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FIFA 23 surpreende ao trazer o icônico Ted Lasso e AFC Richmond para o jogo

Deixando a comunidade maluca, a EA Sports anunciou nesta quarta-feira que o treinador Ted Lasso, personagem da série de mesmo nome, estará disponível no FIFA 23. Com lançamento marcado para 30 de setembro, o novo jogo de futebol virtual da empresa contará com o técnico, com a equipe da série, AFC Richmond, e com os jogadores do time.

Será possível utilizar o treinador no Modo Carreira e escolher o AFC Richmond como o seu time nas Temporadas Online. A parceria entre a série de televisão Ted Lasso com o FIFA 23 reunirá diversos conteúdos.

O AFC Richmond, time fantasia criado pela série, terá itens exclusivos, incluindo uniformes, mosaicos, itens de técnico e outros conteúdos disponíveis para serem desbloqueados no Ultimate Team e no Pro Clubs, quando aplicáveis.

O treinador Ted Lasso, interpretado pelo ator norte-americano Jason Sudeikis, estará disponível como técnico selecionável do AFC Richmond no Modo Carreira, e os fãs poderão jogar com ele comandando a sua equipe igual na série ou no comando de qualquer time.

Em comunicado para a imprensa, Jason Sudeikis afirmou ser a realização de um sonho poder participar do FIFA 23.

“Como fã de longa data do FIFA, ter Ted Lasso e todo o elenco do AFC Richmond incorporados à versão mais recente do jogo é realmente um sonho tornado realidade para mim e para o resto dos caras. Nosso elenco e equipe trabalham muito duro neste show, e estamos lisonjeados que isso ressoe entre tantas pessoas. Estamos ansiosos para que nossos fãs tenham a oportunidade de jogar com, jogar como e até mesmo jogar contra seus personagens favoritos do AFC Richmond, disse o ator vencedor do Emmy.

Lacraias GIGANTES atacam no trailer do terror ‘The 100’; Assista!

O terror tailandês ‘The 100‘, que traz lacraias assassinas e gigantes, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Chalit KraileadmongkonPakphum Wongjinda são responsáveis pela direção.

Fame e Phil, dois irmãos youtubers, decidem passar a quarentena obrigatória de 14 dias no Hotel Srichanphen. No entanto, não demora muito para que centenas de lacraias comecem a sair de todos os buracos do edifício, e os irmãos acabam descobrindo que o hotel é o lar de um animal monstruoso: uma centopeia gigante que tem a habilidade de assumir a forma humana… que está em busca de seu próximo hospedeiro.

O elenco conta com Mike Angelo, Chanya McClory, David Assavanond, Benjamin Joseph Varney Kulteera Yordchang.

Com estreia prevista para outubro em seu país de origem, o terror ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

‘Gotham Knights’ ganha cartazes com os vilões Doutor Frio e Cara de Barra

Vilões clássicos do Batman, os inimigos Senhor Frio e Cara de Barro ganharam destaque em novos pôsteres do aguardado game ‘Gotham Knights‘.

O material divulgado revela detalhes do visual dos vilões, que apareceram recentemente em um trailer promocional ao lado da Arlequina e da Corte das Corujas.

Abaixo você confere os pôsteres de cada um:

Gotham Knights’ será lançado PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC no dia 25 de outubro.

10 Grandes Filmes de Astros que você achava que eram nascidos nos Estados Unidos

Quem nunca se surpreendeu ao pesquisar mais a fundo a história de artistas que se destacam no mundo do cinema e descobriu alguma curiosidade sobre eles? Essas situações acontecem, principalmente em pesquisas sobre o início de suas trajetórias, ou até mesmo os países onde nasceram. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 grandes filmes de artistas que você achava que eram nascidos nos Estados Unidos:

 

Bruce Willis

O querido ator intérprete do lendário John McClane (da franquia Duro de Matar) nasceu na Alemanha Ocidental em 1955 fruto do relacionamento de um soldado do exército norte-americano e uma garçonete alemã. Em 1999, o já famoso ator estrelou O Sexto Sentido, onde a frase “Eu vejo gente morta” ficou marcada para sempre na história do cinema. O indiano M. Night Shyamalan dirige um longa surpreendente que prende a atenção do espectador até o último minuto da história. Filmaço!

 

Keanu Reeves

Keanu nasceu em Beirute, no Líbano, filho de uma figurinista e um geólogo. A mãe de Reeves estava trabalhando em Beirute, quando conheceu o seu pai. Em 1991, mais de 30 anos atrás, Reeves conseguiu o papel de protagonista no longa-metragem de ação Caçadores de Emoção dirigido por Kathryn Bigelow (que mais tarde seria a primeira mulher a vencer o Oscar de melhor direção).  No filme um novato agente da polícia, ex-astro do futebol americano universitário, vai trabalhar em uma operação, disfarçado, para tentar prender perigosos assaltantes mascarados de bancos. Filmaço!

 

Alicia Vikander

Alicia nasceu em Gotemburgo e foi dançarina antes de virar atriz. Estreou nos cinemas somente em 2010 e conquistou o estrelato mundial quando venceu o Oscar de melhor atriz coadjuvante seis anos depois pelo seu papel no filme A Garota Dinamarquesa. Nesse filme, voltamos à década de 20 para conhecer a história de uma casal que passa por conflitos quando um deles se torna uma das primeiras pessoas a passar por uma cirurgia de mudança de sexo.

 

Toni Collette

Uma das atrizes mais queridas de Hollywood, Toni nasceu em uma cidade no subúrbio de Sydney, na Austrália. Ela estreou nos cinemas no início da década de 90 e logo alcançou a fama no inesquecível filme O Casamento de Muriel. O filme, escrito e dirigido por P. J. Hogan, conta a história de Muriel uma jovem que tem uma família com muitos conflitos e mora em uma pequena cidade na Austrália. Acaba embarcando em uma história em busca de realizações pessoais.

 

Oscar Isaac

Oscar nasceu na capital da Guatemala e seus pais se mudaram com ele para os Estados Unidos meses depois. Após o colégio ingressou na Miami-Dade College onde se formou em Artes Cênicas. Ao longo da carreira o talentoso artista sempre consegue se destacar em seus papéis. Um dos destaques é o ótimo filme Inside Llewyn Davis – Balada de um Homem Comum. Na trama, acompanhamos todos os passos de Llewyn Davis um músico, especialista em músicas do gênero Folk, que após perder seu grande parceiro musical, caí na realidade e nas dificuldades de voltar a fazer sucesso. O músico, que possui uma terrível habilidade de brigar com qualquer pessoa ao seu redor, vive em dificuldades constantes e dorme a cada dia na casa de um dos seus pacientes amigos. Em uma época onde pedir carona era uma coisa comum, Llewyn anda com seu violão de um lado para outro em busca de seu objetivo.

