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Presidente da Netflix afirma que NUNCA cancelou uma série de sucesso; Você concorda?

A Netflix vem nos últimos meses cancelando diversas produções originais, ainda assim, Ted Sarandos, o CEO da companhia afirmou que a plataforma jamais cancelou uma série que fez sucesso de verdade.

Através de uma entrevista ao Bloomberg, Sarandos foi questionado a respeito da repercussão negativa dos constantes cancelamentos de séries da plataforma. Segundo o empresário, as produções acabam interrompidas por não justificar os investimentos com audiência alcançada.

“Nós nunca cancelamos uma série de sucesso. Muitas dessas séries foram bem-intencionadas, mas faltaram com um público muito pequeno”, disse ele.

“A chave é conseguir falar com um público grande com um orçamento pequeno e com uma audiência grande com um orçamento grande. Se você fizer isso bem, pode repetir o processo para sempre”, conclui.

Apenas neste primeiro mês de 2023, a Netflix anunciou o cancelamento de ‘1899‘, ‘Uncoupled‘, ‘Guardiões da Mansão do Terror‘ e ‘Departamento de Conspirações‘.

Lembrando que a Netflix pretende dar início à estratégia de bloquear senhas compartilhadas oficialmente no fim de março, nos EUA. No entanto, a medida já está sendo testada em outros países, como Chile, Costa Rica, Peru, Argentina, República Domnicana, El Salvador, Guatemala e Honduras.

No Brasil, ainda não há previsão de quando a medida será implementada… Durante uma reunião com acionistas na tarde de ontem (19), a companhia emitiu um comunicado, dizendo que:

“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.”

Mas como vai funcionar o bloqueio de senhas?

No ano passado, a Netflix começou a testar uma função chamada ‘Casas da Netflix‘, fixando a assinatura em uma única residência, para que a conta seja compartilha apenas entre os aparelhos de TV da residência.

Caso o usuário queira acessar a plataforma em outros locais físicos, seria necessário pagar uma taxa extra.

Se a Netflix aderir de vez a essa prática, as taxas extras custariam entre US$ 3,50 e US$ 4,00. No Chile, por exemplo, as taxas custam o equivalente a US$ 4,45.

E em relação aos dispositivos móveis?

Nos testes, foram liberados os compartilhamentos através de notebooks, smartphones e tablets enquanto o usuário estiver viajando, mas só será possível usar a plataforma numa televisão fora de sua casa por duas semanas sem pagar a taxa.

Esse período grátis só será válido para um local por ano. Depois disso, o aplicativo será bloqueada nas TVs que não pertencem à determinada residência, a não ser que o usuário pague a taxa extra.

Como as casas serão detectadas?

Através dos endereços de IP gerados pelos aparelhos presentes na residência, e se um usuário usar um aparelho dentro da mesma Casa e receber a mensagem de que excedeu o limite de locais, ele deve conferir se está na mesma conexão de internet dos outros aparelhos.

Recentemente, a Variety divulgou que o motivo exato por trás da decisão é que a plataforma poderia ter acumulado mais assinantes se tivesse implementado a estratégia há mais tempo.

Já o Wall Street Journal afirmou que, durante a pandemia de COVID, a plataforma teve um aumento significativo no número de visualizações, mas grande parte dessa audiência usava contas de amigos ou familiares.

As únicas medidas possíveis para acabar com a prática seriam rastrear o endereço de IP dos usuários, validar o login por localização e rastrear a atividade das contas – mas nenhuma dessas opções impedirá a ira dos assinantes.

Em uma conferência recente, oco-presidente Ted Sarandos comentou sobre o assunto: “É uma situação muito parecida com o aumento nos preços. Os consumidores não irão gostar disso no começo, mas precisamos mostrar que eles que há valor nisso.”

Em 2019, um estudou declarou que a Netflix perde mais de US$ 135 milhões por mês por causa do compartilhamento de senhas. Na época, Peters havia declarado que o serviço estava explorando opções para limitar esse compartilhamento – incluindo a possibilidade de cobrar uma taxa pela prática.

“Nós criamos uma abordagem considerável para monetizar o compartilhamento de contas e começaremos a implementá-la no serviço em 2023,” declarou a Netflix.

Robert Kirkman diz que ‘Invencível’ pode ganhar histórias fora dos quadrinhos

Robert Kirkman, criador dos quadrinhos e do seriado ‘Invencível‘, diz que a ideia é usar a animação da Amazon Prime Video para contar histórias que não conseguiu trazer para as HQs.

O roteirista disse em entrevista recente ao CBR revelou que pode escrever episódios da série que mostram coisas que não aconteceram nos quadrinhos.

“Há algumas histórias que planejei, mas não poderiam funcionar em quadrinhos. Não quero revelar nada, mas é possível que haja episódios em temporadas futuras sejam totalmente originais da série e escritos por mim. O potencial disso é muito empolgante para mim”, confessou Kirkman.

A série ganhou recentemente um teaser da sua 2ª temporada. Confira logo abaixo:

Lembrando que a equipe da Amazon Prime já está desenvolvendo o 3º ciclo da elogiada animação.

A informação foi revelada por Khary Payton (‘The Walking Dead’), que dubla o personagem Markus Grimshaw, também conhecido como o Sansão Negro.

Em entrevista para o The Movie Dweeb, Payton não deu detalhes sobre os vindouros episódios, dizendo apenas que:

“Já terminamos a 2ª temporada e agora estamos trabalhando na 3ª. Mas, ainda é difícil dar alguma atualização porque acabamos de começar. Havia um excesso de estúdios de animação tentando fazer tanta coisa durante a pandemia. Literalmente, projetos que estavam parados começaram a ganhar vida, e a equipe de ‘Invencível precisava respeitar seu lugar na fila.”

Ele continuou:

“Queria poder dizer mais, mas o que posso dizer agora é que estou muito feliz que ‘Invencível‘ recebeu sinal verde para continuar. Como estamos trabalhando pesado, significa que a estreia da 3ª temporada pode não demorar tanto quando a 2ª. Mas, sim, ainda vai demorar um pouco. Eu gostaria de poder dizer o contrário. Mas eu fiz animações suficientes para reconhecer como o processo é difícil e demorado…”

Lembrando que a 2ª temporada tem previsão de estreia para 2023, então a 3ª deve ser lançada somente em 2024.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

NOSTALGIA! 10 álbuns internacionais que completam 20 anos em 2023

Para continuar nossa série de matérias especiais, nos voltamos novamente para o mundo da música e para os grandes álbuns que completam 20 anos em 2023.

Em 2003, diversos artistas conquistavam mais espaço no mundo fonográfico, desde Beyoncé com sua estreia solo, Dangerously in Love, passando por Madonna com o lançamento do subestimado American Life, até Evanescence com o memorável clássico Fallen.

Pensando nisso, preparamos uma lista especial trazendo para vocês dez discos internacionais que comemoram aniversário de duas décadas este ano.

Veja abaixo:

FRANK, Amy Winehouse

‘Back to Black’ pode ser o álbum mais conhecido da saudosa Amy Winehouse, mas, antes de embarcar em uma das obras-primas da história da música, ela se aliou à Island Records para sua estreia oficial na indústria: Frank. Com vários elogios à estrutura nostálgica e embelezada da produção, Winehouse fez questão de homenagear seus ídolos, incluindo Frank Sinatra, em uma celebração de jazzsoul e até mesmo bossa nova.

DANGEROUSLY IN LOVE, Beyoncé

Em 2003, Beyoncé fazia sua grandiosa estreia com o clássico e memorável Dangerously in Love, cujas canções ficariam imortalizadas na memória dos fãs e de qualquer um que aprecie uma boa e cativante música. Infundido pelo R&B contemporâneo e por inflexões do pop arábico e do hip-hop, o compilado de originais não é apenas uma ode ao amor, mas também um retorno às raízes texanas de sua família e às canções que encarnara anteriormente ao lado de Kelly Rowland e Michelle Williams.

