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Elogiada, ‘The 100’ garante 5ª temporada!

O canal The CW confirmou que ‘The 100‘ terá a quinta temporada.

A expectativa é que 13 ou 16 episódios sejam produzidos, segundo revelado pelo canal.

Até as próximas novidades, você confere o que virá na próxima semana.

Ambientada 97 anos após uma guerra nuclear que dizimou a população global, um grupo de 100 jovens delinquentes que sobreviveram, são trazidos de volta à Terra para que eles possam criar uma nova civilização.

Assista:

Terminam as filmagens de ‘Predador’

Jacob Tremblay, que interpreta um dos personagens principais no reboot, confirmou em seu perfil no Twitter que as filmagens de ‘Predador‘ foram encerradas nessa semana.

Confira:

Schwarzenegger fala sobre remake de ‘Predador’ e critica sequências

Remake de ‘Predador’ terá diretor de ‘Homem de Ferro 3’

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10 filmes que colocam o refletir direcionado para ações policiais

Um assunto que sempre volta ao debate em nossa sociedade são as ações policiais. Percorrendo diversos conflitos em histórias que de alguma forma refletem a realidade do cotidiano não só no Brasil mas em muitos lugares do mundo, muitos filmes usam do tema para gerar reflexões importantes. Pensando nesse recorte, segue abaixo 10 filmes que colocam o refletir direcionado para ações policiais:

 

Ruído

Na trama, acompanhamos a jornada de dor, tristeza e lampejos ligados à esperança de Julia (Julieta Egurrola), uma artista plástica que vê sua vida tomar outros rumos quando, durante uma viagem a uma cidade do México, sua filha, a psicóloga Gertrudis, desaparece. Lutando com todas as forças que lhe restam, passando pelos absurdos burocráticos, descasos de autoridades, sem saber em quem confiar, acaba conhecendo Abril (Teresa Ruiz), uma jornalista que está disposta a se juntar a Julia nessa caminhada e assim também denunciar os horrores da violência que encontra pelo caminho.

 

O Homem Cordial

Na trama, conhecemos Aurélio (Paulo Miklos), o vocalista e rosto mais conhecido de uma banda de rock que recentemente voltou aos palcos desde o final dos anos 90. Durante um show, um vídeo viraliza, transformando Aurélio em um condenado por parte da opinião pública em uma situação envolvendo um polícia. Logo o protagonista sente a forte repercussão do caso e também a covardia do julgamento público. Assim, ele embarca em uma noite de descobertas, tensão, busca por respostas, onde vai entender mais de perto o caos social que passam imperceptíveis aos seus olhos.

 

Amado

Na trama, que é livremente baseada em alguns fatos reais, conhecemos o cabo Amado (Sérgio Menezes), militar da polícia de Ceilândia (Distrito Federal), honesto, que possui uma rotina diária tensa, já que ele não aceita impunidades dos bandidos e precisa lidar com a corrupção já conhecida de outros policiais. Ele muitas vezes resolve a criminalidade com a inconsequência da violência. Mesmo sendo uma rigorosa força da lei, de atitudes que nos levam a opiniões diversas, possui um lado sensível que é mostrado na força do amor que chega em seu coração através de uma prostituta por quem tem um enorme carinho. Quando Amado acaba sendo carta marcada da bandidagem, ele precisa tomar atitudes firmes sem medo do que pode perder pelo caminho.

 

Alemão 2

Na trama, voltamos a encontrar policiais em uma operação que acontece no Complexo do Alemão, dessa vez o objetivo é prender um chefe do crime local, Soldado (Digão Ribeiro) que conseguira escapar anos atrás em uma operação liderada por Machado (Vladimir Brichta). Agora, ao lado de outros dois policiais, a novata Freitas (Leandra Leal) e o inconsequente Ciro (Gabriel Leone), Machado precisará lidar com muitos imprevistos em uma estratégia que vai por água abaixo com a chegada de uma quadrilha rival. Mas será que existe mais alguma força por trás de tudo o que acontece?

 

Dois Estranhos

Na trama, conhecemos um jovem trabalhador chamado Carter (Joey Bada$$), em um dia de grande alegria por ter conhecido um provável futuro amor, Perri (Zaria). Ele está voltando para casa onde está seu cachorrinho fofo o qual ama muito e até mesmo aciona via wi-fi um lança biscoitinhos para ele enquanto não chega em casa. Ainda na calçada, em frente ao prédio onde estava é abordado de maneira abrupta e desleal pelo policial branco Merk (Andrew Howard) e assim, em fração de segundos, sua vida corre sérios riscos. Acontece que um loop infinito é ativado (volta sempre ao mesmo dia e momento da tragédia) e agora o protagonista precisa encontrar alguma maneira de ter um final diferente para essa história. Mas será que existe?

 

American Son

Na trama, conhecemos já dentro de uma sala separada de uma delegacia, a PHD em Psicologia Kendra Connor (Kerry Washington) que fora acordada no início da madrugada com o sumiço de seu único filho e do carro que ele dirigia. A partir da chegada da personagem, diálogos intensos com o plantonista da polícia é instaurado, fato que só se desenrola mais com a chegada do pai do jovem, Scott Connor (Steven Pasquale) um policial do FBI recém separado de Kendra. Conforme a noite vai passando e o dia amanhecendo, Kendra, que é negra, dialoga todos seus medos pela questão racial, entrando em conversas bastante atuais sobre nossa sociedade com Scott, que é branco.

 

Detroit em Rebelião

Estimado em cerca de 34 milhões de dólares, o filme conta a história de uma batida policial em um hotel no centro de Detroit onde forças policiais buscam a todo instante incriminar algumas das testemunhas sobre um tiro dado pelas costas. Assim, acompanhamos essa situação através de algumas óticas, como o segurança Dismukes (John Boyega), o policial estressado Krauss (Will Poulter) e um grupo de músicos talentosos que tiveram o show cancelado por conta dos terríveis atos de violência que aconteciam pelas ruas. Ao longo dos 134 minutos de projeção, vemos os absurdos abusos da lei (na figura do policial), situações constrangedoras que sofrem as pessoas que estavam no hotel e um julgamento meses após o ocorrido.

 

Fruitvale Station: A Última Parada

O vencedor do importante prêmio Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, conta a história de Oscar, um rapaz de 22 anos que busca redenção em sua vida. Demitido do seu honesto emprego, busca forças na sua carinhosa família para não voltar ao mundo das drogas. Mesmo com o passado triste batendo em sua porta muitas vezes, Oscar possui um desejo gigante de ser um melhor pai e um parceiro melhor para sua namorada. No dia 31 de dezembro de 2008, ele e sua família serão protagonistas de uma das cenas mais chocantes, dramáticas e absurdas da história da polícia norte-americana.

 

A Mãe

Na trama, conhecemos Dona Maria (Marcélia Cartaxo), uma nordestina, de Cajazeiras (Paraíba) que mora em uma casa humilde na periferia de São Paulo faz alguns anos, lugar onde mora com o único filho, o adolescente Valdo, desde que ele tinha três anos. Ela é camelô pelas ruas do centro. Certo dia, após o filho sair para se divertir e ir tentar a sorte numa peneira de futebol, ele desaparece levando Maria a uma busca incansável para saber todas as verdades desse desaparecimento. Durante essa árdua estrada onde poucos a ajudam, acaba entrando em conflito com traficantes e com a polícia.

 

Tropa de Elite

Em 2007 chegaria ao mundo do cinema um filme que ficaria para sempre na memória de todos que ama o cinema brasileiro: Tropa de Elite. Nesse primeiro filme, conhecemos o Capitão Nascimento (Wagner Moura) um dos líderes de uma equipe de elite da polícia do Rio de Janeiro que está em busca de um substituto. Durante uma operação em um morro carioca, conhece Matias e Neto que passarão pelo intenso treinamento para se tornarem um soldado da tropa de elite.

