Site Página 2593

Após sucesso de ‘Superman’, James Gunn fala sobre o futuro do ‘Batman’ nos cinemas

Com o sucesso de bilheteria do novo filme do Superman de James Gunn, os fãs estão ansiosos para saber quando o Batman aparecerá novamente nas telonas.

De acordo com o ComicBook, James Gunn esclareceu que não pretende lançar seu filme do Batman, The Brave and the Bold, muito próximo de Batman II’, dirigido por Matt Reeves.

Gunn afirmou: “Provavelmente não no mesmo ano do calendário”, referindo-se aos cronogramas de ambos os filmes do Batman em desenvolvimento.

Ele também revelou que The Brave and the Bold continua nos estágios iniciais de produção, com outros projetos do DCU mais adiantados.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Invencível’: Diretora de ‘As Marvels’ revela desejo de dirigir adaptação live-action

Nia DaCosta, diretora responsável por ‘As Marvels’, surpreendeu recentemente ao revelar o desejo de voltar a trabalhar com produções de super-heróis, mas desta vez fora do MCU.

Segundo o GamesRadar+, DaCosta afirmou que “adoraria dirigir” uma adaptação cinematográfica deInvencível, série do Prime Video, em formato live-action.

“Os quadrinhos e a animação são incríveis”, escreveu a cineasta. “Eu sei exatamente como gostaria de traduzir esse mundo, e essa incrível relação entre pai e filho, para as telas. Também adoro a ideia de fazer algo em um universo de super-heróis que tenha verdadeira aspereza e visceralidade e sexo!”.

Vale lembrar que os rumores sobre um filme live-action de Invencívelcirculam há anos, desde que, em 2017, foi anunciado que Seth Rogen e Evan Goldberg tinham planos de levar a história para o cinema.

A 4ª temporada de Invencível estreia em março no Prime Video.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

 

 

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

A produção conta com as vozes de Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Tom Holland revela como Tobey Maguire e Andrew Garfield INSPIRARAM novo uniforme do herói

O astro Tom Holland, que dá vida ao icônico herói amigo da vizinhança, revelou recentemente como os uniformes de Tobey Maguire e Andrew Garfield serviram de inspiração direta para o novo visual do herói em Homem-Aranha: Um Novo Dia’.

Conforme apurado pelo GamesRadar, Holland deu detalhes sobre essa tomada de decisão nos bastidores:

“Quando decidimos fazer Homem-Aranha: Um novo dia, pensamos: ‘E se criássemos um traje que fosse uma homenagem aos designs do Tobey e do Andrew?’ Porque o meu Peter Parker conheceu esses dois personagens”, explicou Holland em um novo vídeo promocional.

“Nós criamos um ‘filho dos três trajes’. Tudo precisava se encaixar no universo do Peter Parker, e voltamos para aquele garoto que vasculhava lixeiras em Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, acrescentou.

Como já é possível perceber pelas primeiras imagens oficiais divulgadas, o novo uniforme apresenta uma teia em relevo muito mais evidente, um detalhe clássico que promete agradar em cheio aos fãs da trilogia original dirigida por Sam Raimi. Além disso, a roupa traz dobras laterais mais marcantes e um símbolo de aranha no peito que remete bastante ao traje usado por ‘Garfield’ em ‘O Espetacular Homem-Aranha’.

Porém, o visual do novo longa não viverá apenas de homenagens ao passado. O figurino também foi projetado para parecer mais funcional e realista, transmitindo a sensação palpável de que existe uma pessoa de verdade por trás da máscara.

“Estamos valorizando as dobras e rugas do tecido enquanto ele se movimenta. Você consegue enxergar o ser humano por baixo do material”, explicou o diretor Destin Daniel Cretton.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de julho. 

De acordo com o ComicBook, projeções recentes indicam que o filme deve abrir com sólidos US$ 228 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia doméstica do ano.

Em geral, analistas apontam que o longa deve abrir entre US$ 212-255 milhões no país. O site afirma que os números irão depender da recepção do público, que costuma ditar a longevidade deste tipo de produção nas telonas. Enquanto títulos de super-heróis consolidados costumam surpreender nos cinemas, um boca-a-boca negativo pode diminuir o retorno de sua abertura (aka ‘Supergirl‘).

A expectativa é que o longa encerre sua passagem pelos cinemas do território norte-americano com uma arrecadação em torno de US$ 475-665 milhões.

Vale lembrar que o filme anterior do amigão da vizinhança, ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, registrou uma estreia doméstica de US$ 260.1 milhões, e acabou arrecadando quase US$ 2 bilhões mundialmente.

O filme foi escrito pela dupla Chris McKenna e Erik Sommers, que também assinaram o roteiro de “De Volta ao Lar”, “Longe de Casa” e “Sem Volta para Casa”.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha e Bernthal, o elenco ainda conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Tom Holland NÃO virá pro Brasil divulgar ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, mas revela o que mais sente saudade do nosso país

Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) dirige, entrando no lugar de Jon Watts, que comandou os três filmes anteriores.

Saiba Mais » Homem-Aranha: Um Novo Dia

Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ é a continuação direta de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘. No filme lançado em 2021, o Peter Parker de Tom Holland se uniu às duas outras versões do Homem-Aranha, interpretadas por Tobey Maguire e Andrew Garfield, para salvar o multiverso.

Contudo, após inúmeras tentativas, a única forma de o jovem herói aracnídeo atingir esse objetivo foi por meio de um feitiço lançado pelo Doutor Estranho, que fez com que todos esquecessem a existência de Peter Parker. 

É UM NOVO DIA para Peter Parker. Combatendo o crime em tempo integral como Homem-Aranha em um mundo que não se lembra mais dele — e lidando com a pressão de ver seus antigos amigos seguirem em frente sem sua presença — Peter passa por uma mudança que talvez nem ele tenha o poder de controlar. Mas essa transformação também pode ser a única coisa capaz de deter uma surpreendente nova ameaça à cidade e às pessoas que ele ama: um poderoso vilão que ninguém sequer consegue enxergar.

O mundo pode ter se esquecido de Peter Parker, mas ele não se esqueceu do mundo.

 

‘The Batman’: Robert Pattinson compara sua versão do Cavaleiro das Trevas a um mágico ou feiticeiro

Ao longo de todas as abordagens do personagem, nas mais variadas formas de mídia, o Batman tem sido reinventado ao longo dos anos para acompanhar a atualidade e permanecer relevante, então, a cada nova mudança, o Cruzado Encapuzado está buscando sempre trazer algo novo.

Quanto mais o protetor de Gotham City permanece presente na cultura pop, mais difícil se torna adapta-lo, mas temos toda a confiança de que Robert Pattinson entregará um Bruce Wayne como nunca vimos antes, quando ‘The Batman’ chegar aos cinemas na próxima sexta-feira.

De fato, o ator até procurou inspiração em algumas histórias em quadrinhos inesperadas, depois de revelar à Entertainment Weekly que leu ‘Batman: Shaman‘, e passou a informar seus métodos de abordar a vida dupla no centro de a existência do Cavaleiro das Trevas.

“Nesta história, parecia que era um choque o quão suavemente você podia se mover. Você meio que acaba se movendo como um fantasma. Há uma cena logo no início do filme em que estou meio agachado, investigando um cadáver, e eu realmente queria que parecesse uma espécie de druida.

Eu estava tentando fazer isso, tentando pensar: ‘Como você pode ser um detetive quando está vestindo essa roupa, que é o oposto de um detetive?’ Eu pensei, é como se ele fosse um feiticeiro mais do que qualquer outra coisa. E quanto mais você acerta, mais a polícia acredita nele, e então eles começam a deixá-lo entrar em cenas de crime e outras coisas.”

The Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Star Wars e Ghibli! Grogu e Hayao Miyazaki são destaques em foto divulgada pelo estúdio japonês

O mistério sobre a parceria entre a Lucasfilm e o Studio Ghibli ficou ainda maior, pois, nesta sexta-feira (11), uma nova foto, onde destaca Grogu em primeiro plano e o diretor Hayao Miyazaki ao fundo, divulgada pelo estúdio japonês.

A foto em questão foi compartilhada no Twitter no perfil oficial do Studio Ghibli e já está causando alvoroço em toda internet.

Confira:

Depois de já terem feito um anúncio prévio, alguns fãs já especulavam sobre uma nova animação ou uma possível participação do Ghibli na 2ª temporada de ‘Star Wars Visions’, ainda inédita.

Veja o anúncio anterior:

Relembre o trailer de ‘Visions’:

A série conta com histórias ambientadas antes dos eventos do ‘Episódio I’ e depois do ‘Episódio IX’ (o último a ter chegado aos cinemas), incluindo uma narrativa intitulada “Tatooine Rhapsody” e descrita como uma rock opera que trará personagens como Jabba, o Hutt e Bobba Fett.

O Protetor

(The Equalizer)

 

Elenco:

Chloë Grace Moretz, Denzel Washington, Melissa Leo, Marton Csokas, Haley Bennett, Vladimir Kulich, Johnny Messner, Dan Bilzerian, Robert Wahlberg, David Harbour, Chanty Sok.

