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Singular – Act I | Os 5 anos do álbum que remodelou a carreira musical de Sabrina Carpenter

Depois de ter conquistado o emergente público infantil do Disney ChannelSabrina Carpenter finalmente encontrou sua real vocação em meio à indústria musical. A cantora de apenas dezenove anos lançou em 2015 seu primeiro álbum de estúdio, uma investida um tanto comercial e que apenas começava a demonstrar seu potencial vocal. É claro que, trabalhando juntamente a nomes como Meghan Trainor e Jon Levine, o disco perdia um pouco do brilho de originalidade e criava uma personalidade pré-programada para a artista, cuja autenticidade seria resgatada com uma pérola intitulada ‘Evolution’ – e a chamada não poderia fazer mais jus ao incrível arco protagonizado por Carpenter. Com Thumbs” e Smoke and Fire” insurgindo como ótimos singles, o segundo álbum preparou terreno para seu trabalho mais pessoal: Singular’.

Em 2018, a cantora revelou que estava trabalhando em uma coletânea de músicas escritas e compostos por si mesma, e que a dividiria em dois atos. O primeiro, lançado ainda nas primeiras semanas de novembro, marca uma nova perspectiva para seu aplaudível talento e até mesmo para seu desejo como produtora autônoma. Act I’, ainda que precise de certas lapidações sonoras, é interessante, motivador e único: cada uma das oito faixas dialoga com sua própria vida, o que transforma as narrativas em um desabafo ácido, recheado de ironias dançantes e que recuperam o dance-pop numa época em que a trap music domina todas as paradas.

Carpenter nunca teve problemas em brincar com sua tecedura e seu ritmo. Delineando construções que perpassam pelas quebras bruscas de tom e pelos crescendo catárticos, ela prefere iniciar seu terceiro álbum com Almost Love”, permanecendo numa zona de conforto compreensível. Ainda que não represente o melhor da obra, seus dois primeiros blocos permanecem em uma atmosfera mais íntima que logo nos prepara pela previsível subida nas oitavas, afofada pelo pre-chorus e reafirmada com um chorus um tanto quanto decepcionante, ainda que justificável. O problema é que a canção em si torna-se muito repetitiva ao chegar na segunda parte, mantendo uma linearidade desnecessária.

Entretanto, esta ainda não é o deslize mais perceptível. Bad Time”, afastando-se do escopo pop, funciona como um fragmento perdido, alheio da identidade das outras tracks. E ainda que pudesse ter uma praticidade mais sutil, não é apenas isso que se carrega pelos obstáculos: o início da produção resgata elementos oníricos de discos conterrâneos, podendo ser possível traçar paralelos entre a artista e nomes como Ariana Grande e St. Vincent. O uso de vocais mais sutis encontra um espaço considerável, que seria melhor explorado em Hold Tight”, mas a transição para o coro é cru, deixando de lado qualquer indício de fluidez. Infelizmente, isso se mantém até o final.

“Mona Lisa” e prfct”, entretanto, partem de um conceito completamente oposto. A introdução de ambas as músicas se constrói num escopo mais seguro e que não ousa tanto, esperando até o momento certo para mostrar o potencial que têm a oferecer e explorá-lo com toda a força possível. As transições, as entradas extras, o suave ritmo do baixo e do teclado, tudo contribui para uma organicidade muito bem-vinda e envolvente. Aqui, Carpenter volta também a mergulhar em estilos novos, até mesmo se inclinando para uma sutil homenagem ao R&B e ao soul. De qualquer forma, essas tracks de transição também servem como apoio para trabalhos incrivelmente superiores e que comporiam a estrutura principal.

“Almost Love” faz parte da dupla de singles escolhidos a dedo pela lead, estando par a par com Sue Me”, uma “farofa” dançante revestida com uma deliciosa ironia narrativa e cênica. Diferente das outras músicas, conseguimos ouvir como a cantora se sente à vontade divertindo-se por entre as mesclas dos estilos musicais até retornar com graça para o classicismo do gênero que representa. Ela não força as mudanças vocais, permitindo-se usar e abusar dos crescendo até encontrar-se em um miolo musical que oscila em altos e baixos sem se preocupar com convencionalismos ou recuos. É difícil buscar alguma coisa anterior que se pareça com as produções de Carpenter, pelo fato dela se entregar totalmente àquilo que faz e não se preocupar com propósitos mercadológicos, diferente de outras artistas que são meros produtos empresariais.

Sabrina definitivamente merece mais reconhecimento por deixar sua marca como autora dentro da indústria. Ela fica responsável pela palavra final, ganhando sua tão desejada autonomia, e alcança um patamar invejável com duas principais canções: Paris” e Diamonds Are Forever”. Enquanto essa tem uma pegada muito mais catártica, explodindo em um terceiro ato maravilhosamente bem construído, aquela acaba roubando a atenção pela atmosfera sexy, íntima, quase desnuda, cuja narrativa traz os elementos românticos da Cidade-Luz da belle époque para uma Los Angeles contemporânea. Cada um dos beats se engolfa numa louca miscelânea entre trap e soul, fincando suas raízes no pop sem saturá-lo. Em outras palavras, duas obras-primas que definitivamente tem potencial se serem transformadas em singles.

Singular: Act I mais uma vez coloca o nome de Sabrina Carpenter em voga. Ainda que não seja tão conhecida e não tenha recebido o reconhecimento merecido, é muito fácil dizer que a jovem garota da Pensilvânia tem muito a nos oferecer – e mal podemos esperar pelo próximo ato.

Assista ao INSANO trailer legendado de ‘Megatubarão 2’; Confira!

A Warner Bros. Brasil divulgou o trailer legendado da sequência ‘Megatubarão 2‘, que conta com o retorno de Jason Statham como protagonista.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de agosto.

Confira:

Ben Wheatley, diretor de ‘Rebecca: A Mulher Inesquecível‘, comanda a produção.

A viagem de uma equipe de pesquisa exploratória do oceano se transforma em um verdadeiro caos quando uma operação de mineração maquiavélica ameaça sua missão e os força a entrar em uma batalha de alto risco pela sobrevivência. Enfrentando Mega Tubarões colossais e saqueadores ambientais implacáveis, nossos heróis devem ser mais rápidos, mais inteligentes e superar os predadores impiedosos em uma corrida pulsante contra o tempo.

A sequência ainda conta com o retorno de Cliff CurtisSophia CaiPage Kennedy, além de introduzir Sienna Guillory, Skyler Samuels e Sergio Peris-Mencheta.

O perigo ganha forma no novo teaser OFICIAL de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’; Confira!

A 20th Century Studios divulgou um novo teaser oficial de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘, longa de terror dirigido por Rob Savage (‘DASHCAM’), que tem estreia marcada para o dia 1º de junho.

Confira, junto ao trailer:

Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.

Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

‘Moonfall’: Filme-catástrofe com Halle Berry e Patrick Wilson ganha data de estreia na HBO Max; Veja o novo trailer!

Moonfall – Ameaça Lunar‘, recente sci-fi de catástrofe dirigido por Roland Emmerich, ganhou data de estreia na HBO Max.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no próximo dia 12 de maio.

Confira o novo trailer promocional:

A trama é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.

Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh Gad, WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

Saiba quando será exibido o ÚLTIMO episódio de ‘Nancy Drew’!

‘Nancy Drew’ chegará ao fim em breve com sua 4ª temporada e, agora, a The CW revelou quando o último episódio da série será exibido.

O capítulo de encerramento estreia em 23 agosto, mesmo dia do series finale de ‘Riverdale’

Na trama da última temporada, Nancy Drew começa uma nova investigação para encontrar os corpos desaparecidos do cemitério Horseshoe Bay, que foram desenterrados e roubados – ou possivelmente despertados. Enquanto Nancy investiga esse caso sinistro, uma onda de crimes sobrenaturais leva todos a se questionarem se os pecados do passado da cidade retornaram para assombrar os vivos.

Vale lembrar que as três primeiras temporadas já estão disponíveis no Globoplay.

Criada por Noga LandauJosh SchwartzStephanie Savage, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann estrela como a personagem titular. O elenco ainda conta com Leah Lewis, Maddison Jaizani, Tunji Kasim, Alex Saxon, Riley Smith e Scott Wolf.

‘Riverdale’: Saiba quando será exibido o ÚLTIMO episódio da série!

A sétima e última temporada de Riverdale já segue a todo vapor e, agora, a The CW confirmou o dia de exibição do episódio de encerramento da série.

series finale tem estreia marcada para o dia 23 de agosto, mesmo dia da conclusão de ‘Nancy Drew’.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.

O elenco conta com KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Casey Cott, Charles Melton, Vanessa Morgan, Drew Ray Tanner, Mädchen Amick e Erinn Westbrook.

‘Sexta-Feira Muito Louca 2’ é OFICIALMENTE confirmado; Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan retornam!

Segundo o THR, a Disney confirmou oficialmente a sequência Sexta-Feira Muito Louca 2’.

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que Lindsay LohanJamie Lee Curtis, protagonistas do longa original de 2003, retornarão como Anna e Tess Coleman, respectivamente.

Elyse Hollander ficará responsável pelo roteiro.

Outras informações não foram reveladas.

Vale lembrar que ‘Sexta-Feira Muito Louca‘ se tornou um enorme sucesso de bilheteria, tendo arrecadado mais de US$ 160 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de apenas US$ 26 milhões.

Na trama, Tess e Anna são mãe e filha que vivem às turras. Decididas a acabar com as brigas, elas repentinamente trocam de corpos. Agora cada uma precisa aprender a lidar com a vida da outra, com as confusões crescendo ainda mais pelo fato de Tess estar de casamento marcado.

Nostalgia! As Séries Mais SEM NOÇÃO dos anos 80 – Você Lembra Delas?

Quando falamos dos anos 80, algumas séries se tornaram tão queridas, que ainda estão guardadas em um lugar muito especial no coração e mente dos fãs. ‘ALF – O Eteimoso’, ‘A Supermáquina’, ‘MacGyver – Profissão Perigo’, ‘A Gata e o Rato’, ‘Miami Vice’, ‘Magnum’ e ‘O Esquadrão Classe A’ estão entre os seriados mais populares lançados naquela época tão especial e muito revisitada pela cultura pop atualmente. Embora muitas delas tenham sido revisitadas recentemente, seja através de novas séries de TV, ou tentativas de leva-las ao cinema; é seguro dizer que nenhuma delas está em vigor como uma franquia altamente rentável hoje em dia. Essa é uma lacuna para a qual os produtores de Hollywood precisam olhar e preencher, afinal a maioria ainda possui valor como marcas famosas no consciente coletivo do público.

Por outro lado, existem aqueles programas igualmente lançados nos anos 80, que até possuíam bastante cacife, com nomes fortes da época impulsionando, mas que não deram certo e terminaram caindo rapidamente no esquecimento. É verdade que alguns deles possuíam ideias sem noção demais para dar certo. Outros, se tornavam quase nonsense ao ganharem exibição em países como o Brasil, onde eram rebatizados de maneira desavergonhada. Calma, veremos todos estes casos logo abaixo. Confira.

Karate Kid Ohara (1987-1988)

Começamos logo com o exemplar mais tosco do lote. Bem, mais tosco por um fato específico, a tradução cara de pau que o programa teve no Brasil. Com o título original sendo simplesmente ‘Ohara’, o seriado da rede ABC, com produção da Warner Television, era uma típica série policial, dessas que os anos 80 produziram aos montes e ainda temos nos dias de hoje. Acontece que protagonizando tínhamos a figura carismática de Pat Morita, o eterno Sr. Miyagi da franquia ‘Karatê Kid’ nos cinemas.

O programa possui o recorde de ser o primeiro na TV norte-americana a ter um protagonista asiático. Na trama, Morita era Ohara, um agente federal sábio, que era uma espécie de Sr. Miyagi da lei. Justamente por isso, aqui no Brasil, aproveitando o hype dos filmes no cinema, o programa foi rebatizado como ‘Karate Kid Ohara’ quando foi exibido no SBT – o que não faz nenhum sentido, já que o Karate Kid do título era Daniel LaRusso, papel de Ralph Macchio, e não o Sr. Miyagi. A série durou duas temporadas.

Loja do Terror / Sexta-Feira 13 – A Série (1987-1990)

Novamente os responsáveis pelos títulos brasileiros resolveram aprontar das suas. Mas aqui, o resultado não foi tão terrível quanto o do item acima, ao menos para os fãs. Afinal, o que poderia ser mais decepcionante para um fã da franquia ‘Sexta-Feira 13’ do que um exemplar seu com a ausência do psicopata que todos aprenderam a amar, Jason Voorhees. Pois bem, aproveitando a enorme popularidade que os monstros da época, Freddy e Jason, possuíam, os executivos cara de pau resolveram capitalizar em cima e dar aos assassinos suas próprias séries de TV. Ou quase.

Freddy até que ganhou a sua (a qual eu já comentei aqui, confira abaixo no link), onde introduzia as histórias e até participava de algumas. Já a série de ‘Sexta-Feira 13’ nada tinha a ver com Jason ou com o universo criado no slasher. A trama era centrada em uma loja de objetos amaldiçoados – lembrando muito mais o livro ‘Trocas Macabras’ de Stephen King do que qualquer outra coisa.

Leia também: Freddy’s Nightmares | Nostalgia! Você Sabia que Freddy Krueger já teve uma Série de TV?