 

Amy Adams

Amy nasceu em Vicenza, na Itália, quando seus pais se conheceram e trabalhavam no país. Descoberta por um produtor enquanto trabalhava em um restaurante, Amy conseguiu seus primeiros papeis no cinema e hoje possui um enorme currículo com excelentes filmes. Um dos grandes destaques de sua carreira é o filme A Chegada. O projeto conta a história de uma renomada especialista em linguística, a Dr. Louise Banks que é convocada pelo exército norte americano a fazer parte de uma operação especial quando alguns objetos enormes desembarcam na Terra, trazendo caos e insegurança ao planeta. Juntamente com o físico teórico Ian Donnelly, Louise tentará a todo custo se comunicar com os alienígenas usando regras básicas de alfabetização. Lutando contra o tempo, pois os militares de todo o mundo só pensam em atacar os objetos voadores, Louise tentará provar que talvez eles não estejam ali para destruir a humanidade.

 

Isla Fisher

Isla nasceu em Omã, um país árabe. Na época de seu nascimento, seu pai, que era bancário foi morar nesse país já que trabalhava para as nações unidas. Ela estudou na L’École Internationale de Théâtre Jacques Lecoq, um teatro e escola de formação artística em Paris e estreou nos cinemas ainda criança, aos 11 anos de idade, no filme Despertar do Demônio (1987). Um de seus filmes mais famoso é Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, lançado em 2009, onde acompanhamos a trajetória de uma mulher que tem um sonho de trabalhar em uma revista mas precisa equilibrar seus conflitos já que é uma compradora compulsiva.

 

Joaquin Phoenix

Joaquin nasceu em Porto Rico. Ele estreou primeiro na televisão no início da década de 80, depois passou a fazer filmes iniciando com SpaceCamp – Aventura no Espaço em 1986. Aos poucos o artista se tornou um dos mais impactantes atores de sua geração com dezenas de maravilhosos filmes no currículo. Um de seus papéis mais marcantes foi em Coringa. Na trama, ambientada na década de 80 na famosa Gotham City, conhecemos o jovem Arthur, um trabalhador norte-americano que entre alguns bicos faz parte de uma empresa que seleciona palhaços para campanhas publicitárias de ruas e eventos pela cidade. Ele mora com sua mãe debilitada em um apartamento em uma zona violenta de Gotham e passa seus dias entre suas escritas para futuros stand up comedies e assistindo a um famoso programa de televisão (Talk Show) apresentado por Murray Franklin. Após ser ridicularizado, uma série de acontecimentos acabam despertando nele uma fúria incontrolável e ele começa sua trajetória de loucura transformando caoticamente para sempre sua cidade.

 

Natalie Portman

Natalie nasceu em Jerusalém, Israel. Ela fez sua estreia aos 13 anos no filme de Luc Besson: O Profissional. Tempos depois em paralelo a sua carreira se formou em Psicologia em Harvard. Com filmes emblemáticos no currículo, um dos mais marcantes é Cisne Negro de Darren Aronofsky, onde acompanhamos uma bailarina obsessiva pela dança que começa a perder o senso de realidade.

 

Michael Fassbender

Michael nasceu na Alemanha. Aos 19 anos foi para Inglaterra estudar no Drama Centre London. Um de seus colegas nesse período foi o também ator Tom Hardy. Em 2011 conseguiu seu primeiro importante papel no aclamado seriado Band of Brothers. Hoje em dia é um rosto conhecido em Hollywood e já fora indicado à dois Oscars. Um de seus papéis mais impactantes no cinema é em Shame dirigido por Steve McQueen. Na trama, um compulsivo sexual ao extremo (com uma promissora carreira profissional) vive dias de desespero após a chegada de sua irmã ao apartamento onde mora. Seus dias eram preenchidos com visitas a sites pornográficos, coleção de revistas com tema adulto, masturbações nas pausas do trabalho (no banheiro da empresa) e vários encontros com desconhecidas, sempre terminando em sexo ou ações desse tipo. Quando sua irmã entra na história, sua rotina é abruptamente afetada e isso gera um descontrole intenso.

Astro do ‘Hellraiser’ original se RECUSOU a participar do novo filme; Entenda!

A cinessérie ‘Hellraiser‘ vai finalmente voltar à tona, tudo graças ao Hulu, que quase trouxe um ator do filme original para o reboot. Em uma participação do Jake’s Takes, David Bruckner revelou que originalmente estava prevista uma participação de Doug Bradley de alguma forma no reboot.

O cineasta por trás do novo ‘Hellraiser‘, falou que o ator original da franquia, de 68 anos de idade, acabou recusando o convite devido à grande crise de infecções que estava acontecendo no período das gravações.

“Entramos em contato com Doug, queríamos que ele participasse de alguma forma no filme, mas, no meio de uma crise de infecções, não sei, ele também respeitosamente queria deixar seu legado com o personagem e você não pode discutir com isso”, disse o diretor David Bruckner.

Confira o novo trailer:

O terror será lançado no Hulu no dia 7 de outubro. No Brasil, estará disponível no Star+, mas ainda não possui previsão de estreia.

David Bruckner (‘O Ritual’) é responsável pela direção.

Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.

Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.

O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).

O roteiro foi escrito por Ben Collins e Luke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

Titania em ‘Thunderbolts’? Jameela Jamil fala sobre a possibilidade!

Em entrevista ao podcast Phase Zero, a atriz Jameela Jamil comentou sobre a possibilidade de sua personagem Titania, recentemente introduzida na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, aparecer na vindoura adaptação de ‘Thunderbolts‘.

Apesar de não confirmar os rumores, a atriz indicou o que poderíamos esperar de sua personagem caso ela se tornasse parte dessa nova equipe.

“Ela iria brigar com todo mundo. Nos quadrinhos, ela briga até mesmo com sua própria equipe. Ela é muito combativa, não trabalha muito bem em equipe. Ela só quer fazer um nome para si mesma, sendo o centro das atenções. Então ela adora criar destruição, caos e confusão sempre que tem a chance.”