 

Crítica | Pequeno Segredo

Afterschool Special

Primeiramente, fora… com as questões políticas. Quero deixar claro logo neste início de texto que a única coisa sendo analisada e comentada aqui é a qualidade da obra cinematográfica, escolhida para representar o Brasil por uma vaga na categoria de cinco filmes indicados ao Oscar de produção estrangeira, nos próximos prêmios da Academia. E justamente por isso, este talvez seja o segundo filme nacional mais polêmico do ano, atrás somente do motivador da controvérsia, Aquarius.

Aquarius, o tal filme polêmico, já foi exibido para a imprensa e, bem, é bom. Ao menos foi o que constatou a maioria, mesmo a imprensa especializada isenta. O fato é que Aquarius não foi o escolhido para representar o país. Isso é ruim? Bem, por um lado sim, já que o filme vinha colecionando elogios e prêmios por festivais internacionais. Aquarius seria o filme mais forte e que poderia dar chance real ao Brasil? Quem sabe. O que significa a não escolha do filme? Absolutamente nada. Apenas que para a bancada que elegeu o filme, ele não era o melhor para tal missão. Acontece. Em anos recentes tivemos exemplos assim no país e até mesmo em outros lugares do mundo o fato é comum.

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Pequeno Segredo foi o eleito. E recentemente ontem, foi a vez do filme ser revelado para a imprensa do Rio de Janeiro, exibição na qual estive. O filme, dirigido por David Schurmann, é uma bela homenagem em forma de carta de amor para sua irmã adotiva, a pequena Kat (Mariana Goulart), que nasceu portadora de HIV e faleceu ainda na adolescência. Uma história digna e merecedora de ser contada. O grande problema é a forma como essa história é contada.

Sabemos bem que qualquer história ou tema pode ser transformado em uma obra cinematográfica de qualidade. As tramas mais simples e recicladas continuam a render bons filmes, se feitos da forma correta. O mesmo pode ser dito das tramas mais mirabolantes e loucas. No entanto, Pequeno Segredo possui problemas quase irreconciliáveis em sua execução. Primeiro com seu roteiro, que não sabe muito bem no que quer focar, ou qual história deseja contar. Começa como um romance, entre o gringo Robert (Erroll Shand), vindo da Nova Zelândia, com a brasileira Jeanne (Maria Flor).

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Num vai e vem de flashback, temos mesclada a esta história o drama familiar meloso, com a pequena Kat, necessitada de atenção extra devido a sua condição. A mãe atenciosa, papel de Júlia Lemmertz, está presente para o que der e vier. Já o pai, papel de Marcello Antony, é esquecido com mais frequência pelo filme, fazendo apenas figuração aqui e acolá. Dentro deste núcleo temos as desventuras de Kat no colégio, que variam desde o primeiro amor não correspondido, e a amizade com uma colega nova. O último ato ainda guarda mais um assunto a ser abordado, a briga da avó materna da menina, papel de Fionnula Flanagan (ótima em cena), pela guarda da neta.

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Pequeno Segredo opta pelo melodrama fácil, soando muito como os folhetins lacrimosos que reprisam durante a tarde na TV aberta. Toda sua estrutura se assemelha mais com a de produções feitas para a televisão (direção de arte, narrativa, fotografia) do que com uma obra cinematográfica de grande envergadura. Os diálogos são rasteiros e superficiais, e o desenvolvimento de personagens não é aprofundado. Ótimos atores como Lemmertz, Antony e Flor fazem o que podem para segurar nosso interesse, mas o roteiro assinado por Victor Atherino, Marcos Bernstein e pelo próprio Schurmann, não lhes oferece muito.

Pequeno Segredo irá certamente falar mais com o público do que com os críticos, já que grande parcela da população responde bem a este tipo de formato. “Não comece com este melodrama latino”, dispara a preconceituosa avó de Flanagan a certa altura. E a ironia está implícita.

‘Babilônia’, ‘Amsterdam’, ‘Um Filho’ e os Filmes que foram verdadeiras “Isca de Oscar” – Mas não Deram Certo!

Você já ouviu o termo “isca de Oscar”? Mesmo que você nunca tenha ouvido, já pode imaginar mais ou menos do que se trata. É isso mesmo, são produções cinematográficas que tentam pescar indicações ao maior prêmio da sétima arte. Tais obras possuem toda a cara de um “filme de Oscar”.

Primeiro, em sua maioria são filmes de drama ou musicais grandiosos. São filmes com muita pompa e prestígio, trazidos geralmente pelo nome de seu diretor e/ou dos astros que nele protagonizam. Esses artistas geralmente são queridinhos da Academia, constantemente figurando entre os indicados ou até mesmo já tendo vencido no passado. Tais filmes chamam atenção dos cinéfilos, críticos e jornalistas antes mesmo de serem lançados, já demonstrando seu “potencial de Oscar” enquanto ainda são produzidos.

É claro que grande parte dos chamados “isca de Oscar” dão certo e se concretizam, emplacando na maior noite do cinema. Mas aqui iremos falar do outro lado da moeda, as “iscas de Oscar” que terminam morrendo na praia, seja porque não fizeram o devido sucesso de bilheteria, não caíram nas graças do grande público ou foram massacrados por críticas, digamos, pouco encorajadoras. Podem ser vários os fatores de certos filmes não chegarem até o Oscar e aqui iremos falar sobre 10 destes casos claros e recentes. Confira abaixo.

Babilônia

‘Babilônia’ até foi indicado ao Oscar, mas suas três nomeações são para prêmios técnicos, nem de perto o que era esperado para o filme quando começamos a ouvir falar dele há mais de um ano. Naquela época, o mais recente trabalho do menino prodígio Damien Chazelle (‘La La Land’) já começava a ser considerado “o filme do Oscar 2023” – sem exageros! Protagonizado pelo vencedor do Oscar Brad Pitt e pela duas vezes indicada Margot Robbie, ‘Babilônia’ é um filme que fala sobre a era de ouro de Hollywood, tema que a Academia adora. No entanto, o filme “não aconteceu” como deveria – se tornando fracasso de bilheteria e rendendo críticas mornas.

Amsterdam

Margot Robbie é uma das estrelas do momento e possui o prestígio de ter no currículo duas indicações ao Oscar. Este ano tinha tudo para ser um dos mais favoráveis para sua carreira, já que a atriz protagonizou duas obras badaladas que visavam o Oscar. Porém, quis o destino que as duas fracassassem. Com um desempenho ainda pior que ‘Babilônia’, ‘Amsterdam’ é o novo filme do diretor David O. Russell, igualmente um queridinho da Academia, dono de obras como ‘O Vencedor’ (2010), ‘O Lado Bom da Vida’ (2012) e ‘Trapaça’ (2013). O renome de seu novo trabalho ainda contava com atores do nível de Christian Bale, Robert De Niro e Rami Malek no elenco – mas nada disso foi capaz de levantar a produção até o maior prêmio do cinema.

Um Filho

Um dos grandes azarados desta edição do Oscar foi o ator Hugh Jackman. Isso porque se voltássemos alguns meses no tempo, tudo o que se falava era na indicação garantida do ator por seu trabalho em ‘Um Filho’ – a sequência “espiritual” do sucesso ‘Meu Pai’, com Anthony Hopkins. Ambos os filmes foram escritos e dirigidos pelo dramaturgo francês Florian Zeller, baseados em suas próprias peças de teatro. Mas enquanto ‘Meu Pai’ foi um dos longas mais badalados de sua edição do Oscar, com 6 nomeações, incluindo melhor filme, e a vitória para Hopkins; ‘Um Filho’ amargou críticas duras da imprensa e fez Jackman ver sua tão alardeada indicação naufragar.

Imperdoável

Outro fator conhecido sobre as “iscas de Oscar” é que sempre são lançados no fim do ano, justamente visando ler lembrados, permanecendo vivos na mente dos votantes para as indicações. Esse era o plano da Netflix para ‘Imperdoável’, dramalhão que traz Sandra Bullock dando tudo de si no papel de uma mulher humilde, sem qualquer glamour, e que vai parar atrás das grades, onde passa alguns anos. Quando sai do cárcere, tem problemas para se reajustar na sociedade. Ou seja, um prato cheio para qualquer ator. De quebra o filme ainda a coloca para contracenar com a grande Viola Davis, aumentando ainda mais as apostas. Era para ser “o” filme da Netflix no Oscar naquele ano, mas o que de fato foi indicado foi a tragicomédia ‘Não Olhe para Cima’.

