Site Página 3022

Assinantes estão AMANDO a nova série de TERROR da Netflix; Confira as reações!

A série de terror ‘Profecia do Inferno‘ (Hellbound) conquistou os críticos e o público.

Além de conquistaimr pressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série comandada por Yeon Sang-ho, mesmo diretor do aclamado ‘Invasão Zumbi‘, também agradou os assinantes.

O consenso geral é que a produção traz uma excelente adaptação, com uma história intrigante, brutal e viciante.

Separamos as principais reações do público e críticas:

Primeiras Impressões Netflix | Profecia do Inferno é a nova série coreana para os amantes de Round 6

“‘Profecia do Inferno’ é como uma mistura entre Clive Barker, ‘O Código Da Vinci’ e o icônico terror japonês ‘Ring: O Chamado’.” (Daily Telegraph (UK))

“No final das contas, ‘Profecia do Inferno’ é uma série intrigante, apesar de instável, com uma premissa sólida.” (Bloody Disgusting)

“O diretor Yeon Sang-ho criou um drama policial sinistro que usa elementos sobrenaturais para explorar conceitos grandiosos sobre morte e pecado.” (Digital Spy)

“O ritmo da série pode ser um pouco lento no começo, mas a narrativa progride em uma mistura interessante de drama policial, terror violento e críticas sociais sobre as falhas da humanidade, como mortalidade, pecado, justiça e a influência da mídia.” (The Age)

“É difícil tirar os olhos de ‘Profecia do Inferno’, pois o conceito é original e viciante.” (Ready Steady Out)

“A série mostra não apenas a força de uma adaptação bem feita, como também a força das produções coreanas.” (Geek Community)

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!

Baseada na webtoon coreana ‘Hell‘, a trama segue a luta pela sobrevivência em meio ao caos quando um grupo de seres sobrenaturais começam a aparecer e a condenar as pessoas para o inferno. Logo, um novo grupo religioso interpreta a aparição deles como a vontade divina.

Saiba quando serão divulgadas as primeiras criticas de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’

AS primeiras reações de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ já tem data para serem divulgadas na internet.

Segundo o jornalista Steven Weintraub, do Collider, as primeiras reações do filme serão lançadas às 2h da manhã (horário de Brasília), no dia 27 de Outubro.

O filme deve arrecadar entre US$ 180 milhões e US$ 225 milhões durante o fim de semana de estreia no mercado interno, nos EUA e no Canadá.

Caso a sequência alcance as projeções, a marca irá ultrapassar a bilheteria de abertura do filme anterior, que fez US$ 202 milhões na região no mesmo período.

No entanto, o portal aponta que a continuação deve terminar a corrida nas bilheterias domésticas com um valor estimado entre US$ 445 milhões e US$ 590 milhões.

Já o original encerrou seu período em exibição com US$ 700 milhões.

Ainda assim, a sequência pode ser mais rentável que os últimos títulos lançados pela Marvel, como ‘Shang-Chi‘ (US$ 224,5 milhões), ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 411,3 milhões) e ‘Thor: Amor e Trovão‘ (US$ 343,2 milhões).

Lembrando que os valores entre parênteses referem-se às bilheterias domésticas.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Chris Rock precisou de aconselhamento psicológico após tapa de Will Smith

Chris Rock procurou ajuda psicológica para ajudar a se recuperar do incidente no Oscar 2022, quando foi estapeado por Will Smith.

A informação foi revelada pela amiga próxima de Rock, Leslie Jones, que recentemente revelou à People que estava “enfurecida” com as ações de Smith.

“Por muito tempo eu fiquei brava. Chris Rock fez uma piada de merda. Mas o mundo inteiro está assistindo ao Oscar. Isso foi humilhante. Realmente o afetou. As pessoas precisam entender que suas filhas, seus pais, viram isso. Ele teve que ir ao aconselhamento com suas filhas. Todo mundo ficou chateado por ele ter feito um especial. Isso é o que os comediantes fazem. Em vez de enlouquecermos, vamos falar sobre isso na porra do palco. Graças a Deus temos o palco.”, ela disse.

Após a polêmica, Smith tentou fazer as pazes com Chris Rock, mas foi ignorado pelo comediante. A informação foi relatada por fontes para a People.

Durante a premiação do ano passado, Chris Rock fez uma piada envolvendo a esposa de Smith, Jada Pinketh Smith, que sofre de alopecia. O ator não gostou da brincadeira e agrediu Rock em frente a todos os presentes.

A fonte disse: “[Smith] tentou, sem sucesso, fazer as pazes da melhor maneira que pôde com Chris [Rock]. Mas, além disso, a família é importante para ele e [Smith] se apoiou nela. Tudo o ajudou a olhar para dentro e amadurecer. Ele está melhor mas ainda arrependido.”  

Avião cai no Oceano e sobreviventes terão que enfrentar tubarões sedentos em TERROR que estreou no Prime Video

Pela sinopse você já imagina o que está por vir: Um avião cai no Oceano e os sobreviventes vão ter que enfrentar tubarões sedentos.

Essa é a trama do terror de sobrevivência ‘Desespero Profundo‘ (No Way Up), que acabou de chegar ao catálogo do Prime Video.

O filme não agradou os críticos e recebeu apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral dos críticos, o filme “pega uma premissa promissora e a leva direto para o mar, mas não se diverte o suficiente com seu conceito de destruir os nervos.”  

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em ‘Desespero Profundo‘, Ana (Sophie Mcintosh) embarca em uma viagem de férias com seus amigos, quando o avião em que ela está cai no Oceano Pacífico. À beira de um precipício submarino e presos em uma bolsa de ar dentro do avião, Ava e os outros sobreviventes precisam correr contra o tempo enquanto enfrentam tubarões sedentos por sangue em uma luta desesperada pela sobrevivência.

Com direção de Claudio Fäh, o elenco de ‘Desespero Profundo‘ conta ainda com nomes como Phyllis Logan, Colm Meaney, Will Attenborough e Jeremias Amoore.

Marlon Wayans CONFIRMA que vai fazer ‘As Branquelas 2’ após ‘Todo Mundo em Pânico 6’

Após anos prometendo As Branquelas 2‘, Marlon Wayans revelou que finalmente vai fazer a sequência.

Em entrevista ao GMA ele disse:

“Está na hora. Depois que terminarmos Todo Mundo em Pânico 6, nós vamos fazer As Branquelas 2”, ele afirmou. 

Recentemente, ele disse que procura muita inspiração da vida real para ter ideias para histórias.

“Acho que As Branquelas 2 é um filme necessário. Acho que apertamos tanto que precisamos afrouxar um pouco nossas amarras e rir um pouco. Não acho que Hollywood entenda como As Branquelas 2 seria um fenômeno nas bilheterias. E o mundo continua nos dando mais [ideias]. O filme está se escrevendo sozinho.”, afirmou.

Ele também já afirmou que quer a cantora Anitta no filme.

Lançado em 2004, ‘As Branquelas‘ foi dirigido por Keenen Ivory Wayans baseado em uma história que ele desenvolveu com Marlon e Shawn Wayans.

Os irmãos Shawn Wayans e Marlon Wayans começaram a produzir ‘As Branquelas 2‘ em meados de 2010, mas a Sony acabou cancelando a produção. Com o sucesso do primeiro filme, e o interesse dos fãs no segundo, os irmãos levaram o roteiro a outro estúdio de Hollywood.

O longa custou US$ 37 milhões e arrecadou US$ 113 milhões mundialmente.

Na trama, Kevin e Marcus Copeland são dois agentes do FBI muito atrapalhados, que acbam se dando mal em uma investigação e são ameaçados de perder seus empregos. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, Kevin e Marcus ficam com a humilhante missão de escoltar as duas socialites do aeroporto para o hotel.

Enquanto são escoltadas, as duas mulheres se ferem e eles se vêem obrigados a se disfarçar como elas para que seu chefe não descubra o ocorrido.

‘Dark Horse’: Ancine aceita oficialmente o pedido de registro da “obra estrangeira” sobre Bolsonaro

Dark Horse’, produção norte-americana inspirada na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, deu mais um passo para chegar aos cinemas brasileiros. A Ancine (Agência Nacional do Cinema) aceitou oficialmente o pedido de registro da obra estrangeira.

O registro, conhecido como ROE (Registro de Obra Estrangeira), já aparece no sistema público da agência e representa uma das primeiras etapas burocráticas necessárias para a exibição comercial de produções internacionais no país.

Apesar do avanço, o longa ainda não está completamente liberado para estrear no Brasil. A Europa Filmes, responsável pela distribuição nacional, precisará solicitar à Ancine o CRT (Certificado de Registro de Título).

O documento reúne informações sobre a exploração comercial da produção, incluindo os segmentos e as plataformas em que o filme poderá ser disponibilizado. Somente após a emissão do certificado, ‘Dark Horse’ estará oficialmente autorizado a ser lançado comercialmente.

Anteriormente, foi divulgado que o longa chegaria ao circuito nacional com uma estreia ampla, prevista para aproximadamente 650 salas de cinema. A data oficial de lançamento, no entanto, ainda depende da conclusão das etapas regulatórias.

Produzido por uma empresa sediada nos Estados Unidos, ‘Dark Horse’ promete retratar acontecimentos ligados à vida e à carreira política de Jair Bolsonaro.

A estreia acontecerá apenas após as eleições presidenciais de outubro. A informação foi confirmada por Wilson Feitosa, diretor-geral da Europa Filmes, distribuidora responsável pelo longa.

Em entrevista ao blog da jornalista Malu Gaspar, de O Globo, o executivo afirmou que levar o filme aos cinemas durante a campanha eleitoral seria um erro estratégico.

“Não há uma data definida ainda. Com certeza não será antes de novembro, mas o lançamento continua previsto para este ano, independentemente de quem vencer as eleições. Ninguém mais estará disputando nada, nem usando essa obra como instrumento de campanha”, declarou Feitosa.

A decisão adia a estreia de uma das produções nacionais mais controversas dos últimos anos. Desde que foi anunciada, ‘Dark Horse‘ tem gerado debates sobre seu conteúdo e sobre o impacto que poderia causar caso chegasse aos cinemas em meio ao período eleitoral.

Mesmo com o adiamento, a expectativa da distribuidora é manter o lançamento ainda em 2026, evitando que a obra seja associada diretamente ao cenário político durante a disputa nas urnas.

‘Dark Horse’: Redes de cinemas não querem exibir a cinebiografia de Bolsonaro, afirma jornalista

A produção tinha enfrentado dificuldades para encontrar uma distribuidora. Antes da Europa Filmes assumir o projeto, a Paris Filmes, que lançou Nada a Perder, filme sobre o bispo Edir Macedo no Brasil, recusou a proposta para lançar o longa.

‘Dark Horse’: Cinebiografia de Bolsonaro terá estreia nos EUA em evento que reúne figuras influentes da extrema-direita

‘Dark Horse’: Trailer da cinebiografia de Bolsonaro VAZA e traz ex-presidente usando motosserra e muitas conspirações

Falado em inglês e estrelado por Jim Caviezel, ‘Dark Horse‘ apresenta Bolsonaro como uma figura que desafia o sistema político brasileiro durante a eleição presidencial de 2018.

O elenco também conta com Camille Guaty, no papel de Michelle Bolsonaro. O trailer divulgado recentemente destaca principalmente o atentado sofrido pelo então candidato em 6 de setembro de 2018, em Juiz de Fora (MG), além do período de recuperação e da campanha presidencial.

Embora agora tenha iniciado oficialmente seu processo de registro no Brasil, ‘Dark Horse‘ ainda precisará superar uma série de etapas regulatórias e comerciais antes de confirmar sua chegada aos cinemas nacionais.

Assista ao trailer vazado:

Crítica | O Faz Nada – Robert de Niro e Luis Brandoni brilham em série argentina

Os quebra-molas da vida que nos fazem enxergar os outros e a nós mesmos. Chegou diretamente da Argentina um seriado que estreou no catálogo da Star Plus sem muita divulgação mas promete um lugar nas suas séries favoritas de 2023. O Faz Nada contorna a desconstrução de um carismático e intenso dândi que embarca em novas maneiras de pensar e agir quando enxerga-se à beira do precipício em várias áreas de sua vida em um presente bem longe de regalias de um passado que não existe mais.

