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‘Patrulha Canina: Super Filhotes’: Animação ganha trailer dublado; Assista!

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado da animação ‘Patrulha Canina: Super Filhotes‘.

Confira:

Quando o seu mais recente esquema dá errado, o Prefeito Humdinger e seu sobrinho Harold acidentalmente desviam um meteoro, colocando-o em rota de colisão com a Baía da Aventura. A energia dourada do meteoro dá superpoderes à Patrulha Canina! Os heroicos Super Filhotes estão com tudo para super salvar o dia!

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de junho.

‘Spin Out’: Série estrelada por Kaya Scodelario já está disponível na Netflix!

A série ‘Spin Out‘, estrelada pela Kaya Scodelario, já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

A trama conta a história de Kat, uma patinadora enfrentando seus demônios dentro e fora do rinque, após sua carreira ser ameaçada por uma queda violenta.

Confira o trailer:

A série foi criada por Samantha Stratton.

Após sua carreira ser ameaçada por uma queda violenta, Kat Baker tem a oportunidade de correr atrás de seu sonho olímpico, mas sob o risco de perder tudo. Spin Out conta a história de Kat, uma patinadora enfrentando seus demônios dentro e fora do rinque.

O elenco ainda conta com Mitchell Edwards, Svetlana Efremova, Charlie Hewson, January Jones e Will Kemp.

Tempo é uma ilusão no trailer INSANO da ficção científica ‘Synchronic’; Assista!

A ficção científica ‘Synchronic‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Justin Benson & Aaron Moorhead.

A trama segue dois paramédicos de Nova Orleans, cujas vidas são viradas de cabeça pra baixo quando eles precisam lidar com uma série de mortes aterrorizantes ligadas a uma droga bizarra que causa efeitos inimagináveis.

Anthony Mackie e Jamie Dornan estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 23 de outubro.

Joe Lara, astro de ‘As Aventuras de Tarzan’, morre em acidente de avião

De acordo com o The Hollywood Reporter, Joe Lara, melhor conhecido por estelar ‘As Aventuras de Tarzan em Nova York‘ e ‘Tarzan: The Epic Adventures‘, morreu aos 58 anos.

O ator faleceu com sua esposa, Gwen Shamblin Lara, e outros cinco passageiros em um acidente de avião em Nashville.

Joshua Sanders, Capitão do Corpo de Bombeiros de Rutherford, declarou essa manhã: “Nossos esforços mudaram de resgate para recuperação. Nós não estamos mais procurando por vítimas vivas atualmente.”

O avião decolou do aeroporto de Rutherford às 11 horas da manhã, antes de cair perto do Lago Percy Priest, em Tennessee. Segundo a reportagem, as autoridades ainda não liberaram informações sobre o voo, mas ele deveria ter pousado na Flórida, no Aeroporto Internacional de Palm Beach.

Nascido em 2 de outubro de 1962, Lara começou sua carreira como modelo. Sua primeira aparição como o icônico Tarzan foi no filme ‘As Aventuras de Tarzan em Nova York‘, em 1989. Eles participou de diversos filmes e séries de televisão, incluindo um episódio de ‘SOS Malibu‘, antes de voltar a interpretar o personagem em ‘Tarzan: The Epic Adventures‘.

O último filme que o ator participou foi ‘Summer of ’67‘, em 2018.

No decorrer de sua extensa carreira, ele estrelou diversos filmes de ação, tais como ‘No Calor da Meia Noite‘ (1992), ‘American Cyborg: Steel Warrior‘ (1993), ‘Fronteira de Aço‘ (1995) e ‘Doomsdayer‘ (2000).

Ele também praticava artes marciais e era músico, tendo inclusive lançado um álbum intitulado Joe Lara: The Cry of Freedom, em 2009. Ele era casado com Gwen Shamblin Lara, uma figura controversa conhecida por criar uma técnica de perda de peso baseada em “fé”.

‘Renfield’: Atriz de ‘The Expanse’ se junta ao elenco da adaptação cômica de ‘Drácula’

De acordo com o Deadline, Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’) entrou para o elenco de ‘Renfield‘, terror cômico que focará no servo do lendário vampiro Drácula.

A atriz interpretará Ella, uma das mais temidas chefes do crime na cidade.

Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) estrelará como o personagem-título. Nicolas Cage (‘Mandy: Sede de Vingança’) interpretará o Conde Drácula. O elenco ainda contará com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) fica a encargo da direção.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

Recentemente, Kirkman revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

Produtora afirma que Daemon irá SURPREENDER no último episódio de ‘A Casa do Dragão’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a produtora executiva Sara Hess revelou que os espectadores irão se surpreender com o Daemon Targaryen (Matt Smith) no último episódio da primeira temporada de ‘A Casa do Dragão‘.

“Nós veremos um lado diferente dele [no último episódio da primeira temporada]. Atualmente, nós estamos escrevendo o roteiro da segunda temporada e tentando entender a natureza do seu relacionamento com a Rhaenyra. Há muitas interpretações para a relação entre eles no livro do George R.R. Martin.”

Sobre essa questão, a diretora Clare Kilner completa: “Eu amo ver os espectadores reagindo a esses personagens. Em um minuto, você gosta de algum deles, mas pode acabar se identificando com outro posteriormente. Não estou surpresa com a popularidade do Matt Smith. Ele traz uma performance poderosa e com aquele sorrisinho… não podemos evitar! Ele é carismático. As pessoas amam um cara mau.”

Intitulado The Black Queen, o capítulo final vai ao ar no dia 23 de outubro.

Confira o trailer:

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A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Billy Porter terá que VENDER sua casa por causa das greves

Em entrevista ao Evening Standard, Billy Porter (‘Pose’) quebrou o silêncio sobre as dificuldades que a classe artística está tendo que enfrentar durante este complicado período da greve dos atores e roteiristas em Hollywood.

O ator declarou sua indignação com os grandes estúdios, e reforçou o quanto o ato é necessário para normalizar condições justas de trabalho.

“Os serviços de streaming apareceram. Não há contratos para esta mídia e eles não têm transparência com os números [de audiência]. Essa empresas são notórias por esconderem suas métricas. A indústria evoluiu, então os contratos também precisam evoluir. Nós precisamos ouvir o Bob Iger dizer que nossas exigências são irrealistas enquanto ele ganha US$ 78 mil por dia?”

Ele completa, “Eu não tenho nem palavras para isso além de um ‘vai se f*der’. Mas essa atitude não é útil, então eu mantenho minha boca fechada. Eu não comentei nada porque estava muito enfurecido. Eu vou ter que vender a minha casa. A vida de um artista até ele ganhar rios de dinheiro – um patamar que eu ainda não alcancei – ainda depende dos pagamentos [de seus projetos]. Eu devia participar de um novo filme e uma nova série de televisão cujas filmagens começariam em setembro. E nenhum desses projetos estão acontecendo mais.”

Anteriormente, Porter havia dado uma entrevista exclusiva para o CinePOP para falar sobre ‘Tudo é Possível‘ (Anything’s Possible), romance sobre garota uma trans do Prime Video.

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Ximena García Lecuona assina o roteiro.

Kelsa (Eva Reign) é uma adolescente trans que está trilhando seu caminho para o último ano do Ensino Médio. Linda e cheia de confiança, ela é a crush de seu tímido colega de classe Khal (Abubakr Ali), que precisa tomar toda sua coragem para chamá-la para sair e viver os altos e baixos do amor na adolescência.