Um Diário para Jordan

Por falar na talentosíssima Viola Davis, a representativa estrela finalmente ganharia o seu Oscar, depois de duas indicações anteriores, pelo drama ‘Um Limite Entre Nós’. O filme teve direção e foi protagonizado pelo astro Denzel Washington – um dos nomes de maior prestígio na indústria na atualidade. ‘Um Limite Entre Nós’ foi o terceiro esforço como cineasta de Washington, e o mais badalado de sua carreira, com 4 nomeações ao Oscar, incluindo melhor filme. Desta forma, era justo que todos esperassem com ansiedade o próximo passo de Denzel como diretor. E ele veio com outro drama, ‘Um Diário para Jordan’, que uniu Washington com o jovem Michael B. Jordan, formando assim uma dupla de grande talento vindo de gerações diferentes. No entanto, o filme passou fora de todos os radares, inclusive do Oscar, sem que grande parte do público sequer o conheça.

Rocketman

‘Rocketman’, biografia musicada do lendário Elton John, só tem um filme a culpar por sua falta de apreço, tanto de público, quanto dos votantes da Academia. E o filme culpado é ‘Bohemian Rhapsody’, é claro. Muitos críticos e grande parte do público inclusive atesta que ‘Rocketman’ é um filme ainda melhor que ‘Bohemian Rhapsody’ – com este segundo encontrando resistência dos mais puristas devido a suas inconsistências factíveis históricas. ‘Bohemian Rhapsody’ foi uma obra polêmica em seus bastidores, o diretor Bryan Singer precisou se afastar e Dexter Fletcher assumiu a finalização. Mesmo assim, caiu nas graças dos espectadores casuais, se tornou uma mega sucesso de bilheteria e chegou forte no Oscar. Curiosamente, Fletcher lançou ‘Rocketman” no ano seguinte, mas todos ainda estavam no hype do Queen para se importar com a biografia de Elton John, e o filme não atingiu o esperado junto à Academia.

O Primeiro Homem

‘Babilônia’ não foi a primeira “isca de Oscar” do diretor Damien Chazelle que não deu certo. Basta voltarmos 5 anos no passado para nos depararmos com o terceiro filme do cineasta, e sua obra mais ambiciosa até então (vaga tomada atualmente por ‘Babilônia’). Depois de seus primeiros dois filmes (‘Whiplash’ e ‘La La Land’), ambos sucessos indicados ao Oscar, Chazelle cismou em fazer a biografia do astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua. Assim, reprisando a parceria com Ryan Gosling, Chazelle prometia revolucionar a parte técnica, com um treinamento e a viagem até a lua mais realistas do cinema até hoje. O que todos esperavam era uma chuva de nomeações – que não veio, deixando o longa com apenas 4 indicações técnicas.

Querido Menino

O jovem Timothée Chalamet tomou Hollywood de assalto, da noite para o dia se tornando um dos novos nomes mais quentes da maior indústria do cinema. Seu divisor de águas veio com o drama gay ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, do diretor italiano Luca Guadagnino. O longa recebeu 4 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme e a de melhor ator para Chalamet. Daí em diante foi um passo para o rapaz se tornar um astro. O que muitos especialistas esperavam, no entanto, é que o drama que o ator lançou logo no ano seguinte se tornasse tão badalado quanto o que o revelou. ‘Querido Menino’ traz um relacionamento conturbado entre um jovem dependente químico (Chalamet) e seu amoroso e dedicado pai (papel de Steve Carell). Baseada numa história real, o filme tem direção do belga Felix van Groeningen (responsável por ‘Alabama Monroe’ – indicado ao Oscar de filme estrangeiro). Apesar de seu renome, ‘Querido Menino’ passou fora do radar da Academia.

A Guerra dos Sexos

Quando um ator é indicado ou vence o Oscar, todos ficam de olho em seu trabalho seguinte. É difícil ser indicado dois anos consecutivos, mas acontece. Olivia Colman, por exemplo, foi indicada em 2019, 2021 e 2022 – e por pouco não recebeu ainda mais uma nomeação este ano por ‘Império da Luz’. Emma Stone, com quem Colman trabalhou em ‘A Favorita’, havia acabado de ganhar seu Oscar por ‘La La Land’ quando lançou este ‘A Guerra dos Sexos’, comédia baseada num evento real muito conhecido, onde interpreta a tenista porta-voz das mulheres Billie Jean King. Fora isso, o filme ainda contou com a direção dos mesmos realizadores do indicado ao Oscar ‘Pequena Miss Sunshine’, e Steve Carell (nomeado por ‘Foxcatcher’) coprotagonizando. Mas terminou a ver navios.

O Rei do Show

Finalizando a lista das “iscas do Oscar” que não deram certo, temos outra produção estrelada por Hugh Jackman. O ator já tem sua indicação pelo musical dramático ‘Os Miseráveis’, mas acreditamos que ele mereça sua estatueta do Oscar. Talento e carisma Jackman possui de sobra, e não podemos dizer que ele não vem tentando descolar novas nomeações. ‘Os Suspeitos’ e ‘O Favorito’, por exemplo, contam com duas de suas melhores atuações – isso sem falar em ‘Logan’. Mas antes de ‘Um Filho’, Jackman sentiu o golpe de uma grande entrega sua não ter rendido o planejado. Estamos falando de ‘O Rei do Show’, musical grandioso e tradicional, no qual o ator apostou todas as suas fichas. Era esperado que chegasse até o Oscar, mas não foi o caso. Um dos maiores problemas que muitos tiveram com o filme foi o seu retrato aprazível da figura controversa de P.T. Barnum, o homem que criou (e explorou) o circo e suas atrações.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Filme de Tarantino ganha novidades no elenco e fotos

De acordo com o Deadline, vários novos atores se juntaram ao elenco do novo filme de Quentin Tarantino‘Era Uma Vez em Hollywood’. São eles: Spencer Garrett, Martin Kove, James Remar, Brenda Vaccaro, Nichole Galicia, Mike Moh, Craig Stark, Marco Rodriguez, Ramon Franco Raul Cardona.

Não foi revelado nenhum detalhes sobre os seus papéis.

Fotos vazadas na internet do set de ‘Era uma Vez em Hollywood’ mostram o visual dos principais atores, como Leonardo DiCaprio, Margot Robbie, Brad Pitt Dakota Fanning. Confira:

O ator se junta à Damian Lewis, Al Pacino, Luke Perry, Emile Hirsch, Dakota Fanning, Clifton Collins Jr, Keith Jefferson e Nicholas Hammond completam o elenco.

Lewis interpretará o icônico ator Steve McQueen; Fanning será Squeaky Fromme, uma seguidora de Manson que tentou matar o presidente Gerald Ford; Hammond será o diretor Sam Wanamaker; Hirsch será Jay Sebring, cabeleireiro de Hollywood que foi uma das quatro vítimas no massacre de Sharon Tate.

A atriz Margot Robbie (‘Eu, Tônia’) está confirmada no papel de Sharon Tate. Rumores já apontavam Robbie como favorita ao papel.

Depois de romper com a Weinstein Company em função das denúncias de assédio envolvendo seu fundador, Harvey Weinstein, de acordo com a Variety, Tarantino escolheu a Sony Pictures para distribuir seu nono filme.

Leonardo DiCaprio, Brad Pitt, Burt Reynolds, Tim Roth, Kurt Russell, Timothy Olyphant e Michael Madsen também fazem parte do elenco.

David Heyman (‘Harry Potter’) será o produtor. As filmagens do longa começam em junho desse ano e o lançamento está previsto para 09 agosto de 2019.

‘Hellboy’ ganha novas imagens; Confira!

O remake de ‘Hellboy‘ ganhou novas imagens.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Malévola: Dona do Mal’ se aproxima dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

Em apenas três semanas, a sequência ‘Malévola: Dona do Mal‘ se aproxima dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais, tendo arrecadado até o momento US$ 383.2 milhões.

