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Atriz revela que trabalhar com Tim Allen em série do Disney+ foi um PESADELO

A atriz Casey Wilson recentemente compartilhou que trabalhar com Tim Allen em um episódio de ‘Meu Papai (ainda) é Noel’ foi “verdadeiramente a pior experiência que já tive com um colega de elenco”.

A atriz fez essa revelação durante um episódio de seu podcast Bitch Sesh.

Wilson, mais conhecida por seu papel na série ‘Finais Felizes’, participou do episódio piloto da série, lançado em novembro de 2022. ‘Meu Papai (ainda) é Noel’, série que serve como sequência dos três filmes de Allen: ‘Meu Papai é Noel’ (1994),Meu Papai é Noel 2 (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3’ (2006).

Tim Allen foi tão desagradável. Foi verdadeiramente a pior experiência que já tive com um colega de elenco”, afirmou Wilson, observando que “enterrara essa” história até agora porque um produtor do programa é “um grande amigo” seu e porque seus filhos “amavam os filmes”.

“Então estou em uma cena. É só eu e Tim Allen, e eu devo jogar coisas nele”, lembrou Wilson. “Acho que ele é um ladrão. Ele está descendo pela chaminé, obviamente como o Papai Noel, e eu acordo pensando que há um invasor, basicamente como uma cena de invasão de residência. Então estou jogando coisas nele. [Ele] vai até o produtor, que está a quatro metros de mim, e ouço ele dizer, ‘Você precisa dizer a ela para parar de cortar minhas falas.’ O produtor vira para mim horrorizado e tem que caminhar um metro até mim e diz, ‘Hmm, o Tim pede para você parar de cortar as falas dele’.”

Wilson afirma que “todos estavam pisando em ovos” ao redor de Allen no set e que “as pessoas pareciam estar frenéticas”. Ela acrescentou: “Quando ele terminou, foi muito rude. Nunca fez contato visual, nunca disse nada. Foi muito desconfortável.”

“No fim, Tim Allen diz ‘Estou saindo!’, pega sua capa de Papai Noel, joga-a no chão e sai”, acrescentou Wilson. “E eles chamam o dublê dele; um homem adorável, que foi muito mais gentil de atuar. As pessoas correm para pegar seu casaco de Papai Noel de veludo. Ele é desagradável. E isso é o melhor… Não direi quem disse isso. Foi alguém que eu não conheço, talvez da equipe. [Ele ou ela] passa por mim e diz, ‘Você está o vendo em um bom dia’.”

Assista nossa entrevista com o Tim Allen:

‘Meu Papai (ainda) é Noel’ foi criado por Jack Burditt. Allen protagoniza a série ao lado de Elizabeth Mitchell e também atua como produtor executivo.

‘Meu Papai (ainda) é Noel’ esta disponível no Disney+, relembre o trailer.

‘Lilo & Stitch’: Remake em live-action ganha data de estreia NOS CINEMAS!

O live-action de ‘Lilo & Stitch‘, que seria lançado diretamente no Disney+, agora vai chegar primeiro nos cinemas.

A Disney agendou a estreia do filme para 23 de maio de 2025.

Assista:

 

No original, Lilo é uma garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena considerado um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde duas de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Entre os personagens, também há o agente Wendy Pleakley, um ex-membro da Federação Galáctica forçado a ajudar na captura de Stitch, mas que acaba virando amigo de Lilo e seu novo ‘pet’.

O escolhido para interpretá-lo foi Billy Magnussen (‘Lift: Roubo nas Alturas’).

O elenco também conta com Maia Kealoha no papel de Lilo, Kahiau Machado, Billy MagnussenZach Galifianakis.

A nova versão [e dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

Relembre o trailer:

Série da Prime Video que explora as seitas religiosas vai te fazer PERDER O SONO; Confira!

Baseada no webtoon ‘Out of the World’, de Jo Geum-san, a série sul-coreana ‘Salve-Me‘ está disponível no catálogo da Prime Video e traz uma trama pesada em torno das manipulações de seitas religiosas.

Dirigida por Kim Sung-soo em 2017, a trama é ambientada em uma cidadezinha chamada Muji, cuja comunidade aparentemente pacata esconde os horrores causados pela seita Goseonwon.

O grupo é administrado pelo carismático Baek Jung-ki (Jo Sung-ha), que demonstra ser apenas um líder espiritual bem-intencionado, mas se aproveita a fé dpara explorar e controlar a humilde comunidade.

Após enfrentar dificuldades financeiras e tentar abandonar os traumas causados por uma tragédia pessoal, a família da jovem Im Sang-mi (Seo Ye-ji) viaja para Muji, mas ela logo percebe que o lugar não é tão acolhedor como imaginava.

Quando sua família é atraída para a Goseonwon, o pai, Im Joo-ho (Jung Hae-gyun) passa a acreditar que os cultos são a única esperança para superar o passado, à medida que a mãe de Sang-mi Kim Bo-eun (Yoon Yoo-sun) também é tomada pelo fanatismo sem perceber que estão cada vez mais adoecidos.

Por conta disso, junto às paisagens bucólicas e claustrofóbicas de Muji, Sang-mi acaba se sentindo excluída e solitária, até que reencontra seus antigos colegas de escola e vê na companhia deles uma forma de fugir ao controle da seita.

O intuito da trama é explorar o impacto real que muitos grupos religiosos exercem sobre seus membros através de líderes maquiados como figuras carismáticas e benevolentes, mas que têm o poder de corromper toda uma sociedade.

Save me se destaca por fazer um retrato fiel e um alerta à condição humana, que sob vulnerabilidade e desespero, está suscetível a qualquer influência de organizações corruptas, abrindo espaço para forças do mal que fazem totalmente o contrário do que prometem.

A aura da narrativa é tão pesada que Seo Yeji disse ao IGN que sofreu e paralisia do sono enquanto encarnava sua personagem.

“Adquiri a síndrome da paralisia do sono todas as noites durante os quatro meses em que filmei ‘Save Me‘. Passei por isso sozinha, e fiquei muito assustada. Não conseguia mover o meu corpo e tive pesadelos com alguém que me perseguindo o tempo todo e esmurrava a porta do meu quarto. Vivi cada dia como se estivesse na pele de Sang-Mi. Depois de um tempo, me senti muito mal comigo mesma.”

Confira o trailer:

save me pôster 2
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Se você pudesse escolher um filme para assistir SOZINHO em uma sala de cinema, qual seria?

Todo o amante da sétima arte sempre sonhou em ter um filme marcante na sua vida exibido, em uma espécie de sessão VIP, de maneira especial em uma sala de cinema. A telona, aquelas cadeiras confortáveis, o cheirinho da pipoca… a relação que nós temos com as salas de cinema se torna a cada dia algo inesquecível.

Todo filme, de alguma forma, nos faz refletir sobre nossa sociedade, sobre o mundo que vivemos e as mudanças constantes que acontecem. Mas vamos fazer o exercício que se você leitor ou leitora pudesse escolher um único filme para assistir em uma sessão especial, sozinho, tendo a sala toda pra você, um longa-metragem que você nunca viu nos cinemas, que filme seria esse?

No meu caso, desde a primeira vez que entrei em uma sala de cinema (tem uma matéria sobre isso aqui) com 6 anos de idade eu não consegui mais parar de ir ao cinema. A gente cresce, conhece centenas de pessoas, faz nossas escolhas de vida, vive intensamente os amores que surgem mas sempre o cinema foi pra mim um paralelo a isso tudo, como se fosse a cereja do bolo de uma vida alegre, com altos e baixos mas sempre positiva. Eu acredito que um filme pode mudar um dia, uma vida!

