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‘A Viagem’: Nova adaptação da novela da Globo ganha trailer com toques de TERROR; Assista!

A Viagem, obra imortalizada de Ivani Ribeiro (1922–1995), ganhará uma versão para os cinemas que teve seu trailer divulgado.

O filme é produzido pela Rede Globo e traz Rodrigo Lombardi no papel central como o advogado Otávio Jordão.

Na trama, Otávio é movido por um senso implacável de justiça após o assassinato de um de seus melhores amigos pelas mãos do impetuoso Alexandre.

No entanto, o conflito ganha contornos sobrenaturais quando Alexandre morre na prisão e passa a atuar como um espírito obsessor, perseguindo Otávio além dos limites do plano físico.

Diferente das versões anteriores, o longa promete novos desdobramentos para a jornada de Otávio após o seu próprio desencarne, explorando dimensões espirituais com uma estética cinematográfica.

‘A Viagem’: Clássica novela de Ivani Ribeiro vai ganhar adaptação para os cinemas

Para dar vida ao icônico par romântico da história, Lombardi tem a companhia de Carolina Dieckmann, escalada para viver Diná. A personagem é a irmã superprotetora de Alexandre, que, apesar da índole do “bad boy”, faz de tudo para defendê-lo até que o destino a coloca em rota de colisão, e paixão, com o maior adversário de seu irmão.

O ator Pedro Novaes, estrela de ‘Garota do Momento’ e ‘Três Graças’, interpreta o espírito obsessor Alexandre.

Além do drama, o trailer apresenta também um clima mais puxado por terror.

Assista ao trailer:

A trajetória de ‘A Viagem é marcada por sucessos históricos:

A transposição da narrativa para o cinema ficou a cargo da roteirista Jaqueline Vargas, conhecida por seu trabalho emFloribella (2005) e na recente Dona de Mim (2025). A direção será de Henrique Sauer, profissional experiente que traz no currículo sucessos como a novela O Outro Lado do Paraíso (2017).

O filme deve chegar nos cinemas ainda em 2026.

‘Spider-Noir’: Série live-action com Nicolas Cage conquista 92% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 71 reviews publicadas até o momento, série live-actionSpider-Noir‘ alcançou impressionantes 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama a produção por trazer uma mistura deslumbrante de narrativa policial e do estilo vibrante dos quadrinhos, com grande destaque para a performance de Nicolas Cage no papel titular – que entrega um humor que combina perfeitamente com o tom da série.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Spider-Noir’ nunca compromete sua atmosfera com uma piscadela irônica, e nunca alude a um multiverso maior com crossovers e spin-offs à espreita.” (Slant Magazine)

“Os produtores Phil Lord e Christopher Miller, que trabalharam nos filmes do Aranhaverso e ajudaram a redefinir a animação cinematográfica, trazem a mesma energia inventiva para este projeto.” (San Francisco Chronicle)

“Uma aposta ousada que dá certo do começo ao fim. Esta é uma mistura irresistível, um caldeirão completamente insano que, de alguma forma, faz todo sentido. É pura alegria.” (Empire Magazine)

“‘Spider-Noir’ é divertido e envolvente, e aqueles dispostos a abraçar uma trama mais sombria de um super-herói enraizada na Grande Depressão encontrarão muito o que apreciar nesta versão perigosa e deprimente de Nova York.” (The Times of India)

“O público já está farto da enxurrada de sequências de filmes e de sua qualidade cada vez pior. Mas séries como esta são bem elaboradas, adultas e originais o suficiente para oferecer um merecido momento de alívio.” (Financial Times)

“O resultado realmente não deveria funcionar; é exagerado e clichê demais, quase uma paródia em alguns momentos, mas de alguma forma, graças ao puro carisma, Nicolas Cage convence.” (Metro UK)

“‘Spider-Noir’ é tanto uma homenagem à era de ouro dos filmes de detetive quanto aos cruzados de capa que se atrapalham com seus uniformes.” (Daily Telegraph UK)

“Elegante, divertida e repleta de ação. Esta série é uma história independente de proporções espetaculares.” (The Daily Beast)

A trama é ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.

Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.

10 filmes que você vai se arrepender de não ter assistido ainda!

A frequência com que novos filmes chegam aos catálogos dos streamings – ou mesmo ao circuito exibidor – é alta. Se, por um lado, temos mais opções vindas de todos os lugares do mundo para conferir, por outro, ótimos filmes acabam passando despercebidos. Para você que gosta de descobrir ótimas produções pouco comentadas, segue abaixo uma ótima lista pra conferir:

 

Decisão de Partir (DIamond Films +)

Na trama, conhecemos o ex-militar da marinha sul-coreana, e detetive da divisão de homicídios da polícia de Busan, Jang Hae-joon (Park Hae-il), que vive seus dias agitados decifrando casos complexos. Ele vive uma rotina monótona e se afunda no seu trabalho. Certo dia, é chamado para investigar o caso de um homem que caiu do topo de uma montanha e logo percebe que a esposa chinesa do falecido, Song Seo-rae (Tang Wei), tem tudo para ser uma das suspeitas. Ao longo dos dias, esse detetive acaba se interessando pela misteriosa mulher.

 

A Casa (Netflix)

Na trama, conhecemos o publicitário Javier (Javier Gutiérrez), um homem que sempre teve bons empregos, morava em ótimos lugares, e que, certo dia, acaba perdendo todo esse status que conquistou – após ser demitido. Tendo que fazer uma nova engenharia financeira na sua vida, precisa vender o apartamento luxuoso que morava com a família. Só que os dias vão passando e Javier não consegue ficar longe do apartamento, inclusive invandindo-o várias vezes para saber mais detalhes da vida do novo morador, um vice-presidente de uma empresa de transportes, Tomás (Mario Casas). Assim, começa uma obsessão que terá um destino trágico para alguns.

 

Madame (Prime Video)

Na trama, conhecemos Maria (Rossy de Palma), uma espanhola que trabalha na casa de Anne (Toni Colette) e Bob (Harvey Keitel) – um casal de norte-americanos que moram na França. Quando Anne decide dar um jantar para a alta sociedade, percebe que um convidado faltará. Para não ficar um lugar na mesa, convida Maria a vestir uma de suas belas roupas e se juntar à mesa. Tudo corre bem até Anne perceber o interesse do ricaço David (Michael Smiley) em Maria.

10 filmes interessantes que não tiveram a sorte de virar trend

 

A Garota Canhota (Netflix)

Uma mãe e suas duas filhas se mudam para a capital de Taiwan em busca de novas oportunidades e conseguem um espaço para trabalhar em um mercado badalado no centro da cidade. A partir das três perspectivas, vamos acompanhando os conflitos que envolvem essa família.

