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Extermínio 4: O Templo de Ossos

(28 Years Later: The Bone Temple)

 

Elenco:

Cillian Murphy – Jim
Ralph Fiennes – Dr Ian Kelson
Aaron Taylor-Johnson – Jamie
Emma Laird – Jimmima
Erin Kellyman – Jimmy Ink
Chi Lewis-Parry – Alpha Samson
Jack O’Connell – Jimmy Crystal

 

Direção: Nia DaCosta

Gênero: Terror

Duração: 109 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 75 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em EXTERMÍNIO 4: O TEMPLO DE OSSOS, décadas após um vírus ter devastado a humanidade, um grupo de sobreviventes tenta escapar não apenas dos infectados, como também de uma ameaça ainda maior.

Curiosidades: 

» Este será o segundo capítulo da planejada trilogia;

» O filme é o segundo capítulo da nova trilogia iniciada com ‘Extermínio: A Evolução‘ (2025). As três partes foram planejadas desde cedo, e O Templo de Ossos foi rodado logo após o primeiro.

» Enquanto ‘Extermínio: A Evolução‘ teve direção de Danny Boyle, O Templo de Ossos é dirigido por Nia DaCosta, conhecida por Candyman e As Marvels.
Wikipedia

» Alex Garland — que escreveu o Extermínio original — retornou como roteirista e produtor, conectando fortemente os novos filmes ao tom e mitologia da franquia.

» O elenco inclui Ralph Fiennes (Dr. Ian Kelson), Jack O’Connell (Sir Jimmy Crystal), Alfie Williams (Spike), além de Erin Kellyman e Chi Lewis-Parry.

» Cillian Murphy — protagonista do Extermínio original — terá participação no filme, o que é um grande chamariz para os fãs da saga clássica.

» O título e a localização central referem-se a um monumento feito de ossos construído por Dr. Kelson — uma espécie de memorial às vidas perdidas e um símbolo memento mori (lembre-se de que morrerás).

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Lily Collins herda herança sinistra no trailer do terror ‘Inheritance’; Assista!

O terror ‘Inheritance‘, estrelado pela Lily Collins, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Vaughn Stein.

Quando o patriarca de uma poderosa família morre repentinamente, ele deixa para sua esposa e filha um segredo chocante como herança, que ameaça destruir suas vidas.

O elenco ainda conta com Simon Pegg, Connie NielsenChace CrawfordMichael BeachMarque Richardson.

O longa será lançado em cinemas selecionados no dia 22 de maio.

‘MacGyver’ está de volta em novas missões no trailer da 5ª temporada; Assista!

A CBS divulgou o primeiro trailer da 5ª temporada de ‘MacGyver‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 4 de dezembro.

Vale lembrar que o showrunner da série, Peter M. Lenkov, foi demitido pela emissora após denúncias de comportamento tóxico nos bastidores da produção.

“Peter Lenkov não estará mais supervisionando as séries ‘MacGyver’ e ‘Magnum P.I.’ e o estúdio encerrou sua parceira com ele,” declarou a emissora. “Monica Macer será a nova showrunner de ‘MacGyver’ e Eric Guggenheim será o novo showrunner de ‘Magnum P.I.’. Ambos são produtores executivos de suas respectivas séries. Nosso estúdio está comprometido em assegurar um ambiente de trabalho seguro e respeitoso.”

Criada por Peter M. Lenkov, a série é um reboot do seriado homônimo lançado em 1985.

Angus MacGyver é um jovem cheio de recursos, que com vinte e poucos anos cria uma organização clandestina dentro do governo americano, na qual viria a trabalhar pelo resto da vida, onde seus jeitinhos não ortodoxos de prevenção de desastres se tornarão as habilidades refinadas que lhe trarão fama e lhe ajudarão a salvar vidas.

O elenco conta com Lucas Till, Tristin Mays, Justin Hires, Meredith Eaton, Levy Tran e Henry Ian Cusick.

‘Renfield’: Nicolas Hoult estrelará como o servo do Drácula no terror cômico

De acordo com o Deadline, Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) estrelará ‘Renfield‘, terror cômico que focará no servo de Drácula.

O ator interpretará o personagem-título da produção.

Recentemente, o produtor Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) será responsável pela direção.

O cineasta irá substituir Dexter Fletcher (‘Rocketman’), que alegadamente estava em negociações para comandar a produção, mas optou dirigir o reboot de ‘O Santo‘, para a Paramount Pictures.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

O personagem foi interpretado por Dwight Frye em ‘Drácula‘, de 1931.

Kathy Lamkin, de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, morre aos 74 anos

A atriz Kathy Lamkin, conhecida pela sua participação no remake ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, faleceu aos 74 anos.

De acordo com o Deadline, a atriz morreu no dia 4 de abril, após uma rápida doença.

Lamkin ficou conhecida como a “Mulher do Chá” no terror ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, reprisando o seu papel na pré-sequência ”O Massacre da Serra Elétrica: O Início‘.

A atriz também participou do filme vencedor do Oscar ‘Onde os Fracos Não Têm Vez‘, além de ‘O Cabaré dos Amores‘, ‘A Vida de David Gale‘, ‘Pacto de Silêncio‘, ‘Beijos e Tiros‘, ‘Sonhando Alto‘ e ‘Antes Só do que Mal Casado‘.

Na televisão, ela participou de séries como ‘Medium‘, ‘Nip/Tuck‘, ‘Bones‘ e ‘Malcolm in the Middle‘.

Em declaração oficial, sua família declarou: “Toda a família e amigos da Kathy sentirão falta dela. Ela deixou um impacto em tudo o que teve contato durante sua vida nessa Terra.”

37ª Mostra de Cinema de São Paulo: Escudo de Palha

UM MIIKE PARA QUASE TODOS AS IDADES

 

O japonês Takashi Miike é um diretor controvertido, que até críticos não se acertam se gostam ou não. Bom, eu gosto! Seu último trabalho, comparado com obras como Audição e Ichi, The Killer, pode ser considerado livra, ou ao menos, indicado para maiores de 14 anos (a classificação oficial é 18).

Em Escudo de Palha, a cabeça de um serial killer está a prêmio. Depois de ter sua neta assassinada, um magnata oferece 1 bilhão de ienes para quem matá-lo (a quem interessar: na cotação de hoje, vale R$ 22.440.000,00). Para sua segurança, o assassino se entrega à polícia local. A missão: levá-lo em segurança para a polícia federal, em Tóquio.

Cinco policiais são o escudo contra todo um país! Essa é a sensação do filme. Bandidos, anônimos, policiais, enfim, todo tipo de gente tenta matar o assassino Kiyomaru (Tatsuya Fujiwara). Pode soar muito absurdo para nós o esforço que os cinco policiais – especialmente Mekari (Takao Ohsawa) – em proteger um psicopata que nem se esforça para ser simpático. Até a plateia deseja liquidá-lo. É o sentimento de honra e de dever que guiam esses policiais. O pior sujeito deve ser julgado pela justiça. O dever de cumprir uma ordem é mais que uma questão legal, é a honra que está em jogo. E os japoneses levam muito à séria a honra!

Ter isso em mente é necessário para entender o dilema dos protagonistas. Não se trata de proteger um inocente nem um bandido vítima da sociedade injusta (Miike dá uma aula de como humanizar um assassino sem torná-lo coitadinho). Mas, de cumprir um dever que as personagens carregam dentro de si como o correto e o honrado a ser feito. Tudo isso embrulhado com ação de primeiríssima qualidade. Miike em ótima forma!

10 ÓTIMOS Filmes Interpretativos, do tipo: ‘O que você faria?’

Algumas narrativas cinematográficas nos transportam de forma certeira para dilemas que poderíamos encontrar a qualquer momento em nossas vidas. Seguindo na linha do ‘O que você faria?’ essas obras nos trazem reflexões diversas. Pensando nesse curioso recorte existencial, separamos abaixo uma lista bem interessante:

 

Jurado Nº 2

Na trama dirigida por Clint Eastwood, acompanhamos um jovem e futuro pai que é selecionado para ser júri de um tenso julgamento de assassinato. A questão é que aos poucos percebe que pode estar envolvido com o ocorrido precisando tomar algumas decisões complexas.

 

Parece Bastante Paris

Na trama conhecemos três irmãos afastados que se reencontram num momento delicado. O pai vai parar no hospital e lá ficam sabendo da condição dele. Mesmo com as desavenças que o passado deixou, resolvem realizar o último desejo dele: visitar Paris. Só que pela condição do pai, optam por criar uma viagem fictícia, rodando numa van por uma região que conhecem e assim recriando o trajeto para a capital da França.

 

A Alma em Paz

Na trama, ambientada ainda nos tempos onde a pandemia buscava ser controlada na Itália, conhecemos Dora (Lívia Antonelli) uma jovem de origem humilde que trabalha duro para sobreviver e na outra parte do dia complementa a renda traficando. Ela vive com a tia e a mãe e tem um passado repleto de traumas. Lutando para ter de volta os irmãos entregues para a assistente social, acaba conhecendo um homem que a faz acreditar em alguns sonhos perdidos.

 

Adeus, Lenin!

Chegou aos cinemas 20 anos atrás um longa-metragem alemão que impactaria os amantes da sétima arte com um recorte profundo, inteligente, divertido e emocionante do final da década de 80 quando após a queda do famoso Muro de Berlim uma família se blinda de mentiras por conta de uma situação peculiar, transformando um quarto numa espécie de museu de recordações de um tempo que nunca mais iria voltar. Adeus, Lenin! dirigido por Wolfgang Becker, transforma sua brilhante narrativa em uma aula de história e também de amor, entre um filho e sua mãe.

 

A Queda

O luto pra falar sobre medo. O medo para falar de sobrevivência. Buscando instigar nossos pensamentos em relação à situações extremas, principalmente e implicitamente nos fazendo responder sobre o que faríamos em uma determinada situação à mais de 600 metros do chão, A Queda é um drama que aborda a sobrevivência, a amizade, o luto, o trauma e os conflitos que surgem entre duas amigas que se colocam em uma situação extrema.

 

Las Fieras

Na trama, ambientada na parte da Argentina na região da Patagônia, conhecemos o casal Clara (Mariana Anghileri) e Julián (Andrés Ciavaglia), que resolvem fazer uma viagem até as terras do pai do primeiro já que o mesmo está em estado terminal. A questão que se soma é a de que algumas questões mal resolvidas pelo dono daquelas terras acabam explodindo em Julián, o levando para um provável dilema e relações conturbadas, distantes e inconsequentes com os funcionários do pai.

 

O Abismo

Na trama, acompanhamos a história de Frigga (Tuva Novotny), uma mulher de atitude, mãe de dois, chefe de segurança de uma mina subterrânea Kiirunavaara, situada na cidade de Kiruna. Quando rachaduras enormes vão aparecendo pela cidade, Frigga embarca em uma jornada de sobrevivência tendo que lidar com o sumiço do filho Simon (Edvin Ryding), a recente chegada do novo namorado Dabir (Kardo Razzazi), o relacionamento conturbado com o ex Tage (Peter Franzén) e os embates com a filha Mika (Felicia Truedsson).