Bosom Buddies (1980-1982)

Todos precisam começar de algum lugar, e recentemente temos descoberto muitas informações reveladoras sobre o passado do astro Tom Hanks em seu início de carreira – com filmes que eu já abordei aqui em algumas outras matérias. Hanks, por exemplo, estreou em um filme de terror chamado ‘Noivas em Perigo’, e em 1982 fez parte do elenco do filme para a televisão ‘Labirinto de Emoções’, que fala sobre uma versão do jogo de tabuleiro ‘Dungeons & Dragons’. Somando a estas produções iniciais do astro duas vezes vencedor do Oscar se encontra esta sitcom da Paramount Television, que foi ao ar pela rede ABC.

Leia mais sobre ‘Noivas em Perigo’ aqui.

Nos anos 80 e 90, todos achavam hilário ver homens vestidos de mulher, esse foi o gancho de sucessos como ‘Tootsie’ (1982) e ‘Uma Babá Quase Perfeita’ (1993). E essa é a trama aqui, que traz Hanks e Peter Scolari como dois amigos publicitários encontrando enorme dificuldade em arrumar um apartamento para dividirem. Eis que a dupla tem a “brilhante” ideia, através do incentivo de uma amiga, de irem morar num prédio só para mulheres, e para isso precisam se disfarçar de Buffy (Hanks) e Hilde (Scolari), duas jovens, recatadas e do lar. Já viu, né?

Leia mais sobre ‘Labirinto de Emoções’ aqui.

Jogo de Damas (1984)

A veterana Lynda Carter ficará para sempre eternizada como a ‘Mulher-Maravilha’ do seriado da década de 1970, ainda hoje muito querido pelos fãs. A atriz segue fazendo participações como no recente ‘Mulher-Maravilha 1984’ (2020) e prometendo participação ativa num eventual terceiro filme da franquia – se é que sairá do papel com tantas mudanças na DC. Mas o que poucos (ou quase ninguém) deve lembrar é que Lynda Carter estrelou uma série nos anos 80 chamada ‘Jogo de Damas’, que teve vida curta, mas chegou a ser exibido na rede Globo na época.

Com o título original ‘Partners in Crime’, a série policial trazia Lynda Carter e loira Loni Anderson (outra figurinha carimbada da época) como Carole e Sydney, duas ex-mulheres de Raymond, um detetive particular. Quando o sujeito é misteriosamente assassinado, as duas ex-esposas resolvem por conta própria desvendar o crime. No percurso, gostam da adrenalina e resolvem assumir os negócios do falecido, como uma dupla de detetives particulares. A série durou apenas 13 episódios de sua primeira temporada.

T and T (1988-1991)

Outra figurinha carimbada dos anos 80 era o grandalhão Mr. T, dono do penteado moicano mais invocado da época e das frases de efeito mais divertidas. Saído do universo das lutas livres, Lawrence Tureaud, mundialmente conhecido como Mr. T ganhou fama na década de 1980 graças ao filme ‘Rocky III’ (1982), onde viveu o vilão Clubber Lang, e também à querida série ‘Esquadrão Classe A’ (1983-1987), na qual viveu o durão boa-praça B.A. O sujeito chegou inclusive a ganhar seu próprio desenho animado na época, produzido pela Hanna-Barbera entre 1983 e 1985.

O que talvez muitos não saibam é que após o final de ‘Esquadrão Classe A’ em 1987, Mr. T tentou de novo e emplacou no seriado ‘T and T’, que foi ao ar entre 1988 e 1991, com um total de 65 episódios em 3 temporadas. Na trama, ele viveu T.S. Turner, um ex-boxeador acusado de um crime que não cometeu. A defensora pública Amanda Teler (Alexandra Amini) é quem o livra da pena. Inocentado, ele agora trabalha como detetive particular, e ao lado de Teler ajuda outros como ele, como uma espécie de ‘O Protetor’, com Denzel Washington.

7 Filmes Brasileiros Que Vão Ganhar Continuação

Já faz um tempo que o cinema nacional está fazendo bonito na bilheteria. Isso tem contribuído para que muitas histórias brasileiras acabem ganhando sequências, mesmo que muitas vezes demorem um pouco para acontecer. É que o sucesso nem sempre é medido pela rapidez com que o público retorna à história; às vezes é preciso amadurecer o filme e esperar que o próprio espectador faça o boca a boca, mesmo após a estreia no circuito. Assim, cada filme tem sua própria história até chegar à telona, mas fato é que neste 2023 o cinema brasileiro tem dado boas notícias pra gente, com anúncio de sequências muito aguardadas ou completamente inesperadas, mas que se tornaram bem-vindas pelo público. Aqui estão 7 sequências de filmes brasileiros que vão acontecer nos próximos meses para você ficar ligado nos cinemas.

7 – Nosso Lar 2

Foi em 2010 que a obra ‘Nosso Lar’, baseada nos escritos de Chico Xavier, chegou aos cinemas, emocionando o público. Partindo da história do médico André, o longa mostra a jornada do homem cujo espírito enfrenta uma jornada até chegar ao ‘Nosso Lar’. E em 2023 vem aí o aguardado ‘Nosso Lar 2: Os Mensageiros’, com previsão de estreia para 31 de agosto, que foca na história de André Luiz, agora um espírito que faz parte de um grupo que vem à Terra acompanhar uma missão importante.

6 – Estômago 2

Já faz 15 anos, e a gente nem esperava que uma continuação de ‘Estômago’ viesse. A questão é que nesse tempo todo o filme acabou se tornando um queridinho na lista de muitos cinéfilos, e foi assim, inesperadamente, que o longa estrelado por João Miguel ganhou uma continuação, de nome ‘Estômago 2 – O Poderoso Chef’, cujas gravações começaram mês passado.

5 – Cidade de Deus

Cidade de Deus’ foi e é um dos filmes brasileiros de maior sucesso no mundo inteiro, levando a vida da favela para as telonas e ajudando a catapultar as carreiras de diversos atores como Alice Braga, Douglas Silva e Leandro Firmino. Entretanto, ao contrário das outras produções dessa matéria, ‘Cidade de Deus’ não ganhará uma sequência no formato fílmico, mas sim no formado seriado. Ainda não foram divulgadas mais informações sobre o projeto.

4 – Deus é Brasileiro

Quem não lembra de Antônio Fagundes como Deus, passeando num barquinho por águas calmas de um rio no interior do Alagoas? Pois o ator está de volta no icônico papel, vinte anos após a estreia do primeiro filme. Entretanto, Cacá Diegues, diretor do projeto, avisou que o filme não é bem uma continuação, mas sim um spin-off do original. As gravações aconteceram no final do ano passado, mas ainda não temos informações de estreia do longa, e a comédia dramática se chamará ‘Deus Ainda É Brasileiro‘.

3 – Ó Paí Ó 2

Foguinho está de volta! E a nossa Baêa também! O anúncio foi feito pelo próprio Lázaro Ramos e as gravações da sequência já foram concluídas. O filme tem previsão de estreia para ainda esse ano e trará novamente ao elenco Dira Paes, Stênio Garcia e Érico Bras.