 

Rede Tóxica (HBO MAX)

Daisy (Lili Reinhart) é uma jovem que sonha em se tornar enfermeira. No entanto, por conta de algumas questões, segue a vida trabalhando em uma empresa de monitoramento de redes sociais, onde tem o papel de assistir a vídeos que são denunciados e deletá-los quando necessário. Um desses conteúdos a deixando perplexa e indignada, fato que a faz ir atrás dos envolvidos.

Crítica | ‘Rede Tóxica’ – Uma crítica voraz mostrando os PERIGOS das redes sociais

 

Zafari

Ana (Daniela Ramírez) e Edgar (Francisco Denis) vivem dias de apreensão em um condomínio de alto padrão, ao lado do filho. Tentando sobreviver a um presente conturbado – com Gangues de motoqueiros dominando as ruas, blackouts constantes e a escassez de recursos básicos – o casal mais se afasta do que se une para encontrar soluções.

Crítica | ‘Zafari’ – Um dos filmes mais perturbadores de 2026

 

Whisky

Whisky conta a história de Jacobo (Andrés Pazos), dono de uma fábrica antiga de meias que faz um acordo com sua funcionária de maior confiança, Marta (Mirella Pascual), para que ela finja ser sua esposa durante a estadia do irmão Herman (Jorge Bolani).

 

Quase 18 (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Nadine (Hailee Steinfeld), uma jovem com diversas dificuldades em se socializar com pessoas de sua idade que acaba perdendo seu pai, um dos seus únicos portos seguros. Sua relação com sua mãe Mona (Kyra Sedgwick) e seu irmão Darian (Blake Jenner) sempre foi complicada e as coisas só pioram quando uma de suas poucas amigas, Krista (Haley Lu Richardson), acaba se apaixonando pelo seu irmão. Assim, ao longo dos conflituosos dias, Nadine terá que viver situações para chegar ao verdadeiro entendimento sobre os valores da vida. Para isso, contará com a ajuda de seu professor, Mr. Brunner (Woody Harrelson).

 

Rede de Ódio

Na trama, conhecemos o jovem e ambicioso Tomasz Giemza. Ele tem seus estudos sustentados por tios ricos da capital. Invejoso pelos que os outros tem e ele não, possui uma obsessão com a família que o ajuda nos estudos. Quando o protagonista perde sua bolsa de estudos por conta de um plágio em um trabalho, seu mundo começa a se despedaçar, e ele, apaixonado por Gabi, filha dos tios que sustentaram seus estudos, entra em uma polêmica equipe de marketing digital onde começa a se envolver com difamação e ódio contra determinados alvos pelas redes sociais.

 

Inteligência Humana (Netflix)

Jo (Zo In-sung) é um oficial de alta patente da inteligência sul-coreana que vai para Vladivostok investigar algumas pessoas suspeitas de tráfico humano envolvendo integrantes da força policial norte-coreano e a máfia russa. Logo, seu caminho de cruza com Chae Seon-hwa (Shin Sae-Kyeong), que vira sua informante. Mas, quando descobrem esse fato, surge na trama Park Geon (Park Jeong-min), um oficial norte-coreano que teve uma relação próxima de Chae Seon-hwa no passado.

Crítica | ‘Inteligência Humana’ – Interessante filme de espionagem que coloca em evidência os conflitos morais

Nicolas Cage revela que foi BOICOTADO por grandes diretores e revela motivo

O ator Nicolas Cage abriu o jogo sobre os bastidores de sua longa carreira em Hollywood e revelou um comportamento curioso na indústria: vários diretores de renome simplesmente deixaram de procurá-lo após ele recusar papéis em suas produções.

De acordo com informações publicadas pela Variety, o astro detalhou que cineastas do calibre de Christopher Nolan e Woody Allen decidiram riscar seu nome de futuros projetos devido ao orgulho ferido após uma resposta negativa.

David O. Russell me ofereceu um filme há muitos anos. Era um bom filme, mas eu disse não. E ele foi o único diretor para quem eu disse não que voltou a me oferecer outro projeto. A maioria deles fica magoada e nunca mais liga. Isso aconteceu várias vezes comigo. Aconteceu com Christopher Nolan, com Woody Allen e com Paul Thomas Anderson. Eles simplesmente não voltam a me procurar”, contou Cage.

Nicolas Cage confirma RETORNO em ‘Longlegs 2’: “Tenho orgulho de ser dono desse personagem”

Cage explicou que o convite feito por Nolan foi para estrelar o suspenseInsônia, lançado em 2002 (cujo papel acabou ficando com Al Pacino).

Quebrando essa espécie de “regra velada” dos bastidores, o diretor David O. Russell decidiu dar uma nova chance ao ator e o escalou para protagonizar Madden. A cinebiografia, focada na trajetória do lendário treinador e comentarista da NFL John Madden, tem previsão de estreia nos cinemas para novembro.

Cage celebrou a postura do diretor e comentou sobre a experiência de sair de seu terreno seguro para o papel:

“David me ligou novamente, e achei muito elegante da parte dele voltar a me convidar. Eu não queria recusar outra vez porque tenho enorme respeito pelo talento dele. Foi uma experiência maravilhosa. Adorei trabalhar com David, com Christian Bale e John Mulaney. Mas foi um grande desafio. Eu não penso em mim quando imagino John Madden. Então pensei: ‘Como posso sair totalmente da minha zona de conforto?'”, disse Cage.

Para guiar suas escolhas profissionais arriscadas, o ator relembrou uma importante conversa que teve no passado com o camaleão do rock, David Bowie, sobre longevidade artística: “Perguntei a ele como conseguia se reinventar o tempo todo. E ele respondeu: ‘Eu nunca me permiti ficar confortável com o que estava fazendo'”.

Seguindo esse lema de reinvenção, o próximo grande trabalho de Nicolas Cage será no universo dos super-heróis, mas de uma forma totalmente inédita em sua carreira. O astro dará vida ao protagonista de Spider-Noir, a aguardada série em live-action do herói aracnídeo ambientada nos anos 1930, que estreia hoje, quarta-feira, dia 27 de maio.

A trama é ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.

Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.

‘Dark Horse’: Cinebiografia de Bolsonaro NÃO tem mais data de estreia definida nos cinemas nacionais

A cinebiografia sobre Jair Bolsonaro intitulada ‘Dark Horse‘, não tem mais data de estreia definida nos cinemas nacionais. O lançamento nacional estava previsto para o dia 11 de setembro de 2026, mas não figura mais entre as estreias programadas do FilmeB, maior portal que traz as datas de estreias do Brasil.

