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‘Citizen Vigilante’: Filme de Uwe Boll com Armie Hammer conquista 8% no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Citizen Vigilante’, novo filme do polêmico diretor Uwe Boll, considerado por muitos um dos piores cineastas da história, e estrelado por Armie Hammer, estreou sendo massacrado pela crítica. No Rotten Tomatoes, o longa registra apenas 8% de aprovação da crítica, com base em 13 avaliações, enquanto o público deu 94% de aprovação.

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No consenso das críticas, o filme foi duramente atacado por seu roteiro fraco, direção desastrosa, narrativa confusa e pelo que muitos consideram um fracasso na tentativa de retorno de Uwe Boll aos holofotes. Diversos críticos também apontaram que nem a atuação de Armie Hammer foi suficiente para salvar a produção.

“O filme é tão surpreendentemente ruim que chega a parecer que o roteirista, diretor e produtor Uwe Boll está deliberadamente sabotando seu astro, Armie Hammer, cuja tentativa de retorno à carreira só pode ser prejudicada por este projeto”, disse Todd Gilchrist da Variety.

“‘Citizen Vigilante’ é exatamente o tipo de filme, completamente superficial e incompreensível, mas carregado de mensagens políticas, feito para pessoas que acreditam que os imigrantes são os responsáveis por todos os crimes violentos no Ocidente, servindo como uma justificativa para defender sua pátria”, disse Jonathon Wilson da Ready Steady Cut.

“Enterrado sob reviravoltas de roteiro questionáveis, uma atuação principal sem vida, uma linha do tempo desnecessariamente confusa e uma trilha sonora exagerada, há uma parábola discriminatória que consegue ser mais entediante do que ofensiva”, disse Joseph Robinson do Fish Jelly Films.

Uwe Boll laça Armie Hammer com seu mais novo laço de incompetência em Citizen Vigilante, um monte de lixo hipócrita que saqueia o desgastado modelo de vigilantismo de Desejo de Matar (Death Wish) e amplifica sua xenofobia por meio da propaganda de extrema direita”, disse Nicholas Bell do Fish Jelly Films.

Uwe Boll laça Armie Hammer com seu mais novo laço de incompetência em Citizen Vigilante, um monte de lixo hipócrita que saqueia o desgastado modelo de vigilantismo de Desejo de Matar (Death Wish) e amplifica sua xenofobia por meio da propaganda de extrema direita”, disse Peter Bradshaw do Guardian.

“Como thriller, o filme conta com uma atuação convincente de Armie Hammer, além de trazer comentários relevantes sobre ética judicial e corrupção institucional. No entanto, infelizmente, sofre com uma narrativa sem brilho e previsível”, disse Yasser Medina do Cinefilia.

‘Citizen Vigilante’: Diretor defende filme após BANIMENTO na Alemanha por acusação de incitação à “violência contra imigrantes”

Atualmente, o longa está disponível na América do Norte por meio das plataformas iTunes, Amazon, Fandango e Google Play. De acordo com Boll, o filme já arrecadou cerca de US$ 600 mil.

Como o orçamento da produção foi de aproximadamente US$ 2 milhões, o diretor ainda busca recuperar o investimento antes de tirar do papel a sequência, prevista para o próximo ano.

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O filme se chamaria ‘The Dark Knight‘, mas teve seu título alterado para ‘Citizen Vigilante‘ após os produtores receberem uma notificação extrajudicial da Warner Bros.

Baseado em um roteiro original de Boll, Hammer interpreta Sanders, um homem que decide fazer justiça com as próprias mãos, iniciando uma missão para caçar criminosos. Enquanto sua cruzada o transforma em uma sensação nas redes sociais e em um herói aos olhos do público, o chefe de polícia local o vê como uma ameaça à sociedade e tenta impedi-lo.

Vale lembrar que, após dirigir fracassos como ‘House of the Dead’, ‘Alone in the Dark’ e ‘BloodRayne’, o diretor Uwe Boll anunciou sua aposentadoria aos 51 anos, em 2016.

Na época, ele ficou furioso ao ser eleito o pior diretor da história do cinema e criou um abaixo-assinado, prometendo parar de dirigir filmes caso o número de assinaturas chegasse a 1 milhão — o que realmente aconteceu.

Armie Hammer está tentando reaver sua carreira após ser banido de Hollywood em 2021 por acusações de assédio e tentativa de canibalismo em 2021.

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Por que os filmes não são tão bons como antigamente? Renato Marafon faz um DESABAFO nostálgico…

Será que vai existir um novo ‘Esqueceram de Mim‘? Essa dúvida veio na minha cabeça depois que eu assisti ‘Um Natal Ex-Pecial‘ na Netflix. O streaming arrasou em trazer a minha eterna musa da adolescência Alicia Silverstone de volta em um filme de Natal, que é uma farofinha gostosa, mas não tem o impacto que os filmes antigos tinham. É um clichê bem executado. Estamos vivendo em um momento à base da nostalgia: reciclar o que funcionou e adicionar elementos que nos lembrem do passado. Os anos 80 e 90 nunca estiveram tão na moda quanto hoje em dia. Temos até a volta do chocolate Surpresa. Mas me indaga a pensar o que nos faz se apegar tanto às décadas passadas.

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Os filmes traziam histórias inovadoras e desbravadoras, como ‘Jurassic Park‘ e ‘ET‘, e elas continuam sendo revividas nos cinemas com sequências e derivados, mas não possuem o mesmo impacto narrativo que tiveram outrora. E isso me faz pensar no que consumimos e no que queremos consumir. Ficou muito mais fácil reviver histórias antigas do que iniciar novas. Quais filmes modernos viraram franquias? Em que momento paramos de idealizar novas histórias para viver apenas de histórias que já conhecemos e que nos trazem conforto?

É muito difícil achar um filme atual bom, seja nos streamings ou nos cinemas, mas também quando eles chegam poucas pessoas tem acesso ou interesse. As histórias mais interessantes acabam chegando em poucas salas de cinemas, passando batido, e quem sabe uma hora encontramos em algum streaming. Eu pude ver alguns filmes muito interessantes em festivais de cinema. ‘Baby‘ foi um deles.

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Baby

E aí começa um novo problema, de como você pode acessar novas histórias. Indiquei o filme para um amigo, mas não estava nos streamings que ele assinava. E ele já assinava vários. Não dá para assinar mais um streaming só pra ver um filme que não está no seu streaming. Antes você ia na locadora e escolhia um filme. Pronto. Simples. Agora, são dezenas de streamings a rodo. Muito conteúdo, mais do mesmo. E quando você quer indicar um filme, não está no streaming que a pessoa assina. E cá estou de novo em um retrato nostálgico sentindo saudade das velhas locadoras. “É só comprar o filme no streaming, uai”. Fato. Mas de repente voltamos na era da TV a cabo. O filme que quero sempre parece estar no streaming que não assino. E quantos streamings…

Ficar zapeando e procurando um título bom pra assistir, horas e horas. Uma busca solitária. Sem a interação das videolocadoras e sem o charme de pedir ajuda para o atendente. Quem sabe até descolar o VHS lançamento que está escondido embaixo do balcão para os clientes VIPs? Ou se deparar com a fita de Faces da Morte e ficar morrendo de medo? Ou dar uma envergadinha para a sessão adulta com medo de ser descoberto? Ah, que saudade das videolocadoras.

