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10 filmes e 10 seriados para quem quer FUGIR das Olimpíadas

Estamos em época de olimpíadas. A cada quatro anos atletas do mundo todo se preparam para o maior evento esportivo do planeta reunindo os melhores de cada modalidade em busca do tão sonhado ouro olímpico. Nesse ano, atípico e ainda em pandemia, envolto de muitas polêmicas, as olimpíadas acontecem em Tóquio, no Japão. Aqui no Brasil, por conta do fuso horário, para acompanhar algumas modalidades somente pela madrugada.

Mesmo torcendo para as e os atletas brasileiros, para nós cinéfilos são semanas como outras qualquer, vamos nos jogar em filmes e seriados, mas sempre mandando energia positiva para a delegação brasileira. Então, para quem não está ligando muito para as olimpíadas, segue uma lista bem legal com 10 filmes e 10 seriados disponíveis nos streamings mais populares disponíveis por aqui.

 

Filmes

 

Rede de Ódio (Netflix)

A ambição nas mãos de mentes perigosas, os vigias da não informação real. Explorando um assunto muito em alta nos tempos atuais, a fake news, o cineasta polonês (de apenas 28 anos!) Mateusz Pacewicz que já nos presenteou com o ótimo Corpus Christi (indicado pela Polônia ao Oscar de melhor filme estrangeiro) chega dessa vez para marcar presença na memória dos cinéfilos com o inaudito Rede de Ódio que estreou aqui no Brasil pela Netflix. Costurando um protagonista enigmático e assombrado pelos seus pensamentos nocivos e egoístas junto a um mundo sem regras nos meios digitais, Pacewicz consegue a proeza de manter os olhos cinéfilos grudados na tela durante as mais de duas horas de duração. Impressiona a qualidade desse filme, excelente!

 

Quase uma Rockstar (Netflix)

As desilusões fria e crua da realidade dentro da esfera feliz de uma pessoa de bem, cheia de energia. Dirigido por Brett Haley (Por Lugares Incríveis, O Herói, Coração Batendo Alto), baseado na obra Sorta Like a Rock Star do escritor Matthew Quick (O Lado bom Da Vida) que também contribui no roteiro do filme, Quase uma Rockstar é um dos melhores filmes do catálogo da Netflix que absurdamente foi mega mal divulgado. Espero que num futuro bem próximo todos possam assistir a esse belíssimo e emocionante trabalho que fala sobre sonhos, realidade dura e navega entre construções e desconstruções emocionais dolorosas de uma forte protagonista interpretada brilhantemente pela atriz havaiana Auli’i Cravalho.

 

Temporada (Netflix)

A simplicidade na captação de uma delicada vida. Escrito e dirigido pelo cineasta André Novais Oliveira, Temporada é um retrato muito delicado de uma mulher negra na periferia de Belo Horizonte, mais exatamente na cidade de Contagem. Suas descobertas, abandonos, paixões e a busca por uma estabilidade não só profissional mas também emocional. Com uma atuação maravilhosa de uma das melhores atrizes do cinema brasileiro atualmente, Grace Passô, Temporada ganhou o prêmio de Melhor filme no Festival de Brasília e está disponível no catálogo do streaming Netflix. Viva o cinema brasileiro!

 

A Vastidão da Noite (Amazon Prime Video)

Quando as peças se encaixam, o brilhante salta da tela. Exibido no prestigiado Festival de Toronto de Cinema em 2019 e com uma narrativa simples e muito objetiva, A Vastidão da Noite prende o espectador do primeiro ao último segundo com uma misteriosa situação vivida por dois inteligentes e jovens personagens, na década de 50, em uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos. Em uma noite apenas, mesclando um clima extremamente tenso com o malabarismo do medo iminente, as questões lógicas sendo colocadas em cheque a todo instante, e uma estranha sensação de nostalgia transformam esse projeto em uma das pérolas do catálogo da Amazon Prime Video. Primeiro trabalho como diretor de Andrew Petterson. Já anotado na agenda para não perder os próximos filmes dele.

 

Três Solteirões e um Bebê (Disney+)

Há mais de 30 anos atrás, uma comédia atemporal e que transpira carisma chegava a vista dos cinéfilos. Dirigido pelo eterno Spock, Leonard Nimoy (sim, ele mesmo!), Três Solteirões e um Bebê fala de forma leve e engraçada sobre a paternidade na visão de três adeptos do ‘solteirismo’ que precisam readequar suas vidas quando um bebê de poucos meses é deixando na porta de onde moram. Disponível no streaming Disney+ (assim como sua continuação), o longa-metragem de enorme sucesso é protagonizado pelos ótimos Tom Selleck, Steve Guttenberg e Ted Danson. A trilha sonora, com a música chiclete Bad Boy, segundo single lançado pela banda americana Miami Sound Machine liderada por Gloria Estefan, é excelente.

 

Soul (Disney+)

Se você pudesse ver toda sua vida até aqui e além disso refletir sobre ela, você viraria uma pessoa melhor? Disponível na plataforma Disney+ , Soul é um inteligente drama com pitadas cômicas de aventura usando a técnica de animação. Emocionante, foca no inusitado universo das almas, o curioso espaço entre o físico e o espiritual. Não importa sua religião, esse é um projeto, dirigido pela dupla Pete Docter e Kemp Powers, que nos apresenta a esperança e a importância dos valores emocionais para qualquer ser vivo. É uma animação para grandinhos mas onde também a criançada pode aprender bastante de forma muito divertida. Ganhou nossos corações!

 

As Boas Maneiras (Globoplay)

Olho grande, boca grande, mão grande. Uma das coisas que conquistam o público dentro de uma sala de cinema é quando na tela gigante a originalidade toma conta, produzindo uma corrente de emoções diferentes culminando em algo que beira ao inesquecível. Após o excelente Trabalhar Cansa, a dupla de cineastas Juliana Rojas e Marco Dutra retomam a parceria de sucesso, criando um enredo que vai se construindo aos poucos, como se lentamente subíssemos uma escada em direção ao surpreendente. Filmaço!

 

A Glória e a Graça (Globoplay)

Dirigido pelo experiente Flávio Ramos Tambellini, que volta a direção de um longa após seis anos, seu último trabalho foi o delicado Malu de Bicicleta (2010), A Glória e a Graça, entre muitas coisas, é um resgate na relação de dois irmãos que por circunstâncias do destino acabaram se separando durante boa parte de suas vidas. O entrosamento em cena de Carolina Ferraz e Sandra Corveloni, protagonistas do filme, é fundamental para que os diálogos ganhem contornos emocionantes e de aproximação com o público. Grande atuação das duas atrizes. Vale a pena conferir esse belo filme!

 

Juliet, Nua e Crua (HBO Max)

As armadilhas do destino e a quantidade de açúcar que pode ter uma relação. Dirigido pelo cineasta Jesse Peretz, Juliet, Nua e Crua conta a saga de uma mulher em busca de novos desafios no campo amoroso após perceber que o atual relacionamento que se encontra não está dando o resultado que deseja. Com personagens excêntricos e guiados pelo universo da música de alguma forma, o longa-metragem é uma grande viagem rumo as aberturas das portas que o destino realiza de vez em quando. O filme é protagonizado pela competente atriz Rose Byrne e o astro norte-americano Ethan Hawke.

 

Bessie (HBO Max)

A emoção do blues não é questão de você ser conhecido, é questão de você conhecer as pessoas para quem está cantando. Dirigido pela cineasta Dee Rees, Bessie, conta a história de uma das grandes divas do Blues. Com uma atuação de gala da atriz norte-americana Queen Latifah, o longa metragem mostra a ascensão meteórica e a queda fulminante de uma das grandes cantoras que o mundo já viu. Produzido pela HBO, esse projeto conta com muita sabedoria grande parte da história da música nas décadas de 20 e 30. A trilha sonora é um arraso, nos transportam para uma época emblemática na música norte-americana.

 

Séries

 

Sky Rojo (Netflix)

Não há maior vingança que o esquecimento. Será? Com oito episódios de cerca de 25 minutos onde não conseguimos desgrudar nossa atenção da tela, a série espanhola disponível na Netflix, Sky Rojo, criada por Álex Pina e Esther Martínez Lobato possui como principal característica positiva um roteiro dinâmico, repleto de ótimas cenas de ação, há uma pitada de Tarantino (referência) em alguns pontos. É uma grande batalha cheia de conflitos, longe de éticas, entre um cafetão descontrolado por vingança e sua gangue de mandados contra três prostitutas sem muitas escolhas que precisam se unir para sair de uma enrascada. A segunda temporada chegou à Netflix recentemente.

