ACW divulgou a prévia oficial de “Partners in Time”, oitavo episódio da 9ª e última temporada de ‘The Flash’.
Na trama, “uma inspeção de molde aparentemente simples nos Laboratórios S.T.A.R. leva a anomalias de tempo inesperadas. Barry (Grant Gustin) e Iris (Candice Patton) tentam entender a confusão – e descobrir como chegar de volta à sua realidade. Chester (Brandon McKnight) admite um segredo para Allegra (Kayla Compton), o que torna as coisas estranhas entre os dois, e Allegra conta com Cecile (Danielle Nicolet) para agir como um tampão. Enquanto isso, Khione (Danielle Panabaker) conhece com um velho amigo do Team Flash.”
Dirigido por Ed Fraiman e escrito por Sarah Tarkoffe Joshua V. Gilbert, o capítulo vai ao ar no dia 05 de abril.
Confira:
Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de ‘The Flash’ começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
A 2ª temporada da série animada ‘Star Trek: Prodigy’ foi anunciada no ano passado pela Paramount+ e, agora, os novos episódios já têm previsão de estreia (via Collider).
O próximo ciclo será lançado no inverno estadunidense, isto é, entre os meses de dezembro de 2023 e fevereiro de 2024.
Sobre a renovação, os criadores Kevin e Dan Hagemanhaviam declarado: “Agradecemos muito a Paramount+ e a Nickelodeon por estender nossa jornada em mais alguns episódios. Também queremos agradecer aos fãs que rapidamente adotaram e se importaram com nossos personagens.”
Our deepest gratitude to @paramountplus and @NickAnimation for adding a few more lightyears to this trek. As well as the fans who have quickly adopted this wayward crew.
A trama gira em torno de um grupo de adolescentes rebeldes que descobrem uma nave abandonada da Frota Estelar. Juntos, eles tomam controle do veículo e o usam para embarcar em aventuras incríveis, buscando o significado da vida e da salvação do universo.
A trama nos leva de volta à era da Guerra Fria para narrar como se desenrolou a verdadeira história da batalha legal de alto risco para garantir os direitos de propriedade intelectual do Tetris.
O Tetris é um videogame de quebra-cabeças criado pelo engenheiro de software soviético Alexey Pajitnov, em 1984. Com mais de 202 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, o jogo se tornou um dos mais vendidos de todos os tempos, estando disponível em mais de 65 plataformas, além de ter influenciado diversos âmbitos da arte – incluindo arquitetura, música e cosplay – e servido como base de diversos estudos que analisam sua complexidade teorética e seus efeitos no cérebro humano (como, por exemplo, o Efeito Tetris).
Como válvula de escape ou uma terapia alternativa, o humor sempre foi uma forte ferramenta usada para lidar com o luto. Entre perdas e derrotas, a comédia consegue ser um excelente canalizador do sofrimento, gerando aquela combinação agridoce entre o chorar de rir e o rir pra não chorar. A Sete Palmos,Mal de Família e Falando a Real são algumas séries que englobam esse espectro, que como um caleidoscópio, apresenta uma infinidade de possibilidades narrativas. Mas nenhuma delas explicaria o que de fato é Instável, nova original da Netflix. Com seu conceito alicerçado nessa mesma proposta, a produção cocriada por Rob Lowe e seu filho John Owen Lowe não respeita nem os mortos, nem muito menos os vivos.
Na trama, Ellis Dragon (Rob Lowe) é um viúvo bilionário, distante do seu único filho. Deslocado sem sua esposa, falecida em um acidente de carro, ele tenta administrar a dor da perda com um comportamento errático e bem peculiar. Magnata do Vale do Silício, ele é inovador, criativo, mas também instável. Sem o domínio de suas próprias emoções e sempre à beira de um colapso nervoso, ele é um homem em frangalhos que corre o risco de destruir sua empresa, caso não reconheça o processo pessoal em que se encontra. Já Jackson Dragon (John Owen Lowe) tenta se livrar do estigma que a pitoresca persona de seu pai trouxe para si. E agora navegando em águas desconhecidas, essa desestruturada e incompleta família tenta vencer os estágios do luto, entre trancos e barrancos.
Na teoria, Instável tem boas intenções, ainda que sua premissa não seja inovadora. Embora tente entregar uma dramédia com algum nível de conexão com a audiência, o abuso de estereótipos hollywoodianos e a falta de carisma de seu elenco impedem a produção de ir além. Mesmo com episódios curtos, a original Netflix é exaustiva logo em seu segundo episódio, com uma trama pouco original, marcada por tropos cinematográficos que beiram o cafona. Se apropriando da temática do luto, sem sequer realmente abordá-lo com qualquer densidade, a série tem a profundidade de um píres e beira o desrespeitoso.
Com um “humor” que tenta flertar com o constrangedor e o sombrio, simultaneamente, a produção tem um roteiro preguiçoso e mal escrito, incapaz de cruzar as barreiras do mínimo viável para uma boa história. Imatura e propositalmente tomada pelo overreacting, Instável até tenta usar esse recurso exagerado como um formato estilístico. Mas por pecar pavorosamente em todos os demais aspectos, até o intencional se torna um tiro que saiu pela culatra. Um claro desperdício de recursos, a série da Netflix é um catálogo de diálogos cafonas, protagonistas constrangedores e nenhuma genuína ligação com a audiência.
Trazendo apenas oito episódios de pouco menos de 30 minutos de duração, a produção é mais uma daquelas que facilmente se aconchega na empoeirada prateleira de horrorosos originais Netflix. Nem comédia e nem drama, Instável é um tempo perdido irrecuperável. Aqui, o popular Rob Lowe e seu filho John perdem a oportunidade de explorar o luto por uma ótica mais realista e palpável, tratando com seriedade e leveza um dos assuntos mais complexos e delicados que existem. Mas optando por um viés absolutamente ridículo e incoerente, a série é resultado do nepotismo vigente na indústria do entretenimento – que favorece astros populares e seus nepo babies – e beira um insulto à criatividade de talentosos roteiristas da Black List, que ainda lutam por um espaço em Hollywood.
Em entrevista ao The Ryan Tubridy Show, Russell Crowe (‘Fúria Incontrolável’) quebrou o seu silêncio sobre um possível retorno na sequência ‘Gladiador‘, apesar do desfecho definitivo do seu personagem no longa original.
“Tenho certeza que eles entrarão em contato comigo em algum momento, mas até agora não recebi nenhuma ligação. A sequência será uma extensão da narrativa [original], mas é ambientada após a morte do meu personagem, então não estou realmente envolvido [na história]. Ouvi dizer que o Paul [Mescal] é um ótimo rapaz, e eu o desejo muita sorte com o projeto. Acho que eles irão contar a história do jovem Lucius, ascendendo ao seu papel como Imperador. Essa é uma ideia muito inteligente dentro deste universo que nós criamos.”