Voltando a questão de qual filme eu gostaria de assistir sozinho em uma sala de cinema, a resposta vem bem rápida: Um Sonho de Liberdade de Frank Darabont. Eu era pequeno quando o filme foi lançado, mais precisamente tinha cerca de 8 anos, quando o filme saiu dos cinemas e foi lançado em VHS anos mais tarde, meu avô Heráclito sempre alugava nas locadoras (sim! Locadoras existiam e ainda existem!) e eu passava longas tardes de sábado vendo o filme com ele e pausando em várias partes, onde conversávamos sobre a vida e onde aprendi muito sobre esse mundão as vezes tão duro e complicado onde vivemos. O filme, baseado na novela Rita Hayworth and Shawshank Redemption, do grande Stephen King, conta a saga do banqueiro Andy Dufresne condenado injustamente pelo assassinato da sua esposa e do amante dela, passando anos na prisão ele consegue sua liberdade em uma das fugas mais espetaculares da história do cinema. Eu tenho tatuagem que lembra esse filme e uma pulseira com a palavra Zihuatanejo (quem viu sabe sobre o que estou falando).

Já o editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon, respondeu que o sonho dele era assistir sozinho nos cinemas o primeiro ‘Pânico‘, de 1996. Apesar de amar a franquia, ele revela que só conseguiu assistir ao filme em VHS – já que era novo demais para conferir a produção nos cinemas.

Bem, essa é a nossa escolha! E a de vocês? Se você pudesse escolher um filme para assistir sozinho em uma sala de cinema, qual filme seria?

Deixem seus comentários! Saudações cinéfilas!

 

 

 

Crítica | ‘Santita’ – Impactante série na NETFLIX convida a pensar sobre o ciclo da existência

A autodestruição emocional é um assunto complexo, cheios de caminhos e questões, que envolve muitas variáveis. Para transmitir camadas sobre esse conflito em uma obra audiovisual, é preciso raspar toda gota de emoção de forma direta, por meio de personagens que se complementem ao redor de uma forte protagonista.

Isso é exatamente o que acontece em Santita, emocionante série que chegou à Netflix neste final de abril que, ao longo de sete episódios, consegue comover e provocar reflexões nadando no caos da vida de uma mulher forte, mas com marcas do passado que são irreversíveis. Criada por Luis Cámara e Gabrielle Galanter, com episódios dirigidos pelo experiente cineasta colombiano Rodrigo García, somos conduzidos para uma história de dor, desejo e amores perdidos, que coloca em evidência as complexidades da dicotomia entre a vida e a morte.

María José Cano (Paulina Dávila), conhecida como Santita, é uma médica obstetra paraplégica que tem uma clínica popular e vem passando por dificuldades financeiras, fruto também de seu vício em jogos de azar. Um dia, ressurge em sua vida o ex-noivo, Alejandro (Gael Garcia Bernal) – fato que a faz recordar de um passado doloroso, transformando seu presente em uma série de dilemas.

Ao longo de sete episódios, vamos percorrendo um amplo recorte na vida da protagonista, uma mulher temida por muitos, dona de uma ironia e inteligência contagiante, que esconde muito bem seus medos, aflições e sua estrada de autodestruição – um trabalho impecável de sua intérprete Paulina Dávila. A partir de seu cotidiano, vamos chegando em camadas profundas que se ligam à sociedade como um todo, abordando temas como acessibilidade, o aborto, a eutanásia e os vícios que corroem e destroem.

Dentro de um discurso contundente – no qual a narrativa segue fielmente – que invade um campo existencial expansivo que conecta os começos das jornadas da vida aos desfechos inesperados, Santita consegue, com muita naturalidade, gerar múltiplas reflexões, com um mergulho por cantinhos filosóficos, nos mostrando os caminhos para se pensar sobre a tão complexa existência.

Crítica | O Círculo – Suspense Tecnológico exibido na GLOBO é ‘A Rede’ do nosso tempo

O Fantasma da Máquina

Vivemos uma era de tanto material reciclado, de tantas cópias carbono e de tanto mais do mesmo, que quando surge uma ideia um pouco mais adulta e fora da caixinha, é quase impossível não sermos atraídos como um ímã para ela. É exatamente o que ocorre aqui, com este O Círculo, baseado no livro homônimo de Dave Eggers, roteirista experiente, que também assina a adaptação.

Vivemos num mar onde tudo parece ser filmes de super-heróis, sequências intermináveis ou blockbusters inflados, na maioria das vezes falhando no primordial, a humanidade. Quando livros são adaptados ao cinema, surge uma enxurrada de romances infanto-juvenis – forte tendência atual – onde a mínima porcentagem se destaca pela qualidade (sejam ficções científicas sobre futuros distópicos ou os famosos dramas românticos de doença). Quando um livro de sucesso para o público adulto surge anunciado, os cinéfilos mais velhos se veem aguando, e daí nossas gigantescas expectativas para obras como Garota Exemplar (2014), A Garota no Trem (2016) ou Assassinato no Expresso Oriente (2017).

O Círculo é mais um que chega para suprir esta necessidade, de um filme que fuja de todos os quesitos apresentados no primeiro parágrafo. É uma produção mainstream, vendida ao grande público, com verdadeiros astros. Ou seja, uma parcela de cinema cada vez mais rara na atualidade. Na trama, Emma Watson interpreta Mae, jovem dedicada, que recebe a oportunidade de sua vida ao conseguir emprego numa empresa de tecnologia conhecida como Círculo. Imagine uma mistura de Google e Facebook. No local, ela é apadrinhada por Annie (Karen Gillan, a Nebulosa de Guardiões da Galáxia), amiga que lhe consegue a vaga.

Aos poucos a protagonista, uma menina simples, vinda do interior, vai se adaptando à nova realidade. A companhia preza por um forte senso de comunidade, beirando o excessivo, onde vida pessoal e profissional se conectam de tal forma que desembocam numa via única. Tal comprometimento é inicialmente rebatido pela protagonista, assim como seria com qualquer pessoa com o mínimo de discernimento e equilíbrio emocional. Mas até isso é incorporado aos poucos e de forma orgânica, uma vez que Mae perceba que o Círculo não é de todo mau, de fato, até a saúde de seus pais é acolhida pela empresa.

A falta de privacidade é o tema central de O Círculo, cuja proposta é bem mais criativa e interessante do que a maioria dos projetos propostos por Hollywood. A verdade é que a ideia é tão boa que nem mesmo o filme consegue acompanha-la. Discutir a era da falta de privacidade, num tempo onde câmeras monitoram cada passo nosso, involuntariamente ou através de nosso desejo de estrelato, cria uma suculenta dualidade sobre direitos, deveres e a tênue linha coexistente no tópico atualíssimo. Espionagens governamentais de filmes de suspense da época da Guerra Fria deram lugar a empresas privadas com acesso instantâneo a milhões de pessoas. O Círculo tem muito a dizer sobre nosso comportamento em relação à tecnologia e os limites do aceitável.

Como O Círculo não é um documentário, precisa existir o mínimo de conflito, e aqui a trama da vez é a da jovem humilde engolida por um mundo maior que ela, quando recebe sua grande chance profissional. Do clássico Wall Street – Poder e Cobiça (1987) até a comédia O Segredo do meu Sucesso, do mesmo ano, o mundo corporativo já foi apresentado como o ‘vilão’ de diversas obras do cinema. A diferença em O Círculo é que agora esta entidade tão malvada trabalha às claras e a nosso favor. Ou quase.