2 – O Auto da Compadecida 2

Enquanto todo mundo estava de olho na entrega do Oscar 2023, a internet brasileira foi surpreendida pelo anúncio oficial da continuação do clássico ‘O Auto da Compadecida’. O comunicado foi feito em conjunto pelos atores Selton Mello e Matheus Nachtergaele, que voltam aos papéis de João Grilo e Chicó. O longa contará novamente com Fernanda Montenegro, Denise Fraga, Marco Nanini, Paulo Goulart e Lima Duarte no elenco.

1 – Os Farofeiros 2

Uma das comédias de maior sucesso nos cinemas nacionais nos últimos anos tinha uma história simples: três homens que trabalham juntos saíam de férias com suas famílias e acabavam numa furada sem fim por causa da casa alugada. Depois de levar mais de dois milhões e meio de pessoas aos cinemas, o filme ganhará uma continuação! As gravações já começaram e trará mais uma desventura estrelada por Maurício Manfrini, Cacau Protásio, Aline Campos e Danielle Winits, com locações no Rio de Janeiro e Bahia.

Qual foi o MELHOR ANO da década de 80 para o cinema? Ajudamos você a decidir!

Os anos 80 foram uma década sem igual para a cultura mundial. Todos que tiveram a felicidade de crescer nessa época jamais esquecerão de cada detalhe absurdo (para os padrões de hoje) que construía essa era politicamente incorreta ao extremo. O que se precisa levar em conta, no entanto, é que o período estabeleceu o que viria a ficar conhecido como blockbuster, um tipo de filme que transcendia as salas de cinema, migrando para o nosso dia a dia e fazendo parte de tudo quanto é merchandising que permeava nossas rotinas. Antes, quando se saía de uma sala de cinema, o filme continuava lá, ao máximo sendo discutido e comentado em alguns círculos cinéfilos. Com a chegada dos anos 80 e o seu cinema entretenimento, tais filmes deixavam as salas e viravam camisetas, bonecos, videogames, desenhos animados, lancheiras, roupas de cama e por aí vai.

Os arrasa-quarteirão, como todos estão cansados de saber, na verdade nasceram em 1975 com Tubarão, o primeiro filme-evento da história do cinema. Ele foi seguido dois anos depois com Star Wars. Mas enquanto o fim da década de 70 elegeu apenas dois fenômenos cinematográficos (e precisamos saber diferenciar sucessos, como Rocky e Alien, por exemplo, de fenômenos), a partir da década de 1980 a coisa deslanchou sem volta. Daí vieram O Império Contra-Ataca, Indiana Jones, E.T., Os Caça-Fantasmas, De Volta para o Futuro, Top Gun…, só para citar alguns. A cada novo ano da década de 80, uma nova enxurrada de fenômenos, até chegar no que temos hoje. Mas e qual foi o melhor ano da década de 1980 para o cinema? Elegê-lo pode ser uma missão impossível. Mas aqui nessa nova matéria, o que propomos é uma ajuda, para que cada um decida por conta própria. E para isso, listamos dez dos maiores sucessos de cada ano da década de 80 para você ter o gostinho do que foi a era. É claro que deixamos muita coisa boa de fora, caso contrário a matéria não teria fim. Mas já dá para ter uma ideia. Confira e decida.

1980

Como dito, Tubarão (1975) e Guerra nas Estrelas (1977) foram os primeiros blockbusters da história do cinema. No início da década de 80, mais precisamente em 1980, os fãs puderam sentir o estrondo novamente, com o lançamento da primeira continuação de Star Wars, o sombrio O Império Contra-Ataca. E daí foi batata, surgia um novo fenômeno nas telonas. Fora isso, 1980 reservou ainda as estreias de alguns filmes ainda muito queridos pelo público até hoje, passados 42 anos, como os clássicos do terror O Iluminado e o primeiro Sexta-Feira 13, as comédias Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu e os Irmãos Cara-de-Pau, os romances Em Algum Lugar do Passado e o clássico absoluto da Sessão da Tarde A Lagoa Azul, o suspense Vestida para Matar, o drama de boxe Touro Indomável e o blockbuster Superman II – A Aventura Continua.

1981

Podemos dizer que os pais do cinema blockbuster foram Steven Spielberg e George Lucas. A cada ano no período os filmes de maior sucesso pertenciam a um ou a outro. Ou às vezes aos dois juntos. É o caso com essa criação chamada Indiana Jones e sua primeira aventura nas telonas: Os Caçadores da Arca Perdida. Criado por Lucas e dirigido por Spielberg, não teve para ninguém, e era criado um novo fenômeno. Mas 1981 ainda reservou aventuras apocalípticas como Mad Max 2 e Fuga de Nova York, dramas Oscarizados como Carruagens de Fogo, filmes de terror como Um Lobisomem Americano em Londres e Evil Dead – A Morte do Demônio, comédias como Arthur – O Milionário Sedutor e a escrachada Porky’s – A Casa do Amor e do Riso, a aventura medieval Excalibur – A Espada do Poder e o cult relançado este ano Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída.

1982

Aqui quem marcava o golaço era novamente Steven Spielberg, desta vez de forma solo, sem a ajuda do colega George Lucas. O tópico aqui? E.T. – O Extraterrestre, é claro. E para quando os mais novos perguntarem por que tanta veneração dos cinéfilos pelo diretor, a resposta é esta. Alguns dos longas mais icônicos da sétima arte são de sua autoria. Fora E.T., Spielberg também teve o dedo em outro clássico no mesmo ano, este de terror, com Poltergeist – O Fenômeno. Quem marcou grande também foi o astro Sylvester Stallone, com os sucessos de Rocky III – O Desafio Supremo e Rambo – Programado para Matar. Ainda tivemos as ficções cult Blade Runner – O Caçador de Androides e o terror O Enigma de Outro Mundo, o drama épico Oscarizado Gandhi, a aventura Conan – O Bárbaro, a comédia adolescente Picardias Estudantis e o blockbuster Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan.

1983

É seguro dizer que a cada ano que passava na década de 1980, o cinema ficava ainda mais pop, e ganhávamos um número maior de produções que perpetuam até hoje no consciente coletivo dos fãs. Alguns filmes são realmente inesquecíveis. É o caso de O Retorno de Jedi, o terceiro Star Wars que encerraria a trilogia nos anos 80, e só seria revivida no fim dos anos 90. Hoje, é inconcebível alguém que nunca tenha ouvido falar em Star Wars – provavelmente a maior franquia da cultura pop de todos os tempos. Além dele, tivemos clássicos cult como Scarface, Flashdance e Vidas Sem Rumo, comédias emblemáticas como Férias Frustradas, Trocando as Bolas e Negócio Arriscado, filmes de terror como Christine – O Carro Assassino e Tubarão 3, e o blockbuster Superman III.