A atriz também declarou que a Titania faria um inferno na vida do Deadpool: “Ela levaria o Deadpool à loucura. Eu amo o Ryan Reynolds, e amo o Deadpool. Há tantas coisas para serem exploradas no MCU, como os Thunderbolts. Há muitas narrativas em que a Titania poderia fazer parte no universo da Marvel. Ela irritaria todo o MCU, com inimigos por toda a parte. Seria como eu na vida real.”

Vale lembrar que a equipe será formada por Yelena Belova (Florence Pugh), Bucky Barnes/Soldado Invernal (Sebastian Stan), Alexei Shostakov/Guardião Vermelho (David Harbour), Ava Starr/Fantasma (Hannah John-Kamen), John Walker/US Agent (Wyatt Russell) e Antonia Dreykov/Taskmaster (Olga Kurylenko), sob a liderença de Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus).

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

Thunderbolts‘ concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

Confira a imagem da equipe:

‘Scanners’, insano filme de David Cronenberg, vai ganhar uma série de TV pelo HBO Max

O clássico bizarro do horror, ‘Scanners – Sua Mente Pode Destruir‘, do diretor David Cronenberg, ganhará uma série de TV na HBO. Vale destacar que o projeto não é exatamente um remake, mas sim uma obra ambientada no universo do filme original, em que existem 237 Scanners – pessoas com poderes psíquicos.

Na trama, perseguidas por impiedosos agentes de poderes inimagináveis, duas mulheres que vivem nos limites da sociedade moderna devem aprender a trabalhar juntas para superar uma vasta conspiração determinada a dominá-las.

Aliás, produzida pelo próprio David Cronenberg, e marca a segunda adaptação de um filme do diretor em que ele está envolvido. O cineasta também produz uma versão televisiva de ‘Gêmeos – Mórbida Semelhança‘ (1988), que terá Rachel Weisz interpretando gêmeas.

O seriado de ‘Scanners‘ terá William Bridges como roteirista e showrunner. Ele tem experiência com roteiros de ‘Black Mirror‘ e ‘Stranger Things‘. Já Yann Demange, de ‘Lovecraft Country‘, será o diretor. Ainda não há previsão de estreia.

Primeiras Impressões | ‘Andor’ é instigante e entrega MAIS do que ‘Obi-Wan Kenobi’

Desde que foram anunciadas, as novas produções de ‘Star Wars’ têm atiçado a ansiedade dos fãs por novidades que expandam esse universo. Aos poucos a DisneyPlus está cumprindo sua promessa, disponibilizando as novas séries em intervalos regulares de modo a nos deixar alimentados o tempo inteiro. Dentre as mais aguardadas, estava a minissérieObi-Wan Kenobi’, que mostrou-se uma produção contemplativa e nostálgica, cuja função era sanar uma ansiedade antiga dos fãs da segunda trilogia. E, exatos três meses depois, estreia hoje a série ‘Andor’, que irá agradar não só aos fãs da última trilogia, mas a todos que se rebelam contra o Império.

Cinco anos antes dos eventos ocorridos em ‘Rogue One’, Cassian Andor (Diego Luna, como é bom te ver de novo!) era apenas um sujeito tentando sobreviver. Oriundo de algum povo originário e adotado por Maarva (Fiona Shaw) quando ainda era garoto na Orla Exterior de Fest, os dois hoje vivem em Ferrix. Certo dia, porém, o passado de Cassian fala mais alto e ele acaba cometendo um erro ao tentar encontrar uma moça que supostamente teria vindo do mesmo lugar que ele. Por causa dessa noite, os agentes do Império emitem um alerta atrás dele, forçando Andor a largar sua vida confortável e fugir. Para isso, ele contará com a ajuda de sua amiga Bix (Adria Arjona) e do dróide (Dave Chapman), sem imaginar que o representante comercial com quem iria se encontrar para vender uma importante peça para arrecadar dinheiro para sua fuga fosse, na verdade, recrutá-lo para um objetivo muito maior: combater de verdade o Império opressor.

Um dos principais acertos da Disney foi liberar os primeiros três episódios de uma só vez na estreia; dessa forma, o espectador conclui o primeiro arco da jornada do herói (tudo que acontece antes do chamado para a aventura) parando a história justamente quando começa a aventura, o que nos obriga a querer continuar assistindo pois, afinal, o melhor ainda está por vir. Para um total de doze episódios na primeira temporada, esse aperitivo já dá o indicativo de que todo o ciclo da jornada do herói irá ser direcionado nos nove episódios seguintes.

Fica bastante claro que o roteiro de Tom Gillroy se inspira não apenas nos personagens criados por George Lucas, mas principalmente na construção da evolução destes em consonância com a jornada do herói épico, que é uma das principais estratégias de Lucas na sua criação. Assim, tudo nos leva a crer que ‘Andor’ entregará ainda muitos momentos emocionantes a partir do encontro de Cassian com Luthen Rael (Stellan Skarsgård), e que o oficial responsável pela bagunça toda (Noof Ousellam) se transformará em um personagem cruel, vingativo e sádico na história.

Desde o início de ‘Andor’ o espectador encontra uma grande produção, e o diretor Benjamin Caron encontra formas de também inserir novos elementos e registrar sua própria assinatura na série, como a acertada escolha de colocar a música ao vivo no set nos momentos-chave do enredo, que vemos no terceiro episódio; dá para sentir a diferença que isso fez na entrega do elenco ao sentimento das cenas. Ainda sobre este ponto, toda a dinâmica do sistema de alerta em Ferrix faz o espectador brasileiro pensar na engenhosa rede de comunicação das comunidades periféricas que temos em nosso país.

Em poucos episódios ‘Andor’ mostra que a história pessoal de Cassian será tão emocionante quanto sua participação em ‘Rogue One’, partindo do homem comum em luta pela sobrevivência para o herói rebelde que amamos. A trajetória entre esses dois pontos será desvendada na série, que começa no caminho certo, alinhada com as expectativas dos fãs, e em três episódios já entregou mais do que ‘Obi-Wan Kenobi’.

Crítica | ‘Hold the Girl’ reflete o aplaudível amadurecimento artístico de Rina Sawayama

Rina Sawayama causou um grande impacto quando fez sua estreia oficial no mundo da música com o álbum SAWAYAMA. Aclamado tanto pela crítica quanto pelo público, Rina começou a conquistar o planeta com seus vocais impecáveis e uma celebração da música pop como nenhuma antes vista – sempre fazendo questão de homenagear as artistas que a inspiraram e lançando-se em uma série de colaborações com alguns dos nomes mais importantes do cenário fonográfico. Dois anos depois de seu début, a cantora e compositora nipo-britânica retorna com o antecipadíssimo Hold the Girl, que auxiliou a reiterar sua versatilidade e sua idiossincrática habilidade lírica.