Direção: Antoine Fuqua

Gênero: Ação/Crime

Duração: 131 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 25 de Setembro de 2014

Sinopse:

Em ‘O Protetor‘, Denzel Washington interpreta McCall, um ex-oficial das forças especiais que simulou sua morte para viver uma vida tranquila em Boston. Quando ele sai de sua aposentadoria auto-imposta para resgatar uma jovem, Teri (Chloë Grace Moretz), ele se encontra frente a frente com gangsters russos ultra-violentos. Enquanto ele pratica atos de vingança contra todos os que agem brutalmente sobre pessoas indefesas, seu desejo de justiça se reacende. Se alguém tem um problema, está com todas as chances empilhadas contra si, e sem ter para onde correr; McCall vai ajudar. Ele é O Protetor.

Curiosidades:

» A série foi transmitida originalmente nos EUA entre 1985 e 1989, e acompanhava Robert McCall (interpretado por Edward Woodward), um veterano espião que tenta se redimir dos pecados do passado revertendo os erros cometidos pela lei e ajudando os inocentes.

» O orçamento ficou na casa de US$ 50 milhões, com Washington recebendo altos US$ 20 milhões de cachê pelo filme.

» O longa marca uma nova parceria entre Washington e Antoine Fuqua, após ‘Dia de Treinamento‘.

Críticas:

O Protetor, por 

 

 

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

protetor_4

protetor_3

protetor_2

 

protetor_1

 

Fotos:

‘Mogli – O Menino Lobo’ ganha trailer sensacional

Prometido para ontem, a Disney finalmente divulgou o primeiro trailer completo de ‘Mogli – O Menino Lobo‘.

Com um visual sensacional e a narração de Scarlett Johansson (‘Sob a Pele’) como a cobra píton Kaa, o vídeo é simplesmente espetacular.

Disney divulga teaser de ‘Mogli – O Menino Lobo’

Assista:

mogli_1

A animação com live-action da Disney terá Idris Elba emprestando sua voz ao tigre Shere Khan, e Jon Favreau (‘Homem de Ferro’) na direção. Neel Sethi, de apenas 10 anos, foi o escolhido para viver Mogli. Novato, Sethi se sobressaiu em uma seleção que envolvia milhares de outros atores mirins.

O roteiro é da estreante Callie Kloves, filha do roteirista Steve Kloves, que assinou sete filmes da franquia ‘Harry Potter’ para a Warner. Ele participa do projeto como produtor.

A obra reúne várias histórias que narram as aventuras de Mogli, um garoto órfão que é criado por animais na selva

Ben Kinglsey (‘Homem de Ferro 3’) irá dublar Bagheera, a pantera negra que acompanha Mogli em sua jornada. Scarlett Johansson (‘Sob a Pele’) dublará a cobra píton Kaa, e Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’) emprestará sua voz à loba Rakcha, que adota Mogli. Christopher Walken (Rei Louie) e Giancarlo Esposito (Akela) também dublam. Bill Murray (‘Zumbilândia) emprestará sua voz para o urso Baloo..

Além deste projeto, a Warner também prepara uma versão de The Jungle Book’ com Ron Howard (Rush – No Limite da Emoção) na direção.

Neel Sethi
Neel Sethi

Alicia Vikander é a escolha ideal para viver Lara Croft?

Com os direitos da franquia ‘Tomb Raider‘ em mãos, a Warner Bros e a MGM estão apostando alto em iniciar uma nova saga de filmes e humanizar a personagem.

A irreverente escolha de Alicia Vikander é a grande prova dos planos dos estúdios: a atriz não tem as curvas que marcam a personagem, mas tem uma carga dramática tão forte que a fez levar o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por ‘A Garota Dinamarquesa‘ em uma atuação majestosa.

A atriz sueca chegou a pouco tempo em Hollywood, e se tornou uma das principais atrizes de sua geração, se destacando com atuações prestigiadas nos filmes ‘O Agente da U.N.C.L.E.‘ e ‘Ex_Machina: Instinto Artificial‘. Em breve, ela será vista em ‘A Luz Entre Oceanos‘ e ‘Jason Bourne‘.

Apesar de não ter a beleza marcante e os lábios enormes de Angelina JolieVikander foi a escolha ideial para criar uma personagem profunda e relevante. O sonho dos produtores? Transformar Lara Croft em uma versão moderna – e mais gostosa – de Ellen Ripley e Sarah Connor, grandes heroínas do cinema

Será um trabalho árduo, mas acreditamos no potencial da franquia e da atriz.

Muitos s preferiam a concorrente britânica Daisy Ridley, que roubou a cena em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, mas as negociações não prosperaram. E já poderíamos imaginar: Ridley tem contrato com a Disney para os próximos dois filmes da franquia, o que geraria um grande conflito de agenda para as filmagens. E se for por falta de curvas que os s não curtiram Vikander no papel, Ridley tem o mesmo físico.

Angelina Jolie personificou a icônica personagem em 2001 e 2003, nos dois filmes produzidos pela Paramount. Juntos, arrecadaram cerca de US$ 400 milhões mundialmente, mas falharam em conquistar o público e a crítica. Nem a beleza de Jolie conseguiu salvar o roteiro confuso e uma personagem pouco carismática, nada parecida com aquela dos jogos.

O reinício da franquia nos cinemas será baseado no game desenvolvido pela Crystal Dynamics em 2013, recebido com louvor universal pelos críticos e s. A Warner Bros. e MGM decidiram seguir o mesmo enredo do jogo de ação.

“O game fez Lara Croft se sentir como um ser humano real, isso é definitivamente algo que queremos trazer para a tela grande também. Acho que isso vai fazer as pessoas se relacionam com Lara como uma personagem. Estou esperando para trazer um pouco das minhas sensibilidades norueguesas para a franquia”, revelou o norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’).

 

O norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’) dirige. Geneva Robertson-Dworet atualmente reescreve o roteiro de Evan Daugherty (‘Tartarugas Ninja‘). Ela tem no currículo apenas o inédito ‘Transformers 5‘ (como uma das cinco coroteiristas do projeto).

Segundo o Heroic Hollywood, o filme deve chegar aos cinemas em 6 de outubro de 2017, com o título ‘The Tomb Raider‘.

Alicia Vikander
Alicia Vikander

tombraider_1

Arlequina entra em ação em vídeo com cenas inéditas de ‘Esquadrão Suicida’

Esquadrão Suicida‘ ganhou um novo vídeo, focado na Arlequina.

Assista, com os vídeos mais recentes:

‘Esquadrão Suicida’ deve arrecadar US$ 125 milhões em seu primeiro fim de semana

‘Esquadrão Suicida’ é o filme mais comentado nas redes sociais

Dirigido por David Ayer,  ‘Esquadrão Suicida‘ trará o debut dos personagens nos cinemas e tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.

 

‘Stranger Things’ ganha divertido vídeo em 8-Bit

E não é que o vídeo conta com vários detalhes da série?!

A seguir, você confere um mega resumo de ‘Stranger Things‘ e o mais divertido, totalmente em 8-Bit.

Vale conferir:

Lembrado que Shawn Levy, o produtor da série ‘Stranger Things‘, revelou em entrevista ao Southern California Public Radio detalhes da segunda temporada.

“A segunda temporada vai elevar tudo a um outro nível, será ainda mais louca que a primeira temporada e iremos desenvolver estes personagens, que agora são conhecidos e amados pelos espectadores”, afirmou.

‘Stranger Things’ ganha abertura no estilo ‘Buffy – A Caça Vampiros’ 

‘Stranger Things’ foi baseada em um projeto secreto do governo dos EUA 

 

Em entrevista à Entertainment Weekly, os criadores Matt e Ross Duffer revelaram mais detalhes sobre a trama – Confira!

Compilamos vários detalhes sobre a 2ª temporada de ‘Stranger Things’ – leia mais!

‘Stranger Things’: Demogorgon e seu ovo em nova arte conceitual 

‘Stranger Things’: Xuxa tira sarro do pacto com o Diabo em vídeo GENIAL da Netflix 

Elegemos os 10 Melhores Momentos de ‘Stranger Things’ – Confira!

Crítica | ‘Stranger Things’: Terror e mistério na fantástica nova série da Netflix 

Stranger Things‘ se passa na década de 1980 em Hawkins, Indiana, e conta a história da busca por um garoto que desapareceu sem deixar rastros e em circunstâncias suspeitas. Sua mãe (Winona Ryder) pede às autoridades locais o início das investigações do desaparecimento, que vai revelar uma série de mistérios envolvendo experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais aterrorizantes e uma garotinha muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, Matthew Modine, David Harbour, Charlie Heaton, Natalia Dyer e Millie Brown. Na produção executiva de ‘Stranger Things‘: os irmãos Duffer (Wayward Pines), Shawn Levy (Uma Noite no Museu) e Dan Cohen (Story of Your Life).

 

 

Confira o que vem por aí no quarto episódio de ‘Nashville’

O canal pago norte-americano CMT divulgou a prévia do quarto episódio da quinta temporada de ‘Nashville‘.

A atriz Connie Britton fará apenas uma participação como Rayna Jaymes, deixando a temporada em sua metade.

Assista:


Jude Law será o jovem Dumbledore em ‘Animais Fantásticos 2’

A Warner Bros. acaba de anunciar em comunicado oficial que o jovem Dumbledore em ‘Animais Fantásticos 2‘ será interpretado por ninguém menos que Jude Law, um dos atores britânicos mais consagrados dos últimos anos.

Mais detalhes sobre a produção ainda não foram revelados.