 

Amor e Anarquia (Netflix)

A vida robótica em contraponto às belezas das imperfeições que existem no mundo. Criado pela cineasta Lisa Langseth, do ótimo filme Hotell (filme com a ganhadora do Oscar, a sueca Alicia Vikander), Amor e Anarquia, seriado sueco disponível na Netflix, é a princípio uma série despretensiosa que vai crescendo conforme entendemos a caótica e monótona vida de uma mulher na casa dos 40, sonhadora, que vive uma rotina pouco intensa para seus sonhos. A chegada de um jovem estagiário à sua vida, mexe com tudo que estava congelado dentro de seus desejos. Além de uma intensa e provocante história de amor, o seriado tem o mérito de levantar excelentes discussões sobre o complexo mercado editorial e as transações do antigo para o novo: do físico para o digital. Grata surpresa!

 

Invencível (Amazon Prime Video)

O poder da escolha. Criado por uma das mentes mais criativas do universo nerd televisivo, Robert Kirkman (Walking Dead), Invencível, disponível no catálogo da Amazon Prime Video é uma complexa saga de ação e drama com técnicas de animação que fala sobre o heroísmo nas mesmas linhas tortas de The Boys e com uma eficiência impactante e sangrenta, nada é tabu para essa história onde polêmicas viram reflexões. Batendo na tecla sobre as escolhas que fazemos, entramos em um ninho de egocentrismo que vão desde a verdadeira face do vilão até mesmo políticas nacionais de segurança, além de deixar um bom espaço para questões familiares. Baita seriado, interessantíssimo.

 

Upload (Amazon Prime Video)

As razões do ser e entender em conjuntura com a dificuldade em dizer adeus. Criado por Greg Daniel, Upload, que está disponível na Amazon Prime Video, é uma sátira séria sobre aonde vamos quando morremos. Repleto de conceitos e paradigma para lá de interessantes, a comédia de ficção científica preenche suas lacunas complicadas com pitadas generosas de comédia trivial impulsionando inclusive um romance ente consciência e pessoa real. Tem uma pegada meio Ela (filme) mas acaba sendo muito mais profundo por conta do tempo que consegue para explorar suas ramificações criativas/futurísticas.

 

Hacks (HBO Max)

O poder de uma boa piada. Inteligente, divertido, debate questões como preconceito, a força feminina, assunto familiares, relação entre pais e filhos entre outras. Criado pelo trio Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky, Hacks é um dos mais interessante e engraçados seriados disponíveis no universo dos streamings disponíveis no Brasil, nesse caso na novíssima HBO MAX. Contando o cotidiano de duas sensacionais protagonistas, em momentos delicados de suas vidas, acompanhamos profundos dramas sobre a arte do fazer rir. Reflexivo, empolgante, abre espaço para o amor de todas as formas em seus brilhantes dez episódios de cerca de 30 minutos. Jean Smart dá um verdadeiro show na pele de uma das mais emblemáticas personagens femininas atualmente do universo das séries, a mal-humorada rainha do stand up Deborah Vance.

 

Mare Of Easttown (HBO Max)

A força dentro das surpresas e desilusões. O que você faria se fosse atormentado por uma tragédia em sua família? Se seu trabalho é questionado por todos ao seu redor? Se sua vida amorosa é um quebra cabeça complicado de se entender? Essas e outras questões estão dentro do contexto de pulsantes emoções da protagonista de Mare of Easttown, minissérie de sete capítulos disponível na HBO Max que possui um roteiro afiado, repleto de mistérios e dramas profundos gerando inúmeras reflexões pelo caminho. No papel principal, uma das grandes atrizes do planeta cinema, Kate Winslet, em mais uma atuação nota 10. Impecável trabalho que merece ser visto por todos que gostam de boas histórias.

 

Ricky and Morty (HBO Max)

Para entender o mundo complexo que vivemos nada melhor que um pouco de loucura. Com estreia aguardada no longínquo ano de 2013 (quase 2014), Rick And Morty, criado pela dupla Dan Harmon e Justin Roiland, essa genial série de aventura é um fenômeno que grita pelas entrelinhas e também choca em alguns momentos, mostrando uma série de aventuras interdimensionais de uma família, com núcleo centralizado em um avô louco (Rick, uma espécie de Dr. Emmett Brown em formato de desenho) e seu neto Morty. Usando a técnica de animação para falar muito sobre o mundo atual, os embates entre gerações, as genialidades perdidas e outras surpreendentemente questões, Rick And Morty é um fenômeno pop, com intensos 22 minutos por episódio.

 

Ted Lasso (Apple TV+)

A importância do positivismo em meio ao caótico universo capitalista onde o ego precisa ser uma qualidade. Sem muito oba oba, estreou tempos atrás no Streaming Apple TV+ o seriado de comédia Ted Lasso, que nos apresenta uma história que beira ao absurdo mas que convence nas suas lindas mensagens sobre a vida, trabalho em equipe, nos relacionamentos e outras questões fundamentais para uma vida repleta de felicidade. Criado pelo quarteto Bill Lawrence, Jason Sudeikis, Joe Kelly e Brendan Hunt, o seriado é baseado em um personagem homônimo visto pela primeira vez em uma série de comerciais para a cobertura da NBC Sports da Premier League. No papel principal, Jason Sudeikis, ganhador inclusive do Globo de Ouro e o SAG por essa brilhante interpretação. A nova temporada estreia dia 23 de julho!

 

Em Defesa de Jacob (Apple TV+)

Os mistérios de uma mente e os segredos a quatro paredes. Quase desapercebia, estreou na Apple Tv + a minissérie Em Defesa de Jacob, Defending Jacob no original. O projeto é baseado numa obra de sucesso escrita por William Landay. Durante os intensos oito episódios vamos conhecendo uma família perfeita norte-americana que se vê envolvida em um crime bárbaro mudando para sempre a rotina dentro e fora dessa casa. Viciante, impactante e com reviravoltas eletrizantes. Além disso, atuações impecáveis de Chris Evans, Jaeden Martell, da ótima atriz britânica Michelle Dockery e da veterana Cherry Jones. Do primeiro inclusive, podemos afirmar que é uma das grandes atuações de sua carreira.

 

The Head: Mistério na Antártida (Globoplay)

A vingança como pano de fundo numa análise sobre o ego humano. Talvez, um dos grandes achados do catálogo da Globoplay seja The Head: Mistério na Antártida, minissérie de suspense eletrizante com ótimas atuações e um desfecho de deixar qualquer de queixo caído. Tudo funciona muito bem ao longo dos detalhistas seis episódios, o roteiro constrói arcos preparando para o aprouch final de maneira muito inteligente deixando rastros de pistas a cada episódio. Criada pelos espanhóis David Pastor e Àlex Pastor a minissérie conta com um elenco de várias nações, inclusive um rosto bastante conhecido aqui no Brasil, Álvaro Morte, o professor de La Casa Del Papel.

 

Bônus

 

Hamilton (Disney+)

E se ganharmos nossa independência? Ampliando a criatividade de levar ao público de todo o mundo uma das peças de teatro da Broadway mais badaladas dos últimos anos, a Disney, no seu streaming Disney+ lançou o Pro-shot (em curta explicação, seriam gravações de números teatrais compondo um filme) do badalado musical da Broadway Hamilton. Ao longo de quase três horas de duração, vamos por meio de textos cantados em forma de rap conhecendo a história de Alexander Hamilton, um dos criadores dos Estados Unidos e que inclusive dá rosto à cédula de dez dólares. No papel principal, o grande criador do espetáculo (baseado na obra do historiador Ron Chernow), o Hors concours das mentes criativas atuais quando pensamos em musicais, Lin-Manuel Miranda. Pulsante, inovador e beirando ao extraordinário, Hamilton, do primeiro ao último minuto, mostra ao que veio. Não desperdiçou sua chance, chance.

 

Crítica | ‘Ah, a Amizade…’ – Romance da Netflix insiste em visão fantasiosa do amor

As indecifráveis linhas tênues entre a amizade e o amor são o combustível de Ah, a Amizade… , filme que chegou ao catálogo da Netflix neste início de 2026. Dirigido por Johnny Barbuzano, essa comédia romântica despretensiosa não apresenta nenhuma novidade quando pensamos em linguagem cinematográfica. Esse longa-metragem Sul-africano se resume a uma fórmula de bolo batida, seguindo padrões já consolidados, que acaba caindo na sonolência conforme os 95 minutos de projeção atravessam a tela.

Thando (Katlego Lebogang) e Charles (Siya Sepotokele) são dois amigos de longa data precisam lidar, em um primeiro momento, com a distância, já que um deles vai morar durante alguns anos em Nova Iorque. Quando Charles retorna, apresenta sua futura noiva e logo surge uma viagem para um destino paradisíaco para oficializar essa relação. Esse fato desperta em Thando mais incertezas sobre o que sente por ele.

Como saber quem é a pessoa certa para entregar seu coração? Trazendo o humor – um dos poucos elementos que funcionam, fruto do carisma dos personagens – ao caótico dos conflitos emocionais, o filme levanta essa e outras questões. Assim, entendemos os dramas que os personagens vivem, mergulhados em uma solidão silenciosa, sem saber como expressar, o que, realmente sentem. Isso é algo mundano, pelo qual qualquer ser humano pode passar alguma vez na vida – aspecto que deveria aproximar esse entretenimento das reflexões amorosas da vida real.