Nos EUA, o longa acumula US$ 84.3 milhões. No mercado internacional, são US$ 298.9 milhões.

Apesar da estreia morna, a produção tem mantido uma boa estabilidade nas telonas.

Recentemente, Elle Fanning falou sobre a possibilidade de um terceiro filme da franquia.

“Angelina e eu inventamos um terceiro filme inteiro. Não foi aprovado pela Disney ainda. A gente imaginava como seria a vida de Aurora com o [príncipe Philip] do lado, agora que ela conseguiu reunir todos os reinos”, afirmou em entrevista ao Metro.

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A sequência também traz o retorno da roteirista Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning retornam. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

‘Invasão Zumbi 2’ já arrecadou mais de US$ 20 milhões mundialmente

Apesar da pandemia de coronavírus ter fechado os cinemas em diversos países, a sequência ‘Invasão Zumbi 2: Península‘ surpreendeu nas bilheterias.

De acordo com o Deadline, o terror já arrecadou US$ 20.8 milhões em seu primeiro final de semana no mercado internacional.

O maior destaque fica por conta da Coreia, onde o longa arrecadou ótimos US$ 13.2 milhões. O TOP 5 ainda inclui Taiwan (US$ 4.7m), Vietnã (US$ 1.1m), Malásia (US$ 955 mil) e Singapura (US$ 795 mil).

O longa-metragem chegará aos cinemas norte-americanos somente no dia 07 de agosto de 2020. Logo depois, chegará à plataforma de streaming do Shudder, parte do complexo da Amazon, no início de 2021 (ainda sem dia confirmado).

A nova trama, também dirigida por Sang-ho Yeon, revela uma Coréia do Sul completamente isolada devido a um vírus misterioso que transformou seus habitantes em zumbis. Com isso, inicia-se uma luta desesperada para escapar da península abandonada.

Jun-seok é um ex-soldado que consegue escapar da Península para Hong Kong e, enquanto vive como refugiado, ignorado pelos habitantes locais, aceita uma oferta tentadora de um estrangeiro que o faz retornar à Península.

É assim que Jun-seok, junto com uma equipe, retorna à Península para cumprir uma missão. Após a chegada, eles descobrem um grupo de sobreviventes não infectados que vivem no local ocupado por zumbis. Mas será que eles conseguirão sobreviver novamente ao desastre?

 

Bill Murray afirma que ‘Ghostbusters: Mais Além’ trará a ‘franquia de volta à vida’

Em entrevista ao Collider, Bill Murray, que retornará como o icônico Peter Venkman em ‘Ghostbusters: Mais Além‘, não poupou elogios ao novo filme, afirmando que a produção irá trazer a franquia de volta à vida.

“Eu me lembro do Jason Reitman me ligando e dizendo: ‘Eu tenho uma ideia para outro filme da franquia. Eu tenho essa ideia há anos’. Eu pensei: ‘Que diabos poderia ser?’ Eu lembrava dele de quando ele era criança. Eu me lembro do Bar Mitzvah dele. E ele tinha uma ideia realmente incrível que ele escreveu com outro cara maravilhoso, Gil Kenan. Eles dois escreveram um filme que realmente traz a franquia ‘Caça-Fantasmas’ de volta à vida.”

Ele completa, “Há um sentimento nesse filme muito mais próximo do primeiro filme do que o segundo ou o reboot de 2016. Acredito que será algo especial.”

Após adiamentos devido a pandemia de COVID, o filme agora chega aos cinemas apenas em 11 de Novembro de 2021.

Confira o trailer:

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Além de Finn Wolfhard (‘It: A Coisa‘), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill‘) e Carrie Coon (‘The Sinner‘) Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’), o elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

‘Venom: Tempo de Carnificina’ já arrecadou quase MEIO BILHÃO mundialmente

Sucesso nos cinemas, a sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ já arrecadou quase US$ 500 milhões mundialmente, tornando-se a terceira maior bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

Nos EUA, o longa arrecadou impressionantes US$ 210.9 milhões – a segunda maior bilheteria doméstica (apenas EUA e Canadá) do ano, atrás apenas de ‘Shang-Chi‘ ($224.5m). No mercado internacional, foram US$ 272.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 483.2 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Dupla Jornada 2’: Diretor fala sobre possível sequência do filme de VAMPIROS com Jamie Foxx

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor J.J. Perry comentou sobre sua experiência no comando de seu primeiro longa-metragem com o terror ‘Dupla Jornada‘ (Day Shift), revelando que adoraria retornar para uma possível sequência do longa.

“Eu só quero continuar dirigindo filmes, seja como diretor de primeira ou segunda unidade. Eu adoraria dirigir mais um filme. Sinto que aprendi o que não devo fazer após ter dirigido o meu primeiro filme, o que deve me tornar infinitamente melhor no comando de um novo longa-metragem.”

Ele completa, “Sou muito grato por todas essas oportunidades. Então, seja lá o que acontecerá em seguida, esperei pronto.”

Crítica | Dupla Jornada: Comédia de vampiros é uma divertida e sangrenta aventura

Além de estrelar, Foxx produz o longa.

Foxx interpreta um pai trabalhador que só quer dar uma boa vida para sua filha de 8 anos, mas seu trabalho mundano de limpador de piscinas é uma faixada para seu real serviço: caçar e matar vampiros para uma organização internacional.

O elenco ainda conta com Scott Adkins (‘Doutor Estranho’), Dave Franco (‘The Rental’), Meagan Good (‘Jogos Mortais 5’), Karla Souza (‘How to Get Away with Murder’), Eric Lange (‘Lost’), Snoop Dogg (‘Bones: O Anjo das Trevas’) e Zion Broadnax.

JJ Perry é responsável pela direção.

O roteiro, que foi revisado por Shay Hatten (‘John Wick 3’), é assinado Tyler Tice.

Chad Stahelski, Jason Spitz  Shaun RedickYvette Yates Redick também entram como produtores.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ ultrapassa US$ 650 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de um mês, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 650 milhões mundialmente.

O longa já conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$475.9M), tornando-se a segunda maior bilheteria do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Bros – O Filme‘ (US$1.2B).

Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 266.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 392.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 659.1 milhões.

Após ter recebido uma nota A do público no CinemaScore – além de ter conquistado 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, o longa está disfrutando de uma boa estabilidade nas telonas.

Em seu terceiro final de semana nas bilheterias dos EUA, a produção sofreu uma queda de apenas 48% – um resultado muito semelhante à semana anterior, que representou a menor queda para uma produção da Marvel desde o início da pandemia.

Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

 

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Benedict Wong investiga mistério no clipe de ‘O Problema dos Três Corpos’, nova série sci-fi da Netflix

Para promover o vindouro lançamento de ‘O Problema dos Três Corpos‘ – que acontecerá no dia 21 de março –, a Netflix divulgou um clipe inédito da produção.

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A produção é baseada na trilogia homônima escrita por Liu Cixin.

Ambientada numa China futurista, a trama vai mostrar alienígenas do sistema solar vizinho se preparando para invadir a Terra. Esse sistema consiste em três estrelas orbitando umas às outras em um sistema de três corpos. Um único planeta habitável existe lá, frequentemente sofrendo mudanças extremas de temperatura e clima, causando um ciclo de mortalidade fora do normal.

Entre os críticos, a atração foi recebida de forma mediana, recebendo 67% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das nove análises publicadas até o momento, seis são positivas e três são negativas.

“‘O Problema dos Três Corpos‘ certamente tem seus pontos altos, mas a oscilação da trama consegue diminuir qualquer boa vontade que os episódios evocam com o público.” – AwardsWatch

“É uma virada de página absoluta que muda de modo e gênero com confiança, atuando como um forte retorno para os showrunners de ‘Game of Thrones’, David Benioff e DB Weiss.” – Paste Magazine

“O que realmente faz a série funcionar são os personagens e, embora eles possam demorar para conquistarem o público, você estará torcendo por eles no final.” – The Mary Sue

“Mesmo com vários desvios inteligentes em relação ao material original, a primeira temporada do programa é, na melhor das hipóteses, um drama mediano. E embora o espetáculo interplanetário criado por David Benioff e DB Weiss seja grandioso, pouco dele chega perto de replicar o sucesso de ‘Game of Thrones’.” – Rolling Stone

Benioff e Weiss continuam sendo mestres em adaptação e, junto com o roteirista Alexander Woo, abriram um ponto de entrada acessível para uma história profundamente esotérica, ao mesmo tempo em que reproduzem a ação em um escopo adequadamente épico.” – Variety

O projeto prevê, pelo menos, três temporadas.