Ele completa, “Não gosto de pensar muito nisso porque me faz lembrar de um período que eu era obviamente muito mais jovem. E, atualmente, as memórias fantásticas daquela experiência estão perfeitamente cristalizadas. Eu penso naquela época e amo cada minuto, o que não era necessariamente sempre o caso.”
Paul Mescal (‘A Filha Perdida’) será o protagonista da continuação. Já o ator Barry Keoghan, de ‘Os Banshees de Inishirin‘, interpretará o antagonista do filme.
O elenco ainda contará com Denzel Washington (‘Dia de Treinamento’).
A história de se passará anos após o término do primeiro longa e mostrará como os eventos da vida de Maximus influenciaram a jornada de Lucius Verus – filho de Lucilla (Connie Nielsen), que foi vivido por Spencer Treat Clark (‘Vidro’) no original.
Uma das ferramentas mais importantes de qualquer negócio nesse mundo tão dinâmico em que vivemos, o marketing e seus profissionais visam entregar a pessoa certa os serviços que mais a interessem. Uma das características mais marcantes é a de identificar necessidades que muitas vezes viram inovação. Pensando sobre isso, resolvemos criar uma lista para refletir sobre o assunto. Segue abaixo: 10 filmes pra você que curte marketing.
Na trama, conhecemos o jovem e ambicioso Tomasz Giemza (Maciej Musialowski, em atuação destacada) que vem de origem humilde, do interior da Polônia e tem seus estudos sustentados por tios ricos da capital. Invejoso pelos que os outros tem e ele não, possui uma obsessão com a família que o ajuda nos estudos. Quando o protagonista perde sua bolsa de estudos por conta de um plágio em um trabalho, seu mundo começa a se despedaçar e ele, apaixonado por Gabi (Vanessa Aleksander), filha dos tios que sustentaram seus estudos, entra em uma polêmica equipe de marketing digital onde começa a se envolver com difamação e ódio contra determinados alvos pelas redes sociais.
Na trama, conhecemos o vendedor de máquinas de Milk Shake, Ray Kroc (Michael Keaton), um desiludido ser humano que busca há mais de 50 anos uma grande oportunidade empreendedora. Certo dia, após receber uma ligação de seu escritório, dirige rumo à rota 66 e encontra um empreendimento fabuloso do ramo alimentar, principalmente em sua ágil linha de produção, criado pelos irmãos Dic (Nick Offerman) e Mac (John Carroll Lynch) Donald’s. Assim, resolve estreitar laços com os irmãos e vira um franqueado da rede de sanduíches. Mas com sua ambição batendo toda hora em sua consciência, Ray resolve ter como objetivo de vida aumentar a rede para mais franqueados e com o passar do tempo um Mc Donalds era inaugurado a todo instante em todo os Estados Unidos.
O contorno do filme é muito bem detalhado. Explica-se a ascensão de Jobs, desde sempre já passando a perna no amigo e co-criador do seu maior projeto Steve Wozniak, quando ambos fizeram um jogo para a nostálgica Atari e Jobs repassou apenas parte do que ganhou, mentindo sobre valores. Tão concentrado em seu o grande Deus da computação nos anos subseqüentes de sua revolução, esqueceu-se de ser um bom ser humano e tratar as pessoas, principalmente as que o cercam com o mínimo de dignidade. Sua rigidez em todo o processo de trabalho de sua maça famosa deixou-o com fama de carrasco, fazendo tudo o que estava em seu alcance para conquistar seus objetivos.
Ford vs Ferrari
O ego, o marketing e o início de uma lenda das disputas automobilísticas. Chegando sem muita força no circuito exibidor brasileiro anos atrás, o longa-metragem estrelado por Matt Damon e Christian Bale nos leva décadas atrás onde houve uma disputa de poder entre duas grandes lendárias escuderias. Misturando as razões e as emoções, cada um em uma ótica, os executivos e o marketing, a paixão e entendimento por pilotar, Ford Vs Ferrari é um filme bem construído que deve agradar aos amantes da velocidade.
Após anos desde o início da internet poucas gerações atrás, e com o avanço na maneira instantânea em se comunicar de qualquer lugar através de uso de dados, uma pergunta anda em nossas mentes frequentemente: eu estou sendo manipulado? Justificando essa indagação, no final de julho passado, a toda poderosa do streaming Netflix lançou o impactante documentário Privacidade Hackeada, que fala antes de mais nada sobre o escândalo de papéis de ‘hackers’ da empresa britânica Cambridge Analytica em famosas campanhas políticas.
Na trama, conhecemos a ex-atleta olímpica da marcha atlética Connie (Kristen Bell), uma mulher perto dos 40 anos, que após anos se dedicando a um esporte que poucos ligam, virou uma dona de casa. Ela é muito infeliz no casamento com o marido Rick (Joel McHale), um homem grosseiro que viaja pelos Estados Unidos pelo seu trabalho na receita federal. Connie só tem uma grande amiga, Jojo (Kirby Howell-Baptiste). Ambas são viciadas em conseguir cupons de desconto e essa satisfação que sentem acaba virando uma ideia de empresa quando elas descobrem brechas em vendas desses cupons de forma online, porém totalmente ilegal. Ganhando milhões, elas começam a criar suspeitas no analista de cupons Ken (Paul Walter Hauser) que se junta ao agente federal dos correios Simon (Vince Vaughn) para tentar parar a dupla de amigas.
Na trama, conhecemos Álvaro Torres (Leonardo Sbaraglia) um homem metódico, óbvio, previsível, que parece não se atualizar mesmo trabalhando no dinâmico universo do marketing. Ele, não se sabe ainda porquê, é um dos gerentes criativos de uma empresa chamada Noblex que entre outros eletrônicos busca soluções para melhorar as vendas de suas televisões. Certo dia, já no limite de conflitos não só na vida profissional mas também na pessoal, ele acaba tirando da cartola uma ideia inusitada: aproveitando a onda de descontentamento com a seleção argentina de futebol, que na época dessa ação que se segue era quinta colocada nas classificatórias para a Copa do Mundo de 2018, ele sugere que caso a Albiceleste não se classifique para a Copa a empresa devolveria o dinheiro das televisões da marca para os que comprassem durante determinado período. A ação dá muito certo, muitas televisões são vendidas, só que a seleção argentina, a cada jogo que passa, corre mais riscos de não se classificar, levando Álvaro a uma enorme pressão.
Colmeia
Vencedor de três importantes prêmios do prestigiado Festival de Sundance em 2021, A Colmeia nos mostra a trajetória de Fahrije (Yllka Gashi) uma mulher guerreira e batalhadora que está com o marido desaparecido por conta da guerra. Ela, precisando ter dinheiro para sobreviver junto aos filhos e o sogro que mora com ela, resolve empreender com a ajuda de outras mulheres. Fato esse que gera uma enxurrada de preconceitos e até mesmo assédio de vários tipos, principalmente dos homens da região.