 

Até Amanhã

Na trama, acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.

 

Between Two Dawns

Na trama, conhecemos Kadir (Mucahit Kocak), um jovem empresário que trabalha nos negócios da família desde que terminou seus estudos, uma fábrica inclusa na indústria têxtil. Tudo ia bem na vida do personagem, inclusive está mega apaixonado pela futura noiva, até que em um dia, durante uma rodada de negócios via Skype, algo acontece na fábrica. Um grave acidente com um dos funcionários leva a família a tomar atitudes que entram em conflito com o que Kadir pensa, principalmente sobre a questão humana e moral. Assim, vamos acompanhando as horas seguintes na nova trajetória de vida que o destino colocou na frente do protagonista.

 

Ama-me

Na trama, conhecemos Musa (Sarp Akkaya) um homem que está preso faz 15 anos e tem a chance da cadeia durante um dia para ir visitar a filha que mal conhece. Ele é escoltado pelo agente penitenciário Sedat (Ercan Kesal), um senhor já bem próximo da aposentadoria. Quando eles chegam até a casa de Musa, algo parece não se encaixar e logo um dilema acompanhará os dois personagens após saberem de algumas verdades.

 

Incêndio MORTAL no novo trailer de ‘O Ônibus Perdido’, drama de sobrevivência com Matthew McConaughey

Apple TV+ divulgou o novo trailer dublado de ‘O Ônibus Perdido‘ (The Lost Bus), drama de sobrevivência estrelado por Matthew McConaughey (‘Clube de Compras Dallas’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 3 de outubro.

Paul Greengrass é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Brad Ingelsby.

A trama acompanha um motorista de ônibus que é obrigado a conduzir um ônibus cheio de crianças para um local seguro durante o incêndio Camp Fire de 2018, que se tornou o incêndio mais mortal da história da Califórnia ao queimar mais de 150 mil acres e causar 86 fatalidades.

America FerreraYul VazquezAshlie AtkinsonSpencer WatsonDanny McCarthy completam o elenco.

O longa é baseado no romance de não-ficção ‘Paradise: One Town’s Struggle to Survive an American Wildfire’, de Lizzie Johnson.

‘Her Private Hell’: Suspense com Sophie Thatcher será para MAIORES por “violência sangrenta”

O suspense ‘Her Private Hell‘ recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores idade.

O longa, estrelado por Sophie Thatcher (‘Acompanhante Perfeita’), foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e forte, conteúdo sexual e linguagem”.

Na trama…

“Em uma metrópole futurista, onde atrizes se reúnem em um hotel luxuoso para filmar um longa-metragem no estilo de ‘Barberella’, um assassino cruel conhecido como Homem de Couro está à solta pela cidade, ceifando a vida de mulheres.”

O longa chegará aos cinemas norte-americanos no dia 24 de julho.

O elenco ainda contará com Charles Melton (‘TRETA’), Kristine Froseth (‘Os Bucaneiros’),  Havana Rose Liu (‘Sem Saída’), Dougray Scott (‘Missão: Impossível 2’), Diego Calva (‘Babilônia’), Aoi Yamada (‘Perfect Days’), Shioli Kutsuna (‘Deadpool & Wolverine’) e Hidetoshi Nishijima (‘Shin Ultraman’).

O cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, conhecido por obras estilizadas e provocativas como ‘Drive‘ e ‘Bronson‘, é responsável pela direção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Esti Giordani.

‘Jogador Nº 1’: Compositor de ‘De Volta Para o Futuro’ fará trilha sonora do filme de Spielberg

O renomado compositor Alan Silvestri é quem comandará a trilha sonora do próximo sci-fi do cineasta Steven Spielberg, ‘Jogador Nº 1’.

O compositor, que possui no currículo as trilhas excepcionais de ‘De Volta Para o Futuro’ e Forrest Gump – O Contador de Histórias’, chega para substituir John Williams.

Williams estava envolvido com a adaptação, mas por conflitos de agenda teve que se retirar. Atualmente ele está trabalhando com Spielberg em seu novo drama, intitulado ‘The Papers’.

‘Jogador Nº 1‘ já está em fase de pós-produção e acredita-se que a trilha sonora será gravada em breve.

 

Estão confirmados no elenco: Mark Rylance, que viverá James Donovan Halliday; Tye Sheridan (‘Como Sobreviver a um Ataque Zumbi’), que viverá o protagonista Wade Watts; Olivia Cooke (‘Bates Motel’) como Art3mis, avatar que a personagem Samantha Cook escolhe no do jogo Oasis; e  Simon Pegg como o cocriador da Oasis, Orgen Morrow.

Gene Wilder (‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’) também é cotado para o elenco. Se assinar contrato, ele viverá James Halliday, criador do jogo OASIS  que escondeu um Easter Egg e montou um concurso para os jogadores.

Na trama, o ano é 2044 e, como o resto da humanidade, o protagonista Wade Watts prefere mil vezes o jogo do OASIS do que o mundo real. Ele garante que esconde as peças de um diabólico quebra-cabeça cuja resolução leva à riqueza incalculável. A chave para o quebra-cabeça são baseadas na cultura do final do século XX e, por anos, milhões de seres humanos têm tentado encontrá-los, sem sucesso.

De repente, Wade consegue resolver o quebra-cabeça e ganha o prêmio, e, posteriormente, deve competir contra milhares de jogadores para conseguir o troféu. A única maneira de sobreviver é ganhar, mas para isso terá que abandonar sua existência virtual e lidar com a vida e o amor no mundo real, que sempre tentou fugir.

A produção estreia em 30 de Março de 2018 nos EUA.

O roteiro foi adaptado por Zak Penn (‘X-Men 2’, ‘O Incrivel Hulk’).

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‘Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas’: Ryan Reynolds responde referência feita a ‘Deadpool’

A animação ‘Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas’ promete trazer uma série de divertidas referências, a começar pelo próprio vilão, que se assemelha muito ao anti-herói Deadpool, chamado Deathstroke/Slade Wilson.

Em reposta à sugestiva escolha, o astro Ryan Reynolds se posicionou sobre a referência em uma rede social, afirmando que Slade Wilson e Wade Wilson não tem nada a ver um com o outro.

Confira:


Confira também o primeiro pôster nacional da animação:

Assista também o divertido trailer da animação:

 

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

‘Dragon Ball Super Broly’ tem 70 minutos de cenas deletadas

Os fãs que já curtiram ‘Dragon Ball Super: Broly‘ nos cinemas terão a oportunidade de conferir muitas outras cenas inéditas, que ficaram de fora do corte final da produção.

Em uma entrevista recente feita à revista Animage, o diretor Tatsuya Nagamine revelou que existem 70 minutos de stroryboards e conteúdos roteirizados que tiveram que ser excluídos da versão final.

Segundo algumas traduções da entrevista, feitas pelo perfil @Deem939 no Twitter, Nagamine teria utilizado o cenário original do criador Akira Toriyama para o filme, trabalhando no storyboard com outros dois artistas. O processo de criação teria demorado dois meses, rendendo 170 minutos de conteúdos prontos.

Para a versão final exibida nos cinemas, o diretor teve que cortar 70 minutos de cenas. A maior parte do material diz respeito a eventos que antecedem a última luta. Conforme a tradução da entrevista, parte do conteúdo conta com um embate entre Raditz e Nappa, além de um momento que destaca a infância de Vegeta e Raditz.

Com os US$ 28,9 milhões arrecadados nos EUA, o filme se tornou a 3ª maior bilheteria da história para um anime no país, atrás de ‘Pokémon 2000‘ (US$ 44 milhões) e ‘Pokémon: O Primeiro Filme‘ (US$ 85,7 milhões)

Além disso, filme ultrapassou a arrecadação de ‘Dragon Ball Evolution‘ (2009), o odiado filme live-action baseado no anime, e se tornou a maior bilheteria da franquia.

‘Dragon Ball Super Broly’ tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Ainda há diversos mercados para o filme estrear, portanto, teremos mais novidades sobre essa bilheteria impressionante para a franquia televisiva.

Crítica | Dragon Ball Super Broly – O Filme: Diverte e entretém, valorizando a franquia!

A Fox Film do Brasil divulgou dois novos comerciais de ‘Dragon Ball Super Broly‘.

Confira, com o trailer:

É o primeiro filme baseado na célebre série Dragon Ball Super e contará a história do Saiyajin desconhecido.

Wendel Bezerra voltará a dublar o Goku.

O Broly do título foi apresentado em ‘Dragon Ball Z: O Poder Invencível‘ e é um dos Saiyajins mais poderosos da história, e cresceu odiando o Goku. O que já se sabe sobre o filme é que irá se passar após a conclusão do Torneio do Poder. Porém, ainda não se sabe detalhes da história.

A animação já está em exibição nos cinemas!

Lançamento do streaming HBO Max não será afetado pelo coronavírus

A chegada do streaming HBO Max é uma das mais esperadas para 2020, mas a atual crescente situação mundial chegou a gerar dúvidas quanto à data de lançamento da plataforma nos Estados Unidos.

A interrupção de projetos, produções cinematográficas e serviços ao redor do mundo sugeriu que isso afetaria até mesmo o desenvolvimento do sistema, acarretando em um adiamento em seu lançamento.

Mas a WarnerMedia não está disposta a comprometer seu cronograma e reiterou que a estreia do streaming HBO Max segue em conformidade. Na semana passada, o presidente do conglomerado (que deixará o cargo em maio), John Stankey, revelou que os trabalhos continuavam, com algumas readequações em virtude do distanciamento social:

“Nós tivemos que reorientar a forma como os nossos negócios operam nesse inexplorado cenário em que vivemos e os nossos líderes maiores estão trabalhando juntos para adaptar e executar a plataforma de maneiras novas”.

E nesta semana, o novo CEO, Jason Kilar, validou a informação previamente compartilhada, reiterando que o serviço chegará ao público no mês de maio.

Confira da HBO Max, anunciando os novos conteúdos que chegam:

Dentre as novas informações, a Warner Bros. confirmou que irá investir em uma nova divisão de filmes para o serviço.

Intitulado Warner Max, o setor será responsável pelo lançamento de 08 a 10 filmes por ano na plataforma de streaming e as produções serão equivalentes aos modelos ‘originais Netflix‘, ou seja, atrações exclusivas.

Além disso, o estúdio pretende impulsionar outras marcas que pertencem à companhia, incluindo as propriedades divididas entre TV e cinema, como as adaptações da DC Comics e projetos desenvolvidos pela New Line e pela HBO.

Através de um comunicado, Toby Emerich, presidente da Warner Bros disse que irá supervisionar a Warner Max ao lado de Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max.

