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Depois do trailer, confira as novas imagens oficiais de ‘Daisy Jones and the Six’!

Depois do trailer, o Prime Video divulgou novas imagens promocionais da série musical dramática ‘Daisy Jones & The Six‘.

A produção estreará oficialmente no dia 3 de março.

Confira:

Baseado no romance homônimo best-seller de Taylor Jenkins Reid, Daisy Jones & The Six é uma minissérie que detalha a ascensão e queda vertiginosa de uma renomada banda de rock.

Em 1977, o grupo Daisy Jones & The Six estava no topo das paradas mundiais. Liderada por dois vocalistas carismáticos – Daisy Jones (Riley Keough) e Billy Dunne (Sam Claflin) – a banda passou da obscuridade para a fama. E então, após um show esgotado no Soldier Field de Chicago, eles debandaram. Agora, décadas depois, os membros do grupo finalmente concordaram em revelar a verdade. Esta é a história de como uma banda icônica implodiu no auge de sua existência.

O elenco ainda conta com Camila Morrone, Suki WaterhouseSebastian ChaconJosh Whitehouse, Will HarrisonTimothy OlyphantTom WrightNabiyah Be.

‘Lockwood & Co’: Assista aos hilários erros de gravação da nova série sobrenatural da Netflix!

Lockwood & Co.‘, série baseada na saga literária homônima de Jonathan Stroud, já está disponível na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional compilando os hilários erros de gravação da temporada de estreia.

Confira:

Em Londres, os mais talentosos caçadores de fantasmas adolescentes viajam todas as noites para um perigoso combate com espíritos mortais. Entre as muitas agências corporativas, uma pequena startup está sozinha: Lockwood & Co, operada por dois jovens e uma garota psiquicamente talentosa, que formam um trio de renegados livres de motivos financeiros, supervisão adulta e destinado a desvendar um mistério que mudará curso da história.

Relembre o trailer:

A série é escrita e dirigida por Joe Cornish.

Ruby StokesCameron ChapmanAli Hadji-Heshmati estrelam.

Ivanno JeremiahLuke TreadawayMorven ChristieJack BandeiraBen CromptonHayley KonaduRhianna DorrisPaddy HollandRico Vina completam o elenco.

‘Duna – Parte 2’: Florence Pugh comenta como é trabalhar com com Timothee Chalamet, Zendaya e Austin Butler

A segunda parte de ‘Duna‘ estreia em novembro deste ano e trará Florence Pugh como a Princesa Irulan Corrino, a filha mais velha do Imperador Shaddam Corrino IV.

Na trama, ela se torna esposa, apenas em título, do Imperador Paul Atreides – e é uma importante historiadora que conta os eventos da ascensão de Paul ao trono imperial.

Durante uma entrevista para Vanity Fair, Pugh comentou sobre a experiência de trabalhar no filme e sobre a afinidade com Timothee Chalamet, Zendaya e Austin Butler.

“É um ponto interessante porque, durante a maior parte da minha carreira, trabalhei com muitos atores mais velhos com os quais tive que me beliscar para saber se estava sonhando. Aprendi muito apenas assistindo. Fazer ‘Duna’ com Timmy [Chalamet], Zendaya e Austin [Butler] – eles são pessoas notáveis e atores inacreditáveis.”

Ela continuou, elogiando o talento dos colegas e pareceu bastante feliz por tê-los em seu círculo de amizade.

“Eles são estrelas à sua maneira, não da maneira clichê da palavra. Quero dizer que são pessoas brilhantes. Agora tenho a sorte de chamá-los de meus amigos, o que é super emocionante. Para mim, poder trabalhar com a ‘galera jovem de Hollywood’ do momento é incrível, sabe? Ter o número deles e enviar quando eu quiser é uma sensação maravilhosa.”

E aí, você está animado para ver o grupo reunido nas telonas?

Denis Villeneuve retorna à cadeira de direção.

Duna: Parte Dois‘ também contará com o retorno de Rebecca Ferguson e Josh Brolin, além de introduzir Christopher WalkenSouheila Yacoub.

Léa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’) irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.

Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Crítica | A Garota na Fita – Eletrizante série espanhola disponível na Netflix!

A busca pela verdade. Baseada na obra La Chica de Nieve, do autor espanhol Javier Castillo, a mais nova minissérie espanhola disponível no catálogo da Netflix, A Garota na Fita, ao não optar pela linearidade, sua narrativa se joga num ping pong temporal que aborda muitos temas angustiantes. Há duas estradas que o espectador segue, a do desaparecimento de uma criança e a do trauma que a protagonista sofreu no passado. Com seis episódios ao todo, o projeto começa em janeiro de 2010 em Málaga e vai se seguindo por quase 10 anos em uma busca desesperada dentro de um labirinto de informações.

Na trama, conhecemos um casal com uma filha pequena que vai até o tradicional Desfile dos Reis Magos nas ruas de Málaga, na Espanha. Durante o evento, a filha deles desaparece, levando a uma busca durante anos. A jornalista Miren (Milena Smit) fica obcecada pela investigação e resolve da sua forma ajudar a solucionar o mistério.

Há uma melancolia ligada à angústia que envolve a trama, dentro dos dois dramas que estão no foco. Há a dor e desespero da família, dependendo da polícia e uma investigação jornalística para ter alguma notícia da filha, vemos a transformação desses personagens ao longo de momentos chaves dos nove anos que navega a trama. Há também os traumas gigantes sofridos por Miren, sua relação próxima com o professor da faculdade (interpretado pelo ótimo Jose Coronado), sua busca por ajuda para conseguir seguir em frente e a obsessão pela verdade sobre o caso que parou o país.