Na trama, acompanhamos a vida corrida do hiperativo chef de cozinha Carl (Interpretado pelo diretor e ator Jon Favreau), um homem de meia idade que possui um relacionamento amistoso com sua ex-mulher mas que nunca conseguiu dar a atenção devida a seu único filho. Carl trabalha em um restaurante onde se vê diariamente limitado aos pratos obsoletos que o dono do estabelecimento (Dustin Hoffman) impõe. Certo dia, após conhecer o twitter e a fúria de um renomado crítico culinário, resolve comprar um trailer e sair vendendo comida pelas ruas. Assim, nessa nova vida, Carl redescobre o amor, melhora o relacionamento com seu filho e passa a voltar a ter um grande prazer pela arte do cozinhar.
Na trama, conhecemos, em algumas partes, o conturbado mundo do multibilionário Steve Jobs (Michael Fassbender). Desde sua meteórica expectativa criada no mundo da tecnologia, até sua difícil relação familiar, principalmente os conflitos sobre ser ou não ser o pai de sua filha biológica. Com várias passagens temporais e a adoção de alguns flashbacks construtivos, Steve Jobs é sem dúvidas um dos grandes filmes do ano. Belíssimo trabalho.
A Paramount+ Brasil divulgou novos cartazes oficiais de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’, série derivada do clássico musical ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 07 de abril, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.
Confira, junto ao trailer legendado:
O elenco é formado por Marisa Davila como Jane; Cheyenne Isabel Wells como Olivia; Ari Notartomaso como Cynthia; Tricia Fukuhara como Nancy; Shanel Bailey como Hazel; Madison Thompson como Susan; Johnathan Nieves como Richie; Jason Schmidt como Buddy; Maxwell Whittington-Cooper como Wally; Jackie Hoffman como o assistente McGee; Charlotte Kavanagh como Rosemary; Josette Halpert como Dot; Nicholas McDonough como Gil; Maximo Weber Salas como Shy Guy; e Alexis Sides como Potato.
De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre”.
Annabel Oakes (‘Atypical‘) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.
Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.
De acordo com a Variety, ‘Rise of the Pink Ladies‘ trará uma série de novas canções, mas não deve trazer alguns dos números mais icônicos do musical, devido à restrições de direitos autorais.
A The CW divulgou a prévia oficial do quarto episódio de ‘Gotham Knights’, intitulado “Of Butchers and Betrayals”.
Na trama, “depois de descobrirem pistas em sua investigação, Turner e Harper esquadrinham uma possível conexão entre a morte de Bruce Wayne e a misteriosa morte de um advogado. Enquanto isso, Carrie e Duela vão para um asilo para questionar Eunice. Em Belfry, Stephanie se abre para Cullen sobre sua vida na casa, enquanto Harvey faz uma descoberta enervante”.
O capítulo vai ao ar no dia 04 de abril.
Confira:
Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.
A série foi criada por Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, roteiristas da adorada série ‘Batwoman’. Abrams também entra como co-produtora executiva.
A gente não cansa de dizer que os anos 1980 e 1990 foram muito doidos. E foram mesmo! A televisão brasileira, por exemplo, é uma prova viva disso que estamos falando. Quanto mais o tempo passa e a gente olha para trás, mais a gente se depara com os absurdos que eram exibidos em tv aberta para qualquer pessoa assistir, em qualquer horário, sem muito critério ou responsabilidade. Isso vale para todas os canais de televisão que tínhamos na época! E a história de um dos principais canais brasileiros começou recentemente a ser contada na primeira temporada da série ‘O Rei da TV’, cuja segunda temporada chega com exclusividade a partir de hoje na Star Plus, contando um pouquinho mais da história da SBT e de seu dono, o apresentador Silvio Santos.
Após superar o medo de perder a voz para sempre e se submeter a uma cirurgia de pólipo na garganta Silvio Santos (José Rubens Chachá) está de volta ao Brasil, firme e forte e cheio de projetos. Com o SBT crescendo e com Gugu Liberato (Paulo Nigro) na geladeira, esperando para sempre para estrear seu programa Domingo Legal, Silvio Santos mantém seu reinado aos domingos com participações especiais de Elke Maravilha, Hebe Camargo, Sérgio Mallandro (Gui Santana), Pedro de Lara (Ary França), Chacrinha e tantos outros ícones da TV brasileira. Apesar disso, o senhor Abravanel começa a cultivar novas ambições e querer alçar novos voos, afinal, uma popularidade tão grande poderia resultar em uma boa candidatura à presidência da república… A questão é que sua vontade de governar o país talvez entre em conflito com a gerência de suas empresas no Grupo SBT, pois nem todo mundo partilha da mesma opinião sobre o futuro do SBT.
Para quem amou a primeira temporada que chegou com tudo, esta segunda parte está simplesmente fenomenal! Parte disso se deve ao fato de o roteiro de André Barcinski, Ricardo Grynszpan, Anna Carolina Francisco, Henrique Melhado e Marcela Macedo fazer uma passagem de tempo e se aproximar mais da virada das décadas de 1980 e 1990, que é o período em que o público consumidor de streaming viveu, assistindo tudo de nossas casas. É simplesmente pura nostalgia ver (ou rever) a participação de personagens especiais que fizeram parte do imaginário popular durante décadas e que agora são resgatados para a série, como os acima mencionados, deixando um sabor gostoso de lembrança de bons tempos, como o grupo de boy band Dominó ou as novelas mexicanas e suas estrelas que vieram fazer intercâmbio aqui no Brasil.
Se na primeira temporada conhecemos o homem por trás do apresentador de auditório, nessa segunda temporada Silvio Santos se aproxima mais do símbolo que todos nós conhecemos; consequentemente a nova parte de ‘O Rei da TV’ chega totalmente maratona do pois é simplesmente bem difícil parar de assistir. O trabalho de pesquisa e de reconstrução de arte sobre esta época – desde o figurino, os cabelos e até mesmo o consumo excessivo de refrigerante – nos transporta a um período épico da cultura pop, época em que as crianças, que hoje são adultas, passaram suas infâncias assistindo a estes personagens na televisão, com seus defeitos e qualidades ao vivo.
As duas temporadas de ‘O Rei da TV’ são impecáveis, sendo este lançamento ainda melhor do que a temporada anterior. Um convite para resgatar memórias e conhecer a época de ouro da televisão brasileira, com direito a visita aos bastidores e muita intriga.
Desde sua estreia no cenário fonográfico, Lana Del Rey vinha cultivando uma imagem única que remava contra a efervescência do EDM e do pop no escopo mainstream. A partir de 2012, quando oficialmente adotou o alter-ego, a performer se consagrou como um pináculo da música melancólica, assinando canções como “Born To Die” e “Summertime Sadness”, que inclusive refletiam angústias inerentes ao ser humano e à nova geração que experienciava a transição entre a adolescência e a fase adulta em um efêmero mundo que tinha muito tanto a oferecer quanto a usurpar. A partir daí, ela ascendeu a uma carreira recheada de sucessos, alcançando seu ápice criativo com o aclamado ‘Norman Fucking Rockwell!’, em 2019, abrindo portas para um amadurecimento que agora lidava com questões mais existenciais e que oscilava do estoicismo ao niilismo com naturalidade invejável.
