hollywood, dizendo que mesmo dentro do sistema de grandes estúdios, há diretores excelentes como Denis Villeneuve (Duna) e Kenneth Branagh (no primeiro Thor).

Ainda assim, criticou o domínio corporativo no entretenimento:

“O problema é o sistema. Quando uma empresa de telefonia como a AT&T comprou a Time Warner e disse à HBO: ‘Chega desse papo artístico e façam coisa mais leve pra garantir nossos 15%’. Isso é horrível.”

Sobre morar nos EUA, foi direto:

“Não faria sentido. Tenho oito filhos, ficaria falido só com escola e saúde. Sem contar as esposas.”

Mesmo lamentando o fim dos filmes de médio orçamento — “com os melhores atores, roteiristas e diretores” —, Skarsgård segue otimista com o cinema independente:

“Ainda encontro muita alegria nisso. Estar num set é o que mais me dá prazer. E, quando eu era mais jovem, beber a noite toda também era ótimo.”

Homem-Formiga e a Vespa

(Ant Man and the Wasp)

 

Elenco:

Paul Rudd

Evangeline Lilly

Michael Douglas

Michelle Pfeiffer

Michael Peña

Laurence Fishburne

Direção: Peyton Reed

Gênero: Aventura / Ação

Duração: 119 min.

Distribuidora: Marvel Studios Disney

Orçamento: US$ 180 milhões

Estreia: 05 de Julho de 2018

Sinopse:

Depois dos acontecimentos de ‘Capitão América: Guerra Civil’, Scott Lang (Paul Rudd) enfrenta as consequências de suas escolhas tanto como super-herói quanto como pai. A medida que ele luta para equilibrar sua vida em casa com suas responsabilidades de Homem-Formiga, ele é convocado por Hope van Dyne (Evangeline Lilly) e Dr. Hank Pym (Michael Douglas) para uma nova e urgente missão. Scott precisa mais uma vez vestir seu uniforme e aprender a lutar ao lado da Vespa a medida que o time trabalha junto para descobrir segredos de seu passado.

Crítica | Homem-Formiga e a Vespa – Divertida comédia ‘Sessão da Tarde’ cheia de ação (Nota: 8.0)

Crítica em vídeo: 

Curiosidades: 

» O longa é o Capítulo 8 da Fase 3 do Universo Cinematográfico da Marvel;

» Michelle Pfeiffer será a Vespa original;

Trailer:

Cartazes:

 

 

Fotos:

 

‘Nasce Uma Estrela’: Bradley Cooper e Lady Gaga tocam juntos em primeiro trailer

O remake de Nasce Uma Estrela, protagonizado por Lady Gaga e Bradley Cooper, teve seu primeiro trailer divulgado pela Warner Bros. Confira, junto com o novo pôster:

Após ser adiado três vezes, o remake do clássico musicalNasce Uma Estrela’ ganhou data de estreia no Brasil.

A Warner Bros. lança o filme por aqui dia 11 de Outubro, uma semana após a estreia norte-americana.

Confira a sinopse:

Nasce uma Estrela‘ é estrelado pelo ator quatro vezes indicado ao Oscar Bradley Cooper (“Sniper Americano”, “Trapaça”, “O Lado Bom da Vida”) e a premiada estrela da música indicada ao Oscar Lady Gaga, em seu primeiro papel como protagonista em um longa-metragem. O filme marca a estreia de Cooper na cadeira de diretor. Nesta releitura da trágica história de amor, ele interpreta o experiente músico Jackson Maine, que descobre a artista desconhecida Ally (Gaga), por quem se apaixona. Ela está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso… até que Jack a convence a mudar de ideia. Porém, apesar de a carreira de Ally decolar, o relacionamento pessoal entre os dois começa a desandar, à medida que Jack luta contra seus próprios demônios.

Beyoncé Knowles chegou a ser cotada para estrelar o remake, mas as negociações não avançaram.

Esta será a terceira versão para o cinema do musical de 1937, que foi refeito em 1954 e depois em 1976.

Aniversário Homem-Aranha | O fator Miles Morales

Peter Parker e Homem-Aranha são duas faces distintas de uma mesma pessoa. Completamente diferentes, essas duas metades da mesma laranja foram responsáveis pela popularização dos super-heróis em diferentes décadas, em diferentes mídias. Seja nos quadrinhos, nos desenhos ou nos cinemas, tanto a máscara quanto quem está por debaixo da máscara despertaram genuíno fascínio em diferentes gerações.

O início de uma das maiores LENDAS da mitologia atual foi inesperado e cercado de dúvidas por parte da editora.

A história trágica do adolescente excluído que ganha poderes e pode enfim alcançar a grandeza a qual sempre foi destinado é o clássico caso da Jornada do Herói. No entanto, é justamente por não se prender a isso que tanto o herói mascarado quanto o jovem bobão são tão populares. A Jornada do Herói costuma ter os pontos baixos, a dor, a dificuldade, o aprendizado, o ponto de virada e a vitória. É um formato padrão que costuma agradar. Porém, o caso de Peter Parker vai além. Mesmo vencendo, o herói costuma perder.

Os momentos de felicidade, ainda que raros, acabam sendo mais valorizados por Peter, que costuma ter de lidar com perdas dolorosas mesmo quando ele vence os embates.

É irônico acompanhar como o que provavelmente seria visto como uma benção por muitos, acaba tendo efeito contrário no jovem do Queens. “Esse é o meu dom e minha maldição”, já disse o garoto em algumas HQs e até mesmo no cinema. Parece que quando as coisas enfim vão dar certo para ele, acontece alguma coisa muito ruim que o joga no chão de novo e o faz levantar. A chamada “Sorte do Parker” pode ser vista em diversos clássicos. É quando ele começa a ganhar dinheiro na luta-livre, mas perde o Tio Ben. É quando ele consegue melhorias físicas com o novo traje, mas aí percebe que o traje é um alienígena que o está consumindo, então ele consegue se livrar dele, só que acaba criando o Venom. É quando a vida enfim está tomando um rumo legal, mas aí vem a droga do Duende Verde e joga Gwen Stacy da ponte. É quando ele enfim revela sua identidade secreta, ficando dentro da lei, mas vê sua Tia May levar um tiro por conta disso. É um ciclo de porradas que causou MUITA identificação ao longo dos últimos tempos, e também criou uma aura quase santa ao redor do herói, transformando-o em inspiração para muitas crianças e jovens. Porque não importa o quanto a vida bata, ele sempre levanta e encara o impossível. Quer lição de vida maior que essa?

A morte de Gwen Stacy é um dos momentos mais dolorosos dos quadrinhos e moldou a personalidade do Homem-Aranha como poucos acontecimentos conseguiram.