As rupturas de tempo e espaço, alicerce de roteiros não lineares, aqui funcionam como prévias de reviravoltas. Os episódios são muito bem definidos dentro da narrativa, com hiatos, passagens de tempo em três linhas temporais que dentro das idas e vindas propostas, acabam se complementando como se cada um deles fosse uma peça de um quebra-cabeça investigativo.

‘Eu Sou a Lenda 2’ será inspirado em ‘The Last of Us’, afirma produtor

Em entrevista exclusiva ao Deadline, o produtor Akiva Goldsman revelou que a sequência Eu Sou a Lenda 2‘ terá como base para o cenário apocalíptico da série ‘The Last of Us‘, adaptação do jogo criada pela HBO.

“Estou obcecado por ‘The Last of Us’, onde vemos o mundo logo após o apocalipse, mas também após um salto de 20 a 30 anos. Você vê como a natureza reconquista o mundo, e há algo bonito na questão de, quando o homem deixa de ser o inquilino principal, o que acontece? Isso será especialmente visual em Nova York.”

Ele ainda revelou que a sequência vai se passar décadas após o primeiro filme estrelado por Will Smith, e que agora vai contar com a adição de Michael B. Jordan ao elenco.

O personagem de Smith no longa, Neville, morre no final original. No entanto, há um final alternativo em que o personagem sobrevive, mas o primeiro filme optou pelo final mais trágico em que ele se sacrifica.

“Esse [filme] vai começar algumas décadas depois do primeiro. […] Nós vamos seguir o livro original de Matheson e o final alternativo do filme em oposição ao final lançado originalmente nos cinemas. […] Isso é uma coisa realmente interessante que vamos explorar. Haverá um pouco mais de fidelidade ao texto original., disse Akiva Goldsman.

A sequência marcará a primeira vez que B. Jordan e Smith trabalham juntos em um projeto.

Os detalhes da trama, é claro, estão sendo mantidos em sigilo. O filme não tem previsão de estreia.

Confira o final alternativo em que o personagem de Will Smith sobrevive ao final do filme:

O vencedor do Oscar Akiva Goldsman, que adaptou o romance de 1954 de Richard Matheson para o filme original de 2007, voltará para escrever a continuação, que será dirigida por Francis Lawrence, o mesmo diretor do primeiro filme.

Na trama do original, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.

Lançado em 2007, ‘Eu Sou a Lenda‘ arrecadou US$ 586 milhões pelo mundo, a partir de uma orçamento de US$ 160 milhões.

‘The Flash’ ganha fã-pôster inspirado em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

The Flash‘ ganhou um fã-pôster incrível, inspirado em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Confira:

O filme teve o trailer mais assistido do Super Bowl, liderando tanto em reações nas redes sociais quanto na quantidade de visualizações.

Além disso, ‘The Flash‘ também quebrou recordes ao alcançar a maior popularidade para um anúncio do Super Bowl desde 2018.

A produção da DC superou a popularidade de filmes como ‘Guardiões da Galáxia 3‘ e ‘Velozes e Furiosos 10‘. O site afirma, no entanto, que o timing da Warner Bros. foi fundamental para o resultado.

O trailer de ‘The Flash‘ foi lançado online antes do início do jogo, o que deu tempo para espectadores reagirem antes do confronto entre os times no campo. Para comparação, a Universal Pictures havia divulgado o trailer de ‘Velozes e Furiosos 10‘ dias antes do jogo, enquanto a Disney liderou o trailer de ‘Guardiões da Galáxia 3‘ durante a partida, enquanto boa parte do público estava concentrada no jogo.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Andy Muschietti dirige.

‘Kung Fu’: Cetro misterioso é destaque na prévia do episódio 03×11; Confira!

The CW divulgou a promo oficial do 11º episódio da 3ª temporada de ‘Kung Fu’, intitulado “The Scepter”.

Na trama, “com o tempo acabando, Nicky é forçada a confrontar Bo para conseguir informações sobre o paradeiro de Xiao antes que seja tarde demais. Mei-Li enfrenta Carrie em Harmony Dumplings, e Jin faz uma decisão surpreendente que poderia afetar o resultado da eleição”.

O capítulo vai ao ar no dia 22 de fevereiro.

Confira:

Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.

“Enquanto os Shen se preparam para a grande reabertura do Harmony Dumplings, eles descobrem que se tornaram as últimas vítimas de uma onda de crimes que atingiu sua comunidade em Chinatown. Enquanto Nicky (Olivia Liang) e sua equipe se preparam para resolver o problema com suas próprias mãos, um encontro com um vigilante chamado Bo (Ben Levin) deixa Nicky imaginando quem é esse estranho misterioso em sua cidade.

Além disso, após as consequências legais de seu aplicativo, Althea (Shannon Dang) e Dennis (Tony Chung) voltam a morar com Mei-Li (Kheng Hua Tan) e Jin (Tzi Ma); Ryan (Jon Prasida) e Sebastian (JB Tadena) se adaptam a viver juntos, enquanto fazem malabarismos com suas agendas lotadas. Finalmente, a chegada inesperada de alguém do passado de Nicky a abala profundamente.”

O elenco da série também conta com Tony Chung, Ludi Lin, Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

‘Good Trouble’: 5ª temporada ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

GOOD TROUBLE - "Good Trouble" follows the residents of Downtown Los Angeles' The Coterie as they juggle career, love and the 20-something growing pains at a time in your life where your friends are your family. Season 4 of "Good Trouble" premieres Wednesday, March 9 at 10:00 p.m. ET/PT on Freeform. (Freeform/Troy Harvey) CIERRA RAMIREZ, MAIA MITCHELL

O canal Freeform divulgou o teaser trailer oficial da 5ª temporada de Good Trouble, série derivada de The Fosters.

