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Agora vai! James Gunn será o novo chefão da DC Studios

Segundo The Hollywood Reporter, o sempre excelente cineasta James Gunn foi anunciado nesta terça-feira (25) como um dos presidentes do DC Studios, área responsável pelas adaptações dos quadrinhos da editora em filmes, séries e animações.

Gunn que é conhecido por seu trabalho em filmes baseados em gibis como os dois ‘Guardiões da Galáxia‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, vai dividir a liderança da nova subdivisão da Warner Bros. com o produtor Peter Safran.

Ambos dividirão os cargos de presidente e de presidente-executivo, com James Gunn focando mais no lado criativo, enquanto Safran comandará as decisões de negócios e produções.

Vale lembrar que, nas últimas semanas, Gunn e Safran se reuniram em diferentes ocasiões com Michael De Luca, co-presidente da Warner Bros. Pictures. A abertura inicial aconteceu em algum momento do verão norte-americano, simultaneamente às negociações com Dan Lin.

“A DC tem alguns dos mais divertidos, poderosos e icônicos personagens no mundo e estou extasiado por ter os talentos singulares e complementares de James e de Peter se juntando ao nosso time de nível mundial e supervisionando a direção criativa do Universo DC”, afirmou David Zaslav.

Fora o universo principal, que conta atualmente com ‘Adão Negro‘ e os vindouros novos filmes de ‘Aquaman‘, ‘Shazam‘ e ‘Mulher-Maravilha‘, há também os núcleo de ‘Batman‘ comandado por Matt Reeves, e ‘Coringa‘, que voltará a ter um longa solo com ‘Joker: Folie à Deux‘.

Crítica | O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu – Miguel Falabella Leva Seu Musical Brasileiro à DisneyPlus

Miguel Falabella é, sem nenhuma dúvida, o ator mais entusiasta de musicais no Brasil. Há décadas ele vem investindo todos os esforços para popularizar o gênero dentre o público brasileiro, seja estrelando produções, seja colaborando executivamente ou propagandeando as produções de colegas. Essa é sua marca, muito mais do que a comédia, e é louvável o quanto seu entusiasmo proporcionou que centenas de atores mais jovens vissem nesse viés uma abertura para demonstrar seus talentos artísticos. Agora, Falabella leva sua paixão ao streaming, estreando a série ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’, produção totalmente brasileira que chegou aos assinantes da DisneyPlus.

Renato (Miguel Falabella) é um importantíssimo produtor musical brasileiro. Casado com Marita Bell (Sara Sarres), trabalha com ela na audição de um novo espetáculo, cujas inscrições estão abertas e busca novos talentos brasileiros que saibam cantar, dançar e atuar. Super queridos sob os holofotes, nos bastidores os dois lidam com a crise de o ex de Marita ter se casado com um homem, o que fez com que a imprensa se deliciasse em fofocas sobre os três. Em contrapartida, jovens de todas as partes da cidade de São Paulo veem o anúncio da abertura das audições e, cada um a seu modo – e apesar das dificuldades que cada um tem que enfrentar -, irão deixar de lado as adversidades para, pela primeira vez na vida, realmente correr atrás dos seus sonhos e do tão desejado sucesso.

Dividido em dez episódios com cerca de meia hora de duração cada, a primeira temporada de ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ mostra a que veio e entrega literalmente o que se esperava: uma série voltada para o público jovem-adulto de olho no mercado internacional. Na prática, a sensação que o espectador tem é exatamente essa, a de que a série é uma produção brasileira para demonstrar aos executivos da Disney e aos espectadores dos outros países quem são os talentos brasileiros e quais são suas capacidades artísticas. Se por um lado isso é bom individualmente para os artistas, por outro o público encontra uma série cuja história é acelerada, sem se aprofundar, e intercalada por duas ou três canções por episódio cortando os diálogos e cenas.

O desafio do roteiro de Rosana Hermann é apresentar muitos personagens (são mais de dez) em um primeiro episódio/temporada que também tem que introduzir o plot e fazer a história andar. Daí conhecemos que todos os jovens têm um background profundamente dramático, ninguém tem uma vida fácil, e, com tanto drama, fica difícil torcer por alguém, pois é injusto escolher quem tem o drama mais dramático. Com direção de Cininha de Paula, destacam-se Daniel Rangel, que surpreende mostrando saber cantar, e a novidade Bruno Boer, que rouba todas as cenas em que aparece, com carisma e caráter.

Através do mote do desejo de vencer na vida através da arte, ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ é uma série juvenil tipo exportação, que estimula a galera a sonhar e a acreditar que é possível vencer pelo esforço e dedicação. Uma espécie de ‘Glee’ brasileiro, mas mais teatral e falado na nossa língua.

‘The Winchesters’: Richard Speight retornará como Loki em spin-off de ‘Supernatural’

O ator Richard Speight Jr. voltará a viver o papel de Loki em ‘The Winchesters‘, spin-off de ‘Supernatural‘.

Segundo o TV Line, Speight vai retornar como elemento chave da produção.

Aliás, o ator também irá dirigir alguns episódios da série. Isso não será novidade para ele, já que ele também dirigiu séries como a própria ‘Supernatural‘ e ‘Lucifer‘, ambas da CW – a última depois foi comprada pela Netflix.

Vale lembrar que, no Brasil, ‘The Winchesters‘ vai estrear no dia 20 de outubro, pela HBO Max.

