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‘Showgirls’ , o polêmico filme de Paul Verhoeven

Um absurdo ou uma sátira escancarada do American Dream? Nascido de um rabisco em um guardanapo durante as férias do roteirista húngaro Joe Eszterhas, que recebeu quase quatro milhões de dólares pelo roteiro, um dos filmes mais polêmicos dos últimos 50 anos, Showgirls até hoje gera ótimos debates. Orçado em cerca de 45 milhões de dólares, um valor bem elevado para os filmes daquela época, o projeto busca de algumas formas explícitas, exageradas, com algumas cenas realmente chocantes, mostrar as desilusões e a ambição abraçadas na inconsequência tendo como pano de fundo a exploração de strippers em uma Las Vegas dos anos 90 aos olhos de uma conturbada protagonista.

Na trama, conhecemos Nomi (Elizabeth Berkley), uma jovem com um passado misterioso que parece ter se metido em muitas encrencas mas sempre tendo o sonho de ser uma dançarina profissional. Ela então resolve ir para uma cidade de oportunidades de vida noturna pulsante, mas seu início já se apresenta com o pé esquerdo. Mal chega à Las Vegas, de carona, é roubada mas esse acontecimento a faz encontrar Molly (Gina Ravera), uma figurinista do show mais badalado da cidade que nunca dorme. Assim, Nomi começa a buscar entender essa cidade e fica fascinada com as oportunidades que vai conseguindo até chegar ao desejo de ser a estrela principal do mais badalado show do lugar.

O ano de 1995 ficaria marcado na carreira do cineasta holandês Paul Verhoeven, responsável pela direção dessa obra. Se unindo ao já mencionado roteirista Joe Eszterhas, que escreveu os sucessos Flashdance e Instinto Selvagem, tinha a missão de transformar em imagens e movimentos uma crítica social tendo como elementos um recorte do caos emocional e o brilho de um sonhar sob a ótica de uma mulher sem muitas escolhas na vida. O caminho adotado, gera interpretações diversas e marcou para sempre a trajetória profissional da atriz Elizabeth Berkley.

Existe uma certa obviedade que o filme busca, através de uma crítica social, refletir sobre o caos da junção entre ambição e oportunidade em um mundo desigual, onde o entretenimento está aliado ao poder. Mas é super compreensivo que o chocar dentro da narrativa além das cenas constantes de nudez podem atrapalhar um pouco os olhares nessa direção. Mas a questão que pode mais deixar em total confusão o olhar do espectador é em relação a trajetória de conflitos de sua principal personagem, seu arco dramático é embolado limitando as reflexões para as chamativas cores pulsantes usadas em grande parte das cenas que denotam intensidade mas que não se completam com o caminho da misteriosa protagonista.

A piada sensual, pode virar sensacional depende de como você enxerga. Impopular e em alguns casos até ridicularizado por muito tempo, Showgirls foi um enorme fracasso de bilheteria, inclusive indicado ao famoso ‘Framboesa de Ouro’, na sua décima sexta edição, onde levou muitos prêmios. Um fato curioso foi que o diretor Paul Verhoeven compareceu pessoalmente para receber aos prêmios, se tornando o primeiro cineasta a ir buscá-los numa cerimônia. Mas as críticas negativas daquela época não apagaram outros olhares futuros para a obra, logo se tornando um clássico cult.

Além de tudo, essa é uma produção repleta de curiosidades fora do set de filmagem. O papel principal foi disputado por nomes famosos como: Angelina Jolie, Denise Richards (que trabalhou com Verhoeven mais tarde no ótimo Tropas Estelares) e Charlize Theron. Imagina algumas dessas atrizes nesse papel? Outro fator curioso é que o filme foi banido na Irlanda sendo exibido por lá somente nos anos 2000. E não podemos esquecer do sucesso que foi a venda de home vídeos (vhs, Dvd, bluray) desse filme que beirou a casa dos 100 milhões em vendas!

Em resumo, essa produção seguirá sendo debatida ao longo dos próximos anos. É um daqueles casos de amo ou odeio! Mas conta aí nos comentários, você é do time que gosta ou do que não gosta de Showgirls?

 

Os PIORES filmes da primeira metade de 2017

Também conhecido como ‘a vingança dos críticos’, este é o momento no qual podemos revidar e retribuir carinhosamente àqueles filmes que nos tiraram duas horas (em média) de nossas vidas. Duas horas que jamais iremos recuperar. É claro que nem todos se sentiram ou sentirão assim em relação aos filmes abordados nesta lista, portanto é importante frisar que esta é unicamente a opinião deste que vos fala, e que recomendo sim que assistam para deixar seu parecer nos comentários.

Outro parêntese que precisa ser mencionado é que nesta lista temos não apenas produções exibidas nos cinemas, mas também filmes que por um motivo ou por outro foram lançados direto no sistema de home vídeo no Brasil. O requisito é o lançamento em 2017, não importando a plataforma. Então, sem mais delongas, vamos à lista e preparem-se para riscar estes itens em seu caderninho.

10 | Paixão Obsessiva

Este é um item que quase não deveria estar na lista, recaindo totalmente no quesito guilty pleasure, ou prazer culposo. Filmes tão ruins que chegam a ser bons. Melhor ainda quando a coisa parece ser consciente, como no caso deste suspense dramático de quinta. O filme deixa no chinelo qualquer novela mexicana caricata e exagerada, perpassando de cabeça erguida todos os clichês do gênero, e arrancando mais risadas do que tensão. A queridinha problemática Katherine Heigl dá tudo de si como a vilã mais cruel do ano, tão malvada que comeria os inimigos em filmes de super-heróis no café da manhã, enquanto penteia seus cabelos loiros indefectíveis de frente para o espelho. Seja como for, muitos não entenderão a “brincadeira”, levando o filme a sério. E é aí que temos um problema.

09 | O Espaço Entre Nós

Este filme protagonizado pelo jovem talentoso Asa Butterfield soa como uma dessas produções baseadas em algum livro de ficção juvenil de sucesso. Não é o caso. Este romance adolescente / ficção científica é na realidade um roteiro original. O resultado faz parecer que o texto esteve engavetado por anos, ou décadas, e quem sabe realmente foi o caso, já que alguns projetos só conseguem ver a luz do dia muito tempo depois. O estilo de história é muito similar aos que eram feitos na década de 1980 e 1990. Apesar do empenho de todos os envolvidos, a coisa nunca engrena de verdade. Não conseguimos nos conectar com a trama ou os personagens. Fora isso, o casal protagonista não possui muita química, talvez pela diferença de idade entre Butterfield e Britt Robertson (Girlboss), dez anos mais velha, interpretando uma colegial.

08 | War Machine

A primeira produção da lista lançada direto em vídeo. Mas este não é o caso de filme que não encontrou lugar nas salas de cinema, e sim de uma obra original Netflix. Damos muito valor ao colosso do audiovisual, ao ponto de endeusá-lo. Mas até Deuses são falhos. War Machine mostra o poder da empresa, ao alistar um nome tão grande quanto o de Brad Pitt. Pena que a primeira parceria entre estas potências de Hollywood tenha resultado num longa morno, sem o humor afiado que uma sátira de guerra dessas necessitava. Pitt é a melhor coisa aqui, descobrindo novas expressões faciais, porém, aparentando estar em outro filme. A obra não se decide entre a brincadeira ou a seriedade, já que mudanças de tons como estes precisam existir numa tênue linha. Uma pena, além de tudo por termos na direção o talentosíssimo David Michôd (Reino Animal e The Rover – A Caçada). Talvez humor não seja a sua praia, ou precise de mais prática.

07 | The Discovery

Outra produção original Netflix. Essa, no entanto, fez seu debute nos cinemas, durante o Festival de Sundance deste ano, antes de cair na grade de programação da plataforma. Os nomes no elenco são chamativos, vide Robert Redford, Rooney Mara e Jason Segel, e a trama interessante fala sobre experiências sensoriais do além-vida, misturando ciência à espiritualidade. A história apresenta um cientista que comprovou a existência do lugar para onde nossa alma vai após a morte. O fato desencadeia uma enxurrada de suicídios, todos buscando conhecer o novo lugar, já que se encontram saturados de suas vidas na Terra.

As questões levantadas são bem dignas e muito suculentas para debates, o problema é o resultado do filme, lento e extremamente enfadonho. Perdido, sem saber que caminho seguir, The Discovery mistura drama familiar, romance, situações estranhas, ficção científica e no final ainda consegue encaixar paradoxo temporal e viagem no tempo (acredite!). Ou seja, quem conseguir entender estará de parabéns. Melhor ainda, quem conseguir se manter interessado.

06 | Morgan – A Evolução

Mais um lançamento direto em home vídeo na lista, Morgan, no entanto, recai num item curioso. Originalmente, o estúdio responsável planejava lançar o longa nos cinemas brasileiros, seguindo o caminho feito nos EUA. Cartazes do filme foram produzidos e espalhados pelos cinemas, um trailer oficial legendado saiu e nas redes sociais anúncios eram vinculados para o lançamento nas telonas. Analisando a recepção negativa de crítica e público que o filme obteve lá fora, a distribuidora voltou atrás e adiou seu lançamento, optando pelo mercado de vídeo.

Morgan é uma mistura entre A Experiência (1995) e Ex-Machina (2015), sem a diversão trash do primeiro ou a pompa intelecto-existencial do segundo. O elenco de peso tem pouco a fazer e até a promissora Anya Taylor-Joy entra muda e sai calada, literalmente. Existiam boas ideias enterradas aqui em algum lugar, porém, o que prevaleceu foi o teor genérico e cenas rotineiras. O desfecho é quase inacreditável, mesmo para uma ficção.

05 | O Rastro

É duro, muito duro ter que falar mal de filmes brasileiros, levando em conta a dificuldade de se produzir no país. Mas um dos maiores desafios que um crítico profissional enfrenta é precisar ser honesto com o público e consigo. O Rastro gerou o hype de ser o primeiro filme de terror comercial brasileiro, já que contava com grandes nomes do nosso cinema, vide Leandra Leal, impulsionando no elenco, e uma distribuição em larga escala para o gênero. As prévias igualmente instigavam, apresentado uma macabra história de fantasmas dentro de um hospital abandonado.

