Parece que o eterno Thor, Chris Hemsworth, vai ingressar em mais uma franquia. De acordo com THR, o ator está em negociações para protagonizar o filme derivado de ‘MIB: Homens de Preto’.
O site destaca que o projeto não será nem um reboot completo e nem uma continuação, e que irá mostrar novos personagens dentro do mundo da franquia.
Na trama, Jocelyn é o bem-sucedido homem de negócios, sedutor e mentiroso. Ele acaba seduzindo uma jovem bonita, fingindo ser deficiente, até o dia em que ela lhe apresenta sua irmã, que é realmente deficiente.
A vida é cheia de mistérios. Apesar de saber como nasceu, ninguém sabe ao certo por quê nasceu, e muitos se vão sem saber o motivo de terem vivido. É comum, então, que a definição geral de “fim” seja a morte. Quando a vida acaba – sem entrar em conceitos religiosos, de qualquer tipo de crença ou de legado, nos atendo apenas a biologia -, aquele indivíduo termina o mundo. Esse tema ainda é tabu, mesmo sendo parte da história humana desde seu surgimento, e talvez seja por isso que o mundo esteja tão fechado a debater o que é “o fim” e como ele se manifesta de diferentes maneiras. E nem sempre, para a surpresa de muitos, esse fim precisa ser triste. Nossa sociedade é gerida por uma falsa sensação de ordem e controle, que coloca cada indivíduo tentando controlar seu redor, sendo que todos respondem a um controle maior, projetado nas leis, seus criadores e executores. Mas, no fim das contas, tudo isso não passa de ilusão.
Abordando essas duas temáticas, o diretor e roteirista James Gunn constrói uma carta de amor, aos personagens e aos fãs, com a conclusão da trilogia mais espetacular do Universo Cinematográfico Marvel em Guardiões da Galáxia Vol.3, um filme que transborda “coração” para marcar a despedida do próprio diretor, que agora rege o futuro a DC, e para os fora da lei espaciais mais amados dos cinemas.
Nesta aventura, os Guardiões da Galáxia seguem no processo de reforma de Luganenhum, como visto no Especial de Festas (2022), enquanto cada membro segue lidando com esse nova realidade da vida pós-Thanos. Peter Quill (Chris Pratt) está mais perdido do que nunca. Afinal, ele perdeu o amor de sua vida em Vingadores: Guerra Infinita (2018) e sequer teve tempo de processar o luto, já que foi apagado da existência horas depois. Para piorar as coisas, quando ele voltou, cinco anos haviam se passado e ele deu de cara com uma Gamora (Zoe Saldana) de outra realidade andando por aí e ignorando sua existência. É uma sinuca de bico, porque ele sabe que ela se foi, ao mesmo tempo que sabe que uma versão dela está por aí. E diante desse conflito, ele se rende ao alcoolismo. O problema é que a nova vida continua com a presença de velhos inimigos. Assim, os Soberanos seguem com seu plano de vingança contra os Guardiões e enviam seu filho perfeito, Adam Warlock (Will Poulter), para acabar com eles. E quem se dá mal nessa história é o querido Rocket (Bradley Cooper), que fica à beira da morte após o ataque. Dessa forma, os Guardiões vão precisar correr contra o tempo para descobrir uma forma de salvá-lo, mesmo que isso signifique destrinchar seu misterioso e obscuro passado.
E aí que começa uma jornada pelo interior não apenas de Rocket, mas de todos os membros dos Guardiões. Ao longo dos últimos nove anos, vimos Peter e Gamora lutarem contra fantasmas do passado em diferentes manifestações. Drax (Dave Bautista) teve duas chances de consumar sua vingança, até compreender que essa sede por responder os responsáveis por seus traumas nada mais era que uma forma de se privar do luto e da dor. Vimos Groot (Vin Diesel) entender a amizade e o amor, se sacrificar, morrer e renascer por meio um bebê de personalidade própria, que foi criado pelos Guardiões como família. Mantis (Pom Klementieff) foi criada como escrava, nunca atendendo aos próprios desejos, mas sim às necessidades de um pai abusivo. E o Rocket, mesmo que timidamente, sempre teve uma origem misteriosa e supostamente trágica, que causou traumas tão profundos que o blindaram emocionalmente por toda sua vida, isolando a pobrezinho de relações afetivas e se tornando um membro distante dos Guardiões, mesmo que lá dentro, ele os ame e queira muito ser parte dessa equipe.
No segundo filme, vemos o Rocket ter um arco sentimental junto aYondu (Michael Rooker), em que um se enxerga no outro e o Azulão deixa bem claro para o pequeno que seus traumas não podem ser maiores do que quem ele realmente é. Encerrar a passagem de Yondu como um grande mentor, mesmo com aquele jeitão grosseiro, foi sensacional! Mostrou a todos que não importa seus erros, sempre há tempo para encontrar seu propósito. Não um propósito para o mundo, mas para você mesmo.
Então, em Guardiões da Galáxia Vol.3, mesmo ficando fora de tela por grande parte do filme, o Rocket se torna toda a força motriz da história porque mesmo sem ter ação do personagem, a trama é sobre ele. Traumas são marcantes em nossas vidas porque são situações importantes, cujos reflexos variam de acordo com quem sofre, e geralmente chegam sem aviso e mudam de uma vez por todas a vida da pessoa. Há traumas físicos, traumas psicológicos e aqueles que englobam os dois. E no caso do nosso guaxinim favorito, infelizmente, foi o segundo.
Vencer traumas é uma coisa muito difícil, principalmente quando o tempo passa e a vítima precisa continuar vivendo sem o apoio necessário. Há quem conclua sua passagem na Terra, inclusive, sem superá-los. De forma alguma é culpa da vítima, porque só ela sabe o quanto esse evento foi definidor em sua vida. E crescer sob influência do trauma, precisando se manter vivo em um ambiente hostil, obviamente gera consequências na formação da personalidade do indivíduo e aqui o filme se desenvolve como poucos nesse meio dos super-heróis.
Rocket é um acúmulo de traumas em forma de indivíduo. Ao longo de sua vida, foi negado a ele o direito de ser criança, se divertir, desenvolver relações e criar vínculos. Até mesmo nos filmes anteriores, toda vez que ele se apegava a alguém, as situações terminavam com essas pessoas queridas morrendo ou sendo apagadas. Até mesmo no Blip, seus melhores amigos foram apagados, enquanto ele permaneceu vivo em um planeta no qual não havia ninguém para ampará-lo. Mais do que tudo, esses traumas negaram a ele o direito de se aceitar como indivíduo. Ele foi remontado em um laboratório ainda bebê, desenvolvendo uma consciência que ele não deveria ter, e desde então foi acumulando uma série de perdas e sofrimento fora do normal, sendo que seu único e mais puro desejo era explorar a beleza das cores da vida com quem ama. Assim, essa bela jornada, construída ao longo dos últimos anos, apesar dessas tragédias, passa pela difícil missão de poder se aceitar, se entender como indivíduo, para poder aceitar o fim. O Rocket é muito mais do que uma amostra feita para o descarte em um laboratório, ele importa.
Quanto aos outros membros, por mais que já tenhamos visto um desenvolvimento bem interessante previamente, eles ainda têm questões a serem resolvidas. Nesse quesito, há de se destacar a solução para o “Caso Gamora”. Como o MCU já demonstrou algumas vezes nessa nova Fase, as variantes não são apenas réplicas que vivem em outras realidades. Elas são seres independentes com mentes próprias, vontades únicas. Toda linha do tempo alternativa apagada são incontáveis vidas efetivamente morrendo e que não deveriam ser ignoradas.
Quando Vingadores: Ultimato (2019) terminou com a Gamora variante fugindo, houve uma preocupação de que fossem sobrepor suas possibilidades de futuro em prol do amor que Peter e a Gamora que faleceu desenvolveram. E aí, James Gunn mostra uma compreensão muito sensível de Multiverso ao fazer com que a variante cruze caminho com Peter e os Guardiões. É por meio dessa situação que o diretor toca num tema muito complexo de nossa sociedade, que é o controle. Apesar de todos viverem nessa constante sensação de controle, o que garante um bem-estar social, como disse lá em cima, é tudo uma grande ilusão. Não dá para controlar as vontades alheias – e ninguém sequer deveria tentar fazer isso, diga-se de passagem – e Pete, como líder dos Guardiões, sofre para assimilar que nem tudo vai sair como queremos ou desejamos.
Tem aquele ditado que diz: “Se você ama alguém, deixe-o livre. Se ele voltar, é seu. Se não, nunca foi”, mas é tão propositalmente superficial que não tende a funcionar na prática. Isso porque ele parte do pressuposto de que as pessoas precisam ceder a quem são para se encaixar na vida alheia, como uma propriedade. E a vida real tem muitas camadas além dessa frase. Mensurar amor vai além de querer “ser de alguém”, é algo que foge aos conceitos de controle e não pode depender de inseguranças. Às vezes, por mais que os apaixonados sejam compatíveis, o amor verdadeiro é compreender que seus caminhos não são os mesmos e que tolher a vida do outro em prol de seus desejos não é a melhor saída. Assim, Gunn surpreendentemente cria uma solução muito madura para essa incursão multiversal de ter uma variante vivendo numa realidade que não é a sua.
