Site Página 2580

Friends 25 anos | As 10 melhores participações especiais de celebridades na série

Friends estreou no dia 22 de setembro de 1994. Passados 25 anos, a série segue sendo um importante fenômeno cultural. Ainda hoje, a produção é destaque no streaming (está inteira na Netflix, embora passará para a HBO Max) e ocupa grande espaço na programação da Warner Channel.

Ao longo de dez temporadas, Friends contou com inúmeras participações especiais marcantes. Aproveitando o clima de celebração, o CinePOP decidiu relembrar quais foram as dez melhores participações de celebridades na série.

São tantas as participações que nomes como Jennifer Coolidge, Alec Baldwin, Brooke Shields, Susan Sarandon, Billy Crystal, Robin Williams, Helen Hunt, Charlie Sheen, Jean-Claude Van Damme, Anna Faris, Ben Stiller, Gary Oldman e John Stamos ficaram de fora da seleção final.

É importante destacar ainda que atores que integraram o elenco recorrente da série, como Tom Selleck e Paul Rudd foram desconsiderados para esta matéria.

 

10) George Clooney e Noah Wyle

Primeira temporada, episódio 17

Lançadas quase que ao mesmo tempo, Friends e ER foram verdadeiros fenômenos da TV nos anos 90. E renderam um quase-crossover na primeira temporada de Friends, que contou com a participação de George Clooney e Noah Wyle como médicos que atendem Rachel e Monica em uma emergência e acabam topando sair em um encontro com elas. Embora não sejam os mesmos personagens de Plantão Médico, a presença de Clooney e Wyle remetia diretamente à produção. Uma participação bem divertida. E ainda significativa se pensarmos em todo o contexto.

 

9) Dakota Fanning

Décima temporada, episódio 14

Dakota Fanning tinha apenas nove anos quando gravou sua participação em Friends, mas já era uma estrela de Hollywood, com trabalhos marcantes em Uma Lição de Amor e Grande Menina, Pequena Mulher. Em Friends, ela vive Mackenzie, uma menininha que mora na casa que Monica e Chandler estão pensando em comprar. Ela não quer que os pais vendam a casa e acaba se identificando com Joey, que não quer que os amigos se mudem. A relação entre Dakota e Matt LeBlanc torna esta pequena participação em uma das mais marcantes para os fãs da série.

 

8) Sean Penn

Oitava temporada, episódios 6 e 7

Pai de Dakota Fanning em Uma Lição de Amor, Sean Penn também fez uma participação especial bem marcante na série. Vencedor de duas estatuetas do Oscar, o ator interpretou Eric, um professor e ativista que é noivo de Ursula, e participa de um clássico episódio de Dia das Bruxas. Incomodada com as mentiras da irmã, Phoebe acaba contando a Eric toda a verdade. Com o fim do noivado, Eric e Phoebe acabam saindo juntos, mas a sombra da irmã faz com que a relação não vá pra frente.

 

7) Danny DeVito

Décima temporada, episódio 11

Monica e Rachel acabam chamando um stripper de última hora para a despedida de solteira de Phoebe. Para surpresa de todas, Danny DeVito é quem aparece. A participação é divertida e conta com uma reviravolta. Se no início a sensação de todas é de decepção, ao final todas se divertem ao lado do stripper, que reconhece que precisa se aposentar. Danny DeVito chorando como um stripper de 50 anos é, de fato, inesquecível. O ator, inclusive, recebeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia pelo trabalho.

 

6) Winona Ryder

Sétima temporada, episódio 20

Muito antes de assumir o papel de Joyce Byers em Stranger Things, Winona Ryder foi um ícone do cinema dos anos 80 e 90, com trabalhos como Os Fantasmas se Divertem, Edward Mãos de Tesoura, Drácula de Bram Stoker e Garota, Interrompida. A primeira década do século XXI, no entanto, não foi das melhores para a atriz. Uma exceção em meio a vários projetos de pouco destaque – e polêmicas na vida pessoal – foi sua marcante participação em Friends. Ela viveu Melissa Warburton, uma amiga que Rachel havia beijado nos tempos de faculdade. A notícia é recebida com empolgação por Joey e por desconfiança por Phoebe. Para tentar provar para a amiga que o beijo havia mesmo acontecido, Rachel acaba recriando a situação.

 

5) Julia Roberts

Segunda temporada, episódio 13

Julia Roberts já era uma das maiores estrelas do cinema quando aceitou participar de Friends. A atriz de Uma Linda Mulher interpretou Susie Moss, uma ex-colega dos tempos de colégio de Chandler. Ela guarda um trauma da infância e acaba saindo com Chandler para se vingar. Além da divertida participação na série, Julia Roberts deixou Friends com um namorado. Ela e Matthew Perry chegaram a namorar por um tempo após trabalharem lado a lado na produção.

 

4) Reese Witherspoon

Sexta temporada, episódios 13 e 14

Muitos rumores envolvem a participação de Reese Witherspoon em Friends. Segundo boatos, a atriz teria se revelado muito difícil de trabalhar e teria causado problemas nos bastidores, o que teria feito a série buscar uma nova irmã para Rachel nas temporadas seguintes. Mesmo assim, não dá para negar que Reese fez um belo trabalho na pele da mimada Jill Green. A dinâmica entre ela e Jennifer Aniston funciona perfeitamente, e tudo fica ainda mais divertido quando Jill começa a se interessar por Ross.

 

3) Christina Applegate

Nona temporada, episódio 8 / Décima temporada, episódio 5

Após a passagem de Jill, a série apresentou outra irmã de Rachel: Amy Green. Vivida por Christina Applegate, a personagem aparece em dois episódios da série, em temporadas diferentes, e sempre rouba a cena. No primeiro, ela surge em pleno Dia de Ação de Graças e gera toda uma discussão sobre quem ficaria com Emma em caso de morte de Rachel e Ross. No segundo, ela se muda temporariamente para o apartamento de Rachel e Joey, e se oferece para ser babá de Emma. Christina recebeu um Emmy de Melhor Atriz Convidada pela primeira participação. E ainda foi indicada pela segunda. Muito merecido.

 

2) Bruce Willis

Sexta temporada, episódios 21, 22 e 23

Bruce Willis em Friends é daqueles casos de escalação perfeita. E que só aconteceu por acaso. Willis perdeu uma aposta para Matthew Perry na época em que trabalharam em Meu Vizinho Mafioso, e acabou “obrigado” a fazer a série. Mas não deve ter se arrependido, pois saiu do trabalho com um Emmy de Melhor Ator Convidado. Bruce interpretou Paul Stevens durante três episódios. O personagem era pai de Elizabeth, aluna e namorada de Ross. Durão, mas sentimental, ele não ficou nada feliz com o relacionamento da filha. Por outro lado, engatou um breve namoro com Rachel.

 

1) Brad Pitt

Oitava temporada, episódio 9

Aquela participação especial inesquecível. Brad Pitt já era um dos maiores nomes de Hollywood quando atuou em Friends, e seu casamento com Jennifer Aniston ocupava constantemente capas de revistas pelo mundo. Assim, foi realmente brilhante quando a série colocou Brad na pele de Will Colbert, um amigo do colegial de Ross que nutria um ódio bem especial por Rachel. À época, foi muito divertido ver o casal de lados opostos na série. E os dois pareciam estar se divertindo bastante, assim como o público. Brad Pitt recebeu uma indicação ao Emmy pela participação.

‘The Flash’: Episódio da 6ª temporada dirigido por Danielle Panabaker ganha novas imagens; Confira!

A sexta temporada de The Flash chega em menos de um mês e, para aumentar as nossas expectativas, duas novas imagens do novo ano apareceram nas redes sociais.

As fotos de bastidores elucidam o público acerca do sexto episódio, que será dirigido pela atriz Danielle Panabaker, a qual não é estranha atrás da câmeras, visto que comandou um dos capítulos mais adorados pelos fãs, “Godspeed” (quinta temporada).

Confira:

Veja as fotos promocionais do próximo ciclo:

Os novos episódios da série estão marcados para 08 de outubro, no CW. No Brasil a série é transmitida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

‘Capitã Marvel’: Nova arte revela visual alternativo (e assustador) dos Skrulls

O artista Ian Joyner revelou recentemente em seu Instagram oficial uma arte alternativa para a raça alienígena Skrull, que deu as caras em Capitã Marvel no ano passado – e o design original desses personagens é bem mais assustadora que a versão final.

Confira:

Após a estreia de ‘Capitã Marvel‘, grande parte do público criticou a adaptação por conta de sua trama feminista e também pela falta de carisma de Brie Larson como protagonista.

Durante uma entrevista para a Variety, a atriz foi questionada sobre o assunto e disse que não fazia ideia de que o filme sofreu com comentários negativos porque ela nunca se importou com as críticas.

“Os fãs criticaram? Para falar a verdade, eu nem sabia. Eu não tenho tempo para isso. Quando estou com tempo livre, eu prefiro aproveitar de forma positiva, tipo: ‘estou me alimentando direito? Estou bebendo água? Estou meditando? Liguei para minha mãe hoje?’ É com isso que eu me importo.”

Larson argumentou que comentários na internet não afetam sua vida cotidiana, nem interferem em como ela se vê.

“Muitos jornalistas me perguntam como eu lido com críticas online, mas eu nunca precisei entrar na internet para saber como as pessoas me veem, ou como eu vejo a mim mesma. Não há nada mais agradável para mim do que me enxergar do meu próprio ponto de vista. É algo que eu faço desde a infância, e continuarei fazendo pelo tempo que puder.”

