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Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Crítica livre de spoilers.

Guardiões da Galáxia Vol. 3’ tem uma abertura um tanto quanto diferente dos dois filmes anteriores: diferente da divertida sequência de ação, o público é apresentado a uma construção mais melancólica, que revela a apatia dos personagens principais e a tentativa de seguir em frente após a “morte” de Gamora (Zoë Saldaña) e sua consecutiva “ressurreição” como alguém que não se lembra de suas aventuras com os justiceiros titulares. Vemos Rocket (Bradley Cooper) cantando a clássica canção “Creep”, da banda Radiohead, enquanto Peter Quill (Chris Pratt) se afunda na bebedeira sem qualquer prospecto – amparado pela letargia inexpressiva de Nebulosa (Karen Gillan), que se torna uma espécie de “mãezona” para o grupo.

E esse é o tom que o longa-metragem, encerrando a trilogia de James Gunn iniciada quase uma década atrás, entrega para os fãs antes de se lançar a uma épica narrativa que fala, essencialmente, de identidade, família e sacrifício. Os nossos queridos Guardiões, agora confinados em Luganenhum, estão apenas esperando a próxima ameaça insurgir para que voltem à ativa – marcados por traumas e por uma angustiante sensação de que algo vai errado. Considerando as habilidades ímpares de Gunn como realizador cinematográfico (que incluem também o aclamado ‘O Esquadrão Suicida’), não é nenhuma surpresa que o resultado seja mais do que o esperado e feche com satisfação sólida uma das franquias mais adoradas do MCU – com exceção de alguns pontos que poderiam ter sido mais bem trabalhados.

A verdade é que todos nós já sabíamos que a conclusão da trilogia tomaria um tom mais dramático, mas sem abandonar as clássicas quebras de expectativa já característica do expansivo universo da Marvel. A ideia aqui é focar, a princípio, numa nova configuração que se afasta daquela apresentada no filme de 2014 – apostando fichas em arcos que explorem as minúcias de uma psique abalada, seja de Peter, seja de Gamora, seja de qualquer um dos personagens que aprendemos a amar nesses últimos anos. E, como base para que tudo isso aconteça, nossos heróis são atacados pelo magistral Adam Warlock (Will Poulter), filho de Ayesha (Elizabeth Debicki), líder dos Soberanos – e se veem numa corrida contra o tempo para salvar Rocket de uma iminente morte.

Rocket, como bem sabemos, era um animal silvestre que serviu de cobaia pelo Alto Evolucionário (Chukwudi Iwuji) e seus asseclas a fim de encontrar a raça perfeita que daria uma nova guinada no universo. Entretanto, apesar de sua inteligência invejável e de seu coração puro, Rocket foi deixado de lado e, agora, está sendo caçado por seus algozes para ajudá-los a concretizar planos malignos. E é óbvio que Peter e os outros não deixariam que o amigo fosse sequestrado e, resolvendo enfrentar o Alto Evolucionário, decidem fazer o possível para salvá-lo de um tipo de coma que drena sua força vital hora após hora.

Os pontos altos do filme são cortesia de um elenco de peso e de suas respectivas performances: Cooper faz um ótimo trabalho ao encarnar a história de origem de Rocket e nos guia por um singelo e tocante enredo que nos impede de tirar os olhos das telonas; Gillan rouba os holofotes como Nebulosa (o que não é nenhuma surpresa, considerando que ela se tornou uma das favoritas do público desde sua estreia); Dave Bautista e Pom Klementieff nutrem de uma química impagável como Drax e Mantis, navegando por altos e baixos com uma naturalidade aplaudível – além de servirem como os principais escapes cômicos da história; e Iwuji surge imponente como o Alto Evolucionário em uma atuação odiosa, resgatando elementos familiares de construções vilanescas em uma investida nostálgica, bem-vinda e que faz nosso sangue ferver.

Falar da estética visual é quase desnecessário, visto que conhecemos o estilo de Gunn e de seus colaboradores; a vibrante paleta de cores reflete a alteridade do universo, oscilando entre tons explosivos das principais batalhas e a monocromia de Luganenhum, por exemplo, servindo como espelho da atmosfera que acompanha os protagonistas. Não há muito de novo a se ver por aqui, mas é notável como Gunn permanece fiel ao que já nos entregou e constrói uma linha entre os três longas-metragens.

Todavia, a obra não é livre de erros mais consideráveis, como Adam. O antagonista, que era uma das grandes promessas para a história, não tem qualquer impacto aparente e soa desconectado dos outros; Poulter faz o que pode dentro dos limites impostos pelo roteiro, motivo pelo qual não consegue acertar nem na ação, nem na comédia e muito menos nas breves incursões dramáticas de que se dispõe. Em suma, ele parece jogado em um mar de acontecimentos, eventualmente sendo esquecido até dar as caras em pequenas cenas que não têm muito o que dizer.

Guardiões da Galáxia Vol. 3’ pode ter seus erros e pode não chegar ao mesmo nível dos capítulos predecessores, mas, com certeza, é um sólido encerramento para essa trilogia. Nossos amados heróis irão deixar saudades – e, apesar do gostinho agridoce de sua despedida, ficamos ansiosos imaginando quando poderemos reencontrá-los.

Connie Britton irá retornar na 3ª temporada de ‘The White Lotus’?

Apesar dos rumores recentes, parece que a Connie Britton (‘American Horror Story’) não voltará a fazer o check-in como a Nicole em ‘The White Lotus‘ tão cedo. De acordo com TVLine, a atriz não retornará para a 3ª temporada.

“Ela adoraria participar de outra temporada de ‘The White Lotus’ no futuro, mas não será na próxima temporada,” declarou um representante da atriz ao site.

Anteriormente, rumores apontavam para o retorno de Britton ao lado da Laura Dern, que emprestou sua voz para a Abby, esposa do Dom (Michael Imperioli) na segunda temporada, em uma conversa no telefone.

As atrizes alegadamente iriam interpretar irmãs.

Fontes próximas à produção afirma que Britton chegou a ter uma discussão inicial sobre o seu retorno, mas conflitos em sua agenda se tornaram um impasse. Ainda não está claro, no entanto, se a ausência da atriz afetará a possível participação de Dern.

Vale lembrar que a próxima temporada será ambientada na Tailândia, e contará com o retorno de Natasha Rothwell (‘Insecure’), que interpretou a Belinda Lindsey, uma empática gerente de spa.

‘X-Men’: Imagem do revival da animação mostra novo vislumbre do Wolverine; Confira!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidades dos ‘X-Men divulgou a embalagem de um brinquedo inspirado no vindouro revival da animação dos anos 90.

A imagem traz o primeiro vislumbre do Wolverine no projeto.

Confira:

Lembrando que o revival estreia ainda este ano na Disney+, e os fãs estão ansiosos por novidades da atração, afinal já se passaram quase 26 anos desde o último episódio.

Durante uma transmissão do X-Men: 60 Uncanny Years Live Virtual Event (via Toonado), o roteirista-chefe da animação, Beau DeMayo, compartilhou alguns detalhes interessantes sobre os novos episódios.