Renée Elise GoldsberryCourtnee CarterKelly Lamor WilsonGrant ReynoldsCaroline Travers e Lav Raman completam o elenco.

Cailee Spaeny luta pela sobrevivência uma nova imagem de ‘Alien: Romulus’; Confira!

O site Total Film divulgou uma nova imagem oficial da aguardada sequência ‘Alien: Romulus‘, destacando a heroína do filme, interpretada pela Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ deve arrecadar US$ 190 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, próximo filme da Marvel, deve arrecadar em torno de US$ 190 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, as projeções indicam uma abertura de US$ 80 milhões no final de semana regular, e US$ 94 milhões no estendido. Para termos de comparação, ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘ arrecadou US$ 95 milhões em seus três primeiros dias no território norte-americano.

Internacionalmente, o longa deve acrescentar US$ 96 milhões através de todos os mercados – incluindo a China.

O site ainda afirma que a pré-venda de ‘Capitão América 4‘ tem registrado um desempenho 10-15% abaixo de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$106.1M) e 40% acima de ‘Eternos‘ (US$71.2M).

O longa será lançado nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira, no dia 13 de fevereiro.

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Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Predador: Terras Selvagens’ deve se tornar a MAIOR estreia da história da franquia nos EUA

Sucesso! De acordo com o Deadline, o aguardado ‘Predador: Terras Selvagens‘ deve arrecadar sólidos US$ 37 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

A expectativa é que o longa se torne a maior estreia da história da franquia no país, facilmente superando ‘Predadores‘ (US$24.7M) e ‘O Predador‘ (US$24.6M).

Além de ter sido extremamente aclamado pelos críticos – com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo longa também conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore.

Essa é a maior média de aprovação da história da saga. Para termos de comparação, o longa original e sua sequência de 1990 receberam uma nota B+ do público.

Vale lembrar que ‘Predador: Terras Selvagens’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Separamos os trechos das reações dos críticos:

“As cenas de ação são horripilantes, criativas e de tirar o fôlego, mas também é a parte menos surpreendente de ‘Predador: Terras Selvagens’.” (Slant Magazine)

“O filme subverte habilmente as regras da franquia, tornando-a mais interessante sem diluir a natureza temível do personagem principal. Dan Trachtenberg enriquece a franquia a cada novo filme.” (Time Out)

“Reintroduzindo o icônico vilão da ficção científica como um herói azarão, ‘Predator: Terras Selvagens’ é um thriller de ação consistentemente divertido, repleto de cenas eletrizantes.” (Screen International)

“É difícil subestimar Elle Fanning neste filme. Ela não apenas proporciona alívio cômico, como também adiciona um elemento humano muito necessário.” (Associated Press)

“A franquia ‘Predador’ dá uma guinada brusca para o mundo da aventura, com sua ação eletrizante e repleta de criaturas, que combina com a polêmica inovação dos Yautja.” (Bloody Disgusting)

“Este é o filme mais impactante com ‘Predador’ no título desde o original de 1987.” (Bloody Disgusting)

“Este é o segundo melhor filme da franquia e um começo empolgante para o que parece ser um grande futuro para a saga.” (The Daily Beast)

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

Jane Levy luta pela sobrevivência na 1ª imagem do terror slasher ‘River’; Confira!

O terror slasher ‘River‘, estrelado pela Jane Levy (‘A Morte do Demônio’), ganhou a primeira imagem oficial.

Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’), Max Mattern (‘Devil in Disguise: John Wayne Gacy’) e Dane DiLiegro (‘O Predador: A Caçada’) também estrelam a produção.

Confira:

Na trama…

“Três irmãos distantes se reencontram em sua cidade natal após a morte do pai. Eles partem para espalhar suas cinzas em seu lugar favorito, às margens de um rio isolado, mas quando o barco quebra, a viagem se transforma em um pesadelo. Perdidos a quilômetros de distância de qualquer ajuda e sem sinal de celular, eles logo percebem que estão sendo perseguidos por um assassino sem rosto que emergiu da floresta. Para sobreviver à noite, os irmãos precisam deixar de lado suas antigas mágoas e lutar juntos contra um terror implacável, quase mítico.”

Joshua Giuliano é responsável pela direção e roteiro.

“‘River’ está em desenvolvimento há seis anos. É um trabalho de amor que acabou se tornando a experiência mais recompensadora da minha vida. Trabalhar com o Shudder tem sido uma colaboração incrível e saber que o filme será lançado nos cinemas é um sonho que se torna realidade,” declarou o cineasta.

Steven Schneider (‘Atividade Paranormal’), Nick Antosca (Hannibal’) e Alex Hedlund (‘Assim na Terra Como no Inferno’) servirão como produtores.

Sem data de estreia, o longa está programado para 2026.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Estudo revela que gostar de filmes ruins pode ser sinal de alta inteligência

Gostar de filmes ruins, como ‘Sharknado‘ ou ‘A Bolha Assassina‘, não será mais visto com tanto preconceito após esta mais recente pesquisa realizada por um grupo de médicos.

Conduzido por Keyvan Sarkhosh, o trabalho científico apurou que desfrutar de filmes tecnicamente fracos e sem conceito não seria algo tão ruim assim. De acordo com os estudos realizados por sua equipe, isso na verdade poderia ser sinônimo de um nível mais elevado de instrução e alta inteligência.

O cientistas estudaram o fenômeno que consiste em assistir filmes ruins conscientemente, avaliando também o paradoxo existente por trás dessa vontade, onde mesmo sabendo que uma produção é pobre em atributos técnicos e artísticos, o espectador insiste em assistí-la, além de se divertir muito com a experiência.

Para chegar à conclusão sobre o nível de intelectualidade que envolve os amantes de filmes ruins, os pesquisadores partiram da criação do conceito do que genuinamente seria um filme ruim. Uma das produções apontadas pelo voluntários que participaram da pesquisa – em relação a este questionamento – foi ‘Em Nome do Rei‘, de Uwe Boll.

A partir deste ponto de partida, os cientistas constataram que o público maior que desfruta de produções ruins é formado de fato por apaixonados por cinema. Segundo Sarkhosh, obras de baixão calão seriam respiros para lazer, onde não haveria densidades profundas no material exibido, além do puro entretenimento popular:

“Para esse nicho, produções trash servem como uma espécie de desvio, uma alternativa interessante oriunda do catálogo de filmes comuns e cheios de clichês”.

O médico ainda salientou que essas pessoas costumam ter um nível educacional maior e são consumidoras ávidas da cultura, de maneira geral. Normalmente, este grupo possui um interesse mais profundo na arte cinematográfica, consumindo não apenas aquilo que seria considerado bom e que fatura mais nas bilheterias, mas desfrutando também de tudo vinculado ao cinema, olhando para a arte em si, como uma forma de expressão cultural.

 

 

Ator de ‘Deadpool 2’ sugere participação em novo filme misterioso da DC

O ator Lewis Tan, mais conhecido por ter participado de ‘Deadpool 2‘ e da série ‘Punho de Aço‘, está chamando a atenção na internet com sua mais recente publicação no Twitter.

Em uma nova imagem publicada em sua conta oficial, o ator posa ao lado do símbolo da DC, com uma pilha de HQs em mãos, sendo uma do Batman.

A legenda é ainda mais sugestiva, sugerindo uma participação sua em um novo filme misterioso do DCEU.

