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‘A Pequena Sereia’ | Conheça o PESADO conto original que inspirou as versões da Disney

Lançado em 1837 pelo escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, o conto A Pequena Sereia se tornou uma das obras mais celebradas do meio dos contos de fadas clássicos. A história se consagrou como uma das obras mais eficazes de falar com as crianças, justamente por misturar perfeitamente a fantasia dos contos imaginativos, ao mesmo tempo que lidava com uma protagonista bem novinha e deslumbrada, de fácil identificação para a molecada. Com o passar dos anos, a obra foi adaptada para peças teatrais, balés, especial para rádio, TV e, claro, explodiu ao redor do mundo com a releitura lançada pela Disney em 1989.

Hans Christian Andersen é um dos maiores autores de contos infantis

No entanto, mesmo se tratando de um conto infantil, a versão original era bem mais sombria do que a versão da Disney, já que ele segue a tendência dos contos de fadas da época, que serviam também como histórias educativas para prevenir a molecada de fazer besteira. Quer forma melhor de educar uma criança do que um leve terror psicológico dizendo que se ele aprontar, poderá até morrer? A molecada se amarrava lá nos 1800. E isso é bem comum se tratando de Hans Christian Andersen. Outro conto famosíssimo dele é A Rainha da Neve, que serviu de base para outro fenômeno da Disney ao ser adaptado como Frozen: Uma Aventura Congelante (2014), que também modificou bastante a história original.

A Pequena Sereia” e “A Rainha da Neve” são adaptações da Disney de contos de Andersen

Nessa época, era bem comum que as princesas e protagonistas passassem por situações bizarríssimas, geralmente morrendo ou se complicando no final. Por exemplo, no Chapeuzinho Vermelho original, o Lobo Mau mata a Vovozinha, cozinha seu corpo e coloca seu sangue em uma jarra, fazendo a menina se empanturrar da própria avó. Em A Branca de Neve, a jovem tortura a Bruxa Má, fazendo com que ela dance eternamente em brasa ardente usando sapatos de ferro. Falando em sapatos, no conto original da Cinderela, as irmãs feias estão desesperadas pela riqueza do príncipe, então mutilam os próprios pés para tentar adequá-los ao sapatinho de vidro.

Com canibalismo e tentativa de abuso, “Chapeuzinho Vermelho” é um conto pesadíssimo

A Bela Adormecida conta a história de uma jovem que espeta o dedo no tear e cai em sono profundo. Então, um príncipe a encontra desacordada, abusa sexualmente dela, que engravida e passa a gestação inteira dormindo, até que seus gêmeos nascem e, famintos, chupam o dedo da moça e acabam tirando a agulha do dedo da mãe. De volta à vida e mãe de gêmeos, a coitada vai atrás do príncipe abusador e descobre que ele seguiu a vida e casou-se com outra. A outra ficou revoltada com a situação e, pasme, decidiu mandar matar e cozinhar os bebês da coitada. Só que não dá certo, então ela opta por empurrar a Bela Adormecida numa fogueira gigante. O príncipe abusador descobre tudo e corre para empurrar a própria esposa na fogueira. Viúvo, ele vai atrás da Bela Adormecida e casa com ela.

A Bela Adormecida” foi abusada e casada com o abusador, cuja ficha criminal assusta até os vilões clássicos de filmes de terror

Por mais que também tenha uma série de crueldade em sua trama, o conto A Pequena Sereia é bem mais poético do que “educativo”, e traz um certo drama mais bonito que esses citados anteriormente. Isso porque a trama se passa no mar nórdico, em que uma jovem e esmirrada sereia, a caçula de seis irmãs, sonha em crescer para poder fazer seu ritual de maioridade. Na história, ao completar 15 anos, todas as sereias ganham a oportunidade de explorar a superfície em uma aventura única. Assim, quando elas retornam para o fundo do mar, contam as histórias do que viram e viveram. Só que a história mostra que não há rivalidade entre as criaturas da superfície e as marinhas. Na verdade, por serem mundos tão distintos, há uma certa indiferença entre eles. Menos para a pequena sereia, que se encanta com as histórias das irmãs e se fascina por essa vida fora d’água.

Quando chega sua vez, a pequena sereia sobe para a superfície e vê um navio comemorar com fogos de artifícios, até sofrer um naufrágio. A jovem vê o príncipe se afogando e decide ajudá-lo. Ela leva o rapaz até a praia e deixa seu corpo na areia, até que surge uma moça e o ajuda. A pequena sereia sente algo diferente pelo rapaz e se apaixona por ele, que sequer sabe de sua existência. De volta ao fundo do mar, ela consulta sua querida avozinha sobre quais as diferenças entre os seres humanos e as sereias. E aí que entra a parte filosófica da parada. A avó diz que apesar das sereias viverem até os 300 anos, sua jornada acaba quando elas morrem e viram bolhas no mar, enquanto os humanos têm uma vida mais curta, mas por terem almas, começam uma jornada eterna no céu quando morrem. Apaixonada pelo príncipe e fascinada por isso, a pequena sereia busca a Bruxa do Mar por um acordo para se tornar humana, conquistar o príncipe se ganhar uma alma eterna, tal qual a das pessoas da superfície.

O problema é que o acordo aqui é bem mais cruel que o dos filmes, já que a Bruxa pede sua voz em troca, então corta a língua da garota fora. Além disso, a transformação de sua cauda em pernas é praticamente uma cirurgia plástica clandestina, em que a cauda é cortada no meio e costurada, causando uma dor equivalente a “mil adagas atravessando o corpo”, chegando a sangrar, torturando a menina. Porém, diz a Bruxa que quando se recuperar totalmente, a menina teria pernas capazes de dançar mais que qualquer ser humano, mesmo que sinta como se estivesse pisando sobre facas. E apesar do trato não ter um prazo para acontecer, é acordado que ela não apenas deva conseguir um beijo do príncipe, mas deve se casar com ele. Caso não conclua o casamento, a pequena sereia teria sua morte antecipada, virando bolhas na madrugada da noite de núpcias do amado.

Em terra firme, a sereia muda encontra o príncipe, que se encanta com a beleza da jovem. Para complicar mais a situação da garota, ele fica doidinho vendo-a dançar. Então, mesmo que cause uma dor insuportável, ela passa um bom tempo dançando para ele. Eis que bate o choque de realidade, quando o Rei diz ao príncipe que arrumou um casamento para ele com a princesa do reino vizinho. Ele, então, conta para a sereia que não pode se casar com essa tal princesa, porque seu coração bate pela menina que o encontrou na praia. Sim, ele acredita que ela o salvou do afogamento e ficou perdidamente apaixonado pela mulher. E como a sereia não tinha mais língua, ela sequer pôde explicar que era ela a responsável por seu salvamento.

Para piorar a situação da sereiazinha, o príncipe acaba descobrindo que a tal princesa arranjada era a mesma menina da praia. Ou seja, ele desiste da ideia de negar o matrimônio e consuma o casamento com a moça. A sereia fica desolada, não só por perder seu grande amor, mas porque sabe que sua jornada chegou ao fim. Preparando-se para a morte, ela recebe uma visita das irmãs na noite de núpcias do príncipe. Elas fecharam um acordo com a Bruxa do Mar para salvar a vida da caçula. Elas trocaram seus belos cabelos por uma adaga de prata, que anularia o acordo da Pequena Sereia, caso ela assassinasse o príncipe com a arma e deixasse o sangue dele cair sob seus pés.

A sereia até cogita cometer o ato, mas ao vê-lo dormir pacificamente com a esposa, ela desiste de esfaqueá-lo e corre para o mar. Na água, ela aceita seu destino e vira um amontoado de bolhas. No entanto, em vez de morrer, ela consegue sentir o calor vindo do sol e acaba sendo acolhida pelo ar em forma de espírito. Sua busca extrema por uma alma eterna comoveu os outros espíritos, que a aceitaram como um deles, conquistando seu desejo mais profundo.

A Pequena Sereia de Copenhague’ é um dos símbolos da Dinamarca

Com o passar dos anos, a história se consolidou como uma das mais queridas da Europa, e virou um símbolo da Dinamarca. Tanto que foi homenageada com uma estátua nas águas de Copenhague, na Dinamarca, que foi inaugurada em 1913 e segue como um grande ponto turístico até hoje. A estátua fez tanto sucesso que o país passou a presentear outros com réplicas menores dela. Uma delas, inclusive, foi dada ao Brasil e está exposta em Brasília, em frente ao prédio principal do Comando da Marinha.

E aí, qual sua versão favorita da história da pequena sereia? Diga nos comentários!

A Pequena Sereia (1989) está disponível no Disney+, enquanto o live action chega hoje aos cinemas.

‘Boogeyman: Seu Medo é Real’ abre com 64% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira avaliações!

As primeiras críticas do terror ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘ já estão sendo publicadas na internet pelos principais sites de cinema e cultura pop.

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o filme debutou com aprovação de 64% por parte da crítica.

O consenso indica as sólidas performances do longa – com destaque para a atuação da Sophie Thatcher –, além elogiarem as cenas de terror da produção, que são descritas como tensas e bem construídas.

Confira algumas avaliações:

“Funciona na maior parte, graças à atmosfera habilmente calibrada, um estilo visual memorável e as atuações comprometidas de um elenco muito talentoso.”The Hollywood Reporter.

“Uma vez que ‘Boogeyman’ se torna apenas um filme de criatura assustadora, a maioria de seus méritos é reduzido ao esquecimento.” – IndieWare.

“Uma história de fantasmas envolvente e nada complicada, com ameaças e caos perfeitamente construídos.” Empire

“Por mais emocionante que o horror possa ser, a história simplificada não oferece muito além do tecido conjuntivo para os sustos.”Bloody Disgusting

“O subgênero da casa mal-assombrada recebe uma nova camada de sangue e horror com esta viagem emocionante e arrepiante impulsionada pela dor, raiva e medo.” – Mashable

Crítica | Boogeyman: Seu Medo é Real – TERROR sobre o Bicho-Papão capricha nos Jumpscares

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.

Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

‘Velozes e Furiosos’ | Saiba Quais São os Atores que Mais Vezes Apareceram na Franquia – Você tem ideia? (SPOILERS)

Pois é, meus queridos amigos do CinePOP, a franquia ‘Velozes e Furiosos’ chegou ao seu décimo exemplar oficial este ano (décimo primeiro se contarmos o derivado ‘Hobbs & Shaw’) nos cinemas. Quem imaginaria que um filme que começou como rachas de carros e uma refilmagem não declarada de ‘Caçadores de Emoção’ (1991) iria escalar até se tornar produções multimilionárias, com ação desenfreada do nível de ‘Missão Impossível’ e ‘007’, sem qualquer respeito ou fidelidade com as leis da física – mas com o fator entretenimento ligado no modo turbo.