Com direito a Robert de Niro no elenco, inclusive narrando cada abertura de todos os cinco episódios, esse seriado portenho criado pela dupla Mariano Cohn Gastón Duprat (criadores também da ótima série Meu Querido Zelador) é estrelado pelo excelente ator argentino de 83 anos, Luis Brandoni.

Na trama, conhecemos Manuel (Luis Brandoni), um renomado e experiente crítico gastronômico que vive seus dias em um confortável apartamento na cidade que ama, Buenos Aires. Sua vida sempre foi uma série de dependências dos outros, seja em casa com a empregada Celsa (María Rosa Fugazot), seja na necessidade de pedir empréstimos aos amigos e comer de graça nos melhores restaurantes da cidade.

Sua rotina muda drasticamente quando Celsa morre e Manuel precisa encontrar uma outra pessoa para ajudá-lo no dia a dia, assim ele chega até a imigrante paraguaia Antonia (Majo Cabrera), uma jovem que o ajudará a mudar a maneira como vive sua vida. Em paralelo a chegada de Antonia, Manuel precisa entregar seu novo livro à editora e irá pedir uma ajuda ao grande amigo Vincent Parisi (Robert De Niro).

O estalo que pode chegar em nossas vidas à qualquer momento. Quem nunca passou por momentos onde determinadas situações mudaram para sempre a forma de enxergarmos tudo que está ao nosso alcance? Seguindo nessa certeza, que em algum momento encontra nossa trajetória, Um Faz Nada mostra o choque do antes e o depois, do antigo com o novo, contrapontos que se aproximam com a realidade.

A simpática narrativa, repleta de resoluções cômicas na medida, exalta o carisma meio rabugento de um protagonista muito envolvido com a necessidade de elegância, do requinte. Os cinco episódios são verdadeiras pinturas que dão vida aos sentimentos conflitantes.

Os cineastas argentinos Mariano Cohn Gastón Duprat, dupla bastante conhecida dos cinéfilos, voltam ao universo da série após o sucesso de Meu Querido Zelador, projeto esse protagonizado pelo astro Guillermo Francella (que faz uma rápida aparição em O Faz Nada). Antes, nos cinemas, foram os responsáveis por obras fantásticas como: O Cidadão Ilustre e O Homem ao Lado. Aqui conseguiram a proeza de reunir artistas fabulosos com a cereja do bolo que é a aparição de Robert de Niro, em todos os episódios! Não é apenas uma participação! Inclusive seu personagem, a princípio um pouco misterioso, é quem dita o ritmo narrando os inícios de todos os episódios.

Exibido em formato de longa-metragem no Festival de San Sebastian, onde fora indicado na categoria Culinary Zinema (uma mostra dentro do Festival organizada em conjunto com o Centro de Culinária Basca com destaques para filmes que envolvem gastronomia), O Faz Nada escancara as novas maneiras de um alguém com pensamentos no passado, enxergar uma cidade que tanto ama, a vida da qual sempre se escondeu, chegando ao recomeçar.

Os 30 Alienígenas Mais Assustadores do Cinema

Sejam pequenos, grandes ou vindos nas formas mais inusitadas, a sétima arte já nos brindou com diversas raças e tipos de seres extraterrestres ao longo de sua criação. No entanto, nem só de E.T.s fofinhos ou amistosos (como os dos filmes iniciais de Steven Spielberg) são feitas as produções cinematográficas. Resolvemos listar para vocês algumas das criaturas mais hostis saídas de todo canto do universo. Para facilitar as coisas, já que a lista será longa, iremos dividi-los em grupos. Portanto, peguem suas armas e preparem-se para proteger a Terra.

Ameaça Global

Começamos a lista com aquelas criaturas que chegaram chutando a porta. Diferente das demais na lista, este tipo de alienígena veio procurar problema na Terrra e não de forma discreta. Pelo contrário, os ets deste grupo gostam de aparecer e destruir tudo, deixando como única opção para os humanos, responder na mesma moeda.

Guerra dos Mundos (1953 / 2005)

Celebrado como um das primeiras invasões em larga escala do cinema, o Guerra dos Mundos original é baseado na obra literária de H.G. Wells e chocou os EUA ao ser lido no rádio pelo cineasta Orson Welles. O público, desacostumado na época, pensou se tratar de uma invasão interplanetária real. Em 2005, o mestre Steven Spielberg deu sua versão ao clássico, criando os famosos (ou infames) tripés. Na versão original, os seres foram derrotados com armas, e no remake, mais próximo ao livro, devido a bactérias no ar.

 

Independence Day (1996)

Não se pode falar em invasão alienígena em escala massiva sem falar de Independence Day. Nada no cinema foi tão impactante, até recebermos, em meados da década de 1990, o ataque extraterrestre mais realístico da história. Era Guerra dos Mundos para uma nova geração e com esteroides. Will Smith e o presidente dos EUA (Bill Pullman) comandavam a resistência, e a solução foi um vírus de computador. Ano passado ganhamos a continuação, depois de vinte anos. No entanto, sem a mesma graça e o carisma dos atores, a sequência soava mais como um verdadeiro cartoon.

Tropas Estelares (1997)

O diretor Paul Verhoeven pode ser considerado um especialista no cinema da ficção. Aqui, ele apresenta um futuro diferente, mas de certa forma próximo ao que havia sido confeccionado em Robocop (1987) no sentido de sátira política e ao fascismo. No entanto, o foco dessa vez é uma invasão alienígena sem precedentes. Uma raça de insetos gigantes ameaça nossa forma de vida. E é claro que soldados armados até os dentes não permitirão que o inimigo se crie.

 

No Limite do Amanhã (2014)

Esse é um dos itens mais novos da lista. Neste veículo para Tom Cruise, o mote é uma espécie de Feitiço do Tempo (1993), no qual o protagonista, um soldado covarde, segue vivendo o mesmo dia cada vez que morre. A causa: uma raça alienígena invasora, semelhante a polvos mecânicos, que mexeu com o tempo e espaço de nosso planeta. De quebra, levamos uma Emily Blunt mais badass do que nunca.

Dublês de Corpo

Esse grupo é dedicado aos alienígenas cara de pau, que tentam se passar por humanos, utilizando as mais variadas formas. Estes chegam na surdina dando vazão ao pensamento paranoico do “eles estão entre nós”.

Vampiros de Almas (1956)

No auge da paranoia da Guerra Fria, Don Siegal dirigiu este filme sobre uma cidadezinha onde os moradores são substituídos por alienígenas sem emoções. Assim nascendo um dos maiores clássicos do gênero. Tanto que nada menos do que três refilmagens foram produzidas. A primeira chegou em 1978, dirigida por Philip Kaufman; a segunda em 1993, de Abel Ferrara; e a terceira em 2007, protagonizada por Nicole Kidman. O fato faz com que esta seja uma das tramas mais reimaginadas da história do cinema.

 

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Este filme de John Carpenter não é apenas uma das ficções preferidas dos fãs de todos os tempos, é um dos filmes preferidos do grande público também. Na trama, uma estação de pesquisa no Ártico descobre algo inimaginável, um ser alienígena capaz se assimilar o DNA humano, imitando os seres da Terra. Aqui também temos cenas verdadeiramente gráficas, nojentas e viscerais, com alguns dos efeitos práticos jamais equiparados. Um remake, desnecessário e mal sucedido, foi lançado em 2011.

Hidden – O Escondido (1987)

Mistura de ficção científica e filme policial, o longa apresenta dois agentes perseguindo um criminoso numa onda de violentos assassinatos por Los Angeles. O detalhe é que o assassino é na verdade um parasita alienígena, que possui o corpo das pessoas, trocando seu hospedeiro de tempos em tempos. Na perseguição, um dos policiais é na realidade outro alienígena, ajudando seu parceiro humano a resolver o caso.

 

Eles Vivem (1988)

John Carpenter volta ao tema dos alienígenas disfarçados, numa obra de teor menos assustadora e que funciona mais como crítica. Baseada no conto de Ray Nelson, a trama mostra um andarilho (Roddy Piper) que descobre acidentalmente a maior conspiração da história: alienígenas tomaram o controle da Terra e se disfarçam de humanos. Somente ele é capaz de vê-los com um par de óculos especiais. Aqui os aliens tem a forma de bizarras caveiras humanoides.

TommyKnockers (1993)

Estava faltando algo nesta lista até aqui: a presença do autor Stephen King assinando a autoria de algum texto. Tommyknockers, baseado no livro de King, é na realidade uma minissérie em dois episódios feita para a TV. No Brasil, chegou na forma de um filme lançado direto nas locadoras, com cortes, já que o original tem três horas de duração. Na trama, uma cidadezinha americana começa a vivenciar estranhas situações, depois de uma mudança de comportamento geral da população. A resposta estava enterrada, junto com uma nave alienígena, no solo do local.

A Invasão (1996)

No auge da popularidade de Arquivo X (1993 – 2002), série que abordava a investigação do sobrenatural, em especial seres alienígenas, este suspense foi produzido. E acredite, este que vos fala assistiu nos cinemas. Pois é, e muitos de vocês talvez não fossem nascidos. Protagonizada por um Charlie Sheen antes do declínio, da volta por cima e do novo declínio, a obra usa como mote a paranoia e teorias de conspiração governamentais. Sheen interpreta um astrônomo descobrindo da pior forma que os aliens já estão entre nós. A direção é de David Twohy, que voltaria a abordar criaturas extraterrestres em Eclipse Mortal (2000), com Vin Diesel. Curiosamente, o título em inglês é The Arrival, o mesmo de A Chegada, recente sucesso de Denis Villeneuve, com Amy Adams, que também aborda o contato alienígena.

Prova Final (1998)

Todos os jovens se sentem estranhos no colegial. Agora, imagine as dificuldades da escola se seus professores forem verdadeiros E.T.s. Com a ideia de misturar Clube dos Cinco (1985) com invasões alienígenas, o roteirista Kevin Williamson (sensação no fim da década de 1990) e o diretor Robert Rodriguez conheceram seu primeiro fracasso comercial. As criaturas, pequenos seres, que com seus tentáculos substituíam matando humanos, eram sedentas (quase desidratadas) e seu ponto fraco eram justamente as drogas que tiram a água do corpo.

O Apanhador de Sonhos (2003)

Já que estávamos carentes de Stephen King na lista, aqui vai mais um filme sobre alienígenas baseado numa obra do autor. King mistura seus tópicos de afeto nesta história, falando sobre um grupo de amigos de infância, ajudando um colega deficiente a enfrentar a fase mais difícil. Na vida adulta, eles voltam a se reencontrar (It, alguém?) e se deparam com uma ameaça alienígena. Morgan Freeman participa como um militar linha dura. O Apanhador de Sonhos é outro filme que este amigo que vos fala conferiu nas telonas, e que funciona melhor no quesito prazer culposo.

Seres Rastejantes

Aqui levaremos em conta os alienígenas gosmentos, que se locomovem próximos ao chão, e seriam comparáveis a criaturas na Terra como minhocas, lesmas e afins.

A Bolha Assassina (1958 / 1988)

Existem duas versões de A Bolha Assassina, e num caso raro e atípico, a refilmagem supera o original em todos os sentidos. Muito mais detalhada, complexa e horripilante, chegando ao extremo de matar uma criança de forma cruel, esta versão é reflexo de sua época. No entanto, para o bem da matéria, é necessário optar pelo original, já que na refilmagem, outra explicação é dada para a criatura caída do espaço, que não é exatamente um visitante interplanetário. O filme da década de 1950 traz a mesma premissa, um tempo menor de duração e a presença de Steve McQueen em sua primeira aparição no cinema. Na trama, uma forma de vida alienígena chega a Terra, consumindo tudo em seu caminho e aumentando cada vez mais seu tamanho.