O problema é que manter um personagem atualizado e representativo por sessenta anos é uma tarefa difícil. Ainda mais tendo o fluxo de saída que o Homem-Aranha tem. No Brasil, o herói já chegou a ter nada menos que três revistas estreladas por ele sendo lançadas mensalmente. Por isso, nada mais justo que o personagem apresentar um leve desgaste. Mais do que isso, parte importante do amadurecimento é literalmente crescer. E foi por esse amadurecimento que um garoto inesperado cruzou os caminhos do Cabeça de Teia para mudar de vez sua história.

Os temas das histórias do Homem-Aranha já não se identificavam tanto com os problemas dos leitores.

O ano era 2011. O Homem-Aranha Ultimate estava sendo publicado desde a virada do século de forma ininterrupta. Chegou a um ponto que Peter era um adulto com problemas de adulto, e qualquer caminho que ele seguisse seria regredir com o amadurecimento do personagem. As vendas já não eram mais as mesmas e o Aranha Ultimate já não era tão popular assim. Paralelamente aos quadrinhos, a vida real via a Comunidade Negra enfim começar a ganhar voz. Um personagem que fosse como eles era mais que importante naquele momento, era essencial. Juntando o útil ao “agradável”, a equipe criativa tomou uma decisão difícil, mas acertada. “Se não podemos avançar com o personagem, vamos aposentá-lo enquanto ele ainda está com crédito”. Assim, a Marvel matou Peter Parker do universo Ultimate. Ele teve um fim honroso e espetacular. A edição de morte do Homem-Aranha foi um verdadeiro evento. Após enfrentar o Sexteto Sinistro, Peter morreria em um embate com o Duende Verde, se despedindo da vida nos braços de Mary Jane Watson, acompanhado pela Tia May e Johnny Storm.

“Eu não consegui salvar o Tio Ben, mas está tudo bem, porque consegui salvar você”. Assim se despede um gigante.

E dentre toda a tristeza daquela tragédia, um menino afro-latino surgiu. Miles Morales, um menino pobre e excluído do Brooklyn, que ganhou uma bolsa de estudos e resolveu contar para o tio, Aaron Davis, também conhecido como o vilão Gatuno, sobre a oportunidade que ele teria de subir na vida por meio dos estudos. Só que o tio havia acabado de voltar de um assalto à Oscorp e acabou trazendo – por acidente – uma aranha geneticamente alterada, que entrou como clandestina em sua mochila. Enquanto Miles estava no sofá contando da bolsa de estudos, a aranha saiu da mochila de Aaron e picou o menino. O veneno alterou sua estrutura genética, dando a ele super-força, a habilidade de escalar paredes, um “toque” venenoso e a capacidade de se camuflar.

O nascimento de outro gigante veio de um jeito irônico e surpreendente, tal qual o de Peter.

Miles conta para o seu melhor amigo sobre os novos poderes. Eles acham muito parecido com o que o Homem-Aranha é capaz de fazer. Mas Miles Morales, um jovem cheio de problemas e dificuldades, vê suas novas habilidades e decide fingir que nada aconteceu, já que Nova York tem um guardião há mais de uma década, o espetacular Homem-Aranha. Porém, no fatídico dia da morte de Peter Parker em praça pública, um dos espectadores é ninguém menos que o pequeno Miles. Com o assassinato do Homem-Aranha acontecendo em frente aos seus olhos, Miles passa a carregar uma culpa absurda. “Eu poderia ter feito alguma coisa”. Envergonhado de suas atitudes, Miles Morales enfim descobre que “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. Então, como forma de impedir que outras tragédias assim aconteçam, o garoto assume o manto aracnídeo.

Peter acaba exercendo o “papel” do Tio Ben para Miles, que entende suas responsabilidades de herói.

As críticas foram imediatas. Vocês conhecem muito bem como são os fãs fervorosos de quadrinhos. E um dos pontos geniais da HQ foi justamente trazer essa polêmica para o mundo da ficção. Afinal, o maior herói daquele universo acabara de morrer, como alguém já assume o manto logo de cara? Então, nas primeiras edições, chovem personagens falando para Miles que o uniforme é de mau gosto, que ele precisava de criatividade e coisas do tipo. Então, de uma forma espetacular, os roteiristas trazem o ponto-chave do personagem: para o povo que é protegido, não importa quem está embaixo da máscara. O importante é saber que o Homem-Aranha está lá por eles. Qualquer um que coloque as prioridades alheias antes das próprias questões apenas por saber que é o certo a ser feito pode ser o Homem-Aranha. Se você cede seu lugar para um idoso no ônibus após um dia cansativo de trabalho, você está sendo o Homem-Aranha. Porque fazer o bem está nos pequenos detalhes. Não demorou muito para o novo Homem-Aranha cair nas graças do povo de Nova York.

Todos somos o Homem-Aranha quando colocamos a necessidade dos outros antes das nossas. Deixar isso claro foi um dos grandes méritos de “Homem-Aranha no Aranhaverso”.

Na vida real, quem está embaixo do uniforme importa tanto quanto o herói em si. E mais uma vez a chegada de Miles foi certeira. Os problemas adultos de Peter deram espaço ao frescor dos dilemas dos jovens do século XXI. Miles trouxe todos os problemas que um adolescente americano negro e de baixa renda sofria nos EUA do início dos anos 2010. Foi uma forma fantástica de dar voz aos jovens, aos negros e criar um novíssimo herói tão revolucionário quanto foi Peter Parker em 1962. Miles Morales foi o maior acerto da Marvel Comics no século XXI justamente por resgatar a essência do Aranha dos anos 1960 e ainda adicionar o frescor dos dias atuais.

O sucesso do personagem se deu na reaproximação das crianças dos gibis do Homem-Aranha. Miles se tornou tão gigante nos quadrinhos que “apenas” o Universo Ultimate não era mais o suficiente para ele. Então, com os reboots, Miles Morales fez sua estreia no Universo regular dos quadrinhos da Marvel, abrindo as portas para uma nova Era de Heróis diversificados, como o Capitão América de Sam Wilson, a Thor de Jane Foster e a Miss Marvel de Kamala Khan. E o melhor é que a saída dos figurões de cena permitiu que os roteiristas trouxessem não apenas o frescor dos heróis que herdaram os respectivos mantos, mas também novas visões para os medalhões, como um Steve Rogers idoso e a espetacular jornada do Thor Indigno. Mais tarde, como é de costume nos quadrinhos, Peter e Miles passam a existir no mesmo plano e tudo fica ainda mais legal.

Miles foi o marco zero de uma nova e criativa Era dos Heróis da Marvel.

Miles Morales é um dos maiores legados de Peter Parker, que, assim como o garoto dos anos 1960 do Queens, teve personalidade para se manter e virar um ícone por ser quem ele é. E assim como Peter, Miles constrói um legado gigantesco a cada edição que aparece.

Morre Ruth Bader Ginsburg, juíza que lutou pelos Direitos das Mulheres; Conheça sua cinebiografia!