Confira o trailer legendado:

A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

Crítica | A Cozinha – Johnny Massaro estreia na Direção com Thriller Impactante

Filme assistido no Festival do Rio 2022.

Pelo que temos visto, o caminho cada vez mais natural para os atores brasileiros na última década é, eventualmente, enveredar para o outro lado das lentes: dando pequenas pausas nas atuações para ir para a direção de longas-metragens. Foi assim com Lázaro Ramos, Murilo Benício, Caio Blat e, mais recentemente, com o jovem Johnny Massaro, que, em sua estreia na direção, conseguiu que seu filme tivesse sessões esgotadas no Festival do Rio desse ano, precisando, inclusive, de sessão extra, que também se esgotou. Foi, sem dúvida, um dos filmes mais procurados dessa edição do festival e se justifica: é um filme e tanto!

Miguel (Felipe Haiut) é um artista em crise de ansiedade, sofrendo bloqueio de criatividade e sem saber o que quer e para onde vai na vida. Nessa noite, ele recebe a visita de Letícia (Julia Stockler), com quem teve um relacionamento no passado e que, voluntariamente, pega uma garrafa de vinho e a abre, sem se importar com os protestos de Miguel, que alega estar guardando-a para a visita de um amigo de infância, por quem está esperando. Nesse momento chega Rodrigo (Saulo Arcoverde), que, para a surpresa de Miguel, traz Carla (Catharina Caiado), sua noiva. Com os quatro na cozinha da casa, o clima de tensão é instaurado à medida que a conversa entre eles se desenrola, agradando e desagradando a todos.

Inspirada na peça de teatro homônima de Felipe Haiut, a adaptação cinematográfica, com roteiro do próprio, ganhou exata uma hora de duração. Talvez esses vinte, trinta minutos que faltam fossem exatamente a ambientação da história/personagens no início da trama ao espectador – e não há muito possivelmente porque ‘A Cozinha, como tantos outros filmes, foi concebido e filmado durante a pandemia, o que limita qualquer tipo de expansão.

Se por um lado falta uma introdução, por outro o longa vai direto ao assunto, que é transformar essa cozinha numa espécie de lavanderia da casa, onde literalmente toda a roupa suja é atirada para que os personagens deem conta da lavação a seus modos. Essa grande metáfora é explanada na última cena, quando as letrinhas já estão subindo, reafirmando o quanto o comedouro em ‘A Cozinha’ é onde a sujeira é despejada e limpada – mas não tanto.

Transpondo a pegada teatral para as telonas, a potência do longa reside nas intensas atuações do quarteto, ora uns se sobressaindo, ora outros surpreendendo com reações inesperadas. Também a técnica de direção de Johnny Massaro espanta, demonstrando segurança e eficiência em fazer uso do tamanho do set a seu favor, seja enquadrando objetos para aprimorar a fotografia (desde a primeira cena, com foco no molho de tomate e diálogos ao fundo), seja, a partir da deficiência (a ausência de espaço para locomoção de câmeras/maquinário/equipe), em utilizá-la em favor da película, fechando em close a imagem para, com isso, se valer das atuações o que faltava em espaço físico no set. Johnny demonstra, assim, sólida experiência em seu primeiro longa como diretor.

Do drama ao thriller em poucos minutos, ‘A Cozinha’ é um filme que atropela o espectador com duas importantes viradas de mesa que faz com que o jogo de cadeiras dos quatro personagens seja indefinido até o fim. Faz jus ao burburinho que causou no festival e merece todos os elogios que está recebendo, demonstrando a potência do teatro brasileiro.

Dublador oficial de Joel ficou emocionado em set da série de ‘The Last of Us’: “Não conseguia acreditar”

Troy Baker, ator e dublador oficial do Joel Miller em ‘The Last of Us‘, vai ter um papel (ainda não revelado) na trama da nova série produzida pela HBO. Porém, o artista adiantou um pouco de como foi o seu processo de filmagem no set da série, confessando ter ficado muito emocionado.

“Tive uma conversa maravilhosa com o Pedro [Pascal] que vou guardar até depois da série ir ao ar para que não haja spoilers. Mas posso dizer com certeza que, no meu primeiro dia no set, pude dar uma olhada nos lindos ambientes e tive que me beliscar. Eu não conseguia acreditar que estávamos lá”, disse Troy ao ComicBook.

“Se você voltasse dez anos atrás e me dissesse ‘Esta audição em que você está entrando, para este jogo…você não tem ideia de quão bem sucedida e adorada pelas pessoas ela será. Ah, e você estará no Canadá filmando uma das séries da HBO mais caras que já foram feitas!’, eu nunca teria acreditado em você”, confessa.

Só para se ter ideia da escala que ele relata, cada episódio de ‘The Last of Us‘ tem um orçamento de US$ 10 milhões, ou seja, será mais caro que grandes blockbusters do cinema.

Pedro Pascal e Bella Ramsey estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Norman Reedus confirma início das gravações de ‘Daryl Dixon’, série derivada de ‘The Walking Dead’

The Walking Dead‘ está chegando ao fim, e faltando apenas um mês para o seu desfecho, o astro Norman Reedus (‘Death Stranding’) confirmou esta semana o início das gravações da série derivada do mesmo universo, ‘Daryl Dixon‘.

O ator que aparece com o visual icônico do Daryl, postou no Instagram uma foto dos bastidores.