Completando o elenco principal, Tom Hanks, um dos maiores astros do cinema atual, interpreta o dúbio dono da empresa, e Patton Oswalt vive seu fiel escudeiro no negócio. John Boyega (o Finn de O Despertar da Força) é o  jovem gênio rebelde Ty, que enxerga o potencial de ameaça da companhia, se tornando a consciência do longa, e os saudosos Bill Paxton e Glenne Headly, ambos falecidos este ano, são os pais de Mae.

Com o filme, o cineasta James Ponsoldt, dono de um currículo invejável de filmes independentes (Smashed – De Volta à Realidade, O Maravilhoso Agora e O Final da Turnê), realiza sua produção mais ambiciosa. E entrega uma obra moderna e relevante, dona de uma montagem dinâmica, dessas que tratam de incluir na tela mensagens de inúmeros aplicativos sociais, dividindo espaço com a ação da narrativa.

O Círculo pode não ser tão impactante quanto sua proposta, e até ser considerado previsível de certa forma – ao percebermos para onde a história irá caminhar. Ao mesmo tempo, sua falta de pretensão em querer responder ou solucionar os avanços do mundo moderno, recai como ponto a favor. Longe de ser um marco como A Rede Social, O Círculo entrega comentários sociais pungentes, mesmo banhados em cinema entretenimento.

‘Aves de Rapina’ será um “filme para maiores sobre gangue de mulheres”, diz Margot Robbie

Apesar do fracasso de crítica de ‘Esquadrão Suicida‘, todos concordaram que Margot Robbie como a Arlequina foi o grande destaque do filme. Sabendo disso, a DC está desenvolvendo nada menos do que três projetos envolvendo a personagem. Um deles será ‘Birds of Prey‘, com a direção de Cathy Yan.

O filme irá focar em Harley Quinn e outras personagens femininas do Universo da DC. Recentemente, em entrevista ao Collider, Robbie falou sobre o projeto.

“Eu dei uma ideia de um filme para maiores sobre uma gangue de mulheres incluindo a Harley, eu estava tipo: ‘A Harley precisa de amigas’. Harley adora interagir com as pessoas, então não a faça ter um filme solo. Ela tem que estar com outras pessoas, e deveria ser uma gangue de mulheres.”

A atriz continua, “E, claro, ter uma diretora para contar essa história. E dar a essa diretora um grande orçamento para trabalhar. […] Era muito importante encontrar uma diretora para isso. Mas, no final do dia – homem, mulher – o melhor diretor consegue o trabalho, e Cathy era a melhor.”

Christina Hodson está trabalhando no roteiro.

Maldição mortal é libertada no trailer do terror ‘A Maldição Maia’; Assista!

O terror ‘A Maldição Maia‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Dirigido por Joaquin Rodriguez, o filme será lançado no Brasil pela A2 Filmes.

Contratados para explorar uma antiga caverna submarina, um grupo de mergulhadores profissionais têm como missão encontrar mais informações sobre a civilização maia e os reais motivos do desaparecimento. Quando a equipe localiza nas profundezas o que parece ser uma prisão muito bem trancada, mal sabem eles que jamais deveria abrir essa porta. Determinados a descobrir o que está preso lá embaixo, os mergulhadores conseguem abrir a misteriosa prisão, libertando uma ameaça alienígena que estava trancada e que é capaz de destruir toda a humanidade. Seria esse o verdadeiro apocalipse previsto nas profecias maias?

O elenco conta com Luis Felipe Tovar, Steve Wilcox, Carla Ortiz, Olga Fonda, Juan Pablo Castañeda, Mark Tacher, Mauricio Martinez e Bernardo Peña.

‘Carnival Row’: Novo vídeo revela os bastidores da criação do universo da série

A Amazon divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘Carnival Row‘, estrelada por Orlando Bloom e Cara Delevingne.

Confira:

Criada por René Echevarria e Travis Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato de série.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Vingadores: Era de Ultron’: Artes conceituais trazem versão alternativa do vilão Ultron

Através do seu Instagram, o artista Phil Saunders divulgou três artes conceituais de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, que trazem uma versão alternativa do vilão Ultron.

Confira:

Lançada em 2015, a sequência dirigida por Joss Whedon foi um dos filmes mais criticados da Marvel, mas ainda foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 1,402 bilhão pelo mundo.

Assista ao trailer:

Ator fala sobre possível romance gay entre Jimmy Woo e o Homem-Formiga

Em entrevista ao Yahoo Entertainment, o ator Randall Park, que interpreta o agente Jimmy Woo no universo da Marvel, afirmou que estaria aberto a um possível romance entre seu personagem e o Scott Lang, o Homem-Formiga.

“O relacionamento [entre o Jimmy Woo e Scott Lang] cabe ao Kevin Feige e o resto do time dele, mas eu estaria aberto a seguir qualquer caminho que eles quiserem.”

Conversando com BUILD Series, o ator revelou como veio a participar da série ‘WandaVision‘: “Eu tive uma reunião com a Marvel para conversar sobre o meu personagem e eu estava tipo: ‘Sim, eu adoraria retornar como o Jimmy Woo se houver a oportunidade’. Então, uma semana depois, eles disseram: ‘Volte aqui, nós queremos falar com você sobre essa série’. E eu topei.”

O 5º episódio de ‘WandaVision‘, intitulado “Em um Episódio Especial…” já está disponível na plataforma do Disney+.

Confira o mais recente trailer da série:

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Venom: Tempo de Carnificina’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ já arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 141.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 43.9 milhões – incluindo o Brasil, onde a produção quebrou recordes e já arrecadou mais de R$ 14.8 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 185.5 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica da produção:

Não é de hoje que a Sony Pictures acalenta a ideia de fazer um filme do Venom, desde os tempos áureos em que Tobey Maguire vestia o manto do Homem-Aranha, o estúdio já pretendia, após o terceiro filme, emendar um spin-off do vilão. Algo que também deveria acontecer na passagem de Andrew Garfield pelo Teioso, após o arco do Sexteto Sinistro. No entanto, como sabemos, ambas as empreitadas foram interrompidas e a coisa não andou. Após muita conversa, o Homem-Aranha aportou no universo da Marvel Studios numa parceria inédita com a Sony. Agora com um ator bem mais novo, Tom Holland, a figura do herói foi reconstruída e “atualizada” para funcionar melhor com os Vingadores. E tudo deu muito certo, tanto a participação do Aranha em Guerra Civil (2016) quanto em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017).

Agora com o Amigão da Vizinhança sob a batuta temporária da Casa das Ideias, a Sony teve tempo para organizar um novo universo e utilizar os conhecidos vilões do personagem, como Kraven, Morbius e, claro, Venom, que ainda em 2018 ganhou finalmente sua primeira aventura solo. E mesmo sendo o filme visualmente desagradável e possuindo apenas um remendo de roteiro para a trama, a presença de Tom Hardy no papel de Eddie Brock e toda veia cômica misturadas aos (de)efeitos visuais, que pareciam tiradas do filme Spawn – O Soldado do Inferno (1997), foram suficientes para a produção e o personagem caírem nas graças do público. Tanto que deu muita grana e imediatamente encomendaram uma sequência, agora sem o diretor original, Ruben Fleischer, que estava ocupado em outra continuação da série zumbi que o revelou como cineasta, Zombieland.