Confira:


“Ótima reunião. Meu pai começou nesse ramo com o ‘Batman‘ de Tim Burton. Em breve nós fecharemos o ciclo”.

‘Godzilla: O Rei dos Monstros’: Ouça a música tema feita por Serj Tankian

Godzilla: O Rei dos Monstros‘ ganhou sua própria música tema, de autoria de Serj Tankian.

A música traz riffs de guitarra, vocais poderosos e já pode ser conferida na íntegra.

Ouça:

Assista ao novo teaser:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio.

 

‘Queer Eye’: 5ª temporada ganha data de estreia na Netflix

Os fãs podem se animar, pois o Fab Five estará de volta com mais um novo ciclo na Netflix.

A 5ª temporada de Queer Eyeganhou data de estreia e chega à grade de programação no dia 05 de junho.

Além disso, o novo ciclo ganhou suas primeiras imagens.

Confira:

QUEER EYE
QUEER EYE
QUEER EYE

Vale lembrar que ‘Queer Eye‘ já está renovada para a sua 6ª temporada.

Criada por David Collins, a série é um reboot de ‘Queer Eye for the Straight Guy‘, lançada em 2003.

O programa acompanha cinco homens homossexuais (cada um especializado em uma área diferente: vestuário, culinária e vinhos, arte e cultura, higiene pessoal e cabelo, e design de interiores) tentando ajudar pessoas a organizarem sua bagunçada vida.

O elenco conta com Antoni Porowski, Bobby Berk, Karamo Brown, Jonathan Van Ness e Tan France.

 

‘My Policeman’: Harry Styles é destaque nas primeiras imagens do drama LGBTQ+ da Amazon

O drama LGBTQ+, ‘My Policeman‘, segue com suas filmagens a todo vapor e as primeiras imagens dos bastidores já estão circulando na internet.

As fotos trazem o trio de protagonistas Harry Styles, David Dawson e Emma Corrin em destaque.

Confira:

BRIGHTON, ENGLAND – MAY 04: Harry Styles and David Dawson are seen on the filmset for ‘My Policeman’ on May 04, 2021 in Brighton, England. (Photo by Neil Mockford/GC Images)

Assinado por Bethan Roberts, a história é ambientada nos anos 1950 na cidade de Brighton, Inglaterra, onde a professora Marion (Corrin) se apaixona pelo charmoso policial Tom (Styles). Então, Tom conhece Patrick, o curador de um museu que abre seus olhos para um mundo glamuroso e sofisticado – e, apesar de estar encantado por Patrick, Tom sabe que é mais seguro se casar com Marion. Agora, os dois amantes devem “compartilhá-lo”, até que um deles desista de tudo e a vida de todos mude para sempre.

Michael Grandage, da antologia Genius, comanda a produção a partir de um roteiro assinado pelo indicado ao Oscar Ron Nyswaner (Filadélfia).

Greg Berlanti entra como produtor ao lado do marido Robbie Rogers e de Sarah Schechter.

My Policeman‘ é produzido pela Amazon Studios e ainda não possui data de estreia.

Jamie Foxx fecha parceria com Fox Entertainment Studios para a realização de séries e programas de variedades

O vencedor do Oscar, Jamie Foxx, assinou um contrato plurianual com a Fox Entertainment Studios, concedendo à empresa direitos iniciais à produções roteirizadas da Foxxhole Productions – produtora que pertence ao ator, bem como direitos exclusivos à programas de variedades não roteirizados, também desenvolvidos por ela.

Foxx já possui diversos projetos em andamento e começará a desenvolvê-los com a Fox Entertainment Studios. O acordo, divulgado pela Variety, é fruto do longevo relacionamento que ambas as partes já possuem. Atualmente, o astro apresenta o game show musical ‘Beat Shazam‘, ao lado de sua filha, Corinne Foxx. Além disso, ele é produtor executivo da série criminal ‘Alert: Missing Persons Unit‘.

A relação de Foxx com a Fox vem desde os anos 90. O premiado ator fez sua estreia profissional dentro da emissora, na série de comédia ‘In Living Color‘. A produção foi ao ar entre os anos de 1991 e 1994.

Em um comunicado oficial, o presidente da Fox Entertainment Studios comemorou a nova empreitada:

“Estamos prontos e entusiasmados para iniciar esta nova parceria criativa muito promissora com Jamie, que é firmada na longeva relação da Fox com ele – iniciada por nosso CEO Rob Wade e pelo presidente da rede, Michael Thorn. Jamie é um renomado e multifacetado talento. Então, como estúdio, nós queremos apoiar sua tremenda criatividade, com acesso a todo o escopo de nossos gêneros, formatos e marcas. Juntos, entregaremos conteúdos inesperados e inesquecíveis para audiências de todos os lugares. Na Fox Entertainment Studios, estamos expandindo nosso alcance e portfólio e essa é uma parceria criativa fundamental à medida em que crescemos”. 

O mais recente lançamento de Jamie Foxx foi a comédia de ação ‘De Volta à Ação‘, em que ele contracena com Cameron Diaz. O original Netflix foi lançado no dia 17 de janeiro.

Na trama, 15 anos depois de abandonar a CIA para formar uma família, os ex-agentes de elite Matt e Emily voltam ao mundo da espionagem ao terem seus disfarces revelados.

Relembre o trailer:

Crítica | Rosebush Pruning — Karim Aïnouz radicaliza o erotismo em tragicomédia febril na Berlinale 2026

Filme da mostra Competitiva do Festival de Berlim 2026

Em sua terceira participação no Festival Internacional de Cinema de Berlim, Karim Aïnouz abre Rosebush Pruning, seu segundo projeto internacional, com uma imagem que sintetiza sua assinatura estética: um mar de azul intenso, quase hipnótico, atravessado pelo granulado da película. As cores são saturadas, quentes, táteis. Há algo de febril na forma como filma — como já víamos em A Vida Invisível (2019) e Motel Destino (2024), e aqui essa pulsação ganha contornos ainda mais perturbadores.

Ambientação na Espanha, o filme já estabelece o tom de provocação e estranhamento por meio da narração do protagonista Ed (Callum Turner). Ele relembra o amigo que encontrou e confessa que, até então, o único pênis que havia visto na vida era o próprio. A abertura mistura ingenuidade, sexualidade e desconforto — sensações que nos acompanham e se intensificam até o desfecho.

Assinado por Efthimis Filippou, o roteiro carrega a marca do colaborador habitual de Yorgos Lanthimos, responsável por Dente Canino (2009) e O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017). Há uma atmosfera de absurdo controlado, um desconforto que se instala aos poucos, quase paulatinamente, até que percebemos que algo está profundamente errado. Inspirado também na obra de Marco Bellocchio, adota um absurdo mais próximo da tragicomédia do que da secura radical associada ao cinema grego, como Miss Violence (2013) e O Lagosta (2015).

Estamos diante de uma família rica que, após a morte da mãe (Pamela Anderson), herda uma fortuna incalculável e passa a viver sem qualquer necessidade de trabalhar. O narrador descreve a dinâmica tortuosa entre os irmãos — Robert (Lukas Gage), Ana (Riley Keough) e o idolatrado primogênito Jack (Jamie Bell). Este último revela gostos peculiares: uma obsessão pelo sangue que já se manifesta na primeira cena com a namorada Marta (Elle Fanning), estabelecendo o erotismo perturbador que atravessa todo o filme.