Pena que o roteiro não apresenta nada novo ao molho do gênero cinematográfico. Não provoca e insiste em uma narrativa que não se arrisca, evitando qualquer decisão dramática imprevisível, permanecendo presa totalmente aos clichês. Ao optar por uma linha totalmente convencional na forma de contar essa história, as boas reflexões que poderiam surgir em Ah, a Amizade… acabam limitadas aos simbolismos de uma visão idealizada do amor romântico, guiada pela fantasia das almas gêmeas.

Esquenta PÂNICO | Conheça várias curiosidades do 1º filme da franquia de terror

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Pânico faz 25 anos de lançamento em 2021… sim, o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar. Ps. Lembrando, como já anunciamos aqui no site, que o quinto filme da franquia estreia em 13 de Janeiro de 2022.

Ideia para o Filme e Roteiro

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Pânico é o 20º filme de terror mais lucrativo de todos os tempos, e o primeiro no ranking do subgênero slasher.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

‘Os Inocentes’: Netflix divulga o trailer de sua nova série de suspense; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo de sua nova série, ‘Os Inocentes‘ (The Innocents).

Assista:

Quando os adolescentes Harry e June fogem de suas famílias repressoras para ficarem juntos, eles são lançados em uma extraordinária jornada de autodescobrimento que desvia de seus sonhos inocentes. Segredos mantidos pelos pais testam o amor deles ao limite e o dom extraordinário que possuem desencadeia forças poderosas que podem dividí-los para sempre.

Os Inocentes‘ (The Innocents) é foi criada por Hania Elkington e Simon Duric.

A série é estrelada por Sorcha Groundsell (Clique, Iona, Sleeping Lions) como June, Percelle Ascott(Wizard vs. Aliens, The Weekend Movie) como Harry, e Guy Pearce (L.A. Confidential, Memento, The King’s Speech) no papel de Halvorson.

Os 8 episódios estreiam em 2018, sem data definida.

‘Hellboy’ ganha nova arte animada INCRÍVEL; Confira!

O reboot de ‘Hellboy‘ ganhou uma nova arte animada incrível.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

‘Ad Astra’: Brad Pitt tenta salvar o sistema solar em novo trailer; Assista!

A ficção científica ‘Ad Astra: Rumo Às Estrelas‘, estrelada por Brad Pitt, ganhou um novo trailer.

Confira:

Dirigido por James Gray (‘Z: A Cidade Perdida‘), o título original do filme significa “para as estrelas” em latim.

Roy McBride (Pitt) viaja para os limites do sistema solar para encontrar seu pai desaparecido e desvendar um mistério que ameaça a sobrevivência do nosso planeta. Sua jornada revelará segredos que desafiam a natureza da existência humana e nosso lugar no cosmos.

O elenco ainda conta com Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Liv Tyler e Donald Sutherland.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de setembro.

‘How to Get Away with Murder’: Trailer do último episódio promete final CHOCANTE

A ABC divulgou o trailer do episódio final da série ‘How to Get Away with Murder‘.

Confira:

Intitulado Stay, o próximo episódio irá ao ar no dia 14 de maio.

Criada por Nowalk, a série é produzida pela Shonda Rhimes, e foi lançada no Brasil com o título ‘Como Defender um Assassino‘, exibida pelo Canal Sony.

Um grupo de ambiciosos estudantes de direito e sua brilhante professora de defesa criminal se envolvem em uma conspiração de assassinato distorcida que promete mudar o curso de suas vidas.

O elenco conta com Viola Davis, Billy Brown, Jack Falahee, Rome Flynn, Aja Naomi King, Matt McGorry, Conrad Ricamora, Karla Souza, Amirah Vann, Charlie Weber, Liza Weil e Timothy Hutton.

‘Espíritos Obscuros’: Terror produzido por Guillermo del Toro ganha nova data de estreia

Após diversos adiamentos provocados pela pandemia de COVID, o terror ‘Espíritos Obscuros‘ (Antlers), produzido por Guillermo del Toro, finalmente ganhou uma nova data de estreia.

Agora, o longa está programado para ser lançado nos cinemas no dia 29 de outubro.

Confira o trailer:

Dirigido por Scott Cooper (‘Depois do Apocalipse‘), o longa é baseado no curta de terror ‘The Quiet Boy’, escrito por Nick Antosca.

Na trama, uma professora do fundamental tenta ajudar um garoto de sua turma, mas descobre que ele esconde um segredo horripilante. Agora, algo assustador está atrás do menino e ela precisa protegê-lo.

O elenco inclui Keri Russell, Jesse Plemons, Jeremy T. Thomas, Graham GreeneScott HazeRory Cochrane e Amy Madigan.

‘While We Sleep’: Terror estilo ‘O Exorcista’ ganha trailer ASSUSTADOR; Assista!

O terror ‘While We Sleep‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Andrzej Sekula é responsável pela direção.

A jovem menina sofre com um raro distúrbio do sono e pesadelos sombrios. A família contrata um radiologista para descobrir a origem dos pesadelos, mas o que ele descobre é mais assustador e ameaçador do que os próprios sonhos.

Brian Gross, Olivia Trevena e Jacy King estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 1º de outubro.

‘Intimidade’: Traições e escândalos no trailer da nova série da Netflix; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série ‘Intimidade‘, estrelada por Itziar Ituño (‘La Casa de Papel’).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 10 de junho.

A série foi criada por Verónica Fernández e Laura Sarmiento.

Na trama, um vídeo de sexo gravado em segredo ameaça a carreira de uma política em ascensão.

O elenco ainda conta com Patricia López Arnaiz, Verónica Echegui, Ana Wagener, Emma Suárez e Yune Nogueiras.

O Chamado 4: Samara Ressurge

(Sadako DX)

 

Elenco:

Fuka Koshiba
Kazuma Kawamura
Mario Kuroba

 

Direção: Hisashi Kimura

Gênero: Terror

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 27 de Abril de 2023

Sinopse: 

As pessoas que assistem um vídeo amaldiçoado morrem repentinamente. Essas mortes ocorrem em todo o Japão. Ayaka Ichijo é uma estudante de pós-graduação extremamente inteligente com um QI de 200. Quando sua irmã mais nova assiste ao vídeo amaldiçoado, ela precisa encontrar uma solução para a maldição antes que seja tarde demais…

Crítica: 

Crítica | ‘O Chamado 4: Samara Ressurge’ foca no TERROR, mas acerta na Paródia… (Nota: 4.0)

Curiosidades: 

» Esse é o oitavo filme da franquia japonesa, que ainda conta com o crossover ‘Sadako vs. Kayako‘ e a trilogia americana;

» Apesar do título nacional, o longa não segue a timeline americana, que conta com a Samara como a antagonista. Assim como nos filmes japoneses anteriores, a vilã vingativa do poço continua sendo a Sadako – nome que está em destaque no título original da produção;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Roteirista de ‘Batman: O Retorno’ revela planos descartados para derivado da Mulher-Gato

Em entrevista ao IndieWire, o roteirista Daniel Waters revelou os planos descartados para um filme solo da Mulher-Gato (Michelle Pfeiffer) após seu sucesso em ‘Batman: O Retorno‘, lançado em 1992.

Apesar do roteirista e do diretor Tim Burton terem criado conceitos muito diferentes para o derivado, o projeto acabou nunca saindo do papel.

“Com orçamento de US$ 18 milhões, [Tim Burton] queria desenvolver um filme em preto e branco da Mulher-Gato, como o original ‘A Marca da Pantera’. A trama acompanharia a Selina vivendo em uma cidade pequena.”

Ele completa, “Eu queria fazer um filme que serviria como uma metáfora sobre o próprio Batman. Queria que a Selina se mudasse para uma versão Gotham City de Los Angeles, que seria protegida por três super-heróis babacas. Seria como ‘The Boys’ antes de existir ‘The Boys’, mas Burton ficou entediado lendo o meu roteiro.”

Vale lembrar que o próximo filme do Cavaleiro das Trevas, ‘Batman: Parte II‘, contará com o retorno do Robert Pattinson (‘TENET’) e está programado para estrear no dia 2 de outubro de 2025.

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) retornará à direção.

Criador de ‘The Chosen – Os Escolhidos’ quer expandir o universo bíblico com novos spin-offs

Em entrevista ao Variety, Dallas Jenkins, criador da popular série ‘The Chosen: Os Escolhidos‘, revelou planos para a expansão do universo bíblico com novos spin-offs.

Ele confirmou que sua produtora 5&2 Studios está desenvolvendo uma série animada, intitulada ‘The Chosen Adventures‘, que trará a história de Jesus para um público mais jovem. A produção contará com as vozes de Paul Walter Hauser (‘Black Bird’) e Yvonne Orji (‘Insecure’).