Para substituir Fleischer, a Sony tentou trazer realizadores como Travis Knight, que tinha feito o ótimo Bumblebee (2018), e Rupert Wyatt, do primeiro Planeta dos Macacos (2011). Ambos não toparam, mas o membro mais famoso da franquia dos símios, Andy Serkis, tinha sido contratado para ajudar com os elementos de CGI pela sua vasta experiência de marcantes personagens digitais como Gollum e o próprio macaco Ceaser. Serkis também comandou a adaptação de Mogli da Netflix, que, mesmo com um orçamento mais modesto, não ficou devendo a Disney. O filme, aliás, usava e abusava das cenas em CGI e não fazia feio. Após isso, os executivos da Sony perceberam que tinham contratado a pessoa certa para comandar o segundo Venom, e foi exatamente o que aconteceu, Andy Serkis assumiu o comando.

O então chamado Venom – Tempo de Carnificina segue a pegada bem humorada do primeiro e adiciona ainda mais cenas cômicas que funcionam graças a desenvoltura de Tom Hardy. Ainda que exagere em alguns momentos, o ator possui um tom cômico ideal para ambos os personagens e consegue imprimir uma forte energia nos andamentos mais movimentados. Digo ‘personagens’ porque, de fato, Eddie Brock e Venom possuem personalidades bem diferentes, com a criatura alienígena soando como uma espécie de entidade vista em O Máskara (1994). Eddie é sempre receoso, tenta evitar brigas e seguir uma vida normal, já Venom vive um dilema que o atormenta por demais, pois quer devorar novas cabeças e é barrado pelo Eddie. Contudo o Venom literalmente ama o Eddie, ou pelo menos o seu corpo que usa como avatar. Por outro lado, Eddie percebe que, após se fundir com o Venom, ganhou mais coragem e começou a fazer coisas que melhoraram sua vida.

O dilema em questão não acontece por acaso, já que, em diversos momentos, fica clara a intenção de Andy Serkis em criar uma espécie de romance entre a figura do Eddie e com o Venom. E não para ali no campo da amizade ou das divergências de opinião, o sentimento é para além do físico. Os dois estão numa DR constante que, no fim das contas, acaba sendo a coisa mais legal da longa. O ápice acontece em dois momentos específicos: primeiro na cena que ocorre numa boate e traz o Venom falando que alienígenas também tem sentimentos e o Eddie precisa entender; e depois quando o monstrengo se funde ao corpo da ex-namorada do Eddie, Anne Weying (Michelle Williams), e pede que Brock se desculpe de maneira especial, pois só assim ele vai voltar e penetrar o seu corpo. Querem alegoria maior que essa? Bom, nós teríamos, pois o subtítulo oficial desse novo Venom seria O Amor Vai nos Separar – é sério! Só podemos dizer que isso é uma certo e tanto para o filme.

Este que, sim, é melhor que o primeiro, mas ainda tão problemático quanto. A começar pelo visual pobre e a maioria dos momentos de maior ação continuarem genéricos. Talvez alguns cenários sejam mais inspirados dessa vez, como o manicômio e a igreja, mas todo apelo estético se mostra artificial, onde claramente vemos a utilização nada sutil de efeitos digitais grosseiros de maneira geral, podendo tirar toda credibilidade do espectador – mas certamente não a do público alvo, que vai se deleitar ao ver, pela primeira vez nos cinemas, Venom e Carnificina trocando simbiontadas e explodindo a cidade.

Nesse sentido, o Cletus Kasady de Woody Harrelson confere um ar alucinado que contrasta com a animalidade de Venom. Harrelson que foi escolhido a dedo por Ruben Fleischer que enxergou em Assassinos Por Natureza (1994), um dos grandes papéis da carreira do ator, o Carnificina que queria. E a nível de história, Tempo de Carnificina é um pouquinho mais criativo que o original, por apresentar o passado de Kasady e sua parceira Frances Barrison (Naomie Harris), que vai desempenhar um papel “importante” no ato final. No entanto tudo é muito telegrafado e didático, com acontecimentos que você já sabe onde vão dar, perdendo qualquer noção de perigo.

De maneira geral, Venom – Tempo de Carnificina deve atender perfeitamente o seu público alvo, que nem vai perceber o romance em aqui destacado. O filme tem muita ação, humor e desenvolve mais ainda o anti-herói. Ainda que o melhor fique mesmo para a cena pós-créditos, que a essa altura deixou a internet em polvorosa e fez muita gente criar as mais insanas teorias em relação ao rumo desse novo universo arquitetado pela Sony e por que não dizer a Marvel. Contudo se você não aguenta mais ver super-heróis nos cinemas e todo escapismo latente dessas produções, passe longe disso aqui.

Nota: 5.0

‘On the 3rd Day’: Novo terror do Shudder ganha trailer SINISTRO; Confira!

O terror ‘On the 3rd Day‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Daniel de la Vega é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Alberto FasceGonzalo Ventura.

“Durante uma viagem com seu filho, Cecilia sofre um acidente de carro. Três dias depois, ela se encontra vagando sozinha por uma estrada sem sinal do seu filho – e sem memória do que aconteceu desde o acidente. A busca desesperada de Cecilia por seu filho a leva a um confronto sinistro com um fanático religioso que sabe uma verdade chocante sobre os acontecimentos.”

O elenco conta com Mariana Anghileri, Octavio BelmonteFederico Aimetta e Susana Beltrán.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 7 de julho.

Mariana Anghileri as Cecilia Amato – On the 3rd Day – Photo Credit: Shudder

‘The Walking Dead’: Retorno de [SPOILER] é confirmado no spin-off do Rick e Michonne

Novas imagens dos bastidores das gravações da nova série derivada de ‘The Walking Dead‘, que será focada no Rick Grimes (Andrew Lincoln) e na Michonne (Danai Gurira), foram divulgadas.

As imagens confirmam o retorno da atriz Pollyanna McIntosh como a ardilosa Jadis. A personagem esteve diretamente ligada ao desaparecimento do Rick Grimes na série original, então seu retorno faz muito sentido – e provavelmente indica que o público finalmente terá uma explicação sobre o que aconteceu com o Rick depois de todos esses anos.

Vale lembrar que a Jadis já havia feito o seu retorno no universo da série no spin-off ‘The Walking Dead: World Beyond‘.

Confira as imagens:

Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

Anteriormente prevista para julho deste ano, a série só vai estrear em 2024.

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

‘As Panteras 3’ pode acontecer? Lucy Liu responde!

Em entrevista ao Variety, Lucy Liu (‘Elementary’) comentou sobre a possibilidade da sequência ‘As Panteras 3‘ acontecer.

Infelizmente, para a atriz, os tempos mudaram, e ela considera improvável que aquela iteração da franquia ganhe continuidade.

“Sinceramente, eu não sei como ‘As Panteras 3’ poderia ser possível. A franquia já passou por diversas iterações, é até estranho pensar sobre isso. Muita coisa mudou desde então.”

Ela completa, “Não tenho controle sobre nada disso. Eu apenas aproveito minhas oportunidades e sigo em frente. Eu nunca fico pensando sobre o que poderia acontecer. E eu ficaria realmente chocada se [‘As Panteras 3’] saísse do papel.”

Anteriormente, a estrela Kristen Stewart havia revelado ter odiado participar do remake da franquia, comédia de ação dirigida por Elizabeth Banks.

Durante uma entrevista a Variety, Stewart afirmou ter recebido uma sugestão que incluía diálogo da cena de abertura do reboot: “Você sabia que os homens levam sete segundos a mais para perceber uma mulher como uma ameaça em comparação com um homem?”

“Isso foi um desafio na época”, disse Stewart. “Eu me lembro de ter dito isso. Era de um pequeno filme chamado ‘As Panteras’. Queríamos uma abertura impactante, sabe? Queríamos realmente transmitir a essência do filme. Parecia uma boa ideia na época. Eu odiei fazer esse filme. Eu não sei mais o que dizer para você.”

