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Michele Morrone, astro de ‘365 Dias’, estrela o drama brasileiro ‘Duetto’; Confira o trailer!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer do drama ‘Duetto‘, coprodução brasileira estrelada pelo astro Michele Morrone, conhecido pela franquia ‘365 Dias‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de setembro.

Vicente Amorim é responsável pela direção.

A trama se passa na Itália, em 1965, e conta a história de encontro entre Cora, uma adolescente brasileira, e o famoso e controverso cantor italiano Marcello Bianchini. Mas a história começa em São Paulo. Depois da trágica morte de seu pai em um acidente de carro, Cora viaja com a avó, Lúcia, para a sua cidade natal, na Apúlia. Entre o passado familiar, os dramas e histórias da cidadezinha italiana, Cora trilhará seu caminho para a maturidade e a vida adulta.

O elenco ainda conta com Giancarlo Giannini, Marieta Severo, Gabriel Leone, Luisa Arraes, Elisabetta De Palo e Rodrigo Lombardi.

‘La Brea’: Luta pela sobrevivência no trailer INTENSO da 2ª temporada

A NBC divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série de ficção científica ‘La Brea‘.

Confira:

O próximo ciclo vai estrear oficialmente no dia 27 de setembro.

Uma aventura épica começa quando um buraco enorme se abre no meio de Los Angeles, puxando centenas de pessoas e edifícios para suas profundezas. Aqueles que caíram encontram-se em uma misteriosa e perigosa terra primitiva, onde eles não têm escolha a não ser se unir para sobreviver. Enquanto isso, o resto do mundo busca desesperadamente entender o que aconteceu. Na busca por respostas, uma família dilacerada por este desastre terá que desvendar os segredos desse evento inexplicável para encontrar um caminho de volta para o outro.

O elenco é composto por Natalie Zea, Zyra Gorecki, Chiké Okonkwo, Eoin Macken, Jack Martin e Jon Seda.

Bullies são MASSACRADOS no trailer do terror ‘Piggy’; Confira!

O terror ‘Piggy‘ ganhou o primeiro trailer perturbador.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Carlota Pereda.

Com o sol brilhante na zona rural da Espanha, Sara se esconde no açougueiro de seus pais. Sendo uma estudante cujo peso a torna alvo de bullying, ela tenta escapar das garotas malvadas que a atormentam no colégio. Após testemunhar o brutal sequestro de uma dela, Sara fica dividida entre contar a verdade ou proteger o estranho que a salvou dos seus tormentos.

O terror será lançado em VOD no dia 14 de outubro.

Laura Galán estrela a produção.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Novo vídeo revela a gameplay do jogo baseado no terror

O IGN divulgou um novo vídeo do jogo baseado na franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, mostrando como será a gameplay do terror assimétrico.

O jogo colocará quatro sobreviventes contra três assassinos – incluindo o icônico Leatherface e outros membros sádicos de sua família.

Confira:

Com lançamento previsto para 2023, o jogo será lançado para Playstation 4, Playstation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.

Ambientado ANTES dos eventos do filme original, o jogo contará com diversos mapas diferentes, incluindo a Casa do Leatherface e o Posto de Gasolina.

Em declaração oficial, a Gun Interactive revelou novos detalhes sobre a gameplay do jogo: “Você não pode matar os assassinos nesse jogo. Durante de ‘Friday the 13th’, não haverá armas. Não haverá um grande sistema de combate onde você pode atacar o Leatherface. Esse jogo é sobre sobrevivência. Haverá pequenas formas de se defender, mas o sobrevivente não poderá pegar um bastão de baseball para atacar o Leatherface. A beleza do filme original é que, a menos que você esteja dirigindo um caminhão, você não mata nenhum dos assassinos da história.”

O jogo terá uma estrutura muito diferentes dos outros jogos de terror assimétricos, como ‘Dead by Daylight‘, ‘Friday the 13th: The Game‘ e ‘VHS‘, que só têm um assassino por partida contra um punhado de possíveis vítimas.

“‘O Massacre da Serra Elétrica’ é mais do que apenas o Leatherface, e a estrutura assimétrica irá refletir isso. Não queremos fazer o mesmo jogo duas vezes. Você precisa inovar ou imitar, e eu não preciso dizer o que torna um jogo melhor. E o que traremos de novo? Bem, esse jogo terá três assassinos versus quatro sobreviventes. Todas as mecânicas são construídas em torno dessa estrutura assimétrica. Além disso, quando você repara no filme de 1974, perceberá que há uma família inteira de canibais – não apenas Leatherface. Então, pareceu uma escolha natural ter três assassinos caçando as vítimas,” afirmou Wes Keltner, presidente da Gun Interactive.

Confira o trailer do jogo:

Stephen King faz 75 anos! Elegemos os 10 Melhores Filmes baseados em seus livros

Desde o fim dos anos 1970, o autor Stephen King vê seus livros e contos serem transformados em filmes, e a cada nova década o número de produções só aumenta. Além disso, King começou a escrever diretamente para o audiovisual, com roteiros originais, e até mesmo se embrenhou na direção.

Já são mais de 300 adaptações de textos do autor, entre longas, curtas, minisséries, filmes para a TV e séries.

Hoje, King faz 75 anos e o CinePOP resolveu homenagear novamente este verdadeiro mestre, listando em uma nova matéria as 10 melhores adaptações para o cinema de obras suas.

Vale dizer que algumas obras que gostamos muito infelizmente ficaram de fora, então aqui vão algumas menções honrosas: O Nevoeiro (2007), Creepshow (1982), Lembranças de um Verão (2001), O Aprendiz (1998), 1408 (2007), Janela Secreta (2004), Jogo Perigoso (2017) e Christine (1983).

Se prepare para algumas surpresas e alguns bônus. Vem conhecer.

Ps. Como sempre, para termos uma lista mais democrática, nossas escolhas foram baseadas nas suas. Assim, recolhemos a opinião do grande público para formular nossa matéria.

It: Uma Obra-Prima do Medo e as Minisséries de Stephen King

10 | Na Hora da Zona Morta (1983)

Quando o autor é bom, cineastas talentosos correm atrás da possibilidade de dirigir seus textos. E com King ocorre justamente isto, tendo sido adaptado para o cinema por verdadeiros gênios da sétima arte. Aqui, começamos a lista com um deles: David Cronenberg, diretor de clássicos como Scanners (1981) e A Mosca (1986).

