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Crítica | O Rei da TV – Série sobre Silvio Santos ajuda a manter viva a memória do entretenimento nacional

Quem tem 30 anos ou mais possui vívidas memórias do apresentador Silvio Santos. Proprietário de uma das principais emissoras de televisão do país, a SBT, e com uma fortuna que gira em torno de 2 bilhões de reais, Silvio Santos, hoje com 91 anos, há alguns anos está afastado da TV, mas continua em atividade, gerenciando seus negócios. E agora ganha uma bela homenagem à sua carreira: a sérieO Rei da TV’, produção da Gullane que chega hoje à plataforma da Starplus.

Em 1945 o jovem Silvio (Guilherme Reis) se frustra por não ter geleia para comer em casa, enquanto vê o pai voltar de manhã após gastar o dinheiro da família no jogo. Certo dia, ao ir para a escola no Centro do Rio de Janeiro, esbarra com um camelô português (Augusto Madeira), que lhe encanta com seus truques de mágica. Fascinado com a possibilidade de fazer dinheiro fácil e rápido, Silvio gruda no comerciante, de olho em aprender sua técnica. Não demora muito até o rapazote (Mariano Mattos) conquistar seu próprio espaço na rua, e aos poucos, calcar seu caminho na comunicação. Toda essa trajetória é analisada pelo Silvio (José Rubens Chachá) de 1988, que começa a ter problemas de voz e precisa decidir se se afasta da TV de vez e deixa Gugu Liberato (Paulo Nigro) em seu lugar.

Dividida em oito episódios com aproximadamente quarenta minutos cada, ‘O Rei da TV’ é uma série nostálgica que presta a devida homenagem a este que é um dos principais responsáveis pelo entretenimento televisivo dos anos 1980 e 1990 no país. Tendo lançado a carreira de diversos artistas que até hoje fazem sucesso – como Sérgio Mallandro, que aparece na série, interpretado por Gui Santana – o que chama a atenção na produção é o empenho artístico da Gullane em criar e recriar um cenário de quarenta e oitenta anos atrás. A direção de arte de Rafael Ronconi, a direção de fotografia de Rodrigo Monte, o figurino por Davi Parizotti, a caracterização de Mafê Torrezani e a cenografia de Carol Montoia preenchem a tela com beleza e fidelidade, tornando crível e belo tanto a realidade quanto as memórias do protagonista, em especial atenção à época da Caravana do Peru, com os personagens de Yakko Sideratos e Giovanni Venturini numa espécie de ‘O Rei do Show’.

Embora muito bem caracterizado e ambientado, falta conexão em ‘O Rei da TV’. Se por um lado Silvio Santos é conhecido no país, os jovens de hoje pouco sabem de sua trajetória, e, na ausência de uma pegada mais pop na produção, os espectadores millenials podem pouco se conectar com a série; por outro lado o público na faixa dos quarenta pra cima terão uma sensação extremamente nostálgica em ver, em detalhes, a criação do aviãozinho do Silvio Santos, que distribuía dinheiro pra plateia, e do Baú da Felicidade, um programa de carnês que se tornou extremamente popular tanto nas capitais quanto no interior do país. Em contraponto, a não linearidade do roteiro de André Barcinski, Ricardo Grynszpan, Mikael de Albuquerque, Henrique Melhado e Marcela Macedo faz com que a história o tempo todo vá e volte no tempo, tornando o Silvio do passado – aquele que ainda está descobrindo o caminho do sucesso – muito mais carismático e interessante do que o Silvio do presente, às vésperas de descobrir um câncer na garganta.

Com uma atenta direção de Marcus Baldini, ‘O Rei da TV’ é uma produção que ajuda a manter viva a memória do entretenimento nacional ao jogar luz nos altos e baixos, nas qualidades e defeitos deste que é um dos principais entretainers da história do Brasil. Definitivamente uma série que despertará a memória afetiva dos mais velhos, cujas infâncias foram embaladas pelos programas matinais nos domingos na SBT.

Julia Roberts na Marvel ou DC? Ganhadora do Oscar quer atuar em filmes de super-heróis

A atriz ganhadora do Oscar Julia Roberts revelou na première de ‘Ingresso para o Paraíso‘ (Ticket to Paradise) que sente vontade de futuramente atuar em algum filme de super-heróis.

De acordo com o ComicBook, quando perguntada pela Variety sobre tal possibilidade, Roberts respondeu:

“Isso não seria incrível?!”.

Clooney, que estava ao lado e que já interpretou o Batman em ‘Batman e Robin’ de Joel Schumacher em 1997, acrescentou que sua colega deveria, de fato, participar de algum filme dos diversos universos de super-heróis.

O peso de um nome como Julia Roberts definitivamente atrairá atenção sem-igual do público e da mídia para um suposto filme. É fato que, ultimamente, uma série de atores e atrizes premiados e aclamados pelos mais diversos veículos têm sido escalados para os atuais blockbusters de super-heróis. Isso se efetua justamente pela qualidade de seus trabalhos e, obviamente, pelo buzz que vai ser gerado.

