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Novo cartaz de ‘Angry Birds’ vem, literalmente, explosivo

A Sony Pictures liberou o novo cartaz de ‘Angry Birds – O Filme‘ com uma pegada, digamos assim, bastante explosiva.

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Marcelo Adnet emprestará sua voz para dublar o personagem principal do filme, o passarinho Red. Dani Calabresa será a dubladora da personagem Matilda, que no filme coordena um grupo de terapia de controle de raiva na Ilha dos Pássaros.

Adnet já trabalhou com a Sony em 2011, quando foi o dublador de todos os personagens no sucesso ‘Zelador Animal’ (Zookeeper). Mais dubladores que estarão na animação serão anunciados em breve pela Sony Pictures Brasil.

Sony divulga datas de ‘O Protetor 2’, ‘Uncharted’, ‘Caça-Fantasmas’ e ‘Angry Birds’ 

Na comédia de animação 3D,  ‘Angry Birds: O Filme‘, vamos finalmente descobrir o por quê destes pássaros serem tão bravos. O filme nos leva a uma ilha populada inteiramente por pássaros felizes e que não podem voar – ou quase inteiramente. Neste paraíso, Red (Jason Sudeikis), um pássaro com problemas de temperamento, o veloz Chuck (Josh Gad), e o volátil Bomba (Danny McBride, É O Fim, “Eastbound and Down”) sempre foram excluídos. Mas quando a ilha é visitada por misteriosos porquinhos verdes, cabe a estes improváveis rejeitados descobrir o que os porcos estão tramando.

Jason Sudeikis (‘Quero Matar Meu Chefe’, ‘Família do Bagulho’) lidera o elenco como Red, um pássaro temperamental. Josh Gad, que dublou o boneco de neve Olaf em ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’, interpreta o veloz Chuck, e Danny McBride (‘É o Fim’, ‘Eastbound & Down’) é o volátil Bomb. Bill Hader (‘Saturday Night Live’) está no time dos porcos, e Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) será o lendário Mighty Eagle.

O filme também será a primeira empreitada cinematográfica da Rovio, empresa que desenvolveu a bem-sucedida franquia de jogos. Angry Birds chega aos cinemas brasileiros em 12 de Maio de 2016.

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Saiba quando terminam as filmagens de ‘Star Wars – Episódio VIII’

22 de Julho!

As filmagens de ‘Star Wars – Episódio VIII‘ serão encerradas daqui duas semanas em Londres, região onde também acontecerá a Star Wars Celebration.

Mark Hamill confirmou a novidade em seu perfil no Twitter ao ser perguntado por um fã sobre o que ele poderia adiantar sobre a produção.

 

 

Star Wars: Episódio VIII‘ é escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Looper – Assassinos do Futuro’), e dá continuidade ao enredo apresentado em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘.

Benicio Del Toro (‘Guardiões da Galáxia’), Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran são os novos nomes do elenco, que traz de volta Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis.

Rey deu seus primeiros passos em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ e vai continuar sua jornada épica ao lado de Finn, Poe e Luke Skywalker no próximo capítulo da saga, que estreia em 15 de dezembro de 2017.

‘Star Wars: O Despertar da Força’ chega a US$ 1,9 bilhão mundialmente 

Harrison Ford deve reprisar o papel de Han Solo – saiba mais!

Crítica | Star Wars – O Despertar da Força

Segundo um jornalista do The Wrap, o roteiro da nova produção foi reescrito para aumentar e aprofundar a história do passado de Rey e Finn – leia!

A retomada da saga, comandada por J.J. Abrams, é baseada na obra de George Lucas, e se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi, produção de 1983.

Remake da série ‘Perdidos no Espaço’ tem primeira atriz contratada

O Deadline confirma a contratação de Taylor Russell para viver Judy Robinson, personagem que na clássica versão de 1960 foi interpretada por Marta Kristen.

A expectativa é que o elenco seja anunciado ao longo do final desse ano para início das filmagens no começo de 2017.

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A primeira temporada terá dez episódios, e o lançamento é previsto para 2018.

Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, escrevem a trama do remake, produzido pela Legendary TV.

Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai produzir a série e dirigir alguns episódios.

Situada no ano de 1997, a série original mostra a Terra em crise, como um planeta superpopulado. Diante do cenário crítico, a família Robinson é a primeira escolhida para colonizar outro planeta, o Alpha Centaury.

Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.

‘Pica-Pau’: Live-action com Thaila Ayala ganha teaser-trailer

A Universal divulgou o teaser-trailer da versão live-action de ‘Pica-Pau‘ (Woody Woodpecker).

O filme inédito baseado no clássico personagem criado por Walter Lantz chega aos cinemas nacionais em outubro de 2017.

Assista:

Após a atriz brasileira Thaila Ayala faz parte do elenco.

Produzido em live-action e animação CGI, a comédia mostrará uma guerra de território entre o brincalhão e travesso Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson) e sua namorada Brittany (Thaila Ayala). Lance está determinado a construir sua casa dos sonhos, mas para isso, terá que derrubar a casa do Pica-Pau em uma luta que não será fácil.

Além de Thaila e Thimothy Omundson, o filme ainda traz Graham Verchere, Jordana Largy, Adrian Glynn McMorran, Scott McNeil, Chelsea Miller, Jakob Davies, Arkie Kandola e Sean Tyson no elenco.

Pica Pau‘ é dirigido por Alex Zamm (‘Um Herói de Brinquedo 2’, ‘A Filha do Presidente’).

Com sua marca registrada, a gargalhada estridente e debochada, Pica-Pau surgiu nos anos 40 no episódio ‘Knock Knock’. Logo se tornaria um sucesso mundial. No Brasil, o desenho é transmitido há 38 anos na TV aberta, sem interrupção e com ótima audiência.

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‘Homem-Aranha’ ganha cartaz INCRÍVEL com easter egg de ‘Os Vingadores’

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ ganhou seu primeiro cartaz oficial, que faz o público ficar ciente que o longa se passa no mesmo universo de ‘Os Vingadores‘.

No fundo da paisagem de Nova York, podemos ver a gigantesca Avengers Tower.

Confira, com fotos:

 

A Sony Pictures do Brasil agendou a estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ nos cinemas nacionais: 6 de Julho de 2017. Nos EUA, o filme chega um dia depois!

“O Jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que estreou em ‘Capitão América – Guerra Civil‘, começa a navegar em sua identidade recém descoberta como super-herói em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Emocionando com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua Tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento de seu novo mentor Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta voltar a sua rotina diária normal – se distraindo por seus pensamentos para provar a si mesmo que é mais do que apenas o bom amigo da vizinhança, o Homem-Aranha. Mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter tem como importante será ameaçado.”

Chris Evans quer participar de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

O elenco conta com Donald GloverMarisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark/Homem de Ferro  e John Favreau também participa do filme, reprisando o papel que fez em ‘Homem de Ferro’ como Happy Hogan.

Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

 

’47 Meters Down’: Terror de tubarões com Mandy Moore surpreende nas bilheterias

O terror ‘47 Meters Down‘ teve uma trajetória inusitada. Pronto para ser lançado direto em Home Video nos EUA com o título ‘In the Deep‘, o filme foi adquirido pela recém-inaugurada Entertainment Studios, que decidiu lançá-lo nos cinemas.

Decisão acertada: O filme estreou nos EUA nesse fim de semana e surpreendeu nas bilheterias, arrecadando ótimos US$ 11 milhões em 2.270 cinemas e abrindo na frente de ‘A Noite é Delas‘ (Rough Night), comédia estrelada por Scarlett Johansson e Kate McKinnon.

O filme é estrelado por Mandy Moore e Claire Holt e foi elogiadíssimo nos festivais internacionais.

Assista aos vídeos:

47 Meters Down‘ mergulha no mundo de duas irmãs (Mandy Moore e Claire Holt), que ficam presas no fundo do oceano quando uma expedição de mergulho para observar tubarões acaba saindo terrivelmente errada. Quando o cabo que prende a gaiola de observação no barco quebra, a gaiola afunda até o fundo do oceano. As irmãs precisam descobrir uma maneira de voltar a lutar contra a segurança de ferimentos, falta de oxigênio e, pior de tudo, sede de sangue dos grandes tubarões brancos.

Johannes Roberts (‘O Outro Lado da Porta’) dirige.

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’47 Meters Down’: Sequência do terror sobre tubarões se passará no Brasil

O Hollywood Reporter confirma que haverá a sequência de ‘47 Meters Down, terror estrelado por Mandy Moore e Claire Holt.

O curioso é que a nova história vai se passar aqui no Brasil.

Confira a sinopse:

Desta vez, o terror sobre tubarões passará do México para o Brasil e seguirá um grupo de garotas à procura de aventura na metrópole costeira de Recife. Com a esperança de sair da trilha turística bem desgastada, eles ouvem sobre algumas ruínas subaquáticas escondidas apenas para descobrir que as ondas de sua Atlântida secreta não estão completamente desabitadas.

Que legal! O primeiro filme surpreendeu ao arrecadar US$ 60 milhões mundialmente, mas segue sem distribuidora no Brasil!

Johannes Robertsque dirigiu o primeiro, retorna para escrever e comandar a continuação.

47 Meters Down‘ mergulha no mundo de duas irmãs (Mandy Moore e Claire Holt), que ficam presas no fundo do oceano quando uma expedição de mergulho para observar tubarões acaba saindo terrivelmente errada. Quando o cabo que prende a gaiola de observação no barco quebra, a gaiola afunda até o fundo do oceano. As irmãs precisam descobrir uma maneira de voltar a lutar contra a segurança de ferimentos, falta de oxigênio e, pior de tudo, sede de sangue dos grandes tubarões brancos.

 

 

Robert Pattinson e Kristen Stewart podem retornar na série baseada em ‘Crepúsculo’

Em novembro, o primeiro ‘Crepúsculo‘ vai completar 10 anos. E a Lionsgate já está pensando em várias maneiras de reiniciar a franquia, sendo a principal delas uma série de TV.

Segundo o pouco confiável Hollywood Life, os astros Robert Pattinson e Kristen Stewart estão em negociação para fazer uma participação na série, que servirá como reboot para a franquia.

Eles viveriam outros personagens, é claro, dando espaço para jovens atores desconhecidos interpretarem Edward e Bella.

O site afirma que a série está em desenvolvimento na Lionsgate.

“Eles estão dispostos a fazer pelo menos uma pequena participação na série”, garante a fonte.

Pattinson já havia afirmado ao Yahoo! interesse em retornar.

“Será que vou ganhar meu próprio spin-off. Sempre tive uma curiosidade em saber como a franquia continuaria. Eu gosto da ideia de subverter as expectativas das pessoas em coisas que tenham uma grande audiência. Então poderíamos fazer algo meio radical. Seria bastante divertido”, afirmou.

Crepúsculo‘, o livro, foi publicado inicialmente nos Estados Unidos em 2005 e originou a série best-seller mundial e uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural de abrangência então inédita.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado há seis anos e arrecadou US$ 829,7 milhões no mundo inteiro, um ponto alto para a franquia.

Kristen Stewart recusou proposta para voltar em novo ‘Crepúsculo’, afirma revista 

 

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‘Mulher-Maravilha 1984’: Duas cenas do filme são reveladas; Confira a descrição!

Mulher-Maravilha 1984’ (Wonder Woman 1984) ganhou seu painel hoje na CCXP e contou com a exibição de duas cenas inéditas do filme.

Após Gal Gadot e Chris Pine introduzirem o filme através de uma mensagem gravada, as cenas foram mostradas e levaram o público ao delírio.

Cena 1

Assim como divulgado na Comic-Con San Diego, a cena se passa em um shopping, na praça de alimentação. Dois bandidos armados estão no local e pegam uma garotinha como refém. Quando eles atiram na garota, a Mulher-Maravilha consegue desviar a bala e salvá-la. Com seu laço da verdade, ela prende os dois bandidos.

Cena 2

Essa cena teve fotos vazadas na internet recentemente. Vemos Diana correndo velozmente em uma rua movimentada e cheia de carros, quando ela dá um grande salto.

O longa teve sua estreia adiada em sete meses, e só chegará aos cinemas em 5 de junho de 2020.

Inicialmente, o filme era previsto para novembro de 2019.

A Warner Bros. escolheu adiar o filme para evitar um confronto nas bilheterias com ‘Star Wars: Episode IX’, e alegou que a estreia acontecerá no concorrido verão norte-americano – temporada “aonde a personagem pertence”, de acordo com Jeff Goldstein, Presidente de Distribuição da empresa.

“Tivemos um tremendo sucesso ao lançar o primeiro filme da ‘Mulher-Maravilha’ durante o verão, então quando vimos uma oportunidade de aproveitar o cenário competitivo em mutação, nós aproveitamos. Este movimento aterra o filme exatamente onde ele pertence”, afirmou o comunicado.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘Carnival Row’: Orlando Bloom, Cara Delevingne e criaturas em vídeos da série de fantasia

A nova série de fantasia estrelada por Orlando Bloom e Cara Delevingne, intitulado ‘Carnival Row‘, ganhou novas prévias, que apresentam algumas das peculiares criaturas que serão introduzidas à produção.

Confira:

Criada por René Echevarria e Travis Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato de série.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

A série vai estrear na plataforma no dia 30 de agosto.

 

SINISTRO! Confira o visual alternativo de Voldemort em ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’

Quem é que não ficou surpreso ao descobrir que Voldemort vivia como uma parasita no corpo do Professor Quirrell (Ian Hart) em ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘?

Acontece que a cena que marcou a infância de muitos fãs poderia ser ainda mais perturbadora. Um usuário do Reddit publicou um visual descartado do vilão, que seria menos parecido com um rosto humano e próximo de algo como um reptiliano.

No entanto, quem leu os livros sabe que o visual é semelhante à descrição de J.K. Rowling para o personagem, que teve seu corpo deformado após a criação das hórcruxes e passou a viver como um parasita habitando o corpo de répteis, o que justifica sua aparência macabra.

Confira a cena em que Harry (Daniel Radcliffe) descobre o segredo do professor Quirrell:

‘TENET’: Chefona da Warner não se arrepende de ter lançado o filme durante a pandemia

Não é segredo que ‘Tenet‘ não arrecadou o esperado pela Warner Bros., a bilheteria que ele teria se fosse lançado em circunstâncias normais em todo o mundo.

