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‘Teletubbies’: Reboot da clássica série infantil já está disponível na Netflix!

O reboot da clássica série infantil ‘Teletubbies‘ já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 14 de novembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série foi um grande sucesso dos anos 1990 e marcou a vida de muitas crianças no Brasil no comecinho dos anos 2000.

Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po retornam em uma versão “reimaginada e repaginada para os dias atuais”.

Vale destacar que a narração dos episódios (em inglês) ficará a cargo do comediante Tituss Brugess, que explodiu em popularidade depois de estrelar o seriado Unbreakable Kimmy Schmidt. Além do ator indicado a quatro Emmys, Teletubbies também contará com um quadro dedicado inteiramente a músicas originais.

Desse modo, em vez apenas das músicas de abertura e encerramento, a criançada e toda a família podem esperar para dançar uma nova canção a cada episódio.

Além dos bonecos coloridos, os planos da empresa incluem o lançamento de novas temporadas de séries animadas já conhecidas pelo público infantil, como A Casa Mágica de Gabby e Waffles + Mochi; além de desenhos inéditos como Princess Power, sobre emponderamento feminio; e Guardiões da Floresta, sobre três irmãos nativo americanos que protegem a terra e os espíritos do parque nacional.

Lembrando que esta não é a primeira vez que Teletubbies receberá uma nova versão. Na esteira do sucesso mundial, a série original da BBC começou a ser exibida no Brasil em 1999 pela TV Globo e também ocupou espaço na grade da TV Cultura. Em 2015, houve uma tentativa de repetir o sucesso com um reboot, mas ele passou bem longe. Agora a Netflix volta a apostar nos personagens na tentativa de repetir o fenômeno.

‘1923’: Paramount+ divulga o primeiro teaser da série derivada de ‘Yellowstone’

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser de ‘1923‘, nova série derivada da aclamada ‘Yellowstone‘.

Confira:

O spin-off estreará oficialmente no dia dia 18 de dezembro.

Helen Mirren e Harrison Ford serão os protagonistas da produção.

O elenco ainda contará com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Originalmente, a produção era intitulada ‘1932‘. Segundo a Paramount+, a mudança se deu por que a série irá “incorporar o final de Primeira Guerra Mundial e o começo da Lei Seca”.

A nova série irá explorar as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

Crítica | Pearl – Mia Goth deve ser indicada ao Oscar por viver “versão feminina do Coringa” no TERROR

A frustração de uma vida reduzida ao ostracismo do anonimato se transforma em um contemplativo banho de sangue pelas mãos de Ti West em seu terror X: A Marca da Morre. Com ares de Sexta-feira 13, sob uma fotografia solar e uma hipersexualização de seus personagens, o terror conceitual é um frescor dentro do gênero, que emana a estética oitentista em um longa que, muito mais do que assustar, se preocupa em nos tragar para a sanguinolência de seus atos. Uma sucessão de assassinatos motivados pela infelicidade de uma isolada senhora que vive às custas de sonhos jamais realizados, o original é uma observação sobre o ser humano em seu estado mais primitivo possível – longe do convívio social e distante da sanidade lógica que governa a humanidade.

Pearl: Uma História de Origem ‘X’ chega aqui como uma história de origem não necessária, mas inegavelmente espetacular. Explicando quem foi a maldita vilã que nos revirou o estômago com mortes tão gráficas, a prequel de ‘X: A Marca da Morte‘ não é aquele clássico terror de jumpscares, mas é definitivamente um impecável ensaio sobre um surto psicótico. A realidade de Pearl (Mia Goth) poderia ser de enlouquecer qualquer um. Com seu esposo no fronte de batalha, ela dedica seus dias de volta à casa de seus pais, onde deve cuidar do seu pai – que segue em estado vegetativo -, enquanto é constantemente humilhada e maltratada por sua mãe. Entre os afazeres da fazenda e os cuidados paliativos que lhe tomam a energia, ela sonha com a vida de uma vedete nos palcos e nos cinemas. Sempre entre a mais pura e alucinante fantasia e uma dura realidade jamais desejada, ela tenta traçar seus caminhos em direção ao sucesso, fama e beleza plástica. O que não lhe disseram é que em uma terra árida, os sonhos nascidos do campo não tendem a florescer.

E sob uma estética bem technicolor, que remonta o formato dos filmes dos anos 50 e 60, West entrega outro brilhante terror que vai muito mais além do combo de sustos que normalmente nos aguarda em um terror slasher. Pearl é de fato uma espiral caótica de uma jovem à deriva de sua própria existência, que perece em uma vida medíocre onde sua identidade e personalidade são abafadas e sucumbidas pelas pressões de uma matriarca agressiva, insensível e indiferente. Mas independente do contexto familiar que nos trouxe Pearl, é inegável que a vilania já habitava nela, como West faz questão de mostrar em sua tortuosa forma de sacrificar animais indefesos. E essa construção é fundamental para tornar a idosa Pearl de ‘X‘ em uma criatura cruel e monstruosa aos olhos dos personagens e, obviamente, da audiência.

Conectando ambos os filmes de forma natural e quase imperceptível, Pearl é um derivado que caminha por suas próprias pernas e em diversos momentos nada se assemelha a ‘X‘. Com uma abordagem levemente metalinguística e um desenvolvimento narrativo diferente, o longa concentra-se na jornada autodestrutiva de uma jovem que enlouquece diante de sua realidade e da impossibilidade de seus sonhos. Trazendo uma performance poderosa de Mia Goth, o longa mostra uma vez mais a versatilidade da atriz em navegar em três personagens distintas em uma mesma franquia: Maxine – atriz de filmes adultos; a idosa Pearl em seu estado moribundo; e a jovem Pearl – uma garota entre a inocência e a insanidade histérica que a leva em uma epifania de assassinatos.

Caprichando em seu segundo ato com uma sanguinolência de encher os olhos dos mais famintos pelos slasher, Pearl ainda abre espaço para um toque de humor e brinca com as oscilações emocionais de sua protagonista, transformando-na em uma pequena mistura entre o horror e um sarcasmo de um humor ácido e cortante. Violento, mas nada assustador, o mais novo filme de Ti West é uma espécie de jornada do vilão. E embora não acrescente nada genuinamente novo à X: A Marca da Morte, Pearl é o tipo de horror conceitual que é tão meticulosamente bem feito, que merece ser desfrutado até mesmo como uma experiência única sobre uma jovem frente à frente com a pior versão de si mesma.

‘Pantera Negra’: Letitia Wright revela quais HERÓIS e VILÕES ela quer no filme da ‘Shuri’ [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Letitia Wright, que interpreta a Shuri em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

Questionada sobre quais heróis ela gostaria de ter no filme da Shuri, Letitia revelou: “Uhh… O Homem-Aranha. Doutor Estranho, se nós tivermos alguns problemas, ele pode atravessar vários portais. Nossa, isso é muito difícil. Sabe, eu amo os Guardiões da Galáxia. Então basicamente, vamos juntar todo mundo”, afirmou.

Ela também disse com quais VILÕES gostaria de lutar: “Com certeza queremos ver o Namor de novo. Seria legal ressuscitar o Thanos. Doutor Destino seria legal. Se você entende de quadrinhos, sabe sobre o Doutor Destino. Isso é tudo que posso dizer”, concluiu.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

 

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O filme já está em exibição nos cinemas!