A Noite dos Arrepios (1986)

Obra cult-trash saída da década de 1980, este é um dos filmes mais legais do período que você vai encontrar. Parasitas alienígenas chegam ao nosso planeta e, ao mesmo tempo em que infectam os habitantes de uma pequena cidade, os transformam em espécies de zumbis. Um policial durão (Tom Atkins) investiga o caso, enquanto uma dupla de nerds tenta se dar bem com as garotas da universidade. E o que mais?

Seres Rastejantes (2006)

Imagine um filme de terror dirigido pelo celebrado James Gunn, de Guardiões da Galáxia. Pois parem de imaginar, ele está aqui. Gunn estreia na direção com o pé direito, realizando uma grande homenagem aos filmes da década de 1980, como os citados acima. Na trama, uma cidade é visitada por seres verdadeiramente repugnantes, causando todo tipo de caos e cenas pra lá de nojentas. Michael Rooker, o Yondu, vive um marido possessivo, que termina infectando, rendendo um dos personagens mais asquerosos do cinema recente. Sua esposa, papel da bela Elizabeth Banks (a Rita Repulsa do recente Power Rangers) é a mocinha sofredora. As lesmas criadas por Gunn figuraram na coleção do personagem de Benicio Del Toro no primeiro longa da franquia da Marvel comandado pelo cineasta.

Criaturas Exóticas

Já apresentamos todo tipo de criatura alienígena nesta lista, certo? Errado. Neste grupo, abordaremos alguns dos seres mais incomuns que jamais nos visitaram.

Criaturas (1986)

Pegando carona no sucesso de Gremlins (1984), que por sinal não eram aliens, dois anos depois chegavam aos cinemas as Criaturas. Pequenos seres peludos e, à primeira vista, engraçadinhos (assim como os do filme de Joe Dante), as Criaturas aparecem fugindo de uma prisão espacial logo na primeira cena do filme, só para caírem na Terra, numa cidadezinha agrícola dos EUA, e comerem tudo em sua frente. Os famintos seres são também mortais e é necessário que caçadores interplanetários os sigam para que sejam capturados novamente. Três continuações foram produzidas, a parte três protagonizada por um Leonardo DiCaprio antes da fama, ainda bem novinho.

A Pequena Loja de Horrores (1986)

Mais inusitado do que estes pretensos Gremlins, só mesmo uma planta carnívora gigante, falastrona e cantora. A versão original do longa é de 1960 e trata-se de uma produção do mestre do cinema B, Roger Corman. Em 1982, a ideia foi levada aos palcos na forma de um musical. Alguns anos depois, era produzida uma nova versão, desta vez baseada diretamente no musical, transformando o filme em uma obra do mesmo gênero, e contando com nomes como Steve Martin e Rick Moranis no elenco. A trama, no entanto, foi mantida e fala sobre um funcionário de uma loja de plantas tímido, que se depara com um item raro, fazendo amizade com uma planta que fala. O sujeito logo descobre que a planta é carnívora, exige ser alimentada constantemente e na verdade é um ser de outro planeta.

Palhaços Assassinos do Espaço Sideral (1988)

Palhaços já são assustadores naturalmente, que o diga Pennywise, o antagonista de It – Uma Obra Prima do Medo (1991). Imagine o que eles poderiam fazer se na verdade fossem seres extraterrestres invadindo a Terra. É exatamente o que esta galhofa ultradivertida propõe. Um grupo de Palhaços alienígenas monstruosos chegam ao nosso planeta com sua nave, uma imensa lona de circo. Dentre o repertório de armas mortais dos seres que aterrorizam uma pequena cidade, estão tortas na cara ácidas, casulos de algodão doce, pipocas assassinas, sombras mortais e balões de animais de verdade. E ainda duvidam que a década de 1980 foi a mais criativa para o cinema entretenimento?

Belas Damas

Um item indispensável e que faz todo sentido se formos pensar, são os alienígenas que se disfarçam de mulheres perfeitas, a fim de ludibriar acima de qualquer suspeita os humanos, ao menos os do sexo masculino.

Força Sinistra (1985)

Clássico da minha infância na TV aberta, o filme foi escrito por Dan O´Bannon (o mesmo de Alien), e baseado no livro de Colin Wilson. A direção é de Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica, 1974). A história mostra astronautas descobrindo uma raça de vampiros espaciais (sim, você leu certo), trazendo-os para a Terra a fim de estuda-los. A líder, vêm na forma de uma linda mulher nua (papel de Mathilda May), que sai dizimando os homens que seduz, conhecida apenas como Space Girl. Força Sinistra faz parte dos filmes de terror 80´s que usavam e abusavam das criaturas animatrônicas, sensação na época.

A Experiência (1995)

Uma mensagem vinda do espaço para os humanos, entrega como presente o código genético de uma raça extraterrestre. O que os brilhantes cientistas, liderados por Ben Kingsley, fazem em seguida? Misturam ao DNA humano criando uma nova forma de vida, é claro. Quando chega a hora de eliminar o experimento, que tem as formas da menina Michelle Williams, ela foge. Como uma borboleta em um casulo, ela desabrocha nas formas estonteantes da então novata Natasha Henstridge, com 25 aninhos na época. O instinto materno bate forte e a moça deseja reproduzir de qualquer forma. Para isso, ela precisa encontrar o parceiro ideal e acasalar, antes que um time de mercenários contratados a encontre e a mate.

Sob a Pele (2014)

Assim como a Sil de A Experiência, a musa Scarlett Johansson, em ótima fase, interpreta um dos personagens mais inusitados em sua carreira. A sexy predadora, conhecida apenas como ‘a fêmea’ está na Terra e sempre à espreita de sua próxima vítima. No caso, incautos homens cheios de tesão. E quem pode culpa-los por cair nessa armadilha, se sua caçadora viesse em tais formas. Enquanto eu viver, jamais esquecerei da gosma preta, e da perturbadora trilha sonora da excelente Mica Levi, desta experiência única e divisora de águas do cinema. Sob a Pele é o Kubrick atual e um dos filmes mais inesquecíveis dos últimos trinta anos.

Caçadores de Homens

Existe também aquele tipo de extraterrestre que gosta de um bom desafio. E para isso, nada melhor do que testar nossos mais exímios guerreiros (leia-se, os grandalhões do cinema de ação) numa batalha de vida ou morte, fazendo de nosso planeta uma enorme arena sem regras.

O Predador (1987)

Não poderíamos fechar uma lista com as piores criaturas espaciais sem mencionar o caçador e colecionador extremo. A criatura musculosa e atlética, que é uma mistura de crustáceo com jamaicanos, viaja a galáxia atrás do melhor “jogo”, como um verdadeiro Predador num safári, daí seu ‘apelido’. Não bastante seu porte físico humanoide gigantesco, a criatura também possui um dos arsenais mais elaborados e completos do universo, com direito a lanças retráteis, discos bumerangue e um canhão de plasma de fazer inveja a qualquer super-herói. Não é por menos que para combate-lo foi necessário Arnold Schwarzenegger, Danny Glover e… Adrien Brody?! É, não está fácil para ninguém.

O Grande Anjo Negro (1990)

Ainda na veia de criaturas malvadas que chegam ao nosso planeta matando tudo e todos, somente sendo paradas por grandalhões da ação, temos este filme B. Obviamente, pegando carona no sucesso de O Predador (1987), I Come in Peace ou Dark Angel como é conhecido no original, traz ninguém menos do que Dolph Lundgren na pele de um policial de Houston no encalço de traficantes. A coisa fica boa de verdade, neste filme que desenvolveu um status cult-trash ao longo dos anos, quando um alienígena entra em cena para complicar a situação. A criatura mata traficantes e viciados, com o propósito de coletar uma droga rara, encontrada apenas numa parte do cérebro humano. O fato faz da criatura o primeiro alien traficante de drogas da história.

O Destruidor (1992)

Quer mais badass combatendo ameaças extraterrestres? Então toma. Rutger Rauer vive Harley Stone, detetive que não liga para as regras (o bom e velho tira durão), vivendo na Londres futurística do ano 2008!? Numa espécie de mini Waterworld, o nível do mar subiu, inundando algumas partes da cidade. No meio do caos deste admirável mundo novo, o policial precisa enfrentar o retorno da criatura que tirou a vida de seu parceiro. Para termos uma ideia, um crítico definiu o longa como ‘Blade Runner encontra Alien’, e Ridley Scott gozou. É claro que os produtores usaram esta definição tão suculenta como slogan para o filme.

Ameaça Local

Ao contrário do primeiro item da lista, certos alienígenas planejam sua invasão na surdina, de forma mais discreta. Ao invés de chegarem na Terra destruindo tudo, e sobrando pouco intacto para usufruírem, os aliens deste grupo, na maioria das vezes chegam a pé, tentando conquistar sem estardalhaço. É a velha técnica de entrar sem ser detectado. Além disso, este grupo também fala sobre outro tipo, os que chegam fazendo bagunça, mas num local específico, como um bairro ou cidade.

Sinais (2002)

M. Night Shamalan já havia falado sobre fantasmas e super-heróis, e chegava a vez do autoral cineasta dar sua opinião sobre invasões alienígenas. Passado inteiramente no cenário rural de uma fazenda, o foco aqui, assim como todos os filmes do diretor, é nos personagens humanos, no caso o pastor vivido por Mel Gibson, seus filhos e irmão (Joaquin Phoenix), pegos no meio deste evento apocalíptico. Ao contrário dos aliens de Prova Final, esses temem a água, pois esta pode feri-los. E quanto a afirmação de que são aliens burros, bem, estavam desesperados e vir à Terra era a única opção para sua sobrevivência.

Cloverfield – Monstro (2008)

Esta não pode ser considerada uma ameaça tão local assim, mas levamos em conta porque tudo ocorre em Nova York, mesmo que a cidade seja quase inteiramente dizimada. A criatura monstruosa e gigantesca chega como um verdadeiro Godzilla, deixando um grupo de amigos totalmente pedido em meio ao caos. A graça de Cloverfield é ser filmado no estilo found footage, técnica que não estava saturada na época. Ano passado estreou a continuação, que pouco tinha a ver com o original, ligando as obras somente pelo desfecho – o que curiosamente tirou muitos daquele filme.

Super 8 (2011)

Grande homenagem feita por J.J. Abrams para Steven Spielberg e seu cinema de início de carreira, digamos das décadas de 1970 e 1980. Passado nos 70´s, temos uma grande sensação de época e pertencimento trazidos pela direção de arte e figurinos. Tudo isso, muitos anos antes de Stranger Things. Assim como na série de sucesso da Netflix, Super 8 traz como protagonistas um grupo de crianças no melhor estilo Goonies, cujo único objetivo é terminar seu filme amador para inscrevê-lo num concurso (mais um elo com a paixão pelo cinema). No meio de tudo, um desastre de trem, que escondia mais do que a pacata cidadezinha poderia imaginar.

A Hora da Escuridão (2011)

Este filme protagonizado por Emile Hirsch (Na Natureza Selvagem) naufragou nas bilheterias e logo foi esquecido. No entanto, antes de descartamos totalmente o terror, vale apresentar certos diferenciais curiosos contidos nele. Primeiro, por ser inteiramente passado na Rússia, cenário inusitado para um filme de terror Hollywoodiano, ainda mais na véspera de ano novo. Segundo, pelo design e natureza destas bizarras criaturas extraterrenas. Bem, elas são apenas focos de energia, no formato de luz, que sugam carga elétrica de aparelhos  e veículos, e quando entram em contato com humanos… vejam por conta própria, se tiverem coragem.

Ataque ao Prédio (2011)

Um dos filmes mais criativos do gênero, que este humilde colega que vos fala teve oportunidade de assistir em tela grande (durante o Festival do Rio). Logo depois, o filme caiu no mercado de vídeo. Definido como Independence Day encontra Cidade de Deus, o roteiro apresenta uma invasão em menor escala, quando meteoros caem num bairro pobre de Londres, próximo a um conjunto habitacional regido por pequenos infratores e criminosos. A surpresa dos meteoritos logo de revela, como um kinder ovo ‘dumal’, e será preciso a união de todos para combater estas criaturas de visual verdadeiramente único. Contar estragaria a surpresa caso você não tenha visto. Vale dizer que poucas coisas na lista se comparam.