Nos últimos anos vimos que a Marvel, por exemplo, teve a seu dispor Michelle Pfeiffer e Michael Douglas em ‘Homem-Formiga‘; Cate Blanchett como a vilã Hela em ‘Thor: Ragnarok‘; além de outros grandes nomes que vieram anteriormente, como Samuel L. Jackson e Jeff Bridges. A DC, por outro lado, também pode se gabar dos atores que estiveram presentes em seus filmes, como Pierce Brosnan, Kevin Costner e Robin Wright.

De modo geral, pode-se dizer que a declaração da atriz provavelmente vai colocá-la (se já não colocou) na mira dos diversos estúdios, que ainda têm uma série de projetos em desenvolvimento nos quais ela possa vir a fazer parte. Seja da DC, da Marvel ou até mesmo da Warner Bros., sabemos que Roberts brilhará como sempre.

E aí? Vocês gostariam de ver Julia Roberts atuando em qual universo e na adaptação de que obra?

Enquanto não descobrimos mais coisas, confira o trailer do seu filme recém lançado e logo abaixo a nossa crítica:

Crítica | Ingresso Para o Paraíso – RomCom Traz Julia Roberts e George Clooney em TOTAL Sintonia

 

Artigo | Os 20 anos de ‘Embriagado de Amor’, elogiada dramédia romântica com Adam Sandler

Cena: um homem observa um veículo deixar um harmônio na sarjeta de uma rua deserta. Logo depois de perceber que aquele objeto permanecerá ali até que alguém tome uma atitude, ele sai do pequeno alojamento que possui como lugar de trabalho, caminha até lá e espera até que ninguém esteja vendo para tomar o instrumento em mãos e voltar correndo para sua sala e tentar tocá-lo sem qualquer sucesso. É exatamente desse modo que o primeiro ato de Embriagado de Amor se desenrola, já dando o tom de uma dramédia romântica nem um pouco convencional e que traz personagens completamente inesperados dentro de um escopo único e com uma perspectiva que eventualmente consegue se equilibrar nas saídas mais bizarras e impossíveis imagináveis.

Paul Thomas Anderson sempre teve sua própria estética fílmica, consagrando-se como um grande quebrador de tabus e de paradigmas cinematográficos com obras como Boogie Nights – Prazer sem Limites’ e Magnólia’. Sua mais nova investida pode não ter agradado a todos, mas mais uma vez ele se dispõe de um espaço bastante amplo para utilizar de incríveis técnicas e reafirmar seu nome como um dos cineastas mais aplaudíveis de sua geração. E além disso, Thomas Anderson também dá margens para que certos nomes da indústria estigmatizados por uma preferência narrativa explorem sua versatilidade performática – e sim, estou me referindo com todas as palavras à entrega inesperada de Adam Sandler ao seu papel.

A trama principal gira em torno de Barry Egan (Sandler), um inventor decadente e psicologicamente conturbado que odeia sua vida. Ele procura equilíbrio em pequenas coisas, como o harmônio mencionado lá em cima, mas sofre com os constantes maus-tratos recebidos por suas sete irmãs – que mascaram tais abusos com uma falsa preocupação e inclusive tiram sarro de sua condição desequilibrada – e com a falta de prospecto profissional. Tudo muda drasticamente quando passa por alguns acontecimentos interessantes e que chocam o espectador pela inverossimilhança, tornando a atmosfera tanto cômica quando dramática em um nível consideravelmente equilibrado. Um dos eventos envolve o instrumento em questão; logo depois, ele descobre uma brecha na indústria alimentícia e resolve se aproveitar disso comprando dezenas de latas de pudim para conseguir milhas aéreas. Mas talvez o mais transformador venha no começo do segundo ato.

Após o fiasco de uma festa de família que dá abertura para Barry mostrar sua raiva contida e aumentar ainda mais a complexidade de sua figura contraditória, ele percebe que sua vida pessoal e amorosa também vai de mal a pior e resolve contatar um serviço de telessexo como forme de desabafar acerca do que sente e ter alguém para conversar. É desse jeito que ele se envolve em uma situação de vida e morte que envolve chantagens, agiotas e perseguidores – e isso tudo por conta de um esquema que traz como protagonista a sua carência emocional e uma atendente muito perigosa.

Além dessa parte mais trágica e mais sofrida de toda sua inesquecível trajetória, nosso anti-herói também conhece alguém com uma personalidade tão flutuante e fluida quanto a sua, a envolvente Lena Leonard (Emily Watson), que na verdade também arquiteta seu próprio plano para conhecê-lo e que, se analisarmos de modo mais analítico, é a personificação abrandada de uma obsessiva stalker. Mas a ideia de Thomas Anderson, que também fica responsável pelo roteiro, é justamente essa: colocar pessoas problemáticas dentro de um arco que aparenta ser clichê, mas que se mostra diferente de outras obras do gênero. Desse modo, espere sim um pano de fundo conhecido, incluindo os obstáculos e o tão aguardado “final feliz”; entretanto, preste muita atenção em seu miolo, porque é ele que se mostra completamente original.

Sem dúvida alguma, os deslizes se mostram de forma clara, principalmente em alguns diálogos mal colocados e delineados que se tornam ambíguos e repetitivos, visto que representam uma extensão das construções imagéticas. Ainda que as atuações sigam um nível interessante e mantenham-se dentro do escopo que lhes é entregue, é triste ver como alguns momentos são desperdiçados em prol de uma impossibilidade que não desenvolve nenhum tipo de relação com o público, como por exemplo as sequências em que Barry resolve ir para o Havaí ou até mesmo após se encontrar com a gangue de sicários que resolve persegui-lo por causa de dinheiro.