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Videolocadoras e a quantidade de opções

Me faz pensar que nossos sentimentos ao assistir a um filme não estavam só no produto em si, mas em toda a jornada para descobri-lo. A magia dos filmes antigos talvez estava na história que nos levou a eles. Hoje temos muitas ofertas, mas tudo parece mais do mesmo. Antes, blockbusters eram raros e preciosos. Quando um blockbuster ia ser lançado, tinhamos meses de preparação. Lembro de ir comprar a revista SET para saber como o Stephen Sommers conseguiu transformar o The Rock em um Escorpião na sequência do maravilhoso ‘A Múmia‘. Que filme delicioso. Hoje vejo quão porco foi o CGI, mas na época eu não me importava. Foram meses me preparando para aquele lançamento, com filas no cinema. 1999 foi o melhor ano da história do cinema. E ‘Independence Day‘? E o que foi o fuá em torno de ‘A Bruxa de Blair‘? Eu nunca sai tão aterrorizado do cinema em imaginar que sim, aquilo podia ter sido verdade e foi vendido como. Que marketing genial, meu Deus. E nem vou falar de ‘Matrix‘ por que esse merece uma matéria só pra ele. Quando teremos algo parecido? O Bug do Milênio nos bugou? A internet nos deixou muito acelerados? Sem paciência?

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Matéria de O Retorno da Múmia na revista SET

Isso me leva a pensar que hoje estamos pecando pelo excesso. Temos um blockbuster chegando por fim de semana nos cinemas, um filme imperdível. Você precisa ver. “Não perca, hein?”. As vezes até dois blockbusters no mesmo fim de semana, como o fenômeno ‘Barbenheimer‘. Mas as histórias não parecem mais tão atrativas, e bora rebuscar o passado pra reviver uma história confortante. Amo. ‘Pânico 7‘, ‘Eu Sei o Que vocês Fizeram no Verão Passado‘ (dessa vez eu preferia não ter sabido), a estafa dos super-heróis. Muitas sequências. Poucas histórias inéditas. Nos apegamos ao passado e às franquias. Salvo algumas excessões, como ‘Pecadores‘, ‘Faça Ela Voltar‘ e ‘O Agente Secreto‘. E de repente, ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ volta aos cinemas e estreia em segundo lugar nas bilheterias. Levou 373 MIL pessoas aos cinemas. Em um dia. Um filme lançado há 20 anos. Estamos relançando filmes antigos. Acho que não sou só eu que estou nostálgico.

Sem entrar no tabu da qualidade do conteúdo ofertado hoje em dia tanto nos cinemas quanto nos streamings, que me faz ter saudades imensas de passar as manhãs assistindo os mesmo episódios de ‘A Caverna do Dragão‘ no Xou da Xuxa. Eram episódios repetidos que pareciam novos, tamanha a complexidade. Falando nisso, quando conseguir, assista ao fofo filme nacional ‘O Último Episódio‘, de Maurílio Martins. Um coming of age delicioso que se passa nos anos 90 e aborda toda essa nostalgia. O filme saiu em poucas salas de cinema, e em breve deve chegar ao streaming. Espero que seja em um streaming que você assine. Risos.

Mas eu queria saber de você. Por que estamos tão apegados às histórias do passado e por que não nos interessamos pelas histórias novas? O que falta? Qualidade? Conteúdo?

Joby Baker, astro de comédias da Disney e parceiro de Elvis Presley nas telas, morre aos 92 anos

O ator e comediante Joby Baker, que marcou o cinema e a televisão nas décadas de 1960 e 1970, faleceu no último dia 22 de junho, de causas naturais, em Mount Kisco, Nova York. A informação foi confirmada pela família ao Deadline.

Curiosamente, a perda ocorreu apenas dez dias após a morte de Ronnie Schell, seu grande amigo e colega de elenco na clássica sitcom Good Morning World (1967).

Na famosa série da CBS, que também revelou a atriz Goldie Hawn, Baker e Schell interpretavam uma carismática e oposta dupla de locutores de rádio.

Nascido em Montreal, no Canadá, em 26 de março de 1934, Joseph N. Baker começou a atuar cedo antes de tentar a sorte em Hollywood. Nas telonas, ele se especializou em comédias leves e produções juvenis que definiram uma era. Entre os seus trabalhos mais memoráveis no cinema estão:

Durante os anos 1960 e 1970, Baker tornou-se uma figura carimbada nos estúdios Disney, integrando o elenco de produções populares da época como ‘The Adventures of Bullwhip Griffin’ (1967), ‘Blackbeard’s Ghost’ (1968) e ‘Superdad’ (1973), onde contracenou com um jovem Kurt Russell.

Apesar do sucesso no cinema, foi na televisão que ele construiu sua carreira mais prolífica. Desde os anos 1950, acumulou participações em séries dramáticas e cômicas de grande audiência, incluindo:

  • ‘The Alfred Hitchcock Hour’
  • ‘The Dick Van Dyke Show’
  • ‘The Streets of San Francisco’
  • ‘Barnaby Jones e Simon & Simon’

A partir do final da década de 1970, Baker começou a se afastar gradualmente das telas para se dedicar a outra grande paixão: as artes plásticas. Como pintor e escultor, realizou exposições aclamadas pela crítica em galerias de Los Angeles e Nova York, explorando temas como a memória e a vulnerabilidade humana.

No âmbito pessoal, casou-se em 1984 com a premiada cantora e compositora Dory Previn (vencedora do Emmy), com quem viveu em uma fazenda em Massachusetts até o falecimento dela, em 2012. O artista deixa duas filhas, Fredricka e Michelle, um filho socioafetivo, Scott, além de seis netos e uma bisneta.

De ‘O Apocalipse’ a ‘Tudo para Ficar com Ela’ | Os 10 PIORES Filmes Lançados em 2014, segundo o público

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Roteiro sem sentido, atuações não convincentes, uma direção frouxa, cenários mambembes, efeitos especiais mais parecidos com “defeitos” e outros elementos podem fazer um filme ser considerado ruim. Mas acredite, mesmo o pior filme do mundo irá encontrar seus defensores – e o que todos consideram o melhor, terá alguém falando mal. O mundo sempre foi polarizado, e isso não tem a ver apenas com política. Somos todos pessoas diferentes, com experiências diferentes, visões de mundo e olhares únicos. Ninguém concorda o tempo todo em tudo.

Mas podemos dizer também que a arte é subjetiva. E filmes são obras de arte, que nem todos verão ou interpretarão da mesma forma. Sendo assim, conceitos de bom ou ruim são muito relativos e variam de pessoa para pessoa. Por outro lado, não podemos fechar os olhos para uma palavra importante: consenso. É ela que faz as coisas funcionarem. Por exemplo, um condomínio, um bairro, uma cidade e, é claro, uma democracia. Pode não ser a opinião de todos, mas é a da maioria. Eu e você podemos não concordar com certas decisões ou opiniões, mas temos que ter em mente que tantas outras sim, a maioria. E até mesmo na arte existe um consenso – que é medido por números, por exemplo.

Tudo isso para apresentarmos uma matéria polêmica – com os 10 piores filmes que completam 12 anos em 2026. A lista foi feita com base na opinião do grande público, ou seja, dos usuários do IMDB, do maior banco de dados de cinema na rede. Esses são os filmes mais mal avaliados pelos fãs de cinema de maneira geral. Confira abaixo.