Confira logo abaixo:

Reedus também confirma que a série se passará na França, mostrando um lado inexplorado do apocalipse zumbi, como a Europa.

Vale lembrar que ‘The Walking Dead‘ deve ganhar outros spin-offs, como ‘The Walking Dead: Dead City‘, agendado para 2023. A trama acompanha as aventuras de Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan).

De acordo com Reedus, a série de Daryl vai ter uma escala grandiosa, e uma fotografia bem diferente da série principal, até pelo cenário onde o show vai se passar.

“Ainda não começamos, mas está ficando real agora. Toda a preparação está acontecendo, Greg está lá fora cobrando todo mundo para ficar em forma agora. Os sets são loucos. Há castelos! É um nível totalmente diferente. A fotografia vai ser insana, o tom, a sensação, o som vai ser diferente. Vai ter uma vibração diferente”, falou o ator.

O derivado que ainda não tem nome acompanhará Daryl em algum local da Europa (possivelmente na França), numa missão após os eventos da série principal, e as filmagens estão previstas para começarem ainda esse ano.

David Zabel servirá como showrunner da série.

‘V/H/S/99’: Terror antológico se torna a MAIOR estreia da história do Shudder

De acordo com o Bloody Disgusting, o terror antológico ‘V/H/S/99‘, que representa o quinto capítulo da franquia, se tornou a MAIOR estreia da história do Shudder, serviço de streaming norte-americano focado em produções do gênero.

Durante os quatro primeiros dias desde o seu lançamento na plataforma, o longa registrou 28% a mais de visualizações do que qualquer outra produção no catálogo do streaming.

O terror ainda soma quase 22% de streamings em VOD no mesmo período, além de ter sido o filme mais assistido na AMC+ durante o final de semana.

Vale lembrar que o sexto capítulo da franquia já foi confirmado! O próximo filme será intitulado ‘V/H/S/85‘, com segmentos comandados pelos diretores David Bruckner (‘Hellraiser’), Scott Derrickson (‘O Telefone Preto’), Gigi Saul Guerrero (‘O Bingo Macabro’), Natasha Kermani (‘Lucky – Uma Mulher de Sorte’) e Mike P. Nelson (‘Pânico na Floresta: A Fundação’).

A produção conta com segmentos dirigidos por Maggie Levin (‘Into the Dark’), Johannes Roberts (‘Medo Profundo’), Flying Lotus (‘Kuso’), Tyler MacIntyre (‘As Garotas da Tragédia’) e Joseph & Vanessa Winter (‘Deadstream’).

Marvel revela trailer NOSTÁLGICO do Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia’

Um dia após a revelação do trailer de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, a Marvel divulgou, através das suas redes sociais, um novo material do Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘, a equipe mais amada do MCU.

A produção que faz parte da linha que agora chamam de ‘Apresentações Especiais‘ do Universo Marvel, foi anunciada por Kevin Feige em dezembro de 2020. Então, após dois anos, vamos enfim poder conferir o que James Gunn preparou com essa aventura natalina insana que será lançada no Disney+.

Abaixo você confere o material que, claramente, tem a intenção de trazer um viés mais nostálgico:

De acordo com o cineasta, a produção vai surpreender muito o público, pois será algo que nunca foi visto na Marvel até agora:

“É diferente de tudo que alguém já viu antes. Mal posso esperar para que as pessoas assistam. E será lançada muito em breve. Você sabe, está previsto para estrear neste Natal.”

O terceiro filme comandado por James Gunn ainda está em fase de produção, mas aparentemente será surpreendente para todos os fãs. O diretor disse em uma entrevista que o longa será diferente de tudo que já foi visto.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia no dia 23 de maio de 2023 nos cinemas.

‘Chainsaw Man’: Anime ganha novo encerramento BRUTAL ao som de muito metal pesado

Chainsaw Man‘ estreou fazendo sucesso e o terceiro episódio do anime entrou nesta terça-feira (25) no Crunchyroll, e agora os fãs já podem conferir o novo encerramento do título, que está mais brutal do que nunca.

O material apresenta visuais incríveis e supercoloridos, referências e muito heavy metal. A música de encerramento, Hawatari Nioku Centi, é interpretada pela banda japonesa Maximum the Hormone.

Abaixo você confere como ficou o resultado:

O artista responsável pelo storyboard, direção, desenho, coloração e fotografia do encerramento, Yuki Kamiya, compartilhou nas suas redes sociais um agradecimento. Confira:

Veja o anúncio de estreia:

Lembrando que os episódios inéditos chegam toda terça-feira, no mesmo horário. A princípio, o título chega apenas legendado, mas o Crunchyroll já adianta que uma dublagem brasileira vem aí.

Na trama, Denji é um adolescente que mora com Pochita, o Demônio da Motosserra. Por conta das dívidas que herdou de seu pai, ele vive na miséria, exterminando outros demônios com Pochita para pagar as contas.

Até que, um dia, Denji é traído e morre. Em seus últimos momentos de consciência, ele firma um contrato com Pochita e renasce como o Homem-Motosserra – um humano com coração de demônio”.

O anime de ‘Chainsaw Man‘ é produzido pelo estúdio MAPPA (Jujutsu Kaisen e Attack on Titan) e tem lançamento previsto para outubro, na Crunchyroll.