E como toda grande história, Guardiões da Galáxia Vol.3 é engrandecida pela presença de um vilão a sua altura. Interpretado pelo ator nigeriano Chukwudi Iwuji, com quem Gunn trabalhou na série Pacificador (2022), o Alto-Evolucionário é um cientista espacial completamente sádico, cujo objetivo supostamente é melhorar a realidade para criar uma sociedade perfeita. Ele não tem escrúpulos e altera vidas que ele considera inferiores para tentar concluir seu objetivo. Porém, se não atendem a suas expectativas, ele as descarta, ignorando serem criaturas vivas, com pensamentos, terminações nervosas e sentimentos. Para ele, o que não é perfeito não é digno de existir.
E o mais interessante dessa interpretação é ver como se desenvolveram as sociedades criadas por ele, como os Soberanos e a Contra-Terra. Sua definição de perfeição criou espécies arrogantes, corruptíveis e tão propensas ao erro quanto qualquer outra. E por ser um criador, ele assume um papel de divindade para muitas criaturas. E aí cabe uma série de questionamentos acerca das concepções do que é um “deus”, o que faria dele um ser benevolente ou não, já que ele dá e tira a vida com um piscar de olhos; e qual o propósito da existência de um ser que cria vida segundo seus conceitos e despeja sua ira sobre elas por seguirem aquilo que foram “programadas” para fazer.
Fato é que ele consegue despertar sensação de nojo no público em cada ação que toma, além de conseguir colocar medo apenas com sua presença em tela. É um trabalho digno de aplausos de Chukwudi, que cria um dos melhores vilões de todo o MCU, senão o melhor.
E como é um filme dos Guardiões da Galáxia, não tem como fazer uma crítica sem comentar a trilha musical. Com duas playlists fantásticas limitadas pela pouca memória de uma fita cassete, os longas anteriores foram certeiros ao trazerem canções das décadas de 60, 70 e 80. Porém, com a presença do Zune, James Gunn conseguiu trazer mais músicas e de décadas diferentes, como os anos 90 e até mesmo anos 2000.
Confesso que ao ouvir a playlist oficial do novo filme, divulgada há algum tempo pelo próprio James Gunn, não me envolvi tanto com sua totalidade, como havia acontecido anteriormente com os dois Awesome Mix, principalmente o Awesome Mix Vol.2. No entanto, ao ouvir as canções em tela, consegui criar um apego maior, porque elas são usadas tão perfeitamente, dialogando com as cenas por sua letra, melodia e mensagem, que fica impossível não sair da sessão querendo ouvir a trilha musical no modo repeat.
Mas não pense que só de reflexões e filosofias vive este filme. A comédia padrão do grupo segue maravilhosamente bem e a ação atinge um novo nível na franquia. Gunn conduz a direção com maestria, criando cenas de ação espetaculares, usando diferenças gravitacionais, armas inusitadas e situações que ficam simplesmente fantásticas em tela. Falando nisso, a tecnologia IMAX ampliar a beleza das cenas espaciais, enchendo os olhos de qualquer um que curta as cores distintas desses cenários exóticos.
Voltando a falar da ação, o diferencial da vez é que todos os personagens estão em suas plenas capacidades, resultando na exploração das habilidades de todos, seja lutando sozinhos ou atuando como equipe. Há uma cena em especial, conduzida ao som de No Sleep Till Brooklyn, do Beastie Boys, que é simplesmente espetacular. E ainda assim esse adjetivo não faz justiça ao impacto dessa sequência da mais pura excelência de pancadaria “super-heroica”.
Por fim, não é absurdo sair da sessão completamente encharcado de lágrimas diante de um filme essencialmente belo. É uma metáfora fantástica sobre a vida, a busca pela autoaceitação e o encerramento de ciclos. E que por mais que para grande parte da sociedade, o fim seja a morte, há muito mais por trás dos verdadeiros finais, como a beleza de se encontrar no propósito e as portas que isso abre para o indivíduo. Porque quando tudo se vai, só o que nos resta somos nós mesmos e o amor que cultivamos em vida. Nem toda despedida precisa ser triste, se tudo aquilo que construímos com a pureza da vida em sua essência foi tão bonita quanto uma dança sincera. James brilha ao trabalhar isso com maestria para o grupo, no melhor filme do MCU já lançado.
A gente pode falar mal, o tempo pode passar, o pensamento humano pode mudar, mas uma coisa permanece: a curiosidade sobre o que passa dentro dos palácios da realeza. Mais especificamente sobre uma em particular: a realeza britânica. O interesse mundial sobre os pormenores do que rola dentro do palácio de Buckingham só aumentou – razão pela qual a Netflix, desde 2016, vem lançando temporadas de seu seriado de ficção intitulado ‘The Crown’, que conta justamente a história da monarquia britânica a partir da coroação da Rainha Elizabeth II. Justamente por contar apenas sobre essa linhagem da história (e os bafões que passaram a ocorrer na vida real), os espectadores ficaram sedentos por produções derivadas. Atendendo a pedidos, mas dessa vez sem ficcionalizar, a Netflix trouxe aos assinantes nesse final de ano a série documental ‘Harry e Meghan’, que conta a história do então príncipe Harry e a atriz Meghan Markle antes de se tornarem o Duque e a Duquesa de Sussex.
Dividido em duas partes, a primeira chegou aos assinantes com apenas três episódios de cerca de uma hora de duração cada. Neste primeiro bloco, a diretora Liz Garbus optou por apresentar seus personagens por eles mesmos, ainda que sejam pessoas públicas e amplamente conhecidas, e trazer a ascensão do casal, com todas as acolhidas e borboletas no estômago. Logo no início, ‘Harry e Meghan’ anuncia seu objetivo: permitir que eles mesmos contem suas histórias, e, com isso, quem sabe, pararem com as especulações a seu redor e evitar destinos como o que teve a Princesa Diana, mãe de Harry.
Observando por esse prisma, a série atinge seu objetivo, pois ‘HarryeMeghan’ o tempo todo dão depoimentos sobre como as coisas teriam acontecido pelas suas perspectivas, desde quando ainda não se conheciam, passando pelos primeiros encontros até estabelecerem uma relação em segredo e o consequente vazamento da história para a mídia. As primeiras histórias parecem até mesmo as de um casal comum, de gente famosa que dá um like na foto do outro, manda uma mensagem privada e marca de se encontrar… exceto que ele era um dos príncipes mais famosos do mundo, então, fica um pouco difícil de acreditar quando Meghan repetidas vezes diz que nunca tinha sabido de determinadas histórias envolvendo ele, que nunca tinha visto determinados eventos da realeza etc. Quer dizer, num universo em que até mesmo no Brasil muitas pessoas sabem quem é quem lá em Londres, como ela, sendo uma pessoa famosa e estadunidense (país que mantém relações fortes com a Grã-Bretanha), não saberia das coisas, uma vez que a mídia lá dá muito mais importância a esses fatos? O mesmo pode-se dizer de Harry, que se diz um homem em constante aprendizado e que orgulhosamente fala que seu período de dez anos no exército britânico lutando no Afeganistão lhe ensinaram muito sobre o mundo… e fala isso em um depoimento de hoje, quando já sabemos abertamente que a guerra do Afeganistão foi um teatro orquestrado pelos Estados Unidos e a Inglaterra atrás de petróleo.
Tais destaques nos discursos dos biografados só realçam o fato de que, embora não haja um roteiro oficial, claramente uma equipe de Relações Públicas dos dois trabalhou arduamente para encenar esses depoimentos e pensou exatamente em cada palavra pronunciada. E está tudo bem, afinal, o trabalho deles é esse mesmo. O resultado é que o espectador se envolve com o casal, acredita na verdade deles e se sente até confortável por se aproximar do íntimo da realeza. Não deixa de ser uma estratégia do próprio Harry, tendo observado e refletido muito sobre tudo que aconteceu com sua mãe, se apropriar desses recursos para usá-lo a favor de sua privacidade: ao abrir sua vida, o público pararia de se interessar por ela; ao se mostrar uma pessoa comum, haveria a quebra da expectativa da vida real; ao contar sua versão da história, não haveria mais distorções da verdade. Lady Di tentou fazer isso, mas não houve tempo para ela.
Mesmo considerando todos os movimentos calculados para produzir uma série como ‘Harry e Meghan’, não dá para mentir: é o tipo de conteúdo altamente viciante, pois muitos de nós cresceu acompanhando a família real britânica e deseja saber seus segredos sórdidos. Infelizmente, porém, a série demorou demais a ser lançada, e chega num timing péssimo, após a morte da Rainha Elizabeth II, o que deixa alguns comentários e depoimentos com um gosto amargo na boca dos biografados.
Milla Jovovich é uma das estrelas do reboot de Hellboy, e a atriz disse recentemente que sua personagem, a antiga feiticeira Nimue, a Rainha de Sangue, é terrivelmente incompreendida.