“A decisão fatídica de uma jovem na China dos anos 1960 reverbera no espaço e no tempo até os dias atuais. Quando as leis da natureza se desfazem inexplicavelmente diante de seus olhos, um grupo unido de cientistas brilhantes une forças com um detetive inabalável para enfrentar a maior ameaça na história da humanidade.”

A direção fica a cargo do indicado ao Oscar Derek Tsang (‘Dias Melhores’)

Além de Weiss e Benioff, Alexander Woo, roteirista de ‘True Blood‘, também está escrevendo a adaptação.

‘Wicked’ ultrapassa US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A adaptação musical ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa atualmente se encontra no TOP 9 das maiores arrecadações do ano, tendo ultrapassado ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ (US$451.1M), ‘Bad Boys: Até o Fim‘ (US$404.5M) e ‘O Planeta dos Macacos: O Reinado‘ (US$397.3M).

Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 320.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 135 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 455.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$47.4M), Austrália (US$17.2M), Coreia (US$10.6M), México (US$8.1M) e Espanha (US$4.5M).

Ao total, a produção já soma US$ 18 milhões em IMAX mundialmente.

Vale lembrar que ‘Wicked‘ abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 114 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – representando mais do que o dobro do desempenho de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M)

Com uma estreia global de US$ 164.2 milhões, a adaptação também se tornou a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).

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Novos assassinatos no trailer da 2ª temporada de ‘Murder in a Small Town’; Confira!

A FOX divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Murder in a Small Town‘, série criminal baseada na saga literária de L. R. Wright.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 23 de setembro.

Camryn Manheim (‘Law & Order’), Tyler Posey (‘Teen Wolf’), Jamie Chung (‘Once Upon a Time’), Noah Reid (‘Schitt’s Creek’) e Sara Canning (‘The Vampire Diaries’) foram confirmados nos novos episódios.

Rossif Sutherland (‘Órfã 2: A Origem’) e Kristin Kreuk (Smallville: As Aventuras do Superboy’) estrelam a produção.

A série foi escrita por Ian Weir e dirigida por Milan Cheylov.

‘Murder in a Small Town’ acompanha Karl Alberg (Sutherland), que se muda para uma pacata cidade costeira para acalmar uma psique que foi abalada pelo trabalho policial de uma cidade grande. Mas este paraíso gentil tem mais do que a sua cota de segredos, e Karl precisará recorrer a todas as habilidades que fizeram dele um detetive de classe mundial para resolver os assassinatos que, mesmo neste cenário aparentemente idílico, continuam a aparecer em sua costa.

Mya LoweAaron DouglasSavonna SpracklinFritzy-Klevans DestineDakota Guppy e outros também estrelam.

‘Seus Amigos e Vizinhos’: Joshua Jackson se junta ao elenco da 3ª temporada

De acordo com o Deadline, Joshua Jackson (‘The Affair’) foi confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘Seus Amigos e Vizinhos‘ (Your Friends & Neighbors).

Em caráter recorrente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

O próximo ciclo ainda irá introduzir a atriz Michelle Monaghan (‘The White Lotus’), que interpretará o novo interesse amoroso de Andrew Cooper (Jon Hamm).

Sem data de estreia, o terceiro ciclo deve ser lançado apenas em 2027.

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‘Seus Amigos e Vizinhos’: Série com Jon Hamm é RENOVADA para a 3ª temporada!

Na trama…

Após ser demitido em meio a um escândalo, Andrew “Coop” Cooper, um gestor de fundos de investimento ainda lidando com seu recente divórcio, começa a furtar a casa de seus vizinhos ricos de Westmont Village. Assim, ele descobre que os segredos e escândalos escondidos por trás dessas fachadas luxuosas podem ser mais perigosos do que ele jamais imaginou. 

A série foi criada pelo escritor Jonathan Tropper, que atua como showrunner e produtor executivo.

2ª Temporada de ‘Seus Amigos e Vizinhos’ estreia na AppleTV e Jon Hamm fala sobre cena que viralizou [EXCLUSIVO]

O elenco ainda conta com Olivia Munn, Hoon Lee, Mark Tallman, Lena Hall, Aimee Carrero, Eunice Bae, Isabel Marie Gravitt e Donovan Colan.

Hamm também entra como produtor executivo.

Seus Amigos e Vizinhos
Seus Amigos e Vizinhos

Lupita Nyong’o visitou a Comic-Con disfarçada com cosplay; Veja o vídeo!

A atriz Lupita Nyong’o conseguiu passar despercebida pelos milhares de fãs dos quadrinhos durante a San Diego Comic-Con.

Em sua conta do Twitter ela revelou que visitou o evento vestida de dois cosplays. No primeiro dia, ela estava fantasiada como uma Power Ranger. Já no segundo, a atriz despistou os fãs com apenas uma máscara de Kylo Ren, da saga de ‘Star Wars‘.

Confira o vídeo, em que ela aparece fazendo fotos com fãs e tirando muita onda de toda a situação:

 

‘The Middle’: Série da ABC vai ganhar spin-off

A série de comédia ‘The Middle‘ já se despediu de seus fãs, mas a emissora ABC já está planejando um spin-off da produção. A informação foi divulgada pela EW.

Segundo a publicação, a nova sitcom vai focar na peculiar filha de Eden Sher, a adolescente Sue Heck. A notícia vem em um momento particularmente propício, considerando o repentino cancelamento de ‘Roseanne‘, após os comentários racistas feitos pela protagonista Roseanne Barr.

Lançada em 2009, ‘The Middle’ acompanha um família de classe-média. Filmado com apenas uma câmera, a sitcom conta com os atores Neil Flynn, Patricia Heaton, Charlie McDermott, Eden Sher e Atticus Shaffer.

 

‘Arrow’: Tom Welling deve fazer participação especial na última temporada

A 8ª e última temporada de ‘Arrow’ pode acabar contando com a participação especial de uma figurinha carimbada do passado da DC no universo de séries de TV.

Segundo um fã, que esteve presente na Armageddon Expo (em Nova Zelândia), o astro Tom Welling – mais conhecido por ter vivido o Superman em ‘Smallville‘, fará uma aparição na série do Arqueiro Verde.

Segundo o portal ComicBook, a informação teria sido revelada pelo próprio ator durante o seu painel. O usuário responsável pela publicação, @worldofmera, acabou apagando a postagem, mas ainda é possível vê-la na matéria do site.

Confira:

“Tom Welling acabou de confirmar que ele estará na próxima temporada de Arrow’.

 

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série ‘Arrow‘ deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

A 8ª e última temporada contará com 10 episódios e a data de estreia ainda não foi divulgada.

‘Stargirl’: Sociedade da Justiça vai destruir o mal em nova promo; Assista!

A nova série de super-heróis da emissora The CW, intitulada ‘Stargirl‘, ganhou uma nova promo, que apresenta a Sociedade da Justiça.

Confira:

Lembrando que a atração estreia em 19 de maio na CW, e um dia antes no catálogo da DC Universe.

A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

‘Stargirl’ ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘O Retorno da Múmia’: Diretor de efeitos visuais explica porque o CGI do reboot foi um fracasso

A sequência ‘O Retorno da A Múmia‘, estrelada por Brendan Fraser, Rachel Weisz e Dwayne Johnson, se tornou um sucesso de bilheterias na época de seu lançamento, em 2001.

Feito com um orçamento de US$98 milhões, a produção faturou mais de US$ 433 milhões ao redor do mundo, mas nem mesmo o seu sucesso impediu que o longa recebesse duras críticas pela qualidade do seu CGI.