‘A Freira 2’: Atriz de ‘As Crônicas de Nárnia’ se junta ao elenco da sequência

De acordo com o Deadline, Anna Popplewell, conhecida por estrelar a franquia ‘As Crônicas de Nárnia‘, entrou para o elenco da sequência ‘A Freira 2‘.

Além dela, Katelyn Rose Downey (‘A Princesa’) também foi confirmada no projeto.

Vale lembrar que o novo filme contará com o retorno de Taissa Farmiga como a Irmã Irene, e Bonnie Aarons como Valak, a freira demoníaca. Storm Reid (‘Euphoria’) também estrelará a produção.

O terror está programado para estrear no dia 7 de setembro de 2023.

Confira a sinopse completa:

“1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.”

O primeiro filme foi ambientado na România, em 1952, então a sequência se passará quatro anos após os eventos do longa original.

Michael Chaves, de ‘A Maldição da Chorona‘ e ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, será responsável pela direção.

O novo filme foi escrito por Akela Cooper (‘Maligno’).

Vale lembrar que o primeiro filme está disponível na HBO Max!

Maisie Williams, a Arya de ‘Game of Thrones’, confessa que série “derrapou” na reta final

Três anos após o final de ‘Game of Thrones‘, cada vez mais parece que a série não terminou como os fãs e até parte da produção esperavam. O exemplo disso é Maisie Williams, a intérprete da Arya Stark, que também acha que o poderoso show da HBO acabou com episódios finais decepcionantes e nas palavras dela “derrapou”.

“Sabem, eu reassisti a série toda recentemente. Definitivamente, a história derrapou no final, mas começamos muito fortes. Fiquei de coração partido quando o Ned Stark morreu, mesmo sabendo que iria acontecer. Pela primeira vez, me conectei de verdade com uma história”, confessou a atriz durante transmissão ao vivo na Twitch.

Game of Thrones‘ adaptou os livros de George R.R. Martin por oito temporadas para a telinha com produção da HBO. Esse ano, com a chegada do spin-off ‘A Casa do Dragão‘, tivemos o gostinho de como eram os bons tempos de GOT.

Veja mais sobre ‘A Casa do Dragão‘.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Série live-action de ‘Fallout’ tem sua primeira imagem revelada pela Amazon Prime Video

A Amazon Prime Video divulgou nesta terça-feira (25) a imagem oficial da adaptação em live-action de ‘Fallout‘. Ainda que não revele muita coisa, a imagem traz toda estética e vibe pós-apocalíptica que é vista desde sempre nos jogos originais. Além dos clássicos uniformes que aparecem como destaque.

Os detalhes sobre a história ainda não foram revelados, porém, caso o roteiro siga a premissa dos jogos, os personagens precisam enfrentar diversos desafios para sobreviver em uma terra devastada, além de serem ameaçados por criaturas mutantes e animais modificados.

Confira abaixo o material divulgado:

Por trás do show estão Geneva Robertson-Dworet (‘Capitã Marvel’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’), definidos como produtores principais, enquanto Jonathan Nolan (‘Westworld’) cuidará da direção do primeiro episódio.

Criada pela Bethesda, a série ‘Fallout‘ registrou vendas recordes e recebeu dezenas de prêmios de Game of the Year, enquanto seu jogo para celular, ‎‎’Fallout Shelter‘,‎‎ bateu 170 milhões de downloads.‎ O jogo se passa em um cenário pós-apocalíptico no século XXII, mas sua história e arte, foi enormemente influenciada pela paranoia nuclear que atacou os anos 50.

Diretor de ‘Halloween Ends’ diz que confronto entre Laurie e Michael Myers nunca esteve nos planos

Intitulado ‘Halloween Ends‘, o capítulo final da trilogia iniciada em 2018 se tornou bem divisível e recebeu bastante comentários negativos.

Grande parte das críticas é devido ao desvio de atenção aos principais personagens da franquia, Laurie Strode e Michael Myers, considerados aqui-inimigos.

Apesar deles serem parte importante da trama, o filme se concentra na transição de Corey Cunningham em assassino e seu relacionamento com a neta de Laurie.

Por conta disso, alguns fãs ficaram desapontados porque a história não foi encerrada com um grande confronto entre Laurie e Michael.

No entanto, o roteirista e diretor David Gordon Green disse ao Movie Maker que essa ideia nunca foi cogitada.

“Tivemos que decidir como queríamos encerrar a história desses personagens. Sinceramente, nunca consideramos fazer um filme de Laurie e Michael se enfrentando. O conceito de que deveria ser uma briga final nunca passou pela nossa cabeça. Eu queria ver até onde poderíamos ir… Eu queria que um vencesse e o outro morresse. Mas sempre fomos mais ambiciosos com isso, sabe: Fazer o que ninguém além de nós faria: fazer uma história de amor. Para nós, esse foi o final estrondoso que planejamos, abrindo nossos corações para essa comunidade e esses personagens.”

Em vez de focar em um grande confronto entre os ícones da franquia, o destaque é como seus papéis na história da cidade ajudaram no nascimento de um novo tipo de mal. A história é sobre Haddonfield e como sua negligência fez com que o ciclo se repetisse.

O cineasta também revelou que o final do longa quase teve uma referência direta à sequência ‘Halloween III – A Noite das Bruxas‘ – infame por ter apresentado uma história completamente diferente e sem relação com o Michael Myers: “Havia um final que eu escrevi, que nunca chegamos a filmar, que se passa em uma fábrica da Silver Shamrock enquanto ela criava aquelas máscaras da bruxa, esqueleto e abóbora. Então… a fábrica começaria a fabricar máscaras do Michael Myers. No final das contas, senti que a cena era apenas um fan service para os espectadores que conheciam a Silver Shamrock.”