Anteriormente, Larson havia sido questionada sobre seu futuro como Capitã Marvel, mas ela disse que não sabe quando irá reprisar o papel.

“Eu não sei. Eu nem sei qual será meu próximo trabalho, e isso é tão emocionante. Eu nem sei como vai ser a minha vida! E no início deste ano, eu tive que fazer a turnê de imprensa. Mas, na última metade do ano, eu só me concentrei na vida pessoal, fora do trabalho.”

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘O Príncipe Dragão’: Série da Netflix é renovada para mais QUATRO temporadas

Durante o evento virtual da Comic-Con 2020, a Netflix revelou que a aclamada e adorada animação O Príncipe Dragão não apenas voltaria para mais uma temporada, e sim para mais quatro.

A série foi renovada pela plataforma até a sétima iteração e que a narrativa será contínua até o último ano.

O quarto ano, que será o próximo da obra, ainda não tem data de estreia confirmada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporada já estão disponíveis no serviço de streaming!

‘Mulher-Maravilha 1984’: Diana será bem mais complexa que no primeiro filme, revela Gal Gadot

Durante uma recente coletiva de imprensa, Gal Gadot revelou alguns detalhes sobre o vindouro Mulher-Maravilha 1984’ e de que forma os eventos do primeiro filme implicaram numa transformação radical em Diana Prince.

“No primeiro filme, tivemos o nascimento da Mulher-Maravilha e, pela primeira vez, ela descobre seus poderes. De Diana, ela se tornou Mulher-Maravilha. No primeiro filme, ela olha a humanide de fora, falando abertamente quando as coisas não estão certas e enfatizando como elas deveriam ser. Agora, ela entende completamente as complexidades da raça humana por ser parte deles. Ela já desenvolveu todos os seus poderes e, ainda assim, está sozinha e sofre dos mesmos problemas que todos sofrem. Então tive bastante com que ‘brincar’, foi uma experiência bem diferente do primeiro filme.”

O filme já foi assistido por parte da crítica especializada e conquistou impressões extremamente positivas.

Entre os comentários, os jornalistas estão dizendo que o longa dirigido por Patty Jenkins tem ação do início ao fim e um toque sentimental embalado pela trilha sonora de Hans Zimmer.

Como já era de se esperar, também não faltaram elogios à química entre Gadot e Chris Pine, intérpretes de Diana Prince e Steve Trevor. E parece que Pedro Pascal e Kristen Wiig também roubam a cena como os vilões.

Além disso, a trama traz uma ótima conexão com o filme anterior e consegue arrancar lágrimas e sorrisos do público.

Uma das críticas ainda se emocionou ao dizer que:

“A trama é edificante, esperançosa e entrega tudo o que nós precisávamos.”

Confira as principais reações:

“Estou muito feliz em informar que ‘Mulher-maravilha 1984’ é uma explosão absoluta do início ao fim. Um elogio excepcional ao primeiro filme, e é recheado de emoção, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins e Gal Gadot entregaram uma das melhores sequências da DC. Eu chorei quando acabou.”

“Não posso falar muito sobre o enredo por causa dos spoilers, mas é muito inteligente. A sequência de abertura por si só é impressionante e cada cena de ação é diferente e única. Eu também acho que esta é uma das melhores trilhas sonoras de Hans Zimmer… E, para aqueles que estão se perguntando, a química entre Gal Gadot e Chris Pine está incrível.”

“Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e … honestamente, é exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Apenas um lindo filme com temas que tocam seu coração.”

“Tive a chance de assistir ‘Mulher-Maravilha 1984‘ mais cedo! Adorei o primeiro filme e posso dizer com segurança que a sequência leva tudo para outro nível! Pedro Pascal e Kristen Wiig absolutamente arrebentaram como Maxwell Lord e Cheetah. Deixem Patty Jenkins assumir o comando de todo o DCEU!

“Ontem eu assisti ‘Mulher Maravilha 1984‘ em casa! Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente empolgante e recheado de esperança. O filme é bem longo, às vezes até demais, mas me lembrou como um grande sucesso de bilheteria pode fazer você se sentir maravilhoso.”

“Eu já assisti ‘Mulher-Maravilha 1984’! Patty Jenks literalmente fez um filme aos moldes dos anos 80 em todos os sentidos, o que faz dele algo único para os dias de hoje. Parece maior ambiciosa do que o original e ao mesmo tempo mais contido. Gal Gadot simplesmente entrega momentos épicos como Mulher-Maravilha.”

“Para mim, Pedro Pascal e Kristen Wiig são os destaques do filme. Pascal mergulhou de cabeça no personagem em uma representação selvagem de Max Lord, um vilão conflituoso, mas muito malvado. A evolução da Mulher-Leopardo ao longo do filme é de partir o coração, mas é épica. Nós precisamos de mais!”

Lembrando que o longa será lançado na HBO Max em 25 de dezembro, junto com a estreia nos cinemas norte-americanos. No Brasil, chega no dia 17 de dezembro.

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

Crítica | Sem identidade ou foco, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ vale a pena pela impecável atuação de Andra Day

Billie Holiday, conhecido alter-ego artístico de Eleanora Fagan, é um dos nomes mais importantes da cultura estadunidense. Ao lado de nomes como Ella Fitzgerald e Dinah Washington, Holiday mudou o escopo musical de sua época e apresentou, bem como suas conterrâneas, uma revolução estilística do jazz – não apenas por seu fraseamento e por suas improvisações, que viriam a influenciar praticamente todos os atos futuros, mas também pelas discussões sociopolíticas que trazia à tona e que permeavam uma plataforma mainstream que boa parte dos negros não tinham à época. Ora, se a canção “Strange Fruit” permanece viva na mente dos apreciadores de música, é em virtude da rendição de Holiday e de uma trama pungente sobre o linchamento da comunidade afrodescendente pelo supremacismo branco.

Nos últimos meses, foi anunciada uma aguardada cinebiografia sobre um período bastante específico de sua vida – restrito ao estrelato, à queda e à relação tóxica com as drogas e com diversos homens que passaram por sua vida. Comandado por Lee Daniels, nome por trás dos aclamados ‘A Última Ceia’ e ‘Empire’, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ despertou um senso de curiosidade crescente entre o público, mas, no final das contas, falhou em cumprir quaisquer das expectativas prometidas; o longa-metragem, pecando em aspectos essenciais, deixou que a performance do elenco roubasse os holofotes, mas a que custo? Afinal, nem mesmo os melhores conseguem se afastar de uma insossa e formulaica história, a qual não faz jus a nenhum dos temas apresentados.

Daniels é conhecido por ser um realizador bastante único que, mesmo não sendo independente, é reconhecido por um estilo que oscila entre o poético e o realismo com fluidez incrível. De qualquer forma, sua última rendição cinematográfica, O Mordomo da Casa Branca, já dava ares de uma inconsistência dramática que viria a se tornar uma bola de neve na presente obra. Honestamente, nem mesmo a técnica artística empregada no filme faz muito sentido, com exceção de breves sequências que não são acompanhadas de uma obviedade de enredo ou de caprichos circinais de uma edição horrível, para dizer o mínimo: desde os momentos iniciais, a montagem de Jar Rabinowitz não tem direção alguma e mistura referências que visam a uma repaginação de ‘Chicago’ e acertam numa novela mais insípida que ‘Burlesque’ (algo chocante, considerando o trabalho de Rabinowitz em ‘8 Mile’ e ‘Réquiem para um Sonho’).

Como se não bastasse, a estrutura panorâmica não é a única a falhar em entregar qualquer resquício de coesão; o roteiro, assinado por Suzan-Lori Parks, insurge como um amontoado de acontecimentos sem distinção de causa e consequência, aglutinando-se em uma massa amorfa que não atinge a completude de um propósito bem-intencionado e digno. Aliás, é um tanto quanto estranho a decisão de Daniels e de sua equipe em adaptar um romance de não-ficção cujo foco é analisar a guerra às drogas nos Estados Unidos e a transformação dos negros em alvo. Claro, Holiday tornou-se um símbolo da comunidade, mas é mencionada brevemente (e com propósitos descritivos) como uma das personalidades que se renderam aos opioides. O motivo pelo qual uma abordagem mais palpável à cantora e compositora não foi abraçada talvez nunca veja a luz do dia, mas merece certa explicação.

Problemas à parte, é notável como a obra tenta ser mais do que consegue e, por essa razão, acaba por afastar espectadores que talvez nunca tenham sequer ouvido uma das canções de Billie. É nesse âmbito que Andra Day se entrega de corpo e alma à persona titular, caminhando trôpega por todas as fases de sua turbulenta vida, fazendo homenagens e buscando inspirações em suas conterrâneas. Day, em seu primeiro papel protagonista, vem do background fonográfico e molda a própria voz em surpreendentes dialogismo e candura com Holiday, como se estivesse cantando para a própria jovem que morreu vítima de sua confiança nas pessoas erradas. Não é com espanto que ela tenha faturado uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, juntando-se a nomes como Lady Gaga e Cher, que também migraram da música à atuação com perfeição.

Acompanhada por nomes como Trevante Rhodes, Natasha Lyonne, Garrett Hedlund, Da’Vine Joy Randolph e Tyler James Williams, Day e o restante do elenco são a força-motriz que se empenha em salvar, a todo custo, a tragédia de um longa-metragem que não prestou atenção aos próprios deslizes. Ao procurar fornecer uma explicação e uma humanização de fatos cruciais para o entendimento da situação segregacionista dos anos 1940, Daniels mergulha na soberba superficialidade do panfletarismo e nem ao menos fecha o ciclo narrativo, como se a luta promovida por Billie e por tantas outras cantoras negras da época não tivessem surtido efeito; mais do que isso, a utilização constante da sépia e de um enlace fotográfico antigo criam um anacronismo doído e que, mais uma vez, não tem necessidade alguma para a compreensão dos eventos.