“Estamos comprometidos em criar filmes dinâmicos e atraentes que se baseiam na profundidade e no escopo dos recursos criativos da WarnerMedia. Estamos entusiasmados por ajudar a tornar o HBO Max um destino para os amantes de filmes e a comunidade criativa, ao mesmo tempo em que conquistamos uma vitória em toda a organização WarnerMedia.”, completou Emerich.

Lembrando que a HBO Max estará disponível para os usuários a partir de maio de 2020, e custará US$ 14,99 por mês.

A plataforma vai reunir seus conteúdos originais, como ‘Friends‘, outras séries da The CW, além de vários outros projetos futuros.

Confira algumas das programações originais que estarão presentes no catálogo:

1 – Dune: The Sisterhood

A HBO Max já está preparando uma série spin-off do longa Duna, intitulada Dune: The Sisterhood. A produção é baseada no livro de Frank Herbert, além de ser adaptada do mundo literário criado por Brian Herbert e Kevin Anderson.

A trama acompanha Bene Gesserit, uma misteriosa e mística ordem composta por mulheres, que unem seus poderes graças à magnitude de seus corpos e mentes. Dennis Villeneuve, diretor do reboot de Duna, assume o papel de produtor executivo e vai dirigir o episódio piloto. Ainda não se tem detalhes a respeito do elenco.

2 – Tokyo Vice

Ansel Elgort está dividindo seu tempo entre o cinema e a TV, com seu novo projeto, Tokyo Vice. A série é baseada na autobiografia homônima do jornalista Jake Adelstein, o primeiro repórter não-japonês que trabalhou para um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shinbun.

O jovem ator vai interpretar uma versão fictícia de Adelstein e a série vai contar com 10 episódios, que serão dirigidos por Daniel Cretton, recém contratado para dirigir a adaptação dos quadrinhos de Shang-Chi.

3 – The Flight Attendant

The Big Bang Theory pode ter chegado ao fim, mas a atriz Kaley Cuoco não perdeu tempo em se engajar em um novo projeto. Mantendo sua carreira nas telinhas, ela vai estrelar a série The Flight Attendant, feita em parceria com sua produtora Yes, Norman Productions. Além de atuar, ela também assume a função de produtora executiva, ao lado de Greg Berlanti.

A série é baseada no livro homônimo de Chris Bohjalian e acompanha a história da comissária de bordo, Cassandra Bowden, que acorda em um quarto de hotel em Dubai ao lado de um morto. De volta à sua casa, em Nova York, ela será abordada pelo FBI, que possui muitas perguntas sobre o misterioso corpo encontrado.

4 – Love life

Anna Kendrick e Paul Feig se unem novamente para trabalhar juntos, só que dessa vez em uma série de TV. Depois de Um Pequeno Favor, eles voltam a ser parceiros, na comédia romântica Love Life. A produção será uma antologia, o que significa que em breve novos nomes de peso podem ser anunciados para o projeto.

Sua primeira temporada terá 10 episódios curtinhos, com uma média de meia hora de duração cada.

5 – Station Eleven

Station Eleven é uma adaptação do livro homônimo de Emily St. John Mandel e traz uma narrativa de cunho pós-apocalíptico, que acompanha uma misteriosa doença que passa a assolar os Estados Unidos. A trama foca na luta pela sobrevivência que os personagens vão travar, em virtude da forte contaminação que tem tomado todo o país.

A produção será adaptada por Patrick Somerville (‘Maniac‘, ‘The Leftovers‘) e conta com Hiro Murai (‘Atlanta‘) à frente da direção. A primeira temporada terá 10 episódios.

6 – Made For Love

Ainda em estágio bem inicial, a nova série é uma adaptação do livro homônimo de Alissa Nutting, lançado em 2017. A trama acompanha a história de uma jovem mulher, Hazel, que passa a morar com seu pai, após conseguir escapar do complexo high-tech de seu ex-namorado – o empreendedor Byron Gogol, que a mantinha sob vigilância e sob um obsessivo monitoramento. Mesmo escapando, Hazel não está segura, justamente porque o obcecado rapaz está disposto a fazer de tudo para tê-la de volta sob o seu domínio.

Made of Love terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada. A produção será dirigida por S.J. Clarkson, que já trabalhou com as séries Jessica Jones e Os Defensores.

7 – Gremlins

Os cinéfilos que cresceram nos anos 80 e 90 conhecem muito bem a história desses bichinhos fofinhos, que viravam monstrinhos devoradores de absolutamente tudo. E agora os Gremlins vão migrar para as telinhas, com novas aventuras que visam apresentar esse clássico produzido por Spielberg para uma nova geração de crianças.

A nova produção será feita no formato de animação e se passará na década de 20, em Xangai. Nessa prequela, acompanhamos a infância de Sam Wing, conhecido pelos fãs do longa original como o Avô, o senhorzinho dono da peculiar loja de Chinatown. No desenho, veremos o personagem no auge dos seus 10 anos, logo quando ele conhece Gizmo.

Nessa nova aventura, Sam se une à ladra de rua Elle e juntos o trio percorrerá pelos campos chineses a fim de que Gizmo e sua família possam se reencontrar. A produção terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada.

 

‘Liga da Justiça’: Snyder Cut ganha várias e inéditas imagens dos bastidores; Confira!

O Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ teve sua estreia na última quinta-feira (18) e já se consolida como um sucesso de público e crítica.

E para comemorar o lançamento, a HBO Max compartilhou uma série de inéditas imagens dos bastidores, que destacam o clima amistoso entre o elenco e o cineasta Zack Snyder ao longo das gravações.

Confira:

Sobre Liga da Justiça 2 e 3

Durante uma entrevista para o CBM, Zack Snyder revelou algumas ideias para ‘Liga da Justiça 2 e 3‘, incluindo uma viagem no tempo ligada à cena do Flash em ‘Batman vs Superman‘.

Para quem não se lembra, o Flash aparece num pesadelo de Bruce Wayne e a cena indica que o velocista voltou no tempo para alertar o bilionário sobre uma possível ameaça, mas isso nunca foi explicado.

No entanto, a importância do pesadelo seria explorada em ‘Liga da Justiça 2‘.

“Aquela cena teria uma explicação lógica… No futuro, a Liga da Justiça já estaria formada, e o Flash seria enviado ao passado para alertar Bruce sobre a queda do Superman, que acabaria sendo controlado por Darkseid através da equação anti-vida… Havia duas possibilidades, numa delas, o Flash é enviado cedo demais [como vimos em ‘Batman v Superman‘], na outra, ele seria enviado ao momento certo.”

O cineasta também explicou o significado da frase do Flash, que menciona Lois Lane como uma espécie de ‘chave’…

“Quando o Flash é enviado para essa nova linha do tempo, ele vai para um momento mais próximo do futuro que ele estava tentando impedir… Nesse futuro, Lois Lane é morta, e ela era a única capaz de recuperar a natureza humana do Superman. Com Lois a salvo, o grupo teria uma chance de reverter o domínio de Darkseid sobre o Superman.”

Snyder afirmou que ‘Liga da Justiça 3‘ iria introduzir um novo Batman, revelando que o manto do herói seria assumido pelo jovem Bruce Kent, filho do Superman com a Lois Lane, após a morte do Bruce Wayne (Ben Affleck).

“O novo Batman seria o filho da Lois e do Superman. Ele não tem poderes, então ele acabaria se tornando o novo Batman.”

Ele completa, “Vinte anos depois, no aniversário da morte do Batman, eles levariam o jovem Bruce Kent para a Batcaverna e diriam: ‘Seu tio Bruce teria orgulho em ver você assumindo seu manto’. Algo assim.”

Vale destacar que o Snyder indicou a possibilidade de um filho entre Clark Kent e Lois Lane na nova versão de ‘Liga da Justiça‘. Além disso, o novo corte do filme traz uma conclusão muito mais palpável para a relação entre o Bruce e o Clark, que acabam se tornando grandes amigos.

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

O filme de quatro horas está recebendo críticas bastante positivas e se tornou a produção da DC com a melhor nota do público da história do Rotten Tomatoes.

Com mais de 6 mil avaliações publicadas, o filme recebeu 97% de aprovação dos espectadores.

Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.

Além disso, o filme tem 78% dos críticos profissionais com 160 reviews publicadas.

Assista a nossa crítica em vídeo:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado 

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

Crítica | Run Rabbit Run: Terror da Netflix com Sarah Snook poderia ser espetacular, mas é apenas um recorte solto de bons momentos

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Na quietude de uma Austrália cercada por territórios inóspitos, Sarah é uma médica e mãe solo que luta com seu tenebroso passado. Solitária e com uma filha de sete anos, ela ocupa os extensos vazios de sua mente com suas memórias, que a assombram em meio a flashes misteriosos e pouco explicativos. E tão vazia como a maior parte do território australiano, a protagonista vivida por Sarah Snook se torna um contraste em tela, diante de uma bela fotografia que faz um paralelo entre a inexistência humana e a inexistência da alma de uma mulher marcada por uma monstruosa história.

Sarah Snook appears in Run Rabbit Run by Daina Reid, an official selection of the Midnight section at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute. | Photo by Sarah Enticknap. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or ‘Courtesy of Sundance Institute.’ Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Run Rabbit Run foi adquirido pela Netflix no Festival de Sundance 2023 e traz a brilhante atriz de Succession à frente de um terror angustiante, intrigante, mas… feito pela metade. O longa da cineasta Daina Reid é simples, mas psicologicamente ambicioso. Mantendo as principais perguntas sempre acesas na mente da audiência, a roteirista Hannah Kent tenta construir um filme de gênero, nos conduzindo para caminhos que se bifurcam ao final de seu segundo ato. Mas embora o esqueleto original da trama seja excelente, o longa peca por não saber aproveitar sua primeira metade. Prolixo, extremamente lento e com uma tensão pouco trabalhada em tela, ele nos deixa à deriva e até mesmo desinteressados.

Aqui, Sarah é confrontada sobre seu passado quando sua pequena filha começa a apresentar um comportamento bizarro. Inexplicavelmente, a pequena Mia se torna um poço de memórias de uma identidade passada que se conectam aos traumas da protagonista. Fazendo uma combinação entre um suspense psicológico e um terror mais soturno, Run Rabbit Run poderia ser genuinamente espetacular. Brincando com a mente da protagonista, sem entregar demais, Kent tem os elementos certos para construir um roteiro convidativo, que siga os mesmo caminhos narrativos do sensacional Baby Ruby (estrelado por Kit Harington). E ainda que acerte em diversos momentos, por se estender demais em seu primeiro ato de forma repetitiva, a produção beira o entediante e corre o risco de perder a nossa atenção.

Sarah Snook and Lily LaTorre appear in Run Rabbit Run by Daina Reid, an official selection of the Midnight section at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute. | Photo by Sarah Enticknap. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or ‘Courtesy of Sundance Institute.’ Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Mas é inegável que o thriller psicológico tem um potencial gigantesco. Com um clímax realmente poderoso e revelador, Run Rabbit Run recupera o seu fôlego com perspicácia, nos atrai para dentro da trama e nos deixa na expectativa por um final avassalador. E os grandes trunfos da produção são exatamente Snook e a pequena Lily LaTorre, que dominam as telas com performances maravilhosas. A primeira vai ainda mais além, com uma caracterização surpreendente. Com olhar confuso e um profundo ar de cansaço que pauta seus movimentos, seus suspiros e sua linguagem corporal, ela é a essência do que é uma atuação excepcional. Exemplar em todos momentos, ela personifica a complexidade de uma mulher cuja mente está em frangalhos.