O sexo nunca é apenas sexo. Surge como metáfora de poder, perversão simbólica, mecanismo de dominação. Rosebush Pruning (“poda das roseiras”) não poupa nudez, closes em nádegas e membros. O erotismo aqui é desconfortável, muitas vezes degradante, insinuado em gestos, silêncios e vínculos familiares que flertam com o tabu. O que inicialmente soa gratuito revela-se parte de uma engrenagem maior de manipulação que conduz a um desfecho sórdido.

O patriarca cego (Tracy Letts) adiciona uma camada grotesca à narrativa. Ele exige descrições minuciosas da namorada do filho, fixando-se obsessivamente em detalhes físicos, enquanto aos poucos se revela o alcance de sua influência doentia sobre os filhos e sobre a falecida esposa. A morte dela — devorada por lobos — é monumentalizada por uma tumba vazia com um busto nu no centro da casa: um símbolo kitsch de luto transformado em espetáculo.

Visualmente, o filme é sedutor. O calor espanhol reforça uma sensação de deslocamento, especialmente para essa família anglo-saxônica enclausurada em seu luxo obsceno. A câmera de Aïnouz permanece próxima dos rostos, da pele, da respiração. Ver Elle Fanning quase sem maquiagem, com as sardas expostas, intensifica essa crueza tátil.

Mas há também o choque. O sangue é abundante. Lobos devorando animais antecipam a violência que, mais tarde, alcança o corpo humano. A composição é bela, quase hipnótica — e é justamente nessa beleza que reside sua ambiguidade moral. Há um fascínio evidente na encenação da decadência.

Ao optar por uma estilização constante, Aïnouz dilui o desconforto que poderia ser devastador. Rosebush Pruning flerta com a crítica à ostentação e ao capitalismo afetivo do novo século, mas não atinge a radicalidade desconcertante dos trabalhos gregos associados a Filippou. O suspense sustenta a curiosidade, porém a estilização constante dilui o impacto devastador que poderia emergir do absurdo. O resultado é uma comédia sanguinária elegante e provocativa — visualmente magnética, por vezes mordaz —, mas sem a erupção catártica de Festa de Família (1995), de Thomas Vinterberg,  ou o cinismo explosivo de A Prova de Morte (2007), de Tarantino.

‘Dora, a Aventureira’: Live-action ganha data e local para início das filmagens

De acordo com o Deadline, a Paramount Pictures marcou para o dia 2 de agosto de 2019 a estreia do live-action de Dora, a Aventureira’.

Além disso, de acordo com novidades no site, o filme terá suas cenas gravadas na Austrália e a produção começa  entre julho e agosto desse ano.

O roteiro está sendo escrito por Nick Stoller (‘Vizinhos’) e conta com a produção de Andrew Form e Brad Fuller.

O longa será uma parceria entre a Platinum Dunes, de Michael Bay e a Paramount. Os detalhes sobre a produção ainda são mantidos em segredo.

Lançado em 2000 na Nickelodeon, Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.

Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.

Tom Hardy considera pausar sua carreira como ator e futuro de ‘Venom’ é incerto

Um dos atores mais queridos de Hollywood, que dará vida ao vilão Venom muito em breve, parece que está considerando dar uma pausa na carreira para descansar e se dedicar mais a família.

Em uma nova entrevista a Esquire, Tom Hardy comentou que já se sente satisfeito como ator e que deseja passar mais tempo em casa. O ator comparou sua carreira como uma grande escalada ao Monte Evereste.

“Sabe, você quer escalar o Evereste. Já é um milagre que conseguiu chegar perto da montanha, que dirá escalá-la. Depois disso, quer fazer tudo de novo? Ou sair da montanha e encontrar uma praia? O que é que te motiva a fazer isso outra vez? Nessa idade que estou, não sei mais o que posso fazer. Já sinto que tive o suficiente. Estou sento muito honesto agora: quero seguir adiante com minha vida. Isso é tudo”

O ator fez parte de grandes franquias como Mad Max e Batman, de Christopher Nolan, mas parece agora que sua vontade é mesmo descansar.

Isso põe em jogo o futuro da franquia Venom, já que a Sony esperava inserir o vilão em diversos outros filmes do “Aranhaverso”, além de uma possível sequência do filme solo do simbionte.

Venom estreia nos cinemas brasileiros em 4 de outubro.

Dica do fim de semana | Produções recentes para fugir do Oscar

No fim de semana do Oscar, muita gente decide maratonar os filmes indicados ou correr atrás daqueles que ainda não assistiu. No entanto, vale a pena assistir produções correndo só para dizer que assistiu?

Pensando nisso, o CinePOP vai indicar cinco produções disponíveis nos streamings para você assistir neste fim de semana caso queira dar uma fugidinha da premiação mais famosa do cinema. Confira!

Super Mario Bros. O Filme

Fenômeno de 2023, a animação do encanador mais famoso do mundo só não foi o maior sucesso de bilheteria do ano porque Barbie arrebentou a boca do balão. Pois bem, nesta animação, acompanhamos os irmãos Mario e Luigi indo parar em uma terra mágica dos cogumelos, onde se comprometem a ajudar a salvar a Princesa Peach das garras do Bowser. No caminho, eles se envolvem em diferentes fases do jogo e franquias dentro do mundo de Mario Bros.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

X-Men

Celebrada até hoje pelos fãs de quadrinhos e pelos apaixonados pelos mutantes da Marvel, a série dos anos 90 dos X-Men definitivamente marcou uma geração. E como lançamento de X-Men ’97 programado para o dia 20 deste mês, nada melhor que começar a rever a série para chegar na nova temporada com tudo fresquinho na memória. Os 76 episódios das cinco temporadas estão disponíveis no streaming.

Onde assistir: Disney+

 

Wonka

Recém-saído dos cinemas do mundo todo, Wonka foi um sucesso que pegou todo mundo de surpresa. Não só porque ninguém havia pedido uma prequel de A Fantástica Fábrica de Chocolate, mas também porque ainda tinha muita gente com má vontade e desconfiança sobre Timothée Chalamet. A trama acompanha a jornada do jovem Willy, que chega a uma nova cidade buscando concluir seu sonho de virar o maior chocolateiro do mundo.

Onde assistir: Max

 

Holocausto Brasileiro

Inspirado no livro homônimo da jornalista Daniela Arbex, esse documentário importantíssimo conta a história do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena, mais conhecido como Colônia, que funcionou em Minas Gerais e registrou, entre os anos 1960 e 1980, mais de 60 mortes, seja por tratamentos psiquiátricos questionáveis ou pela mais pura e simples negligência ante os internados. O doc. traz elementos visuais fortes e reúne depoimentos de sobreviventes, ex-funcionários e parentes.

Onde assistir: Netflix

 

Vale o Escrito – A Guerra do Jogo do Bicho

É impossível falar de Rio de Janeiro sem entrar no assunto Jogo do Bicho. Nascido como forma de impulsionar o lucro de um zoológico, esse jogo virou uma ferramenta para formar impérios na Cidade Maravilhosa, movimentando milhões anualmente há décadas. Nesta série documental, o mundo da contravenção é retratado por meio de entrevistas, casos e relatos impressionantes. É uma produção tão boa que já teve sua segunda temporada confirmada para 2025.

Onde assistir: Globoplay

Crítica | Patos! – Illumination Começa 2024 com Animação Inspiradora e Otimista pra Meninada

O verão chegou e as férias da garotada começaram. Com as crianças em casa precisando ser entretidas, os distribuidores ofertam uma gama maior de filmes infantis e juvenis nos cinemas com o intuito de agradar a moçada. Para o início do novo ano, a produtora Illumination (responsável pelas franquias ‘Meu Malvado Favorito’, ‘Sing’, entre outras) voltará às telonas com sua grande aposta para 2024: o longa de animação ‘Patos!’, que já está em exibição nos cinemas.