É infeliz imaginar que ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ poderia ter sido bem diferente do resultado final. Manchado por uma condução descarrilada e se apoiando inteiramente na performance de uma recém-descoberta atriz que terá um futuro brilhante pela frente, o filme morre na praia sem uma identidade para chamar de sua – e dentro de uma tristonha e repetitiva previsibilidade.

‘Everybody’s Talking About Jamie’: Adaptação do musical já está disponível na Amazon Prime Video!

A aguardada adaptação do aclamado musical ‘Everybody’s Talking About Jamie’ finalmente estreou na Amazon Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 17 de setembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Jonathan Butterell faz sua estreia diretorial com o filme. Tom MacRaeDan Gillespie Sells assinam o roteiro.

Baseado na vida de Jamie Campbell, a história gira em torno de um adolescente de 16 anos de idade que enfrenta inúmeros preconceitos até resolver sair do fundo do poço e tornar-se uma drag queen de grande sucesso.

Max HarwoodRichard E. GrantSharon HorganLauren Patel, Shobna GulatiSarah LancashieRalph Ineson estrelam.

‘Red – Crescer é uma Fera’: Animação da Pixar ganha teaser novo ADORÁVEL; Assista!

O Disney+ divulgou um novo teaser adorável do aguardado ‘Red – Crescer é uma Fera‘, nova animação da Pixar, que será lançada na plataforma de streaming no dia 11 de março.

No filme, “quando uma adolescente fica muito nervosa, ela se transforma em um grande panda vermelho. O longa aborda dessa forma, a jornada de amadurecimento da personagem, suas inseguranças dessa fase onde, a personagem principal está dividida entre a filha que sempre foi e sua nova personalidade, intensificada por todos os sentimentos conflitantes que a adolescência provoca. Além do caos gerado por todas as mudanças em seus interesses, relacionamentos e corpo, sempre que a garota fica muito agitada ou estressada, ela vira um panda vermelho gigante, – o que com certeza, só gera mais problemas para a jovem – sendo uma metáfora para todas as vezes que, constrangidos pelos novos desafios que se apresentam em nossas vidas, as inseguranças só se agigantam”.

Assista, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

O longa foi escrito e dirigido por Domee Shi.

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang.

‘Only Murders in the Building’: 2ª temporada estreia no Star+!

A 2ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘, aclamada série estrelada por Steve MartinMartin Short Selena Gomez, finalmente estreou no Star+.

Os dois primeiros episódios do novo ciclo chegaram hoje, 28 de junho, à plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Lembrando que o icônico ator Nathan Lane reprisa seu papel como Teddy Dimas nos novos episódios.

Além de Lane, o próximo ciclo também traz Amy Schumer como uma versão superexagerada de si mesma, Cara Delevingne como Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados, e Shirley MacLaine como a mãe de Bunny, o mais recente assassinado do edifício Arconia.

A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

‘Dirty Dancing 2’: Jennifer Grey revela que rostos familiares irão aparecer na sequência

Dirty Dancing: Ritmo Quente‘, clássico dos anos de 1980, que foi estrelado pelo saudoso astro Patrick Swayze, teve sua sequência recentemente anunciada com a confirmação do retorno da atriz original Jennifer Grey como Baby.

Agora, em entrevista ao jornal Extra (via PEOPLE), Grey revelou que as gravações do projeto começarão na próxima primavera norte-americana (isto é, entre março e maio de 2023) e que trará rostos familiares de volta.

“Posso dizer que iremos retornar ao Kellerman’s”, ela comentou, fazendo referência ao cenário do filme original. Ela também comentou que Baby estará “alguns anos mais velha” e que “outros personagens do [longa] original” irão aparecer na história.

Anteriormente, em entrevista à EW, Grey revelou o quão complicado foi fazer uma continuação sem a presença de Swayze, que morreu em virtude de um câncer pancreático, aos 57 anos.

“Nunca haverá outro Johnny”, ela disse, fazendo referência ao personagem interpretado pelo astro. “Nunca haverá outro Patrick. Esta sequência tem que funcionar por conta própria. É bem complicado”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Los Angeles Times, Grey, que também entra como produtora executiva, revelou que está muito interessada em ver como a continuação irá abordar uma narrativa que se passa trinta anos depois da original – e que está muito animada para o resultado.

“Estou muito animada pelo desafio de olhar [para o filme] de um ponto de vista do que acontece quando se passam trinta anos e estamos nos anos 1990”, ela comentou. “O que acontece com a pessoa que teve aquela experiência – o que aconteceu a ela e o que é relevante agora sobre a história original, vista sob um olhar diferente. Acho que, com sorte, [o filme] vai realmente satisfazer sem competir com o primeiro ou fazê-lo melhor que o primeiro. É mais sobre: que história nova pode ser contada?”.

De acordo com o Collider, o novo longa já tem também sua data de estreia programada e será no dia 9 de fevereiro de 2024.

Jonathan Levine (‘Meu Namorado é um Zumbi’) é quem vai comandar a sequência pela Lionsgate. A dupla Mikki Daughtry e Tobias Iaconis, que fez ‘A Maldição da Chorona‘, assina esse novo roteiro.

Vale destacar que o elenco em geral ainda não foi anunciado, até porque as filmagens estão previstas para começar neste ano.

Dirty Dancing se tornou um dos maiores sucessos dos anos 1980, arrecadando US$ 170 milhões em todo o mundo, enquanto a trilha sonora vendeu mais de 32 milhões de cópias em todo o mundo, com a canção “(I’ve Had) The Time of My Life“, ganhando o Oscar de Melhor Canção Original.

O filme também ganhou uma prequel intitulado Dirty Dancing: Havana Nights’, com breve participação de Swayze e que falhou em manter o nível do longa original, e uma versão para o teatro.

Relembre o trailer:

Diretora de ‘Star Wars: Vision’ quer comandar um filme inspirado em um dos curtas-metragens

A segunda temporada da antologia animada Star Wars: Visions’ chegou hoje, 04 de maio, no Disney+ – e conta inclusive com um curta-metragem produzido pela Aardman, estúdio responsável por aclamadas animações como ‘Wallace e Gromit’‘A Fuga das Galinhas’.

O capítulo em questão, intitulado “Eu Sou Sua Mãe”, é focado em Kalina e Anni, mãe e filha Twi’lek que embarcam numa emocionante jornada. Anni é uma pilota em formação que se sente um pouco envergonhada pela presença superprotetora da mãe.

Agora, em entrevista ao Dexerto, a diretora Magdalena Osinska foi questionada se a Aardman criaria um longa-metragem inspirado no episódio caso a oportunidade surgisse, a que ela respondeu: “meu Deus, sim, por favor!”.

Ela continua: “quando nós abordamos esse projeto, criamos a história para um longa-metragem. Há muito a ser contado sobre Anni e Kalina. Nós criamos várias ideias para as cenas do dia da corrida, antes de começar, e então sobre a própria corrida. Foi complicado reduzir para dez minutos. […] Então, definitivamente há muito mais material e mais ideias”.

A série conta com histórias ambientadas antes dos eventos do ‘Episódio I’ e depois do ‘Episódio IX’ (o último a ter chegado aos cinemas), incluindo uma narrativa intitulada “Tatooine Rhapsody” e descrita como uma rock opera que trará personagens como Jabba, o Hutt e Bobba Fett.

‘The Crown’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha teaser e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o primeiro teaser promocional da 6ª e última temporada do aclamado drama de época The Crown.

Além disso, foi revelado que o ciclo de encerramento será dividido em duas partes: a primeira chega à plataforma de streaming em 16 de novembro; a segunda, em 14 de dezembro.

Confira:

Um dos temas a serem explorados no ciclo de encerramento será o casamento entre o Príncipe Charles e a Duquesa Camilla Parker Bowles, amante do monarca enquanto ele estava em matrimônio com a saudosa Princesa Diana.

Confira fotos promocionais:

Segundo o jornal The Sun, diversas cenas especiais foram rodadas para a temporada final.

As cenas em questão contam com o retorno de Claire Foy, que interpretou a jovem monarca nas duas primeiras temporadas, e de Olivia Colman, que encarnou a rainha na terceira e na quarta iterações. Elas irão aparecer em cena com Imelda Staunton, intérprete atual da personagem, em um tributo à Elizabeth (que faleceu em setembro do ano passado).

E isso não é tudo: as informações também indicam que uma versão adolescente da monarca irá aparecer no auge da II Guerra Mundial. Viola Prettejohn foi escalada para interpretá-la.

Lembrando que o ciclo de encerramento chegará à Netflix no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.

Anteriormente, foram divulgadas as primeiras imagens oficiais de Ed McVey como Príncipe William e Meg Bellamy como Kate Middleton.

Na nova temporada, McVey assumirá o papel nos episódios posteriores, marcando sua estreia nas telas após trabalhar no palco.

Por sua vez, Bellamy é uma novata na atuação, tendo feito o teste para o papel depois de ver uma chamada de elenco nas redes sociais.

Confira as imagens:

Lembrando que todas as outras temporadas estão disponíveis na plataforma.

A mais recente temporada trouxe Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Coringa: Delírio a Dois | O que o título do filme REVELA sobre a sequência estrelada por Joaquin Phoenix e Lady Gaga

Sem qualquer sombra de dúvida, Coringa: Delírio a Dois’ é um dos filmes mais aguardados do ano e já vem ganhando hype gigantesco desde seu anúncio há quase dois anos. Contando com o retorno de Joaquin Phoenix no papel titular que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator e com ninguém menos que a icônica Lady Gaga, o longa-metragem promete ser uma continuação que se iguale ao impacto causado pelo projeto anterior – e, mesmo com poucas informações reveladas, é possível imaginar o que a narrativa nos aguarda.