No entanto, ainda que o thriller recupere o seu fôlego em seus 40 minutos finais, Reid e Kent desperdiçam muito tempo de tela e entregam um filme feito de recortes soltos de bons momentos. Nunca constante em sua proposta psicológica, a produção é incapaz de alcançar todo o seu potencial, o que é uma pena. Entre instantes poderosos, longas repetições narrativas e um final mediano, Run Rabbit Run é a sombra do que de fato poderia ter sido. É frustrante? Sim. É uma oportunidade totalmente perdida? Não. Mas garanto que indignará muitos assinantes da Netflix.

Cannes 2023 | Conheça TODOS os BRASILEIROS no Festival

Desde o anúncio da Seleção Oficial do Festival de Cannes em meados de abril, o CinePOP aguardou a revelação de todas as mostras paralelas e os curtas-metragens para reunir em um artigo todos os representantes brasileiros da 76º edição do mega evento cinematográfico, realizado de 16 a 27 de maio, na França.

Os primeiros nomes divulgados foram Kleber Mendonça Filho, Karim Aïnouz e Renée Nader Messora, todos já participantes do evento. Por outro lado, outros artistas do nosso país participarão do evento, são eles: Lillah Halla (Levante), Pedro Vargas (Solos), Alice Braga (Hypnotic), Carol Duarte (La Quimera), Aída Marques e Ivelise Ferreira (Nelson Pereira dos Santos – Vida de Cinema).

Vamos dissecar cada um deles abaixo:

Os Diretores(as)

Karim AïnouzFirebrand (Competição Oficial)

O único brasileiro com chance de ganhar a Palma de Ouro deste ano é Karim Aïnouz. Caso o prêmio seja concedido ao seu filme, no entanto, a vitória não será do nosso país. Produção britânica, Firebrand é o primeiro projeto completamente internacional do cineasta de Fortaleza. Após o sucesso A Vida Invisível de Eurídice Gusmão na mostra Un Certain Regard 2019 e do documentário intimista O Marinheiro das Montanhas na Cannes Première em 2021, as expectativas são altas. 

Encabeçado por Jude Law e Alicia Vikander, o longa conta a história de Katherine Parr, a sexta e última esposa de Henrique VIII. Nomeada regente durante as campanhas militares do marido, Katherine tenta influenciar os conselheiros do rei em direção a um futuro baseado em crenças protestantes. Paranóico e doente, o rei acusa uma amiga de infância da esposa de traição e a envia para a fogueira. Horrorizada e secretamente em luto, Katherine luta pela sua própria sobrevivência.

Kléber Mendonça Filho – Retratos Fantasmas (Cannes Première)

Desde a grande estreia de Aquarius [e seu polêmico protesto no tapete vermelho contra o impeachment de Dilma Rousseff ] na Seleção Competitiva 2016, Kléber Mendonça Filho é figurinha carimbada na Croisette de quase dois em dois anos. Em 2019, novamente na Competição Oficial, com Bacurau, ele levou o Prêmio do Júri. Em 2021, o cineasta esteve do outro lado da moeda como membro do júri responsável por premiar Titane, de Julia Ducournau, com a Palma de Ouro.

Em Sessão Especial, Kleber apresenta o documentário Retratos Fantasmas, uma homenagem aos grandes cinemas do centro do Recife do século XX. Atualmente, segundo o diretor, esta zona da cidade é um sítio arqueológico que revela aspectos perdidos da vida em sociedade e outras histórias. Este é o segundo documentário do diretor após Crîtico (2008), uma discussão entre críticos e diretores sobre o porvir da sétima arte. 

Por coincidência, este ano Kléber Mendonça Filho está presente em um projeto parecido da diretora italiana Lubna Playoust. Em sessão apenas um dia na mostra Cannes Classic, Chambre 999 reúne o depoimento de 30 cineastas contemporâneos da edição de 2022, entre eles: Wim Wenders, James Gray, Rebecca Zlotowski, Claire Denis, Olivier Assayas, Asghar Farhadi e Alice Rohrwacher.

Renée Nader Messora – A Flor de Buriti (Un Certain Regard)

Ao lado do cineasta português João Salaviza, a diretora brasileira Renée Nader Messora ganhou o prêmio do Júri com Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, na mostra Un Certain Regard em 2019. Repetindo a parceria vencedora, o casal voltam a debruçar-se sobre a temática da cultura indígena em A Flor de Buriti, novamente na Un Certain Regard

Nesta nova aventura, os cineastas lusófonos mostram o povo indigena Krahô e sua perseverança diante de intermináveis conflitos por meio de seus ritos ancestrais, o amor à natureza e à liberdade. Desse modo, os Krahô inventam constantemente novas formas de resistência frente às dificuldades.

Lillah Halla – Levante (Semaine de la Critique) 

Com seu primeiro longa-metragem, Levante, Lillah Halla apresenta na Semaine de la Critique em Cannes um potente debate sobre o corpo feminino e a sociedade. O tema também esteve presente no seu curta-metragem Menarca (2020), selecionado igualmente na Semana da Crítica daquele ano. Seu segundo longa já está em produção e se chamará Flehmen.

Em Levante, Sofia, uma promissora jogadora de vôlei de 17 anos, descobre que está grávida na véspera de um campeonato que pode selar seu destino. Desse modo, ela busca um aborto ilegal e vê-se alvo de um grupo fundamentalista determinado a impedi-la a todo custo. Qualquer semelhança com a realidade brasileira não é mera coincidência. 

Pedro Vargas – Solos (Cinef – Curta/Estudante)

Numa mistura de ficção científica e crítica social, o aspirante a cineasta Pedro Vargas faz sua estreia em grande estilo em La Cinef, a mostra paralela de filmes universitários durante o Festival. Estudante da FAAP, o jovem paulista é o único latino-americano na competição composta por 16 filmes. 

Projeto de conclusão de curso, Solos acompanha a descoberta de Leonardo (Jorge Neto), um jovem pedreiro no trabalho. Ele começa a escutar um misterioso som vindo do chão durante uma obra. Segundo Vargas, o filme mistura os temas expansão imobiliária e ancestralidade. 

As Atrizes 

Alice BragaHypnotic (Sessão da Meia-Noite)

Sob direção de Robert Rodriguez (Planeta Terror), Alice Braga marca presença no Festival de Cannes, na Sessão da Meia-Noite. Ao lado de Ben Affleck, a brasileira mais famosa de Hollywood vive a clarividente Diana Cruz. Com uma mistura de gêneros, como policial, suspense e mistério, o Hypnotic promete quebra-cabeças e reviravoltas. 

Desta vez, a atriz não subirá o Tapete Vermelho da Croisette, mas já esteve nele algumas vezes com Cidade Baixa (2005), Ensaios sobre a Cegueira (2008) e Ardor (2014).

Carol Duarte – La Quimera (Competição Oficial)

Depois do sucesso de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, na mostra Un Certain Regard, Carol Duarte volta ao festival na Mostra Competitiva. Dessa vez, a atriz atua para a câmera da diretora italiana Alice Rohrwacher. No drama, Carol Duarte dá vida à estrangeira Itália ao lado de Isabella Rossellini e Josh O’Connor (da série The Crown). 

Na disputa pela Palma de Ouro, La Quimera retrata o tema da pilhagem arqueológica e a venda ilícita de artefatos históricos. O lema do filme é: “Todo mundo tem sua própria quimera, algo que eles tentam alcançar, mas nunca conseguem encontrar.” Para os protagonistas desta narrativa, ladrões de bens funerários antigos e maravilhas históricas, a “quimera” significa a redenção do trabalho e o sonho de fortuna fácil. 

Homenagem

Nelson Pereira do Santos – Vida de Cinema (Cannes Classics) 

Do lado dos Clássicos do Cinema, o Brasil comparece com o documentário Nelson Pereira dos Santos – Vida de Cinema, das diretoras Aída Marques e Ivelise Ferreira. A obra mostra o homem “precursor do Cinema Novo” por detrás da câmara, os seus pensamentos e os seus sonhos. Vale lembrar que seu legado reflete a riqueza da cultura brasileira no mundo inteiro.

No Festival de Cannes, Nelson Pereira dos Santos concorreu à Palma de Ouro três vezes, com Vidas Secas (1963), O Alienista (1970) e O Amuleto de Ogum (1974), além de Quem é Beta? (1973), Como Era Gostoso o Meu Francês (1971) e Memórias do Cárcere (1984) na Quinzena dos Realizadores. Em 2012, Música Segundo Tom Jobim foi exibido durante uma sessão de homenagem ao cineasta no evento.

Fique de olho na cobertura do CinePOP no Festival de Cannes direto da Croisette a partir de 16 de maio.

‘O Chamado’: Samara persegue fã pela casa com aplicativo de realidade aumentada

Um fã criativo deO Chamado resolveu recriar a icônica cena da Samara Morgan saindo da TV, utilizando um aplicativo da Apple de realidade aumentada.

Com esse ARKit, a vilã fica em três dimensões e persegue o programador pela sua casa. Assista ao vídeo-teaser que é, no mínimo, aterrorizante:

Infelizmente o app não está liberado para ser baixado e, apesar do visual ainda ser muito artificial, dá para ter uma ideia de como seria se tivesse assistido o VHS amaldiçoado. E você, teria coragem?

‘Abaixo de Zero’: Hulu está desenvolvendo reboot de clássico com Robert Downey Jr.

O serviço de streaming Hulu avançou no desenvolvimento do seriado ‘Abaixo de Zero’, baseado no best-seller de Bret Easton Ellis, que virou um filme em 1987.

O protagonista será Austin Abrams, de The Walking Deade ‘Cidades de Papel’.

O filme clássico contava com Andrew McCarthy, Robert Downey Jr., Jamie Gertz e James Spader nos papéis principais. Abrams foi escalado para reprisar o papel de Clay, vivido por McCarthy.

A trama acompanha três amigos que se encontram após a graduação, mostrando a dinâmica da amizade e os laços amorosos entre os personagens. Clay evita de qualquer maneira se aproximar de Blair, em respeito a amizade que os dois têm com Julian. No entanto, essa história pode ter um final trágico.

A produção-executiva fica por conta de Craig Wright (Lost) e a série ainda não possui data de lançamento.