É preciso respeitar a “família” ‘Velozes e Furiosos’, pois a franquia possui dois filmes que ultrapassaram um valor atingido por poucos na história da sétima arte, entrando assim para o seleto clube do US$1 bilhão – falamos, é claro, dos exemplares ‘Velozes e Furiosos 7’ e ‘Velozes e Furiosos 8’, com chances reais desse décimo filme também romper tal barreira. Enquanto isso não acontece, seguimos com nossas homenagens para essa série cinematográfica tão querida, trazendo para você quais foram os atores que mais vezes participaram destes filmes. Você pode até ter ideia do primeiro, mas será que sabe a ordem de todos? Confira abaixo. Ah, sim, vale avisar mais uma vez que o texto possui spoilers dos filmes, incluindo o recente décimo episódio (que está nos cinemas).

20) Eva Mendes – 2 filmes

A descendente de cubanos Eva Mendes é a atriz mais famosa a participar menos vezes da franquia – contando oficialmente apenas a aparição como a agente disfarçada Monica Fuentes no segundo filme, no qual entrou como novo interesse amoroso de Brian (Paul Walker). Depois disso, ela surpreendeu os fãs fazendo uma ponta na cena pós-créditos do quinto filme, no qual revela para Hobbs que Letty está viva, disparando a frase: “você acredita em fantasmas?”. Desde que casou com Ryan Gosling e teve duas filhas, Eva Mendes se aposentou da atuação, não fazendo mais nada nas telas desde 2014. Seria legal se Vin Diesel conseguisse tirá-la da aposentadoria para uma participação em um eventual novo filme reprisando seu papel.

19) John Cena – 2 filmes

O grandalhão John Cena, mais conhecido como o anti-herói Pacificador da DC, entrou na franquia em ‘Velozes e Furiosos 9’ como o irmão esquecido de Dom Toretto, Jakob. Ele é o grande vilão do nono filme, e retorna no décimo redimido, fazendo agora parte da família.

18) Scott Eastwood – 2 filmes

Filho do lendário Clint Eastwood, Scott apareceu na franquia no oitavo filme em 2017, como o “sidekick’ Little Nobody – ou “Ninguemzinho”, um agente federal que muitos acreditam ter surgido para ocupar a vaga de Brian (Paul Walker). O agente ficou de fora do nono filme, mas retorno nesse décimo.

17) Luke Evans – 3 filmes

Luke Evans apareceu na franquia no sexto filme (2013) como a grande ameaça Owen Shaw, de quebra resgatando Letty (Michelle Rodriguez) da morte para integrar a sua própria “família”. Owen retornou no sétimo e oitavo filmes da franquia (em 2015 e 2017).

16) Lucas Black – 3 filmes

Lucas Black foi a estrela do terceiro filme da franquia, ‘Desafio em Tóquio’, o ponto fora da curva que quase transformou ‘Velozes e Furiosos’ em uma antologia. Aqui tínhamos uma história nova e aparentemente sem ligação com os demais, mas que seria encaixada na cronologia. Black é Sean Boswell, um “adolescente” que realiza rachas de drift no Japão. Ele retornaria como membro “honorário” da família de Toretto nos filmes sete e nove da franquia (em 2015 e 2021).

15) Kurt Russell – 3 filmes

O veterano Kurt Russell foi uma ótima adição à família ‘Velozes e Furiosos’. Russell, é claro, coleciona clássicos da ação como ‘Fuga de Nova York’ e ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’ no currículo, além sucessos recentes como ‘Os Oito Odiados’. E foi nessa nova fase que ele chegou na franquia de carros no sétimo filme, como o misterioso homem da lei Sr. Ninguém. Ele retornaria nos filmes oito e nove.

14) Charlize Theron – 3 filmes

Uma das aquisições mais inacreditáveis da franquia ‘Velozes e Furiosos’ foi a da estrela vencedora do Oscar Charlize Theron, que entrou no oitavo filme como a vilã mor Cipher. Sabíamos que uma vez conquistado isso, a franquia não teria mais limites. Cipher segue como ameaça nos filmes nove e agora também dá as caras no dez.

13) Elsa Pataky – 4 filmes

Esposa de Chris Hemsworth na vida real, a espanhola Elsa Pataky divide aniversário na mesma data do astro da franquia Vin Diesel. Ela apareceu pela primeira vez no quinto filme (2011), vivendo a policial brasileira Elena – o novo affair de Dom após a suporta morte de Letty. Elena teria papel importante nas sequências, com os filmes seis, sete e oito – sendo a mãe do filho de Dom.

12) Helen Mirren – 4 filmes

A Dama britânica Helen Mirren já tinha seu Oscar a tiracolo quando expressou seu desejo em fazer parte da franquia ‘Velozes e Furiosos’ por diversas vezes. É claro que os produtores ouviram o pedido da veterana – e como negar? Assim, Mirren estreou como Magdalene “Queenie” Shawn, a mãe de Owen (Luke Evans) e Deckard (Jason Statham), no oitavo filme em 2017. Depois disso, não deixou mais a “família”, aparecendo no derivado ‘Hobbs & Shaw’ (2019) e nos filmes nove e dez.

11) Nathalie Emmanuel – 4 filmes

Um dos mais importantes membros a adentrar a família ‘Velozes e Furiosos’ foi a graciosa Nathalie Emmanuel como a hacker Ramsey no sétimo filme, o longa que marcaria a despedida de Paul Walker da franquia. Emmanuel coube como uma luva e rapidamente se tornou uma das personagens favorita dos fãs. Ela retornaria nos filmes oito, nove e, claro, no dez.

10) Gal Gadot – 4 filmes

Uma das musas máximas do cinema de Hollywood, a israelense Gal Gadot adentrou o estrelato ao ser eternizada como a primeira Mulher-Maravilha do cinema em 2016 – e depois reprisar o papel mais quatro vezes, em especial em dois filmes solo. Mas sua primeira chance em um blockbuster ocorria mesmo em ‘Velozes e Furiosos 4’ (2009) com o papel de Gisele, aliada do criminoso, de bom coração. Ela retornou nos filmes cinco e seis, até teoricamente ter morrido. Mas como sabemos que quase ninguém permanecesse morto neste universo, aqui no décimo episódio ela faz um dos retornos mais esperados da franquia.

09) Sung Kang – 6 filmes

Agora aumentamos as aparições dos principais personagens. O ator descendente de coreanos Sung Kang fez sua estreia na franquia em um filme que não teve nenhum dos principais membros da “família”, o terceiro longa, ‘Desafio em Tóquio’. Apesar de ter supostamente morrido, ele retornaria nos episódios quatro, cinco e seis – até o fim do sexto o unir ao terceiro pela cronologia. Mas Han ainda retornaria no nono e neste décimo.

08) Jason Statham – 6 filmes

Aqui temos o vilão transformado em anti-herói Deckard Shaw (Jason Statham) que apareceu com o “bonde andando” e tem um dos maiores registros de participações. Seu debute foi na cena pós-créditos no sexto, e depois como vilão principal do sétimo. Seguindo, retornaria no oitavo, no derivado ‘Hobbs & Shaw’ (ganhando filme próprio), na pós-créditos do nove e agora no décimo.

07) Dwayne Johnson – 6 filmes

Quando The Rock adentrou na família ‘Velozes e Furiosos’ no quinto filme em 2011, ele se autointitulou o Viagra da franquia. E ele estava certo, já que após o quinto longa, a franquia explodiu e atingiu níveis antes não imaginados. Assim, no papel do policial Luke Hobbs, Johnson estrelou também as partes seis, sete, oito e seu próprio derivado com ‘Hobbs & Shaw’. Agora já não é novidade para muitos, que Johnson está de volta na cena pós-créditos do décimo filme.

06) Paul Walker – 6 filmes

Um dos atores originais da franquia, o saudoso Paul Walker deu início a tudo ao lado de Vin Diesel. Aliás, é dito que Walker foi o primeiro a assinar para o projeto, com Diesel possuindo certas dúvidas. No fim das contas a história foi feita, com Walker optando estrelar a sequência, de 2003, mesmo após a saída de Diesel. Walker ainda retornaria nos filmes quatro, cinco, seis e sete, até sua morte trágica na vida real.

05) Ludacris – 7 filmes

O personagem vivido pelo rapper Lucadris surgiu em cena na franquia pela primeira vez no segundo filme, e era apenas um anunciante das corridas, com um papel bem pequeno. Com o tempo, Tej retornaria no quinto episódio e começava a mostrar suas verdadeiras qualidades como hacker e o homem da tecnologia do grupo. Tej virou figurinha carimbada e retornou nos filmes seis, sete, oito, nove e agora dez.

04) Tyrese Gibson – 7 filmes

Curiosamente, a entrada de Tyrese na franquia se deu por dois motivos bem específicos. Primeiro, a recusa de Vin Diesel em retornar na primeira sequência – fazendo o roteiro ser modificado para acomodar Roman como parceiro de Brian. E segundo, o fato de na direção de ‘+Velozes +Furiosos’ (2003) termos John Singleton, que havia comandado o ator no drama ‘Baby Boy’ em 2001. Desde então Tyrese se tornou uma das figuras principais da franquia, com seu brincalhão Ronan, retornando nas partes cinco, seis, sete, oito, nove e agora dez.

03) Jordana Brewster – 7 filmes

A filha de brasileira Jordana Brewster esteve desde o início na franquia, sendo uma das peças originais responsáveis pelo sucesso destes filmes. Ela vive Mia, a irmã mais nova de Dom Toretto, por quem o agente do FBI Brian desenvolve afeto. Ela retornou no quarto filme e assim ficou pelo quinto, sexto e sétimo. Mas com a morte do ator Paul Walker e sua despedida após o sétimo filme, Mia Toretto quase foi aposentada com ele – o que seria injusto com a atriz. No filme nove encontraram espaço para ela retornar, assim como no dez.

02) Michelle Rodriguez – 7 filmes

A durona Michelle Rodriguez é outra peça original muito importante nesse maquinário que é a franquia ‘Velozes e Furiosos. Com a partida de Paul Walker, é seguro dizer que Rodriguez se tornou a segunda em importância na alma e coração de tais filmes. A decisão de matá-la em seu retorno no quarto filme foi rapidamente revertida, quando os produtores a trouxeram de volta no sexto – e desde então Letty não deixa mais o lado da família.

01) Vin Diesel – 9 filmes

Não poderia ser de outro jeito. O grandalhão careca Vin Diesel é a face de ‘Velozes e Furiosos’. Tudo começou com ele e Paul Walker. Curiosamente, Diesel não quis retornar no segundo, e só Walker voltou. Mas Diesel faria uma ponta na cena pós-créditos do terceiro, anunciando sua volta no quarto. Dominic Toretto só não apareceu em dois episódios da franquia, no citado segundo episódio (2003) e no derivado ‘Hobbs & Shaw’ (2019); sendo o personagem (e o ator) que mais vezes fizeram estes filmes.