10 | Vingança ao Anoitecer

cage
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Os anos 2010 não foram fáceis para o astro vencedor do Oscar Nicolas Cage. Foi nessa época que o ator se viu protagonizando lançamentos direto em vídeo, a maioria de procedência bem duvidosa. Cage retornou às boas com o sucesso atualmente, ainda bem. Mas voltando dez anos no passado, encontramos troços como este ‘Vingança ao Anoitecer’, escrito e dirigido por Paul Schrader, que traz o ator como um agente da CIA com uma doença terminal, aproveitando para caçar seus torturadores em uma missão que deu errado. O filme soma nota 4.5 de doze mil avaliadores.

09 | Tudo para Ficar com Ela

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gomez

Que filme é esse? É o que muitos podem perguntar. Aqui em nossa lista, no entanto, só selecionamos filmes que trazem atores conhecidos, diretores famosos ou são produções de grandes estúdios – afinal não seria justo indicar apenas produções de nível “Z”, feito no quintal de uma casa, para figurar entre os piores. Sendo assim, aqui temos uma “comédia” estrelada por Selena Gomez e Nat Wolff. Não bastasse o nome desta dupla jovem bem conhecida, o elenco coadjuvante é um dos mais chamativos dos últimos dez anos, com nomes como Elisabeth Shue, Mary-Louise Parker, Dylan McDermott, Heather Graham, Jason Lee, Patrick Warburton, Cary Elwes e Gary Busey. A nota com base em doze mil votantes é 4.4.

08 | A Revolta de Atlas – Parte 3

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A Revolta de Atlas’ ou ‘Atlas Shrugged’ é baseado em um livro clássico e polêmico – considerado uma ode ao capitalismo, aos magnatas, industriais e poderosos. Dentro deste universo escrito por Ayn Rand, uma autora de descendência russa (acredite), criado ainda em 1957, temos uma trama de mistério, sobre a identidade do personagem John Galt, um inventor que criou uma máquina capaz de gerar energia para o mundo e se torna alvo do governo totalitário dos EUA, em uma ficção levemente distópica. No cinema, a obra se tornou uma trilogia, mas uma das mais bizarras de anos recentes, entre outras coisas por mudar a cada filme todo o elenco com novos atores interpretando os mesmos personagens. A parte 3 era lançada há 10 anos, e recebeu a nota 4.3 decidida entre quatro mil usuários.

07 | A Lenda de Hércules

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Também com nota 4.3, mas com uma base de votantes muito maior, computando cinquenta e seis mil usuários, temos um pretenso blockbuster lançado há 10 anos no cinema. De tempos em tempos ganhamos o que chamamos de “filmes gêmeos” – e há dez anos foi a vez de dois grandes lançamentos focados no herói mitológico Hércules. O que se deu melhor teve produção da Paramount e MGM, direção de Brett Ratner e foi estrelado por Dwayne Johnson. O “primo pobre” foi esse que se posiciona em sétimo de nossa lista dos piores, estrelado por Kellan Lutz, com direção do outrora talentoso Renny Harlin e com produção da Summit Entertainment em parceira com a Millenium Films. Aliás, as distribuidoras brasileiras resolveram não facilitar a vida dos fãs, já que por aqui ambos se chamaram apenas ‘Hércules’, apesar deste aqui lá fora ter o título ‘The Legend of Hercules’.

06 | O Herdeiro do Diabo

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Ainda hoje ganhamos os mais variados filmes de terror mequetrefes, mesmo quando esses possuem o selo de um grande estúdio por trás. Por exemplo, só esse ano tivemos títulos como ‘Imaginário’ e ‘Mergulho Noturno’, só para citar alguns. Há 10 anos, ganhávamos essa produção da Fox, antes de o estúdio ser englobado pela Disney, com direção de ninguém menos que Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin, antes da dupla se tornar famosa e salvar a franquia ‘Pânico’ para os novos tempos. Esse found footage traz um casal recém-casado, que passa por uma gravidez para lá de assustadora. A opinião de dezoito mil votantes foi de que o filme merecia nota 4.2.

05 | Cymbeline

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O que dizer de uma adaptação moderna de Shakespeare, de um de seus textos menos conhecidos, estrelada por gente de peso como Ethan Hawke, Ed Harris, Milla Jovovich, John Leguizamo, Bill Pullman, Delroy Lindo, o saudoso Anton Yelchin, e os hoje jovens astros Dakota Johnson e Penn Badgley? Bem, qualquer cinéfilo acharia minimamente interessante. Porém, essa guerra adaptada para os dias de hoje, entre policiais e uma gangue de motoqueiros perde bastante sabor quando percebemos que quatro mil espectadores resolveram taxá-la com a baixíssima nota 3.7 de avaliação. Os realizadores ainda tiveram a cara de pau de definir como uma mistura entre ‘Sons of Anarchy’ e ‘Game of Thrones’.

04 | As Mercenárias

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Você já tinha ouvido falar em ‘As Mercenárias’? Pois é, quase ninguém ouviu, por isso não se culpe. Quando criou sua mais recente franquia de sucesso com ‘Os Mercenários’ (2010), o astro Sylvester Stallone flertava com a ideia de fazer um spin-off com um time de atrizes veteranas duronas do passado, para ser a contraparte feminina do seu time de brucutus. Sly sonhava por exemplo em ter nomes como Sigourney Weaver e Linda Hamilton no elenco.

Esse filme nunca se concretizou, mas parece que alguém ouviu a ideia do astro e resolveu fazer igual – mas sem o mesmo brilho. No mesmo ano em que estrelava o terceiro ‘Os Mercenários’, figuras como Vivica A. Fox (‘Independence Day’), Kristanna Loken (‘O Exterminador do Futuro 3’), a dublê Zoë Bell (‘À Prova de Morte’), a veterana dos filmes B de ação Cynthia Rothrock e até mesmo Brigitte Nielsen (‘Cobra’), ex-mulher de Stallone, estrelaram a versão “underground” do spin-off e o resultado foi uma avaliação de 3.7 de quase três mil usuários.

03 | Se Beber, Não Entre no Jogo

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Os filmes paródia já foram uma força cômica em Hollywood, tendo iniciado ainda nos anos 80, em produções como ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’, ‘Top Secret’ e ‘Corra que a Polícia Vem Aí’. Na década seguinte, os anos 90, foi quando o gênero atingiu seu auge, com filmes como ‘Top Gang’, as continuações de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’ e todo tipo de filme, desde ‘As Loucas Aventuras de Robin Hood’, ‘Drácula – Morto, mas Feliz’ e ‘Distração Fatal’ – variando, é claro, seu nível de sucesso.

Em meados dos anos 2000 tais comédias já haviam espremido até o último caldo do subgênero, entregando produções cada vez mais detestáveis como ‘Espartalhões’ e ‘Deu a Louca em Hollywood’. Mas em casos assim, o poço parece não ter fundo, então eis que na década passada, longas como este ‘Se Beber, Não Entre em Jogo’ ainda eram produzidos – que, é claro, tira sarro (ou tenta) com ‘Se Beber, Não Case’ e ‘Jogos Vorazes’; e soma 3.5 das avaliações de dezessete mil usuários.

02 | O Apocalipse

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Se você achava que não teríamos outro filme de Nicolas Cage nesta que foi sua pior fase no cinema, está severamente enganado. O pior filme que o ator lançou há dez anos no cinema, segundo o grande público, foi ‘O Apocalipse’, um suspense com temática religiosa sobre o arrebatamento. O roteiro já havia sido filmado em 2000, com Kirk Cameron no papel principal, sendo ambos os longas baseados no livro de Jerry B. Jenkins e Tim LaHaye. Na versão de Cage, uma superprodução da Sony, o ator vive um piloto de avião que, ao levar seus passageiros ao destino, descobre que grande parte da população simplesmente desapareceu em um evento bíblico – e os que sobraram tentam sobreviver em meio à destruição e caos. O filme soma irrisórios 3.1 das avaliações de quarenta e três mil usuários do site.