A estreia de ‘Animais Fantásticos 2‘ está agendada para novembro de 2018.

Lembrando que ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘ chegou a ultrapassou a barreira dos US$ 800 milhões arrecadados mundialmente. O orçamento foi de US$ 180 milhões.

Crítica 1 | Animais Fantásticos e Onde Habitam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Animais Fantásticos e Onde Habitam (Nota: 8.5)

A autora e roteirista J.K. Rowling revelou que Eddie Redmayne continuará como protagonista na sequência de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, derrubando os boatos de que os próximos filmes teriam outros protagonistas.

Suposta sinopse de ‘Animais Fantásticos 2’ pode ter vazado 

Confira nossa crítica em vídeo:

 

animais fantásticos e onde habitam

Cara Delevingne é destaque no novo clipe de ‘Valerian e a Cidade dos Mil Planetas’

A seguir, você confere o mais novo clipe de ‘Valerian e a Cidade dos Mil Planetas‘.

Assista, com o trailer:


Escrito e dirigido por Luc Besson (‘Lucy’, ‘O Quinto Elemento’), o filme é estrelado por Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro’) e Cara Delevingne (‘Cidades de Papel’).

A ficção científica foi baseada na clássica saga de quadrinhos francesa “Valerian et Laureline”, criada pelo artista Jean-Claude Mézières e o escritor Pierre Christin, e utilizou as referências do comic para criar uma versão épica e contemporânea do original. O filme tem estreia mundial prevista para 21 de julho de 2017.

Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne) são agentes especiais do governo dos territórios humanos, responsáveis pela manutenção da ordem em todo o universo. Valerian quer mais do que uma relação profissional com a sua parceira e deixa isso bem claro. Mas sua extensa história com mulheres somados aos valores mais tradicionais de Laureline a levam a rejeitar um romance.

Seguindo as ordens de seu comandante (Clive Owen, de Os Especialistas), Valerian e Laureline embarcam em uma missão para a cidade intergaláctica Alpha, uma metrópole em constante expansão composta de milhares de espécies diferentes de todos os quatro cantos do universo. Os 17 milhões de habitantes de Alpha convergiram no tempo e no desejo de unir talentos, tecnologia e recursos para a melhoria de todos. Infelizmente, nem todos em Alpha tem os mesmos objetivos. Na verdade, forças invisíveis estão operando na cidade, colocando a raça humana em grande perigo.

Rian Johnson conclui a pós-produção de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’

 

No Instagram, Rian Johnson – que assina a direção e o roteiro da produção – confirmou que Star Wars – Os Últimos Jedi‘ está oficialmente finalizado.

Rian terminou a produção cerca de três meses antes de sua estreia, um tempo incomum para um blockbuster como ‘Star Wars‘.

Star Wars – O Despertar da Força‘, por exemplo, foi encerrado apenas três semanas antes do lançamento mundial, em dezembro de 2015.

Confira:


O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

“A DC é um fracasso completo, e a Marvel é um sucesso absoluto”, diz Josh Brolin

Em entrevista ao Heroic Hollywood, o ator Josh Brolin foi questionado sobre o que ele achava do atual cenário da DC e da Marvel nos cinemas.

“Eu acho que a DC é um fracasso completo e a Marvel é um sucesso absoluto”, afirmou.

Brolin, que já estrelou o fiasco ‘Jonah Hex‘ da DC, agora vive dois personagens da Marvel: em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Deadpool 2‘.

Brolin também contou que assinou contrato para quatro filmes da franquia ‘Deadpool‘.

“Eu estava inseguro. Minha esposa pediu para eu ler o roteiro. (…) Achei hilário e descompromissado. Eu não fazia ideia da quantidade de fãs. E eu acho que fizemos um ótimo trabalho.”

Deadpool 2‘ terá pré-estreias nos cinemas nacionais à partir da madrugada do dia 16 de Maio.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

‘Um Funeral em Família’: Novo filme do Tyler Perry será lançado nos cinemas brasileiros

Com 46 créditos no currículo como diretor – entre filmes, peças filmadas em vídeo e séries -,  Tyler Perry é um dos maiores representantes do cinema negro atual. Tanto que muitos nomes de peso não dispensam a chance de trabalhar com ele.

Porém, seus filmes nunca fizeram sucesso no Brasil pois sempre foram lançado direto em Video on Demand. Após Acrimônia, Perry terá seu segundo filme lançado nos cinemas nacionais.

Um Funeral em Família‘ traz uma reunião de família se transforma em um pesadelo hilário quando Madea e sua equipe têm que planejar um funeral inesperado. E para completar, sórdidos segredos de família estão prestes a serem revelados!

A Paris Filmes lançará o filme nos cinemas nacionais dia 14 de Março.

Confira o trailer e o cartaz, e nosso TOP com os Melhores e Piores Filmes do Tyler Perry:

Ps. Quem quiser saber mais sobre Perry e sua nova produção Acrimônia, confira neste link.

18 | Boo 2! O Halloween de Madea (2017)

Bom, também devo dizer que parte do repertório de Tyler Perry, ou seu prato principal, é a personagem Madea. Uma espécie de ‘Minha Vovó é uma Peça’, a idosa truculenta e cheia de atitude é interpretada pelo próprio diretor, se tornando sua marca registrada. A maioria dos filmes cômicos do cineasta contam com a personagem. E aqui, Perry encontrou um filão ao adicioná-la em uma trama de Halloween e terror de mentirinha. Tanto que esta já é a continuação. Infelizmente, é também o filme menos apreciado do artista, rendendo apenas 6% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.

17 | Relação em Risco (2013)

Tyler Perry intercala seus filmes entre comédias escrachadas (protagonizadas por ele mesmo em drag, na pele de Madea), dramas lacrimosos sobre relacionamentos e dramas mais “intensos” puxados para o thriller. Relação em Risco se encaixa na última categoria. Na trama, Jurnee Smollett-Bell interpreta uma jovem casada, dona de um brilhante futuro. Tudo muda quando ela conhece um bilionário em seu ambiente de trabalho, deixando seu casamento abalado. Traição e melodrama: teu nome é Tyler Perry. Para sentir o tamanho do problema, aqui temos a participação de Kim Kardashian no elenco. O filme soma 15% de aprovação.

16 | O Clube das Mães Solteiras (2014)

Quem disse que mamães solteiras não podem se divertir? Certamente não foi Tyler Perry. Nesta comédia dramática, que surpreendentemente não conta com a presença de Madea, cinco mulheres formam uma sociedade para equilibrar suas tarefas como donas de casa e mães, com suas realidades de descasadas em busca de diversão. O filme quebra um paradigma para o diretor e apresenta personagens principais brancas (como Wendi McLendon-Covery, Amy Smart e Zulay Henao). Quem comanda o elenco, no entanto, é a ótima Nia Long. O filme tem 19% de aprovação.

15 | O Natal de Madea (2013)

Antepenúltimo filme lançado da personagem nos cinemas – até o momento – , Tyler Perry resolve comemorar outro feriado famoso ao lado da vovó incorreta. No natal, Madea viaja para passar as festividades na casa da filha de uma amiga, precisando igualmente dividir espaço com os pais brancos e caipiras do namorado da moça. O filme tem 20% de aprovação.

14 | As Testemunhas de Madea (2012)

Enquanto alguns vibravam com Os Vingadores e O Cavaleiro das Trevas Ressurge nos cinemas, no mesmo ano era lançado As Testemunhas de Madea. Quem estava certo ou errado nas escolhas de filme para assistir na época? Sexto longa protagonizado pela personagem e dirigido por Perry, a obra mistura um investidor fraudulento de Wall Street (papel de Eugene Levy, o pai do Jim de American Pie) perseguido pela máfia, precisando ser relocado através do sistema de proteção a testemunhas. E adivinha onde ele vai parar? Exato, na vizinhança de Madea. No elenco, a musa 90´s Denise Richards. O filme acumula 20% de aprovação.

13 | Acrimônia (2018)

O mais recente lançamento de Tyler Perry, em cartaz nos cinemas nacionais, marca a terceira colaboração do diretor com a atriz Taraji P. Henson. Desta vez, novamente apostando no drama e no suspense, o cineasta conta a história de um amor que começa a sair dos trilhos até atingir consequências trágicas. O interessante é a forma como Perry manipula seu espectador. Acredite. Acrimônia, no entanto, não esquece seu lado “Maria do Bairro” e junto aos críticos marca irrisórios 21% de aprovação.

12 | Boo! O Halloween de Madea (2016)

O público adora filmes de terror. Até mesmo o público de Tyler Perry. Tanto que esta última aparição de Madea nas telonas fez sucesso a ponto de gerar continuação – sendo a única sequência na carreira da personagem. O diretor usa diversos elementos para satirizar as produções do gênero. O primeiro experimento do cineasta pelo terreno do “terror”, ou ‘terrir’, no entanto, conquistou apenas 23% de aprovação junto aos especialistas.