“Há espaço para contar a história de Jesus através dos olhos das crianças em formato de animação. Sentimos que há algo especial nisso, sobre ver Jesus através da perspectiva infantil. Não iremos abordar isso na série original, mas realmente nos dedicamos a esta série animada – trazendo algo que os adultos também possam apreciar.”

Também foi confirmado que uma série baseada na vida de Moisés está em desenvolvimento: “Não há uma história na bíblia que esteja tão marcada na cultua popular do que a história de Moisés. Há uma história épica para ser contada. Ele foi o escolhido por Deus para liderar o maior movimento religioso da história do mundo.”

Vale lembrar que a sexta temporada de ‘The Chosen‘ focará na crucificação de Jesus, enquanto a sétima temporada mostrará a sua ressurreição. Ambas temporadas contarão com oito episódios, e irão incluir um lançamento mundial nos cinemas.

Distribuída globalmente pela Lionsgate, a história é vista através dos olhos daqueles que conheceram Jesus, tendo como pano de fundo a opressão romana em Israel do primeiro século. A produção retrata uma visão íntima da vida e dos ensinamentos de Jesus.

CONHEÇA O ELENCO

Jonathan Roumie (Jesus Cristo):
Ator, diretor, produtor e dublador, Jonathan Roumie nasceu e foi criado na cidade de Nova Iorque, onde se formou na School of Visual Arts com diploma em cinema antes de se mudar para Los Angeles para seguir atuação em tempo integral. Roumie é mais conhecido por seu premiado papel como Jesus, em The ChosenOs Escolhidos. Possui ainda créditos adicionais na TV, como “Chicago Med”, “The Mindy Project”, “The Good Wife”, “Law & Order” e a franquia “NCIS”. Seus últimos trabalhos como dublador incluem a sequência animada “Night at the Museum: Kahmunrah Rises Again”, da Disney+.

Jonathan atua ainda como conselheiro estratégico do Hallow App, maior e mais popular aplicativo de orações e meditação do mundo. Mais recentemente, Roumie estrelou nas telonas o drama épico “Jesus Revolution”, da Lionsgate, em que interpreta um enigmático pregador Lonnie Frisbee. A produção arrecadou mais de US$50 milhões nas bilheterias e continua superando as expectativas da indústria. Roumie atualmente reside no sul da Califórnia.

Lara Silva (Eden):
Lara é brasileira, nascida em Minas Gerais, e se mudou para os Estados Unidos com seis anos de idade. Foi criada em Fort Lauderdale, na Flórida, e frequentou escola de formação de atores – onde descobriu seu amor por entretenimento. Depois da faculdade, decidiu que era o momento de finalmente seguir seu sonho, e se mudou para Atlanta (Georgia), em 2016. Além de “The ChosenOs Escolhidos”, ela esteve no elenco de grandes séries da TV como “Dynasty”, “Queen of the South”, “Good Girls” e “Raising Dion and Bloodline”, da Netflix. Recentemente estrelou o filme “Blue Ridge” ao lado do ator Johnathon Schaech. É fluente em português e espanhol.

Paras Patel (Matthew):
Nascido na cidade da Flórida, em Orlando (EUA), Paras Patel fez sua estreia como ator no filme televisivo “Teen Spirit”, no papel principal de Raj Kukuri. Com uma carreira de mais de uma década, Patel fez diversas participações em seriados, incluindo “Nashville” e “For The People”, da ABC, e “Fresh Off The Boat” e “Ray Donovan”, da Showtime. No campo cinematográfico, atuou como ator coadjuvante em “The Duff”, da Lionsgate, ao lado da atriz Mae Whitman. Recentemente, gravou a quarta temporada da série de sucesso global “The ChosenOs Escolhidos”. O ator também está muito em contato com suas raízes no sul da Ásia e é ex-dançarino profissional de Bollywood. Com uma grande facilidade para aprender novos idiomas, Paras fala fluentemente os idiomas Hindi e Gujarati, e está aprendendo Espanhol e Português. Paras também adora criar histórias e colaborar com outros talentos do sul da Ásia para aumentar a visibilidade no setor.

The Chosen – Quarta Temporada
Reinos em conflito. Governantes rivais. Os inimigos de Jesus se aproximam enquanto seus seguidores lutam para acompanhá-lo, deixando-o sozinho para carregar o fardo. A quarta temporada promete partir de onde terminou, com o final emocionante da caminhada sobre as águas na última temporada.

Os episódios de estreia também serão liberados nos cinemas da América Latina, Reino Unido, Polônia, Austrália e Nova Zelândia por meio de uma parceria entre os distribuidores. Após o término da temporada completa nos cinemas, The Chosen anunciará a estreia em plataformas de streaming, incluindo o aplicativo “The Chosen” e outros apps móveis.

A nossa jornalista e crítica Rafa Gomes comentou sobre a 3ª temporada, que logo em sua abertura apresenta Judas Iscariotes se alistando para o ministério de Cristo. Em seu vídeo de primeiras impressões, ela ainda comenta sobre o que esperar dos próximos episódios e sobre como ‘The Chosen‘ tem redefinido o gênero de produções bíblicas em Hollywood.

Assista:

Dallas Jenkins, diretor da série, esteve no Brasil na semana passada e falou de seu entusiasmo em visitar o país e estrear a temporada nos cinemas.

“Desde quando começamos a divulgação da série, sempre encontrávamos comentários como ‘obrigado, obrigado’ em nossas redes e nós pensamos: há algo diferente acontecendo naquele país. Entendemos que o Brasil era realmente apaixonado pela série e para nós é uma alegria poder estar aqui e estrear nos cinemas a terceira temporada e poder presentear o público brasileiro em gratidão por todo o apoio”, ressalta Dallas.

Ele contou que o Brasil é o segundo país em número de downloads do aplicativo e sua equipe não teve dúvidas sobre que país visitar para divulgar a série: nós vamos para o Brasil.

“Muitos brasileiros nos acompanham em nossos canais digitais, permanecem baixando o app e não param de falar da série. Os brasileiros são intensos. Sentimos isso com os atores brasileiros que temos no elenco. É uma alegria para nós sentir este apoio e viver isso ao vivo aqui no Brasil foi uma experiência incrível”, comentou o diretor.

Quem quiser assistir aos capítulos dublados basta acessar o site da Cinemark ou ir à bilheteria para adquirir diretamente. Acima de 20 ingressos comprados, há o benefício da meia entrada para todos. É uma excelente alternativa para todos levar grupos de igreja, empresas e familiares.

Amanda Jenkins, esposa de Dallas, também falou sobre o momento no Brasil e reforçou que todo o esforço feito na produção da série tem um único objetivo: fazer Jesus conhecido.

“Queremos mesmo contar histórias que levam as pessoas a Jesus, a uma conexão com o Jesus mais humano e que nos ama”, destaca.

 

M3GAN vs. AMELIA em novo clipe da sequência ‘M3GAN 2.0’; Confira!

A Universal Pictures divulgou um clipe inédito da aguardada sequência ‘M3GAN 2.0‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa chega nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Dois anos após M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.

Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.

Além de Allison Williams e Violet McGraw reprisando seus papéis do filme anterior, a continuação contará também com Timm Sharp (‘Percy Jackson e os Olimpianos’), Aristotle Athari (‘SNL’), Ivanna Sakhno (‘Ahsoka’) e Jemaine Clement (‘O Que Fazemos nas Sombras’).

Williams também entra como uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

O diretor Gerard Johnstone também retorna.

Confira o trailer de ‘O Reencontro’, novo documentário da Netflix sobre o retorno do BTS

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘BTS: O Reencontro‘, documentário que explorará os bastidores do aguardado retorno dos reis do k-pop.

A produção acompanhará a jornada de dúvidas, alegrias e redescobertas dos sete integrantes da banda que voltaram ao estúdio, criaram músicas novas e lançaram o comeback da década!

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 27 de março.

Bao Nguyen, de ‘O Freelancer: O Homem Por Trás da Foto‘ e ‘A Noite que Mudou o Pop‘, é responsável pela direção.

Desde o lançamento do último álbum do grupo, Proof (2022), todos os membros se dedicaram a carreiras solo, com destaque para os álbuns Golden (Jung Kook), Layover (V), Face e Muse (Jimin), D-Day (Suga), Happy e Echo (Jin), Jack in the Box (J-Hope) e Indigo e Right Place, Wrong Person (RM).

O retorno do BTS marca um novo capítulo para o septeto, que já é considerado um dos maiores fenômenos da música pop global.

Vale lembrar que o grupo também conta com um documentário disponível na Netflix, intitulado ‘BTS – Bring the Soul’, acompanhando os músicos no dia seguinte ao show final de sua turnê pela Europa.

Após o último dia da turnê “Love Yourself”, os integrantes do boygroup BTS contam histórias pessoais, permitindo que os fãs conheçam o grupo em sua intimidade. Os sete cantores compartilham momentos icônicos da turnê com apresentações ao vivo e bastidores, revelando tudo o que está por trás de suas grandes produções.

Arte feita por fã traz Josh Gad como o Pinguim de ‘Batman’; Confira!