ELEPHUNK, Black Eyed Peas

Não importa o que ninguém diga: Black Eyed Peas é um grupo mundialmente conhecido e que carrega em sua carreira hits que são cantados até hoje. Em 2003, o grupo lançou seu terceiro álbum, ‘Elephunk’, amalgamando R&B, música latina, funkdancehallrockdance em uma explosão animada e envolvente. À época, a produção causou polarização nos críticos especializados, apenas para ser redescoberto como um sólido corpo de trabalho que inclui os sucessos “Shut Up”“Hey Mama”“Let’s Get It Started” – e que ajudou a estabelecer o apelo comercial do grupo ao redor do planeta.

IN THE ZONE, Britney Spears

‘In The Zone’ fez um estrondo enorme nas paradas globais, garantindo mais um #1 na Billboard 200 para Britney Spears e alcançando vendas estelares. Além de ter gerado quatro singles oficiais, a obra reuniu Roy “Royalty” HamiltonBloodshy & AvantMark Taylor e vários outros para celebrar o ícone reverenciado no qual a cantora tinha se transformado. Aludindo a nomes como Kylie MinogueMadonna e Blondie, há diversas tracks que merecem nossa atenção – incluindo “Toxic”“Breathe On Me”“Everytime”.

REALITY, David Bowie

Em 2003, David Bowie já estava consolidado como um dos maiores artistas da história – mas isso não significava que ele não lançaria mais conteúdos ótimos. Não é surpresa que Reality, seu 24º álbum de estúdio, tenha feito sucesso considerável de crítica e de público – principalmente por seu caráter intimista, discorrendo sobre a velhice, sobre desespero e sobre menosprezo. Boa parte dos elogios foi destinada à maturidade de Bowie e às incríveis performances vocais.

FALLEN, Evanescence

Se você viveu a adolescência nos anos 2000, com certeza ouviu Evanescence. A banda de rock estadunidense se tornou uma febre e um emblema da cultura emo, principalmente com o lançamento de Fallen, o primeiro álbum de estúdio do grupo. Contando com os vocais de Amy Lee e com os singles “Bring Me to Life”“Going Under”“My Immortal”“Everybody’s Fool”, a produção vendeu mais de 17 milhões de cópias ao redor do mundo e conquistou cinco indicações ao Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano.

BODY LANGUAGE, Kylie Minogue

Body Language é, sem sombra de dúvida, um dos álbuns mais subestimados da carreira de Kylie Minogue. A produção, lançada dois anos depois do irretocável ‘Fever’, serve como arauto das constantes reinvenções da artista australiana e afasta-se das produções anteriores – apostando fichas como synth-pophip hopelectroclash e outros. Aqui, Minogue pegou elementos emprestados de PrinceScritti Politti (ícones dos anos 1980), dando vida a singles como “Slow”“Chocolate”.

METEORA, Linkin Park

O começo dos anos 2000 foi fortemente marcado pelas bandas de rock – e o grupo conhecido como Linkin Park também deixaria sua marca com o lançamento de ‘Meteora’, seu segundo álbum de estúdio. O disco rendeu diversos singles, incluindo a impecável “Numb”, e vendeu mais de 810 mil cópias apenas na primeira semana, alcançando o topo da Billboard 200 – além de render uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Rock Insturmental e se tornando uma das incursões favoritas dos fãs.

AMERICAN LIFE, Madonna

Em American LifeMadonna retoma colaboração com o produtor Mirwais Ahmadzaï e realiza um movimento de convecção que se afasta e, ao mesmo tempo, se aproxima de inflexões artísticas prévias. Em seu subestimado nono álbum de estúdio, a rainha do pop abre espaço para a insurgência do electroclash, gênero que mistura o new wave oitentista e o techno do fim do século, enquanto Ahmadzaï o abraça com vontade e explora cada minúcia estampada no início dos anos 2000, aproveitando também para misturar, com praticidade pontual, inclinações do folk e da eletrônica.

FEVER TO TELL, Yeah Yeah Yeahs

A banda de indie rock Yeah Yeah Yeahs fez um grande comeback no ano passado com o aclamado ‘Cool It Down’ – e, vinte anos atrás, faziam sua estreia oficial no cenário fonográfico com ‘Fever to Tell’. Considerado uma das principais produções do gênero e contando com a produção de David Andrew Sitek (que trabalhou com Nine Inch NailsWeezer), o compilado misturou garage rock revivalart punkdance-punk, conquistando a crítica especializada e o público – além de vender mais de um milhão de cópias.

Framboesa de Ouro 2023 – Comentamos todos os Indicados ao PIOR do Cinema

Enquanto esperamos o anúncio dos indicados ao maior prêmio do cinema, o Oscar (que serão revelados amanhã), ficamos com a divulgação dos indicados ao pior do cinema, o Framboesa de Ouro. O prêmio é divertido e infame, sem que precise ser muito levado a sério. A verdade é que a cada ano o evento trata de brincar com aqueles filmes que todos já estão falando mal, os quais encontrar um defensor sequer é uma tarefa bem difícil. Parte do público e dos profissionais da área até consideram o prêmio algo de mau gosto e prejudicial à indústria, mas se pensarmos que existem veículos como o Rotten Tomatoes (que reúne as críticas dos especialistas) e o IMDB (que dá voz ao público através de notas), a coisa toda se torna mais aceitável. Afinal, é impossível eliminar completamente o senso crítico das pessoas, já pensou? E o que mídias ou eventos desses fazem é criar um consenso. Você pode até não concordar, mas é a opinião da maioria, de forma democrática. Seja como for, aqui nesta nova matéria iremos comentar todos os indicados ao Framboesa de Ouro 2023. Confira abaixo.

Blonde

Quando esta biografia sobre a lendária Marylin Monroe foi anunciada, muitos esperavam por indicações ao Oscar – o maior prêmio do cinema. Bastou uma olhada nas primeiras fotos de Ana de Armas caracterizada como Monroe para os cinéfilos garantirem que era Oscar na certa. Porém, quando o longa foi de fato lançado pela Netflix, os críticos detonaram e o público acusou o filme de ser muito apelativo ao mostrar os abusos sofridos pela grande estrela. A maioria o considerou de mau gosto e que denegria a imagem da lendária atriz. Bem, os nomeados ao Oscar serão revelados amanhã e quem sabe, mesmo com toda a repercussão negativa de Blonde, Ana de Armas possa estar entre as indicadas para melhor atriz. Sua ausência no Framboesa de Ouro faz coro de que Armas é um dos elementos de elogio da obra. Mas ao que parece apenas isso se salvou, já que Blonde é o recordista de indicações ao Framboesa desta edição – com um total de 8 nomeações: pior filme, pior ator coadjuvante (Xavier Samuel), pior ator coadjuvante (Evan Williams), 2 piores duplas, pior remake, pior diretor e pior roteiro.

Tenha um Bom Luto

Chegando logo atrás de Blonde, com um total de 7 indicações ao Framboesa de Ouro, está a comédia totalmente sem noção Tenha um Bom Luto. E se no caso do item acima, esperava-se indicações ao Oscar quando Blonde foi anunciado, é certo que ninguém esperava nada deste longa aqui. O filme marca a estreia na direção de um longa-metragem para o cinema do rapper Machine Gun Kelly, aqui usando seu nome de batismo Colson Baker. Noivo de Megan Fox na vida real, o novo “Vanilla Ice” também é o roteirista e estrela como um ator de Hollywood que foi largado pela namorada, e só pensa em ficar doidão se drogando. É claro que ele arrasta a companheira Megan Fox para esta bagunça. Tenha um Bom Luto foi indicado para pior filme, ator (Machine Gun Kelly), atores coadjuvantes (Mod Sun e Pete Davidson), pior dupla, pior diretor e pior roteiro.

Pinóquio, da Disney

É muito curioso, mas no mesmo ano em que tivemos os “filmes gêmeos” sobre Pinóquio, um foi enaltecido como uma das melhores obras de 2022, já o outro precisou sofrer no purgatório como uma atrocidade de pouco afeto. É claro que os louros ficaram com a versão de Guillermo del Toro para a Netflix, toda criada no estilo de animação do stop-motion. Por outro lado, nem mesmo a direção de Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) e a presença de Tom Hanks como Geppetto livraram o “outro” Pinóquio de ser considerado a PIOR adaptação em live-action de uma animação clássica da Disney. É triste e ninguém poderia prever. Mas quem assistiu ficou traumatizado e não esquece. Pinóquio, da Disney, é o terceiro com mais indicações nesta edição do Framboesa de Ouro: Pior Filme, Pior Remake, Pior Diretor, Pior Roteiro, Pior Ator (Tom Hanks) e Pior Atriz Coadjuvante (Lorraine Bracco).