Sawayama deu início à sua mais nova era com o lead single “This Hell” (que inclusive entrou para a nossa lista de Melhores Músicas do Ano Até Agora), uma ótima faixa que se afasta do conceitualismo visto em “XS” ou “Comme des Garçons” e abraça o mainstream sem perder aquilo que a faz única. A canção mergulha em uma espécie de pop-rock recheada de referências a Whitney Houston, Britney Spears e Lady Di, além de pegar elementos emprestados de Lady Gaga, Paris Hilton e Shania Twain para compor a amálgama instrumental e firmar um refrão explosivo, intrigante e extremamente ácido (ora, temos até uma menção a ‘O Diabo Veste Prada’ nos versos). Com um começo tão sólido quanto este, era apenas natural que ficássemos animados para as faixas seguintes – e fomos agraciados com a potente semi-balada de “Catch Me In the Air” e a irreverente canção-titular, cujas fortes mensagens reverberam em sua recente discografia.

O disco é um gigantesco e enérgico conglomerado de gêneros musicais – cuja estética é utilizada, em boa parte, a favor do que a performer quer nos entregar. Com potencial mercadológico inegável, que se aproxima até mesmo de ‘Jagged Little Pill’, de Alanis Morissette, Hold the Girl é um autotestamento de Rina para si mesma, infundido com letras que refletem sua visão de mundo à medida que se transformam em uma relacionável declamação melancólica de que as coisas precisam mudar – e que ela tem o direito de postar sua voz, ainda que enfrentando tantas adversidades. A música de abertura, por exemplo, se isola numa sonoridade mais onírica e sinestésica, movida pelo conjunto de cordas que ecoam por breves dois minutos e que sustentam uma narrativa que fala sobre a problemática da falta de expressão (cujo único crime é não ser longa o suficiente para apreciarmos cada detalhe imortalizado).

Enquanto SAWAYAMA se respalda na inovação de um experimentalismo interessante e bastante coeso, o segundo álbum de Rina funciona como uma carta para si mesma, pincelada com a pessoalidade nostálgica de tudo o que já viveu. Talvez, por essa razão, somos arremessados em uma aventura sonora que atravessa desde o glam-rock ao Europop ao hi-NRG ao synth em uma mudança brusca de personalidade que, ao contrário do que poderíamos imaginar, não é fragmentada, e sim imaginada como as múltiplas facetas de alguém que precisa dizer algo. Quando migramos para a conclusão da obra, “To Be Alive”, percebemos uma teatralidade apaixonante e antêmica e que se encerra em gloriosa sagacidade: se antes ela lidava com “emoções que tentava esconder”, agora “eu finalmente sei como é se sentir viva”.

Há algo de mágico que permeia cada uma das músicas assinada pela artista, que parece nos impedir de encontrar qualquer defeito; eles existem, é claro, mas soam como tendo um propósito, uma camada a mais de rebeldia que auxilia na construção das várias camadas. “Phantom”, por exemplo, dá às caras em um longevo enredo que, apesar das repetições, cria um cosmos tão receptivo que é impossível escapar dele – reverenciando o fabulesco estilo de Taylor Swift e Carrie Underwood no começo de suas respectivas carreiras; “Forgiveness”, por sua vez, ascende como uma peça retirada das trilhas de Theodore Shapiro, não em um mero espectro emprestado, mas sim remodelado com a beleza sutil do soft-rock e do ritmo cintilante dos baixos.

Para cada mínimo e quase imperceptível deslize, Rina dá tudo de si para nos presentear com algumas das melhores músicas do ano (e, em um tom mais pessoal, ela torna o trabalho deste que vos escreve muito mais difícil). “Holy (Til You Let Me Go)” poderia com facilidade estar em um line-up do Festival Eurovision: temos os toques familiares do techno fundidos com a efemeridade do pop industrial, o saudosismo do EDM e a exaltação do Eurodance noventista – tudo convergindo para um hino de empoderamento e libertação que a permite ser quem é, sem se sentir culpada por não cair dentro da norma. “Frankenstein” já se respalda no pop-punk, contando com a assinatura certeira do vencedor do Oscar Paul Epworth e da sempre incrível Lauren Aquilina; “Imagining” se finca no electro-pop e no hyperpop, abraçando as portas abertas por Gaga e Charli XCX anos atrás e calcando um enredo que fala sobre dor e autoconsciência.

Hold the Girl cimenta a meteórica carreira de Rina Sawayama no mundo da música e é uma ótima adição à sua discografia. O aspecto mais chamativo do álbum é o conflito de estilos que grita com urgência apaixonante, reiterando a crescente importância de um dos nomes mais interessantes da atualidade.

Nota por faixa:

1. Minor Feelings – 5/5
2. Hold The Girl – 5/5
3. This Hell – 5/5
4. Catch Me In The Air – 5/5
5. Forgiveness – 4/5
6. Holy (Don’t Let Me Go) – 5/5
7. Your Age – 4/5
8. Imagining – 4/5
9. Frankenstein – 5/5
10. Hurricanes – 4,5/5
11. Send My Love To John – 4/5
12. Phantom – 4/5
13. To Be Alive – 5/5

‘The White Lotus’: Terminam as filmagens da 2ª temporada da premiada série do HBO Max

The White Lotus‘, produção que foi uma das maiores vencedoras do Emmy 2022, está prestes a retornar, pois a 2ª temporada da série exibida no HBO Max terminou de ser rodada na Itália, encerrando assim suas filmagens.

O show novamente foi rodado na Itália, mas dessa vez se mudou da Sicília para o norte de Roma, no Lumina Studios. Anteriormente, o seriado havia sido rodado em um resort que havia fechado as portas durante a pandemia da Covid-19.

E mesmo que as gravações tenham terminado agora, não demorará nada para o retorno da série, que já tem estreia prevista para algum ponto de outubro de 2022, sem data definida até o momento.

Intitulado ‘White Lotus: Sicily‘, o próximo ciclo será focado em um novo elenco – com o retorno de apenas alguns rostos conhecidos.