Na trama, um homem simples (papel de Christopher Walken), com a vida encaminhada, se envolve num acidente de carro e fica em coma por anos. Quando acorda, descobre que possui o dom sobrenatural de ver o passado ou o futuro de todas as pessoas em que toca. Então, ele começa a usar suas visões para ajudar as pessoas. A ideia foi transformada numa série de TV anos depois, intitulada O Vidente, e ficou no ar de 2002 a 2007, com Anthony Michael Hall no papel principal.

09 | It: A Coisa (2017)

Todos concordam sobre duas coisas em relação a esta adaptação do “tijolo” de Stephen King. Ela é bem melhor que sua contraparte da década de 1990, adaptada na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios (mesmo que adoremos a performance de Tim Curry como o palhaço Pennywise). E também é melhor do que sua continuação lançada este ano. Tudo bem que os recentes longas precisam ser vistos como um só, mas foram gravados de forma separada e estrearam com um hiato de dois anos.

Esta primeira parte, com o clube dos perdedores ainda criança, é a mais satisfatória adaptação que leva o título It. Isso se deve muito ao carisma das crianças, e a humanidade empregada em seu desenvolvimento – coisa que ficou de fora na continuação, com suas versões adultas sem o mesmo charme (mesmo contando com as presenças dos sempre interessantes James McAvoy e Jessica Chastain). Até mesmo o desempenho de Bill Skarsgard como o palhaço Pennywise sofreu na continuação em detrimento a seu estupendo retrato no primeiro filme.

08 | Eclipse Total (1995)

Uma das adaptações mais subestimadas de uma obra de King – e uma das melhores – Dolores Claibrone (em seu título original) merece mais atenção. Bom ver que o grande público tratou de lhe fazer justiça. Aqui temos talento espalhado para dar e vender. A direção é de Taylor Hackford (indicado ao Oscar por Ray), e o roteiro tem adaptação de Tony Gilroy (duplamente indicado ao Oscar pelo roteiro e direção de Conduta de Risco).

O elenco traz Kathy Bates em sua segunda obra protagonizando um texto de King, após a vitória no Oscar por Louca Obsessão. Aqui, ela vive uma mulher acusada de matar sua velha patroa. Sua filha, papel de Jennifer Jason Leigh, uma jornalista da cidade grande, retorna à sua cidadezinha para ajudar a inocentar a mãe.

07 | Carrie, A Estranha (1976)

Este não poderia faltar na lista. Carrie é importante por vários motivos. Foi o primeiro livro escrito por Stephen King (em 1974) e seu primeiro livro adaptado ao cinema. Segundo, foi o primeiro filme de sucesso do prestigiado diretor Brian De Palma. E terceiro, o que poucos devem saber ou lembrar, indicou ao Oscar suas duas protagonistas femininas: Sissy Spacek (que vive a protagonista Carrie) – alavancando sua carreira – e Piper Laurie (que interpreta sua mãe  religiosa).

A trama todos conhecem bem, uma menina tímida e introvertida, criada de forma abusiva por sua mãe fanática, começa a desenvolver poderes telecinéticos ao adentrar na puberdade. Ao sofrer bullying no colégio, as coisas tomam proporções trágicas. Carrie possui uma ideia muito frutífera, justamente por isso, rendeu outras adaptações. A primeira e mais caça-níquel foi uma sequência direta deste filme, lançada em 1999 com o título de A Maldição de Carrie (sem qualquer envolvimento de King). Depois veio uma refilmagem para a TV em 2002, e finalmente um remake cinematográfico lançado em 2013, com Chloe Grace Moretz como Carrie, e Julianne Moore como sua mãe.

06 | Doutor Sono (2019)

Este filme recente está em posição alta na lista? Está! Ainda é muito cedo para classificá-lo como tal? Talvez. O que importa é que o público falou, e quem já pôde conferir o longa, afirma que ele é esse borogodó todo sim! Estaremos diante de um novo clássico? O novo It: A Coisa? Bem, a partir desta quinta-feira todos poderemos conferir. Vale ressaltar, no entanto, que com mais gente assistindo, comentando e avaliando o filme, seu conceito poderá cair ou quem sabe até mesmo aumentar.

Esta é a continuação do clássico imortal O Iluminado (1980), que King lançou na forma de livro em 2013. Na trama, acompanhamos o menino Danny crescido, na pele de Ewan McGregor, depois do grande trauma ocorrido no hotel Overlook. Desta vez, ele encontra uma menininha com o mesmo dom “iluminado” que ele, e precisa protegê-la de um culto que se alimenta de tal energia para permanecer imortal. A direção é de Mike Flanagan (que também adaptou o roteiro), um dos grandes nomes do terror atual, tendo comandado a primeira temporada da elogiadíssima A Maldição da Residência Hill, e inclusive outra adaptação de King: Jogo Perigoso (2017).

05 | Louca Obsessão (1990)

Chegamos a um dos grandes favoritos dos fãs, e pessoal deste que vos fala. O cineasta Rob Reiner já havia dirigido uma adaptação de King, com Conta Comigo, e retornou para um filme bem mais intenso. Como dito, Kathy Bates levou o Oscar de melhor atriz por seu retrato da psicopata Annie Wilkes, uma das melhores vilãs da história do cinema. Esta é uma história simples, sem elementos sobrenaturais, que se comporta muito como uma peça de teatro, com basicamente dois atores durante a projeção e um único cenário de uma casa. Não por acaso, foi adaptado aos palcos da Broadway em 2015, com Bruce Willis e Laurie Metcalf nos papeis principais.

Aqui, King satiriza seus fãs obcecados, e conta a história de um autor bem sucedido (papel de James Caan) buscando novos ares, e sua “maior fã”, a enfermeira desequilibrada Wilkes. Quando o sujeito se envolve num acidente de carro devido a nevasca, a mulher o resgate e o acolhe em sua casa. E este encontro está eternizado como um dos melhores suspenses já produzidos.