A partir de agora, parece que os mutantes não serão tão odiados como na última vez que o público os viu.

“A trama vai começar meses depois que o Professor X deixou a Terra após ser baleado por Henry Gyrich (um agente anti-mutantes enviado pelo governo norte-americano). E o que acaba acontecendo é que o atentado à vida de Xavier leva a sociedade a nutrir maior simpatia e compreensão pelos mutantes.”

DeMayo também revelou que a equipe terá uma nova formação.

“Vocês vão acompanhar Ciclope e Tempestade tendo mais controle sobre o Instituo Xavier, tomando a frente dos assuntos desde que Xavier partiu para o planeta Shi’ar. E eles recrutaram Morfo e Bishop como membros em tempo integral da equipe.”

Curiosamente, ele revelou que alguns dos principais membros da equipe, como Jean Grey, Vampira e Gambit, agora tentam viver uma vida além do cenário de ser um X-Men.

Magneto também terá um arco de grandes mudanças e chega à mansão Xavier procurando redenção por suas atitudes como vilão.

Quanto ao principal tema dos novos episódios, DeMayo disse que:

“Parte da empolgação da série nos anos 90 era a luta do bem contra o mal. Mutantes lutando contra vilões superpoderosos… Agora eles estão vislumbrando o futuro, então o foco da nova animação é discutir: ‘Como você encara o futuro depois de anos sendo ameaçado? É possível confiar nos humanos? Os mutantes um dia poderão viver de forma comum entre a sociedade?”

Confira as primeiras imagens:

Essa nova interpretação contará com o retorno dos heróis conhecidos da animação original. A equipe terá a mesma formação do desenho original, como Wolverine, Ciclope, Jean Grey, Vampira, Gambit, Fera, Tempestade e Jubileu. Também retornam personagens como Noturno, Cable, Bishop, Forg e Morfo.

Vale destacar que, entre as novidades, está a nova liderança do time, cujos ‘X-Men‘ são chefiados por ninguém menos que o Magneto. Além disso, a animação contará com o mutante brasileiro Mancha Solar, Senhor Sinistro, Emma Frost, Calypso, Sebastian Shaw e Valerie Cooper.

Confira abaixo as imagens reveladas no evento:

A produção contará com o retorno das vozes de Cal Dodd, Lenore Zann, George Buza, Adrian Hough, Christopher Britton, Catherine Disher, Chris Potter, Alison Sealy-Smith e Alyson Court, além de introduzir Jennifer Hale, Anniwaa Buachie, Ray Chase, Matthew Waterson, JP Karliak, Holly Chou, Jeff Bennett e AJ LoCascio.

X-Men: The Animated Series‘ foi lançada em 1992, na Fox Kids Network, sendo exibida ao longo de cinco temporadas.

‘Black Mirror’: 6ª temporada ganha curioso cartaz oficial; Confira!

A aclamada série ‘Black Mirror‘ finalmente está de volta para uma nova temporada e, agora, a Netflix divulgou o cartaz oficial do sexto ciclo.

Lembrando que a nova temporada estreia em junho na plataforma, ainda sem dia confirmado.

Confira, com as imagens promocionais e o teaser:

O elenco conta com Salma Hayek (‘Eternos’), Aaron Paul (‘Breaking Bad’), Zazie Beetz (‘Coringa’), Josh Hartnett (‘Pearl Harbor’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje’), Rory Culkin (‘Pânico 4’), Paapa Essiedu (‘Gangs of London’), Kate Mara (‘A Teacher’), Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’), Clara Rugaard (‘I Am Mother’), Auden Thornton (‘This is Us’) e Anjana Vasan (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano terá mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Os planos para os novos episódios só saíram do papel depois que Netflix adquiriu os direitos da franquia em um acordo com a Endemol Shine Group, produtora que detinha a propriedade.

Desde 2019, os criadores Charlie Brooker e Annabel Jones lutavam pela retomada dos direitos da atração depois que deixaram a produtora para investir em sua própria companhia, a Broke And Bones (trocadilho com os sobrenomes).

Agora o plano é tornar ‘Black Mirror‘ maior e mais cara do que nunca.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

Criador de ‘Velma’ rebate CRÍTICAS sobre a etnia da personagem

No início do ano, foi lançada na HBO Max uma animação derivada de ‘Scooby-Doo‘ dedicada à Velma Dinkley, o cérebro desconhecido e pouco apreciado da turma do Mystery Inc.

Apesar de ser aguardada com bastante curiosidade, a produção recebeu bastante comentários negativos da crítica e do público.

A animação sofreu críticas ao fato de ter diálogos e cenas bem indiscretas, com teor sexual e palavrões exagerados, descaracterizando a personagem original.

Além disso, a mudança de sua etnia também foi algo que incomodou bastante.

Em entrevista para a Emmy Magazine, o criador, showrunner e produtor executivo Charlie Grandy foi questionado sobre o assunto e rebateu as críticas ao dizer:

“Os programas originais de Hanna-Barbera ainda estão disponíveis para assistir. Não estamos apagando os originais. Só queremos ter nossa própria identidade no vasto Scooby-verso!”

Ele continuou, abordando a questão da etnia dos personagens:

“[A produtora executiva] Mindy Kaling veio até mim e disse que adoraria trabalhar em uma história com Velma… Seria engraçado tê-la no centro de um show. A partir disso, pensamos nela como uma descendente do sul da Ásia e nos perguntamos: ‘Por que parar por aí?’ Nenhum desses personagens está enraizado em etnias caucasianas. Levamos a ideia à Warner Bros. e nos disseram: ‘Façam. Façam o que quiserem. Está na hora de mudanças! Apenas certifiquem-se de que seja engraçado e bom!’ Não vemos problems nenhum nisso, o mundo está mudando.”

Apesar de todas as críticas, a Warner Television Group e a HBO Max já estão desenvolvendo a 2ª temporada da animação adulta Velma, série derivada de ‘Scooby-Doo’.

As informações foram reveladas por Channing Dungey, presidente e CEO da Warner Television.

Segundo o consórcio de imprensa, “o time de Dungey está trabalhando em uma segunda temporada do spin-off de ‘Scooby-Doo’Velma, uma comédia adulta animada que foi criada por Mindy Kaling.

Mais detalhes não foram revelados.

A série foi criada por Charlie Grandy.

A produção conta com as vozes de Mindy Kaling (Velma), Glenn Howerton (Fred), Sam Richardson (Salsicha) e Constance Wu (Daphne).

A produção conta a história de origem da Velma Dinkley, o cérebro desconhecido e pouco apreciado da turma conhecida como Mistério Sociedade Anônima.

Kate Hudson dá esperanças sobre sequência de ‘Como Perder um Homem em 10 Dias’

A atriz Kate Hudson surpreendeu ao falar sobre uma possível sequência do filme ‘Como Perder Um Homem em 10 Dias‘, durante uma entrevista no The Jonathan Ross Show. Bem como comentou sobre as cenas com Matthew McConaughey, nos momentos mais ardentes.

Ela diz que McConaughey estaria super disposto o seu papel, caso o roteiro fosse de fato interessante.