 

Lembra dele? | ‘Para Maiores’, o compilado de humor politicamente incorreto, completa 10 anos

Existe um consenso entre a crítica de que filmes com muitos roteiristas e diretores não é bom sinal. Isso porque eles costumam conflitar suas ideias e criar obras sem coesão, que mais confundem do que prendem o público. E o filme sobre o qual vamos falar hoje é um grande amontoado de alguns dos melhores nomes da comédia norte-americana que é tão ruim, mas tão ruim, que além de parte do elenco ter tentado pular fora do projeto com o barco andando, acabou sendo considerado pela crítica como um dos piores filmes de todos os tempos: a comédia Para Maiores.

Vendido como a comédia mais ambiciosa da história, Para Maiores reuniu nada menos que 14 diretores para dirigirem 15 esquetes que são unidas por uma trama principal idiota de um grupo de adolescentes bobalhões tentando zoar o irmão mais novo de um deles, que passou os últimos anos pregando peças neles. O problema é que eles mentem sobre um tal de “Filme 43”, que teoricamente seria o responsável pelo apocalipse. Enquanto eles buscam on-line pelo longa, o público assiste às tramas antológicas. O mais curioso disso tudo é que a trama principal é dirigida por Peter Farrelly (Green Book), que acabou conectando tudo por meio dessa aventura distópica adolescente. E no final das contas, o corte final excluiu duas das esquetes, que podem ser vistas apenas nos bônus dos DVD e do Blu-ray do filme, totalizando 13 esquetes no corte final, sendo 12 inseridas ao longo do filme e uma funcionando como uma “cena pós-créditos”.

E mesmo sendo legitimamente ruim, o filme ainda conseguiu emplacar algumas esquetes engraçadas que viralizaram na internet e iludiram alguns desavisados a assistir essa bizarrice. Daqui pra baixo, vamos lembrar um pouquinho desses “curtas”. Se você pretende assistir ao longa, pode ser que encontre alguns spoilers a partir de agora.

The Catch

Dirigido por Will Graham (Daisy Jones & the Six) e estrelado por Kate Winslet e Hugh Jackman, a primeira história é uma típica comédia romântica sobre uma mulher que não se abre muito para relacionamentos, mas aparentemente encontra o homem perfeito e marca um encontro com ele. Chegando lá, tudo ia bem, até que ele tira o cachecol, revelando um escatológico saco escrotal no pescoço. A coitada, obviamente, entra em desespero, principalmente quando todos ao redor parecem não perceber que o rapaz tem as bolas na cara.

Homeschooled

O segundo filme é dirigido por Steve Carr (A Creche do Papai) e estrelado por Naomi Watts e Liev Schreiber. A história segue uma família norte-americana que decide educar seu filho em casa para preveni-lo das maldades do mundo exterior. Assim, eles tentam simular um ambiente escolar completo para o garoto, com aulas, interações sociais, bullying e até o primeiro beijo. É uma história que se baseia no humor desconfortável.

The Proposition

Baseada no humor escatológico, essa esquete do diretor Griffin Dunne (Viciados no Amor) segue um típico casal dos subúrbios que decide levar o relacionamento para outro nível. Só que cada um tem seu próprio conceito do que é essa próxima etapa. Para ele, é propor a menina em casamento, enquanto para ela… Bem, é pedir que ele faça cocô nela durante o sexo. O pedido incomum deixa o coitado em choque, tanto que ele pede ajuda aos amigos para saber o que fazer. Decidido que ela é a mulher de sua vida, ele castiga na comida mexicana e toma uma potente dose de laxante para consolidar sua relação. O mais engraçado disso tudo é que o casal é interpretado por Chris Pratt e Anna Faris, que eram um casal de verdade na época.

Veronica

A esquete de Steven Brill (A Herança de Mr. Deeds) segue um caixa de supermercado adolescente que é surpreendido pela ex-namorada aparecendo no seu emprego. Eles começam a discutir o relacionamento, entrando em detalhes completamente nojentos e desnecessários de suas intimidades, até que eles decidem voltar. O problema é que todas as porcarias que eles falaram foram transmitidas pelo microfone geral do mercado, que estava ligado. O filme é estrelado por Kieran Culkin (Succession) e Emma Stone (La La Land). Felizmente, o tempo fez bem para esses dois, que não se submetem mais a esse tipo de papel hoje em dia.

Superhero Speed Dating

Inspirado nos heróis da DC, esse curta de James Duffy (Robin’s Big Date) segue o Robin (Justin Long) no primeiro encontro com a Supergirl (Kristen Bell), em que tudo dá errado. Conforme a história se desenrola, o Batman (Jason Sudeikis) aparece para tentar ajudar o garoto-prodígio, mas só atrapalha tudo. O Superman (Bobby Cannavale) também dá as caras, assim como a Lois Lane (Uma Thurman) e a Mulher-Maravilha (Leslie Bibb), todos querendo dar pitaco no encontro dos heróis, que termina da forma mais bizarra possível.

iBabe

Estrelado por Richard Gere, essa esquete fez com que o ator quisesse abandonar o filme no meio das gravações depois de perceber o tamanho da furada em que tinha se metido. Na trama, Gere interpreta o CEO de uma empresa de tecnologia, cujo novo lançamento, o iBabe, está sofrendo com um problema grave: seus usuários estão tendo seus pênis decepados. Isso porque o iBabe é praticamente um iPod inserido no corpo artificial de uma mulher nua. Assim, eles debatem sobre quais mudanças devem ser feitas para evitar que o problema se repita, mas enquanto uma cientista tenta argumentar sobre a falta de ética de vender um aparelho de música em forma de mulher pelada em forma, eles ficam discutindo sobre coisas fúteis, como a cor e os formatos dos corpos.

Machine Kids

Com jeitão retrô, o filme também traz dois comerciais. O primeiro é escrito e dirigido por Jonathan van Tulleken (Reprisal) e fala sobre um grupo de crianças preso em uma máquina de lavar.

Tampax

Já o segundo comercial é uma paródia dos comerciais de TV. Aqui, o diretor Patrik Forsberg (Rymdresan) constrói um comercial que parece ser um daqueles de perfume, mas logo se mostra um anúncio de absorventes femininos. O problema? Ele se passa em uma praia infestada de tubarões.

Middleschool Date

Essa esquete é tão idiotamente engraçada, que acabou se tornando o grande chamariz do filme, viralizando, na época, no Facebook. Com direção de Elizabeth Banks (O Urso do Pó Branco), o filme mostra um casal de crianças prestes a dar o primeiro beijo. Só que, para a infelicidade da menina (Chloë Grace Moretz), ela tem sua primeira menstruação e mancha o sofá da casa do garoto, que não faz ideia do que está acontecendo e entra em desespero. Para piorar, ele pede ajuda para o irmão mais velho (Christopher Mintz-Plasse), que também não faz ideia do que fazer com a situação, enquanto seu irmão caçula acha que a namoradinha está morrendo. É uma sequência caótica e hilária que representa o pesadelo de toda menina na primeira menstruação, com direito a sangue na parede e nenhuma mulher ao redor para ajudá-la.

Happy Birthday

Dirigida por Brett Ratner (A Hora do Rush) e estrelada pelo elenco dos sonhos de qualquer filme de comédia sacana dos anos 2000, com direito a Seann William Scott (American Pie), Johny Knoxville (Jackass) sendo melhores amigos e Gerad Butler (300) interpretando um duende, a esquete acompanha dois melhores amigos em crise porque um pegou a mulher do outro. Assim, o traidor decide se desculpar capturando para o amigo um duende, que está preso em seu porão. Agora, eles vão começar a torturá-lo até ele dizer onde está seu pote de ouro. É cheio de violência e xingamentos explícitos.

Truth or Dare

Com direção de Peter Farrelly, esse filme traz Halle Berry e Stephen Merchant como dois adultos deslocados que marcam um encontro às cegas por aplicativo. No restaurante, o encontro não ia lá muito bem, mas tudo muda quando eles decidem brincar de “Verdade ou Consequência”. Conforme eles vão se desafiando a fazer as coisas mais absurdas possíveis, que vão desde comer o bolo de aniversário de uma criança até fazer uma cirurgia plástica para ficar com traços asiáticos, eles vão se entendendo melhor, fazendo desse um encontro inesquecível.

Victory’s Glory

A última esquete é uma clássica conversa motivacional de um treinador para seu time de basquete universitário antes de um jogo decisivo contra adversários brancos. Porém, em vez dele motivar os jogadores por meio de suas histórias de vida, ele apenas ressalta que eles são negros e começa a falar coisas como “seu pau é do tamanho do antebraço do seu adversário”. Se você achou essa frase familiar, é porque o áudio dessa esquete viralizou recentemente no TikTok. Ele é dirigido por Rusty Cundieff (Chappelle’s Show) e estrelado por Terrence Howard (Empire).

Beezel

Escrito e dirigido por um até então quase desconhecido James Gunn, Beezel é uma história contada como pós-créditos do filme, sobre um casal que vive uma crise ocasionada pelo gatinho ciumento do rapaz, que é apaixonado pelo dono (Josh Duhamel). E não pense em paixão clássica de um tutor e seu pet, o gato de desenho animado sonha com beijos calorosos e se masturba com fotos de sunga do rapaz. E a única pessoa que nota essas bizarrices é a namorada (Elizabeth Banks), que fica com a imagem de louca.

Excluídas

The Pitch

Estrelada por Dennis Quaid, Greg Kinnear e Seth MacFarlane, essa sequência aqui não é exatamente uma cena excluída. Na verdade, ela substitui a “trama principal” dos adolescentes na versão lançada nos EUA. Porém, a versão dos adolescentes buscando o “Filme 43”, lançada no resto do mundo, acabou se tornando a versão oficial. Em The Pitch, Quaid é um roteirista que tenta conectar as tramas de suas esquetes ruins para criar um filme. Para isso, ele ameaça produtores e atores, enquanto tenta vender sua ideia. Ele funciona por meio da metalinguagem e consegue amarrar bem melhor as maluquices dessas esquetes. Infelizmente, essa versão é praticamente impossível de achar.

Find Our Daughter

Por fim, Find Our Daughter era uma esquete que trazia Bob Odenkirk (Better Call Saul) como diretor e roteirista, além de ser estrelada por Julianne Moore. A trama é bastante inusitada, já que acompanharia uma família estranha, cuja filha desapareceu misteriosamente. Para complicar mais as coisas, a única foto que eles têm para identificar a garota são dos peitos dela mostrados em um vídeo.

O filme foi um fracasso colossal e grande parte do elenco se envergonha até hoje de ter feito parte dele. No final, ele conquistou impressionantes três Framboesas de Ouro, a premiação para os piores filmes da temporada, incluindo Pior Filme. E dá para perceber que é um longa tão ruim que mesmo após uma década de seu lançamento, ele jamais passou por qualquer tipo de revisionismo de algum ser humano solitário tentando justificar alguma suposta qualidade da obra. Não, todos aceitaram que é terrível e segue assim até hoje.

Para Maiores está disponível na Netflix.