11 | Madea´s Family Reunion (2006)

Este foi o primeiro filme dirigido por Tyler Perry em sua carreira. Antes, o cineasta havia comandado as filmagens de suas peças. Mas foi com Madea´s Family Reunion, a sua estreia nos cinemas. Como o título já diz, no filme, Madea planeja uma reunião de família, com todos os dramas e problemas – levados na base da comédia – acarretados quando se promove um encontro familiar. Uma curiosidade é que esta não foi a primeira aparição da personagem nos cinemas. O debute de Madea ocorreu em Diário de uma Louca (2005) no ano anterior, igualmente baseado num texto de Perry. Tal filme não irá figurar em nossa lista porque não foi dirigido pelo intérprete da personagem, e sim por Darren Grant, o único cineasta além de Perry a comandar um filme da excêntrica vovó. Outro detalhe, encontrado em ambos os filmes iniciais de Madea, era o fato da personagem andar armada, portando uma pistola. Tal elemento foi abandonado nos longas mais recentes. O filme soma 25% de aprovação junto aos críticos. Enquanto Diário de uma Louca soma 16% de aprovação.

10 | As Garotinhas do Papai (2007)

Todos os filmes da lista, obviamente, são escritos e dirigidos por Tyler Perry. Aqui, no segundo filme comandado pelo cineasta, ocorria também sua primeira incursão longe de Madea e longe da comédia escrachada. As Garotinhas do Papai é um drama que aborda a luta de um pai (papel de Idris Elba) pela guarda das pequenas filhas. Gabrielle Union interpreta a advogada que irá ajuda-lo e se apaixonar por ele e pelas meninas – ei, este ainda é o universo utópico de contos de fada de Tyler Perry. O longa marca 26% de aprovação.

09 | Por que Eu Me Casei Também? (2010)

Como dito anteriormente, os filmes de Haloween, Boo!, serviram para marcar a primeira continuação da personagem Madea, recorrente em várias produções, mas todas de temáticas diferente. No entanto, Boo não foi a primeira continuação da carreira de Perry. Antes do primeiro Boo ser lançado, o diretor já havia confeccionado esta continuação da história sobre um grupo de amigos refletindo sobre seus casamentos. Esta sequência surgiu três anos após o filme original e conta com a irmã do rei do pop, Janet Jackson, como uma das protagonistas. O filme marca 27% de aprovação.

08 | Madea Goes to Jail (2009)

Tyler Perry costuma intercalar um filme cômico de sua personagem fetiche com algum drama de pseudo seriedade. Aqui, o diretor leva Madea para a prisão. O filme marca a quarta aparição da personagem nas telonas, a terceira dirigida por Perry e a segunda com seu nome no título, depois de Madea´s Family Reunion. O curioso aqui é que o longa conta com nomes como Viola Davis e Sofía Vergara no elenco. Madea Goes to Jail marca 28% de aprovação.

07 | Uma Boa Ação (2012)

No mesmo ano em que lançava a fanfarra As Testemunhas de Madea, Tyler Perry – que é uma máquina e não para de trabalhar – também estreava este “drama” nas telonas. Geralmente utilizando personagens femininas como protagonistas de seus filmes, em Uma Boa Ação o diretor resolve ser o personagem principal. Na trama, Perry vive um homem bem sucedido e certinho, vindo de família rica e casado, que tem sua vida perfeita sacudida quando conhece e se apaixona pela faxineira de eu escritório (papel de Thandie Newton). Como sutileza não é o forte do cineasta, o nome de seu personagem no longa é Wesley Deeds – forçada de barra com o título original Good Deeds – sacaram o trocadilho entre o nome do protagonista e o termo “boas ações”? O filme marca 30% de aprovação.

06 | For Colored Girls (2010)

Este é o único filme da lista cuja ideia não partiu da mente de Tyler Perry. Embora o diretor tenha adaptado o roteiro, ele é baseado numa série de poemas transformados em uma peça de Ntozake Shange, sobre diferentes mulheres lidando com questões femininas e negras. Isto faz de For Colored Girls uma miscelânea de contos e uma produção única na filmografia do cineasta. Além disso, conta com talvez o melhor elenco recheando um projeto assinado por Perry – com nomes como Whoppi Goldberg, Janet Jackson, Kerry Washington, Thandie Newton e Tessa Thompson. Mesmo assim, o filme marca apenas 32% de aprovação.

05 | Meet the Browns (2008)

Quarto filme dirigido por Perry e o segundo portando a personagem Madea, embora não tenha seu nome no título – fato ocorrido apenas duas vezes, até o momento, na filmografia do diretor. Apesar de não ter gerado continuação, Meet the Browns se tornou uma série de TV logo no ano seguinte, com 17 episódios – todos dirigidos por Tyler Perry. Na trama, uma belíssima Angela Bassett interpreta uma mulher que leva os filhos pequenos para o funeral do pai que nunca conheceu. Mãe solteira, ela logo é apresentada à família e se junta ao novo clã. O filme tem 32% de aprovação.

04 | Madea´s Big Happy Family (2011)

Este é o filme com o nome da personagem Madea no título mais bem avaliado pelos especialistas. A trama, mais uma vez, mostra a reunião da desbocada senhora com a família para um jantar, no qual muitas verdades e lavação de roupa suja virão à tona. O filme marca 37% de aprovação.

03 | Por Que Eu Me Casei? (2007)

Agora nos aproximamos dos filmes que receberam uma aprovação quase mediana dos especialistas, dentro da carreira do diretor. Esta é a primeira parte do filme que se propõe a discutir o casamento de quatro casais de amigos e suas questões. O filme marca a primeira parceira de Janet Jackson com o diretor e tem 46% de aprovação.

02 | The Family that Preys (2008)

Surpreendentemente, este é um dos únicos filmes de toda a carreira do diretor que recebeu uma avaliação mediana. A produção marca 52% de aprovação, pairando, por pouco, acima da média. Na trama, o relacionamento de uma jovem mulher negra com um rapaz branco traz um conflito entre as famílias de ambos quando estas precisam se conhecer e conviver. No elenco, a ótima Sanaa Lathan – uma de minhas atrizes preferidas – protagoniza em sua única participação num filme do diretor. Além dela, a vencedora do Oscar Kathy Bates, Alfre Woodard, Taraji P. Henson, Robin Givens (ex de Mike Tyson) e o próprio Perry.

01 | I Can Do Bad All By Myself (2009)

Taraji P. Henson pode ter protagonizado Acrimônia, mas também é a protagonista do filme mais elogiado pelos críticos da carreira de Tyler Perry. Na trama, a atriz vive uma mulher descompensada, que precisa cuidar de crianças pequenas temporariamente. A situação termina sendo um curso de amadurecimento relâmpago para a protagonista. Este é o segundo e último filme – até o momento – que conta com a participação da personagem Madea, sem ter seu nome no título do longa. O filme tem 63% de aprovação – passando da média e ganhando o tomate fresco pela primeira vez na lista dos filmes do cineasta.

Bônus:

Nobody´s Fool (2018)

Como prova de que todo artista negro que está em ascensão não recusa um convite para um filme do diretor, o mais recente trabalho de Tyler Perry conta com ninguém menos do que Tiffany Haddish, a comediante do momento. No longa, ela interpreta uma mulher que acabou de sair da cadeia e passa a viver com a irmã rica e bem sucedida. Whoopi Goldberg vive a mãe das duas. Vamos esperar e ver qual nota a comédia irá ganhar da imprensa.

Maria e João: O Conto das Bruxas

(Gretel & Hansel)

 

Elenco:

Sophia Lillis

Alice Krige

Samuel Leakey

Charles Babalola

 

Direção: Oz Perkins

Gênero: Terror

Duração: 87 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2020

Sinopse: 

Durante um período de escassez, Maria e seu irmão mais novo, João, saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. Ao encontrem uma senhora, cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

Crítica | ‘Maria e João’ é visualmente magnífico, mas não consegue sair da superfície (Nota: 5.0)

Curiosidades: 

» Versão sombria da clássica história de ‘João e Maria‘, dos Irmãos Grimm;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Liga da Justiça’: “Vai ser um filme totalmente novo, vocês só viram 1/4”, diz Zack Snyder

Após confirmar o lançamento de ‘Zack Snyder’s Liga da Justiça‘ no serviço de streaming da HBO Max em 2021, o diretor deu detalhes sobre seu corte em entrevista ao Hollywood Reporter.

Snyder revelou que o corte que chegará à HBO Max será “uma coisa totalmente nova”, especialmente em comparação com o corte exibido nos cinemas.

“Será uma coisa totalmente nova e, especialmente conversando com quem já viu o filme lançado, uma nova experiência à parte do filme”, ​​disse Snyder.

“Você provavelmente viu um quarto do que eu fiz”, continuou ele, baseando sua estimativa no que foi dito que estava contido na versão final de Joss Whedon da ‘Liga da Justiça‘. O próprio Snyder ainda não assistiu a versão teatral.

De acordo com o Hollywood Reporter, a equipe de Snyder trabalhará juntos nos próximos meses para concluir os efeitos visuais do novo ‘Liga da Justiça‘, editar tudo e concluir outros aspectos da pós-produção do filme. A Warner Bros vai gastar mais US$ 20 milhões para completar o corte do diretor.

“Quero agradecer à HBO Max e à Warner por esse gesto corajoso de apoiar artistas e permitir que suas verdadeiras visões sejam realizadas. Também um agradecimento especial a todos os envolvidos no movimento SnyderCut por tornar isso uma realidade ”, disse Snyder.