Vale lembrar que ‘Halloween Ends‘ não tem agradado nada o público. Além de um abaixo-assinado pedindo pela refilmagem da produção, o desempenho do longa nas bilheterias também está sendo afetado por conta das reações negativas.

Em seu segundo final de semana em exibição, o longa da Blumhouse sofreu uma queda monstruosa de -80%, arrecadando apenas US$ 8 milhões nos EUA.

Do topo, o terror caiu para a quarta colocação nas bilheterias norte-americanas, sendo superado por ‘Sorria‘ (US$8.4M), que atualmente se encontra em seu quarto final de semana.

E qual foi o motivo dessa queda? Além do filme ter sido lançado simultaneamente no serviço de streaming do Peacock – uma estratégia que já se provou improdutiva para a longevidade dos filmes nas telonas –, o longa também sofreu uma grande rejeição por parte considerável dos espectadores, refletindo uma repercussão majoritariamente negativa.

Nos EUA, ‘Halloween Ends‘ já arrecadou US$ 54.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 82 milhões.

Ao total, a produção soma US$ 82 milhões mundialmente.

 

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

‘A Ilha’: Joaquin Phoenix e Rooney Mara vão estrelar novo thriller dramático; Saiba mais!

Segundo o Collider, o vencedor do Oscar Joaquin Phoenix e a indicada ao Oscar Rooney Mara foram escalados para estrelar o thriller dramático The Island’ (A Ilha).

Inspirada em eventos reais, a história acompanha um casal estadunidense desiludido com a sociedade dos anos 1930. O casal, então, trocam a civilização por sua própria ilha deserta, onde pretendem construir um paraíso particular e, essencialmente, viver como bem entenderem. Entretanto, quando um milionário aparece na ilha, os segredos dos dois se tornam uma sensação pública, atraindo a atenção de uma Condessa europeia.

O projeto será dirigido e escrito por Pawel Pawlikowski, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Ida’‘Guerra Fria’.

As gravações devem começar apenas em 2023, depois que Phoenix terminar as filmagens do vindouro ‘Coringa: Loucura a Dois’, em que co-estrela ao lado de Lady Gaga.

Esta é a primeira vez que Phoenix e Mara trabalharam juntos desde o drama histórico ‘Maria Madalena’, em 2018.

Mais informações não foram reveladas.

‘A Casa do Dragão’: Olivia Cooke comenta comparações entre Alicent e Cersei Lannister

Ao longo da 1ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘, alguns fãs compararam Alicent Hightower (Olivia Cooke) a Cersei Lannister, vivida por Lena Headey emGame of Thrones‘.

Ambas são rainhas que colocam seus filhos acima de tudo e estiveram por trás dos principais conflitos em torno do Trono de Ferro.

Embora ocupem posições semelhantes e até demonstrem comportamentos semelhantes, Cooke acredita que elas não são nada parecidas.

Em entrevista para a Variety, a estrela explicou o porquê de sua afirmação, dizendo:

“Elas sempre serão comparadas. Na internet, tudo tende a ser mais simplificado quando se trata de heróis e vilões, e eu reconheço que elas têm coisas em comum. Mas eu acho que eles são realmente diferentes… Eu limitei a quantidade de vinho que bebi nas cenas porque não queria que a comparação fosse tão grande”, brincou.

Ela continuou, detalhando as diferenças:

“O que Lena Headey fez com Cersei foi brilhante e ela é uma das minhas personagens favoritas, porque mesmo sendo tão insultada, ela é motivada pelo amor duradouro por seus filhos. Nesse quesito, ambas fazem qualquer coisa por seus filhos. Mas acho que Alicent é muito mais movida pela ansiedade e pela insegurança, Cersei era mais fria. Ela sabia onde cada passo iria levá-la, mas Alicent tem medo de suas própras escolhas. Ela foi tão torturada pelo sistema patriarcal em que ela está, que se colocou em uma enorme pressão, para conquistar o afeto do pai e agora para defender seus filhos. Toda vez que você vê Alicent, ela está preocupada. Cersei era firma e forte o tempo todo.”

Apesar das comparações, Alicent demonstrou remorso diversas vezes pelas consequências de seus atos e relutou em aceitar os planos de assassinato contra seus adversários.

Por outro lado, Cersei fechava os olhos para o mundo ao seu redor e não media esforços para atingir seus objetivos, mesmo que o preço fosse a vida de seus desafetos.

E aí, o que mais você acha que as personagens têm em comum?

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ já estão disponíveis na HBO Max!

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

10 Animações MARAVILHOSAS que Você Não Lembrava que Tinham sido Lançadas

Todo ano vemos lançadas nos cinemas dezenas de animações. Destas, muitas fazem parte de franquias famosas, outras têm por trás fortes estúdios (em especial a Disney e a Pixar), e muitas vezes se tornam alguns dos filmes mais rentáveis de seus respectivos anos – como é o caso de séries cinematográficas como as recentes Como Treinar o Seu Dragão e Meu Malvado Favorito.