Morbius

Morbius, você não achou que o Framboesa iria esquecer de você, não é mesmo? O público também não esqueceu. O universo que a Sony vem construindo com os personagens secundários do Homem-Aranha não é, por assim dizer, um primor. O primeiro Venom (2018), por exemplo, foi massacrado pela crítica, mas por algum fenômeno, o público “comeu com farinha” garantindo o sucesso. Com a continuação em 2021 ocorreu o mesmo. Mas quando foi a vez do vampirão de Jared Leto, algo desandou e nem os fãs ao seu lado o filme teve. Esperamos sorte maior ao vindouro Kraven – O Caçador. Morbius teve 5 indicações ao Framboesa: Pior Filme, Pior Diretor, Pior Roteiro, Pior Ator (Leto) e Pior Atriz Coadjuvante (Adria Arjona).

A Filha do Rei

Depois de Tenha um Bom Luto, este é outro filme que poucos viram e menos ainda ouviram falar. Mas quem quiser arriscar, o longa está disponível na plataforma do Telecine Play. Aventura de fantasia para toda a família, o longa infelizmente marcou a despedida do grande William Hurt das telonas – ator vencedor do Oscar por O Beijo da Mulher-Aranha (1985) e dono de outras três indicações, faleceu em março de 2022. Mas quem protagoniza aqui é o eterno 007, Pierce Brosnan, que vive o Rei Luís XIV. O filme mistura história e fantasia narrando as desventuras do regente em busca da imortalidade, e para isso captura uma sereia para poder usar sua energia vital. Kaya Scodelario vive sua filha, Maria Josefina. A Filha do Rei foi indicado para Pior Filme, Pior Atriz (Kaya Scodelario) e pior Atriz Coadjuvante (Fan Bingbing).

Jurassic World Domínio

E quem disse que não teremos superproduções campeãs de bilheteria na lista? O terceiro Jurassic World foi a terceira maior bilheteria mundial de 2022, ficando atrás somente de Avatar: O Caminho da Água e Top Gun: Maverick. Isso significa que o público – em especial as crianças e adolescentes – continuam com o interesse lá no alto em relação aos dinos. Nada de errado nisso, já que a geração que cresceu nos anos 90 teve uma experiência parecida. Infelizmente para a geração atual, enquanto os que cresceram nos anos 90 ganharam o primeiro Jurassic Park (ainda uma obra-prima do gênero), a geração mais nova precisou se contentar com a trilogia Jurassic World, que vai de mal a pior. E este terceiro filme é considerado o pior deles. Domínio foi indicado para Pior Atriz (Bryce Dallas Howard), pior Remake ou Continuação e Pior Roteiro (afinal que ideia foi aquela dos gafanhotos?).

As Agentes 355

Até dói falar mal deste filme, já que As Agentes 355 tem o coração no lugar certo e pretendia ser sinônimo de empoderamento feminino, ao criar uma história sobre um time de super agentes secretas, todo formado por mulheres. A ideia era dar uma resposta à altura a filmes como 007, Missão: Impossível e afins. Bem, até existem bons filmes de ação e espionagem protagonizados por mulheres, mas o consenso geral de críticos e público foi que As Agentes 355 não é um deles. Curiosamente, o filme bateu o recorde de valor de venda no prestigiado Festival de Cannes, tendo apenas o conceito criado pela atriz Jessica Chastain, quando a Universal pagou US$20 milhões pela distribuição nos EUA. Além de ser considerado clichê e rotineiro, os bastidores do longa não foram favoráveis, com a desistência de Marion Cotillard e o escândalo de evasão fiscal da estrela asiática Fan Bingbing. As Agentes 355 ficou indicado para Piores Atrizes Coadjuvantes: Penélope Cruz e Fan Bingbing.

Elvis

Este é quase um ultraje. Mas sim, na história do Framboesa de Ouro já tivemos filmes ou atores indicados que seguiriam para ser indicados ao Oscar também. É raro, mas acontece. E de todos os indicados ao prêmio do pior do cinema em 2023, a biografia contagiante Elvis, de Baz Luhrmann é o que tem mais chances de sair com algumas indicações também no maior prêmio do cinema, o Oscar. Aqui, no entanto, as lembranças que o filme do Rei do Rock receberam foram miradas ao astro Tom Hanks – o ano não foi muito favorável a ele. E sua presença no filme, irreconhecível debaixo de quilos de maquiagem como o coronel Parker, o agente de Elvis, foi o elemento mais duvidoso realmente, e motivo de algumas críticas. Assim Hanks foi indicado como pior ator coadjuvante, e também como pior “dupla”, ao lado de sua maquiagem protética.

Chamas da Vingança

Tudo bem que esta nova versão de um livro de Stephen King não tenha tido um defensor sequer, mas talvez o Framboesa de Ouro tenha ido longe demais desta vez. Acontece que além de indicar o filme na categoria de pior Remake (referência à primeira adaptação de 1984), os organizadores do “prêmio” resolveram zombar da atuação de uma criança – o que pode tirar sua autoestima e minar sua carreira. Bem, se formos pensar por outro lado, o pobre resultado de Chamas da Vingança junto aos críticos e a bilheteria talvez já tenha sabotado por si só o futuro de Ryan Kiera Armstrong, a menina de 12 anos que vive Charlie no filme. Tenho certeza que alguma resenha deve ter mencionado sua dificuldade de atuação e o Framboesa a reafirmou.

365 Dias: Hoje / 365 Dias Finais

Em 2020, no meio da pandemia, um filme erótico fez muito sucesso com o público feminino na faixa etária dos 35 aos 40 anos. Isso quer dizer que mulheres solteiras de meia idade ou mesmo as casadas ficaram com a curiosidade aguçada por esse romance erótico que é pura pegação, mas que foi acusado de alimentar uma relação abusiva e tóxica. Sem perder tempo, a Netflix tirou logo da cartola mais dois filmes caprichando em seu teor sexual para agradar o mesmo público – e foi assim que surgiram as sequências lançadas em 2022. Os filmes, no entanto, foram indicados para piores continuações (ambos) e Pior Dupla (um filme fazendo dupla com o outro).

Outras Indicações

A Bolha

Tido como uma das piores produções originais da Netflix, A Bolha pretendia tirar sarro com a condição do isolamento social trazido pela pandemia, mostrando a equipe de um blockbuster precisando terminar a superprodução com todas as restrições impostas. O que mais chama atenção negativamente é a direção de Judd Apatow, cineasta geralmente associado à boa qualidade de suas obras e ao sucesso. O filme foi indicado para pior diretor (Apatow).

Samaritano

É claro que não seria um Framboesa de Ouro sem uma implicância com o astro Sylvester Stallone. Sejamos sinceros, é verdade que Sly já fez muita tranqueira em sua carreira, mas existe também uma “pequena perseguição” em querer indicar seus filmes, mesmo quando não são tão ruins assim. E Samaritano, o primeiro filme de super-herói do astro, o rendeu a nomeação de pior ator do ano. É claro.

Mack & Rita

Pobre Diane Keaton. A atriz vencedora do Oscar por Noivo Neurótico e Noiva Nervosa (1977) é dona de outras 3 indicações, mas nessa nova fase de sua carreira, na terceira idade, precisa se contentar com “projetinhos” como esse Mack & Rita, uma história batida de troca de corpos, que coloca uma jovem de comportamento antiquado a se transformar verdadeiramente em uma septuagenária – com as formas de Keaton. A estrela veterana foi indicada para pior atriz.

The Requin

Por falar em piores atrizes, outra que foi lembrada pelo Framboesa de Ouro foi Alicia Silverstone – que nos anos 90 era uma das jovens estrelas mais quentes de Hollywood, em filmes como As Patricinhas de Beverly Hills e Batman & Robin. Aqui, ela protagoniza um terror com tubarões de quinta categoria.

