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Final original de ‘Não Se Preocupe, Querida’ seria completamente diferente da versão oficial; Confira!

O texto abaixo contém SPOILERS!

O roteiro original de ‘Não se Procupe, Querida‘ foi escrito por Carey e Shane Van Dyke, netos do ator Dick Van Dyke. No entanto, a ideia da dupla entrou para a infame Lista Negra de 2019.

Para quem não sabe, essa lista faz parte de uma pesquisa anual realizada entre os roteiristas que votam nos melhores roteiros ainda não produzidos que circulam por Hollywood.

Pois bem, quando Olivia Wilde ficou sabendo da ideia, ela se juntou com a roteirista Katie Silberman (‘Booksmart’) para reescreverem a obra, mudando o foco e adicionando vários personagens, o que deu origem ao filme atualmente em cartaz.

Ambientado na década de 1950, ‘Não se Procupe, Querida‘ conta a história de Alice (Florence Pugh), que vive em uma cidade industrial chique chamada Victory, que lembra muito Palm Springs, na Califórnia, EUA.

Seu marido, Jack (Harry Styles), e todos os outros maridos da cidade, trabalha em um misterioso prédio a quilômetros de distância da cidade e é proibido de comentar o que faz lá, dizendo apenas que trabalha em ‘materiais progressivos’.

A cidade é supervisionada por Frank (Chris Pine), um autoproclamado Messias que faz discursos apaixonados sobre desbravar o mundo e como Victory é o reflexo de um experimento bem-sucedido.

Mesmo assim, Alice começa a sentir que algo está errado com Victory quando ela testemunha uma amiga deprimida (KiKi Layne) sendo aplacada com drogas. E ela também começa a ter visões de pesadelo, indicando que algo anda errado com sua mente.

Além disso, Alice é silenciada toda vez que questiona Jack ou mesmo Frank sobre a natureza de Victory, o que acaba levando-a a um tratamento de choque para conter suas suspeitas.

O final

Quando Alice testemunha um avião caindo na colina fora da cidade, ela percorre o deserto a pé para investigar o acidente e não encontra vestígios dos destroços, mas sim um estranho edifício espelhado onde seu marido trabalha ostensivamente.

Quando ela toca a parede do prédio, sua mente é apagada e ela é misteriosamente transportada para casa. Mais tarde, é revelado que o edifício é, na verdade, uma ‘saída’ da realidade artificial na qual Alice foi inserida.

Ao longo da trama, descobrimos que Alice e Jack vivem nos dias atuais, mas suas mentes estão presas em uma simulação que reproduz a antiga cidade enquanto seus corpos estão na cama de um apartamento apertado.

Acontece que Jack sequestrou Alice e a forçou a entrar naquele mundo falso, pois estava descontente com o quanto Alice tinha que trabalhar e com o pouco tempo que tinham um para o outro.

A verdade é que o Projeto Victory não era uma comunidade experimental, mas um programa exclusivo no qual Jack teve permissão para entrar.

Com isso, Wilde tentou fazer uma crítica sobre como os homens procuram controlar e intimidar as mulheres, e como esses homens se voltam para a América do pós-Segunda Guerra Mundial como um momento triunfante para a imagem deles.

Eventualmente, Alice percebe que está dentro da simulação e quebra um copo na cabeça de Jack, levando-o à morte. Mais tarde, sua vizinha, Bunny (Wilde), explica que se alguém morre na simulação, também morre na vida real.

Bunny sabe que Victory é uma simulação e vive daquela forma de boa vontade, pois seus filhos morreram no mundo real e na simulação ela poderia conviver com eles.

O filme termina com Alice fugindo de volta para o prédio de ‘saída’ e abandonando a simulação na tentativa de desligá-la, já que Frank também foi morto por sua esposa e não poderia impedir Alice.

O roteiro original

Em um recente artigo do Insider, os detalhes do final original do roteiro foram revelados, e a versão dos Van Dyke preenchem mais informações, deixando o rascunho original mais explícito em suas críticas.

Por um lado, o personagem de Frank e suas filosofias messiânicas foram invenções de Wilde e Silberman. Elas também minimizaram os papéis dos personagens masculinos, optando por fazer do filme uma história sobre a experiência das mulheres naquele universo.

No rascunho original, a saída para a simulação estava escondida dentro de uma casa à venda. Quando Alice (originalmente chamada Evelyn) escapa da simulação, ela ganha plena consciência e se encontra no ano de 2050.

Ela estava de fato mentalmente conectada a uma simulação complexa, mas descobriu que ela e Jack haviam se divorciado há muito tempo.

Ela descobre em uma pesquisa na internet que a simulação foi chamada de ‘Alt-Life’ e foi projetada por homens sexistas especificamente para evitar um ‘mundo controlado por mulheres’. Jack (originalmente chamado Clifford) forjou a morte de Evelyn e a conectou à máquina contra sua vontade.

Reviravoltas

O final original também continha uma série de reviravoltas adicionais…

Em 2050, Clifford acaba descobrindo que Evelyn havia escapado da simulação e a força a voltar para lá e passar por um tratamento de choque para apagar de sua mente tudo o que ela descobriu, incluindo sua fuga.

Aparentemente resetada, ela volta a se enxergar como uma dona de casa feliz dos anos 1950, mas dias depois volta a confrontar Clifford sobre a ‘Alt-Life’.

Clifford então admite que a prendeu na simulação porque não aceitava o divórcio, causado por seu vício em trabalho. Evelyn consegue fugir da simulação mais uma vez, mas logo é forçada a voltar pela 3ª vez e é internada em uma clínica psiquiátrica.

Lá, Evelyn é convencida de que suas visões da vida real em 2050 eram apenas uma fantasia. Ela imaginou um futuro de alta tecnologia em que as mulheres fossem tratadas tão mal quanto na década de 1950. Não houve simulação. Foi tudo um sonho. Um sonho de um futuro onde as mulheres fossem empoderadas. Esse é um final bem contundente.

Então, em uma reviravolta final, Bunny chega para dizer a Evelyn que o hospital psiquiátrico contém outro portal de saída.

O desfecho deixa em aberto se as palavras de Bunny são mesmo real ou se Evelyn estava imaginando isso, como uma vontade subconsciente de tentar escapar mais uma vez.

A trama é encerrada de forma ambígua justamente para fazer o público se questionar, assim como Evelyn.

No fim das contas, a versão de de Wilde e Silberman é apenas um recorte de uma ideia mais complexa.

Wilde manteve os temas de um casamento desfeito por conta de uma mulher que trabalha demais e é independente, mas parece ter deixado de lado elementos que reforçavam a misoginia do marido e seu impulso controlador.

No roteiro dos Van Dyke, o público teria visto explicitamente que Clifford havia sido radicalizado pela vida online, abrindo um paralelo com sites que encorajam abertamente a linguagem mais misógina.

Infelizmente, o filme foi massacrado pelos críticos, e o consenso geral é que nem mesmo a ótima performance de Pugh salva a produção de uma história clichê, pouco inventiva e forçada.

Separamos os trechos das principais críticas:

“É uma história simples e clichê sobre escapar do patriarcado – algo que já foi feito antes e já foi feito melhor.” (Little White Lies)

“O maior problema com ‘Não se Preocupe, Querida’ é que termina de forma errada. O filme poderia ter sido um suspense distópico razoavelmente eficaz, mas se torna uma narrativa sobre o triunfo feminista que parece forçado.” (TIME Magazine)

“A maior falha da Olivia Wilde é a sua imaginação. O filme dela tem uma atuação sólida, e é lindamente construído, mas não é tão perturbador quanto almeja ser. Não há nada para se preocupar.” (Los Angeles Times)

“Um suspense com um conceito ambicioso, mas com uma execução pouco satisfatória.” (Hollywood Reporter)

“Se esse filme realmente é sobre o prazer feminino, odiaria ver a interpretação da Olivia [Wilde] sobre dor feminina. Esse filme já doeu o suficiente.” (IndieWire)

“Se você estiver com o humor certo, ‘Não se Preocupe, Querida’ pode ser divertido – apesar do suspense da Olivia Wilde não conseguir reescrever as regras do gênero de nenhuma maneira significativa.” (Deadline

Confira o trailer:

Na trama, Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável“.

O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.

Adaptação de ‘O Filho de Mil Homens’ será comandada por diretor de ‘Bingo’ e ‘Turma da Mônica’

Teremos uma adaptação para o cinema de ‘O Filho de Mil Homens‘, de Valter Hugo Mãe, e o diretor escolhido para comandar a nova produção foi Daniel Rezende, responsável por ‘Bingo: O Rei das Manhãs‘ (2017) e pelos dois filmes live-action da ‘Turma da Mônica’.

O livro que foi lançado em 2011 conta a história de Crisóstomo, pescador de 40 anos que decide buscar um filho para dar fim à solidão que sente. Ele encontra a oportunidade de preencher o vazio com o jovem órfão Camilo e com Isaura, enjeitada por não ser virgem.

A adaptação cinematográfica é uma produção da Biônica Filmes com a Barry Company. O filme não tem data de estreia definida.

Lembrando que o projeto mais recente de Daniel Rezende foi ‘Turma da Mônica: A Série‘, produção do Globoplay que marca a despedida do elenco apresentado em ‘Turma da Mônica: Laços‘ (2019).

Christian Bale fala sobre Chris Rock em ‘Amsterdã’: “Tão engraçado que eu não conseguia atuar”

De acordo com Christian Bale, o seu colega de elenco Chris Rock era tão engraçado no set de ‘Amsterdã’ que até o atrapalhava a entrar no personagem.

Em entrevista à IndieWire, o ator explicou que parte do processo do diretor David O. Russell envolve seus atores compartilharem histórias entre si, para aumentar a sinergia entre o elenco. No entanto, segundo Bale, foi que Rock era engraçado demais ao relembrar suas histórias, ao ponto de atrapalhar seu processo de atuação.