 

Crítica | Raymond e Ray – Ethan Hawke e Ewan McGregor em Ácida Comédia Dramática na AppleTV+

Filme visto no Festival do Rio 2022.

Muitas culturas buscam o encerramento – uma cerimônia, um gesto, um acontecimento que possa, de alguma forma, marcar e dar fim a um período, e, consequentemente, dar início a uma nova fase. O ser humano precisa desses rituais para conseguir seguir em frente, emocional e psicologicamente, sendo este um recurso bastante utilizado, inclusive, em tratamentos psiquiátricos e terapias para superação de traumas. Entretanto, é difícil assumir a necessidade de se precisar desse encerramento, pois nem sempre é fácil falar disso em voz alta. Essa é o tema de ‘Raymond e Ray’, nova comédia dramática que teve sua estreia antecipada durante o Festival do Rio esse ano e que chegou recentemente aos assinantes da AppleTV+.

Raymond (Ewan McGregor) é um homem separado da esposa e cujo filho está longe, no exército estadunidense. Ele recebe a notícia de que seu pai, Harris (Tom Bower) acaba de falecer, e, como seu último desejo, gostaria que seus filhos atendessem ao seu funeral e o enterrassem pessoalmente, cavando sua cova. Por isso Raymond vai até a casa de seu meio-irmão Ray (Ethan Hawke), um ex-músico meio falido a quem não vê há muito tempo e com quem passou parte de sua infância quando o pai violento não estava batendo neles. Então, Raymond e Ray partem de carro numa viagem amarga até a cidade onde o pai morava para enterrá-lo, mas, uma vez lá, descobrirão que o homem a quem costumavam odiar era uma pessoa bem diferente diante dos olhos dos moradores locais. E, nesse dia, muitos segredos serão revelados, ao mesmo tempo em que, mesmo morto, o pai continua conseguindo desestruturá-los emocionalmente.

Em uma hora e quarenta e cinco de duração, ‘Raymond e Ray’ busca fazer um retrato sobre as frustrações humanas diante da vida e da morte – e, especialmente, as frustrações diante do mau caratismo do ser humano, afinal nem todo mundo é boa gente. Escrito e dirigido por Rodrigo García, o roteiro parte da morte para inserir uma série de elementos que comprovam que ninguém conhece ninguém a fundo de verdade, e nem mesmo a morte é capaz de suavizar os mais profundos rancores. Nesse viés, mesmo as situações cerimoniais, vistas com bastante deferência socialmente, são incontroláveis quando os verdadeiros sentimentos vêm à tona, dando liberdade à obrigatoriedade do luto às pessoas que decidem não perdoar.

Com maestria e acidez, ‘Raymond e Ray’ retira as máscaras convencionais às quais todos confortavelmente adequam-se para conviver com as pessoas – as boas e as ruins. Isso inclui as novas companhias que ganhamos no caminho e velhos conhecidos que, de uma hora para outra, podem se transformar em desconhecidos. Produzido por ninguém menos que o oscarizado Alfonso Cuarón e numa vibe meio Irmãos Coen, Rodrigo García explora o talento de Ethan Hawke, como um galanteador decadente, e de Ewan McGregor, obrigado a esconder suas emoções até o quarto final do longa, para dar rosto ao fracasso humano de tentar só ver o lado bom das coisas o tempo todo, mesmo quando referido às pessoas odiáveis.

Encabeçado por dois grandes talentos hollywoodianos e com uma história ácida-provocativa em um humor dramático que conduz os personagens ao limite das performances cotidianas em prol da sobrevivência, ‘Raymond e Ray’ é um filme único, hilário a seu modo, que tensiona os nervos e flerta com o absurdo até sua catarse final. Tal como a vida, incontrolável e imprevisível.

Crítica | No Mundo da Luna – Comédia romântica na mesma vibe de ‘O Diabo Veste Prada’ estreia na HBO Max

Foram muitos anos de espera e ansiedade. Os milhares (talvez milhões?) de leitores da escritora brasileira Carina Rissi tiveram que esperar, e muito, para ver os seus livros favoritos da autora ganharem versões no audiovisual. Mas, a partir desse fim de ano de 2022, finalmente a angústia começará a ter fim, pois em 17 de novembro estreia na HBO Max o primeiro episódio da série ‘No Mundo da Luna’, primeiro dos livros da escritora a ganhar formato live action.

Luna (Marina Moschen, e seus trejeitos Anne Hathaway) está indo para a entrevista do emprego dos seus sonhos no JorNAW. Mas duas coisas inesperadas acabam acontecendo: a primeira é que ela encontra Vini (Enzo Romani), seu antigo crush de faculdade, na sala de espera, também pleiteando uma vaga de emprego no mesmo local; a segunda é que, ao contrário do que ela imaginava, sua candidatura não estava sendo considerada para o editorial jornalístico, e sim para uma vaga na sessão do horóscopo do veículo. Frustrada diante dessa realidade, ela fará de tudo para impressionar Dante (Leonardo Bittencourt), diretor do setor, sem saber que o conhecera de véspera em uma festa. Felizmente suas raízes ciganas – e a ajudinha da sabedoria de sua avó (Rosi Campos) – irão lhe ajudar a realizar bem seu trabalho, mesmo que Luna nunca tenha demonstrado interesse em baralho cigano antes e esteja usando o baralho maliciosamente a seu favor.

Dividida em capítulos curtinhos de cerca de trinta minutos de duração cada, ‘No Mundo da Luna’ acerta exatamente o tom da escrita de Carina Rissi, numa comunhão difícil de acontecer quando literatura e cinema se encontram. Mérito do diretor Roberto D’Ávila, que não só conseguiu captar a essência do romance, como foi capaz de transmitir o ponto certo para seu elenco encontrar o sumo do sucesso de Carina, reproduzindo-o em sintonia conjunta. O resultado é um núcleo principal superafinado, abraçado pela edição ágil e sagaz que promove dinamismo entre as cenas e estabelece bem o ritmo de cada um dos crushs – em especial nas cenas “saborosas” de Enzo Romani.

O roteiro de Anderson Almeida, Paula Knudsen e Ana Luiza Savassi se debruça no que realmente importa em ‘No Mundo da Luna’ e faz relevantes e certeiras adaptações, atualizando personagens e atitudes condizentes com o público-alvo contemporâneo. Também os diálogos, super ligeiros, imprimem o tom cômico que impulsionam o riso fácil, especialmente no embate funcionária-chefe, encabeçados por Marina Moschen e Maria Clara Gueiros, bem como o embalo romântico do coração dividido da protagonista por dois crushs gatinhos que desde o primeiro episódio disputarão o favoritismo do público.

No Mundo da Luna’ entrega exatamente o que os fãs de Carina Rissi esperam e merecem. Mais ainda: entrega exatamente o que o público jovem adulto busca em comédias românticas nessa vibe ‘O Diabo Veste Prada’. A produção irá agradar não só aos espectadores brasileiros, mas também aos assinantes latino-americanos da HBO Max como um todo, pois a temática universal facilmente se conecta com qualquer cultura. Divertida e agradável, ‘No Mundo da Luna’ é entretenimento leve, e merece ser renovada o quanto antes para aquietar o coração dos fãs.