‘A Pequena Sereia’: Live-action está com 85% de APROVAÇÃO do público no Rotten Tomatoes

O remake em live-action de A Pequena Sereia se tornou um fenômeno cultural antes mesmo de sua estreia nos cinemas – e parece que o público também está gostando da nova versão.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem consta com 85% de aprovação da audiência verificada, com nota 4.3/5 até o momento.

No entanto, por parte da audiência geral, o filme conta com 44% de aprovação da audiência, devido aos constantes “review bomb” que o filme vem sofrendo por partes de usuários que não gostaram da escalação de Halle Bailey como Ariel.

Por parte dos críticos, o filme está com 72% de aprovação até o momento.

Veja os principais comentários:

“[O filme] serve como uma homenagem linda, enquanto nos persuade ao criar uma entidade própria e discreta” – Daily Telegraph.

“A rica performance de Halle Bailey faz o filme valer a pena; ela nasceu para interpretar Ariel” – AwardsWatch.

“Não é totalmente perfeito, mas A Pequena Sereia é o melhor dos live-actions da Disney até agora” – Mama’s Geeky.

“Uma coisa completamente inútil para ganhar dinheiro, esta nova Pequena Sereia é um dos filmes menos inspirados a sair da Disney desde que a empresa começou a invadir seu próprio cofre” – Globe and Mail.

“O live-action de A Pequena Sereia tem uma trilha incrível, como esperado, mas o filme em si é muito longo” – Solzy at the Movies.

Em entrevista ao Deadline, Bailey falou sobre o impacto cultural de interpretar a personagem titular no remake (via ComicBook.com).

“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.

Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

Saiba Quais São as 10 Séries Mais POPULARES dos Últimos 10 Anos!

Todos nós temos nossas séries preferidas. Mas isso não significa que elas sejam as mais badaladas do momento. Por outro lado, existem aqueles programas de TV que são tão falados, que mesmo sem querer terminamos sabendo sobre eles, ou ouvindo falar em determinados momentos. A popularidade de uma série (ou filme) é justamente isso: é quando eles chegam até nós, mesmo sem irmos procura-los. Significa que todos estão falando sobre elas, e a notícia rapidamente chega até nós, pelos mais variados canais. Aqui, nessa nova matéria iremos falar justamente sobre elas, as séries mais populares dos últimos 10 anos no mundo.

Antes, apenas uma breve consideração lógica. Como iremos abordar os últimos 10 anos, é natural que uma série lançada há mais tempo, tenha tido espaço para desenvolver uma base de fãs mais forte do que uma lançada, digamos, esse ano ou no ano passado. É pura lógica. Por mais que um seriado faça enorme sucesso esse ano, sua ressonância não poderá ser comparada a de uma série que já tem 10 anos de estrada, por exemplo. Bem, vamos a elas. Confira abaixo.

Bônus: House of Cards (2013)

A cada ano, diversos programas de TV se destacam e se tornam imensamente populares. Nos últimos anos, tivemos séries como ‘O Gambito da Rainha’, ‘Ted Lasso’, ‘Bridgerton’, ‘Round 6’, ‘White Lotus’, ‘House of the Dragon’, ‘Wandinha’ e o recente ‘The Last of Us’. Todas obtiveram excelentes números, mas nenhuma entrou na lista. Começamos com uma que por pouco ficou de fora. Trata-se do primeiro grande sucesso da Netflix, o thriller político e dramático ‘House of Cards’, que obteve 513 mil votos dos usuários do IMDB – se posicionando em décimo primeiro lugar.

10) Westworld (2016)

Agora sim, começamos para valer. Em décima posição se encontra esse programa da HBO Max lançado em 2016. A ideia era que a série ocupasse a vaga deixada entre os intervalos das temporadas da “prata da casa” ‘Game of Thrones’. E deu muito certo, pois ‘Westworld’ se tornou extremamente popular, em especial em sua primeira temporada, se tornando um seriado do qual todos falavam na época. A série é a adaptação de um filme cult de 1973, que eleva todos os seus conceitos a outro nível. ‘Westworld’ possui 514 mil votos dos usuários – ficando acima de ‘House of Cards’. A série durou 4 temporadas e já chegou ao fim.

09) The Witcher (2019)

Agora temos uma série mais recente, lançada nos últimos quatro anos, mas que adquiriu rapidamente muita popularidade, conquistando a nona posição do ranking. Trata-se da produção original da Netflix, ‘The Witcher’. Impulsionando a série, a presença de Henry Cavill, o último Superman do cinema. Fanático por games de carteirinha, Cavill correu atrás do papel principal desta adaptação, cujos games por sua vez eram baseados em uma série de livros de fantasia, aventura e ação. O seriado estreia sua terceira temporada em junho deste ano. A série soma 517 mil votos.

08) O Mandaloriano (2019)

Há quatro anos, vimos a estreia de três séries que se tornariam rapidamente algumas das preferidas do grande público. Já tivemos em nona posição ‘The Witcher’, da Netflix, e agora chega essa produção original da Disney+, que faz parte do universo de Star Wars. ‘O Mandaloriano’ se mantém como a série do universo de Star Wars na Disney mais popular até hoje e se tornou um verdadeiro fenômeno entre os fãs. O programa acabou de finalizar sua terceira temporada. Seria pedir demais que o personagem ganhasse seu próprio filme nos cinemas? Do jeito que o seriado é querido, um longa certamente faria sucesso. A série possui 540 mil votos dos fãs.

07) The Boys (2019)

Como dito, o ano de 2019 tirou da cartola uma trinca muito especial de séries, que rapidamente escalaram no gosto dos fãs ao ponto de se tornarem não apenas algumas das mais queridas dos últimos dez anos, como também de todos os tempos. E o mais legal é que cada uma delas é de propriedade de uma grande empresa de streaming diferente. Já apareceram por aqui programas da Netflix e da Disney+, agora é a vez de um produto original da Amazon Prime Video. Atualmente, ‘The Boys’ é a galinha dos ovos de ouro da Amazon e seu carro-chefe. O programa de super-heróis totalmente incorreto, violento, lascivo e libidinoso é sem dúvida um ponto muito fora da curva do que é feito no gênero. A série já exibiu 3 temporadas e promete a quarta para 2023. ‘The Boys’ possui 548 mil votos.

06) Vikings (2013)

Agora voltamos mais uma vez ao passado, para dez anos atrás. Era quando estreava ‘Vikings’, sucesso da MGM Television, que pegou carona no estilo ‘Game of Thrones’, de uma aventura medieval bastante sangrenta e gráfica, além de repleta de sexo e nudez, para dar o que o público da época buscava. E deu muito certo, já que a série é a sexta mais popular dos últimos dez anos, ainda muito viva na mente dos fãs, e comentada até hoje. O programa durou 6 temporadas até 2020, e fez a Netflix tirara do chapéu o derivado ‘Vikings – Valhala’. Mas a original, como esperado, é incomparável. ‘Vikings’ soma 550 mil votos dos fãs.

05) Better Call Saul (2015)

Agora a brincadeira começa a ficar séria. Chegamos ao top 5 dos seriados mais populares dos últimos dez anos. Podemos contar nos dedos quantos derivados de séries de sucesso dão certo. E ainda mais, derivados que dão tão certo quantos seus originais. ‘Better Call Saul’ é um destes casos! Trata-se de um derivado do fenômeno ‘Breaking Bad’, um dos programas mais famosos e queridos de todos os tempos – sobre um professor de química que se torna traficante. Saul era um personagem secundário em tal programa, um advogado ardiloso e malandro, que sempre conseguia o que queria. Um personagem tão rico quanto esse merecia uma série própria, e a teve em 2015. O programa chegou ao fim após 6 temporadas em 2022. E marca 570 mil votos.

04) Peaky Blinders (2013)

Aqui temos um caso curioso. Quando estreou há dez anos, ‘Peaky Blinders’ não era o fenômeno que é hoje. Ele foi se tornando aos poucos. Essa foi uma série que foi conquistando cada vez mais seguidores com o passar do tempo, a cada ano despertando o interesse de mais pessoas, e também melhorando a cada nova temporada. Ao ponto de ressurgir como item cult imprescindível, e a quarta série mais popular dos últimos dez anos – assim também como uma das mais faladas de todos os tempos. Quem comanda o show é Cillian Murphy, no papel de um ex-soldado, dominando o submundo do crime na Inglaterra de 1919. A série tem 6 temporadas e chegou ao fim ano passado. ‘Peaky Blinders’ tem 578 mil votos dos fãs.

03) True Detective (2014)

Agora temos outra virada, ao adentrarmos o top 3 das séries mais populares dos últimos dez anos. Chegando com a medalha de bronze, temos o melhor programa de investigação policial da atualidade na opinião do grande público e dos fãs. Hoje, vivemos uma era de grande interesse do espectador em relação a crimes reais e investigações. ‘True Detective’, embora seja declaradamente ficção, detalha de forma tão precisa as investigações, que transforma sua narrativa de forma assombrosa em quase algo real. A cada temporada, uma nova história do zero, nessa série de antologia, que já trouxe nomes como Matthew McConaughey, Colin Farrell, Rachel McAdams e Mahershala Ali protagonizando cada um de seus anos. A próxima será Jodie Foster – e a expectativa não poderia estar mais alta. ‘True Detective’, da HBO, soma 592 mil votos.

02) Chernobyl (2019)

Deu para ver até o momento que todas as séries apresentadas ficaram na média dos 500 mil votos dos fãs, não conseguindo ultrapassar essa barreira até o momento. Porém, chegamos agora ao segundo lugar do ranking, e com a medalha de prata está uma minissérie que ultrapassou muito essa linha, chegando à marca de 794 mil votos dos fãs. Trata-se de mais um programa da HBO e mais uma produção saída do frutífero ano de 2019. Aqui vemos os bastidores de um dos maiores desastres da história da humanidade, o acidente nuclear na usina de Chernobyl – que poderia pôr fim ao mundo. Em 5 episódios, a HBO fez história mais uma vez, com um programa premiado e muito admirado. E se você ficou surpreso com a qualidade de ‘The Last of Us’ saiba que são os mesmos criadores de ‘Chernobyl’.