Antes de mais nada, é sempre bom discorrer acerca das informações que temos do filme: além de Phoenix como Arthur Fleck/Coringa e Gaga como a Dra. Harleen Quinzel/Arlequina, sabe-se que o enredo não faz parte da continuidade do falecido DCEU ou da reformulação conhecida como DCU, e sim integra um universo próprio cujo enfoque é muito mais dramático e psicológico, por assim dizer. É claro que a inspiração principal provém dos quadrinhos da DC Comics – mas é notável como a abordagem é bastante diferente e aposta fichas em ambiciosas reflexões sobre a condição humana frente à sociedade em si e frente aos limites a que é imposta.

Outros nomes confirmados no elenco incluem Zazie Beetz reprisando seu papel como Sophie Dumond, bem como Brendan GleesonCatherine KeenerJacob LoflandSteve CooganKen LeungHarry Lawtey (todos estes sem detalhes revelados quanto aos personagens que irão interpretar). Uma informação importante é que, diferente do espectro de drama do filme predecessor, ‘Delírio a Dois’ será um musical, contando com quinze canções famosas do cenário fonográfico e, conhecendo o cacife artístico de Gaga, provavelmente alguma entrada original para seu espetacular catálogo.

Mas o elemento que mais pode nos dar dica do que podemos esperar da continuação é o título. Obviamente, Todd Phillips, que retorna à cadeira de direção, não daria ponto sem nó – e fez uma escolha certeira com o chamamento do filme. Afinal, como bem podemos lembrar, Coringa e Arlequina nutrem de um relacionamento extremamente psicótico e insano que já foi retratado diversas vezes nos quadrinhos, no cinema e na televisão. E é por isso que o título, no original, é ‘Folie à Deux’ – um termo psiquiátrico que significa psicose compartilhada.

Cunhado pelos psiquiatras franceses Charles LasègueJules Falret, o termo é também conhecido como síndrome da desilusão compartilhada e faz menção a um distúrbio psicológico extremamente cujos sintomas de crença delirante e, às vezes, de alucinações, são transmitidas de um indivíduo a outro. E isso não se aplica apenas a duas pessoas, podendo se alastrar para trios (folie à trois), quatro (folie à quatre), entre membros de uma família (folie en famille) e em grupos de grandes pessoas (folie a plusieurs).

Tal síndrome é comumente diagnosticada quando dois ou mais indivíduos vivem em proximidade. Conhecendo a história de Arthur Fleck e da Dra. Harleen Quinzel, é apenas natural que esse distúrbio tenha aparecido; afinal, Quinzel tratou de Arthur no Manicômio Arkham, em Gotham City, e foi manipulada pelo psicopata até se apaixonar por ele – eventualmente ajudando-o a escapar do cárcere e transformando-se em sua comparsa e amante (ou seja, sendo influenciada por sua insanidade até se transformar na anti-heroína como a conhecemos).

Levando em conta o tipo de laços que Coringa e Arlequina possuem, é possível caracterizar essa psicose compartilhada como uma psicose imposta (folie imposée), em que uma pessoa dominante constrói uma crença ilusória a partir de um episódio psicótico – como vimos no filme lançado em 2019 à medida que Arthur arquiteta uma realidade paralela que nunca aconteceu e explode em uma anárquica submissão aos próprios pensamentos. A partir daí, essa desilusão é imposta à outra pessoa através de recursos de sedução psicológica.

Um tipo diferente de folie à deux é a folie simultanée (psicose simultânea), em que duas pessoas influenciam a desilusão uma da outra até se tornarem iguais ou muito similares – e a mais predisposta às ilusões psicóticas engatilham os sintomas no outro (algo que não deve ter sido levado em consideração para a sequência fílmica). E, considerando que dois contribuintes para que a psicose exista são o estresse e o isolamento social – incluindo a dependência que ambos os indivíduos nutrem um pelo outro em meio à solidão -, é quase automático imaginar que a folie imposée tenha sido a característica aproveitada por Phillips no longa-metragem.

E isso não é tudo: considerando que o longa será um musical jukebox (ou seja, com canções famosas que serão interpretadas pelos atores), Phillips aproveitou para explorar os tipos de desilusões criadas pela síndrome para esquadrinhar o relacionamento de Coringa e Arlequina. Afinal, é quase óbvio imaginar que tais sequências existam dentro da mente de ambos – estendendo-se, por exemplo, para o que entendemos como desilusões bizarras (ou seja, que não são compreendidas ou plausíveis por membros da mesma cultura), desilusões não-bizarras (que podem ser compreendidas por membros que tenham distúrbios psicológicos, por exemplo), desilusões de humor congruente (que envolvem emoções dentro de um tempo e um espaço e durante um episódio maníaco ou depressivo) e desilusões de humor neutro (que não são afetadas pelo humor, e sim partem de uma pseudo-crença adotada como real).

Lembrando que Coringa: Delírio a Dois’ estreia nos cinemas nacionais em 03 de outubro de 2024.

Os 10 Melhores Álbuns NACIONAIS da Década (Até Agora)

Por mais que o brasileiro tenha um apreço significativo pela cultura estrangeira, principalmente a norte-americana, é inegável dizer que os artistas nacionais têm habilidades que se igualam e até mesmo superam a dos internacionais.

Apenas no cenário musical contemporâneo, podemos citar nomes como LinikerJãoANAVITÓRIA como representantes do MPB e do pop nacional, enquanto AnittaPabllo VittarLudmilla, por exemplo, voltam-se para o funk, o pagode e a eletrônica. Não obstante a forte presença da nova geração, artistas como Marisa MonteLulu Santos e Ivete Sangalo permanecem ativos em um encontro entre passado e presente – confluindo suas incríveis estéticas em atemporais espetáculos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns nacionais da década (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

8. DOCE 22, Luísa Sonza (2021)

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

7. FUNK GENERATION, Anitta (2024)

“O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que ‘Funk Generation’ mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista” – Thiago Nolla

6. SUPERNOVA, Jão (2024)

Meses depois de ter lançado o ótimo ‘Super’Jão anunciou uma aguardada versão deluxe com nada menos que oito faixas inéditas – uma delas funcionando como extensão de uma das tracks presentes no álbum original. O resultado foi uma impecável e vibrante jornada que passeia por diversos gêneros, incluindo o MPB, o synth-pop e as baladas orquestrais, construindo narrativas que oscilam do teatral ao melodramático, do confessional ao sensual – e tudo convergindo a um arauto metarreferencial pincelado com uma lírica pungente e uma exaltação testamentária do artista a si próprio.

5. COR, ANAVITÓRIA (2021)

“Os melhores momentos de ‘Cor’ insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – Thiago Nolla

4. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat (2021)

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, ‘Te Amo Lá Fora’ merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

3. QVVJFA?, Baco Exu do Blues (2022)

“Se há uma coisa que podemos compreender do álbum é a maestria com que todos os aspectos instrumentais colidem em profusão aplaudível às potentes letras que o performer assina. É claro que algumas delas pendem para algumas fórmulas tão utilizadas no mainstream, como a frustração amorosa de “20 Ligações” ou a bem-vinda crueza de “Mulheres Grandes”, que perdem um pouco de força frente a tantas tracks ótimas – e o mesmo acontece com a repetição minimalista de “Autoestima”, isolada na segunda metade do álbum. Entretanto, os deslizes são ofuscados em boa parte do tempo pelo que se esconde nas entrelinhas e pelo convite que Baco Exu nos faz para encontrá-las num cenário bélico de notas e melodias” – T.N.

2. SÓ, Adriana Calcanhotto (2020)

“Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.” – Thiago Nolla

1. INDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker (2021)

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – Thiago Nolla

‘Sakamoto Days’: Anime da Netflix ganha clipe promocional INÉDITO; Confira!

Para celebrar seu recente lançamento oficial, a Netflix divulgou um clipe inédito de Sakamoto Days, anime baseado na famosa saga mangá criada por Yuto Suzuki.

Confira, junto ao trailer:

Masaki Watanabe entra como diretor.

A história gira em torno de Taro Sakamoto, um lendário assassino aposentado que se estabeleceu em uma vida tranquila e mundana como homem de família. No entanto, sua vida pacífica é interrompida quando ex-inimigos e colegas de sua época de assassino chegam em busca de vingança.

Tomokazu SugitaNobunaga ShimazakiAyane SakuraNao ToyamaHina KinoRyota SuzukiNatsuki Hanae e outros fazem parte do elenco original.

Já elenco de vozes na versão em inglês conta com Matthew MercerDallas LiuRosie OkumuraRosalie ChangLexi CabreraXolo MaridueñaSungWon Cho e outros.

‘Remain’: Thriller ROMÂNTICO de M. Night Shyamalan escala oito novos membros ao elenco

Segundo o Deadlineoito novos atores foram escalados para o elenco de Remain, suspense romântico dirigido e roteirizado por M. Night Shyamalan (‘Armadilha’, ‘Fragmentado’).

As informações indicam que Ashley Walters (‘Adolescência’), Julie Hagerty (‘Uma História de Casamento’), Jay O. Sanders (‘As Três Filhas’), Tracy Ifeachor (‘The Pitt’), Hannah James (‘Mercy Street’), Caleb Ruminer (‘The Irrational’), Kieran Mulcare (‘Jessica Jones’) e Maria Dizzia (‘Orange Is the New Black’) foram contratados para o projeto.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jake Gyllenhaal (‘Matador de Aluguel’) e Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’).