04 | Conta Comigo (1986)

Por falar em Rob Reiner, aqui o diretor fazia sua estreia pelo universo de Stephen King. É curioso que os dois filmes dirigidos pelo cineasta não possuam teor sobrenatural, tão costumeiro nas obras do escritor. Ao contrário do item acima, um suspense de gelar a espinha, o debute de Reiner pelo “Kingverse” foi num coming of age (uma história de amadurecimento) doce e por vezes amarga. O longa foi indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado e está entre os filmes preferidos do grande público de todos os tempos.

Na trama, quatro pré-adolescentes, vividos por Wil Wheaton, Corey Feldman, Jerry O’Connell e o saudoso River Phoenix (irmão de Joaquin Phoenix), decidem partir numa jornada para achar o corpo de um menino de sua cidade, no caminho se metendo em aventuras inesquecíveis. Assim como no clube dos perdedores, esta história é contada através de flashback, com um deles relembrando sua época de infância.

03 | O Iluminado (1980)

Segunda adaptação de uma obra de Stephen King ao cinema, depois do sucesso de Carrie, este longa conseguiu ser ainda mais cultuado, considerado um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. O título não é à toa, já que na direção temos a presença de Stanley Kubrick, um dos melhores diretores de todos os tempos. O poder do texto de King foi tanto que conseguiu despertar o interesse de um cineasta do porte de Kubrick, que nesta altura já havia assinado obras de prestígio vide Spartacus (1960), Doutor Fantástico (1964), 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968) e Laranja Mecânica (1971).

O curioso é que existe pelo menos uma pessoa no mundo que não gosta nada desta adaptação. O próprio King. Acontece que Kubrick mexeu em muita coisa do texto do autor, descaracterizando seu livro. Bem, segundo as más línguas, o diretor na verdade aprimorou o trabalho. Mas o escritor é irredutível, e diz que a verdadeira e melhor adaptação de sua obra é a minissérie lançada para a TV em 1997, com Rebecca De Mornay e Steven Weber. Tá bom, né.

02 | À Espera de um Milagre (1999)

Número 29 entre os melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público, The Green Mile (no original) marca o segundo longa dirigido pelo cineasta Frank Darabont baseado num texto de King. E reparem que eu disse longa, porque a primeira adaptação de uma obra do escritor (um conto) dirigida por Darabont foi o curta The Woman in the Room, de 1984, sobre uma mulher doente terminal incapaz de morrer. O diretor voltaria no comando de O Nevoeiro (2007), primeiro terror que adapta de King.

Na trama, Tom Hanks interpreta um agente carcerário no corredor da morte de uma prisão do interior na década de 1930. No meio do relacionamento com os guardas e os prisioneiros, a vida de todos será mudada após no local chegar o gigante John Coffey (papel indicado ao Oscar de Michael Clarke Duncan), que possui o estranho dom da cura. O longa recebeu ainda as indicações ao Oscar de melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor som.

01 | Um Sonho de Liberdade (1994)

Vocês sabiam que ele chegaria. Considerado o melhor filme de todos os tempos na bíblia do cinema na internet, o IMDB, com mais de 2 milhões e 115 mil votos do grande público, o longa marca a primeira parceria de King e Darabont num longa. Curiosamente, trata-se de um filme de prisão, fato reprisado pelo diretor em À Espera de um Milagre. O que ambos possuem em comum é a humanização da história e forte desenvolvimento de seus personagens, com temas como redenção e perseverança do espírito humano.

Ao contrário do item acima, Um Sonho de Liberdade é baseado num conto e não num livro. Rita Hayworth and the Shawshank Redemption foi a fonte de origem, desenvolvido num dos grandes filmes da história do cinema. Na trama, o protagonista vivido por Tim Robbins chega a uma penitenciária clamando inocência pela morte da esposa que o vinha traindo. Lá dentro, ele precisará aprender a viver uma nova vida, enquanto desenvolve laços de afeto inquebráveis. Curiosamente, apesar de seu atual prestígio, o filme não levou nenhum dos sete Oscar pelos quais estava indicado, e perdeu na categoria principal para Forrest Gump, número 12 na lista dos melhores.

Bônus:

11.22.63 (2016)

Minissérie do canal Hulu em 8 episódios, esta obra possui uma das maiores avaliações do público de um texto de Stephen King. Produzido por J.J. Abrams, a trama mostra um professor de história vivido por James Franco, descobrindo um portal no tempo para a década de 1960 em sua lanchonete favorita. Agora, ele tem como missão impedir o assassinato do presidente Kennedy.

Mr. Mercedes (2017 – )

Protagonizado por Brendan Gleeson e tendo como criador David E. Kelly (um dos grandes nomes da TV americana), esta produção já está em sua terceira temporada. Na trama, um policial recém aposentado caça um psicopata que dirige uma Mercedes.

Castle Rock (2018 – )

Uma das ideias mais legais para uma série de TV, Castle Rock não é baseada em nenhum texto de Stephen King, o que não a impede de ser banhada completamente em tudo o que diz respeito à mitologia “Kingiana”. Na cidade do título, personagens saídos de seus livros se encontram e trazem consigo locais e momentos clássicos dos textos do autor. As referências irão explodir a mente de qualquer fã de King. Além disso, a graça também está no elenco, formado por grande parte dos intérpretes que já passaram por adaptações dos livros do escritor, seja na TV ou no cinema, vide Sissy Spacek (Carrie), Bill Skarsgard (It) ou Tim Robbins (Um Sonho de Liberdade). Na segunda temporada, que estreou no fim de outubro, a personagem principal é justamente a enfermeira Annie Wilkes, aqui vivida por Lizzy Caplan.

Haven (2010-2015)

Esta série elogiada guarda alguns dos itens mais utilizados nas obras de King, como, por exemplo, se passa no Maine. Na cidadezinha pesqueira de Haven, uma agente do FBI, o xerife e alguns cidadãos investigam uma maldição que paira no local.

Irmãs Sanderson estão de volta no novo cartaz INCRÍVEL de ‘Abracadabra 2’; Confira!

A Disney divulgou mais um cartaz oficial da aguardada sequência ‘Abracadabra 2‘, que traz o retorno das icônicas Irmãs Sanderson (interpretadas por Bette MidlerSarah Jessica ParkerKathy Najimy).