E um dos pontos mais criticados da sequência foram os efeitos visuais aplicados nas criaturas do filme, em especial, no gigante escorpião – que também é metade homem -, vivido por The Rock.

A captura facial para construir o híbrido bichano não funcionou como o esperado e o resultado nas telas foi decepcionante para os amantes do primeiro longa, lançado em 1999.

E durante uma entrevista recente ao canal do YouTube Corridor Crew, o diretor senior de Efeitos Visuais do longa, Alex Laurant, refletiu sobre o fracassado CGI do filme e explicou porque o resultado final não funcionou como o esperado:

“O problema foi o rosto e, se bem me lembro, nos comprometemos com uma técnica de captura facial extremamente subdesenvolvida na época. Todos nós sabíamos que isso estava aquém do que gostaríamos que fosse. E quando você se depara com uma situação assim, onde suas melhores esperanças e sonhos não estão dando certo, talvez seja hora de apelar para o clássico ‘menos é mais’. Eu sei que tentamos usar a iluminação como nosso melhor amigo para tentar corrigir”. 

Vale lembrar que a franquia ganhou um reboot, lançado em 2017. ‘A Múmia‘ seria o primeiro de uma trilogia a ser estrelada por Tom Cruise, que também teria ligação com o Dark Universe – saga de monstros que estava sendo planejada pela Universal Pictures.

Apesar de ter arrecadado US$ 408 milhões mundialmente, o longa só acumulou US$ 80 milhões nos EUA. Com o orçamento gigantesco de US$ 125 milhões, o retorno não justificou o investimento.

Por fim, tanto ‘A Múmia 2‘ quanto o Dark Universe foram cancelados.

‘Birdman’, vencedor do Oscar com Michael Keaton e Emma Stone, estreia no streaming; Saiba onde assistir!

O aclamado longa-metragem ‘Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)’ fez o seu retorno ao streaming. A produção está de volta à grade de programação da Netflix depois de anos.

O vencedor de quatro estatuetas do Oscar teve sua estreia na plataforma na última sexta-feira (16).

A trama acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.

Relembre o trailer:

O filme foi escrito e dirigido por Alejandro González Iñárritu.

O longa se tornou um sucesso considerável de bilheteria, ultrapassando os US$100 milhões mundialmente, e alcançou aclame crítico quase imediato, ganhando inúmeros elogios pela condução da obra, pelo roteiro, pelos aspectos estéticos e pela atuação do elenco protagonista e coadjuvante – além de levar quatro estatuetas do Oscar para casa, incluindo Melhor DireçãoMelhor Filme.

‘Black Mirror’: Episódio dirigido por Jodie Foster ganha emocionante trailer; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado da 4ª temporada de ‘Black Mirror’, mais precisamente do episódio ‘Arkangel‘, dirigido por Jodie Foster. Assista:

Arkangel‘ foi escrito por Charlie Brooker, o criador da série, o episódio conta com Rosemarie Dewitt, Owen Teague e Brenna Harding no elenco. Confira a arte:

O lançamento da 4ª temporada acontece em Dezembro na Netflix.

Recentemente, foram divulgadas as primeiras imagens: do episódio ‘Arkangel‘ e do ‘USS Callister‘.

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.

DC Universe: ‘Monstro do Pântano’ vai ganhar série de TV por James Wan

De acordo com informações da Variety, o ‘Monstro do Pântano’ vai ganhar uma série de TV live-action no DC Universe, futuro serviço de streaming da DC Comics.

A série será roteirizada por Mark Verheiden (‘Constantine’) e Gary Dauberman (‘It: A Coisa’) e contará com a produção da Atomic Monster, a produtora de James Wan (‘Invocação do Mal’), que também assumirá a produção executiva ao lado de Michael Clear (‘Quando as Luzes se Apagam’).

Na trama, quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

A série do ‘Monstro do Pântano’ está prevista para 2019. Confira a primeira imagem oficial:

 

‘A Maldição da Residência Hill’: Diretor comenta desafios de assustar em vídeo da Netflix

A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de ‘A Maldição da Residência Hill’, série que adapta o clássico livro de terror da autora Shirley Jackson.

Nele, o diretor Mike Flanagan explica os desafios de assustar pessoas por mais de 10 horas, diferente de um filme de 2 horas.

Confira o cartaz junto do trailer:

A Maldição da Residência Hill é uma recriação moderna do icônico romance The Haunting of Hill House, sobre cinco irmãos que cresceram na casa mal-assombrada mais famosa dos EUA.

A estreia acontece dia 12 de Outubro na Netflix.

Carla Gugino, de ‘Jogo Perigoso‘, vai protagonizar a série.

O roteirista familiarizado com produções terror, Mike Flanagan, vai escrever e dirigir a série, além de também assumir o papel como produtor executivo. A produtora Amblin TV estará a frente da produção ao lado da Paramount Television.

O livro já deu origem a filmes como ‘A Casa Maldita’, de 1963; e ‘A Casa Amaldiçoada’, de 1999.

O elenco ainda conta com Lulu Wilson (de ‘Ouija: A Origem do Mal‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), Violet McGraw e Mckenna Grace.

 

Crítica | Fé Corrompida – Ethan Hawke questiona humanidade e religião

Já não é surpresa para ninguém o fato de que todo ano o Oscar acaba esnobando atuações memoráveis. Desta vez, de acordo com grande parte da crítica especializada e dos cinéfilos mais antenados,  o prejudicado foi Ethan Hawke – que merecia ter sido lembrado pela Academia por sua atuação em Fé Corrompida (ou First Reformed, no título original). Saído direto em vídeo no Brasil, o longa de Paul Schrader, que também escreveu o roteiro do aclamado Taxi Driver, pode até ter passado meio em branco por aqui (embora tenha sido lembrado na cerimônia na categoria de Melhor Roteiro Original); no entanto, serviu para confirmar todo o talento do ator para quem ainda tinha dúvidas.

Na trama, Hawke vive o Reverendo Ernst Toller – que, desde a primeira cena em que aparece, não mostra a firmeza e a serenidade esperadas em alguém que vive pela fé. Embora tenha a missão de guiar o “rebanho” da igreja à vida eterna tão pregada na religião, olhos mais atentos percebem que, na verdade, é ele quem precisa de um guia para sair da escuridão em que começa a adentrar e que só piora ao longo do filme. A perturbação inicial se deve à traumas do passado – como a perda do filho que incentivou a se alistar nas forças armadas nos tempos em que era militar – e à saúde que começa a se mostrar debilitada; mas, ao se aproximar de Mary (Amanda Seyfried) e seu marido Michael (Philip Ettinger), Toller começa a se fazer questionamentos que o afastam cada vez mais do caminho da luz para jogá-lo nas trevas, metaforicamente falando.

Com a tela em formato quadrado (4:3), narração em off com os pensamentos do Reverendo enquanto ele se confessa para o papel e longos diálogos com questionamentos religiosos e filosóficos – como na importante cena em que Ernst tenta mudar a cabeça do marido de Mary, um ativista radical que não acredita mais na humanidade -, Schrader consegue nos conduzir em uma jornada de tensão crescente. Muito bem demonstrada pela brilhante atuação de Ethan Hawke, a perturbação que aumenta ao longo do filme e que promove o embate entre luz e trevas faz com que o espectador assista à trama fazendo os mesmos questionamentos levantados pelo protagonista – que, embora tente parecer contido, demonstra com a inquietação do olhar que está prestes a explodir a qualquer momento com tudo o que leva em sua cabeça.

No entanto, ainda que o enredo se desenvolva a partir de uma crise interna do Reverendo, First Reformed consegue falar de forma global por mostrar um personagem que perde a fé na humanidade e sua própria fé – que, até então, era um dos seus maiores bens –  ao passar a refletir sobre as mazelas do mundo. Desde a conversa com Michael – que acaba desistindo da própria vida por não ver mais solução ou sentido em estar no planeta -, o personagem de Hawke passa a carregar as mesmas questões que, inicialmente, tentou combater. A morte física do marido de Mary acaba por se tornar uma espécie de morte espiritual para o pastor, e seus demônios internos fazem a trama ganhar peso com questionamentos que vão do intimista para o geral – como “onde vamos parar?” e “ninguém vai fazer nada quanto a isso?”, conforme expressa o próprio personagem em alguns diálogos. Mesmo sendo uma das figuras mais importantes da igreja, ele passa a questionar os interesses do sistema que faz parte e a repensar sua verdadeira missão ao se ver guiando pessoas que, no geral, não sabem valorizar a criação de Deus – tudo isso enquanto sua fé vai sendo cada vez mais corrompida, como muito bem sintetiza o título BR do filme.