1984

Foi a partir de 1984 que a concorrência ficaria verdadeiramente pesada. Até essa data, a diferença da soberania de um filme sobre os demais era clara e não deixava espaço para muita competição. Por exemplo, os anos de 1980, 1981, 1982 e 1983 foram dominados respectivamente por O Império Contra-Ataca, Os Caçadores da Arca Perdida, E.T. e O Retorno de Jedi. Mas, quando falamos em 1984, a coisa muda de figura. Por mais que a primeira continuação de Indiana Jones, com o sombrio O Templo da Perdição, parecesse a escolha certa para dominar seu respectivo ano, em seu caminho apareceram algumas pedras no sapato, intituladas Os Caça-Fantasmas e Um Tira da Pesada, que igualmente se tornaram blockbusters de respeito, desafiando a liderança das bilheteiras. Mas e quem disse que a coisa ficou por aí, um dos anos mais concorridos da década trouxe ainda Karatê Kid – A Hora da Verdade, Gremlins e Footloose – Ritmo Louco. Além disso, garantiria também o lançamento de obras cult de grande popularidade como O Exterminador do Futuro, A História Sem Fim, o terror A Hora do Pesadelo e o clássico da Sessão da Tarde Splash – Uma Sereia em Minha Vida.

1985

Em 1985 as bilheterias voltaram a estremecer. Sylvester Stallone voltava a atacar em dose dupla, três anos depois trazendo de volta às telonas dois de seus personagens mais famosos e queridos: o veterano do Vietnã em Rambo II – A Missão, e o pugilista Balboa em Rocky IV. E por pouco ele não pegou para si o topo, não fosse por um filme de viagem no tempo inesquecível chamado De Volta para o Futuro, o líder de 1985, e ainda um dos filmes mais queridos da história do cinema. Mas quando falamos em filmes queridos, precisamos lembrar também de Os Goonies, Clube dos Cinco e Mulher Nota Mil, três dos filmes juvenis mais atemporais da sétima arte. Em matéria de afeto ainda temos o drama A Cor Púrpura (Spielberg tem a assinatura em muitos filmes de 1985) e Cocoon. Mas o ano não esqueceu a adrenalina, servida por Arnold Schwarzenegger em Comando para Matar e Mel Gibson em Mad Max – Além da Cúpula do Trovão.

1986

Este ano de 2022, o lugar mais alto no pódio das maiores bilheterias pertence ao astro Tom Cruise. O ator é uma das lendas ainda em atividade em Hollywood, e para quem duvida é só voltar 36 anos no passado e perceber que em 1986, o pódio também foi dele, com o Top Gun – Ases Indomáveis original. Aqui, no entanto, Cruise ainda não era o astro estabelecido que é hoje, mas Top Gun foi seu primeiro passo para isso. Quem chega logo atrás é o mega sucesso Aliens – O Resgate, de James Cameron, que eleva todos os conceitos de Alien (1979) ao cubo. Mas quando falamos em cults adolescentes queridos, precisamos mencionar imediatamente Curtindo a Vida Adoidado, A Garota de Rosa-Shocking e a continuação Karatê Kid 2. Já quando o assunto é ação e aventura, os fãs ainda guardam um lugar especial no coração para Os Aventureiros do Bairro Proibido, Highlander – O Guerreiro Imortal e (Stallone) Cobra. Falando de terror, o filme de 1986 é A Mosca, e no terreno do romance o sucesso foi 9 ½ Semanas de Amor, que incendiou as telas.

1987

O ano de 1987 é sem dúvidas o mais imprevisível quando falamos em sucessos do cinema. Isso porque diferentemente de todos até agora, sabíamos exatamente anunciar “o grande” sucesso de cada ano. Quando voltamos 35 anos no tempo, é bem provável que muitos dos fãs apontem para blockbusters como O Predador, Robocop – O Policial do Futuro ou Máquina Mortífera como o possível campeão de bilheteria. Mas a verdade é que a primeiríssima posição pertenceu a Três Solteirões e um Bebê, comédia emblemática da década. Você imaginava? E que tal o segundo lugar, o thriller Atração Fatal. Se pensarmos que o ano ainda teve sucessos como Dirty Dancing – Ritmo Quente, Os Intocáveis, Bom Dia Vietnã e Império do Sol, tudo fica ainda mais confuso. Ah sim, em matéria de terror, o representante é o divertido Os Garotos Perdidos.

1988

No penúltimo ano da década de 80, temos alguns pesos pesados que podem confundir os fãs sobre qual deles foi o maior sucesso em 1988. Talvez os dois primeiros que venham à cabeça dos cinéfilos sejam o ícone da ação Duro de Matar e a comédia sensação de Eddie Murphy, Um Príncipe em Nova York. Ambos realmente foram grandes sucessos, mas quem fica no pódio como a maior bilheteria de seu respectivo ano é o revolucionário Uma Cilada para Roger Rabbit, seja por misturar atores reais com animação como nunca anteriormente, ou por conseguir os direitos de personagens da Disney, da Warner e da Universal, como Mickey, Perna Longa e Pica-Pau, e mesclá-los num único filme. Hoje, seria como misturar Marvel e DC. Em segunda posição, outro filme muito famoso, este um drama ainda muito querido, Rain Man, com Tom Cruise e Dustin Hoffman. 1988 ainda trouxe as comédias Corra que a Polícia Vem Aí, Quero Ser Grande e Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice), o terror Brinquedo Assassino (apresentando o boneco Chucky ao mundo), o filme de luta máximo O Grande Dragão Branco, e o drama italiano cult Cinema Paradiso.

1989

Finalizando os anos 1980, podemos citar a frase do astro Sylvester Stallone para definir o que viria a seguir para o cinema entretenimento. Com a estreia do fenômeno Batman – o filme número 1 de 1989 e um que não se tratava de uma continuação – Stallone previu o fim da era dos astros e o nascimento das marcas. O que ele talvez tenha previsto foi a era dos personagens, leia-se heróis de quadrinhos, que fazem sucesso independente de quem os interpreta. Mas Batman, de Tim Burton, não teve vida fácil, pois em sua cola chegavam nada menos que quatro sequências de filmes de sucesso, só para citar as mais famosas. Elas são Indiana Jones e a Última Cruzada, De Volta para o Futuro 2, Os Caça-Fantasmas 2 e Karatê Kid 3. Fora isso, a Disney voltava com tudo aos holofotes, fosse no terreno das animações, com A Pequena Sereia, ou em live-action, com Querida Encolhi as Crianças. Mas 1989 ainda reservava espaço para alguns dramas que fariam muito sucesso, vide Sociedade dos Poetas Mortos, Conduzindo Miss Daisy e Faça a Coisa Certa.

‘The Mandalorian’: Imagens dos bastidores mostram os detalhes na armadura do Moff Gideon; Confira!

No último episódio de ‘The Mandalorian‘, o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) supostamente encontrou seu fim depois de ser atingido pela explosão da bomba que implantou nas minas de Mandalore.