“Nós dois temos o mesmo sentimento sobre isso; se por algum motivo uma grande ideia viesse à nossa mesa e esta fosse boa, eu revisitaria a franquia novamente”, disse Hudson.

Sobre as cenas picantes com o ator, a atriz contou sobre o romantismo: “Matthew e eu tivemos beijos muito românticos e também não românticos. Então uma sequência traria informações interessantes sobre o relacionamento. Tenho certeza que teríamos um conflito conjugal. Ou talvez… Enfim, não faço ideia”.

Relembre o trailer:

Adam Goldberg, Annie Parisse, Thomas Lennon e Michael Michele completam o elenco.

Donald Petrie dirige o longa, a partir de um roteiro escrito por Kristen Buckley, Brian Regan e Burr Steers.

 

 

‘Duna: Parte II’: Diretor de ‘Elvis’ revela como reagiu ao ver o visual de Austin Butler na sequência

Duna: Parte Dois‘ vai adicionar alguns rostos novos à sua épica guerra civil em Arrakis, incluindo o indicado ao Oscar Austin Butler (‘Elvis’), que dará vida a Feyd-Rautha Harkonnen.

No romance escrito por Frank Herbert, ele é o astuto e implacável sobrinho do barão Vladimir Harkonnen (Stellan Skarsgård), que desenvolve uma intensa rivalidade com Paul Atreides (Thimotée Chalamet).

Como divulgado na CinemaCon, o astro teve seu visual transformado radicalmente, já que foi pintado de cinza e precisou raspar a cabeça para incorporar o vilão.

Em entrevista para a Variety, o diretor de ‘Elvis’, Baz Luhrmann, revelou como reagiu ao ver o intérprete do Rei do Rock com uma aparência tão assustadora.

“Ele me enviou algumas fotos antes da divulgação oficial. Mas eu só o vi de costas nas imagens, mas achei aterrorizante do esmo jeito. ‘Não pode ser ele’, foi o que pensei na hora. Mas também pensei: ‘É tão corajoso da parte dele assumir um personagem tão radicalmente diferente de Elvis. Essa é uma das graças de se trabalhar no meio criativo.”

Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 3 de novembro de 2023.

Confira as imagens de Paul Atreideis (Chalamet), Chani (Zendaya), Lady Jessica Atreides (Rebecca Ferguson), além de novos rostos, como Princesa Irulan Corrino (Florence Pugh).

Confira abaixo:

Lembrando que a sequência também contará com o retorno de Josh Brolin e Javier Bardem, além de introduzir Christopher Walken, Souheila Yacoub eLéa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’), que irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.

Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Hamnet’: Paul Mescal e Jessie Buckley negociam para estrelar o novo filme de Chloé Zhao

Segundo o ComicBook.com, os indicados ao Oscar Paul Mescal (‘Aftersun’) e Jessie Buckley (‘Entre Mulheres’) estão em negociações para estrelar Hamnet, novo projeto cinematográfico de Chloé Zhao (‘Nomadland’, ‘Os Eternos’).

Infelizmente, detalhes sobre quem eles poderão interpretar não foram revelados.

O longa será uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao também vai escrever o roteiro junto com O’Farrell.

Ainda sem previsão de estreia, o projeto é fruto de uma parceria entre as produtoras Amblin Partners, Hera Pictures, Neal Street Productions e Book of Shadows.

‘Succession’: Festa é interrompida na prévia LEGENDADA do episódio 04×07; Confira!

A 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Succession‘ está a todo vapor na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou uma prévia inédita e legendada do sexto episódio do ciclo de encerramento.

Intitulado “Tailgate Party”, o capítulo vai ao ar no dia 07 de maio.

Confira:

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Só Fracasso! Conheça os PIORES Filmes dos anos 90 – que Completam 30 Anos em 2023

O que define uma obra como boa ou ruim? É quase impossível definir pois a arte é subjetiva e não uma ciência exata. Os críticos podem apontar com mais propriedade os detalhes que levam a crer que uma obra é superior a outra, mas quando falamos do grande público e do fator entretenimento (levando em conta o cinema como diversão) é quase certo não existir concordância do porquê certo filme funcionou para alguns e não para outros. Vários fatores entram em conta, em especial as experiências de vida de cada espectador.

Esta definição do que é bom ou não realmente não é uma ciência exata quando falamos de filmes ou obras de arte em geral. Mas o que existe é o consenso – uma forma democrática de sabermos o que é bem aceito ou não. Esse consenso pode ser da crítica e inclusive do público, para sabermos o que a maioria está pensando sobre determinado filme. Não significa absolutamente que você não irá gostar de um filme mal falado ou irá adorar um bem falado. Mas serve apenas para termos uma ideia geral.

Pensando nisso, trazemos essa nova matéria nostálgica, que se propõe a voltar no tempo, 30 anos no passado, para saber o que o público da época não gostava de maneira alguma dentre os lançamentos da época. Novamente, você até pode gostar ou ter apreço especial por alguns dos filmes da lista – aqui trazemos apenas o reflexo destes longas hoje na opinião geral do grande público, que deram nota abaixo de 5.0 no IMDB – um dos maiores sites de cinema da rede. Confira abaixo esses filmes, digamos, pouco apreciados.

22) Beethoven 2

É até chato falar mal de filmes infantis (ou voltados para toda a família), mas mesmo dentro deste gênero, existem os filmes bons e os ruins. O primeiro ‘Beethoven: O Magnífico’ (1992), filme sobre um cachorro da raça São Bernardo muito trapalhão, foi um sucesso para a Universal Pictures. Mas quando o estúdio resolveu repetir a dose, o público não curtiu muito a ideia. O filme marca nota 4.9.

21) Um Pai Fujão

O saudoso Patrick Swayze começou os anos 90 estrelando sucessos como ‘Ghost: Do Outro Lado da Vida’ (para a Paramount) e ‘Caçadores de Emoção’ (para a Fox). Mas sua parceria com a Disney (através da Hollywood Pictures) nesta comédia, na qual interpretou um criminoso descobrindo o dom da paternidade ao se reconectar com os filhos que abandonou no passado, não convenceu muito. Com Halle Berry no elenco, o filme também consta com nota 4.9.

20) As Tartarugas Ninja 3

Por falar em filmes voltados para as crianças e adolescentes, aqui uma franquia nos cinemas baseada numa série em desenho animado que foi febre total no fim dos anos 80 e início dos anos 90. De fato, quando o primeiro ‘As Tartarugas Ninja’ estreou nas telonas em 1990 com atores reais, o filme foi acusado de ser muito sombrio e violento pelos pais, pegando carona no sucesso de ‘Batman’ (1989). Com o passar das continuações, foram se tornando cada vez mais “aguados” até chegar nesse terceiro – que soma nota 4.8.

19) O Duende

Recentemente falei sobre esse pretenso filme de terror, que virou cult nos anos 90 (confira a matéria no link abaixo). Um dos motivos de sua popularidade é se tratar do primeiro filme da carreira de uma certa Jennifer Aniston, hoje uma das grandes estrelas de Hollywood, antes de conseguir seu papel divisor de águas como Rachel na sitcom ‘Friends’. Aqui, como diz o título, Aniston e amigos descobrem um duende maligno, que tenta mata-los. O filme consta com nota 4.8.