Muito se especula se o filme tem permissão para ser lançado nas telonas, já que não seguiu as normas da Ancine.

Enquanto o elenco chegou a divulgar a data para o lançamento nacional, fontes da indústria de Hollywood informaram que os produtores ainda buscam uma distribuidora e preparam exibições do projeto no país.

Recentemente, o trailer foi vazado na internet e é repleto de diálogos aguçados, conspirações, frases de efeitos e tem até o ex-presidente empunhando uma motosserra.

Assista:

O cineasta Cyrus Nowrasteh comentou recentemente sobre o projeto, descrevendo-o como “um tenso thriller político sobre poder, mídia e fé sob ataque”.

“Desde o início, quando Mario me procurou com a história de Dark Horse, o projeto foi concebido não apenas como um retrato biográfico, mas como um thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque, com relevância cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, afirmou Nowrasteh, conforme o Deadline.

O diretor acrescentou que a trama foca na resiliência do sistema político: “A história da improvável ascensão de Jair Bolsonaro e da tentativa contra sua vida em 2018 ofereceu uma estrutura para explorar até onde sistemas enraizados irão para se preservar, e como um político pode se tornar o recipiente das esperanças e medos de uma nação. Dark Horse convida o público a entrar nessa tensão, em vez de resolvê-la por eles”.

Sindicato apura denúncia de condições inadequadas no set de ‘Dark Horse’, cinebiografia de Bolsonaro

Jair Bolsonaro, que presidiu o Brasil entre 2019 e 2023, cumpre atualmente uma pena de 27 anos de prisão sob a acusação de liderar uma conspiração para impedir a posse de seu rival, Luiz Inácio Lula da Silva — acusações que são contestadas por seus aliados.

“Inspirado em fatos reais, Dark Horse acompanha Jair Bolsonaro, um controverso outsider que ascende de obscuro capitão do Exército a favorito populista à presidência em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar uma tentativa mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e pela alma de uma nação”, diz a sinopse.

 

Equipe de Beyoncé é acionada após uso indevido da canção “Survivor” no trailer da biopic ‘Dark Horse’, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro

O longa é estrelado por Jim Caviezel (‘A Paixão de Cristo’), além de Esai Morales (‘Missão: Impossível – O Acerto Final’), Lynn Collins (‘John Carter – Entre Dois Mundos’) e Felipe Folgosi.

Cyrus Nowrasteh assume a cadeira de direção. Mário Frias, Secretário Especial da Cultura durante a gestão Bolsonaro, ficou responsável pelo roteiro.

Mais informações não foram reveladas.

Após acusações de canibalismo, Armie Hammer aparece como “Batman” no trailer do novo filme do PIOR diretor do mundo

Após ser acusado de assédio e canibalismo, o ator Armie Hammer apareceu como “Batman” no trailer de ‘Citizen Vigilante’, o novo longa do cineasta alemão Uwe Boll, conhecido por ser considerado o pior diretor da história do cinema.

O filme se chamaria ‘The Dark Knight‘, mas teve seu título alterado para ‘Citizen Vigilante‘ após os produtores receberem uma notificação extrajudicial da Warner Bros.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado em um roteiro original de Boll, Hammer interpreta Sanders, um homem que decide fazer justiça com as próprias mãos, iniciando uma missão para caçar criminosos. Enquanto sua cruzada o transforma em uma sensação nas redes sociais e em um herói aos olhos do público, o chefe de polícia local o vê como uma ameaça à sociedade e tenta impedi-lo.

Vale lembrar que, após dirigir fracassos como ‘House of the Dead’, ‘Alone in the Dark’ e ‘BloodRayne’, o diretor Uwe Boll anunciou sua aposentadoria aos 51 anos, em 2016.

Na época, ele ficou furioso ao ser eleito o pior diretor da história do cinema e criou um abaixo-assinado, prometendo parar de dirigir filmes caso o número de assinaturas chegasse a 1 milhão — o que realmente aconteceu.

Armie Hammer está tentando reaver sua carreira após ser banido de Hollywood em 2021 por acusações de assédio e tentativa de canibalismo em 2021.

Citizen Vigilante‘ estreia nos EUA ainda esse ano, sem previsão no Brasil.

Primeiras impressões afirmam que ‘Dia D’ é o MELHOR filme do Steven Spielberg em DÉCADAS; Confira as reações!

Com estreia programada para o dia 11 de junho, as primeiras impressões do aguardado filme de ficção científica ‘DIA D‘ (Disclosure Day) já foram divulgadas – e são extremamente positivas.

Recebendo aclamação universal dos críticos, o longa está sendo descrito como o melhor projeto do Steven Spielberg em mais de duas décadas. Além disso, a poderosa performance da atriz Emily Blunt (‘O Diabo Veste Prada’) é um dos grandes destaques da produção.

Confira as reações dos críticos:

“Eu adorei ‘Dia D’. Uma montanha-russa densa que mistura perseguição, romance e mistério, tudo envolto em uma maravilha de ficção científica. É o melhor filme de Spielberg em 20 anos, repleto de toda a magia que torna seus filmes tão especiais, além de uma atuação memorável de Emily Blunt.”

“‘Dia D’ é simplesmente fenomenal! Algo verdadeiramente especial. Eu estava absorto em cada fala, cativado pela história enquanto tudo se desenrolava. A trilha sonora eleva perfeitamente cada cena. O filme é parte mistério, parte ‘Além da Imaginação’, algo totalmente novo. Derramei uma lágrima no final. Uau!”

“Não me lembro da última vez que gostei tanto de um filme do Steven Spielberg quanto de ‘Dia D’ — emocionante, engraçado, profundamente comovente e com atuações impecáveis ​​(Emily Blunt, em particular, está incrível). Repleto de mistério e encanto, prova que ninguém faz filmes como Spielberg. Simplesmente genial.”

“‘DIA D’ é o filme mais estranho que Spielberg já fez (e isso é um elogio). Com composições de tirar o fôlego, o roteiro de David Koepp – uma mistura de ‘Arquivo X’ com ‘A Bíblia’ –, é um verdadeiro malabarismo. A atuação de Emily Blunt é brilhante e o filme tem a melhor trilha sonora de John Williams em anos. Uma obra fascinante e emocionante.”