“Eu estava amando, mas Chris é tão engraçado que eu não conseguia atuar. Tive que chegar nele e dizer ‘Cara, adoro falar com você, e temos vários amigos em comum, mas não consigo mais continuar assim. David não me contratou para ficar me assistindo dando risada. Ele quer que eu interprete Burt, e estou esquecendo como ser ele’”, confessa o eterno Cavaleiro das Trevas.

Após vermos quatro temporadas de ‘Todo Mundo Odeia o Chris‘, é difícil ficar surpreso com o fato de que Chris Rock sabe tornar suas próprias histórias de vida em comédia, mas ainda assim Christian Bale ficou um pouco surpreso.

“Frequentemente conheço gente incrível, mas preciso me isolar, porque se eu acabar conhecendo as pessoas bem demais, percebo que não acredito mais no que estou fazendo nas cenas”, explica Bale.

Veja a lista de cartazes individuais com Christian Bale, Chris Rock, Margot Robbie, Robert De Niro, Anya Taylor-Joy, entre outros:

Na trama, Burt (Bale), Valerie (Robbie) e Harold (David Washington) são acusados de assassinato e precisam provar que são inocentes. Situada na década de 1930, a trama leva o grupo a descobrir uma grande conspiração.

Confira o trailer:

Situado nos anos 30, três amigos testemunham um assassinato, tornam-se suspeitos e descobrem uma das tramas mais ultrajantes da história americana.

Baseado em fatos que se unem à ficção, o filme estrela o vencedor do Oscar Christian Bale, a atriz duas vezes indicada ao Oscar Margot Robbie, John David Washington, Alessandro Nivola, Andrea Riseborough, Anya Taylor-Joy, Chris Rock, Matthias Schoenaerts, Michael Shannon, Mike Myers, Taylor Swift, Timothy Olyphant, Zoe Saldana, com o vencedor do Oscar Rami Malek e o duas vezes vencedor dos Prêmios da Academia Robert De Niro.

Escrito e dirigido por Russell, o longa-metragem é produzido por Arnon Milchan, Matthew Budman, Anthony Katagas, David O. Russell e Christian Bale.

Após saída de co-showrunner, produtora executiva de ‘A Casa do Dragão’ não vai retornar para a 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Jocelyn Diaz, uma das produtoras executivas de ‘A Casa do Dragão‘ não retornará para a 2ª temporada.

Diaz tinha um contrato de um ano com a opção de renovação, mas optou por deixar a produção.

Até o momento, não foi revelado porque ela decidiu se afastar.

A notícia vem logo depois que foi anunciado que o co-showrunner Miguel Sapochnik deixaria a função na 2ª temporada, deixando Ryan Condal como o único showrunner da atração.

Em entrevista à Variety, Condal que está orgulhoso de ter tido a oportunidade de trabalhar com o colega e que está feliz pelo que construíram.

“Tivemos uma conversa no verão – logo quando a série estreou. Eu sabia que essa decisão era algo com o qual ele estava lutando. Ele não tem mais nada para provar em Westeros. Ele já fez tudo o que podia neste universo, abordando bem e mal, luz e escuridão, fantasia e não fantasia, dragão e não dragão. Ele já mostrou o que tinha para mostrar e eu sabia que sempre havia a possibilidade de ele estar conosco em apenas uma temporada.”

Ele continuou:

“O essencial era dar o ponto de partida, colocar essa coisa de pé se orgulhar de ter uma mão na criação uma história derivada de ‘Game of Thrones‘. Eu já entrei sabendo que talvez ele não faria parte da cavalaria no futuro, mas é um pouco assustador, essa pressão de carregar o legado sozinho. Bom, estou muito orgulhoso do trabalho que fizemos e muito animado para ver o que o futuro nos reserva.”

Vale lembrar que Sapochnik ainda pode retornar como diretor em futuras temporadas.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 02 de outubro.

Confira o trailer:

A série é baseada no romance ‘Fogo & Sangue‘, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

A trama se passa 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones’, e 172 anos antes do nascimento de Daenerys Targaryen, focando nos conflitos e na queda da Casa Targaryen.

O elenco conta com Paddy Considine, Matt Smith, Emma D’Arcy, Milly Alcock, Olivia Cooke, Emily Carey, Rhys Ifans, Steve Toussaint, Eve Best, Sonoya Mizuno, Fabien Frankel e Graham McTavish.

Isso é puro cinema! Conheça os principais jogos que inspiraram Hollywood

Com a tecnologia dos videogames cada vez mais impressionante e capaz de proporcionar verdadeiras experiências fílmicas, sobretudo através de narrativas bem construídas, que utilizam todos os artifícios do cinema, a indústria cinematográfica tem cada vez mais tomada emprestada grandes títulos dos games.

Criando interpretações tão realistas quanto as grandes produções de Hollywood, vide franquias como ‘Uncharted’, ‘The Last of Us’ e ‘Tomb Raider’, os jogos eletrônicos já renderam alguns sucessos, seja na TV ou mesmo nos cinemas. Foram várias as produções já feitas que, apesar de não serem tão elogiadas pela crítica, fizeram bastante sucesso.

Então, separamos a seguir, com a assessoria da própria PlayStation, uma lista com algumas dessas grandes adaptações que são, ou prometem ser no futuro, sucessos em ambas as mídias abordadas. Você também pode citar nos comentários quais são os seus filmes favoritos vindo de jogos. Bora lá!

Mortal Kombat

Criado por Ed Boon e John Tobias, um dos jogos mais polêmicos dos anos 1990 revolucionou por seus gráficos digitalizados baseados em filmagens de atores reais e foi uma das primeiras grandes adaptações dos games para o cinema. Em 1995, o jovem diretor Paul W. S. Anderson ficou responsável por adaptar a luta dos guerreiros do plano terreno para salvar a humanidade. O longa teve uma sequência em 1997 que não agradou muito e acabou ficando no forno por mais de 20 anos sem um novo filme. Em 2021, a franquia ganhou um reboot nos cinemas e o sucesso já garantiu outra sequência. Por conta da pandemia, o filme estreou simultaneamente no streaming e foi um dos mais assistidos na HBO Max durante o período.

Resident Evil

O game de sucesso da Capcom foi lançado originalmente em 1996 e não demorou para chamar a atenção dos produtores de cinema. O primeiro roteiro do longa foi escrito por ninguém menos que George A. Romero, o pai dos filmes de zumbis, mas o trabalho acabou ficando novamente com Paul W. S. Anderson, que trabalhou anteriormente em ‘Mortal Kombat‘. Por mais que as adaptações estreladas por Milla Jovovich não sejam fiéis aos jogos, é inegável que a franquia é uma das mais bem sucedidas nos games e nas telas. Os 6 filmes escritos por Paul renderam nada menos do que 1 bilhão de dólares em bilheteria, incentivando novas adaptações posteriores: três filmes e uma série em animação computadorizada e, mais recentemente, uma série live-action na Netflix.

Uncharted – Fora do Mapa

O Indiana Jones dos games, Nathan Drake, tem um carisma inegável. Os jogos da franquia ‘Uncharted‘ narram a aventura do ladrão de relíquias em busca dos tesouros mais perigosos do planeta. Nos cinemas, o personagem foi interpretado por Tom Holland e estreou no início de 2022. E não é que o carisma de Drake caiu como uma luva com o intérprete do Homem-Aranha? ‘Uncharted: Fora do Mapa‘ fez nada menos que 400 milhões de dólares em bilheteria. O filme foi a primeira produção da PlayStation Productions, divisão da gigante dos games que ficará responsável pelas adaptações dos jogos exclusivos do console. Outros títulos como ‘Twisted Metal‘, ‘Ghost of Tsushima‘ e ‘Horizon: Zero Dawn‘ também já estão em produção.

The Last of Us

Um dos jogos mais aclamados da produtora Naughty Dog, ‘The Last of Us‘ tem uma história densa, sombria e emocionante que tocou o coração dos jogadores ao redor do mundo. Recentemente, o título foi relançado para PlayStation 5 com visuais aprimorados e diversas outras melhorias. Essa foi mais uma produção que claramente merecia uma adaptação live-action e a HBO não perdeu tempo em adquirir os direitos para realizar uma série. ‘The Last of Us‘ tem previsão de estreia para 2023 e será estrelado por Pedro Pascall como Joel e Bella Ramsey como Ellie. A produção conta com Neil Druckmann, diretor do jogo, que promete expandir a história e contar mais sobre o passado de Ellie. Outra curiosidade interessante é que os atores Troy Baker e Ashley Johnson – intérpretes originais de Ellie e Joel nos games – também estarão presentes no seriado.

Castlevania

Sendo um dos maiores clássicos da história dos games, obviamente ‘Castlevania’ também merecia uma adaptação de respeito. Em meados de 2008, rumores invadiram a internet falando sobre uma possível estreia nos cinemas, também dirigida por Paul W. S. Anderson. A verdade é que esse projeto nunca saiu do papel e a Konami, produtora dos jogos, pouco falou sobre o assunto. Eis que, em 2017, a Netflix estreia com apenas quatro episódios uma série animada baseada na franquia. O sucesso fez com que o seriado fosse renovado por mais três temporadas com mais episódios e o resultado não poderia ser melhor. A história respeita as origens dos jogos e traz personagens marcantes, além de cenas de ação de encher os olhos e uma trilha sonora inspirada nos games originais. É um trabalho para nenhum fã botar defeito!