Além disso, foi revelado que o próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 16 de março.

Confira:

O spin-off foi criado por Joanna JohnsonBradley BredewegPeter Paige.

A trama acompanha a história das irmãs Callie e Mariana, que embarcam para Los Angeles, na Califórnia, para começarem a vida após a faculdade.

Maia Mitchell e Cierra Ramirez estrelam. Zuri Ade, Sherry Cola, Tommy Martinez, Roger Bart, Emma Hunton e Josh Pence completam o elenco.

Crítica | Narvik – Excelente projeto da Netflix que mostra um curioso conflito na segunda guerra mundial

As ações do tabuleiro estratégico em meio ao caos da segunda guerra mundial. No início da segunda guerra mundial a Noruega adotou uma postura neutra nos conflitos que se seguiam pela Europa mas isso não quer dizer que o país nórdico não fosse uma peça chave num capítulo da pior das guerras. Dirigido pelo cineasta Erik Skjoldbjærg, o longa-metragem Narvik nos apresenta fatos históricos dentro do contexto dos horrores de uma sangrenta batalha pelos olhos noruegueses de uma cidadezinha gelada de pouco menos de 20.000 habitantes. O conceito de sacrifício aqui ganha contornos quando pensamos ao mesmo instante sobre a moral. Os conflitos nessa linha se jogam nas condutas militares de todas as partes e nas escolhas sobre família em meio ao desespero do não saber como vai ser o amanhã.

Na trama, conhecemos o soldado do exército norueguês Gunnar (Carl Martin Eggesbø) que está muito feliz por estar retornando para sua cidade natal, Narvik, e reencontrar sua esposa Ingrid (Kristine Hartgen), seu filho e seu pai. Só que os alemães resolvem ocupar a cidade por conta da importância estratégica pelo minério de ferro, deixando as autoridades norueguesas em uma gangorra política pois isso fere o conceito de neutralidade que eles tem no conflito. Assim, Gunnar, segue as ordens do seu major e vão para resistência enquanto Ingrid, que trabalha em um hotel e fala alemão, acaba virando intérprete de um cônsul alemão. Ao longo desse retrato cheio de dilemas, marido e esposa precisarão enfrentar conflitos em busca de algum dia voltarem a viver juntos como família.

Nessa história, que marca mais um recorte angustiante na mais letal das guerras, há um contexto importante sobre a posição geográfica da Noruega e o minério de ferro produzido lá que abastecia grande parte das indústrias de armas alemães. Essa questão política é muito bem detalhada nos primeiros minutos de projeção, além de ser algo que aparece como pano de fundo para todos os conflitos que se seguem. Os personagens são fictícios mas esse conflito realmente existiu e é considerado até hoje a maior batalha em solo norueguês.

O lado da população norueguesa e as iminentes cicatrizes da guerra giram em torno do desespero de estarem literalmente no meio de um conflito. Vemos famílias, pais e filhos traumatizados, no meio do fogo cruzado entre britânicos (depois franceses e poloneses) e alemães. As escolhas, e perguntas sobre de qual lado você está na guerra (um dos fortes conflitos de um dos personagens), giram em torno da necessidade, com lampejos na moral, enquanto a destruição toma conta da pequena cidade no norte da Noruega.

Considerada a primeira derrota de Hitler na segunda guerra mundial, a retomada de Narvik é um fato histórico e que nessa produção disponível na Netflix ganha contornos angustiantes nos dilemas que passam seus impactantes personagens.

Crítica | Mergulho – Ótimo drama protagonizado por atriz de ‘How to Get Away with Murder’ no Prime Video

O sonho e o pesadelo. Chegou quase desapercebido no catálogo da Prime Video esse impactante longa-metragem mexicano que nos mostra uma introspectiva e experiente atleta mexicana de saltos ornamentais e os seus fantasmas do passado que após uma revelação chocante voltam com mais força no presente. Baseado em fatos reais, o projeto constrói seu refletir em cima da personalidade de sua protagonista e os irreversíveis abalos psicológicos que a destroem lentamente. Mergulho é um filme angustiante e conta com uma atuação espetacular, na pele dessa difícil personagem, da atriz Karla Souza.

Na trama, conhecemos a veterana atleta Mariel (Karla Souza) que vem treinando muito forte para mais uma olimpíada, dessa vez em Athenas, na Grécia. Ela faz parte da equipe de saltos ornamentais do México e possui boas chances de medalha no tão competitivo campeonato. Só que às vésperas da competição, um escândalo envolvendo o treinador da equipe, que comanda as melhores saltadoras aquáticas do país há mais de duas décadas, e uma jovem revelação da modalidade acabam gerando lembranças terríveis do seu passado.

O roteiro apresenta um intenso olhar sobre a protagonista e o seu caminho rumo às angustias do passado. Há um trauma nítido, mas ele parece em um conflito constante com a verdade. Entra em um período de medo, de lembranças escondidas, de descontrole, que não envolvem somente a pressão de uma grande competição, há algo mais que vai sendo revelado aos poucos. Será que ela também foi vítima do treinador no passado?

O papel da família nessa história se apresenta em duas estradas. A da protagonista, que tem um envolvimento afetivo com o treinador e parece não reconhecer as barbaridades que o mesmo pratica. Tem a família da nova vítima, uma mãe desesperada, gritando por socorro só que quase sempre não ouvida. A veterana Mariel se vê em uma caminhada sobre escolhas e busca forças, mesmo chegando ao limite, para enfrentar as verdades que reaparecem.