“Foi incrível ser parte dessa franquia, e foi muito divertido filmá-la. Minha personagem é uma bruxa, mas também muito legal e bem doce, e não entendo por que todos estão tentando matá-la. É realmente muito triste”, Jovovich, que também foi protagonista de Resident Evil, disse em uma entrevista ao site IMDb.
“Ela está tentando unir os mundos dos humanos e dos monstros, e não sei, ninguém quer ver isso acontecer”, acrescentou.
Também preso entre esses mundos está o semi-demônio titular, que está “mais ou menos destinado a trazer o apocalipse, e ele mesmo quer ser, tipo, um cara bom”, David Harbour, que dá vida a Hellboy, disse ao site USA Today.
“Hellboy é um fundamente um cara com bom coração, mas também um assassino, batendo nas pessoas. Nós exploramos o horror do que é ter vindo do Inferno e lutar para encontrar um espaço em meio aos seres humanos”.
O reboot, com classificação indicativa para maiores de dezoito anos – e que não faz parte do universo criado por Guillermo del Toro – também mostrará as criaturas monstruosas que serão inimigas do personagem-título.
A CW divulgou os títulos oficiais dos sete primeiros episódios da temporada de estreia de ‘Batwoman’.
Veja:
01×01: “Pilot”
01×02: “The Rabbit Hole”
01×03: “Down, Down, Down”
01×04: “Who Are You”?
01×05: “Mine Is a Long and Sad Tale”
01×06: “I’ll Be Judge, I’ll Be Jury”
01×07: “Tell Me the Truth”
A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.
Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.
O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.
A Warner Bros Animation divulgou um novo teaser oficial de ‘SCOOBY – O Filme‘, que marca o retorno dos amados personagens ao cinema após mais de duas décadas, desde a estreia de ‘Scooby-Doo: Monstros à Solta‘ (2004).
O primeiro longa animado de uma aventura do ‘Scooby-Doo’ para as telonas revela a origem de Scooby e acompanha o maior mistério na carreira dos membros da Mistério S/A.
Lembrando que a animação estreia nos cinemas nacionais em 14 de maio.
‘SCOOBY! O Filme‘ revela como os amigos de longa data, Scooby e Salsicha, se encontram pela primeira vez e como se juntaram aos pequenos detetives Fred, Velma e Daphne para formar a famosa Mistério S/A. Agora, com centenas de casos resolvidos e aventuras compartilhadas, Scooby e sua gangue encaram o maior e mais desafiador mistério de todos os tempos: uma trama que libera o fantasma do cão Cerberus sob o mundo. Enquanto eles se apressam para impedir esse “apocãolipse”, a gangue descobre que Scooby tem um legado secreto e um destino mais épico do que qualquer um poderia imaginar.
Zac Efron e Amanda Seyfried vão emprestar suas vozes para Fred e Daphne, respectivamente. O elenco de dubladores ainda conta com Will Forte (Salsicha) e Gina Rodriguez (Velma). O ator Frank Welker , voz original do desenho dos anos 70, retornará para dar voz ao cão titular.
Com direção de Tony Cervone e produção de Chris Columbus, o reboot animado reúne inúmeros personagens dos estúdios para salvar o mundo de um memorável vilão: Dick Vigarista e seu assecla Mutley, da série ‘Corrida Maluca’.
A IFC Films divulgou o novo trailer oficial de ‘A Call to Spy’, drama ambientado na II Guerra Mundial.
Confira:
O filme é dirigido por Lydia Dean Pilcher (‘Cutie and the Box’), com roteiro assinado por Sarah Megan Thomas.
No começo da II Guerra Mundial, com a Inglaterra ficando desesperada, Churchill cria uma nova agência de espiões intitulada SOE para recrutar e treinar mulheres como espiãs. Sua missão: conduzir sabotagem e construir uma resistência. A líder do grupo, Vera Atkins, recruta, então, duas candidatas fora do comum: Virginia Hall, uma ambiciosa estadunidense com uma perna de madeira, e Noor Inayat Khan, uma pacifista muçulmana. Juntas, essas mulheres irão ajudar a destruir o regime nazista na França, deixando um legado memorável em sua ascensão. Inspirado por histórias reais, esse roteiro original é baseado em documentos da SOE, da OSS e da CIA.
O filme recebeu o prêmio LEÃO DE OURO de MELHOR FILME durante sua estreia mundial na 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza. O longa também foi apresentado na 45ª edição do Festival de Toronto e no Festival Telluride.
Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.
A Marvel Studios divulgou uma nova imagem oficial do vindouro longa de origem ‘Viúva Negra’, destacando o antagonista Treinador (Taskmaster).
Confira:
O filme recebeu a classificação PG-13 – que é aceitável para crianças entre 10 e 12 anos, mas excessivo para crianças abaixo dessa idade
“Classificação PG-13 por sequências intensas de violência e ação, um pouco de linguagem chula e material temático”
Lembrando que ‘Viúva Negra‘ estreia nos cinemas nacionais em 08 de julho, e também poderá ser visto simultaneamente no Disney+ por meio do Premier Access.
Por um preço único de R$69,60 e por tempo limitado, os assinantes Disney+ poderão contratar o acesso antecipado por meio do Premier Access.
O assinante que contratar o Premier Access poderá assistir ao filme quantas vezes quiser em seus aparelhos compatíveis, sem prazos, interrupções ou outras limitações que não as estipuladas no contrato de assinatura e enquanto sua assinatura estiver ativa.
No thriller de espionagem ‘Viúva Negra’, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.
‘Benedetta‘, novo e polêmico longa-metragem do diretor holandês Paul Verhoeven, ganhou mais um trailer oficial.
Confira:
O longa narra a história real da freira Benedetta Carlini que foi julgada e condenada pela Igreja Católica por viver um caso de amor com outra freira em um convento, no século XVII. A produção concorreu à Palma de Ouro e ao Queer Palm, no Festival de Cannes 2021.
A atriz belga Virginie Efira dá vida a Benedetta, freira italiana que vive desde a infância em um convento na Toscana e ficou conhecida por suas visões e pelo envolvimento com a ajudante Bartolomea, interpretada por Daphné Patakia.
A história é baseada no livro Atos Impuros: A Vida de uma Freira Lésbica na Itália da Renascença, da historiadora Judith C. Brown, que funciona como um estudo sobre o julgamento da noviça pela Igreja Católica e que é considerado um dos primeiros relatos de relação entre duas mulheres na Europa Moderna.
A produção tem estreia marcada para o dia 03 de dezembro nos Estados Unidos, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.
O gênero slasher é um dos mais populares do cinema e começou a dominar o cenário do entretenimento a partir da década de 1970, em que produtores e realizadores construíram personagens que ficaram marcados na cultura mundial – sendo um deles Leatherface, antagonista da icônica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’. Lançado quatro anos antes de ‘Halloween’, de John Carpenter e no mesmo ano que o clássico ‘Black Christmas’, de Bob Clark, o longa-metragem conquistou a atenção do público por se basear em uma história real (que depois viríamos a descobrir que não era tão real assim) de um serial killer mascarado e sem escrúpulos que coletava vítimas utilizando uma serra elétrica, como bem aponta o título.
A princípio, a obra foi recebida com críticas mistas, mas logo alcançou um status lendário em meio aos especialistas da área, por sua instigante e sangrenta narrativa e por seu teor bastante controverso, que rendeu outros sete títulos – o mais recente funcionando como prequela. Agora, a Netflix, continuando com seu império na indústria dos streamings, resolveu reunir forças com o diretor David Blue Garcia (‘Tejano’) e com Chris Thomas Devlin, Fede Álvarez e Rodo Sayagues a encargo do roteiro para reapresentar o vilão à nova geração – e aqueles que podem nem ter chegado perto das iterações predecessoras. Apesar do material promocional e de nossos melhores desejos, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface’ falha miseravelmente em todos os seus aspectos e consegue destruir o personagem titular em uma atrocidade fílmica inacabável.
A trama funciona como sequência direta do longa de 1974 e, é claro, é ambientada décadas depois dos eventos originais. Mais uma vez, acompanhamos um grupo de jovens sem sorte que cruza caminho com Leatherface: viajando à pequena cidade de Harlow, no interior do Texas, Melody (Sarah Yarkin), uma empreendedora, se junta com a irmã (Elsie Fisher) e seus amigos para visitar a vizinhança que, de alguma maneira que nunca é explicada, se tornou propriedade de um negócio com potencial lucrativo gigantesco. Ao chegarem lá, eles se veem num dilema ao perceber uma das propriedades adquiridas ainda é habitada pela debilitada Sra. Mc (Alice Krige) e por um de seus “filhos” (um dos garotos do orfanato de que tomava conta). A velha senhora, eventualmente, é acometida de um problema de saúde que tira sua vida, levando esse filho, que já imaginamos quem é, sair em uma matança descontrolada para uma provável vingança que também parece não sair do papel.