01 | Salvando o Natal

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Existem bons filmes religiosos das mais variadas crenças e existe ‘Salvando o Natal’. Filmes de temática religiosas podem render ótimas obras do audiovisual, mas também temos aquelas tão horrendas que se tornam motivo de chacota. É isso o que acontece com os dois primeiros lugares da lista dos piores – atingindo o ponto mais baixo de dez anos atrás. Primeiro, tivemos a versão do “arrebatamento” segundo Nicolas Cage em ‘O Apocalipse’.

Agora, chegam em cena uma “comédia” natalina de temática cristã, estrelada pelo porta-voz   da religião em Hollywood, o ator Kirk Cameron que quando adolescente fazia sucesso em séries de TV como ‘Tudo em Família’ (1985-1992). Esse filme inclusive tem seu nome no título: ‘Kirk Cameron’s Saving Christmas’, e traz o ator explicando por que Jesus Cristo é o verdadeiro significado do Natal, acima de qualquer outro componente deste feriado cínico e altamente comercializado. De nada adiantou, o filme se tornou rapidamente motivo de piada e foi considerado um dos piores de todos os tempos por críticos e o público, que com dezessete mil usuários avaliaram o longa com 1.3, uma das notas mais baixas na história do site.

Sucesso absoluto! ‘Witch Hat Atelier’ é RENOVADO para 2ª temporada e ganha primeiro teaser; Confira!

O anime Witch Hat Atelier, que se consolidou como um verdadeiro fenômeno recente entre os fãs de animação, já está com o seu futuro garantido.

Durante a Anime Expo 2026, a produção revelou que a série foi oficialmente renovada para uma segunda temporada e aproveitou o evento para divulgar a primeira prévia em vídeo dos novos episódios, mostrando um vislumbre do que está por vir na jornada mágica.

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A história acompanha Coco e sua jornada mágica: “A pequena Coco mora com a mãe em um vilarejo e sempre sonhou em se tornar uma bruxa. Mas dizem que apenas aqueles que nasceram com o dom da magia podem se tornar bruxos… Ela já havia desistido de seu sonho, quando, então, Coco viu o bruxo Qifrey lançar uma magia e descobriu um segredo!”.

Hiroshi Seko, responsável pela coordenação de roteiro, compartilhou suas impressões sobre o projeto, comparando o mangá a uma culinária de alta qualidade: “Um mangá é como um prato de alta qualidade, elaborado com ingredientes frescos e saborosos e habilidade meticulosa. Foi assim que me senti ao escrever os roteiros para ‘Witch Hat Atelier’. Os pratos criados dessa forma não são apenas levemente temperados; às vezes, um toque picante se destaca, outras vezes, amargor, adstringência ou notas agridoces se espalham pelo paladar, e às vezes surge um prato verdadeiramente desafiador. Acredito que é exatamente isso que cria a ‘qualidade’ especial que só este mangá pode possuir. ‘Witch Hat Atelier’ continua a cativar o público mundial. Aguardem novidades sobre o aguardado anime para TV, com estreia prevista para abril de 2026”.

Tela Brasil: Plataforma pública e GRATUITA de streaming lança aplicativos para Android e iOS

O Tela Brasil, plataforma pública de streaming dedicada exclusivamente ao catálogo audiovisual nacional, acaba de ganhar novidades importantes para expandir o seu alcance.

Conforme O Globo, O Ministério da Cultura (MinC) anunciou oficialmente o lançamento dos aplicativos da plataforma para dispositivos móveis, que já estão disponíveis para download gratuito na Google Play (Android) e na App Store (iOS). A iniciativa visa facilitar o acesso a produções brasileiras diretamente por smartphones e tablets.

Para começar a assistir, os usuários precisam apenas realizar o login utilizando as credenciais da conta unificada Gov.br.

Coordenado diretamente pelo Ministério da Cultura, o Tela Brasil foi projetado para funcionar como um ecossistema digital unificado. O principal objetivo do projeto é democratizar o acesso da população a títulos nacionais de diversos gêneros, como longas-metragens, documentários de impacto, curtas-metragens e séries independentes, muitos dos quais costumam ficar restritos a circuitos de festivais ou salas de exibição especializadas.

Lançada no final de maio, a plataforma já conta com mais de 550 títulos disponíveis e registra uma base de 524,9 mil usuários ativos. Além disso, o governo já planeja novas atualizações tecnológicas para o Tela Brasil, incluindo ferramentas para reprodução de conteúdos offline e o desenvolvimento de aplicativos nativos voltados para Smart TVs.

Tela Brasil | Aplicativo de streaming do Governo Federal está disponível para download

O principal objetivo estratégico da plataforma é democratizar o acesso da população à cultura nacional e, simultaneamente, solucionar um antigo gargalo da indústria cinematográfica do país: a distribuição.

Muitas produções independentes brasileiras conquistam grande prestígio em festivais nacionais e internacionais, mas enfrentam sérias dificuldades comerciais para alcançar as salas de cinema tradicionais das grandes redes. Na avaliação do governo, a criação de uma janela de exibição pública e gratuita atuará como um motor para fortalecer o ecossistema econômico do mercado audiovisual, gerando maior visibilidade, engajamento e reconhecimento para os realizadores locais.

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Casamento de Taylor Swift e Travis Kelce pode virar filme, diz site

O casamento entre a estrela pop Taylor Swift e o astro da NFL Travis Kelce parou o mundo do entretenimento, e pode parar também nos cinemas ou no streaming. Rumores de bastidores indicam que a megafesta que envolve a união do casal do ano está sendo totalmente documentada para se transformar, futuramente, em um longa-metragem oficial.

De acordo com informações obtidas pelo portal TMZ, um comunicado oficial distribuído nos bastidores revelou que fotografias e gravações de vídeo profissionais estão sendo realizadas dentro e nos arredores do icônico Madison Square Garden (MSG), em Nova York. O aviso oficial justifica a movimentação cinematográfica como registros em conexão a “um evento realizado no MSG”.

O documento detalha que o cronograma de filmagens abrange o período de 29 de junho a 3 de julho, o que sugere que as câmeras começaram a rodar logo no início da semana para capturar cada detalhe dos preparativos, a chegada dos convidados e os bastidores da celebração.

Além disso, o texto traz um termo padrão de liberação de direitos, informando que qualquer pessoa que acessar a arena durante esses dias concorda formalmente em ter sua imagem e voz utilizadas no projeto de vídeo.

Para os fãs e paparazzi que esperavam conseguir um vislumbre do que acontece no interior do complexo através das famosas entradas de vidro do Madison Square Garden, a organização preparou uma verdadeira operação de isolamento.

VALE RESSALTAR QUE AS INFORMAÇÕES SÃO APENAS RUMORES E NÃO FORAM CONFIRMADAS.

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‘Mashle: Magia e Músculos’: 3ª temporada ganha trailer ÉPICO e BELÍSSIMO; Confira!

A Crunchyroll divulgou o primeiro teaser oficial da aguardada terceira temporada de Mashle: Magia e Músculos. O novo ano do icônico anime de comédia e ação será responsável por adaptar o arco “Batalha dos Três Demônios”, um dos momentos mais cruciais e eletrizantes do mangá original.