01) Stranger Things (2016)

Não tem jeito. Quando falamos em fenômenos televisivos dos últimos tempos, o seriado ‘Stranger Things’ redefine o conceito. Desde que estreou há 7 anos, a série conquistou fãs pelo mundo todo, abrindo uma nova era para as plataformas de streamings. ‘Stranger Things’ é, sem sombra de dúvida, o programa mais popular da Netflix, e sua galinha dos ovos de ouro. Alguém duvida que após o encerramento da série, a empresa irá tratar de tirar da cartola alguma espécie de derivado – assim como a HBO fez com ‘House of the Dragon’? A cada temporada, ‘Stranger Things’ bate recorde de audiência e criava nova conexão com entusiastas de diversas gerações. A receita é a mistura de gêneros, como a aventura, o terror, a fantasia, a ficção, tudo criado com muito humor. Ah sim, adicione a isso a nostalgia dos anos 80, um dos pontos chave para o programa ter dado certo. São 4 temporadas lançadas, com a quinta já prometida. A série possui mais de 1 milhão e 200 mil votos dos fãs, sendo disparado o programa mais popular dos últimos dez anos.

Crítica 2 | ‘A Pequena Sereia’, infelizmente, é mais uma aventura GENÉRICA da Disney

Lançada em 1989, a primeira adaptação do conto dinamarquês A Pequena Sereia, feita pela Disney, foi um marco importantíssimo para a história das animações, já que representou uma virada de chave magnífica para a empresa, que vinha de uma década sombria de filmes com pegadas mais adultas que não fizeram tanto sucesso quanto suas obras anteriores. Foi nessa época que vieram longas animados como O Caldeirão Mágico (1985), As Peripécias de Um Ratinho Detetive (1986) e Oliver e sua Turma (1988). Apesar de serem considerados clássicos Cult atualmente, esses filmes deram bastante dor de cabeça para a Disney, que se viu superada em um ramo que ela praticamente ajudou a popularizar. Então, quando A Pequena Sereia se tornou um fenômeno de críticas e bilheteria, fazendo lembrar os velhos tempos, os executivos entenderam que aquele era o caminho que deveria ser seguido pela empresa nos anos seguintes. E assim foi feito. O sucesso veio, inaugurando uma fase histórica de animações da Disney, que a permitiram virar o século sendo referência para os filmes animados.

‘A Pequena Sereia’ | Conheça o PESADO conto original que inspirou as versões da Disney

Reprodução/ Disney+

Seu sucesso deixou claro para a Disney que o público estava pronto para protagonistas femininas, filmes mais coloridos e aventuras clássicas. Além disso, as premiações mostraram uma mudança de pensamento, já que as canções originais foram elogiadas e premiadas. Resultado: a década de 1990 do estúdio foi toda pautada nesses conceitos. Não é absurdo dizer que foi A Pequena Sereia que tirou a Disney da fossa, porque ditou os caminhos a serem trilhados na época boa.

Por isso, quando anunciaram uma adaptação em live action desse filme, houve um certo frenesi, não só pela importância histórica da animação, mas também porque a Ariel se tornou uma das princesas mais amadas de toda a Disney. Então, era um daqueles casos em que não poderia haver erro. Era uma aventura que precisaria marcar época para talvez enfim consolidar esse projeto capenga da Disney de fazer versões live action de seus clássicos das animações. Algo revolucionário, de qualidade inquestionável para fazer o público levar fé nessa ideia. Infelizmente, não foi dessa vez.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

Com direção de Rob Marshall, do fraco Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011), o novo filme já começou com uma polêmica absurda acerca da mudança de etnia da protagonista Ariel. Houve um burburinho desproporcional na internet, cheio de comentários racistas, sobre terem escalado uma atriz negra para interpretar uma sereia. No caso, não existem sereias na vida real, então é meio absurdo que as pessoas aceitem uma criatura 50% mulher 50% peixe, mas achem inaceitável que a metade humana da personagem seja vivida por uma mulher negra. Então, é melhor começar a crítica já dizendo o óbvio: a cor da atriz Halle Bailey não afetou em nada sua caracterização da Ariel. E o motivo é mais do que claro para qualquer pessoa razoável: a cor de uma sereia pouco importa para a construção da personagem. Qualquer crítica tecida nesse ponto é puramente preconceito velado.

Dito isso, vamos ao que realmente importa na construção da Ariel: a atuação. E nesse ponto, infelizmente, o filme deixou a desejar. Nas canções, Halle deu show. Sua voz impressiona com um timbre lindo e uma excelente interpretação das músicas clássicas da animação. O problema é sua atuação nas cenas que não envolvem músicas. Não dá para saber se é por conta de uma maquiagem pesada, algum procedimento estético ou apenas falta de expressões faciais, mas a atriz não consegue passar emoções simples com seu rosto. E como a direção dá bastante destaque a cenas mais fechadas nos rostos dos atores, isso acaba sendo um grande problema. Ela passa grande parte do filme com a mesma expressão, completamente engessada, como se não soubesse muito bem para onde levar a Ariel e tentasse contornar tudo com um grande “sorria e acene”, quase como um personagem de animação 3D. O que é uma pena, porque o estilo de animação usado no filme de 1989 fez da Ariel justamente uma das princesas mais expressivas do estúdio.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

E essa inexpressividade não se resume a ela, porque o já consagrado Javier Bardem, que interpreta o Rei Tritão, passa longe de mostrar sua expressividade habitual em um papel também engessado e bem distante do trabalho que ele costuma realizar em tela. É uma pena também, porque seu personagem é tão mal explorado que sequer dá para entender se ele está apenas tentando ser um bom pai, como o da animação, ou se é um caso de paternidade egocêntrica, em que ele quer apenas provar que está certo e que os seres da superfície não prestam. E é aquela história: se um ator está mal no filme, o problema é com ele. Se dois atores ou mais estão mal, aí já dá para culpar o diretor.

O trabalho de Rob Marshall aqui é bem covarde. Para falar a verdade, é o grande problema do filme. Ele não consegue decidir se vai contar sua própria história ou se vai adaptar fielmente a animação. O resultado disso é um copia e cola do desenho dos anos 80, com cenas idênticas às da animação. Só que o filme original tinha 1h22 de duração. Esse aqui tem 2h20. Nessa “hora excedente”, ele tenta trazer algumas novidades, que sinceramente pouco agregam à trama e mais parecem estar enchendo linguiça para cumprir desejo dos diretores.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

O que, novamente, é uma pena, porque são bons personagens que poderiam ter ganho um desenvolvimento bem melhor do que aquilo mostrado na animação, mas que por uma fidelidade desmedida, acabam tendo um papel bem similar ao do desenho animado, sendo relegados ao mero papel de coadjuvantes. Poxa, se tem uma hora a mais de filme, dava para explorar mais do passado do Tritão ou como sua relação com a vilã Úrsula se estremeceu. Em vez disso, o único personagem a ganhar uma lapa a mais de desenvolvimento é o Príncipe Eric.

Interpretado por Jonah Hauer-King, o príncipe ganha mais tempo de tela, com direito a uma melosa canção própria, que também passa a sensação de só ter entrado no corte final para bater um tempo mínimo exigido pelo estúdio. O trabalho do ator também carece de expressividade, mas considerando que a primeira opção para o papel era o cantor Harry Styles, que recusou o papel, percebe-se que poderia ser bem pior.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

Por fim, falando do elenco, a Úrsula de Melissa McCarthy também é afetada pelo infeliz compromisso do diretor com a fidelidade à animação de 1989. Seu visual convence, mas a atuação explicita que ela não está compondo a personagem por si só, mas sim tentando imitar a vilã da animação. E isso incomoda. Afinal, se a ideia é ver um filme igual ao de 1989, é mais fácil (e barato) entrar no Disney+ ou colocar o DVD e assistir A Pequena Sereia no conforto do lar.

Não dá para entender o motivo de privarem o elenco de ousar e trazer coisas novas em um projeto tão ambicioso quanto esse. É um caso em que a direção aposta tanto na segurança da fidelidade que acaba criando uma obra tão carente de personalidade que pode irritar alguns. Por falar nisso, a duração de 2h20 pode passar voando em um filme bem trabalhado, mas por se tratar de uma aventura genérica, é bem provável que grande parte do público sinta bem essas horas passarem e se incomode por dar a sensação de ser mais longo do que o necessário. Em outras palavras: é um filme cansativo.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

Mas ainda que seja completamente carente de personalidade, o filme consegue trazer pontos o bastante para impedir que ele seja um mau filme. Entretanto, também não são o suficiente para colocá-lo na categoria de um bom filme. É um longa “ok”, que surpreende justamente em alguns pontos que foram previamente criticados pela imprensa especializada e pelo público.

Assim que saíram os primeiros materiais promocionais, a falta de cor no filme, que trazia aquele famoso filtro cinza/ azulado nos trailers, foi um ponto que incomodou a todos. Porém, o potencial visual do fundo do mar foi bem explorado aqui, criando um visual bem interessante, principalmente nas cenas musicais. O uso das cores vivas casa bem com as canções e entretém com um visual diferente dos demais live action de clássicos Disney. Mais do que isso, a mudança de uma ilha nórdica para um reino quase caribenho permitiu que as cenas na superfície fossem visualmente mais bonitas também, explorando elementos culturais interessantes nos números musicais.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

Outro ponto que causou calafrios no material promocional foram os amigos animais da Ariel, principalmente o caranguejo Sebastião e o peixinho Linguado, que pareciam buscar um realismo desnecessário e já ativou o gatilho de muitos ao lembrar daqueles animais inexpressivos de O Rei Leão (2019). O Linguado, infelizmente, ficou meio tosco mesmo. Talvez seja por isso que ele tem pouquíssimas cenas ao longo do filme. O que é uma pena, porque acabou desperdiçando o talentoso Jacob Tremblay. Já o Sebastião, surpreendentemente, ficou muito carismático. A equipe de CGI inseriu uma famosa “boquinha de siri” na criatura e usou o formato incomum de seus olhinhos para dar um jeito mais cartunizado para o animalzinho, que contou ainda com uma interpretação espetacular de Daveed Diggs, que dá um show no personagem, não apenas nas sequências musicais.

Ele também consegue ter muita química com a gaivota Sabidão, que é interpretada pela rapper, comediante e atriz Awkwafina. Não que ela vá muito além daquele papel que ela faz em todo filme, mas ela desempenha esse tipo de personagem tão bem que consegue convencer até mesmo como gaivota. A dupla brilha tanto em cena que ganha até uma música própria. Sim, o famoso rap que muitos comentaram. Particularmente, não me incomodou, porque é uma canção bobinha e divertida que casa com o momento em que é inserida na trama, mas é possível que não agrade a todos.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

Ah sim, vale ressaltar que os números musicais são praticamente todos irretocáveis. Digo “praticamente” porque a música do Príncipe e a canção nova da sereia, feita para “burlar” o momento em que a Ariel perde a voz, são realmente abaixo do resto. Fora elas, a tradicional “Beije a Moça” e “Aqui no Mar” enchem os olhos, tanto pela execução vocal dos intérpretes quanto pela direção das sequências. Nesse ponto, não há do que reclamar.