Leia também: ‘O Duende’ | Único Terror da Carreira de Jennifer Aniston Completa 30 Anos de estreia em 2023

18) Um Morto Muito Louco 2

Mais uma continuação chegava aos cinemas há 30 anos. Sim, o ano de 1993 foi um dos que mais produziu sequências de filmes. Essa aqui trata-se da continuação de uma comédia cult de 1989 – cuja trama é tão nonsense que muitos embarcaram na ideia. Basicamente conta sobre um morto que todos acham que está vivo. Nesse segundo filme, que conta com nota 4.8, o cadáver “volta à vida” com música através de magia vudu.

17) Encaixotando Helena

Com nota 4.7, chega à lista um dos filmes mais controversos dos anos 90, e talvez da história do cinema. Muitos podem classifica-lo como de extremo mau gosto, e não estariam de todo errados. Escrito e dirigido por Jennifer Lynch, a filha de David Lynch, o filme conta sobre um brilhante cirurgião, obcecado por uma ex-namorada. Após um acidente, ele a opera e a deixa sob seus cuidados em sua mansão. Aos poucos o sujeito doente amputa suas duas pernas e seus dois braços, a fazendo refém. A atriz original seria Kim Basinger, que desistiu do projeto e foi processada pelo valor de US$6.4 milhões.

16) Meus Amigos Dinossauros

Há 30 anos no passado, o mundo do entretenimento vivia uma verdadeira “dino-mania”. Os dinossauros estavam com tudo na cultura pop, fosse na TV com o sucesso da série ‘Família Dinossauros’ (1991-1994) ou nos cinemas com o blockbuster ‘Jurassic Park’ (1993). No mesmo ano, a Universal, em parceria com a Amblin de Spielberg, ainda lançaria a animação ‘Os Dinossauros Voltaram’. E como se não bastasse, teríamos ainda este filme aqui, com o menino Austin O’Brien, de ‘O Último Grande Herói’ (1993). O filme consta com nota 4.6.

15) Olha Quem Está Falando Agora!

Em Hollywood, algumas continuações realmente espremeram até a última gota do suco de certas propriedades. Foi o caso com esta franquia família estrelada por John Travolta e a saudosa Kirstie Alley. O primeiro ‘Olha Quem Está Falando’ (1989) foi um sucesso e apresentou Bruce Willis como a voz do bebê do casal. A continuação repetiu a dose apresentando uma irmãzinha para Mikey. O terceiro filme, que possui nota 4.4, trazia agora cachorros falantes (ou pensantes). Isso mesmo!

14) Até as Vaqueiras Ficam Tristes

Por falar em John Travolta, quem chega agora à lista é Uma Thurman – ela e Travolta estrelariam no ano seguinte o sucesso ‘Pulp Fiction’, que daria novo sangue à suas carreiras e colocaria o nome do diretor Quentin Tarantino no topo da cadeia alimentar de Hollywood. Antes disso, no entanto, a atriz precisaria encarar este longa, que conta com um dos títulos mais bizarros de todos os tempos, e é escrito e dirigido pelo cultuado Gus Van Sant. Com nota 4.3, o filme traz Thurman como uma vaqueira lésbica com grandes dedões, o que facilita na hora de pedir carona.

13) Enigma Mortal

Agora temos uma Drew Barrymore bem novinha, antes de explodir em filmes mais interessantes em sua carreira. No ano anterior, Barrymore já havia estrelado o provocativo ‘Relação Indecente’ (1992). Aqui ela seguia num filme de teor parecido no papel de Holly, uma jovem dividindo o apartamento com Patrick (George Newbern). O que o sujeito não sabe é que a mulher possui uma dupla personalidade, no estilo ‘Psicose’ ou ‘Fragmentado’, e que esta “nova pessoa” possui fortes tendências homicidas. O filme também ganhou nota 4.3.

12) Super Mario Bros.

Recentemente escrevi sobre esse “clássico” cult de 30 anos atrás, que nunca deixou o imaginário de quem viveu aquela época, por motivo de pura e grande decepção. O mais recente filme de ‘Super Mario Bros’, criado na forma de uma animação pela Universal Pictures, já se tornou o maior sucesso financeiro de 2023 – e por isso muitos curiosos foram procurar sobre a tão falada primeira versão com atores reais do filme, que traz produção da Disney (Hollywood Pictures). E bem, com nota 4.1, o que podemos dizer é: assista por sua conta e risco!

Leia também: ‘Super MARIO Bros.’ (1993) | Relembre a Primeira adaptação em live-action que completa 30 anos…

11) Robocop 3

Outra franquia que chegava ao fim há 30 anos graças a um terceiro filme que colocava tudo a perder, descaracterizando totalmente o personagem principal e seu universo em prol de uma censura mais baixa e voltada ao público mais infantil. O primeiro ‘Robocop’ (1987), de Paul Verhoeven, ainda é um clássico inesquecível devido à sua crítica social ácida e extrema violência. As continuações foram deixando isso de lado, até chegarmos a esta conclusão que não conseguiu agradar ninguém. O filme também soma nota 4.1.

10) Jason vai para o Inferno

Não foram apenas ‘As Tartarugas Ninja’ e ‘Robocop’ que colocavam um ponto final a suas franquias há 30 anos (embora tenham tentado novamente nos últimos anos). A franquia de terror ‘Sexta-Feira 13’, um dos maiores sucessos do gênero nos anos 80, saía das mãos da Paramount (após 8 filmes) e um novo exemplar era lançado pela New Line. A ideia de “gênio” era mudar um pouco a fórmula do slasher, colocando Jason como uma criatura que passa de corpo em corpo. Outro que possui nota 4.1.

9) Um Tira e ½

É curioso lembrar que nos anos 80 e 90, usávamos a gíria “tira” para nos referirmos a policiais. E aqui, isso ainda ecoava no título. Considerado uma das piores comédias de todos os tempos, tínhamos o veterano Burt Reynolds pagando todos os seus pecados aqui num projeto da Universal Pictures – que pegava clara carona no sucesso de ‘Um Tira no Jardim de Infância’ (1990), do mesmo estúdio. Reynolds vive um policial que precisa aceitar um menino como parceiro a fim de desvendar um assassinato. Agora, me diga em que planeta a polícia iria aceitar uma criança trabalhando em um caso com seu próprio distintivo? É nota 4.1 nele.

8) A Invasão Começa

Mark Hamill foi um dos atores mais populares dos anos 80, graças ao sucesso da trilogia original de ‘Star Wars’. O ator, é claro, viveu o protagonista Luke Skywalker em ‘Guerra nas Estrelas’ (1977), ‘O Império Contra-Ataca’ (1980) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983). E muitos anos mais tarde retornaria ao papel que o consagrou na mais recente trilogia da franquia. Nesse meio tempo gigantesco, precisou amargar algumas produções, digamos, menos conhecidas. Essa aqui, uma ficção científica sobre uma invasão alienígena e viagem no tempo, tem nota 4.1 e é um dos piores filmes de 30 anos atrás.