Os novos episódios estão previstos para estrear em janeiro de 2027.

Baseado na obra de Hajime Komoto, o anime se passa em um mundo onde a magia define o status social e todos os seres humanos nascem com dons mágicos. A regra é quebrada por Mash Burnedead, um adolescente completamente desprovido de poderes, mas dono de uma força física e músculos sobre-humanos.

Visto como uma anomalia, Mash vive isolado na floresta até ser descoberto e forçado a se matricular na prestigiada Academia de Magia Easton, uma escola aos moldes de Hogwarts, onde precisará provar que seus punhos podem ser mais fortes que qualquer feitiço.

Mashle: Magia e Músculos’ está disponível na Crunchyroll.

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Bonito CineSUR 2026: Bianca Comparato será apresentadora da abertura ao lado de Reynaldo Gianecchini [EXCLUSIVO]

Bianca Comparato será a apresentadora da abertura da 4a edição do Festival Sul Americano Bonito Cinesur, junto ao ator Reynaldo Gianecchini. O evento será realizado de 24/07 a 01/08, em Bonito – MS.

Comparato é uma atriz brasileira reconhecida pela versatilidade de seus trabalhos na televisão, no cinema e no streaming.

Ganhou ampla projeção ao protagonizar a série ‘3%‘, primeira produção brasileira original da Netflix, que alcançou audiência em diversos países e consolidou seu nome internacionalmente. Também integrou o elenco de novelas, séries e filmes de diferentes gêneros, demonstrando versatilidade em projetos de drama, suspense e ficção científica.

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Bonito CineSur: um festival que cresce a cada edição

No coração da América do Sul, Bonito é parte do Parque Nacional da Serra da Bodoquena e um dos pontos de ecoturismo mais importantes do país. O evento enriquece o calendário cultural da cidade, do país e do continente com a exibição de mais de 40 filmes de quase todos os países da América do Sul.

19 filmes para ficarmos de olho no Bonito CineSur 2026

Nesta edição, o Bonito Cinesur reúne 47 produções de 10 países da América do Sul, distribuídas entre mostras competitivas e paralelas, incluindo longas, curtas, cinema ambiental, produções sul-mato-grossenses, pré-estreias e sessões especiais.

Os filmes selecionados para as mostras competitivas do Bonito CineSur concorrem ao Troféu Pantanal, premiação oficial do festival concedida pelo Júri Oficial e pelo Júri Popular. Além do troféu, algumas categorias contam com premiação em dinheiro.

Ao longo de nove dias, o Bonito CineSur ocupará salas de cinema, espaços culturais e praças da cidade, promovendo exibições, debates, oficinas, encontros formativos e atividades voltadas ao fortalecimento da cadeia audiovisual e da economia criativa local. A programação reforça a vocação do festival para o intercâmbio cultural sul-americano e para a valorização de narrativas conectadas às questões ambientais e sociais do continente.

Compositor PROÍBE uso de sua imagem em cinebiografia de Marília Mendonça: “Não vivo mais no passado”

O compositor Juliano Tchula, conhecido por ter sido parceiro de composição de Marília Mendonça, manifestou-se contra o uso de sua imagem na cinebiografia da “Rainha da Sofrência”, falecida em 2021. Conforme repercutido pelo G1, o músico afirmou que não se importa com o roteiro ou com a forma como seria retratado, mas exige ficar de fora da produção.

Em seu perfil, Flavi compartilhou um vídeo gravado por Tchula, que está afastado da internet há sete anos após se converter ao cristianismo, desabafou:

“Vocês conseguiram a proeza de fazer alguém que odeia internet e nem no passado gravava vídeo falar!! São 7 anos longe da internet , 7 anos de conversão! Nunca desrespeitamos ninguém e não vamos aceitar desrespeitarem a nossa família. Há dois anos, eu já tinha pedido para os meus advogados notificarem uma possível criação de um filme que eu não queria participar. E eles insistiram, continuaram com isso até hoje. Trouxeram isso aí à tona agora de novo”, iniciou Tchula.

“Meus advogados entraram em contato de novo para notificar eles que eu não quero aparecer. Eu não me importo com o roteiro do filme. Eu não importo como vou me retratar. Eu só quero viver o presente aqui com Jesus. O meu passado, eu não vivo mais no passado, eu estou vivendo aqui com a minha família”, acrescentou.

O compositor também saiu em defesa de sua esposa após ataques virtuais e negou qualquer interesse financeiro na produção:

“Atacaram a minha esposa nas redes sociais, é por isso que eu estou aqui. Não é ela que fala por mim, ela me representa e eu que pedi para ela falar. Então, vocês estão se digladiando na internet, eu não estou nem aí para isso, sabe? Vocês estão brigando por alguém que vocês não conhecem”, seguiu o compositor.

“Eu não recebo mais direitos autorais. Eu não estou querendo dinheiro desse filme, eu tenho um direito meu de não aparecer no filme. Eu não quero que use minha imagem. O meu passado é para honra e glória de Deus. Eu não me importo com o que vocês vão pensar, mas eu tive que vir aqui esclarecer porque viralizou é algo que eu nem queria. Eu só quero permanecer aqui feliz, vivendo minha vida com Jesus, vivendo com a minha família e eu desejo isso para vocês também”, concluiu.

O posicionamento público veio após sua esposa, Flavi Soares, revelar nas redes sociais que a equipe jurídica da família já está agindo nos bastidores:

“Só para avisar que meu marido não autorizou uso de imagem no filme!!! Nossos advogados estão há meses em contato”, escreveu Flavi.

Juliano Tchula e Marília Mendonça foram uma das duplas de composição mais prolíficas do mercado fonográfico brasileiro, assinando centenas de canções e grandes hits como “Amante não tem lar”, “De quem é a culpa” e “A Flor e o Beija-Flor”.

marilia mendonca

Na cinebiografia, o ator João Guilherme está sendo cotado para interpretar Tchula, enquanto Marina Versos dará vida à Marília Mendonça. O elenco ainda conta com nomes como Klara Castanho, Marcelo Serrado e Sophia Valverde.

A produção retratará a trajetória de vida e a carreira meteórica de uma das maiores vozes do sertanejo brasileiro: Marília Mendonça — a artista feminina mais ouvida do país. O projeto revisita os passos de uma cantora que marcou uma geração e transformou, para sempre, o cenário da música nacional.

Natural de Cristianópolis, Goiás, Marília se consagrou como uma das principais representantes do sertanejo, abrindo caminho para outras mulheres no gênero com suas composições marcantes e presença autêntica. Com acesso exclusivo a arquivos pessoais e depoimentos de amigos, familiares e parceiros de estrada, a produção revela os bastidores de uma carreira construída com verdade, talento e emoção.

Marília conquistou uma legião de fãs com seu carisma e seu amor incondicional pela música. Mesmo após sua partida precoce, sua voz segue ecoando por todo o Brasil, reafirmando sua força, sensibilidade e o legado eterno da Rainha da Sofrência.

A série será produzida pela Kromaki e Chatrone, e dirigida por Susanna Lira. Valentina Castello Branco, Gabriela Altaf e Fabiana Assis integram o time de roteiristas.

Confira:

 

‘X-Men ’97’: 2ª temporada traz conexão INUSÍTADA com ‘Loki’; Confira!

A segunda temporada deX-Men ’97’ já estreou no Disney+ e os novos episódios surpreenderam os fãs ao apresentar uma conexão inesperada comLoki, série responsável por expandir o conceito do multiverso no MCU.