Alien – O Oitavo Passageiro (1979)

Não seria um topo de lista digno sem em primeiro lugar estar ele, o alien mais alien que você respeita, que reforça e se apodera como nenhum outro da designação Alien. O Oitavo passageiro mais querido do cinema, também conhecido como xenomorfo, é muito invejado, e tido como organismo perfeito pelos sintéticos que o cercam – pelo menos a máquina perfeita de matar. Seu sangue ácido impossibilita que seja atingido de perto ou até mesmo de longe (veja o que aconteceu com os infelizes que tentaram). Ao longo das décadas todos tentam capturar e usar o xenomorfo para experimentos e armas biológicas. Mas ele quer apenas ser deixado em paz, para ser livre e se expressar. Durmam com essa.

‘Robin Hood’: Taron Egerton em primeiras imagens da renovada clássica aventura

O jovem Taron Egerton foi revelado ao mundo pelo ótimo Kingsman: Serviço Secreto (2015), uma brincadeira com o mundo dos espiões. Agora, o ator está de volta para dar vida a um clássico personagem, que no cinema já teve muitos intérpretes (como Kevin Costner e Russell Crowe – peraí, eles não vieram de Krypton?), Robin Hood.

A Entertainment Weekly divulga com exclusividade as primeiras imagens do ator caracterizado com seu arco e flecha, e também ao lado de Eve Hewson (Ponte dos Espiões), que no filme vive Lady Marian. Veja abaixo.

O filme é uma produção da Lionsgate, e no Brasil será lançado pela Paris Filmes.

O longa traz ainda no elenco Jamie Dornan, o Christian Grey de Cinquenta Tons de Cinza; Ben Mendelsohn, o diretor Orson Krennic de Rogue One; e o vencedor do Oscar Jamie Foxx (Ray). A direção é de Otto Bathurst (de séries como Black Mirror e Peaky Blinders), estreando em longas para o cinema. A estreia ocorre no dia 21 de setembro de 2018 nos EUA.

Nostalgia Máxima! Relembre os Filmes Lançados em JUNHO há 30 anos nos cinemas!!

Junho é época do verão norte-americano. O período se tornou conhecido por ser a época de lançamento dos maiores filmes de cada ano. Por ser a época de férias da garotada, os grandes estúdios reservam suas maiores estreias justamente para o período, por saberem que o público-alvo irá poder ver e rever tais filmes sem problemas, enquanto celebram o tão aguardado descanso das aulas. Assim, o período de junho a agosto ficaria conhecido como “a casa” dos maiores blockbusters de seus respectivos anos. Com o aumento da oferta de grandes produções, essa faixa de lançamento começou a ficar mais larga e atualmente já ganhamos alguns dos maiores filmes do ano em maio e abril; além, é claro, do fim do ano.

Esse ano, como não poderia deixar de ser, junho chegou quente, iniciando os trabalhos com o elogiadíssimo ‘Homem-Aranha Através do Aranhaverso’. Na semana seguinte foi a vez de ‘Transformers: O Despertar das Feras’. Neste último fim de semana, ganhamos ‘The Flash’ e a animação da Disney ‘Elementos’. O mês termina em grande estilo com ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’. Mas ainda sobrou espaço para o terror ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’, o escracho de Jennifer Lawrence, ‘Que Horas Eu te Pego?’, e no streaming a ação fica por conta de Chris Hemsworth em ‘Resgate 2’.

Como nosso tópico recorrente é sempre a nostalgia, aqui iremos voltar nada menos que 30 anos no passado para recordar o que estava sendo lançado nos cinemas no mês de junho naquela época. Uma dica: os dinossauros voltavam à vida em grande estilo. Confira abaixo.

Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros

No dia 11 de junho de 1993, há 30 anos no passado, Steven Spielberg fazia de novo e criava uma obra lendária para a história do cinema. O diretor nos fazia lembrar mais uma vez o motivo dele ser considerado o rei do cinema entretenimento. Seus filmes são espetáculos visuais sem precedentes, e com o primeiro ‘Jurassic Park’ ele dava um novo passo na tecnologia dos efeitos especiais, trazendo dinossauros de volta à vida como nunca antes. Para o filme dar certo, era necessário que tais efeitos funcionassem de forma crível – e foi exatamente o que o cineasta atingiu. Mas ‘Jurassic Park’ não é só visual, possui muito conteúdo, questionamentos, personagens marcantes e adrenalina de sobra. Foi o maior sucesso do ano, marcou a década e a história da sétima arte. Um verdadeiro rolo compressor, só estando vivo na época para compreender o que foi o filme.

O Último Grande Herói

Jurassic Park’ foi o maior sucesso de 30 anos atrás no cinema, e quando pensamos no ano de 1993, automaticamente pensamos no filme dos dinos de Steven Spielberg. Mas o blockbuster pré-histórico não esteve sozinho, e teve grande companhia no mês de junho. Talvez tão grande quanto um dinossauro, era a figura do austríaco Arnold Schwarzenegger nas décadas de 80 e 90. O rei da ação na época havia acabado de sair de seu maior sucesso, o fenômeno ‘O Exterminador do Futuro 2’ (1991) e estava no topo do mundo. Foi essa euforia que fez inchar ainda mais seu ego, e confiante no impacto de seu filme seguinte, fez pouco caso dos dinossauros de Spielberg, marcando a estreia de ‘O Último Grande Herói’ para a semana seguinte de ‘Jurassic Park’. Mistura de comédia, fantasia, ação e muita metalinguagem, o filme de Arnold não atingiu o esperado e viria anos depois a ser redescoberto como cult. Mas na época foi “pisoteado” pelos lagartões.

A Firma

Ao contrário da superprodução de Arnold Schwarzenegger, que riu da cara do perigo e decidiu enfrentar os dinossauros de Spielberg, levando a pior, o astro Tom Cruise deu uma distância segura dos lagartões e estreou seu thriller ‘A Firma’ no dia 30 de junho, uma quarta-feira, quase 3 semanas depois de ‘Jurassic Park’, garantindo assim o topo das bilheterias daquele fim de semana. Com o nome de Cruise à frente do projeto da Paramount, o longa ainda contou com grandes nomes no elenco, como Gene Hackman, Ed Harris e Holly Hunter (que no mesmo ano venceria o Oscar por ‘O Piano’ – sendo indicada por esse filme também). Na trama, escrita pelo romancista John Grisham, um advogado idealista começa a trabalhar numa firma de advocacia misteriosa, que está sendo investigada pela justiça.

Sintonia de Amor

No início dos anos 90, Hollywood ainda vivia a era dos astros. Ou seja, tudo o que bastava para atrair o grande público era o nome de um ator ou uma atriz muito queridos estampando o cartaz de determinado filme. Não que a qualidade do projeto também não fosse determinante. Assim, em meio ao verão norte-americano, entre dinossauros e o novo filme de ação de Arnold Schwarzenegger, um encantador romance da Columbia Pictures (Sony) chamou atenção e se tornou sucesso. O motivo para isso era a química perfeita entre Tom Hanks e Meg Ryan, que já haviam estrelado ‘Joe Contra o Vulcão’ e voltariam a se encontrar em ‘Mens@gem para Você’. Essa é uma das comédias românticas mais queridas da década e apresenta Hanks como um pai viúvo, cujo pequeno filho acredita que está na hora dele seguir com sua vida e arrumar uma nova companheira. Assim, liga para uma rádio e conta a história de seu pai. Ouvindo o programa está a personagem de Ryan, que se encanta com a história. ‘Sintonia de Amor’ estreou duas semanas depois de ‘Jurassic Park’ e embora não tenha conseguido “derrotar” a liderança dos dinos, se tornou a maior estreia daquele fim de semana.

Dennis – O Pimentinha

No mesmo fim de semana de ‘Sintonia de Amor’, estreava a primeira e única adaptação para o cinema do clássico infantil ‘Dennis – O Pimentinha’. O personagem nasceu nas tirinhas de jornais criado por Hank Ketcham, e nos anos 1960 ganharia um seriado com atores reais na TV. Ao longo desta estrada o personagem seguiu na cultura pop, ganhando desenhos animados, por exemplo. Há 30 anos, aproveitando o sucesso de ‘Esqueceram de Mim’ e sua sequência (1990 e 1992), que seguia uma trama parecida, trazendo um menino aprontando todas, a Warner resolveu pegar o gancho e levar aos cinemas o clássico, com o menino Mason Gamble no papel principal, e o veterano Walter Matthau como o sofredor Sr. Wilson. O filme foi um sucesso com a criançada, embora não tenha sido páreo para ‘Jurassic Park’ ou sequer ‘Sintonia de Amor’.

Tina – A Verdadeira História de Tina Turner

Com um dos piores títulos em português da história, assim ficou a tradução para ‘What’s Love Got to Do With It’ (o título original do longa – que também é uma música icônica da cantora). A lendária Tina Turner nos deixou recentemente, mas seu legado segue mais vivo do que nunca. Felizmente, a estrela da música ganhou uma cinebiografia ainda em vida e pôde celebrar seu sucesso nesses 30 anos desde que o filme foi lançado. Quem interpreta Tina Turner no filme é a igualmente maravilhosa Angela Bassett, que saiu da experiência com sua primeira indicação ao Oscar. E quando falamos de filmes corajosos, o único que se dispôs a enfrentar os dinossauros de Spielberg num confronto mano a mano foi ‘Tina’, que teve a tremenda ousadia de estrear no mesmo dia. É claro, buscando um público bem diferente da aventura pré-histórica.

Um Talento Muito Especial

O astro Michael J. Fox será para sempre lembrado pelo atemporal ‘De Volta para o Futuro’ e suas duas continuações. Alguns atores trabalham uma vida inteira e jamais conseguem o sucesso que Fox obteve nesta trilogia, que ainda seguem como alguns dos filmes mais queridos da sétima arte. Mas Fox não ficou só nisso, apesar de nenhum outro projeto seu ter chegado perto do sucesso que é a trilogia sobre viagem no tempo. Há 30 anos, após o relativo sucesso de ‘Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor’ (1991), o ator protagonizava ‘Um Talento Muito Especial’ para a Disney (através da Touchstone Pictures). Na história ele vivia um ex-astro mirim, que agora possui uma agência para descobrir o novo sucesso infantil do mercado. ‘Um Talento Especial’ estreou uma semana antes de ‘Jurassic Park’ e se tornou um dos filmes mais esquecidos da carreira do ator.

Culpado como o Pecado

No mesmo fim de semana da estreia de ‘Um Talento Muito Especial’, outro filme se deu bem melhor nas bilheterias, igualmente estreando uma semana antes de ‘Jurassic Park’ e podendo desfrutar do fato. Trata-se do suspense ‘Culpado como o Pecado’, estrelado pela loiraça Rebecca De Mornay, que no ano anterior havia atingido o auge de sua carreira com o thriller ainda muito lembrado ‘A Mão que Balança o Berço’. Assim, o mesmo estúdio resolvia aproveitar a figura da atriz para embalar outro longa de teor parecido. A Disney colocava dois filmes para públicos diferentes nos cinemas uma semana antes de ‘Jurassic Park’: uma comédia para toda a família (‘Um Talento Muito Especial’), através da Touchstone Pictures, e um suspense mais adulto, (‘Culpado como o Pecado’), através da Hollywood Pictures. Dirigido pelo prestigiado Sydney Lumet, a trama apresenta De Mornay como uma advogada, contratada para defender um homem de negócios suspeito de ter matado a própria esposa, papel do eterno Sonny Crockett de ‘Miami Vice’, Don Johnson.