A atriz ainda aproveitou para compartilhar que considera intocável a versão de 2000, que contou com o icônico trio de Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu: “Honestamente, as três… isso é intocável. Cameron, Lucy e Drew… Eu amo esse filme. Eu amo esse filme! Se isso diz alguma coisa.”

A versão de 2000 deAs Panteras e sua sequência,As Panteras: Detonando’, conquistaram um sucesso expressivo nas bilheteiras mundiais, arrecadando mais de US$ 250 milhões. Em contrapartida, o reboot estrelado por Kristen Stewart em 2019 teve um desempenho fraco, totalizando apenas US$ 73 milhões.

Na trama, Sabina Wilson e Jane Kano são duas Panteras que precisam deixar as diferenças de lado quando embarcam em uma aventura internacional junto à nova Bosley e com a cientista Elena Houghlin. Elas precisam impedir que um novo programa de energia se torne uma ameaça para a humanidade e descobrir quem está por trás de um plano tão maligno.

Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska estrelam a produção.

‘O Sobrevivente’: Ator de ‘All American’ se junta ao elenco do remake estrelado por Glen Powell

De acordo com o Deadline, Daniel Ezra (‘All American’) entrou para o elenco do remake do clássico ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man), que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Glen Powell (‘Twisters’) será o protagonista da nova versão.

O elenco ainda contará com Katy O’Brian (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’).

O longa está programado para estrear no dia 21 de novembro de 2025.

Os últimos finais de semana do ano geralmente são muito competitivos nos cinemas norte-americanos e o filme enfrentará uma disputa direta com ‘Wicked: Parte 2‘ e um blockbuster ainda não especificado da Warner Bros.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Anima’: Odette Annable estrelará novo TERROR psicológico

De acordo com Bloody Disgusting, Odette Annable (‘Alma Perdida’) será a protagonista de ‘Anima‘, novo terror psicológico.

Na trama…

“Helena (Annable) é uma investigadora médica forense dominada pela dor após a morte do marido, Richard. Ao se tornar obcecada por um novo caso perturbador, Helena começa a acreditar que pode trazer Richard de volta, desencadeando uma série de consequências aterrorizantes.”

Andrés Beltrán (‘Presos na Floresta: Fuja se for Capaz’) será responsável pela direção e roteiro.

“Essa é uma história profundamente pessoal e perturbadora sobre luto, negação e o custo aterrorizante de se refusar a superar,” declarou o cineasta.

O elenco ainda contará com Allegra Leguizamo, Julio Cesar Cedillo, Tony Revolori Andres Londono.

As filmagens estão acontecendo atualmente em Bogotá, na Colômbia.

‘Hot Year’: Kathryn Newton estrelará novo THRILLER de vingança

De acordo com o Deadline, Kathryn Newton (‘Casamento Sangrento 2: A Viúva’) será a protagonista do thriller de vingança ‘Hot Year‘ (Ano Quente, em tradução livre).

O elenco ainda contará com Storm Reid (‘O Homem Invisível’), Dove Cameron (’56 Dias’), J. Smith Cameron (‘Succession’) e Owen Painter (‘Wandinha’).

Na trama…

“Ambientado em uma pequena cidade do noroeste do Pacífico durante uma onda de calor implacável, o filme acompanha duas melhores amigas de infância cujo laço é posto à prova após um plano de vingança contra um ex-namorado se transformar em um incidente violento do qual elas não conseguem escapar.”

“Ao longo de uma noite febril, a dupla precisa lidar com as consequências de seus atos enquanto traumas antigos, lealdade e identidades se chocam.”

Roxy Sophie Sorkin será responsável pela direção e roteiro.

“O filme é uma exploração da honestidade brutal e da feminilidade fervilhante, fervente e grotesca,” declarou a cineasta. “É um projeto que eu gostaria de ter guardado com carinho quando tinha 18 anos. É um beijo na testa e um cuspe na cara.”

As filmagens estão programadas para maio, em Oklahoma.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Mulher-Gato’, estrelado por Halle Berry, ganha trailer honesto; Confira!

A famigerada adaptação dos quadrinhos ‘Mulher-Gato’, de 2004, estrelada por Halle Berry, ganhou um trailer honesto.

O vídeo, feito pelo canal do Youtube, Screen Junkies, evidencia os atributos mais falhos da produção antiga, fazendo comparações com o primeiro filme solo da ‘Mulher-Maravilha’.

Chamando ‘Mulher-Gato’ de o pior filme da DC, o trailer honesto satiriza o visual da heroína, além de falar que a produção seria um sequência ainda pior de ‘Batman e Robin’.

Confira:

Dirigido por Pitof, ‘Mulher-Gato’ não segue o material original dos quadrinhos e traz Berry como a desajeitada artista Patience Philips, que atua como designer gráfico para a Hedare Beauty, uma gigantesca empresa de cosméticos que está prestes a lançar um produto anti-envelhecimento revolucionário. Após descobrir uma conspiração corporativa, ela usará seu poderes felinos para combater este mal.

Com orçamento de US$ 100 milhões, o filme teve um prejuízo colossal, faturando pouco mais de US$ 82 milhões. O elenco da adaptação conta também com Sharon Stone, Benjamin Bratt, Frances Conroy e Lambert Wilson.

‘Superfly’: Remake do clássico da blaxploitation ganha trailer; Assista!

O remake do clássico da blaxploitation, intitulado ‘Superfly’, ganhou um novo trailer.

Confira:

A trama original, de 1972, conta a história de Priest Youngblood, um traficante de cocaína que decide tentar fazer uma última negociação antes de abandonar o ramo das drogas de uma vez por todas.

A produção conta conta com Trevor Jackson, Jason Mitchell, Lex Scott Davis, Andrea Londo, Jacob Ming-Trent e Omar Chapparo.

Roteirizado por Alex Tse, o mesmo por trás da narrativa de ‘Watchmen’, ‘Superfly’ é dirigido por Director X e produzido por Joel Silver e pelo rapper Future.

‘Visão e Feiticeira Escarlate’: Série da Disney contrata roteirista de ‘Capitã Marvel’

A nova série da plataforma de streaming Disney+, ‘Visão e Feiticeira Escarlate’, continua caminhando em ritmo célere e já encontrou sua showrunner.

Segundo o portal The Hollywood Reporter, Jac Schaeffer assumirá a função, produzindo a série e também escrevendo o roteiro do episódio piloto.

Schaeffer tem se tornado um nome forte dentro da Marvel Studios, desde que ela fora convidada para roteirizar a adaptação de ‘Capitã Marvel‘. A roteirista ainda foi contratada pela empresa para escrever a trama do filme solo da heroína Viúva Negra.

A série da Feiticeira Escarlate trará o retorno de Elizabeth Olsen no papel homônimo.

 

O Visão, vivido por Paul Bettany, desempenhará um papel importante na série – que focará no relacionamento do casal.

Não foi revelado se Bettany também topou participar da série.

O orçamento da série será milionário, rivalizando com o de um longa-metragem.

“Cada série deve incluir de seis a oito episódios. A Marvel Studios produzirá as séries e espera-se que Kevin Feige, o guru de todas as coisas do [Universo Cinematográfico da Marvel], assuma um papel ativo no desenvolvimento.”, afirmou a Variety.

Outros personagens que ganharão séries no Disney+ são: Loki, do Falcão e Soldado Invernal.

As séries estão sendo desenvolvidas para a plataforma que se chamará Disney Play e deve ser inaugurada no final de 2019.