“Para surpresa de absolutamente ninguém, Steven Spielberg entregou mais um golaço com ‘DIA D’. Eu poderia falar sem parar sobre o que amei, mas tive a sorte de assistir ao filme sem saber quase nada, e recomendo fortemente que você faça o mesmo. Pare de assistir aos trailers. A única coisa que direi: Emily Blunt está incrível. Eu sei que blockbusters de verão geralmente não são o tipo de atuação que chama a atenção na temporada de premiações, mas quando as pessoas virem o que ela faz neste filme…”

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

10 Dicas de Séries INTERESSANTES lançadas em 2026 para começar hoje mesmo

O mundo das séries tá bombando em 2026! Muitas obras de qualidade já se encontram disponíveis pelos catálogos dos streamings. Para você que ama esse universo, separamos abaixo alguns projetos imperdíveis já lançados este ano:

 

O Segredo de Widow’s Bay (Apple Tv)

Em uma pequena cidade nos Estados Unidos, um prefeito faz de tudo para conseguir visibilidade pro local, enquanto se surpreende com estranhos acontecimentos.

 

A Isca (Prime Video)

Shah Latif (Riz Ahmed) é um ator que vive endividado e possui diversas questões com sua família. Um dia, surge a chance de sua vida: um teste para ser o novo James Bond. A questão é que, ao mesmo tempo, sua vida pessoal parece virar de cabeça pra baixo, com uma série de situações conflituosas que resolvem aparecer todas as mesmo tempo justamente nesse momento importante de sua carreira.

Crítica | ‘A Isca’ – Divertida e inteligente série que liga James Bond ao caráter multicultural londrino

 

Off Campus: Amores Improváveis (Prime Video)

Nessa primeira jornada, o projeto foca seu olhar em Hannah (Ella Bright) e Garrett (Belmont Cameli). Ela é uma talentosa estudante de música; ele, o grande astro do time de hóquei. Dessa relação, que se inicia com uma situação inusitada – os dois fingem ser namorados para que Hannah tente fisgar o coração do músico Justin (Josh Heuston) – nasce um amor profundo, marcado por situações também ligadas a traumas do passado.

Gostou de ‘Off Campus: Amores Improváveis’? Veja também essas 10 ótimas séries!

 

Emergência Radioativa (Netflix)

Emergência Radioativa, ao longo de cinco partes, e sob a direção geral do competente Fernando Coimbra (Os Enforcados e O Lobo atrás da Porta), revela a dor de famílias atingidas por um material altamente radioativo, os embates políticos em torno do caso, a luta de físicos, químicos e médicos na luta pela vida. O projeto coloca em evidência também o preconceito enfrentado pelas vítimas e as lições que essa tragédia deixou – com marcas até hoje.

Crítica | ‘Emergência Radioativa’ – Minissérie inquietante na Netflix revela o impacto de uma tragédia com um inimigo invisível

 

O Testamento: O Segredo de Anita Harley (Globoplay)

Uma herança bilionária, uma disputa pelo poder, narrativas antagônicas e possíveis relacionamentos amorosos são alguns dos elementos que moldam um dos casos jurídicos mais complexos em andamento em nosso país. Muitas vezes, a vida real consegue ser mais impactante do que qualquer obra de ficção: O Testamento: O Segredo de Anita Harley é a prova disso.

Crítica | ‘O Testamento: O Segredo de Anita Harley’ – O Game of Thrones da vida real!

 

Sweetpea (Prime Video)

Enfim chegou ao Brasil uma série que, num primeiro momento, já gerava imensa ansiedade nos amantes das séries ao flertar com crise existencial e serial killers. Navegando nessa mistura atraente, Sweetpea segue à risca esses temas, somados a um texto cheio de sarcasmo – muitas vezes ácido – que coloca na tela, de forma cômica e sangrenta, os conflitos de uma jovem que acorda para a vida matando.

 

Santita (Netflix)

María José Cano (Paulina Dávila), conhecida como Santita, é uma médica obstetra paraplégica que tem uma clínica popular e vem passando por dificuldades financeiras, fruto também de seu vício em jogos de azar. Um dia, ressurge em sua vida o ex-noivo, Alejandro (Gael Garcia Bernal) – fato que a faz recordar de um passado doloroso, transformando seu presente em uma série de dilemas.

Crítica | ‘Santita’ – Impactante série na NETFLIX convida a pensar sobre o ciclo da existência

 

Casar com um Assassino? (Netflix)

Alguns dilemas da vida surgem quando se menos espera. A vida da patologista escocesa Caroline Muirhead seguia em uma caminhada de esperança por dias apaixonantes, mesmo com o peso de um passado com desilusões amorosas, até ela acessar um dos mais famosos aplicativos de relacionamentos e descobrir um novo e intenso amor. Tempos mais tarde, uma revelação bombástica do seu ‘príncipe encantado’ a coloca novamente na gangorra emocional, com difíceis passos que é obrigada a dar.

Crítica | ‘Casar com um Assassino?’ – Um dilema dilacerante marca novo TRUE CRIME da NETFLIX

 

Andar na Pedra – A História do Raimundos (Globoplay)

Apresentando os mais curiosos detalhes da ascensão meteórica de uma das bandas mais impactantes da história da nossa música, chegou ao Globoplay uma série documental espetacular, Andar na Pedra – A História do Raimundos. Tendo como pano de fundo a origem de canções conhecidas até hoje, o projeto fortalece seu discurso ao mesmo tempo que surpreende ao destrinchar, sem papas na língua e ao passar por assuntos controversos e polêmicos, a trajetória – do começo, passando pelo meio (sucesso) e chegando ao ‘quase o fim’.

Crítica | ‘Andar na Pedra – A História do Raimundos’ – Documentário visceral sobre uma das maiores bandas que o Brasil já viu!

 

Rainhas da Grana (Netflix)

Sufocadas pela opressão de um mundo machista e pela falta de oportunidades que as atinge diariamente, um grupo de amigas, moradoras de uma área de classe média baixa francesa, resolve assaltar um banco para conseguir algum respiro nas contas diárias que se acumulam. A questão é que, elas acabam se jogando nesse mundo do crime repleto de pessoas gananciosas, dispostas a tudo para ter sua parte em cada novo evento criminoso realizado.

Crítica | ‘Rainhas da Grana’ – A série mais viciante de 2026 até agora

10 Séries Recentes que Duraram APENAS UMA Temporada; Qual foi a PIOR?

Na última terça-feira, dia 19 de maio, chegou ao fim a série ‘The Boys’, um dos programas de maior sucesso da era dos streamings. Sem dúvida o maior sucesso da plataforma Amazon Prime Video. ‘The Boys’ se junta ao igualmente bem-sucedido fenômeno da Netflix, ‘Stranger Things’ (o programa de maior audiência da rival). Além destas séries icônicas, ‘Round 6’ e ‘Cobra Kai’, dois seriados bastante queridos, também encerraram suas atividades recentemente. Ou seja, a partir de agora precisaremos buscar outra série para chamar de nossa e acompanhar obsessivamente.