Assim como no item acima, O Rastro possui boas ideias enterradas, pedindo para virem à tona. Problema um: no típico caso de gato por lebre, a premissa vende uma ideia que não é o que recebemos no filme. Problema dois: a falta de foco, são muitas subtramas brigando por atenção – a maioria se perdendo no caminho. Problema três: esse não é um filme de terror, ou ao menos um que assuste. Os sustos, ou famosos jumpscares, são fora de hora e o som estourado.

04 | Regressão

Mais um filme de terror na lista, ou melhor dizendo, um pseudo terror. Assim como Morgan, este longa teve o lançamento direto em home vídeo no Brasil, apesar de ter passado nos cinemas de outros países, e contar com um elenco e diretor renomados. O chileno Alejandro Amenábar entende do riscado, tendo no currículo produções perturbadoras como Preso na Escuridão (Abre los Ojos) – a versão original de Vanilla Sky (2001) – e Os Outros (2001), com Nicole Kidman. Por ter ficado desde 2009 sem dirigir um filme, talvez tenha “desaprendido”.

Pior para Ethan Hawke e especialmente para Emma Watson, estrela em ascensão, que já coleciona obras bambas em seu currículo. Um desperdício completo, Regressão pretende falar sobre a onda de cultos satanistas que atingiram seu ápice na década de 1980, e os problemas que tais seitas acarretaram para a polícia e psicólogos. Aqui também o longa não se decide entre o terror, o suspense e o drama, falhando nos três e nos deixando um gosto ruim na boca ao seu desfecho.

03 | Dominação

Por falar em terror, o gênero tem sofrido muito graças a produções pouco inspiradas. Talvez os fãs de terror tenham tanta má fama, ao ponto de produtores e cineastas pensarem que aceitarão de tudo, desde que tenham mortes, sustos fáceis e menções a coisas tenebrosas. É necessário construir um clima, boas cenas e personagens bem desenvolvidos, assim como em qualquer gênero, e depois adicionar tais elementos. Dominação é a mistura entre O Exorcista (1973) e Matrix (1999), e o resultado é tão ruim quanto a ideia soa.

O pobre Aaron Eckhart, que não tem tido muita sorte no gênero (Frankenstein – Entre Anjos e Demônios, alguém?), interpreta um cyber exorcista – isso mesmo, você leu certo – que desempenha a função de tirar o capeta do corpo de seus clientes, ao entrar em sua mente e lá travar uma batalha com o coisa ruim. Uma ideia esdrúxula, mas que até poderia funcionar caso o filme utilizasse uma coisa que falta nele de sobra: diversão. Sombrio e completamente rotineiro, Dominação ainda mancha as carreiras das talentosas atrizes Carice van Houten, Catalina Sandino Moreno e do diretor Brad Peyton (Terremoto: A Falha de San Andreas), além de entregar em seu cartaz o grand finale. Não se compra spoilers como este. Ou se deseja.

02 | Max Steel

A ideia de adaptar um brinquedo na forma de uma produção cinematográfica não é novidade. Desde linhas de bonecos (os famosos action figures para os meninos), passando por jogos de tabuleiro, até chegarmos aos vídeo games hoje em dia, tal tendência data da década de 1980. Filmes como Os 7 Suspeitos (1985) – baseado no jogo Detetive (Clue) – e Mestres do Universo (1987) – baseado na linha de bonecos He-Man – podem ser considerados os precursores do subgênero. Hoje temos filmes como Transformeres, Battleship – A Batalha dos Mares e G.I. Joe. Este ano, uma coleção de brinquedos para a nova geração resolveu dar as caras na telona e o resultado foi simplesmente desastroso.

Imaginem a história de origem de qualquer super-herói e temos Max Steel. Somado a isso temos também a trama de qualquer filme adolescente. Veja todos os itens sendo riscados desta cartilha: garoto novo chega à cidadezinha, se apaixona pela bela menina do colégio e aos poucos descobre segredos de seu pai. Se você já viu qualquer filme de ambos os gêneros conhecerá muito bem o que temos aqui. De novo repito que pode haver originalidade em tramas recicladas, se nos pequenos detalhes os cineastas conseguirem retirar frescor, seja de atuações, cenas ou personagens. É só olharmos para o novo Power Rangers, lançado este ano, para entendermos que Max Steel é a versão que não deu certo.

01 | Beleza Oculta

Chegamos ao pódio da vergonha alheia. É justamente assim que esse dramalhão lacrimoso e piegas até a medula pode ser classificado. Adoro os filmes do diretor David Frankel, vide O Diabo Veste Prada (2006) e Um Divã para Dois (2012), mas qualquer sutileza usada em ambos estes filmes, foi completamente jogada pela janela na hora de confeccionar Beleza Oculta. Frankel escorrega repetidas vezes ao tentar encontrar um tom para a obra, sem se decidir se será uma fantasia ou um drama passado em nosso mundo. Muitos irão argumentar que não passa de um filme de natal inofensivo, mas é preciso ler nas entrelinhas de forma minuciosa, para perceber o nível de ruindade que permeia o todo.

É preciso apontar o filme como ponto baixo deste início de ano, já que grandes atores como Will Smith, Helen Mirren, Kate Winslet e Keira Knightley, só para citar alguns (este é verdadeiramente um dos melhores elencos do ano), deram seu aval e acharam que este era um filme que valeria a pena participar. Talvez o problema esteja mesmo com o roteiro de Allan Loeb – não por acaso, roteirista de O Espaço Entre Nós e das atrocidades Esposa de Mentirinha (2011), com Adam Sandler, e Coincidências do Amor (2010), com Jennifer Aniston. Na história, o personagem de Smith sofre uma tragédia com a morte de um ente querido e se fecha para o mundo. Até aí ok. O problema é a forma como ele escolhe sofrer, o que acaba prejudicando várias pessoas, entre elas os companheiros de firma.

Mas não para por aí, como remédio ao controverso sofrimento, só uma terapia mais bizarra ainda. Os “colegas” decidem contratar atores para fingirem ser “entidades” como a Morte e o Amor, para quem o sujeito escreve cartas (??!), e enganar o companheiro para que sua depressão não prejudique um grande contrato da empresa. Ah, que ternura. O pior é que o trouxa sujeito inteligente e educado acredita. No final ainda ganhamos reviravoltas tão estapafúrdias e incompreensíveis que fará as reprises das novelas do SBT soarem como vencedores do Oscar.

Menções (Des)Honrosas:

Cinquenta Tons Mais Escuro – É tão ruim que dá sono.

Alien – Covenant – O que você fez, Ridley Scott?

O Chamado 3 – Samara virou YouTuber, e a franquia foi parar no fundo do poço…

A Cura – Parte de uma categoria ingrata, o terror que não dá medo.

Uma Repórter em Apuros – Sim, Tina Fey também erra. Tem Margot Robbie, mas você nem vai ligar. Quer pecado maior?

Baywatch – Falta graça. A química ente The Rock e Zac Efron é nula. As piadas se repetem até perderem de vez a força. Tem Alexandra Daddario, mas você também não vai ligar. O que está acontecendo?

Castelo de Areia – A estreia do ótimo cineasta brasileiro Fernando Coimbra (O Lobo Atrás da Porta) em terras gringas foi… bem, morna.

Além da Ilusão – Nem todo filme de arte e de pretensa estirpe se sai bem, ou de fato é bom. Este engodo enfadonho, de subtexto sobrenatural, visando falar sobre espiritismo, te fará cochilar mais rápido do que um show da Mallu Magalhães. Pobre Natalie Portman.

Crítica | Vizinhos Nada Secretos – comédia de ação com Gal Gadot estreia no Telecine

Sr. e Sra. Smith 2.0

Mesclar gêneros no cinema parece fácil, e hoje em dia é uma coisa natural. Mas elementos que podem ser satisfatórios em determinado gênero, se adicionados em outro podem não atingir relevância e deixar o momento se perder. Sr. e Sra. Smith (2005) é um exemplo de obra que conseguiu mesclar bem a dinâmica do humor com cenas de ação dignas dos maiores blockbusters, mesmo que não seja um filme perfeito. Antes dele, usando temática similar, True Lies (1994), de James Cameron, com Arnold Schwarzenegger, foi ainda mais bem sucedido. Usando a mesma receita de bolo, mas ficando sem o mesmo sabor, chega este Vizinhos Nada Secretos, que estreou recentemente na rede Telecine.

Lançado no final de 2016 nos EUA, a Fox planejava um lançamento nos cinemas para o longa, que tem bastante renome dentro e fora das telas com os envolvidos na produção, e a campanha de marketing já trabalhava em sua divulgação nas redes sociais – com um trailer legendado em português inclusive sendo lançado em seu canal no Youtube. Sempre me pergunto o motivo da estratégia de alguns lançamentos e mais ainda de sua desistência, uma vez tendo concordado em lança-lo. De qualquer forma foi justamente este o caminho para a comédia, cujo destino foi a rede de TV a cabo citada acima.

Vizinhos Nada Secretos não foi bem de crítica ou público nos EUA, mas está longe de ser a pior coisa do mundo, conseguindo inclusive arrancar algumas risadas. Pense por este lado, anualmente produções bem mais capengas e pretensiosas são lançadas nas salas de cinema, e algumas inclusive fazem sucesso com o público.

Um dos nomes de maior peso no elenco, bem, ao menos agora, é o da israelense Gal Gadot, após o estrondoso sucesso de Mulher Maravilha ano passado, o que colocou a atriz no patamar de estrela. Penso inclusive que se Vizinhos Nada Secretos tivesse sido lançado depois do filme da amazona heroína, poderia ter tido uma vida maior no circuito. Os protagonistas, no entanto, são os personagens de Zach Galifianakis e Isla Fisher. O humorista, mais conhecido pela trilogia cômica de sucesso Se Beber, Não Case (2009, 2011 e 2013), tem um estilo de humor que me agrada, dono de uma louvável cara de pau, mas cujos filmes infelizmente não lhe fazem jus. Aqui ele repete o ritmo e arranca praticamente todas as risadas. Fisher também se esforça e consegue entregar boa química e comédia física, o que é difícil.

A dupla vive um pacato casal dos subúrbios norte-americanos, onde nada acontece. Em sua grande casa e vizinhança perfeita a rotina começa a adentrar na monotonia. Até que num belo dia, novos vizinhos se mudam para a casa em frente, personificados por Gadot e Jon Hamm, o Don Draper da série Mad Men (2007-2015). Obviamente, após fazerem amizade com os protagonistas, e se mostrarem o casal mais simpático da rua, descobrimos que eles não são exatamente quem dizem – na verdade, agentes da CIA em uma missão.