Tudo vai bem no charmoso e tranquilo laguinho onde vivem o casal de patos Mack (dublado por Sérgio Stern) e Pam (Priscila Amorim), seus filhos Dax (Sam Vileti) e Gwen (Melinda Saide), tio Dan (dublado no Brasil por Ary Fontoura) e outros patinhos. Certo dia eles recebem a inesperada visita de um grupo de patos migratórios que dizem estar voando em direção à Jamaica, que seria o paraíso para as aves nessa época do ano. Medroso que só, Mack dispensa os visitantes com medo que seus filhos interajam com eles, porém, a ideia já foi plantada no coração das crianças e sua família começa a questionar o que existe no mundo para ver para além do laguinho. Assim, para provar para sua família que é um pai corajoso, Mack embarcará numa aventura migratória com sua esposa, seus filhos e o tio Dan numa aventura migratória cheia ter desafios em direção à sonhada Jamaica.

Curtinho, com apenas uma hora e trinta de duração, vale ressaltar que ‘Patos!’ não possui cenas pós-créditos, mas é interessante dizer que antes da exibição do filme a projeção conta com um curta diretamente relacionado à franquia ‘Meu Malvado Favorito’, com a participação dos Minions e tudo, portanto, vale muito chegar cedo para ver o filme desde o início e não perder esse presentão da Illumination.

Isto dito, ao analisarmos de mais perto, o conceito de ‘Patos!’ não traz nada exatamente de inovador, nem na sua ideia, nem na sua execução. O mote do sujeito medroso que precisa ser empurrado para a aventura para, assim, redescobrir o gosto pela vida, já foi bastante trabalhado no cinema – aliás é também o mote de um outro filme lançado recentemente sobre aves: em ‘A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets’ o conceito é o mesmo, exceto que neste quem sai da ilha é a filha, e a mãe vai ao resgate. Não dá para medir quem teve a ideia primeiro, mas ambas as produções partem do mesmo princípio.

Esteticamente, ‘Patos!’ é um filme agradável e colorido, que mistura diferentes técnicas de animação e entrega boas sequências aventuresca que podem facilmente ser remetidas a jogos de videogame – um prato cheio pra garotada embarcar na onda do filme. A dublagem brasileira confere um jeitinho especial ao falar dos personagens, com a adição das vozes de Cláudia Raia, Dani Suzuki e Ary Fontoura ao elenco de apoio.

Patos!’ é um filme que é a cara do início de ano: inspirador, motivacional e com aquele gostinho de férias de verão. Um filme bacana pra garotada assistir e refletir sobre seus próprios medos (e os papais e mamães também, afinal, o recado também é para eles). Diversão no cinema com boas energias para começar o ano novo em alto-astral.

TRETA! Dave Bautista volta a defender James Gunn e seu retorno para ‘Guardiões da Galáxia 3’

Dave Bautista, um dos atores da franquia Guardiões da Galáxia, continua a mostrar apoio a James Gunn, que foi repentinamente demitido pela Disney no ano passado depois de controversos tweets antigos do diretor ressurgirem nas redes sociais.

Desde que Gunn foi demitido, Bautista foi um dos porta-vozes a falar contra a decisão dos estúdios em questão. O cineasta em questão também havia escrito o roteiro para Guardiões da Galáxia Vol. 3’ e voltaria na cadeira de direção em janeiro deste ano. Porém, a terceira parte da franquia foi engavetada, visto que nenhum substituto foi encontrado.

Bautista, que criou uma campanha para a recontratação de Gunn, recentemente foi entrevistado pelo Tampa Bay Times e, quando questionado sobre o diretor, disse que ele “não machucaria uma mosca”, mas que seus tweets eram “nojentos… Piadas terríveis”.

Eventualmente, o que eu sei é que elas eram piadas, e essa dura e desnecessária decisão de demiti-lo deu poder a pessoas horríveis.

Ele também deixou claro o quão importante o sentido de lealdade é para ele.

Se eu não sou o cara que defende meus amigos, quem sou eu?

Apesar de Gunn não retornar para Guardiões da Galáxia Vol. 3’, Bautista deve reprisar seu papel como Drax na conclusão épica ‘Vingadores: Ultimato’, que estreia no dia 25 de abril.

‘A Pequena Loja dos Horrores’: Billy Porter é cotado para viver Aubrey II no remake

Segundo o Collider, a Warner Bros. já tem um favorito para viver a planta devoradora de humanos Aubrey II no remake de ‘A Pequena Loja de Horrores’Billy Porter.

O ator é conhecido por seu papel como Pray Tell na aclamada série Pose, pela qual levou para casa o Emmy de Melhor Ator. Recentemente, ele foi elencado no novo musical da Sony PicturesCinderela, ao lado de Camila Cabello.

Lady Gaga também recebeu a oferta para encarnar um dos papéis no longa-metragem. A notícia ainda afirma que a performer está “muito interessada em continuar atuando” depois de sua dupla indicação ao Oscar nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Canção Original (sendo condecorada com a estatueta nesta aqui) por Nasce Uma Estrela.

É provável que Gaga se junte ao elenco potencialmente no papel principal de Audrey, uma jovem mulher que trabalha em uma floricultura com Seymour, seu chefe que acaba descobrindo uma planta nada comum que precisa ser alimentada de humanos para sobreviver.

Greg Berlanti, diretor de ‘Juntos Pelo Acaso‘ e produtor das séries ‘Supergirl‘, ‘Arrow‘ e ‘The Flash‘, ficará responsável pelo projeto.

A Pequena Loja dos Horrores‘ teve duas adaptações nos cinemas: em 1960, do diretor cult Roger Corman, e em 1986, dirigido por Frank Oz.

Em 2010, Joseph Gordon-Levitt (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’) assinou contrato para protagonizar e produzir. Porém, o projeto nunca saiu do papel.

Os negócios vão muito mal na pequena floricultura Mushnik quando Seymour mostra uma exótica planta, a qual ele deu o nome de Audrey II, para seu chefe. A pequena planta começa a atrair muitos clientes, curiosos com a exótica planta. O que o pobre Seymour não sabia era do que ela se alimentava, é ai que começam os problemas pois ele se vê cada vez mais envolvido em cuidar da planta que lhe trouxe muito sucesso mas também muito terror.

‘Jungle Cruise’: The Rock se pronuncia após adiamento do filme; Confira o vídeo!

Jungle Cruise, nova aventura da Disney com Dwayne JohnsonEmily Blunt, foi adiada em mais de um ano devido à pandemia do novo coronavírus e em meio ao rearranjamento do cronograma da Casa Mouse.

Agora, The Rock publicou um vídeo oficial no Twitter em que se pronuncia pela primeira vez de o anúncio.

Confira:

Antes previsto para julho deste ano, o filme agora chega aos cinemas em 30 de julho de 2021.

Os especialistas da Disney enfatizaram que, devido à incerteza em andamento, todas as datas de lançamento podem ser alteradas novamente.

Jungle Cruise‘ é dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘) e roteirizado por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Dwayne Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Emily Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos.

O filme irá mostrar o primeiro personagem abertamente gay em uma produção do estúdio.