Era uma Vez na Floresta

Fechando a lista das principais estreias de junho de 30 anos atrás, temos uma das animações mais obscuras da história do cinema. Voltando para o terceiro fim de semana de junho, tivemos a estreia de uma animação da 20th Century Fox, produzida pela Hanna-Barbera. Bem que a Disney+ poderia disponibilizar esse filme esquecido em seu acervo, afinal todo filme merece ser descoberto e assistido, até os que passaram abaixo de todos os radares em sua época de lançamento. Na história, um ratinho, uma toupeira e um ouriço partem em uma aventura na floresta atrás de um remédio para o amigo texugo, que foi envenenado pelo homem. A mensagem é ecológica, mas a animação não foi muito bem em sua estreia (você já tinha ouvido falar?), comendo poeira não apenas de ‘Jurassic Park’, como também de ‘O Último Grande Herói’.

‘Christopher Robin’: Live-action do Ursinho Pooh ganha novos cartazes individuais

O live-action ambientado no universo do Ursinho Pooh, intituladoChristopher RobinUm Reencontro Inesquecível, ganhou novos cartazes individuais.

Confira:

“Nessa acolhedora aventura live-action Christopher Robin, da Disney, o jovem garoto que sempre amou embarcar em aventuras no bosque dos cem acres com amáveis criaturas de pelúcia, cresceu e perdeu seu caminho. Agora, depende de seus amigos de infância se aventurarem no mundo real e ajudarem Christopher a se lembrar do garoto amoroso e brincalhão que ele ainda é por dentro”

Ewan McGregor viverá Christopher Robin, o icônico garotinho da animação, e Hayley Atwell, a ‘Agent Carter‘ da Marvel, viverá sua esposa.

O projeto é dirigido por Marc Forster, que já esteve à frente de ‘Guerra Mundial Z’ e ‘007 – Quantum of Solace’.

Christopher RobinUm Reencontro Inesquecível’ será lançado em 2 de agosto de 2018.

‘John Wick 3: Parabellum’ ganha novos cartazes individuais; Confira!

O aguardado ‘John Wick 3: Parabellum‘ ganhou novos cartazes individuais.

Confira:

Chad Stahelski, que comandou os dois filmes anteriores, retorna na direção.

Na trama, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.

Keanu Reeves retornará como o protagonista. Halle Berry, John Leguizamo, Laurence Fishburne, Ian McShane, Mark Dacascos e Hiroyuki Sanada completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

Maligno

(Malignant)

 

Elenco:

Annabelle Wallis

Maddie Hasson

Jake Abel

 

Direção: James Wan

Gênero: Terror

Duração: 111 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 9 de Setembro de 2021

Sinopse: 

A história acompanha Madison, que fica paralisada por visões chocantes de assassinatos horríveis. Tudo piora quando ela descobre que os sonhos são reais!

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e assassinatos, aos moldes do subgênero Giallo Film. Para quem não sabe, os Giallo Films surgiram na Itália antes do terror slasher americano, e se baseiam em crimes de serial killers. Eles inspiraram clássicos como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

Crítica | Maligno – O filme de terror mais surpreendente do ano (Nota: 8.0)

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Conheça as entidades mais ATERRORIZANTES criadas por James Wan

» ENTREVISTA: James Wan ressuscita subgênero popular dos anos 80 e 90 com ‘Maligno’; Entenda!

» Esquenta para Maligno, de James Wan – Conheça os Filmes Giallo

» Além de dirigir, James Wan coescreve o roteiro ao lado de Ingrid Bisu;

» Wan revelou que a produção terá “muitos efeitos práticos – sem fundo verde falso”;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Boys’: Os Sete são destaque em novo clipe da 2ª temporada; Assista!

A Amazon divulgou um novo clipe da 2ª temporada de ‘The Boys‘.

Confira, com o trailer completo:

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto a 2ª estreia em 04 de setembro.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Heartstopper’: Série LGBTQ da Netflix contrata seus protagonistas

Através do seu Twitter, a autora Alice Oseman anunciou os atores que irão estrelar a adaptação da Netflix de sua graphic novel LGBTQ, ‘Heartstopper‘.

Kit Connor e Joe Locke irão interpretar Nick e Charlie, respectivamente.

“Eu apresento Kit Connor e Joe Locke como o Nick e o Charlie da série. Estou muito animada em compartilhar essa foto deles nos bastidores. Kit e Joe são muito talentosos, fofos e divertidos. Tem sido muito divertido conhecê-los. Por favor, juntem-se a mim e compartilhem amor e apoio hoje.”

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Euros Lyn (‘Doctor Who‘ e ‘Sherlock‘) será responsável pela direção.

Oseman também será responsável pelo roteiro da série.

A trama segue Nick e Charlie, dois adolescentes britânicos que estudam em uma escola primária só para meninos. Charlie, um pensador muito sensível e abertamente gay, e Nick, um jogador de rúgbi alegre e de coração mole. Eles rapidamente se tornam amigos, mas não demora muito para o Charlie se apaixonar pelo Nick, embora ele não ache que tenha uma chance. Mas o amor funciona de maneiras surpreendentes, e Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imaginava.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Uncharted – Fora do Mapa’: Tom Holland e Mark Wahlberg caçam tesouro no novo trailer da adaptação; Confira!

A Sony Pictures divulgou o novo trailer da adaptação ‘Uncharted – Fora do Mapa‘, estrelada por Tom Holland e Mark Wahlberg.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de fevereiro.

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio BanderasTati Gabrielle também fazem parte do elenco.

Rob Delaney, de ‘Deadpool 2’, se junta ao elenco da 6ª temporada de ‘Black Mirror’

De acordo com o Deadline, Rob Delaney (‘Deadpool 2’) se juntou ao elenco da 6ª temporada da série antológica ‘Black Mirror‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco do próximo ciclo ainda contará com Zazie Beetz, Paapa Essiedu, Josh Hartnett, Aaron Paul, Kate Mara, Danny Ramirez, Rory Culkin, Myha’la Herrold, Clara Rugaard, Auden Thornton e Anjana Vasan.

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano deve ter mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Até o momento, não há detalhes sobre quais histórias, cineastas e artistas estarão por trás da nova temporada, mas a confirmação já é uma baita surpresa para os fãs.

Os planos para os novos episódios só saíram do papel depois que Netflix adquiriu os direitos da franquia em um acordo com a Endemol Shine Group, produtora que detinha a propriedade.

Desde 2019, os criadores Charlie Brooker e Annabel Jones lutavam pela retomada dos direitos da atração depois que deixaram a produtora para investir em sua própria companhia, a Broke And Bones (trocadilho com os sobrenomes).

Foi dito que Brooker e Jones finalmente conseguiram transferir os direitos da franquia em uma parceria sem precedentes com a Netflix, dando à plataforma de streaming a oportunidade de criar novas histórias para o programa.

Agora o plano é tornar ‘Black Mirror‘ maior e mais cara do que nunca.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

‘The Walking Dead: Dead City’: Atores comentam sobre possível ROMANCE entre Maggie e Negan

Em entrevista ao TVLine, a atriz Lauren Cohan (‘Boneco do Mal’) comentou sobre a possibilidade de um romance entre a Maggie e o Negan na série derivada ‘The Walking Dead: Dead City‘.

“[A ideia de um romance entre eles] é engraçada e não poderia estar mais longe da realidade. É muito interessante que isso sempre acontece com os protagonistas em seriados. As pessoas sempre veem química em personagens platônicos, como em séries de televisão e dramas legais. Alguns fãs querem ver [um romance], mas seria uma direção muito redutiva para eles. De muitas formas, a parte mais profunda de um relacionamento não significa necessariamente explorar este aspecto.”

Ela completa, “Quando as pessoas perguntam sobre como será o relacionamento entre eles, sinto que nem mesmo os personagem sabem. É o destino que uniu esses dois, com todos os seus problemas e incertezas – e todas essas perguntas que só podem ser respondidas através desta conexão. É realmente dinâmico.”

O ator Jeffrey Dean Morgan, por outro lado, brincou com a possibilidade: “Há muita química entre eles. Definitivamente. Acho que eles podem acabar juntos.”

“Anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan, eles agora devem formar uma aliança tênue para completar uma missão perigosa. Eles vão à ilha de Manhattan, que desenvolveu as ameaças únicas ao se manter isolada desde o início do apocalipse dos caminhantes. Na cidade, Maggie e Negan encontram moradores de Nova York, fogem de um delegado com passado conturbado e caçam um famoso assassino. Mas à medida que a dupla se aprofunda na cidade infestada de zumbis, torna-se evidente que os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente.”

O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de coprodutor executivo e showrunner.

Essa será a quinta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Tales of The Walking Dead‘, ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e outro no Rick & Michonne também estão em desenvolvimento.

Tuesday – O Último Abraço

(Tuesday)

 

Elenco:

Julia Louis-Dreyfus
Arinzé Kene
Lola Petticrew

 

Direção: Daina Oniunas-Pusic

Gênero: Fantasia

Duração: 111 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 11 de Julho de 2024

Sinopse: 

Em TUESDAY – O ÚLTIMO ABRAÇO, uma mãe e sua filha adolescente precisam enfrentar a morte quando ela chega na forma de um surpreendente pássaro falante.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Daina Oniunas-Pusic também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Wicked’ ultrapassa ‘Mamma Mia’ e se torna a MAIOR adaptação musical da história

Sucesso! De acordo com o Deadline, ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Mamma Mia‘ (US$611.4M), tornando-se a maior adaptação de uma peça musical da história do cinema.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 424.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 210.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 634.4 milhões.

A produção subiu para o TOP 6 das maiores bilheterias do ano, tendo superado ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$571.7M), ‘Kung Fu Panda‘ (US$547.6) e ‘Venom: A Última Rodada‘ (US$476.3M).

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$67M), Austrália (US$24.8M), Coreia (US$14.2M), Alemanha (US$11.8M) e México (US$9.9M).

Vale lembrar que ‘Wicked‘ abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 114 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – representando mais do que o dobro do desempenho de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M)

Com uma estreia global de US$ 164.2 milhões, a adaptação também se tornou a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Stephen King ACLAMA a sequência ‘O Telefone Preto 2: “Melhor do que o primeiro filme”

Através do seu Twitter/X, o mestre Stephen King não poupou elogios à sequência ‘O Telefone Preto 2‘.

Vale lembrar que a história é muito pessoal para ele, considerando ser baseada no curta homônimo escrito por seu filho, Joe Hill.

“Não é tão bom quanto o primeiro filme. É MELHOR,” declarou o autor.

E parece que o King não foi o único que gostou da continuação… Após sua exibição no Fantastic Fest, a sequência teve suas primeiras impressões divulgadas – e as reações são extremamente positivas.

Os críticos não pouparam elogios à continuação, considerando-a uma das melhores sequências de terror dos últimos anos.

Confira as reações dos críticos:

“‘O Telefone Preto 2’ é uma das melhores sequências de terror que já vi nos últimos anos. Scott Derrickson te leva em uma jornada emocionalmente magistral, arrepiante e poderosa. Ethan Hawke retorna como o Grabber, e está ainda mais diabólico e hediondo do que no primeiro.”

“‘O Telefone Preto 2’ é, sem dúvida, um dos melhores filmes de terror do ano, e isso não é fácil, considerando que já tivemos filmes como ‘A Hora do Mal’ e ‘Pecadores’. É EXATAMENTE assim que uma sequência deveria ser. Maior, mais sinistra e mais brutal. Mason Thames está uma excelente, mas a incrível Madeleine McGraw foio verdadeiro destaque do filme. Vocês não estão preparados para o quão insano o Grabber está neste filme.”

“‘O Telefone Preto 2’ é exatamente o que eu queria que fosse e muito mais. Uma sequência incrível que não só me deixou apavorado, como também me fez chorar várias vezes. Apesar do Mason Thames ter brilhado no primeiro filme, Madeline McGraw rouba a cena nesta sequência. Estou realmente impressionada.”

“‘O Telefone Preto 2’ é, sem dúvida, o melhor filme de terror do ano! Um dos filmes mais perversos que já vi. Mason Thames e Madeline McGraw estão incríveis. Uma sequência necessária!”