Vale lembrar que, recentemente, a primeira temporada conquistou 20 indicações ao Emmy Awards, incluindo Melhor eMinissérie ou Filme para TVMelhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV para Jennifer CoolidgeSydney SweeneyAlexandra DaddarioConnie Britton Natasha RothwellMelhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV para Murray BartlettSteve ZahnJake Lacy.

Os vencedores serão anunciados nos dias 03 e 04 de setembro. Os ganhadores da cerimônia principal, por sua vez, em 12 de setembro.

A narrativa é centrada nos hóspedes e nos funcionários do The White Lotus, um hotel-resort localizado em um paraíso idílico. À medida que as férias vão se desenrolando, entretanto, situações obscuras surgem entre os personagens e dentro do próprio hotel.

‘Dahmer’: Minissérie sobre o serial killer Jeffrey Dahmer estreia na Netflix!

‘Dahmer: Um Canibal Americano’, nova minissérie do prolífico realizador Ryan Murphy, já chegou à Netflix.

A produção estreou hoje, 21 de setembro, na plataforma de streaming.

Estrelada por Evan Peters (‘American Horror Story’, a produção é centrada no perigoso serial killer Jeffrey Dahmer.

Relembre o trailer:

A produção conta a história do serial killer Jeffrey Dahmer, que matou e desmembrou dezessete homens entre 1978 e 1991.

A série, composta por dez episódios, mostra um olhar aprofundado no assassino mais notório da América, contado através do ponto de vista das vítimas de Dahmer. Além disso, a produção irá expor a incompetência policial no caso que permitiu o assassino a continuar matando.

O elenco ainda conta com Niecy NashPenelope Ann Miller, Shaun J. BrownColin Ford Richard Jenkins.

Recentemente, Jeffrey Dahmer foi interpretado por Ross Lynch (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) no filme ‘O Despertar de um Assassino‘. Anteriormente, Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) havia assumido o papel em ‘Dahmer – Mente Assassina‘, de 2002.

Nova animação de ‘O Menino Maluquinho’ ganha trailer e data de estreia pela Netflix

Foi revelado pela Netflix o primeiro trailer de ‘O Menino Maluquinho‘, sendo essa a primeira série animada brasileira da plataforma na história. A prévia revela que a adaptação da obra de Ziraldo chega ao streaming em 12 de outubro, no Dia das Crianças.

A animação mostra cenas de diferentes aventuras do Menino Maluquinho ao lado dos amigos. São momentos em casa, na escola, em uma festa junina e até na floresta.

Confira o trailer:

A Netflix também revelou o pôster oficial da animação O Menino Maluquinho. Confira:

Uma produção da Chatrone (‘Festa no Céu’), ‘O Menino Maluquinho‘ tem direção de Beto Gomez (‘Oswaldo’) e Michele Massagli (‘Clube da Anittinha’), adaptação de Carina Schulze (‘Ba Da Bean’) e Arnaldo Branco (‘Irmão do Jorel’), com Gustavo Suzuki (‘Historietas Assombradas’) como roteirista-chefe.

‘Sandman’: Neil Gaiman conta por que a Netflix ainda não renovou a série

Ainda que ‘Sandman‘ tenha tido a aclamação da crítica e passado semanas no topo das séries mais vistas na Netflix, a produção ainda não tem uma segunda temporada garantida pela gigante do streaming.

Mesmo otimista, o escritor Neil Gaiman pede calma e explica por que a companhia ainda não confirmou uma nova temporada. E em resposta a um fã no Twitter, Gaiman cita o modelo de métricas da Netflix e a forma como a primeira temporada da série foi consumida, como estaõ avaliando.

“A primeira temporada saiu no dia 5 de agosto. A coleta de dados terminou agora. Uma complicação é que muita gente não maratonou, preferindo tomar espaço entre os episódios. Insistir para que a Netflix agilize as coisas não vai adiantar”, falou Gaiman.

A série de ‘Sandman’ adaptou os dois primeiros arcos da HQ de mesmo nome, publicada em 75 edições entre 1989 e 1996. Gaiman supervisionou de perto o projeto. O escritor também se esforça bastante nas redes sociais para que a série seja vista, o que garante uma renovação, mesmo com os altos custos de produção.

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco conta com Tom Sturridge (Sonho), Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Eddie Murphy e principal núcleo do elenco original retornam para ‘Um Tira da Pesada 4’

Já sabemos que o quarto filme da franquia ‘Um Tira da Pesada‘ está em desenvolvimento, e, além da volta de Eddie Murphy, a produção também contará com o retorno de vários atores do que fizeram parte do longa original.

Um Tira da Pesada 4‘ escalou Paul Reiser, Judge Reinhold, John Ashton e Bronson Pinchot. Todos os quatro atores já atuaram anteriormente na série, interpretando policiais e detetives que ficam na cola do desajeitado Axel Foley.

E do grupo principal, apenas Judge Reinhold, que viveu o detetive Billy Rosewood, foi o único a dar as caras em toda a trilogia. Vale destacar que o quarto capítulo da série também contará com a adição de Joseph Gordon-Levitt (‘A Origem’), em papel ainda não revelado.

Mark Molloy comanda o longa-metragem.

Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de ‎‎Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.

Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.

‘Quarteto Fantástico’: Contratada dupla de roteiristas para o novo filme

O novo filme do ‘Quarteto Fantástico‘ pelo Universo Cinematográfico da Marvel contratou a dupla de roteiristas Jeff Kaplan e Ian Springer para escrever o longa da família de heróis.

O curioso é que nenhum dos dois escritores têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Kaplan e Springer se junta ao cineasta Matt Shakman, diretor que já havia se consagrado em ‘WandaVision‘ e que agora comandará o longa inédito. O diretor também estará envolvido no processo de escrita do roteiro.

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente. O novo filme do ‘Quarteto Fantástico‘ chega aos cinemas em 8 de novembro de 2024.

‘Wandinha’: Novo teaser apresenta a Escola Nunca Mais; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional de ‘Wandinha’ (Wednesday) série derivada de ‘A Família Addams‘ que será focada na icônica personagem titular.

O teaser em questão apresenta a Escola Nunca Mais, dirigida por Larissa Weems (Gwendoline Christie).

Confira:

O elenco traz Jenna Ortega como Wandinha, Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez e Issac Ordonez como Pugsley.

Assista ao teaser trailer:

Durante uma entrevista para o Comicbook.com, o lendário compositor Danny Elfman comentou sobre o que o público pode esperar da atração e aproveitou para elogiar o trabalho de Ortega.