‘Red One’: Dwayne Johnson publica nova imagem e anuncia fim das gravações da comédia de ação natalina

Em seu perfil do Instagram, Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) compartilhou uma imagem dos bastidores de ‘Red One‘ para anunciar o fim das gravações da comédia de ação natalina dirigida por Jake Kasdan (‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’).

A imagem mostra o astro caminhando de costas em uma sala com luzes apagadas, provavelmente saindo do estúdio.

Na legenda, ele escreveu:

“É um privilégio absoluto dizer que encerramos oficialmente as gravações de ‘Red One’. Esta produção tem sido uma experiência de despertar, de muitas maneiras esperadas – e inesperadas. Empatia, bondade e ver o bem em todas as pessoas. Incluindo em si mesmo. Fizemos um bom trabalho. E mais está por vir. Na estrada… “

Confira:

A imagem revela o visual de J.K. Simmons como Papai Noel, malhando junto com Johnson.

Na legenda, ele escreveu:

“Senhoras, senhores e crianças de todas as idades… O mais legal, mais forte, mais gentil, mais durão, mais amoroso e mais velha guarda Papai Noel de todos os tempos 🎅🏻❤️. Vivido pelo vencedor do Oscar, J.K. Simmons, que trabalhou duro por meses para assumir esse papel icônico e esse incrível shape para o nosso filme de franquia de Natal, ‘Red One‘. Estamos nos divertindo muito e vocês e suas famílias também vão quando assistirem ao nosso filme!”

Confira:

Segundo o ComicBook.comLucy Liu (‘As Panteras’) também foi escalada para o elenco da produção da Amazon Studios.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco ainda contará com Chris EvansKiernan Shipka.

Descrito como uma comédia de ação e aventura, o roteiro escrito por Chris Morgan (‘Velozes e Furiosos 8, ‘Bird Box”) vai mostrar o Papai Noel (Johnson) percorrendo o mundo, imaginando um universo totalmente novo dentro do subgênero.

Além de estrelar, Johnson será um dos produtores, junto com Dany e Hiram Garcia.

A estreia acontece em 2023, ainda sem dia confirmado.

‘O Mandaloriano’: Din Djarin se junta ao seu povo em BELÍSSIMO pôster da 3ª temporada; Confira!

Os novos episódios de ‘O Mandaloriano’ chegam à Disney+ no dia 1º de março, e a Disney+ divulgou um belíssimo pôster destacando Din Djarin (Pedro Pascal) em companhia de outros membros de seu povo.

Além do protagonista, vemos Paz Viszla (Jon Favreau), a Armeira (Emily Swallow) e Bo-Katan Kryze (Katee Sackhoff)

Confira, junto com o trailer, dublado e legendado:

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Carl Weathers e Giancarlo Esposito também estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Aggretsuko’: 5ª e ÚLTIMA temporada já está disponível na Netflix!

A 5ª e última temporada da animação ‘Aggretsuko‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

Os episódios finais foram lançados hoje, 16 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série foi criada pela companhia Sanrio.

Retsuko é uma panda vermelha de 25 anos que encara o estresse e as frustrações de seu trabalho desestimulante através de seus passatempos favoritos. Ela trabalha em uma firma comercial como contadora, mas se sente frustrada por não gostar muito do trabalho e isolada em torno de seus chefes e colegas de trabalho. Seu momento de paz semanal é cantar heavy metal em um karaoke depois do expediente, onde Retsuko consegue se sentir ela mesma. Mas aos poucos, a panda tenta lidar com sua ansiedade social e vencer as barreiras da vida adulta.

‘X-Men’: Patrick Stewart revela que ele e Ian McKellen têm planos para voltar como Professor Xavier e Magneto

O ator Patrick Stewart revelou em entrevista ao ET Online que ele e Ian McKellen podem voltar como o Professor Xavier e Magneto no futuro do Universo Cinematográfico Marvel.

O ator revelou que conversou com McKellen, que interessado em interpretar o Magneto novamente.

“Nos conversamos outro dia e foi maravilhoso. Ele me disse que toparia fazer uma participação especial. E eu sinto que ainda não terminamos com esses personagens… Nós temos planos para eles”, afirmou.

Stewart ainda indicou que há possibilidade de retornar como o Professor Xavier na aguardada sequência ‘Deadpool 3‘.

“Me falaram para esperar [por ‘Deadpool 3’]. Não sei nada mais do que isso, honestamente.”

Vale lembrar que Stewart já teve a chance de revisitar o personagem no ano passado, em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, onde teve um embate mortal com a Feiticeira Escarlate.

Uma vez que o ator já foi introduzido ao MCU, faz sentido que ele retorne para futuros projetos. Vocês estão ansiosos com a possibilidade?

Anteriormente, Hugh Jackman compartilhou um stories em seu perfil do Instagram provocando a possibilidade de usar o traje clássico do Wolverine em ‘Deadpool 3‘. Na publicação, o astro creditou o Boss Logic por uma imagem que mostra as máscara dos mutantes lado a lado.

Confira:

As suspeitas começaram a surgir depois que Jackman disse à People que o longa lhe dará a oportunidade de fazer algo que nunca fez antes na pele do mutante.

“Quando fico pensando em mim e em Ryan, como Wolverine e Deadpool, que são rivais clássicos dos quadrinhos, há também uma dinâmica que nunca tive antes enquanto interpretei o Wolverine. Eu apenas pensei: ‘Isso vai ser divertido. Vou fazer algo que nunca fiz antes. Mal posso esperar’.”