7) Engano Mortal

O astro Nicolas Cage voltou com tudo recentemente graças aos sucessos de ‘O Peso do Talento’ e ‘Renfield – Dando o Sangue pelo Chefe’. Mas filmes estranhos não são novidades para o ator, e um dos mais bizarros é este ‘Engano Mortal’, que traz Cage caracterizado de forma peculiar com uma peruca, óculos escuros e bigodinho. O filme fala sobre assaltos e trapaças, com um bando de personagens dúbios. O elenco tem Michael Biehn como protagonista, e Charlie Sheen. A nota é 4.0.

6) O Filho da Pantera Cor-de-Rosa

Há 30 anos, a franquia cômica ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ chegava ao fundo do poço oficial com essa tentativa de reboot. O eterno Peter Sellers foi a cara da franquia nos anos 60 e 70 como o atrapalhado Inspetor Jacques Clouseau. Falecido em 1980, Sellers havia protagonizado em 5 filmes da série, mas os realizadores tinham em mente continuar tais filmes. Primeiro, foi tentado mascarar sua ausência, usando imagens de arquivo (isso mesmo!) em ‘A Trilha da Pantera Cor-de-Rosa’ (1982); depois introduzir outro inspetor atrapalhado em ‘A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa’ (1983). Por fim, era apresentado o filho de Clouseau, papel do italiano Roberto Benigni. O filme não agradou e soma nota 3.9.

5) O Senhor Babá

Ao contrário de outros grandalhões da luta livre, o icônico Hulk Hogan nunca encontrou seu lugar ao sol em Hollywood, quando falamos das produções cinematográficas que resolveu estrelar. Hoje, a cena é extremamente favorável para esses profissionais, e ex-lutadores como Dwayne ‘The Rock’ Johnson, Dave Bautista e John Cena se tornam astros do cinema. Já Hogan, precisou amargar grandes fracassos, sem que ninguém consiga associa-lo a um filme de sucesso – tirando sua ponta em ‘Rocky III’ (1982). Aqui, como diz o título, ele vive um ex-lutador contratado como guarda-costas/ babá de duas crianças ricas e encapetadas – seguindo a linha de ‘Esqueceram de Mim’. O filme marca 3.8 de nota.

4) A Flor Mortal

Algumas personalidades icônicas marcaram época, mas nunca conseguiram emplacar uma produção cinematográfica de sucesso. Acima vimos o caso com Hulk Hogan. E aqui seguimos com a coelhinha da Playboy, Pamela Anderson. A atriz ficou marcada pela série dos anos 80/90 S.O.S. Malibu, mas no cinema nunca obteve tanto destaque. Aqui ela tentava de novo, sem sucesso, neste que é mais um “clone” do sucesso ‘Instinto Selvagem’ (1992). A nota é 3.7.

3) Carnossauro

Ainda falando na “dino-mania” que tomava conta do mundo no início da década de 90, ‘Carnossauro’ entrou para a história dos filmes ruins, se tornando a cópia mais deslavada e cara-de-pau de ‘Jurassic Park’. A diferença é que este longa, produzido por Roger Corman, não esconde suas origens de cinema B, apostando tudo no terror, mas acertando no humor involuntário – daquele tipo que de tão ruim se tornam divertidos. A nota é 3.6.

2) Garotas do Outro Mundo

Por falar em produções desavergonhadas, esse típico exemplar do cinema B passaria totalmente em branco, se não fosse os nomes por trás do projeto. Aqui temos Stallone, Travolta, Swayze e Estevez. Mas calma, essa sendo uma obra totalmente cara-de-pau, não se tratam de Sylvester, John, Patrick ou Emilio. Aqui, na verdade, a “sacada” de “gênio” dos produtores foi escalar Jackie Stallone (a “mama” Stallone, mãe de Sylvester), Joey Travolta (o irmão de John), Don Swayze (irmão de Patrick) e Joe Estevez (tio de Emilio). Sim, quem tem limite é município. Além deles, Burt Ward (o Robin do seriado do ‘Batman’ dos anos 60) e Linnea Quigley, estrela de filmes de terror dos anos 80. A trama, não que importe muito, fala sobre três alienígenas chegando à Terra e assumindo as formas de três beldades garotas de praia. Toma essa. A nota é 3.6.

1) Inferno Selvagem

Chegando em primeira posição dentre os PIORES filmes de 30 anos atrás, temos uma produção estrelada por ninguém menos do que a vencedora do Oscar, Sandra Bullock. Todos têm seus dias ruins, e todo ator tem pelo menos um filme que desafia o bom senso em sua filmografia. Aqui, precisamos levar em conta que foi numa época antes da explosão da atriz em ‘Velocidade Máxima’ (1994). Mesmo assim, Bullock já participava de produções mais expressivas como ‘O Demolidor’ e ‘O Silêncio do Lago’ – ambos lançados no mesmo ano. A nota é 3.5, e o filme mostra uma ativista defendendo a floresta Amazônica e os nativos de exploradores. A intenção é boa, já a execução… Para os babões de plantão, esse é o filme em que Bullock possui algumas cenas, digamos, mais eróticas – o única de sua carreira.

Emma Watson esclarece o motivo de PAUSA em sua carreira: “Não estava muito feliz”

A atriz Emma Watson, que ficou conhecida por interpretar a personagem Hermione na saga de filmes ‘Harry Potter‘ e também por estrelar o live-action da Disney de ‘A Bela e a Fera‘, explicou recentemente o motivo da pausa na carreira.

A atriz, que mora na França com sua família, está atualmente focada no lançamento de um gin premium, chamado Renais (pronunciado “Renée”, que significa “renascimento”).

Em entrevista ao The Financial Times, Watson revelou que estava infeliz e sentindo-se “enjaulada”, e que precisava de uma mudança em sua vida.

“Eu não estava muito feliz, para ser honesta. Acho que me senti um pouco enjaulada. O que achei realmente difícil foi ter que sair e vender algo sobre o qual realmente não tinha muito controle”, disse a atriz.

Watson recebeu ajuda de seu irmão, Alex, que já tem experiência na indústria de bebidas, para lançar o Renais. A atriz não estabeleceu um prazo para retornar às telonas e afirmou estar satisfeita com sua nova empreitada.

Lembrando que a saga ‘Harry Potter‘ será readaptada como uma série de TV para o streaming Max.

Confira o anúncio:

Cada temporada da série será baseada em um dos livros da franquia, com a Warner Bros. Discovery descrevendo a série como uma “série de uma década”. Ela apresentará um elenco completamente novo em relação aos filmes.

“Estamos encantados em dar ao público a oportunidade de descobrir Hogwarts de uma maneira totalmente nova”, disse Casey Bloys, presidente e CEO de conteúdo da HBO & Max. “‘Harry Potter’ é um fenômeno cultural e está claro que há um amor duradouro e uma sede pelo Mundo Mágico. Em parceria com a Warner Bros. Television e J.K. Rowling, esta nova série original da Max mergulhará profundamente em cada um dos livros icônicos que os fãs continuam a desfrutar todos esses anos.”