”A série está muito, muito divertida. Atualmente, estou trabalhando no segundo episódio ao lado de Tim e a jovem atriz que está interpretando Wandinha. Ela é realmente perfeita, ela foi a escolha perfeita para o papel. Vocês realmente vão vê-la se transformar nessa querida personagem.‎”

Conhecida por seus trabalhos em ‘Você’, ‘Pânico’ e ‘X’, Ortega já havia comentado sobre os desafios de encarnar a filha de Gomez e Mortícia.

Para ela, uma das principais características de Wandinha é sua falta emoções, algo que é muito complicado para uma atriz expressiva como Ortega.

“O mais interessante sobre Wandinha é que nunca a vimos agir como uma adolescente comum”, disse à Entertainment Weekly. “Ela é uma menina de oito anos obcecada por assassinato, morte, luto e depressão. É tão bizarro que chega a ser engraçado e encantador ao mesmo tempo. Então, como eu posso reproduzir tudo isso e fazê-la interessante sem descaracterizá-la? É uma série de oito episódios… Então, meu maior desafio é fazer com que as pessoas se conectem com ela de uma forma emotiva, mesmo que ela esteja fechada às emoções.”

Ela acrescentou que:

“Ok, ela tem que ser capaz de conduzir a história adiante de alguma forma, mas como a mantemos fiel ao seu eu inexpressivo? Estou muito curiosa para saber como isso vai funcionar. Eu nunca tive a oportunidade de interpretar um personagem icônico antes e sei que ela é muito amada e respeitada, então não posso estragar tudo.”

Wandinha fará parte da Escola Nunca Mais, localizada na cidade de Jericho, e estará acompanhada de diversos outros personagens, incluindo vários estudantes.

Confira a descrição de cada um abaixo:

  • Joy Sunday como Bianca Barclay: uma das estudantes mais populares da Academia, Bianca é descendente de uma longa linhagem de sereias com um poder encantador de persuasão.
  • Emma Myers como Enid Sinclair: Enid é a animada e vibrante colega de quarto de Wandinha. Vinda da Califórnia, ela faz parte de uma matilha de lobisomens.
  • Hunter Doohan como Tyler Galpin: um morador local que constrói uma amizade inesperada com Wandinha. Ele tem um relacionamento complicado com o pai, o xerife Donovan.
  • Moosa Mostafa como Eugene Otinger: um dos estudantes mais peculiares da Academia e presidente do clube de apicultura.
  • Georgie Farmer como Ajaz Petropolus: estudante da Academia que também é uma górgona. Estranho e tímido, Ajaz fica muito ansioso quando alguém olha em seus olhos.
  • Naomi J. Ogawa como Yoko Tanaka: uma vampira inspirada pela estética harajuku e uma das jovens mais legais da Academia.
  • Percy Hynes White como Xavier Thorpe: um estudante caristmático e sobrenaturalmente artístico que vem de uma família abastada, graças ao célebre pai.
  • Jamie McShane como o Xerife Donovan Galpin: Nascido e criado e Jericho, esse xerife sempre teve problemas com a Academia – e uma vingança pendente com um ex-aluno de lá, Gomez Addams.
  • Thora Birch como Tamara Novak: supervisora do dormitório de Wandinha e a única sem atributos sobrenaturais na Academia, com paixão por todas as coisas que se relacionam com botânica.
  • Riki Lindhome como a Dra. Valerine Kinbot: uma terpaista local que fica extremamente intrigada com sua nova paciente, Wandinha.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

10 filmes SONOLENTOS que não devem ser indicados nem para a sogra…

Quantas vezes fomos assistir a um filme, principalmente quando criamos grande expectativa, e saímos do cinema com uma enorme decepção? O gosto é uma questão relativa, as vezes podemos não gostar nada nada de alguns filmes e outras pessoas adorarem. Por isso que o cinema é tão legal, cada filme chega de forma diferente para cada um de nós.

Pensando nos filmes que achamos chatos (sempre vai ter algum em alguma semana) e brincando com a questão da sogra (mesmo sabendo que tem sogras super legais) segue abaixo uma lista que para alguns pode até ser polêmica, com 10 filmes SONOLENTOS que não devem ser indicados nem para a sogra…:

 

Um Amor, Mil Casamentos

Algumas reviravoltas que matam a experiência do espectador. Um Amor, Mil Casamentos, filme no catálogo da Netflix nesses tempos de pandemia tanta causar riso adotando a fórmula de Morte no Funeral (o original principalmente) mas que se perde totalmente após uma inusitada rebobinada que joga fora todo o primeiro arco. A partir daí tudo se desmonta e contamos os minutos acabarem lentamente como um grande sofrimento que nossos olhos estão sendo testemunhas. Dirigido pelo cineasta britânico Dean Craig (roteirista de Morte no Funeral), o filme bate na tecla da repetição e dos clichês se tornando mais um filme esquecível.

 

Conspiração Terrorista

Sabe aquele filme que quando começa você sente que já viu? Conspiração Terrorista, uma das dezenas produções que a Netflix vem lançando aos longo dos últimos meses, talvez seja o mais fraco dessa safra. Dirigido pelo cineasta britânico Michael Apted (dos ótimos Enigma e Nell), o projeto encalha em um roteiro cheio de clichês, com personagens pouco inspirados e um ritmo que não consegue o equilíbrio, frustrando qualquer tentativa de interação com o público. A produção conta com o sumido Orlando Bloom, Noomi Rapace como a protagonista e Michael Douglas como um dos coadjuvantes.

 

Legado Explosivo

Quando a dor na consciência encontra as falhas na justiça. Protagonizado por um dos artistas mais pós graduados em filmes de ação dos últimos tempos, o irlandês Liam Neeson, Legado Explosivo, dirigido por Mark Williams (em seu segundo projeto como diretor), é um filme de ação com apenas pitadas quase invisíveis de drama onde acompanhamos a saga de um ladrão honesto rumo aos obstáculos do outro lado da lei. É muito mais do mesmo, por mais que Neeson exale carisma na tela, o projeto é um grande universo de clichês com poucas cenas de ação realmente de tirar o fôlego. Um dos mais fracos filmes da saga no universo da ação do lendário ator indicado ao Oscar pelo inesquecível A Lista de Schindler.