“Desde que cheguei aqui, há 14 meses, a campanha para o #ReleaseTheSnyderCut tem sido uma batida diária em nossos escritórios e e-mails. Bem, os fãs pediram, e estamos emocionados por finalmente entregar. No final das contas, é realmente tudo sobre eles e estamos muito animados para poder lançar a visão final de Zack para este filme em 2021. Isso nunca poderia ter acontecido se não fosse pelo trabalho duro e pelos esforços combinados de as equipes da HBO Max e da Warner Bros. Pictures ”, disse Robert Greenblatt, presidente da Warner Media.

Snyder concluiu a maior parte do trabalho em ‘Liga da Justiça‘ em 2016, mas se afastou da pós-produção após uma tragédia familiar. A Warner trouxe Joss Whedon para finalizar o filme e alterou diversas coisas, como a paleta de cores.

Com orçamento estimado em US$ 300 milhões, ‘Liga da Justiça‘ arrecadou mais de US $ 650 milhões em todo o mundo e não ressoou com os críticos, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes.

No ano passado, o Snyder já havia dado pistas sobre uma possível estreia, sugerindo que o longa seria adicionado ao catálogo da HBO Max. 

Disney pretende lançar ‘Viúva Negra’ apenas nos cinemas, afirma site

Segundo o New York Times, a Disney pretende manter o lançamento de ‘Viúva Negra‘ apenas nos cinemas em maio de 2021, e não pretende lançar o filme simultaneamente no streaming como a Warner fez com ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

“Alguns dos maiores filmes da Disney continuarão a receber exibições exclusivas nos cinemas antes de chegar aos serviços de streaming da empresa. Por exemplo, ao contrário da especulação generalizada, Viúva Negr, um espetáculo muito aguardado da Marvel, permanecerá no calendário de estreias dos cinemas para 7 de maio, disseram as pessoas informadas sobre a apresentação.”, afirmou o New York Times.

Desde o início da pandemia do Coronavírus, os fãs da Marvel estão se perguntando se a Disney vai ceder e lançar ‘Viúva Negra‘ direto em streaming.

Pelo visto, o estúdio do Mickey manterá seu grande lançamento apenas nas telonas.

Até o momento, a estreia permanece agendada 29 de abril de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

No thriller de espionagem Viúva Negra, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

‘Jackass para Sempre’ ganha data de estreia no Brasil e novas imagens RADICAIS

A amada equipe da franquia ‘Jackass‘ está de volta para mais um longa-metragem muito louco e que promete ultrapassar os limites das três versões anteriores.

Jackass para Sempre‘ teve sua estreia nos cinemas brasileiros agendada para 21 de outubro de 2021.

Celebrando a alegria de estar de volta junto a seus melhores amigos e a um tiro certeiro nas partes baixas, o elenco original de Jackass retorna para mais uma rodada de comédia hilária, selvagem, absurda e muitas vezes perigosa, com o auxílio de novos participantes no elenco.

Confira as fotos:

 

Anteriormente, o TMZ divulgou que o diretor Jeff Tremaine conseguiu uma ordem de restrição contra Bam Margera, que estrelou os três primeiros filmes da franquia, após receber diversas ameaças de morte.

Agora, o ator terá que permanecer a pelo menos 90 metros de distância do cineasta pelos próximos três anos. E não será permitido que ele entre em contato com Jeff de qualquer forma – o mesmo se aplica à esposa e aos filhos do diretor.

Tremaine buscou proteção legal após um surto do ator contra ele e o astro Johnny Knoxville, alegando que Margera continuava mandando mensagens extremamente perturbadoras, ameaçando sua vida e a de seus filhos.

Vale lembrar que Bam Margera já havia sido banido das filmagens de ‘Jackass 4‘ após conflitos nos bastidores.

Para quem não conhece, a franquia se originou em 2000 com a série da MTV, que durou três temporadas e foi um grande sucesso para o canal e seu elenco, mas foi cancelada devido a conflitos financeiros e criativos entre o canal e suas estrelas.

Ele encontrou uma nova vida nas telonas com ‘Jackass: O Filme‘ (2002), que foi originalmente previsto como uma despedida da série e uma maneira da equipe contornar as censuras e fazer tantas acrobacias selvagens quanto quisesse.

Com o sucesso, surgiram duas sequências, lançadas em 2006 e 2010.

SENSACIONAL! Filme sobre Nicolas Cage estrelado por Nicolas Cage ganha trailer realmente instigante…

A Lionsgate divulgou um novo e SENSACIONAL trailer da comédia metalinguística ‘O Peso do Talento‘ (The Unbearable Weight of Massive Talent), que traz o astro Nicolas Cage interpretando uma versão caricata de si mesmo.

E não é que o trailer nos empolgou? Escrito e dirigido por Tom Gormican, o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de abril.

Confira:

Insatisfeito com sua carreira e enfrentando uma crise financeira, o ator Nicolas Cage resolve aceitar a oferta de um milhão de dólares para aparecer no aniversário de um grande fã. No entanto, as coisas tomam rumos selvagemente inesperados e Cage se vê forçado a fazer valer o seu próprio legado, recriando seus mais icônicos personagens para poder salvar todos que ama – e se salvar.

O elenco ainda conta com Pedro Pascal, Tiffany Haddish, Sharon Horgan e Neil Patrick Harris.

Inicialmente, ‘O Peso do Talento’ foi escrito sem o consentimento de Cage por Gormican e Kevin Etten (‘Euphoria‘). Gormican enviou o material para o ator, acompanhado de um bilhete, e ele optou por também assumir o cargo de produtor do projeto.

Conheça o TERROR fenômeno que está dando o que falar…

Um novo terror foi exibido para os críticos nos EUA e está dando o que falar, por ser extremamente gore e repulsilvo.

Confira:

Com 45 críticas publicadas até o momento, ‘The Outwaters‘, terror found footage no estilo ‘A Bruxa de Blair‘, conquistou 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca as cenas assustadoras da produção, além de elogiar o desfecho absolutamente insano e sangrento da história.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Algumas cenas são tão potentes e assustadoras que irão chocar os espectadores mesmo que eles ainda esperem por elas.” (Reverse Shot)

“Esse filme foi projetado para deixar os espectadores tensos e tem algumas cenas incrivelmente eficazes.” (RogerEbert.com)

“‘The Outwaters’ evoca uma atmosfera palpável que intensifica as cenas chocantes que ainda estão por vir.” (New York Times)

“Até chegarmos nas cenas realmente grotescas do ato final, eu quase desisti do filme. Não estou dizendo que o desfecho não é impactante – muito pelo contrário –, mas o desenvolvimento da história é cansativa.” (Third Coast Review)

“‘The Outwaters’ é assustador, grotesco e psicodélico. É uma experiência cinematográfica única.” (CBR)

“O subgênero found footage não é popularmente conhecido por apresentar visuais interessantes, mas ‘The Outwaters’ é realmente belíssimo.” (Boston Hassle)

“É um filme bem feito, que sabe aproveitar muito bem o próprio ambiente e apresenta um alto nível de violência.” (Movies and Munchies)

Infelizmente, o terror ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Robbie Banfitch.

Quatro amigos acampam no deserto com a intenção de gravar um vídeo musical. Apesar da viagem começar normal, a paz do grupo rapidamente é quebrada por causa de sons inexplicáveis, vibrações e o comportamento estranho dos animais. Então, tudo muda uma noite… o que acaba levando o quarteto em uma jornada traumatizante de terror.

O elenco ainda conta com Angela Basolis, Leslie Ann BanfitchRobbie Banfitch Scott Schamell.

Kyle Gallner tem retorno CONFIRMADO em ‘Sorria 2’

Kyle Gallner (‘Pânico’) teve seu retorno confirmado como Joel na sequência de ‘Sorria‘. A informação foi divulgada pelo The Wrap.

Rosemarie Dewitt (‘O Casamento de Rachel’) também foi confirmada no elenco.

Kyle Gallner

O novo longa será estrelada por Naomi Scott (‘Aladdin’), que alegadamente irá interpretar Quinn Parsons, uma cantora miserável em turnê que está tentando se recuperar do seu vício em substâncias. Ela se tornará alvo da entidade após seu traficante lhe passar a maldição.

Sorria 2‘ está programado para estrear no dia 18 de outubro.

Parker Finn assina o roteiro e ficará responsável pela direção. A produtora Temple Hill supervisiona o longa-metragem.

Com US$ 217.4 milhões arrecadados mundialmente, o terror ‘Sorria‘ conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ (US$206.4M), tornando-se a maior arrecadação do gênero desde o início da pandemia.

Assista à crítica:

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.

O elenco conta com Sosie Bacon, Kyle Gallner, Rob Morgan, Jessie T. Usher e Caitlin Stasey.

Remake da franquia ‘O Predador’ estreia fazendo SUCESSO na Netflix; Vale a pena assistir?

‘O Predador’ estreou em terceiro lugar entre os filmes mais vistos da Netflix.

Considerado um fracasso em 2018, época em que foi lançado, ‘O Predador’ conquistou apenas 34% de aprovação.

Entre os principais acertos, os críticos elogiam as cenas de ação e a comédia do filme, no entanto, ressaltam que faltou criatividade no roteiro, que os efeitos especiais estão muito abaixo do esperado e a direção de Shane Black não satisfaz.

Com as críticas negativas, o filme arrecadou apenas US$ 51 milhões nos Estados Unidos e Canadá, e US$ 109,5 milhões internacionalmente, totalizando um faturamento mundial total de US$ 160,5 milhões, contra um orçamento de produção de US$ 88 milhões.