A verdade é que, quando pensamos em filmes slasher, fugir do óbvio é um pouco difícil – então, o que se deve fazer, é utilizar as fórmulas de modo a preencher uma necessidade intrínseca em se chocar e se envolver com o produto. Vimos isso, por exemplo, na quinta entrada da franquia ‘Pânico’, que se “livrou”, por assim dizer, dos personagens-legado e reapresentou Ghostface à geração dos streamings e do cotidiano virtual, sem perder mão da identidade dos anos 1990. Aqui, por mais que as ideias sejam interessantes, não há um consenso entre as mentes criativas em fazer algo acontecer, deixando o enredo estagnado em uma bolha perdida no tempo e que não tem nada de interessante a nos oferecer. Os personagens passam longe de ter um arco decente o bastante para nos causar alguma emoção; Leatherface demonstra um cansaço repetitivo em não ousar com ataques-surpresa; e Sally Hardesty, a única sobrevivente da obra original, ganha uma roupagem na pele de Olwen Fouéré do modo mais ridículo possível.
Para ser justo, há uma única sequência realmente boa, em que a descartável personagem de Jessica Allain, Ruth, tenta escapar de um acidente de carro e é surpreendida pelo assassino num jogo de câmera interessante – mas que perde força ao ser reencenada em uma insistência exaurível. A fotografia é insossa e não se esquiva da paleta de cores do desértico sul dos Estados Unidos, movida pela trivialidade do amarelo e do laranja apenas para dar espaço à terrosa sobriedade da noite chuvosa; de fato, o diretor tenta fornecer um pouco de arte quando opta pela simetria dos enquadramentos, mas aparenta ter nenhum domínio de montagem – porque as quebras de ritmo são imperdoáveis. O roteiro, então, resolve seguir um padrão similar: sem pé, nem cabeça, e manchado por frases de efeito vencidas, ele começa e termina dentro de uma previsibilidade escancarada.
Em entrevista ao ComicBook.com, Garcia comentou que não se restringiu a criar uma história mais amena para a saga e investiu esforços inimagináveis para arquitetar uma narrativa pesada, ampliando as cenas de morte e regando cada quadro com o máximo de sangue que pôde. Ao menos ele conseguiu cumprir com esse aspecto da iteração e encheu os olhos do público com mortes cruéis e viscerais – que, caindo na própria armadilha, ficam risíveis pela atuação pífia de um elenco desperdiçado. Se há algo que se concretiza, entretanto, é a impassividade monotônica do personagem titular (não que isso aumente seu mistério, mas ao menos se ata à mitologia apresentada anos atrás).
Se você esperava uma redenção para tantas sequências e derivados de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, ‘O Retorno de Leatherface’ não é o que você quer; todavia, se você tem uma hora e vinte para perder de seu dia, vá em frente: a melhor coisa a ser vista é quando os créditos finais aparecem na tela.
Através das redes sociais, a Milan Records divulgou a primeira faixa oficial da trilha sonora de ‘Resident Evil: A Série’, da Netflix.
Intitulada “Venus Flytrap”, a música é composta por Gregory Reverete conta com Craig Macintyre, da banda The Goo Goo Dolls, na bateria.
O álbum completo será lançado no dia 15 de julho, um dia depois da estreia oficial do show, e contará com a canção “My Heart Has Teeth”, de deadmau5com vocais de Skylar Grey.
Lembrando que a série tem estreia agendada para o dia 14 de julho.
Em 2036, 14 anos após a dor causada por Joy, Jade Wesker luta para sobreviver em um mundo tomado por chocantes criaturas sedentas por sangue. Em meio a essa carnificina, ela é assombrada pelo passado em New Raccoon City, pela ligação do pai com a sinistra Umbrella Corporation e principalmente pelo que aconteceu à irmã, Billie.
Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) fica responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Segundo o Deadline, um terceiro filme da saga ‘Mulher-Maravilha’ ainda pode acontecer e pode trazer Gal Gadot de volta como a heroína titular.
Dois dias antes da triste notícia de que o próximo capítulo da franquia havia sido descartado, Gadot fez uma postagem em suas redes sociais celebrando o aniversário do dia em que foi escalada para o projeto, escrevendo: “neste dia, alguns anos atrás, aconteceu o anúncio de que eu iria interpretar Mulher-Maravilha. Eu sou muito grata pela oportunidade de interpretar uma personagem tão icônica e, mais do que nunca, grata a vocês. Os fãs. Os fãs mais incríveis e acolhedores do mundo. Ainda estou me beliscando para ver se eu acordo. Mal posso esperar para compartilhar o próximo capítulo com vocês”.
A Warner Bros Discovery resolveu cancelar ‘Mulher-Maravilha 3‘, que já estava com o roteiro finalizado e traria de volta Patty Jenkins como diretora.
Fontes do THR dizem que Jenkins apresentou recentemente seu roteiro, co-escrito com Geoff Johns, mas James Gunn e Peter Safran, presidentes da DC Studios descartaram a proposta por não se encaixar nos novos planos do estúdio.
Nas redes sociais, os fãs ficaram incrédulos sobre a decisão e compartilhando diversas mensagens reclamando da falta de protagonismo feminino no universo DC, após o cancelamento também de Batgirl e do filme da mágica Zatanna.
Confira as reações:
Cancelaram Batgirl, cancelaram o filme da Zatanna e cancelaram Mulher Maravilha 3
“Várias fontes disseram ao The Hollywood Reporter que Mulher Maravilha 3 de Patty Jenkins não está avançando e é considerado morto em sua encarnação atual.”
Aí eles dizem que Mulher Maravilha 3 não faz sentido com o rumo que eles estão tomando na DC mas são os mesmos que anunciam a continuação da bomba de Constantine que já faz quase 20 anos e ninguém pediu por isso
mulher maravilha 3 foi cancelado, a sequência de adão negro e man of steel é incerta, talvez essa seja a última vez que veremos jason momoa como aquaman… a warner só da tiro no pé em tudo que é relacionado a DC, já pode enterrar de vez pic.twitter.com/D7o6ClTmEU
— Lucy I speak English, my friend (@lucyevansr) December 8, 2022
Maluco, se for verdade isso que cancelaram mulher maravilha 3 eu vou ficar muito puto e triste.
— Marc está terrivelmente triste (@TargMaximoff) December 8, 2022
Como os fãs já sabem, Jenkins dirigiu e co-escreveu os dois filmes anteriores, estrelados por Gadot e lançados em 2017 e 2020.
Segundo fontes, a estrela estava a caminho de um pagamento de US$ 20 milhões para ‘Mulher-Maravilha 3‘, enquanto Jenkins teria recebido US$ 12 milhões.
A genialidade de Alan Menken dentro da música é inegável. Seus incríveis trabalham conseguem alcançar diversos públicos e possuem uma atemporalidade inenarrável, capaz de combinar a essência das árias gregas com os tons mais melodiosos do pop contemporâneo. E aproveitando o hype da adaptação em live-action de ‘A Pequena Sereia’, cuja trilha sonora foi composta por ele, resolvemos homenagear seu trabalho separando as dez melhores canções que compôs.
As animações da Disney costumam trazer solos icônicos para seus antagonistas, ajudando o público a compreender suas intenções e de que forma eles se postam como reflexos imediatos dos heróis. E, em ‘Enrolados’, Menken alcançou um novo ápice desse nicho com “Mother Knows Best” – uma memorável infusão de pop que traz a Mãe Gothel (Donna Murphy) silenciando Rapunzel (Mandy Moore) e dizendo que sabe mais que ela sobre o “perigoso” mundo lá fora.
‘Hércules’ nos leva de volta à Grécia Antiga e acompanha as aventuras de um dos personagens mais icônicos de todos os tempos – destinado a salvar Atenas e seus habitantes de caírem nas garras do maligno Hades, o Deus do Submundo. Entretanto, ele não se configura como um herói nato e deve passar por um intenso treinamento. E é aí que entra o tema “Zero to Hero”: fugindo do que poderíamos imaginar, Menken se apropria do blues, do R&B e do disco para arquitetar uma vibrante e dançante faixa guiada pelas soberbas vozes das Musas.
8. “HELLFIRE”
Filme: O Corcunda de Notre-Dame
‘O Corcunda de Notre-Dame’ é uma das investidas mais subestimadas da Disney e não teve o devido reconhecimento à época de seu lançamento. Ainda que tenha sido redescoberta anos depois, a produção chamou a atenção da crítica pela impecável trilha sonora – e a faixa que a melhor traduz é “Hellfire”, que traz uma mistura muito inteligente de ópera com cantos gregorianos e cantigas religiosas em latim. A canção revela o lado mais sombrio do Cardeal Frollo, o antagonista da narrativa, que se apaixona pela cigana Esmeralda e se vê tentado a pecar, considerando a jovem como uma bruxa e tentando se livrar de seu “feitiço luxurioso”.
A beleza de “Under the Sea” está em sua identidade. Assim como em outros filmes dos estúdios Disney, esta música utiliza-se de elementos de percussão que harmonizam com a ambientação da cena, incluindo violões, violoncelos, bongôs e tambores acústicos. A letra é acompanhada de uma fluidez própria “do fundo do mar”, levando o espectador a acompanhar as coreografias dos personagens e do crescente harmônico da cantoria, transformando a música num clássico atemporal.