Dois anos depois de sua última investida, ‘Blue Banisters’, Del Rey mostrou-se pronta para se aventurar em mais uma soturna e sinestésica jornada com ‘Did You Know That There’s A Tunnel Under Ocean Blvd’, seu nono compilado de originais que se reconhece como uma de suas melhores obras – e uma explosão lírica que nos arrepia desde as primeiras notas e nos acompanha em um traquejo narcótico até uma inenarrável conclusão. Talvez, depois de ter sido esnobada inúmeras vezes pelas principais premiações, Lana consiga quebrar uma inexplicável maldição que vem lhe acompanhando há muito tempo.
Ao longo de dezesseis copiosas faixas, a artista prova que não se preocupa com a rapidez industrial que se apoderou da música nos últimos anos. Enfrentando um status quo cansativo que, volta e meia, consegue se desvencilhar das fórmulas, Del Rey não precisa de ajuda para caminhar por conta própria e faz o que bem entende – arquitetando narrativas literárias que perpassam diversos gêneros e borram as linhas entre múltiplas artes. Mais do que isso, ela aposta fichas em uma produção cinemática, aliando-se com seu colaborador de longa data, Jack Antonoff, e outros incríveis nomes para não nos presentear com um mero álbum, mas uma obra-prima e um state-of-art que a reitera como um dos símbolos do entretenimento atual. E essa constatação é respaldada logo com a primeira faixa, “The Grants”, uma ode gospel pincelada com a potência de um piano clássico e backing vocals que arrancam suspiros de puro prazer.
A faixa em questão parte de um princípio mnemônico apaixonante e que presta homenagem à própria família, promovendo um movimento de convecção que mescla o passado e o presente em uma vibrante exaltação do significado da palavra “legado” – algo que ela conhece muito bem, considerando sua sólida contribuição para a indústria. E é notável como essa exploração memorialística é contínua no álbum, por mais que se desmembre em temas recorrentes em sua discografia e se desenrole em ramificações bem-vindas e instigantes. A canção titular, por exemplo, eleva a questão da memória para um futuro inóspito e agourento em que ela não deseja ser esquecida como o túnel que passa sob a Ocean Boulevard e precisa viver ao máximo cada um dos dias que passa.
É notável como Lana mantém sua preferência pelo folk e pelo americana na cultivação das tracks – mas algo soa diferente. O supracitado piano clássico é o instrumento de maior motivação da cantora e compositora, transmutando-o a seu bel-prazer em inclinações mais otimistas ou mais obscuras ou mais dramáticas. A obra em si é uma celebração testamentária que não pode ser fragmentada e deve ser apreciada em sua completude – em “Candy Necklaces”, por exemplo, ela se alia ao poder saudosista de Jon Batiste, que empresta sua afinidade ao jazz e ao blues a uma teatral rendição e a uma convidativa e proposital dissonância; pouco depois, Batiste se apodera de seu próprio interlúdio, encontrando um ponto de apoio com “Judah Smith’s Interlude”. É como se Del Rey tomasse as rédeas de sua própria biografia, um filme sonoro que se desenovela com uma desenvoltura aplaudível e emocionante.
O destaque do álbum, sem sombra de dúvida, destina-se à “A&W”. A música, lançada como segundo single, ergue-se sobre uma estrutura indie-country melodramática, comungando com os belíssimos vocais abafados de Lana e sua intrínseca conexão com a arte que faz com tanto esmero. O enredo é centrado em uma profunda crítica aos estereótipos de gênero que ainda estão enraizados na sociedade – além de lançar-se a uma análise sociopolítica da vida das mulheres. E nada (repito, nada) poderia nos preparar para a brusca mudança do americana para um sensual trap-pop que traz o melhor de Del Rey à tona e nos relembra o motivo de termos nos apaixonado por ela tantos anos atrás.
‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd’ é uma das melhores entradas da carreira de Lana Del Rey (que, sendo muito honesto, passa longe de ter alguma produção aquém do esperado) e uma grata adição a um exuberante catálogo de 2023. E, considerando as infinitas simbologias que esconde nas entrelinhas das canções, Lana construiu uma jornada sensorial que precisa se visitada mais de uma vez.
Nota por faixa:
1. The Grants – 5/5 2. Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd – 4,5/5 3. Sweet – 4,5/5 4. A&W – 5/5 5. Judah Smith Interlude – 4/5 6. Candy Necklace, feat. Jon Batiste – 5/5 7. Jon Batiste Interlude – 5/5 8. Kintsugi – 4,5/5 9. Fingertips – 4,5/5 10. Paris, Texas, feat. SYML – 5/5 11. Grandfather Please Stand on The Shoulders of My Father While He’s Deep-Sea Fishing, feat. Riopy – 5/5 12. Let the Light In, feat. Father John Misty – 5/5 13. Margaret, feat. Bleachers – 5/5 14. Fishtail – 4,5/5 15. Peppers, feat. Tommy Genesis – 5/5 16. Taco Truck x VB – 5/5
O longa chega em breve aos cinemas nacionais, ainda sem dia confirmado.
Confira:
O longa é descrito como uma meditação poética do significado da vida. A história gira em torno de uma deserta cidade estadunidense em meados de 1950 e foca em uma convenção chamada Junior Stargazer, que reúne estudantes e pais ao redor do pais para uma competição escolar.
O filme recebeu a classificação Rated-R nos EUA, o que significa que somente poderá ser visto por maiores de 17 anos. O detalhamento da restrição indica apenas “Breve nudez gráfica”. O diretor, os produtores e a distribuidora do filme devem recorrer para tentarem abaixar a alta classificação visando uma melhor bilheteria.
O longa é baseado em uma história criada por Anderson e Roman Coppola.
O terror ‘Demônio dos Mares‘ (The Black Demon), novo filme de tubarão assassino, recebeu alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
A produção foi classificada pelo MPAA por “cenas sangrentas e macabras”.
A trama acompanhará uma família presa em uma plataforma petrolífera sendo caçada por um tubarão gigante em busca de vingança.
Confira o trailer legendado:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de junho, pela Diamond Films.
Adrian Grunberg (‘Rambo: Até o Fim’) é responsável pela direção.
“O petroleiro Paul Sturges leva sua família de férias para a Bahia Azul. Lá, ele percebe que a cidade costeira desmoronou misteriosamente. Paul começa o dia com uma visita de rotina, com sua família, para inspecionar uma plataforma de petróleo nas proximidades. A situação se torna um pesadelo quando, das profundezas do oceano, um tubarão gigante surge: o demônio negro. Sob a ameaça constante do tubarão primitivo, Paul terá que encontrar um jeito de levar sua família de volta para a costa de forma segura.”