No entanto, alguns fãs estão argumentando que o vilão ainda pode estar vivo, já que ele vestia uma armadura de Beskar e também porque ele estava clonando a si mesmo.

Apesar de muitos dos seus clones terem morrido antes de respirarem pela primeira vez, é possível que Gideon tenha um clone escondido por aí.

Seja qual for a resposta, Esposito compartilhou algumas imagens dos bastidores do episódio final, dando um melhor vislumbre em sua armadura.

Confira:

Lembrando que todos os episódios da 3ª temporada já estão disponíveis na Disney+.

Relembre o trailer:

As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.

Pedro Pascal (‘The Last of Us’) estrela a produção como o personagem titular. O próximo ciclo ainda conta com o retorno de Giancarlo Esposito, Carl Weathers, Katee Sackhoff, Emily Swallow e Omid Abtahi.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Assista aos primeiros 15 minutos da 8ª temporada!

MTV e a Paramount+ divulgaram os quinze primeiros minutos da 8ª temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do reality de competição homônimo.

As 12 novas competidoras são: Jessica Wild (2ª temporada), Monica Beverly Hills (5ª temporada), Darienne Lake (6ª temporada), Mrs. Kasha Davis (7ª temporada), Naysha Lopez (8ª temporada), Jaymes Mansfield (9ª temporada), Alexis Michelle (9ª temporada), Kahanna Montrese (11ª temporada), Heidi N Closet (12ª temporada), LaLa Ri (13ª temporada), Kandy Muse (13ª temporada) e Jimbo (Canada’s Drag Race – 1ª temporada).

Confira:

Lembrando que o novo ciclo estreia em 12 de maio na Paramount+.

Os MELHORES e PIORES filmes da Fase 4 da Marvel

Após a conclusão do evento grandioso e sem precedentes que foi a Saga do Infinito, com ‘Vingadores: Ultimato‘ e ‘Homem-aranha: Longe de Casa‘, os fãs da Marvel já conferiram todas as produções da chamada Fase 4 da Casa das Ideias e muita gente se pergunta se o estúdio conseguiu manter o nível dos filmes das fases anteriores.

Encerrada então com ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a intenção da Fase 4 no famigerado MCU não foi encaminhar as histórias para ‘Dinastia Kang‘ e ‘Guerras Secretas‘, como os primeiros filmes da Marvel fizeram com ‘Vingadores‘, se engana quem acha isso.

A real intenção de Kevin Feige, CEO da Marvel, foi fazer filmes que podiam ser resolvidos por si só, e adicionavam uma coisa ou outa para ser usada lá na frente. Por isso não tivemos tantas coisas interligadas, o que acabou fazendo com que os fãs sossegassem um pouco quanto a isso.

O que é bom por um lado e ruim por outro, já que muitos desses novos projetos não agradaram muito, com gente dizendo que a Marvel havia perdido a mão por entregar filmes muito simplórios e que apostavam basicamente na diversão em estado bruto, mas sem empolgar como antigamente.

Desse modo, listamos aqui os filmes da Fase 4, do pior para o melhor desse recorte – deixamos as séries de fora. Falamos quais foram os títulos mais fracos e quais agradaram o público de maneira geral. Citem também quais são os seus favoritos. Bora lá!

7 – Eternos (2021)

Eternos’ é o típico filme ame ou odeie. O projeto mais ousado e ambicioso da Marvel, a nível estético e narrativa, já que é um ser estranho em meio a tantas outras produções semelhantes. A cineasta Chloé Zhao adaptou de maneira muito particular a obra original de Jack Kirby, popularizada por Neil Gaiman. Fez um filme sério, apostando nas forças elementais, na diversidade e em conceitos até parecidos com àqueles abordados pela DC. No entanto, o longa acabou sendo rechaçado pelos fãs da Marvel, que rotularam o longa de chato e longo demais.

6 – Viúva Negra (2021)

O exato oposto de ‘Eternos’, ‘Viúva Negra’ é que se pode chamar de mais do mesmo, o típico filme do Universo Marvel que parecia mesmo ter sido feito para TV – no caso, lançado diretamente para o Disney+, devido a pandemia da Covid-19. Scarlett Johansson e Florence Pugh estão muito bem, obrigado, porém, a trama mais do mesmo que explorou uma história de espionagem e teorias do regime comunista não empolgaram, e o filme acabou sendo esquecido pouco tempo depois. Relegado a categoria das produções lançadas diretamente para streaming.

5 – Thor: Amor e Trovão (2022)

Thor: Ragnarok’, que foi comandado por Taika Waititi, acabou mudando completamente o tom que estava sendo construído pela franquia, e agradando bastante pela total insanidade narrativa e das piadas infames do diretor. Porém, para muitos, ‘Thor: Amor e Trovão’ passou do ponto, a nível de qualquer fiado de roteiro do longa ser atrapalhado pela quantidade de piadocas sem graça. Mesmo o aguardado vilão de Christian Bale acabou sendo relegado a terceiro plano, em detrimento de criar mais escapistas e momentos que prometiam empolgar, mas nunca conseguem.

4 – Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022)

Após o mundo enlouquecer com o terceiro filme do Cabeça de Teia, todos estavam malucos para conferir como seria ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, primeiro filme da Marvel dirigido por Sam Raimi, icônico diretor por trás da trilogia original do Homem-Aranha. Porém, mesmo trabalhando com o conceito do multiverso e viajando por vários mundos, o segundo filme do Doutor Estranho parecia não ter uma história sólida, sendo recheado por (boas) cenas sem tanto propósito e possuindo uma duração longa e inchada, sem tanta necessidade ou peso. É divertido e traz boas ideias, mas deixou a desejar em vários aspectos.

3 – Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021)

O primeiro ato de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ é sem dúvidas uma das melhores coisas já feitas pela Marvel, com uma história de origem envolvente, bem estruturada, divertida e repleto de cenas bem pensadas e com lutas perfeitamente coreografadas. Porém, já no segundo ato, o longa cai um pouco e só no final do terceiro que volta a trazer situações mais interessantes. Apesar disso, o filme é bem satisfatório, Simu Liu e Awkwafina arrebentam e o diretor Destin Cretton se destacou ao ponto de ganhar a função de comandar o próximo ‘Vingadores’.

2 – Pantera Negra: Wakanda Para Sempre (2022)

Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ acabou sendo uma boa adição ao MCU, sobretudo depois dos filmes recentes no mínimo duvidosos. Ainda que não tenha o mesmo peso de seu predecessor, o longa nos envolve ao celebrar o poder saudosista da memória e dos entes que já se foram, nos relembrando de que, mesmo caindo, conseguimos nos levantar mais fortes e prontos para voltar ao campo de guerra. Tem um saldo bem positivo de maneira geral e se destaca como um dos melhores momentos da famigerada Fase 4.