EMOCIONANTE! Letitia Wright fala sobre como lidou com a morte de Chadwick Boseman após ‘Pantera Negra’…

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Letitia Wright, que interpreta a Shuri em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

Amiga pessoal de Chadwick Boseman, que morreu de Câncer de colon aos 43 anos, Letitia se emocionou ao falar sobre o amigo e a dificuldade de voltar ao set e filmar a sequência sem a sua presença.

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Questionada sobre quais heróis ela gostaria de ter no filme da Shuri, Letitia revelou: “Uhh… O Homem-Aranha. Doutor Estranho, se nós tivermos alguns problemas, ele pode atravessar vários portais. Nossa, isso é muito difícil. Sabe, eu amo os Guardiões da Galáxia. Então basicamente, vamos juntar todo mundo”, afirmou.

Ela também disse com quais VILÕES gostaria de lutar: “Com certeza queremos ver o Namor de novo. Seria legal ressuscitar o Thanos. Doutor Destino seria legal. Se você entende de quadrinhos, sabe sobre o Doutor Destino. Isso é tudo que posso dizer”, concluiu.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O filme já está em exibição nos cinemas!

 

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’: Versão do diretor EXISTE, revela produtor executivo

Em uma recente entrevista ao Collider, o produtor executivo Nate Moore, um dos veteranos da Marvel Studios, revelou que a versão do diretor de Pantera Negra: Wakanda para Sempre existe e que ela possui algumas diferenças em relação ao corte que foi para os cinemas.

Entretanto, para a tristeza dos fãs, Moore conta que é bem provável que o director’s cut nunca seja lançado.

“Há algumas [cenas] da Versão do Diretor que não foram para a frente. Há algumas com que brincamos por um tempo e exibimos várias vezes”, ele conta. “Somos conhecidos por ajustar bastante nas edições e tentar algumas coisas. [O diretor] Ryan [Coogler], inclusive, é assim também. Então, as coisas entram e saem. ‘E quanto a isso?’. Algumas coisas estão mais perto da completude, outras estão bem cruas”.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Astro da Marvel revela que ‘Thunderbolts’ vai “revelar uma bomba” do Universo Marvel

Em entrevista ao GizmodoDavid Harbour, que irá reprisar seu papel como o Guardião Vermelho em Thunderbolts, revelou que o longa-metragem pertencente à Fase 5 do MCU vai “jogar uma bomba” no icônico panteão super-heroico.

“Vai ser muito divertido”, ele conta. “Vai ser estranho, vai ter ação. E também vamos revelar uma bomba, vai ser chocante, o que é bem legal”.

O time em questão é composto por Florence Pugh como Yelena Belova/Viúva Negra II, Wyatt Russell como John Walker/Agente Americano, Hannah John-Kamen como Ava Starr/Fantasma, David Harbour como o Guardião Vermelho, Olga Kurylenko como a Treinadora e Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal.

Em outra entrevista, dessa vez ao ComicBook.com, Harbour revelou como os heróis irão se reunir para formar o icônico time.

“Este é um dos mistérios iniciais. Eu fiz uma piada sobre ser como ‘Dungeons and Dragons’, onde você entra numa taverna e há um anão bebendo uma cerveja e um elfo no canto, todos nos juntamos e então tem esse fantasma… Não irá acontecer desse jeito, creio eu”, ele disse.

O ator continua: “mas acho que um dos mistérios do filme é a relação deles e, como você diz, há muitas coisas animadoras à medida que terminamos essa próxima fase, em relação ao papel que representam neste universo. Então, sabe, não posso dizer muito por enquanto, mas há uma introdução muito boa de como esse time se reúne, e será muito divertido”.

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

Thunderbolts concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

As QUERIDAS Comédias Adolescentes dos anos 80 que Completam 35 anos em 2022

Só quem viveu os famigerados anos 80, sabe a época inesquecível que foi. Sim, foi uma década politicamente incorreta, mas foi também o surgimento de muitos conceitos que mudariam para sempre a cultura popular e a forma como nos relacionamos com o entretenimento e o cinema. Foi nos anos 1980, por exemplo, a consolidação dos chamados blockbusters, ou seja, o auge do cinema entretenimento, de filmes que surgiam nos cinemas e se tornavam maiores que a vida, fazendo parte do nosso dia a dia. Filmes estes comentados e queridos até hoje – como De Volta para o FuturoOs Caça-FantasmasIndiana JonesTop GunKaratê Kid e muitos outros. Foi também a época do surgimento das videolocadoras, lojas que os mais novos talvez tenham ouvido falar. Esses locais que serviam para o aluguel físico de filmes para serem assistidos em casa, sem dúvida contribuíram para a popularidade não apenas dos filmes citados que se tornaram eternos, mas também para a sobrevida de outras produções que haviam passado em branco durante sua estadia nas telonas.

Outro elemento que ajudou muito esta proximidade dos filmes com seu público foram as exibições nos canais de TV. Todo país teve algum canal, ou canais, abertos a todo o público que serviu para introduzir as mais variadas produções cinematográficas a toda uma geração. No Brasil, os principais cicerones foram a Globo e o SBT, que fizeram a alegria de muitas crianças, adolescentes e adultos. Os cinemas e as locadoras podiam não ser acessíveis para todos, mas através das exibições na televisão, qualquer um podia conhecer grandes sucessos da sétima arte e se apaixonar. Pensando nisso, resolvemos homenagear esta época tão especial, lembrando de um programa especializado em exibir filmes que entraram e nunca mais saíram do imaginário popular, a Sessão da Tarde, na Globo. Aqui, relembraremos com você algumas clássicas comédias adolescentes exibidas por lá, que estão completando 35 anos em 2022. Não é pouca coisa. Confira.

Leia também: Sessão da Tarde Anos 80! Relembre as clássicas comédias adolescentes que completam 35 anos

Te Pego Lá Fora

Clássico absoluto da Sessão da Tarde, Three O’Clock High no título original (referência ao horário do término das aulas nos colégios americanos) foi lançado no dia 9 de outubro de 1987, com produção da Universal Pictures. O que muitos podem não saber é que também tem produção da Amblin Entertainment, estúdio de um certo Steven Spielberg. Acontece que o diretor mandou remover seu nome dos créditos, deixando apenas o de sua companhia. Isso só havia acontecido antes com um único filme que Spielberg produziu, o faroeste Fandango (1985). Em ambos os casos, Spielberg não gostou do resultado final e quis se desassociar. Acontece que o diretor de Tubarão queria algo mais próximo de Karatê Kid (1984), mas o diretor Phil Joanou resolveu se inspirar nos filmes de Martin Scorsese, em especial Depois de Horas (1985), criando um filme adolescente repleto de suspense e momentos nervosos – sem esquecer o humor também.

Outra forte influência do filme foi o faroeste Matar ou Morrer, clássico de 1952 com Gary Cooper – que não por acaso tem no título original o horário do duelo que irá acontecer entre o protagonista e o vilão, e que move a trama: High Noon, ou meio-dia. Na trama de Te Pego Lá Fora também temos um duelo marcado, mas uma briga depois da escola – algo que todo adolescente pode se identificar, ainda mais os que cresceram nos incorretos anos 80 e 90. Acontece que esta briga não é um acontecimento comum, pois o pacato Jerry Mitchel (Casey Siemaszko) irá enfrentar basicamente um psicopata saído do inferno, na pele de Buddy Revell (Richard Tyson), um grandalhão que parece invencível e imparável, um aluno transferido com sérios problemas sociais, que não gosta de ser tocado (talvez por ter sofrido algum abuso no passado). E o que nosso herói faz logo de cara sem saber desta informação? Isso mesmo, encosta nele!