Desde a mais recente postagem do ator Josh Gad em sua conta do Twitter, a internet tem se questionado se ele viria a ser ou não o próximo Pinguim da saga de ‘Batman’.

Não perdendo tempo, o artista e fã BossLogic já produziu uma arte em que o jovem ator surge caracterizado como o vilão dos quadrinhos.

“Um pouco de diversão na hora do intervalo”.

Confira:

Zack Snyder promete “drama e relacionamentos complexos” em ‘Liga da Justiça’

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

Participação de Lex Luthor em ‘Liga da Justiça’ deve ter cenas no Asilo Arkham

Kevin Smith diz que Darkside deve ser o verdadeiro vilão de ‘Liga da Justiça’

Roteirista de ‘Liga da Justiça’ reescreveu o roteiro de ‘The Batman’

 

‘Gemini Man’: Ang Lee inicia as filmagens do novo filme de Will Smith; Veja o vídeo!

A produção de ‘Gemini Man’, o novo filme de Ang Lee, já começou. E para marcar o início das filmagens, o astro Will Smith publicou um vídeo e uma imagem em meio a um pântano, com uma tela de proteção contra mosquitos.

Confira:

First week on my new film @GeminiManMovie!! Ang Lee got me out here fighting the wildlife.

Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em

Mary Elizabeth Winstead desbancou Tatiana Maslany e Elizabeth Debicki e vai contracenar lado a lado de Will SmithBenedict Wong (‘Doutor Estranho’) também se juntou ao elenco.

Winstead interpretará uma funcionária operacional que trabalha para a mesma empresa que Henry (Smith). Inicialmente responsável por apenas monitorar as ações do homem, ela acaba se unindo a ele na luta para destruir seu clone do mal, que é muito mais jovem e forte.

A trama segue um assassino de aluguel veterano, que está tentando sair do ramo e se aposentar, para levar uma vida mais tranquila.

No entanto, sua saída não será tão simples e ele terá que enfrentar seu próprio clone, 25 anos mais jovem e no auge de seus poderes.

A Paramount Pictures agendou a estreia para 4 de outubro de 2019.

‘Aquaman’: Ouça a música tema de Pitbull

Aquaman‘ já estreou nos cinemas e a canção tema da produção, de autoria do cantor Pitbull foi divulgada pela Warner.

A canção, intitulada “Ocean to Ocean”, traz trechos da música “Africa”, de Toto,

Confira:

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

Crítica em Vídeo | Miss Americana: Documentário da Taylor Swift é efêmero e superficial

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Nossa jornalista Rafa Gomes conferiu, COM EXCLUSIVIDADE, o documentário da Taylor Swift pela Netflix, intitulado Miss Americana.

Confira sua crítica, feita direto do Festival de Sundance:

 

‘Seu Nome Gravado em Mim’: Romance LGBTQ+ já está disponível na Netflix

O romance LGBTQ+, intitulado ‘Seu Nome Gravado em Mim‘, já está disponível na Netflix. A produção, original de Taiwan, foi lançada na plataforma de streaming nesta quarta-feira (23).

Em 1987, após o fim da lei marcial em Taiwan, Jia-han e Birdy se apaixonam e são alvos de homofobia, pressão familiar e estigma social.

Confira o trailer:

Dirigido por Liu Kuang-hui, ‘Seu Nome Gravado em Mim‘ conta com Edward Chen, Tseng Ching-hua e Leon Dai no elenco.

‘Westworld’, ‘House of Dragon’ e mais são os grandes destaques da HBO Max em 2022; Assista ao trailer!

O ano de 2022 promete grandes novidades nos streamings e a HBO Max divulgou um novo trailer, que destaca os seus principais lançamentos no vindouro ciclo.

E entre as estreias estão a parte dois da série ‘The Nevers‘, a 2ª temporada de ‘The Flight Attendant‘, o especial ‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts‘ e o derivado de ‘Game of Thrones‘, intitulado ‘House of Dragon‘.

Além disso, outras novidades foram confirmadas, como as séries ‘Julia‘ e ‘Pretty Little Liars: Original Sin‘, bem como a minissérie ‘DMZ‘.

Assista:

Marcado para 01 de janeiro de 2022, o especial de Harry Potter vai mostrar Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto com o diretor Chris Columbus e outros membros do elenco enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2′.

O especial também terá Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

EXCLUSIVO! “Não foi fácil”: Morena Baccarin fala sobre estereótipos em Hollywood e seu novo filme de ação

Dupla Perigosa (The Wrecking Crew), novo filme de ação estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) e Morena Baccarin (Gotham) já está disponível na Prime Video.

O longa, que abriu com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, combina a comédia e ação, em uma trama em que dois irmãos são forçados a abrir mão de suas diferenças para desvendar uma conspiração envolvendo a Yakusa.

E durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Morena comentou sobre o mais novo longa e sua experiência à frente da cena de ação mais eletrizante da trama.

Além de revelar detalhes dos bastidores das gravações, Baccarin ainda refletiu sobre sua luta para driblar e vencer os estereótipos de Hollywood e quais foram seus maiores desafios para se provar na indústria.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ángel Manuel Soto (‘Besouro Azul’) é responsável pela direção.

Na trama, dois meio-irmãos distantes, Jonny (Momoa) e James (Bautista), são forçados a se reencontrar após a morte misteriosa do pai. Enquanto buscam a verdade, segredos enterrados ressurgem e lealdades são testadas, revelando uma conspiração que pode destruir sua família. Juntos, eles estão prontos para enfrentar qualquer obstáculo.

O elenco ainda conta com Claes Bang, Jacob Batalon, Stephen Root e Morena Baccarin.

Jonathan Tropper, de ‘O Projeto Adam‘, assina o roteiro.

Conheça ‘Hereditário’, novo terror sensação do Festival de Sundance

Todo ano um filme de terror/suspense faz fama nos festivais de cinema do mundo. O terror da vez se chama Hereditário, considerado por alguns críticos como “um filme visceral e traumatizante”. O longa é dirigido pelo novato Ari Aster e produzido pela ótima A24.

O filme tem sido eleito o novo A Bruxano Festival de Sundance e logo será uma sensação do “pós-horror”. Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

O elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

O filme ainda não tem data de estreia para o Brasil.

Criaturas assustadoras dominam o novo trailer do terror ‘Cold Skin’; Assista!

O terror Cold Skin, dirigido por Xavier Gensde A Fronteira, Exorcismos e Demôniosganhou seu primeiro trailer, mostrando criaturas assustadores em uma ilha isolada. Confira:

A trama se passa na borda do círculo Antártico, quando um navio a vapor se aproxima de uma ilha isolada. A bordo está um jovem, preparado para assumir o cargo de observador do clima, para viver na solidão no fim da terra. Mas na costa ele não encontra nenhum vestígio do homem a quem ele foi enviado para substituir, apenas um naufrago perturbado que testemunhou um horror que ele se recusa a nomear, quando a noite chega e junto traz mistérios assustadores.

O elenco conta com Ray Stevenson, David Oakes e Aura Garrido. O terror já estreou na Espanha e não tem data para chegar ao Brasil.

Confira o pôster:

 

Crítica ‘Loki’ | Quarto episódio faz a série “engrenar” a dois capítulos do fim

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao quarto episódio de Loki, não leia esta matéria para não receber spoilers.

Após um terceiro episódio monótono e com jeitão de filler, o que rendeu muita reclamação nas redes sociais, o quarto capítulo veio com os dois pés na porta e avançou muito com a trama. Se o desenvolvimento da Sylvie (Sophia Di Martino) ficou devendo na semana passada, que apostou em mostrar mais do Loki de Tom Hiddleston, dessa vez virou ponto central para desenvolver a série e deixar dúvidas interessantíssimas para serem respondidas nos próximos episódios. Ah, e o episódio traz uma cena pós-créditos simplesmente maravilhosa.

Antes do início da série, especulava-se que a jovem Cailey Fleming (The Walking Dead) interpretaria o Kid Loki. No quarto episódio, eles mostram que foi algo assim. Isso porque ela faz a versão jovem da Sylvie, que foi sequestrada por Ravonna Renslayer (Gugu Mbatha-Raw) sem um motivo aparente, apenas por ela ser uma suposta ameaça – mesmo não passando de uma criança. Anos mais tarde, à beira da morte em Lamentis, ela conversa com o Loki sobre o fracasso ser a característica em comum a todos os Lokis. Esse momento de sinceridade quase inédita consolida o vínculo afetivo entre as duas variantes, que se contentam em aceitar que a característica básica a todos os Deuses da Trapaça é não morrer. Esse vínculo emocional dos dois parece mudar a mentalidade base dos Lokis e cria uma nova linha temporal. Comprovando o que o Loki de Tom Hiddleston dissera momentos antes, esse novo evento alerta a TVA, que encontra a dupla e os leva em cárcere, fazendo com que eles sobrevivessem a mais um apocalipse.