A graça e o mote do filme, escrito por Michael LeSieur (Dois é Bom, Três é Demais), é sacudir a vidinha enfadonha do casal que tem tudo, mas não tem nada, virando-a de ponta cabeça, jogando na mistura um casal de espiões e todo tipo de perigo imaginável. O problema é que realmente falta uma pegada mais forte, tanto nas cenas de ação, quanto no humor – este parece o tipo de roteiro engavetado por décadas, ou reciclado, e levemente modificado para os dias de hoje – soa muito como algo que seria feito na década de 1980, por exemplo.

Outra surpresa é ver que na direção temos o outrora talentoso diretor de gênero Greg Mottola, que na década passada entregou algumas das melhores comédias jovens dos últimos anos, vide Superbad – É Hoje (2007) e Férias Frustradas de Verão (Adventureland, 2009). Nesta década, no entanto, Mottola já andou dando umas escorregadas, com Paul – O Alien Fugitivo (2011) e Apagar Histórico (2013), filme feito para a TV. Podemos dizer que Vizinhos Nada Secretos é seu filme menos satisfatório. E sabemos bem disso quando temos a estonteante Gal Gadot usando somente lingerie durante uma cena inteira, e em momentos pra lá de sensuais com Isla Fisher, e mesmo assim a coisa não desce redonda. Esperamos que daqui pra frente, a recém-formada estrela escolha melhor seus papeis.

Você Conhece a “Lista Negra” de Hollywood? Os Roteiros Mais Elogiados que Completam 10 Anos

Nos bastidores de Hollywood, a maior indústria de cinema do mundo, existe um termo conhecido como “lista negra”. Mas aqui isso não é algo pejorativo, como pode-se pensar. Pelo contrário. O que acontece é que os profissionais do ramo de cinema, sejam executivos dos estúdios, produtores, diretores ou os próprios roteiristas, pegaram um termo inicialmente negativo – a lista negra era formada por nomes de artistas acusados de associação com o comunismo na década de 1950, no período que ficou conhecido como “caça às bruxas” – e o subverteram para algo positivo. Agora, a lista negra de Hollywood diz respeito aos roteiros considerados os melhores por diversos artistas do ramo, mas que por alguma razão seguem sem ser filmados, o que pode demorar anos.

De ano em ano, diversas personalidades da área de cinema em Hollywood elegem os roteiros que eles consideram os melhores e que ainda não se transformaram em um filme. O movimento é interessante porque instiga a curiosidade de produtores e executivos a bancarem tais projetos em algum estúdio. A cada ano um punhado destes textos terminam fisgados por alguma produtora, mas por outro lado muitos seguem sem ver a luz do dia. O que não significa também que todos esses roteiros resultaram em filmes excelentes, muito pelo contrário – com alguns até resultando em fiascos de crítica ou público. Acontece que não necessariamente o que era bom nas páginas, resulta em algo satisfatório nas telas, quando ocorre a transição.

Agora que você já conheceu a famosa lista negra de Hollywood, resolvemos trazer nesta nova matéria trezes filmes que fizeram parte da lista negra de 2013, ou seja, há exatos 10 anos, mas que depois de serem divulgados terminaram encontrando um destino ao serem alçados por produtores e transformados em filmes. Veja se conhece todos. Confira.

Spotlight – Segredos Revelados (2015)

Começamos a lista com um roteiro que rendeu simplesmente um filme vencedor do Oscar e que está entre os 250 melhores de todos os tempos na opinião do grande público no IMDB. Escrito por Josh Singer e Tom McCarthy (que viria a dirigir o filme também), o texto tinha como base a história real de investigação do jornal Boston Globe sobre o escândalo sexual envolvendo padres católicos em 2003. O roteiro não demorou muito a sair do papel depois de ter caído na “lista negra, já que chegava aos cinemas dois anos depois.

Sniper Americano (2014)

Esse foi outro que se tornou um filme de prestígio ainda mais rápido, saindo do papel um ano depois de aparecer na “lista negra”. O roteiro escrito por Jason Dean Hall, baseado no livro de Chris Kyle, Scott McEwen e Jim DeFelice, relata a trajetória do próprio Kyle enquanto serviu na Guerra do Iraque, se tornando o atirador de elite mais letal na história militar dos EUA (com o maior número de mortes). O roteiro foi rapidamente comprado pela Warner e transformado num filme de Clint Eastwood, indicado ao Oscar.

Sete Minutos Depois da Meia-Noite (2016)

Roteiro escrito por Patrick Ness, baseado em seu próprio livro de fantasia e drama, o texto passou 3 anos até finalmente chegar às telas, após figurar na “lista negra”. A história é na verdade um conto de amadurecimento de um menino adolescente, que precisa se preparar para a perda da mãe, que o cria sozinha, terminalmente doente. O garoto então começa a ter visões de um monstro-árvore, que o ensina através de três histórias a lidar com suas emoções e aceitar a eventual partida da mãe.

Peter Pan (2015)

Intitulado somente ‘Pan’ no original, o roteiro se tornou uma aposta ambiciosa da Warner para o ano de 2015, dois anos após figurar na “lista negra”, mas terminou não correspondendo às expectativas, resultando num fracasso de crítica e público, devido a problemas de bastidores e também após seu lançamento. A ideia do roteiro de Jason Fuchs era criar uma história de origem para o lendário Peter Pan, mostrando como o garoto de fato chegou à Terra do Nunca, quais foram seus mentores por lá e como ele se tornou o intrépido herói. Sobrou até para um Gancho, antes de ser Capitão, num estilo aventureiro a la Indiana Jones. No papel parecia bem legal…

A Autópsia (2016)

Outro que demorou 3 anos desde sua menção na “lista negra” até de fato ganhar às telas do mundo, aqui temos uma história de terror de arrepiar a espinha. Escrito em parceria por Richard Naing e Ian Goldberg, a trama mostra um pai e um filho que trabalham juntos em uma funerária, que fica no porão da casa deles, tentando descobrir a causa da morte de uma jovem que chega sem nome até o local de trabalho deles. Quanto mais eles descobrem, mais assustadoras as coisas se tornam. ‘A Autópsia’ se tornou um filme cult muito elogiado por quem o assistiu, mas ainda precisando ser descoberto por muita gente, em especial pelos aficionados por terror.

Cake – Uma Razão para Viver (2014)

Assim como ‘Sniper Americano’, esse roteiro foi rapidamente comprado e transformado em um filme (logo no ano seguinte), após ter aparecido na “lista negra” dos melhores não filmados de 10 anos atrás. Escrito por Patrick Tobin, o roteiro é um drama pesado sobre uma mulher que sofre com imensa dor física após ter se envolvido em um acidente de carro, e sofre mais ainda com a dor psicológica e emocional por este acidente ter custado a vida de seu filho. O projeto começou a ganhar forma quando Jennifer Aniston assinou para viver a protagonista. A atriz foi muito elogiada por seu desempenho (um dos melhores de sua carreira) e gerou falatório de indicações ao Oscar, que infelizmente terminou não se concretizando.

O Mar de Árvores (2015)

Infelizmente, nem todo roteiro eleito para a “lista negra” termina se tornando um filme particularmente bom, nem mesmo se tiver o pedigree de um bom diretor no comando e bons atores protagonizando. É o caso com este roteiro dramático escrito por Chris Sparling, sobre um americano que decide tirar a própria vida, e para isso viaja até o Japão para o local conhecido como a “floresta do suicídio”, localizada na base do Monte Fuji, onde pessoas vão para se matar. No local, ele conhece um japonês que desistiu do suicídio e tenta convencer o americano a fazer o mesmo. Dois anos depois o filme já estava participando do Festival de Cannes, com direção de Gus Van Sant, e Matthew McConaughey, Naomi Watts e Ken Watanabe como o trio principal. Infelizmente, o filme veio e foi sem muita empolgação.

Dude – A Vida é Assim (2018)

Na lista dos roteiros que figuraram dentre os melhores jamais filmados de 10 anos atrás, três (até o momento) são os que mais tempo demoraram para de fato sair do papel. O primeiro é este romance juvenil (com momentos picantes) escrito por Olivia Milch, que é um retrato feminino bem particular. O projeto terminou também ganhando a direção da próprio Milch. O roteiro vendeu a ideia como “herdeiro” de ‘Picardias Estudantis’ (1982), ou seja, uma comédia adolescente, mas com temas mais sérios e certo teor sexual. Aqui, quatro amigas precisam se ajustar à vida adulta, após saírem do colegial como as rainhas da escola. Para o filme foram escaladas Lucy Hale, Alexandra Shipp, Awkwafina e a menos famosa Kathryn Prescott. A distribuição foi comprada pela Netflix e o resultado não fez do filme tão famoso quanto os primeiros itens desta matéria.

O Fim da Turnê (2015)

Baseado no livro do próprio David Lipsky, com roteiro adaptado por Donald Margulies, dois anos depois de aparecer na “lista negra”, um filme sobre tal história já era um dos chamarizes do Festival de Sundance daquele ano, contando com Jesse Eisenberg e Jason Segel nos papeis principais e direção de James Ponsoldt, dos ótimos independentes ‘Smashed – De Volta à Realidade’ e ‘O Maravilhoso Agora’. O roteiro conta sobre o jornalista David Lipsky recordando da entrevista que fez com o romancista David Foster Wallace durante cinco dias, após ficar sabendo de seu suicídio.

Extinção (2018)

Como dito, três filmes da lista foram os que mais demoraram a se tornar realidade após seus roteiros aparecerem na prestigiada “lista negra”. Quatro anos separam a menção do roteiro até seu lançamento. Aqui também se trata de um lançamento da Netflix, apesar de ser uma produção da Universal Pictures. O roteiro foi escrito por Spenser Cohen e segue de certa forma a trama de ‘Guerra dos Mundos’ (2005), mostrando um sujeito comum fazendo de tudo para salvar sua família de uma invasão alienígena. A diferença é que aqui não temos nomes muito famosos impulsionando a obra junto ao grande público.