Arcane

League of Legends‘ é um jogo do gênero MOBA (Multiplayer Online Battle Arena), no qual os jogadores se enfrentam em uma arena com o objetivo de destruir a base inimiga. Lançado originalmente em 2009, o título se tornou um sucesso absoluto até os dias de hoje, tornando-se um dos precursores do surgimento dos esportes eletrônicos. Apesar de ter uma temática relativamente simples, a Riot, produtora do game, sempre caprichou no background dos novos personagens, enriquecendo cada vez mais a história daquele universo. Em 2021, a Netflix lançou a primeira temporada de ‘Arcane‘, série animada que traz uma das personagens mais populares como protagonista: Jinx. Aclamado pela crítica e pelos jogadores, ‘Arcane‘ se destaca não só por apresentar uma boa história, mas também por seu estilo de animação steampunk, transformando cada frame em um quadro que merece ser pendurado na parede.

Sonic

Nos anos 1990, ‘Sonic‘ travou uma batalha épica com seu rival direto: o encanador bigodudo Mario. Pode se dizer que a luta foi perdida, já que poucos anos depois da criação do ouriço, a Sega, criadora do personagem, acabou se retirando do mercado de consoles. Porém, quando o assunto é cinema, o porco-espinho mais rápido da cultura pop deu um show. Em 2020, ‘Sonic’ ganhou sua primeira adaptação live-action e foi aclamada pelo público. Dois anos depois, Sonic 2 chegou aos cinemas repetindo o sucesso do anterior e apresentando novos personagens dos games, como Tails e Knuckles. E parece que o sucesso não para, já que mais um filme do ouriço azul está confirmado. Somados, os dois longas acumulam mais de 700 milhões de dólares em bilheteria. Já Mario, bem, o ícone da Nintendo até ganhou um longa em 1993, mas o resultado foi, digamos, duvidoso…

5 Filmes que refletem sobre Inseminação Artificial

A inseminação artificial, também conhecida como inseminação intrauterina, é um procedimento que algumas pessoas optam por diversos motivos e consiste do médico, especialista em fertilização, executar a ação do sêmen ser introduzido diretamente no útero reduzindo distâncias entre gametas. Esse procedimento, anualmente, em todos os lugares do mundo, dá a oportunidade de muitas famílias terem filhos.

O mundo do cinema algumas vezes nos mostrou recortes dentro desse tema, seja em histórias sobre pessoas onde um dos parceiros não pode ter filhos, ou mesmo por meio de uma escolha de uma mulher em ser mãe independente, entre outros casos. Para indicar alguns filmes sobre o tema, segue abaixo 5 Filmes que refletem sobre Inseminação Artificial:

 

Utopia

No Afeganistão, após o marido ficar durante anos em estado vegetativo após ser ferido em um conflito, Janan (Martine Malalai Zikria) embarca em uma jornada para ser mãe utilizando a técnica de inseminação artificial. Para isso, ela resolve ir até o Reino Unido para iniciar o procedimento em uma clínica que lhe fora indicada. Chegando lá seu destino se cruza com William (Andrew Shaver) um estudante de sociologia médica, egocêntrico, que trabalha nessa clínica. Esse último faz uma troca do sêmen que iria ser doado por um doador anônimo pelo dele. Paralelo a essa história, conhecemos um ex-professor alcoólatra que é preso por uma briga de bar e terá seu destino convergindo com Janan em um momento muito delicado dela. Tem na Looke.

 

Pai Nosso?

Os horrores de um médico que nunca deveria exercer a medicina. Um verdadeiro filme de terror. Assim podemos definir o documentário Pai Nosso?, dirigido pela cineasta Lucie Jourdan. Com uma história que gira em torno de um renomado médico de especializado em fertilização que rompe completamente as barreiras da ética, conhecemos a macabra história de um raio de cidades de Indiana onde uma surpreendente revelação chega com um enorme impacto para inúmeras famílias.

 

Amira

Na trama, conhecemos Amira (Tara Abboud), uma jovem adolescente palestina que vive com sua mãe Warda (Saba Mubarak) e outra parte de sua grande família em um apartamento simples mas onde nada falta. Seu pai Nuwar (Ali Suliman), é considerado um herói local e atualmente está preso em uma prisão israelense. Com o desejo desse último de ter mais um filho, ele resolve enviar seu esperma por meio clandestino (da prisão até o médico) para inseminar a esposa. A questão é que nos exames feitos antes da inseminação, apontam que Nuwar é estéril. Fato que causa muita estranheza já que Amira nasceu exatamente do mesmo processo, só que em uma época onde não tinha exame de DNA. Será que a esposa traiu o marido? Senão, de quem é o esperma que foi usado na inseminação? Uma erupção na família é vista, uma situação que leva a todos ao limite emocional muitos por se sentirem perdidos em como lidar com a situação.

 

Coincidências do Amor

Lançado em 2010, a comédia romântica Coincidências do Amor aborda de maneira super humorada a questão da inseminação artificial. Na trama, conhecemos uma mulher que resolve ser mãe sozinha e iniciar o procedimento de inseminação artificial. Seu melhor amigo busca compreender a decisão e eles acabam se afastando durante anos, até voltarem a se encontrar onde muitas surpresas virão desse encontro.

 

Minhas Mães e Meu Pai

Indicado para quatro categorias do Oscar de 2011, o longa-metragem dirigido pela cineasta californiana Lisa Cholodenko conta a história de duas mulheres casadas faz anos que tiveram dois filhos por meio de inseminação artificial. Quando as crianças resolvem ir procurar seu pai biológico, ele acaba, de alguma forma, fazendo parte dessa família.

 

 

 

 

10 Sucessos Inesperados Fenomenais dos Últimos Anos

O que define um sucesso absoluto? No caso de produções cinematográficas é fácil: a junção de uma gorda bilheteria (o que garante a adoração do público) com a aprovação da crítica especializada.

Existem sucessos. E existem os fenômenos. Aquele tipo de filme dos quais estão todos falando e que se você não quiser ficar de fora do assunto, precisa correr para assistir. Mas existem também os sucessos fenomenais inesperados. São aqueles tipos de filme pelos quais todos estavam receosos – seja por qual motivo for -, com os dois pés atrás e que ainda assim viveram para se mostrar a nova sensação do pedaço.

Pensando neste tipo de obra que conseguiu superar a descrença, formulamos nossa nova lista. Estes são os 10 filmes que se tornaram sucesso fenomenal inesperado.

Mulher-Maravilha (2017)

Podemos dizer que parte do sucesso de Pantera Negra se deve ao pioneirismo de Mulher-Maravilha. Antes um grande tabu, quando a primeira superprodução protagonizada por uma heroína mostrou que podia dar muito certo, outras que visavam aceitação de gênero ou raça vislumbraram a luz no fim do túnel. Mas você pergunta: por que Mulher-Maravilha, uma das personagens mais icônicas dos quadrinhos, era incerteza? Bem, por dois grandes motivos. O primeiro é o citado acima. Sim, já havíamos tido superproduções comandadas por mulheres em papeis principais, mas não deste porte, não deste subgênero ainda muito masculino.

Fora que outros haviam naufragado gloriosamente, vide Mulher Gato (2004), com Halle Berry, da mesma DC/Warner, e Elektra (2005), com Jennifer Garner. Chegamos ao segundo motivo, que se divide em uma bifurcação. Primeiro, a nova leva de produções da casa, a citada Warner/DC, não estava na melhor das fases, para dizer no mínimo, vindo de recepções que variavam de mornas a geladas, em filmes como O Homem de Aço (2013), Batman Vs. Superman (2016) e Esquadrão Suicida (2016). Mulher-Maravilha era quase como a última esperança deste universo não afundar.

Segundo, a protagonista Gal Gadot ainda estava em provação, por assim dizer. Muito criticada quando eleita para personificar a amazona, a israelense não havia impressionado incondicionalmente ao viver a heroína em BVS – tudo bem que a participação era pequena. Entretanto, quando chegou a hora de protagonizar seu filme solo, não faltaram elogios para a atriz. Mas com Liga da Justiça, lançado logo depois, pudemos perceber que ninguém a fotografa ou a utiliza como Patty Jenkins. Mulher-Maravilha ultrapassou todas as expectativas, marcando 92% de aprovação junto aos críticos. Além disso, se tornou fenômeno de bilheteria, em terceiro lugar nos EUA e décimo ao redor do mundo. Sim, as mulheres podem. E podem mais! O jogo mudou e Mulher-Maravilha 1984, a continuação a ser lançada ano que vem, já é um dos filmes mais esperados de 2019. Vida longa, Patty Jenkins e Gal Gadot.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

A Sony já havia passado por um backlash parecido há pouco tempo. Em 2016, quando o primeiro trailer do novo Caça-Fantasmas, inteiramente protagonizado por mulheres, foi lançado no Youtube quebrou um triste recorde: se tornou o trailer com mais “descurtidas” da história da plataforma. O motivo: nerds mimizentos chorando e acusando os produtores de terem “acabado com suas infâncias”. Isso antes mesmo de poderem assistir ao longa. Mesmo tentando se envolver no manto do feminismo – como último recurso desesperado -, o filme não emplacou. Tudo bem que a qualidade da obra não ajudou muito.

Imagine o desespero dos executivos do mesmo estúdio, passando novamente por um incrível backlash pelo segundo ano consecutivo. A internet ardeu em comoção quando o primeiro trailer de Jumanji atingiu a rede. Pessoas que cresceram amando o filme original com o saudoso Robin Williams estavam mais do que descontentes com a nova roupagem, acusando-a de ser muito mais um veículo de Dwayne Johnson do que um remake/reboot/continuação de seu adorado filme. E eu de cá pensando com meus botões: “nunca soube que Jumanji tinha esta legião de culto”.

Mas para a extrema felicidade dos produtores, The Rock e todos os envolvidos, foi só a aventura juvenil atingir os cinemas, que o jogo virou de vez a seu favor. A ideia estranha de um novo Jumanji já havia caído nas graças de todos e com a aprovação de quase 80% da imprensa, curiosamente ainda mais alta que a do filme original de 1995, os céticos tiveram fé. O fracasso certo se tornava sucesso, mas não apenas isso, se tornava um fenômeno. O filme foi o quarto mais rentável de 2017 nos EUA (batendo simplesmente todos os lançamentos da Marvel) e o quinto ao redor do mundo, beirando a marca do US$1 bilhão. Alguém duvida que as continuações chegarão correndo?