O retorno para a TVA é o início do fim. Considerando que aquele ambiente repressor parecia incomodar Mobius (Owen Wilson), seu maior investigador, há algum tempo, esse episódio apenas consolida a antiga teoria dos fãs de que a agência fazia lavagem cerebral em variantes para transformá-los em agentes subservientes aos supostos Guardiões do Tempo para caçarem outras variantes. Essa ideia lembra muito os Replicantes caçadores de Replicantes no universo de Blade Runner. Ou seja, é uma ideia que não é bem aceita pelas variantes da TVA, que se recusam a acreditar até que os Lokis deem uma breve prova de suas vidas passadas. No caso de Mobius, porém, a “ficha” cai em um ato de confiança no Deus da Trapaça. Ele percebe sinceridade durante a investigação e entende que Ravonna estava escondendo alguma coisa dele. Infelizmente, ele acaba sendo resetado pelos guardas e se despediu da série sendo um dos melhores personagens até aqui. Ou será que ainda veremos mais do agente #1 da TVA?

Essa pergunta é válida porque o próprio Loki, após tentar se declarar para sua versão de outra realidade, acaba sendo resetado por Ravonna. A cena choca porque eliminar outro protagonista no mesmo episódio. No entanto, vemos na cena pós-créditos que ele não morreu exatamente. Na cena, ele vai parar em uma Nova York destruída, onde é recebido por uma resistência de Lokis do Multiverso, com direito ao Kid Loki, um Loki vacinado contra Covid e o Loki dos quadrinhos, interpretado por Richard E. Grant. Quando foi anunciado na série, Richard virou motivo de especulação dentre os fãs, que acreditavam que ele viveria o… Mephisto. Não foi dessa vez, galera. Uma hora ele aparece aí em alguma produção do MCU. A “resistência Loki” diz que a variante do Tom Hiddleston ainda não morreu, mas que poderá morrer se não ajudá-los. Será que essa sobrevivência acontece com todas as variantes resetadas, como o Mobius, ou foi uma exceção ocasionada pela intervenção dos Lokis? É algo a ser explorado no próximo episódio.

E essa nova suposta morte do Loki aconteceu após a confirmação de outra teoria dos fãs: a de que os Guardiões do Tempo eram apenas marionetes de uma entidade fascista que se esconde atrás da imagem deles para controlar essa realidade de acordo com sua vontade. Ou seja, eles são o equivalente ao Snoke, da nova trilogia Star Wars, no Universo Cinematográfico Marvel. Sylvie derrota eles e, ao descobrir que não passavam de robôs, sequestra Ravonna para obter respostas. Nos quadrinhos, Ravonna já foi esposa de Kang, O Conquistador  (Jonathan Majors), que, segundo boatos, está cotado para estrear na série. Caso ele apareça, será uma introdução fantástica para Homem Formiga e a Vespa: Quantumania.

Fato é que teremos dois núcleos distintos nessa reta final. O primeiro será o de Sylvie, líder de uma rebelião, tentando descobrir quem realmente comanda a TVA, enquanto o segundo será a Resistência Loki tentando encontrar um meio de  sair daquela dimensão destruída, talvez buscando Mobius no caminho. Esse segundo núcleo deve mostrar o Loki candidato presidencial e até mesmo o Loki Rei de Asgard.

Por fim, vale ressaltar que Mobius introduziu um novo segmento até então inédito no MCU: o sobrenatural. Em uma conversa com Ravonna, o supostamente falecido agente diz que eles já investigaram Krees, Titãs (a raça do Thanos) e Vampiros. Os vampiros não foram citados no MCU até esse momento, provavelmente para lembrar ao público que um filme de Blade, o Caçador de Vampiros está em produção e será protagonizado por Mahershala Ali.

Os novos episódio de Loki estreiam no Disney+ toda quarta-feira.

Crítica | Beckett – John David Washington estrela suspense de ação conspiratório na Netflix

Conspiração e paranoia. Dois artifícios excelentes para prender a atenção de um espectador e garantir o engajamento dele até o fim, afinal, o ser humano é curioso por natureza e quase sempre insiste por todas as vias até saber a resolução da história. Confiando nessa premissa, estreia nesse fim de semana na Netflix o thriller de açãoBeckett’, que provavelmente irá dar um nó na sua cabeça.

Beckett (John David Washington, de ‘Infiltrado na Klan’) está de férias com a namorada, April (Alicia Vikander, de ‘Tomb Raider: A Origem’) em Atenas, na Grécia. Eles ficam sabendo que um protesto vai acontecer na praça em frente ao hotel em que estão hospedados, por isso decidem pegar o carro e viajar para uma cidade do interior. Infelizmente no caminho os dois sofrem um acidente de carro e Beckett acaba vendo que um menino ruivo está morando na casa em que seu carro bate. Depois de ser resgatado, Beckett só deseja poder voltar para os Estados Unidos, porém, sem nenhuma razão aparente, pessoas aleatórias começam a caçá-lo pelas ruas, e agora ele precisa lutar para chegar à embaixada dos Estados Unidos em Atenas e tentar sobreviver.

Dirigido por Ferdinando Cito Filomarino, ‘Beckett’ tem dois momentos bem marcados, que dividem o longa em pegadas diferentes. O primeiro vai desde a felicidade do casal protagonista nas férias, seguida da perseguição a vai até a conquista de um grande objetivo de Beckett, que ocorre na metade do longa. A partir daí a gente até se pergunta para onde vai a história, afinal, ela já teria se concluído aqui, mas então eis que o roteiro dá uma guinada e começa a espiralar, fazendo com que todos os personagens emerjam de uma teoria da conspiração inacreditável, envolvendo absolutamente todas as pessoas que o pobre coitado do protagonista conhece naquele país que não é o dele. Incrível, não? A imprecisão da proposta pode fazer com que alguns espectadores se percam na segunda metade da produção.

Mas não se enganem, afinal, não é à toa que o longa se chama ‘Beckett’ – nome do escritor e teatrólogo, autor de ‘Esperando Godot’, peça que conta a história de dois homens que ficam eternamente esperando a chegada de Godot, que nunca vem. No ‘Beckett’ da Netflix de certa forma o espectador é levado a esse mesmo turbilhão de acontecimentos, sem entender por que as coisas estão acontecendo (tal como na peça). Assim, o roteiro assinado por Kevin A. Rice nos engata em um thriller de ação que requer atenção, pois constantemente a coisa toda revira de ponta cabeça e o protagonista precisa seguir adiante lutando por sua vida, bem estilo ‘Duro de Matar’ ou ‘O Turista’.

Através do fundo político da crise econômica em que se encontra a Grécia, ‘Beckett’ se constrói como um filme de ação conduzido pelo suspense, com uma pitadinha de crítica social e reviravoltas constantes embaladas pela teoria da conspiração. É desses filmes que prende sua atenção desde o início com uma típica história do sujeito que estava no lugar errado, na hora errado, mas bem feitinha, embora não tão convincente.

‘Sex Education’: Atores confirmam romance fora das telas

Os atores  Connor Swindells e Aimee Lou Wood confirmaram um romance que surgiu durante as gravações da série ‘Sex Education’.

Em entrevista com o site Telegraph, Connor, que interpreta Adam Groff na série, confirmou o romance com Aimee que aconteceu durante o fim das gravações.

“Não existe confusão entre as nossas cenas de sexo e na nossa vida pessoal. Desse jeito, você sabe que não tem nada tirado de sua vida. Quando você faz isso, você chega em casa no final do dia e se sente vulnerável e deprimido, porque você acabou de mostrar as pessoas o que você faz em situações pessoais.”

O casal começou a publicar fotos juntos nas redes sociais:

Recentemente, a Netflix renovou oficialmente a série ‘Sex Education‘ para a 2ª temporada.

Lançada em janeiro, a Netflix revelou que a série já foi assistida por quase 40 milhões de contas diferentes.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

‘Rainhas do Crime’: Drama amarga 14% de aprovação no Rotten Tomatoes

A adaptação da DC/Vertigo, ‘Rainhas do Crime‘ (The Kitchen) chega no próximo mês aos cinemas brasileiros, mas as primeiras críticas já saíram e parecem não ter agradado muita gente.

Segundo o agregador de reviews Rotten Tomatoes, o drama abriu com tristes 14% de aprovação, baseado em 28 críticas (até agora). Ainda sem consenso geral, a nota do longa é de 4.68/10.

Confira algumas reações:

Rainhas do Crime pode ser baseado numa graphic novel, mas parece mais um desenho” – Houston Chronicle.

“[O filme] precisa de níveis de carisma à la [Martin] Scorsese para funcionar, e apenas [Melissa] McCarthy consegue ser profissional” – Arizona Republic.

“Você pode até suportar Rainhas do Crime, mas o filme poderia ter um pouco mais de ação” – Washington Post.

“Honestamente, parece mais uma versão brutal e violento de qualquer filme de máfia da Lifetime” – Rachel’s Reviews.

Rainhas do Crime parece uma versão idiota de ‘Viúvas’” – Flickering Myth.