 

É fã de Agatha Christie? Conheça o Mistério Cômico com elenco ESTELAR que estreou no Star+

Não é à toa que o título de “rainha do crime” foi conferido à escritora britânica Agatha Christie. Autora de dezenas de títulos extremamente populares na virada dos séculos XIX e XX, seus livros continuam em alta mesmo hoje, cerca de cem anos depois, ganhando adaptações audiovisuais em diversos formatos. É como se Agatha Christie fosse uma grande novidade, sensação do momento no mundo hollywoodiano, sendo citada direta ou indiretamente em muitas produções e ganhando filmes e séries inspiradas em seus livros. A mais nova adaptação desse universo é ‘Veja Como Eles Correm’, filme com grande elenco que chegou a estrear nos cinemas lá fora, mas que aqui no Brasil chegou diretamente na plataforma da Starplus nessa virada de ano.

Assista ao trailer:

Durante a comemoração da 100a apresentação da peça ‘A Ratoeira’, de Agatha Christie, elenco, convidados e produção se reúnem em uma grande festa. Porém, após arrumar confusão com o protagonista do espetáculo, Leo Kopernick (Adrien Brody), diretor do novo filme baseado nessa história, é encontrado morto no cenário. Primeira a chegar na cena do crime, a policial Stalker (Saoirse Ronan), fã do mundo do cinema, mal pode conter sua emoção de estar no caso, mas quando o investigador Stoppard (Sam Rockwell) chega, a realidade bate à porta: todos os presentes são suspeitos do homicídio. Na busca pelo misterioso assassino de sobretudo e chapéu, realidade e ficção se misturarão em uma intrincada história onde nem mesmo a própria autora escapa.

Em uma hora e quarenta de duração, ‘Veja Como Eles Correm’ presta uma grande homenagem a esta que é uma das maiores escritoras de entretenimento do mundo. Entretanto, ao contrário dos envolventes livros da autora, ao longa de Tom George falta-lhe ritmo, falta-lhe aquele ingrediente tão especial nas histórias de mistério de Agatha. Por optar em usar a metalinguagem como seu principal elemento condutor (ou seja, quando a história fala da própria história), o roteiro de Mark Chappell perde potência pois toda hora que a trama parece avançar, ela para e volta em flashbacks, tentando se auto-explicar para os personagens e para o espectador. No fim de uma hora a gente já se sente meio aborrecido com a condução dos protagonistas.

O par de investigadores ajuda a construir uma sensação no espectador de que estamos sendo subestimados: enquanto Stoppard é um machistinha que adora beber (característica que não influencia no enredo), Stalker é excessivamente infantil e faladeira, o que reforça não só o estereótipo das personagens como também cria um abismo entre elas, tornando difícil ao espectador acompanhar esses dois condutores da história por falta de carisma neles.

Ainda assim, ‘Veja Como Eles Correm’ é esteticamente bonito, com cores muito marcantes, uma boa produção de arte e brinca, de maneira fabulesca, com a técnica mais famosa de crime e mistério tão bem usada pela rainha do crime. Suco de entretenimento para quem quer se divertir no fascinante mundo de Agatha Christie.

‘Army of the Dead’: Ray Fisher declara seu apoio a Zack Snyder pelo seu novo filme

Ray Fisher, um dos astros de Liga da Justiça, está bem animado em ver o diretor Zack Snyder voltar para a cadeira de direção com o remake de ‘Army of the Dead’.

O apoio a Snyder ocorreu via seu Twitter pessoal. O ator, que deu vida a Ciborgue, repostou um artigo escrito pela The Hollywood Reporter, que detalhava o novo longa-metragem de zumbis e trazia o nome de Snyder.

Confira:

https://twitter.com/rehsifyar/status/1090409049902837760

Snyder havia deixado sua carreira de lado pouco antes do lançamento de Liga da Justiça, em 2017, devido a tragédias familiares. Nesse meio-tempo, ele voltou para a internet com vídeos exclusivos sobre sua visão funesta para a DCEU.

Agora, o diretor foi chamado para trabalhar pela primeira vez dentro da Netflix.

Não há data prevista para o lançamento do filme.

‘9-1-1: Lone Star’: Série derivada contrata mais quatro nomes para o elenco

Segundo a VarietyNatacha KaramBrian Michael SmithRafael SilvaJulian Works foram elencados em 9-1-1: Lone Star’. Seus papéis, entretanto, ainda não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente anunciados Ronen Rubinstein, Sierra McClain, Rob LoweLiv TylerJim Parrack. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen Strand que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.

Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.

Parrack será Judd, um bombeiro texano marcado pela tragédia. Rubinstein será TK Strand, o filho adulto de Owen; McClain, por sua vez, será Grace Ryder, operadora do centro de bombeiros e esposa de Judd Ryder.

A série funciona como spin-off da aclamada 9-1-1, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear.

9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘Fargo’: Estreia da 4ª temporada é adiada devido ao Coronavírus

FX anunciou hoje (16) que a estreia da quarta temporada de Fargo foi adiada indefinidamente devido ao surto de Coronavírus.

Ainda há dois episódios a serem rodados e, por causa da pandemia, a produção foi suspensa. Dessa forma, a emissora decidiu cancelar o lançamento previsto para 19 de abril.

Mais informações devem ser divulgadas em breve.

 

A première será composta por um episódio duplo.

Timothy OlyphantChris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri CrutchfieldAmber MidthunderUzo Aduba fazem parte do elenco do novo ciclo.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

Crítica | Like a Prayer – O state-of-art do pop

Nos primeiros anos de sua carreira, Madonna deu a entender que ‘True Blue’ seria seu melhor álbum. Lançado em 1986 e seguindo o não tão original ‘Like a Virgin’, a composição musical da obra em questão superou a expectativa de todos e mostrou com bastante competência que a união de diversos gêneros pode funcionar sim quando feita com cautela, paciência e esmero. Entretanto, a cantora havia apenas começado o seu extenso e memorável legado, aparecendo pouco tempo depois do fracasso de ‘Quem É Essa Garota?’ com a maior e melhor iteração de toda a sua carreira: o icônico e revolucionário ‘Like a Prayer’.

A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. ‘Like a Prayer’, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012).

A investida em questão já abre com uma canção nada menos que perfeita: a faixa-título abre com um poderoso, porém breve, solo de guitarra que logo é ofuscado pelos tons propositalmente gospel de um órgão, que prepara terreno para a clássica bateria que já apareceu em outras composições (como “Material Girl”). Entretanto, apesar do escopo “animador” da música, a cantora reside nas harmonias de seu alcance mezzosoprano e brinca com as estruturações convencionais de tantas outras produções de artistas conterrâneos, adicionando uma singela camada de ousadia para uma envolvente letra. “Quando você me chama pelo meu nome, é como se fosse uma oração”: com esse verso, Madonna encontra sua fraqueza mesmo se consagrando como independente – e deixa espaço considerável para os elementos de idolatria voltarem com a forte presença do coro.

A balada desconstruída, que remonta a ares clássicos assim como ‘True Blue’ e ‘Like a Virgin’ fizeram com algumas faixas, é seguida da clássica “Express Yourself”. A track, como nunca antes, reflete a necessidade de empoderamento do eu lírico, ainda mais considerando que seu declamador é uma mulher inserida numa indústria controlada por homens. Por isso, os versos que podem parecer superficiais carregam consigo um significado dúbio (“não aceite o segundo lugar, baby” repete-se no início de cada refrão), acompanhado pela expressividade dos trompetes e, mais uma vez, da retumbante bateria.

A obra em si é o exato oposto de sua predecessora – ainda mais considerando que havia acabado de se separar de Sean Penn. E foi com um coração quebrado e um talento inigualável que a artista criou uma declaração difamatória e satírica extremamente sutil que, pelo título, já nos causa estranhamento: “Love Song” nos dá a entender que Madonna irá se entregar mais uma vez aos affairs românticos, mas logo depois do primeiro acorde, percebemos, como ela, que “esta não é uma canção de amor” – e até mesmo os diálogos em francês ajudam a reafirmar isso. Já aqui, percebemos a volta dos sintetizadores, que, diferente de antes, não seriam os principais instrumentos a ganharem nossa atenção.

O álbum cresce em originalidade e não recua em nenhum momento: seja com o chocante desabafo em “Till Death Do Us Part” ou com a catártica “Promise to Try”, Madonna explora com força vocais esplêndidos, tangenciando uma majestuosidade de nos arrepiar: nesta canção, por exemplo, ela se mantém em um tom único que harmoniza com o piano e o violino, ambos se postando diante de uma performance adorável. Seria apenas com “Cherish” que a produção optaria pelos acordes do electro-pop com uma narrativa, se é que é possível, mais romantizada e menos trágica que ‘Romeu e Julieta’, citando-os conforme caminhamos para o último ato (“eles nunca sentiram o que sinto”).

É interessante observar de que forma a cantora volta para suas premissas de amor na faixa supracitada e busca uma rendição mais teatral e anacronicamente perfeita em “Dear Jessie”: ela também aproveita para mostrar que cada uma de suas entregas é única e, aqui, cria uma atmosfera onírica acompanhada de arquiteturas que nos arremessam para décadas muito anteriores. Os dinâmicos violinos, regendo a imponência de uma paixão intrínseca, mesclam-se de modo radiofônico com “Oh Father”, cuja ambiência muda fluidamente para uma épica jornada coming-of-age que explode em um honrável chorus que repete “nunca me senti tão bem comigo mesma”.

A idealização narrativa não se resume apenas ao amor entre duas pessoas, mas sim do amor que Madonna sente por sua família, compreendendo-o como o âmbito mais importante da vida. A priori, a delineação musical nos passa uma sensação supérflua demais; porém, é imprescindível lembrar que essa track carrega uma profundidade mascarada, ainda mais porque a lead perdeu sua mãe com apenas cinco anos de idade. Logo, “não se esqueça de que sua família é ouro” ganha uma dimensão muito maior do que podemos dar crédito.

A epopeia termina com o bruto retorno latino em “Pray for Spanish Eyes”, com a utilização híbridas das castanholas e, mais uma vez, dos sintetizadores. Madonna até mesmo arrisca uma rouquidão que funciona em sua completude antes de finalizar com o brevíssimo resumo-conclusão “Act of Contrition”, misturando o imediato reconhecimento da guitarra com o coro da primeira música em um último esforço catártico, cuja influência atuaria diretamente em outro grande nome da música: Lady Gaga.

‘Like a Prayer’ sem sombra de dúvida, o mais próximo que o pop se aproximou da perfeição. Provando definitivamente sua versatilidade estilística, a artista cria e cultiva por gerações um state-of-art do gênero, uma joia lapidada que nos guia, em um inebriante e sinestésico conto de fadas distorcido, pelo imortal legado de Madonna.

Nota por faixa:

  • Like a Prayer – 5/5
  • Express Yourself – 5/5
  • Love Song – 4,5/5
  • Till Death Do Us Part – 5/5
  • Promise to Try – 5/5
  • Cherish – 4,5/5
  • Dear Jessie – 5/5
  • Oh Father – 4,5/5
  • Keep It Together – 4/5
  • Pray for Spanish Eyes – 5/5
  • Act of Contrition – 5/5

‘Homem-Aranha 3’: Toby Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland reunidos em incrível arte de fã

Em seu Instagram oficial, o artista Israel J. Soteldo compartilhou uma incrível arte de fã do aguardado Homem-Aranha 3, reunindo os astros Toby MaguireAndrew GarfieldTom Holland.