1 – Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021)

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ é o que tivemos de mais próximo das grandes catarses proporcionadas pelos melhores filmes da Marvel Studios. Com um roteiro simplório, mas realizando um verdadeiro sonho, ao trazer os três Cabeça de Teia para um único filme, o longa arrecadou bilhões e fez muita gente se emocionar nas salas. O que deve ser a despedida de Tom Holland do Aracnídeo Mascarado, foi o ponto alto da Fase 4, sendo também responsável por levar o grande público aos cinemas após a pandemia. E também o mais interessante se comparado aos demais citados.

‘Peter Pan & Wendy’ é BOMBARDEADO por críticas NEGATIVAS do público

Apesar de ter conquistado 64% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a adaptação ‘Peter Pan & Wendy‘ está sendo detonada pelo público – amargando apenas 13% de aprovação no site.

A média representa uma das maiores rejeições para uma produção da Disney na plataforma.

O longa se tornou a mais nova vítima do “review bomb” – um fenômeno recente em que um grande número de pessoas publicam avaliações negativas na tentativa de prejudicar um produto.

E qual seria o motivo da rejeição? Não é muito difícil especular. Desde o lançamento do primeiro trailer, o filme tem sido alvo de críticas por escalar a atriz negra Yara Shahidi no papel da fada Sininho. A artista, inclusive, sofreu diversos ataques racistas por causa de sua participação na adaptação.

Apesar da recepção dos críticos não ter sido unanime, o consenso geral elogiou a direção e o elenco – apesar do filme não conseguir se libertar das limitações da animação do original.

Confira as reações:

“Uma das viagens à Terra do Nunca mais visualmente impressionantes já registradas em filme, apresentando um elenco de jovens atores talentosos e veteranos confiáveis ​​que parecem nascidos para os papéis.”Chicaco Sun Times.

“Pode acabar sendo o filme infantil mais bonito, comovente e mais adorável do ano.” – Daily Telegraph.

“Infundido com energia ilimitada, mas com pouca invenção significativa, ele sobe apenas a alturas modestas, sobrecarregado por sua incapacidade de acrescentar muito à lenda icônica.”The Daily Beast.

“Esta versão do conto de fadas fundamenta a melancolia fundamental do conto original com histórias de fundo empáticas e cuida de remediar o racismo aberto e o sexismo latente do original.”Hollywood Reporter.

“A reimaginação d diretor David Lowery é artisticamente bem construída e cheia de ideias interessantes. Mas para um filme sobre a energia e a imaginação da juventude, muitas vezes parece preso em sua própria cabeça.”Empire.

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony interpreta Peter Pan.

O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

Zack Snyder abre o jogo sobre CRÍTICAS negativas de ‘Batman vs Superman’

Durante uma sessão de perguntas e respostas no evento Full Circle, o renomado diretor Zack Snyder abordou as críticas negativas que o filme ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ recebeu.

Ao ser questionado pelo moderador sobre as “tantas camadas” criadas para o filme, Snyder observou que essa pode ter sido a razão pela qual o longa dividiu tantas opiniões.

“Acho que provavelmente foi por causa disso que o filme foi tão divisivo. Posso estar errado, mas acredito que muitas pessoas foram ao cinema esperando ‘super-heróis se divertindo, certo? Vamos nos divertir muito'”, comentou o diretor.

O cineasta acrescentou que ‘Batman vs Superman‘ é um tipo de filme em que é necessário prestar atenção para aproveitar a experiência.

“Nós entregamos aos espectadores um filme de super-herói mitológico, moderno, desconstrutivista e intenso, com muitas camadas. É uma experiência na qual é preciso estar atento. Porém, isso não era do agrado de todos. Não era o que as pessoas queriam. Elas diziam: ‘Isso é cansativo! Por que eles estão brigando à noite?’ Eu detesto esse tipo de coisa”, explicou Snyder.

Relembre o trailer de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, que está disponível no HBO Max:

Determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

REVOLTANTE! Vídeo mostra Mark Hamill sendo perseguido e assediado por fãs obcecados; Confira!

Nas redes sociais, está circulando um vídeo em que o carro de Mark Hamill é cercado por uma multidão de fãs desesperados em busca de um autógrafo do eterno Luke Skywalker, protagonista de ‘Star Wars‘.

No vídeo, o astro demonstra simpatia ao assinar cartazes de diversos fãs aglomerados em torno do veículo.

O problema é que os fãs começam a empurrar os cartazes para dentro do carro, e um deles machuca o ator, enquanto outro diz:

“Cuidado, não machuquem ele.”

O vídeo vem revoltando a comunidade de fãs da saga, já que esta atitude é considerada uma obsessão por parte de fãs que não sabem respeitar a privacidade de seus ídolos.

Confira:

Mark Hamill não precisava voltar para as sequências, ‘The Mandalorian‘ ou qualquer coisa relacionada a ‘Star Wars‘. Ele brinca, ele faz memes, ele envia mensagens positivas e dá parabéns aos fãs em seus aniversários. Ele faz tudo isso porque se importa e é gentil. O mínimo que podemos ser é gentil de volta. Não o tratem assim. O vídeo completo está aqui para o contexto… E as pessoas só precisam tratar melhor os outros. Mark também é uma pessoa.”

Como os fãs já sabem, Hamill deu vida à Luke Skywalker oficialmente pela última vez em ‘A Ascensão Skywalker‘, mas serviu de dublê e consultor para as aparições do personagem  em ‘The Mandalorian‘ e ‘The Book of Boba Fett‘.

Conversando com a IGN, a presidente da LucasFilm, Kathleen Kennedy explicou como o vindouro filme protagonizado por Rey (Daisy Ridley), anunciado na Star Wars Celebration 2023, se conecta à Saga Skywalker:

“Bem, estamos quinze anos após ‘A Ascensão Skywalker’, então estamos pós-guerra, pós-Primeira Ordem, e os Jedi estão em desordem”, disse. “Há muita discussão em torno de ‘Quem são os Jedi? O que eles estão fazendo? Qual é o estado da galáxia?’ Ela está tentando reconstruir a Ordem Jedi, com base nos livros, com base no que ela prometeu a Luke, então é isso que estamos fazendo”.

Kennedy também falou sobre a possibilidade de Luke estar envolvido na história:

“Não sei se passaremos muito tempo em flashbacks ou com fantasmas da Força ou coisas assim, mas certamente o espírito do que ele representa para ela será significativo”.

Infelizmente, não foi revelado se outros personagens da atual trilogia da saga irão retornar, como Finn (John Boyega) ou Poe Dameron (Oscar Isaac), que estiveram ao lado de Rey na luta contra os vilões da Primeira Ordem.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a trama, apenas que Rey tentará reestabelecer a Ordem Jedi.

Ainda sem título, o longa será dirigido por Sharmeen Obaid-Chinoy (‘Uma Garota no Rio: O Preço do Perdão’). Não se sabe se as alterações no roteiro terão impacto na previsão para o início das filmagens, até então agendadas para fevereiro de 2024.