O instigante drama sobre a máfia foi escrito e dirigido por Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por ‘Straight Outta Compton: A História do N.W.A.‘.

Rainhas do Crime‘ é estrelado pela indicada ao Oscar Melissa McCarthy (‘Poderia Me Perdoar?’, ‘Missão Madrinha de Casamento’), Tiffany Haddish (‘Viagem das Garotas’) e Elisabeth Moss (da série de TV ‘The Handmaid’s Tale’), que interpretam três donas de casa do bairro de Hell’s Kitchen, Nova York, em 1978, cujos maridos mafiosos são mandados para a prisão pelo FBI. Deixadas quase sem nada, elas assumem as rédeas da máfia da irlandesa – provando, inesperadamente, estarem prontas para tudo, desde gerenciar os negócios ilegais até eliminar a concorrência… literalmente.

O elenco também conta com Domhnall Gleeson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), James Badge Dale (‘Homens de Coragem’) e Brian d’Arcy James (‘Spotlight: Segredos Revelados’).

A estreia é prevista para 20 de setembro de 2019.

‘Riverdale’: Veronica está à beira de uma crise na promo do episódio 04×13; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Idles of March”, 13º episódio da quarta temporada de Riverdale.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada já está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Katy Perry revela título oficial de seu próximo álbum de estúdio; Confira!

Através de uma divertida ação em seu Facebook oficial, a popstar Katy Perry revelou o título oficial de seu sexto álbum de estúdio: Smile.

O CD será lançado no dia 14 de agosto de 2020 e terá uma estética circense.

Confira o anúncio e a capa oficiais:

Perry já havia lançado o single promocional da produção, “Daisies”, em 15 de maio. Músicas como “Harleys in Hawaii” “Never Really Over” também fazer parte da obra.

Considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último álbum de estúdio foi Witness, lançado em 2017.

‘O Mandaloriano’: Mando e Bebê Yoda estampam novas artes conceituais BELÍSSIMAS da série; Confira!

O site Bottleneck anunciou diversas artes conceituais da aclamada e premiada série ‘O Mandaloriano’, as quais foram feitas por artistas como Alice X. ZhangDave Perillo.

Os pôsteres e papéis de parede podem ser adquiridos pelo site em questão.

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada da série já está em exibição na Disney+.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

10 Ótimos documentários brasileiros

No último sábado, dia 7 de agosto foi comemorado o Dia Nacional do Documentário Brasileiro, esse gênero cinematográfico que ganha cada vez mais força e adeptos com a chegada dos streamings nos últimos anos trazendo uma enorme seleção de qualidade para listas de cinéfilos e cinéfilas pelo Brasil, além de Festivais brasileiros maravilhosos voltados para documentários como o É Tudo Verdade.

Fugindo um pouco da obviedade de grandes clássicos do universo dos documentários brasileiros, como a filmografia maravilhosa do inesquecível Eduardo Coutinho, resolvemos criar uma lista com 10 documentários brasileiros feitos nos últimos anos que de alguma forma ganharam certo destaque, alguns até mesmo no circuito independente de exibição.

 

Paraíso

As canções, as almas e os corações que sempre se deixam emocionar. Após quatro décadas fora do Brasil, o cineasta Sérgio Tréfaut resolve buscar por suas memórias primárias até onde lembra de estar no seu país através de um grupo de pessoas, em sua grande maioria na feliz idade, que se reúnem nos jardins de um ponto turístico carioca para uma seresta semanal. No karaokê popular da alegria instaurado, que acontece faz muito tempo, ouvimos grandes clássicos de diversas gerações, de Alceu e Elba até Wando, De Lupicínio Rodrigues à Moska, Caetano. Entre outros. Filmado nos jardins do palácio do catete, pouco antes da pandemia, o filme apresenta um reflexivo desfecho que se conecta com o momento atual do mundo, particularmente do Brasil e alguns desses frequentadores.

Em menos de 90 minutos, o documentário busca resgatar memórias dos personagens que aparecem mas também do cineasta. A solidão acaba sendo uma testemunha ocular desse ‘Paraíso’ que remete ao título, aparece quando estão sozinhos, ou em memórias nos depoimentos, mesmo isso sendo feito sem muita profundidade, entre uma canção e outra a mensagem chega em nossos corações. O bom humor e a descontração navegam no contraponto da constatação do estar sozinho.

 

A História de um Silva

A música como sentido para a sociedade. Hino de uma cidade, hino da periferia, um subtexto que é compatível com a realidade que enfrentava. Dirigido por Marcelo Gularte, A História de um Silva é a história de um brasileiro, trabalhador, grande herói de sua mãe e família, que possui grande paixão pelo futebol, inclusive quase foi atleta profissional que tocava a MPB dos anos dourados nos barzinhos pela cidade até que descobriu um gênero musical que estava dando os primeiros passos. MC Bob Rum, cria da Comunidade João XXIII em Santa Cruz Foi Office Boy, trabalhou muito tempo na Telerj, de Recepcionista, viu sua vida mudar do dia para a noite quando seu destino cruzou com os primórdios do Funk.

Os lados bons e ruins da fama acabaram deixando exatamente nos extremos esses momentos em sua vida. Se encaminhou para o alcoolismo, para as drogas em seguida, quando sua carreira de alguma forma estagnou ou até mesmo declinou. Mas ele, com a ajuda da forte família, conseguiu dar a volta por cima, se formando em administração inclusive e compondo música que foi até tema de novela. A História de um Silva é um recorte de mais um batalhador brasileiro que conseguiu vencer de maneira honesta com sua arte.

 

Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star

A vida é uma vela acesa, morreu, apagou. Como resgatar as memórias de um artista tão profundo em sua arte? Cantor, ator, pintor, se dedicava as artes como poucos, Edy Star foi quase uma lenda entre as décadas de 60 e 80, sempre muito à frente de seu tempo. Dirigido por Fernando Morais, Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star conta a incrível trajetória do Pós tropicalista e grande contador de história Edy Star, inclusive, a amizade com Caetano Veloso desde Santo Amaro, Zeca Baleiro com gravações atuais no estúdio, com o maluco beleza Raul Seixas desde o álbum Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, até mesmo com Gilberto Gil onde ganhou uma música e foi co-compositor da canção Procissão. Edy marcou época dentro do universo das performances, em shows undergrounds que ganhavam sucesso pelo boca a boca saindo da Praça Mauá até os milionários da zona sul.

Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star é divertido e surpreendente, conhecemos essa figuraça, que cantava muito e levava multidões a seus shows mas que para o grande público nunca foi conhecido. Mas após assistirmos a esse, agora sabemos! Antes dos Dzi Croquettes, Ney Matogrosso, Secos e Molhados, existia Edy Star.

 

O Sal da Terra

Cada um molda sua forma de ver o mundo de acordo com tudo que já viveu. O documentário que abriu o Festival do RJ do ano de 2014, é uma junção entre cinema e fotografia, algo único para todos os amantes de qualquer arte. O Sal da Terra, título maravilhoso diga-se de passagem, conta a história de um brasileiro com um olhar único sobre o mundo que estudou e vive. Dirigido por Juliano Salgado (filho do protagonista) e pelo genial cineasta Wim Wenders, o documentário ganhou milhares de fãs mundo à fora e definitivamente trouxe à luz o nome do espetacular ser humano que é Sebastião Salgado.

O Sal da Terra tudo mais é que a história do mundo por um brasileiro que conheceu o mundo. Cada depoimento tem um clima de emoção que transporta para as cadeiras dos sortudos que puderem conferir esse trabalho no cinema. Emocionante também é a narração e depoimento de Wim Wenders, que muitas vezes se rende em falas emocionadas ao grande protagonista desse seu novo filme. Na conclusão, podemos cravar com toda nossa emoção que viver é descobrir pessoas, afinal: as pessoas são o sal da terra! Bravo!

 

O Astronauta Tupy

Cada ser tem sonhos à sua maneira. Um ser solo que esbarra com os coletivos. Cronista do seu tempo. Tijucano. Observador da cidade que nasceu, suas belezas e as diversas questões que assolam seu Rio principalmente a polarização das ideias que nesses tempos presente comandam o modo de pensar da maioria dos cariocas. Dirigido por Pedro Bronz, o documentário O Astronauta Tupy conta de maneira leve e agradável, através de arte de Pedro Luís, suas escolhas, momentos, seu mosaico de ritmos, através de relatos do mesmo, amigos, vídeos de gravações e de depoimentos de outras épocas. Do Humaitá à Lapa, Da Zona Norte à Zona Sul, somos testemunhas em poucos mais de 90 minutos de como esse músico alimenta seu coração louco como uma máquina de escrever.

Amigos de longa data lembram de momentos, canções de um passado que é mantido vivo pela arte. As parcerias com Fernanda Abreu, Ney Matogrosso e até mesmo o tremendão Erasmo Carlos, outro tijucano musical, geram ótimos duetos acústicos modelados em fragmentos de canções atemporais na sua voz ou/e na voz dos outros, tendo o Rio de Janeiro como paisagem.