Por falar nisso, Jackman disse anteriormente ao Deadline que os fãs vão ver um Wolverine ainda mais agressivo e mal-humorado.

“Estou ansioso para retornar ao papel para descobrir como os fãs vão reagir. Podem esperar um Wolverine mais raivoso, agressivo e mal-humorado do que nunca. Acho que vou ter o melhor momento da minha vida”, concluiu ele.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

‘The Mandalorian’: Protagonistas estão prontos para aventura em novo teaser da 3ª temporada

A terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ ganhou um novo teaser que mostram mais cenas do herói-título, vivido por Pedro Pascal, e seu companheiro Grogu, conhecido como Baby Yoda na internet, prontos para viverem mais aventuras e perigos junto com novos e velhos personagens. Confira:

Veja o trailer:

A terceira temporada de ‘The Mandalorian‘, sucesso do Disney+, chega à plataforma no dia 1° de Março, com episódios exibidos semanalmente.

As jornadas do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Uma vez que um caçador de recompensas solitário, Din Djarin se reuniu com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.

‘Demolidor’: Diretor revela que outro ator da Marvel QUASE interpretou o herói no filme de 2004

Antes do Demolidor ganhar uma aclamada série da Netflix destinada ao público adulto, o personagem ganhou um filme estrelado por Ben Affleck em 2003.

No entanto, esse papel quase ficou para outro ator que também estrelaria um filme da Marvel no futuro. Em entrevista para o Yahoo (via ComicBook), o diretor Mark Steven Johnson revelou que se encontrou com Edward Norton, de ‘O Incrível Hulk‘, para conversações sobre o longa. Confira:

“Foi definitivamente um daqueles papéis em que muitos foram considerados”, explicou Johnson. “Havia muitas pessoas em consideração. Não me lembro se me encontrei com Guy [Pearce], mas me encontrei com Edward Norton … Eu me encontrei com alguns outros atores também, mas Ben era um fã do Demolidor por causa de Kevin Smith, então acabou sendo ele. E então ele se tornou o Batman!”

Infelizmente, o longa recebeu apenas 43% de aprovação dos críticos e arrecadou apenas US$ 179, 2 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 80 milhões.

Até 2013, a Fox até tentou desenvolver uma continuação do filme estrelado por Ben Affleck, mas o estúdio acabou perdendo os direitos de propriedade do personagem para a Marvel Television, que deu início à proposta de uma série de TV.

Lembrando que Charlie Cox vai estrelar uma nova série do Homem sem Medo, intitulada ‘Demolidor: Renascido‘, prevista para 2024.

Para quem não se lembra, Cox pôs o capuz pela primeira vez em 2015, na extinta série da Netflix.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

‘Marte Um’ é eleito o Melhor Filme Brasileiro de 2022 pela Abraccine

Marte Um, de Gabriel Martins, é o melhor filme nacional de 2023, de acordo com os membros da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). 

Produzido pela Filmes de Plástico, a obra já tinha sido indicada para representar o Brasil no Oscar, mas ficou de fora da lista final. O anúncio foi realizado no último dia 8 de fevereiro em uma live no canal da Abraccine no YouTube. Na mesma ocasião, os críticos de cinema apresentaram os ganhadores de Melhor Curta-metragem Nacional e Melhor Longa Internacional: Fantasma Neon, de Leonardo Martinelli e Aftersun, de Charlotte Wells, respectivamente. 

O longa Marte Um conta a história, sonhos e conflitos de uma família de classe média baixa de Minas Gerais. Com uma fotografia de tirar o fôlego e personagens cativantes, o filme teve passagem por vários festivais e conquistou a crítica internacional. Confira abaixo a entrevista exclusiva de Gabriel Martins para o CinePOP, na época do lançamento nos cinemas:

 

Além dos melhores do ano, a Abraccine divulga o TOP 10 selecionados pelos críticos brasileiros nas três categorias. Veja a seguir:  

LONGA-METRAGEM BRASILEIRO

Vencedor: Marte Um (Minas Gerais), de Gabriel Martins

Top 10 em ordem alfabética

5 Casas, de Bruno Gularte Barreto

A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinaga

A Mãe, de Cristiano Burlan

Carro Rei, de Renata Pinheiro

Carvão, de Carolina Markowicz

Eduardo e Mônica, de René Sampaio

Marte Um, de Gabriel Martins

Os Primeiros Soldados, de Rodrigo de Oliveira

Paloma, de Marcelo Gomes

Seguindo Todos os Protocolos, de Fábio Leal 

LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO

Vencedor: Aftersun (Reino Unido/EUA), de Charlotte Wells

Top 10 em ordem alfabética

A Pior Pessoa do Mundo, de Joachim Trier (Noruega)

Aftersun, de Charlotte Wells (Reino Unido)

Dias, de Tsai Ming-Liang (Taiwan)

Drive my Car, de Ryusuke Hamaguchi (Japão)

Licorice Pizza, de Paul Thomas Anderson (EUA)

Memoria, de Apichatpong Weerasethakul (Colômbia/Tailândia)

Não! Não Olhe!, de Jordan Peele (EUA)

O Acontecimento, de Audrey Diwan (França)

RRR, de SS Rajamouli (Índia)

Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)

CURTA-METRAGEM BRASILEIRO

Vencedor: Fantasma Neon (Rio de Janeiro), de Leonardo Martinelli

Top 10 em ordem alfabética

Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo, de Guilherme Xavier Ribeiro

Big Bang, de Carlos Segundo

Curupira e a Máquina do Destino, de Janaína Wagner

Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles

Fantasma Neon, de Leonardo Martinelli

Garotos Ingleses, de Marcus Curvelo

Infantaria, de Laís Santos Araujo

Mutirão: O Filme, de Lincoln Péricles

Solmatalua, de Rodrigo Ribeiro-Andrade

Tekoha, de Carlos Adriano

‘Como Treinar o Seu Dragão’ vai ganhar filme live-action

A Universal Pictures confirmou um reboot live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘, com Dean DeBlois, o cineasta por trás da trilogia animada original, de volta como roteirista, diretor e produtor.