O longa de Christopher Nolan chegou aos cinemas em meio a uma pandemia global, enquanto muitos cinemas ao redor do mundo, especialmente nos Estados Unidos, permaneceram fechados.

Mesmo assim, a presidente-CEO da WB, Sarnoff, revelou à Variety que o estúdio não se arrepende de ter lançado o filme.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados da Tenet. Algumas coisas: sabíamos que iria ser sobre a arrecadação nos mercados internacionais. Christopher Nolan tem um grande número de seguidores, é claro, nos Estados Unidos, mas seus outros filmes costumam ser super indexados nos mercados internacionais. Se você se lembra, em junho, julho, agosto, os mercados internacionais eram mais abertos. Fizemos esse filme incrível, não sei se vocês já viram, que realmente merecia ser visto na tela grande.”, ela afirmou.

Por enquanto, ‘Tenet‘ arrecadou US$ 52 milhões nos EUA, mas deve ser levado em consideração que, apesar de 75% dos cinemas estarem abertos, grandes cidades, como Nova York e Los Angeles, permanecem de portas fechadas.

Assista a crítica:

Vale destacar ainda que o longa não enfrentará nenhum tipo de concorrência, pois os estúdios, temendo fracassos de bilheterias, adiaram seus grandes lançamentos pelos próximos meses, o que deve fazer ‘Tenet‘ manter um reinado absoluto e gradual nas bilheterias norte-americanas.

Ao total, o longa já arrecadou US$ 341 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o filme tem estreia prevista para 29 de Outubro no Brasil.

Crítica | Tenet é TUDO que se espera de um filme do Christopher Nolan

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

20 Curiosidades sobre ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’, de Zack Snyder 

O CinePOP traz uma matéria especial com 20 curiosidades sobre ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas, superprodução de Zack Snyder para a Netflix.

Confira:

  • A Netflix assumiu o projeto da Warner Bros.
  • As filmagens começaram no verão de 2019 com um orçamento de até US $ 90 milhões.
  • Chris D’Elia já havia filmado suas cenas em 2020 quando surgiram histórias sobre ele assediando sexualmente mulheres. Zack Snyder contratou a comediante Tig Notaro para substituir D’Elia. Notaro foi filmada sozinha e inserida no filme em todas as cenas em que D’Elia estava por meio da tela verde e outros efeitos especiais.
  • Este filme estava passando por um inferno de desenvolvimento desde 2004, quando Snyder recusou a chance de dirigi-lo para seguir outros projetos. Em 2010, foi anunciado que o filme finalmente seguiria em frente com Matthijs van Heijningen Jr. na direção e uma data de lançamento no outono de 2013, mas esta versão não foi aprovada.
  • O filme está sendo rodado no antigo Atlantic Club Casino Hotel, em Atlantic City, que está fechado desde 13 de janeiro de 2014. O cassino também era conhecido como Golden Nugget, Hilton e Bally’s Grand. Filmado durante o final do verão de 2019, dezenas de unidades de ar-condicionado foram trazidas para o hotel.
  • O segundo projeto de terror apocalíptico zumbi de Zack Snyder desde Madrugada dos Mortos (2004), sua estreia na direção.
  • Zack Snyder cortou uma piada visual grosseira do filme que mostrava um stripper com um pênis enorme que teve uma mordida, porque ele achou que foi longe demais.
  • Este é o primeiro filme digital de Zack Snyder. Todos os seus filmes anteriores foram rodados em 35mm ou 65mm. Ele usou câmeras digitais para o epílogo de Knightmare na ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, mas isso foi devido às preocupações do COVID-19.
  • James Gunn havia escrito o filme de zumbi anterior de Zack Snyder, Madrugada dos Mortos (2004), mas desistiu de escrever este filme devido ao seu foco no Esquadrão Suicida (2021).
  • Um tigre vivo, cuidadosamente decorado com maquiagem, foi usado para algumas fotos do tigre zumbi com um treinador presente o tempo todo. Quanto ao modelo gerado por computador, a referência foi um dos tigres de Carole Baskin da icônica série de documentários da Netflix Tiger King (2020).
  • Bem ao lado da entrada do cofre está o que parece ser cinco caixas contendo rolos de filme em uma prateleira de metal. Esta é a versão de Snyder da Liga da Justiça, como Zack Snyder compartilhou originalmente com Vero em dezembro de 2019.
  •  Ao contrário de Madrugada dos Mortos (2004), este filme não é baseado em nenhuma obra de George A. Romero, mas alguns elementos serão retirados de seus filmes.
  • Este filme não é uma continuação de Madrugada dos Mortos (2004) de Snyder, que foi escrito por James Gunn. Em Madrugada dos Mortos, o surto foi mundial. Em Army of the Dead, está contido em Vegas.
  • O segundo filme de Snyder baseado em um conceito original dele mesmo, seguindo Sucker Punch (2011).
  • Dave Batista recusou uma oferta para aparecer em O Esquadrão Suicida, a fim de trabalhar neste filme.
  • O segundo filme de Zack Snyder para um serviço de streaming, depois de Liga da Justiça de Zack Snyder (2021).
  • Zack Snyder também atua como diretor de fotografia e operador de câmera neste filme.
  • Garret Dillahunt não é estranho ao gênero zumbi, já que há vários anos ele é a estrela principal de ‘Fear the Walking Dead‘.
  • Com 148 minutos, este é o segundo filme de zumbi mais longo da história, atrás de ‘Dawn of the Dead‘ de George A Romero (1978), que chega a 156 minutos.
  • Army of the Dead‘ é também o terceiro lançamento de terror mainstream mais longo da história, atrás de ‘It: Capítulo 2‘ (169 minutos) e ‘Doutor Sono‘ (180 minutos).

Confira a nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Durante uma seleta coletiva de imprensa, da qual o CinePOP foi um dos convidados, o cineasta revelou detalhes sobre as horripilantes criaturas, salientando o seu desejo de ir além no gênero, transformando os zumbis em monstros muito mais evoluídos do que o habitual:

“Eu acho que os zumbis tem perdurado nos cinemas e na cultura POP porque eles são monstros derivados de nós mesmos, então essa é sempre uma ótima forma de pensar sobre eles. Mas nesse filme, eu não apenas senti que queria homenagear clássicos de zumbis, como também queria explorar o que mais eles poderiam oferecer. E uma das coisas que eu mais pensei enquanto criava esse roteiro era na noção de que muito mais que uma evolução, eles representariam até mesmo a nossa substituição”.

Snyder foi ainda mais além, ponderando sobre as características singulares do zumbis de ‘Army of the Dead’. Para o cineasta, a ideia era torná-los independentes e autossuficientes, para que o fator “ameaça” pudesse ser explorado por uma ótica um pouco mais aprofundada:

“A ideia é que eles não sejam apenas esses zumbis de outro nível, que podem pensar, perambular e atacar animais. Mas que eles sejam menos perversos, não destruam o planeta e não se matem. Eles não são muito agressivos. Nós erramos com eles e eles estão devolvendo o favor, mas essa versão da humanidade ou o que quer ela seja representa o fato de que eles conseguem sobreviver sem nós, de que eles vão ficar bem sem nós. E eu achei que isso seria uma jeito divertido e assustador de pensá-los, como sendo os nossos substitutos”.

Ao longo da coletiva, o astro Dave Bautista também comentou sobre o thriller de ação, revelando que quase rejeitou a proposta:

“Eu pude fazer vários filmes com muitas cenas de ação, mas nunca havia feito um onde eu pudesse mostrar minha versatilidade como ator. Quando o projeto chegou a mim, eu não estava muito interessado, porque me foi descrito como um longa de zumbi com assalto e eu não estava à procura de um trabalho desse porte, eu queria me provar como ator. Mas a proposta voltou a mim quando Zack disse que queria que eu interpretasse o Scott. Então eu li o roteiro e era completamente diferente do que pensei que seria”.

O ator, que também faz parte da franquia de ‘Guardiões da Galáxia‘, ainda refletiu sobre a jornada do seu personagem, pontuando o simbolismo por trás das suas motivações. Segundo ele, Scott vive uma trajetória de redenção familiar e reconexão com sua filha:

“O filme realmente me proporcionaria a oportunidade de mostrar diversos lados da minha atuação, para além daquele cara que é um badass em cenas de ação. É a história de um pai que quer se redimir com a sua filha e isso foi o que me convenceu. Era a oportunidade de eu mostrar um lado maior da minha performance. Ele não é um cara apenas da ação. Ele é capaz de ser isso, mas é também alguém que quer se redimir. É uma história sobre redenção”.

Rumores indicam que a Batgirl e a Supergirl vão substituir o Batman e o Superman na ‘Liga da Justiça’ do DCEU

Com estreia marcada para o ano que vem, ‘The Flash‘ promete uma épica aventura de viagem no tempo quando o herói decide voltar ao passado na tenativa de impedir a morte da mãe… e com isso ele vai mudar todo o Universo da DC que conhecemos.

Segundo um insider do ComicBook, o filme vai permitir que a Warner construa a franquia cinematográfica do zero mais uma vez. Para ser exato, o boato dominante diz que os eventos de ‘The Flash‘ vai tirar do cânone oficial da franquia os filmes dirigidos por Zack Snyder, substituindo em grande parte a equipe existentes do DCEU.

A ideia é substituir o Batman e o Superman, vividos por Ben Affleck e Henry Cavill, pela Batgirl (Leslie Grace) e pela Supergirl (Sasha Calle) – formando uma nova ‘Liga da Justiça‘.

Por enquanto, trate a informação como um boato.

Confira:

“The Flash vai estabelecer a Supergirl como a principal Superheroína da Terra. Keaton é o Batman e a Batgirl se tornará o novo Batman após seu filme. O filme termina com Flash, Supergirl e Shazam formando uma nova Liga da Justiça.”, afirmou.

 

Prevista para 04 de novembro de 2022, a adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

‘Avatar 2’: Elenco VIVEU em uma floresta tropical para atuar no filme, revela James Cameron

Em entrevista à Variety, o diretor vencedor do Oscar James Cameron, que conversou com o aclamado realizador Denis Villeneuve (‘Duna’), revelou alguns segredos sobre os bastidores do aguardado Avatar 2’.

Cameron comentou que ele e o elenco passaram alguns dias morando na floresta tropical de Kauai, ilha localizada no Havaí, para que os atores e as atrizes pudessem observar como se comportar e sobreviver naquele tipo de ambiente.

“Levei os atores no que posso chamar de uma odisseia senso-memorial”, ele explicou. “Nós fomos para Kauai. Vivemos na floresta tropical por alguns dias. Nós cozinhamos em fogueiras. Bebemos água das folhas. Eu disse: ‘tudo bem, agora vamos andar em uma trilha e quero que vocês observem o quanto puderes sobre como pisar no chão, como colocar as mãos no lugar certo quando subirem um lugar íngreme. Vocês terão que se lembrar disso, como se sentiram, qual era o cheiro, e terão que trazer isso de volta em um ambiente relativamente estéril’. Todos nós embarcamos nessa jornada”.

Avatar: O Caminho da Água’ finalmente chegou aos cinemas e o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar as atrizes Bailey Bass e Trinity Bliss durante a Disney D23.

As atrizes, que interpretam Tsireya e Tuk na sequência, falaram sobre os rumores de que o diretor James Cameron tem um gênio difícil no set.

Assista e confira nossa crítica EM VÍDEO da sequência:

Em 2018, o diretor James Cameron revelou que estava trabalhando em uma NOVA tecnologia em que a projeção 3D não precisará de óculos.

Em EXCLUSIVA entrevista ao CinePOP, o produtor Jon Landau foi questionado pelo jornalista Renato Marafon se eles ainda estão trabalhando nessa tecnologia e se o 3D é o futuro.

“Não estamos trabalhando nisso. As pessoas pensam nos óculos como algo negativo, mas, quando você vai à praia, os óculos fazem parte da experiência. Quando eu coloco esses óculos nos cinemas, isso transforma minha experiência. E eu terei uma experiência melhor por causa disso.”, afirmou Landau.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que Avatar: O Caminho da Água‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

 

Trailer de ‘Meninas Malvadas’ tenta ESCONDER que o filme é um musical?

A adaptação musical de Meninas Malvadas‘ ganhou seu primeiro trailer, que apresenta a nova geração das garotas de plástico.

O novo filme é escrito e produzido por Tina Fey e adapta a versão musical da Broadway.

Porém, no Twitter, vários fãs repararam que o vídeo não traz nenhuma cena musical e nem deixa claro que se trata de um filme musical.

Confira as reações:

O elenco conta com Angourie Rice (Cady Heron), Auli’i Cravalho (Janis Ian), Jaquel Spivey (Damian Leigh), Busy Philipps (June George) e Ashley Park.

Tina Fey e Tim Meadows, que interpretaram respectivamente, a professora de matemática Sra. Norbury e o diretor da escola Sr. Duvall, retornam.

Jon Hamm voltará a trabalhar com Tina Fey após ‘30 Rock‘. Ele foi confirmado como o Coach Carr na adaptação musical de Meninas Malvadas’. Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.

A estreia foi agendada para o dia 11 de Janeiro de 2024 nos cinemas brasileiros.

Lançado há dezessete anos, Meninas Malvadas tornou-se um clássico do gênero comédia adolescente e trouxe no elenco nomes como Lindsay LohanRachel McAdams Amanda Seyfried.

Relembre o trailer:

Warner Bros quer ‘Ace Ventura 3’ com o retorno de Jim Carrey

A Warner Bros e a Morgan Creek Produtions estão planejando um novo filme da franquia Ace Ventura‘ com o retorno de Jim Carrey ao papel principal após mais de 20 anos.

Foi dito que a produção ainda está nos estágios iniciais e a Warner já entrou em contato com o astro, que também expressou seu interesse em participar da sequência.

Ao que parece, a trama irá explorar a excêntrica rotina de Ventura enquanto aproveita sua aposentadoria, até que ele decide voltar ao trabalho quando descobre que um raro leão está sendo ameaçado.

A história será baseada no caso real do leão Cecil, que foi morto por um caçador em 2015.

Recentemente, o astro disse à E! News que até toparia encarnar o cômico personagem em mais um filme… Mas só se fosse dirigido por Christopher Nolan, conhecido por ‘Tenet’, ‘A Origem e ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’.

“Acho que depois de muitos anos, você só aceita determinadas propostas a menos que algum diretor ou roteirista genial venha até você com uma visão completamente nova em torno de trabalhos que você já fez.”