Confira:

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Alfred MolinaAndrew GarfieldKirsten Dunst também foram confirmados, enquanto Emma StoneTobey MaguireWillem DafoeThomas Hayden Church estão em negociações para participar do longa-metragem.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Rugrats: Os Anjinhos’: Série animada ganha trailer e data de estreia!

A Paramount+ divulgou hoje (05) o trailer oficial da série animada de Rugrats: Os Anjinhos’.

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de maio.

Confira:

David Bowers (‘Diário de um Banana’) fica responsável pela direção dos episódios. Os criadores da série original, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, retornam como produtores executivos.

Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.

E.G. DailyNancy CartwrightCheryl ChaseCree SummerKath Soucie fazem parte do elenco. Ashley Rae SpillersTony HaleNatalie MoralesAnna ChlumskyTimothy SimonsNicole ByerOmar MillerMichael McKean entram como novos personagens.

Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.

A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.

Curiosidades | ‘Annabelle’, pré-sequência de ‘Invocação do Mal’, completa 7 anos!

Depois do sucesso sem precedentes de Invocação do Mal, lançado em 2013, os produtores James WanPeter Safran perceberam que tinham em mãos o início de um universo que perduraria até os dias de hoje. E, como novo capítulo dessa famosa franquia de terror, deram vida à ‘Annabelle’, pré-sequência lançada em 2014 e que conta a história da boneca titular – um dos casos mais famosos do casal EdLorraine Warren.

Estrelado por Annabelle WallisWard Horton, a história acompanha John Form (Horton), um homem que acredita ter encontrado o presente ideal para sua esposa grávida (Wallis): uma boneca vintage. No entanto, a alegria do casal não dura muito. Numa noite terrível, membros de uma seita satânica invadem a casa do casal em um ataque violento. Ao tentarem invocar um demônio, eles mancham a boneca de sangue, tornando-a receptora de uma entidade do mal.

Apesar das críticas negativas, o longa se tornou um sucesso de bilheteria e arrecadou quase US$260 milhões mundialmente, contra meros US$6,5 milhões de orçamento – motivo pelo qual gerou uma elogiada pré-sequência chamada Annabelle 2: A Criação do Mal e uma sequência intitulada Annabelle 3: De Volta para Casa.

Para comemorar seu sétimo aniversário, celebrado hoje, 29 de setembro, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • O filme retrata Annabelle como uma boneca de porcelana, mas a verdadeira pertence à linha Raggedy Ann e inclusive está exposta no museu de demonologia dos Warren. A ideia foi transformar a “personagem” em uma criatura mais assustadora e envolvente, motivo pelo qual teve seu design alterado.
  • O móbile que paira acima do berço do futuro filho do casal toca a mesma trilha da caixinha de música de Invocação do Mal.

  • A premiada apresentadora Ellen DeGeneres costumava morar no apartamento utilizado para o longa. Durante a promoção do filme em seu programa, ela explicou: “o apartamento do filme foi o primeiro apartamento que tive quando me mudei para Los Angeles. Aquele era o prédio onde eu morava. Eu estava assistindo e ficava pensando: ‘isso é bem familiar’, e era meu prédio. Era assustador naquela época também”.
  • A verdadeira boneca Annabelle foi dada à Donna, uma estudante da faculdade à época, pela mãe, em 1970. Ela e a colega, Angie, perceberam que a boneca se mexia sutilmente; em algumas semanas, conseguiu se mover por completo, transitando de um quarto para o outro enquanto elas não estavam em casa.

  • Alfre Woodard, que intepreta Evelyn no filme, não havia assistido a Invocação do Mal antes da produção do filme começar. Em vez disso, preparou-se para o projeto pesquisando sobre a história verdadeira que inspirou a trama.
  • Os protagonistas se chamam Mia e John e fazem referência direta aos atores do clássico ‘O Bebê de Rosemary’Mia FarrowJohn Cassavetes. O filme de 1968 gira em torno de um jovem casal que mora em um apartamento de luxo e que se tornam alvo de uma seita satânica. O frequente barulho dos vizinhos em ‘Annabelle’ também faz homenagem ao outro longa.
  • Mia grita o nome “Leah!” nada menos que 89 vezes no longa-metragem, quebrando o recorde do número de vezes que o nome de um personagem é dito repetidamente em um filme.

  • Morganna BridgersZach PappasJoseph Bishara são os únicos atores a retornarem do filme anterior para este. Bridgers e Pappas reprisam seus papéis de Debbie e Rick, respectivamente, enquanto Bishara, que deu vida a Bathsheba em Invocação do Mal, interpreta a Figura Demônica em ‘Annabelle’.
  • Em uma das cenas, é-nos mostrado um logotipo gigantesco de um prédio com o nome Barclay. Barclay é sobrenome do personagem Andy Barclay, protagonista da franquia ‘Brinquedo Assassino’, cuja narrativa também gira em torno de um boneco possuído.
  • Apesar de ser creditado apenas como produtor, Wan ficou responsável pela direção da cena do elevador.

‘The Flash’: Bart e Nora tentam consertar a linha do tempo na sinopse oficial do episódio 08×06; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Impulsive Excessive Disorder”, sexto episódio da 8ª temporada de The Flash, que deve começar um novo arco para a iteração (ou seja, fora do evento de cinco episódios que ficou conhecido como “Armageddon”).

Na trama, “continuando de onde a 7ª temporada parou, depois de voltar para casa de uma visita aos votos de renovação de seus parentes, Bart e Nora logo percebem que as coisas não estão exatamente como eles as deixaram. A dupla corre para reparar quaisquer fissuras na linha do tempo e restaurar tudo à normalidade”.

O episódio será exibido no dia 09 de março.

Confira a promo:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Black Bird’: Série de SUSPENSE com Taron Egerton já está disponível na Apple TV+

A série ‘Black Bird‘, estrelada por Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’), já está disponível na Apple TV+.

A produção foi lançada no último dia 08 de julho na plataforma de streaming.

A trama acompanha Jimmy Keene (Egerton), estrela do time de futebol americano da escola e filho de um policial. Condenado a dez anos de prisão, ele ganha uma oportunidade única: escolher entre cumprir a sentença sem chance de redução ou ir para uma prisão de segurança máxima e se aproximar de Larry Hall (Paul Walter Hauser), suspeito de assassinatos em série. Para ganhar a liberdade, ele precisa arrancar uma confissão de Larry e descobrir onde ele escondeu o corpo de diversas jovens – tudo isso antes que o recurso do suspeito seja julgado. No entanto, será que tudo o que Larry diz é verdade? Ou ele é um mentiroso patológico?

Confira:

Criada por Dennis Lehane, a série é inspirada em uma história real e baseada no livro homônimo de James Keene.

Sepideh Moafi, Greg Kinnear e Ray Liotta também estrelam a produção.

Os três primeiros episódios foram dirigidos por Michaël R. Roskam (‘A Entrega’).

As 10 Melhores Séries de 2022

2022 já está acabando e, como é de costume aqui no CinePOP, chegou a hora de revisitar o melhor da televisão e dos streamings.

O ano tem sido ótimo para o mundo seriado, entregando ao público séries maravilhosas e memoráveis, desde a ótima fantasia A Casa do Dragãoaté a incrível comédia de mistério The Afterparty – ambas duas grandes surpresas do ano.

Nesta nova lista especial, separamos as dez melhores séries do ano, e garantimos que esse não foi um trabalho fácil.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. WANDINHA

“A série, como já podemos imaginar, é uma celebração do macabro e funciona com fluidez invejável – algo muito bem-vindo, considerando a carreira oscilante de Burton nas telonas. O diretor e produtor aproveitar incursões de grande sucesso de um passado não muito distante, como ‘A Noiva Cadáver’‘Sweeney Todd’ e ‘Frankenweenie’, para delinear um universo que, em qualquer outro lugar, seria impossível demais para ter credibilidades. Felizmente, Burton sabe como organizar cada um dos elementos e se alia a um time competente de artistas para dar origem à sua visão, firmando colaboração com os criadores Alfred Gough e Miles Millar e nos encantando do começo ao fim. Claro que o show comete deslizes, ainda mais no tocante aos efeitos especiais, mas um elenco de peso e uma história envolvente são o bastante para nos querer fazer maratonar a temporada de estreia.” – Thiago Nolla

9. A CASA DO DRAGÃO

“A temporada segue uma linha bem explícita de equilibrar drama com ação e algumas incursões reflexivas que mais servem como metáforas para a compreensão do mundo em que vivemos que para auxiliar no ritmo da história. Mesmo com o saldo positivo, é notável como a série é muito apaixonada pela original e não pensa duas vezes antes de homenageá-la como pode, com referências pontuais e escolhas estéticas que puxam elementos de capítulos como “The Rains of Castamere”, no tocante à atmosfera de suspense e angústia, e “Battle of the Bastards” “The Bells”, no tocante a acontecimentos mais grandiosos que premeditam o desenlace dos capítulos. Ainda que as semelhanças sejam óbvias, o time criativo procura ao máximo se desvencilhar de repetições – ora, Ramin Djawadi, por exemplo, se inspira na trilha sonora primogênita, remodelando-a para uma ambientação mais densa e condizente com o que acontece” – T.N.

8. O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DE PODER

“Nada disso viria à tona sem um realizador competente por trás das câmeras e que conseguisse trazer o mais detalhado aspecto da Terra-Média às telinhas – e é graças a J.A. Bayona, nome por trás do subestimado ‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’, que os episódios se tornam realidade. O diretor espanhol já demonstrou ter um olho crítico para obras de fantasia, utilizando uma sólida bagagem para celebrar aqueles que o inspiraram, mas sem deixar suas peculiaridades de lado. Bayona, aliado ao incrível time criativo da Amazon Studios, tem o espaço necessário para retratar a imensidão da natureza contra a pequenez da ambição dos personagens (cujo contraste é reiterado pela sensação de infinitude) e a eterna batalha entre o bem e o mal (não no sentido maniqueísta, essencialmente, mas na beligerância externa e interna de cada persona)” – T.N.