Nem todo mundo já ouviu falar do nome Ruth Bader Ginsburg, porém, definitivamente este é um dos principais nomes para os estudantes de Direito, especialmente nos Estados Unidos. Mais ainda: é um nome de extrema relevância para as estudantes mulheres, pois Ruth foi juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos, indicada ao cargo pelo então presidente Bill Clinton.

Bader Ginsburg morreu hoje (18), aos 87 anos, por complicações de um câncer no pâncreas, informou a corte em um comunicado.

A história de Ruth Bader, mais conhecida como RBG, chegou primeiramente aos cinemas em 2019, com o filme ‘Suprema’, com Felicity Jones no papel principal. Em seguida, o documentárioA Juíza’ trouxe a luta da estadunidense para os cinema do Brasil, e sessões nos primeiros quatro dias foram exibidas gratuitamente. Atualmente o documentário está disponível no NOW.

Em pouco mais de uma hora, as diretoras Julie Cohen e Betsy West conduzem com competência o espectador por toda a vida desta que se tornou uma das maiores militantes pela igualdade de gêneros. As diretoras optam por intercalar depoimentos de pessoas que conviveram com Ruth de todas as maneiras, incluindo familiares e os primeiros pleiteantes dos casos que a então jovem advogada assumira. O trabalho arqueológico de resgate da memória do que um dia já foi lei naquele país é um dos pontos fortes do filme, que recebeu duas indicações ao Oscar 2019: de Melhor Documentário e Melhor Canção Original (que poderia ter ganhado, se Lady Gaga não estivesse no páreo).

O roteiro foi cuidadosamente elaborado, e não tem um tom doutrinador. O ritmo mantém a atenção do espectador porque intercala cenas da atual Ruth – vejam só, aos 86 anos de idade e fazendo malhação três vezes na semana! – com histórias do passado, seja em fotos ou em imagens recuperadas da TV. O discurso de posse da Juíza Associada da Suprema Corte dos Estados Unidos está todo lá, e é curioso (para não dizer engraçado) a cara blasé com que a maioria branca e masculina da corte fica olhando para ela – dentre os quais, George Bush Filho.

A Notória Ruth, como também é chamada, chegou a cursar um ano de Direito na faculdade de Harvard, numa época em que apenas 2% dos alunos eram mulheres (até 1950 só havia homens), antes de se mudar para Nova York, onde se formou em Columbia. É reconfortante ver a neta de Ruth mostrando uma foto a ela, de sua própria formatura, falando que no aniversário de 200 anos de Harvard, pela primeira vez na história da instituição houve 50% de alunas mulheres. Ou seja, foram necessários 200 anos, mas finalmente a igualdade foi atingida naquela faculdade.

Dentre os depoimentos, um dos mais emocionantes é o da ativista e feminista Gloria Steinem, que apontou o quanto o trabalho de Ruth ajudou as mulheres a entenderem que elas não eram malucas, e sim o sistema que era. Por ter traduzido a biografia de Gloria Steinem no Brasil, é, para mim, difícil ser imparcial com este filme, cuja exibição nos cinemas é tão urgente, uma vez que somos o país com uma das maiores taxas de feminicídio no mundo.

É claro que os depoimentos da própria Ruth são os mais inspiradores, por exemplo, quando ela fala que em 1957, quando estudava e era a única mulher da turma, ela se sentia constantemente observada e na obrigação de vencer, pois, caso falhasse, ela falharia com todas as mulheres. Ou quando conta sobre o jantar com o Reitor de Harvard, onde ela e as outras pouquíssimas alunas se reuniram e o Reitor lhes perguntou (e elas tiveram que responder individualmente) por quê estavam ocupando o lugar na faculdade que deveria ser de um homem. Ou, ainda, quando ela conta o que sentiu enquanto fazia seu primeiro discurso na Suprema Corte, quando defendia o caso (quase perdido) de uma moça que trabalhava para a Força Aérea Americana, mas que não recebia os mesmos benefícios que os colegas homens, pelo simples fato de ser mulher. Ruth conta que, enquanto se dirigia àqueles juízes, se perguntava se eles estavam apenas tolerando que ela falasse ou se ela realmente estava dizendo algo que eles nunca tinham ouvido antes.

Apesar da história ser sobre uma juíza dos EUA, o que importa aqui é a trajetória de luta, de dar exemplo às jovens mulheres que ainda hoje estão buscando seus direitos ao redor do mundo. Embora muita coisa tenha mudado, ainda é muito pouco diante de como deveria ser, e documentários como este ‘A Juíza’ ajudam não só a levantar o debate, mas também a jogar luz na própria constituição brasileira, obscurecida por tanta corrupção.

 

‘O Justiceiro’: Produtor gostaria de trazer Demolidor e Rei do Crime para a 3ª temporada

A segunda temporada de ‘O Justiceiro‘ mal estreou na Netflix e seu produtor, Steve Lightfoot, já está pensando na terceira! Claro, se ela chegar a existir, visto que a Netflix cancelou todas as séries da Marvel nos últimos meses.

Mas considerando que ela venha a ser produzida, Lightfoot já tem uma ideia do que gostaria de fazer:

“Obviamente, Demolidor e Justiceiro têm muita história e história entre eles nos quadrinhos. Então seria ótimo cavar um pouco disso. Também vilões como o Rei do Crime, que também foi destaque em muitos dos livros do Justiceiro. Então seria fantástico conseguir alguns desses caras de volta ao show, se conseguirmos fazer isso funcionar.”

Vale lembrar que essa deve ser a última temporada da série, e o ator Jon Bernthal afirmou estar em paz com a possibilidade e que não se preocupa com aquilo que não consegue controlar.

“Eu sei qual é a realidade da situação e estou em paz com isso. Só realmente me preocupo com as coisas que posso controlar. Quando se trata de fazer o meu trabalho, quando estou interpretando o personagem, quando está bem ali diante de mim, eu farei tudo o que for preciso para fazer isso da melhor forma possível. Mas nesse ramo há tanto que não consigo controlar. E, independente do que está acontecendo com essas séries, essas decisões são feitas em salas das quais eu não sou convidado e tudo bem”.

Crítica | O Justiceiro – 2ª temporada tem muito sangue e POUCA história

Na nova temporada, Frank Castle (Bernthal) pode fugir, mas não pode se esconder de quem está destinado a ser. A segunda temporada encontra Frank em um território muito familiar. Billy Russo (Barnes), seu ex-companheiro de armas, lentamente começa a se recuperar da lesão cerebral traumática que Frank o causou e é apenas uma questão de tempo até que comece a juntar as peças do quebra-cabeça.

O elenco inclui Jon BernthalDeborah Ann WollAmber Rose RevahJason R. Moore e Ben Barnes.

Grande mudança em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ será irreversível, diz Kevin Feige

Homem-Aranha: Longe de Casa é a mais recente aventura do Universo Cinemático Marvel e trouxe uma chocante reviravolta no final do filme. Agora, de acordo com o presidente dos estúdios Kevin Feige, essa conclusão será irreversível.