O Rei da Paquera

Nos anos 80, alguns nomes reinaram absolutos quando falamos de comédias adolescentes. Um deles definitivamente foi o da ruivinha Molly Ringwald, presença marcante, assim como a do diretor John Hughes, e que continua sendo entoado através das gerações mais novas. Não por acaso Ringwald e Hughes colaboraram em alguns projetos que serviram para elevar o nome de ambos na época. Filmes como Gatinhas e Gatões (1984), Clube dos Cinco (1985) e A Garota de Rosa-Shocking (1986). Assim, no ano seguinte, dando continuidade aos três sucessos citados, Molly Ringwald estrelava este The Pick-Up Artist (algo como o artista da pegação), mas sem a presença de John Hughes (que não teve qualquer envolvimento com esta produção). Lançada pela 20th Century Fox no dia 18 de setembro de 1987, a obra trazia a presença de outro nome adolescente em ascensão na época, um que conseguiu se consolidar depois de muitos altos e baixos, vindo a se tornar o maior astro de Hollywood na atualidade: Robert Dowey Jr. – graças aos filmes da Marvel, onde vive o herói Homem de Ferro.

Enquanto Molly Ringwald era a queridinha do gênero na época, tendo estrelado alguns dos filmes mais marcantes, Downey Jr. ganhava com O Rei da Paquera a chance de protagonizar seu primeiro filme, há exatos 35 anos. O ator já havia participado de alguns filmes de sucesso na época, é claro, como Mulher Note Mil (1985) e De Volta às Aulas (1986), mas sempre em papeis coadjuvantes. Na trama, Downey Jr. interpreta um jovem paquerador profissional, acostumado a destilar suas artimanhas na direção de jovens incautas. Tudo muda na vida do sujeito safado quando ele encontra seu maior desafio nas formas de Molly Ringwald, e se apaixona de verdade pela garota. Acontece que ela vem um de lar conturbado, onde precisar cuidar do pai, e desatar o nó que ele deu ao se envolver com criminosos. O elenco traz ainda Dennis Hopper, Danny Aiello e Harvey Keitel; e tem produção do astro Warren Beatty.

Tal Pai, Tal Filho

Outro clássico absoluto da Sessão da Tarde que está completando 35 anos em 2022 é este Like Father Like Son (tradução literal do título em português). Com produção da TriStar Pictures e lançado no dia 2 de outubro de 1987, o filme fez parte de uma tendência muito em voga no fim dos anos 80: as comédias juvenis sobre troca de corpos e troca de idades dos personagens principais. Outros longas que fizeram parte deste “movimento” foram Quero Ser Grande (1988), Um Pedido Especial (1988), Vice-Versa (1988) e Um Sonho Diferente (1989). Podemos dizer que na época, Tal Pai Tal Filho foi o pioneiro deste subgênero que viraria tendência para àquela época. Dirigido por Rod Daniel, o mesmo de O Garoto do Futuro (1985) e K-9: Um Policial Bom pra Cachorro (1989), a trama de Tal Pai Tal Filho é simples, e mostra o que acontece quando um médico cirurgião super responsável troca de lugar com seu filho adolescente relaxado. É claro que no percurso a grande lição é aprender a estar no lugar do outro, o compreendendo mais.

O segredo da produção é que a química entre os atores principais, que é o que faria o filme funcionar ou não. Assim foram escolhidos como protagonistas dois nomes muito badalados dos anos 80. Vivendo o pai, o Dr. Jack Hammond foi escalado o baixinho inglês Dudley Moore – que anos antes havia emplacado em sucessos como Mulher Nota 10 (1979) e Arthur – O Milionário Sedutor (1981), este segundo um sucesso pop que chegou até o Oscar em algumas categorias. Tal Pai Tal Filho se tornaria o novo grande sucesso da carreira de Moore – que andava meio afastado dos holofotes em filmes que não atingiam o esperado. Para o papel do filho, foi trazido o jovem Kirk Cameron, então com 17 anos e estreando em seu primeiro papel no cinema. Cameron era muito conhecido na época e fazia sucesso no seriado Tudo em Família (Growing Pains), que ficou no ar de 1985 a 1992.

Cinderela às Avessas

Ao contrário dos demais itens acima nesta lista, este Maid to Order (no título original) não contou com um grande estúdio por trás de seu lançamento. Pelo contrário, o estúdio responsável pela distribuição do filme nos EUA foi o desconhecido New Century Vista Film Company. Assim, no dia 31 de julho de 1987, pronto para encarar a época mais concorrida nas bilheterias norte-americanas – em pleno auge do verão e das férias escolares – chegava este conto de Cinderela bem ao modo dos anos 80. A diretora Amy Holden Jones na época era muito conhecida por ser uma forte porta-voz do feminismo e seus filmes refletiam a causa, mesmo que nem sempre parecesse. Ela foi a responsável pelo slasher O Massacre (Slumber Party Massacre), de 1982, por exemplo, que o estúdio subverteu ao não entender a intenção satírica da cineasta.

Holden Jones escreveu e dirigiu Cinderela às Avessas e seu às na manga era a presença de Ally Sheedy, atriz que era um dos membros do grupo adolescente conhecido como brat pack – de onde saiu também a citada Molly Ringwald. Enquanto a ruivinha era a “namoradinha da América”, Sheedy era a rebelde, a menina alternativa, pegando um pouco de suas personas em Clube dos Cinco (1985). Justamente por isso, Holden Jones acreditava ter um trunfo nas mãos ao pegar a rebelde Sheedy e fazer dela a típica patricinha mimada e privilegiada, cuja maior preocupação na vida é o novo vestido que irá comprar e a nova festa que irá. A trama subverte ao estilo dos anos 80 a história da Cinderela, fazendo o caminho inverso e transformando a princesa em gata borralheira, no caso uma empregada doméstica. Com direito até mesmo à fada madrinha, interpretada por Beverly D’Angelo (da franquia Férias Frustradas). Esse foi mais um filme que fez sucesso na Sessão da Tarde. Quem lembra?

Leia também: 12 Filmes para Conhecer o Brat Pack: Os Astros Mais Quentes dos anos 80

Férias Quentíssimas

Finalizando a matéria, este é o item mais desconhecido e que talvez nem todos irão lembrar. Apesar disso, no entanto, é estrelado por um ator que igualmente fazia grande sucesso nos anos 80, quando foi revelado em filmes adolescentes. Trata-se de John Cusack, então um jovem ator que já havia participado de 8 filmes clássicos da época quando protagonizou este Hot Pursuit (no título original). O filme foi lançado no dia 8 de maio de 1987, com distribuição da Paramount Pictures. No filme, Cusack interpreta um jovem completamente apaixonado por sua namorada, uma menina vinda de família rica. A família planeja férias no Caribe, mas o rapaz em cima da hora descobre que não pode ir, já que precisa fazer uma prova de química no colégio. Assim, a moça vai sem ele ao lado dos pais. Nos 45 do segundo tempo, o professor desiste da prova e o sujeito azarado está livre para “voar”, acontece que a decisão foi tarde demais e a amada já zarpou. Agora, o protagonista precisa correr atrás dela, usando todos os meios possíveis e imagináveis dentro de seu alcance, para conseguir desfrutar deste paraíso com seu amor adolescente. Mesmo que antes precise viver um verdadeiro inferno, com direito a sequestradores, criminosos, policiais corruptos e até mesmo piratas – ou seja, tudo que os anos 80 tem direito.