Por outro lado, precisamos escolher bem a série que iremos acompanhar. Isso porque muitas sequer conseguem passar da primeira temporada. Mesmo programas de renome, com atores conhecidos no elenco, podem não agradar, e apesar do hype, ir mal de audiência garantindo apenas o seu cancelamento antes que possa verdadeiramente mostrar ao que veio. Abaixo lembraremos 10 casos de séries que foram canceladas logo na primeira temporada recentemente, sem que pudessem ter tempo para brilhar. O motivo? Ninguém as assistiu. Confira.

Os Winchesters

Supernatural’ (ou ‘Sobrenatural’ aqui no Brasil) é um dos programas mais bem-sucedidos dos últimos anos, que soube prender bem o seu público-alvo. Por causa disso, a série durou nada menos que 15 temporadas. O programa é criação de Eric Kripke, o mesmo responsável por ‘The Boys’, e justamente por isso tivemos participações dos protagonistas Jensen Ackles (Soldier Boy) e Jared Padalecki (Mr. Marathon). Mas quando foi a hora de tirar do papel o primeiro spin-off de ‘Supernatural’, sobre a juventude dos pais dos irmãos, com ‘Os Winchesters’, o derivado não agradou e acabou parando nos 13 episódios da primeira temporada.

Segundas Intenções

A atriz Sarah Michelle Gellar teve alguns sucessos em sua carreira nos anos 90, como o terror ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ e o drama/ thriller ‘Segundas Intenções’, baseado no clássico da literatura ‘Ligações Perigosas’. Ambos os filmes citados se tornaram séries da Amazon Prime Video que, ao contrário dos longas que os inspiraram, não fizeram sucesso. Aqui falaremos de ‘Segundas Intenções’, que reimagina o novo clássico de 1999 sobre jovens da elite norte-americana, totalmente sem escrúpulos e moral. Caso tivesse sido sucesso, certamente veríamos Gellar em uma participação especial. Vale lembrar que há dez anos, em 2016, a ideia já havia tentado se tornar uma série de TV, contando com a própria Sarah Michelle Gellar no elenco. Essa versão sequer chegou a ganhar uma temporada, ficando apenas com o episódio piloto. Já a produção mais recente foi cancelada com 8 episódios da primeira temporada e achamos que é hora de deixar a história descansar.

Os Bandidos do Tempo

O que serviu e funcionou em uma época, não significa que irá funcionar sempre. Veja o caso com ‘Os Bandidos do Tempo’. O projeto original é um filme de 1981, que se tornou cult com seu visual futurista fantástico, fruto dos integrantes da trupe conhecida como Monty Python, embora esse não seja oficialmente um filme do grupo (mas todos os integrantes estão lá). Inclusive é dirigido por Terry Gilliam, um de seus membros mais notórios. No clássico temos viagem no tempo, cenários impactantes e efeitos práticos. Além de Sean Connery e Shelley Duvall no elenco. Para a reimaginação, a AppleTV+ levou a ideia para o streaming e para as “telinhas”, em uma série de 10 episódios, escrita e dirigida por Taika Waititi (entre outros), que também está no elenco. Lisa Kudrow, de ‘Friends’, também é um chamariz. O programa não agradou e foi prontamente cancelado após a primeira temporada.

The Acolyte

Podemos dizer que a saga ‘Star Wars’ não está em seu melhor momento atualmente. Uma das trilogias mais queridas da sétima arte, que se tornou sinônimo de franquia no cinema e ainda move multidões apaixonadas, vem decaindo desde os anos 2000. A mais recente trilogia (2015 a 2019) foi de mal a pior, e na TV a maioria das séries na Disney+ foi mais vista pelas fãs. Aqui, no entanto, falaremos de um dos produtos mais odiados com o selo ‘Star Wars’. Vamos olhar por dois lados. Primeiro, essa pode não ter sido a melhor história da franquia, mas o motivo para tamanho ódio se resume mais a questões políticas envolvendo os criadores. E aí recaímos no segundo item: Star Wars possui uma base de fãs completamente apaixonada e descontrolada. ‘The Acolyte’ nunca teve a menor chance, e justamente por isso foi cancelada com 8 episódios em sua primeira temporada.

Kaos

Jeff Goldblum é um verdadeiro tesouro do entretenimento artístico mundial. A lista de suas obras queridas é extensa e vão desde ‘A Mosca’, passando por ‘Jurassic Park’ e ‘Independence Day’. Sua figura excêntrica virou meme e é muito imitada. Fato que fez os mais novos se conectarem com o ator nesta nova fase de sua carreira. Então, nada mais natural que ele ganhasse um programa para chamar de seu. ‘Kaos’ é uma série da Netflix que reimagina a mitologia dos Deuses gregos do Olimpo para os dias de hoje. E o melhor, Jeff Golblum estava à frente do elenco como o imponente Zeus. Algo, no, entanto, falhou em cativar o público e a série foi cancelada na primeira temporada após seus 8 episódios.

Gotham Knights

Todos adoram o Batman e os personagens que envolvem o herói morcego, sejam aliados ou vilões. Os fãs da DC e de séries de super-heróis na TV também costumam adorar os programas do estúdio na chamada CW (o canal da Warner), vide ‘Arrow’, ‘Flash’ e ‘Supergirl’. Esse universo fez muito sucesso nas telinhas, mas chegou ao fim em 2023 – e o prego no caixão de chama ‘Gotham Knights’. Justo ou injusto, ‘Gotham Knights’ serviu para fechar uma era muito bem-sucedida, de uma pegada mais juvenil para os grandes heróis da DC. Aqui, seguimos as desventuras de um personagem criado para o programa, o filho de Bruce Wayne. O bilionário foi assassinado, e seu filho é o principal suspeito. Agora, ele precisa limpar seu nome, com a ajuda de alguns aliados, como a Robin. A série durou apenas 13 episódios da primeira temporada.

Wolf Pack

Por falar em Sarah Michelle Gellar, a atriz parece não dar muita sorte atualmente. É claro que, como citado, ela fez sucesso nos anos 90, com os filmes mencionados acima. Mas seu maior sucesso indiscutivelmente foi a série ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, que se tornou icônica e marcou toda uma geração. Gellar não conseguiu emplacar mais nada depois. E mesmo quando tentou voltar para ‘Buffy’ esse ano, com um reboot que estava gerando imenso hype, o estúdio responsável resolveu não prosseguir com a ideia até ver o primeiro episódio. Uma pena. Antes disso, no entanto, Gellar estrelou ‘Wolf Pack’, ao lado do nosso Rodrigo Santoro. O programa sobre lobisomens da Paramount+, apesar de promissor, terminou ficando apenas com 8 episódios da primeira temporada.