O filme é, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original.

Na trama, os caçadores mais letais do universo estão mais fortes, mais inteligentes e muito mais letais do que antes, tendo geneticamente modificado seus DNAs com outras espécies. Quando um garoto acidentalmente “causa” a volta deles para a Terra, só uma equipe desregular de professores de biologia pode impedir o fim da raça humana.

Assista ao trailer:

 

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O ator Jake Busey vive o personagem que é filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Ator defende filme ‘The Flash’: “Eu gostei!”

Tom Cavanagh, astro de The Flash e conhecido por interpretar o Reverse-Flash no sucesso da CW, revelou recentemente que assistiu ao polêmico filme do Velocista Escarlate.

O ator expressou sua opinião sobre a produção, que dividiu a crítica e teve dificuldades nas bilheteiras.

“Eu vi! Eu gostei! Eles fizeram um trabalho notável — a primeira metade desse filme, na minha opinião, e como alguém que é protetor do Grant Gustin como o Flash [da série de TV], achei que foi muito bem feito”, elogiou Cavanagh ao ComicBook.

Ele também explicou sua visão sobre a abordagem do personagem:

“Eles o retrataram como se tivessem diminuído o nível de QI, e eu achei isso bom. Não, mas foi algo feito de propósito, e eu acho que isso vai tornar o Flash mais inocente e diferente. Boa escolha! Porque você não quer repetir o que alguém fez por uma década na televisão”, acrescentou.

Sobre as participações especiais, Cavanagh fez uma observação interessante:

“Quando [Michael] Keaton aparece — alerta de spoiler! — você fica tipo, ‘Caramba!’ É engraçado se você olhar a capa do DVD de The Flash. O que está nela? Batman, o que te diz um pouco sobre algo”.

Assista à nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:

The Flash, filme da DC lançado em 2023, está disponível na Max e no Prime Video.

Confira:

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

Gostou de ‘Top Gun’? 10 filmes para você que ama AVIAÇÃO…

O universo da aviação sempre gera um grande fascínio quando pensamos nas inúmeras variáveis que compõem o simples ato de voar. Ao longo do tempo, no mundo do cinema, tivemos várias histórias que se passam em engenhosas maravilhas que voam. Algumas dessas, nos colocam conflitos, situações, até casos reais de problemas que viram pontos reflexivos para todos que amam aviação. Pensando nisso, e tentando ser bem diversos e diferente de listas que tem por aí, fizemos uma lista de 10 filmes para você que ama aviação:

Queda Livre: A Tragédia do Caso Boeing

Quando o poder e o lucro se tornam ferramentas egoístas sem pensar no próximo. Chegou recentemente ao catálogo da Netflix o documentário produzido por Ron Howard, Queda Livre: A Tragédia do Caso Boeing. Ao longo de uma hora e meia de projeção vamos descobrindo variáveis importantes deixadas de lado por uma das principais empresas da aviação comercial que visando sua reestruturação, ações, dinheiro, lucro abandonou princípios básicos de segurança ocasionando perdas humanas em dois polêmicos acidentes aéreos em um curto intervalo. No documentário, muito bem conduzido pela cineasta Rory Kennedy, indicada ao Oscar 2015 na categoria de Melhor Documentário em Longa-Metragem por Last Days in Vietnam, vemos as dores das famílias, as investigações de um jornalista de um jornal norte-americano, depoimentos de especialistas em aviação que buscam entender como a omissão fora ator importante para essas tragédias.

 

Vidas ao Vento

Em uma época de afirmação militar buscada por todas as grandes potências do planeta, toda a esperança da aviação japonesa se encontra nas mãos do sonhador engenheiro Jirô Horikoshi. O jovem míope sempre sonhou em ser um grande piloto mas por não ter todas as qualidades para tal se forma na universidade entre os primeiros da turma e se torna uma referência como designer de aviões. Quando consegue uma chance para trabalhar em uma grande fábrica, Jirô precisará sonhar cada vez mais para realizar seu feito mais marcante. Ao mesmo tempo, encontra o grande amor que sofre com uma doença maligna.

 

Livre para Voar

O longa, que foi lançado em janeiro de 1999 nos EUA, conta a história de Richard um sonhador que é fascinado por aviação. Um certo dia, decide tentar voar (com uma bugiganga inventada por ele) no prédio onde trabalha sua namorada; o desfecho é de um total fiasco. Após o ocorrido, perde a namorada e começa a ter uma crise emocional muito forte e decide se mudar de Londres (cidade onde residia). Em um novo lugar, cheio de montanhas, dedica-se à algumas horas de serviços comunitários (para compensar o incidente do Vôo). Assim, entra em sua vida Jane Hatchard, uma jovem de apenas 25 anos que possui uma doença degenerativa. A função de Richard agora é cuidar dessa jovem e aos poucos uma grande amizade vai sendo criada mesmo após um pedido peculiar da corajosa jovem.

 

11 de Setembro: No Gabinete de Crise do Presidente

Durante o documentário, que possui passagens atuais e filmagens obtidas da época, vamos acompanhando todas as decisões do alto escalão do comando norte-americano em todas as horas seguintes ao atentado às torres gêmeas. O medo e a tensão tomam conta de boa parte do que vemos, inclusive para os jornalistas que sempre acompanhavam o presidente que à bordo de Força Aérea 1 (avião do Presidente dos Estados Unidos) decolagem a aterrissavam sem saber para onde iriam pois até o avião mais seguro do mundo poderia ser alvo dos terroristas naquele dia.

 

Sully: O Herói do Rio Hudson

Na trama, conhecemos a história do incrível do pouso heróico no Rio Hudson de um avião nos Estados Unidos, com lotação, e todos escapam ilesos. Analisando todo o contexto do acidente, e os problemas sucessivos logo após a decolagem, o longa metragem faz um completo raio-x também do comandante do avião, o piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger (Tom Hanks) e toda a burocracia que ele e o co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart) para provar que a melhor decisão foi a tomada.

 

O Vôo

Na trama, acompanhamos a trajetória conflituosa de Whip Whitaker (Denzel Washington) um piloto de aviões comerciais, alcoólatra, usuário de drogas, que se torna o grande queridinho da mídia colocado, como um herói norte-americano, quando consegue pousar uma aeronave em inúmeras condições adversas, após uma pane no sistema. Quando passam alguns dias, a ficha cai para outras versões dos fatos: ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento do acidente e agora precisa lutar contra si mesmo por não aceitar seu novo status de grande salvador da pátria.

 

Apollo 10 e meio: Aventura na era Espacial

A criatividade para entender os contextos de uma época que não volta mais. Em Apollo 10 e meio: Aventura na era Espacial, disponível na Netflix, o cineasta texano Richard Linklater volta as suas origens para resgatar memórias dentro de uma fábula impossível sobre a ajuda de um menino na ida do homem à lua. Em criativos 97 minutos de projeção assistimos, sempre com uma ótima dose de bom humor os conflitos de toda uma geração repleta de acontecimentos ao seu redor que definiriam lutas e reflexões durante muitos anos.

 

7500

Lançado em 2019 na Prime Video, 7500, protagonizado por Joseph Gordon-Levitt, nos mostra uma ação terrorista em um voo em uma parte da Europa e as escolhas que um co-piloto precisa tomar.

 

Top Gun: Maverick

Um estrondoso sucesso em todo o mundo, o recente filme lançado Top Gun: Maverick, nos mostra Tom Cruise de volta ao papel de Pete ‘Maverick’ após 36 anos! Na trama, ele é selecionado para treinar novos pilotos para um perigoso objetivo atrás das linhas inimigas.

 

O Aviador

Contando a história real de Howard Hughes, personagem intrigante de décadas atrás, Leonardo DiCaprio teve a grande chance de levantar a estatueta do Oscar pela primeira vez, porém, acabou não levando o prêmio. Com um elenco muito bom, Scorsese fez de tudo para criar um grande filme e conseguiu. É impressionante como Leo cresce quando trabalha com esse diretor, talvez a melhor atuação da carreira dele até hoje.

 

 

Crítica | ‘Alice e Steve’ – A melhor série que você ainda não viu

Amigos, amigos, relacionamentos à parte. Imagine você ter um amigo de longa data e, essa mesma pessoa, se apaixona por um filho seu. Como você lidaria com isso? Provocando o público a se colocar diante dos conflitos dos personagens e seguindo por uma narrativa que mais parece uma crônica inusitada, e tragicômica, do cotidiano, chegou à Disney Plus neste início de junho Alice e Steve, uma série que fala sério por meio de uma comédia inteligente, despertando reflexões por meio do caos e do constrangimento.

Com um elenco maravilhoso e um roteiro certeiro que se desenrola a partir do rompimento de uma amizade de décadas, essa maravilhosa série é uma obra pouco comentada por aí. Através de inesperadas situações, brinda os espectadores com seis episódios muito bem dirigidos e envolventes, de pouco mais de 30 minutos, que avançam por uma narrativa que alterna a leveza do riso fácil com as profundidades de camadas que vão se abrindo.

Alice (Nicola Walker) e Steve (Jemaine Clement) são dois amigos de longa data que vivem aprontando a cada nova saída. Esse cotidiano de alegria e amizade acaba sendo quebrado quando Steve começa a se relacionar com Izzy, a filha de Alice. Depois disso, uma série de situações constrangedoras começam a aparecer no caminho dos dois, guiando o público para um drama tragicômico repleto de acontecimentos que vão atingir todos os outros personagens que estão ao redor dos protagonistas.