Crítica | 5ª temporada de ‘The Crown’ é movida a escândalos e a atuações impecáveis

The Crown é uma das séries mais populares e aclamadas da Netflix – e não é por qualquer razão. Baseada na peça de teatro homônima, a produção gira em torno da ascensão de Elizabeth II ao trono do Reino Unido e seu extenso reinado, navegando pela morte inesperada do pai, o Rei George VI, e pelas várias responsabilidades em ser a monarca mais famosa do planeta. Depois de quatro anos, a produção se estabeleceu como uma joia do cenário mainstream que, apesar de dramatizar certos eventos em virtude de alimentar a necessidade do entretenimento, oferece um vislumbre interessante acerca da família real e dos personagens que ainda contemplam esse núcleo.

Agora, chegamos ao quinto ciclo da produção – e um dos mais aguardados. Afinal, após o espetacular season finale anterior, era mais que natural que estivéssemos ansiosos para ver o desenrolar da história, os vários escândalos envolvendo os membros da Coroa e como o público se tornou elemento ativo dessa configuração, principalmente na era da globalização (que atinge a cronologia do show agora). O resultado é um pouco aquém do esperado em virtude de algumas falhas de ritmo, mas nada gritante demais que apague a beleza estética e performática da obra – e que, mesmo assim, pode afastar um pouco dos fãs que angariou nas iterações predecessoras.

Seguindo os passos das temporadas anteriores, a nossa protagonista, Elizabeth II, ganha uma nova roupagem através da icônica Imelda Staunton, que, como podemos imaginar, faz um trabalho espetacular, pegando emprestado os trejeitos eternizados por Olivia Colman e Claire Foy num passado muito distante. Aqui, a monarca enfrenta um dilema moral que se estende tanto para dentro da própria família quanto para como a figura da Rainha é enxergada pelos súditos: ela se mantém estagnada no tempo e em uma mitologia pintada sobre a extensa história da Coroa, enquanto se afasta da constante mudança que os britânicos enfrentam, com a exponencial expansão da tecnologia, o advento da internet e o fato de que tudo é muito mais enérgico do que quando ela vestiu o manto.

Não é surpresa, pois, que boa parte da mídia, incluindo tabloides, solte o verbo para falar da aparente falta de tato que Elizabeth demonstra – e que ela deveria abdicar o trono em prol de entregá-lo para o Príncipe Charles (Dominic West), seu primogênito, que está envolvido com causas sociais voltadas aos jovens – como a criação de um programa de bolsas que contemple meninos e meninas inventivas e que tenham ideias que não seriam subsidiadas por falta de oportunidades. É claro que as coisas não funcionam desse jeito e Charles só irá se apropriar do comando da monarquia quando Elizabeth falecer – e isso não é tudo: Charles permanece no casamento com a Princesa Diana (Elizabeth Debicki em um papel definidor para sua carreira), que vai de mal a pior. Os paparazzi que infernizam a vida da realeza continua a alimentar as fofocas de que eles estão prestes a romper e a trazer ainda mais um problema para uma Coroa fragilizada pelo tempo e pela perda considerável de poder.

Enquanto Staunton e West fazem um trabalho irretocável e praticamente garantem indicações merecidas ao Emmy, é Debicki quem nos arranca uma performance de tirar o fôlego, que rouba todos os holofotes. Diferente da ingenuidade apaixonante que Corrin apresenta como a Diana mais jovem, Debicki se lança a uma construção marcada por uma problemática constante, aterrorizada pelo que a família em que está inserida pode fazer com sua sanidade mental e com sua integridade física. Ela carrega consigo o amor incondicional dos filhos, mas não o bastante para que ofusque o fato do marido estar traindo a santidade do casamento com Camilla Parker Bowles (Olivia Williams), uma antiga conhecida que ainda desperta sentimentos crus em Charles. Apesar de manter a pose, Diana se move por uma sutil ironia que a impede de enlouquecer completamente e abandonar tudo o que construiu.

Os recentes episódios mergulham em uma contemplação sóbria e angustiante, mais do que já havíamos visto. A paleta de cores segue uma estética similar, marcada por conflitos de cores que evidenciam o embate entre os protagonistas e coadjuvantes – seja entre Elizabeth e os filhos ou entre Diana e si mesma; a direção não foge muito do convencional, mas é segura o bastante para convencer o que quer vender; e, talvez, esse seja o problema principal do quinto ciclo (migrar para uma verossimilhança guiada pelos escândalos que se esquece, por vezes, de humanizar a temática e as personas que Peter Morgan e seus colaboradores fizeram com tanta exímia).

The Crown pode ter dado uma deslizada, porém, nada que manche consideravelmente uma estrutura quase imaculável. O que pode afastar os telespectadores é a transição contínua de ritmo e uma celebração da tragédia, que beira o sensacionalismo, mas não deixa que as coisas desandem. No geral, as engrenagens se encaixam e, mesmo precisando de alguma lubrificação, são convincentes o bastante para nos conduzir do começo ao fim.

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é o único filme da Marvel em 2022 a conquistar o selo “fresh” no RT

A aguardada sequência Pantera Negra: Wakanda para Sempre finalmente chegou aos cinemas de todo o mundo – e, por enquanto, foi o único da Marvel Studios a conquistar o selo “fresh” no agregador de críticas Rotten Tomatoes, com 84% de aprovação.

A encargo de comparação, ‘Thor: Amor e Trovão’ reside com 64%, enquanto ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ alcançou 74%.

Além do sucesso de crítica, a continuação já arrecadou impressionantes US$ 58.8 milhões nas bilheterias mundiais.

Internacionalmente, o longa foi lançado em 17 mercados – onde já arrecadou US$ 10.1 milhões. Para termos de comparação com outros filmes recentes do gênero, o resultado está 225% acima dos números de ‘Adão Negro‘ e 45% acima de ‘Batman‘.

O novo filme da Marvel dominou aos cinemas internacionais, incluindo na América Latina, onde alcançou o topo das bilheterias apenas com a pré-estreia.

Pantera Negra 2‘ deve fechar o final de semana com uma estreia global em torno de US$ 185-200 milhões mundialmente. O resultado oficial será divulgado durante o domingo. Fiquem ligados!

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Produtor dá atualização SURPREENDENTE sobre ‘Capitão América 4’; Confira!

Em entrevista ao Collider, o produtor Nate Moore comentou sobre o já confirmado Capitão América: Nova Ordem Mundial.

Na conversa, ele confirmou não apenas que as filmagens começam no Ano Novo, mas que Sam Wilson (Anthony Mackie) irá enfrentar o General Thaddeus “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford).

“Bom, veja, o Capitão América irá trazer seu próprio time para brincar”, ele conta. “Não é nenhum segredo que Samuel Sterns está retornando para o Universo Cinemático Marvel, o que é fantástico, porque Tim Blake Nelson é o melhor. Harrison Ford vai interpretar o General Thaddeus ‘Thunderbolt’ Ross. E veremos Sam Wilson e Ross se enfrentando ([Ross] jogou [Sam] na prisão no final de ‘Guerra Civil’, porque ele violou os Acordos de Sokovia). Haverá algumas faíscas naturais lá, o que acho que vai ser muito divertido”.