No entanto, o personagem interpretado por Jack Whitehall é descrito como “extremamente eficiente, muito chique e muito engraçado”, o que vem gerando críticas da comunidade LGBT por conta de uma possível representação estereotipada.

Além disso, ainda não se sabe se a trama irá abordar a sexualidade do personagem com a devida sensibilidade, já que o trailer não indicou maiores detalhes.

Ainda assim, a imprensa internacional elogiou a iniciativa da Disney em abrir espaço para todo tipo de representatividade, o que deve se estender nos próximos filmes do estúdio.

 

‘Ozark’: 4ª e ÚLTIMA temporada começa a ser rodada em novembro

Netflix anunciou recentemente que o aclamado drama Ozark havia sido renovado para a 4ª e última temporada e, agora, a nova iteração já tem previsão de início das gravações.

Em entrevista ao IndieWire, o astro e diretor Jason Bateman revelou que:

“Vamos começa no dia 09 de novembro. Tudo está seguindo como o planejado e estamos bastante confiantes com os protocolos e as diretrizes de segurança. Temos vários consultantes e estamos aprendendo bastante com outras produções”.

Ainda sem previsão de estreia, o próximo ciclo terá 14 episódios que serão divididos em duas partes.

Relembre o trailer da 3ª temporada:

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Confira os HILÁRIOS erros de gravação da 3ª e da 4ª temporadas

Netflix divulgou um novo vídeo promocional da recém-finalizada O Mundo Sombrio de Sabrina, trazendo ao público os erros de gravação da 3ª e 4ª temporadas.

Confira:

Todas as temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A série foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale’).

Ao longo dos oito episódios da Parte 4, os Terrores do Sobrenatural descerão sobre Greendale. O coven deve lutar contra cada ameaça aterrorizante (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), tudo levando até O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas travam uma guerra, com a ajuda do Clube do Medo, Nick começa a ganhar lentamente o seu caminho de volta ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.

Crítica | ‘All I Know so Far’ é um comovente retrato de uma das maiores artistas da atualidade

Pink é um dos nomes mais únicos e espetaculares da indústria fonográfica contemporânea – e não o é por qualquer razão: com seu estilo irreverente e suas músicas de empoderamento, como “What About Us”, “So What” e, mais recentemente, “Hustle”, a cantora e compositora ascendeu a uma fama espetacular, quebrou recordes e mais recordes de vendas e de prêmios e caiu no gosto popular por uma identidade apaixonante e recheada de brilho. Dona de três estatuetas do Grammy Awards e a segunda turnê feminina mais lucrativa de todos os tempos (atrás apenas da lendária Madonna), Pink despontou em meio a uma amálgama de similaridades do cenário do entretenimento, cuja constância é a reinvenção. Anos depois de seu début oficial, está na hora de conhecer um outro lado da performer com o belíssimo documentário All I Know so Far, da Amazon Prime Video.

É certo dizer que, nos últimos anos, filmes do gênero protagonizados por artistas essencialmente do mundo da música dominaram as plataformas de streaming. Ainda que date de ‘Na Cama com Madonna’, de 1990, uma das incursões mais famosas do tipo, tivemos, com o passar dos anos, ‘Five Foot Two’, de Lady Gaga, ‘Homecoming’, de Beyoncé’, ‘Miss Americana’, de Taylor Swift, e ‘The World’s a Little Blurry’, de Billie Eilish. Pink é o mais novo objeto de estudo do longa-metragem de Michael Gracey – e o resultado é nada menos que espetacular, recheado de reflexões bastante humanas e comoventes acerca de uma das mulheres mais excepcionais de todas (o que é algo interessante, considerando que ela nunca realmente deu muita atenção ao que a mídia pensava sobre sua persona).

Antes de mais nada, o alter-ego de Alecia Beth Moore é nada menos que uma desbravadora de seu próprio mundo. Nunca contente em se limitar apenas ao óbvio ou ao que se esperava, Moore se junta a tantos outros nomes que marcaram e continuam marcando presença no escopo mainstream – tornando-se alvo de tabloides honestamente ridículos que colocavam em xeque sua índole, ainda mais com a família. Mas a verdade é que Pink não precisa provar nada para ninguém – e o documentário, que gira em torno da turnê promocional do álbum Beautiful Trauma, serve apenas como alicerce de um fato que já sabíamos: ela é, antes de mais, um ser humano, em busca de conciliar a vida pessoal e profissional como qualquer outro e, dessa forma, passiva de erros e obstáculos.

O filme segue uma estrutura simples e prática, que funciona em uma totalidade envolvente: temos, de um lado, os ensaios contínuos para os shows, que almejam a um perfeccionismo árduo e que não admitem amadorismos; de outro, somos transportados para os bastidores, em que Pink cuida de seus dois filhos, Willow Sage Hart e Jameson Moon Hart, que a estão acompanhando ao redor do mundo, percebendo que o cotidiano pode ser muito mais artístico do que acreditam. Servindo como a rocha que sustenta a família, como Pink bem pontua em meados do longa-metragem, há seu marido, Carey Hart, ex-motociclista profissional.

Enquanto é normal que certas fórmulas sejam empregadas numa obra como essa, é a condução mirabolante e bastante dinâmica de Gracey que nos mantém ansiosos para descobrir o que irá acontecer a cada nova sequência. Pegando vários elementos emprestados do exuberante O Rei do Show, é notável o apreço do diretor pelo frenesi imagético e pela oscilação atmosférica de cada um dos atos: os momentos mais pessoais são transformados em uma espécie de diário gravado, em que a performer revela segredos sobre seu passado e dá detalhes sobre o relacionamento com Hart, com Willow e Jameson, com os fãs e com o que representa para si mesma. Inclusive, ela nem mesmo se faz centro do enredo, abrindo espaço para cada pessoa próxima que considera de extrema importância para levantar todos os dias e seguir em frente.

Quando pisa no palco, notamos uma mudança notável, que se inicia com os ensaios e culmina em um poderoso e impecável espetáculo. Cuidando para que tudo esteja em seu devido lugar, Pink toma um ar confessional que explora traumas de shows anteriores – como a fatalidade de 2010 em Nürnberg e de que modo superou os medos para dar a volta por cima e chegar aonde está: numa apresentação em Wembley, um dos mais icônicos estádios do planeta. Mais do que isso, o documentário lança luz sobre seu treinamento como ginasta e a incorporação de uma paixão a outra – transfigurando concertos em rendições circenses de tirar o fôlego.

All I Know so Far é um tocante retrato de uma figura que merece mais atenção do que tem, especialmente hoje. Pink é um símbolo de empoderamento e de vitória, alguém que nunca se esqueceu de quem realmente é e que nunca precisou mascarar o que representa para os oprimidos, os deslocados e aqueles que acreditam não pertencer ao status quo.

‘Batwoman’: Crocodilo é destaque nas novas imagens promocionais da 3ª temporada; Confira!

EW divulgou com exclusividade duas novas imagens oficiais da 3ª temporada de Batwoman, apresentando o amedrontador Crocodilo.

O personagem fará sua estreia oficial no episódio “Loose Tooth”, a ser exibido em 20 de outubro.

Confira:

Na trama, “quando uma nova encarnação de pantanoso Crocodilo ressurge e começa uma série de matanças, a união inaugural de Batwoman e de Alice é colocada em teste. Mas Alice não é a única intrusão na vida de Ryan: Jada Jet também dá as caras na Wayne Enterprises, interessada em conhecer o novo CEO da companhia. O relacionamento de Luke e Mary enfrenta o peso de um segredo que ele está guardando, enquanto Sophie começa a se tornar parte do círculo mais íntimo de Ryan”.