Fragmentado (2017)

Quem já curtia cinema no final da década de 1990, conheceu de perto a ascensão de M. Night Shyamalan. Pouquíssimas vezes um diretor debutava no cenário mundial enaltecido com o título de gênio da sétima arte. Bastou uma obra (O Sexto Sentido) para Shyamalan ser tratado como o novo Spielberg ou o novo Hitchcock. Exageros da imprensa – que adora títulos. Mas depois, a cada novo trabalho o indiano perdia um pouco de seu prestígio. E isso parecia incomodá-lo. Até que, após o divisor de águas A Vila (2004), o cineasta resolveu declarar guerra aos críticos com A Dama na Água (2006).

Depois disso, parecia que a voz de autor do cineasta havia se calado, entre um desastre pretensioso aqui e um filme de aluguel ali. A volta por cima foi timidamente ensaiada com A Visita (2015), produção intimista na qual Shyamalan se despia de tudo e voltava a falar com o coração, ou com a paixão. Daí o ceticismo em relação a seu próximo trabalho, o então misterioso Fragmentado. Natural a desconfiança. Natural também os novos louros que o diretor recebeu após todos terem conferido o resultado de seu novo projeto.

Fragmentado trouxe um tour de force de James McAvoy – que fez todos gritarem “Oscar” – uma jovem talentosa recém-saída de um cult do gênero (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa) e, acima de tudo, um texto caprichado de seu autor, fazendo de vez as pazes com crítica e público. E sim, com o sucesso. O desfecho que o interliga com outra obra sua, a qual todos pediam sequência, foi a cereja no bolo. O filme somou quase 80% de aprovação junto a imprensa e permaneceu por três semanas em primeiro lugar após sua estreia no início do ano passado – feito impressionando se levarmos em conta as competitivas bilheterias americanas, onde a cada semana filmes se devoram. E que venha Vidro, a continuação prometida para 2019.

Uma Aventura LEGO (2014)

Quando um longa-metragem para o cinema baseado nos brinquedos de encaixe LEGO foi anunciado, nem mesmo o mais visionário espectador fazia ideia do seu resultado. Na verdade, quase ninguém achava o conceito minimamente relevante ao ponto de render uma obra de qualidade. Nem mesmo as presenças dos diretores Christopher Miller e Phil Lord, responsáveis pelo hilário e insano reboot de Anjos da Lei (2012 e 2014), tirava a descrença geral.

Provando que até mesmo o material fonte mais idiota e inanimado pode render um bom filme se houver empenho e vontade, Uma Aventura LEGO surpreendeu dez entre dez espectadores, se mostrando um dos filmes mais divertidos não apenas de seu respectivo ano, como dos últimos anos igualmente. Escracho, metalinguagem, criatividade e excelente timing cômico fizeram de Lego um fenômeno, ao ponto de criar todo um universo derivado de animações da Warner, que já rendeu Lego Batman (2017) e Lego Ninjago (2017).

Uma Aventura Lego conquistou a crítica, com 96% de aprovação, o público, se tornando a quinta maior bilheteria nos EUA em seu respectivo ano, e o mundo. A continuação, programada para o ano que vem, seguirá o mesmo caminho. Alguém duvida?

Deadpool (2016)

Já vimos super-heróis salvando pessoas em filmes, séries, desenhos e quadrinhos. O que nunca havíamos visto era heróis salvando a carreira de seu intérprete. Bem, não desta forma. O ator Ryan Reynolds por pouco não entra para a história como o mais azarado quando o assunto é adaptação de quadrinhos. Tudo porque ele já tinha escorregado não uma, não duas, não três, mas quatro vezes antes de finalmente se redimir na pele de um personagem que, inclusive, já havia interpretado.

Primeiro foi Blade Trinity (2004), malfadada conclusão de uma boa franquia de herói obscuro. Depois – e talvez o pior da lista – foi X-Men Origens: Wolverine (2009), no qual personificou de forma totalmente equivocada o mercenário tagarela Wade Wilson, ao qual nunca se referem como Deadpool. E claro, não poderia faltar Lanterna Verde (2011), o pseudo divisor de águas para ao ator – como satirizado em Deadpool 2. Ah sim, e como esquecer de RIPD (2013), baseado nos quadrinhos de Peter M. Lenkov e Lucas Marangon. Apostando todas as suas fichas, Reynolds investiu em levar Deadpool de forma correta para as telonas, mas para isso era necessário muito sangue, palavrão, metalinguagem e censura alta, aposta arriscadíssima até então.

Depois de um teste de filmagens ter “vazado” na internet, a resposta foi mais do que positiva e os fãs clamavam por um filme do anti-herói, mas com a condição de ser produzido pela FOX nos termos do ator, em contato direto com a vontade dos fãs. Deadpool quebrou barreiras, se mostrou um filme de super-heróis de censura alta, que proibia a entrada justamente de seu público-alvo, e ainda assim se tornou um sucesso fenomenal. Assim como Pantera Negra mostrou que era possível para um elenco negro, Mulher-Maravilha cimentou as super-heroínas, Deadpool antes deles criava um subgênero dentro do cinema de super-heróis, mais adulto, lascivo e subversivo. Logan (2017) seguiu e a continuação Deadpool 2 (2018) também. O próximo da lista é Jovens Mutantes (2019). Com 83% de aprovação da imprensa, o filme de baixo orçamento se tornou o sexto mais rentável nos EUA em 2016 e o nono mundialmente. Impressionante para um personagem desconhecido e proibido. E que venham novas produções no estilo.

 

Pantera Negra (2018)

Tudo bem que só de ser um filme da Marvel, a garantia de sucesso é certa. O lance aqui é que ninguém esperava, nem em seus sonhos mais felizes, o tamanho de tal sucesso. O primeiro super-herói negro em grande escala do cinema trazia uma carga social muito importante, dirigido por um cineasta negro e com um elenco majoritariamente negro. O personagem já havia causado boa impressão em seu debute na aventura Capitão América: Guerra Civil (2016), mas ter um filme solo era algo diferente.

Com o lançamento, veio o burburinho. A Marvel havia acertado novamente. Mas algo inédito acontecia, até mesmo para os padrões da casa – que precisou reconhecer o fenômeno. Pantera Negra se tornava um marco social, transcendendo Hollywood ou até mesmo uma produção cinematográfica. O filme se tornou a produção mais rentável do ano nos EUA e a segunda ao redor do mundo – ficando atrás somente de outro fenômeno, este esperado: Vingadores: Guerra Infinita.

Com a crítica não foi diferente e Pantera Negra marca 97% de aprovação, quase a nota máxima. O maior legado da superprodução, no entanto, foi mostrar que filmes deste porte protagonizados e comandados por negros funcionam. E funcionam muito bem. Sinal de bem-vindos novos tempos e de que Hollywood pode mudar sossegada, sem precisar se preocupar com o lucro.

It: A Coisa (2017)

Pensa que a Warner só acerta em produção de terror quando se fala da franquia Invocação do Mal? Pois pense de novo. Indo contra todas as expectativas e descrenças, o diretor Andy Muschietti, apadrinhado de Guillermo del Toro, já havia ensaiado no gênero, com Mama (2013) – filme que ficou entre erros e acertos. It, no entanto, era muito mais ambicioso, quase um épico dividido em duas partes e, por isso mesmo, uma aposta arriscada.

Junte a isso o fato de que as obras de Stephen King na maioria das vezes não rendem filmes… bem, por assim dizer, muito bons – cof cof A Torre Negra cof cof. Além disso, It já havia sido transposto ao audiovisual, na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios, que chegou por aqui como um filme longo nas locadoras. Apesar daquele filme portar uma participação icônica de Tim Curry como o irreverente palhaço Pennywise, basta uma segunda visita atualmente para perceber que nos apegávamos puramente a um valor nostálgico e que a obra não é lá muito boa.

O novo It funcionou e muito bem. A começar pelo título em português, A Coisa no lugar do esquisito Uma Obra-Prima do Medo. O elenco infantil é um deleite, destaque para a carismática Sophia Lillis, a única mulher do grupo. E quanto ao palhaço, numa síndrome de Coringa – Jack Nicholson contra Heath Ledger -, Bill Skarsgard mostra que nem sempre o clássico é melhor, num desempenho simplesmente impressionante. O filme é nostálgico, horripilante, mas também poético. Melhor que tudo isso, apresentou para uma nova gama de jovens fãs, a mitologia de Stephen King criada da forma ideal. It marca 85% de aprovação da imprensa e se tornou um dos filmes de terror mais rentáveis da história, a sétima maior bilheteira de 2017 nos EUA e a décima terceira no mundo. Alguém mais não consegue esperar pela parte dois, com Jessica Chastain e James McAvoy?

Guardiões da Galáxia (2014)

Mais uma vez, seguindo os passos de Pantera Negra, Mulher-Maravilha e Deapool, temos outro filme de super-heróis de quadrinho quebrando paradigmas na lista. Guardiões da Galáxia, no entanto, veio antes de todos esses e quebrou sua barreira antes. E qual foi a barreira desta vez, você pergunta. Bem, não foi a racial, de gênero ou a de censura alta. A barreira que a superprodução quebrou foi a de elevar personagens do time C ao primeiro escalão no patamar.

Tudo bem, você pode até dizer que a Marvel já havia conseguido tal feito com personagens como Homem de Ferro e Thor, que antes de seus respectivos filmes não eram heróis favoritos de ninguém. Mas estes são os que podemos chamar de personagens do time B, conhecidos ao menos nos círculos de aficionados. Com Guardiões, nem mesmo os amantes de quadrinhos sabiam bem do que se tratava.