6. “COLORS OF THE WIND”
Filme: Pocahontas
‘Pocahontas’ pode não ter sido o filme de maior sucesso da Casa Mouse, mas é inegável que a trilha sonora composta por Menken se configura como um ponto alto na trama. Optando por uma construção orquestral mais suave, pontilhada com violinos, violoncelos e a sutil melodia da flauta doce, “Colors of the Wind” resume muito bem a contraposição escrachada entre os nativos americanos e os colonizadores ingleses, narrando de forma magistral a simplicidade do mundo da protagonista.
A capacidade de Alan Menken de unir diversos estilos musicais em um só é invejável e quase mística. Em “Friend Like Me”, uma das obras-primas que definem a identidade da animação ‘Aladdin’, Robin Williams utiliza sua versatilidade em cena para cantar uma peça sonora composta por saxofones, bumbos e flautas – instrumentos destoantes entre si, mas que, unidos pela melodia da época com alguns toques de jazz, criam uma ambientação espetacular e catártica.
Um dos grandes ápices de ‘A Bela e a Fera’ – e talvez aquele que arranque mais arrepios e suspiros do público – é a música “Be Our Guest”. Tanto a melodia e a letra quanto a coreografia fornecem o cenário seiscentista da narrativa, combinado com a identidade essencialmente francesa. Lumière, o candelabro encantado, é o astro principal, e começa a dissertar sobre a arte do jantar e das habilidades de cada um dos habitantes do Castelo da Fera enquanto é acompanhada por notas de sanfona soberbas. O desfecho tem uma mistura híbrida de ópera italiana com certos elementos pop que conferem atemporalidade e naturalidade à cena, transformando uma simples música num espetáculo completo.
“Beauty and the Beast” é o grande tema de ‘A Bela e a Fera’, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original. É um dos temas mais românticos, sensíveis e graciosos feitos por Menken. Junto com o músico Howard Ashman (com quem trabalhou em ‘A Pequena Sereia’), o musicista arquitetou um tema sutil em que a letra fala sobre o próprio conto e sobre o sentimento de se apaixonar por alguém diferente – um dos principais motes do conto de fadas da Casa Mouse.
Essa é considerada pelos próprios realizadores de ‘A Pequena Sereia’ como a música mais importante do filme, ao ponto de brigarem com a Disney para deixarem ela no corte final do filme. Mas por que “Part of Your World” tem essa importância? Porque é a música que define a protagonista Ariel e qual é o seu sonho que irá buscar durante todo longa. O tom romântico e a letra sincera nos faz comprar como ela realmente quer conhecer e viver no mundo humano. Não é surpresa que a faixa tenha, inclusive, sido indicada ao Oscar de Melhor Canção Original.
Os momentos românticos das animações Disney são sempre tratados com bastante carinho por seus realizadores – mas “A Whole New World” tem um momento mágico indescritível, idealizado pela composição harmônica de violinos e clarinetes. À medida em que Aladdin e Jasmine se libertam das prisões de Agrabah, a música vai encontrando seu crescendo até culminar no refrão que dá nome ao título, permeado por suaves tilintares místicos e extremamente bem-vindos numa narrativa como esta.
“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.
Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
‘Grandes Hits’ (Greatest Hits), romance estrelado por David Corenswet (‘Pearl’) e Lucy Boynton(‘Bohemian Rhapsody’), já está disponível no catálogo do Star+ e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.
A trama gira em torno da vida de Harriet (Boynton), uma jovem que faz uma descoberta extraordinária: certas músicas têm o poder de levá-la de volta no tempo. E isso não é uma mera metáfora para expressar que ela vive imersa em suas lembranças – a música tem o poder literal de transportá-la no tempo.
Essas melodias concedem a Harriet a oportunidade de reviver momentos compartilhados com seu ex-namorado (Corenswet). Embora inicialmente isso possa parecer reconfortante, a protagonista se vê diante de um dilema. Harriet começa a desenvolver sentimentos por um novo interesse amoroso (Justin H. Min) no presente, obrigando-a a confrontar a decisão de permanecer ancorada no passado ou seguir em frente com sua vida.
O filme foi escrito e dirigido por Ned Benson(‘Dois Lados do Amor’).
A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.
‘Only Murders in the Building‘ é uma das produções mais aclamadas da atualidade – e fez bonito na cerimônia de vencedores do SAG Awards 2025.
A produção foi condecorada com a estatueta de Melhor Elenco em Série de Comédia. Além disso, Martin Short levou o prêmio de Melhor Ator em Série de Comédia por seu aclamado trabalho.
Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada
Segudo o Deadline, Jonah Feingold (‘Dating & New York’), Melissa DuPrey (‘Como Morrer Sozinha’) e Paulina Singer (‘Gotham) irão estrelar a comédia romântica ‘You Can Do Better’.
O projeto marca a estreia diretorial de Diego Lanao, que também assina o roteiro e estrela o longa-metragem.
O filme conta a história de dois amigos de longa data que criam um programa de namoro em Nova York. A situação se complica quando o sucesso deles acelera mais rápido do que qualquer um poderia imaginar. O projeto explora a tensão entre amor e solidão, questionando se é possível escapar da solidão ajudando outras pessoas a encontrar relacionamentos significativos.
‘You Can Do Better’ é produzido por John Iadarola, Miranda Montenegro e Francesca Escarraga.
O Adult Swim revelou o novo teaser trailer oficial da 3ª temporada de ‘Primal’, aclamada série animada adulta criada por Genndy Tartakovsky (‘Hotel Transilvânia’).
O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 11 de janeiro, com transmissão na HBO Max.
A terceira temporada de ‘Primal’ começa com uma reviravolta chocante que ressuscita Spear em uma nova forma — desprovido de memória e humanidade — e o força a vagar por um mundo brutal e indomável como uma sombra de si mesmo. Enquanto Spear luta contra paisagens selvagens e inimigos mortais, tênues ecos de seu passado começam a surgir, levando-o a um reencontro emocionante e explosivo que testará os limites da sobrevivência.
Confira:
A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.
A série foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky(‘Samurai Jack’, ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).
A elogiada animação ‘X-Men ’97’ retorna em breve com uma aguardada segunda temporada e, agora, a Marvel Studios e o Disney+ divulgaram o trailer oficial dos novos episódios.
A próxima iteração tem estreia marcada para o dia 1º de julho na plataforma de streaming.
Confira:
Os novos capítulos acompanham a equipe dos X-Men dispersa, enquanto tentam se reunir após o final da primeira temporada. Os heróis mutantes estão separados no tempo — alguns no futuro, outros no Egito Antigo, onde encontram um jovem Apocalipse — o que os força a navegar por diferentes eras para retornar aos anos 90 e deter o antigo vilão.
Lembrando que a temporada de estreia já está disponível no Disney+.
Continuando após os eventos de ‘X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.
Cal Dodd, Lenore Zann, George Buza, Catherine Disher, Chris Potter, Alison Sealy-Smith, Adrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.
‘Aves de Rapina‘ chega aos cinemas somente no que vem, mas as exibições testes foram extremamente positivas até agora, com críticos elogiando o vilão de Ewan McGregor, o tom violento do filme, e seus passos em direção a uma maior representação LGBTQ.
Mesmo assim, informações vazadas sugerem que a Warner Bros. não está muito feliz com a adaptação. Algo parecido aconteceu com ‘Liga da Justiça‘, resultando em refilmagens, cortes, atrasos…
So the audience test screening for Birds of Prey had people raving about it and the internal WB test screening seemingly had the opposite effect. So basically all I needed to be reassured. Hopefully Robbie can keep their hands off of it.
“A exibição teste de ‘Aves de Rapina‘ fez com que as pessoas delirassem, mas o teste interno da Warner Bros. teve o efeito oposto, aparentemente. Basicamente, tudo que eu precisava para ser tranquilizado. Espero que Robbie possa manter as mãos longe disso.”
A menção a Margot Robbie se refere ao dela também ser produtora do longa e, considerando que o estúdio tem grandes planos para a Harley Quinn no DCEU, a atriz deve estar planejando algo que não faça do filme um fracasso.
O filme será dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).
Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.
Diversas lançamentos da Disney previstos para 2020 acabaram sendo adiados por conta do surto de Coronavírus pelo mundo, mas o estúdio já anunciou seu novo calendário de estreias.
Ainda em 2020, serão lançados ‘Mulan’ (em julho) e ‘Viúva Negra‘ (em novembro). Em 2021, teremos ‘Os Eternos’, ‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis’, e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.
No entanto, a Disney não anunciou uma nova data de lançamento para ‘Os Novos Mutantes‘, que já vinha sofrendo por diversos adiamentos ao longo dos últimos dois anos.
Previsto inicialmente para abril de 2018, o longa foi adiado para novembro do mesmo ano, até que foi adiado para fevereiro de 2019 por causa de ajustes no roteiro e nos efeitos visuais.
Após a aquisição da Fox pela Disney, o filme havia sido remanejado para abril deste ano, mas parece que o estúdio ainda não definiu uma nova data de lançamento para a adaptação.
Até o momento, a Disney não se pronunciou sobre a ausência do longa no novo calendário e não há certeza se o filme chegará aos cinemas ou se será lançado diretamente na Disney+.