‘Viúva Negra’: Data de estreia não deve ser alterada em virtude do coronavírus

O adiamento da estreia de ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ sinalizou um nível de alerta ainda maior em relação ao surto do coronavírus, com muitas estúdios estudando a possibilidade de mudar a data de lançamento de seus filmes.

Mas segundo o portal Deadline, a Disney não planeja alterar a estreia de ‘Viúva Negra‘ nas telonas. Rumores apontavam que a produção, que chega no dia 01 de maio de 2020,  seria transferida para novembro deste ano, assumindo a data de lançamento estabelecida para o filme ‘Os Eternos.

No entanto, a publicação salientou que a Casa do Mickey pretende manter a estreia como já fora pré-defina, monitorando o atual quadro mundial, por segurança.

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Confira a sinopse oficial:

No thriller de espionagem Viúva Negra, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Final de ‘WandaVision’ dará uma nova perspectiva do MCU para os fãs, diz Paul Bettany

Os fãs de ‘WandaVision‘ sofram surpreendidos pela narrativa da primeira série do MCU, que subverteu o gênero de adaptação dos quadrinhos, revelando um lado muito mais maduro e conceitual da Marvel.

E segundo o astro Paul Bettany, essa inusitada abordagem da produção vai surpreender os fãs ao final da série, Fazendo eles “olharem para o MCU por uma outra perspectiva“. A fala foi dita pelo protagonista durante a sua participação no podcast Lights, Camera, Pod.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será lançado no dia 29 de janeiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Pixels’: Comédia com Adam Sandler será REMOVIDA da Netflix em breve; Saiba quando!

A comédia de ficção científica ‘Pixels‘, estrelada por Adam Sandler, será removida da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 01 de fevereiro.

Na trama, uma raça alienígena cria monstros inspirados em videogames da década de 1980 para conquistar a Terra, e cinco especialistas em jogos da época são convocados para combater o plano maligno e salvar o planeta.

Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), Josh Gad (‘Frozen’), Kevin James, Michelle Monaghan, Brian Cox e Ashley Benson (‘Pretty Little Liars’) estrelam.

Chris Columbus dirige, a partir de um roteiro assinado por Tim Herlihy e Timothy Dowling.

Relembre o trailer:


 

 

Crítica | Dirty John – um verdadeiro show de roteiro, direção e atuação

Diversas histórias reais ganham suas próprias versões para o universo audiovisual: como exemplo disso temos o recente filme Infiltrado na Klan, e as séries de TV Narcos e Orange is the New Black. Em tempos de combate ao machismo, assédio contra mulheres, entre outros, Connie Britton, que estrela e produz, se junta a Alexandra Cunningham (Roma), criadora, para levar a história de Debra Newell, em formato de minissérie, para o mundo.

Baseado na história verídica da personagem de Britton, Dirty John mostra como a designer de interiores se apaixonou por um charmoso médico veterano de guerra chamado John Meehan (Eric Bana), que a conduziu para um sinistro jogo psicológico e manipulador envolvendo toda sua família.

A produção tem um enredo cativante que prende o telespectador nos primeiros minutos do episódio piloto. Com uma abertura rápida ilustrando uma cena que acontecerá no futuro, a série de TV já consegue despertar a curiosidade para saber quando aquela situação irá ocorrer e qual seu significado dentro do contexto mostrado. A introdução vem bem mastigada, tornando fácil identificar as características de cada personagem e consegue criar identidade com quem assiste.

Ao longo dos oito capítulos, o enredo, que tem Cunningham no comando, só prende cada vez mais o espectador e desperta a vontade de saber o que irá ocorrer no final, como Debra conseguirá lidar com todos os acontecimentos e se John, mais uma vez, irá se safar ou não. O tom investigativo e misterioso de Dirty John é um dos seus maiores atrativos e mesmo com grandes revelações sendo feitas já no segundo episódio, tal situação não diminui o envolvimento da storyline e muito pelo contrário, só acrescenta em positivo de forma inesperada.

É necessário exaltar a atuação de Connie Britton como a protagonista da história. A veterana dá um show de atuação, o que torna fácil de compreender os motivos de suas indicações nas premiações. A atriz entrega tudo que pode ao papel de Debra mostrando a vulnerabilidade, determinação, medos, anseios e até mesmo culpa, algo muito comum às mulheres que vivem um relacionamento abusivo. É de aplaudir de pé os momentos em que todos esses sentimentos são vistos somente nas expressões de Britton.

Outro que preciso destacar é Eric Bana, como o antagonista John Meehan. O ator mostra os dois lados do personagem: o charmoso, educado, romântico que convence com toda sua lábia. Assim como o agressivo, manipulador, mentiroso e assediador que vai sendo desvelado aos poucos, conforme o andar da narrativa e como esses aspectos de sua característica se mostram em pequenos atos, pequenos alertas que muitas vezes passam despercebidos.

É necessário mencionar Julia Garner como a filha Terra Newell. A jovem atriz entrega duas cenas marcantes para o telespectador e surpreende na reta final da produção. Outro ponto para prestar atenção é o seu diálogo com Denise Meehan-Shepard (Joelle Carter). E claro, Jean Smart como a mãe de Debra, Arlane Hart, que nas poucas cenas em que aparece abrilhanta a série com sua espetacular atuação. Prepare-se para se surpreender com um flashback de tirar o fôlego.

A direção dos oito episódios leva o nome de Jeffrey Reiner, que já havia trabalhado com Britton em Friday Night Lights, e está excelente. Os capítulos contam com suas particularidades e ângulos bem posicionados para as representações de suas cenas. A trilha sonora também está alinhada com o enredo e a direção de arte é um show à parte.

Dirty John é uma série de TV necessária para os tempos atuais com roteiro, direção e atuações fantásticas, e um enredo que pode servir de alerta para que outras mulheres identifiquem quando estão vivendo um relacionamento abusivo. É como a própria Debra Newell diz ao final do último capítulo: que deseja tornar pública sua história para que, desta maneira, possa ajudar outras mulheres a identificar e/ou conseguir sair de uma situação semelhante.

‘Everything Sucks’: Comédia da Netflix ganha novo trailer nostálgico

A Netflix divulgou mais um trailer de Everything Sucks, sua nova comédia adolescente. O ar nostálgico mostra detalhes de como era a vida nos anos 1990. Assista:

A série está sendo descrita como “uma história de amadurecimento curiosa e engraçada” que acompanha dois grupos de adolescentes desajustados: o clube do audiovisual e o grupo de teatro de uma escola de Oregon, Estados Unidos, em 1996.

Peyton Kennedy, Jahi Winston, Patch Darragh, Claudine Nako, Sydney Sweeney, Elijah Stevenson, Quinn Liebling e Rio Mangini estão no elenco. Ben York Jones e Michael Mohan assumem a produção.

Everything Sucksestreia na Netflix em 16 de fevereiro.

‘Mary – Rainha da Escócia’: Saoirse Ronan e Margot Robbie estão nos primeiros cartazes do filme

O drama épico ‘Mary – Rainha da Escócia’ ganhou dois cartazes com as atrizes Margot Robbie e Saoirse Ronan. O primeiro trailer será divulgado amanhã (12). Confira:

O drama medieval traz Robbie quase irreconhecível na pele da Rainha Elizabeth I, e Ronan na pele de sua prima conspiradora Mary Stuart, ou Maria Stuart no Brasil. O filme divulgou suas primeiras fotos oficiais.

Na trama, Mary Stuart (Ronan) tenta destronar sua prima Elizabeth I (Robbie), Rainha da Inglaterra. Por sua traição, Mary foi condenada à prisão durante anos, antes de ser executada por decapitação.