Também vale o destaque para a sequência em que Ariel e Eric vão conhecer a ilha de carruagem, que consegue divertir bastante e é um dos momentos que mostram o quanto esse filme poderia ser incrível caso a direção tivesse o compromisso apenas de mostrar sua visão própria da história.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

No fim das contas, A Pequena Sereia certamente dividirá opiniões. Aqueles que esperavam que o filme fosse um bela porcaria provavelmente se surpreenderão positivamente, enquanto quem esperava algo fantástico deve se decepcionar. É triste que não tenha funcionado tão bem quanto a animação em tela, justamente pela falta de ousadia do diretor em querer contar sua própria história e não tentar fazer um remake quadro a quadro de uma animação cultuada há décadas. É realmente uma pena que um título com o peso de A Pequena Sereia termine sendo apenas mais um filme que não acredita no próprio potencial.

Mas isso só reflete o posicionamento da Disney acerca dessas adaptações de seus clássicos em live action. Parece que o estúdio não quer criar novos clássicos com algumas de suas franquias mais incríveis. A impressão que dá é que, para a Disney, o importante é tentar emplacar um sucesso fabricado, mesmo que isso aumente as chances de criar uma série de projetos esquecíveis e genéricos, se opondo às inovações que as animações adaptadas trouxeram quando foram lançadas. Uma pena.

Foto cortesia da Disney. © 2023 Disney Enterprises, Inc.

A Pequena Sereia está em cartaz nos cinemas.

Diretora de ‘Barbie’ revela quais filmes INSPIRARAM o live-action da boneca

O primeiro trailer de ‘Barbie‘ teve sua cena de abertura inspirada em ‘2001: Uma Odisseia no Espaço‘, clássico filme de ficção científica dirigido por Stanley Kubrick em 1968.

E, durante uma entrevista para a Vogue Magazine, a diretora Greta Gerwig revelou que a adaptação estrelada por Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) foi inspirada principalmente em dois musicais.

Sem entrar em muitos detalhes, a cineasta disse que ‘Os Sapatinhos Vermelhos‘ (1948) e ‘Os Guarda-Chuvas do Amor‘ (1964) foram grandes influências por suas narrativas e suas estéticas.

Ambos os filmes contam histórias de amor entre casais apaixonados em mundos coloridos, caricatos, com muita música e dança, além de contem toda o glamour das décadas de 1940 e 1960.

Gerwig também contou que o diretor de fotografia de ‘Barbie’, Rodrigo Prieto, criou uma paleta de cores especial que Gerwig chamou de ‘Techni-Barbie‘, reforçando ainda mais a surrealismo daquele mundo.

“Esses filmes têm um nível tão alto do que chamamos de artificialidade autêntica. Você tem um céu pintado em um estúdio de som. O que é uma ilusão, mas também está realmente lá. O pano de fundo pintado está realmente lá. A tangibilidade do artifício é algo que sempre nos inspirou para compor os cenários de ‘Barbie’.”

Lembrando que ‘Barbie‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de julho.

Confira o novo trailer:

O elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

Os Filmes ESQUECIDOS dos Anos 80 que Pediam Continuação (Caso Tivessem Sido Sucesso)

Se você acha que vivemos numa era de reciclagem de ideias em Hollywood, com inúmeras continuações, refilmagens e poucas histórias originais, está enganado. Acontece que isso não é novidade e, digamos, desde os anos 80, a maior fábrica de cinema do mundo trata de vender seus filmes como produtos em massa. O segredo para isso é confiar em marcas reconhecíveis para o grande público. Pensa só, esse ano grande parte dos espectadores irá correr para os cinemas para assistir títulos como ‘Indiana Jones’, ‘Velozes e Furiosos’, ‘Transformers’ e ‘Barbie’, ou apostar em novidades? O que você acha?

É claro que não existe problema algum nisso, esse é apenas o mundo em que vivemos. É claro também que ter uma marca conhecida não garante o sucesso imediato, se o filme não for bom o suficiente e falhar em criar conexão com o público. O certo mesmo é que todos desejam ter um sucesso em mãos. E caso um filme se dê bem nas bilheterias, dificilmente ele termina sem uma sequência. Aqui, iremos olhar o outro lado dessa moeda, nessa nova matéria. Ou seja, os filmes que tinham cara de franquia, e praticamente imploravam por uma continuação, mas não a tiveram porque seu retorno financeiro não foi forte o suficiente. Para a lista, selecionamos apenas filmes dos anos 80 que estão completando 40 anos de lançamento em 2023. Confira abaixo.

No Limite da Realidade

Recentemente escrevi uma matéria sobre esse curioso (e trágico) filme – que você pode conferir abaixo no link. Acontece que dois fatores chamam muita atenção nesse longa, que talvez os mais novos não conheçam muito bem. Primeiro, trata-se de uma produção de Steven Spielberg, e é também um de seus filmes mais obscuros. Além de produzir o longa, Spielberg também dirige um dos segmentos. Segundo, trata-se da primeira e única adaptação para o cinema do icônico seriado de antologia ‘Além da Imaginação’ (The Twilight Zone), de 1959, um dos pilares da TV norte-americana e mundial. A série teve três revivais, na década de 80, em 2002 e mais recentemente em 2019, comandada por Jordan Peele.

Leia também: ‘No Limite da Realidade’ – Filme “Maldito” de Steven Spielberg Completa 40 Anos: Conheça a Bizarra História

O programa de antologia, consistia em histórias que usavam de elementos da ficção científica, fantasia, suspense e terror. Spielberg sempre foi um aficionado pelo seriado clássico e resolveu leva-lo ao cinema há 40 anos, com a ajuda dos colegas Joe Dante, George Miller e John Landis – cada um comandando um dos quatro segmentos (o próprio Spielberg também teria o seu). Porém, a tragédia se abateria sobre a produção, e alguns atores (incluindo crianças) morreram num acidente no set – marcando um dos casos mais tristes de Hollywood. Sendo assim, mesmo que fosse um sucesso, dificilmente Spielberg iria retornar para um novo longa desta franquia – mesmo que o conceito parecesse perfeito para isso. Dois anos depois, em 1985, Spielberg criaria sua própria série de antologia com histórias fantásticas, com ‘Amazing Stories’ (Histórias Maravilhosas).

Krull

Outro filme que parece ter nascido para se tornar uma franquia, mas que infelizmente devido ao seu fracasso financeiro parou no primeiro exemplar. ‘Krull’ era a resposta da Columbia (Sony) para o sucesso de ‘Star Wars’. O longa do diretor Peter Yates (‘Bullitt’) parece ter nascido para ser cult, e realmente ressurgiu como um filme cultuado por uma legião de fãs – que cresce com o passar dos anos. Quem viveu a época e viu o lançamento do filme o guarda com muito carinho, sem nunca conseguir entender por que o guerreiro Colwyn (Ken Marhsall) jamais ganharia novas aventuras.

Krull’ mistura tudo o que fazia sucesso na época em sua salada, e esperava emplacar no gosto dos aficionados por cada um dos elementos que o compõem. Em especial, como dito, o filme é uma mescla entre ‘Star Wars’ e aventuras medievais de capa e espada, como ‘Conan’, que havia feito sucesso no ano anterior. Ou seja, uma aventura de fantasia e ficção científica, com direito a espadas, cavalos, mas também seres alienígenas e armas laser. Reza a lenda também que ‘Krull’ foi planejado com uma campanha de marketing para vender brinquedos, entre eles o jogo de tabuleiro ‘Dungeons & Dragons’, e que por isso sua trama precisou inserir elementos de tal universo.

Trovão Azul

Antes de ‘Top Gun’, existiu ‘Trovão Azul. Atualmente disponível no acervo da Netflix, esse clássico da ação pode ser conferido por todos na plataforma de streaming número 1 do mundo – onde já tratou de ser redescoberto e vem fazendo muito sucesso, figurando no top 10 dos mais vistos. Os nostálgicos sem dúvidas lembram com carinho do longa da Columbia (Sony) e poderão matar a saudade. Enquanto os mais novos tratam de descobrir mais uma pérola escondida dos anos 80. Ao invés de intrépidos pilotos de jatos da marinha, aqui temos um veterano piloto de helicóptero, convidado a testar uma nova máquina voadora experimental. O protótipo é uma “supermáquina” aérea, um primor tecnológico, que será utilizado no combate ao crime urbano. Quem protagoniza no papel de Frank Murphy é o saudoso Roy Scheider, saído do sucesso de ‘Tubarão’ e sua sequência.

O roteiro foi escrito por Dan O’Bannon, o mesmo criador de ‘Alien – O 8º Passageiro’, e a direção é de John Badham (‘Os Embalos de Sábado à Noite’). ‘Trovão Azul’ marcou época, e sua bilheteria não foi ruim, arrecadando o dobro de seu orçamento nos EUA. Mas o filme nunca ganharia uma sequência – apesar de novas aventuras do inesquecível helicóptero serem exigidas pelos fãs. Ao invés disso, a opção foi por levar ‘Trovão Azul’ para as telinhas na forma de uma série de TV logo no ano seguinte. A série não vingou e ficou apenas na primeira temporada. Isso porque àquela altura precisou enfrentar a concorrência de ‘Águia de Fogo’, outra série sobre um super helicóptero.

A Dupla Dinâmica

A dupla dinâmica aqui do título não é Batman e Robin. Esse é apenas o título em português que a aventura pirata ‘Nate & Hayes’ recebeu aqui no Brasil. Um verdadeiro clássico da Sessão da Tarde da época, esse longa repleto de adrenalina e ação é protagonizado por ninguém menos que um jovem Tommy Lee Jones, então com 37 anos, no papel do Capitão Jack Sparr… digo, Capitão Bully Hayes, o pirata de bom coração deste filme. A trama é toda contada em forma de flashback enquanto o bucaneiro aguarda seu destino na forca aprisionado. Ele relembra as aventuras que teve quando precisou transportar um casal de ingleses recém-casados, os missionários Nathaniel “Nate” Williamson (Michael O’Keefe) e Sophie (Jenny Seagrove).

Na época do lançamento de ‘A Dupla Dinâmica’, diversos estúdios tentavam resgatar esse tipo de aventura de piratas e navios, sem muito sucesso. No ano anterior, ‘Romance Pirata’ havia sido lançado, e no mesmo ano chegava ‘The Pirates of Penzance’. Seria somente com ‘Piratas do Caribe’ (2003) que este tipo de filme voltaria a reinar absoluto, com suas quatro sequências. Apesar disso, ‘A Dupla Dinâmica’ tinha grande espaço para uma ou mais continuações, já que trazia a união improvável de dois personagens bem diferentes. Se formos parar para pensar, a dinâmica é a mesma entre Jack Sparrow (Johnny Depp), Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley).