Irmãos Sun

Nem mesmo uma vencedora do Oscar é sinal de que uma série irá emplacar. Tudo depende, é claro, da audiência que tal programa terá, e para uma boa audiência é preciso que as pessoas assistam ao programa. Ou seja, a divulgação precisa estar a toda e o programa precisa despertar minimamente o interesse do público. Mesmo na era dos streamings. ‘Irmãos Sun’, ou ‘The Brothers Sun’ é uma série de ação, drama e humor, estrelada por ninguém menos que a vencedora do Oscar Michelle Yeoh (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’). Além disso, se trata de uma produção original da Netflix, o streaming número 1 do mundo. A trama conta sobre um assassino profissional, precisando voltar para casa para proteger sua mãe e seu irmão. Nada disso impediu o programa de ser cancelado após os 8 episódios de sua primeira temporada.

Caçador de Demônios

Todos nós adoramos Kevin Bacon. Em meados dos anos 2000 tivemos até mesmo o jogo chamado “seis graus de separação de Kevin Bacon”, no qual conseguíamos conectar todo e qualquer ator de Hollywood ao querido Bacon, usando apenas seis níveis de conexão. E funciona. Bacon tem uma carreira repleta de sucessos no cinema e na TV. No cinema estrelou grandes sucessos como ‘Footloose’, ‘Questão de Honra’ e o cult ‘O Ataque dos Vermes Malditos’. Nas telinhas, também teve sucesso com programas como ‘The Following’ e ‘City on a Hill’. Mas a vida de um artista nunca é justa. Assim, quando decidiu abordar seu lado mais pop e embarcar na viagem conhecida como ‘Caçador de Demônios’ (o título é autoexplicativo), parecia que Bacon tinha um novo sucesso cult em mãos. Ledo engano, pois o programa original da Amazon Prime Video puxou o plugue após 8 episódios da primeira temporada.

Alasca: Em Busca da Notícia

Como dito, nem o fato de termos um artista vencedor do Oscar é o suficiente para uma série fazer sucesso. E que tal um ator duas vezes vencedor do Oscar? Também não. Esse é o caso com a atriz Hilary Swank, que quando não está vencendo o Oscar, está se metendo em roubadas. Swank tem uma das carreiras mais irregulares de Hollywood, apesar de ser uma atriz bastante talentosa – e ter duas estatuetas de atriz principal para provar (‘Meninos Não Choram’ e ‘Menina de Ouro’). Nunca iremos perdoar a atriz por não ter entrado na brincadeira e aceitado participar de ‘Cobra Kai’ como sua personagem Julie de ‘Karatê Kid 4’. Resta saber também se ela chegou a ser convidada.

Seja como for, Swank não é estranha às telinhas, tendo participado de programas como ‘Trust’, ‘Away’ e de dois episódios recentes de ‘Yellowjackets’. Porém, ‘Alasca: Em Busca da Verdade’ parecia ser uma aposta certeira para a atriz. Entre outras coisas por ser criação de Tom McCarthy, cineasta responsável pelo roteiro e direção do vencedor do Oscar ‘Spotlight: Segredos Revelados’ (2015) – que lhe rendeu um Oscar de melhor roteiro. Ou seja, o programa trataria do mesmo tema: o jornalismo. Swank interpreta uma jornalista buscando recomeço em um jornal do Alasca. Prêmios na certa. Não fosse pelo fato de que a série só teve 12 episódios da primeira temporada, por falta de audiência.

NETFLIX BRASILEIRA! Presidente Lula anuncia estreia da plataforma pública de streaming Tela Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou oficialmente a data de estreia do Tela Brasil, plataforma pública de streaming dedicada exclusivamente a produções audiovisuais nacionais. O serviço será lançado ao público no próximo dia 30 de maio de 2026.

De acordo com informações publicadas pelo portal Metrópoles, o anúncio foi feito durante a cerimônia de inauguração do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) da Fiocruz, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Em seu discurso, o chefe do Executivo destacou o caráter gratuito e popular do projeto:

“Vamos disponibilizar 500 filmes brasileiros para que o povo possa assistir de graça na rede de TV brasileira. É a nossa Netflix, nossa Netflix brasileira”, brincou o Presidente.

Para viabilizar a infraestrutura e a curadoria da plataforma, o governo federal destinou um investimento inicial de R$ 4,2 milhões, montante voltado diretamente ao licenciamento de 447 obras audiovisuais. A expectativa dos órgãos reguladores é que esse catálogo seja ampliado gradualmente após o lançamento oficial, permitindo a incorporação de novos títulos ao longo dos meses.

Coordenado pelo Ministério da Cultura (MinC), o Tela Brasil funcionará como um ambiente digital unificado para reunir produções de diferentes gêneros, incluindo longas-metragens, documentários, curtas e séries independentes, facilitando o acesso da população a títulos que, muitas vezes, ficam restritos a circuitos de exibição especializados.

Tela Brasil | Aplicativo de streaming do Governo Federal está disponível para download

O principal objetivo estratégico da plataforma é democratizar o acesso da população à cultura nacional e, simultaneamente, solucionar um antigo gargalo da indústria cinematográfica do país: a distribuição.

Muitas produções independentes brasileiras conquistam grande prestígio em festivais nacionais e internacionais, mas enfrentam sérias dificuldades comerciais para alcançar as salas de cinema tradicionais das grandes redes. Na avaliação do governo, a criação de uma janela de exibição pública e gratuita atuará como um motor para fortalecer o ecossistema econômico do mercado audiovisual, gerando maior visibilidade, engajamento e reconhecimento para os realizadores locais.

‘Cabo do Medo’: Javier Bardem revela que pediu a BÊNÇÃO de Robert De Niro para interpretar vilão icônico

O ator Javier Bardem manifestou-se recentemente sobre o seu próximo grande desafio nas telas: dar vida ao implacável Max Cady em Cabo do Medo (Cape Fear), nova série de suspense da Apple TV+. O papel do ex-presidiário vingativo foi imortalizado por Robert De Niro no clássico cinematográfico de 1991, rendendo-lhe uma indicação ao Oscar de Melhor Ator na época.

Em entrevista à Entertainment Weekly, o astro espanhol confessou que o peso do legado de De Niro foi a primeira barreira psicológica que ele precisou enfrentar ao aceitar o convite:

“Eu já vi aquele filme muitas vezes. Assim que soube que interpretaria Max Cady, o primeiro pensamento que me veio foi: ‘Não tente, Javier, chegar perto do que De Niro fez com aquela performance icônica’. Você não vai conseguir. Você está muito distante dele como ator. Nem tente”, diz Bardem.