Bastou um cineasta empenhado, do nível de James Gunn, para pouco tempo depois da estreia todos estarem apaixonados pelos personagens. Hoje em dia, Gamora, Rocket e Groot são itens indispensáveis em qualquer convenção de super-heróis. O filme não foi apenas sucesso, foi um fenômeno. E mostrou que com esforço e qualidade, qualquer personagem pode se tornar uma estrela e qualquer história pode cativar, se tornando icônica. Com 91% de aprovação da imprensa, o filme foi a terceira maior bilheteria de seu respectivo ano, tanto nos EUA quanto ao redor do mundo. O segundo, Vol. 2, seguiu a mesma linha. Mas a polêmica em torno do criador Gunn deixa uma nuvem de incerteza quanto ao terceiro filme.

Corra! (2017)

Ninguém tinha ouvido falar de Corra! até seu lançamento. O filme era vendido como um thriller racial. Confesso que não soube muito bem o que pensar ao assistir pela primeira vez a prévia. Sem entender o tom planejado, pensei estar vendo algo de péssimo gosto, que navegava por águas perigosas. E aí vieram as primeiras críticas, extremamente favoráveis. Mas até aí… quantos filmes já receberam aval da imprensa e morreram na praia. Junto às críticas, o falatório do público, um boca a boca garantindo o sucesso de bilheteira.

Pouquíssimo tempo após Fragmentado ter deixado a liderança das bilheterias americanas (duas semanas para ser mais preciso), outra obra de terror com muito a dizer se posicionava em primeiro. Corra! deu trabalho e fez frente à superproduções com Logan e Kong: Ilha da Caveira. Podemos, inclusive, dizer que o filme deu o pontapé para o fenômeno cultural e social alcançado por Pantera Negra. Afinal, a obra, por mais questões que levante, ainda é emoldurada no contexto do entretenimento.

Corra! fez mais e subiu até o Oscar. Quem imaginaria. Indicado para melhor filme. São os sinais dos novos tempos. Elogios da imprensa – com 99% de aprovação – e uma bilheteria impressionante para um filme tão pequeno – o que se traduz na aceitação plena do filme – é a receita que a Academia tem prestado atenção. Filmes como Corra! mostram que ideias podem valer mais do que astros e efeitos.E isso precisa ser valorizado. No comando, Jordan Peele, mais acostumado a atuações cômicas. Quem não quer ver o próximo trabalho do sujeito?

Um Lugar Silencioso (2018)

E que excelente época para os filmes de terror. O ano de 2017 foi excepcional, com obras como Fragmentado, Corra! e It: A Coisa. Todos querem ser os próximos. Alguns conseguem. É o caso com Um Lugar Silencioso, fenômeno do terror em 2018, enaltecido pela crítica, com 95% de aprovação.

Assim como Corra!, o filme traz um diretor inusitado no comando da produção. O ator John Krasinski é mais conhecido por sua participação numa série cômica, no entanto, deu o próximo passo ao confeccionar uma obra totalmente fora de sua zona de conforto. Para isso, escalou a parceira da vida real Emily Blunt e juntos criaram um clássico moderno. Muito semelhante a um episódio de Além da Imaginação, Um Lugar Silencioso nos apresenta uma realidade na qual qualquer barulho pode se tornar mortal.

O grande elemento do filme é o silêncio. Ele é primordial para uma sessão da obra. Além disso, Um Lugar Silencioso foi quase inteiramente confeccionado na linguagem de sinais, o que o transforma, na maior parte da projeção, em um terror mudo. O nível de tensão é alto. O longa é o mais rentável do ano dentro de seu gênero e está pronto para ganhar uma continuação. Mas será que precisava mesmo?

Saiba Quais Personagens dos Filmes ‘Karatê Kid’ já apareceram na Série ‘Cobra Kai

Para você que esteve debaixo de uma rocha nos últimos cinco anos e ainda não sabe, Cobra Kai é a continuação dos filmes Karatê Kid da década de 1980. Agora em versão série de TV. A ideia nasceu de uma teoria criada por fãs que dizia que Daniel ‘San’ LaRusso era quem praticava bullying em Johnny Lawrence, seu rival, por ter chegado na cidade e “roubado” a namorada do sujeito. Por mais absurda que possa parecer a proposta, a brincadeira é válida e viralizou, crescendo até se transformar nessa série. A primeira temporada foi ao ar no Youtube Red – que seria a plataforma de streaming do Youtube. Como a plataforma não vingou, a Netflix aproveitou a ideia e a partir da segunda temporada começou a produzir e distribuir o programa.

Contando com as voltas de William Zabka como Johnny e Ralph Macchio como Daniel agora na meia idade, a trama parte de onde os anos 1980 deixaram esses personagens. Bem, a ideia era voltar para o original, mas como a série fez sucesso, começaram a ser levadas em conta a cada nova temporada também as continuações de Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984), em especial as duas sequências imediatas: Karatê Kid 2 – A Hora da Verdade Continua (1986) e Karatê Kid 3 – O Desafio Final (1989). A maior ausência sentida continua sendo a do eterno Sr. Miyagi, Pat Morita, falecido em 2005. Sua presença, no entanto, é sentida por toda a série desde a primeira temporada – sempre sendo citado por Daniel e outros personagens.

Para entrar no clima desse sucesso absoluto – que caso você ainda não tenha visto está mais do que na hora de conferir – e se preparar para as vindouras temporadas, iremos linkar nesta nova matéria a série com os filmes antigos de Karatê Kid através dos personagens dos anos 80 que já deram as caras no programa, para que você não fique perdido, ou simplesmente queira relembrar quem é quem. Confira abaixo e não esqueça de deixar seu comentário.

John Kreese

E se Terry Silver foi a grande surpresa da estreia da quarta temporada, a série já havia aprontado uma parecida antes na transição da primeira temporada para a segunda. Quando Cobra Kai estreou, o programa tratava do embate entre Johnny e Daniel – foco ainda em voga na série. Mas se não podia trazer o equilíbrio pela ausência do ator Pat Morita, o caminho inverso não podia faltar com o convite feito para o grande vilão do filme original retornar. Assim, John Kreese adentrava o tatame novamente nas formas de Martin Kove. O personagem era o mestre de Johnny, e o dono da escola de karatê Cobra Kai. Era ele que ensinava a atacar primeiro e criou uma série de valentões saídos de sua escola – em especial Johnny, que adoravam implicar com os mais fracos. Como dizia o sábio Sr. Miyagi: “não existe aluno ruim, existe professor ruim”. E como sempre estava certíssimo.

 

Terry Silver

A mais nova adição ao elenco da série Cobra Kai acaba de estrear na quarta temporada. O veterano Thomas Ian Griffith marca seu retorno como o vilanesco Terry Silver. Ao contrário dos demais personagens, Griffith é o primeiro ator a retornar do terceiro longa da franquia. Terry Silver foi introduzido na terceira parte das aventuras de Daniel e Miyagi nas telonas – o filme que recebeu menos apreciação e avaliações positivas dos críticos da chamada “trilogia”. Os fãs, por outro lado, gostavam de sua aura “trash” e o guardam com enorme nostalgia – enaltecendo seu valor de diversão. Assim, os fãs de Cobra Kai clamaram e na quarta temporada, Terry Silver está de volta, portando cabelos grisalhos agora.

O interessante é que o próprio Griffith não achava que seria chamado de volta, talvez pensando que os realizadores descartariam o terceiro e exagerado episódio da franquia como cânone. Mas Cobra Kai é sinônimo de diversão e entretenimento, valor de nostalgia. Assim, é claro que o terceiro filme está incluído – só é preciso humaniza-lo um pouco. Até o próprio Terry, agora mais velho, faz piada de seu comportamento (e a atuação exagerada e caricata do ator no terceiro longa) culpando o abuso de cocaína por seu tom canastrão no filme. Agora Silver está mais moderado, equilibrado e deseja trazer de volta o verdadeiro espírito do karatê.

Ali Mills

Quando Cobra Kai estreou sua segunda temporada e trouxe de volta um dos elementos chave do filme original, ou seja, Martin Kove novamente na pele de John Kreese, começaram as especulações e o alvoroço em torno da possibilidade de se ter de volta a “garota” símbolo da franquia. E não, não estou falando de Hilary Swank. Brincadeiras à parte, a atriz Elisabeth Shue é a protagonista feminina do primeiro filme, e podemos dizer que é o motivo de toda a trama girar. Afinal, se não fosse ela para ficar entre Johnny e Daniel, os dois provavelmente não teriam se conhecido, não teriam brigado e não teríamos filme. Assim, muito obrigado Elisabeth Shue (vulgo Ali), por virar a cabeça dos meninos nos anos 80 e nos dar esse clássico inesquecível.

Zabka, Macchio e Kove ficaram imortalizados pelo filme original, mas suas carreiras atualmente não estavam, por assim dizer, de vento em popa. Desta forma, é claro que aceitariam voltar aos holofotes. Mas será que conseguiriam aliciar a indicada ao Oscar Elisabeth Shue? E a resposta foi: sim! Mostrando ser uma grande esportista e levar tudo na boa em nome dos fãs, Elisabeth Shue tem se mostrado uma atriz legal e descolada nos últimos anos, tendo participado inclusive da série de heróis subversivos da Amazon, The Boys. E talvez tenha sido essa série – além do sucesso de Cobra Kai, é claro, que a fez aceitar o convite para retornar como Ali e ficar de novo no meio dos protagonistas. Desta vez, porém, demonstrando um pouco de maturidade (ou quase), o coração dos rapazes já estava ocupado.