Ele continuou:

“Se Chris Nolan viesse até mim e dissesse: ‘Jim, quero tornar ‘Ace Ventura 3′ real e quero fazer algo mais interessante com esse personagem…’ Então eu poderia ouvir sua proposta. Mas na maioria das vezes, depois de um certo tempo, não há mais uma célula em seu corpo que seja aquela pessoa que um dia você já foi, então você acaba tentando repetir o que fazia antigamente, mas não é a mesma coisa, a inspiração original não está mais lá.”

E aí, você assistiria um filme do ‘Ace Ventura‘ idealizado por Nolan, embalado pela trilha sonora de Hans Zimmer e com um orçamento de US$ 200 milhões?

 

Olhar de Cinema! Festival Internacional de Curitiba divulga filmes selecionados para sua 14ª edição

Chegando em sua 14ª edição, o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba anunciou os longas e curtas-metragens que compõem a programação deste ano.

Com realização de 11 a 19 de junho, o evento contará com sessões em espaços emblemáticos da capital paranaense, ocupando de forma inédita o MON – Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto), um dos principais pontos turísticos da cidade. A Ópera de Arame, outro local imponente da capital, receberá por mais um ano a exibição do Filme de Abertura. As sessões também ocorrem no Cine Passeio, no Teatro da Vila, Cine Guarani, que pela primeira vez será local de exibição após passar por um processo de reforma e reestruturação, e a Cinemateca, que completa 50 anos de história com novos equipamentos de projeção e som.

Composto por 10 mostras, sendo Competitiva Brasileira, Competitiva Internacional, Novos Olhares, Mirada Paranaense, Exibições Especiais, Olhar Retrospectivo, Olhares Clássicos, Foco, Pequenos Olhares, Filme de Abertura e Encerramento, o festival promove diferentes olhares sobre determinados segmento, pauta, idade, diretor ou estilo de produção, contando com mais de 80 produções para a edição deste ano.

“Estamos muito felizes em anunciar os selecionados para a 14ª edição do Olhar de Cinema. São mais de 80 filmes que completam a nossa programação, entre estreias mundiais, nacionais, de cineastas de destaque, novos nomes da sétima arte, diretores e diretoras paranaenses, produções para a criançada, entre outros. Para este ano, abrimos ainda mais o nosso leque de locais de exibição, ocupando também o MON, O Cine Guarani e a Cinemateca”, comenta Antonio Gonçalves Jr, diretor do Olhar de Cinema.

Os ingressos para as sessões estarão à venda a partir do dia 16 de maio, com valores que vão de R$8 (meia-entrada) a R$16, disponíveis pelo site oficial: www.olhardecinema.com.br. O Olhar de Cinema ainda contará com sessões gratuitas no Teatro da Vila, na CIC, e no Cine Guarani, no bairro Portão.

 

Filme de abertura

O longa-metragem que abrirá a edição 2025 do Festival Internacional de Curitiba é o “Cloud” (“Kuraudo”), assinado pelo diretor japonês Kiyoshi Kurosawa, um dos mais cultuados cineastas contemporâneos, conhecido por produções como “Pulse” (2001), “Creepy” (2016), e “A Cura” (1997).

O filme, que estreia no Brasil dentro do evento, representou o Japão na corrida do Oscar deste ano, na categoria “Melhor Filme Internacional”, e passou por outros renomados festivais internacionais, como o de Veneza, Toronto e Chicago.

Inspirado em uma história real, a produção é um suspense que aborda a história de um grupo de justiceiros formado na internet que se rebela contra Yoshii (Masaki Suda), que usa o pseudônimo Ratel, um revendedor online de produtos baratos a preços elevados. Apesar de trabalhar como operário em uma pequena fábrica, o jovem se dedica a revender todos os tipos de mercadorias online, desde roupas a equipamentos médicos. Após negar uma promoção no local onde trabalha, ele decide viver com sua namorada em uma casa afastada da cidade.

Ao se sentir lesada, sua clientela é dominada por um sentimento de raiva, levando até mesmo pessoas não diretamente prejudicadas a se unirem contra ele, motivadas por ressentimentos pessoais.

O Filme de Abertura será exibido em uma sessão exclusiva na Ópera de Arame, em uma tela especial de mais de 400 polegadas montada especialmente para a exibição.

Confira todos os filmes que fazem parte da 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

Mostras Competitivas

As produções selecionadas para as Mostras Competitivas, tanto a Internacional quanto a Brasileira, concorrem pelos prêmios de Melhor Filme, Direção, Roteiro, Atuação, entre outros, concedidos pelo Júri, além das premiações do público, responsável por eleger o Melhor Longa e Melhor Curta nas duas mostras.

 

Competitiva Brasileira – Longas

“Apenas Coisas Boas” (Dir. Daniel Nolasco | Brasil | 2025 | 108’)

Sinopse: Catalão, interior de Goiás, 1984. Antonio vive sozinho e isolado cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda até o dia em que seu destino cruza com o de Marcelo, um motoqueiro solitário que sofre um acidente atravessando a região. Antonio cuida das feridas de Marcelo. Os dois se apaixonam e vivem uma história que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles.

– “Aurora(Dir. João Vieira Torres | Brasil, Portugal, França | 2025 | 130’)

Sinopse: Aurora foi a avó do diretor. Sem saber ler ou escrever, ela foi parteira e curandeira por mais de quarenta anos no sertão profundo da Bahia. De um encontro a outro, com os vivos e os mortos, o filme segue seus rastros, confrontando a violência estrutural de gênero e racial, presentes na formação histórica do Brasil.

 “A Voz de Deus” (Miguel Antunes Ramos | Brasil | 2025 | 85’)

Sinopse: Duas crianças pregadoras buscam uma vida melhor através da fé. Daniel,17, lida com a frustração paterna: ele era a criança pregadora mais famosa do Brasil, mas à medida que cresce há cada vez menos interesse. João, por sua vez, está no auge: com 12 anos, possui um milhão de seguidores no Instagram, e prega para multidões. Um ciclo que termina e outro que começa. Um país que não é mais o mesmo.

– “Cais (Dir. Safira Moreira | Brasil | 2025 | 69’)

Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu (Bahia) e pelo Rio Alegre (Maranhão), para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.

–  “Explode São Paulo, Gil” (Dir. Maria Clara Escobar | Brasil, Portugal | 2025| 97’)

Sinopse: Gil sempre quis ser cantora. Ela se mudou para São Paulo com sua esposa quando tinha 20 e poucos anos. Agora, aos 50, é faxineira. Maria Clara lhe propõe fazer um filme no qual Gil será CANTORA. Ela também quer explodir São Paulo. Gil não quer, mas aceita para que o filme aconteça. Gil se torna uma famosa, elas explodem duas cidades e refletem sobre sonhos, trabalho, envelhecimento e esquecimento.

“Glória & Liberdade” (Dir. Letícia Simões | Brasil | 2025 | 73’)
Sinopse: 2050. O continente Pau-Brasil celebra 200 anos das Revoltas Regenciais que dividiram o Brasil em nações. Azul, documentarista da República da Bahia, viaja pelo Norte e Nordeste para investigar o colapso da unidade brasileira. Entrevistando líderes, camponeses, pajés e hackers, ela explora revolução e identidade. Em casa, enfrenta uma insurreição que desafia suas certezas sobre história e luta.

“Paraíso(Dir. Ana Rieper | Brasil | 2025 | 76’)

Sinopse: Documentário de longa-metragem sobre as heranças da condição colonial brasileira na vida diária hoje. A partir de uma narrativa musical e do uso de material de arquivo de naturezas diversas, o filme propõe uma viagem inquieta por relações forjadas pela posse de terras e de pessoas. Uma sinfonia popular sobre violência, resistência, força e afeto.

– “Torniquete(Dir. Ana Catarina Lugarini | Brasil | 2025 | 75’)

Sinopse: Uma família multigeracional de três mulheres enfrenta as marcas de mais uma invasão traumática, revisitando o passado, reconstruindo o futuro e curando suas feridas.

 

Competitiva Brasileira – Curtas

“A Nave que Nunca Pousa” ( Dir. Ellen Morais | Brasil | 2025 Z 15’)
Sinopse: A Nave que Nunca Pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda.

– “Americana(Dir. Agarb Braga |Brasil | 2025 | 20’)

Sinopse: Cinco amigas são detidas após uma briga em praça pública motivada por uma traição. Na delegacia, durante os depoimentos, segredos vêm à tona, revelando verdades inesperadas.

 “Fronteriza” (Dir. Rosa Caldeira, Nay Mendl | Brasil, Paraguai | 2025 | 20’)

Sinopse: Lucca, um jovem trans da periferia de São Paulo, viaja até Foz do Iguaçu, no limite entre Brasil, Paraguai e Argentina, em busca do pai que nunca conheceu. Lá conhece Diego, um paraguaio, que o apresenta os segredos da fronteira.

– “Girassóis (Dir. Jessica Linhares, Miguel Chaves |Brasil, Paraguai |2025 |20’)

Sinopse: Em um Brasil de escala 6×1, Girassóis narra o cotidiano de Zé, um homem negro idoso, que ainda é obrigado a trabalhar. Abordando a realidade que sobrecarrega os trabalhadores brasileiros, a trama reflete sobre os desafios do trabalho, desde a rotina diária até o impacto no relacionamento familiar e nas esperanças para um futuro inóspito. Livremente baseado em fatos reais

– “Maira Porongyta – O Aviso do Céu” (Dir. Kujãesage Kaiabi |Brasil |2025 | 21’)

Sinopse: Itaarió, criador do mundo, é o mais poderoso entre os Mait, os deuses do povo Kaiabi. Ele convoca os outros Mait para uma reunião em sua casa no céu para transmitir um aviso inquietante. Ficção baseada em fatos.

“Mais Um Dia” (Dir. Vinícius Silva | Brasil | 2025 | 21’)

Sinopse: A artista Leonora Maia, mais um dia na Amazônia.

“Ontem Lembrei de Minha Mãe” (Dir. Leandro Afonso | Brasil | 2025 | 23’)

Sinopse: Um episódio da infância retorna à memória de um homem sem terra.

– “Seco(Dir. Stefano Volp | Brasil | 2025 | 17’)
Sinopse: Após terminar seu testamento, horas antes de morrer, um ex-militar viúvo percebe que não se recorda da última vez que chorou. Para encontrar suas lágrimas, ele provocará suas emoções correndo atrás de gestos e sentimentos soterrados.

 

Competitiva Internacional – Longas

“A Árvore da Autenticidade” (“L’arbre de l’authenticité” | Dir. Sammy Baloji | Bélgica, Congo |2025 | 87 min’)

Sinopse: No coração da floresta tropical do Congo, os restos de um centro de pesquisa dedicado à agricultura tropical revelam o peso do passado colonial e seus vínculos indissociáveis com as mudanças climáticas contemporâneas.

– “Ariel (Dir. Lois Patiño | Espanha, Portugal | 2025 | 108’)

Sinopse: Ariel é um filme de teatro dentro do teatro, sobre uma atriz argentina que desembarca em uma ilha estranha e encantadora, onde os habitantes transcenderam em personagens shakespearianos.

“Fire Supply” (“Fire Supply” | Dir. Lucía Seles | Argentina | 2024 | 156’)

Sinopse: Por que os podcasts têm um limite? Uma pessoa que ama sua mãe e seu pai gostaria de fazer gelo ou aço ou ter um cemitério para que sua mãe não sofresse por ninguém

“Medidas para um Funeral” (“Measures For A Funeral”|Dir. Sofia Bohdanowicz|Canadá|2024|142 min)

Sinopse: De Toronto a Oslo, seguimos a jornada de uma jovem acadêmica, Audrey Benac. Audrey embarca em uma busca por uma mulher — a renomada violinista canadense do início do século XX, Kathleen Parlow — enquanto, ao mesmo tempo, foge de outra: sua mãe, uma musicista fracassada.

“Quando o Telefone Tocou” (“Kada je Zazvonio Telefon”|Dir. Iva Radivojević|Sérvia, Estados Unidos|2024|73 min)

Sinopse: Por meio da reconstrução íntima de um telefonema importante, When The Phone Rang investiga o deslocamento e a natureza da memória. Na mente da protagonista de onze anos, a ligação apaga todo o seu país, sua história e identidade.

 “Um Corpo Para Habitar” (“A Body To Live In”|Dir. Angelo Madsen|Estados Unidos|2025|98’)

Sinopse: Entrelaçando fotografias estáticas deslumbrantes com as vozes de pessoas idosas queer, A Body to Live In traça as comunidades, filosofias e histórias controversas que cercam o movimento de Modificação Corporal, iniciao pelo artista underground Fakir Musafar.

 

Competitiva Internacional – Curtas

“As Loucas do Sótão” (“Locas del Ático”| Dir. Tamara García Iglesias|Espanha|2024|16’) 

Sinopse:  Marguerite Duras pode nos curar da loucura? Pode essa mulher que é muda na alma ser louca? Este filme, por meio de um elenco analógico, explora as representações da loucura nos filmes mudos das décadas de 20 e 30.

 

“Barco dos Tolos” (“ىقمحلا ةنيفس | Dir. Alia Haju | Líbano, Alemanha | 2024 | 30’)

Sinopse: Este anima-doc costura os fragmentos da vida pessoal de Alia, uma mulher libanesa. Crescendo enfrentando a guerra e o deslocamento, ela forma uma amizade com um possível super-herói na costa de Beirute, chamado Abu Samra. Ela treina com ele e seus monstros se encontram. Alia e Abu Samra sobrevivem encontrando conforto na insanidade que a cidade semeou neles. Então, a revolução libanesa começa.

 

 “Conseguimos Fazer um Filme” (Dir. Tota Alves | Portugal | 2024 | 15’)
Sinopse: Maria Inês vive as primeiras brisas de amor numas férias de Verão. Acompanhada das amigas, passeia pelo bairro onde vive passando o tempo entre missangas e a rodagem de um filme.

 

 “Coração Azul” (“Coeur Bleu“| Dir. Samuel Suffren | Haiti, França | 2025 | 15’)

Sinopse: Marianne e Pétion vivem no Haiti e aguardam impacientemente uma ligação de seu filho nos EUA. À medida que o silêncio se instala, seus medos e preocupações crescem, revelando as fraturas em suas próprias vidas. A promessa do sonho americano agora parece escapar-lhes, à medida que a linha entre esperança e realidade se torna cada vez mais tênue.