Lamborghini: The Man Behind the Legend

Por falar em atrizes vencedoras do Oscar que sofreram a chamada “maldição do prêmio”, temos agora na lista Mira Sorvino. Bem, talvez no caso de Sorvino ela tenha atraído isso para sua própria vida – já que os relatos são que após sua vitória por Poderosa Afrodite (1995) no Oscar, o sucesso subiu à sua cabeça a tornando uma profissional bem difícil de se trabalhar. Aqui ela é indicada ao Framboesa na categoria de pior coadjuvante nessa biografia mequetrefe na qual o protagonista criador de um dos carros mais famosos do mundo é interpretado pelo “homem de ação” Frank Grillo, e isso já diz tudo o que você precisa saber sobre o longa.

Marmaduke

O cão Marmaduke nasceu nas tirinhas de jornais – e já ganhou sua versão em live-action em 2010. Agora chega um novo filme na forma de uma animação de qualidade, digamos, duvidosa. No entanto, o que indicou Marmaduke no Framboesa desse ano foi a “atuação” de Pete Davidson, que dubla o cão protagonista.

Confira a lista completa dos Indicados:

PIOR FILME
Blonde
Pinóquio
Tenho Um Bom Luto
A Filha do Rei
Morbius

PIOR ATOR
Machine Gun KellyTenha Um Bom Luto
Pete DavidsonMarmaduke
Tom HanksPinóquio
Jared LetoMorbius
Sylvester StalloneSamaritano

PIOR ATRIZ
Ryan Kiera ArmstrongChamas da Vingança
Bryce Dallas HowardJurassic World: Domínio
Diane KeatonMack & Rita
Kaya ScodelarioA Filha do Rei
Alicia SilverstoneThe Requin – À Deriva

PIOR REMAKE/RIP-OFF/SEQUÊNCIA
Blonde
365 Dias: Hoje & 365 Dias Finais
Pinóquio
Chamas da Vingança
Jurassic World: Domínio

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Adria ArjonaMorbius
Lorraine BraccoPinóquio
Penélope CruzAs Agentes 355
Bingbing FanAs Agentes 355 & A Filha do Rei
Mira SorvinoLamborghini

PIOR ATOR COADJUVANTE
Pete DavidsonTenha Um Bom Luto
Tom HanksElvis
Xavier SamuelBlonde
Mod SunTenha Um Bom Luto
Evan WilliamsBlonde

PIOR DUPLA
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Os Personagens da Vida Real na Cena do Quarto na Casa Branca, Blonde
Tom Hanks & seu Rosto de Látex (e Sotaque Horrível), Elvis
Andrew Dominik & seus Problemas com as Mulheres, Blonde
As Duas Sequências de 365 Dias

PIOR DIREÇÃO
Judd ApatowA Bolha
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Andrew DominikBlonde
Daniel EspinosaMorbius
Robert ZemeckisPinóquio

PIOR ROTEIRO
Andrew DominikBlonde
Robert Zemeckis & Chris Weitz, Pinóquio
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Emily Carmichael & Colin Trevorrow, Jurassic World: Domínio
Matt Sazama & Burk Sharpless, Morbius

Adaptação para os cinemas de ‘Hot Wheels’ define novos roteiristas e produção de J. J. Abrams

Segundo o Deadline, a adaptação live-action de ‘Hot Wheels‘ ganhou dois novos roteiristas, Dalton Leeb e Nicholas Jacobson-Larson.

Os escritores ainda são iniciantes em Hollywood, e seus principais trabalhos ainda não foram lançado, que seriam ‘Endurance‘, da Netflix, e ‘The Fall‘, de Steven Spielberg.

Hot Wheels‘ será produzido por J. J. Abrams, de ‘Star Wars‘ e ‘Star Trek‘. Considerando os envolvidos, o projeto deve ter uma abordagem voltada para a ficção científica.

Lembrando que a Bad Robot fez uma parceria recentemente para trabalhar em projetos de cinema e TV com a Warner, com filmes do Superman, Zatana e agora este de ‘Hot Wheels’ entre eles.

Pela descrição do The Wrap, este será um filme de ação que “mostrará carros, monster trucks e as motos mais quentes e elegantes do mundo“.

Criador de ‘The Last of Us’ comemora sua estreia como cineasta: “Me sentindo muito grato”

Neil Druckmann, o criador da franquia ‘The Last of Us‘, está totalmente envolvido na adaptação da série em exibição pela HBO, e agora ele celebrou a sua estreia como cineasta, onde dirigiu um episódio do show.

Chamado de ‘Infected‘, o capítulo foi comandado por Druckmann, que dirigiu os dois jogos.

“Me sentindo muito grato. Um enorme parabéns e obrigado ao nosso elenco e equipe! Super orgulhoso da nossa série! Vocês ainda não viram nada!”, comemorou Neil Druckmann.

Confira abaixo a declaração no Twitter:

Confira uma promo do 3º episódio:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 82 críticas publicada. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Crítica | Radical: Eugenio Derbez vive inspirador professor em apaixonante cinebiografia mexicana

A still from Radical by Chris Zalla, an official selection of the Premieres program at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Na periferia de uma cidade mexicana, um inspirador professor de escola pública desafia um desatualizado e corrupto sistema ao fazer do ensino uma apaixonante e aventureira experiência. Como sonhos infantis que ganham vida de forma colorida e imaginativa, ele transforma as questões mais banais da vida em uma oportunidade de compartilhar o conhecimento, a partir de métodos nada ortodoxos e convencionais. Radical é a história real de um jovem educador que fez da escassez apenas um ponto de impulso para incentivar mentes ainda mais curiosas e ávidas pelo desconhecido.

É inevitável assistir a Radical e não enxergar um pedacinho do nosso Brasil. Distante dos centros urbanos e coloquialmente conhecida como uma escola do terror, a unidade de ensino fundamental onde o professor Sergio Juarez ensina é exatamente como tantas outras que temos no nosso país. E conforme conhecemos sua história e como ela se funde ao histórico da educação básica das crianças mexicanas, mais nos identificamos com ele. Sua raça, determinação e criatividade quase pueris são um convite para uma vida diferente, longe do descaso das ruas de terra batida que circulam a pobre comunidade local servida pela escola.

E o cineasta Christopher Zalla direciona a atenção do mundo para essa que é uma das histórias de superação e inspiração mais encantadoras. Com uma direção simples, deixando que o roteiro faça a maior parte do trabalho, ele nos apresenta às agruras sociais mexicanas sem a necessidade de apelar para os estereótipos tão usados por diretores americanos em Hollywood. Trazendo a realidade como ela é, crua e sem apelativos, ele ainda consegue fazer de Radical um conto sobre sonhos impossíveis que se cumprem, pautando o ritmo da trama a partir do entusiasmo e carisma de seu protagonista, vivido lindamente por Eugenio Derbez.

Com pequenos ares do clássico Meu Mestre, Minha Vida, Radical explora o contexto social do México em contraste com a deprimente e dolorosa dinâmica escolar local, estimulando a audiência a se entregar à mesma visão idealista do sr. Juarez. Alegre, solar e leve, o drama tem seus momentos mais dolorosos, mas nos mantém concentrados à luz do fim do túnel, em uma jornada em que aprendemos a crer que, de fato, tudo parece impossível até que seja feito. E entregando um final emocionante, capaz de nos levar às lagrimas, o longa mexicano é uma experiência cinematográfica doce e delicada, que solidifica Derbez como um talento que vale a pena acompanhar de perto.

Em sua performance, o astro do vencedor do Oscar No Ritmo do Coração, lançado em Sundance de 2021, personifica e homenageia o professor Sergio Juarez, com uma caracterização enérgica, cheia de espontaneidade e carisma. Aqui, o ator de origem mexicana nos conquista a cada cena e traz um nível de profundidade doce e sensível para o personagem. E cercado por um elenco infantil realmente impressionante, ele traduz essa emocionante história de superação de forma palpável para as telas do mundo. Com potencial para ser daqueles filmes que cruzam os anos sendo uma boa dose de estímulo pessoal e profissional, Radical é mais um sucesso de Derbez que começa sua jornada nas gélidas montanhas de Park City.