Lucille LaRusso

Essa é outra personagem responsável por termos um Karatê Kid para começo de conversa. Lucille LaRusso é a mãe de Daniel San. É ela quem tira o rapaz de sua cidade em Nova Jérsei e se muda com ele para a Califórnia, terra dos ricos, famosos e esnobes. O problema é que Daniel e sua mãe não são ricos e vão morar num conjunto habitacional. O garoto fica contrariado e logo começa a sofrer bullying. Lucille na verdade busca uma vida melhor para si e para seu filho. Sempre solícita, ela é a típica mãe da década de 80. Vivida pela atriz Randee Heller, Lucille apareceu no primeiro e terceiro filmes da franquia. Em Cobra Kai ela debutou ao lado de Macchio e Zabka na primeira temporada em 2018, voltando ao papel da matriarca. Depois retornaria em mais um episódio da segunda temporada, e agora aparece no oitavo episódio da quarta temporada – tendo ficado de fora da terceira. Lucille pode muito bem voltar em novas temporadas, e seria interessante ver um episódio dedicado a ela.

 

Kumiko e Chozen

A terceira temporada é a que ganha medalha de ouro em termos de participações de figuras conhecidas da franquia. A maior de todas, é claro, sendo o retorno de Elisabeth Shue como Ali – citado acima. Mas foi na terceira temporada também que começaram a aparecer personagens para além do filme original, o que demonstrou pela primeira vez que os realizadores do programa estavam dispostos a estender a mitologia da série, deixando claro que as continuações também são cânone. À altura da terceira temporada, ao menos o segundo filme. Agora sabemos que o terceiro também e que tudo vale. A continuação direta de Karatê Kid, lançada dois anos depois, levou o Sr. Miyagi ao passado, em viagem ao Japão para visitar seus parentes e amigos de juventude. É claro que não seria um filme de Karatê Kid se Daniel não se juntasse a ele. Assim, de um filme juvenil sobre bullying no colégio, a franquia ganhava ares de “James Bond”, com direito a viagens e tramas internacionais.

A verdade é que o Sr. Miyagi de Pat Morita se tornou um personagem tão querido e popular que entraria para sempre no imaginário dos fãs como um dos melhores mestres do cinema. Como prova disso está a indicação ao Oscar que o ator recebeu no papel. Assim, os realizadores resolveram apostar um pouco mais na história de origem do mestre e tratar o segundo filme como “um filme de Miyagi”. Daniel também tem sua cota de “entretenimento” e no Japão, em Okinawa (onde a trama se desenrola), se apaixona por uma nova moça, a japonesa Kumiko, e enfurece um novo rapaz, Chozen. Aqui, o mote era que a luta valia não mais um troféu num campeonato, mas sim sua vida – aumentando bastante os riscos. Kumiko e Chozen dão as caras, agora bem mais velhos (mas ainda nas formas de Tamlyn Tomita e Yuji Okumoto), em episódios da terceira temporada. E como sempre em Cobra Kai, terminam por quebrar expectativas de forma positiva.

Tommy, Bobby e Jimmy

Fechando as participações de Cobra Kai (até o momento), retornamos para o primeiro filme. Quando adolescente, Johnny Lawrence era o típico “playboy brigão babaca”. E quando se tem um tipo assim, pode acreditar que em volta sempre tem a famosa “turminha de iguais”. A turminha de Johnny que incentivava seu comportamento era formada por Tommy, Bobby e Jimmy. Todos, é claro, alunos do Cobra Kai e valentões por si só. Adoravam maltratar o pobre Daniel. A série, por outro lado, fala sobre amadurecimento, dentre outros tópicos. Assim, é muito legal ver tais figuras caricatas, agora na meia idade, precisando lidar com outro tipo de problema, encarnando outro tipo de vida. E para esse episódio emotivo foram trazidos de volta os mesmos atores. Ron Thomas (Bobby), Tony O’Dell (Jimmy) e Rob Garrison (Tommy). Bobby virou pastor, e Tommy se viu vítima do câncer, como doente terminal. O curioso é que o ator Rob Garrison tinha câncer na vida real e gravou o episódio enquanto combatia a doença. No episódio, o personagem morre após a última aventura. Na vida real, Garrison faleceu um tempinho depois, em setembro de 2019 – fazendo tudo mais real e emotivo.

‘Pantera Negra 2’ será o filme mais LONGO da Fase 4 do MCU; Confira a duração!

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ é o próximo filme da Marvel Studios e está definido como o título mais longo da Fase 4 do MCU, até agora.

De acordo com o Comic Book, uma listagem disponível no site dos cinemas Cineplex diz que a sequência dirigida por Ryan Coogler tem 2h 41 minutos.

Além disso, caso a duração seja essa mesmo, ‘Pantera Negra 2′ será o filme mais longo do Universo Cinematográfico da Marvel fora da franquia ‘Vingadores’.

Atualmente, o título mais longo entre os filmes ‘solo’ é ‘Eternos‘ (Chloé Zhao), com 2h 36 minutos, cinco minutos a menos do que o tempo de execução de ‘Wakanda para Sempre’.

Embora esse tempo de duração ainda não tenha sido confirmado pelos representantes da Marvel ou da Disney (pois os ingressos ainda não foram colocados à venda), é algo que faz sentido, considerando a abordagem que a continuação terá em torno da ausência de Chadwick Boseman.

Recentemente, Letitia Wright afirmou que o filme é dedicado à memória e ao legado de do astro, que morreu em agosto de 2020 após uma batalha contra o câncer.

Em entrevista ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, ela garantiu que cada cena foi feita a fim de deixar Boseman orgulhoso, caso estivesse vivo.

“Sinto que, para mim, é uma bela contribuição para o legado de Chadwick. Sinto que é uma carta de amor para ele. Eu sei que todos os dias que fui ao set, concentrei minha energia em cada cena para dedicar a ele. Eu queria dedicar excelência a este filme para que ele possa se orgulhar”, ela disse.

Lembrando que ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega aos cinemas em 10 de novembro

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Lupita Nyong’o, Angela Bassett, Tenoch Huerta, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Rachel Brosnahan responde aos rumores de que será Sue Storm no reboot de ‘Quarteto Fantástico’

Desde 2020, a aclamada e premiada atriz Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) tem sido uma das candidatas favoritas por parte do público para interpretar Sue Storm/Mulher Invisível no reboot de Quarteto Fantástico, da Marvel Studios.

Recentemente, uma possível lista de candidatas para viver a personagem ganhou a internet, trazendo, além de Brosnahan, nomes como Lily JamesAmanda SeyfriedPhillipa SooSaoirse Ronan, Vanessa KirbyJodie Comer.

Acerca dos rumores, Brosnahan conversou com a ET e respondeu:

“Não fiquei sabendo de nada, infelizmente, mas estou aqui, é nossa última temporada [de ‘Sra. Maisel’]. Ficarei disponível em breve”.

Quando questionada se ela gostaria de fazer parte do filme, ela disse: “absolutamente! Isso seria incrível”.

Lembrando que a nova versão do Quarteto Fantástico, agora integrada ao MCU, será escrita pela dupla de roteiristas Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois escritores tem experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Kaplan e Springer se juntam ao cineasta Matt Shakman, diretor que já havia se consagrado em ‘WandaVision‘ e que agora comandará o longa inédito. O diretor também estará envolvido no processo de escrita do roteiro.

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank). Além da fraca recepção pelos especialistas, o projeto custou US$ 120 milhões e arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

A próxima versão chegará aos cinemas em 8 de novembro de 2024.

‘Adão Negro’: Comercial traz novo vislumbre de Sabbac e luta contra a Sociedade da Justiça; Assista!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidades da DC divulgou um novo comercial de TV de ‘Adão Negro‘, a aguardada adaptação estrelada por Dwayne Johnson.

A prévia traz alguns segundos de cenas inéditas, com novos vilumbres do vilão Sabbac (Marwan Kenzari) e das lutas entre o protagonista e os membros da Sociedade da Justiça.

Confira:

De acordo com o Box Office Pro, ‘Adão Negro‘ deve arrecadar entre US$ 55 – 70 milhões no primeiro fim de semana de estreia nos EUA e no Canadá.

O portal menciona que um dos pontos positivos é que há uma grande expectativa para a estreia de Johnson nas adaptações de quadrinhos de super-heróis.

O valor é similar a abertura de ‘Aquaman’, que ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Além disso, o próprio astro vem fazendo um ótimo trabalho de divulgação através de sua ampla base de fãs nas redes sociais.

Por outro lado, o ponto negativo é que as reações aos trailers de ‘Adão Negro foram inconsistentes ao longo do ano, com números de visualizações abaixo do esperado para um filme dessa magnitude.

O primeiro trailer do longa teve apenas 8 milhões de visualizações após 24 horas (via Reddit), enquanto o trailer de ‘Batman‘ alcançou 31 milhões de views no mesmo período (via Film Updates).

Além disso, ‘Adão Negro‘ irá enfrentar a concorrência de ‘Ingresso para o Paraíso‘.

Apesar de já ter sido lançada, a comédia romântica ainda deve permanecer em cartaz semanas após a chegada de ‘Adão Negro‘, e os protagonistas George Clooney e Julia Roberts estão sendo bastante atrativos até o momento.

Por fim, ‘Adão Negro‘ deve encerrar a corrida no mercado interno com uma bilheteria em torno de US$ 135 – 175 milhões.

Lembrando que o filme será lançado no dia 20 de outubro nos cinemas.

Você está na expectativa?

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘Eu Nunca…’: Elenco se prepara para retornar no teaser da 4ª e ÚLTIMA temporada; Confira!

A quarta e última temporada de ‘Eu Nunca…’ chegará em breve à Netflix, e a plataforma de streaming divulgou m novo teaser da atração.

Na prévia, Maitreyi Ramakrishnan, Jaren Lewison e Darren Barnet provocam a quarta temporada, bem como a chegada de Ethan, o novo galã da Sherman Oaks High, que será interpretado por Michael Cimino (‘Love, Victor’).