Assista à promo:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

Crítica | Red: Crescer é uma Fera – Domee Shi cria uma vibrante aventura com a INCRÍVEL animação

São poucos os estúdios de animação que consegue se manter vivos dentro de uma indústria que muda dia após dia – e a Pixar é um deles. Tendo seu início ainda em 1995 com o lançamento do atemporal ‘Toy Story’, a companhia ascendeu a uma fama e a um sucesso inesperados e inenarráveis, consagrando-se como um antro de criatividade e de histórias bastante profundas cujo maior feito é a capacidade de dialogar com os mais diversos públicos (desde as crianças, com suas investidas coloridas, cheias de vida e explodindo com mensagens motivacionais, até os adultos, com subtextos impactantes e que nos levam a refletir sobre a funcionalidade do mundo.

Pouco depois de ter lançado ‘Soul’ e ‘Luca’, duas produções bastante diferentes entre si e que tiveram problemas próprios para enfrentarem, a Pixar retomou sua parceria com a incrível Domee Shi, vencedora do Oscar pelo curta-metragem Bao, para uma de suas narrativas mais honestas. Tomando forma no título de Red: Crescer é uma Fera, Shi, aliando-se a uma equipe técnica e artística aplaudível, constrói uma jornada relacionável pelas complexidades do amadurecimento e pelos conflitos intergeracionais – algo que é costumeiro dentro desse panteão animado. A diferença é que, pela primeira vez, começamos a ter uma representatividade mais acentuada com personagens complexos e que fogem da bolha mainstream dos últimos anos (cortesia da diretora e de um elenco de dublagem que não perde a mão em qualquer que seja a cena).

A narrativa é centrada em Mei Lee (Rosalie Chiang), uma jovem de treze anos que mora com os pais na cidade de Toronto, no Canadá, e vê sua vida mudar totalmente quando passa a se transformar em um gigante panda vermelho quando passa por experiências de estresse ou de emoções muito fortes. Depois que descobre que essa “habilidade secreta” é uma herança milenar de família, ela mergulha em um arco de autorreflexão que determinará quem ela é e como ela deseja se portar de agora em diante – como a filha perfeita de Ming Lee, sua mãe superprotetora (dublada pela sempre incrível Sandra Oh), ou finalmente desfrutar de um gostinho de liberdade ao lado de um grupo de amigas inseparáveis que traz à tona um de seus lados mais rebeldes.

Através dos extensos materiais promocionais, é compreensível que parte do público fique com um pé atrás, acreditando que a trama seja extremamente simples e que os visuais incríveis sejam uma forma de mascarar essa falta de ousadia – entretanto, não é isso o que acontece. Shi, assim como sua obra anterior, demonstra ter uma habilidade inegável em comandar, de forma certeira, cada sequência que se dispõe à sua frente: lidamos com uma menina chinesa-canadense, cuja família autoritária reitera a cultura asiática de honrar a família e sempre colocar seus parentes de sangue acima de tudo, contrapondo-se às personalidades gritantes e desinibidas de Miriam (Ava Morse), Priya (Maitreyi Ramakrishnan) e Abby (Hyein Park). Mais do que isso, há um pungente confronto do que realmente são os laços familiares e como a engessada construção social desse núcleo pode ser quebrada da maneira mais cândida possível.

Shi pode até se valer de algumas metáforas explícitas demais, mas aqui o objetivo é permitir que não apenas as crianças e adolescentes de outrora se reconectem com um passado não muito distante, como também a nova geração e os laços que criamos com os nossos pais e com as nossas amizades. Mei Lee, assim como todos que já passaram pela transição da infância à adolescência, acredita que sabe tudo e que nada pode machucá-la – motivo pelo qual quer mostrar para seus colegas seu “poder mágico”, sem pensar nas consequências. É claro que ela comete erros, mas a profundidade de sua construção permite que ela inverta papéis com a mãe e que ela perceba que mesmo uma mulher sedenta pela perfeição e pelo autocontrole pode cometer um deslize (incluindo um trauma que a assombra desde criança).

Algumas similaridades com títulos passados da Pixar são encontradas pelo enredo – sendo perceptíveis aquelas que se restringem ao intrincado relacionamento de Mei e Ming (uma tradução mais estilizada de Nemo e Marlin, de Merida e Elinor, e de Luca e Daniela). Todavia, é impossível desassociar o filme de uma originalidade imagética que nunca foi vista dentro da companhia e que celebra uma cultura que, cada vez mais, se insere no cenário hollywoodiano e norte-americano. As expressões arquitetadas para os personagens partem de uma estética que relembra os mangás e os doramas, com referências que viajam desde ‘Sakura’ a ‘Cavaleiros do Zodíaco’ a ‘Pokémon’, enquanto a transformação de Mei Lee em panda se vale do significado espiritual de paciência para os chineses (algo que a protagonista precisa encontrar, mesmo em meio a obstáculos).

Em diversas entrevistas, Shi comentou sobre o longa ser um encerramento de seus anos quando criança e dos problemas que enfrentou, bem como uma homenagem à mãe e às coisas de que gostava mais nova – a boyband 4*Town, cujas músicas foram assinadas por Billie Eilish e Finneas O’Connell, faz alusão ao sucesso dos grupos N*SYNC e Backstreet Boys, por exemplo. É essa humildade e tamanho carisma de trazer experiências íntimas às telonas e compartilhá-las com o restante do planeta que deixa a obra ainda mais convidativa e recheada de momentos sensacionais.

Red: Crescer é uma Fera não é apenas um grande acerto da Pixar, como uma das animações mais honestas e verdadeiras de seu universo. Pavimentando caminho para o início de uma nova era do estúdio, a produção celebra a vida, a família e os amigos com o coração no lugar certo – e uma paixão por aquilo que nos torna únicos.

‘Eu Sou Groot’: Série animada ganha adorável trailer DUBLADO; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer DUBLADO da série animada ‘Eu Sou Groot‘, que trará cinco curtas originais.

Confira, com o novo cartaz:

A produção irá estrear oficialmente no dia 10 de agosto.

A série conta com o retorno de Vin Diesel dando voz ao personagem em um compilado de curtas-metragens focado no Bebê Groot.

James Gunn, diretor da franquia original, entra como um dos produtores executivos da série.

Ainda não se sabe se outros personagens da saga irão aparecer na seleção de curtas, mas acredita-se que Drax (Dave Bautista) dê as caras em alguns episódios.

Lembrando que o terceiro volume de Guardiões da Galáxia está confirmado para chegar aos cinemas no dia 23 de maio de 2023, com o retorno de Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki e Will Poulter.

Novas informações revelam o que Jeremy Renner estava fazendo quando foi atropelado pelo limpa-neve

Nos últimos dias, o ator Jeremy Renner, conhecido por seu trabalho como Gavião Arqueiro no Universo Cinemático Marvel, sofreu um grave acidente envolvendo um trator limpa-neve e foi levado às pressas para o hospital.

Agora, Hillary Schieve, prefeita da cidade de Reno, em Nevada, revelou que o ator estava tentando ajudar um motorista encalhado na neve, próximo a seu rancho, quando o acidente aconteceu (via Sky News).

“Ele estava ajudando alguém que estava preso na neve”, Schieve disse em entrevista ao Reno Gazette-Journal.