Entretanto, com exceção desses problemas estruturais, o filme excede no quesito técnica. Como já dito, Thomas Anderson possui um olho incrível em relação à construção de planos e enquadramentos, e utiliza muito bem de uma investida onírica, pautada na mistura de cores frias e quentes e de uma sutil névoa que toma conta das cenas por grande parte da narrativa, como forma de ressaltar a personalidade intangível de seu protagonista. Essa amálgama também é reafirmada pelos incríveis planos-sequência que captam toda a essência atmosférica e também abre espaço para mostrar a diferença dos cenários, ainda que mantenha uma mesma identidade – seja pela simetria, seja pela paleta de cores.

Ao contrário de outras obras desse gênero, que normalmente opta por tons mais pastéis, o diretor trabalha com grande afeição por cores mais saturadas, principalmente o azul – que acompanha o protagonista em toda a sua vida e surge como resquício dialógico para reafirmar seu paradoxo interior, visto que esse tom normalmente é utilizado com sutileza. Toda a construção arquetípica de Barry encontra seu complemento na figura de Lena, incluindo sua caracterização permanecida dentro de um escopo vermelho, permitindo que se trabalhe tanto as personalidades opostas quanto suas peculiaridades eventualmente complementares.

Embriagado de Amor é uma narrativa que nos deixa em um estado inebriante de confusão e admiração. Ainda que tenha seus altos e baixos, Paul Thomas Anderson consegue nos entregar a uma história muito interessante e que nos envolve a cada minuto que passa pelo inexplicável e pelo impossível – mesmo que às vezes ele opte por uma impossibilidade extrema e desnecessária.

‘A Escola do Bem e do Mal’: Assista à cena de abertura do novo filme de fantasia da Netflix!

A adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘ (The School for Good and Evil) finalmente estreou na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou a cena de abertura do longa-metragem.

Confira:

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Relembre o trailer:

Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série’) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

Kerry Washington e Charlize Theron também estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett será a narradora, enquanto Michelle Yeoh será a professora Emma Anemone

Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.

SCHOOL FOR GOOD AND EVIL

‘A Vida Sexual das Universitárias’: 2ª temporada ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

A HBO Max divulgou o trailer oficial da 2ª temporada da série ‘A Vida Sexual das Universitárias’ (‘The Sex Lives of College Girls’ no original.

Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia marcada para o dia 17 de novembro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Mindy Kaling (‘Eu Nunca…’).

A dramédia é centrada em quatro jovens de 18 anos que dividem um dormitório na Faculdade de Essex, em Vermont, e acompanha seus estilos de vida sexualmente ativos à medida que lidam com diferentes obstáculos e problemas que a universidade lhes traz.

O elenco é formado por Paulina ChalametAmrit KaurRenée RappAlyah Chanelle ScottMidori Francis, Gavin Leatherwood e outros.

Justin Noble também assina a criação da série, ao lado de Kaling.

‘The Winchesters’: Mary e John investigam um desaparecimento na prévia do episódio 01×03; Confira!

The CW divulgou a promo oficial do 3º episódio de The Winchesters, intitulado “You’re Lost Little Girl”.

Na trama, “quando o vizinho de Mary desaparece misteriosamente, ela e John começam a investigar seu desaparecimento. Durante a investigação, John se reúne com alguém de seu passado. Carlos e Ada firmam laços à medida que seguem uma pista em potencial do parceiro do demônio. Enquanto isso, Latika cruza caminho com um folclore antigo que passou por sua família, com esperança de ajudar Mary e John”.

O capítulo vai ao ar no dia 25 de outubro.

Confira:

A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

‘Emily’: Cinebiografia estrelada por Emma Mackey ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil

Imagem Filmes divulgou o trailer oficial e legendado de Emily, cinebiografia que traz por Emma Mackey (‘Sex Education’) como a lendária autora inglesa Emily Brontë.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 29 de dezembro.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de Frances O’Connor, que também assina o roteiro.

O mundo quer que ela seja quieta e obediente, mas Emily Brontë (Mackey) tem uma imaginação forte e uma voz que anseia por ser ouvida. Enquanto se recusa a fazer o que esperam dela, Emily vive um amor doloroso e proibido com Weightman (Oliver Jackson-Cohen) e mostra que pode até ser estranha e rebelde, mas é também genial. A história da mente por trás de O Morro dos Ventos Uivantes, um dos maiores clássicos da literatura mundial.

Alexandra DowlingAmelia GethingOliver Jackson-CohenFionn Whitehead e outros completam o elenco.

‘Mundo Estranho’: Nova animação da Disney ganha seu fofo trailer completo DUBLADO

A Disney divulgou o novo trailer dublado da animação ‘Mundo Estranho‘.

A produção tem estreia marcada para o dia 24 de novembro nos cinemas nacionais.

Confira:

Don HallQui Nguyen são responsáveis pela direção.