Anteriormente, em entrevista para o Comic Book, Moore falou sobre a chegada de Ford ao MCU e o que poderemos esperar do astro no panteão super-heroico:

“Eu acho que você vai ter que esperar para ver. Você sabe o que quero dizer? Mas não poderíamos estar mais animados com a chegada de Harrison Ford. Obviamente, quando você tem Han Solo ou Indiana Jones envolvidos em seu filme, isso aumenta a expectativa. Então, estamos animados para ver Anthony Mackie e Harrison Ford dividindo algumas cenas. Acho que vai ser fantástico.”

Lembrando que Capitão América: Nova Ordem Mundialestá marcado para chegar aos cinemas em 03 de maio de 2024.

A direção fica a cargo de Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), a partir do roteiro de  Malcolm Spellman e Dalan Musson (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

O elenco também conta com Tim Blake Nelson (‘O Incrível Hulk’) reprisando seu papel como o vilão chamado Líder, e Shira Haas (‘Nada Ortodoxa’), que foi escalada como a mutante Sabra.

Enquanto isso, todos os episódios de Falcão e o Soldado Invernal’ continuam disponíveis na Disney+.

Após ‘Pantera Negra 2’, relembre os melhores FILMES e SÉRIES com super-heróis negros

O mundo das revistas em quadrinhos, sobretudo na vertente dos super-heróis, quase sempre foi despreocupado com questões da diversidade, seja relacionada a causas ou raças. Mesmo nos tempos de apartheid, eram poucos os encapuzados negros que faziam sucesso entre os leitores contemporâneos. Muito porque os grandes selos americanos, como a Detective Comics (DC) ou Marvel, tinham em seu elenco de destaque apenas figuras de homens e mulheres brancas.

Ainda em 1963, Little Zeng, que é creditado por muitos como o primeiro super-herói negro, do ilustrador e músico Chris Acemandese Hall, chegou a ser lançado no livro ‘Os movimentos culturais e políticos do Harlem entre 1960 e 1970: de Malcolm X ao black is beautiful’, editado por Klytus Smith. Contudo, a obra era nichada e acabou não chegando para muita gente a nível mundial ou mesmo dento do solo americano.

Então foi somente três anos depois de Little Zeng, que Stan Lee e Jack Kirby criaram e lançaram o Pantera Negra pela Marvel, primeiramente como coadjuvante da revista do ‘Quarteto Fantástico’. Ambos os artistas eram judeus-americanos, figuras que ainda eram um tanto marginalizadas no país, desse modo tiveram o que chamam hoje de lugar de fala. Curioso é que exatamente em 1966 foi criado o partido dos Panteras Negras, importante também para o próprio quadrinho ganhar força.

Logo após isso, tivemos a chegada do Falcão, o companheiro do Capitão América; depois veio a Tempestade, que mesmo queniana viveu em Wakanda e até se casou com o T’Challa; e finalmente apareceram os emblemáticos Luke Cage, Blade e outros mais.

A DC, por outro lado, criou o Raio Negro apenas em 1977, por Tony Isabella e Trevor Von Eden; a incrível dupla Marv Wolman e George Pérez criaram o Cyborg em 1980, na revista dos ‘Jovens Titãs’; e a Vixen foi a primeira heroína negra do estúdio, que chegou um ano depois. Somente durante os anos de 1990 e 2000 que começaram a aparecer mais personagens negros nessas histórias. No entanto, tudo de maneira muito tímida, se comparada a representatividade que temos hoje – ainda que precisemos evoluir muito neste aspecto.

Nos cinemas então demoraram ainda mais para introduzir esses personagens, onde as poucas vezes em que negros apareciam como super-heróis eram abordados sempre com a temática de humor. Como é o caso de ‘O Homem Meteoro’, de 1993, uma comédia de super-heróis escrita, dirigida e estrelada por Townsend com um elenco de apoio que incluía James Earl Jones, Don Cheadle, Jennifer Lewis e Eddie Griffin.

Mas eis que finalmente, do meio para o fim da década de 1990, personagens sérios e super badass começaram a surgir nas telonas, fazendo jus não só a qualidade da obra como também se levando a sério e criando universos interessantes.

Hoje, filmes como ‘Pantera Negra’, conseguem arrecadar mais de 1 bilhão de dólares, tendo quase que por completo um elenco formado por atores negros. Só que, até chegarmos nisso, várias outras produções tão boas quanto foram lançadas, seja nos cinemas ou mesmo na TV.

Desse modo, pegando carona no lançamento de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’, fizemos uma lista aqui com os melhores filmes e séries que foram protagonizados por personagens negros. Claro que tivemos que escolher só alguns, então muitos ficaram de fora, então, citem também nos comentários os seus favoritos. Vamos nessa!

Filmes

M.I.B. – Homens de Preto (1997)

No mesmo ano de 1997, ‘SpawnO Soldado do Inferno’ também foi lançado, um filme até honesto para época, mas que hoje envelheceu com o tempo e está próximo de ganhar um remake. Porém, foi Will Smith que brilhou aquele ano com a sensacional aventura ‘M.I.B.’, onde tínhamos ali a origem de um autentico super-herói negro lutando contra alienígenas. Um filme divertidíssimo, com cenas incríveis e uma trama super criativa.

Blade, O Caçador de Vampiros (1998)

Blade’ é para muita gente o primeiro filme de super-herói levado a sério e que de início ao filão que temos hoje mais de 25 anos depois. Sim, ‘X-Men’ popularizou tudo, inclusive trazendo a própria Tempestade, com Halle Berry, mas é Wesley Snipes quem até hoje detém o posto de super-herói negro mais importante dos cinemas. Como sabemos, a Marvel Studios também deve fazer em breve a sua versão.

O Protetor (2014)

Quem iria imaginar que o gigantesco Denzel Washington estrelaria uma aventura de super-heróis do qual ele mesmo, com mais de 50 anos de idade, sairia na porrada contra dezenas de vilões por aí. ‘O Protetor’ não leva o selo da Marvel ou da DC, mas consegue ser igualmente incrível, e até mais empolgante que alguns desses títulos lançados por esses estúdios. O segundo filme é igualmente impactante e ainda traz uma lição e tanto deixada pelo velho Denzel.

Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)

O Cabeça de Teia já havia marcado na sétima arte algumas vezes, com ‘Homem-Aranha 2’ estando no hall dos melhores filmes de super-heróis já lançados, mas, vamos falar a verdade, não dá pra comparar nada que foi feito nesse universo com ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’. Uma verdadeira obra de arte, que trouxe o Miles Morales em um universo visualmente hipnotizante, com temas fortes e um roteiro extremamente inventivo. Abordando várias facetas e universo do aracnídeo mascarado, como nunca antes haviam feito no audiovisual.

Hancock (2008)

Will Smith não está citado aqui na lista duas vezes por acaso, isso porque com Hancock ele conseguiu trazer uma espécie de Superman desastrado e de ressaca, destruindo cidades com cenas positivamente megalomaníacas e uma trama maluca que unidas resultaram em diversão em estado bruto. Will Smith e Charlize Theron formam uma dupla sensacional, fazendo antes do primeiro ‘Homem de Ferro’ o que a Marvel realiza hoje em dia, uma aventura divertida e despretensiosa.