Cuidado: spoilers à frente.

Em uma das cenas pós-créditos, Homem-Aranha (Tom Holland) ficou aterrorizado quando o editor-chefe do DailyBugle.net, J. Jonah Jameson (J.K. Simmons), deixou vazar sua identidade secreta na televisão aberta. Jameson jogou essa bomba após receber uma fita do fraudulento Mysterio (Jake Gyllenhaal) com gravações bastante explícitas.

Fim dos spoilers.

Em maio deste ano, Feige comentou em entrevista ao The Hollywood Reporter que “sempre fico animado quando uma grande mudança é proposta”. Ao que tudo indica, ele é bastante afável a reviravoltas chocantes – afinal, ‘Vingadores: Ultimato’ não apagou o hiato de cinco anos entre o Estalo de Thanos e o retorno dos desintegrafos -, indicando que ‘Longe de Casa’ irá manter essa conclusão.

Em apenas dois dias, o longa já soma US$ 66,3 milhões nos EUA – antes mesmo do fim de semana.

A expectativa é que o filme arrecade entre US$170 a 190 milhões em seu primeiro final de semana estendido.

Assista à crítica:

Peter Parker e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

‘Uncharted’: Diretor de ‘Venom’ está sendo cotado para o projeto

Algumas semanas atrás, Travis Knight deixou o comando da adaptação de Uncharted para a Sony Pictures, tornando-se o quarto nome a abandonar o projeto. Agora, segundo o Deadline, a companhia já está em busca de outro diretor – e está cotando Ruben Fleischer para guiar o projeto.

Fleischer é conhecido por dirigir Venom, que tornou-se um sucesso de bilheteria ao arrecadar mais de US$850 milhões, além de ter sido responsável pela franquia Zumbilândia e pela ação ‘Caça aos Gangstêres’.

Mark WahlbergAnsel Elgort ainda estão atados como os protagonistas, enquanto a estreia do longa deve ser adiada mais uma vez.

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

O jogo acompanha as aventuras de Nathan Drake (Holland), um caçador de tesouros que viaja ao redor do mundo para descobrir mistérios históricos. Porém, a adaptação não deve seguir nenhuma história mostrada nos games da Naughty Dog.

Crítica | “BLACK PARADE” é mais um hino R&B sobre racismo de Beyoncé

Senhoras e senhores: Beyoncé.

Depois de trilhar um caminho de pura ascensão que culminou no álbum visual (e um dos melhores do século) Lemonade e de se aventurar no oscilante remake em live-action O Rei Leão, nossa Queen-B seguiu os passos artísticos de 2013 e voltou para o mundo da música com o lançamento surpresa de BLACK PARADE, um hino racial que, através de alguns dos versos mais bem construídos do ano, infunde os ouvintes com análises elegíacas sobre cultura africana e sobre as raízes do preconceito contra a comunidade preta.

Ainda que o instrumental nos arremesse de volta para a última produção solo da artista, essa rígida concepção pode nos levar erroneamente a acreditar que a faixa avulsa seria um descarte deixado para ser aproveitado em momento oportuno. Entretanto, as similaridades entre BLACK PARADE e obras-primas como “Hold Up”“Formation” – principalmente quando volta-se para o uso de saxofones e o comedido poder dos sintetizadores do R&B – apenas mostram a importância cultural que Beyoncé promove para seus antepassados, continuando a honrar a história e a mostrar que, mais de cinco séculos depois, as coisas não mudaram tanto assim.

De fato, a música não poderia ter vindo em melhor hora: guiada pela brutal morte de George Floyd e para a crescente e retrógrada discriminação da comunidade negra – e auxiliada pela conhecida produção de Derek Dixie -, a performer pinta um cru retrato do que se enfrenta nos dias de hoje. Ela não poupa ácidas incursões sociológicas sobre a supremacia branca e sobre a constante segregação promovida por seus agressores, resumindo esse extenso e bem-vindo anthem em “ser negro, talvez essa seja a razão pela qual estão sempre irritados”.

“Alegria preta é o seu direito”, Queen-B escreveu em seu site oficial poucos dias antes da divulgação da iteração. Se a exponencial militância de Beyoncé já havia crescido na última década, não seria até os últimos dois anos que ela se imporia com maior força para defender seus irmãos e irmãs, posicionando-se também a favor dos direitos das mulheres negras, expondo a violência doméstica e psicológica que se prolonga e que mantém-se intrínseca ao milenar patriarcado mundial (razão pela qual ela fala tanto da her-story aqui).

De um lado, a cantora, aliada a um time competente de liricistas que não deixa quaisquer pontas soltas em mais de quatro minutos; de outro, ela supervisiona a arquitetura sonora com apreço e cautela que atingem o suprassumo da empatia e da mimética histórica: além dos instrumentos supracitados, temos a dissonância do piano clássico e o respaldo em assonâncias que flertam com a literatura africana – tudo muito bem pensado e digno de uma discografia impecável. E, apesar de um pontual deslize na estrofe inicial, o ápice insurge com o envolvente refrão regado a um soul-jazz dos anos 1920 mascarada com investidas do trap.

BLACK PARADE continua a onda de produções que beiram o impecável de Beyoncé – mostrando que seu patamar de uma das artistas mais versáteis e sagazes da última geração segue vivo em um legado que nunca será apagado.

‘Batwoman’: Fãs estão AMANDO o visual de Javicia Leslie para a 2ª temporada

Recentemente, a CW divulgou duas novas imagens promocionais da 2ª temporada de Batwoman, revelando o visual da atriz Javicia Leslie como a heroína titular.

Não demorou muito até que os fãs expressassem seu contentamento com o visual da personagem, elogiando tanto a performer quanto o look.

Confira as reações, junto às fotos em questão:

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Leslie falou sobre sua ansiedade em interpretar a personagem titular a partir de agora.

A estrela também argumentou que sua escolha para o papel foi um grande passo para a representatividade e isso é um reflexo da mudança no universo das adaptações.

“Entrar para o elenco dessa série foi uma vitória, não só para mim, mas para todas pessoas que pediam mais diversidade no universo das adaptações. Mas eu acho que foi uma escolha natural, um reflexo da mudança nesse universo [das adaptações de quadrinhos]. Espero que isso seja só o começo e essa tendência ganhe força daqui para frente.”

Ela também mencionou que já está preparada para as cenas de ação porque sempre se interessou por atividades físicas.

“Me disseram que era um papel muito cansativo. Bom, eu sou muito ativa na minha vida pessoal. Eu pratico Muay Thai, faço exercícios físicos, corro. Estou pronta para qualquer coisa que envolva atividade física. Trabalhar com isso vai ser como brincar no playground todos os dias.”