O caos das situações que não conseguimos lidar, sem driblar o egoísmo, ditam o ritmo de uma série dinâmica e cheia de possibilidades. Com um tom sutil de sarcasmo, o projeto nos coloca de frente com os problemas de relacionamentos, revelando, em cada episódio, o lado nu e cru dos sentimentos conflitantes provocados por uma peculiar situação.

O inteligente roteiro brinca com os conflitos através de um deboche refinado e diálogos irônicos, transformando cada personagem em um representante de um tipo de sentimento. Todos, envolvidos por um laço inabalável de dúvidas sobre como lidar com a erupção emocional que se apresenta.

Os ótimos protagonistas, interpretados por Nicola Walker e Jemaine Clement, são as duas perspectivas que se abrem. Mas, também há uma terceira vinda do coletivo de ações de coadjuvantes que merecem atenção.

A DISNEY PLUS esconde essas joias: 10 séries que você precisa ver

Além da própria Izzy (Yali Topol Margalith), pivô dos conflitos que entrelaçam os episódios, destaca-se Daniel (Joel Fry), o padrasto dela. Ele vive um relacionamento de muitos baixos com Alice, e começa a se impor quando percebe o descontrole da esposa. Há ainda Dom (Tyrese Eaton-Dyce), o filho de Daniel e Alice, um jovem bondoso que está apaixonado por outra jovem, mas os problemas de sua família acabam atrapalhando, de alguma forma, a relação.

 

Jogando na tela também o descontrole como uma ponte para as diversas formas de entender os vários tipos de relações que permeiam a trama, Alice e Steve é daquelas séries que te conquistam mais a cada novo capítulo. Você perceberá que os seis episódios dessa primeira temporada passarão rapidamente, deixando aquele gostinho de quero mais. Que venha uma segunda temporada!

 

Euphoria e a “Maldição” das Excelentes Primeiras Temporadas das Séries da HBO

O início de 2022 no mundo do entretenimento viu o retorno de uma das séries mais aclamadas pelo público e elogiadas pela imprensa especializada internacional: Euphoria. Criado por Sam Levinson e lançado em 2019, o programa original da HBO serviu para catapultar a carreira da ex-atriz mirim Zendaya, a elevando ao status de uma das jovens estrelas de maior prestígio da Hollywood atual. Claro, Zendaya está na trilogia recente do Homem-Aranha na Marvel, cantou e dançou em O Rei do Show, e arrumou uma pontinha de papel importante (e que virá a aumentar consideravelmente na sequência) em Duna. As atrizes que se consagram realmente, no entanto, são as que conseguem fazer de tudo, e conseguem mesclar produções escapistas-pipoca com obras mais substancialmente pungentes. Euphoria deu este respaldo para Zendaya, demonstrando que a intérprete de 25 anos segura bem uma performance pesando mais ao drama.

Aqui não iremos falar sobre a carreira de Zendaya, no entanto, e sim sobre a trajetória não apenas de Euphoria, mas também de algumas séries da HBO que se encaixam num cercadinho ao lado dela. Devo começar dizendo que as produções das séries originais da HBO dificilmente encontram páreo. O canal que está de pé desde a década de 1990, veio se aperfeiçoando em contar histórias, seja na forma de filmes criados para a TV, séries ou minisséries. Se formos enumerar alguns dos programas televisivos preferidos do grande público de todos os tempos, certamente encontraremos muitos produtos da casa, vide Família Soprano, The Wire, Band of Brothers, Sex and the City e Game of Thrones. Além da excelência com que confecciona programas elogiadíssimos pela crítica, seus seriados possuem grande apelo popular, invariavelmente se tornando o novo fenômeno midiático do momento – como alguns dos citados acima.

Dentro deste parâmetro podemos dizer que Euphoria também se encaixa. A série pode não ter se tornado um rolo compressor do nível de Game of Thrones, por exemplo, mas dentro da proposta de um programa juvenil focado em adolescentes colegiais, foi um dos sopros de originalidade mais marcante dos últimos tempos. A forma inovadora como Levinson e sua equipe apresentam cada um dos personagens e suas características, personalidades e dramas, é algo tão original que definitivamente elevou o jogo para outros programas do gênero. O assunto principal é o abuso das drogas, já que este é o tema da trajetória de Rue (Zendaya), uma menina que perdeu o pai cedo devido a um câncer e desde então se entregou a substâncias ilícitas para aliviar sua dor, se viciando e se transformando num peso para sua família: sua mãe (Nika King) e sua irmã mais nova (Storm Reid). E esse poderia ser mais um drama sobre jovens e drogas rotineiro, mas Euphoria faz valer a máxima de que todo assunto pode se tornar revigorante dependendo da forma inventiva que esta história for contada. E Levinson opta por dar novas tonalidades, seja através do humor ou de cenas completamente inusitadas.

Em uma determinada cena da primeira temporada, quando Rue usa drogas, a “euforia” do título é sentida pelo público através da “onda” da personagem refletida em cena com ela vendo literalmente a casa girar. Para tal, um artifício digno de superprodução foi criado, com uma sala que realmente vai girando enquanto a atriz caminha – algo visto no blockbuster A Origem (2010), de Christopher Nolan. Tais elementos apenas contribuíram para o fascínio do programa. Além disso tínhamos também as cores vibrantes, que representavam as viagens alucinógenas, a paixão destes jovens sendo externalizada, e também as maquiagens usadas pelas personagens principais, que em pouco tempo viraram tendência junto às expectadoras e profissionais da área.

Rue é a personagem principal, mas a primeira temporada de Euphoria, com seus oito episódios, consegue dar espaço não apenas para a angústia de outros jovens, como também discute temas atuais importantíssimos. Temos a relação extremamente abusiva e doentia entre Nate (Jacob Elordi) e Maddy (Alexa Demie); a forma como o comportamento sexualmente livre de jovens mulheres ainda é visto de maneira muito recriminatória (na história de Cassie – Sydney Sweeney); o despertar sexual do “patinho feio” que se aproveita de seu novo status para faturar (Kat – Barbie Ferreira); a raiva reprimida de Nate pelos atos de seu pai (Cal – Eric Dane). E o mais importante de todos: a inclusão social com muita naturalidade de Jules, uma aluna trans, interpretada pela atriz trans Hunter Schafer – algo inédito dentro da dramaturgia mirada ao público adolescente. As atuações são certeiras, como por exemplo a subversão da persona de atores como Eric Dane e Jacob Elordi, galãs bons moços em outras produções, aceitando o desafio com personagens complexos e por vezes odiosos.

Em resumo, a sensação que Euphoria passou para o espectador foi a de estar antenado em perfeita sintonia com a juventude atual. O programa, em sua primeira temporada, consegue abordar muitos dos tópicos tidos como malditos de forma autêntica e urgente. Sua modernidade é sentida, e tão atual que mesmo três anos depois ainda pode ser visto como um produto que poderia estar falando diretamente com o nosso 2022. Justamente por isso quando a segunda temporada estreou debaixo de grande hype, o que trouxe foi algo no mínimo decepcionante. Sejamos justos, o sucesso da primeira temporada elevou Euphoria a um patamar que talvez fosse impossível manter. Mas o mundo queria mais. A verdade é que Euphoria não pedia mais. O desfecho com a separação de Rue e Jules é perfeita, e caso fosse um filme, terminar em tal nota seria o ideal. Como continuar algo assim? Talvez fosse o caso de criar uma série de antologia, com novas questões de outros personagens sendo o assunto.

O público, no entanto, queria mais de Rue, Jules e a turminha disfuncional da série. E durante a pandemia que se abateu sobre o mundo, as filmagens da segunda temporada tiveram que ser adiadas. Para acalmar os fãs ávidos por novidades, a HBO soltou dois especiais neste intervalo, que servem de ponte entre a primeira e a segunda temporada: um focado em Rue e outro em Jules, após o “desencontro” do último episódio. Confesso que existia em mim o receio de como o canal trataria de continuar aquela história que havia terminada da melhor forma possível – ou seja, sem respostas fáceis e finais felizes inacreditáveis. Havia sido encerrado na nota certa. Continuar seria difícil, mas talvez pudesse ser feito. Este mal já havia se abatido sobre outras séries interessantes da casa no passado em suas segundas temporadas, vide True Detective, Westworld e Big Little Lies. O que Euphoria trouxe ao jogo em sua segunda temporada, infelizmente, foi algo mais mundano e sem o mesmo brilho. A proposta do criador para este segundo ano foi a “desglamourização” do vício – sem as firulas visuais e narrativas que permeavam a primeira temporada e, convenhamos, eram o charme da série.

A segunda temporada é mais suja, feia e cru. Até aí tudo bem, uma mudança estética serve para distinguir cada ano do seriado. O problema está no roteiro, que apenas repete o que já havia sido mostrado antes sem nenhum acréscimo. Agora que as vidas de alguns personagens evoluíram a outro patamar, vide Kat, a personagem é automaticamente tratada como desinteressante, com sua narrativa estagnada – justamente ela que era uma das mais cativantes no primeiro ano. O drama também sofre uma queda para se tornar algo meramente adolescente, algo visto em qualquer outra série do gênero, com conflitos amorosos sendo a principal preocupação de alguns protagonistas – até mesmo triângulos amorosos são incluídos no programa: um entre Nate, Maddy e Cassie, e outro entre Rue, Jules e Elliot (Dominic Fike).