“Maddy McGraw roubou completamente o filme como Gwen. Ela é poderosa e me resgatou uma sensação de ‘A Hora do Pesadelo’. Me deu arrepios, me deixou na ponta da cadeira e até me fez chorar um pouco. É TUDO o que eu queria: TERROR PERFEITO.”

“O primeiro é bom, mas está sequência é incrível. Ela pega tudo o que funcionou no primeiro filme e realmente aprofunda esses elementos. A irmã tem mais destaque. Há mais sangue. É como uma mistura entre ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Stranger Things’, com coração e humor.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

 

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

Há quatro anos, Finn matou seu sequestrador e escapou, tornando-se o único sobrevivente de O Pegador. Mas o verdadeiro mal transcende a morte… e o telefone voltou a tocar. Enquanto Finn, agora com 17 anos, tenta lidar com a vida após o cativeiro, sua irmã Gwen começa a receber ligações em seus sonhos através do telefone preto — e a ter visões perturbadoras de três garotos sendo perseguidos em um acampamento de inverno. Decidida a resolver o mistério e acabar com o tormento que aflige a ela e seu irmão, Gwen convence Finn a visitar o acampamento durante uma tempestade de inverno. Lá, ela descobre uma ligação devastadora entre O Pegador e a própria história de sua família. Juntos, Gwen e Finn terão que enfrentar um assassino que se tornou ainda mais poderoso após a morte — e mais ligado a eles do que jamais poderiam imaginar.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

Diretor confirma SEQUÊNCIA de ‘O Que Fazemos nas Sombras’

Em entrevista ao Nexus Point News, o codiretor Jemaine Clement confirmou que está desenvolvendo uma sequência para o aclamado terror cômico ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows).

“Estamos escrevendo o roteiro de um novo filme da franquia ‘O que Fazemos nas Sombras’, uma sequência.”

Quando questionado sobre a possibilidade de um revival da série baseada no longa original, ele declarou: “Eu conversei sobre isso com o canal. Eles queriam fazer uma série animada de ‘O Que Fazemos nas Sombras’, mas sinto que meu trabalho com a FX era apenas aquela série e, agora, nossa relação acabou. Acho que preciso seguir em frente.”

Vale lembrar que a série está disponível no serviço de streaming do Disney+.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo, Nadja e Nandor. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson, que é um “vampiro de energia”.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

‘Castle Rock’: Sissy Spacek e Jane Levy entram para a série de J.J. Abrams e Stephen King

A veterana e vencedora do Oscar, Sissy Spacek é a mais nova protagonista a ser confirmada no elenco da nova produção para a TV de J.J. Abrams e Stephen King.

A atriz, que estrelou o clássico ‘Carrie, A Estranha’ na década de 70, volta a trabalhar com o autor, no papel de Ruth Deaver, a estranha mãe adotiva de Henry (Holland).

Além de Spacek, Jane Levy fará parte da produção como uma historiadora de Castle Rock, obcecada pela morte.

A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.

Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.

Vale lembrar que o teaser de apresentação da série também já foi revelado.

Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.

‘Anything’: Matt Bomer vive uma prostitua trans em nova imagem

O drama ‘Anything‘, estrelado por Matt Bomer, ganhou uma nova imagem.

Confira:

Baseado na peça homônima de Timothy McNeil, a trama conta a história de um homem (John Carroll Lynch), que desenvolve um comportamento suicida após a morte de sua esposa e acaba se mudando de Mississipi para Los Angeles. Sob o olhar cuidadoso de sua irmã, ele desenvolve uma intensa amizade com uma prostituta trans (Matt Bomer). De origens distintas, o improvável novo casal deve conciliar suas diferenças, à medida que buscam preencher o vazio de suas vidas.

 

 

‘Aves de Rapina’: Alerquina e Caçadora em imagens dos bastidores

O longa deAves de Rapina’ já está em produção e as primeiras fotos dos bastidores das filmagens já estão circulando na internet.

Divulgadas pelo Hollywood Pipeline, as imagens trazem as personagens Alerquina e a pequena  Cassandra Cain, interpretadas por Margot Robbie e Ella Jay Basco, respectivamente. Além disso, é possível conferir o visual mais detalhado da Caçadora.

Confira:

 

Além de Margot Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay Basco e Rosie PerezAli WongChris MessinaMichael MasiniSteven WilliamsDerek WilsonDana Lee e outros completam o time.

‘Aves de Rapina (E a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson. O filme estreia no dia 07 de fevereiro de 2020.

‘Homem-Aranha de Volta ao Lar’: Novas artes conceituais detalham capa do livro visual do longa

O artista conceitual da Marvel, Ryan Meinerding, compartilhou várias artes conceituais de Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, que destacam a capa do livro visual feito para o longa.

As artes trazem detalhes dos personagens principais do filme e foram compartilhadas por meio da conta oficial do artista no Instagram.

Confira:

homemaranhadevoltapracasa_1

 

 

‘WandaVision’: Episódio final revelará quem é o VERDADEIRO Visão

Os fãs de ‘WandaVision‘ podem esperar fortes emocionais em seu episódio final, que vai ao ar na próxima sexta-feira (05).

E segundo o diretor da produção, Matt Shakman, um dos grandes questionamentos a ser respondido no capítulo de encerramento é a respeito de quem de fato é o verdadeiro Visão.

Durante uma entrevista ao portal Collider, ele ponderou sobre essa e outras questões relacionadas à série, que fora descrita por ele como uma jornada da Wanda pelos “estágios do luto”:

“Bem, o episódio 8 realmente abre a principal jornada temática da Wanda, que são os estágios do luto. É disso que se trata toda a série, como você lida com a perda. Esse tem sido o tema geral do programa, a sua espinha dorsal. E é isso que queremos garantir que seja resolvido no final. Mas também queremos que seja surpreendente. Queremos que seja muito divertido. Introduzimos um novo personagem no final do capítulo anterior, que é o Visão Branco – agora temos dois Visões no quadro. A questão de ‘Quem é o verdadeiro Visão?’ vai se desenvolver no final. Portanto, há muito por vir”.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Conheça a nova e MARAVILHOSA série da autora de ‘Para Todos os Garotos Que Já Amei’ que estreou no Amazon Prime Video

A inocência do primeiro amor e os desafios da fase de amadurecimento moldaram algumas das melhores séries lançadas entre os anos 90 e 2000. E em meio à produções como Felicity, Dawson’s Creek, The O.C. e Gilmore Girls, sempre esteve a inquietude feminina. Inseguranças, dilemas amorosos e conflitos internos pautaram episódios a fio, ajudando ainda uma nova leva de adolescentes a crescer e a se desenvolver em meio aos seus próprios conflitos.

E O Verão que Mudou Minha Vida é como uma brisa fresca vinda do sul de ambas as décadas. Delicada, sensível e apaixonante, a série é um doce e encantador presente, em um mar de séries juvenis forçadas, hipersexualizadas e repetitivas.

Assista ao trailer:

Seguindo um estilo de roteiro que nos remete muito à produção televisiva das décadas de 90 e 2000, O Verão que Mudou Minha Vida segue seu curso de forma natural e mais complexa, convidando a audiência para as mesmas reflexões vividas pelos seus personagens. Com protagonistas profundos e muito bem desenhados, a série de Jenny Han (também autora da trilogia literária) e Gabrielle G. Stanton é um drama atemporal sobre a descoberta do amor, em meio a um processo de busca por identidade. Com arcos narrativos que tornam todo o elenco principal igualmente importante, a série tem um desenvolvimento impecável em sete episódios e torna o seio familiar sempre um destaque em meio ao grupo mais juvenil.

Lola Tung, Christopher Briney, Gavin Casalegno e Sean Kaufman possuem uma dinâmica em tela cativante e funcionam lindamente em sincronia. E ainda que  alguns personagens cresçam mais em nosso conceito já pela metade da temporada, Tung é a personificação ideal de Belly e nos faz rapidamente apaixonar por sua jornada do mesmo jeito que Lana Condor fez na trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei. E sob uma fotografia solar e leve, acompanhamos uma trama que se desenvolve com celeridade, sabe expandir os arcos de suas protagonistas mais maduras – vividas aqui por Rachel Blanchard e Jackie Chung – , conforme também se conecta com o seu público a partir de um romance tão confuso como tantas garotas adorariam viver na vida real.

E com uma trilha sonora adaptada que emana algumas das vozes mais populares do momento – Olivia Rodrigo, Taylor Swift e Ariana Grande -, a original Prime Video consegue fugir dos atuais estereótipos de séries teen, que pregam uma adultização que beira o ofensivo. Mas profunda como Gilmore Girls, complicada como Dawson’s Creek e divertida como The O.C., O Verão que Mudou Minha Vida é uma adaptação impressionante, que nos leva para a mesma montanha-russa emocional de seus personagens e nos deixa ansiosos para uma nova temporada. Bem dirigida e com uma abordagem  simbólica sobre amizade na vida adulta e a construção de família, a série é uma surpresa necessária que merece ser guardada em um potinho, de tão preciosa que é.

Crítica | Druk – Mais Uma Rodada é uma Intoxicante Obra de Amor à Vida

  • Filme visto em outubro de 2020 em Paris. 

Selecionado pela Dinamarca para representar o país no Oscar 2021, Druk – Mais uma Rodada (Druk) é uma inebriante tragicomédia de celebração à vida, com estreia prevista para 25 de março no Brasil. É impossível sentir-se indiferente diante do impávido roteiro, cunhado a quatro mãos por Thomas Vinterberg e Tobias Lindholm, sobre um grupo de amigos quarentões em crise existencial. Oito anos após o instigante e bem-sucedido A Caça (2012), a dupla reencontra-se com o majestoso Mads Mikkelsen (Rogue One: Uma História Star Wars) e entrega uma obra-prima intoxicante, sedutora e, sobretudo, impecável. 

Se a quantidade de adjetivos soa exagerada, a orquestra de Vinterberg para fazer o público mergulhar na trajetória nebulosa e redentora de quatro professores do ensino médio mostra-se merecedora de hipérboles. Com uma premissa ousada, Druk desenvolve sua narrativa a partir da experimentação de uma hipótese científica, a qual propõe que a permanência de 0,05% de álcool no sangue garante um melhor desempenho tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Ora, quem não quer viver uma versão melhor de si mesmo? A provocação é evidente. 

Com base neste argumento, o enredo questiona se para sermos pessoas melhores necessitaríamos de aditivos, tal como uma máquina precisa de óleo nas engrenagens. Para testar essa afirmativa, os cobaias serão os professores Martin (Mads Mikkelsen), Tommy (Thomas Bo Larsen), Nikolaj (Magnus Millang) e Peter (Lars Ranthe). Amigos de longa data, o grupo encontra-se apático em relação à vida, ao trabalho, à família e, até mesmo, o próprio corpo é um fardo a suportar. 

A partir de uma jantar lúgubre de comemoração aos 40 anos, Nikolaj coloca na mesa a ideia deste artigo aos seus amigos, como uma estratégia de fuga da letargia que os acomete. A princípio de maneira moderada, eles começam a ir ao trabalho com algumas doses de vodka. Os primeiros indícios são satisfatórios. Martin, por exemplo, passa de um professor modorrento a um historiador dinâmico e cativante. Em sala de aula, ele promove um jogo de como o moralismo cega as nossas escolhas. Ao apresentar perfis de comportamento, o líder político de moral “exemplar” acaba por ser o mais sanguinário da história moderna.  

A mesma provocação permeia a tela com imagens de líderes mundiais, como os ex-presidentes Bill Clinton (EUA) e Nicolas Sarkozy (França), assim como o soviético Leonid Brezhnev e o russo Boris Yeltsin. O embate sobre os entorpecentes lícitos progride ao passo que o comportamento dos quatro amigos começam a atrapalhar suas atividades e a provocar risos trágicos. A questão do filme, no entanto, não é um debate sobre o consumo de álcool, mas como viver a vida, sob que perspectiva e como encontrar este caminho. A bebida, portanto, seria uma ferramenta dentro da lógica de “os fins justificam os meios”.  