Para quem não sabe, Leslie assumiu o papel após a saída de Ruby Rose.

Mais conhecida por seu trabalho na série ‘God Friended Me‘ e ‘Family Business‘, a atriz comemorou a escalação, dizendo: 

“Estou muito orgulhosa em ser a primeira atriz negra a interpretar o icônico papel da Batwoman na televisão.”, disse ela ao TV Line. “Sendo uma mulher bissexual, estou honrada em me juntar a essa série inovadora, que tem sido tão importante para a comunidade LGBTQ+.”

Leslie irá interpretar Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

Recentemente, a showrunner Caroline Dries revelou se a personagem Kate Kane será morta na 2ª temporada, o que explicaria a substituição da heroína.

“Como uma lésbica que tem trabalhado como roteirista nos últimos 15 anos, estou ciente da tendência das tramas de matarem personagem LGBT e eu não tenho interesse em participar disso. Assim como vocês, eu amo a Kate Kane. Nós nunca iremos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos grandes mistérios da segunda temporada.”

Sobre a decisão de não reescalar a personagem, a showrunner declarou:

“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”

Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”

Lembrando que os novos episódios de ‘Batwoman‘ devem estrear somente em 2021.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Em um Bairro de Nova York’: Lute pelos seus sonhos no novo teaser oficial da adaptação; Confira!

HBO Max divulgou o novo teaser oficial de ‘Em um Bairro de Nova York’, adaptação do aclamado musical da Broadway.

O filme tem lançamento previsto para 18 de junho de 2021.

Confira:

Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos‘), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda.

As luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

O elenco também é formado por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsMelissa BarreraJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

‘Animaniacs’: 2ª temporada ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

O Hulu divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada da série animada ‘Animaniacs‘.

O vídeo também anuncia a estreia dos novos episódios: 05 de novembro.

Confira:

Steven Spielberg’s Animaniacs foi uma série de desenhos animados distribuída pela Warner Bros., produzida pela Amblin Entertainment e inspirada no filme Uma Cilada para Roger Rabbit.

A produção foi inicialmente exibida na emissora ABC, entre 1993 e 1994. Com os demais episódios sendo exibidos no Kids WB!, entre 1994 e 1998. O desenho é ambientado no universo dos Looney Tunes.

‘O Mar da Tranquilidade’: Série sci-fi com Bae Doona já está disponível na Netflix!

A série de suspense sci-fi O Mar da Tranquilidade, estrelada por Bae Doona (‘Sense8’), já está disponível na Netflix.

O título foi lançado hoje, 24 de dezembro, na plataforma de streaming.

Ambientada no ano de 2075, quando o esgotamento dos recursos naturais devastou a Terra, a narrativa acompanha a história de uma equipe de elite enviada em uma missão especial para uma estação de pesquisa abandonada na lua.

Relembre o trailer:

A série é baseada no curta-metragem homônimo de Choi Hang-yong, que dirige os episódios. Park Eun-kyo assina o roteiro.

Gong Yoo, Lee Joon, Kim Sun-young, Lee Mu-saeng, Lee Sung-wook e outros também estrelam.

‘Desencantada’: Amy Adams e Maya Rudolph na primeira imagem OFICIAL da sequência; Confira!

15 anos depois de ter chegado aos cinemas, Encantada vai ganhar uma sequência intitulada Desencantada e, agora, o Disney+ divulgou a primeira imagem oficial do longa-metragem.

A foto traz Amy Adams de volta como a protagonista Giselle e Maya Rudolph como a antagonista Malvina Monroe.

Confira:

Durante uma recente aparição ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Adams falou um pouco sobre o aguardado filme e disse que a experiência do novo longa-metragem foi bem mais intensa que o primeiro, inclinando-se mais para as configurações de um musical em vez de uma paródia.

“Há muito mais canto e muito mais dança, o que foi incrível. A última vez que realmente dancei como aqui, foi nos meus 20 e poucos, e agora não estou mais lá. É uma sensação diferente quando você tem quarenta. No meu coração, eu me sinto nos meus vinte anos quando danço, e então eu assisto às gravações e penso: ‘uau, não é a mesma coisa'”, ela comentou. 

Adam Shankman entra como diretor.

A trama se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

A atriz Gabby Baldacchino dará vida à Morgan na adolescência. James Marsden (Príncipe Edward) e Idina Menzel (Nancy Tremaine) retornam, ao lado das recém-anunciadas Maya RudolphYvette Nicole BrownJayma Mays.

Encantadatrouxe no elenco Adams como a princesa Giselle, que foi empurrada em um poço mágico e saiu de seu encantado mundo para as movimentadas ruas de Nova York. Susan Sarandon Timothy Spall também fizeram parte do longa.

‘Big Shot: Treinador de Elite’: 2ª temporada estreia no Disney+!

A 2ª temporada da série ‘Big Shot: Treinador de Elite‘, estrelada por John Stamos (‘Scream Queens’), já estreou no Disney+.

Os novos episódios foram lançados no último dia 12 de outubro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série foi criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies‘).

A trama conta a história de um técnico de basquete universitário bastante temperamental (Stamos), que por um golpe do destino acabou sendo demitido, e se viu obrigado a trabalhar como professor e técnico em uma escola voltada apenas para meninas ricas.

O elenco ainda conta com Jessalyn Gilsig, Yvette Nicole Brown, Richard Robichaux, Sophia Mitri Schloss, Nell Verlaque, Tiana Le, Monique Green, Tisha Custodio e Cricket Wampler.

‘Sombra e Ossos’: Astros da série nos levam para um tour pelos bastidores da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada da elogiada e adorada série de fantasia Sombra e Ossos finalmente chegou ao catálogo da Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo promocional de bastidores.

No featurette, os astros Kit Young (Jasper) e Jack Wolfe (Wylan) nos levam para um tour pelos bastidores dos novos episódios.

Confira:

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘A Pequena Sereia’ será RELANÇADO nos cinemas com versão para você cantar junto!

A Pequena Sereia foi a mais recente adaptação em live-action da Walt Disney Studios a chegar aos cinemas e, agora, o longa vai voltar às telonas para uma versão sing-along.

Segundo o Collider, a produção, estrelada por Halle Bailey, retornará aos cinemas estadunidenses no próximo dia 25 de agosto, permitindo que os fãs cantem as músicas clássicas e as originais junto ao filme. Entretanto, detalhes sobre o relançamento internacional não foram revelados.

Lembrando que o live-action chega ao catálogo do Disney+ em 06 de setembro.

Apesar das polêmicas e boicotes, o live-action de ‘A Pequena Sereia‘ arrecadou US$ 564 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 297 milhões, enquanto no mercado internacional, foram US$ 267 milhões.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) vive o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw é a rainha Athena.

‘Alexandre, O Grande’: Vídeo promocional explora o ROMANCE entre Alexandre e Heféstio; Confira!