No entanto, ter um estúdio renomado ou um famoso artista por trás não é garantia de sucesso. E algumas animações miradas ao grande público terminaram não atingindo o esperado e ao invés de serem redescobertas com o passar do tempo (como é o caso com muitas obras do cinema), caem no esquecimento.

Pensando nisso, o CinePOP decidiu revistar dez produções animadas de certo prestígio e dar mais uma chance a estes longas esquecidos. Vem conhecer.

Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme (2015)

Vamos começar dizendo que este título em português ficou “oh… uma droga”. É muita informação misturada para não deixar nada de fora. Seja como for, esta animação super fofa e simpática das tirinhas clássicas criadas por Charles M. Schulz causou uma reação curiosa. Na época de sua produção gerou grande hype. Mas após o lançamento foi esquecida. O filme ganha pontos por manter a animação em 3D próxima ao design original dos desenhos – que datam lá da década de 1960. Outro acerto foi manter o espírito das histórias, mas modernizando e contextualizando para a época atual, assim se tornando mais palatável para uma nova geração. A Fox realizou o lançamento.

 

A Lenda dos Guardiões (2010)

Dirigido por ninguém menos do que Zack Snyder, esta produção da Warner segue os passos de outra obra da casa, Happy Feet – O Pinguim (2006), na maneira em que cria animais virtuais de forma realística. Aqui, os bichos são corujas que precisam proteger seu reino de inimigos. Ao invés da dança, o foco é em batalhas, já que se tratam de corujas guerreiras – e se você achou que Snyder não criaria cenas de ação em câmera lenta, achou errado. O elenco estelar de dubladores conta com Helen Mirren, Jim Sturgess, Sam Neill, Geoffrey Rush, Hugo Weaving, Joel Edgerton e Abbie Cornish.

O Pequeno Príncipe (2015)

Baseado na obra-prima do francês Antoine de Saint-Exupéry – que já foi adaptada de diversas formas, desde desenhos animados até uma versão em live action (1974), dirigida por Stanley Donen e com Gene Wilder e Bob Fosse no elenco. A mais recente reimaginação é uma produção francesa, falada em partes em inglês, que dá uma repaginada, subvertendo a história e criando um paralelo atual com o clássico conto. No elenco de dubladores na versão americana, um verdadeiro timaço, com nomes como Marion Cotillard, Rachel McAdams, Jeff Bridges, Benicio Del Toro, James Franco, Paul Rudd e Paul Giamatti. A obra estreou em Cannes e foi comprada pela Netflix.

 

O Bom Dinossauro (2015)

Esse é o item que mais chama atenção na lista. Que animações de outros estúdios terminem esquecidas não é tão estranho, mas quando temos uma produção da Disney caindo no ostracismo, a coisa muda de figura. Pior ainda quando se trata de uma parceria com o colosso Pixar. Uma das obras menos comentadas do estúdio do Mickey, o longa, apesar de ter uma ideia interessante, pode ter sido prejudicado pela temática muito utilizada de dinossauros. O mote é a pergunta: e se o asteroide que matou os dinossauros não tivesse atingido a Terra – criando assim um encontro entre um filhote de dino e um pequeno homem das cavernas.

Cegonhas (2016)

Nova tentativa do braço de animação do estúdio Warner emplacar no mercado, Cegonhas foi lançado apenas há três anos e muitos não lembram mais do longa. Na trama, as cegonhas sofreram um upgrade e não entregam mais bebês recém-nascidos aos seus pais, e sim pacotes via um aplicativo de entregas – cuja empresa funciona numa base no céu. A ideia é até espertinha e tem um conceito interessante, com a proposta de modernizar uma lenda famosa. O elenco conta com as vozes de Jennifer Aniston, Andy Samberg, Jordan Peele, Danny Trejo, Kelsey Grammer e Awkwafina.

 

Reino Escondido (2013)

Mistura de Querida, Encolhi as Crianças (1989) e épicos de fantasia, esta é mais uma animação da Fox, dos estúdios Blue Sky. A trama de cunho ecológico, mostra a batalha entre pequenas criaturas tentando defender seu reino na floresta de forças malignas. Ao mesmo tempo, um cientista humano, tido como louco, tenta desvendar a existência dos seres míticos. Sua filha cética, voz de Amanda Seyfried, termina no meio da guerra, quando magicamente é diminuída ao tamanho das criaturas. O que chama atenção nesta superprodução é o star power envolvido na dublagem, com nomes como Beyoncé, Colin Farrell, Christoph Waltz, Jason Sudeikis, Josh Hutcherson e o líder da banda Aerosmith, Steven Tyler.

Marte Precisa de Mães (2011)

É dito que este filme colocou um prego no caixão do estúdio de animação em captura de movimento do cineasta Robert Zemeckis. Este é também o único do lote que não foi comandado pelo diretor de De Volta para o Futuro (1985) – como O Expresso Polar (2004), A Lenda de Beowulf (2007) e Os Fantasmas de Scrooge (2009). Assim como da última vez, a produção foi lançada pela Disney, e mostra a jornada do menino Milo (Seth Green), que passa a dar mais valor a sua mãe, quando marcianos vêm a Terra para sequestrar ela e outras mães de nosso planeta. A ideia é tão louca que parece saída de um filme de ficção B, e por isso já adoramos.