Na animação, somos apresentados a Rama-Tut, uma das variantes de Kang, o Conquistador. O personagem havia sido planejado como a grande ameaça da nova Saga do Multiverso, mas acabou sendo deixado de lado pela Marvel após a baixa recepção do público ao vilão e a condenação do ator Jonathan Majors.

O detalhe que chamou a atenção dos fãs acontece justamente na cena em que Rama-Tut aparece preso: ao fundo, toca um trecho da trilha sonora deLoki, reforçando a ligação entre as duas produções e sugerindo que a variante continua fazendo parte da mitologia do multiverso.

Confira um vídeo comparando as cenas.

X-Men ’97’ está disponível no Disney+.

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X-Men ’97’ está disponível no Disney+.

Os novos capítulos acompanham a equipe dos X-Men dispersa, enquanto tentam se reunir após o final da primeira temporada. Os heróis mutantes estão separados no tempo — alguns no futuro, outros no Egito Antigo, onde encontram um jovem Apocalipse — o que os força a navegar por diferentes eras para retornar aos anos 90 e deter o antigo vilão.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

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Lena Dunham divide opiniões com piada sobre a NFL no casamento de Taylor Swift e Travis Kelce

A atriz e roteirista Lena Dunham surpreendeu os convidados durante a recepção do casamento de Taylor Swift com o astro da NFL, Travis Kelce. Conforme repercutido pela Entertainment Weekly, Dunham subiu ao palco para um discurso que acabou dividindo opiniões ao disparar a seguinte piada:

“O futebol americano é apenas homens héteros encenando pornografia gay”, brincou no discurso.

A fala provocou uma mistura instantânea de suspiros de choque e gargalhadas entre os cerca de mil convidados. Na plateia repleta de estrelas do esporte, estavam figuras como Jason Kelce (irmão do noivo), Kareem Hunt (running back do Kansas City Chiefs), o ex-companheiro de equipe JuJu Smith-Schuster, George Kittle (tight end do San Francisco 49ers) e Cooper Kupp (wide receiver do Seattle Seahawks).

Vários treinadores da NFL também presenciaram o momento no Madison Square Garden, incluindo Mike Vrabel, atual técnico do New England Patriots.

Apesar da reação mista do público, a noiva pareceu adorar o momento. Segundo uma fonte ouvida pelo Daily Mail, Taylor Swift considerou a piada de Dunham “genial”.

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CineMATO em Cuiabá – Programação desse sábado (4/07) tem o premiado ‘Cinco Tipos de Medo’… e mais!

Cena do filme 'Cinco Tipos de Medo'
Cena do filme 'Cinco Tipos de Medo'

Confira a programação desse sábado, dia 4 de Julho, para o 23º Festival de Cinema de Cuiabá – CINEMATO:

14h SESSÃO QUEIMADA CUIABANA
MOSTRA HORS-CONCOURS

JAMARY
AM . 2025 . Ficção . 90’ . Livre

16h CINEMA EM PAUTA
Debate com Realizadores

17h SESSÃO UNIVERSITÁRIA

Filmes dos estudantes do curso de Cinema e Audiovisual da UFMT – Resultado da oficina com o Thyago Mourão.

Orientado pela Prof. Dra. Claudia Moreira

Parceria com a Molêra Filmes

SESSÃO OLHAR DE ESTREIA
MOSTRA HORS-CONCOURS

RAP DO GURIZÃO
MT . 2026 . Vídeo Clip . 4’ . Livre

CRU E PRONTO
MT . 2026 . Não-ficção . 24’ . Livre

WALDIR BERTÚLIO, UM GRIÔ ENTRE NÓS
MT . 2026 . Não-ficção . 23’ . Livre

CARACÓIS
MT . 2026 . Ficção . 10’41” . Livre

19h MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA

O OLHAR DE ANTONIO
MT . 2026 . Não-Ficção . 20’ . Livre

CANTO
GO . 2025 . Ficção . 20’ . Livre

20h MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA

O CINEMA DE JORGE BODANZKY
AM . 2025 . Não-ficção . 85’ . 14anos

O documentário Um Olhar Inquieto: O Cinema de Jorge Bodanzky revisita a trajetória do cineasta. A obra parte de um registro feito por ele em 1973. A imagem de indígenas isolados atacando seu avião com flechas serve de fio condutor para o diretor explorar o seu próprio acervo e refletir sobre a Amazônia.

CINCO TIPOS DE MEDO
MT . 2025 . Ficção . 107’ . 14anos

Cinco Tipos de Medo retrata “um confronto entre amor e violência, medo e esperança”, como define o diretor Bruno Bini. Na trama, Bella Campos dá vida a Marlene, uma enfermeira dividida entre o amor e o risco. Xamã interpreta Sapinho, traficante local que, apesar da trajetória criminal, era considerado o responsável pela segurança da comunidade.

Crítica | ‘Cinco Tipos de Medo’ – A barbárie implacável e as muitas formas de violência

Crítica | Cinco Tipos de Medo – Vencedor de 4 Kikitos, Filme com Xamã e Bella Campos é um dos MELHORES do Ano!

Com o tema “Migração – Mobilidade Humana e Mudanças Climáticas”, o CINEMATO apresenta uma programação composta por 67 filmes brasileiros, distribuídas entre as mostras Competitiva, Documenta Brasil, Cinema Paradiso, Cinema Escola e as sessões especiais Olhar de Estreia, Queimada Cuiabana, Melhor Idade e Homenagem. As produções selecionadas dialogam com questões ligadas ao pertencimento, aos deslocamentos humanos, às transformações ambientais e à diversidade cultural e territorial, evidenciando a riqueza estética do cinema brasileiro contemporâneo.

Serviço

Festival de Cinema de Cuiabá – CINEMATO

De 29 de junho a 5 de julho de 2026

Entrada gratuita

Mais informações e programação completa: festivalcinemato.com.br

Instagram: @festivalcinemato

‘300’ vai ganhar série com Zack Snyder

zack snyder 300
zack snyder 300

O diretor Zack Snyder CONFIRMOU a nova série baseada em 300, seu aclamado longa-metragem sobre Esparta.

300‘ foi um dos maiores sucessos na carreira de Snyder, o que acabou gerando a sequência ‘300: A Ascensão do Império‘ – que traz o retorno do Rodrigo Santoro. No entanto, o terceiro filme, intitulado ‘Sangue e Cinzas‘, nunca chegou a ser concretizado.

Na trama, o rei Leônidas e seus 300 guerreiros de Esparta lutam bravamente contra o numeroso exército do rei Xerxes. Após três dias de muita luta, o sacrifício e a dedicação destes homens uniu a Grécia no combate contra o inimigo persa.

Sem revelar detalhes, Snyder expressou sua alegria em voltar a trabalhar com a Warner Bros. Discovery para dar vida a essa nova empreitada.

“Nós discutimos sobre criar essa série de 300, e a grande notícia é que, como a Warner Bros. foi o estúdio com o qual fizemos o filme, eles foram as primeiras pessoas que procuramos para desenvolver a série. Eles foram muito receptivos e interessados”, afirmou o cineasta.

“Estamos apenas nos preparando para mergulhar e começar a trabalhar nisso. É superdivertido, eu amo o mundo. E mesmo nas reuniões preliminares que tivemos falando sobre, tipo, ‘E se isso acontecesse ou aquilo acontecesse’, muito disso é muito divertido, tipo, uau, é um padrão rico. É semelhante a Crepúsculo dos Deuses de uma forma estranha. No que diz respeito a muitos fundamentos..