A estreia foi anunciada há alguns meses para dezembro de 2025, mas não houve confirmação da previsão durante a Star Wars Celebration.

‘Os Fantasmas se Divertem 2’: Sequência com Michael Keaton ganha data de estreia

A Warner Bros. finalmente anunciou quando a antecipada sequência ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘ será lançada.

O novo filme estreará oficialmente no dia 6 de setembro de 2024 – 36 anos após o lançamento do longa original.

A produção será lançada no final de semana estendido do Dia do Trabalho – um feriado lucrativo para o estúdio e filmes do gênero. Neste mesmo período, a Warner Bros. já lançou a duologia ‘It: A Coisa‘ (US$1.17B) e ‘A Freira‘ (US$365.5M).

Em 2023, o estúdio irá apostar na sequência ‘A Freira 2‘ para este feriado.

Michael Keaton reprisará seu papel como o icônico personagem Beetlejuice. Jenna Ortega (‘Pânico’) também foi confirmada no elenco. A atriz alegadamente interpretará a filha da Lydia Deetz, personagem da Winona Ryder (‘Stranger Things’) no longa original.

Justin Theroux (‘The Leftovers’) completa o elenco.

 

Anteriormente, Burton havia comentado sobre o projeto: “Só sei se estou fazendo um filme quando estou no set filmando. Tento voltar à raiz de tudo. Brota de uma semente e depois cresce, e não dessas declarações. Estou trabalhando em ideias e coisas, mas é tudo muito cedo. Vamos ver como vai ser. Que tal essa resposta sem resposta?”

Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.

Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Beteugeuse (Keaton).

Lana Del Rey lança videoclipe oficial de “Candy Necklace”, colaboração com Jon Batiste; Confira!

A aclamada cantora e compositora Lana Del Rey lançou hoje (10) o videoclipe oficial de “Candy Necklace”, colaboração com Jon Batiste para o álbum ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd’.

Confira:

A produção já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta também com a faixa titular e os singles “A&W”“The Grants”.

Confira a tracklist:

1. The Grants
2. Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd
3. Sweet
4. AW
5. Judah Smith Interlude
6. Candy Necklace
7. Jon Batiste Interlude
8. Kintsugi
9. Fingertips
10. Paris, Texas
11. Grandfather Please Stand on The Shoulders of My Father While He’s Deep-Sea Fishing
12. Let the Light In feat. Father John Misty
13. Margaret feat. Bleachers
14. Fishtail
15. Peppers feat. Tommy Genesis
16. Taco Truck x VB

Jack AntonoffDrew EricksonZach Dawson entram como produtores, enquanto Jon BatisteFather John MistyTommy Genesis participam como artistas convidados.

A era é precedida pelo ovacionado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano -, e também pelos aclamados Chemtrails Over the Country ClubBlue Banisters.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

‘John Wick 5’: Diretor não descarta a possibilidade de sequência acontecer

Chad Stahelski, diretor da franquia ‘John Wick‘, revelou em uma entrevista recente que não descarta a possibilidade de um quinto filme para o personagem interpretado por Keanu Reeves.

Durante uma conversa com o The Direct, Stahelski afirmou que “não se importaria em fazer [John Wick 5]”, mas ressaltou que a equipe sente que a história foi concluída no quarto filme.

“A verdadeira pergunta que você se faz não é: ‘Eu quero isso?’ Sim, eu não me importaria de fazer [um quinto filme]”, disse o diretor. “Mas nós apenas tentamos deixar essa questão de lado. No quarto filme, tentamos colocar tudo o que tínhamos na mesa, não segurar nada e dar tudo de nós. ‘Todas as ideias vão para esse filme. Não estamos guardando nada. Não estamos tentando construir algo para o futuro. Apenas coloque tudo o que você tem lá’.”

“Sentimos que colocamos tudo o que tínhamos em ‘John Wick 4’ e sentimos que completamos o ciclo. Sentimos que terminamos. Então pensamos: ‘Sabe, essa foi uma ótima maneira de encerrar os três filmes anteriores e o quarto, e entregar algo satisfatório e divertido’.”

No entanto, o diretor ressalta que tudo pode mudar se surgir a ideia certa:

“Se eu acordar amanhã e tiver uma ideia para entreter o público que achamos que realmente vai funcionar e não seja apenas para ganhar dinheiro, sim, eu pesquisaria e seguiria por esse caminho. Mas eu não tenho isso hoje.”

A sequência ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como a maior arrecadação global da franquia.

O recordista anterior, ‘John Wick 3: Parabellum‘, havia arrecadado US$ 328.3 milhões mundialmente, em 2019.

Nos EUA, o quarto capítulo da saga já arrecadou US$ 176.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 226 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 402.1 milhões mundialmente – o que representa a terceira maior arrecadação do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1B) e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$474.5M).

Confira nossa entrevista com Reeves e siga o CinePOP no YouTube:

Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

‘Torre do Terror’: Taika Waititi irá DIRIGIR adaptação da Disney estrelada por Scarlett Johansson

De acordo com o Variety, Taika Waititi (‘Thor Ragnarok’) foi contratado para dirigir a adaptação de ‘Torre do Terror‘, baseada na popular atração do parque temático da Disney.

Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) foi confirmada como a protagonista.

A dupla já havia trabalho junta no aclamado ‘Jojo Rabbit‘, que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Johansson, e a vitória por Melhor Roteiro Adaptado para Waititi.

“Milagrosamente, qualquer rivalidade entre a Disney e Johansson foi dissipada. A atriz permanece envolvida com o Disney e estrelará ‘Torre do Terror’, baseada na popular atração temática, que contará com a direção do Taika Waititi. A atriz revelou que ainda visita o parque da Disney ao menos 10 vezes por ano, e adora discutir sobre os filmes do estúdio,” reportou o site.

Josh Cooley, conhecido por seu ovacionado trabalho nas animações ‘Divertidamente‘ e ‘Toy Story 4‘, será responsável pelo roteiro.

‘Torre do Terror’ será baseado na popular atração temática dos parques do complexo Disney, que foi construída como um elevador de queda livre. Vale lembrar que ela já ganhou uma adaptação em filme para televisão em 1997, estrelando Steve GuttenbergKirsten Dunst.

A atração não seria a primeira a ganhar uma releitura em live-action, considerando que a Casa Mouse já lançou a franquia Piratas do Caribe, o terror Mansão Mal-Assombrada e está prestes a divulgar o aguardado Jungle Cruise.

Johansson já foi indicada duas vezes ao Oscar pelos filmes Jojo Rabbit‘História de um Casamento’. Ela também reprisará seu papel como Natasha Romanoff em Viúva Negra, que chega em 09 de julho ao Disney+, e participará do remake de A Pequena Loja dos Horrores e da sequência ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta 2’.