Para iniciar a sua própria construção de personagem, Bardem tomou a decisão de encarar o medo de frente e revisitar a obra dirigida por Martin Scorsese de uma forma totalmente imersiva. Ele organizou uma exibição particular do longa-metragem em uma sala de cinema em Madrid, na Espanha.

“Assisti ao filme novamente em uma tela grande. Fiz isso acontecer. Fui sozinho, com minha pipoca e refrigerante zero, e assisti”, contou Bardem.

O ator descreveu a experiência solitária no cinema como um ritual quase espiritual de respeito ao veterano de Hollywood: “Enquanto eu estava naquela sala escura, meio que pedi a bênção de De Niro. Você fez isso. É absolutamente icônico. E não estou tentando me comparar. Só vou fazer a minha versão. Espero que você possa abençoar isso. E obrigado por tudo o que fez”.

Cabo do Medo’ estreia no dia 5 de junho. 

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O elenco ainda contará com CCH PounderMalia PylesAnna BaryshnikovJamie HectorLily ColliasJoe AndersPatrick FischlerRon PerlmanTed LevineMargarita Levieva.

A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Inspirado pelo remake de 1991 dirigido por Martin Scorsese e produzido por Steven Spielberg, a trama é centrada em um feliz casal de advogados, Anna (Adams) e Tom Bowden (Wilson), que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando Max Cady (Bardem), um notório serial killer do passado deles, sai da prisão e quer vingança.

Morten Tyldum (‘Silo’) comandará o episódio piloto de ‘Cabo do Medo‘, além de servir como produtor executivo.

Adams e Bardem também irão servir como produtores executivos ao lado de ScorseseSpielberg.

Do criador Nick Antosca (‘O Ato’, ‘Candy’, ‘A Friend of the Family’), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.

Dez episódios foram encomendados para o projeto.

‘Toy Story 5’: Diretor esclarece que a IA e o Tablet NÃO serão os vilões da história

O diretor Andrew Stanton, responsável pelo comando de Toy Story 5’, manifestou-se sobre a aguardada sequência que abordará o choque cultural e a disputa de atenção entre os brinquedos tradicionais e os dispositivos tecnológicos. Em destaque, o cineasta esclareceu um ponto crucial sobre a nova personagem, Lilypad, afirmando que ela não assumirá o papel de vilã do longa-metragem.

De acordo com informações publicadas pela Variety, embora a tecnologia de inteligência artificial surja inicialmente como a principal antagonista do ponto de vista dos bonecos, a abordagem do estúdio será muito mais sutil.

“Ela é vista assim pelos brinquedos porque eles se sentem intimidados. Ela representa apenas a próxima fase da vida de Bonnie. Foi criada como um brinquedo no sentido de querer ajudar a criança a seguir em frente, mas possui habilidades completamente diferentes e nenhuma experiência, enquanto Jessie tem experiência de sobra e talvez não saiba exatamente o que fazer”, explicou o cineasta

A codiretora McKenna Harris revelou que houve intensos debates internos na Pixar sobre transformar a personagem tecnológica em uma força genuinamente maligna, mas a equipe criativa preferiu seguir por um caminho mais realista e cinzento.

“Muitas pessoas queriam isso, mas foi difícil encontrar equilíbrio porque todos nós temos emoções muito fortes em relação aos dispositivos tecnológicos. No fim das contas, isso nunca fez sentido”, acrescentou.

Harris destacou que o objetivo principal era manter a narrativa ancorada na realidade contemporânea do público: “Nós não vamos nos livrar desses aparelhos, não importa o quanto tentemos. Eu sempre vou ter meu celular. Provavelmente sou parcialmente viciada nele. Então parecia correto que os brinquedos precisassem lidar com essa complexidade”.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho.

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A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Novo SUSPENSE criminal da A24 com Robert Pattinson ganha instigante teaser trailer; Confira!

O novo filme do astro Robert Pattinson (‘Batman’), o suspense criminal ‘Primetime, ganhou seu primeiro teaser trailer oficial.

O filme chega aos cinemas norte-americanos em setembro de 2026 e é uma das grande apostas da A24 para o Oscar 2027. Antes disso, o filme deve estrear na competição oficial do Festival de Veneza, entre os dias 2 e 12 de setembro deste ano.

Confira:

A trama acompanha um jornalista determinado que confronta o submundo do crime e acaba mudando a televisão para sempre. Algumas descrições indicam que o filme é inspirado em programas de jornalismo investigativo do início dos anos 2000, com foco em confrontos com criminosos.

Lance Oppenheim, conhecido pelo seu trabalho em documentários, é o responsável pela direção.

O site afirma que o projeto é inspirado em programas como ‘To Catch a Predator‘ e ‘Dateline‘.

O roteiro foi assinado por Ajon Singh.

Mark Duplass rebate RUMORES de que Kane Parsons não dirigiu ‘Backrooms’: “Ele estava 100% no CONTROLE”

Mark Duplass (‘The Morning Show’) recentemente recorreu à sua conta no X (antigo Twitter) para desbancar os rumores de que o jovem diretor Kane Parsons, de apenas vinte anos de idade, não teria dirigido o elogiado terror Backrooms: Um Não-Lugar’.

Os boatos começaram quando Parsons se tornou o mais jovem cineasta a firmar parceria com a A24.

Respondendo a um usuário do plataforma que afirmou que o realizador “definitivamente não dirigiu” o projeto (que é baseado em sua própria websérie no YouTube), Duplass escreveu: “com todo o respeito, não me lembro de ter visto você no set. Quando eu estava lá, Kane estava 100% no controle. Mais do que muitos diretores com o triplo da idade dele”.

Com 19 reviews publicadas até o momento, o filme abriu com 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a atmosfera sombria da longa, que expande de forma bem-sucedida o material de origem. Além disso, Kane Parsons desponta como uma das maiores promessas do gênero com sua confiante estreia diretorial.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Backrooms’ é incrivelmente fantástico, um pesadelo alucinante que te deixa em alerta máximo desde o primeiro instante. Kane Parsons cria um terror psicológico puro com visuais assombrosos que ficam na sua cabeça por muito tempo e te deixam obcecado com o que acabou de assistir.” (Zach Pope Reviews)

“‘Backrooms’ é inegável, tanto como um futuro pilar fundamental do movimento de terror nascido na internet, quanto por ser construído sobre um conceito que parece verdadeiramente novo.” (Slant Magazine)

“Sinistro. Embora não seja exatamente aterrorizante, o filme tem uma ótima atmosfera.” (JoBlo)

“Kane Parsons é o diretor mais jovem a comandar um filme da A24, mas sua abordagem metódica permite que ‘Backrooms’ respire e construa seu suspense e sustos com calma, o que exige a paciência de mestres do gênero.” (Collider)