Séries

Super Choque (2000)

Não tem como falar de série de super-heróis negros sem citar a sensacional animação Super Choque, que foi um divisor de águas na vertente. Na trama, Virgil Hawkins é um jovem inteligente e bem-humorado que vive na cidade de Dakota, com o pai e a irmã. Após ser, acidentalmente, exposto a um gás desconhecido, ele ganha super poderes eletrostáticos. Com a ajuda de seu amigo gênio, Ritchie, Virgil decide virar um super-herói e ajudar as pessoas com suas novas habilidades, se tornando o Super Choque. Foi injustamente cancelada após a segunda temporada, onde a DC decidiu focar apenas na ‘Liga da Justiça‘.

Luke Cage (2016)

Pegando como base o movimente cinematográfico da blaxploitation e os filmes do cineasta Spike Lee, ‘Luke Cage’ construiu um universo poderoso, perigoso e fascinante, além de esbanjar charme de estética. Mike Colter também trouxe uma imensa força e elegância ao personagem e a Netflix fez duas ótimas temporadas. Penas que também foi cancelada.

Raio Negro (2018)

Jefferson Pierce é um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Black Lightning quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está a sua procura. Uma história séria, repleta de camadas sociais e ao mesmo tempo sem nunca deixar de lado a clássica pegada de super-heróis.

Watchmen (2019)

Fazendo diferente, recriando toda uma história e tomando apenas como base a essência da obra de Alan Moore, ‘Watchmen’ da HBO apareceu como uma joia em pleno governo Trump falando do medo de imigrantes e terroristas infiltrados em solo americano, que tomaram o Rorschach como sua principal fonte de inspiração, mas trazia uma protagonista negra como principal heroína da história. Uma série incrível e corajosa.

Falcão e o Soldado Invernal (2021)

Após se destacar nos filmes solos do ‘Capitão América‘ e também dos ‘Vingadores‘, Sam Wilson ganhou a sua própria série, ao lado do parceiro Soldado Invernal, que serviu nada mais, nada menos que uma espécie de transição para tornar o Falcão no Capitão América. ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ é repleta de muita ação, cenas impactantes e toca em temas delicados em determinados momentos, se destacando com uma das melhores produções da Marvel nas séries lançadas no Disney+.

‘Ingresso para o Paraíso’: Comédia com Julia Roberts e George Clooney já arrecadou quase US$ 150 milhões mundialmente

A comédia romântica ‘Ingresso para o Paraíso‘ (Ticket to Paradise), estrelada por George Clooney (‘Onze Homens e um Segredo’) e Julia Roberts (‘Uma Linda Mulher’), já arrecadou quase US$ 150 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 56.5 milhões. No mercado internacional, onde o filme teve uma estreia antecipada, foram sólidos US$ 93.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 149.9 milhões mundialmente.

Atualmente, ‘Ingresso para o Paraíso‘ é a terceira maior comédia live-action do ano, atrás apenas de ‘Sonic 2‘ (US$402.6M) e ‘Cidade Perdida‘ (US$190.8M).

Vale lembrar que o jornalista Miguel Morales teve uma conversa com astros Maxime Bouttier e Kaitlyn Dever sobre o filme. Confira a entrevista:

Crítica | Ingresso Para o Paraíso – RomCom Traz Julia Roberts e George Clooney em TOTAL Sintonia

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ol Parker (‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’) é responsável pela direção.

Um casal de ex-namorados se unem novamente, desta vez na missão de impedir que sua filha apaixonada cometa o mesmo erro que eles mesmos cometeram uma vez.

O elenco ainda conta com Billie Lourd, Lucas Bravo, Amanda O’Dempsey, Rowan Chapman, Murran Kain e Vanessa Everett.

‘Adão Negro’ ultrapassa US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘ ter chegado dominando as telonas – com uma estreia global de US$ 330 milhões –, ‘Adão Negro‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o filme estrelado pelo Dwayne Johnson já arrecadou US$ 151.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 201.1 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 352.2 milhões mundialmente.

Apesar do forte desempenho, o Deadline declara que ‘Adão Negro‘ não deve render o mesmo lucro que ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘. O site afirma que, além da nova aventura do The Rock ter tido um orçamento muito maior, o longa da DC deve fechar sua arrecadação em torno de US$ 400 milhões mundialmente – pouco mais da metade arrecadada pelo spin-off ‘Hobbs & Shaw‘ (US$759M).

Analistas afirmam que o resultado é um exemplo de que o mercado cinematográfico ainda não se recuperou totalmente após a pandemia, o que pode prejudicar projetos ambiciosos com orçamentos gigantescos.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘Pantera Negra 2’ arrecada US$ 330 milhões e se torna a 2ª MAIOR estreia global do ano

Sucesso! A sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ arrecadou sólidos US$ 330 milhões mundialmente em seu primeiro final de semana – o que representa a segunda maior estreia global do ano, atrás apenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Para termos de comparação, ‘Wakanda Para Sempre‘ está registrando um desempenho 5% abaixo do primeiro ‘Pantera Negra‘ (que teve o benefício do feirado do Dia do Presidente) e 8% à frente de ‘Thor: Amor e Trovão‘, o último lançamento da Marvel nos cinemas.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 180 milhões, quebrando o recorde de maior estreia da história para o mês de novembro – que, por nove anos, pertenceu ao filme ‘Jogos Vorazes: Em Chamas‘ (US$158M).

Internacionalmente, a produção arrecadou US$ 150 milhões – tendo destaque no Reino Unido ($15M), França ($13.7M), México ($12.8M), Coreia ($8.9M) e Brasil ($7.1M) – o que representa a quinta maior estreia de um filme hollywoodiano após o período de pandemia. Além disso, a sequência também se tornou a 12ª maior estreia internacional da história da Marvel.

Analistas ainda apontam que, no mercado internacional, ‘Pantera Negra 2‘ está 95% à frente de ‘Adão Negro‘, 29% à frente de ‘Batman‘ e 4% à frente do longa original.

Vale lembrar que o editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Letitia Wright, que interpreta a Shuri. Amiga pessoal de Chadwick Boseman, que morreu de Câncer de colon aos 43 anos, Letitia se emocionou ao falar sobre o amigo e a dificuldade de voltar ao set e filmar a sequência sem a sua presença.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Questionada sobre quais heróis ela gostaria de ter no filme da Shuri, Letitia revelou: “Uhh… O Homem-Aranha. Doutor Estranho, se nós tivermos alguns problemas, ele pode atravessar vários portais. Nossa, isso é muito difícil. Sabe, eu amo os Guardiões da Galáxia. Então basicamente, vamos juntar todo mundo”, afirmou.

Ela também disse com quais VILÕES gostaria de lutar: “Com certeza queremos ver o Namor de novo. Seria legal ressuscitar o Thanos. Doutor Destino seria legal. Se você entende de quadrinhos, sabe sobre o Doutor Destino. Isso é tudo que posso dizer”, concluiu.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O filme já está em exibição nos cinemas!