O projeto já está em desenvolvimento e a Universal agendou a estreia para 14 de março de 2025.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso. O primeiro filme, lançado em 2010, foi indicado ao Oscar de melhor filme de animação e melhor trilha sonora. A segunda e terceira indicações ao Oscar de melhor filme de animação. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

A franquia é uma das joias da coroa da DreamWorks Animation e gerou séries de televisão que foram ao ar no Cartoon Network, Netflix e Hulu.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

‘Wandinha’: Jenna Ortega expõe Netflix e revela jornada de filmagens torturante…

A atriz Jenna Ortega revelou durante um evento organizado pela própria Netflix que sua jornada de filmagens para ‘Wandinha‘ era torturante, e que ela “chorava histericamente todos os dias”.

“Minha rotina diária era chegar ao set duas horas antes do começo das filmagens, gravar por 12 ou 14 horas, depois ir para casa e entrar em um Zoom para ter aulas sobre violoncelo e esgrima”, afirmou.

Ela continuou.

“Não podia para um minuto. Quando estávamos filmando 6 dias por semana, eu tinha um dia de folga. Era quando eu assistia aulas. Estava arrancando os cabelos. Fiz tantas ligações de FaceTime chorando histericamente”.

Tim Burton, que era diretor e produtor, tentou ajudar falando que ela não precisaria aprender a tocar violoncelo para as cenas em que a personagem toca o instrumento.

“Tínhamos uma dublê para tocar, mas eu queria mesmo estar o mais preparada possível. É muito mais realista quando você consegue ver o rosto do ator”, finalizou. 

Lembrando que ‘Wandinha‘ se tornou um enorme sucesso na Netflix, registrando impressionantes 1.237 bilhão de horas assistidas nos primeiros 28 dias, sendo a terceira produção a ultrapassar a marca na plataforma de streaming.

A atração também superou a popularidade de ‘Dahmer‘, tornando-se a segunda produção de língua inglesa mais assistida da história da Netflix, perdendo apenas para a 4ª temporada de ‘Stranger Things‘.

Por conta disso, ‘Wandinha‘ foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.

Nas redes sociais, os fãs estão comemorando a novidade e já estão ansiosos para acompanhar as aventuras da personagem nos próximos episódios.

Confira as reações:

Confira o vídeo de anúncio:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

 

WALL-E | Uma das melhores animações da Pixar completa 15 anos em 2023

‘Toy Story’, ‘Os Incríveis’, ‘Procurando Nemo’, ‘Ratatouille’… O que esses filmes têm em comum? Bom, primeiramente, cada um deles se aprofunda em temas de natureza humana para discorrer sobre a complexidade das relações entre indivíduos. Nos longas-metragens dos estúdios Pixar, a antropomorfização de elementos alheios ao universo sociológico ao qual estamos acostumados é o ponto-chave para que o público consiga se conectar de forma indelével à história que está contada, ainda que os protagonistas sejam brinquedos, super-heróis ou peixes.

É sempre possível encontrar traços humanos nos “heróis” das narrativas supracitadas, seja nos conturbados laços de fraternidade que se constroem gradativamente entre Woody e Buzz, ou na improvável amizade entre as personalidades destoantes entre Marlin e Dory numa jornada digna de obras como a ‘Odisseia’, de Homero. As metáforas seguem um padrão simbólico que não cede às tentações formulaicas de outras produções hollywoodianas, mas que se renova a cada nova investida.

Com ‘WALL-E’, as coisas começam a mudar de forma. Temos um romance futurista dentro de uma atmosfera distópica entre dois robôs que mais parecem gente que qualquer coisa. Mas algo falta: a magia com a qual nos envolvíamos parece deixar de existir para dar espaço a uma mensagem generalizada sobre o futuro do planeta Terra e como a própria raça humana está fadada ao sofrimento e às consequências de suas atitudes ainda que continue fugindo das terríveis marcas que deixa. A história parece batida, mas conhecemos o glamour por trás das narrativas dos estúdios – e apesar de não se configurar como a melhor alternativa para que as novas gerações de crianças adorem seus filmes, a Pixar mais uma vez entrega sua incrível inclinação às técnicas das animações 3-D para praticamente nos engolfar num cenário pós-apocalíptico.

ADÃO E EVA

O longa começa de forma um tanto quanto estranha: um plano aéreo do nosso querido planeta envolvido por uma camada metálica de satélites e sondas espaciais, que vai se aproximando cada vez mais até revelar uma paisagem desértica, tomada por prédios abandonados e caindo aos pedaços, veículos virados de cabeça para baixo e uma constante névoa empoeirada se fundindo com um sol escaldante que praticamente derrete uma visão nada agradável da cidade de São Francisco.