7. EUPHORIA

“Se existe algo que merece destaque em ‘Euphoria‘ é esse leque de personagens curiosos e fascinantes. É difícil achar alguém que não mereça ter suas histórias explanadas, ou mesmo que o background não desperte a atenção do espectador. Por fim, a segunda temporada de ‘Euphoria‘ vem para provar, novamente, porque a criação da A24 é atualmente uma das produções tematicamente mais ricas e interessantes para ser acompanhada. Rivalizando somente com a também ótima realização da NetflixSex Education, no quesito de abordar de maneira primorosa o subgênero coming of age. E mesmo que ambas abordem culturas distintas, já que a obra do streaming rival se passa na Inglaterra, e a da HBO nos EUA, no fim das contas entendemos que o individuo é daquela maneira em qualquer lugar do mundo” – Wilker Medeiros

6. THE WHITE LOTUS

“Há uma série de críticas trazidas por White que também são encarnadas por cada uma das engrenagens da série. A alienação sociopolítica é uma das inflexões que surgem no núcleo envolvendo Harper e Ethan contra Daphne e Cameron: enquanto estes posam como um casal perfeito, livre de problemas por não se importar com eles e tendo um aval inexplicável para fazer o que bem entenderem, aqueles lutam para aguentá-los até o fim do dia, lidando com um senso de despertencimento e com o choque de um privilégio branco que se manifesta das mais diversas maneiras. E, enquanto o desenrolar da trama nos deixa furiosos, é impossível desviar os olhos das cenas que estrelam – talvez pelo fato de sermos seduzidos pela tragédia e pela vergonha alheias.” – T.N.

5. THE BOYS

“Expandindo ainda mais o arco narrativo de todos os heróis – com ou sem o composto V – de forma brilhante, a produção já se prepara para uma nova temporada, à medida que presenteia a audiência com um 3° ciclo grotesco, mas ironicamente bastante apaixonante. Destacando Kimiko (Karen Fukuhara) e Frenchie (Tomer Capone) de forma diferente e encantadora, ‘The Boys‘surpreende com capítulos dignos de extensas maratonas, encerrando sua temporada mais uma vez com um sabor agridoce, apenas para aguçar o paladar dessa audiência incansável por confusão e pancadaria. E se depender daqueles 10 segundos finais, a 4ª temporada promete desafiar o restinho de compreensão humana que ainda nos restava após tantos episódios de ‘The Boys‘” – R.G.

4. ANDOR

“Desde o início de ‘Andor’ o espectador encontra uma grande produção, e o diretor Benjamin Caron encontra formas de também inserir novos elementos e registrar sua própria assinatura na série, como a acertada escolha de colocar a música ao vivo no set nos momentos-chave do enredo, que vemos no terceiro episódio; dá para sentir a diferença que isso fez na entrega do elenco ao sentimento das cenas. Ainda sobre este ponto, toda a dinâmica do sistema de alerta em Ferrix faz o espectador brasileiro pensar na engenhosa rede de comunicação das comunidades periféricas que temos em nosso país” – Janda Montenegro

3. HACKS

“A 2ª temporada de ‘Hacks‘ nos deixa à deriva, perplexos diante de uma história excepcional tão bem destrinchada em oito episódios de meia hora. Nos consumindo para dentro da disfuncionalidade relacional de Deborah e Ava, a original HBO Max meio que nos deixa ao relento, magoados por um final tão impecável, que é difícil demais de ser encarado. Mas DownsAniello e Statsky ainda possuem uma carta na manga e o que parece ser um ponto final definitivo, talvez seja apenas um ponto e vírgula de uma futura 3ª temporada. Mas quem vai realmente poder decidir isso é só a HBO Max” – R.G.

2. THE AFTERPARTY

Se você ainda não assistiu a The Afterparty, não sabe o que está perdendo: a série da Apple TV+ chegou sem muito barulho ao catálogo da plataforma de streaming e rapidamente se tornou uma das melhores do ano, apostando fichas em uma miscelânea de gêneros narrativos comandados por um elenco espetacular. Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e a seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrir quem cometeu o crime.

1. RUPTURA

“Sob uma realidade repleta de interrogações, mentiras mal ditas e verdades nunca ditas, ‘Ruptura‘ é um retrato caótico e distópico do ser humano sem suas memórias e raízes, à medida em que explora a codependência emocional a qual muitas vezes somos submetidos em nossas relações corporativas com líderes carrascos e narcisistas que sugam nossas energias. E o elenco da série, composto também por Patricia Arquette,Britt Lower,Zach Cherry,Tramell Tillman, John Turturro e Christopher Walken, se encarrega de tornar essa experiência televisiva ainda mais realista, com uma coletânea de performances assustadoramente poderosas” – R.G.

‘Terrifier 2’: Terror POLÊMICO já está disponível no Prime Video!

O polêmico terror ‘Terrifier 2‘ – que fez os espectadores vomitarem e passarem mal nos cinemas – já está disponível no Prime Video Brasil.

O longa foi lançado hoje, dia 17 de maio, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer dublado:

Anteriormente, o diretor Damien Leone confirmou que ‘Terrifier 3‘ está em desenvolvimento, afirma que o próximo capítulo será “o mais aterrorizante da franquia”:

“Um dos meus principais objetivos para Terrifier 3 é recapturar o fator de fluência presente no curta-metragem original. Isso tinha uma atmosfera genuinamente assustadora da qual ainda me orgulho. Se tudo correr como planejado, a parte 3 será o filme mais aterrorizante da franquia”, afirmou.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

 

Matéria | Conheça ‘Olhos Prateados’, romance baseado na clássica franquia de jogos ‘Five Nights at Freddy’s’

Em 2014, Scott Cawthon ganhava conhecimento da indústria de games ao lançar a primeira iteração de uma franquia que viria a se tornar tão icônica quantos os clássicos jogos point-and-click que fizeram sucesso algumas décadas atrás. A série, intitulada Five Nights at Freddy’s’, não apenas insurgiu em uma perspectiva com grande originalidade, mas também gerou inúmeras teorias da conspiração e abriu espaço para uma nova vertente do storytelling – e, seguindo os passos de outras franquias como Assassin’s Creed’ e Warcraft’, não poderia deixar de adquirir uma versão literária e, como já podemos imaginar, uma futura releitura para as telonas, ainda que este projeto ainda esteja em seus estágios iniciais.

Partindo dessa premissa, a romancista Kira Breed-Wrisley tinha uma tarefa um tanto quanto árdua em mãos: se pensarmos bem – e aqui evoco memória de algumas pessoas que já tenham se aventurado na Pizzaria Freddy Fazbear -, todo o pano de fundo construído por Cawthon não necessariamente segue uma cronologia sensata. Na verdade, o microcosmos funciona em suas próprias regras, e o jogador assume a posição de um guarda noturno que deve sobreviver durante cinco noites enquanto é atacado por animatrônicos demoníacos que querem transformá-lo em um deles. Como trazer essa trama para as páginas – e como torná-la tão envolvente quanto o game que a originou? Certamente Breed-Wrisley não poderia cometer os mesmos erros que outros novelistas que adotaram a missão de traduzir os épicos online para o meio literário e falharam miseravelmente em criar algo satisfatório o suficiente.

Felizmente a autora já tem uma experiência considerável na área – além de ser uma dramaturga de talento inegável; Olhos Prateados’, como ficou conhecido sua primeira expansão para o universo de FNAF’, não apenas superou todas as expectativas como também endossou a própria capacidade artística e narrativa da responsável pela nova história. Apesar dos poucos capítulos serem longos em termos quantitativos, em momento algum nos vemos frente a frente com sequências extenuantes ou monótonas, mas sim pequenas pérolas de tensão e suspense que conseguem capturar o leitor desde o primeiro momento em que abre as páginas do livro até as palavras finais – e, diferente do que podemos pensar, esta não é apenas mais um medíocre produto de gênero, mas sim algo que brinca com a temporalidade em uma montagem que beira o cinematográfico.

A história central gira em torno de Charlotte, também conhecida como Charlie, que retorna para sua cidade natal para reencontrar seus amigos de infância no aniversário de um trágico acontecimento ocorrido dez anos atrás: o desaparecimento de Michael, uma criança de seis anos que foi raptada dentro da Pizzaria Freddy Fazbear e nunca mais foi encontrada. Destruindo a relação entre inúmeros habitantes da pequena Hurricane e mudando para sempre a dinâmica comunidade – o pai de Charlie, responsável pelo restaurante e por toda a decoração fincada em animatrônicos e brinquedos tecnológicos, acabou se matando após o ocorrido -, a jovem garota se sente desconfortável ao voltar para lá e nem mesmo poderia imaginar os segredos que ressurgiriam para assombrá-la.

A romancista cria imagens vívidas a cada uma das páginas, e já começa a narrativa de modo impactante, delineando um prólogo mórbido que nos mantém um pouco preparados para o que virá a seguir. Entretanto, nem mesmo essa investida anacrônica consegue premeditar as viradas e a explicitação com a qual as coisas se desenrolam – estamos falando de adolescentes de dezessete anos experienciando o gosto mais puro do terror, do medo, e que consegue nos deixar arrepiados e intrigados.

Não é à toa que, apesar do linguajar levemente rebuscado e descritivo, a leitura de Olhos Prateados’ seja de razoável facilidade ao mesmo tempo em que não se restringe a mergulhar em passagens intimistas – em diversos momentos, Charlie se vê vasculhando a memória e retornando a traumas de um passado distante que ainda insistem em se fazer presentes.

Em nenhum momento as tramas e subtramas se confundem em uma mescla amorfa de previsibilidade; muito pelo contrário, aqui há espaço para desenvolver o conflito principal com começo, meio e um fim cheio de cliffhangers para possíveis continuações – que inclusive já existem -, e também margem para possibilitar o crescimento e amadurecimento de seus protagonistas, desde o pequeno Jason que se vê num tour-de-force compulsório e cruel, até as centelhas complicadas da relação entre Charlie e um velho amigo de infância, chamado John. De modo equilibrado, vemos alguns escapes cômicos tomarem conta de certas passagens, como a construção arquetípica e controversa de Jessica, e alguns estereótipos propositais que contribuem para o andamento mais dinâmico do livro.

Talvez as coisas se mostrem repetitivas em dado momento, porém é provável que Breed-Wrisley tenha pensado em alguns deslizes e buracos que seriam mais complicados de fechar sem tangenciar o ridículo. É por isso que elementos tanto do drama quanto do sobrenatural se encontrem inúmeras vezes, oscilando entre o que é real e o que é loucura, dançando através dessas inúmeras vertentes para possibilitar um fechamento mais conclusivo e satisfatório aos leitores. Ainda que o protagonismo dos animatrônicos seja ofuscada pelos outros personagens – sim, nós queremos mais brinquedos demoníacos e, de preferência, mais terror -, é quase instantâneo visualizar os rostos deformados de Freddy, Chica, Bonnie e Foxy, as mesmas personas criadas para os jogos, mas agora com uma motivação mais especial.

‘Olhos Prateados’ é apenas o início de uma franquia literária muito interessante e com potencial gigante. Unindo o útil ao agradável, o vanguardista ao convencional, a parceria entre virtual e material tornou-se uma surpresa muito bem-vinda – e recheada daquilo que mais gostamos: o trágico.

‘Longlegs’: ELOGIADO terror que traz Nicolas Cage como serial killer ganha teaser INTENSO e data de estreia

O terror psicológico ‘Longlegs‘, que trará o veterano Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) como um sádico serial killer, ganhou um novo teaser intenso.

A Diamond Films lançará o filme nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.

Na trama…

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).