Paciente Zero – A Origem do Vírus (2018)

O terceiro dos filmes que mais demoraram a ver a luz do dia, esse também se tornou a produção mais problemática delas, sendo adiada por anos, passando em branco quando finalmente estreou – sem que muitos tomem conhecimento de sua existência. O filme de zumbis foi mal e porcamente lançado em circuito e parece ter desaparecido rapidamente. Mesmo assim, o roteiro de Michael Le esteve lá, na “lista negra” de 2013. O motivo é uma visão única do vírus zumbi e sua contaminação. Na trama, um homem consegue falar a língua dos zumbis, e parte em uma busca pelo paciente zero, a fim de encontrar uma cura para a infecção e salvar sua esposa. Stanley Tucci, Natalie Dormer e Matt Smith protagonizam.

Noites Quentes de Verão (2017)

Terminando a lista dos roteiros da “lista negra” que completam 10 anos e se tornaram filmes, temos uma produção obscura que, embora tenha sido lançada há 6 anos, passou fora de todos os radares e mal foi lançada aqui no Brasil – mesmo que traga um Timothée Chalamet recém-saído de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ no elenco protagonizando. O roteiro foi escrito por Elijah Bynum e conta sobre a história de amadurecimento de um rapaz, que durante um verão se apaixona pela rebelde da cidade e sob má influência começa a vender drogas na paradisíaca Cape Cod. A produção foi comprada pela A24.

‘The Last Man on Earth’: Criador conta o que teria acontecido na 5ª temporada

Depois de quatro temporadas, a FOX decidiu cancelar ‘The Last Man on Earth‘, deixando a série sem um desfecho apropriado, cheio de ganchos que nunca serão resolvidos. Conversando com o Vulture‘s Good Ones podcast, o criador da série, Will Forte, revelou o que aconteceria no quinto ano do programa.

“Aquelas pessoas entraram no bunker quando o vírus começou a se espalhar. Eles tinham algum tipo de médico ou cientista que sabia que ‘em um certo momento, o vírus estará dormente. Será seguro voltar para a superfície’, e eles chegaram a este momento. Então, eles veem um monte de estranhos – nós –, e representamos uma ameaça real para eles, porque eles pensavam que todos estavam mortos.”

“Nós eventualmente nos comunicamos com eles, e o grupo vai se acostumando conosco. Eles parecem assustadores, mas são boas pessoas. Infelizmente, sair da quarentena teria sido um erro, porque nós somos imunes ao vírus, mas ainda somos portadores, o que acabaria matando todo mundo, restando apenas o nosso pequeno grupo novamente.”

Forte diz que este arco teria durado uns cinco episódios, e que não tinha um final definitivo para a trama em mente. “Nós não sabíamos como íamos terminar a série, mas encontraríamos algo que fosse interessante para o público.”

A série foi cancelada devia a baixa audiência, e o fato da FOX cortar praticamente todas as suas comédias para começar novamente na próxima Fall Season.

O Inverno chegou nas imagens do último episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead’

A AMC divulgou as imagens promocionais do último episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

O episódio, intitulado The Storm, irá estrear no dia 31 de março.

Na trama do episódio, “Depois de uma perda irreparável, as comunidades devem enfrentar uma nevasca feroz; enquanto um grupo lida com um inimigo interno, outro é forçado a fazer uma decisão de vida e morte.”

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Jeffrey Dean Morgan e Ross Marquand.

The Walking Dead‘ já foi renovada oficialmente para a 10ª temporada.

‘Um Lindo Dia na Vizinhança’: Filme com Tom Hanks ganha novo trailer LEGENDADO

A Sony Pictures divulgou o novo trailer legendado da cinebiografia ‘Um Lindo Dia na Vizinhança‘ (A Beautiful Day In The Neighborhood), estrelada por Tom Hanks.

Confira:

Dirigido por Marielle Heller, longa é baseado na história real da amizade entre Fred Rogers e o jornalista Tom Junod.

Fred Rogers foi o criador de MisteRogers’ Neighborhood, um programa de Tv infantil muito popular na década de 60. Em 1998, Tom Junod, até então um cínico jornalista, aceitou escrever o perfil de Rogers para a revista Esquire. Durante as entrevistas para a matéria, Junod mudou não só sua visão em relação ao seu entrevistado, como também sua visão de mundo, iniciando uma inspiradora amizade com Rogers.

O longa será lançado nos cinemas nacionais dia 23 de Janeiro de 2020.

Blumhouse lançará 8 filmes ORIGINAIS de terror em outubro na Amazon

A Blumhouse, em parceira com a Amazon Prime, lançará um projeto especial no serviço de streaming em outubro, intitulado ‘Welcome to the Blumhouse‘.

Em 2020, a produtora irá lançar 4 filmes originais de terror para celebrar o Halloween. Já os últimos quatro longas serão lançados apenas em 2021.

Cada produção apresentará uma visão distinta e perspectiva única em temas comuns que irão girar em torno da família e do amor como forças redentoras ou destrutivas.

Dois filmes serão lançados semanalmente, começando com ‘The Lie‘ e ‘Black Box‘, no dia 6 de outubro, seguidos por ‘Evil Eye‘ e ‘Nocturne‘, em 13 de outubro.

Confira os detalhes dos 4 primeiros filmes do projeto:

  • THE LIE


“Quando sua filha adolescente começa ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”

Dirigido por Veena Sud, o longa é estrelado por Mireille Enos (‘The Killing’), Peter Sarsgaard (‘A Órfã’) e Joey King (‘The Act’).

  • BLACK BOX


“Depois de perder sua esposa e sua memória em um acidente de carro, um pai solteiro inicia um tratamento experimental agoniante que o leva a questionar quem ele realmente é.”

Dirigido por Emmanuel Osei-Kuffour Jr., o longa é estrelado por Mamoudou Athie (‘Jurassic World 3’), Phylicia Rashad (‘Creed: Nascido Para Lutar’), Amanda Christine (‘Colônia’) e Troy James (‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro’).

  • EVIL EYE


“Um romance aparentemente perfeito se torna um pesadelo quando uma mãe se torna convencida o que o namorado de sua filha tem uma conexão sombria com seu próprio passado.”

Dirigido pela dupla Elan Dassani e Rajeev Dassani e baseado na obra de Madhuri Shekar, o longa é estrelado por Sarita Choudhury (‘A Dama na Água’), Sunita Mani (‘GLOW’), Omar Maskati (‘Inacreditável’) e Bernard White (‘Silicon Valley’).

  • NOCTURNE


“Pelos corredores de uma prestigiada academia de artes, uma tímida estudante de música começa a ofuscar sua irmã gêmea quando ela descobre um diário que pertencia a um colega de classe recentemente falecido.”

Dirigido por Zu Quirke, o longa é estrelado por Sydney Sweeney (‘Euphoria’), Madison Iseman (‘Annabelle 3’), Jacques Colimon (‘The Society’) e Ivan Shaw (‘Insecure’).

‘Young Rock’: Série sobre a vida de Dwayne Johnson é renovada para a 2ª temporada

A NBC renovou oficialmente a comédia ‘Young Rock‘, baseada na vida do astro Dwayne Johnson, para a 2ª temporada.

“Tem sido muito divertido assistir Dwayne Johnson e Kenan Thompson na NBC todas as semanas e ver as famílias se conectarem com suas histórias interessantes, engraçadas e comoventes,” declarou Lisa Katz, presidente de programação da NBCUniversal. “Estamos entusiasmados em renovar ‘Young Rock’ e ‘Kenan’, e mal podemos esperar para ver mais de Dwayne, Kenan e os elencos incrivelmente talentosos e as equipes por trás de cada uma dessas produções.”

A série foi criada por Jeff ChiangNahnatchka Khan (‘Fresh Off the Boat’).

A trama gira em torno de diferentes capítulos da vida de Dwayne Johnson. Desde crescer em uma família forte e resiliente a estar cercado pelos personagens selvagens de sua sua comunidade de wrestling profissional, a jogar futebol na Universidade de Miami, a série irá explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne no homem que ele é hoje, apresentando ainda os grandiosos personagens que ele conheceu ao longo do caminho.

Dwayne Johnson estrela a produção. O elenco também conta com Joseph Lee Anderson, Stacey Leilua, Ana Tuisila, Adrian Groulx, Bradley Constant e Uli Latukefu.

The Flash

(The Flash)

 

Elenco:

Ezra Miller
Michael Keaton
Temuera Morrison
Ben Affleck
Sasha Calle
Michael Shannon

Direção: Andy Muschietti

Gênero: Ação

Duração: 150 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia: 15 de Junho de 2023

Sinopse: 

A trama de THE FLASH vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

 Crítica: 

‘The Flash’ abraça a “velha guarda” dos filmes de herói e se consagra como uma das melhores entradas da DC (Nota: 8.0)

 Crítica em Vídeo: 

Entrevista Andy Muschietti

The Flash: Cena pós-créditos e final ALTERNATIVO [SPOILERS]

Curiosidades: 

FRACASSOU! ‘Supergirl’ arrecada menos que ‘The Flash’ nas bilheterias

» O blockbuster dirigido por Andy Muschietti custou US$ 220 milhões, de acordo com uma entrevista da CBC com o designer de produção de The Flash, Paul Austerberry. “Este filme é um grande negócio para a Warner Bros.”, disse o designer de produção vencedor do Oscar de A Forma da Água e IT Capítulo Dois de Muschietti .

» O valor é mais alto que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e o ‘Adão Negro‘ estrelado por Dwayne Johnson (ambos supostamente US$ 200 milhões), e logo abaixo do orçamento relatado de ‘Homem de Aço‘ de 2013 (US$ 225 milhões).

» Esse longa NÃO será uma história de origem. Ao invés disso, a trama será uma adaptação do popular arco Flashpoint dos quadrinhos;

» Michael Keaton, que interpretou o Cavaleiro das Trevas em ‘Batman‘ e ‘Batman: O Retorno‘, reprisará o papel nessa adaptação;

» Inicialmente, Ray Fisher iria reprisar seu papel como Cyborg, mas o personagem foi removido do roteiro após as acusações de abuso do ator contra a DC Films;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

‘Invasão Secreta’: Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO da nova série da Marvel

A Marvel divulgou o trailer nacional da série ‘Invasão Secreta‘, que foi exibido exclusivamente no painel da Disney D23.