Atrapalhando a Suate

Não foi apenas James Bond que se viu em meio a uma disputa legal entre produtores resultando em dois filmes lançados no mesmo ano, há 40 anos no passado. Eu já escrevi sobre esse “causo” que resultou no duelo entre Roger Moore (o 007 que estava em vigor na franquia oficial nos cinemas) e Sean Connery (o primeiro e único, retornando para um último round devido a uma brecha no contrato da franquia). Você pode saber mais no link abaixo. Acontece que os queridos e eternos Trapalhões, o grupo humorístico de maior sucesso na história do Brasil, também se separava e lançava dois filmes rivais há 40 anos.

Leia também: Roger Moore vs. Sean Connery | Há 40 Anos Estreavam DOIS FILMES de 007 nos cinemas! Você Sabia?

Nos anos 80 não tinha para ninguém, os Trapalhões reinavam nas bilheterias brasileiras. Nessa época tão especial, nem mesmo os blockbusters de Hollywood conseguiam alcançar as bilheterias dos filmes do quarteto formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias em nosso país. Os filmes dos lendários comediantes eram um fenômeno. E justamente por isso, eles batiam ponto todo ano nas telonas, muitas vezes entregando mais de um filme por ano. Foi o caso há 40 anos, em que lançavam nada menos que três filmes.

Acontece que Dedé, Mussum e Zacarias achavam que Renato Aragão estava se beneficiando mais destas obras e resolveram sair para estrelar seu próprio filme – enquanto Didi também seguiu para estrelar seu filme solo. Nessa disputa ganhamos ‘Atrapalhando a Suate’, paródia da série de sucesso ‘S.W.A.T.’ (de 1975) estrelada pelo trio; e ‘O Trapalhão na Arca de Noé’, que trazia Didi reunindo animais em sua reedição da história bíblica. No fim das contas, o filme de Aragão se deu melhor e o grupo fez as pazes. Porém, caso ‘Atrapalhando a Suate’ tivesse se dado bem nas bilheterias, quem sabe mesmo com as pazes entre os quatro, Didi não se bandearia para o lado dos amigos em uma eventual continuação do longa. Aliás, mesmo com esse sucesso estrondoso que o grupo fazia, eles nunca tiraram nenhuma continuação de um sucesso seu da cartola na época, sempre trabalhando ideias novas.

Crítica | Retratos Fantasmas – Kleber Mendonça Filho entrega belo documentário sobre a sua relação com o Cinema e Recife [Cannes 2023]

Documentário Retratos Fantasmas, de Kléber Mendonça Filho, estreia em Sessão Especial em Cannes.

Dividido em três partes, Retratos Fantasmas é um documentário intimista e revelador sobre a trajetória do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho. Nostálgico e reflexivo, o longa de 91 minutos nos faz mergulhar na magia da tradução de sentimentos  em imagens; neste caso, a paixão pelo cinema e Recife. 

Com a narração do próprio roteirista e diretor, a voz por cima das diversas sequências promove a costura perfeita da dedicada montagem de Matheus Farias. A partir de imagens de arquivos pessoais e das gavetas de instituições públicas, Kleber Mendonça Filho constrói uma ode ao cinema, à sua cidade natal e à sua família. 

Descortinado perante os olhos dos espectadores, o cinesta apresenta detalhes da sua casa, desde a compra pela mãe, a historiadora Joselice Jucá, a reforma realizada pelo seu irmão recém-formado arquiteto e as primeiras gravações no recindo. Ali, as paredes, as mesas e cada cômodo serviu de cenário para os seus projetos, o mais evidente é o curta Eletrodoméstica (2005).

Com o dom de trazer afeto e apego para qualquer personagem, seja um cachorro solitário, seja uma cidade super povoada, Mendonça Filho transforma a casa do vizinho desconhecido em outro componente da história. A importância dessa residência vem à tona quando o narrador revela que a ideia do final de Aquarius habitava naqueles muros. Retratos Fantasmas é uma junção de todo os elementos da cabeça do cineasta cujas lentes transmitem admiráveis mensagens e emoções. 

Na segunda e terceira parte do filme, o cineasta dedica suas reminiscências aos cinemas de ruas de Recife nos anos 1970 e, por fim, a própria cidade. Cenário e presença nos seus filmes O Som ao Redor (2012) e Aquarius (2016), a capital de Pernambuco e suas ruas entram nas histórias de forma fascinante; como num passe de mágica, a realidade torna-se ficção, isto é, a vida fantasiada de entretenimento. 

Com participação indireta dos seus filhos, amigos e equipe, Retratos Fantasmas é feito de fragmentos de uma história do cinema nacional e da própria admiração do cineasta pelos anos 1970. Do calor da sala de projeção ao sumiço do cinema de rua, o documentário pondera sobre o desaparecimento dessas salas e o aumento das torres de prédios em frente às praias de Recife. 

Cena do filme Aquarius

Nesse labirinto de imagens resgatadas e de preciosas informações, a gente sente em casa sendo levados pela voz do narrador que nos ajuda a remar nesse mar de memórias. Como em seus filmes anteriores, a trilha sonora tem seu destaque, principalmente nos acordes de Happy End, de Tom Zé, e Meu Sangue Ferve por Você, de Sidney Magal, ambas setentistas. 

Se os fantasmas habitam o passado ou são expectros vivos na mémoria, o título do documentário vem de forma concreta de uma fotografia, porém concebe uma figura abstrata no imaginário do espectador. Retratos Fantasmas é um passeio  —  montando com primor por Matheus Farias — na história do cinema nacional e seus personagens recifenses. Veja, reflita e deguste sem restrições.

Primeiras Impressões | The Family Stallone – Reality com Família do Astro de ‘Rocky’ Mostra Que Brucutus Também Amam….

L-R Sistine, Jennifer Flavin, Sylvester, Sophia and Scarlet Stallone at home in LA, CA. The Family Stallone streaming on Paramount+, 2023. Photo Credit: Art Streiber/Paramount+

Sylvester Stallone é um nome que não precisa ser explicado. Lenda do cinema e dos filmes de ação, o ator construiu um legado imbatível em cerca de 50 anos de carreira, o que o elevou a um dos postos referência no gênero, independentemente de a pessoa gostar de filmes de ação ou não. Acontece que boa parte dessa aura de lenda foi construída a partir de um estereótipo de masculinidade encabeçados e difundidos durante os anos 80 e 90 que trazia Stallone como modelo do homem másculo, brucutu, livre de emoções e incapaz de chorar, como vemos em ‘Rambo’. Agora, aos 76 anos, o ator vem tentando se reinventar na mídia e tem sido bem sucedido em suas apostas, sendo a última delas o próprio reality show inspirado em sua família, que estreou semana passada na Paramount+ com o nome ‘The Family Stallone’.

Na trama conhecemos personagens interessantes para além do biografado: sua terceira e atual esposa Jennifer Flavin, com quem está casado há 25 anos, e antes disso, ficara por dez anos conhecendo-a num relacionamento à distância; e suas três filhas, Sophia Rose, Sistine Rose e Scarlet Rose, frutos deste último relacionamento; por serem mulheres, a série mostra a ironia da vida do ator em viver numa casa rodeada pelo sexo feminino. Também conhecemos um pouco melhor o irmão, Frank, musicista de sucesso regional, e que de uma forma muito estranha, possui um verdadeiro altar ao irmão Sylvester dentro de sua própria casa, incluindo uma cama usada e doada por Sly a ele, onde uma das filhas teria sido feita, e um busto do abdome de Sylvester no meio da sala. Eu heim.

Dividido em episódios curtinhos com menos de 30 minutos de duração, a trama principal da primeira temporada de ‘The Family Stallone’ são duas: a dificuldade que as filhas têm de fazer o pai Stallone entender que elas já são adultas é se envolvem amorosamente com rapazes e que nessas relações ela precisa da aprovação do pai, e em contrapartida, a dificuldade que os pais vão ter com a saída de casa da primeira filha, que vai morar na faculdade.

Conteudisticamente, a série entretém pra caramba. O grande diferencial de ‘The Family Stallone’ com outros realities, como ‘The Kardashians’, é que as personagens aqui são divertidas e fazem um contrabalanço muito interessante com relação ao pai, esse cara sisudo e que o tempo todo, quando o assunto é meninos, fecha a cara e entra no modo Rambo. É claro que a futilidade está lá, afinal, estamos falando da classe rica de Los Angeles, então, todo mundo dirige carrão e não tem preocupações profundas, mas isso se torna irrelevante porque os personagens são interessantes – ainda que, por suas vezes, pratiquem manias criticáveis e comuns nos EUA, como as jovens de menos de 20 anos fumar charutos e praticar tiro ao alvo como uma atividade desportiva.

Tecnicamente, a série traz algumas esquisitices: por exemplo, a maquiagem das três filhas e de Jennifer, em tons estranhamente amarelados com um blush sobreposto que literalmente fica visível na televisão; a mesma maquiagem funciona perfeitamente para Sylvester, o que dá a entender que a equipe de maquiagem pensou apenas no biografado e esqueceu de considerar o tom de pele e o gênero na hora de maquiar as mulheres da série. Também o ângulo dos depoimentos é meio esquisito – com frequência os depoentes são filmados de baixo para cima, mostrando as pernas no canto da tela esquerda e deixando um espaço enorme branco para o lado direito, o que acaba alongando as três jovens que já são altas e magras, prevalecendo o fundo branco em vez de focar na pessoa que está falando.

A série terá episódios semanais e logo no primeiro temos a participação de ninguém menos que Al Pacino. Se você conseguir assistir sem se incomodar com esses pontos, ‘The Family Stallone’ é um passatempo divertido, que traz um lado mais carismático e suavizado de Sylvester Stallone.

‘Doutor Estranho 2’: Marvel chegou a criar figurino para PARTICIPAÇÃO de Daniel Craig; Confira!

De acordo com a atriz Elizabeth Olsen, a Feiticeira Escarlate do Universo Marvel, a produção de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ chegou a criar um figurino para Daniel Craig interpretar Balder, o meio-irmão de Thor, no filme.

Durante uma entrevista no podcast Happy Sad Confused, Olsen revelou que teve a oportunidade de ver as artes conceituais e o figurino de Craig como Balder.

“Eu tinha certeza que isso [a participação de Craig no filme] ia acontecer! Eu vi as artes dele como o personagem. Eles fizeram um figurino! O design estava todo pronto!”

No entanto, Olsen revelou que só descobriu que a cena com Balder foi cortada quando assistiu à versão finalizada de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

A possível aparição de Balder em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura já havia sido mencionada anteriormente por outros artistas de bastidores da Marvel. O figurinista Graham Churchyard e o artista conceitual Darrell Wagner já haviam comentado sobre a presença do personagem. Inclusive, Wagner compartilhou o design de Balder, permitindo aos fãs terem uma ideia visual de como o meio-irmão de Thor seria retratado.

Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O longa se conecta com a série do Disney+ WandaVision’ e tem relação também com Loki’, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de WandaVision’.