A máxima ainda é verdadeira. No cinema, só vale à pena realizar uma continuação se existir algo mais a falar sobre aquele tema – caso contrário rapidamente o sentimento de caça-níquel se instala, e muitas produções sofrem de tal mal. Na TV o mesmo conceito deve ser aplicado, mesmo com o clamor e a pressão dos fãs e do canal. É impossível tirar a sensação de retrocesso na segunda temporada de Euphoria – que parece se apoiar somente na violência, na nudez e sexo para chocar e se envolver no manto da relevância, sem nunca justifica-lo. As tramas parecem sem desenvolvimento, sem saber para onde ir, por qual caminho seguir com tais personagens. O segundo ano apenas frisa o que havia sido construído no primeiro, sem acrescentar muita novidade. Nem mesmo o reencontro entre Rue e Jules, que poderia render debates e diálogos interessantes – que poderiam ser o coração da segunda temporada -, ocorre de forma apática, como se nada tivesse acontecido, com elas continuando de onde haviam parado.

Como dito, esse mal parece se abater sobre outras séries ótimas da casa. Big Little Lies é baseado num livro da autora Liane Moriarty. E apesar de um desfecho questionável na primeira temporada, repleto de conveniências e saídas fáceis, podemos muito bem entender o apelo de uma história muito feminina, que discute violência doméstica, estupro, maternidade, relacionamentos, tudo feito com muita propriedade e bom gosto. No fim, a mensagem que prevalece é a união de mulheres muito diferentes, não necessariamente amigas, em prol de um bem maior: combater e eliminar a masculinidade tóxica de uma vez por todas. Tudo bem, é passível. Mas à altura que foi anunciada a segunda temporada, a pergunta que pairou foi: precisava? Meryl Streep foi anunciada como reforço no elenco. Ótima adição, anima um pouco as coisas e eleva o jogo. O roteiro foi escrito pela autora, o que é mais um somatório. Porém, ao invés de avançar, a trama retrocede, sendo inteiramente baseada em eventos que ocorreram na primeira temporada – ao invés de caminhar com as próprias pernas. As histórias individuais das personagens se arrastam e andam em círculos, realmente como se tirassem as últimas gotas de tal suco. Se fosse a sequência de um filme, o segundo ano de Big Little Lies seria rapidamente varrido para debaixo do tapete.

Com True Detective temos um diferencial. Esta, de fato, é uma série de antologia, com cada temporada contando sua própria história, com início, meio e fim. Menos mal. O que ocorre é que a primeira temporada, protagonizada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson foi um verdadeiro primor da dramaturgia televisiva, dono de picos de criatividade raramente vistos até mesmo no cinema hoje em dia (o que é a cena com plano sequência no conjunto habitacional?). Desta forma, já poderíamos imaginar que um segundo ano seria difícil de superar o primeiro. Mas a expectativa estava lá. De todos estes seriados “amaldiçoados” por excelentes primeiras temporadas, True Detective é o que entrega um segundo ano mais distinto. A segunda temporada bem que tentou, e foi bem até o seu desfecho. Levantou boas questões, com novos personagens, como o de Taylor Kitsch, mas terminou por sair dos trilhos com um final insatisfatório. Justamente por isso, o programa criado por Nic Pizzolatto ficou engavetado por quatro anos desde o desfecho da segunda temporada em 2015. Com o final da primeira, os EUA e grande parte do mundo pararam suas vidas para assistir. Com a segunda, a sensação foi do resultado não descer completamente redondo. A terceira aconteceria somente em 2019 e passaria em branco, sem qualquer alvoroço – como era de costume antes.

A adorada Westworld sofre do mesmo mal. A primeira temporada, de 2016, é uma das produções mais detalhadamente bem construídas, com um enredo enigmático e escopo literalmente cinematográfico. A fotografia do seriado não deixa a desejar em relação a nenhum blockbuster e merece ser visto na maior tela possível. É simplesmente lindíssimo. Não é à toa que Westworld foi escolhido para substituir Game of Thrones, um dos programas mais adorados da HBO de todos os tempos. E em sua primeira temporada, Westworld não fez feio, mantendo o nível de excelência do colega de canal. Com nomes como Anthony Hopkins no elenco, não dava para esperar menos. Porém, com o final da primeira temporada, muitos dos mistérios do programa foram respondidos – para não dizer todos, ao menos os mais importantes. Assim, muito pouco sobrou para a continuação na segunda temporada. A “solução” foi substituir suspense e questões que prendiam a atenção do público, com um bom roteiro, por ação. A segunda temporada termina se apoiando em efeitos e ação mais do que no conteúdo, uma vez que todos os mistérios que intrigavam o espectador foram solucionados. A falta do que falar ficou evidente quando a terceira temporada exibiu apenas 8 episódios ao invés dos costumeiros 10.

Euphoria, Big Little Lies e Westworld poderiam ter sido desenvolvidos como minissérie e ter mantido sua qualidade com primeiras temporadas irretocáveis (em especial a primeira e a terceira citadas). Imagine se produções do nível de Chernobyl ou Watchmen, ambas igualmente da HBO, rendessem segundas temporadas. Dificilmente manteriam o mesmo nível. As duas foram desenvolvidas como minisséries e se tornaram duas das obras televisivas mais elogiadas, merecidamente, de anos recentes. Realmente não existe nada de errado com o formato seriado, que se alonga por novas temporadas. Mas ele só é aplicável e justificável quando mais precisa ser contado sobre aquela determinada história. Esse é sempre o caso. Em matéria dos três exemplos em especial citados acima, é impossível escapar do sentimento de que o que precisava ser dito ficou no primeiro ano de tais programas.

‘American Horror Story’: Billie Lourd voltará para a 8ª temporada

Segundo o Deadline, a atriz Billie Lourd, que estrelou em ‘American Horror Story: Cult‘, voltará para a 8ª temporada da série, que se passará em um futuro próximo.

Evan PetersSarah Paulson e Kathy Bates já foram oficialmente confirmados.

Rumores apontam que a nova temporada irá se passar no Arizona em 2032, depois de uma explosão nuclear. A temporada será centrada em um grupo de sobreviventes que não foram afetados pela explosão.

Sobre o oitavo ano, Ryan Murphy recentemente disse: “Não será necessariamente preso na realidade como na temporada passada. Nós meio que estamos voltando para Asylum e Coven. Este será o tom da temporada.”

Billy Eichner, Cheyenne Jackson, Adina Porter e Leslie Grossman também devem retornar.

‘O Justiceiro’: 2ª temporada ganha novo trailer VIOLENTO; Assista!

A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘.

Confira:

Essa deve ser a última temporada da série.

Na nova temporada, Frank Castle (Bernthal) pode fugir, mas não pode se esconder de quem está destinado a ser. A segunda temporada encontra Frank em um território muito familiar. Billy Russo (Barnes), seu ex-companheiro de armas, lentamente começa a se recuperar da lesão cerebral traumática que Frank o causou e é apenas uma questão de tempo até que comece a juntar as peças do quebra-cabeça.

O elenco inclui Jon BernthalDeborah Ann WollAmber Rose RevahJason R. Moore e Ben Barnes.

A 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘ irá estrear na plataforma no dia 18 de janeiro.

‘O Cristal Encantado’: Castelo Rá-Tim-Bum se junta à resistência em novo vídeo divertido

Para promover o lançamento da primeira temporada da série ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência‘ (The Dark Crystal: Age of Resistance), a Netflix divulgou um novo vídeo divertido com os personagens do clássico Castelo Rá-Tim-Bum.

Confira:

“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”

Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.

‘Killing Eve’: Produtora fala sobre a relação entre a Eve e a Villanelle na 4ª temporada

Em entrevista ao TVLine, a produtora Suzanne Heathcote falou sobre o que podemos esperar da relação entre a Eve e a Villanelle na 4ª temporada de ‘Killing Eve‘.

“O relacionamento entre elas ainda é muito perigoso. E a realidade não pode ser negada. Dito isso, ambas reconhecem esse perigo e ainda querem estar na vida uma da outra. Elas nunca poderiam começar um relacionamento normal por causa de quem elas são. Elas sabem que estar juntas é quase como uma escolha que elas não podem negar. É a escolha mais perigosa para as duas.”

Ela continua, “Sinto que a Eve tem essa escuridão dentro dela que ela escondeu por muito tempo. E a Villanelle é o contrário: ela tem uma luz escondida dentro dela. E uma vê isso na outra. Uma vez que alguém vê você por completo, é difícil não se sentir atraído pela pessoa, porque é quando você se sente mais vivo.”

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanelle.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘The Lost City Of D’: Comédia romântica com Sandra Bullock e Channing Tatum ganha data de estreia

A Paramount Pictures finalmente anunciou quando a comédia romântica ‘The Lost City Of D‘, estrelada pelos astros Sandra Bullock e Channing Tatum, será lançada.

O longa está programado para estrear no dia 15 de abril de 2022.

A trama acompanhará uma solitária escritora (Bullock) certa de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum). Até que uma tentativa de sequestro leva os dois para uma aventura na selva, provando a ela que a vida real pode ser muito mais perigosa, estranha e romântica do que qualquer uma de suas ficções.

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.