WALL-E (cuja voz robótica é emprestada de Ben Burtt) é o protagonista desta nova jornada: uma máquina responsável por limpar a sujeira deixada por seus inventores humanos enquanto uma parcela da “raça dominante” permanece viajando num cruzeiro espacial. Basicamente, ele e seus companheiros se tornaram responsáveis por descobrir um jeito de escoar lixo para longe como modo de recolocar o mundo numa posição sustentável e habitável. Entretanto, ele parece o único “ser vivo” desse caótico ambiente – e temos uma clara certeza disso quando vemos seus semelhantes afundando em camadas e mais camadas de entulho espalhados pelo seco e árido Oceano Pacífico.

Seu objetivo é simples: limpar. Mas depois de anos realizando as mesmas funções, algo em sua estrutura essencialmente submissa e inexpressiva o permitiu desenvolver reações que se aproximassem das primitivas sensações humanas, como o instinto de sobrevivência, a surpresa, o medo e até mesmo o cansaço. Ele desenvolveu uma relação de autossuficiência com uma barata – uma representação não ortodoxa do “bichinho de estimação” – para não se sentir sozinho e, quando retorna para sua casa após um longo dia de trabalho, cuja rotina segue à risca, se delicia com musicais. É engraçado como o seu provável filme favorito, ‘Alô, Dolly!’ (1969) é um hino à esperança e às promessas de dias melhores, contrastando paradoxalmente com as imagens urbanas.

A personalidade de WALL-E rapidamente o torna uma das criaturas mais adoráveis a povoar o universo Pixar. É fácil mergulhar em seu monótono cronograma, até ser bruscamente interrompido pela chegada nem um pouco premeditada de uma nave espacial, trazendo um outro robô para a Terra, chamado EVE (Elissa Knight). Sua diretriz principal é procurar por sinais de vegetação para reenviar as informações aos seus superiores e declarar, finalmente, que o planeta tornou-se habitável novamente. Entretanto, assim como WALL-E, EVE também é carregada com delineações humanas que mesclam com sua essência maquinaria, dando-lhe espaço inclusive para construir uma relação impagável com o personagem que empresta o nome ao título do filme.

Já aqui, percebemos que a história idealizada por Andrew Stanton, um dos grandes veteranos dos estúdios, ao lado de Pete Docter, mergulha fundo nos diversos mitos da criação humana para transferi-la simbolicamente ao “próximo passo”, ou seja, ao controle das máquinas perante as falhas das pessoas. A principal alegoria aqui utilizada parte da narrativa de ‘Adão e Eva’ e de como, a partir de uma figura principal, o homem e a mulher foram constituídos. As sutilezas apresentadas são mascaradas por um pano de fundo romântico que nos relembra com gosto as comédias adolescentes de meados dos anos 1990, mas se emprestarmos nossa atenção para os arquétipos, poderemos ver que EVE é uma extensão da existência de WALL-E, ainda que se comporte como uma construção totalmente única e independente. As duas máquinas se completam como uma, assim como Adão e Eva também se uniram para constituir as complexidades humanas dentro da mitologia católica – incluindo suas falhas, suas ambições e sua devoção a forças inexplicavelmente divinas.

Os dois robôs constroem laços que se endossam virada após virada, e dão certo alívio a um panorama tenso e apocalíptico. Seguindo fórmulas prontas, mas que ainda trazem uma aproximação entre narrativa e público e felizmente não se mostram clichês, eles inicialmente estão afastados por patamares tecnológicos que tangenciam a diferença de classes sociais de outros casais cinematográficos – seja com Humpfrey Bogart e Ingrid Bergman em ‘Casablanca’ (1942), ou com Romeu e Julieta na peça homônima do século XVII. Afinal, EVE utiliza uma versão antigravitacional para se locomover e é equipada com instrumentos de batalha supermodernos, enquanto WALL-E se locomove com esteiras e já demonstra sua secularidade com amassados e peças enferrujadas.

O robô-herói demonstra seu mundo e sua perspectiva para uma companheira intrinsicamente atrelada às funções às quais foi designada. É possível ver, na passagem do primeiro para o segundo ato, que ela está se libertando de sua forma maquinal, desvencilhando-se de seu objetivo principal para deixar sua marca na vida de “outrem”, além de ser constantemente bombardeada pela humildade que outrora havia sido esquecida. Mas sem os famosos obstáculos, este não seria mais uma obra-prima da Pixar: acontece que WALL-E detém a peça-chave para que a missão de EVE seja completada – uma forma de vida vegetal. E durante uma sequência tensa, ela retém a planta e permanece num “estado de coma” até ser resgatada pela mesma nave-mãe que a trouxe em primeiro lugar.

O jogo entre estes dois personagens continua durante os quase cem minutos de duração da animação e, em vez de se tornar repetitivo, apenas mostra as infinitas possibilidades e aventuras pelas quais eles podem passar, além de explicitar a capacidade inigualável dos estúdios em fornecer o hibridismo identitário para construir uma nova perspectiva. Em outras palavras, espere diversas referências fílmicas para ‘WALL-E, incluindo a influência atemporal da franquia ‘Star Wars’ nas novas investidas da “jornada do herói” através do desconhecido, e até mesmo o mórbido suspense científico de ‘2001: Uma Odisseia no Espaço’. Misture tudo isso com o clássico amor romântico próprio das escolas do século XIX, incluindo o inesquecível amor à primeira vista, e temos uma das melhores combinações narrativas dos últimos tempos.

AXIOM

O ano é 2805 depois da era comum, época em que a própria humanidade desistiu de seus preceitos de sustentabilidade e colocou a Terra num estado aparentemente irreversível de coma ambiental. A companhia responsável pelas propostas de salvação se intitulava Buy-n-Large (BnL), uma megacorporação que, como apresentado nos minutos iniciais do longa, se transformou na monopolizadora do consumo e do mercado mundial, espalhando suas franquias capitalistas para todo o mundo. Mas após perceber que a restauração do ecossistema era um ideal falido, decidiu evacuar a Terra em uma grande nave totalmente automatizada chamada Axiom.