‘The Last of Us’: Vídeo nos leva aos bastidores do segundo episódio; Confira!

Para promover o segundo episódio da série ‘The Last of Us‘, a HBO Max divulgou um vídeo nos levando aos bastidores da atração estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

Confira:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 100 críticas publicada. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Blonde’: Polêmica cinebiografia sobre Marilyn Monroe “conquista” 8 indicações ao Framboesa de Ouro

A polêmica cinebiografia de Marilyn Monroe, ‘Blonde‘, dirigida por Andrew Dominik e estrelada por Ana de Armas, chegou à Netflix em setembro do ano passado e se tornou uma das produções mais polêmicas não só de 2022, mas da década.

Apesar do aclame universal para a atuação de Armas, o restante da obra foi duramente criticado, principalmente em relação ao retrato de Marilyn e às escolhas estéticas, tanto de roteiro quanto de direção.

Não é surpresa, pois, que o filme tenha sido o mais indicado da 43ª edição do Framboesa de Ouro, premiação que “homenageia” os piores títulos do cinema. Blonde concorre nas categorias como Pior DireçãoPior RoteiroPior Filme.

Os vencedores serão anunciados no dia 11 de março.

Após uma infância traumática, Norma Jeane Mortenson (Ana de Armas) tornou-se atriz, na Hollywood dos anos 1950 e início dos anos 1960. Ela se transformou em uma figura mundialmente famosa, sob o nome artístico de Marilyn Monroe. Todavia, por trás dos holofotes da fama, a atriz vivia guerras pessoais, e suas aparições na tela contrastam fortemente com os problemas de amor, exploração, abuso de poder e dependência de drogas que ela enfrentava em sua vida privada. Blonde reimagina corajosamente a vida de um dos símbolos mais duradouros de Hollywood, de sua infância volátil como Norma Jeane, até sua ascensão ao estrelato e envolvimentos românticos, o longa se apresenta como uma especulação da vida da sex symbol, atriz e modelo. Uma história reimaginada da vida privada de Monroe, o filme é um retrato fictício da vida do ícone da década de 1950 e 60, contado através das lentes modernas da cultura das celebridades. Baseado no livro homônimo de Joyce Carol Oates.

Ator de ‘Smallville’ quer interpretar o ‘Arqueiro Verde’ no futuro do DCU

Recentemente, James Gunn, presidente da DC Studios, revelou em seu perfil do Twitter algumas atualizações sobre a escalação de elenco das próximas adaptações do estúdio.

Na publicação, ele escreveu:

“Temos centenas de papéis para escalar. Como sempre fiz, alguns serão rostos novos, alguns serão atores com quem trabalhei antes e alguns serão atores que você conhece e com quem nunca trabalhei. O que mais importa é que o atores se encaixem no papel e seja fácil trabalhar com eles.”

Em resposta, o ator Kyle Gallner fez campanha para ser escalado como o Arqueiro Verde.

O astro não é estranho às adaptações baseadas nos quadrinhos da DC, já que interpretou Bart Allen/Impulso em ‘Smallville.

Em sua declaração, Gallner escreveu:

Arqueiro verde? Eu atiro, posso deixar crescer o bigode, cozinho chili com frequência, uso muito verde na minha vida pessoal e sou fácil de trabalhar… Só é preciso um pouco de tempo extra na academia e um pouco de tinta de cabelo loira… Jame Gunn, vamos aloprar.”

Confira:

E aí, o que você acha da ideia?

Até lá, vale lembrar que o próximo filme da DC será ‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses‘, adiado de dezembro deste ano para 17 de março de 2023.

.Confira o trailer:

David F. Sandberg retorna à cadeira de direção.

Além do retorno de Levi no papel principal e a introdução de Mirren, Liu e Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Crítica | Sky Rojo – Terceira Temporada é Puro Lenga-Lenga com Final Acelerado

Você já ouviu falar do nome Álex Pina, certamente. Ele é simplesmente o criador do fenômeno global ‘La Casa de Papel’, cujo sucesso entrou para a história do entretenimento mundial, ao ponto de, ano passado, a história ganhar uma versão sul-coreana. A essa altura da vida, Álex Pina pode apresentar quase qualquer tipo de projeto que muito provavelmente vai ganhar carta branca para produzir, afinal, tem público e potencial para sucesso. Mais ou menos assim ele conseguiu emplacar a primeira temporada de seu novo produto, ‘Sky Rojo’, lá no iniciozinho da pandemia, que conquistou o público, pois contava a história de destemidas prostitutas indo contra o sistema e seu cafetão. Então, veio a segunda temporada, que foi uma enrolação só, mas trouxe algumas cenas e desfechos interessantes. Só que deveria ter terminado ali a história, porém (e essa está começando a se tornar uma característica irritante de Álex Pina) seu criador decidiu prolongar a coisa, de modo que nesse início de 2023 a Netflix finalmente trouxe a terceira e última temporada de ‘Sky Rojo’ aos seus assinantes.

Após fugirem da boate Las Novias, Coral (Verónica Sánchez),Wendy  (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado) tentam viver uma vida normal, escondidas no sul da Espanha, onde assumiram novas identidades como proprietárias de uma confeitaria. Enquanto Coral finge superar um detox das drogas, Wendy se interessa por uma jovem frentista do posto e Gina se apaixona por um mergulhador, com quem sonha em formar uma família, uma vez que está grávida. Gina acaba telefonando para sua mãe em Cuba para dar-lhe as boas novas, mas era exatamente isso que Romeo (Asier Etxeandia) estava esperando, e, dessa forma, consegue localizar o esconderijo das amigas. Por isso Moisés (Miguel Ángel Silvestre) é enviado em sua última caçada, mesmo sem saber que o verdadeiro inimigo é aquele que está próximo a ele.

Com oito episódios de meia hora cada, a terceira e última temporada de ‘Sky Rojo’ não fala absolutamente nada de novo e é uma enrolação só. O enredo começa com o trio vivendo esse conto de fadas de vida normal, literalmente se agarrando em qualquer pessoa que lhe dê confiança para tentar sobreviver à realidade do passado que assombra à noite; o cafetão e seus capangas viraram um bando de bocó com sentimentos protagonizando cenas de afeto mal construídas e zoadas por eles mesmos: tudo isso se prolonga por absurdos sete episódios e meio, literalmente, para só então, nos últíssimos minutos finais da temporada, a coisa toda ter um desfecho que era o que esperávamos, mas ocorre de maneira muito acelerada. Em outras palavras: o trio protagonista saliva pela vingança por três temporadas para desfrutá-las por apenas dois minutos no fim. Frustrante.

Isso nos leva a concluir que Álex Pina mais uma vez não tinha o que falar em sua série, mas a prolongou tão somente para ganhar audiência (como fez em ‘La Casa de Papel’). Esta terceira temporada poderia não ter existido, e os cinco minutos finais poderiam ter sido incluídos na segunda temporada (que, por sua vez, poderiam ter sido apenas dois episódios extras da primeira temporada). Portanto, só a primeira parte de ‘Sky Rojo’ é realmente interessante; todo o resto é um lenga lenga sem fim recheado de cenas de violência contra a mulher para corroborar um pouco convincente empoderamento feminino. Para quem chegou até aqui na série, fica a dica.

‘Jurassic World: Domínio’ é indicado a TRÊS categorias do Framboesa de Ouro

Jurassic World: Domínio finalizou a recente trilogia ‘Jurassic World’ – e, apesar das grandes promessas, não agradou os críticos ao redor do mundo e amargou apenas 29% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Logo, não é nenhuma surpresa que a produção tenha aparecido na lista de indicados à 43ª edição do Framboesa de Ouro.

O filme concorre nas categorias de Pior Remake, Rip-Off ou Sequência e de Pior Roteiro, enquanto Bryce Dallas Howard foi relembrada na categoria de Pior Atriz.

Os vencedores serão anunciados no dia 11 de março.

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Escrito por Emily Carmichael, a sequência também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

‘Morbius’: Filme estrelado por Jared Leto “conquista” 5 indicações ao Framboesa de Ouro

Morbius, adaptação da Sony Pictures estrelada por Jared Leto, se tornou um dos maiores fracassos críticos e comerciais do ano passado – e é claro que não ficaria de fora dos indicados ao Framboesa de Ouro 2023.