Intitulada ‘Alexandre: O Nascimento de um Deus‘, a nova série documental da Netflix já está disponível e relata a jornada de Alexandre, O Grande, Rei da Macedônia, ao longo de ascensão até se tornar o lendário personagem histórico.

A série conta com seis episódios, narrando desde seu exílio até sua incansável busca para derrubar o formidável imperador persa Dario, culminando em sua conquista do mundo conhecido em menos de seis anos.

A emocionante série histórica apresenta uma mistura de reconstituições dramáticas, insights de acadêmicos, descobertas arqueológicas inovadoras e escavações atuais no local de Calliope Limneos-Papakosta, em Alexandria, Egito.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional explorando o relacionamento entre Alexandre e Heféstio Amíntoro, o grande amor da vida do imperador.

Confira:

Na série, Buck Braithwaite (‘Nefarious’) interpreta Alexandre, ao lado de Mido Hamada (‘Desconhecido’) como Rei Dario.

Nas redes sociais, o público está rendendo diversos elogios elogios, desde os figurinos, às performances do elenco, às ambientações e principalmente por resgatar a história de um dos maiores símbolos de conquista que já pisou na Terra.

Confira as reações:

Crítica em Vídeo | ‘Deadpool e Wolverine’ é um divertido retorno da Marvel à forma

Deadpool e Wolverine chega aos cinemas nacionais amanhã, 25 de julho – e nós já tivemos a oportunidade de conferir o filme.

Veja a crítica, gravada pelo nosso jornalista Thiago Nolla:

Com 150 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Deadpool & Wolverine‘ abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes – a média mais baixa da franquia.

Para termos de comparação, os dois primeiros filmes conquistaram uma média de aprovação de 85% e 84% no site agregador de críticas, respectivamente.

O consenso geral destaca o tom divertido e violento da produção, mas alguns especialistas reclamaram a dependência do filme em nostalgia e participações especiais.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“Dirigido com entusiasmo por Shawn Levy, este filme é um sonho hiperativo que reúne dois dos melhores personagens da Marvel e um elenco de apoio que deixará os nerds espumando pela boca.” (Times UK)

“Há uma diferença entre se apoiar em referências e fazer um filme que seja genuinamente engraçado, emocionante, enérgico e inovador. Quase sempre, ‘Deadpool e Wolverine’ parece trabalhar em oposição direta em ambos aspectos.” (Globe and Mail)

“‘Deadpool e Wolverine’ faz um trabalho surpreendentemente eficaz ao convencer seu público de que este é um filme sobre nostalgia de personagens amados, quando na verdade é apenas uma ponte entre a produção de uma empresa para a outra.” (Vanity Fair)

“‘Deadpool e Wolverine’ não só entrega a equipe do século, mas também o melhor filme da Marvel em cinco anos.” (Solzy at the Movies)

“Apesar de ser ridícula até mesmo para os padrões dos super-heróis, a história consegue se manter mais ou menos coerente.” (Boston Globe)

“Assim como nos filmes anteriores, aqueles que não suportam o Deadpool ou que não estão familiarizados com a mitologia dos filmes da Marvel irão detestar completamente. O resto estará no céu.” (The Daily Beast)

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

10 ÓTIMOS álbuns que completam dez anos em 2025

Por incrível que pareça, já faz uma década desde que nomes como AdeleKendrick LamarFlorence Welch lançavam álbuns incríveis e que apresentavam sonoridades que marcariam época.

Dentre os principais discos estreando em 2015, podemos citar, apenas como exemplo, To Pimp a Butterfly‘How Big, How Blue, How Beautiful’25 – caindo no gosto da crítica e do público e sendo relembrados até os dias de hoje como clássicos instantâneos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez grandes álbuns que completam dez anos em 2025 para você ouvir.

Veja abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

VULNICURA, Björk

vulnicura björk

Lançamento: 20 de janeiro

Desde sua estreia oficial no circuito fonográfico, a artista islandesa Björk mostrou que nunca se preocupou em seguir uma fórmula específica ou acompanhar as tendências do escopo mainstream. E, com seu oitavo álbum de estúdio, ela continuou a apostar fichas em uma sonoridade única e quase etérea: ‘Vulnicura’ trouxe o avant-garde à música eletrônica em uma narrativa honesta, pessoal e que surpreendeu os críticos ao redor do mundo – além de trazer uma experiência visual que ficou conhecida como Björk Digital.

REBEL HEART, Madonna

Lançamento: 06 de março

Três anos depois de ter apostado fichas com ‘MDNA’Madonna resolveu explorar seu lado mais rebelde e honesto ao retornar para o mundo da música com o subestimado Rebel Heart. Composto por nada menos que 19 faixas, a produção foi elogiada pela crítica especializada, que o caracterizou como o melhor lançamento de sua carreira em uma década, e também estreou em 2º lugar nos charts da Billboard, além de render algumas canções muito bem produzidas para a carreira da Rainha do pop.

TO PIMP A BUTTERFLY, Kendrick Lamar

Lançamento: 15 de março

O terceiro álbum de Kendrick Lamar, To Pimp a Butterfly, é considerado um dos melhores da história por se configurar como um arauto do empoderamento racial, movido por versos que falam sobre a discriminação sofrida pela população negra e pela importância da cultura como arma de luta contra a opressão. Aqui, Lamar mergulha no experimentalismo do hip hop e no jazz rap, arquitetando uma magnum opus que viria a influenciar gerações de artistas e que reafirmaria sua importância no cenário fonográfico.

HOW BIG, HOW BLUE, HOW BEAUTIFUL, Florence and the Machine

how big how blue how beautiful

Lançamento: 29 de maio

Incorporando elementos do folk, do blues e do gospel‘How Big, How Blue, How Beautiful’ apresentou um lado mais refinado da banda conhecida como Florence and the Machine ao narrar canções focadas em conflitos pessoais e lutas internas. Afastando-se do teor mais “livre” dos álbuns anteriores do grupo, por assim dizer, a produção contou com quatro singles oficiais e conquistou nada menos que cinco indicações ao Grammy Awards.

EMOTION, Carly Rae Jepsen

emotion carly rae jepsen

Lançamento: 24 de junho

Após ter apostado fichas em um forte bubblegum popCarly Rae Jepsen resolveu voltar-se para os anos 1980 para a produção de seu terceiro álbum de estúdio, ‘Emotion’. Apresentando uma amálgama interessante de estilos alternativos à medida que se aliou a produtores mainstream como SiaGreg KurstinDev Hynes, Jepsen mergulhou de cabeça no dance-pop e no synth-pop para uma divertida e exuberante jornada guiada por canções como “I Really Like You”“Run Away With Me”.