Confira:

Lembrando que a sequência chega ao Disney+ no dia 30 de setembro.

O filme é dirigido por Anne Fletcher.

Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.

O elenco ainda contará com Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

FIFA 23 surpreende ao trazer o icônico Ted Lasso e AFC Richmond para o jogo

Deixando a comunidade maluca, a EA Sports anunciou nesta quarta-feira que o treinador Ted Lasso, personagem da série de mesmo nome, estará disponível no FIFA 23. Com lançamento marcado para 30 de setembro, o novo jogo de futebol virtual da empresa contará com o técnico, com a equipe da série, AFC Richmond, e com os jogadores do time.

Será possível utilizar o treinador no Modo Carreira e escolher o AFC Richmond como o seu time nas Temporadas Online. A parceria entre a série de televisão Ted Lasso com o FIFA 23 reunirá diversos conteúdos.

O AFC Richmond, time fantasia criado pela série, terá itens exclusivos, incluindo uniformes, mosaicos, itens de técnico e outros conteúdos disponíveis para serem desbloqueados no Ultimate Team e no Pro Clubs, quando aplicáveis.

O treinador Ted Lasso, interpretado pelo ator norte-americano Jason Sudeikis, estará disponível como técnico selecionável do AFC Richmond no Modo Carreira, e os fãs poderão jogar com ele comandando a sua equipe igual na série ou no comando de qualquer time.

Em comunicado para a imprensa, Jason Sudeikis afirmou ser a realização de um sonho poder participar do FIFA 23.

“Como fã de longa data do FIFA, ter Ted Lasso e todo o elenco do AFC Richmond incorporados à versão mais recente do jogo é realmente um sonho tornado realidade para mim e para o resto dos caras. Nosso elenco e equipe trabalham muito duro neste show, e estamos lisonjeados que isso ressoe entre tantas pessoas. Estamos ansiosos para que nossos fãs tenham a oportunidade de jogar com, jogar como e até mesmo jogar contra seus personagens favoritos do AFC Richmond, disse o ator vencedor do Emmy.

Lacraias GIGANTES atacam no trailer do terror ‘The 100’; Assista!

O terror tailandês ‘The 100‘, que traz lacraias assassinas e gigantes, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Chalit KraileadmongkonPakphum Wongjinda são responsáveis pela direção.

Fame e Phil, dois irmãos youtubers, decidem passar a quarentena obrigatória de 14 dias no Hotel Srichanphen. No entanto, não demora muito para que centenas de lacraias comecem a sair de todos os buracos do edifício, e os irmãos acabam descobrindo que o hotel é o lar de um animal monstruoso: uma centopeia gigante que tem a habilidade de assumir a forma humana… que está em busca de seu próximo hospedeiro.

O elenco conta com Mike Angelo, Chanya McClory, David Assavanond, Benjamin Joseph Varney Kulteera Yordchang.

Com estreia prevista para outubro em seu país de origem, o terror ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

‘Gotham Knights’ ganha cartazes com os vilões Doutor Frio e Cara de Barra

Vilões clássicos do Batman, os inimigos Senhor Frio e Cara de Barro ganharam destaque em novos pôsteres do aguardado game ‘Gotham Knights‘.

O material divulgado revela detalhes do visual dos vilões, que apareceram recentemente em um trailer promocional ao lado da Arlequina e da Corte das Corujas.

Abaixo você confere os pôsteres de cada um:

Gotham Knights’ será lançado PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC no dia 25 de outubro.

10 Grandes Filmes de Astros que você achava que eram nascidos nos Estados Unidos

Quem nunca se surpreendeu ao pesquisar mais a fundo a história de artistas que se destacam no mundo do cinema e descobriu alguma curiosidade sobre eles? Essas situações acontecem, principalmente em pesquisas sobre o início de suas trajetórias, ou até mesmo os países onde nasceram. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 grandes filmes de artistas que você achava que eram nascidos nos Estados Unidos:

 

Bruce Willis

O querido ator intérprete do lendário John McClane (da franquia Duro de Matar) nasceu na Alemanha Ocidental em 1955 fruto do relacionamento de um soldado do exército norte-americano e uma garçonete alemã. Em 1999, o já famoso ator estrelou O Sexto Sentido, onde a frase “Eu vejo gente morta” ficou marcada para sempre na história do cinema. O indiano M. Night Shyamalan dirige um longa surpreendente que prende a atenção do espectador até o último minuto da história. Filmaço!

 

Keanu Reeves

Keanu nasceu em Beirute, no Líbano, filho de uma figurinista e um geólogo. A mãe de Reeves estava trabalhando em Beirute, quando conheceu o seu pai. Em 1991, mais de 30 anos atrás, Reeves conseguiu o papel de protagonista no longa-metragem de ação Caçadores de Emoção dirigido por Kathryn Bigelow (que mais tarde seria a primeira mulher a vencer o Oscar de melhor direção).  No filme um novato agente da polícia, ex-astro do futebol americano universitário, vai trabalhar em uma operação, disfarçado, para tentar prender perigosos assaltantes mascarados de bancos. Filmaço!

 

Alicia Vikander

Alicia nasceu em Gotemburgo e foi dançarina antes de virar atriz. Estreou nos cinemas somente em 2010 e conquistou o estrelato mundial quando venceu o Oscar de melhor atriz coadjuvante seis anos depois pelo seu papel no filme A Garota Dinamarquesa. Nesse filme, voltamos à década de 20 para conhecer a história de uma casal que passa por conflitos quando um deles se torna uma das primeiras pessoas a passar por uma cirurgia de mudança de sexo.

 

Toni Collette

Uma das atrizes mais queridas de Hollywood, Toni nasceu em uma cidade no subúrbio de Sydney, na Austrália. Ela estreou nos cinemas no início da década de 90 e logo alcançou a fama no inesquecível filme O Casamento de Muriel. O filme, escrito e dirigido por P. J. Hogan, conta a história de Muriel uma jovem que tem uma família com muitos conflitos e mora em uma pequena cidade na Austrália. Acaba embarcando em uma história em busca de realizações pessoais.