Confira:

Lembrando que as três primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

‘Pantera Negra 2’: Intérprete de Namor confirma que o personagem é um mutante no MCU

Namor, o Príncipe Submarino fará sua estreia live-action em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre, sendo interpretado por Tenoch Huerta (‘Narcos: Mexico’).

Assim como nos quadrinhos, o personagem será retratado no longa como um mutante.

A confirmação veio do próprio Huerta durante uma entrevista para a Empire Magazine.

Ao longo da conversa, o astro também deu alguns detalhes sobre a motivação por trás da guerra entre Wakanda e Talocan, o reino submerso inspirado em Atlântida.

“Quando T’Challa revela Wakanda ao mundo, bem, essa decisão coloca Talocan em perigo. Os habitantes de Talocan ficam assustados, e é dever de seu governante agir para proteger seu povo.”

O diretor Ryan Coogler também participou da entrevista e afirmou que Namor será um vilão à altura do Pantera Negra.

“O contraste entre T’Challa e Namor nos quadrinhos é algo que trazemos para a tela – a rivalidade entre os personagens e suas nações é algo que simplesmente salta da página. Posso dizer que Namor é um antagonista dos sonhos.”

Lembrando que ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega aos cinemas em 10 de novembro

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Letitia Wright, Agela Bassett, Lupita Nyong’o, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Já faz algum tempo que filmes de terror vem apostando fichas em um escopo diferente do que estávamos acostumados: em vez de mergulharem nas conhecidas tramas sobre possessões demoníacas, criaturas infernais e serial killers, uma onda de produções focando essencialmente na psique humana vem tomando conta do cenário mainstream hollywoodiano – cujo enfoque é a multiplicidade temática do trauma e de suas consequências. Ainda em 2002, tivemos o ótimo remake em língua inglesa e ‘O Chamado’, uma narrativa que utiliza experiências traumáticas como mote; mais recentemente, o subestimado ‘Quando as Luzes se Apagam’ aliou esse mesmo enredo à depressão e construiu uma potente história que merecia mais reconhecimento do que tem.

Em 2022, está na hora de retornar a esse escopo com o ambicioso Sorria. Baseado no elogiado e premiado curta-metragem ‘Laura Hasn’t Slept’, que ganhou atenção da mídia e do público ao estrear no Festival South by Southwest em 2020, a trama gira em torno de uma psiquiatra chamada Rose Cotter (Sosie Bacon), que negligencia a si mesma para ajudar aos outros. Rose passou por um evento extremamente traumático quando mais jovem, encontrando a mãe morte após uma overdose, e, ainda que carregue as marcas de um passado sombrio, tenta fazer o máximo para auxiliar aqueles que mais precisam; entretanto, as coisas mudam quando uma jovem chamada Laura Weaver (Caitlin Stasey) aparece em seu consultório e alega estar sendo perseguida por uma força demoníaca que se disfarça com uma máscara terrível e que prenuncia sua morte.

É claro que, seguindo o “manual” do gênero, Rose não acredita que uma entidade sobrenatural a esteja caçando, mas sabe que Laura acredita e não consegue escapar de alguma coisa intangível que deseja machucá-la. Mas as coisas não saem como o planejado e quando Laura corta a própria garganta, Rose é arremessada de volta a tudo aquilo contra o que lutava, sendo engolfada em um vórtice de trauma que passa a alimentar seus sonhos e a reiterar que o mundo é um lugar muito mais complexo do que parece. E, em se tratando de um longa-metragem de terror, é aí que as coisas complicam e Rose se torna alvo da mesma força que acossava a ex-paciente.

O maior mérito da produção é, sem sombra de dúvida, a assombrosa atmosfera arquitetada pelo diretor Parker Finn. Responsável pelo curta original, Finn toma as rédeas criativas ao também ficar a encargo do roteiro, tendo liberdade o suficiente para trabalhar como quer e destrinchar uma breve narrativa em uma espécie de análise antropológica que nos deixa à beira de um ataque de nervos quase o tempo inteiro. Os elementos estéticos são arquitetados com maestria invejável que prestam homenagem a mestres do horror: temos a brincadeira entre supressão e dilatação de tempo com planos-sequência à la James Wan; o jogo de luz e sombra que nos remete, em certa instância, aos clássicos de Alfred Hitchcock; e uma exaltação hiperbólica da angústia e da total falta de prospecto que pega elementos emprestados de Dario Argento e Mike Flanagan.

Bacon faz um ótimo trabalho como a protagonista, utilizando um drama e um pavor necessários para fornecer a profundidade necessária à personagem – ainda que isso não seja tão imprescindível, considerando as mensagens que o filme fornece. A atriz investe esforços notáveis para não apenas transformá-la em mais uma persona de uma obra qualquer, mas alguém que está em constante alerta sobre como se comporta perto dos outros, culpando-se pela morte da mãe e pelo desgastado relacionamento de que nutre com a irmã, o cunhado e o próprio noivo. Ora, ela inclusive se sente traída pela terapeuta que a atendia, Madeline (Robin Weigert), como se fosse um receptáculo de toxicidade que reafirma, de certa maneira, ter sido “escolhida” pela entidade maligna.

É muito claro perceber como Finn conhece o material que se estende à sua frente e, na maior parte, demonstra como não quer reinventar a roda. Temos a impressão da forma como enxerga o mundo e as forças que se escondem do olho humano, mas temos também uma mistura de convencionalismos e unicidades que são bastante aprazíveis, apesar de não funcionarem por completo. Algumas das sequências que clamariam por um jump scare são retorcidas e remodeladas em uma durabilidade sinestésica da qual não há escapatória (e aqui faço menção à ótima cena em que Rose está sozinha em casa e fala ao telefone, ou à cena em que Rose presencia o psicótico ataque de Laura); em contraposição, há sequências que poderiam ser melhor trabalhadas, visto que parecem construídas às pressas e entram em desacordo com o que Finn quer entregar.

Sosie Bacon stars in Paramount Pictures Presents in Association with Paramount Players A Temple Hill Production “SMILE.”

O escopo da obra é aprazível, mas não podemos deixar de mencionar a abrupta e bizarra conclusão que não condiz com a mitologia arquitetada até então; como percebemos, o cineasta aposta em um pessimismo cênico e uma compreensão cruel de que é impossível fugir do trauma (um deliberado discurso que condiz com a estrutura do filme, mas que pode causar certo desconforto em alguns espectadores), mas tanto os risíveis efeitos especiais quanto os diálogos truncados impedem que a resolução seja aproveita ao máximo.

Sorria é um surpreendente terror psicológico que vale mais a pena pela jornada do que pelo destino. Finn faz uma aplaudível estreia no circuito dos longas-metragens e consegue reunir talentos excepcionais para uma interessante e ambiciosa aventura que, mesmo não sendo perfeita, é uma ótima pedida para um final de semana.

‘A Casa do Dragão’: Co-showrunner quebra o silêncio após saída de Miguel Sapochnik

Logo após a estreia de grande sucesso de ‘A Casa do Dragão‘, a HBO renovou a derivada de ‘Game of Thrones‘ para uma 2ª temporada.

No entanto, o co-showrunner Miguel Sapochnik anunciou que não irá assumir a função nos vindouros episódios, deixando Ryan Condal o único showrunner da série.

Antes da estreia de ‘A Casa do Dragão’, Sapochnik já havia trabalhado como diretor de ‘Game of Thrones, então os fãs estavam bastante entusiasmados com seu envolvimento na pré-sequência.

Com sua saída, os fãs estão preocupados com o futuro da série, e até Condal admitiu que está sentindo um pouco de pressão.

Mesmo assim, ele disse à Variety que está orgulhoso de ter tido a oportunidade de trabalhar com o colega e que está feliz pelo que construíram.

“Tivemos uma conversa no verão – logo quando a série estreou. Eu sabia que essa decisão era algo com o qual ele estava lutando. Ele não tem mais nada para provar em Westeros. Ele já fez tudo o que podia neste universo, abordando bem e mal, luz e escuridão, fantasia e não fantasia, dragão e não dragão. Ele já mostrou o que tinha para mostrar e eu sabia que sempre havia a possibilidade de ele estar conosco em apenas uma temporada.”

Ele continuou:

“O essencial era dar o ponto de partida, colocar essa coisa de pé se orgulhar de ter uma mão na criação uma história derivada de ‘Game of Thrones‘. Eu já entrei sabendo que talvez ele não faria parte da cavalaria no futuro, mas é um pouco assustador, essa pressão de carregar o legado sozinho. Bom, estou muito orgulhoso do trabalho que fizemos e muito animado para ver o que o futuro nos reserva.”

Vale lembrar que Sapochnik ainda pode retornar como diretor em futuras temporadas.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 02 de outubro.

Confira o trailer:

A série é baseada no romance ‘Fogo & Sangue‘, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

A trama se passa 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones’, e 172 anos antes do nascimento de Daenerys Targaryen, focando nos conflitos e na queda da Casa Targaryen.

O elenco conta com Paddy Considine, Matt Smith, Emma D’Arcy, Milly Alcock, Olivia Cooke, Emily Carey, Rhys Ifans, Steve Toussaint, Eve Best, Sonoya Mizuno, Fabien Frankel e Graham McTavish.

Artigo | ‘Jovens Bruxas’ é um imperdível clássico cult de Halloween

A década de 1990 ganhou notoriedade na indústria cinematográfica por uma razão em específico: tornou-se o momento de imensa prosperidade para as comédias românticas, além de abrir portas para lançar a carreira de diversos nomes hoje muito conhecidos – Hugh Grant, Julia Roberts, Meg Ryan, entre outros. Porém, é um fato dizer que o fim do século passado também cultivou um fértil terreno para um suis-generis que teria mais força alguns anos depois, e que trouxe como principal elemento protagonista as medonhas e mágicas criaturas intituladas bruxas. Desde A Convenção das Bruxas’ até Abracadabra’, esses seres foram resgatados de uma remota mitologia foram abraçados pela indústria, mesmo cedendo a estereótipos como caracterizações exageradas, frases feitas e “o bem vencendo o mal”.