O filme chegará aos cinemas em 23 de outubro de 2026.

O longa traz uma proposta inusitada: ele é fruto de uma parceria criativa entre Shyamalan e o best-seller Nicholas Sparks (‘Querido John’, ‘Um Amor para Recordar’).

Enquanto o diretor desenvolve o roteiro do filme, Sparks escreve simultaneamente um romance com a mesma história, que será lançado em 7 de outubro de 2025, sob o mesmo título.

A estreia de ‘Remain deve gerar um confronto de peso nas bilheteiras. Na mesma data, a Universal Pictures planeja lançar o próximo filme de Jordan Peele, outro diretor renomado no universo do suspense e terror.

A possível colisão entre os dois projetos tem gerado expectativa no mercado — especialmente considerando que Shyamalan já teve uma bem-sucedida parceria anterior com a Universal, onde lançou títulos como ‘Fragmentado, ‘Vidro e ‘Tempo’.

Após migrar para a Warner Bros., Shyamalan dirigiuArmardilha, lançado em 2024 e que arrecadou cerca de US$ 84 milhões em bilheteria mundial. O estúdio também foi responsável pela distribuição de ‘Os Observadores‘, estreia de sua filha Ishana Shyamalan como diretora, que teve desempenho modesto com US$ 33 milhões arrecadados globalmente.

‘Platonic’: Série de comédia com Seth Rogen e Rose Byrne é RENOVADA para a 3ª temporada!

Platonic, elogiada série de comédia estrelada por Rose ByrneSeth Rogen, se tornou uma das produções mais populares da Apple TV – e, agora, os fãs podem celebrar!

A plataforma de streaming confirmou recentemente que a atração foi renovada para a 3ª temporada.

Mais detalhes não foram divulgados.

Confira o anúncio:

A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos.

Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

Diretor anuncia TÉRMINO das filmagens de ‘Sonic 4’ e revela visual do Metal Sonic; Confira!

Ótimas notícias para os fãs da franquia Sonic!

Através do X (antigo Twitter), o diretor Jeff Fowler, que comandou todos os capítulos da adaptação cinematográfica, revelou que as gravações do quarto filme foram oficialmente encerradas.

As boas novas vieram acompanhadas de uma foto de bastidores dando destaque ao próprio realizador ao lado do doppelganger robótico do personagem titular, o vilanesco Metal Sonic.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O novo capítulo está programado para estrear no dia 19 de março de 2027.

Rumores recentes, divulgados pelo portal The Direct, indicam que a sequência terá um orçamento maior do que os filmes anteriores da saga.

Essa elevação orçamentária segue a tradição de crescimento da série:

  • Sonic: O Filme’ (2020): Teve um custo estimado entre US$ 85 milhões e US$ 90 milhões.
  • Sonic 2: O Filme’ (2022): Contou com um orçamento de US$ 90 milhões a US$ 110 milhões.
  • Sonic 3: O Filme’ (2024): Alcançou a marca de US$ 122 milhões.

Dessa forma, espera-se queSonic 4’ ultrapasse o orçamento de US$ 122 milhões, refletindo a ambição da produção em expandir a escala e a qualidade visual da franquia.

O novo longa, fruto da colaboração entre SEGA, Sonic Team e Paramount Pictures, deve acompanhar Sonic e seus amigos supervelozes em um confronto com um novo e misterioso vilão: Metal Sonic, que foi introduzido na cena pós-créditos do filme anterior.

Felizmente, a equipe contará com a ajuda de uma nova e importante aliada, a ouriça de pelos cor-de-rosa Amy Rose – que será dublada pela Kristen Bell (‘The Good Place’).

O elenco de vozes contará novamente com Ben Schwartz como Sonic, Idris Elba como Knuckles, o equidna, e Colleen O’Shaughnessey como Tails “Miles” Prower.

Há também a possibilidade de Keanu Reeves retornar para dar voz a Shadow, após sua estreia no terceiro filme.

‘Sonic 4’ e ‘A Lenda de Zelda’ vão disputar os cinemas em mesmo época de lançamento

Novo ‘Mortal Kombat’ terá ‘Fatalities’ e será para maiores de 18 anos

De acordo com uma publicação no Twitter do roteirista Greg Russo, o novo filme do ‘Mortal Kombat‘ será para maiores e terá, pela primeira vez, a adaptação dos ‘Fatalities‘ nas telonas.

Os ‘Fatalities‘ são golpes característicos do jogo, a finalização da luta de forma bem violenta, o que justifica a classificação indicativa.

“Já que foi divulgado por outros membros da equipe, vou publicar aqui também. ‘Mortal Kombat‘ será para maiores e, pela primeira vez, vai mostrar os ‘Fatalities‘ no cinema (e não eu não vou dizer quais), vocês terão que esperar pelo filme!!!”

Mortal Kombat‘ deve chegar aos cinemas em março de 2021, com produção de James Wan.

A New Line Cinema irá começar as filmagens na cidade de Adelaide, no sul da Austrália, com Simon McQuoid.

O roteirista Greg Russo confirmou a informação em entrevista para o Discussing Film:

“Não posso falar muito sobre isso, mas posso garantir que os sete personagens originais são muito importantes. Acredito que eles são importantes para qualquer adaptação dessa propriedade.”

Os personagens que ele menciona são Liu Kang, Sonya Blade, Johnny Cage, Sub-Zero, Scorpion, Kano e Raiden, que protagonizaram o primeiro game da franquia.

O filme terá tom cômico, mas será violento, uma produção para maiores de idade.

Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, Mortal Kombat teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais. Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. A crítica massacrou os dois filmes.

San Diego Comic Con continua agendada para julho, apesar do surto de Coronavírus

Através de um comunicado oficial no Twitter, os organizadores da San Diego Comic Con garantiram aos fãs que a edição de 2020 continua agendada para julho, apesar das preocupações sobre o Coronavírus.

Parece que os responsáveis pelo evento estão confiantes que a doença será controlada pelos próximos meses, mas é claro que o evento pode ser adiado caso a situação permaneça fora de controle.

Confira o anúncio:

“Para nossos incríveis fãs da Comic-Con e da WonderCon: Entendemos que a atual situação está difícil para todos nós e agradecemos pelo contínuo apoio nesses tempos sombrios. Ninguém está tão esperançoso quanto nós para que possamos comemorar juntos em julho.”

“Enquanto continuamos a monitorar a situação com as autoridades locais, publicaremos atualizações em nossas mídias sociais! Até lá, lembrem-se: ‘Um herói é um indivíduo comum que encontra forças para perseverar e resistir, apesar de obstáculos esmagadores’. – Christopher Reeve.”

Até o momento, o Coronavírus já infectou mais de 900.000 pessoas pelo mundo, deixando pelo menos 45.000 mortos. No Brasil, há quase 7.000 casos confirmados.

A Agência Saúde, do governo nacional, emitiu as seguintes medidas de precaução:

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar bem as mãos (dedos, unhas, punho, palma e dorso) com água e sabão, e, de preferência, utilizar toalhas de papel para secá-las. Além do sabão, outro produto indicado para higienizar as mãos é o álcool gel, que também serve para limpar objetos como telefones, teclados, cadeiras, maçanetas, etc. Para a limpeza doméstica recomenda-se a utilização dos produtos usuais, dando preferência para o uso da água sanitária (em uma solução de uma parte de água sanitária para 9 partes de água) para desinfetar superfícies.

Utilizar lenço descartável para higiene nasal é outra medida de prevenção importante. Deve-se cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Também é necessário evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas. Para a higienização das louças e roupas, recomenda-se a utilização de detergentes próprios para cada um dos casos. Destacando que é importante separar roupas e roupas de cama de pessoas infectadas para que seja feita a higienização à parte. Caso não haja a possibilidade de fazer a lavagem destas roupas imediatamente, a recomendação é que elas sejam armazenadas em sacos de lixo plástico até que seja possível lavar.

Além disso, as máscaras faciais descartáveis devem ser utilizadas por profissionais da saúde, cuidadores de idosos, mães que estão amamentando e pessoas diagnosticadas com o coronavírus. Também é importante que as pessoas comprem antecipadamente e tenham em suas residências medicamentos para a redução da febre, como ibuprofeno e paracetamol, controle da tosse, como xaropes e pastilhas, além de medicamentos de uso contínuo. Produtos de higiene também devem ser comprados e armazenados como uma medida de prevenção. No caso das crianças, recomenda-se que os pais ou responsáveis, adquiram fraldas e outro produtos em uma maior quantidade para que se evite aglomerações em supermercados e farmácias.

HILÁRIO: Netflix lança vídeo comparando o Natal gringo vs Natal brasileiro; Confira!

Os filmes estrangeiros com temática natalina sempre representam a harmonia familiar, crianças abrindo presentes e se divertindo na neve, além do clima de amizade que desperta as vizinhanças pelo mundo.

No entanto, o Natal brasileiro costuma ser bem diferente por conta do calor e do mau-humor de algumas pessoas devido à correria das compras, as crianças fazendo bagunça e convidados indesejados no jantar.

Pensando nisso, a Netflix divulgou um vídeo hilário comparando as cenas de alguns títulos com o nacional ‘Tudo Bem No Natal Que Vem‘, estrelado por Leandro Hassum.

Confira, junto com os erros de gravação do longa:

Dirigido porRoberto Santucci, o filme também conta com Elisa Pinheiro, Ariane Botelho, Miguel Rômulo, Louise Cardoso e Danielle Winits.