Confira, dublado e legendado:

Samuel L. Jackson estrela a produção como o implacável Nick Fury. O elenco ainda contará com o retorno da ex-agente da S.H.I.E.L.D. Maria Hill (Cobie Smulders), o agente da CIA Everett Ross (Martin Freeman) e o Máquina de Combate James Rhodes (Don Cheadle).

O grupo embarcará em uma aventura envolvendo os Skrull, os aliens transmorfos introduzidos em ‘Capitã Marvel‘.

Confira a sinopse oficial:

“‘Invasão Secreta’ é uma série recém-anunciada para a Disney+ que traz Samuel L. Jackson como Nick Fury e Ben Mendelsohn como o Skrull Talos – personagens que se conheceram em ‘Capitã Marvel’. A série marca o evento crossover por trás de uma facção de Skrulls que mudam de forma e que se infiltraram na Terra há anos.”

Lembrando que foi anunciado durante o painel na San Diego Comic-Con, que ‘Invasão Secreta‘ será lançada em 2023, durante a primavera norte-americana (período entre março e maio).

O elenco de ‘Invasão Secreta‘ também contará com Emilia Clarke, Olivia Colman, Kingsley Ben-Adir, Carmen Ejogo, Christopher McDonald e Killian Scott.

A produção deve se inspirar nos quadrinhos de mesmo nome, que mostram Fury (Jackson) e Talos (Mendelsohn), o líder dos Skrulls, durante uma invasão alienígena na Terra.

A primeira temporada contará com seis episódios.

James Wan revela novos detalhes sobre o DERIVADO de ‘Sobrenatural’

Em entrevista ao Screen Rant, James Wan (‘Gritos Mortais’) revelou novos detalhes sobre o vindouro spin-off da franquia ‘Sobrenatural‘, que será intitulado ‘Thread: An Insidious Tale‘.

O cineasta confirmou que o derivado terá conexão com a saga principal através do Além, e indicou que novos spin-offs neste universo podem ser lançados futuramente.

“[O spin-off] ‘Thread’ estará conectado ao Além [de ‘Sobrenatural’] da mesma forma que ‘Invocação do Mal’ se conecta com seus derivados. Eu sempre penso: ‘Olha, os Warrens têm um museu assombrado, então há muitos artefatos que podem gerar suas próprias histórias’.”

Ele completa, “Eu e o [cocriador] Leigh [Whannell] construímos esse lugar chamado Além no universo da franquia ‘Sobrenatural’, e sentimos que há muitas histórias que podem ser contadas sobre ele. Esse derivado é apenas uma das possíveis histórias que esperamos contar.”

Mandy Moore (‘This is Us’) e Kumail Nanjiani (‘Eternos’) irão estrelar o spin-off.

“Na trama, um casal usa um feitiço para voltar no tempo, com o objetivo de evitar a morte de sua filha… mas as consequências se tornam um pesadelo.”

Jeremy Slater, criador de ‘Cavaleiro da Lua‘, será responsável pela direção e roteiro.

Ao lado da Blumhouse e Screen Gems, James Wan também servirá como produtor através da Atomic Monster.

Vale lembrar que o quinto filme da franquia original, intitulado ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de julho.

Dirigido e estrelado por Patrick Wilson, a trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme, e voltará a seguir a família Lambert.

Confira o trailer:

 

Ty Simpkins e Rose Byrne também retornam como Dalton e Renai Lambert, respectivamente.

“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”

O elenco ainda conta com Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass.

Quentin Tarantino DESISTE de dirigir ‘The Movie Critic’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Quentin Tarantino (‘Os Oito Odiados’) não irá mais dirigir ‘The Movie Critic‘, filme que marcaria o décimo e último de sua carreira.

O projeto estava programado para iniciar suas gravações por apenas um dia em agosto, na Califórnia, para se qualificar para um crédito fiscal de US$ 20.5 milhões. Posteriormente, as filmagens seriam retomadas no início de 2025.

O site afirma que, após a saída do cineasta, a situação mudou completamente, destacando que o projeto sequer chegou a encontrar um estúdio.

Ambientado em 1977, na Califórnia, o longa seria inspirado em um cínico crítico de cinema que o diretor cresceu lendo. No entanto, rumores apontam que o projeto sofreu alterações drásticas e traria Brad Pitt como Cliff Booth, o dublê que o ator interpretou em ‘Era uma Vez em… Hollywood‘.

Anteriormente, havia sido reportado que Tom Cruise (‘Missão: Impossível’) estava em negociações para participar da produção – o que marcaria sua reunião com o astro Brad Pitt 30 anos após ‘Entrevista com o Vampiro‘.

Margot Robbie também estava cotada para ser a protagonista feminina do filme.

Última temporada de ‘Harlem’ ganha trailer e data de estreia no Prime Video; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer da 3ª (e última) temporada de ‘Harlem‘, comédia produzida por Pharrell WilliamsAmy Poehler.

Além disso, foi confirmado que o ciclo final estreará no dia 23 de janeiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Tracy Oliver (‘Viagem das Garotas’).

A trama segue quatro amigas elegantes e ambiciosas no Harlem: uma professora lutando para conseguir mais espaço para sua vida amorosa; uma empreendedora experiente sempre namorando alguém diferente; uma cantora escrachada; e uma estilista romântica desesperada.

Meagan Good, Grace Byers, Shoniqua Shandai e Jerrie Johnson estrelam a produção.

Quatro mulheres estilosas com roupas coloridas, série Harlem

‘Uma Batalha Após a Outra’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de duas semanas, o aclamado ‘Uma Batalha Após a Outra‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa soma US$ 42.8 milhões – sofrendo uma queda de apenas -49% em comparação ao final de semana anterior.

Internacionalmente, a produção arrecadou US$ 58.9 milhões através de 77 mercados, beneficiando-se dos formatos premium de salas de cinema (o que inclui US$ 7.4 milhões em IMAX).

Além disso, o longa registrou uma excelente retenção em diversos países, incluindo a Nova Zelândia (+7%), Alemanha (+5%), Chile (+2%), Dinamarca (+1%), Itália (-4%), Polônia (-5%), Holanda (-7%), Colômbia (-13%), entre outros.

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 22.4 milhões nos EUA, tornando-se não apenas o maior lançamento da carreira do cineasta Paul Thomas Anderson, como também é o 11º título estrelado pelo Leonardo DiCaprio a superar a marca dos US$ 20 milhões no país.

De acordo com o Deadline, apesar do longa ter contado com um orçamento entre US$ 130-140 milhões, o estúdio está apostando em sua estabilidade nas telonas a longo prazo. Com uma excelente recepção do público e dos críticos, a expectativa é que o filme seja mantido em cartaz o máximo possível para fortalecer sua campanha na temporada de premiações.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

Com 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore.

Uma Batalha Após a Outra‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’), o filme é baseado no livro Vineland, escrito por Thomas Pynchon.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

Confira o trailer ÉPICO de ‘Star Wars: A Nona Jedi’, minissérie derivada de ‘Star Wars: Visions’

A Disney+ divulgou o primeiro trailer da série animada ‘Star Wars: A Nona Jedi‘.

Derivada de ‘Star Wars: Visions‘, a produção dará continuidade ao curta A Nona Jedi, da primeira temporada, que, posteriormente, foi expandido no terceiro ciclo, no episódio A Nona Jedi: Filha da Esperança.

Confira, dublado e legendado:

Em estilo anime, o seriado estreará no serviço de streaming no dia 5 de agosto.

A trama é ambientada mil anos após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker‘, em uma galáxia onde Jedi e Sith desapareceram. A trama acompanha Kara, filha de um ferreiro raptado pelos Sith, que utiliza um sabre de luz místico para resgatar seu pai e proteger aliados em meio a um novo conflito.

Blake Lively viverá assassina em ‘Rhythm Section’, dos produtores de 007

A atriz Blake Lively vai encarar uma produção um pouco diferente de seu perfil. A ex-protagonista de ‘Gossip Girl’ vai estrelar o thriller ‘Rhythm Section’, dos produtores dos filmes do 007.

A trama conta vai adaptar o primeiro volume de uma série livros do escritor Mark Burnell, que traz a história de Stephanie Patrick (Lively), que perde toda a sua família mediante um acidente de avião. Quando ela descobre que o ocorrido foi de fato proposital, ela decide sair em uma busca para descobrir a verdade e punir os responsáveis. Para isso, ela se transforma em uma assassina disposta a rastrear cada um dos envolvidos.

Rhythm Section’ será dirigido por Reed Moreno e será produzido por Michael G. Wilson e Barbara Broccpli, a mesma dupla que está por trás da saga de James Bond.

Ainda sem data prevista para lançamento, o thriller de ação terá suas filmagens iniciadas ainda neste ano.

‘Bad Boys’: NBC desiste de spin-off para TV com Jessica Alba e Gabrielle Union

Embora o spin-off para TV de ‘Bad Boys‘ tenha ganhado título oficial, sinopse e até mesmo uma primeira imagem direto dos bastidores, o projeto não seguirá adiante. A revelação foi feita pelo portal Deadline.

A emissora NBC enterrou o projeto, chamado ‘L.A.’s Finest‘. Com Jessica Alba e Gabrielle Union como as protagonistas, o piloto da série estava sendo considerado uma das grandes apostas da temporads, principalmente por ter a marca de ‘Bad Boys‘.

Ainda não se sabe o motivo do engavetamento do projeto.

Produzido pela NBC, o piloto do spin-off de ‘Bad Boys‘ foi escrito por Brandon Margolis e Brandon Sonnier, sendo dirigido por Anton Cropper. Além de estrelar, Jessica Alba também seria a produtora-executiva do projeto, ao lado dos produtores Jerry Bruckheimer e Doug Belgrad. A série seria conduzida pela Primary Wave Entertainment e Sony Pictures TV.

‘Godzilla 2’: O Rei dos Monstros ganha novo e intenso teaser; Assista!

Godzilla: O Rei dos Monstros‘ um novo e intenso teaser, divulgado pela Warner Bros.

Confira:


Assista ao novo trailer:

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio de 2019.

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Frances McDormand, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Playdate with Destiny’: Novo Curta de ‘Os Simpsons’ ganha fofo cartaz; Confira!

O primeiro curta de ‘Os Simpsons‘ feito pela Disney, intitulado ‘Playdate with Destiny‘, ganhou um novo e adorável cartaz, que traz a personagem Maggie em destaque, em uma espécie de encontro.