A prefeita também comentou que é amiga de Renner e que ficou ciente do evento pouco depois de ter acontecido. “Ele sempre estava ajudando os outros”, ela continua.

Recentemente, um novo relatório do Condado de Washoe revelou mais detalhes sobre o evento (via ComicBook.com), após conversas com testemunhas oculares e investigações da cena.

O xerife Darin Balaamb caracterizou o evento como um “trágico acidente” e diz acreditar que Renner não foi prejudicado. Segundo ele, Renner estava tentando remover um carro preso na neve, saindo do próprio limpa-neve pouco depois, o que resultou em um atropelamento que esmagou sua perna.

“Neste ponto da investigação, não acreditamos que o Sr. Renner foi prejudicado de qualquer forma, e acreditamos que esse seja um trágico acidente”, Balaam comentou. “A delegacia de Washoe está em posse de seu PistenBully [o limpa-neve] e estamos analisando-o para descartar quaisquer falhas mecânicas em potencial. Isso é parte da nosso processo corriqueiro de investigação. Como mencionei antes, a investigação continua. Entretanto, não suspeitamos de qualquer crime, quero repetir isso, não suspeitamos de qualquer crime. Acreditamos que tenha sido um trágico acidente”.

Anteriormente, o ator quebrou o silêncio sobre o acidente e compartilhou uma foto em uma cama de hospital em seu Instagram.

“Obrigado a todos por suas amáveis ​​palavras. Estou muito confuso agora para digitar. Mas envio amor a todos vocês.”, ele escreveu.

Confira a imagem:

O ator indicado ao Oscar sofreu ferimentos graves como resultado de um acidente envolvendo um Snowcat em sua casa na área de Reno. O ocorrido aconteceu enquanto o astro limpava a neve com um maquinário que capotou e passou por cima de sua perna, o fazendo perder muito sangue.

Renner só chegou ao hospital com vida graças a um vizinho, que conseguiu colocar um torniquete antes da chegada dos paramédicos em um helicóptero.

Abaixo você confere o momento do resgate:

Artigo | Como ‘A Bruxa de Blair’ revolucionou os filmes de terror…

Em 1999, os diretores e roteiristas Daniel Myrick e Eduardo Sánchez estavam prestes a fazer história ao reunirem forças para comandarem um filme independente que mudaria o curso da sétima arte norte-americana: A Bruxa de Blair.

Apenas o título é forte o suficiente para despertar memórias ou até mesmo a curiosidade do público – afinal, é muito difícil encontrarmos alguém que nunca tenha ao menos ouvido falar do longa-metragem. Para aqueles que não conhecem, a narrativa é centrada em um grupo de cineastas amadores que viaja para uma pequena cidade no estado de Maryland, nos Estados Unidos, para rodarem um documentário sobre a mítica Bruxa de Blair – uma lendária personagem que, alegadamente, foi responsável pela morte de diversas pessoas e ainda assombra aquela região. E, movidos por essa instigante trama, o trio formado por Heather, Mike e Josh (que são os nomes dos atores que os interpretam) se embrenham nas medonhas florestas para encontrarem respostas ou ao menos material com que possam produzir o filme. Todavia, o que deveria ser uma pesquisa de campo se transforma em um pesadelo sem fim quando eventos misteriosos os levam a crer que a bruxa, de fato, existe.

A produção pertence ao conhecido gênero do found footage e, apesar de não ter sido a primeira a utilizar o recurso, foi responsável por popularizá-lo ao redor do mundo e a causar grande comoção por sua estética realista e por técnicas que não eram vistas. É claro, se voltarmos um pouco mais no tempo, podemos citar o clássico italiano Holocausto Canibal como precursor oficial desse estilo – mas foi apenas com A Bruxa de Blair que o suis-generis se tornaria um dos avais do terror nas décadas subsequentes.

Cada engrenagem do longa, da pré-produção às repercussões consecutivas, foi de importância significativa para a imortalização de seu legado. Por se tratar de um título de baixíssimo orçamento (por volta de US$60 mil) e por se configurarem como realizadores estreantes, Myrick e Sánchez investiram pesado em um marketing genial: a princípio, houve a contratação de atores não conhecidos para interpretarem os protagonistas; logo depois, a Haxan Films, que supervisionou o projeto, divulgou cartazes que anunciavam o desaparecimento de três jovens cineastas, começando a atrair atenção. E, quando o trailer foi lançado, ninguém conseguiria acreditar que aquela história era fictícia. Boa parte dos espectadores comprou a ideia de que o filme exibido era factual e que todas as pessoas que apareceram estavam envolvidas em uma controversa tragédia sem solução. Ora, os atores foram até aconselhados a não aparecem em público para aumentar o suspense.

Quando assistimos a A Bruxa de Blair, é automático pensarmos que, no geral, a composição foi fácil de ser feita. Todavia, Myrick e Sánchez estavam comprometidos a criar algo nunca visto e delinearam uma mitologia aprofundada (e fictícia, logicamente); entretanto, as falas e as reações de Heather, Mike e Josh são improvisadas e legítimas, feitas, grosso modo, sem a ciência deles para garantir uma naturalidade quase cruel. Logo, era apenas de se esperar que a repercussão não fosse apenas positiva, mas atraísse a atenção de autoridades para garantir que ninguém estava machucado e que todos da equipe estavam vivos. E, a encargo de comparação, os espectadores se sentiram compelidos a conferi-lo, visto que a arrecadação ultrapassou o orçamento em mais de 2000 vezes, fechando em US$248,6 milhões (algo equivalente a mais de US$450 milhões em 2023, ajustando-se à inflação).

Mesmo assim, é preciso comentar sobre a disparidade gritante entre a recepção da audiência e da crítica internacional: podemos perceber um embate entre os 86% de aprovação dos especialistas e uma melancólica nota C+ dos circunstantes – e essa é uma percepção que se estende até os dias de hoje, mas agora mergulhando em uma compreensão de que, de certa forma, o filme não envelheceu tão bem quanto deveria. Não obstante a discrepância mencionada, seu legado permanece vivo e influenciou uma quantidade inenarrável de projetos subsequentes – que não se limitaram apenas ao terror, mas se estenderam ao drama e ao suspense com facilidade invejável.

É possível ver o influxo do projeto em grandes produções mainstream que seriam lançadas com o passar dos anos. A primeira que nos vem à mente é Atividade Paranormal, que incorporou todos os elementos explorados pelo título de 1999 e os transformou em algo ainda mais aterrorizante; mas, para além do óbvio, temos incursões como ‘Assim na Terra como no Inferno’, que se tornou um queridinho dos aficionados por terror; o aclamado ‘REC’ e a “versão” norte-americana intitulada ‘Quarentena’; e, trazendo ainda mais para o presente, vemos as ramificações ocasionadas, direta ou indiretamente, com Amizade Desfeita, Buscando…’ (e a sequência espiritual ‘Desaparecida’) e ‘Host’ – os três oferecendo perspectiva originais para revitalizar o gênero.

Quase duas décadas e meia mais tarde, A Bruxa de Blair permanece como uma das produções mais revolucionárias do cinema contemporâneo – mesmo com válidas críticas acerca de seu envelhecimento, como já mencionado. Não é nenhum exagero dizer que, sem o impacto do filme, os projetos citados no parágrafo acima não existiriam – e é por isso que é sempre uma boa ideia revisitar aquele que popularizou o gênero.