CURRENTS, Tame Impala

Lançamento: 17 de julho

‘Currents’, de Tame Impala, tornou-se em pouco tempo um dos melhores álbuns recebidos pelos críticos internacionais do século – e da carreira desse icônico ato fonográfico. Trazendo elementos do pop psicodélico, do disco, do R&B e do electropop, todas as faixas do compilado foram escritas e produzidas por Kevin Parker, em uma reflexão contínua sobre o processo de transformação pessoal e uma visão romântica do mundo – para o bem ou para o mal.

BEAUTY BEHIND THE MADNESS, The Weeknd

The Weeknd Beauty Behind the Madness

Lançamento: 28 de agosto

Indicado à categoria de Álbum do Ano‘Beauty Behind the Madness’ configura-se como o segundo álbum de estúdio de The Weeknd e o trouxe oficialmente para o cenário mainstream ao mostrar que o cantor e compositora estava a par das tendências populares da época. Contando com cinco singles – dois dos quais alcançaram o topo da Billboard Hot 100 -, o disco conta com a faixa “Earned It”, que foi utilizada no filme ’50 Tons de Cinza’ e conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Canção Original.

HONEYMOON, Lana Del Rey

Lançamento: 18 de setembro

Com ‘Honeymoon’Lana Del Rey mergulhou em uma instrumentação diferente da produção anterior, ‘Ultraviolence’, voltando às raízes do baroque-pop e construindo narrativas que falam sobre a tortura do romance, o ressentimento, a luxúria e, principalmente, um escapismo poético que, até então, já havia se tornado marca registrada de suas composições. Além disso, o disco conta com os ótimos singles “High by the Beach” e “Music to Watch Boys To”.

REVIVAL, Selena Gomez

Mulher em pose artística, preto e branco

Lançamento: 09 de outubro

A década de 2010 foi marcada por inúmeras mudanças no cenário musical – e uma dessas mudanças foi o ressurgimento do electro-dance e synth-pop como estampa do cenário mainstream. E, enquanto diversos artistas de mantinham atados às tendências, Selena Gomez fez a mesma coisa com Revival, uma belíssima e confessional produção que apresentou uma nova camada de sua identidade artística ao misturar desejo, projeção, frustração e sensualidade em um mesmo lugar.

25, Adele

Lançamento: 20 de novembro

Com 25, Adele viria a trilhar um caminho de sucesso semelhante ao seu álbum predecessor, ’21’. Vendendo mais de 30 milhões de cópias, não é necessário nem mencionar a aceitação do público pelo álbum; contando com músicas como “Hello”“Send My Love (To Your New Lover)” “When We Were Young”, o estilo da cantora e compositora voltou-se para a celebração do R&B e do soul, abrindo espaço para profundas elegias românticas e para reflexões melancólicas sobre um passado que nunca mais irá voltar.

Lorde lança “Man of The Year” como o novo single de seu próximo álbum; Ouça!

A aclamada cantora e compositora Lorde lançou hoje (29) o segundo single oficial do antecipado álbum ‘Virgin’: “Man of the Year”.

A canção veio acompanhada de um videoclipe oficial.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais será lançado em 27 de junho e conta com o lead single “What Was That?”.

Jim-E Stack e Daniel Nigro entram como compositores e produtores ao lado de Lorde.

O álbum conta com onze faixas.

A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido Pure Heroin. Seu último trabalho, Melodrama, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.

Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop SoloMúsica do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo Billie Eilish.

Os Cavaleiros estão de volta no novo trailer DUBLADO de ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado de ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’, aguardada sequência da franquia de suspense e mágica.

O novo longa trará de volta os Quatro Cavaleiros originais: Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Isla Fisher.

A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 13 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo capítulo ainda contará com Justice Smith, Rosamund Pike, Dominic Sessa e Ariana Greenblatt.

Os Quatro Cavaleiros retornam com uma nova geração de ilusionistas realizando reviravoltas, surpresas e mágicas alucinantes, diferentes de tudo já capturado em filme.

Ruben Fleischer, que dirigiu ‘Truque de Mestre 2‘, retorna à cadeira de direção da nova sequência. O filme é escrito por Seth Grahame-Smith.

Lembrando que Truque de Mestree Truque de Mestre: O Segundo Ato’ estão disponíveis na Netflix

Amy Adams, Javier Bardem e Patrick Wilson no teaser do SUSPENSE ‘Cabo do Medo’; Confira!

O Apple TV divulgou o primeiro teaser oficial de ‘Cabo do Medo‘ (Cape Fear), série de suspense baseada no clássico de 1991.

Programada para o dia 5 de junho, a nova versão é estrelada por Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Têm Vez’), Amy Adams (‘A Chegada’) e Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda contará com CCH PounderMalia PylesAnna BaryshnikovJamie HectorLily ColliasJoe AndersPatrick FischlerRon PerlmanTed LevineMargarita Levieva.

A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Inspirado pelo remake de 1991 dirigido por Martin Scorsese e produzido por Steven Spielberg, a trama é centrada em um feliz casal de advogados, Anna (Adams) e Tom Bowden (Wilson), que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando Max Cady (Bardem), um notório serial killer do passado deles, sai da prisão e quer vingança.

Morten Tyldum (‘Silo’) comandará o episódio piloto de ‘Cabo do Medo‘, além de servir como produtor executivo.

Adams e Bardem também irão servir como produtores executivos ao lado de ScorseseSpielberg.

Do criador Nick Antosca (‘O Ato’, ‘Candy’, ‘A Friend of the Family’), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.

Dez episódios foram encomendados para o projeto.

Shailene Woodley leva para casa primeiro Emmy da carreira por ‘Paradise’

A elogiada série de suspense Paradise continua a fazer um grande sucesso de crítica e público, além de figurar nas principais premiações televisivas e de streaming ao redor do mundo.

Durante o Creative Arts Emmy Awards 2026Shailene Woodley, que interpretou a sobrevivente Annie Clay na segunda temporada da atração, foi uma das vitoriosas da cerimônia e levou a melhor na categoria de Melhor Atriz Convidada em Série de Drama.

O feito marca a primeira estatueta do Emmy da atriz, que ganhou reconhecimento também por sua performance na série limitada ‘Big Little Lies’.

Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

 

2ª temporada de ‘Paradise’ tem seus primeiros 5 minutos exibidos na CCXP; Confira a descrição!

A série foi criada por Dan Fogelman (‘This Is Us’).

Na trama, o assassinato do presidente dos Estados Unidos acaba envolvendo seu chefe de segurança em um perigoso segredo de estado.

O elenco conta com Sterling K. Brown, James Marsden, Julianne Nicholson e Sarah Shahi.

‘American Gods’: Orlando Jones diz que racismo nos bastidores está arruinando a série

Durante a 2ª temporada de ‘American Gods‘, Orlando Jones, intérprete de Mr. Nancy, disse que também atuou como roteirista da série para garantir que os negros fossem bem representados na narrativa.

E, durante uma entrevista para o Geeks Worldwide, o astro disse que o racismo nos bastidores da produção está arruinando a narrativa da série.