 

 “Después del Silencio” (Dir. Matilde-Luna Perotti | Canadá | 2024 | 14’)

Sinopse: Em um curta-metragem profundamente comovente, uma cineasta retorna à sua avó após seis anos de silêncio para confrontar o tabu familiar: o abuso sexual que ela sofreu.

 

 “Esportes Aquáticos” (“Water Sports” | Dir. Whammy Alcazaren | Filipinas | 2024 | 15’)

Sinopse: Jelson e Ipe, estudantes profundamente apaixonados, enfrentam provas da mente e do corpo enquanto se preparam para sobreviver a um mundo devastado pelas mudanças climáticas. Jelson e Ipe logo descobrem que talvez a melhor maneira de sobreviver ao fim do mundo seja simplesmente viver, rir e amar.

 

 “Ídolo Evanescente” (“ليخنلا تابس” | Dir. Majid Al-Remaihi | França, Kuwait, Catar | 2025 | 19’)

Sinopse: Enquanto o céu azul se encontra com os mares ao redor, o nativo convertido em arqueólogo Hassan AlFailakawy retorna à ilha abandonada de Failaka, na costa do Kuwait. Entre a desolação e as diferentes ruínas da ilha após a Guerra do Golfo, Hassan se depara com questões sobre retorno, restituição e pertencimento.

 

“O Reinado de Antoine” (“El Reinado de Antoine” | Dir. José  Luis Jiménez Gómez | Cuba | 2024 | 19’)

Sinopse: Em uma cidade cubana, Visman, um jovem obcecado por fantasias históricas, se refugia nelas para explorar a complexidade de seus laços familiares e seu ambiente social. Responsável pelo cuidado exclusivo de seu pai deficiente, ele se empenha em dar vida à sua narrativa épica O Reinado de Antoine, enfrentando adversidades diárias e buscando uma fuga em um mundo em ruínas.

 

Mostra Olhar Retrospectivo – Agnès Varda

 

A Mostra Olhar Retrospectivo é um espaço dedicado a um grande nome do cinema mundial, apresentando um panorama de suas produções e uma reflexão sobre sua trajetória. Quem integra a mostra na 14ª edição do Olhar de Cinema é a cineasta Agnès Varda, cujo trabalho é referido como um dos marcos do cinema moderno, do cinema realizado por mulheres, dos filmes-ensaios e dos documentários subjetivos.

 

Foram selecionados 10 filmes da cineasta francesa, sendo seis longas e quatro curtas-metragens, em uma temática intitulada “Derivas por Varda”, em referência aos personagens “em deriva” da realizadora e ao percurso do público pela mostra.

 

– “Saudações aos Cubanos” (“Salut les Cubains / Dir Agnès Varda | França / 1964 / 29’) Sinopse: A partir de mais de mil fotografias tiradas por ela mesma em uma viagem a Cuba em 1963, Agnès Varda monta um documentário vibrante que celebra a cultura cubana pós-revolução. Com narração envolvente e ritmo dinâmico, o filme mistura informação, simpatia e crítica em um olhar afetuoso sobre o povo cubano.

 

“La Pointe-Courte” (“La Pointe-Courte | Dir. Agnès Varda | França | 1955 | 81’) 

Sinopse: No vilarejo pesqueiro de La Pointe Courte, um casal em crise revisita sua relação enquanto os habitantes locais enfrentam dificuldades cotidianas. Primeiro longa de Agnès Varda, o filme combina elementos documentais e ficcionais, antecipando a estética da Nouvelle Vague com um olhar lírico e social.

 

“A Ópera-Mouffe” (“L’Ópera Mouffe” | Dir. Agnès Varda | França | 1958 | 17’)

Sinopse: Neste curta-metragem documental-poético de Agnès Varda, uma mulher grávida caminha pelas ruas do bairro Mouffetard, em Paris, observando cenas da vida cotidiana com sensibilidade e estranheza. Misturando realidade e sonho, o filme capta personagens marginalizados e revela o olhar terno e crítico da cineasta sobre a condição humana.

 

“Cléo das 5 às 7” (“Cléo de 5 às 7” | Dir. Agnès Varda | França | 1962 | 90’)

Sinopse: Em tempo quase real, o filme acompanha duas horas na vida de Cléo, uma jovem cantora que espera ansiosamente o resultado de um exame médico. Enquanto vaga por Paris, confronta sua vaidade, seus medos e sua visão da morte. Um retrato sensível da feminilidade e da existência, marcado pelo estilo inovador de Agnès Varda.

 

“Tio Yanco” (“Oncle Yanco” | Dir. Agnès Varda | França | 1967 | 19’) 

Sinopse: Neste documentário leve e encantador, Agnès Varda encontra um tio artista que vive em uma casa-barco em Sausalito, Califórnia. A reunião entre os dois, que não se conheciam, dá origem a um retrato afetuoso e lúdico sobre identidade, arte e laços familiares.

 

“Documentira” (“Documenteur” | Dir. Agnès Varda | França | 1981 | 65’) 

Sinopse: Ambientado em Los Angeles, este filme mistura ficção e realidade para retratar a solidão de uma mulher francesa que vive com seu filho nos Estados Unidos após o fim de um relacionamento. Com tom melancólico e poético, Agnès Varda explora o exílio emocional e a busca por pertencimento em terras estrangeiras.

 

“Uma canta, a outra não” (“L’une chante l’autre pas” | Dir. Agnès Varda | França | 1977 | 122’) 

Sinopse: O filme segue a amizade entre duas mulheres, uma cantora e ativista política e a outra, dona de casa, que vivem experiências muito diferentes durante a Revolução Sexual e os movimentos feministas dos anos 1970. Agnès Varda explora temas de liberdade, feminismo e a complexidade da escolha e da identidade feminina.

 

“Ulysse“ (“Ulysse” | Dir. Agnès Varda | França | 1983 | 22’) 

Sinopse: Agnès Varda revisita a ilha grega de Chios, onde filmou seu marido, o cineasta Jacques Demy, no passado. Em uma reflexão sobre o tempo, a memória e o cinema, ela explora o legado da obra de Demy e sua própria jornada como cineasta. Através de imagens poéticas, Varda investiga as conexões pessoais e culturais com  o mito de Ulisses.

 

“Os Catadores e Eu“ (“Les glaneurs et la glaneuse” | Dir. Agnès Varda | França | 2000 | 82’)
Sinopse:
 Agnès Varda percorre a França filmando catadores — pessoas que recolhem sobras, objetos ou alimentos descartados. Ao mesmo tempo, reflete sobre o envelhecimento, o consumo e sua própria condição de cineasta que também “colhe” imagens.

 

“As Praias de Agnès“ (“Les Plages de Agnès” | Dir. Agnès Varda | França | 2008 | 108’) – Sinopse: Neste documentário autobiográfico, Agnès Varda revisita sua vida e carreira por meio de memórias afetivas e lugares marcantes — especialmente praias. Com humor, sensibilidade e invenção visual, ela costura passado e presente em um autorretrato lírico e criativo.

 

Mostra Pequenos Olhares

 

Este espaço reúne uma seleção de produções voltada às crianças, entre longas e curtas-metragens, com o intuito de promover aos pequenos uma experiência única dentro do festival.

 

“Dentro da Caixinha – Mundo de Papel” (Dir. Guilherme Reis | Brasil |2025 | 83’)
Sinopse: O menino Lúcio está no hospital quando recebe da palhaça Parafina uma misteriosa caixinha que transporta ele e sua família para o Sertão da Memória – um mundo esquecido, habitado por personagens das cantigas de roda brasileiras.

 

“A Lenda de Zamu” (Dir.Ana Clara Mancuso, Marina Okamoto, Mayara Mello, Ronaldo Yoshio, Theo Souza | Brasil | 2025 | 5’)

Sinopse: Um garoto sonhador e uma jovem inventora contam diferentes versões da história da fundação de sua cidade, que envolve um monstro marinho. Enquanto eles brigam sobre qual é a versão verdadeira, uma tempestade começa, e eles terão a oportunidade de conhecer a lenda de perto.

 

 “A Viagem de Tetê” (Dir. Betânia Furtado | Brasil | 2025 | 10’)
Sinopse: A história de Tetê, uma teta cheia de leite, e Jojô, um bebê que ama mamar dia e noite. Mas o tempo passa e as coisas precisam mudar na vida dos dois.

 

– “Abraços (Dir. Barcabogante | Brasil | 2025 | 10’)
Sinopse: Nanai, uma menina de seis anos, percebe que sua mãe está triste. Para alegrá-la, Nanai desenha em seu diário um universo onírico onde ambas vivem aventuras juntas. As peripécias do sonho transbordam para a realidade, afastando a tristeza, culminando em um abraço.

 

– “Mahuru(Dir. Vitor Ferraz | Brasil | 2025 | 12’)

Sinopse: Mahuru, uma jovem indígena, é escolhida para representar a paz em sua ilha. Em meio a rituais ancestrais e decisões importantes, ela precisa seguir seu próprio caminho buscando a liberdade e o direito de amar. Mahuru é uma jornada sobre coragem, amor e a força de ser fiel aos seus sentimentos.

 

“No Início do Mundo” (Dir. Camilla Osório de Castro| Brasil |2024 | 7’)
Sinopse: Maíra aprende o ofício de sua avó.

 

“Rosetta” (Dir. Isabela Paulovic |Brasil | 2025 | 7’)

Sinopse: Rosetta foi criada no ambiente de um circo, seu sonho é seguir os pais e se tornar uma palhaça, mas quando é oferecida a oportunidade de se apresentar em público pela primeira vez, fica nervosa e erra seu número.

 

“Três Vírgula Catorze” (Dir. Joana Nogueira, Patrícia Rodrigues |Portugal | 2024 | 11’)

Sinopse: Uma jornada interna sobre a condição de crianças diagnosticadas com TDAH, que lutam com sua própria visão de mundo e com o que é esperado delas. Uma alegoria sobre a mente e o comportamento dessas crianças.

 

“Um Monstro e Meia” (Dir. Rama Rambo, Mariana Leal | Brasil | 2025 | 22’)
Sinopse: Lola é uma garotinha de 8 anos que, após seu melhor amigo se mudar, enfrenta desafios emocionais lidando com frustrações, solidão e um travesso monstrinho chamado Tufo, que adora roubar suas meias.

 

 

Mirada Paranaense

 

A Mirada Paranaense promove um panorama da produção audiovisual do Paraná, com um olhar dedicado a filmes de todo o estado.

 

“Notas Sobre um Desterro” (Dir. Gustavo Castro | Brasil | 2025 | 80’)

Sinopse: Filmagens do encontro com uma família palestina-brasileira na Cisjordânia de 2018 são revisitadas após 7/10/23. O que era para ser um filme sobre as possibilidades de coexistência em uma terra ocupada, se transforma em uma reflexão sobre colonização, apartheid, genocídio e a recente proliferação de imagens de guerra produzidas pelas próprias vítimas de um massacre que se repete no curso do tempo.

 

“A Mão Invisível” (Dir. Fernando Moreira | Brasil | 2024|16’)
Sinopse: Na rua de um prédio público, Guilherme abre um estacionamento e Claudio cuida dos carros na rua. Quando o mundo real se comporta de forma diferente das palestras americanas que ele assiste no youtube, Guilherme toma uma atitude drástica.

 

“Areia” (Dir. Ive Machado, Gustavo Ribeiro | BRasil | 2024 | 7’)

Sinopse: Em uma jornada por um deserto distante, percorremos nossos desejos e medos mais íntimos a procura de uma resposta. Porém, a vida sempre nos reserva uma surpresa. Você se solta quando a chance aparece?

 

 “Bem Me Quer, Mal Me Quer” (Dir. Victoria Spitzner, Gabrielle Santana |Brasil| 2025| 14’)

Sinopse: Diretora e sua mãe revisitam o passado buscando curar feridas que atravessam gerações. Acompanhamos a história de uma menina do litoral envolta em perguntas sem resposta enquanto lida com a culpa e o fim de sua infância. De volta a Paranaguá, mãe e filha conversam sobre os amores que moldam uma mulher e, por meio da câmera, enfrentam as fragilidades de uma família marcada pelo abuso.

 

– “Dança dos Vagalumes” (Dir. Maikon Nery | BRasil | 2025 | 25’)

Sinopse: Joana retorna ao assentamento onde passou sua infância para trabalhar como professora. Sua volta obriga a confrontar partes esquecidas de sua memória, incluindo a perda de seu pai assassinado por fazendeiros em decorrência da luta pela terra na região. Dança dos vagalumes é um ensaio sobre paisagens afetivas, lampejos históricos, fragmentos da memória coletiva e da luta social no campo.

 

– “Entre Sinais e Marés” (Dir. João Gabriel Ferreira, João Gabriel Kowalski |Brasil |2025|14’)

Sinopse: Mari e Ana são duas surdas que se conhecem em uma festa e decidem fazer uma loucura: uma viagem com destino à Ilha do Mel. Ao chegarem, as duas buscam por um guia que fale a língua delas.

 

“Fabulosas – Operação Aranha” (Dir. Th Fernandes, Lua Lambertti | Brasil | 2025 | 15’)

Sinopse: Em uma cidade gelada, a jornalista travesti Leôncia busca justiça pelo assassinato de uma amiga, descobrindo uma teia de segredos e uma enigmática figura com poderes sobrenaturais. Fabulosas: Operação Aranha explora a força de uma comunidade unida para sobreviver e fazer justiça em seus próprios termos, mesmo que para isso seja preciso enfrentar o sobrenatural — ou ser parte dele.

 

 “Guairacá” (Dir. Luan Rodrigues | Brasil | 2025 | 18’)

Sinopse: Guairacá é um documentário sobre a história do indígena Guairacá, personagem que ganhou destaque no cenário paranaense graças ao movimento artístico paranista. O filme se debruça sobre a forma como a figura e a história do indígena é lida por indígenas e pessoas do Movimento Sem Terra da região, trazendo importantes reflexões sobre a ocupação territorial do Paraná.

 

“Interior, Dia” (Dir. Luciano Carneiro, Paulo Abrão| Brasil | 2025|20’)

Sinopse: Após o funeral de sua avó, Paulinho retorna à sua cidade natal no interior do Paraná. Um mal-entendido e uma fotografia perdida iniciam uma busca.