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts. David Heyman está atualmente em negociações para ser produtor executivo.

“O compromisso da Max em preservar a integridade dos meus livros é importante para mim, e estou ansiosa para fazer parte desta nova adaptação que permitirá um grau de profundidade e detalhe que só é permitido por uma série de televisão de longa duração”, disse Rowling.

‘Homem de Ferro’: Icônica cena pós-créditos foi escrita “de última hora” para o filme

O roteirista Brian Michael Bendis escreveu a cena pós-créditos de ‘Homem de Ferro‘, envolvendo Nick Fury (Samuel L. Jackson), um dia antes da gravação.

Bendis, um dos principais escritores de quadrinhos da Marvel, foi recrutado por Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, para fazer parte de um “comitê” que forneceria notas sobre o roteiro do filme.

Bendis recebeu a ligação de Feige enquanto estava na Long Beach Comic Con, onde Jackson apareceria no dia seguinte para fazer uma participação especial no filme.

“Eu estava na Long Beach Comic Con quando recebi uma ligação de Kevin (Feige), que disse: ‘Samuel L. Jackson está aparecendo amanhã para fazer um favor. Ele fará uma ponta (no filme), e gostaria de saber se você tem tempo para escrever alguma coisa?’ E respondi, ‘Mas é claro!'”, disse Bendis ao Inverse.

Bendis enviou várias versões da cena, mas sabia que a “Iniciativa Vingadores” era a mais forte.

“Quando vi que foram com a Iniciativa Vingadores – que incluía a promessa de mais (filmes) – foi a escolha certa. É um grande (momento) de dedos cruzados porque nada estava definido. Muitas coisas boas precisam acontecer para um filme dos Vingadores acontecer. Depois da estreia, no entanto, era óbvio que esse objetivo estava ao alcance”, explicou Bendis.

Enquanto promovia a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’, Jon Favreau participou do Jimmy Kimmel Live e aproveitou para divulgar uma versão inédita da icônica cena pós-créditos de ‘Homem de Ferro‘, dirigido por ele em 2008.

A cena é famosa por mostrar Samuel L. Jackson como Nick Fury recrutando Tony Stark (Robert Downey Jr.) para a futura reunião dos Vingadores.

Na versão nunca vista, Favreau pede para Jackson filmar uma cena por diversão, algo que todos sabiam que ‘não seria incluído no filme’.

Boa parte da cena é semelhante à versão oficial, até que Jackson fala seu famoso ‘Motherf*cker‘ quando Downey Jr. pergunta quem ele é.

Confira:

Lembrando que a próxima aparição de Fury será na série ‘Invasão Secreta‘, que estreia na Disney+ ainda este ano.

Confira o trailer, dublado e legendado:

Samuel L. Jackson estrela a produção como o implacável Nick Fury. O elenco ainda contará com o retorno da ex-agente da S.H.I.E.L.D. Maria Hill (Cobie Smulders), o agente da CIA Everett Ross (Martin Freeman) e o Máquina de Combate James Rhodes (Don Cheadle).

O grupo embarcará em uma aventura envolvendo os Skrull, os aliens transmorfos introduzidos em ‘Capitã Marvel‘.

Confira a sinopse oficial:

“‘Invasão Secreta’ é uma série recém-anunciada para a Disney+ que traz Samuel L. Jackson como Nick Fury e Ben Mendelsohn como o Skrull Talos – personagens que se conheceram em ‘Capitã Marvel’. A série marca o evento crossover por trás de uma facção de Skrulls que mudam de forma e que se infiltraram na Terra há anos.”

Lembrando que foi anunciado durante o painel na San Diego Comic-Con, que ‘Invasão Secreta‘ será lançada em 2023, durante a primavera norte-americana (período entre março e maio).

O elenco de ‘Invasão Secreta‘ também contará com Emilia Clarke, Olivia Colman, Kingsley Ben-Adir, Carmen Ejogo, Christopher McDonald e Killian Scott.

A produção deve se inspirar nos quadrinhos de mesmo nome, que mostram Fury (Jackson) e Talos (Mendelsohn), o líder dos Skrulls, durante uma invasão alienígena na Terra.

A primeira temporada contará com seis episódios.

‘Quarteto Fantástico’: Paul Mescal RECUSOU papel de Tocha Humana, afirma rumor

De acordo com o insider Big Screen Leaks, o ator Paul Mescal (‘Aftersun’) recusou o papel de Johnny Storm/Tocha Humana no novo filme do ‘Quarteto Fantástico para a Marvel Studios.

O motivo seria a agenda muito ocupada do ator, que estaria se preparando para filmar ‘Gladiador 2‘, do diretor Ridley Scott, e logo em seguida ‘Hamnet‘, da diretora Chloé Zhao.

Após rumores de que o ator Adam Driver (‘Casa Gucci’, ‘Star Wars’) estaria em negociações para interpretar Reed Richards no vindouro filme ‘Quarteto Fantástico‘ para a Marvel Studios, chegou a vez da pipocarem rumores sobre quem interpretará a heroína Sue Storm/Mulher Invisível.

De acordo com a insider Grace Randolph, a atriz Vanessa Kirby (‘Missão: Impossível’) é a escolha principal da Marvel Studios para interpretar a personagem.

Outras atrizes na mira do estúdio também são Mila Kunis (‘Amizade Colorida’), Allison Williams (‘M3GAN’) e Jodie Comer (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).

Por enquanto, considere que essas informações são apenas rumores e nada foi oficialmente confirmado pela Marvel Studios.

Por falar em elenco, o diretor Matt Shakman tocou no assunto durante uma entrevista para o Comic Book, dizendo:

“Há muito lá fora, cara”, ele conta. “Realmente há. É doido. Como eu aprendi com ‘WandaVision’, é adorável ver o nível de engajamento que os fãs têm com esse material, porque sou fã também e tenho lido Quarteto Fantástico desde que eu era uma criança”.

Shakman continua: “eu amo esses personagens. Amo a chance de poder trazê-los ao MCU e realmente quero acertar. E sei que todo mundo está muito animado. E eu encorajo isso. Acho que é ótimo. Mas não tenho respostas para ninguém hoje sobre o elenco”.

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

‘Cobra Kai’: Sala de roteiristas da 6ª temporada é PARALISADA devido à greve

Co-criador da série ‘Cobra Kai‘, Jon Hurwitz, anunciou através do Twitter que a sala de roteiristas para a sexta e última temporada foi paralisada devido à greve do Writers Guild of America, sindicato que representa os roteiristas de cinema e televisão nos Estados Unidos.

A greve foi motivada pela busca por melhores salários e resíduos nos projetos de streaming. Segundo Hurwitz, a equipe de ‘Cobra Kai‘ apoia a greve, mas espera retornar assim que um acordo justo for estabelecido.

“Detestamos greves, mas se for preciso, faremos isso com força. A sala dos roteiristas de Cobra Kai está paralisada. Nenhum escritor no set. Não são momentos divertidos, mas infelizmente são necessários. No momento em que um acordo justo estiver em vigor, voltaremos a detonar. Enquanto isso, mandando força e apoio ao comitê de negociação. Vocês vão conseguir.”