A trama mergulha em uma ilha perigosa e desconhecida em que criaturas fantásticas aguardam a chagada dos lendários Clade, uma família de exploradoras cujas diferenças ameaçam desmantelar sua missão mais crucial até então.

A produção ainda contará com os vozes de Jake Gyllenhaal, Dennis Quaid, Jaboukie Young-White, Gabrielle Union, Alan Tudyk e Lucy Liu.

‘Wandinha’: Série derivada de ‘A Família Addams’ ganha vídeo focado na direção de Tim Burton

Entre na mente de Tim Burton e dê uma espiada em seu novo trabalho na série ‘Wandinha‘, que teve um novo vídeo divulgado.

Burton faz sua estreia em direção de séries com seu primeiro live-action, e, nas palavras dos showrunners Alfred Gough e Miles Millar,Tim Burton e Wandinha Addams são como um casamento feito no céu”. 

Lembrando que a estreia está marcada para o dia 23 de novembro.

Confira:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

Crítica | The Wonder – Florence Pugh entrega mais uma atuação BRILHANTE em filme surpreendente [Festival do Rio 2022]

Um mistério ligado à fé ou os deslizes pelas imperfeições da natureza humana? Exibido no Festival de San Sebastian desse ano, The Wonder nos leva para uma investigação profunda sobre o ser humano, mais profundamente em um recorte de um vilarejo que presencia uma situação incomum de uma jovem que deixou de se alimentar e continua viva. Seria isso um milagre ou alguma falcatrua ideológica que encosta nas interpretações da fé?  O excelente cineasta chileno Sebastián Lelio (de sucessos como: Desobediência, Uma Mulher Fantástica, Gloria) brilha na direção. Há um impacto sobre a narrativa, o modo como é contada essa história, desde a primeira cena que abre um leque de possibilidades. No papel da protagonista, uma das melhores atrizes da atualidade Florence Pugh, que mais uma vez desfila seu talento.

Na trama, ambientado por volta de 1860, na região de Midland, na Irlanda, conhecemos a enfermeira Lib (Florence Pugh, em mais uma destacada atuação), uma mulher com um pensar à frente do seu tempo que é selecionada por um conselho para ir até uma pequena vila e investigar algo de inusitado que está acontecendo: uma jovem de onze anos chamada Anna (Kíla Lord Cassidy) não se alimenta faz meses e continua viva, se tornando famosa na região e recebendo turistas, peregrinos, que querem presenciar esse possível milagre. Os que mandam e desmandam nesse vilarejo também estão de olho nessa situação, até mesmo os que defendem o lado religioso. Aos poucos, a enfermeira vai conhecendo melhor essa história, principalmente da família da jovem, e assim muitas surpresas vão aparecer durante sua estadia na região levando-a à dilemas.

Baseado em livro lançado em 2016, escrito pela irlandesa Emma Donoghue (que já teve adaptado para cinema outra de suas obras, O Quarto de Jack), The Wonder é um projeto que une um potente, impactante e artístico longa-metragem com apontamentos à assuntos como violência, a religião (aqui figura da fé) e o lado maternal, nesse último ponto um contraste entre o trauma e o poder das escolhas. O filme prende atenção. Seus mistérios são dissolvidos aos poucos dentro de uma chamativa narrativa (prestem bastante atenção desde os primeiros minutos de projeção) que nos apresenta um ponto de vista de uma protagonista com um passado que acaba a aproximando da situação presente que vive. Lelio detalha ao público seu inteligente olhar sobre as relações, aqui num foco maternal.

Thriller psicológico, drama familiar? O filme pode até ficar confuso se pararmos para associar sobre uma batalha entre o bem e o mal, mas não deixa de ter um certo sentido quando se revelam seus mistérios. Mas o projeto é mais profundo que isso. As imperfeições do ser humano aqui são descascadas, como se máscaras caíssem, em uma investigação também sobre o ser humano, os limites, o lado sombrio. The Wonder chega deve chegar ainda esse ano na Netflix, um filme que vai dar o que falar!

Roteiro de ‘Pantera Negra 2’ seria TOTALMENTE diferente antes da morte de Chadwick Boseman; Confira detalhes!

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ vai seguir em frente após a trágica morte de Chadwick Boseman e mostrar que T’Challa também morreu no Universo Cinematográfico da Marvel.

Mas antes da morte do ator, o filme já tinha um roteiro pronto que contaria outra história.

O diretor Ryan Coogler e o co-roteirista Joe Robert Cole tiveram a difícil tarefa de retrabalhar todo o roteiro do filme, que se apoiava fortemente no herói da Marvel de Chadwick Boseman.

“O roteiro que escrevemos antes da morte de Chadwick estava muito enraizado na perspectiva de T’Challa. Ia ser um filme enorme, mas também um estudo de personagem que mergulhou profundamente em sua psique e situação.”, afirmou Coogler ao The Hollywood Reporter.

“Perdemos nosso protagonista, e tudo mudou”, disse Lupita Nyong’o.

Nyong’o também falou sobre o debate online sobre a escolha da Marvel Studios por não reformular o papel de T’Challa, com o qual ela concorda.