A produção concorre nas categorias de Pior FilmePior DireçãoPior Roteiro. Leto, por sua vez, foi indicado na categoria de Pior Ator, enquanto Adria Arjona disputa pelo prêmio de Pior Atriz Coadjuvante.

Os vencedores serão revelados no dia 11 de março.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Desde o lançamento de Morbius, foi revelado que a conclusão da narrativa, na verdade, seria diferente da exibida nos cinemas.

A sequência que finalizaria o longa-metragem envolvia os personagens de Tyrese GibsonAl Madrigal no meio do Central Park, com a polícia local os cercando e premeditando um confronto armado. Entretanto, a cena foi descartada e, no lugar dela, foi colocada uma batalha nos subterrâneos da cidade, rodada durante as refilmagens.

Agora, em uma entrevista ao ComicBook.com, o supervisor de efeitos visuais da produção Joel Behrens falou sobre a mudança de planos (ao menos de uma perspectiva técnica) e revelou o motivo pela cena ser alterada.

“Nós fizemos algumas coisas [na cena original], mas não muitas, porque havia suposições de que estavam pensando em mudar o final. Então, nós fizemos algum trabalho a mais e eu não diria que as coisas funcionaram. Mas fizemos isso, porque, inicialmente, deveria ser o Central Park”, ele explicou. “E eles decidiram que queriam seguir em uma direção diferente com a luta. Acho que [o diretor Daniel Espinosa] pensou que seria mais dramático no subsolo. Então, encontramos imagens de algumas dessa construções subterrâneas, túneis subterrâneos que realmente existem em Nova York”

Behrens continua: “acho que eles sentiram que seria melhor ter um confronto um a um em meio a um ambiente interessante do que em um parque. Foi um balde de água fria em nós, porque tínhamos que construir esse ambiente totalmente em CG, do nada, e fizemos isso, além das refilmagens. […] Então tivemos que construir praticamente tudo do zero”.

Muita ação e COMÉDIA no novo trailer de ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’

Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes’ ganhou um novo trailer, na versão dublada e legendada. O filme chega ao cinemas nacionais em 13 de abril .

Assista:

Dublado

Legendado

Hugh Grant viverá o astuto vilão chamado Forge Fitzwilliam.

Durante uma entrevista para o Collider, o astro foi questionado sobre o que o motivou a e juntar ao elenco.

Em resposta, ele disse que o tom cômico em torno dos personagens ‘perdedores’ foi o que mais lhe atraiu no roteiro.

“Eu acho que talvez o que eu mais me me atraiu no roteiro é que é uma história sobre perdedores. Esses camaradas, eles são todos uma porcaria. Você não é ótimo em ser um bardo. E o mago interpretado por Justice Smith, ele é uma droga. O que é um mago em ‘Dungeons & Dragons‘? Porque o desse filme não é lá essas coisas.”

Ele continuou, dizendo que os ingleses adoram esse tipo de narrativa:

“E a personagem de Michelle Rodriguez foi expulsa de qualquer grupo que ela tentou interagir. O que é ela? Uma bárbara. Ela ainda está apaixonada por seu marido, que está apaixonado por outra pessoa. Eu me identifiquei àquela coisa de perdedor sobre esse pequeno grupo. Talvez essa seja uma preferência dos ingleses, nós amamos um perdedor.”

E aí, você está animado para assistir ao filme?

Um charmoso ladrão e um grupo de aventureiros mergulham em uma épica jornada para recuperar uma relíquia perdida – mas as coisas se tornam perigosamente obscuras quando eles cruzam caminho com as pessoas erradas. Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’ traz o rico mundo e o espírito vívido do lendário jogo de RPG para as telonas em uma aventura hilárias e recheada de ação.

Jonathan Goldstein e John Francis Daley, diretores da comédia ‘A Noite do Jogo‘ e roteiristas de ‘Homem-Aranha: De Volta para Casa‘, serão responsáveis pela direção e pelo roteiro.

Pine (‘Star Trek’) estrelará a adaptação. O elenco ainda contará com Rodriguez (‘Velozes e Furiosos’), Justice Smith (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’), Hugh Grant (‘A Viagem’), Regé-Jean Page (‘Birdgerton’) e Sophia Lillis (‘It: A Coisa’).

Em 2000, uma adaptação para os cinemas foi lançada, sendo massacrada pelos críticos e fracassando nas bilheterias. Anos mais tarde, o longa ganhou duas sequências produzidas direto em vídeo, que foram prontamente ignoradas pelo grande público.

Criado por Gary Gygax e Dave Arneson, o jogo original ‘Dungeons & Dragons‘ foi publicado pela primeira vez em 1974.

‘Dungeons & Dragons’ (2000) | Relembre a DESASTROSA Primeira tentativa de levar o famoso RPG às telonas

Recentemente, o mundo da cultura pop no cinema recebeu inúmeras prévias de seus próximos grandes lançamentos. Tais trailers foram o suficiente para aguçar a expectativa dos fãs e os deixar em polvorosa de ansiedade. São produções para a segunda metade de 2022 e também algumas para o início do ano que vem. Um dos mais legais e que surpreendeu positivamente o público foi Dungeons & Dragons, nova investida numa propriedade clássica e muito querida. Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes tem produção da Paramount Pictures, traz no elenco nomes como Chris Pine, Michelle Rodriguez, Sophia Lillis e Hugh Grant impulsionando o projeto, e tem direção de John Francis Daley e Jonathan Goldstein, dupla responsável pelo roteiro de Homem-Aranha: De Volta ao Lar e pela direção do hilário A Noite do Jogo.

Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes tem estreia programada para o dia 13 de Abril, mas o que surpreendeu mesmo os fãs foi a qualidade que a obra apresentou em seu trailer. Sabemos que essas prévias podem enganar, tanto para o bem quanto para o mal – fato que acontece com frequência. Mas o trabalho de um trailer é despertar o interesse do espectador em querer assistir a tal filme, e isso a prévia do novo Dungeons & Dragons realizou com louvor. Esse é um dos trailers mais divertidos e chamativos dos últimos tempos e realmente estamos torcendo para que reflita o espírito real do filme. Os fãs mais escolados neste universo, no entanto, conhecem muito bem a origem desta história – incluída inclusive em outros produtos atuais, como a série Stranger Things.

O primeiro entrave de qualquer adaptação de ‘Dungeons & Dragons’ é não adaptar o desenho ‘Caverna do Dragão’.

Como citado no título da matéria, Dungeons & Dragons surgiu como um jogo de tabuleiro, que se tornou um verdadeiro fenômeno, sendo lançado ainda em 1974. Ao contrário dos demais jogos de tabuleiro, Dungeons & Dragons ou D&D (na abreviação) – “Masmorras e Dragões” (na tradução livre) é um RPG, ou role-playing game. Isso significa que é um jogo onde os jogadores atuam como os personagens. Trocando em miúdos, é como uma prévia dos videogames antes do advento dos jogos eletrônicos. Hoje, cada gamer possui um avatar quando joga online. O RPG é exatamente isso, mas feito de uma forma mais “raiz” e usando meramente a imaginação dos jogadores. No caso de D&D, voltado a uma aventura de fantasia, repleta de seres da mitologia medieval, como dragões, monstros, criaturas sobrenaturais, bruxos, feiticeiros, cavaleiros, bárbaros e armas místicas. A “brincadeira” foi criada por Gary Gygax e Dave Arneson, ficou séria e segue rendendo frutos até hoje dentro da cultura pop, com produtos ainda maiores do que a criação original da dupla.