Esta é a primeira rodada de negociações para um novo acordo desde que as plataformas de streaming se estabeleceram na indústria, e os roteiristas sentem que seus pagamentos não correspondem às programações atuais.

Enquanto isso, relembre o trailer da 5ª temporada:

No novo ciclo, “depois do resultado chocante do Torneio Regional, Terry Silver tenta expandir o império Cobra Kai e fazer o estilo de caratê ‘sem compaixão’ dominar a região. Com Kreese preso e Johnny Lawrence longe do caratê para reparar os danos que causou, Daniel LaRusso precisa pedir ajuda a uma pessoa do passado”.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

Cobra Kai se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

‘Boogeyman: Seu Medo é Real’: ganha novos cartazes ATERRORIZANTES; Confira!

A 20th Century Studios divulgou um novos cartazes de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘, longa de terror dirigido por Rob Savage (‘DASHCAM’), que tem previsão de estreia para o dia 1º de junho.

Confira:

Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.

Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

 

‘Duna: Parte II’: Sequência ganha teaser e cartaz oficiais; Trailer será lançado AMANHÃ!

A aguardada sequência ‘Duna: Parte II‘, que traz Dennis Villeneuve de volta à cadeira de direção, ganhou teaser e cartaz oficiais.

Divulgado pela Warner Bros., o trailer completo será lançado amanhã, 03 de maio.

Confira:

Anteriormente, foram divulgadas imagens inéditas da continuação, que incluem Paul Atreideis (Timothée Chalamet), Chani (Zendaya), Lady Jessica Atreides (Rebecca Ferguson), além de novos rostos, como Princesa Irulan Corrino (Florence Pugh).

Confira abaixo:

Lembrando que a sequência também contará com o retorno de Josh Brolin, além de introduzir Austin Butler, Christopher WalkenSouheila Yacoub.

Léa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’) irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.

Duna: Parte II‘ chega aos cinemas no dia 3 de novembro de 2023.

Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Star Wars’: Filme de Taika Waititi pode começar a ser gravado no ano que vem

De acordo com o Deadline, o filme de Taika Waititi para a franquia ‘Star Wars‘ começará a ser gravado no ano que vem, visando um lançamento para 2025.

Anunciado em 2019, o projeto passou por adiamentos e engavetamentos, visto que Waititi estava ocupado desenvolvendo filmes como ‘Thor: Amor e Trovão‘, ‘Next Goal Wins‘, e a série ‘Nossa Bandeira é a Morte’. Agora, fontes dizem que o cineasta já está decidido a dirigir o longa em breve.

Durante uma entrevista para a Variety, Kennedy informou que Waititi estava escrevendo o roteiro sozinho e não queria envolver outros escritores para proteger sua voz única e singular.

“Taika ainda está trabalhando no projeto. Ele está escrevendo o roteiro sozinho e não quer trazer outras pessoas para esse processo, e eu não o culpo. Ele tem uma voz muito, muito única. Então queremos proteger isso e é isso que ele está fazendo. Mas um dia vamos fazer esse filme.”

Segundo Kennedy, o projeto está em andamento e será realizado, mas ainda não há uma data definida para o início da produção.

De acordo com a Variety, o diretor está planejando desempenhar um papel em seu próprio filme da saga ‘Star Wars.

Foi dito que Waititi deve ter um papel coadjuvante com uma devida importância na trama, algo parecido com o Korg, seu personagem nos filmes do ‘Thor’.

Waititi é bastante conhecido por suas participações de destaque nos próprios trabalhos…

Para quem não sabe, ele também interpretou o droide IG-11 nos episódios que dirigiu da série ‘The Mandalorian‘, e deu vida a um Hitler imaginário em ‘Jojo Rabbit (2019).

Embora o projeto não tenha data de lançamento, o portal indica que o lançamento deve acontecer em dezembro de 2025, marcando o retorno dos filmes da saga.

Até o momento, ainda não há nenhum informação oficial sobre a trama do vindouro longa.

Enquanto aguardamos novidades sobre a narrativa e o elenco, vale lembrar que o filme mais recente de Waititi é ‘Thor: Amor e Trovão’.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Há cinco anos, franquia ‘Cloverfield’ entregava uma conclusão decepcionante; Relembre o filme!

J.J. Abrams sempre soube como criar uma grande expectativa acerca de suas obras – e ainda que tenha atuado apenas como produtor, ‘Cloverfield’ talvez seja a compilação mais efervescente dos últimos anos. Após o grande sucesso da primeira iteração, ele resolveu mergulhar ainda mais fundo em um universo repleto de possibilidades e de subtramas bem interessantes, trabalhando às escondidas e lançando sem qualquer premeditação a sequência ‘Rua Cloverfield, 10’, um dos maiores sucessos de 2016 e que abriu margem para um cosmos próprio e cujo enfoque seria numa ficção científica diferente das demais, prezando muito mais pelo terror do pesadelo psicológica que pelos convencionalismos do gênero. O anúncio do terceiro longa-metragem emergiu com aceitação quase unânime por parte dos fãs – e mais uma vez Abrams repetiu efeito surpresa ao lançá-lo pela plataforma Netflix sem mais nem menos. O principal problema, porém, é que a nova continuação definitivamente não faz jus àquilo que promete. 

Se o primeiro e o segundo filmes já se conectavam por estarem ambientados em uma mesma cronologia, ‘O Paradoxo Cloverfield’ procura explicar o inexplicável ao nos levar ao momento em que as monstruosas criaturas que destruíram Nova York e São Francisco pisaram no solo da Terra, mostrando que tudo foi, assim como diversas narrativas que se inclinam para a vertente em questão, fruto da ambição desmedida do ser humano e suas irremediáveis consequências. O pano de fundo da nova história é um tanto quanto caótico, encontrando um espaço digno de ser endossada perante uma crise de energia que coloca o mundo inteiro à beira de uma iminente III Guerra Mundial; logo, cabe à aliança de diversos cientistas descobrir uma fonte de alimentação renovável e que não pode mais ser encontrada na natureza, mas sim no espaço. 

Após um breve e interessante prólogo, que nos transporta da Terra para a Estação Espacial Cloverfield de forma muito bem construída, percebemos que as coisas não são tão fáceis quanto se imagina. Julius Onah substitui Dan Trachtenberg na cadeira de direção e, se há uma coisa que ele consegue fazer, é deixar um gostinho de quero mais desde os primeiros minutos. Apesar da falta de identidade atmosférica na maior parte do filme, não se pode negar que o primeiro ato é carregado com uma ambiência tensa e angustiante, reafirmada tanto pela quase inexistência de diálogos e pela montagem alternada entre planos fechados e gerais entre a tripulação da espaçonave e o acelerador de partículas intitulado Shepard e que tem como principal intuito fornecer essa nova fonte de matéria-prima para o mundo. 