“Essa não é a história da morte do Pantera Negra, esse é o ponto principal”, disse Nyong’o. “É descansar [T’Challa] e permitir que a vida real informe a história dos filmes. Eu sei que há todos os tipos de razões pelas quais as pessoas queriam que ele fosse substituído, mas não tenho paciência. Não tenho presença de espírito, ou não tenho objetividade para argumentar com isso. Não tenho. Sou muito tendenciosa., concluiu.

As primeiras reações de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ já tem data para serem divulgadas na internet.

Segundo o jornalista Steven Weintraub, do Collider, as primeiras reações do filme serão lançadas às 2h da manhã (horário de Brasília), no dia 27 de Outubro.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Charlie Cox quebra o silêncio sobre o novo uniforme do Demolidor em ‘Mulher-Hulk’

Em entrevista ao Variety, o ator Charlie Cox quebrou o silêncio sobre o novo traje do Demolidor na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, que apresenta uma versão muito diferente do visual que ele usava na série da Netflix.

“Quando estávamos perto das filmagens, eles me levaram para Los Angeles para testar o novo traje – que eu pensei que seria igual ao antigo. Enquanto esperava, notei algumas artes conceituais para trajes de outros heróis. Eles eram incríveis. Então, olhei com mais atenção e percebi que eu era um deles.”

Ele completa, “Meu traje era dourado e vermelho, e eu achei incrível. É uma grande homenagem às primeiras aparições do Demolidor. Sinto arrepios só de pensar naquele momento, enquanto provava o traje e imaginava a reação dos fãs.”

Vale lembrar que o Demolidor retornará em sua nova série solo, intitulada ‘Daredevil: Born Again‘.

Prevista para 2024, a produção contará com o retorno do Charlie Cox no papel titular e terá nada menos que 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.

E, durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Cox deu alguns detalhes sobre a atração, sugerindo que a trama pode ser contada a partir do zero.

“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe?”

Ele continuou:

“De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”

E, de acordo com o jornalista Jacob Fisher, do DiscussingFilm, o início das gravações está previsto para fevereiro de 2023 e deve durar pelo menos 11 meses, sendo concluída em dezembro.

Fisher também diz que a série será rodada em Nova York, assim como a extinta série da Netflix, e não em Atlanta, onde é gravada a grande maioria dos projetos da Marvel/Disney+.

Confira:

“Isso já foi dito, mas posso confirmar que estão planejando gravar a série em fevereiro e isso pode levar praticamente o ano inteiro. Não sei se já sabem, mas ‘Demolidor: Renascido’ será filmada em Nova York (em vez de Atlanta, onde as séries da Disney+ filmadas).”

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

SINISTRA! Boneca dançando TikTok e tocando o TERROR é a nova sensação da internet…

Depois de deixar todo mundo maluco ao criar o boneco Jigsaw em ‘Jogos Mortais‘ e franquias aterradoras como ‘Sobrenatural‘ e ‘Invocação do Mal‘, além de gerar o spin-off ‘Annabelle‘, James Wan ataca novamente com outra bonequinha ainda mais insana.

Ele agora produz ‘MEGAN’, terror que teve seu primeiro trailer legendado divulgado na última semana e se tornou um fenômeno na internet.

Abaixo você confere algumas dessas reações hilárias do pessoal que simplesmente surtou com ‘Megan‘:

 

Assista ao trailer:

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de janeiro de 2023, no final de semana estendido do feriado do Martin Luther King. No Brasil, segue sem confirmação de data de estreia. E muita gente na internet que teve acesso ao trailer começou a reagir quando viu o bonequinha dançando e interagindo de maneira bizarríssima.

M3GAN segue Gemma, uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando a sobrinha órfã vai morar com ela, Emma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone, com produção de James Wan.

Jenna DavisAllison WilliamsRonny Chieng estrelam.

‘O VelociPastor 2’ pode acontecer, mas precisa da SUA AJUDA

O VelociPastor‘ é um filme de terror trash independente lançado em 2019 e que acabou se tornando um sucesso viral por conta de sua trama ‘fora dos padrões’.

Para quem não assistiu, a história se passa após a devastadora tragédia familiar do padre Doug Jones (Gregory James Cohan), que viaja à China para se encontrar espiritualmente, mas em vez disso é dotado de uma habilidade antiga que lhe permite se transformar em um dinossauro.

A princípio, ele fica horrorizado com seu poder recém-descoberto, mas uma prostituta local o convence a usar seu novo dom para combater o mal – e os ninjas.

Em 2020, foi anunciada uma sequência, e agora os criadores do longa original estão pedindo a ajuda dos fãs para tirar o projeto do papel.

Através do Kickstarter, o roteirista e diretor Brendan Steere se juntou ao produtor Jesse Gouldsbury para divulgarem uma campanha de financiamento coletivo pedindo US$ 250.000 para fazerem o filme.

Até o momento, já foram arrecadados pouco mais de US$ 36.000.

O anúncio da campanha traz diversos detalhes sobre a sequência e justifica o pedido:

“Por que tanto dinheiro? Na verdade, não é! Este é realmente um orçamento muito pequeno. Conseguimos fazer US$ 35 mil parecerem US$ 150 mil no primeiro filme, e agora vamos fazer US$ 250 mil parecerem US$ 1 MILHÃO. Queremos que este filme seja o nosso ‘A Morte do Demônio 2‘ para o nosso ‘A Morte do Demônio‘. Se você é um novato que só viu os memes, tudo bem. Isso também será um ótimo ponto de partida.”