 

Oscar Isaac

Oscar nasceu na capital da Guatemala e seus pais se mudaram com ele para os Estados Unidos meses depois. Após o colégio ingressou na Miami-Dade College onde se formou em Artes Cênicas. Ao longo da carreira o talentoso artista sempre consegue se destacar em seus papéis. Um dos destaques é o ótimo filme Inside Llewyn Davis – Balada de um Homem Comum. Na trama, acompanhamos todos os passos de Llewyn Davis um músico, especialista em músicas do gênero Folk, que após perder seu grande parceiro musical, caí na realidade e nas dificuldades de voltar a fazer sucesso. O músico, que possui uma terrível habilidade de brigar com qualquer pessoa ao seu redor, vive em dificuldades constantes e dorme a cada dia na casa de um dos seus pacientes amigos. Em uma época onde pedir carona era uma coisa comum, Llewyn anda com seu violão de um lado para outro em busca de seu objetivo.

 

Amy Adams

Amy nasceu em Vicenza, na Itália, quando seus pais se conheceram e trabalhavam no país. Descoberta por um produtor enquanto trabalhava em um restaurante, Amy conseguiu seus primeiros papeis no cinema e hoje possui um enorme currículo com excelentes filmes. Um dos grandes destaques de sua carreira é o filme A Chegada. O projeto conta a história de uma renomada especialista em linguística, a Dr. Louise Banks que é convocada pelo exército norte americano a fazer parte de uma operação especial quando alguns objetos enormes desembarcam na Terra, trazendo caos e insegurança ao planeta. Juntamente com o físico teórico Ian Donnelly, Louise tentará a todo custo se comunicar com os alienígenas usando regras básicas de alfabetização. Lutando contra o tempo, pois os militares de todo o mundo só pensam em atacar os objetos voadores, Louise tentará provar que talvez eles não estejam ali para destruir a humanidade.

 

Isla Fisher

Isla nasceu em Omã, um país árabe. Na época de seu nascimento, seu pai, que era bancário foi morar nesse país já que trabalhava para as nações unidas. Ela estudou na L’École Internationale de Théâtre Jacques Lecoq, um teatro e escola de formação artística em Paris e estreou nos cinemas ainda criança, aos 11 anos de idade, no filme Despertar do Demônio (1987). Um de seus filmes mais famoso é Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, lançado em 2009, onde acompanhamos a trajetória de uma mulher que tem um sonho de trabalhar em uma revista mas precisa equilibrar seus conflitos já que é uma compradora compulsiva.

 

Joaquin Phoenix

Joaquin nasceu em Porto Rico. Ele estreou primeiro na televisão no início da década de 80, depois passou a fazer filmes iniciando com SpaceCamp – Aventura no Espaço em 1986. Aos poucos o artista se tornou um dos mais impactantes atores de sua geração com dezenas de maravilhosos filmes no currículo. Um de seus papéis mais marcantes foi em Coringa. Na trama, ambientada na década de 80 na famosa Gotham City, conhecemos o jovem Arthur, um trabalhador norte-americano que entre alguns bicos faz parte de uma empresa que seleciona palhaços para campanhas publicitárias de ruas e eventos pela cidade. Ele mora com sua mãe debilitada em um apartamento em uma zona violenta de Gotham e passa seus dias entre suas escritas para futuros stand up comedies e assistindo a um famoso programa de televisão (Talk Show) apresentado por Murray Franklin. Após ser ridicularizado, uma série de acontecimentos acabam despertando nele uma fúria incontrolável e ele começa sua trajetória de loucura transformando caoticamente para sempre sua cidade.

 

Natalie Portman

Natalie nasceu em Jerusalém, Israel. Ela fez sua estreia aos 13 anos no filme de Luc Besson: O Profissional. Tempos depois em paralelo a sua carreira se formou em Psicologia em Harvard. Com filmes emblemáticos no currículo, um dos mais marcantes é Cisne Negro de Darren Aronofsky, onde acompanhamos uma bailarina obsessiva pela dança que começa a perder o senso de realidade.

 

Michael Fassbender

Michael nasceu na Alemanha. Aos 19 anos foi para Inglaterra estudar no Drama Centre London. Um de seus colegas nesse período foi o também ator Tom Hardy. Em 2011 conseguiu seu primeiro importante papel no aclamado seriado Band of Brothers. Hoje em dia é um rosto conhecido em Hollywood e já fora indicado à dois Oscars. Um de seus papéis mais impactantes no cinema é em Shame dirigido por Steve McQueen. Na trama, um compulsivo sexual ao extremo (com uma promissora carreira profissional) vive dias de desespero após a chegada de sua irmã ao apartamento onde mora. Seus dias eram preenchidos com visitas a sites pornográficos, coleção de revistas com tema adulto, masturbações nas pausas do trabalho (no banheiro da empresa) e vários encontros com desconhecidas, sempre terminando em sexo ou ações desse tipo. Quando sua irmã entra na história, sua rotina é abruptamente afetada e isso gera um descontrole intenso.

Astro do ‘Hellraiser’ original se RECUSOU a participar do novo filme; Entenda!

A cinessérie ‘Hellraiser‘ vai finalmente voltar à tona, tudo graças ao Hulu, que quase trouxe um ator do filme original para o reboot. Em uma participação do Jake’s Takes, David Bruckner revelou que originalmente estava prevista uma participação de Doug Bradley de alguma forma no reboot.

O cineasta por trás do novo ‘Hellraiser‘, falou que o ator original da franquia, de 68 anos de idade, acabou recusando o convite devido à grande crise de infecções que estava acontecendo no período das gravações.

“Entramos em contato com Doug, queríamos que ele participasse de alguma forma no filme, mas, no meio de uma crise de infecções, não sei, ele também respeitosamente queria deixar seu legado com o personagem e você não pode discutir com isso”, disse o diretor David Bruckner.

Confira o novo trailer:

O terror será lançado no Hulu no dia 7 de outubro. No Brasil, estará disponível no Star+, mas ainda não possui previsão de estreia.

David Bruckner (‘O Ritual’) é responsável pela direção.

Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.

Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.

O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).

O roteiro foi escrito por Ben Collins e Luke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

Titania em ‘Thunderbolts’? Jameela Jamil fala sobre a possibilidade!