Além disso, o curta, que fora exibido antes das sessões de ‘Dois Irmãos‘ nos cinemas, já está disponível na plataforma Disney+.

Confira o pôster:

Na trama, Maggie é resgatada pelo pequeno Hudson em um parquinho e acaba se apaixonando pelo coleguinha.

A narrativa do curta terá sequência na série de ‘Os Simpsons‘, em um episódio que vai ao ar no dia 19 de abril nos Estados Unidos.

Os Simpsons‘ é exibido no Brasil pelo canal Fox.

 

 

 

EITA! ‘Vingadores: Ultimato’: Fã entra para o Guinness Book por ter assistido ao filme 191 vezes nos cinemas

Um fã de ‘Vingadores: Ultimato‘ conquistou um feito inédito na história, entrando para o Guinness Book – o Livro dos Recordes, por ter assistido a produção 191 vezes apenas nos cinemas.

Por ter conquistado o impressionante feito, Agustin Alanis recebeu um certificado oficial da entidade responsável pelo livro dos recordes.

Confira:

“Sou oficialmente incrível! Dono do título da GWR por mais vezes comparecidas aos cinemas – mesmo filme. Tendo visto Vingadores: Ultimato 191 vezes”.

Assista nossa crítica:

Primeiras Impressões | Citadel: Série de espionagem dos Irmãos Russo não promete originalidade, mas se garante com altíssimo valor de produção

A trama você conhece. Uma sigilosa e tecnológica agência de espionagem é alvo de forças inimigas, que operam para destruir sua supremacia e seu trabalho investigativo ao redor do mundo. O subgênero de thriller de espionagem já estampou essa mesma premissa em inúmeros longas e séries de TV. De Missão Impossível à Alias, o arquétipo da mais alta segurança sob ataque tem sido o alicerce que sustenta tramas ambiciosas e franquias caríssimas. E em se tratando de Citadel, mais uma vez Jeff Bezos e seu cofre de recursos infinitos colocam sua arte à prova com o mesmo viés narrativo, em um dos projetos mais caros da história da televisão. Ao lado da fraca O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, essa é a ostensiva tentativa da Amazon Prime Video de conquistar as audiências do streaming.

E com os irmãos Joe e Anthony Russo (Vingadores: Ultimato) assumindo a produção, Citadel chega à grade de programação da plataforma com uma proposta cinematográfica. Cruzando o Oceano Atlântico com uma trama expansiva e repleta de culturalidade, a série apresenta uma jornada multifacetada, sem território fixo e com muito dinamismo. Aqui, a mitológica agência de espionagem Citadel é dizimada em sua totalidade, com seu exército de agentes sendo assassinados ao redor do globo. Com a destruição em massa do que antes era a organização mais sigilosa, poderosa e influente do mundo, dois de seus principais espiões têm suas memórias apagadas, com seus históricos profissionais sendo completamente enterrados. Agora, diante de uma nova ameaça, ambos serão forçados a redescobrir suas verdadeiras identidades, oito anos depois da dizimação da instituição.

Com ares que remetem a outros projetos consagrados de Hollywood, a série roteirizada por David Weil – que também assume o papel de showrrunner, não é original em essência, mas nem por isso se torna menos atraente. Se garantindo com um altíssimo valor de produção, a original da Prime Video não poupa recursos e ousa dentro de uma indústria acostumada a orçamentos televisivos mais restritos. Com belíssimas locações que orbitam entre os Estados Unidos e a Europa, Citadel é uma aposta universal, que mexe com um tema amplamente popular entre o público, à medida em que o convida para uma experiência transcultural. De ritmo acelerado e episódios relativamente mais curtos para um título dramático, ela é uma aposta certeira para os fãs de adrenalina.

Com cenas incansáveis de luta corporal e muita ação, a produção é como assistir a uma sucessão de horas de filmes de suspense investigativo. Flertando com a política interna e externa e se apropriando da liberdade criativa de brincar com a ficção científica, Citadel é uma mistura de gêneros que é o mais puro suco do entretenimento blockbuster. Com efeitos visuais bons (embora estejam bem distantes de serem cinematográficos), a série se garante diante da audiência e entrega aquilo que promete.

Nesse cenário frenético e às vezes simplista, Priyanka Chopra Jonas e Richard Madden se completam, com performances excelentes e uma ótima química em tela. Ao lado do talentoso e icônico Stanley Tucci, eles se entregam aos seus personagens com um sentimento de urgência e ajudam a nos prender a cada episódio. E mesmo quando tudo em tela aparenta ser megalomaníaco demais, os Irmãos Russo encontram um novo fôlego de humanidade em seus personagens, os aproximando da audiência. E ainda que seja muito cedo para sacramentar, é inegável que a 1ª temporada de Citadel já é eletrizante, envolvente e convidativa. Ainda que não saia de sua zona de conforto na maior parte do tempo, o novo thriller de espionagem da Prime Video é a dose certeira de escapismo que tanto buscamos em uma chuvosa sexta-feira à noite.

Crítica Netflix | Sex Education – 4° Temporada – Diversidade e autoaceitação dão o tom de ENCERRAMENTO da ÓTIMA série

A gente ama, aprende e segue em frente. Quem nunca ouviu essa máxima sobre os relacionamentos pela longa estrada da vida? Esta é a tônica despertada por Laurie Nunn ao colocar no ar a temporada final de Sex Education (2019-2023), um dos seriados mais queridos e importantes para os jovens na última década, disponível na Netflix

Desde 2019, o público aprendeu a gostar de Otis (Asa Butterfield), Maeve (Emma Mackey), Eric (Ncuti Gatwa), Adam (Connor Swindells), Aimee (Aimee Lou Wood), entre vários outros. Com suas questões peculiares, tornou-se aprazível acompanhá-los interagindo entre corredores da escola no meio de tantas personalidades distintas, mas sob o mesmo leque das dúvidas sobre amor e sexo. 

Ao longo de quatro temporadas, Sex Education explorou diversos tabus — escondidos dos programas de entretenimento — e criou um espaço seguro para falar sobre assuntos delicados da idade. Se hoje séries como Heartstopper (2022-) e Young Royals (2021-) têm protagonista queer, Sex Education deu os primeiros passos ao abraçar todos os tipos de identidades. Sendo assim, um farol para produções mais assertivas em relação à aceitação de todos os corpos. 

A quarta e última temporada começa com desencontros, sumiços e novidades. Os personagens Lily (Tanya Reynolds), Ola (Patricia Allison), Rahim (Sami Outalbali), por exemplo, dão espaço a novos rostos na Cavendish College, após o fechamento do colegial Moordale. Se a terceira temporada colocava em guerra a liberdade dos adolescentes à própria sexualidade frente a um modelo conservador e repressivo de educação, a quarta é completamente focada em um ambiente de aceitação e liberdade de todas as diferenças. 

Maeve segue seu caminho como uma futura escritora nos Estados Unidos, enquanto tenta manter uma relação a distância com Otis. O destino, no entanto, lhe prega uma peça fatal, sendo um dos momentos mais emocionantes da série. Sua volta forçada pela dor à cidadezinha inglesa coloca em evidência o futuro incerto entre o casal protagonista. O seriado, entretanto, não é sobre finais felizes, mas aprendizados e, assim, [ao final] cada um deles consegue descobrir seus caminhos em busca de conquistar seus sonhos.

De um outro lado, Aimee tenta libertar-se do trauma de assédio no ônibus [ocorrido na segunda temporada] através da arte. Durante oito episódios, ela dedilha qual será sua mensagem para o mundo por meio da fotografia e desbloqueia o seu envolvimento com outras pessoas. Para isso, ela conta com a ajuda de Isaac (George Robinson)  — personagem que conquistou a simpatia do público na temporada anterior e mobiliza os espectadores a pensar na acessibilidade dos cadeirantes —, assim como a nova estudante Aisha (Alexandra James), portadora de deficiência auditiva. 

O novo ensino médio é positivista, isto é, Cavendish é evoluído na abolição de papéis, salas recreativas e tablets para todos os alunos. Lá, Otis acredita ter encontrado o ambiente perfeito para implementar sua clínica sexual de forma gratuita, mas depara-se com a concorrente O. (Thaddea Graham), uma jovem com canal no YouTube e milhares de seguidores no Instagram

Os populares da escola são um casal trans. Abbi (Anthony Lexa), uma mulher trans e Roman (Felix Mufti), um homem trans. É como esmero que o seriado trata da questão sexual entre os dois. Enquanto o casal já passou pela transformação física, Cal (Dua Saleh) continua em guerra com seu corpo e afeta a sua mente. A personagem começa a tomar testosterona, mas a presença da sua menstruação é um sofrimento intenso para alguém que não se reconhece nessa estrutura física sangrenta todos os meses. 

Com episódios, em média, de uma hora e o último de uma hora e vinte e cinco minutos, todos os personagens são bem desenvolvidos, mesmo com menos tempo de tela, eles passam por momentos de tensão. Os amigos Jackson (Kedar Williams-Stirling) e Viv (Chinenye Ezeudu), por exemplo, possuem os duros dilemas de relacionamento abusivo e doença hereditária. 

Como todos esses elementos, Sex Education deixa o relacionamento de Maeve e Otis com tanta importância quanto os dois outros personagens. O grande destaque dessa umtima temporada é a precursora de todo esse movimento — e tormentos de Otis — a sexóloga Jean Millburn (Gillian Anderson). Com uma filha recém-nascida e em luto pelo abandono do parceiro ainda amado, ela enfrenta diversos traumas do passado, como o ex-marido e a irmã mais nova, para nos lembrar que problemas e neuroses são uma constante existencial. 

Sem esquecer dos pais de Adam e o caminho da autoaceitação da bissexualidade. Já Eric encontra sua vocação de forma surpreende e até Ruby (Mimi Keene), depois do processo de humanização da personagem na temporada passada, tem o seu momento de raiva, vingança e perdão. 

Pelo título, Sex Education tinha um propósito chave: iluminar o caminho dos jovens e adultos sobre a sua sexualidade sem traumas e distúrbios, mas fazendo atenção a abusos e consentimentos. Algo somente possível por meio da comunicação, ou seja, é preciso poder falar sobre o problema a fim de solucioná-lo e ter uma vida mais plena, sem as barreiras das normas moralistas e dogmáticas. É isso que Sex Education nos ensina e deixa de lição para essa e, possivelmente, outras gerações.