Quem participar do financiamento, ainda poderá ganhar alguns brindes, como camisetas, bonés e cartazes do filme.

No vídeo da campanha, Gouldsbury promete que, quando o financiamento passar de US$ 100.000, eles vão lançar um trailer do filme.

Confira, junto com a sinopse da sequência:

“Doug e Carol viajam para a cidade portuária de Milão, onde precisam resolver uma série de assassinatos cometidos por um assassino mascarado em um Festival de Fertilidade Italiano. E espiões soviéticos. A INTERPOL também está lá.”

Envolvido em polêmicas, Walter Hamada se DESLIGA do comando da DC Films

Walter Hamada, o executivo da Warner Bros. encarregado da lista de filmes da DC, se desligou do cargo após quinze anos.

Envolvido em polêmicas e acusações de racismo, Hamada tinha renovado seu contrato até 2023. Porém, ele decidiu sair da divisão depois que a Warner Bros. Discovery decidiu arquivar o filme da ‘Batgirl’.

Hamada contratou um advogado para intermediar sua demissão. Ele decidiu permanecer no cargo até o final de outubro para acompanhar a recepção do filme do ‘Adão Negro‘.

Uma fonte ligada aos bastidores da Warner Bros. Discovery disse que o executivo “está fazendo uma pausa na carreira.”

Michael DeLuca, o co-presidente da Warner Bros. Pictures, vai rocar os filmes enquanto o estúdio procura alguém com o perfil de Kevin Feige.

Hamada estava trabalhando para criar a introdução do multiverso da DC ao cânone do filme, começando em ‘The Flash‘, que apresentaria Bruce Wayne de Michael Keaton, do Batman de Tim Burton de 1989.

Walter Hamada

De acordo com a Variety, Hamada continuará a se reportar ao presidente do Picture Group da Warner Bros., Toby Emmerich. Hamada tem sido uma presença cada vez mais visível desde a FanDome, anunciando em dezembro que a DC planejava montar uma ambiciosa lista de lançamentos que dividia seus lançamentos entre a faixa teatral e direta para a HBO Max.

Ele também foi assunto de um longo perfil no The New York Times, publicado em 27 de dezembro.

Hamada chegou à DC Films em 2018 vindo do selo New Line Cinema da Warner, aonde lançou o remake de ‘A Hora do Pesadelo‘.

Crítica | Sorria – TERROR com Origem no Brasil se torna FENÔMENO de bilheterias

Todo fã de terror já sabe que quando o calendário vai se aproximando para o final do ano, tanto os cinemas quanto os streamings, mais recentemente, são inundados por produções do gênero favorito, afinal, outubro é o mês do Halloween – e, por isso, filmes e séries que cumprem esse requisito começam a pipocar desde o fim de setembro até o início de novembro. E para começar bem a temporada de 2022, o longa ‘Sorria’ se transformou em um fenômeno de bilheterias.

O terror chegou à casa dos R$ 10 milhões em bilheteria nacional e foi assistido por mais de 600 mil pessoas, em duas semanas de exibição nas salas de cinema de todo o país. O Brasil se consagrou como um dos principais mercados para o longa, ficando atrás apenas de Reino Unido, México, Alemanha, França, Austrália e Espanha. Mundialmente, a bilheteria do filme excedeu o valor de US100 milhões.

Rose Cotter (Sosie Bacon) trabalha como terapeuta em um importante hospital, atendendo a pacientes com distúrbios psiquiátricos, surtos psicóticos, transtornos, etc. Sua rotina segue normalmente até o dia em que a jovem Laura (Caitlin Stasey) é levada ao hospital por conta de um surto pós-traumático, depois que seu professor se suicidou na sua frente. Rose sabe lidar com esse tipo de situação, porém Laura insiste que não tem nenhum transtorno, e que na verdade o que está acontecendo é que uma espécie de entidade ou espírito a está perseguindo, ora transformando-se em pessoas que ela conhece, ora sendo um completo desconhecido, apossando-se do corpo das pessoas, sempre com um sorriso maligno no rosto. Só que no meio da consulta Laura começa a gritar e acaba se matando na frente de Rose. Apesar do choque, a terapeuta acredita que conseguirá seguir adiante com sua vida, entretanto, aos poucos vai ficando bastante evidente que o que quer que estivesse perseguindo sua paciente anteriormente, agora mantém um interesse focado na vida de Rose.

Com pouco menos de duas horas de duração, ‘Sorria’ é uma produção que parece ter dedicado todos os seus esforços no primeiro arco, perdendo um pouco o fôlego à medida que se desenrola. As primeiras cenas demonstram o quanto a câmera holandesa (quando o ângulo da cena vira um pouco de lado ou até mesmo inverte e faz um 180o ou 360o) é importante para o diretor Parker Finn, que não se intimida em iniciar seu filme fazendo bastante uso dessa técnica. Também os efeitos especiais se concentram nessa parte, voltando a reaparecer apenas já no finzinho, o que demonstra um (des)controle da verba da produção – e, ao mesmo tempo, evidencia que se baseará primordialmente na atuação de seu elenco, que não decepciona.