Assim como a obra predecessora, que trazia as crises internas de Michelle (Mary Elizabeth Winstead) acerca de suas escolhas e sua estabilidade obrigatória, temos também a presença comovente de Gugu Mbatha-Raw como a chefe de operações Hamilton, que aceitou esse novo trabalho para conseguir superar um doloroso trauma, ainda que tenha deixado seu marido a milhares de quilômetros de distância. Entretanto, o que outrora era visto como uma pausa da dura realidade que enfrentavam e a possibilidade de encontrar um novo significado para sua vida, torna-se um pesadelo, primeiro pela longevidade do projeto – que já ultrapassa dois anos – e segundo por negligências que os personagens insistem em enxergar. 

O roteiro assinado por Oren Uziel e Doug Jung tenta desvencilhar-se das barreiras formulaicas, mas acaba caindo em sua própria tentação e impõe limites que simplesmente não deveriam existir. A passagem do ato inicial para o seguinte é interessante e utiliza-se de um foreshadowing óbvio e funcional ao mesmo tempo. Através de uma transmissão jornalística sobre o outro lado dessa busca pelo funcionamento integral do Shepard, incluindo o que uma teoria da conspiração que empresta seu nome ao título do filme, que diz que cada vez que a série de testes é feita em relação ao acelerador, as chances de causar uma ruptura no espaço-tempo e afetar a organicidade das multi-dimensões aumenta exponencialmente. A equipe certamente não dá ouvidos a essas hipóteses sem fundamento e é apenas lógico que caiam exatamente no que renegavam: após o último teste, a nave acaba ressurgindo em uma outra realidade – mas esse não é o maior fator de risco, e sim o fato de que essa dobra do multiverso está tentando reclamar pela ordem que foi alterada. 

À medida que a história se desenrola, percebe-se que o filme mantém relações com ‘O Enigma do Horizonte’, terror espacial dirigido por Paul W.S. Anderson em 1997. A trama gira em torno do retorno da nave Horizonte, que perdeu-se no universo por sete anos e ressurgiu sem mais nem menos, levando um time de cientistas a investigar o que realmente aconteceu. Os paralelos na verdade se mantêm em um nível promissório, visto que em ambas as obras a nave parece ter vida própria e moldar a realidade conforme deseja, colocando tudo em seu devido lugar ainda que isso coloque os protagonistas em uma luta pela sobrevivência. Mas se essa premissa não funcionou naquela época, não espere que a mesma perspectiva seja tratada de outra forma aqui: ainda que interessante durante o arco que envolve o rude Volkov (Aksel Hennie), tudo entra em um âmbito de pura bizarrice cinematográfica. 

É risível e ridículo a forma como as cenas de tensões recebem seu tratamento aqui. Diferentemente da sutileza construtiva de Rua Cloverfield, 10 e até mesmo da estética em found footage de ‘Cloverfield – Monstro’, Onah não ousa – então espere sim os planos fechados em momentos de epifania científica e a câmera na mão com os ângulos distorcidos e o excesso de planos holandeses em sequências de ação e de luta. O problema é que nada disso se torna fluido e quase nenhuma parte tem uma explicação válida – ora, Elizabeth Debicki faz uma entrada surpreendente como Jensen apenas para ser desperdiçada e tratada como uma vilã maniqueísta e sem qualquer objetivo aparente. Aliás, é difícil realmente enxergar algum dos personagens sem cair nos estereótipos do gênero (nem mesmo as referências a ‘Alien, O Oitavo Passageiro’ conseguem resgatar um pouco de brilho). 

Os problemas de lógica são diversos na narrativa que insiste em transitar em diversos pontos de vista. Infelizmente, o mais interessante deles, centralizado na Terra, nunca chega a ganhar a atenção merecida. Então ficamos confinados a uma jornada tediosa na qual os roteiristas apresentam bizarrices que não conseguem trazer um tom de horror espacial para a fita. Há momentos que até mesmo a comédia entra em jogo, desperdiçando uma boa ideia. Apesar de apresentar esse lado ridículo e fora de tom, ao mesmo tempo investem em dramas fabricados com personagens superficiais e desinteressantes. Como é uma tarefa árdua simpatizar com algum dos tripulantes (muitíssimo burros, aliás), quase toda a narrativa entra em colapso, pois não existe interesse em ver como a história termina. E pior, quando termina, consegue evocar memórias recentes de outra ficção científica muito melhor realizada: ‘Vida’. 

Ao menos a trilha sonora permanece no mesmo padrão tétrico, visto que Bear McCreary retorna como responsável pelo escopo sonoro. A utilização de um frenesi acústico, pautado pela entrada de um piano elétrico e por violinos dissonantes é um dos poucos pontos altos do filme e também contribui para todo o potencial desperdiçado e presunçoso que as iterações anteriores não traziam para a tela. A tentativa de se entregar a um drama intimista é tão grande que nem ele nem mesmo consegue se encaixar na cronologia da franquia – o aparato tecnológico definitivamente não conversa com a época retratada. 

‘O Paradoxo Cloverfield’ é um fracasso total. Além de se afastar completamente da envolvente atmosfera criado por seus irmãos, essa é realmente uma obra-prima de como não continuar uma franquia de sucesso; ao menos ‘O Enigma do Horizonte’ não se leva a sério e nem tenta ser uma coisa que não é. 

‘Mamma Mia 3’: Produtora dá atualizações EMPOLGANTES sobre sequência

Mamma Mia!‘ pode ganhar um terceiro filme, de acordo com a criadora e produtora Judy Craymer.

Em entrevista ao Deadline, Craymer revelou que um novo filme da franquia está em estágios iniciais de desenvolvimento e que há potencial para uma trilogia, e ainda sugeriu o retorno de Meryl Streep:

“Não quero bater na mesma tecla, mas eu sei que tem uma trilogia aqui. Há história a ser contada, e acredito que Meryl [Streep] retornaria se o roteiro estiver bom, já que ela amou interpretar Donna”, disse Craymer

Anteriormente, o ator Dominic Cooper, que esteve nos dois filme, comentou sobre a possibilidade de um terceiro filme:

“Olha, não sei. Eu mandei uma mensagem para o produtor de Mamma Mia! quando o álbum recebeu críticas boas e ouvi algumas das músicas… Pensei tipo: ‘Isso é fenomenal! Eles estão fazendo música nova de novo! Excelente!”, disse Cooper.

Que completou com: “Mas quem sabe? Eu não sei… O último levou 10 anos para chegar às telas. Em 10 anos, não sei o que estarei fazendo, se alguém iria querer isso daqui a 10 anos, se ainda vou estar por perto”.

Lily James, que interpretou uma versão jovem de Donna em ‘Mamma Mia!: Lá Vamos Nós de Novo‘, disse que também torce para a franquia ganhar mais um filme: “Estou desesperada para que aconteça. Aquilo foi surreal! Foi tão divertido cantar em uma praia e em um barco. Eu não sei. Por que não está acontecendo? Todos nós precisamos disso agora”.

Confira o trailer de ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!‘:

A trama, que se passa cinco anos após os eventos do primeiro filme, acompanha Sophie enquanto ela se prepara para reabrir o Hotel Bella Donna e, simultaneamente, aprende mais sobre o passado de sua mãe.

O primeiro filme lançado em 2008 arrecadou US$ 610 milhões em todo o mundo. Já ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘ fez US$ 395 milhões mundialmente.