E se ‘The Batman’ se passar nos anos 30? Veja artes incríveis!

O fã John Regan criou algumas artes mostrando como ficaria se a trama de The Batman, novo filme solo do herói dirigido por Matt Reeves, se passasse no ano de 1939. Além do Batmóvel clássico, o fã ainda criou artes para o uniforme e alguns detalhes, utilizando o ator Jake Gyllenhaal no papel principal. Confira:

Recentemente, o diretor Matt Reeves tranquilizou os fãs em seu twitter ao garantir que não abandonará a direção de The Batman, mesmo com os possíveis problemas que a DC está enfrentando atualmente dentro da Warner Bros.

Rumores recentes sobre o polêmico The Batman vindo de uma reportagem no site Revenge of the Fans afirmam que o diretor Matt Reeves e a Warner já ofereceram o papel do herói para o até então cotado Jake Gyllenhaal. Porém, seria necessário uma desistência de Ben Affleck para que o ator pudesse assumir:

De acordo com o site, uma fonte próxima a produção revelou:

“O estúdio está um pouco amargo com Ben, mas ele ainda tem um contrato. Estão todos esperando para ver”

Outros rumores sobre The Batman divulgados pelo Comic Book, indicam que o filme solo do herói não terá conexão com o Universo compartilhado que a DC está construindo.

De acordo com o site, essa mudança daria maior liberdade para o diretor Matt Reeves (Cloverfield) criar um filme singular e diferente, além de planejar escalar um novo ator para o papel do herói. Com isso, Ben Affleck retornaria como Batman em apenas mais um filme, ouEsquadrão Suicida 2 ou emFlashpoint’.

Devemos tratar tudo ainda como rumores. Novas informações oficiais devem sair em breve.

Enquanto isso, durante uma entrevista ao podcast Q&AMatt Reeves contou que já definiu a trama de The Batman, filme solo do herói da DC. Apesar de não entrar em muitos detalhes, o diretor disse que já está trabalhando no rascunho do primeiro tratamento do roteiro, e que a trama já está quase toda definida.

Originalmente, o roteiro estava sendo escrito por Ben Affleck e Geoff Johns, porém, Reeves havia descartado e decidiu começar do zero.

O filme passou por diversas reformulações ao longo dos últimos meses. O filme seria estrelado, dirigido e roteirizado por  Ben Affleck (o texto teria a ajuda de Geoff Johns), mas o ator sentiu o peso do trabalho e decidiu se afastar de algumas funções, seguindo como protagonista (apesar de vários rumores alegarem que ele não viverá o herói no filme).

Especula-se que o projeto possa chegar aos cinemas entre 2019 e 2020.

‘The Batman’: “Quero encontrar uma forma graciosa e legal de sair”, comenta Ben Affleck; Saiba mais!

‘Lizzie’: Kristen Stewart e Chloë Sevigny no trailer do suspense sobre serial killers

thriller psicológico Lizzie, estrelado por Kristen Stewart (‘Personal Shopper’) e Chloë Sevigny (‘American Horror Story’) acabou de ganhar seu primeiro trailer. Confira:

A trama explora os eventos que levaram aos lendários assassinatos da família Borden pela filha, Lizzie Borden, se concentrando no relacionamento de Lizzie (Sevigny) com Bridget Sullivan (Stewart), uma das empregadas da casa de sua família.

O longa estreia em 14 de setembro de 2018, nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

Dica do fim de semana | CLÁSSICOS de Guillermo Del Toro nos streamings

Consagrado por sua obra repleta de ambientes e personagens sombrios, mas amáveis, Guillermo Del Toro conseguiu deixar sua marca no cinema mundial. Apaixonado por monstros e criaturas bizarras o diretor mexicano é tão autêntico que conseguiu mobilizar uma legião de fãs apaixonados ao redor do planeta. Neste fim de semana de frente fria pelo país, separamos cinco filmaços de Del Toro para você assistir debaixo das cobertas. Confira!

A Forma da Água

Filme que rendeu o tão sonhado Oscar a Guillermo Del Toro, A Forma da Água é um conto de fadas sombrio ao melhor estilo do diretor. A trama acompanha uma jovem zeladora muda que trabalha limpando os porões de uma base militar em meio a guerra. Sua vida vira de cabeça pra baixo quando ela descobre que o exército capturou uma divindade amazônica e a está mantendo em cativeiro na base, apenas esperando a oportunidade para dissecá-la. Assim, a moça começa a se envolver com a criatura e bola um plano para tirá-la de lá antes que seja tarde demais.

Onde assistir: Star+

 

Círculo de Fogo

Apoiado por um dos melhores usos de CGI da década passada, Círculo de Fogo é uma clássica aventura que homenageia as animações e filmes de monstros gigantes japoneses. A história se passa numa realidade distópica, em que uma fossa no meio do oceano esconde um portal interdimensional que libera uma série de monstros gigantes hostis. Porém, a cada nova invasão que acontece, as criaturas passam a vir mais fortes. Como resposta, os governos do mundo decidiram criar robôs gigantes controlados por meio de uma conexão neural entre dois pilotos para enfrentar os monstrões. Só que, após vários anos sem novos ataques, o programa foi desativado. Então, quando as criaturas voltam a aparecer, começa uma busca pelos pilotos restantes para reativar o projeto e mandar os monstros de volta para casa na base da porrada.

Onde assistir: HBO Max

 

Pinóquio

Fazendo sua própria versão da clássica história do boneco de madeira que sonha em ser um menino de verdade, Del Toro encantou o mundo novamente com um conto de fadas ao seu estilo, abordando temas políticos, como o abuso do fascismo, e sentimentos complexos, como o luto. O roteiro é inovador, apesar de abordar um conto já conhecido. A história acompanha Gepetto, que perdeu o filho no contexto da Segunda Guerra Mundial. Então, ele constrói um boneco de madeira que acaba ganhando vida. Com a cidade não aceitando o brinquedo supostamente endemoniado, Pinóquio acaba chamando a atenção de um dono de circo, dando início a uma aventura cheia de bizarrices. Esse filmaço foi premiado com o Oscar de Melhor Animação de 2022.

Onde assistir: Netflix

 

O Labirinto do Fauno

Filme que abriu os olhos do mundo para o talento surreal de Del Toro, O Labirinto do Fauno é uma mistura de fantasia com aventura e terror, que aborda a grande desventura da pequena Ophelia, cuja mãe, grávida, se envolve com um militar racista e sádico, que se importa apenas com a vida do bebê que está no ventre da mulher. Em um contexto de guerra, Ophelia explora a nova casa e seu entorno. Assim, ela encontra um assustador Fauno que conta a ela uma história e tenta convencê-la a retornar para o submundo, de onde ela é supostamente a princesa. E aí, será que ele está falando a verdade?

Onde assistir: Claro TV+

 

Hellboy

Antes dos super-heróis se tornarem essa febre que toma conta dos cinemas, TVs e videogames, Del Toro conseguiu emplacar seu próprio clássico dessa temática ao adaptar o anti-herói sobrenatural da Dark Horse. Hellboy acompanha a história de um bebê demônio que foi capturado ao fim da Segunda Guerra Mundial e cresceu na Terra sob tutela de um professor especializado no paranormal. Várias décadas depois, ele cresce e se torna um agente da subdivisão paranormal secreta do FBI, lutando contra criaturas de outro mundo. Sua missão da vez é deter os terríveis Rasputin e Behemot. Puro suco de filme de quadrinhos dos anos 2000.

Onde assistir: HBO Max

Crítica | Casamento em Família – Emma Roberts, Susan Sarandon e Grande Elenco em Crônica do Amor e Desamor

O que é o amor? Assim, de verdade, existe alguma coisa específica que define que determinado sentimento é o amor? Existe algo que nos ilumine, que nos esclareça que aquela pessoa na nossa frente é A pessoa, aquela que nos foi designada, aquela com quem passaremos o resto das nossas vidas amando? Qual e como é o momento em que isso se define? E, havendo a definição, como fica todo o resto que não foi escolhido? Essas e outras questões são levantadas no filme ‘Casamento em Família’, estreia da semana nos cinemas brasileiros neste fim de semana.

Michelle (Emma Roberts) e Allen (Luke Bracey) são namorados há anos. Ela tem o sonho de casar e acha que os dois estão no momento certo para dar esse passo na relação; ele acredita que o que os dois têm é especial e que não precisam dessa amarra burocrática para definir quem são. Quando os dois chegam nesse precipício do relacionamento, há um impasse, e o casal precisa definir o que querem para si. Para isso, os dois esperam poder contar com os ensinamentos de seus próprios pais, Grace (Diane Keaton), Howard (Richard Gere), Sam (William H. Macy)  e Monica (Susan Sarandon), por verem neles o exemplo máximo do verdadeiro amor. Acontece que os quatro andam repensando suas próprias escolhas, e não estão muito certos de que tomaram o melhor caminho em suas vidas.

Escrito e dirigido por Michael Jacobs, ‘Casamento em Família’ é, resumidamente, uma verborrágica crônica do amor e do desamor. Para isso, ao longo das uma hora e trinta de duração o espectador é presenteado por diálogos infinitos e filosóficos sobre o que é o amor, suas manifestações, a inquietação humana do que e do como ele se manifesta, enfim, as inseguranças todas que permeiam as interações interpessoais ao longo de nossas vidas. Os diálogos, entretanto, são tão maçantes, que cansam, como se a proposta oculta do filme fosse tentar traçar um tratado das relações amorosas, apresentados em um tom totalmente teatral, com personagens agindo e se deslocando com muita encenação e pouca fluidez.

Isso ajuda a conferir uma vibe esquisita ao longa, que chega aos cinemas com o aspecto de comédia romântica mas que é, na verdade, um drama que busca debater profundamente os percalços da monogamia. Aliás, esse é o cerne da problemática de ‘Casamento em Família’: enxergar a monogamia como a única possibilidade da relação amorosa, sendo este o drama principal dos três casais em cena que, infelizes, mais parecem buscar argumentos que validem continuarem na situação em que já estão.

Ao trazer um elenco já conhecido por grandes papéis em comédias românticas, a produção consegue chamar a atenção do público, porém, ‘Casamento em Família’ é um ensaio sobre o amor burocrático, exigente e sufocante, que deixa de lado as outras possibilidades de relacionamento amoroso. Lançado lá fora para o Dia de São Valentim (o Dia dos Namorados em muitos países), ‘Casamento em Família’ é um filme muito mais reflexivo do que de entretenimento, que, ao ser lançado no pós-Carnaval, chega dissonante e com um marketing que frustra as expectativas do espectador.