No quesito terror, ‘Sorria’ atende às expectativas. A história vai se construindo previsivelmente, mas de maneira sólida de modo a corroborar sua proposta sem apelar para explicações infundadas. Ainda que o roteiro se livre de elementos sem dar explicações – tipo o noivo da protagonista, vivido por Jessie T. Usher, o A-Train/Trem Bala de ‘The Boys‘ – o que interessa mesmo é se o medo funciona: e sim, funciona. O terror é bem elaborado, com o suspense crescente conforme a personagem vai descobrindo a verdade e uma história que prende a atenção por sua qualidade.

Com um bocado de jump scares e uma história que se origina no Brasil (a primeira morte do sorriso maligno teria sido aqui), ‘Sorria’ é puro entretenimento para os fãs de terror e suspense, abrindo bem o mês mais trevoso do nosso calendário cinéfilo.

‘Serpentes a Bordo’? Cobra é encontrada durante voo nos EUA e causa PÂNICO

A sequência de ‘Serpentes a Bordo‘ acabou acontecendo na vida real! De acordo com o CNN, um voo em Newark teve que ser interrompido por causa de uma cobra encontrada no avião. A Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey removeu em segurança o animal – uma espécie inofensiva de cobra de jardim.

Felizmente, ninguém saiu ferido durante o incidente.

O site afirma que os passageiros na classe econômica começaram a gritar e colocar seus pés para cima. Após a comoção, os membros da equipe do voo solicitaram ajuda dos oficiais do aeroporto.

Graham Alexander, um pesquisador na área, contou ao Newsweek que os passageiros exageraram: “Cobras podem confundir um pouco; há cobras na África que têm o mesmo nome e são muito parecidas com as cobras de jardim da América. Apesar disso, as cobras africanas pertencem a uma família diferente. Elas são venenosas, mas não costumam picar.”

A situação inesperada lembra a trama do filme ‘Serpentes a Bordo‘, que foi duramente criticado na época do seu lançamento por causa de sua trama improvável. Parece que a vida imita a arte, não é mesmo?

Anteriormente, o roteirista John Hefferman havia comentado sobre o legado do longa: “Dez anos depois, o amor pelo filme continua vivo. Seu legado continua, com seu título sendo usado como marketing para promover novos lançamentos. Basta ligar a televisão e ver a quantidade de programação do gênero: ‘Sharknado’, ‘Lavalantula’, ‘Piranhacuda’… é justo dizer que esses filmes são existiriam sem ‘Serpentes a Bordo’. Esse filme criou o seu próprio subgênero de Filmes B.”

Com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes e sucesso moderado nos cinemas, ‘Serpentes a Bordo‘ arrecadou US$ 62 milhões mundialmente.

Após várias quedas, Netflix RECUPERA 2.4 milhões de inscritos com o sucesso de ‘Dahmer’ e ‘Stranger Things’

Após perder milhares de inscritos no primeiro semestre do ano, a Netflix deu a volta por cima. De acordo com o The Wrap, o serviço de streaming registrou o acréscimo de 2.4 milhões de inscritos após dois trimestres de perda.

O resultado supera as expectativas do streaming, que projetava um aumento de 1 milhão de inscritos. Atualmente, a plataforma mantém 223.09 milhões de assinantes mundialmente.

E o aumento dos números não deve parar por aí…

A Netflix deve registrar novos aumentos de assinantes após o lançamento do plano mais barato com anúncios, que estará disponível na partir de novembro. A plataforma espera alcançar 227.57 milhões de assinantes até o final do ano.

“Após um período desafiador, nós sentimos que estamos no caminho certo para o crescimento. A chave para isso é agradar os assinantes. É por isso que estamos sempre focados em vencer a competição por visualizações todos os dias. Quando nossas produções originais animam nossos inscritos, eles contam para a família, amigos e mais pessoas acabam assistindo,” declarou um representante do streaming.

Analistas apontam que o sucesso de produções como ‘Stranger Things 4‘ e ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘ foram fundamentais para manter o interesse do público na gigante do streaming.

A Netflix ainda tem um grande lançamento nas mangas, com o suspense ‘Glass Onion: Um mistério de Knives Out‘, que fez um enorme sucesso em Toronto. O longa terá um lançamento diferenciado nos cinemas norte-americanos, em 600 salas, um mês antes de sua chegada na plataforma.

Site afirma que Marvel planeja trazer Robert Downey Jr. de volta em ‘Vingadores – Guerras Secretas’

O Universo Cinematográfico da Marvel começou em 2008 com ‘Homem de Ferro‘, filme que se tornou um fenômeno de público e crítica e elevou a carreira de Robert Downey Jr. ao estrelato novamente.

O Tony Stark estava lá desde o começo, mas sua jornada chegou ao fim uma década depois em ‘Vingadores: Ultimato‘, quando ele se saiu como um herói, usando a Manopla do Infinito para acabar com Thanos e seu exército da existência.

Agora, porém, parece que o ‘Homem de Ferro‘ de Downey poderia viver para lutar outro dia em ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.

Segundo o ComicBookMovie, a Marvel Studios planeja trazer o ator de volta no filme.

Se a trama seguir a história Multiversal de 2015 de Jonathan Hickman e Esad Ribic, acontecerá em uma nova realidade diferente de tudo que já vimos antes. Como resultado,  o novo mundo terá um Homem de Ferro, uma variante do personagem de Downey Jr., que pode ser parecida com o Tony que conhecemos.