 

10 filmes que tem um ar filosófico

A filosofia está em todo lugar e o mundo das artes reforça essa afirmação trazendo para reflexão debates, até mesmo buscando desvendar as razões e os porquês dentro das misteriosas estradas da existência humana. Esse olhar é muito amplo, dentro do conceito de entender o mundo e o que há nele. Buscando refletir sobre esse tema, separamos abaixo alguns filmes que possuem recortes filosóficos interessantes:

 

Os Eternos

Na trama, conhecemos um grupo intergalácticos chamado os Eternos, que são destinados a planetas para conseguir extrair informações e depois obedecer ordens vindas dos celestiais (algo como os chefes deles). Assim, um grupo pousa na terra muito tempo antes de Cristo e assim vai vendo a evolução da raça humana e com a missão de não se intrometer em qualquer guerra, catástrofes ou algum ato que possa interferir diretamente no resultado de um conflito. Em certo momento recebem uma ordem para reativar um Celestial que está adormecido nas profundezas do planeta Terra.

 

O Professor Substituto

A falta de equilíbrio que faz quebrar sentidos básicos da nossa existência. Exibido no Festival de Cinema de Veneza em 2018, o curioso longa-metragem dirigido pelo francês Sébastien Marnier é um recorte instigante sobre a ótica de professores e alunos de uma tradicional escola francesa. Todo um envolto de modos de pensar e ações de um grupo de estudantes cdfs que utilizam razões com bases poéticas para justificar suas ações e consequências, são colocadas em tela de forma metafórica que vão desde citações de filósofos até uma fotografia e trilha que causam impacto. Não é um filme fácil de digerir, além de que seu enredo esconde seus pontos de clímax deixando o espectador no mínimo surpreendido pelo que ocorre ao longo dos 105 minutos de projeção.

 

Passageiro Acidental

As linhas tênues entre a razão e a esperança. Disponível no catálogo da Netflix, Passageiro Acidental é um filme cheio de portas para serem abertas dentro de escolhas que partem de uma hipótese muito remota (uma surpresinha não vista por ninguém após a decolagem de uma nave que vai pra marte) mas acaba se transformando em um grande e quase filosófico jogo de argumentos onde podemos fazer paralelos com questões existenciais, filósofos e pensadores de todas as épocas. O filme é dirigido pelo brasileiro Joe Penna em seu segundo longa-metragem e conta com ótimo elenco.

 

Bacalaureat

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

 

Hannah Arendt

Numa época que pensadores originais não precisavam de diploma para lecionar, conhecemos a filósofa política alemã de origem judaica, Hannah Arendt que trabalhou como jornalista e professora universitária além de publicar obras importantes sobre filosofia política. Sempre rodeada por livros e textos que contribuíram para com a sua obra, somos apresentados aos amigos (alguns deles famosos pensadores) e a toda uma problemática pessoal provocada pelo seu pensamento que culminou na transformação de um julgamento em uma questão filosófica.

 

Living

É preciso saber viver… Adaptação britânica de um filme chamado Viver do genial cineasta japonês Akira Kurosawa, Living é um emocionante drama que nos mostra o recorte final de uma estrada dentro de um universo de possibilidades que se abrem, quando enxergar-se outros sentidos para vida, na trajetória de um burocrata que busca servir de exemplo, sem tempo para raivas ou arrependimentos. O cineasta sul-africano Oliver Hermanus consegue chegar à sua obra-prima da carreira, emocionando o público ao longo de inesquecíveis 102 minutos de projeção. As atuações de Bill Nighy e Aimee Lou Wood (a Aimee de Sex Education) são estupendas!

 

Bem-Vinda, Violeta!

Para contar uma história é preciso desprender-se da realidade e embarcar na ficção? Partindo de uma análise bastante ampla sobre o universo sempre peculiar do processo criativo, Bem-Vinda, Violeta! , inspirado no romance ‘Cordilheira’ do escritor brasileiro Daniel Galera, é um filme que navega nas turbulências emocionais de uma protagonista que se descobre em crise através da personagem que está criando para seu novo livro. Fernando Fraiha, um dos diretores do famoso programa Choque de Cultura, volta à direção de um longa-metragem de ficção, após o ótimo La Vingança (2016), nesse filme que é pura reflexão sobre os sentidos da existência humana.

 

Perdido em Marte

A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais. Perdido em Marte, filme que marca o retorno do aclamado criador de Alien, o Oitavo Passageiro para trás das câmeras. Baseado na obra de Andy Weir, o longa-metragem estimado em mais de 100 Milhões de Dólares, é uma aventura com toques de suspense e drama que promete agradar demais os cinéfilos de plantão. Mexendo com várias variáveis emocionais, praticamente um raio-x do protagonista é instaurado, o filme cresce exatamente nos raciocínios das argumentação para as tomadas de decisões de sobrevivência. Uma pequena obra-prima cinematográfica dessa lenda do cinema chamado Ridley Scott.

 

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência

Ganhador do Leão de Ouro no Festival de Veneza, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência é um dos filmes mais invulgares dos últimos tempos, passando uma certa zoação em relação a situações do cotidiano da humanidade, o que acaba tendendo o roteiro ao tragicômico. Pode ser que a primeira vista o filme seja completamente incompreensível beirando à loucura mas quando se sossega o baque do inusitado vamos começando a perceber uma lógica interessante contidas em situações estranhas que se metem os personagens.

 

Minutos Atrás

Na curiosa história acompanhamos dois amigos seguindo sem direção em uma estrada abandonada. Tendo apenas uma carroça cheia de bugigangas, pensamentos argumentativos sobre a sociedade, os sonhos, a vida e o destino, a dupla corre contra o tempo pois não sabem onde esse caminho os levarão. Assim, o público é envolvido em raciocínios oriundo da vivência dos dois, fato que os fazem refletir sobre sua própria existência no planeta.

‘Desencantada’ ganha teaser DUBLADO e tem estreia antecipada

Desencantada‘ ganhou um fofo teaser dublado explicando um pouco mais da história. Além disso, foi confirmado que a Disney+ antecipou o lançamento do longa para o dia 18 de novembro.

Assista:

 

Desencantada‘ é a aguardada sequência de ‘Encantada‘, que se tornou possível graças ao Disney+, assim como ‘Abracadabra 2‘.

A trama de Desencantada se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

‘Gen V’: Seth Rogen afirma que o spin-off de ‘The Boys’ será “completamente INSANO”

Em entrevista ao Collider, o produtor Seth Rogen revelou que já teve a chance de conferir os primeiros episódios de ‘Gen V‘, série derivada da popular ‘The Boys‘, e afirmou que a produção será “completamente insana”.

“Eu já comecei a assistir aos episódios [do spin-off], e é completamente insano. A combinação de heróis na faculdade é incrivelmente fascinante e violenta. Há algumas cenas que eu e o Evan [Goldberg] assistimos e ficamos tipo: ‘Meu Deus, o que eles estão fazendo?’.”

Anteriormente, o showrunner Erick Kripke havia confirmado que a série derivada será ambientada em paralelo com o desfecho da 3ª temporada de ‘The Boys‘, indicando que rostos conhecidos da série original podem acabar aparecendo.

“Nós definitivamente teremos um crossover, e estamos fazendo o melhor para explorar algumas narrativas da terceira temporada de ‘The Boys’ na primeira temporada do spin-off. Há uma campanha presidencial acontecendo nos bastidores da história e também há certas coisas acontecendo na escola que servem como consequência aos acontecimentos da 3ª temporada de ‘The Boys’.”

Ele completa, “Também há algumas narrativas acontecendo na série derivada que nós voltaremos a acompanhar a quarta temporada da série principal.”

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”

Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.