 

Mostra Exibições Especiais

 

Esse espaço é dedicado a obras inéditas no Brasil de grandes nomes do cinema mundial, assim como filmes brasileiros incontornáveis da última temporada que estrearam em outros eventos, mas chegam para Curitiba no Olhar de Cinema.

 

“Batguano Returnos – Roben na Estrada” (Dir. Tavinho Teixeira, Fred Benevides |Brasil | 2025 | 84 min)

Sinopse: Há anos na estrada, Roben se desespera quando uma presença desincorporada invade seus dispositivos eletrônicos: é Batma, seu ex-companheiro. Enquanto discutem as possibilidades de uma relação mediada pela nuvem, Roben precisará se confrontar com sua origem desprezada por ser apenas um coadjuvante, e descobrir se resta algo para além do desejo de dominação de Batma.

 

“Canções de uma Terra Ardente” (Dir. Olha Zhurba | Ucrânia, França, Suécia, Dinamarca | 2024 |95 min)

Sinopse: Um diário audiovisual da imersão da Ucrânia no abismo dos dois primeiros anos da invasão total da Rússia, composto por lugares, personagens ocasionais, diálogos raros, sons e silêncios dentro do quadro que, reunidos, capturam a cronologia da normalização da guerra. Tendo como pano de fundo essa paisagem (meta)física de desastre coletivo, uma nova geração de ucranianos aspira a imaginar o futuro.

 

 “Hot Milk” (Dir. Rebecca Lenkiewicz | Reino Unido, Grécia | 2024 | 92 min)
Sinopse: Com uma doença estranha, mãe e filha embarcam em uma jornada para a costa espanhola para encontrar uma cura, e ao longo do caminho a filha descobre outra realidade longe de sua mãe controladora.

 

– “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte(Dir. Bruno Costa | Brasil | 2025 | 84’)
Sinopse: Sol se apaixona por Lola, uma jovem atriz surda, e elas iniciam um romance. Tudo se complica quando Lola passa a conviver sob o mesmo teto que o ex-marido de Sol, Miguel. Nesse curioso triângulo, eles irão descobrir que a morte de um amor pode ser o nascimento de outro.

 

“Relâmpagos de Críticas, Murmúrios de Metafísicas” (Dir. Júlio Bressane, Rodrigo Lima |Brasil |2025 | 147’)

Sinopse: Montagem de 48 filmes brasileiros realizados entre 1898 e 2022. Os momentos, os fotogramas, onde sentimos aparecer uma clareira, uma inovação, alguma experimentação e emotividade que chega até nós em tempos diversos. Um fio fino que percorre o cinema desde o seu nascimento, e até antes.

 

– “Salomé(Dir. André Antônio | Brasil | 2024 | 118’)
Sinopse: Cecília, uma jovem modelo de sucesso, retorna ao Recife para passar o natal com a mãe. Certa noite, um vizinho que ela não vê há muito tempo, João, lhe mostra um misterioso frasco contendo uma substância verde tóxica. Cecília começa a se apaixonar por João, mas também descobre que ele está envolvido com uma estranha seita ao redor da figura de Salomé, a sanguinária princesa bíblica.

 

 “Tardes de Solidão” (“Tardes de Soledad” | Dir Albert Serra| Espanha, França, Portugal| 2024|125’)

Sinopse: Retrato de uma estrela ativa da tourada, Andrés Roca Rey, que nos permite refletir sobre a experiência íntima do toureiro que assume o risco de enfrentar o touro como um dever pessoal — por respeito à tradição e como um desafio estético.

 

Novos Olhares

 

A Mostra Novos Olhares é voltada a produções ousadas, que flertam com o risco, a invenção e caminhos desconhecidos em seu uso da linguagem cinematográfica, optando pela radicalidade e desprendimento das convenções do cinema.

 

“Aoquic iez in Mexico! O méxico Não Existirá Mais” (“¡Aoquic iez in Mexico! ¡Ya México no existirá más!|Dir. Annalisa D. Quagliata Blanco | México | 2024 | 80’)

Sinopse: Uma visão frenética percorre uma Cidade do México convulsionada, uma colossal metrópole sustentada pelo mito do “mestizaje” e outras formas de violência colonial. Passado e presente tecem uma série de imagens; memórias fragmentadas dessa terra. Deidades antigas se encarnam, enquanto os sonhos se desenrolam através da intimidade, cumplicidade e tumulto.

 

 “Em vez de Árvores” (“En vez de árboles” / “Anstatt Bäumen” | Dir Philipp Hartmann |Alemanha, Argentina | 2024 | 79’)

Sinopse: Um filme que oscila entre a ficção e o documentário, questionando a natureza da natureza — e do cinema.

 

– “Invenção” (“Invention” | Dir. Courtney Stephens| Estados Unidos | 2024 | 72’)
Sinopse: Após a morte inesperada de um pai obcecado por teorias da conspiração, sua filha recebe a patente de um dispositivo experimental de cura. Com imagens de arquivo do verdadeiro falecido pai da atriz Callie Hernandez, Invenção explora o processo de luto por um pai complicado, e a própria realização do filme se torna parte desse processo.

 

“Na Passagem do Trópico” (Dir. Francisco Miguez| Brasil |2025 | 86’)
Sinopse: Um topógrafo mapeia áreas de risco de deslizamento na cidade de Ubatuba, em uma região de encosta na mata atlântica. Obcecado por medir e organizar, ele se depara com um território de ocupação humana caótica e repleta de conflitos. A história da cidade cruza seus passos, e através de seu teodolito, vê imagens do passado

 

“Os Lobos” (“Les Loups” | Dir. Isabelle Prim| França | 2024 | 96’)

Sinopse: No meio do século XVIII, a Besta é caçada ao redor do Château de Saint-Alban. No meio do século XX, um novo tipo de psiquiatria é inventado lá. Teatro e loucura atravessam os séculos.

 

 “Voz Zov Vzo” (Dir. Yhuri Cruz | Brasil | 2025 | 51’)

Sinopse: Voz Zov Vzo é um musical sobre os silêncios que acontece inteiro em um estúdio, numa noite de quarta-feira no ano de 1975, enquanto Jade aquece a sua voz. A chegada inesperada de uma velha amiga, traz de volta para Jade sua irmã – na forma de uma carta. Uma série de silêncios entram em seguida e ecoam pelo espaço. Jade se encontra com eles e com eles conversa.

 

Olhares Clássicos

 

Este espaço reúne uma seleção diversa de filmes de todo o mundo que marcaram a história da sétima arte, integrando a mostra como uma homenagem a seus realizadores, assim como por seus posicionamentos inovadores em relação às produções contemporâneas da edição.

 

“A Grande Cidade” (Dir. Carlos Diegues | Brasil| 1966 | 80’)
Sinopse: Luzia vem do sertão do Nordeste do Brasil para o Rio de Janeiro, em busca de seu noivo. Mas logo ela descobrirá que ele se tornou um criminoso perigoso e está sendo procurado pela polícia.

 

– “A Greve” (“Stachka” | Dir. Sergei Eisenstein | URSS | 1925 | 82’)
Sinopse: Stachka (1925), primeiro longa-metragem de Sergei Eisenstein, retrata a organização e a repressão de uma greve operária em uma fábrica russa no início do século XX. Através de uma estrutura narrativa inovadora e da montagem dialética, o filme apresenta a luta coletiva dos trabalhadores contra a exploração capitalista, destacando a brutalidade das autoridades e o poder da ação unificada.

 

“Carta Camponesa” (“Kaddu Beykat” | Dir. Safi Faye | Senegal | 1975 | 98’)

Sinopse: No vilarejo senegalês de Fad’jal, Kaddu Beykat retrata o cotidiano de camponeses enfrentando dificuldades econômicas e sociais, enquanto denunciam as consequências do colonialismo e das políticas agrícolas injustas.

 

“Desapropriado” (Dir. Frederico Fullgraf | Brasil | 1983 | 59’)
Sinopse: 1983. Após 1 ano e meio de filmagens, Frederico Füllgraf lança este longa-metragem documental atento às famílias desapropriadas de suas terras, condenadas à submersão pelo futuro lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Registros importantes de movimentos sociais e lideranças envolvidas na luta pela vida e por terras produtivas para aqueles que tiveram seus destinos duramente alterados pela Usina se seguem em um trajeto fundamental para a memória de um dos grandes desastres da história paranaense.

 

 “Eraserhead” (Dir. David Lynch | Estados Unidos | 1977 | 89’)

Sinopse: O filme segue Henry Spencer, um homem que vive em um ambiente industrial e desolado, enquanto enfrenta a paternidade de um bebê deformado e a pressão de sua própria sanidade. O filme mistura elementos de horror psicológico, com cenas oníricas e imagens abstratas, criando uma atmosfera única de angústia e desconforto.

 

“Eu, A Pior de Todas” (“Yo, La Peor de Todas”| Dir. Maria Luisa Bemberg | Argentina | 1990 |105 min)

Sinopse: Yo, la peor de todas retrata a vida da escritora e freira mexicana Sor Juana Inés de la Cruz, abordando sua luta por liberdade intelectual e sexual no século XVII. O filme explora sua relação com a Igreja, o amor proibido e seu legado literário, destacando o conflito entre a fé, o desejo e a razão.

 

“Meu Nome é Oona” (“My name is Oona” | Dir. Gunvor Nelson | Estados Unidos | 1969|10’)
Sinopse: Curta-metragem experimental que mergulha na experiência da infância por meio de imagens sensoriais e sonoras. A cineasta Gunvor Nelson utiliza filmagens de sua filha Oona, combinadas com gravações de sua voz dizendo seu nome e os dias da semana, criando uma estrutura rítmica e repetitiva que acompanha a dinâmica visual do filme.

 

“Plantar nas Estrelas” (Dir. Geraldo Sarno | Brasil | 1978 | 17’)

Sinopse: Moçambique, ex-colônia portuguesa na África, independente desde 1975, é um país que busca seu próprio caminho lutando pela erradicação do analfabetismo e a reconquista de seus valores culturais. A prática da discussão comunitária e a educação pelo cinema são amplamente utilizadas nas aldeias, no funcionamento da escola, no trabalho comunitário e nas manifestações culturais deste povo.

 

“Quarup Sete Quedas” (Dir. Frederico Fullgraf | Brasil | 1983 | 14’)
Sinopse: Quarup é um ritual de homenagem aos mortos. As Sete Quedas eram as maiores cachoeiras, em volume de água, do mundo. Em 1982, foi concluído o violento processo de alagamento das cachoeiras e das terras de comunidades tradicionais da região para a inauguração do lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Neste curta, o cineasta Frederico Füllgraf registra os últimos dias desta maravilha natural paranaense, acompanhado pelos versos de Carlos Drummond de Andrade (escritos em alusão a destruição das cachoeiras) e do ritual quarup Avá-Guarani.

 

 “Yeelen – A Luz” (“The Light” | Dir. Souleymane Cissé | Mali | 1987 | 105’)

Sinopse: Em “Yeelen – A Luz”, um jovem, dotado de poderes mágicos, busca a ajuda de seu tio para confrontar seu pai, um feiticeiro poderoso que busca a morte do próprio filho. A história é uma exploração de conflitos entre o novo e o tradicional, a vida e a morte, e a luz e a escuridão, inspirada na mitologia africana, como a do Mande.

 

Mostra Foco

 

Neste ano, a Mostra Foco leva o tema “Arquivos Desobedientes: O Cinema e as Rasuras da História”, promovendo um recorte de filmes e diálogos entre comunidades do Sul Global, com obras de diferentes contextos e épocas, que convocam e elaboram arquivos a partir de posturas contestatórias.

 

“A Fidai Film” (Dir. Kamal Aljafari | Alemanha, Catar, Brasil, França |2024 | 78 min)
Sinopse: Durante a invasão de Beirute em 1982, o exército israelense confiscou o acervo visual do Centro de Pesquisa Palestina. Em “A Fidai Film”, Kamal Aljafari recupera essas imagens, criando uma narrativa que resiste ao apagamento da memória palestina.

 

 “A Zerda e os Cantos do Esquecimento” (“La Zerda et Les Chants de l’Oubli” | Dir. Assia Djebar |Algeria | 1983 | 60’)

Sinopse: Usando imagens de arquivo colonial, o filme revela a vida cotidiana dos povos do Magrebe sob o domínio francês, resgatando, com sensibilidade e poesia, as vozes silenciadas da história.

 

 “Dahomey” (Dir. Mati Diop| Senegal, França, Benim | 2024 | 68’)
Sinopse: O filme acompanha o retorno de 26 tesouros reais do antigo Reino do Daomé, saqueados por tropas coloniais francesas em 1892, ao atual Benin. Misturando realidade e ficção, a obra dá voz a uma das estátuas repatriadas e promove reflexões sobre identidade, memória e os impactos do colonialismo.

 

“Ngupelngamarrunu, Tempo da Noite Vamos” (“Ngupelngamarrunu, Night Time Go” | Dir. Elizabeth Povinelli | Austrália| 2017 | 31’)

Sinopse: Documentário experimental que revisita um episódio histórico da Austrália durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1943, um grupo de ancestrais Karrabing escapou de um campo de internamento em Delissaville, onde haviam sido confinados pelo governo australiano devido ao medo de que se tornassem espiões japoneses.

 

“Notas Sobre a Tortura e Outras Formas de Diálogo” (“Apuntes sobre la tortura y otras formas de diálogo” | Dir. Patricio Guzmán | Espanha | 1968 | 15’)
Sinopse: Curta-metragem experimental que denuncia a repressão política na América Latina. Através de uma dramatização de tortura a um prisioneiro, o filme critica a brutalidade dos regimes militares e a passividade de certos intelectuais de esquerda. Utilizando uma estética que parodia a publicidade institucional, Guzmán combina elementos de humor negro e sátira para questionar a moralidade e a eficácia da resistência intelectual frente à opressão.

 

 “O Grito” (“El Grito” | Dir. Leobardo López Arretche | México | 1968 | 120’)

Sinopse: Documentário que registra o movimento estudantil mexicano de 1968, capturando manifestações, repressões e a tragédia de Tlatelolco, oferecendo um testemunho visual único desse período turbulento.