Você acha que o filme deveria ser lançado direto no streaming?
Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.
A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.
O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.
Originalmente programado para chegar aos cinemas no final de março, a aventura em live-action da guerreira Mulan foi um dos primeiros a sofrer com a pandemia e a ter sua première cancelada. Em uma jogada bastante otimista, a Walt Disney decidiu movê-lo para julho, ocupando o espaço outrora destinado a ‘Jungle Cruise’.
A aventura com Emily Blunt e Dwayne Johnson está programado para chegar aos cinemas há bastante tempo e, devido aos novos obstáculos, foi adiado em quase um ano para a temporada das férias de verão norte-americanas.
A comédia da 20th Century Studios com Ryan Reynolds também foi movida para o final do ano e irá competir com grandes bilheterias da temporada de premiações, incluindo o remake de ‘Amor, Sublime Amor’ e ‘The Last Duel’.
BOB’S BURGERS
Lançamento: 09 de abril de 2021
O longa baseado na icônica animação ‘Bob’s Burgers’ seguiu os passos de ‘Jungle Cruise’ e foi adiado em mais de um ano. O filme deveria chegar aos cinemas no dia 17 de julho de 2020, mas os planos mudaram drasticamente.
Nem mesmo Wes Anderson conseguiu prever os eventos deste ano e foi obrigado a mudar a data de lançamento de seu aguardado filme ‘The French Dispatch’. O retorno do aclamado diretor para as telonas saiu de sua estreia em julho e foi ajustado um pouco mais perto da temporada de premiações.
O problemático e vindouro ‘Indiana Jones 5’ já foi adiado diversas vezes e, levando em consideração o exorbitante número de estreias da Casa Mouse, era de se esperar que a próxima aventura do personagem titular também fosse empurrada no cronograma. O longa, ainda sem título oficial, foi adiado em mais de um ano e chegará aos cinemas apenas em 2022.
ARTEMIS FOWL
Lançamento: ainda não confirmado
Anteriormente programado para maio de 2020, a adaptação de ‘Artemis Fowl’ foi removido do cronograma da Disney e será lançado na sua própria plataforma de streaming. Entretanto, uma nova data ainda não foi anunciada.
Apesar do otimismo dos fãs e da própria Marvel, era só uma questão de tempo até que a Marvel decidisse adiar ‘Viúva Negra’ para uma data mais comercial. O filme abriria de modo glorioso a Fase 4 do MCU e a mudança em questão criou um efeito dominó em todas as produções da companhia.
O público vai ter que esperar um pouco mais para ver a estreia de Angelina Jolie no panteão super-heroico. ‘Os Eternos’ foi adiado em apenas alguns meses, mas chegará às telonas apenas em 2021.
SHANG-CHI E A LENDA DOS DEZ ANÉIS
Lançamento: 07 de maio de 2021
O anúncio de ‘Shang-Chi’ durante a mais recente D23 agradou a muitos fãs dos quadrinhos que não viam a hora do primeiro herói nipo-americano ser levado para os cinemas – mas a produção também caiu no efeito dominó e foi adiada de fevereiro para maio de 2021.
DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA
Lançamento: 05 de novembro de 2021
O primeiro filme confirmado de terror do MCU trará as aventuras do Dr. Stephen Strange ao lado da poderosa Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate – e vários boatos sobre o plot já viralizaram na internet. O longa, entretanto, foi adiado em vários meses e estreia, agora, no final do ano que vem.
THOR: AMOR E TROVÃO
Lançamento: 18 de fevereiro de 2022
É chegada a hora de Thor passar o martelo para Jane Foster, e de Chris Hemsworth deixar Natalie Portman brilhar mais uma vez no panteão Marvel. Mas, devido à pandemia e ao efeito dominó iniciado com ‘Viúva Negra’, a nova saga asgardiana chegará aos cinemas em fevereiro de 2022.
Uma boa notícia para os fãs: a aguardada sequência de ‘Pantera Negra’, que tornou-se o primeiro filme de herói a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, não teve seu lançamento alterado e permanece fixado em maio de 2022. Detalhes sobre a narrativa não foram divulgados ainda.
Mais uma boa notícia: ‘Capitã Marvel 2’ também teve sua data alterada, mas, ao contrário do que os fãs podem pensar, o longa chegará duas semanas mais cedo aos cinemas. Brie Larson retorna para o papel titular.
Algumas produções ainda permanecem sem novas datas, como ‘Espírito Obscuros’ e ‘Os Novos Mutantes’. Novas informações devem ser anunciadas logo.
Vale lembrar que os porta-vozes da Disney pedem para lembrar que, devido à constante incerteza da pandemia, todas as novas datas podem ser alteradas mais uma vez.
O Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ será lançado em março do ano que vem na HBO Max, e os fãs estão acumulando bastante expectativas desde o anúncio da produção.
E parece que um dos focos da nova versão serão os efeitos visuais, algo que foi bem criticado na versão concluída por Joss Whedon em 2017.
Durante uma entrevista com a jornalista Grace Randolph, Snyder tocou no assunto e apesar de não comparar a nova versão com ‘Vingadores: Ultimato‘, ele disse que:
“A nova versão é uma extravagância de efeitos visuais e eu diria que usamos mais desses recursos que qualquer outro filme do gênero. Eu estou muito satisfeito com o trabalho de toda a equipe. Eles estão trabalhando incansavelmente todos os dias desde que ganhamos sinal verde. Já temos 75% dos efeitos finalizados e estamos fazendo isso com muito amor e dedicação.”
Há alguns dias, Snyder surpreendeu os fãs ao divulgar um curto e intenso trecho da trilha sonora original do longa.
Durante a sua participação em um episódio do TheFilmJunkee, no YouTube, ele compartilhou um vislumbre de um poderoso riff de guitarra da trilha sonora composta por Junkie XL (Tom Holkenborg), que estará no corte final da nova versão.
Ao longo da sua participação, o diretor ainda revelou que eles já iniciaram a fase de exibição do filme para alguns executivos da Warner Bros.
Confira o momento em que Snyder divulgou parte da trilha:
Lembrando que ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).
Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.
Desde que Pierce Brosnan (‘Mamma Mia’; ‘007’) foi escalado como Kent Nelson/Sr. Destino na adaptação de ‘Adão Negro‘, os fãs estão extremamente curiosos para saber como será a 1ª aparição live-action do herói em um filme.
E, pelo visto, Brosnan está igualmente animado para que os fãs vejam o resultado de seu trabalho.
Em entrevista para o Collider, o astro elogiou a dedicação deDwayne Johnson ao papel e disse que a Sociedade da Justiça vai lidar com um grande desafio na trama.
“Foi muito estimulante trabalhar nesse filme. Eu me diverti muito com [o diretor] Jaume Collet-Serrae comDwayne Johnson, ele é um exemplo de dedicação e consegue contagiar todos ao redor. Ele está no auge da carreira, tem fama, sucesso e popularidade, e não perde a humildade.”
Ele continuou, falando sobre o visual de seu personagem e sobre a dinâmica da Sociedade.
“Eu sempre brinquei com meus filhos que estava parecendo o Dumbledore porque deixei crescer a barba e já estou passando do grisalho para os cabelos brancos, então o Sr Destino é meio que um rei ou um feiticeiro barbudo, o que eu achei bem legal. Mas esse filme é sobre um conjunto de heróis. Nós somos a Sociedade da Justiça e somos quatro, então nos tornamos um quarteto muito ligado durante as gravações, a equipe vai lidar com grandes desafios ao longo do filme, o roteiro está muito, muito bom. Como ator, às vezes você pensa que seria legal protagonizar pelos menos três cenas de tirar o fôlego, mas aqui foi em quase todo o filme. Mal posso esperar para ver o resultado final junto com o público.”
Lembrando que ‘Adão Negro’ também vai apresentar o Gavião-Negro (Aldis Hodge), a Ciclone (Quintessa Swindell), Adrianna Tomaz (Sarah Shahi) e o Esmaga-Átomo (Noah Centineo).
A estreia está marcada para julho de 2022.
Há algumas semanas, Dwayne Johnson publicou uma imagem caracterizado como o personagem em meio a um cenário destruído.
Infelizmente, o astro está de costas e a imagem é em preto e branco, mas é possível notar os detalhes textura do traje, que parece semelhante aos trajes usados pela Família Shazam.
Na legenda, ele escreveu:
“Esta imagem de ‘Adão Negro’ dá a você uma sensação tátil da escala e tamanho do nosso filme… E da apropriada destruição apropriada. Os super-heróis têm um código de justiça e não matam os bandidos, diferente do Adão Negro. A hierarquia de poder no Universo DC está mudando. O anti-herói. O homem de preto. O protetor do povo. Adão Negro.”
Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Enquanto os fãs aguardam pela estreia do reboot de ‘Os Monstros‘, o diretor Rob Zombie (‘Rejeitados pelo Diabo’) continua revelando novidades dos bastidores.
Em sua mais recente publicação no Instagram, o cineasta compartilhou um vídeo mostrando Herman (Jeff Daniel Phillips) e Lily Monstro (Sheri Moon Zombie) dançando em um momento descontraído.