Tarzan: A Evolução da Lenda (2013)

Tarzan, criação do autor Edgar Rice Burroughs, é definitivamente um dos personagens mais adaptados para a sétima arte – ou qualquer terreno do audiovisual, de fato. Isso porque seus direitos estão em domínio público e qualquer um pode realizar uma produção contendo o personagem. Já tivemos inúmeros live action – o mais recente sendo o da Warner com Margot Robbie -, mas quando falamos em animação, a da Disney vem logo à mente. O que não significa que não haja espaço para outra obra nos moldes ser criada. Esta, toda confeccionada através da técnica do 3D, se trata de uma produção Alemã falada em inglês. Por mais filmes de Tarzan que você tenha visto, garanto que esta será a primeira vez que você verá o personagem envolvido numa trama que fala sobre energia espacial.

 

Magia Estranha (2015)

Aqui temos por trás desta animação outro grande nome do cinema de entretenimento: George Lucas. Ele e Robert Zemeckis são dois dos mais lendários diretores de Hollywood, e responsáveis por inúmeros sucessos do cinema. Mas quando o assunto é animação, a dupla não teve lá muita sorte (bem, Zemeckis fez história com Roger Rabbit, mas depois disso…). Este filme passou tão despercebido que terminou tendo um lançamento direto no mercado de vídeo em nosso país. Produzida pela LucasFilm e pela Industrial Light and Magic, a animação traz a temática da fantasia que Lucas tanto adora, com elfos, fadas, duendes e todo tipo de criatura da floresta envolvidos numa trama de disputa por uma poção mágica.

Bons de Bico (2013)

Produzido pela Relativity Media e lançado pela Fox nos EUA no mercado de vídeo, esta é outra animação que não chegou a passar por nossos cinemas. Outra obra que conta com uma trama pra lá de esquisita, este lançamento para o dia de ação de graças, procura conscientizar e tentar tirar do menu dos americanos seu prato mais tradicional: o peru. Na história, dois perus (com as vozes de Owen Wilson e Woody Harrelson) rivais, precisam colocar de lado suas diferenças, viajar no tempo para o passado e impedir que o costume de comer tais animais na data comemorativa seja criado.

Bônus:

Caminhando com Dinossauros (2013)

Sim, mais um item sobre dinossauros na lista! E se você duvida que este longa tenha sido lançado em nossos cinemas (ou simplesmente não possua memória alguma de tal evento), saiba que este amigo que vos fala chegou a assisti-lo na exibição para a imprensa na época (assim como Reino Escondido e Tarzan: A Evolução da Lenda). Produção em 3D da BBC, distribuída pela Fox em diversos países, o filme é criado quase de forma documental, reproduzindo de forma muito realista como seria o comportamento de dinossauros vivendo em seus grupos na Terra. A obra narra a jornada de um filhote, tentando seguir os passos de seu pai, e precisando lidar com um incêndio que ameaça seu vale, além de outros perigos.

Crítica em Vídeo | Noites Brutais é o filme de Terror mais SURPREENDENTE do ano!

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do aclamado terror ‘Noites Brutais‘ (Barbarian) direto dos cinemas de Los Angeles.

Estrelado por Justin Long (‘Olhos Famintos’) e Bill Skarsgard (‘It: A Coisa’), o filme conquistou impressionantes 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

E o filme merece todo o hype: é assustador, subverte as expectativas e é extremamente inteligente. Você nunca imagina o que vai acontecer e isso torna tudo ainda mais aterrorizante.

O longa NÃO SERÁ LANÇADO NOS CINEMAS NACIONAIS, indo direto para o streaming do Star+ amanhã, no dia 26 de outubro.

Assista a crítica em vídeo:

Noites Brutais acompanha uma jovem que está em viagem para Detroit para uma entrevista de emprego e aluga uma casa. Porém, quando ela chega tarde da noite no local, ela descobre que a casa já está sendo alugada por outra pessoa; um homem estranho (Skarsgård) está dormindo nela. Ignorando seus instintos, ela decide passar a noite na casa, mas logo descobre que há muito mais para se temer na casa do que o seu convidado inesperado.

O elenco ainda conta com Justin Long, Matthew Patrick Davis, Richard Brake, Kurt BraunohlerJaymes Butler.

Lily James se junta a Zac Efron em ‘The Iron Claw’, novo drama da A24

Lily James

Segundo o DeadlineLily James foi escalada para o drama ‘The Iron Claw’, novo projeto do diretor Sean Durkin em parceria com a A24.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

James se junta a Zac Efron, que será o protagonista. Harris DickinsonHolt McCallanyJeremy Allen WhiteMaura Tierney completam o elenco.

O longa, que é baseado na história real dos Von Erich, vai acompanhar a ascensão e a queda da família que fizeram nome nos Estados Unidos ao participarem ativamente da luta livre profissional desde os anos 1960.

Durkin, conhecido por seu trabalho em obras como Martha Marcy May Marlene‘O Refúgio’, fica responsável também pelo roteiro.

Tessa RossJuliette Howell e Angus Lamont entram como produtores.

The Iron Claw‘ ainda não tem data de estreia oficial, mas deve ser lançado em 2023.

‘Star Wars’: Disney aconselhou a Lucasfilm a NÃO anunciar novos filmes da saga

Os fãs da saga ‘Star Wars estavam esperando que um novo filme da saga poderia ser anunciado durante a D23, a convenção promovida pela Disney para divulgar seus próximos projetos.

No entanto, nenhum novo título foi divulgado por Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm.

E, de acordo com o Puck News, Kennedy tomou a decisão a pedido da Disney, que detém os direitos sobre a saga criada por George Lucas.