 

– “Recorrências Perpétuas” (“Perpetual Recurrences” | Dir. Reem Shilleh | Palestina | 2016 | 60’)
Sinopse: Documentário experimental que examina quatro décadas de cinema palestino e filmes sobre a Palestina. Em vez de apresentar filmes inteiros, Shilleh monta uma seleção de cenas recorrentes, identificando padrões visuais e narrativos que se repetem ao longo do tempo. Essas cenas incluem imagens de salas de aula, militantes discursando em campos abertos, jovens discutindo política revolucionária e tomadas de ruas e campos de refugiados. Ao reunir essas sequências, o filme questiona como a memória histórica e as narrativas políticas são construídas e perpetuadas no cinema palestino.

 

“Sobrenome Viet, Nome Próprio Nam” (“Surname Viet Given Name Nam” | Dir. Trinh T. Minh-ha | Estados Unidos | 1988 | 108’)
Sinopse: Documentário experimental que investiga as experiências de mulheres vietnamitas, tanto no Vietnã quanto nos Estados Unidos. Utilizando entrevistas encenadas, imagens de arquivo, poesia popular e dança, o filme questiona as representações tradicionais e as fronteiras entre realidade e ficção, explorando temas como identidade, memória e tradução cultural.

 

“Yõg Ãtak: Meu pai, Kaiowá” (Dir. Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero, Luisa Lanna | Brasil | 2024 | 90’)
Sinopse: O filme narra a jornada de Sueli e Maísa Maxakali em busca de seu pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. Além de retratar esse reencontro, a obra aborda as lutas dos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá na defesa de seus territórios e modos de vida.

 

Filme de Encerramento

 

O longa selecionado para encerrar a 14ª edição do Festival Internacional de Curitiba é o “Verde Oliva”, do diretor Wellington Sari, um suspense político inspirado no filme de Brian de Palma, “Um Tiro na Noite”.

 

João, interpretado por Jean Guilherme, trabalha com edição e realização de vídeos, e está em busca de um novo trabalho. Ele consegue um job em uma agência de investigação, sendo contratado para captar imagens de drone de um caso de adultério, porém fica intrigado com as imagens que obtém. O jovem acaba registrando um suposto assassinato. Embora não haja corpo, nem um assassino, João fica cada vez mais obcecado e precisa enfrentar um exército de mentiras.

 

1º MECI – Mercado do Cinema Independente

 

A programação do Olhar de Cinema deste ano ainda conta com o 1º MECI – Mercado do Cinema Independente, um evento que nasce com o objetivo de fortalecer o cinema independente, criando um espaço dedicado à conexão entre realizadores, distribuidores, exibidores, plataformas de streaming, canais e profissionais do setor audiovisual.

 

Com realização de 16 a 18 de junho, no MON – Museu Oscar Niemeyer, o MECI é a primeira iniciativa no Brasil focada em longas-metragens independentes, visando ampliar oportunidades, fomentar parcerias estratégicas e impulsionar negócios que movimentam e fortalecem a sétima arte.

 

“O MECI é o momento ideal para trocas e construção de novos caminhos para a indústria cinematográfica independente no país, facilitando a comercialização de longas e oferecendo um espaço para rodadas de negócios, pitchings, masterclasses e painéis, viabilizando ainda filmes brasileiros para o mercado nacional e internacional”, explica Antonio Gonçalves Jr.

 

Entre alguns dos nomes confirmados para o 1º Mercado do Cinema Independente, estão as produtoras Fernanda Lomba e Ana Camila Esteves; o executivo de aquisição e coprodução de conteúdo nacional do Telecine, Gabriel Cohen; o chefe de estratégias de conteúdo da Disney, Cristiano Lima; a pesquisadora de cinema alemã, Barbara Wurm; e os cineastas Aly Muritiba e Marcelo Caetano.

 

Acompanhe a programação completa do Olhar de Cinema pelo site oficial www.olhardecinema.com.br ou pelas redes sociais oficiais Instagram @olhardecinema, Tik Tok @olhardecinema, X-Twitter @Olhardecinema_ e Facebook.com.br/Olhardecinema.

A 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba tem produção da Grafo Audiovisual, com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal. O projeto foi aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná. A edição é apresentada pela Rumo Logística, com patrocínio master do Itaú, patrocínio ouro do TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá, patrocínio prata da Solvay Peróxidos e apoio da Sanepar, Adami S/A, do Instituto Rumo, do Projeto Paradiso, do Teatro da Vila, da Cinemateca, do Cine Passeio, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura de Curitiba. Verifique a classificação indicativa de cada filme e as sessões com acessibilidade de audiodescrição e intérpretes de Libras.


Serviço
:
14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba
Data
: 11 a 19 de junho de 2025
Site oficial: www.olhardecinema.com.br
Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema
                          Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema
                          Tik Tok: @olhardecinema,
X/Twitter: @Olhardecinema_
Realização: Ministério da Cultura – Governo Federal
Apresentação: Rumo Logística
Patrocínio Master: Itaú
Patrocínio Ouro: TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá
Patrocínio Prata: Solvay Peróxidos
Apoio: Sanepar, Adami S/A, Instituto Rumo, Projeto Paradiso, Teatro da Vila, Cinemateca, Cine Passeio, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná
Produção: Grafo Audiovisual

Crítica | ‘House of Ninjas’ – Seriado da Netflix empolga com trama sobre Ninjas nos novos tempos

Nem toda batalha é vencida pela espada. Buscando resgatar a história das tradições e do imaginário japonês através dos chamados shinobis (no popular, ninjas) figuras bastante conhecidas no Japão feudal, entre os séculos XVI a XIX, chegou na Netflix nesse início de 2024 um empolgante seriado onde os conflitos se desenvolvem através dos dilemas entre o certo e o errado, com personagens enfrentando diferentes crises existenciais no período presente.

Na trama, conhecemos os membros da família Tawara, um clã de Shinobis que preferiu viver uma vida normal no Japão nos dias atuais após um deles morrer numa missão secreta seis anos atrás. Mas, quando um outro clã inimigo ressurge com seus novos integrantes ligados a arquitetura de uma conspiração global, os Tawara precisarão voltar a vestir a roupa ninja e ir para o confronto.

Um dos méritos do roteiro é conseguir nos seus oito episódios da primeira temporada prender a atenção do espectador, mesmo sem grandes reviravoltas, pelos conflitos que se seguem através dos ótimos e carismáticos personagens. O trauma, o luto, a dor, as dúvidas sobre o casamento, se misturam com uma casa cheia de regras onde não pode comer carne, não pode se apaixonar. A narrativa é empolgante com cenas de lutas com brilhantismo nas coreografias que se misturam a vazios existenciais ligados à globalização e até mesmo as formas de se comunicar no dinamismo desses novos tempos.

O sentido de justiça por aqui é visto como um conjunto de regras. Respondendo a um órgão específico para assuntos ninjas, essa família descendentes de guerreiros muitas vezes são meras peças dentro de um tabuleiro indecifrável onde a ponte entre o certo e o errado é feita por uma linha tênue. Uma ideologia definia no passado os shinobis como espiões ou em alguns casos guerreiros por recompensas, algo diferente dos samurais por exemplo que tinham a honra em primeiro lugar, mesmo que aqui nesse projeto a noção da dicotomia (bem e mal) seja colocada na mesa de forma trivial.

Criado pelo cineasta Dave Boyle, e tendo como lema ‘a família em primeiro lugar’ House of Ninjas reflete sobre o imaginário de outrora mas buscando um olhar familiar sobre os conflitos dos novos tempos já que antes de mais nada esses guerreiros são seres humanos de carne e osso.

 

Séries de TV baseadas em filmes que foram abandonadas

Vivemos uma era áurea para o audiovisual. Produções voltadas ao entretenimento são mais populares do que nunca. Parte dessa receita de sucesso vem da conversa harmoniosa que o cinema possui hoje com a TV. Antes, mídias distintas e rivais, as duas se unem com a chegada da internet, misturando tudo num caldeirão de possibilidades infinitas. A prova disso é a via de mão dupla de ideias, artistas e produções que transitam da TV para o cinema e vice versa. Seriados como Game of Thrones mostraram que a TV atual não tem nada de pequena, e pode ser inclusive muito maior do que grande parte dos filmes para o cinema.

As mídias se homenageiam, e se no passado tínhamos adaptações de famosos seriados para as telonas (segmento que continua operacional e lucrativo), agora a telinha retribui o carinho adaptando no seu formato obras cinematográficas, vide Westworld e Stranger Things (grande homenagem aos filmes dos anos 1980). Pensando nisso, baseado numa matéria de nossos colegas do Digital Spy, formulamos uma nova lista. Pegando essa ideia e mostrando que nem sempre essa junção funciona bem, reunimos algumas séries de TV baseadas em filmes cultuados, cuja vida foi tão curta que nem chegaram a ser produzidas. Muitas delas você provavelmente nem ouviu falar. Então, não anote no caderninho e tente achar essas preciosidades online (as que existirem) por sua própria conta e risco.

Um Dia a Casa Cai (The Money Pit, 1986)

Clássico da Sessão da Tarde da minha geração, este filme tem produção de ninguém menos que Steven Spielberg e sua Amblin Entertainment (produtora do diretor). Curiosamente, ninguém mais fala na comédia hoje em dia. É bem verdade que o filme não é um dos mais memoráveis nas carreiras do diretor e dos protagonistas Tom Hanks e Shelley Long (então recém-saída do sucesso televisivo Cheers – 1982 a 1993). A trama fala sobre um casal recém-casado e as desventuras que passam para reformar sua grande casa nova. Tentando dar novos ares para a ideia, a rede NBC começou a desenvolver a série baseada no longa, com roteiro escrito por Justin Spitzer (The Office) e produção da Amblin TV, do mesmo Spielberg. Um piloto estava pronto para começar a ser rodado em 2014, mas devido a problemas com o elenco, precisou ser freado. Três anos depois e a série continua estagnada.

Advogado do Diabo (1997)

Cult por excelência, este suspense com doses sobrenaturais dividiu público e críticos na época de seu lançamento, justamente por não se decidir entre um caminho plausível ou um terror com elementos fantásticos. Seja como for, hoje a produção é venerada como obra cult por novas gerações. Ei, temos muita coisa boa para tirar daqui. Primeiro, Al Pacino tomado na maldade e na surtação máxima. Segundo, um dos primeiros papéis de destaque da musa Charlize Theron, que já demonstrava talento. Terceiro, uma Connie Nielsen igualmente inspirada, deliciosamente sedutora e maléfica. Em 2014, a mesma NBC ordenou um piloto da série que seria baseada no filme dirigido por Taylor Hackford (Ray), e escrita por Matt Venne, roteirista de continuações de terror dispensáveis, vide Luzes do Além (2007), Espelhos do Medo 2 (2010) e A Hora do Espanto 2 (2013). As filmagens, no entanto, nem chegaram a ocorrer. Talvez tenham olhado para o roteiro. Seria o caso de contratar alguém mais talentoso.

Fargo (1996)

Peraí, você diz. A série Fargo existe e é uma das grandes vencedoras de prêmios voltados para a TV (vide Globo de Ouro e Emmy) desde seu lançamento. Calma, jovem. Antes do seriado de antologia, produzido pelos próprios irmãos Coen, e lançado em 2014 (este ano está aparecendo muito por aqui, não?), um programa de TV baseado no filme indicado ao Oscar foi produzido. Ou quase. Logo no ano seguinte, em 1997, um piloto foi gravado e trazia os mesmos personagens do longa. Edie Falco (antes da estreia de Família Soprano) viveu a xerife Marge Gunderson, papel pelo qual Frances McDormand levou seu Oscar de melhor atriz, e Bruce Bohne reprisava seu papel do policial Lou. Os irmãos Coen, porém, não tiveram nada com a produção. Curiosamente, o episódio piloto teve direção da atriz vencedora do Oscar, Kathy Bates (Louca Obsessão). Assista abaixo o episódio:

Hellraiser – Renascido do Inferno (1987)

Há anos menções sobre uma nova roupagem para o clássico do terror de Clive Barker enchem os corações dos fãs de empolgação. Mas o dia de reviver uma das obras mais interessantes do gênero parece nunca chegar. Em 2012, a produtora Sonar Television anunciou seus planos de levar a obra de Barker para as telinhas, com a promessa inclusive de que atores dos filmes originais iriam voltar. Hellraiser é uma franquia cujos três primeiros filmes são os únicos que verdadeiramente prestam, mesmo assim decaindo de qualidade a cada episódio da trilogia.

Depois disso, inúmeras sequências foram produzidas direto para o mercado de vídeo. Stewart Till, o presidente da Sonar Television chegou a dar declarações sobre a excelência da suposta série, alegando que o abismo entre uma grande série e uma apenas ok estava cada vez maior – obviamente, sua aspiração era pela primeira categoria. Até hoje o piloto nunca chegou a ser rodado, e Clive Barker, sabiamente, se manteve bem longe de tudo em relação a série. Barker planeja uma versão cinematográfica que esquecerá todas as continuações e seguirá de onde seu filme de 1987 parou.

Um Tira da Pesada (1984)

Muita gente não sabe, mas o filme Um Tira da Pesada inicialmente foi pensado como um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Uma vez que Sly desistiu do projeto, optando logo depois por Cobra (1986), um dos maiores prazeres culposos da VIDA, a produção recebeu tintas de comédia e sátira, caindo no colo de Eddie Murphy e se tornando o primeiro, e um dos maiores sucessos da carreira do humorista. Duas continuações depois (a segunda, bem execrada), e Axel Foley parecia aposentado de vez. Mas hei que 20 anos depois o policial engraçadinho, nas formas de Murphy, ressurge para o piloto de uma série. E esse foi o grande problema, segundo o próprio.

A série de Beverly Hills Cop, título original do filme, seria centrada no filho de Foley, Aaron, interpretado por Brandon T. Jackson (Trovão Tropical), e Murphy fez apenas uma aparição no episódio piloto. Quando os produtores assistiram ao primeiro episódio, ficaram mais do que empolgados com a aparição do veterano comediante, desejando o ator como personagem recorrente da série. Murphy cordialmente recusou, devido a sua agenda (sério mesmo? O que ele têm feito ultimamente?). Dessa forma, Um Tira da Pesada, a série, ficou só no primeiro episódio – surpreendentemente dirigido por Barry Sonnenfeld (da trilogia Homens de Preto).