 

Fúria em Alto Mar

Passando que nem uma flecha pelo circuito exibidor, a ação recheada de clichês Fúria em Alto Mar é o que podemos dizer de mais do mesmo da indústria hollywoodiana. Baseado no livro Firing Point, de Don Keith e George Wallace, o projeto, repleto de nomes conhecidos do grande público, leva para a tela situações absurdas de um iminente conflito a partir de um sequestro do mais alto comando russo. Ao longo dos sonolentos 120 minutos de projeção, consumimos uma grande falta de criatividade narrativa e atuações dignas de framboesas de ouro.

 

Nu

Dirigido por um especialista em filmes/sátiras oriundos de blockbusters, o cineasta Michael Tiddes (Cinquenta Tons de Preto, Inatividade Paranormal) chegou a netflix tempos atrás com seu novo trabalho, Nu. No papel principal, o comediante bastante famoso Marlon Wayans (As Branquelas, Todo Mundo em Pânico), que tenta a todo instante provocar risos no espectador com seu limitado personagem que se mete em uma situação diferente, só vista em filmes.

 

A Garota do Trem

O mistério do amor é maior que o mistério da morte. Baseado no livro homônimo, de Paula Hawkins, best-seller do jornal The New York Times, A Garota do Trem é uma trama esquisita onde nada é o que parece e o que parece também não é nada demais. Tudo é muito confuso na história dirigida pelo ator e diretor Tate Taylor (Histórias Cruzadas). A protagonista não possui a força e carisma necessários para prender nossa atenção nos sonolentos 100 minutos de projeção. Como filme, realmente não deu certo.

 

Segunda Chance

Não é de hoje que o cinema dinamarquês vem conquistando a atenção dos cinéfilos mundo à fora. A qualquer novo trabalho, as atenções se voltam de novo a essa intensa escola e ao seu  modo de contar uma história. Assim, começamos falando da cineasta Susanne Bier e a sua marca registrada em preencher a tela com emoções à flor da pele por meio das histórias tristes, e muitas vezes sem rumo, de seus personagens. Não há delicadeza no cinema de Bier, o ser humano é exposto aos seus mais profundos limites. As fraquezas são mostradas da forma mais nua e crua. Porém, neste trabalho, diferente de sua grande maioria passada, infelizmente, tudo dá errado e o filme vai se tornando sonolento.

 

Salvo – Uma História de Amor e Máfia

O que dizer de um filme que não quer dizer nada? Vencedor de alguns Festivais, o longa-metragem italiano Salvo – Uma História de Amor e Máfia gerava expectativa de todos por conta de sua sinopse insinuante e repleta de elementos que poderiam compor uma boa história. Tudo vai para água abaixo quando o roteiro, praticamente sem diálogos, deixa o filme insosso e altamente sonolento. Aquelas olhadas para o relógio são constantes transformando o que era para ser uma agradável exibição vira uma terrível perda de tempo.

 

Descompensada

Seja como for o que penses, creio que é melhor dizê-lo com boas palavras. Indicado a duas categorias no Globo de Ouro, a comédia norte-americana Descompensada (Trainwreck) é um show de besteirol que tenta imprimir um ritmo maduro para poucos diálogos intriguistas, uma fórmula não dá certo. Dirigido pelo cineasta nova-iorquino Judd Apatow (O Virgem de 40 Anos) e com uma atuação bem fraca da humorista Amy Schumer.

 

O Garoto da Porta ao Lado

Falando sobre o mundo dos stalkers, o projeto do diretor nova-iorquino Rob Cohen, é uma história muito forçada que explora a sensualidade sem profundidade. O Garoto da Porta ao Lado é um dos filmes mais perdidos que foram lançados nos últimos anos. Não consegue se encontrar sendo suspense, é uma viagem indigesta quando tenta ser um drama. Um filme que passou desapercebido.

‘Obi-Wan Kenobi’: Confira as incríveis imagens dos bastidores da série!

No último dia 08, chegou ao catálogo da Disney+ o especial ‘Obi-Wan Kenobi: O Retorno do Jedi’, que explorar os bastidores da série.

E agora que a atração já está disponível, a plataforma de streaming divulgou algumas imagens do elenco por trás das câmeras.

Confira:

“Com cenas de bastidores nunca antes vistas, histórias pessoais aquecedoras e momentos significativos, ‘Obi-Wan Kenobi: A Jedi’s Return‘ mostra a produção da minissérie original da Lucasfilm para a Disney+, uma história épica que começa 10 anos após os dramáticos eventos de ‘Star Wars: A Vingança dos Sith‘. Este documentário da Lucasfilm e da Supper Club explora o retorno de Obi-Wan Kenobi e Anakin Skywalker à tela – e Ewan McGregor e Hayden Christensen aos seus respectivos papéis clássicos. A diretora Deborah Chow, elenco e equipe refletem sobre sua jornada para contar uma nova história com os personagens icônicos de ‘Star Wars’, enquanto introduzem novos heróis e vilões ao longo do caminho.” Com visitas completas ao departamento de criaturas, figurino e muito mais, este episódio apresenta o lado do cinema que torna ‘Star Wars‘ tão único – o respeito e a paixão pelo legado e pelos personagens amados através de gerações.”

Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis na Disney+.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Chega! Stephen King NÃO QUER remakes de ‘À Espera de Um Milagre’ e ‘Um Sonho de Liberdade’

Durante uma entrevista para o Bangor Daily News, Stephen King disse que tem grande apego emocional por duas adaptações de seus livros e não quer nem saber de remakes destas produções.

Tratam-se das versões cinematográficas de ‘À Espera de Um Milagre‘, estrelada por Tom Hanks e Michael Clarke Duncan, e ‘Um Sonho de Liberdade‘, que contou com Tim Robbins e Morgan Freeman no elenco.

Indicado em quatro categorias do Oscar, incluindo Melhor Filme, ‘À Espera de Um Milagre‘ (1999) mostra Hanks como um guarda do corredor da morte de uma penitenciária, que tem a própria fé testada ao lidar com um detento acusado de estupro e assassinato.

No entanto, ele começa a demonstrar compaixão e curiosidade pelo prisioneiro devido a sua personalidade amável e seus supostos dons divinos.

Já ‘Um Sonho de Liberdade‘ (1994) acompanha tentativa de fuga de um detento vivido por Robbins de uma prisão se segurança máxima.

Apesar de parecer uma narrativa simples, o personagem acaba mudando a forma com que seus colegas enxergam a vida enquanto divide as grades com eles.

O longa foi indicado a sete estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Roteiro Adaptado.