A palavra de ordem em Hollywood atualmente é franquia. Ou como é referido em inglês “IP” – Intellectual Property (“propriedade intelectual” na tradução), algo como uma marca registrada. A aposta fica mais fácil para os produtores quando sabem que irão investir em um produto conhecido e querido pelo público, aumentando assim as chances de sucesso e do retorno financeiro. Afinal, cinema ainda é primordialmente um negócio, mesmo aquele filme pequeno que custou o troco do lanche. No gênero do terror o mesmo ocorre, ainda em maior escala, já que este tipo de filme é considerado barato para ser produzido e altamente lucrativo. Ter uma franquia de sucesso no terror é quase como encontrar uma mina de ouro. Ao voltarmos apenas 10 anos no passado, iremos nos deparar com o surgimento de algumas das mais lucrativas franquias de terror da atualidade, que davam seu pontapé inicial há uma década. Volte no tempo com a gente e relembre as 10 obras do gênero mais marcantes de 10 anos atrás.
Sem dúvida o maior sucesso do terror não apenas de 10 anos atrás, como um dos maiores desde então, foi este longa dirigido pelo Midas do gênero James Wan. Na época, ninguém poderia imaginar que o filme da New Line iria se tornar a potência no terror que se tornou, mesmo com um orçamento de US$20 milhões – mais folgado do que geralmente é visto no gênero. Mas foi só as primeiras exibições do filme acontecerem (com exibições na Espanha e Reino Unido em Junho – e a pré-estreia nos EUA em 15 de Julho), que ‘Invocação do Mal’ já era enaltecido como o filme de terror mais assustador desde ‘O Exorcista’. O mais impressionante é ver que ele foi responsável pelo surgimento de um universo próprio, o chamado ‘Invocaverso’ – seguido por ‘Annabelle’ (2014), ‘Invocação do Mal 2’ (2016), ‘Annabelle 2’ (2017), ‘A Freira’ (2018), ‘Annabelle 3’ (2019), ‘Invocação do Mal 3’ (2021) e este ano teremos ‘A Freira 2’. O filme está disponível na HBO Max e na Amazon Prime Video.
Ao contrário do item acima, ‘A Morte do Demônio’ não estava iniciando uma franquia do zero há 10 anos, mas sim dando continuidade de certa forma a uma marca criada 32 anos antes de forma experimental por um cineasta então novato chamado Sam Raimi. Na época com 22 anos, Raimi reuniu uns amigos e foi fazer um filme de terror sobre uma cabana na floresta, um livro, uma maldição e espíritos malignos. O que era para ser um projeto amador, acabou se tornando um dos filmes mais queridos de todos os tempos no gênero, que de quebra serviu para criar um subgênero próprio, o chamado “terror na cabana”. É claro que estamos falando de ‘Evil Dead – A Morte do Demônio’, que em 1987 geraria sua primeira continuação/reboot. Já em 1992, foi a vez do exagerado e cômico terceiro ato ‘Army of Darkness’. A franquia só despertaria novamente com este exemplar, uma tentativa de reiniciar do zero – com um filme mais visceral, tenso e menos cômico. Apesar a boa bilheteria, essa linha narrativa jamais seria continuada. Este ano, um novo reinício surge com ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’, que visa dar prosseguimento à trilogia original. O Filme está disponível na HBO Max.
Outra franquia muito popular que tinha início há 10 anos é ‘Uma Noite de Crime’, ou ‘The Purge’ (O Expurgo). O sucesso da obra escrita e dirigida por James DeMonaco foi tão grande que logo no ano seguinte uma continuação foi lançada, visando expandir ainda mais o universo criado pelo cineasta. Dois anos depois, chegava a terceira parte, com objetivo, mais uma vez, de aumentar ainda mais as apostas e explorar esse “admirável novo mundo” futurista e violento. Mas nenhum outro ano foi tão produtivo para James DeMonaco e sua franquia quanto 2018. Primeiro, ele lançaria o quarto exemplar nos cinemas, uma pré-sequência, desta vez apenas no cargo de roteirista. Logo depois, estreava uma série para a TV de criação sua sobre o tópico, que durou duas temporadas. Em 2021, o cineasta ainda lançaria nos cinemas um quinto exemplar. O filme está disponível na Star+, na Amazon Prime Video e na Paramount+.
Na lista até agora já tivemos dois filmes que deram origem a franquias numerosas e até mesmo um remake de um verdadeiro clássico. Agora, chega a primeira continuação. O primeiro ‘Sobrenatural’ ou ‘Insidious’ (no original) é uma espécie de ‘Poltergeist – O Fenômeno’ (1982) mais barra-pesada, escrito por Leigh Whannell e dirigida por James Wan como homenagem ao clássico. Na trama, uma família é assombrada por espíritos malignos em sua nova casa – os patriarcas são interpretados por Patrick Wilson (que depois migraria para ‘Invocação do Mal’) e Rose Byrne. Há 10 anos chegava a primeira continuação, com a família Lambert novamente se tornando alvo de forças misteriosas e de outro mundo. Depois vieram duas pré-sequências (de 2015 e 2018). Este ano, o ator Patrick Wilson estreia na direção com o quinto exemplar da franquia, dando continuidade pela primeira vez à linha narrativa do segundo filme. O filme está disponível na Netflix.
Não é incomum vermos um curta-metragem lançado online fazer tanto sucesso que chama atenção de Hollywood. Afinal, graças a este tipo de plataforma, como o Youtube, em que qualquer um pode realizar seu filme caseiro e o exibir para o mundo, novos talentos são revelados a todo instante. O momento certo nunca foi melhor do que este. Foi desta forma que o diretor uruguaio Fede Alvarez e o sueco David F. Sandberg foram revelados. E foi desta forma também que o argentino Andy Muschietti viu seu talento atingir um número cada vez maior de pessoas. Tudo o que bastou foi o renomado mexicano Guillermo del Toro bater os olhos no curta ‘Mamá’ (2008) para mexer seus pauzinhos e o transformar no longa ‘Mama’, com direito a atriz indicada ao Oscar protagonizando e tudo (Jessica Chastain). Muschietti seguiu para os dois ‘It’ e esse ano entrega ‘The Flash’. Seu primeiro filme, no entanto, nunca teve uma continuação. O filme está disponível na Star+.
Carrie – A Estranha
Talvez tarefa tão ingrata quanto continuar um filme de sucesso, seja refilma-lo. Tudo bem, alguns se saem bem na tarefa. Mas não foi exatamente este o caso com o remake do querido ‘Carrie – A Estranha’ (1976), que marcou o primeiro livro adaptado ao cinema de Stephen King e também o primeiro sucesso da carreira de Brian De Palma. Para termos uma ideia do prestígio do ‘Carrie’ original, ele foi indicado a dois Oscar – para as atrizes Sissy Spacek (atriz principal) e Piper Laurie (coadjuvante). Nem mesmo ter talentos consagrados no elenco, como Julianne Moore e Chloë Grace Moretz, pareceu ajudar essa reimaginação a se aproximar um pouco mais da popularidade do original. O filme está disponível na Amazon Prime Video.