O casal aparece junto com o personagem Tio Gilbert, uma espécie de monstro marinho.
Confira:
“Chegaram ao fim das cenas do bom e velho tio Gilbert! Obrigado por nadar e dizer olá.”
Desde que foi anunciado que Zombie estava trabalhando em um adaptação da clássica série para o cinema, os fãs da clássica série de TV ficaram entusiasmados com a proposta.
Mas, quem esperava ver o título nas telonas pode ficar decepcionado…
De acordo com o Comic Book, o cineasta está produzindo o longa em parceria com a Universal Home Entertainment, o que indica que o filme deve estrear no mercado de streaming.
Nos últimos meses, a referida divisão da Universal Pictures tem se concentrado em trazer mais conteúdo original para sua plataforma, a Peacock.
Por conta disso, não será nenhuma surpresa se a nova versão de ‘Os Monstros‘ chegar ao catálogo do serviço de streaming de forma exclusiva.
Ainda sem previsão de estreia, o longa ganhou classificação PG da Motion Picture Association, órgão que regulamenta a faixa etária de filmes e séries nos EUA (via FilmRatings).
Para quem não sabe, o padrão PG é liberado para o público em geral sob orientação de pais e tutores de menores de 13 anos.
A classificação provavelmente será um alívio para os fãs dos personagens, já que eles sempre foram simpáticos e familiares, apesar de seus visuais dignos de Halloween.
Ainda assim, o longa é descrito como uma adaptação com “material macabro e sugestivo para pessoas sensíveis devido a imagens e linguagens assustadoras.”
Para quem não conhece, a série original teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios.
A trama acompanha uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano.
O chefe da família é Herman, funcionário de uma funerária, e que possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco lenta e infantil. Ele é casado com a vampira Lily, quem toma todas as dcisões no lar. Assim como ela, o vovô também é um vampiro e se veste como o Conde Drácula.
O filho deles se chama Eddie, um lobisomem mirim ainda na escola. E também há Marilyn, uma adolescente muito bonita que é sobrinha do casal, a única de aparência humana.
Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de Herman os fazia fugir. Ele e Marilyn achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.
Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio.
Exibida entre 1988 a 1991, a nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência malsucedida do vovô.
O longa acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.
Originalmente, ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.
A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.
De acordo com a Variety, a Focus Features agendou o lançamento do remake de ‘Nosferatu’, dirigido porRobert Eggers (‘A Bruxa’), será lançado em 25 de dezembro de 2024.
‘Nosferatu‘ é uma adaptação do romance ‘Drácula‘, deBram Stoker, com nomes de personagens alterados para não levar processo dos herdeiros do escritor. O diretor acabou sendo processado por violação de direitos autorais, e a justiça ordenou a destruição das cópias do filme. Porém, o filme foi restaurado e relançado recentemente (assista abaixo!).
A história acompanha Conde Orlok, um vampiro que se apaixona perdidamente por Ellen e traz o terror à cidade dela. ‘Nosferatu‘ é considerado um dos primeiros representantes do gênero de terror no cinema. Em 1979, teve uma refilmagem dirigida por Werner Herzog.
Anteriormente, a.nova versão do terror ganhou uma imagem inédita destacando o personagem de Hoult (‘Renfield’), chamado Thomas Hutter.
Assustado, Hutter fica frente a frente com o que parece ser Conde Orlok, o vampiro que será vivido por Skarsgård (‘It – A Coisa’).
Confira:
Há alguns meses, Eggers disse ao site da revista que está indo além do próprio limite como realizador para dar vida ao projeto.
“Estou tentando ir além da minha capacidade”, ele conta. “Como sempre, é uma ambição difícil. Na noite passada, estávamos fazendo uma cena em um navio, com muita chuva e muitas ondas, e o defletor de chuva (que tenta jogar a água da chuva para longe das lentes) estava quebrando. Passei os últimos dias trabalhando apenas com marinheiros russos em um barco”.
Eggers continua: “fico muito feliz de ter feito ‘O Homem do Norte’ antes e ter aprendido o que aprendi. Quando penso no plano de produção de ‘Nosferatu’ que tínhamos a princípio, tenho certeza de que iria dar um jeito – mas não é difícil imaginar [o filme] sendo um fracasso”.
Também foi revelado que o longa terá um estilo reminiscente do romantismo do século 19.
“‘Nosferatu‘ de Robert Eggers é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”
Antes do cinema se estabilizar como a segunda casa dos super-heróis, os vídeo games já eram povoados por eles
Com o recente lançamento de Marvel’s Avengers para PS4, Xbox One e PC ficou mais uma vez comprovado que o nicho de quadrinhos não só é um dos mais queridos dos games como também um dos mais lucrativos para as desenvolvedoras. O novo jogo, ao contrário de seus irmãos do gênero, promete ser uma experiência muito mais voltada para o multiplayer cooperativo de estilo action role-playing (que mistura elementos de jogos de ação com personalização de personagem, como em um RPG).
Desde a primeira consolidação do mercado de games como um empreendimento viável (isto é, antes da crise de 1983) essa plataforma tem servido como uma efetiva forma de divulgar lançamentos do meio cultural, do cinema principalmente. Porém, personagens de quadrinhos também são tradicionalmente figurinhas carimbadas nessa área, inicialmente tendo jogos voltados para promover seus filmes mas eventualmente com o foco deles direcionado para contar novas histórias sobre essas mitologias.
Segundo o Guiness Book o primeiro jogo eletrônico a ter um personagem oriundo de quadrinhos foi Superman para Atari 2600, lançado no ano de 1979. Considerado um dos primeiros jogos single-player (voltados para um único jogador ao invés de dois) a ser lançado para o Atari, ele em si apresentou outras inovações para a época: o primeiro uso da ferramenta de pausa, uso de múltiplas telas durante a jogatina, primeiro uso de uma marca registrada para um jogo e um enredo que, se não é dos mais complexos, é direto e identificável com o personagem título.
momento de transformação de Clark Kent para Superman dentro da cabine telefônica
Com a chegada dos anos 90, o mercado de consoles domésticos viu o surgimento de novos produtos com capacidade gráfica mais ampla, que inundavam o mercado. Neste período a competição entre a Sega e a Nintendo estava em seu auge com ambas as empresas lançando consoles do nível do Sega Genesis e Super Nintendo. Por volta de 1992 foi lançado Batman Returns, game no estilo beat ‘em up (andar pelo cenário e bater em tudo que surge) com o objetivo de promover o filme de mesmo nome.
Apesar de não apresentar nenhuma grande novidade para a indústria, o produto foi muito elogiado por seu visual e trilha sonora. Nesse mesmo ano uma das equipes mais conhecidas da Marvel, os X-Men, ganharam um jogo também no estilo beat ‘em up que também não trouxe grandes novidades para o gênero mas foi elogiado pela simplicidade e diversão.
Com a chegada do ano de 1994 os mutantes da Marvel foram agraciados com um de seus títulos mais queridos dee todos os tempos: X-Men: Mutant Apocalypse; jogo estilo beat ‘em up desenvolvido pela Capcom e lançado para o Super Nintendo. Este foi mais um exemplar que soube se destacar pelo visual colorido dos cenários de fundo aliado ao design de personagens que remetiam a hit da época X-Men: animated series, além de ter um gameplay comparado à época ao de Street Fight.
Visual de Mutant Apocalypse foi inspirado na clássica série animada
Porém, nem só de elogios viveu o nicho de quadrinhos nos videogames. Aquele que é considerado um dos, ou até o pior jogo da história veio deste grupo. Foi em maio de 1999 que os jogadores de todo o mundo viram a chegada do “marcante” Superman: The New Superman Adventures, ou chamado apenas de Superman 64, lançado exclusivamente para o Nintendo 64.
Desenvolvido pela Titus Software o jogo possui inspiração visual nos traços de Bruce Timm para a série animada do Superman e nele o jogador controla o personagem título em um mapa aberto e 3D, com visão em terceira pessoa. No enredo Lex Luthor consegue prender os amigos do herói em uma versão virtual de Metrópoles, obrigando assim que o protagonista enfrente uma série de desafios nesse novo ambiente.
Durante toda o seu desenvolvimento o jogo sofreu interferências constantes tanto da Warner Bros. quanto da DC Comics, que não desejavam que seu personagem fosse usado em um jogo violento. Isso rendeu diversas modificações e aditamentos durante a produção, além de uma eventual pressa na hora de finalizar o produto. Muitas das notas baixas que o jogo recebeu foram em virtude de má otimização dos controles, gráficos abaixo do que o Nintendo 64 podia entregar, jogabilidade problemática e bugs constantes relacionados a cenário.
A chegada dos anos 2000 trouxe com ela tanto um início de grandes produções do gênero de quadrinhos no cinema (encabeçados por X-Men no ano 2000) quanto pela nova geração de consoles que se apresentava (Playstation 2 e Xbox). Motivados pelos novos filmes de personagens da Marvel que saíam, muitos jogos voltados tanto para divulgar esses lançamentos quanto para trabalhar de maneira geral a história dos personagens foram postos a venda.