Segundas Intenções (1999)

Produção jovem adorada pela geração anos 1990, o que muitos não sabem provavelmente é que Segunda Intenções foi livremente inspirado no clássico da literatura Ligações Perigosas, produzido incansavelmente por diversas mídias, como filmes e teatro – sendo uma das mais conhecidas, um filme homônimo de 1988, com Michelle Pfeiffer. Apesar do status de culto, Segundas Intenções não foi, por assim dizer, um grande sucesso de público ou crítica. O longa gerou duas continuações, de 2000 e 2004, sendo a primeira dirigida pelo mesmo Roger Kumble do original e protagonizada por Amy Adams, atriz 5 vezes indicada ao Oscar.

Ano passado, uma série que iria funcionar como continuação do longa de 1999 (e não como um reboot da história) quase vingou. Um episódio piloto chegou a ser rodado, escrito e dirigido pelo próprio Kumble e com Sarah Michelle Gellar reprisando o papel da beijoqueira Kathryn Merteuil do filme, dezoito anos depois, agora com quase 40. Reese Wtiherspoon, por outro lado, se manteve distante do projeto, e sua personagem foi interpretada por Kate Levering, a Kim Kaswell da série Drop Dead Diva (2009 – 2014). A trama centraria nas manipulações da personagem de Gellar, em especial em relação ao sobrinho Bash, enquanto tentava ganhar controle da empresa da família, a Valmont International. A atriz chegou a publicar uma foto como a personagem em uma banheira, nas redes sociais – que você pode conferir abaixo. Uma pena. Mas queremos ver este piloto!

BÔNUS:

Geração X (1996)

Muito antes desta onda de produções do subgênero dos super-heróis que assola o mundo, seja na TV ou no cinema, tais ideias amargavam completo ostracismo na década de 1990. Um dos casos mais notórios ocorreu com Geração X, piloto que pretendia levar os mutantes (secundários) da Marvel para as telinhas semanalmente. Antes de X-Men (2000) dar o pontapé em um subgênero que não tem hora para acabar, personagens do time B do mesmo universo visavam um lugar ao sol.

O episódio inicial de 1h30min de duração chegou a ser lançado no Brasil e no mundo como um filme feito para a TV. Eu tive a oportunidade (e o desprazer) de assistir a esta pérola na época e compreender um pouco o motivo pelo qual os investidores pularam fora. Na trama, Emma Frost (Finola Hughes) e Banshee (Jeremy Ratchford) faziam às vezes do Professor Xavier no comando da escola e dos jovens mutantes. Entre os alunos, Jubileu (Heather McComb) era uma das protagonistas. Nada de Wolverine, Mística ou Magneto. Uma curiosidade é que a mesma locação usada para a mansão dos mutantes, depois foi reaproveitada nos longas para o cinema. E dizem que nada de bom se aproveitou de Geração X

Mulher Maravilha (2011)

Mulher Maravilha foi um dos maiores sucessos desta primeira metade do ano e a salvação da DC no cinema. No entanto, antes do fenômeno mundial, a personagem amargava um fracasso nas telinhas. Seguindo os passos da série protagonizada pela estonteante Linda Carter (que durou de 1975 a 1979), a heroína ensaiou retorno em 2011, nas formas da azarada Adrianne Palicki (G.I. Joe – Retaliação). Usando calças, ao invés do short ou saia, o traje da heroína era pior do que um cospobre. Além disso, trazia uma versão mais descolada de Diana Prince, inserida no mundo moderno como empresária, dona de uma grande corporação. Algo parecido com o que foi conquistado em Supergirl, com Kara inserida num mercado de trabalho crível. As imagens de Palicki uniformizada estão espalhadas pela rede. Já o episódio piloto, talvez você precise de sorte para encontrar.

Crítica | Rampage: Destruição Total – Mais Monstros Gigantes

King Kong encontra Godzilla

A era mais frutífera para monstros no cinema foi a década de 1950 – o boom da ficção científica. Tudo bem que desde a década de 1930, verdadeiras estrelas no quesito, vide Drácula, Frankenstein e o Lobisomem faziam esse gênero de filme B arrastar multidões aos cinemas para sua cota de sustos e medo. Mas inúmeros outros fatores trazidos pela época, vide a Guerra Fria e o pavor da era atômica, acrescentavam ao renegado tipo de produção, dando-lhe a força de inúmeras obras massificadas com o mote dos “estranhos invasores”, vindos do espaço, do fundo do mar ou de outras dimensões.

Assim, o subgênero foi passando pelas décadas e evoluindo, até chegar na atualidade, nesta época do mais e maior. O cinema fantástico de monstros gigantes chegava finalmente ao mainstream com Jurassic Park (1993) – e que popularidade, não existindo algo muito maior do que o filme. Inúmeras produções seguiram na esteira, e os monstros – agora confeccionados através de efeitos de computador, o que permite um realismo e credibilidade maiores – se tornaram sensação e alguns dos maiores astros da Hollywood atual.

Só este ano, tivemos Círculo de Fogo: A Revolta e Um Lugar Silencioso (ambos ainda em cartaz nos cinemas) – utilizando o tema para desenvolver obras bem diferentes – Aniquilação (lançamento da Netflix) e em breve poderemos conferir o novo exemplar de Jurassic World.  Ou seja, o que não falta são monstros de todas as formas e tamanhos para os aficionados. Rampage: Destruição Total é o mais recente lançamento, que aporta neste fim de semana nas salas de cinema do país. Além de ser um filme de monstros gigantes, Rampage recai em dois outros quesitos cinematográficos: é baseado num vídeo game icônico (datando da década de 1980) e também é o novo veículo de ação, recheado de adrenalina, de Dwayne ‘The Rock’ Johnson – futuro candidato à presidência dos EUA (é sério!).

Na trama, tanto do game quanto do filme, três criaturas animalescas e monstruosas causam caos e pânico ao exalarem sua fúria (o rampage do título original) numa cidade norte-americana. Prédios são destruídos, pessoas são devoradas e o estado de sítio se instala sem que as autoridades possam fazer muito. Enquanto na versão de bytes os gigantes eram homens em mutação devido a um produto químico em suas comidas (o que explica o formato mais humanoide), no longa as contrapartes de George (o gorila albino), Ralph (o lobo) e Lizzie (o crocodilo) – os dois primeiros chegando a ser mencionados pelos nomes originais também no filme – são animais selvagens transformados em verdadeiros colossos através de um mutagênio criado por uma maligna empresa (e o que mais?).

A cena de abertura é um dos momentos mais interessantes do longa, se passa no espaço e conta com a participação especial de Marley Shelton (Sin City: A Cidade do Pecado). Neste trecho sentimos tintas de terror e muita tensão (talvez mais até do que todo Cloverfield Paradox), com a personagem tentando sobreviver à sua própria criatura – igualmente retirada do game, como um easter egg.

Na Terra, somos apresentados a mais um personagem ultra carismático de Dwayne Johnson, desta vez vivendo um especialista em primatas, que prefere a companhia dos animais à dos seres humanos (sentiram a ironia do foreshadowing vindo aí?). O ex-militar Davis Okoye (Johnson) tem um grande afeto pelo gorila albino George, o qual ajudou a resgatar de caçadores ainda na infância. A interação entre os dois chega ao ponto de emocionar – mesmo sabendo que a criatura é basicamente toda digital – o que apenas enaltece o trabalho de criação dos envolvidos. Através de linguagem de sinais – um fato sabido – os primatas demonstram suas emoções (muitas inclusive bastante similares às humanas) e se comunicam.

The Rock adotou um gorila de verdade através de uma instituição pegando carona na promoção do filme – e tal mensagem ecológica consegue ser encontrada em Rampage se você cavucar lá no fundo. No grosso, no entanto, este continua sendo um filme de monstros gigantes destruindo e brigando. No quesito o filme entrega, apesar de algumas cenas muito escuras no desfecho da grande batalha. Por outro lado, longe dos monstros o que vemos são apenas personagens genéricos numa trama rasa, que não exige muito de gente como a indicada ao Oscar Naomie Harris (Moonlight: Sob a Luz do Luar) e Jeffrey Dean Morgan, oscilando entre o embaraço de protagonizar o filme e a mínima tentativa de parecer estarem se divertindo.

Por outro lado, a bela Malin Akerman abraça sua canastrice em potência máxima, parecendo fazer parte do elenco de Paixão Obsessiva (2017), na hora de viver a indefectível vilã mais fria que um cubo de gelo Claire Wyden, a dona da empresa da bio arma, é claro. É daquela vilã caricata que torcemos para um morte horrível, e o filme não desaponta. Rampage é para os filmes de monstros gigantes, o que Terremoto: A Falha de San Andreas (2015) foi para os filmes catástrofe (não por menos o diretor de ambos é o mesmo Brad Peyton), ou seja, uma versão pasteurizada e quase artificial destes produtos, que já em sua época nasciam banalizados pela crítica especializada. E por mais que as coisas mudem, elas continuam as mesmas…

10 Anos de ‘O Homem de Aço’ – Antes de Amy Adams, conheça as atrizes que quase viveram Lois Lane no cinema!

O universo compartilhado da DC Studios na Warner chega ao fim oficialmente este ano com o lançamento de ‘Aquaman 2’ em dezembro. Embora o primeiro ‘Aquaman’ tenha feito mais de US$1 bilhão em bilheterias pelo mundo, a maioria dos analistas prevê que o novo filme não chegará perto disso. Em partes graças a uma máxima que vem sendo muito proferida: “os fãs abandonaram tais filmes”. Isso explica o fracasso de seus últimos quatro blockbusters consecutivos – ‘Adão Negro’, ‘Shazam! Fúria dos Deuses’, ‘The Flash’ e ‘Besouro Azul’.

Primeiro, é preciso destruir para depois reconstruir. Isso significa que esta iteração de alguns dos maiores personagens da cultura pop, orquestrada pelo cineasta Zack Snyder, precisou ter um fim (alguns diriam uma morte horrível) para que uma luz no fim do túnel pudesse surgir. E essa luz se chama James Gunn. O “pai” dos ‘Guardiões da Galáxia’ foi captado pelo estúdio rival para organizar sua casa, com poder de decisão único – em parceria com o produtor Peter Safran. Gunn inclusive já anunciou a primeira fase desta nova DC, a começar em 2025 com ‘Superman Legacy’, um filme que, assim como ‘O Homem de Aço’ há 10 anos, tem objetivo de servir como alicerce para todo um universo.

James Gunn já anunciou inclusive os protagonistas para seu novo filme de Superman, com David Corenswet (da série ‘Hollywood’ e do terror ‘Pearl’) no papel principal, e Rachel Brosnahan, da série sensação ‘Maravilhosa Sra. Maisel’, como Lois Lane. Voltando 10 anos no passado para ‘O Homem de Aço’, Zack Snyder causava alvoroço ao anunciar Henry Cavill como Superman e Amy Adams (então indicada para nada menos que quatro Oscar – hoje a atriz tem mais duas indicações no currículo) como Lois Lane. A atriz foi uma excelente adição ao elenco, mas outras estavam na disputa pelo papel. Confira agora quais atrizes quase ficaram com a personagem da intrépida jornalista em ‘O Homem de Aço’.

Leia também: 10 Anos de ‘O Homem de Aço’ – antes de Henry Cavill, saiba quais atores quase viveram o Superman no cinema!

Margot Robbie

Hoje, duas vezes indicada ao Oscar, quando ‘O Homem de Aço’ estreou nos cinemas, a australiana Margot Robbie ainda era uma ilustre desconhecida. Mesmo assim, ela chegou a fazer teste para o papel e ficou entre as finalistas. Muito provavelmente, a loiríssima atriz precisaria pintar suas madeixas de preto ou ao menos usar uma peruca. Mas não demoraria muito para o nome de Robbie ser escrito nas estrelas, pois no fim do mesmo ano ela lançaria ‘O Lobo de Wall Street’ e o resto é história. Ah sim, três anos depois a atriz descolaria o papel de uma certa Arlequina em ‘Esquadrão Suicida’ e nunca mais seria esquecida.

Saoirse Ronan

Apenas quatro anos separam Saoirse Ronan e Margot Robbie, mesmo assim, a jovem atriz irlandesa é uma destas que parecem sempre possuir uma aparência bastante juvenil. Levando em conta que há dez anos, Ronan tinha apenas 19 anos, talvez sua escolha fosse controversa e desse o que falar. Mesmo assim é reportado que a jovem estrela que possui quatro indicações ao Oscar esteve entre as finalistas para ser Lois Lane. Para termos uma ideia, no mesmo ano Ronan ainda fazia papeis adolescentes, vide ‘A Hospedeira’.

Mila Kunis

Recentemente, a atriz Mila Kunis e seu marido Ashton Kutcher se viram em maus lençóis ao tentarem defender o amigo Danny Masterson (do seriado ‘That 70’s Show’) – um estuprador condenado a 30 anos de prisão. Ainda não se tem ideia do tamanho do dano que isso poderá causar à carreira da atriz. Mas voltando 10 anos no passado, a ucraniana Kunis esteve entre os nomes mencionados para o papel de Lois Lane. A atriz é outra que parece manter sempre uma aparência de adolescente, mesmo já tendo completado 40 anos.

Kristen Bell

Por falar em Mila Kunis, a loirinha Kristen Bell já trabalhou com ela três vezes. A primeira foi em ‘Ressaca de Amor’ (2008), seguido pelos dois filmes de comédia ‘Perfeita é a Mãe’ e ‘Perfeita é a Mãe 2’. Bell também possui aparência juvenil, mas já tem 43 anos. Ela também esteve entre as finalistas para viver Lois Lane em ‘O Homem de Aço’, embora seja mais associada a filmes e séries de comédia. Não podemos esquecer que Bell foi a investigadora mirim ‘Veronica Mars’, na TV e no cinema. Seus outros trabalhos marcantes foram como a voz de Anna nas duas animações ‘Frozen’, da Disney, e na série ‘The Good Place’, da Universal Television.

Jessica Biel

A bela Jessica Biel, mais conhecida como a Sra. Justin Timberlake, certamente possui o porte físico para interpretar a maior heroína da DC, a Mulher-Maravilha. No entanto, a atriz americana de 41 anos fez teste e foi uma das finalistas consideradas para o papel da repórter Lois Lane. Biel já se aventurou no gênero dos super-heróis em 2004, antes do MCU e do DCEU – com ‘Blade: Trinity’. Na mesma época de ‘O Homem de Aço’ estrelou o remake de ‘O Vingador do Futuro’ e como Vera Miles na biografia ‘Hitchcock’.