Em entrevista ao podcast Phase Zero, a atriz Jameela Jamil comentou sobre a possibilidade de sua personagem Titania, recentemente introduzida na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, aparecer na vindoura adaptação de ‘Thunderbolts‘.

Apesar de não confirmar os rumores, a atriz indicou o que poderíamos esperar de sua personagem caso ela se tornasse parte dessa nova equipe.

“Ela iria brigar com todo mundo. Nos quadrinhos, ela briga até mesmo com sua própria equipe. Ela é muito combativa, não trabalha muito bem em equipe. Ela só quer fazer um nome para si mesma, sendo o centro das atenções. Então ela adora criar destruição, caos e confusão sempre que tem a chance.”

A atriz também declarou que a Titania faria um inferno na vida do Deadpool: “Ela levaria o Deadpool à loucura. Eu amo o Ryan Reynolds, e amo o Deadpool. Há tantas coisas para serem exploradas no MCU, como os Thunderbolts. Há muitas narrativas em que a Titania poderia fazer parte no universo da Marvel. Ela irritaria todo o MCU, com inimigos por toda a parte. Seria como eu na vida real.”

Vale lembrar que a equipe será formada por Yelena Belova (Florence Pugh), Bucky Barnes/Soldado Invernal (Sebastian Stan), Alexei Shostakov/Guardião Vermelho (David Harbour), Ava Starr/Fantasma (Hannah John-Kamen), John Walker/US Agent (Wyatt Russell) e Antonia Dreykov/Taskmaster (Olga Kurylenko), sob a liderença de Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus).

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

Thunderbolts‘ concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

Confira a imagem da equipe:

‘Scanners’, insano filme de David Cronenberg, vai ganhar uma série de TV pelo HBO Max

O clássico bizarro do horror, ‘Scanners – Sua Mente Pode Destruir‘, do diretor David Cronenberg, ganhará uma série de TV na HBO. Vale destacar que o projeto não é exatamente um remake, mas sim uma obra ambientada no universo do filme original, em que existem 237 Scanners – pessoas com poderes psíquicos.

Na trama, perseguidas por impiedosos agentes de poderes inimagináveis, duas mulheres que vivem nos limites da sociedade moderna devem aprender a trabalhar juntas para superar uma vasta conspiração determinada a dominá-las.

Aliás, produzida pelo próprio David Cronenberg, e marca a segunda adaptação de um filme do diretor em que ele está envolvido. O cineasta também produz uma versão televisiva de ‘Gêmeos – Mórbida Semelhança‘ (1988), que terá Rachel Weisz interpretando gêmeas.

O seriado de ‘Scanners‘ terá William Bridges como roteirista e showrunner. Ele tem experiência com roteiros de ‘Black Mirror‘ e ‘Stranger Things‘. Já Yann Demange, de ‘Lovecraft Country‘, será o diretor. Ainda não há previsão de estreia.

Primeiras Impressões | ‘Andor’ é instigante e entrega MAIS do que ‘Obi-Wan Kenobi’

Desde que foram anunciadas, as novas produções de ‘Star Wars’ têm atiçado a ansiedade dos fãs por novidades que expandam esse universo. Aos poucos a DisneyPlus está cumprindo sua promessa, disponibilizando as novas séries em intervalos regulares de modo a nos deixar alimentados o tempo inteiro. Dentre as mais aguardadas, estava a minissérieObi-Wan Kenobi’, que mostrou-se uma produção contemplativa e nostálgica, cuja função era sanar uma ansiedade antiga dos fãs da segunda trilogia. E, exatos três meses depois, estreia hoje a série ‘Andor’, que irá agradar não só aos fãs da última trilogia, mas a todos que se rebelam contra o Império.

Cinco anos antes dos eventos ocorridos em ‘Rogue One’, Cassian Andor (Diego Luna, como é bom te ver de novo!) era apenas um sujeito tentando sobreviver. Oriundo de algum povo originário e adotado por Maarva (Fiona Shaw) quando ainda era garoto na Orla Exterior de Fest, os dois hoje vivem em Ferrix. Certo dia, porém, o passado de Cassian fala mais alto e ele acaba cometendo um erro ao tentar encontrar uma moça que supostamente teria vindo do mesmo lugar que ele. Por causa dessa noite, os agentes do Império emitem um alerta atrás dele, forçando Andor a largar sua vida confortável e fugir. Para isso, ele contará com a ajuda de sua amiga Bix (Adria Arjona) e do dróide (Dave Chapman), sem imaginar que o representante comercial com quem iria se encontrar para vender uma importante peça para arrecadar dinheiro para sua fuga fosse, na verdade, recrutá-lo para um objetivo muito maior: combater de verdade o Império opressor.

Um dos principais acertos da Disney foi liberar os primeiros três episódios de uma só vez na estreia; dessa forma, o espectador conclui o primeiro arco da jornada do herói (tudo que acontece antes do chamado para a aventura) parando a história justamente quando começa a aventura, o que nos obriga a querer continuar assistindo pois, afinal, o melhor ainda está por vir. Para um total de doze episódios na primeira temporada, esse aperitivo já dá o indicativo de que todo o ciclo da jornada do herói irá ser direcionado nos nove episódios seguintes.

Fica bastante claro que o roteiro de Tom Gillroy se inspira não apenas nos personagens criados por George Lucas, mas principalmente na construção da evolução destes em consonância com a jornada do herói épico, que é uma das principais estratégias de Lucas na sua criação. Assim, tudo nos leva a crer que ‘Andor’ entregará ainda muitos momentos emocionantes a partir do encontro de Cassian com Luthen Rael (Stellan Skarsgård), e que o oficial responsável pela bagunça toda (Noof Ousellam) se transformará em um personagem cruel, vingativo e sádico na história.

Desde o início de ‘Andor’ o espectador encontra uma grande produção, e o diretor Benjamin Caron encontra formas de também inserir novos elementos e registrar sua própria assinatura na série, como a acertada escolha de colocar a música ao vivo no set nos momentos-chave do enredo, que vemos no terceiro episódio; dá para sentir a diferença que isso fez na entrega do elenco ao sentimento das cenas. Ainda sobre este ponto, toda a dinâmica do sistema de alerta em Ferrix faz o espectador brasileiro pensar na engenhosa rede de comunicação das comunidades periféricas que temos em nosso país.