Spider-Man de 2000 foi um exemplo; jogo esse inspirado na série animada de 1994 não seguia a risca o que a série havia estabelecido, mas sim se inspirando na contraparte dos quadrinhos. Com o intuito de promover o filme homônimo, em 2004 foi lançado Spider-Man 2 (para Playstation 2) que não seguia a risca a história da versão cinematográfica mas apenas o visual do traje usado por Tobey Maguire para contar uma história mais ampla.
Com a chegada do ano de 2008 veio a grande revolução do gênero, esta representada pelo lançamento de Batman: Arkham Asylum. Fortemente inspirado na visão séria de Christopher Nolan, a desenvolvedora Rocksteady juntou isso à estética gótica presente nas histórias do homem morcego para contar uma trama que consegue apresentar bem alguns dos seus vilões mais conhecidos sem deixar de lado a tradicional relação entre o vigilante e seu arqui-inimigo, o Coringa.
O clássico Arkham Asylum que elevou o patamar do gênero
O roteiro assinado por Paul Dini, veterano de trabalhos com o Batman na televisão e quadrinhos, dedica o devido valor à mitologia do herói e sabe como apresentar perfeitamente cada elemento consagrado do mesmo. Além disso, entrega uma história que não apela para violência gráfica mas também instiga o jogador a ir até o fim. Tecnicamente ele também foi um divisor de águas, a começar pelo sistema de combate que trabalha com elementos de stealth (furtividade) e lutas envolvendo contra-ataques gerados de maneira simples.
As famosas engenhocas do cinto de utilidades também se mesclam perfeitamente ao que o jogo propõe, servindo para formar combos ofensivos poderosos. A série contou com mais duas continuações e uma prequel desenvolvida por outro estúdio, tornando ela uma das séries mais aclamadas da indústria. Mais recentemente, em 2018, o jogo Marvel Spider-Man para playstation 4 contou com o uso de mecânicas de combate parecidas com as da série Arkham, além de um enredo também muito bem trabalhado, e foi igualmente bem recebido por público e crítica.
Os fãs da icônica franquia ‘Karatê Kid‘ podem esperar ansiosamente pelo lançamento do próximo filme, que será lançado em 12 de dezembrode 2024.
Agora, novas informações sobre a trama detalhada do filme foram reveladas graças ao Production List.
De acordo com a descrição fornecida, a história gira em torno de Li, um lutador habilidoso e estudante em Pequim, cuja vida sofre uma reviravolta quando sua mãe decide se mudar com ele para o Brooklyn, nos Estados Unidos, em busca de uma oportunidade de trabalho.
Li traz consigo uma tragédia do passado que ainda o atormenta, e sua jornada se entrelaça com a de sua mãe, que lida com o mesmo evento traumático de maneira completamente diferente.
Enquanto a mãe de Li é contra a violência e o Kung Fu, ele encontra um novo propósito ao treinar Victor, um ex-boxeador que agora é dono de uma pizzaria, ao mesmo tempo que ele mesmo volta ao mundo dos ringues.
Ainda há a expectativa de uma participação especial do Sr. Han, icônico personagem interpretado por Jackie Chan, mas nenhuma informação foi oficialmente confirmada pela Sony.
Em entrevista ao podcast 20 Questions, do Deadline, Ralph Macchio afirmou que não tem informações precisas sobre o projeto e que seu foco atual é a conclusão da última temporada de ‘Cobra Kai‘.
“Eu sei que está em planejamento. Em planejamento nem sempre significa que estará nos cinemas, então não sei em que nível isso está e qual história exata está sendo pensada”, disse Macchio.“Para mim, agora, trata-se de terminar ‘Cobra Kai’ e torná-la a melhor última temporada de todas.”
Por enquanto, ainda não há maiores informações sobre o filme além da previsão de estreia.
Enquanto isso, vale lembrar que a 5ª temporada de ‘Cobra Kai‘ já está em exibição na Netflix.
Relembre o trailer:
No novo ciclo, “depois do resultado chocante do Torneio Regional, Terry Silver tenta expandir o império Cobra Kai e fazer o estilo de caratê ‘sem compaixão’ dominar a região. Com Kreese preso e Johnny Lawrence longe do caratê para reparar os danos que causou, Daniel LaRusso precisa pedir ajuda a uma pessoa do passado”.
‘Cobra Kai’ se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).
A atriz Kristen Stewart, conhecida por interpretar Bella Swan na saga ‘Crepúsculo’, revelou que só participaria de um filme de super-herói se fosse dirigido por Greta Gerwig (‘Barbie’).
Segundo o ComicBook, Stewart considera a ideia de um filme de super-herói um “pesadelo”, mas acredita que Gerwig poderia fazer um filme do gênero que fosse interessante e pessoal.
“Na verdade, soa como um pesadelo. Mas talvez o mundo mude. Se Greta Gerwig me pedisse para fazer um filme da Marvel, então eu faria”.
Stewart também criticou o sistema atual de filmes de super-heróis, dizendo que é “algorítmico e estranho” e que não permite que o público se identifique com os personagens.
“Gosto de filmes grandes porque gosto que as pessoas os assistam quando estou neles. O sistema teria que mudar. … O que acaba acontecendo é essa experiência algorítmica e estranha onde você não pode sentir nada pessoal sobre isso.”
Vale ressaltar que Greta Gerwig é reconhecida por dirigir filmes aclamados como ‘Barbie’, ‘Adoráveis Mulheres’ e ‘Lady Bird: A Hora de Voar’.
Além disso, o próximo filme de Stewart, ‘Love Lies Bleeding – O Amor Sangra’, um thriller produzido pela A24, o filme chega aos cinemas em 1º de maio.
Segundo longa da diretora britânica Rose Glass (‘Saint Maud’), o filme teve sua première mundial na Mostra Midnight do Festival de Sundance, e também já foi exibido nos festivais de Berlim e de Glasgow, entre outros.
A produção, que está com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, estreou em 6º lugar nas bilheterias americanas, com a melhor média de público por sala do ano.
A trama mistura comédia, crime, paixão queer e thriller de vingança em meio à paisagem desértica de uma pequena cidade do Novo México, nos Estados Unidos. O filme conta a história de Lou (Kristen Stewart), uma gerente de academia que se envolve com Jackie (Katy O’Brian), uma aspirante a fisiculturista.
‘Love Lies Bleeding – O Amor Sangra‘ é o novo lançamento do estúdio americano A24, responsável por títulos como ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘, ‘A Baleia‘ e ‘A Bruxa‘.
“O filme passa a ideia de personagens femininas fortes e questiona o que as pessoas querem realmente dizer com isso”, explica a diretora. “Sempre quis fazer algo sobre uma fisiculturista, com uma força inegável, tanto mental como física, e que depois vê essa força ser aproveitada e manipulada por aqueles que a rodeiam.”
‘Love Lies Bleeding – O Amor Sangra‘ é ambientado nos anos 1980, no universo do fisiculturismo. “Foi a última década do excesso, à beira do niilismo dos anos 1990. Parecia que o excesso estava prestes a atingir seu auge antes de desmoronar, inevitavelmente. O fisiculturismo, juntamente com os esteroides que Jackie usa, tornaram-se uma forma de refletir sobre os perigos da artificialidade e da ambição pela ambição, da força pela força”, explica Glass.
Segundo o Deadline, Chalamet descreveu os cinco anos que passou se preparando para o papel como “a maior educação que um jovem artista poderia receber”.
“Prometi a mim mesmo que seria breve e direto, porque Bob Dylan era um homem de poucas palavras”, disse ele ao pegar o microfone durante o Gotham Awards na noite passada.
“Se você já é fã de Bob Dylan, isso fará todo sentido para você. Se você não conhece o trabalho dele, talvez nosso filme possa servir como uma humilde porta de entrada para um dos grandes poetas e cronistas do nosso tempo”, afirmou Chalamet. “Sou grato a todos que se dedicaram a esse projeto, a todos que me ajudaram nesse processo”.
Oscar Isaac também destacou o excelente trabalho de Chalamet.
“Quero dizer, é Dylan — o Sagrado dos Sagrados — e simplesmente não parecia certo. Aí o Timmy pega sua guitarra e começa a tocar Girl From The North Country. Agora, essa é uma música que eu conheço profundamente. Ouvir esse garoto, que tinha acabado de começar a aprender guitarra, que não cantava muito e que não estava tão familiarizado com a música de Dylan, abordar essas músicas não como se estivesse aprendendo algo novo, mas como se estivesse lembrando de algo que sempre soubera, apenas redescobrindo”.
O diretorJames Mangold também refletiu sobre a jornada de cinco anos com Chalamet. “Começamos em Toronto em 2019 e, desde então, sinto que caminhamos juntos, compartilhando letras de músicas, compartilhando música… Estivemos esperando para fazer este filme por muito tempo e nos preparando para isso. E a alegria disso, para mim, mais do que qualquer coisa, tem sido… fazê-lo e compartilhar esse grande, grande processo”.
Segundo a 20th Century Studios Brasil, o longa tem estreia prevista para o dia 27 de fevereiro de 2025 em todo o país.
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