Na trama, depois de levar um tombo na véspera de Natal, o rabugento Jorge desmaia e acorda um ano depois sem lembrar do que se passou. Ele logo percebe que está condenado a continuar acordando na véspera de Natal, ano após ano, tendo que lidar com as consequências do que seu outro “eu” fez nos demais 364 dias.

Confira o trailer, junto ao pôster e às imagens promocionais:

‘What If…?’: A guerra do Multiverso se inicia novo teaser da animação; Assista!

A Marvel Studios divulgou um novo teaser de ‘What If…?‘, trazendo cenas inéditas dos próximos quatro episódios da animação antológica exibida na Disney+.

A prévia destaca que iremos testemunhar os maiores heróis do multiverso enquanto eles navegam em realidades alternativas em rota de colisão em direção a um final inesquecível.

E parece que a guerra do Multiverso reunirá muitos desses personagens como novos membros dos Vingadores.

Lembrando que o próximo episódio, que será exibido amanhã, 15 de setembro.

Assista ao teaser:

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.

George R.R. Martin está animado para uma competição entre ‘A Casa do Dragão’ e a série d’O Senhor dos Anéis’

Este ano tem estreia de duas aguardadas séries de fantasia inspiradas em grandes títulos da literatura, uma delas é ‘A Casa do Dragão‘, derivada de ‘Game of Thrones‘.

E a outra é ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, baseada nos romances de J.R.R. Tolkien.

E parece que o criador de GoT, George R.R. Martin está animado para ver uma competição entre as atrações.

Durante uma entrevista para o The Independent, o lendário escritor brincou:

“No minuto em que as datas foram anunciadas, logo pensei: ‘Ah, a batalha pela supremacia da fantasia vai acontecer. É ‘Os Anéis de Poder’ versus ‘A Casa do Dragão’, quem vencerá?'”

Apesar disso, ele argumentou que está ansioso para acompanhar ambas as produções porque é fã do gênero.

“Espero que ambos os programas tenham sucesso e estou animado para assistir as duas. Mas sou competitivo o suficiente que tenhamos mais sucesso. Se eles ganharem seis Emmys – e espero que ganhem – temos que ganhar sete. Mas, mesmo assim, essa disputa é algo bom para o gênero da fantasia. Eu amo fantasia. amo ficção científica. Quero mais programas na televisão assim.”

Vale lembrar que a série d’O Senhor dos Anéis‘ será lançada em setembro, na Amazon Prime.

Enquanto isso, ‘A Casa do Dragão’ chega ao catpalogo da HBO Max em 21 de agosto, com dez episódios.

Confira o trailer:

Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Red One’: Dwayne Johnson publica nova imagem e anuncia fim das gravações da comédia de ação natalina

Em seu perfil do Instagram, Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) compartilhou uma imagem dos bastidores de ‘Red One‘ para anunciar o fim das gravações da comédia de ação natalina dirigida por Jake Kasdan (‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’).

A imagem mostra o astro caminhando de costas em uma sala com luzes apagadas, provavelmente saindo do estúdio.

Na legenda, ele escreveu:

“É um privilégio absoluto dizer que encerramos oficialmente as gravações de ‘Red One’. Esta produção tem sido uma experiência de despertar, de muitas maneiras esperadas – e inesperadas. Empatia, bondade e ver o bem em todas as pessoas. Incluindo em si mesmo. Fizemos um bom trabalho. E mais está por vir. Na estrada… “

Confira:

A imagem revela o visual de J.K. Simmons como Papai Noel, malhando junto com Johnson.

Na legenda, ele escreveu:

“Senhoras, senhores e crianças de todas as idades… O mais legal, mais forte, mais gentil, mais durão, mais amoroso e mais velha guarda Papai Noel de todos os tempos 🎅🏻❤️. Vivido pelo vencedor do Oscar, J.K. Simmons, que trabalhou duro por meses para assumir esse papel icônico e esse incrível shape para o nosso filme de franquia de Natal, ‘Red One‘. Estamos nos divertindo muito e vocês e suas famílias também vão quando assistirem ao nosso filme!”

Confira:

Segundo o ComicBook.comLucy Liu (‘As Panteras’) também foi escalada para o elenco da produção da Amazon Studios.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco ainda contará com Chris EvansKiernan Shipka.

Descrito como uma comédia de ação e aventura, o roteiro escrito por Chris Morgan (‘Velozes e Furiosos 8, ‘Bird Box”) vai mostrar o Papai Noel (Johnson) percorrendo o mundo, imaginando um universo totalmente novo dentro do subgênero.

Além de estrelar, Johnson será um dos produtores, junto com Dany e Hiram Garcia.

A estreia acontece em 2023, ainda sem dia confirmado.

‘Godzilla Minus One’ concorre como Melhor Filme no “Oscar do Japão”; Confira!

Além de receber 100% de aprovação do Rotten Tomatoes, ‘Godzilla Minus One‘ também foi um sucesso absoluto no Japão, conquistando críticas extremamente positivas.

E, de acordo com o Comic Book, o longa dirigido por Takashi Yamazaki é um forte candidato à vitória nas principações categorias da 48ª edição do Hochi Film Awards, conceituado prêmio japonês.

Entre as indicações, Godzilla Minus One’ concorre como Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator (Ryunosuke Kamiki) e Melhor Atriz Coadjuvante (Minami Hamambe).

Por enquanto, ainda não há uma data específica para a realização do evento de premiação.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Godzilla Minus One‘ estreia no dia 1º de dezembro em cinemas selecionados no Brasil. Já o lançamento oficial acontece em 14 de dezembro ao redor do mundo.

Confira algumas críticas do longa:

“Um blockbuster empolgante e cheio de espetáculos, ‘Godzilla: Minus One‘ leva o rei dos monstros de volta às suas raízes no Japão pós-Segunda Guerra Mundial. A história é baseada nos personagens, e as cenas de monstros são emocionantes e eficazes.” – IGN Movies

“‘Godzilla Minus One‘ retorna a fera titular às suas raízes como uma metáfora para a ansiedade e a dor do Japão no pós-guerra, proporcionando no processo um espetáculo emocionante que também contém uma tendência emocional palpável.” – Screen International

“‘Godzilla Minus One‘ é exatamente o filme que precisamos para os tempos complicados e, às vezes, desesperadores em que vivemos. O filme lembra ao público que sempre há esperança, desde que você esteja disposto a lutar por um amanhã melhor.” – The Mary Sue

“O resultado é o melhor filme de Godzilla desde o filme original de 1954, graças à história convincente, Godzilla fazendo o que Godzilla faz de melhor, além de ter um elenco maravilhoso e uma ftografia impressionante.” – Nerd Reactor

“Tendo que acompanhar o excelente Shin Godzilla de 2016, ‘Godzilla Minus One‘ está agora na posição de ter que manter a boa fé do investimento do estúdio original com este monstro gigante do cinema. Felizmente, este filme é uma explosão e muito mais.” – We Live Entertainment

“‘Godzilla Minus One‘ é um lembrete ao público porque nos apaixonamos por este kaiju, mas também pelo universo em que ele reside.” – But Why Tho

“Visualmente, ‘Godzilla Minus One‘ evoca o filme original mais do que qualquer outro filme de Godzilla desde os anos 50. Mas, ao situar-se no passado, evita abordar questões contemporâneas, contentando-se mais em ser um passeio divertido.” – Japan Times

Confira o trailer:

A sinopse oficial revela que ‘Godzilla Minus One‘ se passa no Japão do pós-guerra, retratando um Godzilla como uma força monstruosa. O país, que já havia sido devastado pelos horrores da guerra, enfrenta uma nova ameaça com a presença do monstro, levando à destruição ainda maior do território japonês.

É importante ressaltar que este projeto não está relacionado a ‘Godzilla x Kong: The New Empire‘, a próxima produção americana da Legendary Pictures envolvendo os icônicos monstros, e que chega aos cinemas em abril de 2024.

Godzilla x Kong: The New Empire‘ é o eletrizante quinto filme da série Monsterverse, no qual os lendários Titãs, Godzilla e Kong, vão ter que firmar uma inesperada parceria para enfrentar uma ameaça de fim de mundo tão aterrorizante que nenhum dos dois, sozinhos, poderiam sobreviver a ela.

O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.

A Evolução da Narrativa – Da Escrita ao Cinema e os Videogames

Historicamente obras populares estão intimamente ligadas a tendências populares e vice versa

Sempre é interessante refletir sobre como grandes obras foram e são criadas de acordo com o tempo em que vivem. Hoje em dia essa linha de pensamento se traduz no conceito do mercado consumidor. Do que é trend e do que o público quer consumir manifestado pelas redes sociais. Apesar da novidade do conceito, a ideia de que os meios influenciam na produção de obras não é nem um pouco nova e está atrelada historicamente ao processo criativo.

Pinturas rupestres por exemplo foram uma forma de comunicação nascida da necessidade que determinada tribo tinha de registrar sua passagem pela região. O conceito de mitologias surgiu da necessidade do homem explicar o mundo e os acontecimentos naturais a seu redor da forma como lhe era acessível até então.

O tempo passou, Gutenberg criou a prensa e a habilidade de ler e escrever se popularizou. Com isso novos pontos de vista começaram a influenciar sobre o que se entendia tradicionalmente como o que era “literatura respeitável”, um exemplo sendo Dom Quixote de Miguel de Cervantes

Jonathan Pryce como Dom Quixote

Uma história que, ainda em 1605, brincou abertamente com o imaginário popular do que era um cavaleiro e até da ideia de cavalaria no geral trazendo um protagonista que se via ainda como membro desse mundo irreal mas capaz de dialogar com o leitor mais diretamente do que qualquer outro personagem mais “digno” poderia.