“Eu sei que o pessoal da Fremantle [produtora da série] não se importa com os personagens negros da série. Eles mesmos disseram isso para mim. Disseram que os diretores devem se concentrar na trama do Mr. Wednesday… É por isso que ele ganha destaque na 2ª temporada. A história deveria ser contada da perspectiva do Shadow Moon, e não do Mr. Wednesday. Eles disseram que rostos negros não vendem na Europa.”

Jones também revelou que a produtora não quis pagá-lo por seu trabalho como roteirista.

“Na abertura da 2ª temporada, há uma cena com Bilquis, Ibis e Mr. Nancy… Essa foi uma das cenas que eu reescrevi. Depois disso comecei a escrever as cenas desses personagens com frequência. Eu recebi apoio de Neil Gaiman e do produtor executivo Jessie Alexander. Mas o pessoal da Fremantle simplesmente não queria me pagar, então eu disse: ‘Isso é uma atitude racista. Vocês pagaram todos os roteiristas brancos brancos e eles estão em casa sem fazer nada’. Achei tudo muito estúpido e eles ainda ficaram bravos comigo.”

Após ser demitido da produção, Jones já havia dito que o showrunner Charles Eglee o afastou porque “o ódio e a revolta de seu personagem passam uma mensagem errada para os negros da América.”

Mas, de acordo com o Deadline, a Fremantle emitiu um comunicado negando as polêmicas declarações do ator.

“As histórias que estamos planejando para a próxima temporada evoluíram continuamente para acompanhar a complexa mitologia do material de origem. Jones não fará mais parte da série porque Mr. Nancy, entre outros personagens, não aparecem na parte do livro que estamos focando na 3ª temporada. Não há nenhuma motivação oculta em nossa decisão.”, diz a nota.

Apesar de não se dirigir a Jones diretamente, a companhia deixou claro que o compromisso da produção é buscar meios de ampliar a diversidade na narrativa.

“Vários novos personagens, muitos dos quais já foram anunciados, serão introduzidos no mundo de Shadow Moon, o que vai contribuir ainda mais para o legado do programa como uma das séries mais diversas da televisão.”

Anteriormente, Jones disse que perdeu diversas oportunidades em outras produções por dar prioridade à série e sentiu que foi passado para trás:

“Eu gostaria que essas pessoas agissem com mais responsabilidade e respeito. Seria legal receber um ‘obrigado’ pelo trabalho que eu fiz. Espero que ninguém mais passe por isso, porque eles acabaram me passando para trás. Me disseram que eu iria retornar na próxima temporada, mas me passaram para trás.”

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados sobre a situação entre os envolvidos na polêmica.

Lembrando que as duas primeiras temporadas continuam disponíveis na Amazon Prime.

O segundo ano enfrentou muitos problemas nos bastidores, com o afastamento dos showrunners originais, Michael Green e Bryan Fuller, e a demissão de seu substituto, Jesse Alexander., além de perder membros do elenco, tais como Gillian Anderson e Kristin Chenoweth.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

‘A Maldição da Mansão Bly’: Após novo trailer, série ganha imagens inéditas; Confira!

Depois de lançar o trailer final de ‘A Maldição da Mansão Bly’, Netflix divulgou mais algumas imagens inéditas da temporada sequência da aclamada A Maldição da Residência Hill.

Confira, junto com o trailer:

A produção fica a encargo do icônico Mike Flanagan.

Lembrando que todos os episódios estarão disponíveis na plataforma em 09 de Outubro.

Sem emprego, uma jovem mulher (Victoria Pedretti) começa a trabalhar em uma enorme e antiga mansão, cuidando de duas crianças aparentemente inocentes. A medida que os dias vão se passando, os irmãos Flora e Miles apresentam um comportamento cada vez mais assustador e abusivo.

A 2ª temporada terá uma nova trama, baseada no livro de terror gótico ‘A Outra Volta do Parafuso‘, escrito por Henry James.

No livro, a trama é narrada por um governanta responsável por cuidar de uma assustadora mansão, onde dois órfãos serão hóspedes por um período que irá traumatizar suas vidas.

Além de Flanagan, a direção dos episódios também conta com Yolanda RamkeBen Howling (Cargo), Liam Gavin (A Dark Song) e Axelle Carolyn (Tales of Halloween) e Ciarán Foy (‘Eli’).

O elenco contará com o retorno de Oliver Jackson-Cohen, Kate Siegel, Victoria PedrettiHenry Thomas, interpretando personagens diferentes.

Além deles, o novo ciclo irá introduzir Catherine ParkerT’Nia MillerRahul KohliAmelia EveBenjamin Ainsworth,Amelie Smith.

‘Titãs’: Fãs elogiam o visual do Capuz Vermelho no teaser da 3ª temporada; Confira as reações!

Finalmente foi lançado o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Titãs‘, introduzindo Barbara Gordon (Savannah Welch), Tim Drake (Jay Lycurgo) e o vilão Espantalho (Vincent Kartheiser).

No entanto, o que mais chamou a atenção dos fãs foi o visual de Jason Todd (Curran Walters) como Capuz Vermelho em sua primeira versão live-action.

Nos quadrinhos, Todd foi morto pelo Coringa e ressuscitou sob o polêmico codinome Capuz Vermelho, tornando-se um assassino frio e calculista. Apesar de ser pouco adaptado em animações, o personagem se tornou um dos anti-heróis mais populares da DC Comics.

Por conta disso, não faltaram elogios nas redes sociais e os fãs do personagem estão enlouquecidos e bastante animados para vê-lo em ação.

Além disso, alguns afirmaram que só vão começar a assistir à série porque ficaram entusiasmados com a presença do anti-herói.

Confira as reações:

Lembrando que os três primeiros episódios estreiam em 12 de agosto, na HBO Max.

Confira o teaser:

Anteriormente, a Entertainment Weekly divulgou duas imagens oficiais dos novos episódios.

Uma delas mostra Barbara Gordon em sua cadeira de rodas enquanto conversa com Dick Grayson (Brenton Thwaites).

A outra mostra um assustado Dr. Jonathan Crane, que mais tarde deve se tornar o temido vilão Espantalho.

Confira:

Confira os títulos dos primeiros episódios do novo ciclo.

  • Episódio 1: Barbara Gordon (Escrito por Richard Hatem & Geoff Johns)
  • Episódio 2: Red Hood [Capuz Vermelho] (Escrito por Tom Pabst)
  • Episódio 3: Hank & Dove [Rapina e Columba] (Escrito por Jamie Gorenberg)
  • Episódio 4: Blackfire [Estrela Negra]
  • Episódio 5: Lazarus
  • Episódio 6: Lady Vic
  • Episódio 7: 51 Percent [51%]
  • Episódio 8: Home [Casa]
  • Episódio 9: Souls [Almas]
  • Episódio 10: Troubled Water [Águas Agitadas]

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.