Em poucos episódios ‘Andor’ mostra que a história pessoal de Cassian será tão emocionante quanto sua participação em ‘Rogue One’, partindo do homem comum em luta pela sobrevivência para o herói rebelde que amamos. A trajetória entre esses dois pontos será desvendada na série, que começa no caminho certo, alinhada com as expectativas dos fãs, e em três episódios já entregou mais do que ‘Obi-Wan Kenobi’.

Crítica | ‘Hold the Girl’ reflete o aplaudível amadurecimento artístico de Rina Sawayama

Rina Sawayama causou um grande impacto quando fez sua estreia oficial no mundo da música com o álbum SAWAYAMA. Aclamado tanto pela crítica quanto pelo público, Rina começou a conquistar o planeta com seus vocais impecáveis e uma celebração da música pop como nenhuma antes vista – sempre fazendo questão de homenagear as artistas que a inspiraram e lançando-se em uma série de colaborações com alguns dos nomes mais importantes do cenário fonográfico. Dois anos depois de seu début, a cantora e compositora nipo-britânica retorna com o antecipadíssimo Hold the Girl, que auxiliou a reiterar sua versatilidade e sua idiossincrática habilidade lírica.

Sawayama deu início à sua mais nova era com o lead single “This Hell” (que inclusive entrou para a nossa lista de Melhores Músicas do Ano Até Agora), uma ótima faixa que se afasta do conceitualismo visto em “XS” ou “Comme des Garçons” e abraça o mainstream sem perder aquilo que a faz única. A canção mergulha em uma espécie de pop-rock recheada de referências a Whitney Houston, Britney Spears e Lady Di, além de pegar elementos emprestados de Lady Gaga, Paris Hilton e Shania Twain para compor a amálgama instrumental e firmar um refrão explosivo, intrigante e extremamente ácido (ora, temos até uma menção a ‘O Diabo Veste Prada’ nos versos). Com um começo tão sólido quanto este, era apenas natural que ficássemos animados para as faixas seguintes – e fomos agraciados com a potente semi-balada de “Catch Me In the Air” e a irreverente canção-titular, cujas fortes mensagens reverberam em sua recente discografia.

O disco é um gigantesco e enérgico conglomerado de gêneros musicais – cuja estética é utilizada, em boa parte, a favor do que a performer quer nos entregar. Com potencial mercadológico inegável, que se aproxima até mesmo de ‘Jagged Little Pill’, de Alanis Morissette, Hold the Girl é um autotestamento de Rina para si mesma, infundido com letras que refletem sua visão de mundo à medida que se transformam em uma relacionável declamação melancólica de que as coisas precisam mudar – e que ela tem o direito de postar sua voz, ainda que enfrentando tantas adversidades. A música de abertura, por exemplo, se isola numa sonoridade mais onírica e sinestésica, movida pelo conjunto de cordas que ecoam por breves dois minutos e que sustentam uma narrativa que fala sobre a problemática da falta de expressão (cujo único crime é não ser longa o suficiente para apreciarmos cada detalhe imortalizado).

Enquanto SAWAYAMA se respalda na inovação de um experimentalismo interessante e bastante coeso, o segundo álbum de Rina funciona como uma carta para si mesma, pincelada com a pessoalidade nostálgica de tudo o que já viveu. Talvez, por essa razão, somos arremessados em uma aventura sonora que atravessa desde o glam-rock ao Europop ao hi-NRG ao synth em uma mudança brusca de personalidade que, ao contrário do que poderíamos imaginar, não é fragmentada, e sim imaginada como as múltiplas facetas de alguém que precisa dizer algo. Quando migramos para a conclusão da obra, “To Be Alive”, percebemos uma teatralidade apaixonante e antêmica e que se encerra em gloriosa sagacidade: se antes ela lidava com “emoções que tentava esconder”, agora “eu finalmente sei como é se sentir viva”.

Há algo de mágico que permeia cada uma das músicas assinada pela artista, que parece nos impedir de encontrar qualquer defeito; eles existem, é claro, mas soam como tendo um propósito, uma camada a mais de rebeldia que auxilia na construção das várias camadas. “Phantom”, por exemplo, dá às caras em um longevo enredo que, apesar das repetições, cria um cosmos tão receptivo que é impossível escapar dele – reverenciando o fabulesco estilo de Taylor Swift e Carrie Underwood no começo de suas respectivas carreiras; “Forgiveness”, por sua vez, ascende como uma peça retirada das trilhas de Theodore Shapiro, não em um mero espectro emprestado, mas sim remodelado com a beleza sutil do soft-rock e do ritmo cintilante dos baixos.

Para cada mínimo e quase imperceptível deslize, Rina dá tudo de si para nos presentear com algumas das melhores músicas do ano (e, em um tom mais pessoal, ela torna o trabalho deste que vos escreve muito mais difícil). “Holy (Til You Let Me Go)” poderia com facilidade estar em um line-up do Festival Eurovision: temos os toques familiares do techno fundidos com a efemeridade do pop industrial, o saudosismo do EDM e a exaltação do Eurodance noventista – tudo convergindo para um hino de empoderamento e libertação que a permite ser quem é, sem se sentir culpada por não cair dentro da norma. “Frankenstein” já se respalda no pop-punk, contando com a assinatura certeira do vencedor do Oscar Paul Epworth e da sempre incrível Lauren Aquilina; “Imagining” se finca no electro-pop e no hyperpop, abraçando as portas abertas por Gaga e Charli XCX anos atrás e calcando um enredo que fala sobre dor e autoconsciência.

Hold the Girl cimenta a meteórica carreira de Rina Sawayama no mundo da música e é uma ótima adição à sua discografia. O aspecto mais chamativo do álbum é o conflito de estilos que grita com urgência apaixonante, reiterando a crescente importância de um dos nomes mais interessantes da atualidade.