Ainda falando na seleta listinha de diretores que tiveram sua grande chance no cinema graças a curtas que dirigiram originalmente e puderam transformá-los em longas-metragens, não poderíamos terminar sem citar o nome de Mike Flanagan, hoje um dos maiores expoentes do terror. E sua virada na carreira ocorreria justamente ao lançar o curta ‘Oculus’ em 2006, e esperar pacientemente sete anos para transformá-lo em ‘O Espelho’, ótimo exemplar do terror, infelizmente ainda muito desconhecido do grande público e justamente por isso subestimado. Hoje, Flanagan é um dos nomes mais badalados do terror, com obras como ‘Missa da Meia-Noite’, ‘A Maldição da Residência Hill’ e ‘Doutor Sono’ no currículo. ‘O Espelho’ é protagonizado por Karen Gillan e fala sobre uma família aterrorizada graças a uma maldição vinda de um espelho antigo. O filme foi sucesso de bilheteria, mas nunca teve uma continuação.
O Massacre da Serra Elétrica 3D
O primeiro exemplar da franquia clássica do maníaco Leatherface criado com o artifício do 3D, é outro que foi lançado há 10 anos. Tudo começou, é claro, com o clássico dos clássicos ‘O Massacre da Serra Elétrica’, de 1974, dirigido por Tobe Hooper – filme tido por muitos como um dos responsáveis pelo surgimento dos chamados “Slasher”. Hooper continuou seu filme em 1986, mas enfureceu os “picaretas” da Cannon Films ao entregar uma gozação que mais parecia uma paródia e não algo nos moldes do anterior – hoje, o segundo filme se tornou um cult quase tão querido quanto o original. Depois de mais duas sequências na década de 1990, uma refilmagem e sua pré-sequência nos anos 2000, a opção dos produtores ao adentrarem na nova década foi o uso do 3D. Essa linha narrativa, que coloca o vilão Leatherface como anti-herói, defendendo sua prima Alexandra Daddario, e que possui um dos maiores erros cronológicos da história recente no cinema, também jamais seria continuada. O filme está disponível na Netflix, na Amazon Prime Video e na Paramount+.
Com este filme, o boneco mais assustador do cinema adentrava pela primeira vez no território dos lançamentos direto em vídeo – e aqui estamos falando de uma época em que os streamings não eram nem de longe o que são hoje, e o termo lançamento em vídeo ainda era sim muito pejorativo. Depois de cinco filmes estreando nos cinemas, o boneco ruivo Chucky, criação de Don Mancini, teve como opção continuar suas histórias longe das salas de cinema – tudo isso graças ao fracasso de ‘O Filho de Chucky’ (2004), filme que quase colocou tudo a perder e um ponto final na jornada do pequeno homicida de plástico. Apesar de ser uma estreia no mercado de home vídeo, ‘A Maldição de Chucky’ voltava às origens do personagem, mais voltado ao terror de verdade, e fez sucesso com os fãs. Tanto que essa narrativa ganhou outro filme em vídeo, ‘O Culto de Chucky’ e hoje segue firme e forte na série de TV, ‘Chucky’. O filme está disponível na Star+.
Finalizando a lista dos filmes de terror mais famosos que completam 10 anos em 2023, temos um exemplar do “carniceiro” Eli Roth. Conhecido por seus exemplares de “torture porn” vide ‘Cabana do Inferno’ e principalmente ‘O Albergue’ e sua continuação, há 10 anos o cineasta “parça” de Quentin Tarantino tirava do papel seu quarto longa-metragem para o cinema. “Canibais” é uma espécie de homenagem / remake do clássico cult ‘Holocausto Canibal’ (1980), de Ruggero Deodato, que fala sobre uma equipe de documentaristas atacada na Amazônia por uma tribo de indígenas selvagens e canibais. No filme de Roth, as vítimas agora são estudantes idealistas e ambientalistas.
O atorBill Skarsgård, que viveu o Pennywise nos bem-sucedidos ‘It – A Coisa: Parte 1 e 2‘, revelou ao Jake’s Takes que não deve retornar para a série ‘Welcome to Derry‘.
“Vamos ver o que eles inventam e o que fazem com isso. No momento, não estou envolvido na série. E se outra pessoa fizer isso, meu conselho seria apenas: faça do seu jeito, faça do seu jeito, divirta-se com isso, entende o que quero dizer?”, ele afirmou.
A série mostrará o passado do Palhaço.
“Se você começa a ler o livro cheio de cocaína de Stephen King, você pensa, ‘Que diabos?’ Há tantas história estranhas e abstrações que você pode sentar e decifrar, e foi isso que fiz com o personagem, e eu realmente gosto desse aspecto. E o livro é realmente um presente dessa forma, então se alguém o aceitar, é só ler o livro e encontrar todas as pistas, e elas estão tão por aí que você pode tirar suas próprias conclusões”, ele concluiu.
A primeira temporada completa da série foi oficialmente encomendada pela HBO Max.
‘Welcome to Derry‘ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.
Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa: Parte 1‘. Não está claro se algum do elenco retornará, mas espera-se que Bill Skarsgård voltará a viver o Palhaço.
Se a Warner Bros. aprovar a série, Muschietti deve comandar o episódio piloto. A sala dos redatores do programa está atualmente aberta.
O Cara-de-Barro original chamava-se Basil Karlo. Sua primeira aparição nos quadrinhos ocorreu na revista Detective Comics #40, de junho de 1940. Karlo é um ator que enlouqueceu após saber que um filme de terror clássico estrelado por ele, The Terror, seria refilmado com outro ator no papel principal. Usando a máscara do monstro do filme, Cara-de-Barro, mata todo o elenco e a equipe técnica da refilmagem.
Mais novidades não foram reveladas.
Robert Pattinson vai reprisar seu papel como Bruce Wayne/Batman na sequência.
‘Batman‘ está disponível para streaming na HBO Max. Relembre o trailer:
De acordo com novos dados da empresa de móveis de entretenimento Valencia Theatre Seating, o icônico Michael Keatoné o Batmanlive-action mais popular nos Estados Unidos entre os usuários do Twitter (via CBR).
Utilizando dados de mais de 150.000 tweets, o estudo descobriu que Keaton foi eleito o melhor Batman em 23 estados, com Christian Bale chegando em segundo lugar (18). Ben Affleck e Robert Pattinson ficaram em terceiro e quarto lugares, respectivamente.
Os resultados foram encontrados avaliando tweets georreferenciados ao longo de três meses, que continham palavras como “[ator] é o melhor o Batman”, “melhor Batman”, “melhor Batman live-action”, entre outros. Enquanto Keaton, Bale, Affleck e Pattinson foram os principais Batmans, outros não venceram em nenhum dos estados, incluindo Adam West, Val Kilmer e George Clooney.