‘Vingadores: Ultimato’: Anthony Mackie confirma que seu personagem está mesmo morto

Durante entrevista em ‘The Tonight Show’, o ator Anthony Mackie, um dos queridinhos da Marvel pelo público, respondeu a algumas perguntas sobre ‘Vingadores: Ultimato’, conclusão da épica saga de super-heróis.

O filme chega muito em breve às telonas e responderá diversas questões levantadas pelos fãs, além de confirmar ou refutar inúmeras teorias que despontaram nas redes sociais nesses últimos meses. A maior das perguntas, porém, continua sendo sobre quais personagens realmente morreram após o estalo de Thanos (Josh Brolin) e quais voltarão da tumba.

Alguns fãs já sabem que Peter Parker (Tom Holland) irá viver para mais um dia de luta em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, que também traz Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Maria Hill (Cobie Smulders), ambos varridos na cena pós-créditos de ‘Guerra Infinita’.

Um dos outros personagens que foram atingidos pelo estalo foi Falcão (Mackie), que entrou no Universo Cinemático Marvel em 2014 com ‘Capitão América: O Soldado Invernal’. Durante uma recente entrevista com Jimmy Fallon, ele confirmou que Falcão está morto no MCU.

“Para aqueles que não assistiram, tenho um alerta de spoiler: eu morri de verdade. Um monte de gente morreu”, ele declarou.

Segundo rumores, Falcão e o Soldado Invernal (Sebastian Stan) ainda não foram confirmados para retornar em ‘Ultimato’, mas ambos irão protagonizar uma série do Disney+.

Assista ao trailer:

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

Jennifer Lopez e Shakira vão se apresentar no Super Bowl 2020

Parece que a PepsiNFL estão começando os preparativos para o show de intervalo do Super Bowl LIV – e as escolhas para as performances não poderiam ser mais icônicas.

Saindo de sua aclamada performance no longa As Golpistas, a atriz, cantora e produtora Jennifer Lopez anunciou que irá se apresentar no evento em 2020.

E isso não é tudo: J-Lo se apresentará ao lado da lendária Shakira. Ambas postaram uma foto muito parecida em seus respectivos Twitter, cujas legendas anunciam o dia do show.

Confira:

O Super Bowl LIV acontece no domingo, 02 de fevereiro de 2020.

10 Séries Animadas para Maratonar nas Próximas Semanas

Animações costumeiramente são nosso primeiro contato com a esfera do entretenimento – ainda mais por serem destinadas, em sua maioria, ao público infantil. Dentre as icônicas e memoráveis produções de gigantes do cinema como a Pixar, a Laika e a Walt Disney Studios, é quase impossível citarmos apenas alguns longas ou curtas-metragens ou obras seriadas.

De qualquer forma, o CinePOP resolveu ir um pouco fora da curva e trazer para você 10 animações em formato televisivo para maratonar nessas próximas semanas – levando em conta o necessário isolamento social que precisamos fazer para impedir o Coronavírus de se espalhar com mais rapidez.

Vale lembrar que não nos restringimos apenas ao público infantil, mas também abrimos espaço para obras que sejam direcionadas aos telespectadores adultos (como é o caso de Rick and Morty‘(Des)Encanto’, por exemplo.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

O PRÍNCIPE DRAGÃO (2018 – PRESENTE)

Temporadas: 03

Onde assistir: Netflix

Os irmãos e príncipes humanos Callum e Ezran começam uma inesperada parceria com Rayla, uma elfa assassina enviada para matá-los. Trabalhando em conjunto, eles embarcam em uma jornada épica na busca de paz para seus reinos em guerra.

RICK AND MORTY (2014 – PRESENTE)

Temporadas: 04

Onde assistir: Netflix

A série mostra as aventuras insólitas do cientista beberrão Rick Sanchez e seu neto inseguro e com hormônios em ebulição Morty Smith, membros de uma família americana comum, composta também por Jerry, um pai ignorante; Beth, uma mãe sensata e Summer, uma irmã mais velha, típica adolescente alienada, que se compadece do irmão quando passa a integrar as aventuras de seu avô.

CONTOS DA ARCADIA (2017 – PRESENTE)

Temporadas: 05 (divididas ao longo de duas séries)

Onde assistir: Netflix

Criada por Guillermo Del Toro, a trilogia Contos da Arcádia teve início com Caçadores de Trolls. Seu estilo RPG e sua incrível e envolvente narrativa sobre um garoto que se tornou protetor das mágicas criaturas conhecidas como trolls logo a transformaram num sucesso sem precedentes, cultivando terreno para duas produções derivadas: Os 3 Lá Embaixo, que gira em torno de alienígenas, e Wizards, que ainda não tem previsão de estreia. Todas as séries são ambientadas na cidade de Arcadia.

(DES)ENCANTO (2018 – PRESENTE)

Temporadas: 02

Onde assistir: Netflix

Bean (Abbi Jacobson) é uma princesa alcoólatra que vive no reino mágico de Dreamland ao lado de Luci (Eric Andre), seu demônio pessoal, e de Elfo (Nat Faxon), seu melhor amigo.

O INCRÍVEL MUNDO DE GUMBALL (2011 – PRESENTE)

Temporadas: 06

Onde assistir: Cartoon Network, Netflix

A série gira em torno da vida de um gato azul de 12 anos de idade chamado Gumball Watterson e seu irmão adotivo e melhor amigo, Darwin Watterson. Juntos, eles causam confusões pela cidade de Elmore, acompanhados de sua irmã mais nova Anais e de seus pais Nicole e Ricardo Watterson.

IRMÃO DO JOREL (2014 – PRESENTE)

Temporadas: 03

Onde assistir: Cartoon NetworkNetflix

A série mostra o cotidiano de uma família excêntrica e extravagante. Jorel é o filho do meio, com o cabelo sedoso e bem liso e uma maneira doce e atraente para ganhar meninas, que faz dele o cara mais popular da cidade. No entanto, o show não gira em torno dele, mas em torno de seu irmão mais novo, um garoto tímido e sem nome e sempre chamado de “Irmão do Jorel”. Sendo quase sempre ofuscado pela fama e popularidade de seu irmão mais velho, Irmão do Jorel tenta ganhar sua própria identidade e ser alguém importante da família. Cada situação sempre acontece numa confusão, algumas bem sérias e outras nem tanto, todas bem típicas de um ambiente familiar brasileiro da década de 1980, em meio a aventuras surreais e sem-sentido, sempre a partir da perspectiva do Irmão do Jorel.

AVATAR: A LENDA DE AANG (2005 – 2008)

Temporadas: 03

Onde assistir: Netflix

Preso durante um século dentro de um iceberg, Aang é um menino de 12 anos que agora está livre do gelo. Ele descobre que tem um destino extraordinário: ser o Avatar. Ele é responsável por garantir o equilíbrio entre os mestres dos quarto elementos, que estão divididos em quatro civilizações: as tribos da Água, da Terra, do Fogo e do Ar. Elas estão perdidas no meio de guerras e destruições. Agora, sua missão é restaurar a ordem do universo. Mas antes ele tem que aprender a dominar todos os elementos.

FINAL SPACE (2018 – PRESENTE)

Temporadas: 02

Onde assistir: Netflix

Final Space é uma saga espacial intergaláctica sobre um astronauta chamado Gary e seu adorável amigo destruidor de planetas, Mooncake. A série segue suas aventuras enquanto eles embarcam em uma missão para desvendar o mistério do Espaço Final, o lugar onde o todo o universo termina.

BIG MOUTH (2016 – PRESENTE)

Temporadas: 03

Onde assistir: Netflix

Ainda bem que Nick (Nick Kroll) e Andrew Goldberg (John Mulaney) são melhores amigos. Juntos, eles enfrentam a difícil fase da puberdade e ainda encontram muita diversão pelo caminho enquanto enfrentam os desafios que todo adolescente precisa enfrentar.

STEVEN UNIVERSE (2013 – 2019)

Temporadas: 05 (além de um filmeum spin-off)

Onde assistir: Cartoon Network

A série segue as aventuras de Steven, um garoto que herdou uma poderosa missão e, junto de seus amigos Garnet, Amethyst e Pearl, precisarão proteger o mundo de certas ameaças. Enquanto Steven tenta descobrir como usar sua herança, ele passa seus dias na Beach City se divertindo com seus amigos.

‘The Third Day’: Série da HBO com Jude Law ganha novo trailer oficial; Confira!

HBO divulgou hoje (07) o novo trailer oficial de The Third Day, drama original estrelado por Jude Law.

A série estreia no dia 14 de setembro.

Confira:

A série foi criada por Dennis Kelly.

Um homem e uma mulher fazem viagens separadas para uma ilha misteriosa na costa britânica.
Emily Watson, Naomie Harris e Katherine Waterston completam o elenco. Marc MundenPhilppa Lowthorpe entram como diretores da produção.

‘WandaVision’ ganha novo teaser em looping recheado de cenas INÉDITAS; Confira!

Disney+ divulgou um novo teaser oficial em looping da aguardada série ‘WandaVision’.

Confira:

A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Pink divulga belíssimo videoclipe oficial de “All I Know so Far”, música-tema de seu documentário; Confira!

A icônica estrela da música Pink divulgou recentemente o videoclipe oficial de All I Know so Far, música-tema do vindouro documentário homônimo que será lançado na Amazon Prime Video.

Confira:

O filme é dirigido por Michael Gracey (‘O Rei do Show’) e será lançado no dia 21 de maio, trazendo detalhes sobre o processo de criação do espetáculo da cantora no Estádio de Wenbley, como parte da turnê do álbum Beautiful Trauma.

Creditada por quebrar barreiras para as mulheres no cenário fonográfico, Pink tornou-se mundialmente famosa com o lançamento de ‘Can’t Take Me Home’, em 2000. Desde então, entregou nada menos que outros sete álbuns e vendeu mais de 90 milhões de discos.

Aclamada por sua voz rouca e por sua presença de palco acrobática, ela já levou para casa três Grammy Awards, dois Brit Awards, um Emmy e sete VMAs, incluindo o Prêmio Vanguarda Michael Jackson.