Ao que parece, Bob Chapek, atual presidente da Disney, pediu a Kennedy para aguardar até que os próximos projetos para o cinema estejam realmente confirmados, já que alguns dos títulos anunciados anteriormente, como ‘Rogue Squadron‘, seguem engavetados.

O longa dirigido por Patty Jenkins (Mulher-Maravilha) deveria começar a ser filmado em novembro do ano passado, mas acabou sendo removido do cronograma da Disney devido a inconsistências no roteiro.

Além disso, ainda há dois projetos sem títulos… Um deles será produzido por Kevin Feige, com roteiro de Michael Waldron (Loki), enquanto Taika Waititi (‘Thor: Amor e Trovão’) vai dirigir outro, que está em desenvolvimento há mais de dois anos com o roteirista Krysty Wilson-Cairns (‘1917’).

Ainda assim, foi confirmado recentemente que a franquia Star Wars irá ganhar um novo filme, escrito por Damon Lindelof (‘Watchmen’, ‘The Leftovers’) e Justin Britt-Gibson, que escreveu (‘The Strain’), série de terror produzida por Guillermo del Toro.

A trama será ambientada após os eventos de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, o que abre a possibilidade de vermos o retorno de Rey (Daisy Ridley), Poe Dameron (Oscar Isaac) e companhia.

No entanto, o projeto não será continuação da trilogia lançada entre 2015 e 2019, mas uma produção autônoma e que pode gerar uma trilogia independente, caso o primeiro filme faça sucesso.

Até o momento, a trama ainda está sendo desenvolvida, então não há muitos detalhes, o que significa que as gravações devem demorar para começar.

Também foi dito que Sharmeen Obaid-Chinoy, que comandou o 4º episódio de ‘Ms. Marvel, está em negociações para dirigir o projeto.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019. Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

Crítica | A Maldição de Bridge Hollow – Erica de ‘Stranger Things’ em Divertido Terrir infantil na Netlfix

Chegou a época do ano mais querida para os fãs de filmes de terror e horror. Outubro é quando as produtoras geralmente lançam suas produções do gênero, de olho no interesse mundial nas festas de Halloween. Mas a maioria dessas produções contam histórias de terror no geral, e não a história dos símbolos do Halloween em si – e é nessa pegada que chegou para os assinantes da Netflix o filme ‘A Maldição de Bridge Hollow’, que, desde sua estreia, não sai do Top 10 da plataforma.

A família Gordon acaba de se mudar para a pequena cidade de Bridge Hollow, uma das dez pequenas cidades com menor índice de violência dos Estados Unidos. Howard (Marlon Wayans) quer que sua filha se atenha aos fatos, à ciência, mas a jovem Sydney (Priah Ferguson) quer se divertir, acreditar nas coisas que quiser, ainda que seja muito inteligente e a favor da ciência. Nesse dilema, Sydney descobre que a casa onde estão morando é mal assombrada, e que a cidade possui a maldição do Jack Pão-Duro: na noite do Halloween, Jack tenta voltar ao mundo dos vivos, buscando capturar uma alma em troca pela sua eternidade; para isso, ele tentará dominar a cidade com um exército de mortos-vivos. Entre crenças e descrenças, Howard e Sydney terão que deixar as diferenças de lado e lutar para sobreviver.

A Maldição de Bridge Hollow’ é suco de entretenimento. Misturando as doses certas de humor e de terror, sem abusar da paciência do espectador em nenhum dos dois gêneros, constrói uma história de uma hora e meia que ao mesmo tempo dá sustinho e faz rir. Parte desse sucesso se dá com o elenco escolhido a dedo, que inclui a atriz sensação de ‘Stranger Things’; o protagonista ícone das comédias anos 2000 – ‘As Branquelas’ e ‘Todo Mundo em Pânico’ –, fazendo seus gritinhos e caretas clássicas; Rob Riggle, de ‘Débi & Lóide 2’, como o vizinho doido fã de ‘The Walking Dead’; Nia Vardalos, de ‘Casamento Grego’, como a bruxa; Lauren Lapkus, de ‘A Missy Errada’, como a prefeita da cidade; e Abi Monterrey, de ‘Doom Patrol’, como a nova amiga gótica da protagonista.

Com esse elenco, o roteiro de Todd Berger e Robert Rugan para a história criada por John R. Morey parte do plot comum (vida nova em lugar diferente) para contar a origem de uma das principais datas do calendário estadunidense (a abóbora acesa), algo como um ‘O Estranho Mundo de Jack’ versão live-action para jovens adultos. As cenas de terror, das decorações de Halloween ganhando vida e ameaçando as pessoas são de dar medinho, especialmente a personificação do Jack; ao mesmo tempo, são decorações, portanto, as criaturas não morrem propriamente, não rola sangue, etc, o que ajuda na classificação etária da produção. Por fim, o argumento ainda consegue traçar um paralelo com a realidade, referenciando o espalhamento do reavivamento das criaturas tal qual um vírus – e isso, sim, foi genial.

Para quem curte o Dia das Bruxas mas não gosta de filmes de terror muito gráficos, ‘A Maldição de Bridge Hollow’ é a novidade do momento: mergulhado na temática, entretém e consegue ser um filme para toda a família. Com a aproximação da data festiva, é uma boa pedida para assistir em casa no feriadão, com gancho para muitas continuações no futuro.