Mais avanço dos tempos trouxe mais diversificação nas ofertas literárias, como as Penny Dreadfuls em fins do século XIX que mesmo sendo consideradas entretenimento barato e de baixo nível foram capazes de criar uma relação com o leitor ao ambientarem histórias mais próximas dos cenários sujos que a vasta maioria da população inglesa vivia do que a maior parte dos romances tidos como “mais civilizados”.

Um exemplar de penny dreadful

Logo depois viria a revolução narrativa iniciada pela criação do cinema, consolidada com o início do cinema falado e ampliada com as primeiras cores em cenas ainda no século XX. A diferença é que pela primeira vez a imagem e som estavam mais em sincronia do que nunca. Por alguns centavos o sujeito comum poderia assistir a uma narrativa que juntaria, por exemplo, cenários fantasiosos que ele vira em sua literatura popular junto a sons que antes estavam confinados em grandes teatros frequentados pela elite.

Novamente, todas as obras que vieram para consumo de massa no decorrer dos séculos estavam inseridas em um contexto social ou econômico maior. Foram frutos de uma demanda do mercado consumidor. As Penny Dreadful mencionadas anteriormente se popularizaram nos anos da revolução industrial para atender a demanda da classe trabalhadora inglesa por uma diversão e porque seu custo de produção era bastante baixo, o que incentiva o surgimento de diversas editoras para esse segmento.

No cinema, muitas das principais fases que tomaram Hollywood eram para suprir a vontade do público consumidor que respondia muito bem, em termos de bilheteria, a certos estilos de filme. O gênero de Western (faroeste) começou, ainda que não oficialmente, com o filme O Grande Roubo do Trem (1903) no qual o diretor Edwin Porter teve como inspiração tanto um espetáculo da Broadway quanto um caso real de roubo de trem em 1900.

Icônica cena final de O Grande Roubo do Trem

A demanda por mais produtos do gênero foi tão alta nas décadas que se seguiram que no livro Tudo Sobre Cinema, Philip Kemp estabelece que somente na década de 1950, Hollywood fez mais de 800 filmes do gênero Westerns. Alguns anos depois, Hollywood entraria em uma fase de renovação com filmes mais violentos e tramas mais urbanas que refletiam o momento pelo qual a sociedade passava com relação a drogas, violência, guerra e crises.

A partir de 2008, mais especificamente após o início do MCU (Universo Cinematográfico Marvel) com Homem de Ferro, o mercado consumidor passou a requerer mais adaptações de quadrinhos mas não iguais as então recentes trilogia do Homem Aranha ou dos X-Men; o desejo era por produtos individuais que estivessem inseridos em um universo maior. Isso se traduz principalmente na receita gerada por ele; ao todo o MCU arrecadou US$ 22 bilhões segundo uma matéria da CNBC de 2019.

Universo Cinematográfico Marvel continua a fazer dinheiro

É um modelo de produção que ainda é bastante lucrativo e basicamente todo estúdio passou a cobiçar seu próprio universo compartilhado: a Warner com o Universo da DC Comics e de Invocação do Mal, a Universal com seu Dark Universe, a Sony com o “Aranhaverso” e por aí vai. Mesmo sendo uma tendência forte entre os consumidores isso não significa sucesso automático.

Até a indústria de videogames passou a se adaptar ao desejo do consumidor mesmo que um pouco mais devagar devido a espera de evoluções tecnológicas no setor. Quando Castle Wolfenstein estourou em 1981 os jogos de stealth foram bem recebidos o suficiente para Kojima produzir Metal Gear em 1987, o sucesso em 1992 de Wolfenstein 3D incentivou no ano seguinte o nascimento de Doom no gênero FPS (tiro em primeira pessoa) e por aí segue.

Capa do mais recente lançamento da série Doom

De 2001 para frente se iniciou a era dos jogos de mundo aberto, motivados pela revolução proposta por GTA III. Esse modelo foi o primeiro contato de muitos jogadores com qualquer tipo de jogo eletrônico e a resposta deles foram por mais produtos do tipo. Daí nasceram títulos como Drive, GTA: San Andreas, Saints Row, True Crime e etc.

A partir de 2010, com Heavy Rain, histórias imersivas junto a gameplays relativamente simples se provaram bem aceitos por público e crítica. Focando nisso, três anos depois veio o sucesso de The Last of Us com uma narrativa mais intimista entre dois personagens e que serviu de base para outros jogos de sucesso como God of War 2018 e The Last of Us Part II .

Ellie, a protagonista de The Last of Us Part II

Agora, mais do que nunca, o consumidor tem sua própria voz ampliada por redes sociais e as empresas entenderam que eles não podem mais ser completamente ignorados. Por vezes essas vozes externas trazem bons resultados, como a modificação na estética do Sonic para a adaptação aos cinemas, e em outras apenas expõem as piores faces das pessoas como nos ataques à atriz Kelly Marie Tran que fez a Rose Tico em Os Últimos Jedi.

Independente disso tudo a tendência é que o mercado consumidor se torne ainda mais mesclado com a indústria do entretenimento, influenciando diretamente via posts decisões criativas dentro de produções, assim como a indústria do entretenimento se torne mais ativa entre os próprios consumidores, como foi durante o fenômeno do Pantera Negra e é com Star Wars desde 1977.  

 

‘The Changeling’: Série de TERROR com LaKeith Stanfield ganha trailer PERTURBADOR; Confira!

Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de ‘The Changeling‘, série de terror estrelada por LaKeith Stanfield (‘Corra!’).

A produção será lançada no streaming no dia 8 de setembro.

Confira:

Kelly Marcel (‘Venom’) servirá como showrunner.

Melina Matsoukas foi responsável pela direção do episódio piloto.

A série é baseada no romance homônimo de Victor LaValle.

Quando o pai de Apollo Kagwa desaparece, tudo o que ele deixou para o filho foram estranhos sonhos recorrentes e uma caixa de livros carimbada com a palavra IMPROBABILIA. Agora, o próprio Apollo tem uma criança, e enquanto ele e sua esposa, Emma, estão se adaptando às suas novas vidas como pais, a exaustão e a ansiedade começam a cobrar seu preço. Os velhos sonhos de Apollo retornam e Emma começa a agir de forma estranha. Irritável e desconectada de seu novo bebê, a princípio Emma parece estar exibindo sinais de depressão pós-parto, mas logo fica claro que seus problemas são ainda mais profundos.”

“Antes que Apollo pudesse fazer qualquer coisa para ajudar, 

 

Emma comete um ato horrível – além da compreensão de qualquer pai – e desaparece sem deixar rastros. Assim começa a odisseia de Apolo através de um mundo que ele apenas pensava que entendia, para encontrar uma esposa e um filho que não eram nada do que ele havia imaginado. Sua busca, que começa quando ele conhece um estranho misterioso que afirma ter informações sobre o paradeiro de Emma, o leva a uma ilha esquecida, a um cemitério cheio de segredos, a uma floresta onde ainda vivem lendas de imigrantes e, finalmente, de volta a um lugar que ele pensava tinha perdido para sempre.”

O elenco ainda conta com Clark BackoAdina PorterSamuel T. HerringAlexis Louder Jared Abrahamson.

‘007’: Aaron Taylor-Johnson recebe APROVAÇÃO de antigo James Bond; Você aprova?

Em meio aos rumores sobre a possível escalação de Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: Era de Ultron’) como o novo agente James Bond de007, o renomado astro George Lazenby, que interpretou o agente em 007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade’ de 1969, expressou seu apoio à escolha do jovem ator.

Durante uma entrevista ao TMZ, George Lazenby deu seu aval a Taylor-Johnson, afirmando que o talentoso ator de 33 anos tem habilidade para enfrentar as acrobacias e conquistar todas as mulheres que apreciam um homem de smoking.

Lembrando que, até o momento, Taylor-Johnson não foi oficialmente confirmado para o papel.

Os rumores começaram após a saída de Daniel Craig da franquia007, deixando o papel vago, e se tornaram mais fortes após o jornal britânico The Sun (via People) afirmar que Taylor-Johnson foi convidado para o papel.

Vale lembrar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ é o filme mais recente da franquia, marcando a despedida de Craig como o icônico espião.

Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, o longa conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘O Lobo de Wall Street’: Margot Robbie relembra cena de nudez

Margot Robbie recentemente relembrou seu trabalho em O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese, e revelou que foi uma decisão sua aparecer completamente nua no longa.

No filme, Robbie interpreta Naomi Lapaglia, a esposa deslumbrante e sem frescuras do criminoso Jordan Belfort, vivido por Leonardo DiCaprio, e tem uma cena de nudez frontal.

Segundo à Variety, a atriz contou que, na época, não se preocupava com o fato de “todo mundo ver isso”.

“[Scorsese] disse: ‘Talvez você possa usar um roupão se não se sentir confortável.’ Mas não era isso que ela faria naquela cena”, disse Robbie. “O ponto todo é que ela vai sair completamente nua—essa é a carta que ela está jogando naquele momento”.

Robbie assumiu o controle durante grande parte das filmagens de O Lobo de Wall Street, que marcou seu papel de estreia. Por exemplo, nas cenas de sua audição com DiCaprio, o roteiro original pedia um beijo entre os personagens, mas ela optou por dar-lhe um tapa no lugar.

“Pensei, ‘Eu poderia beijar Leonardo DiCaprio agora, e isso seria incrível. Não vejo a hora de contar para todos os meus amigos.’ E então pensei, não. E simplesmente o acertei na cara”, contou Robbie. “Ficou em total silêncio, o que parecia uma eternidade, mas provavelmente foram três segundos”.