Vale lembrar que Keaton interpretou o lendário personagem em ‘Batman’ (1989) e ‘Batman: O Retorno’ (1992), ambos dirigidos por Tim Burton.
O astro reprisa seu papel no vindouro ‘The Flash’, que chega aos cinemas em 15 de junho de 2023 e promete revolucionar o Universo DC com sua trama envolvendo o Multiverso.
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
O atorJeremy Rennerconcedeu sua primeira entrevista pública após ter se envolvido em um acidente grave, que ocorreu no dia 1º de janeiro deste ano, resultando em sua hospitalização em condições críticas.
Quase três meses depois de ser atropelado por um limpa-neve, Renner está refletindo sobre o incidente em sua primeira entrevista.
Ele relembrou toda a dor física que sofreu durante o acidente do dia de ano novo, compartilhando que estava “acordado a cada momento”.
Renner revelou que usou o trator limpa-neve para rebocar o carro do sobrinho, que estava atolado durante uma nevasca, mas acabou perdendo controle da máquina, que capotou e passou por cima de sua perna, fraturando cerca de 30 ossos.
“Eu faria de novo em um piscar de olhos para salvar meu sobrinho. Eu vi o limpa-neves indo para cima do carro dele antes de tombá-lo”, ele afirmou.
Quanto ao sobrinho de Renner, ele também lembrou o quão assustadora foi a situação.
“Eu o vejo perfeitamente em uma poça de sangue saindo de sua cabeça”, disse o sobrinho adulto do ator, Alexander. “Eu corri até ele, não pensei que ele estivesse vivo.”
Confira a prévia da entrevista abaixo:
Recentemente, o ator compartilhou um vídeo caminhando pela primeira vez desde que foi hospitalizado.
Na publicação, ele aparece caminha em uma esteira numa sessão de fisioterapia e escreveu:
“Agora tenho que encontrar outras coisas para ocupar meu tempo para que meu corpo possa se recuperar da minha vontade.”
Ele também incluiu as palavras “Consciente”, “Focado” e “Recuperação” como hashtags.
Após o susto, o astro vem tranquilizando os fãs ao publicar atualizações sobre sua rotina, e parece que ele está cada vez mais perto de se recuperar totalmente.
Lembrando que o astro pode ser visto atualmente na 2ª temporada de ‘O Dono de Kingstown‘, que já está em exibição na Paramount+.
Confira o trailer:
O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.
A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.
Poucos diretores em Hollywood impactaram tanto a indústria do cinema mundial quanto Steven Spielberg. Um verdadeiro apaixonado por cinema e pela cultura pop, o cineasta fez parte da onda de talentos que tomaram a maior fábrica de cinema ainda nos anos 1970. Spielberg foi responsável pelos que são considerados os primeiros arrasa-quarteirões da história – obras como ‘Tubarão’ (1975), ‘Os Caçadores da Arca Perdida’ (1981) e ‘E.T. – O Extraterrestre’ (1982). Foi justamente nesta época, quando já era uma máquina de fazer sucessos, que Steven Spielberg desenvolveria o primeiro e único filme baseado na clássica série cult dos anos 1950, ‘Além da Imaginação’. E uma enorme tragédia cercaria o filme.
Foi em um encontro casual com o então chefe da Warner Bros, Terry Semel, que Steven Spielberg receberia dele a notícia que seu estúdio detinha os direitos da série clássica e que não estavam sendo utilizados. ‘Além da Imaginação’ foi um dos pilares da TV norte-americana. A série criada e apresentada por Rod Serling estreou em 1959 e durou até 1969 com seus episódios trazendo histórias de fantasia, suspense, ficção científica e terror. Na forma de antologia, cada episódio tinha seu próprio começo, meio e fim, sem ligação com o próximo. Sempre parte da cultura popular, ‘Além da Imaginação’ voltou em novos formatos na década de 1980, em 2002, e mais recentemente pelas mãos de Jordan Peele em 2019.
‘Além da Imaginação’ é um verdadeiro ícone, e há 40 anos recebia sua primeira e única adaptação ao cinema pelas mãos de Steven Spielberg.
Steven Spielberg além de fã do programa, tinha um carinho especial pelo criador Rod Serling, já que foi o apresentador e produtor quem deu ao diretor um de seus primeiros empregos, na série ‘Galeria do Terror’ (1969-1973), o programa que Serling emplacou após o término de ‘Além da Imaginação’ e funcionava nos mesmos moldes. Assim, Spielberg não iria deixar a oportunidade de levar às telonas pela primeira vez a icônica série. No entanto, o diretor estava ocupado demais com ‘E.T.’, que ainda não havia sido lançado, para se concentrar unicamente na versão para o cinema de ‘Além da Imaginação’. Foi quando ele teve a ideia óbvia de que um filme do programa deveria ser construído da mesma forma do seriado, ou seja, formado de quatro segmentos sem ligação, que contariam quatro pequenas histórias e cada uma delas seria dirigida por um cineasta diferente. Com Spielberg, é claro, também comandando a sua.
Para a função, Spielberg, que é o grande nome por trás da produção, servindo também como produtor, contatou John Landis (vindo dos sucessos ‘Os Irmãos Cara de Pau’ e ‘Um Lobisomem Americano em Londres’), Joe Dante (vindo do sucesso de ‘Grito de Horror’ e seguiria para ‘Gremlins’) e George Miller (saído do sucesso dos dois primeiros ‘Mad Max’). Dos quatros segmentos do filme, três seriam baseados em episódios clássicos do programa. Além disso, para a introdução do longa foi pensada numa cena metalinguística (dirigida por John Landis) em que Dan Daykroyd e Albert Brooks interpretam amigos viajando de carro à noite e comentando sobre episódios favoritos de ‘Além da Imaginação’. Até que o carro para e um deles tem uma grande surpresa.
O prólogo com Dan Aykroyd e Albert Brooks é um dos momentos mais inspirados do filme.
Na transição de uma história para outra, o ator Burgess Meredith (mais conhecido como o Pinguim da série ‘Batman’ dos anos 60 e como Mickey da franquia ‘Rocky’ no cinema) narra os acontecimentos – num papel claramente pensado para Rod Sterling, falecido em 1975. O episódio de Steven Spielberg, ‘Kick the Can’ (Chutar a Lata), o segundo do filme, é unanimemente considerado o pior do longa. Na trama, um grupo de idosos em um asilo ganha a oportunidade de se sentir jovens outra vez, tudo o que é preciso é que brinquem de chutar a lata – um tema revisitado dois anos depois por Ron Howard em ‘Cocoon’ (1985).