Curiosamente, também é dito que existem grandes planos para Morgan Stark, embora não se saiba quando e onde a versão adulta desse personagem – que estamos assumindo que seria interpretada por Katherine Langford – aparecerá.

Enquanto ‘A Dinastia Kang‘ segue marcado para 2 de Maio de 2025, a sequência Vingadores: Guerras Secretas foi de 7 de novembro de 2025 para 1º de maio de 2026. 

 

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | Narya, Nenya e Vilya: os Três Anéis Élficos

“Três Anéis para os Reis-Elfos sob este céu,
Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores,
Nove para os Homens Mortais fadados ao eterno sono,
Um para o Senhor do Escuro em seu escuro trono
Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam.
Um Anel para a todos governar, Um Anel para encontrá-los,
Um Anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los
Na Terra de Mordor, onde as Sombras se deitam.”

Aqueles que conhecem os escritos de J.R.R. Tolkien provavelmente já se depararam com esse poema. Afinal, o texto em questão é o que narra sobre os Anéis de Poder, poderosos objetos que, unidos, representam toda a capacidade, a compreensão e o poder, é claro, de governar a Terra-Média.

Na série do Prime Video, o foco principal é acerca desses Anéis, e só tivemos uma breve menção de tais objetos, quando Celebrimbor (Charles Edwards) disse a Elrond (Robert Aramayo) estava trabalhando em um projeto secreto em Eregion, uma das cidades élficas à mesma maneira de Lindon. Entretanto, no capítulo final da temporada de estreia, Celebrimbor cumpre com o que promete e, a partir do metal conhecido como mithril e do ouro e da prata de Valinor (dadas com pesar por Galadriel, Elfa interpretada por Morfydd Clark), ele forja os três primeiros Anéis de Poder.

Em uma matéria mais antiga, comentei sobre o que eram esses Anéis. Agora, chegou a hora de analisar cada um deles que apareceu no season finale e que, como podemos ver pelo poema supracitado, são os três dados aos Elfos: Narya, Nenya e Vilya.

NARYA

Narya é descrito como tendo o poder de inspirar os outros a resistir à tirania, à dominação e ao desespero, bem como ter o poder (em comum com os outros dois Anéis) para esconder o portador da observação remota (exceto pelo portador do Um Anel), além de dar resistência ao cansaço do tempo. Acredita-se, também, que ele possui propriedades mágicas e poderes de fogo, como vemos em ‘A Sociedade de Anel’, quando Gandalf o utiliza para lutar contra o Ruína de Durin, o Balrog que habitava Moria.

Assim como os outros dois Anéis, Narya foi forjado na Segunda Era e, quando Sauron foi embora de Eregion, ele ficou livre de sua influência. Segundo os Contos Inacabados, no começo da Guerra dos Elfos contra Sauron, Celebrimbor deu Narya e Vilya para o Alto-Rei élfico Gil-galad. Ele, por sua vez, confiou Narya a seu braço-direito, Círdan, que o guardou após a morte de Gil-galad. Já na Terceira Era, Círdan entregou o Anel para Gandalf após perceber suas verdadeiras e puras intenções – motivo pelo qual é possível vê-lo carregando-o até a conclusão da trilogia original.

NENYA

Sob a proteção de Galadriel de Lothlórien, o Nenya carrega o poder da preservação e da ocultação do mal. O belíssimo objeto é descrito como feito de mithril e adornado com uma pedra de diamante, normalmente invisível aos olhos humanos – como diz o Hobbit Samwise Gamgee, uma “estrela entre os dedos”.

Galadriel usou os poderes do anel para criar e sustentar Lothlórien. Após a destruição do Um Anel e a derrota de Sauron, seu poder desapareceu junto com os outros Anéis de Poder. Galadriel levou Nenya em um navio dos Portos Cinzentos para o Oeste, acompanhado pelos dois portadores dos outros Anéis Élficos. Sem o anel, a magia e a beleza de Lórien também se desvaneceram, e o local foi gradualmente despovoado, estando totalmente deserto quando a Meia-Elfa Arwen, filha de Elrond, chegou lá para morrer.

VILYA

O último dos Três Anéis Élficos é o Vilya, cujo corpo é feito por tiras douradas com uma safira em adorno principal. Considerado o mais poderoso dos Três Anéis, seus poderes não são exatamente conhecidos, mas acredita-se que ele dá a habilidade de curar e preservar. Especulações apontam que ele pode controlar certos elementos – como quando Elrond invocou uma torrente de água para lutar contra os Nazgûl em ‘A Sociedade do Anel’ -, então, só podemos esperar que a série aproveite o espaço para explorar mais esse objeto.

O Vilya também foi enviado para Gil-galad, juntamente a Narya e Nenya. Pouco antes da morte do Alto-Rei, o Anel foi entregue a Elrond, que o portou até o fim da Terceira Era. Com a derrota de Sauron, o Anel perdeu suas propriedades, e Elrond cruzou os mares com ele para que ambos desaparecessem.

Lembrando que a temporada completa de ‘Os Anéis de Poder’ já está disponível no Prime Video.