Para a geração dos anos 80, um dos “derivados” mais legais que o jogo já teve foi o desenho animado Caverna do Dragão, que fez a alegria das crianças e adolescentes na época, em especial no Brasil onde foi reprisado ao ponto de todos decorarem os episódios e seus diálogos. Muitos podem pensar que a animação durou um tempo considerável de exibição, mas a verdade é que ficou no ar apenas dois anos, de 1983 a 1985, de forma inédita – somando um total de 3 temporadas e “apenas” 28 episódios. O programa sequer teve um desfecho, nunca exibindo um episódio final na trama dos adolescentes que eram transportados a um mundo mágico após adentrarem um passeio no parque de diversões. No local, o grupo de seis crianças ganhava armas mágicas para combater as forças do mal. Durante décadas, os fãs nostálgicos sonharam com uma adaptação deste desenho, o que ainda não se concretizou. Para servir um pouco de consolação, é reportado que os personagens do desenho oitentista irão aparecer numa participação especial do novo filme. O que deixa a coisa ainda melhor.

Jeremy Irons é o vilão… Profion (e não Vingador) e está extremamente caricato.

Mas nem só de glórias é feita a estrada de Dungeons & Dragons na cultura pop. E há 22 anos a franquia extremamente popular se depararia com o ponto mais baixo em sua trajetória – seu fundo do poço pessoal. É claro que me refiro à primeira adaptação cinematográfica em live-action do produto D&D, subtitulado A Aventura Começa Agora, de 2000. De início, assim como esta versão de agora, a primeira insatisfação coletiva se deu pela adaptação não ser voltada ao clássico desenho animado – que era o que os fãs nostálgicos gostariam de ver. Aqui, no entanto, novos personagens eram introduzidos. A trama envolve temas de traição, intriga política, conspiradores tentando destronar regentes e as artimanhas costumeiras da corte, tudo passado num reino de fantasia, magia, criaturas e dragões. Temas que seriam explorados com minúcia e esmero logo no ano seguinte em produções como Harry Potter e em especial O Senhor dos Anéis, e 10 anos depois no seriado Game of Thrones. Justamente por isso, podemos dizer que D&D – O Filme errou o alvo por muito pouco, já que estreou um ano antes da explosão verdadeira do gênero – que certamente o beneficiaria.

No elenco, apenas o veterano Jeremy Irons é um nome de destaque, mesmo que aqui esteja pagando o mico de sua carreira. O ator interpreta o vilão da história, o feiticeiro Profion, que conspira para tirar a Imperatriz Savina do poder (papel de Thora Birch, então saída do sucesso de Beleza Americana no ano anterior). A atuação caricata de Irons no filme foi bastante satirizada na época, e certamente viraria meme hoje em dia. Ao ser perguntando por que um ator de seu porte havia aceitado participar desta produção, ele simplesmente respondeu que havia acabado de comprar um castelo e precisava pagar por ele de alguma forma – resposta similar dada anos antes pelo conterrâneo Michael Caine ao ser perguntado sobre sua participação no horrendo Tubarão 4 (1987).

A menina Thora Birch, saída do sucesso ‘Beleza Americana’, vive a bondosa Imperatriz Savina.

Sim, já que deu perceber que as citações ao filme de D&D não são muito elogiosas. Pelo contrário, é uma missão difícil achar algum defensor da obra. Essa é uma daquelas raras e unânimes produções que parecem não encontrar sequer um defensor – aliás se você conhecer algum pode nos indicar. A verdade é que quando um filme fracassa não é bom para ninguém. Não é bom para quem o produz e precisa arcar com o prejuízo financeiro – e no caso de artistas pode significar o fim de uma carreira. E não é bom para os fãs, que ficam sem seu produto tão querido. Aqui nesta primeira adaptação de D&D para as telonas precisamos refazer os passos até uma figura central: o diretor e produtor Courtney Solomon.

Sem muita expressividade no ramo da sétima arte, o canadense Courtney Solomon tinha apenas 19 anos quando conseguiu adquirir os direitos de adaptação para o cinema de D&D. Fã ardoroso assumido do jogo de tabuleiro e de toda a mitologia em volta deste universo, Solomon fez contato com a editora TSR, empresa responsável por cuidar das publicações de D&D – seja do game ou de livros e todo o material impresso. Através de negociações e de sua paixão, Solomon ficou com os direitos de levar a ideia ao cinema. Por anos, o jovem produtor buscou parceiros que poderiam ajuda-lo nessa empreitada e sem um estúdio por trás na época, mas conseguindo arrecadar algo em torno de US$3 milhões para o orçamento do longa junto a investidores, D&D – A Aventura Começa Agora se tornaria o filme independente mais caro da história. Logo depois, Solomon ainda descolaria a distribuição da New Line – que no ano seguinte produziria também O Senhor dos Anéis.

O protagonista Ridley era vivido pelo jovem Justin Whalin, o fotógrafo Jimmy Olsen da série ‘Lois & Clark’.

Mostrando ter uma lábia incrível, o jovem produtor chegou muito perto de fechar acordo com grandes nomes da indústria para comandarem o filme, como os diretores Francis Ford Coppola e James Cameron, além de um possível envolvimento do saudoso Stan Winston para os efeitos. A pedra no sapato de Solomon, no entanto, era justamente seu contrato com a empresa TSR, que era cheio de cláusulas e terminava não deixando as negociações com estes figurões ir adiante. No fim das contas todos desistiram, e a TSR exigia que um filme fosse produzido no prazo estabelecido para que o produtor não perdesse os direitos, revertendo de novo para a editora – talvez esse fosse o verdadeiro objetivo da TSR. A manobra obrigou o próprio Solomon a meter a mão na massa e dirigir o filme ele mesmo, sem qualquer experiência na função. Solomon ainda escalaria o pouco expressivo Justin Whalin como seu protagonista, o ladrão galanteador Ridley. O diretor acreditava que seu ator tinha potencial para se tornar um astro – na época Whalin era mais conhecido como o Andy adolescente de Brinquedo Assassino 3 (1991) e como o fotógrafo Jimmy Olsen no seriado Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman (1993). A carreira de Whalin infelizmente nunca decolaria. Fechando o elenco principal, Marlon Wayans viveu o alívio cômico e parceiro do protagonista Snails.

O elenco ainda contou com Marlon Wayns como o alívio cômico Snails, e Kristen Wilson como Norda.

A produção apressada precisou cortar diversos trechos de efeitos especiais e cenas de ação – além de ser obrigada a trabalhar com um primeiro roteiro e não com um novo tratamento melhorado (outra exigência do contrato). No fim das contas, o pesadelo de bastidores refletiu no resultado do longa. Entre outras coisas, os efeitos visuais, que criam por exemplo o design dos dragões foi considerado de baixa qualidade até mesmo para a época, levando em conta que Jurassic Park (1993) e sua continuação (1997) haviam criado criaturas gigantescas muito mais convincentes anos antes. Os fãs também se desapontaram por não encontrarem na trama qualquer similaridade com seu querido universo, personagens e conceitos. E os não familiarizados com a história perceberam D&D – o Filme, apenas como uma aventura medieval de fantasia medíocre e sem qualquer atrativo, extremamente genérica. Sorte que no ano seguinte, filmes muito mais encorpados resgatariam o gênero. E para Dungeons & Dragons a redenção pode estar no novo Honra Entre Rebeldes, que promete um espírito similar ao primeiro Guardiões da Galáxia no que diz respeito à interação de seus personagens e uma obra mais fiel ao seu material fonte. Aguardemos.

Oi? Tom Hanks é indicado a TRÊS categorias do Framboesa de Ouro

Tom Hanks é um dos atores mais versáteis e amados de todos os tempos – mas isso não quer dizer que, às vezes, ele não escolha projetos duvidosos para participar.

Apenas no ano passado, Hanks encarnou a versão live-action de Geppetto em Pinóquio, da Disney, e interpretou o Coronel Tom Parker na desengonçada cinebiografia Elvis. E o resultado apareceu ontem, durante a revelação dos indicados à 43ª edição do Framboesa de Ouro.

O astro foi nomeado em nada menos que três categorias diferentes: Pior Ator por PinóquioPior Ator Coadjuvante por ElvisPior Dupla (Tom Hanks e sua cara de látex, também por Elvis).

Os vencedores serão anunciados no dia 11 de março.

Lembrando que o mais recente projeto de Hanks é ‘O Pior Vizinho do Mundo’, que continua em exibição nos cinemas nacionais.