“Eu não faria questão de me mover para assistir remakes de ‘Um Sonho de Liberdade‘ ou ‘À Espera de Um Milagre‘. Também tenho minhas dúvidas sobre o remake que estão propondo de ‘Christine, o Carro Assassino“, disse King.

Por outro lado, o Mestre do Horror também reconheceu que alguns remakes contribuíram para o sucesso de sua carreira, como a nova versão de ‘It – A Coisa‘.

“Olha, eu gostei especialmente do reboot ‘It – A Coisa‘ porque estava livre de todas as regulações que comandavam a TV aberta na época em que a minissérie foi feita, em 1990. Era uma boa adaptação, mas o filme devolveu a boca suja às crianças e aproveitou melhor como os elementos de terror sobrenatural podem causar traumas em uma criança.

Vale lembrar uma das próximas adaptações dos contos de King é ‘O Bicho-Papão‘ (The Boogeyman).

A notícia mais recente  sobre o terror foi a adição de David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’) ao elenco (via Bloody Disgusting).

Marin Ireland (‘Y: The Last Man’), Vivien Lyra Blair (‘Bird Box’) e Madison Hu (‘Voyagers’) também foram confirmados.

A história gira em torno de um homem cujos três filhos morreram sob circunstâncias misteriosas quando muito jovens e deixados sozinhos em seus respectivos quartos. Além disso, as três crianças gritaram “Bicho-papão!” antes de falecerem.

10 FILMES que mostram engenhosos planos criminosos

Quem não curte aqueles filmes empolgantes, alguns muito inteligentes, que nos mostram mirabolantes planos para conseguir algum objetivo quase inalcançável? Baseado em fatos reais ou não, algumas obras com esse recorte chegam aos cinemas ano após ano. Pensando nisso, e pra você que curte filmes de ação sobre curiosas estratégias pra cumprir um objetivo, segue abaixo 10 filmes que mostram engenhosos planos criminosos:

 

The Bank Job

Nesse ótimo filme, conhecemos um grupo de trambiqueiros que são chamados para executar um plano que consiste em cavar um túnel de uma loja até o cofre de um banco e roubar dinheiro e documentos que estão lá. Eles só não sabiam que em alguns desses documentos tinham informações que envolviam nomes famosos do cenário britânico.

 

A Verdadeira História do Roubo do Século

As explicações entre o simples e o mirabolantes de um dos mais famosos roubos de todo o mundo. Disponível no catálogo da Netflix, o documentário A Verdadeira História do Roubo do Século nos leva de volta à Argentina no ano de 2006 onde um grupo de pessoas conseguiu roubar uma enorme quantia (até hoje não se sabe ao certo quanto) de dinheiro do Banco Río em Acassuso (situada na brande Buenos Aires). Aqui, com depoimentos dos próprios criminosos e pessoas que estiveram como coadjuvantes no dia do roubo, vamos sabendo surpreendentes detalhes desde o plano até o intenso pós assalto.

 

Homens de Ouro

Baseado em fatos reais, esse longa-metragem italiano nos mostra a inusitada história de um funcionário dos correios, que dirige um furgão todo dia cheio de malas com dinheiro, que após ter adiada sua aposentadoria por conta de uma nova lei, resolve bolar um plano mirabolante para roubar o lugar onde trabalha.

 

60 Segundos

Um dos grandes sucessos da carreira de Nicolas Cage, que aqui ao lado de Angelina Jolie, nos levam para uma história cheia de adrenalina sobre um ladrão de carros que precisa voltar à ativa em um plano mirabolante de roubar algumas dezenas de luxuosos automóveis durante algumas horas.

 

A Armadilha (1999)

Protagonizado por Sean Connery e Catherine Zeta-Jones, esse ótimo e charmoso filme de ação lançado no final da década de 90 nos apresenta uma dupla que planejam um roubo extremamente difícil, durante o ano novo, em um dos prédios mais altos do mundo, situado na Malásia.

 

Roubo nas Alturas

Na trama, o gerente de um dos edifícios mais luxuosos dos EUA, a partir de algumas revelações sobre um dos moradores, resolve planejar um roubo a um dos apartamentos e para isso conta com a ajuda de uma turma atrapalhada que não tem experiência na arte de roubar. Estão entre essa turma um recém desempregado de Wall Street, um ladrão com experiência somente em roubos de antenas de televisão à cabo, um atrapalhado funcionário do hotel, um homem que aprendeu sobre eletricidade num curso online e muito mais.

 

Assalto ao Banco da Espanha

Na trama, conhecemos o caçador de tesouros, o milionário Walter (Liam Cunningham), um homem que reúne equipes pelo mundo em busca de tesouros e mais especificamente um em especial que lhe fora tomado pelas autoridades espanholas em alto mar deixando esse objeto preso no Banco da Espanha, um dos lugares mais seguros de toda a Europa. Walter descobre uma maneira de entrar no local mas precisará de um brilhante engenheiro para conseguir decifrar alguns enigmas sobre como é feita a segurança no local, assim chega ao nome de Thom (Freddie Highmore) um brilhante estudante de Cambridge que fica de cara fascinado em ser peça fundamental no plano e na equipe de Walter.

 

Truque de Mestre

Quem não gosta de um bom show de ilusionismo? Criss Angel, David Blaine, Harry Houdini, Mister M. são alguns dos mais famosos nomes que acompanham o imaginário de muitas pessoas ao redor do mundo com suas habilidades de mágica e ilusão. Se aproveitando dessa necessidade humana pela curiosidade, os roteiristas Boaz Yakin e Edward Ricourt criaram uma história muito inteligente onde o espectador não consegue desgrudar os olhos da telona. Truque de Mestre tem cenas de ação misturadas com diálogos interessantes, transformando a trama em um filme dinâmico e que deve agradar a maior parte do público.

 

O Plano Perfeito

Quando pensamos em filmes sobre engenhosos e premeditadas ações criminosas, impossível não pensar nesse filme! Dirigido por Spike Lee e com um elenco maravilhoso, Em O Plano Perfeito um grupo invade um banco em Nova Iorque e confunde a polícia a toda instante sobre qual o objetivo da ação.

 

Onze Homens e um Segredo

Buscando a façanha de assaltar alguns cassinos durante uma única noite, Danny Ocean (George Clooney), um criminoso que acabara de sair da prisão, junta um grupo de ladrões especialistas em suas áreas para esse grande golpe. Dirigido por Steven Soderbergh e com um elenco estelar.