Logo no início, Thomas Vinterberg dedica os primeiros segundos de tela a uma festiva competição entre os adolescentes da cidade. Eles correm, bebem, carregam caixas de cerveja, se esbaldam e celebram a satisfação de se divertirem. Esta euforia jorrante em espumas de cervejas e risos escancarados traça um forte paralelo com a solenidade de aniversário de 40 anos em um restaurante refinado. De fato, a contraposição das situações indaga como a alegria de estar vivo se perde ao longo do caminho. 

Casado e com dois filhos adolescentes, Martin começa a conversar com a esposa e a passar um tempo com os filhos. Surpresos com a mudança repentina, a família hesita em aceitar este “novo” Martin. Assim, ele percebe que existe uma ponte a construir após anos de abstinência de coragem; agora fornecida pela bebida. Já Tommy reencontra a satisfação de ser técnico escolar; mas também a dor dos dias vazios ao lado do seu cachorro. Enquanto Peter depara-se com sua covardia diária em relação ao trabalho, Nikolaj busca estabelecer um propósito na criação dos filhos. O ponto final do teste é diferente para cada um; às vezes triste, tocante, por outras, arrebatador e esplêndido.   

Mads Mikkelsen está encantador. Sua performance na cena final é de colocar um sorriso nos rostos das pessoas mais devastadas e pessimistas. Ao som da canção What a Life, de Scarlet Pleasure, Mikkelsen reverbera a agitação dos sentimentos do seu personagem e apresenta corporalmente o seu grito de desejo de liberdade.

Os méritos de Druk – Mais Uma Rodada estão no fechar de portas ao maniqueísmo e às lições de moral sobre o álcool, ao mesmo tempo em que nos faz refletir de forma sensível e celebratória a dádiva de ter uma vida para usufruir. Após a tragédia pessoal do diretor durante a produção do filme em 2019, junto ao ano de 2020, em que a morte esteve presente em todos os meios de comunicação, Druk é uma potência discursiva e imagética de apreciação ao agora.

Veja também: 🍻 DRUK – MAIS UMA RODADA é um dos MELHORES filmes de 2020! 🍺

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Thanos aparece sorridente em colecionável do filme

O Comic Book revelou a primeira imagem do Funko colecionável de Thanos de Vingadores: Guerra Infinita, em que o mestrão aparece sorridente e com a manopla completa. Veja:

Boatos recentes revelam que o segundo trailer completo de Vingadores: Guerra Infinita deve ser lançado já na próxima semana, segundo a página MCU News and Tweets, que notou que no próximo dia 27, os atores Paul Bettany e Karen Gillan estarão no programa Good Morning America, o mesmo que revelou o primeiro trailer.

Só nos resta aguardar. Fiquem de olho no CinePOP para novidades!

Enquanto isso, confira uma prévia do filme:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

POSE: 5 motivos que fazem dessa uma das mais importantes séries da história

Esse ano está sendo marcado por grandes produções televisivas. Definitivamente um dos melhores anos da indústria voltada para a TV e o streaming, tudo isso graças a séries fantásticas como The Handmaid’s Tale, por exemplo, que buscam aprofundar na representatividade para desenvolver uma trama dura, difícil e realista sobre assuntos como machismo, racismo e homofobia.

Porém, fugindo do óbvio, chegou ao canal FX estrangeiro um seriado que desafia todos os outros quando a questão é representatividade. Estamos falando dePose, a nova série de Ryan Murphy, a mente por trás de American Horror Story, Glee e The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story.

Diferente desses sucessos de público, Pose surge com uma importante missão: mostrar a realidade difícil, porém cheia de vida, da comunidade LGBTQ+ de Nova York nos anos 80.

Um universo colorido, cheio de emoção, divertido e triste na medida certa. Essa é essência dePose e se você se interessou em saber mais, vamos listar CINCO bons motivos que fazem dessa uma das mais importantes séries, não só do ano como também da história. Fica, vai ter muito close certo!

1 – Representatividade importa SIM! 

Como já havia sido anunciado,Pose não só trata o mundo LGBTQ+ como também trouxe a comunidade para dentro da produção, diferente de outras obras que escalam mulheres cis gênero para viverem transexuais, a série tem o maior elenco regular de atrizes trans da história da televisão. Eu ouvi um amem? O processo para a escalagem do elenco durou cerca de seis meses e resultou na contratação de MJ Rodriguez, Indya Moore, Dominique Jackson, Hailie Sahar e Angelica Ross, todas mulheres trans que encararam personagens que se assemelham muito com sua própria realidade fora das câmeras.

Homens gays também estão presentes em peso. Atores como Ryan Jamaal Swain, Dyllón Burnside e Billy Porter vivem personagens que foram excluídos da sociedade tradicionalista da época e buscam no mundo dos bailes um refúgio, uma razão para viver e ser feliz longe da discriminação.

Além disso, o elenco é predominantemente negro (tendo apenas dois atores brancos regulares: Evan Peters e James Van Der Beek, e Kate Mara sendo a única atriz) outro fato que foi conquistado após as mudanças na indústria do cinema e TV perante as inúmeras críticas de que atores e atrizes negros não recebiam papeis de destaque. Apesar de comemorar, esse deveria ser um fato recorrente e rotineiro, mas estamos no caminho certo para que seja.

2 – Referências bafônicas! 

A série conta com uma gama fantástica de referências, tanto aos anos 80 quanto à história LBGTQ+ na América. Cada episódio tem um baile lindíssimo, colorido, cheio de vida e com canções que foram hits de sucesso na época, como “I Wanna Dance with Somebody”, da Whitney Houston, tocada em uma das cenas mais belas que o seriado apresentou.

Fora as canções, há muitos outros detalhes presentes, mostrados de formas até mesmo didáticas, sobre a comunidade gay. Certamente, se você já ouviu falar do fenômeno RuPaul’s Drag Race, vai sacar muitas referências que o reality utiliza em sua estrutura, como os desfiles por categorias, os bordões do próprio RuPaul Charles e os jurados dando notas aos figurinos. Outra dica para quem deseja saber mais sobre os famosos bailes e conhecer a histórica da família Xtravaganza é assistir o documentário Paris is Burning, de 1990, presente na Netflix. Sério, imperdível!

3 – Desmistificando o HIV + Crítica social

Uma das subtramas da série é a epidemia de HIV que se espalhou pelos Estados Unidos a partir da década de 70. Apesar da série não se aprofundar nesse assunto, alguns personagens principais são soropositivo e o roteiro de Ryan Murphy aborda isso da maneira mais sensata possível, sem explorar a dor ou romantizar demais, apenas mostrando a realidade de uma época em que ter AIDS significava apenas solidão e morte. Pose serve como um perfeito informativo para desmistificar e quebrar o preconceito que a doença ainda causa na população.

Além de tratar temas delicados, Pose não tem medo de tocar na ferida e fazer críticas ao governo de Donald Trump, ao conservadorismo da família tradicional e a constante luta pela aceitação, até mesmo dentro da própria comunidade gay, que discriminava mulheres trans na época. É um tapa de luva na cara da sociedade!

4 – Elogiada pela crítica internacional

Como tudo que é bom de fato é elogiado, Pose agradou (e muito!) a crítica internacional. No site Rotten Tomatoes, a série detém um índice de aprovação altíssimo de 96% com uma classificação média de 7,65 de 10 com base em 49 avaliações. O consenso crítico do site diz: “Carregado com energia, equilíbrio e confiança”, “Posicione-se em piruetas entre a opulência artística e o drama deliciosamente ensaboado para criar uma nova adição ao léxico de Ryan Murphy. Já o Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu à série uma pontuação de 75 em 100 com base em 27 críticos, indicando “revisões geralmente favoráveis”.

Com tamanha aceitação de público e crítica, a minissérie acabou garantindo sua 2ª temporada, prevista para chegar em 2019. Ela é lacradora ela!

5 – Direção e produção incríveis + poucos episódios!

Não precisa nem dizer que Ryan Murphy costuma ser sinônimo de qualidade artística né? O produtor e roteirista também dirige alguns episódios e o resultado é uma obra de arte fantástica e autoral. Assim como os figurinos são bem trabalhos, a direção de fotografia resgata o ar dos anos 80 e o elenco é maravilhoso. A sensação que fica após assistir os 8 episódios (o que é ótimo esse formato curto) dePose é que acabamos de ver algo apaixonado, feito com muita dedicação e carinho, que retrata sim o ódio e o preconceito, porém, rebatendo a dor com amor, e celebrando a vida e a aceitação com muito orgulho.

Pare tudo que você está assistindo nesse momento e vá ver, dançar, chorar e se apaixonar por Pose.

Obs: A série chega ao Brasil ainda no segundo semestre desse ano e será exibida pelo canal Fox Premium.

Opinião | Como a Cultura Pop influenciou a Copa do Mundo 2022?

A Copa do Mundo FIFA 2022 começou em Al Khor, no Qatar, com a partida entre os donos da casa, o Qatar, e nossos irmãos sul-americanos, o Equador. Mas antes mesmo da bola rolar, a primeira Copa disputada no Oriente Médio já se mostra bastante influenciada pela Cultura Pop global e sua tendência atual: o Multiverso. Se você não mora em uma caverna, provavelmente ouviu essa palavra em algum momento entre 2021 e 2022. Seja nas séries de TV ou nos filmes de cinema, esse conceito de múltiplos universos coexistindo entrou de vez no imaginário popular.

E uma das produções que ajudou a pavimentar esse conceito de Multiverso nas produções pop do século XXI foi justamente a série de ficção e humor politicamente incorreto, Rick & Morty. Ao longo dos últimos nove anos, o cientista alcoólatra Rick e seu neto, o garoto Morty, viajaram por diversos universos paralelos e linhas do tempo alternativas causando um verdadeiro caos por onde passaram. Inspirado na franquia De Volta Para o Futuro, este desenho animado se tornou um fenômeno entre jovens adultos, que puderam explorar esse multiverso com mais criatividade e aparentemente sem limites éticos e morais, permitindo que esse caos tomasse conta de suas imaginações.

Outra produção que veio correndo por linhas do tempo e universos alternativos foi a série de TV do Flash.

A série estrelada por Grant Gustin, que caminha para sua nona e última temporada, passou os últimos oito anos mostrando as histórias do velocista mais famoso dos quadrinhos nas telinhas, enquanto se aventurava pela cidade e pelas diversas realidades do Universo DC. Houve até um momento em que os dois Barry Allen’s da atualidade, Grant e o Ezra Miller (o Flash dos cinemas), se encontraram brevemente em uma cena divertida da série.

Agora, porém, o Flash das telonas caminha para seu maior colapso de universos com o vindouro The Flash (2023), que vai adaptar a icônica saga Ponto de Ignição, mais conhecida como Flashpoint. Nela, Barry viaja de volta no tempo para salvar sua mãe da morte. Porém, sua ação deságua num futuro alternativo cheio de guerras e conflitos. Então, ele precisa encontrar um jeito de impedir sua versão passada de voltar no tempo. Nas telonas, o Barry irá parar em um mundo no qual ele se encontrará com o Batman de Michael Keaton, unindo essas duas realidades num filme só.

Em 2022, quando o assunto foi Multiverso, quem roubou a cena mesmo foi o filme Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo. Estrelado por Michelle Yeoh e lançado pela A24, uma das produtoras de maior prestígio da atualidade, o longa pegou a muitos de surpresa e acumula avalições altíssimas da crítica especializada, sendo cotado para aparece com destaque nas principais cerimônias de premiações da temporada.

A trama acompanha uma mulher de meia-idade que emigrou da China para os EUA, onde abriu mão de seus sonhos para abrir uma lavanderia. Frustrada com a vida medíocre que leva e ansiosa para um evento importante, ela vê sua vida mudar de uma hora para outra ao ser convocada misteriosamente para uma guerra que pode definir os rumos do Multiverso.