Outro importante detalhe da trama é o envolvimento cada vez maior do Reverendo com Mary. Além de sua função na perturbadora cena final – aberta à diversas interpretações – , um destaque da personagem de Amanda Seyfried é o fato dela carregar um filho no ventre em meio a tantos questionamentos sobre valer ou não a pena estar em um mundo que está cada vez mais fadado ao fracasso. Para seu marido que desistiu da vida e de acordo com o lado pessimista do filme, colocar uma criança na Terra é um dos maiores erros que alguém pode cometer, enquanto os mais esperançosos podem enxergar esse gancho como um lembrete de que a humanidade sempre se renova, mesmo em seu estado quase apocalíptico.

Com tudo isso, no fim da jornada que termina em aberto, a nova produção de Paul Schrader aparece como uma aula de estudo de personagem com as tantas camadas do Reverendo protagonista e como uma profunda reflexão sobre a relação da sociedade atual com a religião e com o meio-ambiente como um todo – usando diálogos e elementos da mise-en-scène para isto. Já a brilhante atuação de Ethan Hawke, como mencionado no início, só confirma mais uma vez que a Academia não é lá muito justa mesmo… . Mas, felizmente, um bom trabalho não precisa de prêmios para ser reconhecido e devidamente lembrado. O público agradece.

Elenco se manifesta sobre cancelamento de ‘Demolidor’: ‘Surpresos e arrasados’

Ontem foi um dia duro para os fãs do Demolidor. O herói perdeu sua série na Netflix, justamente a mais elogiada entre as da parceria com a Marvel.

Após o anúncio que pegou todos de surpresa, parte do elenco da série se manifestou sobre o cancelamento no Twitter. Confira:

“Estou muito triste que não vamos continuar a história. Vou sentir muita falta de ver meus amigos todos os dias. Obrigado a todos que ajudaram a série ao longo dos anos. E para Erik Oleson que conseguiu elevar a história.”

“Muito triste de saber do fim de Demolidor. Fui muito sortudo de ter feito parte desse show excelente e ter trabalhado com uma equipe maravilhosa. Uma experiência que nunca vou esquecer. Obrigado pelo amor e apoio dos fãs. Vocês são incríveis. Até a próxima.”

“De coração partido e surpresa. Mas que jeito incrível de sair! Obrigado Steven DeKnight e Erik Oleson. Sentirei saudades de Marci terrivelmente, mas estou muito orgulhosa de ter feito parte desse mundo.”

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Demolidor‘ depois de três temporadas.

Já é a terceira produção em parceria com a Marvel que chega ao fim, incluindo ‘Punho de Ferro‘ e ‘Luke Cage‘.

Demolidor – Temporada: A mais violenta, sombria e melhor temporada que você respeita!

Segundo a descrição da trama do novo ciclo, após meses desaparecido, Matt Murdock (Charlie Cox) ressurge abalado e incerto sobre seu futuro como o vigilante Demolidor e o advogado Matthew Murdock. Mas, quando seu arqui-inimigo Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) sai da prisão, Matt precisa decidir entre se esconder do mundo ou aceitar seu destino de herói.

‘Capitã Marvel’: Brie Larson assinou contrato com a Marvel para SETE FILMES!

Segundo uma nova reportagem do site The Hollywood ReporterBrie Larson, que dá vida à Capitã Marvel no Universo Cinemático Marvel, assinou contrato com os estúdios em questão para sete longas-metragens.

A atriz havia negado que havia fechado acordo para todas essas produções, mas aparentemente os rumores eram verdadeiros, ainda mais considerando que essa não é a primeira vez que a informação insurge no meio cinematográfico.

Larson apareceu como Capitã Marvel em seu filme-solo e, pouco tempo depois, reaparecendo em ‘Vingadores: Ultimato’, ambos lançados neste ano. Larson também é uma das grandes porta-vozes defendendo a aparição de personagens LGBTQI+ no panteão de super-heróis.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘A Christmas Carol’: Minissérie com Tom Hardy ganha dois teasers arrepiantes; Assista!

‘A Christmas Carol’, nova minissérie da BBC One baseada no clássico conto de Charles Dickens, ganhou dois novos teasers arrepiantes.

Confira, junto com o trailer oficial:

A produção é dirigida por Nick Murphy, com roteiro assinado por Steven Knight.

A história gira em torno de Ebenezer Scrooge, um amargo homem que é visitado na véspera de Natal por três fantasmas que o guiam através de uma jornada pelo passado, presente e futuro.

Tom Hardy estrela a série, ainda em um papel não revelado. Guy Pearce será Scrooge, enquanto Andy Serkis viverá o Fantasma do Natal Passado. Stephen GrahamCharlotte RileyJoe AlwynVinette RobinsonJason FlemyngKayvan NovakLenny RushJohnny Harris completam o elenco.

‘A Christmas Carol’ terá três episódios de uma hora cada e estreia no dia 19 de dezembro.

‘Succession’: HBO lança trilha sonora oficial da 2ª temporada

HBO divulgou recentemente a trilha sonora oficial da 2ª temporada da aclamada série ‘Succession’, composta pelo musicista Nicholas Britell.

Você pode conferi-la clicando aqui!

Vale lembrar que a emissora também adiou as gravações da 3ª temporada em virtude da pandemia do novo coronavírus. As filmagens devem ser retomadas o mais breve possível.

Relembre o trailer da 2ª temporada:

A produção acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Crítica | Lovecraft Country – 01×07: I Am.

‘Lovecraft Country’ estreou há quase dois meses na HBO e rapidamente tornou-se uma das produções mais aclamadas e adoradas do ano – chegando até mesmo a quebrar recordes de audiência. Com recepção bastante positiva por parte da crítica, a obra é baseada no romance homônimo de Matt Ruff e oferece uma perspectiva moderna sobre o envolvente e perigoso panteão de H.P. Lovecraft. Entretanto, as construções relativamente idílicas sobre as profundezas do universo e sobre os monstros que se escondem na escuridão não vieram como o esperado, mas sim infundidas com críticas sociais contemporâneas, travestidas com um panorama histórico pungente ao extremo. E, conforme nos aproximamos do season finale, percebemos que certas inflexões narrativas parecem oscilar demais para serem levadas a sério – por mais que as intenções sejam as mais benévolas possíveis.

Em “I Am.”, a showrunner e roteirista Misha Green resolve finalmente resgatar uma personagem que havia dado as caras de forma breve, Hippolyta Freeman (Aunjanue Ellis), viúva de George (Courtney B. Vance), que acabou falecendo depois da batalha em Arkham nos primeiros episódios. Apesar de sua sólida transformação ao longo das semanas, é inegável que os outros personagens ganhavam mais foco por parte do roteiro e da direção, colocando-a em segundo plano – até agora. Determinada a manter o trabalho de seu ex-marido vivo e de continuar a ajudar a comunidade negra a viajar pelos Estados Unidos com segurança e sem cair na garra de supremacistas raciais. Entretanto, ela também tem outro objetivo: descobrir exatamente os segredos acerca da morte de George e das coisas que seu sobrinho, Tic (Jonathan Majors), se recusa a contar. Munida de um antigo e misterioso planetário portátil, Hippolyta embarca em uma viagem transformadora que a apresenta a tudo aquilo que poderia ter sido (e que ainda pode ser caso se permita).