O episódio ‘It’s a Good Life’ também usa como base uma história clássica do programa, em que um menino mimado possui poderes sobrenaturais e os usa para ameaçar sua família. A trama já foi inclusive parodiada no especial de Halloween dos Simpsons. No filme, dirigido por Joe Dante, um menino tem a bicicleta atropelada por uma mulher, que lhe dá carona até em casa e entra para conhecer sua família. O garoto os obriga a assistir desenhos animados e com seus poderes tira as animações da TV para o nosso mundo – deixando os incríveis efeitos práticos dos desenhos grotescos correrem soltos, cortesia do mesmo responsável por ‘O Enigma de Outro Mundo’ – já dá para imaginar.
Idosos voltando a ser criança é o tema do episódio de Steven Spielberg, protagonizado por Scatman Crothers.
A história mais elogiada do filme é a de George Miller, que dá nova versão de um dos episódios, quiçá o episódio mais memorável da série, ‘Nightmare at 20.000 Feet’. Nessa trama, um homem que tem medo de voar, vivencia um pesadelo dentro de um avião passando por uma tempestade e turbulência, quando começa a ver uma criatura na asa da aeronave (essa foi outra história parodiada em Os Simpsons). Na série clássica, o sujeito era vivido por Willam Shatner, o eterno Capitão Kirk de ‘Star Trek’. No filme, ele é vivido por John Lithgow.
Agora chegamos ao fatídico episódio de John Landis, ‘Time Out’, que é o primeiro do filme, que abre de fato as histórias. A trama é simples, e mostra um sujeito extremamente racista e intolerante, vivido pelo ator Vic Morrow, que recebe uma lição ao voltar no tempo e ser perseguido por Nazistas na Segunda Guerra, e por guerrilheiros vietnamitas na Guerra do Vietnã. A lição fará do sujeito um homem melhor. Até aí tudo bem. Acontece que para filmar um dos trechos mais ambiciosos não apenas do episódio como do longa todo, John Landis precisaria coordenar uma perseguição de helicóptero para simular a Guerra do Vietnã, em que Morrow resgataria duas crianças feitas prisioneiras. Normalmente, um trecho tão arriscado seria feito utilizando dublês e bonecos, mas John Landis era um perfeccionista.
No segmento dirigido por Joe Dante, de ‘Gremlins’, os efeitos práticos das criaturas são o destaque.
O diretor exigiu que Vic Morrow fizesse sua própria cena de ação, garantindo que não teria qualquer risco. Mas não apenas isso, indo contra as leis da indústria audiovisual, John Landis ilegalmente utilizou duas crianças, Renee Chen (de 6 anos) e My-ca Dinh Le (de 7 anos), fora do horário permitido – ou seja, para uma gravação noturna à meia noite – subornando os responsáveis pelas crianças e a administração do estúdio. E sim, John Landis exigiu que além de Vic Morrow, as crianças também fizessem a cena arriscada da perseguição de helicóptero na água. O pior viria a acontecer, com uma das maiores tragédias já relatadas dentro de Hollywood. O helicóptero perdeu o controle durante a filmagem, e caiu com tudo decapitando o ator Vic Morrow e uma das crianças, e matando a outra esmagada instantaneamente.
O pesadelo de todos que tem medo de voar. O segmento de George Miller é o mais elogiado do filme.
A tragédia sem precedentes em Hollywood colocaria um ponto final na amizade de Steven Spielberg e John Landis. O produtor e responsável pelo filme deu uma declaração na época dizendo estar com a alma destroçada e que nenhum filme deveria valer mais do que uma vida humana. Spielberg disse também que a indústria precisava mudar e iria mudar a conduta em relação a diretores autoritários, tidos como perfeccionistas, e que em um caso de perigo todos estão aptos a gritarem corta e a não concordarem com uma cena. John Landis foi a julgamento, correu o risco de ser preso e por muito pouco não pagou a pena. Mas conseguiu se safar, e seguiu com sua carreira – dirigindo filmes de sucesso como ‘Trocando as Bolas’, ‘Um Príncipe em Nova York’ e até mesmo o clipe ‘Thriller’, de Michael Jackson. No entanto, o diretor afirma que a tragédia nunca mais deixou sua vida, e que ele é atormentado por sua consciência todos os dias.
O filme de ‘Além da Imaginação’, que aqui no Brasil recebeu o título ‘No Limite da Realidade’ seguiu em frente e foi finalizado – mesmo que aos trancos e barrancos. Spielberg não tinha mais qualquer empolgação em relação ao filme, e o terminou de forma ligada no automático. Já George Miller se sentiu completamente enojado com o comportamento de John Landis e se afastou do projeto – ele já havia finalizado as gravações de sua parte. A primeira história de Landis seguiu incluída no filme, com o ator Vic Morrow, que na vida real era pai da atriz Jennifer Jason Leigh. A cena com as crianças, no entanto, foi cortada da edição final. É dito também que Jennifer Jason Leigh processou a Warner, John Landis e o diretor Steven Spielberg e ganhou a causa.
O ator Vic Morrow (e duas crianças) perdeu a vida durante as filmagens do longa, numa das maiores tragédias de Hollywood.
‘No Limite da Realidade’ estreou no dia 24 de junho de 1983 nos EUA e Canadá, chegando ao Brasil no ano seguinte, em 22 de março de 1984. Com orçamento de US$10 milhões, o filme arrecadou US$29.4 milhões. Em seu fim de semana de estreia, ‘No Limite da Realidade’ debutou em quarta posição do ranking das maiores bilheterias, atrás do imbatível ‘O Retorno de Jedi’ (primeiro), de ‘Superman III’ (segundo) e da estreia de ‘Porky’s 2 – O Dia Seguinte’ (terceiro).
Hoje, 40 anos depois de uma das maiores tragédias de Hollywood, a segurança nos sets de filmagem continuam sendo colocados à prova e seguem virando manchete. Alguns dos casos mais notórios envolvem equipamentos cenográficos como armas e munições letais. Em 1994, tivemos o absurdo caso com Brandon Lee em ‘O Corvo’, e recentemente o indicado ao Oscar Alec Baldwin se tornou réu no incidente nos bastidores de ‘Rust’, faroeste produzido e estrelado por ele. O ator acidentalmente disparou uma carga letal na direção de Halyna Hutchins, diretora de fotografia do filme, a matando. Assim, filmes continuam custando vidas.
A CW lançou a prévia oficial de “To Close to Home“, o quarto episódio da 3ª temporada de ‘Superman & Lois‘.
Na trama, “Lois (Elizabeth Tulloch) interrompe uma intensa conversa entre Clark (Tyler Hoechlin) e John Henry (Wole Parks). Enquanto isso, Kyle (Erik Valdez) tenta interferir entre Sarah (Inde Navarrette) e Lana (Emmanuelle Chriqui). Por fim, Jonathan (Michael Bishop) tem uma discussão acalorada com o pai de Candice”.
Dirigido por Stewart Hendler e escrito por Juliana James, o episódio vai ao ar em 04 de abril.
Confira:
Criada por Greg Berlanti e Todd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.
Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.
Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.
O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle Chriqui, Inde Navarrette, Erik Valdez, Alexander Garfin e Dylan Walsh.