Em 1996, Jovens Bruxas também aproveitou o hype das rom-coms adolescentes para nos entregar a uma narrativa nova, original e recheada de drama, suspense e mistério – e, de quebrar, também nos introduzir a um delicioso híbrido que buscou o melhor dos dois mundos. Claro que, assistindo nos dias de hoje, o filme pode ter envelhecido um pouco, mas de qualquer forma foi encarado de modo muito simplório e subestimado à época de lançamento: afinal, o que uma história envolvendo quatro adolescentes que se entregam às peripécias da magia poderia acrescentar ao saturado cosmos do entretenimento? Bom, a resposta é mais surpreendente do que podemos imaginar e, no final das contas, a obra de Andrew Fleming é aprazível e chocante na medida certa.

A jovem Sarah Bailey (Robin Tunney) se muda de São Francisco para Los Angeles para virar a página de um novo capítulo em sua vida com o pai e a madrasta. Ela, então, conhece um grupo de meninas “fora do comum”, por assim dizer, que são vistas como “as vadias de Eastwick” – a primeira explícita referência que o diretor traz para o longa-metragem. Claro que, levando em conta o momento em que o panteão em questão foi construído, era natural que nossas personagens bruxas seriam as marginalizadas do complexo e brutal microcosmo do colégio: a líder desse grupo, a conturbada Nancy (Fairuza Balk), sabe que não pode confiar em ninguém e logo no primeiro e apressado ato mostra-se como uma amiga em potencial.

Logo de cara, o ritmo e a própria edição construída pelo cineasta podem nos afastar de uma conexão imediata com a proposta que nos apresenta. De qualquer forma, esse início, por mais monótono e prático que seja, nos apresenta aos sofrimentos de cada protagonista: Sarah e Nancy são unidas por terem sido enganadas pelo galã da escola, Chris (Skeet Ulrich); Bonnie (Neve Campbell) sofre com cicatrizes de um trágico incêndio que a impedem de se sentir bonita e a obrigam a cobrir cada centímetro do corpo para não aguentar mais piadinhas; e Rochelle (Rachel True) é alvo de comentários racistas das Queen Bees da escola, além de ter um traumático passado que tirou a vida de sua família.

Eventualmente, as quatro se unem para louvar a uma poderosa entidade conhecida como Manon, senhor da natureza e de todas as coisas do universo – cuja construção também nos indica um respaldo da secular cultura céltica. A partir daí, elas adquirem poderes extraordinários que mudam totalmente suas vidas, além de levá-las por um obscuro caminho que atinge todos que entram em contato com ela. Chris se torna apaixonado por Sarah, Rochelle se vinga das meninas que a diminuíram por toda a sua vida, a Bonnie se livra de suas queimaduras e sente-se, pela primeira vez em ano, como uma garota normal. Os problemas começam quando Nancy resolve atacar e acaba ocasionando a morte de um de seus colegas.

O nome de Fleming pode não soar muito familiar, mas ele é responsável por uma das mais controversas séries dos últimos anos, Insatiable’, protagonizada por Debby Ryan. É claro que, apesar de seu inexplicável erro para a televisão contemporânea, Jovens Bruxas é um de seus ápices pela mistura on point mencionada alguns parágrafos acima e, seguindo os passos de uma fórmula bem-vinda, constrói dois blocos bastante distintos. As concepções maniqueístas de bem e errado são descontruídas para um bem maior e em prol de dar uma continuidade arrepiante para a trama, principalmente quando Nancy resolve acabar com Sarah e tirá-la do clã que fundaram à força – ou seja, através da morte. As sequências de luta inclusive buscam referências clássicas e jogos cênicos que emulam Alfred Hitchcock dentro de algumas limitações, é claro.

Entretanto, não é possível deixar passar batido o estranho primeiro ato, cuja contiguidade é posta em xeque e, no geral, mostra-se artificial, seja em termos mais técnicos, seja nas performances do elenco. É interessante analisar, porém, como o filme melhora e reinventa a si mesmo conforme se aproxima dos catárticos ápices e de uma resolução incrivelmente inesperada, mais angustiante do que poderíamos imaginar. Os momentâneos erros são varridos para debaixo do tapete em prol de algo que se conecte mais com os espectadores e com os fãs de um gênero cuja excepcional força estava nos primórdios modernos de exploração.

Jovens Bruxas é uma produção subestimada que ganhou um apreço inenarrável nos dias de hoje e ainda demonstra o poder que carrega de influenciar novas obras. Em meio a uma narrativa inspirada que encontra certos obstáculos no meio do caminho, o resultado final é satisfatório e de tirar o fôlego – das formas mais diversas possíveis.

‘The Last of Us’: Fãs estão ANIMADÍSSIMOS com a adaptação da HBO; Confira!

A HBO divulgou o novo teaser legendado da adaptação de ‘The Last of Us‘, série que chega no primeiro semestre de 2023, e os fãs ficaram muito animados para assistir à produção.

Nas redes sociais, os internautas compartilharam suas reações ao conferir o vídeo, rasgando elogios para a fidelidade do live-action ao jogo original.

Confira:

Pedro Pascal e Bella Ramsey estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘A League of Their Own’: Vídeo compila os melhores momentos de Lupe e Esti na série; Confira!

A League of Their Own, série reboot do clássico Uma Equipe Muito Especial, finalmente chegou ao Prime Video e já vem encantando o público ao redor do mundo.

Agora, o Prime Video divulgou um vídeo promocional da temporada de estreia, compilando os melhores momentos de Lupe (Roberta Colindrez) e Esti (Priscilla Delgado).

Confira:

No Rotten Tomatoes, o show conquistou 94% de aprovação, com nota 7.80/10 baseada em 54 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, a obra “coloca uma reviravolta em sua premissa, entregando uma expansão serializada que perigosamente tangencia o anacronismo, mas alcança sucesso graças a um elenco estelar e um campo cheio de possibilidades”.

Confira os principais comentários:

“A dramédia de oito episódios constrói um mundo diverso e tridimensional” – EW.

“Um remake vencedor, que atualiza o filme original de todas as maneiras certas” – RogerEbert.com.

“Várias cenas da nova série completamente me cativaram” – New York Magazine/Vulture.

“Ao final, você vai estar torcendo por todas elas” – TV Insider.

“Enquanto os personagens são familiares o suficiente para agradar aos fãs do original, eles são criações originais o suficiente para evitar pisar nos pés do filme” – TV Guide.

O elenco é formado por Abbi Jacobson, Chanté AdamsRoberta ColindrezGbemisola IkumeloKelly McCormackPriscilla DelgadoNick OffermanD’Arcy Carden, Dale Dickey, Alex Désert, Kendall Johnson, Aaron Jennings, Nat FaxonKevin Dunn, Don Fanelli, Nancy Lenehan, Marquise Vilsón e Marina Anderson.

Jacobson também entra como roteirista e produtora executiva.

Em entrevista ao Collider, Carden revelou que a produção será como uma reimaginação do filme original de 1992.

“Acredito realmente que ‘reimaginação’ seja um bom jeito de explicar [a série]. Não estão refazendo-a. Não são os mesmos personagens, mas é o mesmo mundo. São mulheres jogando beisebol nos anos 1940, enquanto os homens estão na guerra… Estamos mergulhando um pouco mais fundo nas narrativas e expandindo-as. Estou amando”, ela disse.

A série é baseada no longa-metragem dos anos 1990 que trouxe em seu elenco Geena DavisLori PettyRosie O’DonnellMadonnaTom Hanks. Dirigido por Penny Marshall, a obra girou em torno de duas irmãs que jogaram na liga feminina Rockford Peaches, dos Estados Unidos, durante a II Guerra Mundial.

O filme teve uma boa recepção pela crítica, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado mais de 132 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

A produção da Amazon irá começar com a formação da liga em questão em 1943 e mostrará as dificuldades do time em se manter ansiosos e vivos para os jogos.

‘Resident Alien’: 3ª temporada começa a ser rodada em breve, revela Alan Tudyk

Em julho deste ano, o SYFY havia confirmado a renovação da adorada série Resident Alien para uma terceira temporada. Agora, em entrevista ao Screen Rant, o astro Alan Tudyk trouxe boas novas para os fãs da produção.

Durante a conversa, ele revelou que é bem provável que o próximo ciclo comece a ser rodado em janeiro de 2023.

“Sim, ainda temos um tempinho”, ele contou. “Será em janeiro, mas está vindo aí. Justamente quando fica mais frio em Vancouver e a chuva vem forte. Mas será bom. Vancouver é um lugar lindo e eu amo, você se acostuma com a chuva de uma forma que jamais imaginou possível. Você para de perceber, isso é ótimo”.

Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.

Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.

O elenco ainda conta com Sara Tomko, Corey Reynolds, Alice Wetterlund e Levi Fiehler.

‘Sombra e Ossos’: Teaser apresenta os novos personagens da 2ª temporada; Confira!

Netflix divulgou mais um teaser oficial da 2ª temporada da elogiada e adorada série de fantasia Sombra e Ossos.

O vídeo apresenta os novos personagens que aparecerão no show: Tolya Yul-Bataar (Lewis Tan), Tamar Kir-Bataar (Anna Leong Brophy), Nikolai Lantsov (Patrick Gibson) e Wylan Hendriks (Jack Wolfe).

Confira:

Os próximos episódios chegam à plataforma de streaming em 2023, ainda sem dia confirmado.

A plataforma também promoveu três atores do ciclo original para um status regular: Danielle Galligan (Nina Zenik), Daisy Head (Genya Safin) e Calahan Skogman (Matthias).

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.