O diretor também compartilhou sua admiração pela Warner Bros., com quem trabalhou por 10 anos.

“Tem sido uma experiência realmente agradável e orgânica. Eu adoro a Warner Bros. Honestamente, como estúdio, eu amo o logo e a tradição. Passei 10 anos lá, então tenho uma grande afeição pelo lugar. Então, sim, isso pode ser muito legal”, concluiu.

Quando questionado sobre a possibilidade de um novo corte do diretor para seu filme de 2011,Sucker Punch, Snyder lamentou não ter novidades no momento, mas expressou seu desejo de realizá-lo.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas a série deve servir como pré-sequência do longa de 2006.

Ainda em “estágios iniciais” de desenvolvimento, ainda não há nenhum roteirista ou plataforma de streaming associados ao projeto.

300

Will Poulter luta contra o vício no novo trailer do drama ‘Union County’, com Noah Centineo

O filme ‘Union County‘ ganhou seu novo trailer, trazendo  Will Poulter e Noah Centineo como os irmãos Cody e Jack Parsons.

Designado para um programa judicial de drogas exigido pelo condado, Cody Parsons (Poulter) embarca em uma jornada tênue em direção à recuperação em meio à epidemia de opioides na zona rural de Ohio.

Assista:

Adam Meeks é responsável pela direção e roteiro, baseando-se em seu próprio curta homônimo.

O elenco ainda conta com Kevin P. Braig, Annette Deao, Danny Wolohan, Sylvie Mix, Elise Kibler, AJ Hunt e Emily Meade.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 14 de agosto.

James Cameron vai fazer um NOVO ‘O Exterminador do Futuro’… mas dessa vez diferente!

James Cameron, o aclamado cineasta por trás da icônica saga O Exterminador do Futuro, falou recentemente sobre seus planos de revisitar a franquia.

Ele afirmou que não veremos Arnold Schwarzenegger no próximo filme. Também não teremos Linda Hamilton, nem o T-800, o T-1000 e ou Sarah Connor.

“É hora de deixar para trás tudo o que é específico dos últimos 40 anos de ‘O Exterminador do Futuro’, mas manter os princípios fundamentais. Se nos apegarmos demais aos detalhes, podemos perder um novo público, já que a nova geração se importa menos com essas particularidades do que imaginamos. Esse é o perigo, obviamente, em ‘Avatar’ também, mas acredito que provamos que temos algo para atrair novos espectadores”, afirmou.

Cameron continuou:

“Temos personagens principais essencialmente impotentes, lutando por suas vidas, que não recebem apoio das estruturas de poder existentes. Eles precisam contorná-las, mas, de alguma forma, mantêm uma bússola moral. E então, ao adicionar a inteligência artificial à mistura, você tem princípios sólidos para contar histórias hoje, certo?”. 

 “Portanto, não tenho dúvida de que os próximos filmes de ‘O Exterminador’ não apenas serão possíveis, mas também impressionantes. Contudo, este é o momento de deixar de lado toda a iconografia específica”.

Por fim, ele concluiu: “É mais do que um plano. É isso que estamos fazendo. Isso é tudo que posso compartilhar por enquanto. E como o Exterminador sempre dizia: ‘Eu voltarei'”.

“Estou trabalhando no meu próprio material de Terminator no momento, e isso não tem relação com a nova animação. Assim como em O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor, eles ocasionalmente tocaram em temas que eu estava explorando de forma independente. Há uma certa curiosidade da minha parte, não é uma curiosidade urgente, mas, é claro, seria ótimo ver isso ter sucesso”.

Quando questionado sobre detalhes do seu próximo projeto, Cameron revelou que não podia fornecer informações:

“É totalmente confidencial. Não quero ter que enviar um agente robótico potencialmente perigoso se você falar sobre isso, mesmo retroativamente”.

o exterminador do futuro

 

Dwayne Johnson fala sobre viver com a suspeita de câncer: “Tive que conviver com isso por 24 horas”

O ator Dwayne Johnson abriu o jogo sobre um recente susto de saúde. No início deste ano, o astro descobriu um caroço em um dos testículos, o que levantou o alerta para um possível diagnóstico de câncer.

Segundo a Variety, Johnson percebeu a alteração na véspera de uma viagem de trabalho para Las Vegas e procurou atendimento médico imediatamente.

“O médico examinou o caroço e disse que provavelmente se tratava de epididimite, uma inflamação de um tubo localizado na parte posterior do testículo responsável por armazenar espermatozoides, mas que também poderia ser câncer. ‘Como está sua agenda hoje?’, perguntou o médico. Johnson contou sobre o evento de divulgação de Jumanji, que duraria o dia inteiro. O médico então disse que ele precisaria fazer uma ultrassonografia logo na manhã seguinte”, afirmou.

O grande desafio do ator foi equilibrar a preocupação com a saúde e a agenda lotada de compromissos públicos antes de realizar o exame definitivo.

Ele relembrou a angústia daquelas horas de espera: “Então eu tive que conviver com isso por 24 horas sem saber o que era, e ainda precisei trabalhar o dia inteiro, fazendo piadas, discursos e participando dos eventos. Mas! Estou bem”.

A ultrassonografia descartou a presença de um tumor maligno. O diagnóstico final foi de epididimite, uma inflamação tratável, e o ator já está totalmente recuperado.

Dwayne Johnson, o The Rock, explica por que foi de saia no Met Gala: “Eu me sinto ótimo!”

Com a saúde em dia, The Rock foca agora em seus próximos passos em Hollywood. O ator se prepara para estrelar a versão live-action de Moana, onde reprisará o papel do semideus Maui, personagem que ele próprio dublou na animação de sucesso da Disney.

A nova versão chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho.

Confira, dublado e legendado:

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos.

moana

Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

A Mentira | Saiba aonde assistir a ACLAMADA comédia adolescente estrelada por Emma Stone

Antes de se tornar uma das atrizes mais aclamadas de sua geração – o que é reiterado por suas duas vitórias como Melhor Atriz no Oscar -, Emma Stone foi protagonista de uma das melhores comédias românticas do século: A Mentira.

Dirigido por Will Gluck (mesmo nome por trás da adorada comédia ‘Todos Menos Você’), a narrativa é livremente baseada no clássico romance A Letra Escarlate, de Nathaniel Hawthorne, e acompanha Olive Penderghast (Stone), uma jovem garota que está no último ano do Ensino Médio e que ainda não perdeu a virgindade. Porém, após um fim de semana passado em casa ao lado dos pais, ela retorna para a escola e mente para sua melhor amiga, Rhiannon (Aly Michalka), sobre ter se envolvido com um rapaz mais velho e ter transado pela primeira vez. O que ela não imaginava é que uma mentira inocente se transformaria em um dos maiores escândalos da escola – manchando sua reputação impecável e transformando-a na “prostituta” do colégio.

emma stone a mentira

Após se tornar alvo de Marianne (Amanda Bynes), líder do grupo cristão da escola, e ser taxada como uma vagabunda, Olive resolve fazer valer a pena a mentira e passa a mentir sobre ter relações sexuais com inúmeros caras, mudando por completo seu visual apenas para sustentar uma fachada de pertencimento que, uma hora ou outra, irá se desmoronar bem à sua frente. Navegando pelas tribulações da adolescência e apenas desejando ter alguém que realmente queira ao seu lado – neste caso, Todd (Penn Badgley), o mascote do time de basquete -, a protagonista vê seu cotidiano virar de cabeça para baixo até compreender o que deve fazer para retornar a uma suposta normalidade.