Olivia Wilde

Olivia Wilde nunca foi considerada uma grande atriz, apesar de ter participado de filmes chamativos, vide ‘Tron – O Legado’ e ‘Cowboys & Aliens’. O ponto de virada para Wilde foi se descobrir como uma diretora talentosa, estreando com o elogiado ‘Fora de Série’ (2019). Porém, talvez por ter deixado o sucesso subir à cabeça, Wilde se mostrou uma diretora problemática nos bastidores de ‘Não se Preocupe, Querida’ (2022) para a Warner, o que pode ter colocado um fim às negociações com a Sony para dirigir um filme no universo do ‘Homem-Aranha’. Wilde fez teste para ser a Lois Lane de ‘O Homem de Aço’, mas quase dez anos depois finalmente viveria a personagem, ou ao menos sua voz na animação ‘DC Liga dos Superpets’.

Mary Elizabeth Winstead

A talentosa e ainda subestimada Mary Elizabeth Winstead já fez de tudo um pouco. Fez terror com ‘Premonição 3’ e ‘Natal Negro’, foi a filha de Bruce Willis em ‘Duro de Matar 4’, foi dirigida por Tarantino em ‘À Prova de Morte’ e foi objeto de desejo na adaptação dos quadrinhos cômicos ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’. Mas uma coisa que ela não foi é Lois Lane no cinema, apesar de ter feito teste e ser cogitada para ‘O Homem de Aço’. Ao invés disso, sete anos depois, descolou o papel da Caçadora em ‘Aves de Rapina’, ao lado de Margot Robbie. Seu último trabalho foi como Hera Syndulla, a personagem de pele verde de ‘Ahsoka’ (2023).

‘Halloween’: Confira fotos da nova máscara em detalhes

A empresa Trick or Treat Studios, que venderá a máscara oficial do reboot de ‘Halloween‘, divulgou imagens destacando os detalhes da nova máscara do Michael Myers.

Confira:

Recentemente, o órgão de classificação indicativa americano classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ já está disponível na Netflix! O serviço de streaming lançou hoje (5) todos os 10 episódios do segundo ciclo.

Confira o trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é um reboot sombrio da série clássica dos anos 90, e alegadamente se passa no mesmo universo que ‘Riverdale‘.

Meio bruxa. Meio mortal. Em seu 16º aniversário, Sabrina (Shipka) precisa escolher entre o mundo da bruxaria de sua família e o mundo humano de seus amigos. Ao lado de suas tias, seu gato Salem e seu namorado Harvey Kinkle (Lynch), Sabrina enfrentará novas e aterrorizantes aventuras na misteriosa cidade de Greendale.

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.

O Mundo Sombrio de Sabrina‘ já está renovada para a 3ª e 4ª temporadas.

‘The Outsider’: Série baseada no livro de Stephen King ganha trailer LEGENDADO

A HBO Brasil divulgou o trailer legendado da série ‘The Outsider‘, baseada no livro homônimo do Stephen King.

Confira:

A série irá estrear no dia 12 de janeiro de 2020, com um episódio duplo.

O roteiro foi escrito por Richard Price (‘The Night Of‘), que também serve como produtor executivo da produção.

A trama segue o detetive Ralph Anderson (Mendelsohn), enquanto ele tenta investigar o corpo mutilado de Frankie Peterson, de 11 anos, encontrado na floresta da Geórgia. As misteriosas circunstâncias que cercam esse crime horrível levam Ralph, ainda lamentando a recente morte de seu próprio filho, a chamar uma investigadora privada não ortodoxa, Holly Gibney (Erivo), cujas habilidades estranhas ele espera que o ajudarão a explicar o inexplicável.

O elenco inclui Ben Mendelsohn, Cynthia Erivo, Bill Camp, Mare Winningham, Paddy Considine, Julianne Nicholson e Yul Vázquez.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Reboot ganha novo diretor após ‘diferenças criativas’

Uma semana após o início das filmagens do reboot de ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, os diretores originais da produção, Ryan e Andy Tohill, abandonaram o projeto alegando “diferenças criativas”.

De acordo com o Deadline, o cineasta David Blue Garcia (‘Tejano’) foi contratado para substituir a dupla.

As filmagens estão acontecendo atualmente, na Bulgária.

O elenco conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, é responsável pelo roteiro.

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, será o produtor da nova versão.

Rumores apontam o reboot terá conexão direta com o longa original de 1974.

‘As Faces da Morte’: Terror polêmico ganhará reboot!

De acordo com o THR, Isa Mazzei e Daniel Goldhaber, cineastas por trás de ‘Cam‘, serão responsáveis pelo roteiro e direção do reboot de ‘As Faces da Morte‘, que está sendo desenvolvido pela Legendary Entertainment.

O longa original, lançado em 1978, se tornou um dos filmes mais infames de todos os tempos ao alegadamente mostrar cenas reais de mortes. A lenda urbana começou na época VHS pré-internet, mas a grande verdade é que as cenas eram falsas, realizadas através de efeitos práticos.

“A trama do novo filme vai girar em torno de uma moderadora de um site parecido com o YouTube, cujo trabalho é eliminar conteúdo ofensivo e violento, que se depara com um grupo que está recriando os assassinatos do filme original. Mas, na história preparada para a era digital e a era da desinformação online, a questão enfrentada é se os assassinatos são reais ou falsos?”

O site ainda declara que a Legendary espera que esse seja o começo de uma nova franquia de sucesso.

O longa original foi escrito e dirigido por John Allan Schwartz.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Premonição 6’: Diretor de ‘Homem-Aranha – Sem Volta para Casa’ irá produzir novo filme para a HBO Max

De acordo com o Variety, o cineasta Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) irá produzir o novo filme da franquia ‘Premonição‘, que será lançado direto no serviço de streaming da HBO Max.

Baseado em um tratamento de Watts, o roteiro será escrito por Lori Evans Taylor (‘Wicked Wicked Games’) e Guy Busick (‘Pânico’).

Dianne McGunigle, Craig Perry e Sheila Hanahan Taylor também servirão como produtores.

“Eu e a Dianne somos grandes fãs da franquia ‘Premonição’ desde o começo,” afirmou Watts em uma declaração. “Poder participar ativamente no desenvolvimento de uma nova história com a equipe original e a New Line será divertido e emocionante.”

Anteriormente, Jeffrey Reddick, criador da franquia ‘Premonição‘, havia confirmado que o novo filme da franquia ainda estava em desenvolvimento.

“Não desistimos. Eles estavam desenvolvendo um novo filme da franquia até a pandemia de coronavírus acontecer. Eles irão continuar a produção assim que as coisas voltarem ao normal,” afirmou.

Reddick também deu aos fãs uma amostra de como será o próximo capítulo da franquia – começando por deixar claro que não será um “reboot” no sentido tradicional.

“Não é bem um reboot. Se a fórmula não está quebrada, não conserte”, afirmou.

Recentemente, o produtor Craig Perry deu detalhes da trama:

“Estamos brincando com o mundo dos primeiros que respondem: paramédicos, bombeiros e policiais. Essas pessoas lidam com morte nas linhas de frente todos os dias, e fazem escolhas que podem causar ou não a morte das pessoas… Estamos pensando que esse mundo pode ser um viés interessante para um filme [da saga] Premonição, e um que pode gerar um panorama único de um modo bem crível”.

Trailer conceitual de ‘Premonição 6’ leva a trama ao Século XII

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Universal Pictures promete GRANDE revelação do novo terror de M. Night Shyamalan à meia-noite

O marketing de ‘Knock at the Cabin‘, novo terror de M. Night Shyamalan, já começou! Através do seu Twitter, a Universal Pictures compartilhou uma live prometendo uma grande revelação sobre a produção – que acontecerá após a meia-noite.

“O que está atrás da porta? Descubra à meia-noite,” anunciou o estúdio.

Confira a publicação e fiquem ligados:

O longa está sendo descrito como um “terror de invasão domiciliar que se passa durante o apocalipse”.

Dave Bautista (‘Army of the Dead’), Rupert Grint (‘Servant’), Nikki Amuka-Bird (‘Tempo’), Jonathan Groff (‘Mindhunter’) e Ben Aldridge (‘Pennyworth’) fazem parte do elenco.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Apesar de mais informações não terem sido reveladas, um breve e críptico teaser divulgado em outubro do ano passado aproveitou para confirmar o lançamento da obra: 03 de fevereiro de 2023.

Assista:

Em agosto de 2021, Shyamalan havia comentado brevemente sobre o filme, mas se manteve calado quanto à narrativa e outros detalhes importantes. De qualquer forma, o diretor revelou que havia completado o rascunho mais recente, chamando-o de “super conciso. Menos de 100 páginas”.

Apesar da greve dos atores, filmagens da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão’ NÃO serão interrompidas

De acordo com o Variety, as filmagens da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon) continuarão normalmente, conforme haviam sido programadas, apesar da recente greve dos atores.

O Sindicato de Atores e Federação Americana de Televisão e Rádio (SAG-AFTRA) determinou, nesta quinta-feira (13), o início da greve dos atores. O ato, no entanto, não afetará a produção da série da HBO, uma vez que a maioria dos atores são do Reino Unido.

Esse grupo de artistas são representados por uma organização separada, a Equity. E, segundo as leis britânicas, estes membros não podem se juntar em solidariedade à greve do SAG-AFTRA.

As filmagens do novo ciclo de ‘A Casa do Dragão‘ começaram em abril, e tampouco foram afetadas pela greve dos roteiristas, uma vez que todos os roteiros já haviam sido finalizados na época.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘A Morte do Demônio’: DOIS novos filmes da franquia estão em desenvolvimento

Além do novo capítulo anteriormente anunciado, o site Deadline confirmou que um segundo projeto baseado na franquia ‘A Morte do Demônio‘ também está em desenvolvimento.

Francis Galluppi (‘The Last Stop in Yuma County’) será responsável pela direção. Ele também assinará o roteiro a partir de uma ideia original.

“Francis Galluppi é um cineasta que sabe como deixar os espectadores tensos e como surpreendê-los com uma violência explosiva. Ele é um diretor que já mostrou um controle incomum em seu primeiro longa-metragem,” declarou o produtor Sam Raimi.

Vale lembrar que Sébastien Vaniček, do vindouro ‘Infestação, havia sido anunciado previamente no comando do próximo filme da franquia.

O cineasta afirmou que quer criar uma experiência real de terror, e parece que não poupará esforços para entregar um dos capítulos mais grotescos da saga.

“Eu falei para o estúdio que eu quero fazer um filme grotesco, que realmente machuque e marque os espectadores. Eu vou colocar todo o terror que eu tenho dentro de mim, e isso será catártico. Se eu não arruinar minha carreira e poder continuar comandando filmes de terror, eu vou seguir em frente e dirigir outros gêneros,” declarou o diretor.

O cineasta ainda mencionou que o produtor Sam Raimi e o estúdio lhe deram “100% de liberdade criativa”, e que ele tem a intenção de trazer uma “perspectiva francesa” à saga.

Além de dirigir, Vaniček também assinará o roteiro do longa.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto está sendo tratado como um spin-off da saga – e provavelmente deve apresentar uma história independente, como as duas últimas iterações.

Vale lembrar que ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘ arrecadou sólidos US$ 147 milhões mundialmente – o que representa a maior bilheteria da história da franquia. Além disso, o terror também conquistou os críticos, alcançando 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Anteriormente, Bruce Campbell, a estrela da franquia original e atual produtor da saga, havia compartilhado detalhes sobre os próximos filmes da saga: “Vamos lançá-los provavelmente a cada dois ou três anos agora, em vez de a cada 10 anos. Mas, ei, vimos com Star Wars – você não quer cansar as pessoas. Mantenha-as adivinhando! Nunca desgastamos nossa recepção com Evil Dead porque nunca as sufocamos.”

Crítica | A Morte do Demônio: A Ascensão – Com cenas de revirar o estômago, TERROR é uma viagem ao inferno

Reboot de ‘Lobisomem’ deve arrecadar US$ 20 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, o reboot de ‘Lobisomem‘, comandado por Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’), deve arrecadar US$ 20 milhões durante o final de semana estendido nos EUA.

O longa arrecadou US$ 1.4 milhões durante sua pré-estreia, ficando abaixo de ‘O Homem Invisível‘ (US$1.65M), que abriu com sólidos US$ 28.2 milhões no país.

O site ainda destaca que este deve ser pior final de semana estendido no feriado de Martin Luther King desde o início da pandemia. Desde então, nenhum filme no topo das bilheterias domésticas havia arrecadado menos do que US$ 33 milhões.

Vale lembrar que as reações ao reboot têm sido mistas. Além de ter alcançado 55% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também dividiu o público, com 67% de aprovação.

Lobisomem‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

LOBISOMEM apresenta a história de Blake, marido e pai residente de San Francisco, que herda sua casa de infância na remota zona rural do Oregon, após seu pai desaparecer e ser dado como morto. Ciente do atual desgaste de seu casamento com a enérgica Charlotte, Blake convence a esposa a dar um tempo da cidade, fazer uma viagem relaxante e aproveitar para visitar a propriedade com a pequena filha do casal, Ginger. Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda ao cair da noite, eles são atacados por um animal invisível e, em uma fuga desesperada, acabam se trancando dentro da casa, numa espécie de barricada de proteção, já que a criatura continua lá fora, rondando a área.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror ‘Lobisomem’ é dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

Nicolas Cage enfrenta horrores bíblicos no trailer DUBLADO do terror ‘Sombras no Deserto’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado do terror ‘Sombras no Deserto‘ (The Carpenter’s Son), que trará o astro Nicolas Cage interpretando o pai de Jesus.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de novembro.

A produção se baseia no Evangelho da Infância de Tomé, um apócrifo do século II d.C. que narra a infância de Jesus de forma pouco convencional.

A trama conta a sombria história de uma família escondida no Egito romano. O filho, conhecido apenas como ‘o Menino’, é levado à dúvida por outra criança misteriosa e se rebela contra seu guardião, o Carpinteiro, revelando poderes inerentes e um destino além de sua compreensão. Enquanto ele exerce seu próprio poder, o Menino e sua família se tornam alvos de horrores, naturais e divinos.

A direção fica a cargo do cineasta egípcio-americano Lotfy Nathan (‘Harka’).

A cantora e compositora FKA twigs (‘O Corvo’) será a Mãe, enquanto Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’) dará vida ao Menino Jesus.