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‘Homem-Aranha Noir’: Produtores comentam sobre envolvimento de Nicolas Cage na série live-action

Infelizmente, o Homem-Aranha Noir não estará presente em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, mas o personagem vai ganhar sua própria série de TV em live-action, na Amazon Prime.

Durante uma entrevista para Collider, os produtores Phil Lord e Chris Miller foram questionados se Nicolas Cage estaria envolvido, já que ele dubla o personagem em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’.

Em resposta, Lord disse sem rodeio que:

“Há alguma chance [de Cage participar do projeto].”

Ele continuou, atualizando o status da produção:

“A série estava em desenvolvimento até a greve dos roteiristas e tudo foi encerrado. Mas assim que isso for resolvido, voltaremos a trabalhar. Mas estamos indo bem.”

Em março, Cage já havia falado com o Comic Book sobre o projeto.

“Bem, acho que é um personagem maravilhoso. É um personagem que traz à tona a personalidade de algumas das minhas estrelas de cinema noir favoritas. Não importa se as novas gerações não sabem quem é Humphrey Bogart ou James Cagney. O ponto é que eles se davam bem com as câmeras. Para mim, o Homem-Aranha é o super-herói mais legal e combiná-lo com a arte noir foi uma jogada genial. Isso só faz dele um dos personagens mais emocionantes de todos os tempos.”

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento da série.

Até lá, vale lembrar queHomem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ estreia em 02 de junho.

De acordo com o Box Office Pro, a sequência deve arrecadar pelo menos US$ 85 milhões durante seu primeiro fim de semana em exibição no território norte-americano.

As excelentes análises dos críticos e dos fãs ao filme anterior são um dos motivos que está deixando o público com tanta expectativa pela continuação, além da ansiedade em ver centenas de variantes do Cabeça de Teia.

Caso a projeção se confirme, a marca representa mais do que o dobro da bilheteria doméstica do filme original no mesmo período.

Lançado em 2018, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ abriu com US$ 35,4 milhões no mercado interno.

Ao fim da temporada em cartaz na região, a sequência deve fechar o caixa com uma estimativa entre US$226 e US$ 325 milhões.

Já o anterior fez US$ 190,2 milhões ao fim de suas exibições.

E aí, você está animado?

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

‘Transformers One’: Paramount ADIA longa animado com Chris Hemsworth e Scarlett Johansson

A Paramount Pictures divulgou um comunicado oficial confirmando o adiamento da data de estreia de ‘Transformers One‘, novo filme animado da franquia. (via Deadline)

O aguardado longa-metragem animado, que irá explorar a origem da rivalidade entre Optimus Prime e Megatron, tinha previsão de lançamento para 19 de julho de 2024, mas agora chegará aos cinemas em 13 de setembro de 2024.

Sob a direção de Josh Cooley (‘Toy Story 4’), e com o roteiro final assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, ‘Transformers One‘ promete trazer uma nova perspectiva sobre a relação entre os icônicos Autobots e Decepticons.

A produção do filme é uma colaboração entre Paramount Animation, Hasbro e eOne, buscando expandir o universo dos Transformers de forma emocionante e envolvente.

Chris Hemsworth (‘Thor’) será a voz de Optimus Prime, enquanto Brian Tyree Henry (‘Eternos’) emprestará sua voz a Megatron. Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) será responsável por interpretar Elita, Keegan-Michael Key (‘A Festa de Formatura’) dará voz a Bumblebee, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) será Sentinel Prime e Laurence Fishburne (‘John Wick’) emprestará sua voz a Alpha Trion.

Vale lembrar que a saga retornará às telonas com ‘Transformers: O Despertar das Feras‘, sétimo filme da franquia. Com Anthony Ramos (Nasce Uma Estrela e Hamilton) e Dominique Fishback (Enxame, Judas e o Messias Negro) nos papéis principais, o elenco ainda conta com grandes nomes na dublagem original como Michelle Yeoh, Pete Davidson, Peter Dinklage e Michaela Jae Rodriguez.

Baseado na temporada “Beast Wars” da animação dos anos 1990, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público a uma aventura global com os Autobots em 1994. O filme apresentará a batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons aos Maximals, nova geração de Transformer.

Confira o trailer:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers.

O filme é dirigido por Steven Caple Jr.

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos. 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

‘Barbie’: Fãs reagem aos MELHORES MOMENTOS do novo trailer; Confira!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer de ‘Barbie‘, aguardado filme baseado na famosa boneca e estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling, além de um elenco estelar.

Como não poderia ser diferente, a prévia está deixando os fãs ainda mais ansiosos pela estreia, que acontece no dia 20 de julho.

Nas redes sociais, os internautas estão reagindo aos melhores momentos do trailer, seja pelos figurinos, pela trilha sonora ou pelas cenas inusitadas.

Confira:

Em entrevista recente, Robbie compartilhou os desafios que enfrentou ao lidar com questões de beleza e sensualidade no filme, considerando que a Barbie é uma boneca infantil.

A atriz refletiu sobre a representação adequada da personagem, levando em consideração sua natureza como uma boneca de plástico.

“Eu fiquei tipo, ‘Ok, ela é uma boneca. Ela é uma boneca de plástico. Ela não tem órgãos. Se ela não tem órgãos, então não tem órgãos reprodutivos. Se ela não tem órgãos reprodutivos, sentiria algum desejo?’ Não, acho que ela não poderia. Ela é sexualizada. Mas, ela nunca deve ser sensual. Sim, ela pode usar uma saia curta, mas simplesmente porque é divertida e rosa”, explicou Robbie.

Segundo o World of Reel, ‘Barbie‘, dirigido por Greta Gerwig, teve mais uma exibição-teste e continua a fazer sucesso entre o público.

As informações indicam que a sessão aconteceu no último dia 30 de abril e que as reações são bem similares às últimas – a maior parte positiva, mas poucas pessoas não gostaram muito das cenas no mundo real.

Todavia, um consenso entre os espectadores é que, além do trabalho espetacular de Robbie como a personagem titular, Ryan Gosling rouba a cena como Ken e tem grandes chances de ser indicado ao Oscar por sua aplaudida performance. Outros nomes citados incluem Michael CeraKate McKinnonAmerica FerreraJohn Cena (alguns também ovacionados, outros já tendo causado uma reação mista na audiência).

O elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

 

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Anna e o Apocalipse | Relembre um dos musicais mais BIZARROS do século

Musicais costumam seguir algumas regras básicas para que ganhem forma, eventualmente buscando quebrar essas fórmulas tão endossadas para nos entregar algo novo e manter seu fiel público envolvido com histórias cativantes, peças sonoras interessante e dinâmicas e uma estrutura narrativa que, por mais que ouse sair da caixinha, permaneça dentro de uma coesão compreensiva. Desde a popularização e o crescimento da indústria cinematográfica, diversos longas-metragens do gênero se tornaram clássicos, fossem por ter eternizado fábulas ou por ter ido muito além que seus respectivos conterrâneos – temos, por exemplo, uma obrigação moral de citar A Noviça Rebelde’ Chicago’ como duas das produções que marcaram época e são relembrados até hoje por fornecerem uma nova perspectiva à própria arte que evocam.

Logo, é uma grande surpresa quando recebemos o anúncio de que um musical pós-apocalíptico tragicômico trilharia seu caminho em direção às telonas, prometendo se entregar a algumas das tramas mais adoras pelo público em geral – o suis-generis zumbi, que rendeu inúmeros filmes cult e outros bastante trash, e o da “jornada epopeica” em que protagonistas descobrem seu lugar no mundo através do enfrentamento de obstáculos muito maiores do que imaginariam encontrar. E, bom, é justamente a isso que se propõe Anna e o Apocalipse’, uma das iterações mais recentes do diretor John McPhail – uma entrada errônea, mas que deixa sua mensagem bastante clara.

A trama gira em torno da personagem-título, uma típica e angustiada adolescente que acaba entrando em uma briga com seu pai devido a uma viagem que deseja fazer para a Austrália – sofrendo uma represália quase instantânea que a deixa ainda mais irritada do que normalmente é. Anna (Ella Hunt) é a personificação exata da condição adolescente contemporânea, que se coloca em um círculo de monotonia em desinteresse, conseguindo prever basicamente todos os aspectos de sua vida – e, por essa mesma razão, querendo se afastar da bolha que conhece o mais rápido possível. Porém, seus planos mudam de modo drástico quando um vírus desconhecido começa a transformar todas as pessoas em mortos-vivos, propagando-se de forma incessante pelo pequeno vilarejo de Little Haven.

Apesar dos múltiplos deslizes, que poderiam ser previstos caso a construção da obra tivesse sido feita com um pouco mais de cautela, a história já começa de forma a predizer o que nos aguarda. Diferente de outras produções, esta aqui nos antecipa de modo bem claro que algo está para acontecer, quebrando a pseudo-surpresa propositalmente e criando um escopo que preza menos pelo suspense e mais pela irreverência. E é claro, à medida que a trama se desenrola, músicas despontam aqui e ali, refletindo de modo satírico as frustrações dos personagens principais – mesmo que isso não signifique nada em comparação ao que chegará em poucas horas.

O grande problema é que essa arquitetura não-ortodoxa não se mantém além do nível esperado. Os diálogos, por mais inesperados que sejam parecem vazios principalmente quando colocados lado a lado com os pífios e estranhos números musicais – que não merecem nem mesmo comparação com La La Land: Cantando Estações’É certo dizer que a grande ideia era realizar uma grande jornada sem escrúpulos por uma micro-sociedade tomada pelo inconveniente, afinal, os próprios protagonistas agem assim o tempo todo; porém, McPhail, em colaboração à dupla de roteiristas Alan McDonald e Ryan McHenry, força além do que as bases narrativas sustentam, quebrando a bizarra magia que pretende nos entregar o tempo todo.

É claro, alguns pontos são interessantes e merecem ser mencionados. Há uma sequência cantada por Hunt e por Malcolm Cumming, que dá vida ao melhor amigo de Anna, John, em que eles saúdam o novo dia e um novo começo, dançando alegremente pelas ruas enquanto, alheios ao cotidiano que lhes cercam, desviam da horda de zumbis que domina a vizinhança, despercebendo a iminente tragédia por completo. Isso é, até encontrarem um homem vestido de boneco de neve que foi contaminado e que é, eventualmente, dilacerado sem piedade por Anna.

Outro aspecto a ser levado em consideração é o fato do roteiro não se preocupar em poupar sacrifícios. Várias pessoas que não poderíamos imaginar acabam se tornando vítimas dos mortos-vivos ou então entregam sua vida para proteger aqueles que amam – o que de fato adiciona certa camada melodramática muito bem vida. Entretanto, esses poucos retornos à glória logo se perdem em meio a uma triste inconsistência que desiste de explorar um potencial considerável e transforma absolutamente tudo em uma monotonia sem fim. Nem mesmo a sequência em que o sádico diretor da escola, Sr. Savage (Paul Kaye), transforma-se em um psicótico ditador consegue salvar o filme.