Este é o segundo grande cenário – e talvez o mais importante – da narrativa de ‘WALL-E’. Seu significado transcende apenas o que nos aparece em cena e se afasta do lugar-comum de outras histórias de ficção científica que povoam as telas de cinema. Primeiramente, devemos entender que Axiom é a palavra inglesa para axioma, uma premissa considerada, em seu cerne, evidente e verdadeira, fundamento de uma demonstração, mas, contraditoriamente, indemonstrável. Dentro do universo desta animação, o axioma ao qual somos apresentados é o conceito utópico de locus amoenus, ou seja, do “lugar ameno” e a promessa de um amanhã perfeito para uma comunidade que perdeu as esperanças. Em outras palavras, as pessoas salvas da completa exterminação num inóspito e caótico lugar acreditam que um dia voltarão e se tornaram completamente alienadas ao que realmente está acontecendo: todas estão há mais de sete séculos navegando sem rumo no espaço sideral, engolfando-se em bolhas de autopreservação.

As metáforas não cessam por aí. As referências identitárias para a elaboração do filme se estendem para clássicos da literatura mundial como ‘Admirável Mundo Novo’ e ‘1984’, e até mesmo de forma mais sutil e escondida pelos véus de uma temática mais infantil para as páginas de ‘Germinal’. A alienação presente nos personagens humanos vai ao encontro de sua “perda óssea” devido à microgravidade, cuja condição os condena a permanecer sentados em cadeiras flutuantes, de frente para telas holográficas e se alimentando com comida pastosa, a qual pode ser ingerida através de canudos. Eles perderam a capacidade de se comunicar e de se portarem como indivíduos – e cabe às presenças de WALL-E, EVE e os outros incríveis robôs da nave a resgatar essa humanidade, ainda que de forma indireta.

No segundo ato do filme, as coisas chegam a um consenso narrativo: o foco agora é resgatar a planta e levá-la até o capitão da nave, interpretado por Jeff Garlin, para que ele ative a diretriz que levará todos de volta para casa. É interessante notar que os personagens humanos ou não têm nome ou são caracterizados com intitulações universais – como as presenças de John e Mary. Isso possivelmente está atrelado ao fato de que todos ali se transformaram em uma massa amorfa de criaturas passivas que não carregam o desejo pela mudança, mas estão confortáveis daquele modo. À medida em que a história caminha para seu fim, cada um deles começa a despertar para a realidade em que vivem e começam a se tornar diferenciados, como se entrassem em um processo re-evolutivo.

WALL-E e EVE passam a maior parte em uma montanha-russa de obstáculos essencialmente cômicos a serem enfrentados. E como falamos de robôs, é muito agradável vê-los passar pelas mesmas situações que nós, incluindo sequências muito bem arquitetadas de “nem tudo é o que parece ser” e o sofrimento por ver seu verdadeiro amor sofrendo sem poder fazer nada e se mostrar totalmente impotente. O desfecho vem com a redenção de cada um destes personagens, incluindo momentos de extrema importância para a compreensão da arquitrama – e que conseguem arrancar lágrimas até dos mais céticos, principalmente por mexer com a perda e com a solidão.

“AND THAT IS ALL”

A trilha sonora de ‘WALL-E é algo a ser definitivamente ovacionado. Thomas Newman merece um lugar especial no panteão da Pixar por criar uma ambiência auditiva digna de perscrutar todas as delineações dos anseios humanos, buscando a origem do que tememos e transpondo-a para as telonas com um arranjo melodramático que oscila entre a suavidade do xilofone e a transparência macabra do órgão.

Logo no início do primeiro ato, o trajeto percorrido pelo personagem-título é adornado com a música Put On Your Sunday Clothes, contrastando com a emergência de um cenário alaranjado, poeirento e intragável, composto por construções de entulho que se elevam mais que os arranha-céus outrora habitáveis. Gradativamente, a melodia alegre e linear dá lugar a uma arquitetura tétrica, na qual o teclado é o regente e os violinos vêm lhe acompanhando, criando uma crescente tensão que permanece durante todo o longa. Além disso, Newman busca inspiração na agradável musicalidade de ‘Ratatouille’, resgatando um ritmo frenético para as cenas de maior dinamismo e descoberta do oculto.

Entretanto, apesar da grandiosidade de tal obra, devo dizer que a animação tem os seus deslizes – e eles aparecem aqui na falta da universalidade. Os temas-base para a construção narrativa resgatam elementos até das novelas de cavalaria se analisarmos de modo profundo, mas se esquecem do próprio público-alvo no tocante à desenvoltura: as crianças. As metáforas e simbologias se fundem em complexos emaranhados que podem não ser totalmente absorvidos por mentes ainda em formação, as quais, com toda essa conversa distópica e apocalíptica, talvez não se identifiquem com o teor do filme. Ao contrário de outros filmes, a incompatibilidade com a faixa etária que dá força para os estúdios pode pesar até mais que a mensagem a ser passada.

Em suma, ‘WALL-Eé mais uma pérola atemporal. Seus deslizes por vezes gritam mais alto que a pureza de suas intenções, mas ainda é inegável que os espectadores passem os cento e poucos minutos em frente à tela torcendo para que os dois adoráveis robôs protagonistas encontrem um pouco de paz em meio a tantas turbulências humanas – e até mesmo divinas.