Mas, quando o assunto é Multiverso nos cinemas, não tem como fugir da maior máquina de dinheiro da atualidade: a Marvel. Após o fim da saga dos Vingadores originais, a famosa Saga do Infinito, o estúdio começou a trabalhar na integração de seus filmes com as séries do Disney+, para ter mais espaço de tela para explorar mais essa loucura que é o Multiverso.

Ainda em 2018, a Marvel começou a flertar com essa história de múltiplas realidades em parceria com a Sony, na premiada animação Homem-Aranha no AranhaVerso, que contou a história do Miles Morales se encontrando com outros Homens-Aranha. Porém, por se tratar de uma animação, ainda não atingiu a um público mais geral. Essa história avançou em 2019, com Homem-Aranha: Longe de Casa, no qual o plano do vilão era uma grande tiração de sarro do Multiverso, tratando dessa possibilidade como uma piada de mau gosto. Ao longo de 2021, no entanto, esse tema deixou de ser brincadeira e virou realidade. Fosse com alguns pequenos indícios em WandaVision ou até chegar às vias de fato em Loki, que mostra efetivamente o Multiverso se quebrando. Mas a verdade é que o momento em que o tal Multiverso cravou sua relevância na Cultura Pop foi mesmo com a estreia de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), por inúmeros fatores.

Quando chegou às telonas, o mundo ainda se adaptava a poder voltar a viver normalmente, após a pandemia de Covid-19 ficar mais controlada ao redor do globo. Então, os cinemas ansiavam por um filme que pudesse trazer o público de volta para as salas, da mesma forma que as pessoas esperavam por um filme que realmente os estimulassem a sair de suas casas, arriscar a saúde, e ir até uma sessão. Os próprios fãs da Marvel não vinham respondendo tão bem à nova Fase do estúdio por se distanciar mais daquilo que havia conquistado seus corações ao longo de mais de dez anos de “fidelidade cinematográfica”.

Então, quando foi noticiada a grande possibilidade do público de ver em tela os três Homens-Aranha do cinema juntos em um único longa, até mesmo quem não é fã do MCU se empolgou com esse possível filme-evento. E, por fim, o encontro de Tom Holland com Tobey Maguire e Andrew Garfield acabou só sendo possível por conta justamente do tal Multiverso, que domina completamente essa nova fase do estúdio. Ao associá-lo ao primeiro filme que rompeu a casa do US$ 1 bilhão em período pandêmico, ao longa que se tornou um fenômeno e está eternizado na memória de milhões de pessoas, o Multiverso carimbou de vez seu papel na Cultura Pop atual.

E segue refletindo até hoje na nova fase do estúdio, com o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) com a saltadora de realidades America Chavez (Xochitl Gomez), em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022), e deve alcançar outro nível no vindouro Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023).

Dito isso, se você chegou até aqui, deve estar se perguntando: “Ok, mas o que isso tudo tem a ver com a Copa do Mundo?”.

Pois bem, sediada no Qatar, a Copa de 2022 envolve um contexto sociopolítico muito forte. Além das inúmeras polêmicas envolvendo esse país como sede do maior evento esportivo do mundo, a escolha do Qatar para ser palco da Copa se deu como uma forma caríssima de colocar o país na rota do turismo internacional, mais ou menos como aconteceu com Dubai, que era um deserto conhecido por sua força petrolífera e hoje recebe milhões de turistas do mundo inteiro anualmente. Da mesma forma, o Qatar quer mostrar ao mundo que está aberto a múltiplas culturas, em vez daquela imagem de país tradicional, de mente fechada e rígido quanto aos costumes.

O mascote da Copa 2022 é o véu La’eeb

Se eles vão conseguir isso é outra história, mas a verdade é que uma das formas escolhidas pelo comitê organizador para tentar conquistar o público e “melhorar sua imagem” internacionalmente foi promover seu evento seguindo as principais tendências do entretenimento atual, e isso refletiu diretamente no mascote da Copa, o véu antropomórfico La’eeb. Inspirado nos tradicionais lenços que os catarianos usam na cabeça, o mascotinho tem essa aparência simpática, que rendeu comparações ao icônico Gasparzinho, o Fantasminha Camarada, mas ganhou também um background completamente inspirado pela tendência do Multiverso, fazendo parte de um MascoteVerso.

Seu Multiverso foi revelado junto ao sorteio dos grupos da Copa, um evento que reuniu a atenção do mundo inteiro, já que era de interesse geral ver quais os adversários de suas respectivas seleções. Junto a isso, rever mascotes históricos convivendo numa mesma realidade rendeu memes, como o ‘Fuleco Mendigo‘, que prontamente tomou os Trending Topics do Brasil, e mexeu com a nostalgia do público, uma estratégia muito utilizada pela Hollywood atual. Não sabe como vender um filme? Prometa nostalgia. É algo quase entranhado nesta Cultura Pop dos dias de hoje.

Para fixar essa imagem do mascote, que está espalhado por todos os cantos do Qatar e já é uma das caras dessa Copa, o comitê apostou numa série animada mostrando mais dos superpoderes do La’eeb, que é capaz de criar portais temporais e viajar por realidades, tal qual o Doutor Estranho, enquanto conta mais sobre a história das Copas e do próprio país sede. Quem quiser conferir, os episódios estão disponíveis no canal do vídeo acima.

E quem também sacou o poder dessa combinação de Multiverso e nostalgia para a Copa do Mundo de 2022 foram duas das maiores fornecedoras de materiais esportivos do mundo a Nike e a Adidas.

A Adidas apostou em explorar a imagem do craque Lionel Messi em um vídeo direcionado não só para os fãs do jogador, mas principalmente para os torcedores da Argentina e fãs da Albiceleste. O vídeo promocional propõe um MessiVerso, em que o Messi de 2022 faz uma roda de bobinho com os Messi’s das últimas quatro Copas.

Para concluir com chave de ouro, o comercial apela para a nostalgia extrema do torcedor argentino ao fazer o vídeo ao som da música Live Is Life, da banda Opus. Quem não é fã de futebol pode deixar isso passar, mas essa é a canção que embala um vídeo histórico do aquecimento do Napoli, em que o falecido Diego Armando Maradona dava um show de técnica e habilidade, se divertindo enquanto encantava os torcedores. Ao trazer a imagem do atual ídolo argentino multiplicado por cinco e associá-lo ao ídolo máximo do país, chamado por muito de ‘D10s’, a Adidas abraçou a estratégia cinematográfica atual e conseguiu diversos elogios por sua proposta nas últimas horas.

Já a Nike, famosa por seus comerciais históricos, abraçou de vez o Multiverso com seu FutebolVerso. A peça publicitária gira em torno de dois cientistas, uma francesa e um brasileiro, na Suíça, país onde fica a sede da FIFA – entidade máxima do futebol -, que discutem quem venceria num X1: O camisa 10 da França atual, Mbappé, ou o Ronaldinho Gaúcho de 2006, ano em que ele assombrou o mundo com suas habilidades. Então, eles criam uma máquina capaz de viajar pelo Multiverso para trazer as melhores versões dos craques históricos para se enfrentarem no laboratório.

E aí, o filme traz três versões diferentes do Ronaldo Fenômeno coexistindo, duas versões do português Cristiano Ronaldo jogando juntas, e até mesmo o craque Shuuya Gouenji, do anime Super Onze. Essa proposta de encontros inesperados de craques do mundo em situações sem noção dominou os comerciais da Nike nos anos 90, criando algumas das maiores peça publicitárias da marca em toda a história. Então, entra novamente a nostalgia potencializada agora pelo Multiverso.

Ao longo dos anos, o esporte e o entretenimento caminharam juntos, chegando muitas vezes a se misturarem. Ver a influência da Cultura Pop dos dias atuais no maior evento esportivo do mundo é interessantíssimo e une novamente essas duas facetas das formas mais populares do entretenimento no mundo.

A Copa do Mundo começa no dia 18 de novembro e terá transmissões no Globoplay.

Rick & Morty, a série do Flash, Batman (1989) e Homem-Aranha-Sem Volta Para Casa estão disponíveis no HBO Max.

Homem-Aranha: Longe de Casa, Homem-Aranha no AranhaVerso, WandaVision, Loki e Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estão disponíveis no Disney+.

‘Andor’ estreou na Disney+! Confira 10 Curiosidades da nova Série do Universo Star Wars…

Finalmente a série ‘Andor’ estreou na DisneyPlus, para a felicidade dos fãs de ‘Star Wars’. Após um hiato de exatos três meses após ‘Obi-Wan Kenobi’, chegou a hora dos fãs mergulharem na história deste que se tornou um dos rebeldes mais queridos da galáxia: Cassian Andor. Por isso, separamos aqui 10 curiosidades da série para vocês.

10 – Episódios

Uma das coisas que já dá para dizer é que a primeira temporada de ‘Andor’ terá 12 episódios no total. E, para sua estreia, a Disney disponibilizou de uma só vez os primeiros três episódios da temporada, que, juntos, encerram o primeiro arco narrativo e colocam o protagonista à beira de sair na aventura.

9 – ‘Rogue One

Para quem não sabe, ‘Andor’ é uma série derivada do filme ‘Rogue One: Uma História Star Wars’, de 2016, que, por sua vez, foi um filme solo que não se conectava diretamente com as trilogias principais e fez muitíssimo sucesso entre os fãs. ‘Andor’, então, conta a história do personagem Cassian Andor antes de ele se tornar o líder rebelde que recruta Jyn Erso em ‘Rogue One’. A série, entretanto, não foi nem anunciada nem planejada na época do filme: foi o sucesso entre os fãs que fez a Lucasfilm pensar num background para o personagem.

8 – Caminhadas para o set

Um set de filmagem pode se tornar algo desafiador em ‘Star Wars’, e em ‘Andor’ não foi diferente. O protagonista Diego Luna comentou que no set escolhido em Pitlochry, na Escócia, ele e a equipe tinham que andar por horas subindo uma montanha para gravar apenas uma cena.

7 – Set reais

Ao contrário das três produções anteriores – ‘O Mandaloriano’, ‘O Livro de Boba Fett’ e ‘Obi-Wan Kenobi’ – em ‘Andor’ os sets não usaram StageCraft para criar ambientes virtuais cujas paisagens eram inseridas depois, mas sim foram construídos sets em tamanho real em Pinewood, onde a maioria das cenas foi gravada.

6 – Música ao vivo

O diretor Benjamin Caron optou por ter música ao vivo nas cenas mais marcantes de ‘Andor’. Isso ocorre, por exemplo, quando os personagens ficam batendo sinos e outros elementos para anunciar a chegada da guarda imperial no terceiro episódio e também na batalha final entre Cassian Andor e a guarda, em que o clima de tensão cresce com a música ao fundo.

5 – De Marvel à Star Wars

O ator Stellan Skarsgård, antes de entrar para ‘Andor’ e o universo ‘Star Wars’, participou de outra franquia do grupo Disney: a Marvel. Ele já foi Erik Selvig nos filmes do ‘Thor’ e em ‘Vingadores: Era de Ultron’. Atualmente, vejam só, está gravando a segunda parte de ‘Duna’, da produtora concorrente.

4 – Equipe unida

O amor em ‘Rogue One’ foi grande e manteve a equipe unida, ao ponto de não só originar uma série toda nova, mas também trouxe de volta Diego Luna no papel principal, Alan Tudyk novamente como K-250, e Tony Gilroy como roteirista e produtor da história.

3 – Uma casa linda

A casa de Maarva foi construída com partes e pedaços de antigas espaçonaves. Maravilhada, a atriz Fiona Shaw ficou impressionada com o set e frequentemente saía da casa para ficar admirando a parte externa do local.

2 – Intensas gravações

As gravações da série começaram em novembro de 2020, após a primeira onda da covid, e só terminaram em setembro de 2021, por conta das constantes interrupções devido à pandemia, e da complexidade das cenas, que demoravam a ser produzidas.

1 – Segunda temporada

Já sabemos que a segunda temporada de ‘Andor’ foi confirmada pela Disney e que conectará o personagem principal diretamente aos eventos de ‘Rogue One’. Isso significa, também, que teremos no máximo duas temporadas para essa série.