McPhail também perde-se ao encabeçar o projeto e atirar para muito longe em relação às suas investidas anteriores. Tendo como seu principal longa Where Do We Go From Here?’, que inclusive recebeu aclame da crítica especializada e levou para casa alguns prêmios, era de se esperar que o diretor nos entregasse algo no mesmo nível. Entretanto, a ideia de se deixar levar por uma edição frenética e enquadramentos quase imóveis se assimila a decisões amadoras demais para a habilidade que ele já apresentou ao público.

Se você está procurando por uma história bizarra além da conta, Anna e o Apocalipse é a pedida perfeita, porque, ao menos, ela irá te entreter por pouco mais de noventa minutos. Entretanto, não espere encontrar fusões de gênero geniais e um musical às avessas, como as pessoas podem pensar ao assistir ao trailer; afinal, a expectativa é a mãe de todas as decepções – e aqui, é provável que o baque seja maior que o imaginado.

Hugh Jackman divulga foto com o visual do Wolverine em ‘Deadpool 3’

Embora a greve dos roteiristas tenha interrompido o trabalho em grande parte dos projetos de Hollywood, a fotografia principal de ‘Deadpool 3′ já começou.

O astro Hugh Jackman postou uma foto em seu Instagram mostrando seu visual como Wolverine no MCU.

O ator deixou a barba crescer e deve começar a filmar suas cenas nos próximos dias…

Confira:

O diretor James Mangold falou sobre o retorno de Jackman:

“Estou empolgado por ele ter a chance de interpretar este personagem novamente”, disse Mangold. “De uma maneira ou de outra, eu sempre soube que Logan não seria a última vez que veríamos Wolverine no cinema. Nós tivemos o nosso momento, e eu fico emocionado sobre como esse filme vive na memória das pessoas. Você não pode sumir com esses personagens.”

Ryan Reynolds vive o personagem título. Stefan Kapičić retorna como o personagem Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço. Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna também estão confirmadas para reprisarem seus papéis da Míssil Adolescente Megassônico e Yukio, sua namorada. Morena Baccarin também estará de volta à franquia como Vanessa, o par romântico do Mercenário Tagarela nos dois primeiros filmes.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Atriz de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ interpretará Kitana em ‘Mortal Kombat 2’

De acordo com o THR, Adeline Rudolph (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) entrou para o elenco da sequência ‘Mortal Kombat 2‘.

A atriz interpretará a Kitana. A personagem, que foi originalmente introduzida no segundo jogo, tem uma forte ligação com a Jade (que será interpretada pela Tati Gabrielle).

Karl Urban (‘The Boys’) também foi confirmado como o Johnny Cage. Ao contrário do que se especulava, a equipe criativa decidiu seguir a abordagem dos jogos recentes, onde Cage é um astro de Hollywood veterano e já aparece com cabelos grisalhos.

A produção, que está em desenvolvimento na New Line Cinema, deve começar a ser filmada em junho.

Simon McQuoid retorna como diretor, enquanto Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’, ‘The Umbrella Academy’) substitui Greg Russo como roteirista.

Ed Boon, criador da franquia, foi escolhido como consultor criativo.

Anteriormente, o protagonista Lewis Tan concedeu uma entrevista para o Comic Book e foi questionado sobre o avanço em torno do projeto após a fusão da Warner Bros. Discovery.

Em resposta, o intérprete de Cole Young disse que a mudança:

“Afeta muito o trabalho nos bastidores, mas não a nós em particular, porque estamos mais em contato com a New Line, que é o estúdio sob supervisão da Warner Bros. Mas eles estão muito felizes com o filme e, obviamente, ele teve um desempenho muito bom. É um dos filmes mais vistos da Warner Bros, mesmo tendo sido lançado no pior momento possível.”

Em seguida, ele aumentou as expectativas dos fãs ao dizer que:

“Mas nós estamos a todo vapor. E agora, temos Ed Boon [co-criador dos jogos] conosco também, então recebemos o selo de aprovação da própria lenda. A sequência será absolutamente mais insana e mais ambiciosa.”

O roteirista Jeremy Slater afirmou que o objetivo da sequência é criar algo que corresponda à expectativa dos fãs.

“Eles definitivamente aprenderam algumas lições com o primeiro filme e tenho certeza que agora vamos entregar algo que corresponde à expectativa dos fãs.”

Ele continuou:

“Desta vez sabemos do que o público gostou ou não, sabemos o que deu certo e errado e estamos trabalhando em cima disso. Então, estamos realmente olhando para isso como uma chance de pegar tudo o que funcionou no primeiro e torná-lo ainda melhor para dar ao público o que eles merecem. Algo realmente satisfatório, emocionante e imprevisível.”

Para quem não sabe, Slater também escreveu o roteiro do reboot de ‘Quarteto Fantástico’ e da aclamada série do ‘Cavaleiro da Lua‘.

Slater já havia compartilhado no Twitter que a sequência será ainda maior e mais SAGRENTA que o primeiro filme.

“Estou muito animado por fazer parte dessa equipe! Nós estamos construindo algo ainda maior, melhor e bem mais sangrento, que irá surpreender a todos,” revelou Slater.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para o novo filme.

Até lá, o reboot de ‘Mortal Kombat‘ está disponível no streaming da HBO Max.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

‘Missão Resgate 2’: Sequência do filme com Liam Neeson será lançada pela Amazon Studios

A Amazon Studios está em negociações finais para adquirir os direitos da sequência de ‘Missão Resgate‘, filme de ação protagonizado pelo ator Liam Neeson.

Embora o primeiro filme tenha sido lançado pela Netflix nos EUA, a concorrente fechou o acordo para a continuação intitulada ‘Ice Road 2: Road to the Sky’ por uma quantia significativa de US$ 17 milhões, de acordo com informações do Deadline.

A sinopse da sequência revela que Liam Neeson voltará a interpretar o personagem Mike McCann, um motorista dedicado que, em honra ao desejo de seu falecido irmão, embarca em uma jornada até o Nepal para espalhar suas cinzas no icônico Monte Everest. No entanto, durante a viagem em um ônibus de excursão em direção à montanha, um grupo de mercenários invade o veículo, colocando a vida de Mike e dos demais passageiros em perigo. Agora, ele terá que lutar para salvar a si mesmo e proteger a todos os viajantes.

A produção está programada para começar no primeiro trimestre de 2024.

O roteirista e diretor Jonathan Hensleigh, conhecido por seu trabalho em filmes como ‘Armageddon‘, ‘Duro de Matar 3: A Vingança‘ e ‘Jumanji‘, retornará para assumir o roteiro e a direção da sequência, prometendo entregar aos fãs uma emocionante continuação repleta de ação e suspense.

Após o desmoronamento de uma mina de diamantes, Mike McCann (Neeson), um experiente motorista de caminhão, é recrutado por Jim Goldenrod (Laurence Fishburne) para liderar uma missão de resgate. Ele e sua equipe têm apenas 30 horas para transportar uma enorme carga sobre rios congelados e tentar salvar a vida dos mineradores soterrados. Enfrentando o relógio, baixas temperaturas e grandes tempestades, os caminhoneiros descobrirão que a maior ameaça é uma que eles jamais viram pelo retrovisor.

‘Succession’: Ator quebra o silêncio sobre o DESTINO de seu personagem na série

ATENÇÃO PARA SPOILERS DE ‘SUCCESSION’ NO TEXTO!

Em uma entrevista à Rolling Stone, o ator Brian Cox abriu o jogo sobre a morte de seu personagem, Logan Roy, na quarta temporada da aclamada série Succession da HBO. Cox confessou que sentiu que o magnata “morreu cedo demais” na trama.

Embora tenha elogiado o roteirista Jesse Armstrong pela forma como conduziu a história, Cox revelou suas ressalvas quanto ao destino de Logan: “Eu acho que, em última instância, foi cedo demais. No terceiro episódio! Foi uma cena incrível, mas por essa mesma razão, eu me recusei a assistir. Não tenho nenhum interesse em vê-lo morrer, já que minha própria morte chegará em breve”.

O ator negou ter tentado convencer Armstrong a manter o personagem vivo por mais tempo na temporada, afirmando que o roteirista tinha uma visão clara do que queria fazer nos episódios finais. No entanto, ele admitiu que se despedir de Logan tão cedo foi um “sentimento estranho”.

“Eu erroneamente encarei isso como uma forma de rejeição. Eu fiz as pazes com a morte de Logan no final, mas me senti um pouco rejeitado. Pensei: ‘Oh, todo o trabalho que fiz nesta série, e Logan vai acabar como apenas mais um nova-iorquino morto no carpete de um avião'”, brincou Cox.

A HBO divulgou o trailer legendado do último episódio da aclamada série, intitulado With Open Eyes.

No capítulo final, que irá ao ar no dia 28 de maio, Kendall e Shiv tentam fortalecer seus interesses opostos antes da reunião definitiva do conselho sobre o acordo Waystar-Gojo… e acabam descobrindo o paradeiro de um Roman física e emocionalmente ferido.

Confira:

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Chicago Med’: Novo membro do elenco ORIGINAL deixa a série após 8 temporadas

De acordo com o TVLine, ‘Chicago Med‘ perdeu um novo membro do elenco original.

Após oito temporadas, o ator Nick Gehlfuss, que interpreta o Dr. Will Halstead desde o primeiro episódio, se despediu da produção.

No último episódio do oitavo ciclo, Will assume a responsabilidade pela sabotagem de uma tecnologia defeituosa – o que o leva a pedir demissão do hospital. Então, em uma reviravolta chocante, ele viaja para Seattle, onde se reencontra com sua ex-noiva Natalie Manning (Torrey DeVitto).

Sobre sua saída da série, o ator declarou: “Foi uma decisão difícil, mas senti que já tinha explorado tudo o que podia com o Dr. Halstead. Foi difícil porque, nos últimos oito anos, eu conheci um grupo fantástico de pessoas que se tornaram uma família. Morar em Chicago nunca esteve nos meus planos, mas se tornou minha casa.”

A trama oferece um passeio emocionante através do caos diário do hospital mais explosivo da cidade e seu corajoso time de médicos que se mantêm unidos. Eles enfrentarão novos casos únicos inspirados por eventos da atualidade, forjando relações ardentes no pandemônio da sala de emergência, e, além disso, rostos familiares do Departamento de Polícia e do Corpo de Bombeiros se entrelaçam com esta terceira equipe de heróis de Chicago.

O elenco conta com Nick Gehlfuss, Yaya DaCosta, Torrey DeVitto, Brian Tee, Marlyne Barrett, S. Epatha Merkerson e Oliver Platt.