Nota por faixa:

1. Minor Feelings – 5/5
2. Hold The Girl – 5/5
3. This Hell – 5/5
4. Catch Me In The Air – 5/5
5. Forgiveness – 4/5
6. Holy (Don’t Let Me Go) – 5/5
7. Your Age – 4/5
8. Imagining – 4/5
9. Frankenstein – 5/5
10. Hurricanes – 4,5/5
11. Send My Love To John – 4/5
12. Phantom – 4/5
13. To Be Alive – 5/5

‘The White Lotus’: Terminam as filmagens da 2ª temporada da premiada série do HBO Max

The White Lotus‘, produção que foi uma das maiores vencedoras do Emmy 2022, está prestes a retornar, pois a 2ª temporada da série exibida no HBO Max terminou de ser rodada na Itália, encerrando assim suas filmagens.

O show novamente foi rodado na Itália, mas dessa vez se mudou da Sicília para o norte de Roma, no Lumina Studios. Anteriormente, o seriado havia sido rodado em um resort que havia fechado as portas durante a pandemia da Covid-19.

E mesmo que as gravações tenham terminado agora, não demorará nada para o retorno da série, que já tem estreia prevista para algum ponto de outubro de 2022, sem data definida até o momento.

Intitulado ‘White Lotus: Sicily‘, o próximo ciclo será focado em um novo elenco – com o retorno de apenas alguns rostos conhecidos.

Vale lembrar que, recentemente, a primeira temporada conquistou 20 indicações ao Emmy Awards, incluindo Melhor eMinissérie ou Filme para TVMelhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV para Jennifer CoolidgeSydney SweeneyAlexandra DaddarioConnie Britton Natasha RothwellMelhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV para Murray BartlettSteve ZahnJake Lacy.

Os vencedores serão anunciados nos dias 03 e 04 de setembro. Os ganhadores da cerimônia principal, por sua vez, em 12 de setembro.

A narrativa é centrada nos hóspedes e nos funcionários do The White Lotus, um hotel-resort localizado em um paraíso idílico. À medida que as férias vão se desenrolando, entretanto, situações obscuras surgem entre os personagens e dentro do próprio hotel.

‘Dahmer’: Minissérie sobre o serial killer Jeffrey Dahmer estreia na Netflix!

‘Dahmer: Um Canibal Americano’, nova minissérie do prolífico realizador Ryan Murphy, já chegou à Netflix.

A produção estreou hoje, 21 de setembro, na plataforma de streaming.

Estrelada por Evan Peters (‘American Horror Story’, a produção é centrada no perigoso serial killer Jeffrey Dahmer.

Relembre o trailer:

A produção conta a história do serial killer Jeffrey Dahmer, que matou e desmembrou dezessete homens entre 1978 e 1991.

A série, composta por dez episódios, mostra um olhar aprofundado no assassino mais notório da América, contado através do ponto de vista das vítimas de Dahmer. Além disso, a produção irá expor a incompetência policial no caso que permitiu o assassino a continuar matando.

O elenco ainda conta com Niecy NashPenelope Ann Miller, Shaun J. BrownColin Ford Richard Jenkins.

Recentemente, Jeffrey Dahmer foi interpretado por Ross Lynch (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) no filme ‘O Despertar de um Assassino‘. Anteriormente, Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) havia assumido o papel em ‘Dahmer – Mente Assassina‘, de 2002.

Nova animação de ‘O Menino Maluquinho’ ganha trailer e data de estreia pela Netflix

Foi revelado pela Netflix o primeiro trailer de ‘O Menino Maluquinho‘, sendo essa a primeira série animada brasileira da plataforma na história. A prévia revela que a adaptação da obra de Ziraldo chega ao streaming em 12 de outubro, no Dia das Crianças.

A animação mostra cenas de diferentes aventuras do Menino Maluquinho ao lado dos amigos. São momentos em casa, na escola, em uma festa junina e até na floresta.

Confira o trailer:

A Netflix também revelou o pôster oficial da animação O Menino Maluquinho. Confira:

Uma produção da Chatrone (‘Festa no Céu’), ‘O Menino Maluquinho‘ tem direção de Beto Gomez (‘Oswaldo’) e Michele Massagli (‘Clube da Anittinha’), adaptação de Carina Schulze (‘Ba Da Bean’) e Arnaldo Branco (‘Irmão do Jorel’), com Gustavo Suzuki (‘Historietas Assombradas’) como roteirista-chefe.

‘Sandman’: Neil Gaiman conta por que a Netflix ainda não renovou a série

Ainda que ‘Sandman‘ tenha tido a aclamação da crítica e passado semanas no topo das séries mais vistas na Netflix, a produção ainda não tem uma segunda temporada garantida pela gigante do streaming.

Mesmo otimista, o escritor Neil Gaiman pede calma e explica por que a companhia ainda não confirmou uma nova temporada. E em resposta a um fã no Twitter, Gaiman cita o modelo de métricas da Netflix e a forma como a primeira temporada da série foi consumida, como estaõ avaliando.

“A primeira temporada saiu no dia 5 de agosto. A coleta de dados terminou agora. Uma complicação é que muita gente não maratonou, preferindo tomar espaço entre os episódios. Insistir para que a Netflix agilize as coisas não vai adiantar”, falou Gaiman.

A série de ‘Sandman’ adaptou os dois primeiros arcos da HQ de mesmo nome, publicada em 75 edições entre 1989 e 1996. Gaiman supervisionou de perto o projeto. O escritor também se esforça bastante nas redes sociais para que a série seja vista, o que garante uma renovação, mesmo com os altos custos de produção.

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco conta com Tom Sturridge (Sonho), Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Eddie Murphy e principal núcleo do elenco original retornam para ‘Um Tira da Pesada 4’

Já sabemos que o quarto filme da franquia ‘Um Tira da Pesada‘ está em desenvolvimento, e, além da volta de Eddie Murphy, a produção também contará com o retorno de vários atores do que fizeram parte do longa original.

Um Tira da Pesada 4‘ escalou Paul Reiser, Judge Reinhold, John Ashton e Bronson Pinchot. Todos os quatro atores já atuaram anteriormente na série, interpretando policiais e detetives que ficam na cola do desajeitado Axel Foley.

E do grupo principal, apenas Judge Reinhold, que viveu o detetive Billy Rosewood, foi o único a dar as caras em toda a trilogia. Vale destacar que o quarto capítulo da série também contará com a adição de Joseph Gordon-Levitt (‘A Origem’), em papel ainda não revelado.

Mark Molloy comanda o longa-metragem.

Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de ‎‎Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.

Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.