 

Cássia

Os discos jogados num quarto repleto de quadros e violões, ah… e aquele allstar azul ao lado do de cano alto. Como um furacão de emoções, dramas e muita verdade, emociona a todos esse espetacular documentário, Cássia. Dirigido pelo excelente diretor Paulo Henrique Fontenelle, que a cada novo projeto vem brindando os cinéfilos com trabalhos fabulosos (como foi em Dossiê Jango), tentamos decifrar os segredos e a timidez de uma artista que marcou seu nome na história não só pela música mas nas conquistas importantes que conquistou, também quando se foi. O filme é pura emoção e bate aquela vontade de bater palmas de pé quando já emocionados vemos as letrinhas dos créditos subirem.

De Nirvana à Piaf. De Buarque ao blues. Um alcance vocal único. Um ícone da música brasileira. Música é uma coisa bela que toca lá dentro. E não temos dúvidas de que Cássia cumpriu seu objetivo, tocou profundamente e se tornou inesquecível em nossos corações.

 

Rumo

O que é a palavra dentro da canção? No início da década de 80, a ditadura emergia e as produções musicais em SP, origem do grupo que vamos conhecer ou redescobrir nesse documentário, se encontravam nos porões do teatro Lira Paulistana. Com Músicas declamadas, Poesias sociais, reflexivas, sobre a vida e momentos de muitas estradas, o grupo Rumo começava a surgir. Por meio de depoimentos dos integrantes, as histórias, as ideias, o início, vamos conhecendo melhor esses sonhadores, quase teóricos, da música brasileira. Interessante documentário dirigido pela dupla de cineastas Flavio Frederico e Mariana Pamplona.

O início do grupo é bem explicado, com divertidos depoimentos de seus integrantes, quase todos vivos até hoje. De peculiar, um exemplo são os debates sobre as canções, após inesquecíveis shows na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), no início da carreira. De vez em quando buscavam simetrias em canções de outros, como em uma música de Noel Rosa inclusive. Esse documentário é quase um grande aulão sobre o cenário da música brasileira em décadas passadas e mais profundamente de maneira simples e explicativa navegamos pelos fundamentos da linguagem da música popular, até da arte teatral, aliada a um humor que fazia um elo com os sambas dos anos 30.

 

Raul – O Início, o Fim e o Meio

Em uma época onde o rock era a música que afirmava um poder fictício aos jovens, surgia no cenário mundial aquele que virou uma lenda, Raul Seixas. Dirigido pelo competente Wálter Carvalho, Raul: O Começo, o Fim, o Meio, é um documentário divertido e emocionante que narra a trajetória do eterno maluco beleza da música popular brasileira.

Nesse ótimo documentário fazemos uma viagem na vida profissional e pessoal de Raul. A influência de Elvis Presley, o primeiro grupo (Raulzito e seus Panteras), o disco da virada na carreira (o álbum que tem o clássico “Sociedade Alternativa”), os muitos relacionamentos e depoimentos emocionados preenchem parte das lacunas deixadas pelo ídolo de uma multidão.

 

Todas as Melodias

Se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí…selecionado para a Mostra de Tiradentes 2021, o documentário Todas as Melodias traça um pequeno recorte sobre a vida e algumas das canções de um dos maiores poetas musicais brasileiro, Luiz Melodia. Com roteiro e direção assinado pelo cineasta Marco Abujamra, o projeto, em apenas 90 minutos de projeção, consegue passar muitas emoções, algumas curiosidades e muitas certezas do talento desse artista criado no morro do Estácio que infelizmente faleceu no ano de 2017.

Todas as Melodias é para os fãs e também para quem gosta de um bom e objetivo documentário para aprender mais sobre um alguém tão especial. Quando o amor ‘tá quase mudo’, sua voz nunca deixou de mostrar estar viva.

 

Currais

O silêncio apaga tudo. Um homem, sua Kombi e suas buscas por respostas da história de seu avô, a reconstrução da memória de uma região, por quem ainda se lembra dessa época terrível, fatos que parte da elite se esforça em ocultar. As margens de uma estrada de ferro e no alto do sertão morriam centenas de pessoas nos chamados campos de concentração (os currais do governo), lugares criados no início da década de 30, sob conhecimento do governo federal, onde flagelados da seca eram tratados com indiferença e discriminação pela elite que já morava na cidade de Fortaleza. Escrito e dirigido pela dupla de cineastas David Aguiar e Sabina Colares, modelado em uma mistura entre documentário e ficção, Currais apresenta relatos impactantes, impressionantes, surpreendentes, além de fotos antigas mostrando o que as palavras dizem ao longo dos cerca de 90 minutos de projeção.

Depois que você assiste a esse documentário, é muito difícil de tirá-lo da memória. Pensar que uma cidade se ergueu sob suor e sangue é assustador. Nosso país é enorme. Tantas histórias…e muitas delas desoladoras, tristes. Como um ser humano pode fazer isso com outro ser humano? Um capitalismo desenfreado, um elitismo esnobe e arrogante, entendemos o reflexo dessas atitudes até os tempos atuais se formos comparar com a questão social das favelas, pessoas que vivem à margem de uma sociedade privilegiada. O filme abre espaço também para mostrar a religião ganhando contornos culturais através dos devotos das almas da barragem. Um documentário/ficção arrebatador que diz muito sobre a história de nosso país.

10 séries viciantes que você defende como se fossem da família

Existem aquelas séries que moram em nossos corações – e que defendemos, não importa o que falem. Alguns desses projetos levamos conosco durante grande parte da vida, com memórias que voltam de vez em quando e nos lembram momentos das nossas histórias. Pensando em algumas obras capazes de causar esse impacto em quem assiste, segue abaixo uma lista de séries viciantes que você defende como se fossem da família:

 

Cavaleiros do Zodíaco

Criada por Masami Kurumada, como um mangá que logo fez sucesso, Cavaleiros do Zodiaco não demorou muito e já virou um anime que até hoje é lembrado por várias gerações. Na história cheia de capítulos impactantes, conhecemos a saga de alguns cavaleiros que precisam defender a reencarnação da Deusa Atena.

 

Lost (Disney Plus)

Um dos grandes fenômenos da televisão, Lost, entre os anos de 2004 e 2010, ganhou nossa curiosidade com 121 episódios intrigantes que nos surpreendia frequentemente com enormes revelações. Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que sobrevivem a queda do avião que estavam e vão parar em uma ilha misteriosa.

 

The Closer

Uma das grandes séries de sucesso do início dos anos 2000 conhecemos a detetive Brenda Johnson (brilhantemente interpretada por Kyra Sedgwick), treinada pela CIA, especialista em interrogatórios, que vai para Los Angeles para comandar uma unidade de homicídios e precisa diariamente mostrar seu valor.

 

Nip/Tuck

Lançada em 2003 e com impactantes seis temporadas, em Nip/Tuck, somos apresentados aos conflitos de dois cirurgiões plásticos que atendem em Miami. Criado por Ryan Murphy.

 

Jericho

Lançada quase 20 anos atrás, e até hoje sem o reconhecimento que merece, Jericho nos mostra o isolamento de uma cidade sem saberem o que acontece no resto do mundo, culminando em confrontos e fortes dramas entre os personagens.

 

One Tree Hill (Prime Video)

Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar, focado em dois irmãos de mesmo pai que se odeiam, One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos. Criada por Mark Schwahn e protagonizado pelos atores: Chad Michael Murray, Sophia Bush, James Lafferty e Hilarie Burton.

 

Gilmore Girls (Netflix)

Os dramas e conflitos de uma mãe e uma filha que vivem em uma cidadezinha dos Estados Unidos contornam a essência de Gilmore Girls. Protagonizado por Lauren Graham e Alexis Bledel o seriado estreou no ano de 2000 e teve sete temporada.

 

Prison Break (Disney Plus)

A fuga da prisão mais conhecida do universo das séries – talvez a primeira temporada mais impactante da história quando pensamos em séries de ação e aventura. Na trama, conhecemos um engenheiro de sucesso que possui apenas um plano de vida: tirar o irmão, que foi condenado à morte, de uma prisão de segurança máxima. Para tal, ele tatua a planta da prisão em seu corpo. Imperdível! Criada por Paul T. Scheuring.

 

24 Horas (Prime Video)

Uma das maiores séries de ação e espionagem da história do universo do entretenimento, 24 Horas conta a história de Jack Bauer (Kiefer Sutherland), imbatível agente da unidade antiterrorista, que em 24 horas do seu dia precisa encontrar soluções para dezenas de situações que chegam em seu caminho.

 

Dawson’s Creek (Sony One)

Lançado cerca de 24 anos atrás, com roteiro e criação de Kevin Williamson (roteirista/criador da saga Pânico) Dawson’s Creek é um drama adolescente que envolve questões sobre família, amizade, primeiros amores, escolhas, tudo isso gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek) e seus amigos.