Dizer que A Mentira é uma das melhores rom-com adolescentes do século, como mencionado no primeiro parágrafo, não é um exagero – e isso é comprovado por uma série de fatores. A princípio, temos o trabalho espetacular feito por Gluck e pelo roteirista Bert V. Royal em trazer um dos clássicos da literatura à contemporaneidade, abrindo espaço para uma história extremamente relacionável com a geração millenial em uma narrativa simples e funcional. Porém, a dupla não faz isso de forma apenas a copiar o livro de Hawthorne, mas sim mantendo os importantes temas à medida que os pincela com uma roupagem atualizada – e sabendo dosar a comédia, o drama e o romance de maneira aplaudível. Como se não bastasse, é clara a bagagem cultural que Gluck e Royal carregam, prestando homenagens a títulos como ‘As Patricinhas de Beverly Hills’, ‘Meninas Malvadas’ e ‘10 Coisas que eu Odeio em Você’, mas sem perder a própria originalidade.

a mentira

Se o time criativo investe esforço e comprometimento nessa produção, ousando sair das fórmulas do gênero sem renegá-las por completo, é o elenco quem surge como a cereja do bolo. Badgley, Michalka e Bynes rendem-se de corpo e alma aos personagens que interpretam, divertindo à medida que seus arcos se desenrolam, enquanto a presença bem-vinda de nomes como Thomas Haden Church, Lisa Kudrow, Patricia Clarkson e Stanley Tucci enfeitam as telas com performances apaixonantes e que servem de guia para os atores mais jovens. Porém, a verdadeira estrela do filme é Stone: seja na icônica cena em que se vê engolfada pela música “Pocketful of Sunshine”, seja nos momentos em desata a falar tudo o que deseja após ficar quieta, seja quando resolve ajudar seu melhor amigo gay a parar de sofrer bullying na escola, a atriz é um deleite em cada uma das sequências e, na opinião deste que vos escreve, merecia uma indicação ao Oscar por uma entrega nada mais que irretocável.

Um dos aspectos mais emblemáticos que o filme carrega é seu legado e de que forma mudou o cenário do gênero que explora. É óbvio que, como supracitado, o projeto bebe de títulos que vieram antes – mas também é claro como, anos depois, diversas produções apostaram em uma irreverência estética e narrativa de modo similar. Tivemos, por exemplo, ‘Quase 18’, estrelado por Hailee Steinfeld; ‘Com Amor, Simon’, protagonizado por Nick Robinson; e ‘D.U.F.F.’, que trouxe Mae Whitman às telonas – apenas para citar alguns que aproveitaram essa “rebeldia” cênica para conquistarem o público.

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Dezesseis anos depois de sua estreia, A Mentira permanece como uma ótima escolha para assistir a qualquer momento – seja em um âmbito mais nostálgico, seja para conhecer títulos que mereciam mais reconhecimento do que tem. Todas as engrenagens desse impecável longa funcionam do começo ao fim e nos levam a refletir conforme navegamos por uma jornada de amadurecimento e de autoconhecimento que, mesmo em 2026, mostra-se indispensável.

O filme está disponível no catálogo da HBO Max.

Animação do estúdio de ‘Shrek’ que recebeu 100% de aprovação dos críticos é uma das MELHORES coisas que você vai assistir no streaming

A mais recente animação da DreamWorks e da Universal Pictures baseada no livro homônimo de Peter Brown conquistou a crítica internacional e o público em sua jornada nos cinemas, e agora faz sucesso no streaming.

Robô Selvagem‘ é um dos MELHORES filmes de animação da história e abriu com surpreendentes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8.30/10 baseada.

A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.

Uma história vibrante sobre descobrir a si mesmo, uma abordagem original da ponte entre a tecnologia e a natureza e uma proposta comovente do que significa estar vivo e conectado a todos os seres vivos.

O filme está no catálogo da Netflix e é uma das melhores coisas que você vai assistir no streaming.

‘Robô Selvagem 2’ vem aí…

Confira as principais críticas:

Robô Selvagem conta uma doce história que deve agradar a qualquer público, adaptando os populares livros de Peter Brown e usando belas animações para torná-la uma experiência cinematográfica alucinante” – Awards Buzz.

“Um comovente filme familiar que relembra vários clássicos do gênero ao mesmo tempo em que encontra uma nova visão das famílias modernas, aceitando-se e aprendendo a voar sozinho” – Screen International.

“As referências a ‘O Gigante de Ferro’ e a ‘O Castelo no Céu’ são bastante óbvias, mas mesmo assim Robô Selvagemcria sua própria e distinta vibração” – The Verge.

“Os instintos empáticos [do diretor Chris Sanders] e de seus artistas talentosos resultam em um final emocionante que pode fazer você chorar” – The Playlist

“É uma aventura animada edificante, hilariante, angustiante e deslumbrante que reafirma o poder do amor dos pais” – Screen Rant

Escrito e dirigido por Chris Sanders (‘Como Treinar o Seu Dragão’), o filme é baseado no best-seller homônimo escrito por Peter Brown.

A produção conta com as vozes de Lupita Nyong’o, Pedro Pascal, Catherine O’Hara, Bill Nighy, Kit Connor, Stephanie Hsu, Mark Hamill, Matt Berry e Ving Rhames.

robô selvagem

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Crítica | ‘Belo Ouro’ – O garimpeiro que queria ser Midas [Festival Cinemato 2026]

O garimpo ilegal é algo, infelizmente, muito comum em muitas regiões de nosso país, um ato criminoso que ajuda a manter um ciclo nocivo de contaminação e destruição, afetando, inclusive, muitas comunidades indígenas.

Trazendo esse importante tema para debate, através de um personagem ganancioso e desesperado que, na solidão das marcas do seu passado de inconsequências, é seduzido e corrompido pela ilusão do que ouro pode lhe entregar, o curta-metragem mato-grossense Belo Ouro apresenta seu recorte sobre um problema social importante por meio do marasmo de um sofrimento sem respiro.

Crítica | ‘Memórias Com Vista para o Mar’ – Uma linda aquarela de imagens e memórias [Festival Cinemato 2026]

José (Genival Soares) é um senhor de idade, ex-trabalhador de uma mineradora, que frequentemente é caçoado pela cidade onde mora. Um dia, percorrendo as águas cristalinas de um território indígena, percebe que seu corpo começa a se transformar em ouro. Sem pensar duas vezes, mesmo sendo avisado por uma entidade protetora daquelas terras (Igor Pedroso), busca lucrar com o próprio corpo, até enfrentar as consequências desse ato.

Buscando paralelos também na mitologia grega, em uma história que conversa com as inconsequências do Rei Midas, percorremos uma espécie de conto brasileiro, cujo conflito se abre em reflexões dentro de um universo imaginado que encontra certezas em muitas realidades.

Muito bem filmado, com poucas, mas eficientes, ações inventivas avançando pelas infinidades da linguagem, a narrativa acerta ao desfilar sua mensagem de forma direta. A obra não perde tempo e avança sobre a ilusão das mudanças ao se corromper a qualquer custo, sem esquecer de pelas entrelinhas, expor um grave problema social. Belo Ouro, escrito e dirigido por Pither Lopes, foi um dos ótimos curtas exibidos no Festival Cinemato 2026.