A verdade, por mais que a mais recente iteração venha recheada de incongruências e de escolhas estéticas que fujam da própria proposta da série, Green ainda consegue se respaldar em um fio condutor principal que une a arquitetura antológica a um panorama compartilhável que retrata a identidade – não qualquer identidade, e sim uma que reclame a forçada fragmentação pela qual a cultura afrodescendente passou desde o momento que foram retirados de sua terra natal para servir a preceitos ideológicos racistas e imperialistas. Mas o panfletarismo político, diferente do que poderia se imaginar, é mascarado e pincelado com aglutinações pessoais e cotidianas que refletem a época na qual a série se ergue – um período pós-Jim Crow marcado pela segregação e pela falta de empatia.

Chegou a vez de Hippolyta, assim como Tic, Leti (Jurnee Smollett), Ruby (Wunmi Mosaku) e Montrose (Michael K. Williams), enfrentar quem ela realmente é – e não quem as pessoas querem que seja. Tic encontrou sua verdadeira vocação ao quase servir de sacrifício humano para uma seita milenar, afastando-se até mesmo de suas condenáveis ações bélicas quando na Coreia; Leti, ao abrir uma espécie de refúgio para pessoas de cor em um bairro majoritariamente branco, lidou com ameaças e com fantasmas demoníacos até que conseguisse superar a si mesma e salvar a todos; Ruby enxergou o mundo com outros olhos em uma espécie de metamorfose, observando de que maneira seus direitos eram renegados; e, por trás de uma imagética dura e repreensiva, Montrose se mostrou como um homem que passou a aceitar sua sexualidade após perceber que a vida é muito curta – ainda que tenha um longo caminho a percorrer até estar em paz.

Como percebemos, “libertação” é a palavra-chave que une essas personas – e que ganha uma nova camada com Hippolyta. Finalmente com espaço de sobra para nos mostrar sua incrível performance, Ellis encarna uma mulher que não aceita mais ficar de cabeça baixa e, pela primeira vez na vida, pode seguir seus sonhos. É com essa vontade intrínseca de mostrar seu valor que ela descobre uma estranha máquina de viagem interdimensional que a manda para um cosmos diferente de tudo que conhece – e que exige dela apenas uma coisa: seu nome. Ela sabe quem é de verdade? Ela sabe o que quer? Ou ela apenas acha que sabe a partir do que os outros esperam? São essas questões que permeiam o arco da personagem, que ascende a um protagonismo necessário que atravessa diversos momentos históricos e que revela os desejos mais sombrios não só dela, mas sim do ser humano.

Hippolyta sabe que as pessoas contam com sua sagacidade e sua tranquilidade – principalmente a filha Diana (Jada Harris), que parece ter perdido a vontade até de criar depois da inexplicável morte do pai. Porém, ter apenas um vislumbre do que ela poderia ter sido (uma guerreira africana, uma dançarina de cabaré ao lado de Josephine Baker e até uma exploradora espacial) já lhe dá forças para reaver uma aliança consigo mesma há muito perdida. E é claro que nada disso seria possível sem uma camp estética visual, que drenou elementos de clássicos contos de Lovecraft, como ‘A Chave de Prata’ e até mesmo ‘A Cor que Caiu do Céu’ – apostando as fichas mais no semblante metafísico no que horror em si.

De qualquer modo, não podemos desviar a atenção de inúmeros deslizes que ocorrem nesse episódio, como a tardia exploração de Tic e Leti acerca do Livro de Nomes e das poderosas forças que ameaçam destruir tudo o que conhecem – isso sem mencionar mais um enfrentamento dramático entre Tic e Montrose, que vai de lugar nenhum a nenhum lugar em uma brevíssima e esquecível sequência. A verdade é que depois do impactante filler da semana passada e da aplaudível jornada de Ruby ainda mais atrás, a própria série se esqueceu de sua trama principal. E, visto que ‘Lovecraft Country’ já começa a dar sinais prematuros de um triste cansaço criativo, não podemos culpar quem não sente grandes expectativas para os episódios que virão – por mais esperançosos que permanecemos para que isso não aconteça.

Conheças todas as atrizes que já interpretaram Cruella de Vil no cinema e na televisão

Cruella de Vil é uma das personagens mais conhecidas de todos os tempos – e até seu nome causa arrepios. A vilã do romance e da animação ‘101 Dálmatas’ é uma das mais perigosas e bem construídas de todos os tempos e já apareceu em diversas listas de antagonistas históricas, principalmente por sua personalidade psicótica e sempre in fashion.

Cruella é uma socialite e uma guru da moda apegada a roupas feitas com peles de animais – e que, após cruzar caminho com Anita e Roger Dearly (donos de uma ninhada gigantesca de dálmatas), desejou mais que tudo costurar um casaco com o pelo desses adoráveis animais. Não é surpresa que ela tenha chocado todos com a decisão; afinal, usar a moda como uma declaração pode ser bastante controverso.

Aproveitando o recém-lançado trailer de ‘Cruella’, filme de origem da Walt Disney Studios estrelado por Emma Stone, fizemos uma breve lista com todas as atrizes que já encarnaram a icônica personagem tanto no cinema quanto na televisão.

Confira abaixo – e conte para nós qual foi a sua performance favorita:

BETTY LOU GERSON

Aparição: 101 Dálmatas (1961)

A primeira atriz a encarnar Cruella de Vil foi na clássica animação de 1961. O clássico longa-metragem da Casa Mouse é um dos mais artísticos visualmente, conseguindo dar espaço o suficiente para que Betty Lou Gerson trouxesse o melhor (e o pior) da vilã à vida, com seus maneirismos e sua voz gutural.

GLENN CLOSE

Aparições: 101 Dálmatas (1996), 102 Dálmatas (2000)

Facilmente uma das releituras mais conhecidas e memoráveis de todos os tempos, a versatilidade da lendária Glenn Close casou com perfeição com a personalidade contraditória de Cruella em um dos primeiros live-actions da Disney. Apesar dos dois longas-metragens terem falhado em recuperar a essência do original, as histórias valem à pena por Close e por sua louca performance.

APRIL WINCHELL

Aparição: 101 Dálmatas: A Série (1998-2000)

Era um grande costume da Casa Mouse investir em produções derivadas de seu imperioso panteão animado – e ‘101 Dálmatas’ não ficou de fora. Para a primeira leva seriada desse universo, April Winchell interpretou Cruella, carregando-a com maestria até o prematuro cancelamento da produção.

SUSAN BLAKESLEE

Aparição: O Point do Mickey (2001-2003), Mickey’s House of Villains (2002), 101 Dálmatas 2 – A Aventura de Patch em Londres (2003)

Susan Blakeslee foi uma das mais prolíficas atrizes que interpretaram Cruella no universo Disney e encarnou a vilã diversas vezes. Além de ‘O Point do Mickey’, que reunia os personagens para reapresentações de clássicos e estreias de originais, Blakeslee a dublou no filme ‘House of Villains’ e na sequência direta do original de 1961, ‘101 Dálmatas 2 – A Aventura de Patch em Londres.

VICTORIA SMURFIT

Aparição: Once Upon a Time (2014-2016)

A série ‘Once Upon a Time’ caiu no gosto popular por fornecer uma perspectiva bastante diferente e obscura para clássicos personagens de contos de fada. Foi apenas uma questão de tempo para Cruella entrar para a produção, agora na pele de Victoria Smurfit. Apresentando uma distorcida história de origem para a vilã, essa versão a mostrou como uma das Rainhas da Escuridão e lhe deu poderes mágicos de controle animal.

WENDY RAQUEL ROBINSON

Aparição: Descendentes (2015)

Em ‘Descendentes’, Cruella, encarnada por Wendy Raquel Robinson, se uniu a outros antagonistas icônicos do universo Disney (como Jafar, Rainha Má e Malévola) para enviar seus filhos para destruir a perfeição pós “felizes para sempre” de seus arqui-inimigos.

EMMA STONE

Aparição: Cruella (2021)

É claro que ‘Cruella’ ainda não estreou nos cinemas, mas Emma Stone não poderia deixar de fazer parte da nossa lista. A atriz vencedora do Oscar já mostrou um primeiro vislumbre de sua rendição como a vilã, uma psicótica e ambiciosa mulher no centro do cenário punk-rock londrino – e enfrentando a força descomunal da misteriosa Baronesa.