‘Mary – Rainha da Escócia’ (‘Mary, Queen of Scots’) tem roteiro de Beau Willimon (Tudo Pelo Poder e House of Cards) e direção de Josie Rourke. No elenco, Guy Pearce, David Tennant e Gemma Chan. A estreia ocorre em novembro de 2018 nos EUA, bem a tempo para os prêmios de 2019.

 

 

Crítica ‘Batman’ | Com pés no chão, DC traz um dos melhores Batman de todos os tempos

Nos últimos anos, praticamente todos os grandes estúdios de cinema quiseram um universo compartilhado para chamar de seu. Como deu certo com a Disney, houve um consenso entre os investidores de que funcionaria para todos. No entanto, a Warner deu uma patinada em momentos cruciais, o que acabou prejudicando a expansão do Universo DC nos cinemas. Mas, apesar de vir acumulando uma série de acertos nesses últimos três anos, foi justamente nos filmes em que não houve a tentativa de emplacar um universo compartilhado que a empresa conseguiu fazer seus melhores projetos, como Coringa (2019) e agora o novo filme do Batman.

Sem qualquer tipo de ligação com os filmes da Liga da Justiça, o Batman do Ben Affleck ou até mesmo o Coringa de Joaquin Phoenix, o longa de Matt Reeves volta àquela pega mais pé no chão que tanto fez sucesso na trilogia de Christopher Nolan nos anos 2000. O filme já começa com o Batman (Robert Pattinson) atuando como herói, com elementos clássicos, como o Bat-sinal e o traje escuro, já estabelecidos. Então, a equipe criativa evita mostrar novamente o assassinato dos Wayne, apesar do tema repercutir ao longo da trama. Isso traz uma boa dinâmica para o longa, que não perde tempo contando tudo aquilo que já foi mostrado em dezenas de produções anteriores e já não causa mais tanto impacto assim.

Com isso, o filme se preocupa em desenvolver um Batman mais iniciante e porradeiro. Quando foi escalado para o papel, Pattinson foi criticado por seu porte esguio. No filme, ele não está gigante como outros heróis, o que permite a ele ter mais agilidade nas cenas de combate, que são um dos melhores pontos de todo o filme. Ele traz as melhores coreografias de luta do herói de todas as adaptações do personagem para os cinemas.

Essa desenvoltura nas cenas de luta só é possível por conta do físico do ator e do uniforme, que passa imponência, mas também é muito prático, sendo leve e trazendo aparatos com aparência amadora e muita eficácia.

Alvo de muitas críticas quando foi revelado ao público, o traje do herói funciona muito bem para a proposta do filme. Esse visual meio tático mais improvisado casa perfeitamente com o controverso Bruce Wayne e parece remeter a outras roupas do Morcegão nas telonas. A máscara, por exemplo, tem momentos em que lembra muito a do Batman dos anos 60, não apenas pelo formato, mas também por dar mais espaço para os olhos e cobrir menos o rosto, deixando a mandíbula toda exposta, o que permite que Pattinson passe mais sentimentos com o olhar e expressões faciais do que seus antecessores.

Agora vivida por Zoë Kravitz, a Mulher-Gato é parte importantíssima da trama, porque funciona como uma ferramenta de humanização do herói, que desce desse posto de criatura invencível quando se vê envolvido na trama pessoal dela. Isso costuma dar errado nos cinemas, porque a tendência é que a personagem feminina acabe sendo diminuída. Porém, ela tem mesmo uma trama própria e termina o filme sendo a versão mais apaixonante da Mulher-Gato no século XXI. Ela consegue ser sexy sem apelar e demonstra muito talento no furto, além de ser muito obstinada.

Ela é parte daquilo que mais me chamou atenção no longa: o desenvolvimento do entorno do herói. Ao longo das entrevistas de divulgação de Batman, o diretor Matt Reeves disse que Homem Morcego seria psicótico, tão louco quanto seus vilões. E a forma como ele escolhe para mostrar essa insanidade é diretamente refletida em quem está ao seu entorno e na própria Gotham. Assim vemos um Alfred (Andy Serkis) detetive, um Charada (Paul Dano) que é praticamente um Batman pobre e uma Mulher-Gato marcada por traumas e sede de vingança. Vivendo nesse meio, não tinha como Bruce Wayne ser diferente.

Quem escapa desses reflexos insanos é justamente Jim Gordon (Jeffrey Wright), que se torna o símbolo do caminho positivo que o Batman deve seguir. Mesmo vivendo em meio a um ninho de corruptos, o policial segue com seus valores de confiança e fé na justiça. Enquanto o Batman vai aprendendo com seus erros e julgamentos – uma das poucas versões do herói que efetivamente terminam o filme aprendendo alguma coisa -, Gordon o auxilia com muita vontade e sacrifício.

Essa dinâmica da dupla é fantástica, fazendo do policial praticamente um Robin de terno. É um tipo de mentoria misturada com amizade, que tem um certo carisma em toda a seriedade com que é retratada. E a boa notícia é que há planos para uma série focada nessa unidade que deve chegar ao HBO Max em 2023. Poder explorar mais das máfias de Gotham será algo fascinante. No filme, as máfias são representadas pelo famoso Carmine Falcone, interpretado por John Turturro, que traz um jeitão meio Castor de Andrade pro personagem, e pelo Pinguim, vivido por um Colin Farrell simplesmente irreconhecível.

Por fim, há de se louvar a execução desse projeto. Matt Reeves dirigiu perfeitamente esse longa que tinha tudo para ser problemático, mas que soube trabalhar tão bem a harmonia caótica de seus personagens com a cidade, que terminou realizando um dos melhores projetos baseados no Batman de todos os tempos.

A forma como ele conduz a dualidade de herói e vilão é brilhante, principalmente ao mostrar que eles se enfrentam, mas parecem concordar em certos pontos. A ideia de trazer um Batman com seus valores, mas que poderia facilmente ser visto como um vilão reflete até mesmo na trilha sonora do filme. A música tema do herói lembra parcialmente o icônico tema do Darth Vader. Tanto que certos momentos em que a direção usa um fundo vermelho para valorizar a imponência do traje com a capa fazem lembrar cenas do clássico vilão de Star Wars.

É um suspense noir aventuresco que teve todos os detalhes escolhidos a dedo por um diretor simplesmente apaixonado pelo personagem, que entendeu como poucos a mitologia e a essência do Batman. O final deixa um gancho já esperado, mas que com certeza vai empolgar até mesmo a quem não é tão fã do personagem. Ah sim, tem uma cena pós-créditos, mas se você estiver precisando muito ir ao banheiro após as 2h56 do filme, ela não influencia em muita coisa, não.

Batman estreia nos cinemas em 3 de março de 2022, mas com sessões disponíveis a partir do dia 1º de março.

 

Crítica | Vozes do Passado – TERROR psicológico chega como opção para aluguel sob demanda

Janeiro é o mês do auge do verão aqui no hemisfério sul, época de temperaturas altas e pensamentos voltados para o mar, para o ar-condicionado ou qualquer outra coisa que faça a gente pensar em algo que não seja o calor. Mas o fã mesmo de terror curte ver filmes com essa pegada faça chuva ou faça sol, literalmente, porque não há tempo feio para um bom susto ou uma boa torcida nos miolos. Como opção no aluguel sob demanda, para além das plataformas usuais, chega esse mês para o público brasileiro o suspense psicológicoVozes do Passado’.