A produção é baseado no aclamado romance ‘A Man Called Ove’, de Frederik Backman, e acompanha o personagem titular, um irritável e extremamente estrito viúvo que investiga e julga as atividades que se desenrolam em seu bairro. Um homem isolado, profundo e solitário que ainda lida com o luto de perder a esposa, a vida tem sido injusta com Otto. Entretanto, ele acaba criando uma amizade inesperada com seus novos vizinhos, o que permite que ele cresça e se cura. Entretanto, velhos hábitos são difíceis de serem mudados – e sua jornada será bastante árdua.

Marc Foster (‘Finding Neverland’) fica responsável pela direção do longa, enquanto David Magee (‘As Aventuras de Pi’) está sendo considerado para assinar a adaptação.

Rachel KellerManuel Garcia-RulfoMariana Treviño também fazem parte do elenco.

Framboesa de Ouro 2023 | ‘Blonde’ e ‘Morbius’ LIDERAM a lista de indicados à premiação; Confira!

Nem só de bons filmes vive o cinema, mas também de títulos bastante ruins ou decepcionantes. Logo, era apenas questão de tempo até alguém criar uma premiação que “homenageasse” essas produções.

No último dia 22 de janeiro, foram revelados os indicados à 43ª edição do Framboesa de OuroBlonde, polêmica cinebiografia sobre Marilyn Monroe, foi o título mais relembrado da lista, conquistando oito indicações (incluindo Pior Filme). As outras produções aparecerem incluem o remake em live-action de PinóquioMorbiusTenha Um Bom Luto.

Os vencedores serão revelados no dia 11 de março.

Confira:

PIOR FILME
Blonde
Pinóquio
Tenho Um Bom Luto
A Filha do Rei
Morbius

PIOR ATOR
Machine Gun KellyTenha Um Bom Luto
Pete DavidsonMarmaduke
Tom HanksPinóquio
Jared LetoMorbius
Sylvester StalloneSamaritano

PIOR ATRIZ
Ryan Kiera ArmstrongChamas da Vingança
Bryce Dallas HowardJurassic World: Domínio
Diane KeatonMack & Rita
Kaya ScodelarioA Filha do Rei
Alicia SilverstoneThe Requin – À Deriva

PIOR REMAKE/RIP-OFF/SEQUÊNCIA
Blonde
365 Dias: Hoje365 Dias Finais
Pinóquio
Chamas da Vingança
Jurassic World: Domínio

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Adria ArjonaMorbius
Lorraine BraccoPinóquio
Penélope CruzAs Agentes 355
Bingbing FanAs Agentes 355A Filha do Rei
Mira SorvinoLamborghini

PIOR ATOR COADJUVANTE
Pete DavidsonTenha Um Bom Luto
Tom HanksElvis
Xavier SamuelBlonde
Mod SunTenha Um Bom Luto
Evan WilliamsBlonde

PIOR DUPLA
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Os Personagens da Vida Real na Cena do Quarto na Casa Branca, Blonde
Tom Hanks & seu Rosto de Látex (e Sotaque Horrível), Elvis
Andrew Dominik & seus Problemas com as Mulheres, Blonde
As Duas Sequências de 365 Dias

PIOR DIREÇÃO
Judd ApatowA Bolha
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Andrew DominikBlonde
Daniel EspinosaMorbius
Robert ZemeckisPinóquio

PIOR ROTEIRO
Andrew DominikBlonde
Robert Zemeckis & Chris Weitz, Pinóquio
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Emily Carmichael & Colin Trevorrow, Jurassic World: Domínio
Matt Sazama & Burk Sharpless, Morbius

‘Culto do Drácula’: Polêmicos quadrinhos de TERROR vão ganhar adaptação live-action

De acordo com o Bloody Disgusting, a BR Films Productions House está desenvolvendo uma adaptação live-actions dos quadrinhos ‘Cult of Dracula‘, publicados por Rich Davis e Henry Martinez a partir de 2021.

A BR Films é uma produtora ainda em ascensão, responsável por clipes musicais, documentários e a recente série dramática ‘Monogamish‘.

Quanto a ‘Cult of Dracula‘, é um projeto bastante polêmico, que recriou o rei dos vampiros como uma mulher sedutora, com chifres de cabra, asas de morcego e cauda de serpente.

Através de um comunicado, Davis justificou sua ideia, dizendo:

“Desde o começo, eu sabia de uma coisa. Pode ter sido a única coisa que eu ‘sabia’, mas eu sabia disso em meu interior. Eu não contaria outra história sobre um cara do leste europeu comprando todos os imóveis da Londres vitoriana. Não há necessidade dessa história ser contada novamente. Já foi feita tantas vezes e tão bem, que não acreditei que pudesse acrescentar algo a isso.”

Ele continuou:

“Os vampiros não pertencem apenas ao oeste. Eles existem em praticamente todas as culturas humanas que já caminharam na face da terra. Por isso, me inspirei em mitologias de todo o mundo para criar meu Drácula: a Mulher Cervo das lendas Cherokee. Jorogumo, do Japão. Medusa, da Grécia Antiga. Kali, do hinduísmo… Busquei referências que vão desde Lilith no Jardim do Éden.”

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a adaptação, que está em estágio de ‘desenvolvimento imediato’.

Então é possível que leve meses para descobrirmos os nomes por trás do roteiro, direção e elenco.

Além disso, ainda não há previsão de estreia e nem foi mencionado se o projeto será lançado nos cinemas ou em streaming.

Confira a capa de uma das edições dos quadrinhos:

Casal é assassinado TODO dia em terror no estilo ‘A Morte te Dá Parabéns’; Assista ao trailer!

O terror ‘6:45‘ ganhou trailer legendado.

Um casal tenta salvar seu relacionamento complicado passando férias em um resort em uma ilha tranquila. Para seu espanto, a pacata cidade litorânea está curiosamente deserta e eles rapidamente descobrem que sua história mortal está prestes a se repetir. As brigas do casal são deixadas de lado a fim de superar um ciclo doentio de terror que começa a acontecer.

Não importa o que eles façam, eles acordam às 6h45 todas as manhãs nos mesmos eventos que os leva a serem cruelmente assassinados sem chance de fuga.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Craig Singer.

O elenco inclui Michael Reed, Augie Duke, Thomas Waites, Armen Garo, Ray Mancini, The 45 King e Remy Ma.

O terror será lançado em VOD no dia 22 de março.

‘Solo’ pode ganhar sequência na Disney+? Diretor responde!

Orçado em US$ 275 milhões, ‘Solo: Uma História Star Wars‘ (2018) decepcionou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 392.9 milhões pelo mundo, o que acabou com os planos de gerar uma franquia.

No entanto, a produção ganhou uma legião de fãs ao longos anos e a campanha #MakeSolo2Happen (Faça ‘Solo 2‘ acontecer) vem crescendo cada vez mais nas redes sociais.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o diretor Ron Howard foi questionado se o longa poderia ganhar continuidade através da Disney+, assim como aconteceu com ‘Willow’.

Em resposta, Howard disse que não sabe de nada, mas adoraria ver os personagens do filme ganhando novas aventuras.

“Não sou produtor de ‘Solo‘. Esse é um assunto que está nas mãos deles. Eu apoiei o projeto por causa do meu longo relacionamento com George [Lucas], Kathy [Kennedy] e Larry Kasdan. Mas nunca conversamos sobre isso. Alguém poderia supor que há alguns personagens de ‘Solo‘ que merecem ir além, mas não tenho certeza de quais são os planos de expansão da Disney+.”

Ele continuou:

“Esses programas não são importantes apenas para todos que trabalham neles, mas também são uma grande aposta para a empresa. Eles fazem suas escolhas com muito cuidado, e eles querem continuar crescendo e evoluindo. Então eu sei que isso não é realmente uma resposta, mas há um apetite real para entender onde ‘Star Wars’ pode levar o público, além de desenvolver personagens e ideias que já são conhecidas. Mas há muito potencial em ‘Solo’ e, estando eu envolvido ou não, adoraria ver alguns desses personagens novamente.”

Lembrando que ‘Han Solo: Uma História Star Wars‘ está disponível na Disney+.

Apesar de registrar a pior bilheteria da franquia entre os filmes desenvolvidos pela Disney, a produção conquistou 70% de aprovação no Rotten Tomatoes.