“Eles simplesmente começaram a rir. Leo e Marty riam tanto. Eles disseram: ‘Isso foi ótimo'”, lembra Robbie. “Eu estava pensando, ‘Vou ser presa, tenho certeza de que isso é agressão ou bateria. Não só você nunca mais vai trabalhar, como vai para a cadeia por causa disso, idiota’. E também, por que você teve que bater tão forte? Deveria ter feito mais leve”.

O Lobo de Wall Street foi o primeiro grande papel de Robbie no cinema e estreou em 2013.

O Lobo de Wall Street’ está disponível no Max.

A sinopse do filme é: “Jordan Belfort é um ambicioso corretor da bolsa de valores que cria um verdadeiro império, enriquecendo de forma rápida, porém ilegal. Ele e seus amigos mergulham em um mundo de excessos, mas seus métodos ilícitos despertam a atenção da polícia.”

‘The Batman: Parte 2’: James Gunn sai em defesa de Matt Reeves; “Ele não te deve nada”

‘The Batman: Parte II’, a tão aguardada sequência do aclamado filme de Matt Reeves, está demorando mais do que os fãs esperavam, com três anos já passados desde seu anúncio. Agora, James Gunn, CEO do DCU, saiu em defesa do cineasta.

Recentemente, Gunn desmentiu rumores de que o primeiro rascunho do roteiro seria entregue até o Memorial Day (feriado norte-americano) e revelou à Entertainment Weekly que deve receber o roteiro ainda este mês:

“Espero que isso aconteça. Estamos muito animados. O Matt está animado”, disse Gunn. “Falo com ele o tempo todo. Estamos ansiosos para ler, mas ainda não lemos nada”.

Gunn também defendeu o ritmo de trabalho de Reeves:

“As pessoas deviam parar de encher o saco do Matt. Deixem o cara escrever no tempo que ele precisa. É simples assim. Ele não te deve nada só porque você gostou do filme anterior. Você gostou do filme por causa dele. Então deixe ele trabalhar do jeito dele”, afirmou.

Vale ressaltar que, segundo o ComicBook, Gunn explicou que o único motivo dos atrasos é a ausência de um roteiro finalizado:

“O único motivo do atraso é que ainda não há um roteiro completo (quem me segue aqui provavelmente já sabe disso)”, afirmou Gunn. Ele acrescentou que Reeves “está comprometido em fazer o melhor filme possível, e ninguém pode prever exatamente quanto tempo levará para escrever um bom roteiro. Depois que ele estiver pronto, grandes produções levam cerca de dois anos entre pré-produção, filmagens e pós”.

Inicialmente, a Warner Bros. marcou a estreia de ‘The Batman 2’ para 3 de outubro de 2025, três anos e meio após o primeiro longa. Porém, o filme foi adiado em um ano para 2 de outubro de 2026 e, em dezembro passado, sofreu novo adiamento para 1º de outubro de 2027.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Ariana Grande revela como foi gravar ‘Wicked’ e ‘Wicked: Parte II’ ao mesmo tempo

A atriz e cantora Ariana Grande, que interpreta Glinda no aguardado musical cinematográfico Wicked: Parte 2’, falou recentemente sobre a experiência de trabalhar com o diretor Jon M. Chu no épico derivado deO Mágico de Oz’.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Grande relembrou como foi a intensa gravação simultânea dos dois filmes da franquia:

“Muita gente me pergunta como é possível que tenhamos filmado os dois ao mesmo tempo, e posso pensar em tantos dias em que a primeira metade era com a Glinda jovem e a Elphaba jovem no sótão de ‘Defying Gravity’, cantando o primeiro minuto e meio da música, e depois do almoço eu voltava para filmar uma cena do final do segundo filme, com meu vestido rosa, segurando o Grimório, subindo as escadas para cantar o final”, explicou.

‘Wicked: Parte 2’: Ariana Grande e Cynthia Erivo se despedem de Glinda e Elphaba

A atriz destacou o desafio de alternar entre momentos cruciais de ambas as partes no mesmo dia:

“O final da parte dois e a primeira parte de ‘Defying Gravity’ foram filmados no mesmo dia. Foram desafios deliciosos, alternar entre a luz e a escuridão dela [Glinda], sua dor, sua comédia, tudo o que a torna quem ela é. Foi o trabalho mais desafiador e delicioso, e eu amei. Faria tudo de novo”, destacou.

Ela também recordou a complexidade técnica de uma cena chave da sequência, que envolve sua colega de elenco Cynthia Erivo (Elphaba), a da porta:

“Aquela cena foi filmada no fim do dia. E a minha parte, meu ponto de vista vendo ela derreter, foi gravada semanas depois. Tivemos que nos adaptar ao cronograma para garantir que tudo se conectasse. Foi muito legal”, recordou.

Ariana Grande, estrela de ‘Wicked: Parte II’, celebra segunda indicação ao Globo de Ouro

Após sua épica jornada no mundo de Oz, a atriz revelou seus planos futuros, demonstrando interesse em retornar às suas raízes:

“Tenho algumas ideias rondando minha cabeça, mas adoraria fazer teatro também, e isso me empolga”, disse Grande. “Como alguém que começou na Broadway, eu adoraria voltar ao palco dessa forma, exercitar músculos diferentes e continuar contando histórias de maneiras diferentes. Sou muito sortuda por estar aqui e adoro atuar. É muito divertido”

Wicked: Parte 2’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Diretora de arte de ‘Obsessão’ critica Hollywood após ganhar menos de US$ 7 mil em sucesso milionário

Enquanto o terror independenteObsessão (Obsession), dirigido por Curry Barker, se aproxima da impressionante marca de US$ 175 milhões nas bilheterias mundiais, a diretora de arte Sally Choi veio a público expor os bastidores financeiros do longa. Ela lamentou ter recebido apenas US$ 300 por dia por um trabalho que descreveu como exaustivo e que acumulou funções de diversos departamentos.

De acordo com o The Wrap, Choi utilizou suas redes sociais para desabafar sobre o contraste entre o sucesso comercial da produção e a remuneração da equipe técnica:

“Pensei muito antes de falar sobre isso. Carrego esse peso há mais de dois anos, desde a produção de ‘Obsession’, então vou dizer as coisas como elas são. O filme custou US$ 750 mil e está projetado para arrecadar US$ 250 milhões. Quanto eu ganhei? US$ 300 por dia como diretora de arte. Isso resultou em US$ 6.741,36 líquidos após os impostos. Sem reembolso de quilometragem”, escreveu.

Apesar do tom crítico, a profissional reconheceu que aceitou o valor antes do início das filmagens, explicando que, na época, vivia de salário em salário.

“Essa é a realidade da maioria dos profissionais do cinema, especialmente daqueles que trabalham nos bastidores. Nós nos tornamos apenas uma linha na planilha de orçamento que precisa ser mantida o mais baixa possível”, acrescentou.

Mais adiante na publicação, a diretora de arte incentivou outros membros da produção que passaram por experiências semelhantes a quebrarem o silêncio: “Talvez possamos mudar o rumo da indústria cinematográfica”.

Choi revelou ainda que vários integrantes da equipe trabalharam praticamente como voluntários, recebendo apenas ajuda de custo para combustível e deslocamento, que sequer eram pagas no prazo correto:

“Esses valores nem sequer eram pagos em dia. Para fazer um filme que arrecadou US$ 250 milhões, algumas dessas pessoas incríveis precisaram tirar dinheiro do próprio bolso para trabalhar no set. Eu me arrependo todos os dias por não ter interrompido essa produção. Fui incentivada a não fazer isso e, ingenuamente, ouvi os conselhos”, destacou.

Um representante do diretor Curry Barker foi procurado pela imprensa, mas não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário.

Obsessão’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker, que já foi confirmado na direção do próximo filme ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

‘Lobisomem’: Confira o VISUAL da criatura em novo teaser

‘Lobisomem’, filme dirigido por Leigh Whannell, gera grandes expectativas entre os fãs de terror. Agora, eles finalmente podem conferir o visual da criatura.

Com um novo teaser revelado, a fera apareceu pela primeira vez oficialmente, após algumas imagens de bastidores.

Confira:

Leigh Whannell, cineasta por trás de ‘Lobisomem’, afirmou que nem todos os fãs irão gostar do design da aterrorizante criatura do seu filme.

Em uma entrevista à revista SFX, Whannell explicou que o design da criatura é totalmente prático, sem o uso de CGI.

“Eu acho que você tem que trazer uma nova abordagem”, disse Whannell sobre seu ‘Lobisomem’. “Talvez algumas pessoas não gostem porque são fãs do monstro tradicional, mas foi essa a direção que eu queria seguir”.

Whannell também confirmou que seu ‘Lobisomem’ é “100% prático, todo feito com maquiagem — não há elementos de CGI”.

No entanto, o cineasta esclareceu que o traje e a maquiagem práticos vistos nas Noites de Terror de Halloween da Universal Studios em 2024, em Orlando, não foram criados por ele.

“As coisas acabaram escapando e foi algo como: ‘Ah, estão promovendo o Lobisomem em um parque temático, mas não está certo'”, disse. “Não deveríamos ter divulgado isso, porque as pessoas vão achar que é assim que o nosso lobisomem se parece”.

Sua resposta foi: “Olha, isso não representa o que estamos fazendo.” Ele completou: “Tudo o que posso fazer agora é esperar o filme sair. Espero que as pessoas digam: ‘Agora entendi o que eles estavam fazendo'”.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror ‘Lobisomem’ é dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

‘Lobisomem’ estreia dia 17 de janeiro de 2025.