Grávida, Ellie (Emma Draper) está de volta ao casarão onde seus avós moraram para tentar escrever um livro sobre suas pesquisas sobre ocultismo. Mas isso significa também ter que encarar sua mãe, Ivy (Julia Ormond), e todas as cobranças que veem à tona quando as memórias da casa começam a vir à superfície a medida em que Ellie vai voltando a se familiarizar com o local. Porém, enquanto sua mãe está empenhada em encaixotar as coisas dos pais para jogá-las fora, Ellie está disposta a reabrir as feridas do passado para descobrir a verdadeira verdade dos segredos do passado.

Desenvolvido em uma hora e meia de duração, ‘Vozes do Passado’ tem uma premissa interessante, mas uma má execução que coloca todo o projeto em escanteio. O enredo se desenrola de maneira não só arrastada, mas confusa. As peças do quebra-cabeças do filme vão sendo apresentadas em flashbacks desconexos que se chocam com cortes abruptos da edição, que jogam o espectador para o tempo presente da narrativa de maneira um tanto quanto despreocupada, como se fosse bastante lógico entender o que está acontecendo na trama porque sabemos do tal segredo da família – algo que, claro, não sabemos, porque é o grande lance do filme.

Por outro lado, temos ambas as atrizes entregando um bom trabalho em conferir dubiedade e profundidade às protagonistas, em sequentes cenas de conflito mãe e filha. E talvez esse seja a grande problemática do roteiro de Jake Mahaffy e Tim van Dammen: uma boa ideia cujo panorama para sustentá-la se arrasta por conta de uma economia de orçamento e centralização da trama em apenas dois personagens enfurnados em uma casa. Cabia ao diretor Jake Mahaffy tem aprofundado, pelo menos, a intensidade do suspense e do terror, espalhando-os mais ao longo de sua produção, e não apenas concentrar todos os esforços para o último arco do filme.

Apesar de cozinhar mui lentamente, ‘Vozes do Passado’ traz cenas interessantes de terror, que mesclam o sobrenatural com um pouco de ficção científica. Ainda que demore para mostrar a que realmente veio (e meio que apresentar a grande revelação da história de maneira bem bagunçada), ‘Vozes do Passado’ é um filme bastante alegórico, estilo ‘Mãe!’, calcado no embate psicológico das relações familiares e, portanto, produzido de maneira a extrair o melhor de seu elenco. Para tal, traz alguma bizarrice e cenas escatológicas de terror, então, quem curte essas coisas, pode ser interessante dar uma olhada neste ‘Vozes do Passado’, já disponível para aluguel nas plataformas.

‘Gotham’: Bane persegue Barbara em nova prévia; Confira!

A FOX divulgou uma prévia de ‘Gotham‘, destacando o vilão Bane, interpretado por Shane Westperseguindo Barbara.

Confira:

A FOX encomendou 12 episódios para encerrar a trama. Ao total, a série terá exatamente 100 episódios.

Com Gotham na beira da anarquia total e separada do resto do mundo, apenas Jim Gordon, Bruce Wayne e vários outros heróis ficam para trás para tentar reconquistar a cidade. Inspirado pelo arco ‘Terra de Ninguém’ dos quadrinhos, os vilões tomam conta da cidade – incluindo o Pinguim, Charada, as Sereias e Jeremiah. Será que a ordem será restaurada ou o caos reinará em Gotham?

Ben McKenzie, Donal Logue, David Mazouz, Robin Lord Taylor, Camren Bicondova, Cory Michael Smith, Sean Pertwee, Erin Richards, Morena Baccarin e Shane West estrelam.

‘A Black Lady Sketch Show’: Série da HBO é renovada para a 2ª temporada!

HBO renovou sua hilária série de comédia A Black Lady Sketch Show para a 2ª temporada, dois episódios antes do primeiro ciclo chegar ao fim. As informações foram confirmadas pela Variety.

O sketch apresenta um grupo de apoio à mulheres negras extremamente vaidosas e mostra, com muita ironia e sarcasmo, o quão nociva a indústria da beleza pode ser.

A produção conta com Issa Rae (‘Insecure‘) entre os produtores executivos e foi criada por Robin Thede, mais conhecida por seu trabalho em ‘The Rundown‘, série da emissora norte-americana BET, que possui puma programação destinada ao público negro.

O programa é descrito como “uma série narrativa que se passa em uma mágica realidade sem limites cheia de dinâmica, personagens hilários e celebridades como convidados”.

Além ser a autora do programa, Thede também estrela o projeto ao lado de Ashley Nicole Black, Gabrielle Dennis (‘Marvel’s Luke Cage‘) e Quinta Brunson (‘iZombie‘).

‘Coletivo Terror’: Conheça a nova série de TERROR da Netflix que está dando o que falar

Pouco antes do lançamento de Ragnarok, a Netflix já havia confirmado uma segunda produção original norueguesa intitulada Coletivo Terror’ (‘Bloodride’).

Criada por Kjetil Indregard, a mente por trás da aclamada Maniac, e por Atle Knudsen, a narrativa imagina uma jornada para o desconhecido, recheada de reviravoltas e obstáculos, mistérios e absurdidades – e um humor bastante mórbido e ácido.

Coletivo Terror funcionará no formato antológico, dentro do qual cada história é ambientada dentro de seu próprio universo realístico e bizarro. O show terá seis episódios e estreia na plataforma de streaming em 13 de março.

Bård Fjulsrud, Håkon Briseid e Ida Håndlykken Kvernstrøm serão os diretores das iterações.

Ine Marie WilmannBjørnar TeigenEmma Spetalen Magnusson fazem parte do elenco.

‘Shang-Chi’: Simu Liu reflete sobre o aniversário de um ano de sua escalação para o filme

Há exato um ano, diversos anúncios bastante animadores sobre o Universo Cinemático Marvel eram feitos durante a San Diego Comic-Con – incluindo a introdução de Simu Liu como o novo herói do panteão, Shang-Chi.

Agora, em seu Twitter oficial, o ator refletiu sobre sua escalação para a vindoura adaptação, dizendo que havia uma celebridade que ele queria muito conhecer: David Harbour.

Confira:

“Um ano atrás, eu não tinha ideia do que estava fazendo. Um ano mais tarde… Continua a mesma coisa”, ele escreveu. “Eu também conheci David Harbour depois que esta foto foi tirada, e ele é absolutamente o melhor”.

De acordo com o Deadline, a Marvel Studios está esperançosa de que as filmagens de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ devem retornar à ativa no final de julho, na Austrália.

As informações também indicam que o elenco e a equipe que voltarem ao país deverão entrar em quarentena assim que desembarcarem, visto que essa é a política do país em virtude da pandemia do novo Coronavírus.

As gravações do longa-metragem foram interrompidas em fevereiro devido à doença, mas um usuário do Twitter divulgou uma cena dos bastidores com Simu Liu e Awkwafina.

Apesar de não haver detalhes sobre a cena, parece que a dupla está se preparando para enfrentar alguns inimigos em frente a uma boate.

Confira:

“Vídeo dos bastidores de ‘Shang-Chi‘ em Sydney, na Austrália, antes das paralisações causadas pelo Coronavírus. Simu Liu e Akwafina são vistos em frente a uma boate/corporação secreta na China.”

Há alguns dias, uma fan page compartilhou algumas imagens dos bastidores da adaptação.

Em uma delas, é possível ver um exército de ninjas reunidos em um campo aberto próximo a uma instalação protegida por helicópteros de combate.

Ainda não há informações sobre os guerreiros mascarados, mas alguns fãs estão especulando que eles fazem parte da guarda do Mandarim, o principal vilão da adaptação.

Confira:

Lembrando que ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em 29 de abril de 2021.

O elenco conta com Simu Liu, Tony Leung, Awkwafina, Ronny Chieng, e Rosalind Chao.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.