“Como longa-metragem, a história às vezes parece estar lutando contra o próprio destino, mas quando ‘Backrooms’ funciona, é um triunfo impressionante e uma das melhores estreias diretoriais dos últimos anos.” (Slashfilm)

“‘Backrooms’ tem alguns momentos realmente ótimos, mas, como acontece com muitos filmes de terror, quanto mais as pessoas tentam explicá-lo, menos assustador ele se torna.” (Bleeding Cool)

“O filme se esforça bastante para explorar a psicologia de seus personagens, mas não está completamente preparado para isso. Mesmo quando vacila, porém, ‘Backrooms’ ainda é um filme eficaz, priorizando o terror silencioso em vez do horror explícito.” (Screen Rant)

“Embora nem todos os aspectos da história original sejam realmente assustadores ou eficazes, esta adaptação de Kane Parsons pode ser tão claustrofóbica e angustiante quanto sua série viral na internet.” (Discussing Film)

Crítica | ‘Backrooms: Um Não-Lugar’ une terror, suspense e sci-fi em uma inquietante jornada interdimensional

O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, 28 de maio.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.

O elenco conta com Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) Mark Duplass (‘The Morning Show’), Finn Bennett (‘True Detective’), Lukita Maxwell (‘Shrinking’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’).

A adaptação será coproduzida por James Wan, através da Atomic Monster.

Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).

Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.

‘Supergirl’ ganha classificação indicativa mais ALTA por causa do Lobo; Entenda!

Supergirl‘, novo longa do DCU derivado de ‘Superman’ que traz Milly Alcock como a heroína titular, teve sua classificação indicativa oficial revelada pela MPA (Motion Picture Association) (via CBM).

O próximo capítulo do recém-formado DCU ganhou uma classificação mais alta que a Livre e será recomendado para maiores de 13 anos (PG-13) por “forte violência, ação, linguagem e FUMO”.

O último elemento, inclusive, se refere ao amor de Lobo (Jason Momoa) por cigarros – enquanto as fortes cenas de ação e pancadaria já são bem conhecidas dentro de qualquer panteão super-heroico.

Vale lembrar que o longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho.

O filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Estrelando Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

Diferente de uma prática comum em Hollywood, na qual novos atores costumam buscar conselhos com quem já viveu o papel, Alcock revelou ao ComicBookMovie que optou por não procurar Benoist, que interpretou a heroína por seis temporadas na televisão, nem Calle, que deu vida à kryptoniana no filme ‘The Flash’, e nem Laura Vandervoort, que interpretou a heroína em ‘Smallville: As Aventuras do Superboy’.

“São apenas pessoas vivendo suas vidas. Não é como se tivéssemos um laço de sangue”, afirmou a atriz, de forma direta.

Apesar disso, as intérpretes anteriores demonstraram apoio à nova Supergirl. Na época, Benoist declarou: “Eu acredito que todas as interpretações da personagem são valiosas pelo que ela representa. Supergirl, como entidade, é icônica por um motivo e tem sido desde os anos 50. Pessoalmente, acho que cada versão dela é importante para que jovens possam se ver representadas”.

Vandervoort, que interpretou a heroína na série Smallville, também se manifestou nas redes sociais: “Enquanto celebramos a escalação de Milly Alcock como a nova Supergirl, achei apropriado compartilhar algumas artes de fãs que remetem ao meu tempo com esse ‘manto’. Obrigada por isso”.

Por sua vez, Calle também apoiou Alcock, afirmando: “Divirta-se muito. Você parece incrível, adorei isso. Arrase completamente”.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

POLÊMICA! Festival de Tribeca anuncia exibição de filme TOTALMENTE gerado por IA

Polêmicas no mundo do cinema!

Segundo a Variety, a organização do Festival de Tribeca deste ano anunciou a estreia mundial de ‘Dreams of Violets’, filme que retrata a resistência civil iraniana e que foi totalmente gerado por inteligência artificial através do estúdio Fountain 0.

O anúncio marca a primeira vez em que um longa-metragem live-action gerado por IA é aceito em um festival de cinema de grande renome, como revela a companhia.

O filme, que estreará em 10 de junho, funciona como um docudrama de 75 minutos inspirado nos protestos que tomaram Teerã em janeiro, e destaca cinco iranianos que se encontram em um beco da cidade antes de serem executados, tudo testemunhado de uma janela por Amir, um menino de 10 anos com paralisia cerebral. Os confrontos refletem os protestos reais entre as autoridades iranianas e civis, que deixaram pelo menos 7.000 mortos e mais de 50.000 presos, de acordo com a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos.

O diretor Ash Koosha, que nasceu no Teerã, afirmou em comunicado que o projeto começou a ser desenvolvido assim que leu reportagens sobre o massacre. Ele queria criar um filme com foco no ser humano, mas, sem ter acesso a uma equipe, atores ou ao próprio Irã, optou por usar inteligência artificial.

O longa-metragem custou cerca de US$2.000 para ser produzido, segundo a Fountain 0.

‘Dreams of Violets’ levou três meses para ser finalizado e foi construído inteiramente com ferramentas como a IA Kling para geração de vídeo, a IA Claude da Anthropic para edição de linguagem, o Gemini e o Nanobanana do Google para pesquisa e imagens, além da tecnologia própria da Fountain 0 para enquadramento e precisão de quadros. O filme “não foi um exercício tecnológico”, disse Koosha, mas uma tentativa de “criar um filme memorial para um evento que aconteceu atrás de um muro que não posso atravessar”.

“Entendo que um filme gerado por IA sobre pessoas que realmente morreram levanta questões difíceis”, disse ele em um comunicado oficial. “Pensei nessas questões a cada minuto de cada dia em que trabalhei neste filme. Minha resposta é que a alternativa — o silêncio, o esquecimento, o resultado preferido do regime — é pior. O filme existe porque os mortos merecem ser vistos e porque as famílias dentro do Irã, que não podem falar, merecem alguém de fora que se recuse a esquecer”.

‘Conviction’: Drama jurídico com Elisabeth Moss escala DOIS novos membros ao elenco

Segundo o DeadlineSebastian De Souza (‘The Great’) e Adam Godley (‘Mistério em Cemetery Road’) foram escalados em caráter regular ao elenco de ‘Conivction’, novo drama legal do Hulu.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

A dupla se junta à vencedora do Globo de Ouro e do Emmy Elisabeth Moss (‘The Handmaid’s Tale’, ‘O Homem Invisível’), que será a protagonista.

A série foi escrita por David Shore, criador de ‘House’‘The Good Doctor’, para a 20th Television.

Moss e Shore entram como produtores executivos ao lado de Warren LittlefieldBert Salke.

Conviction, inspirada no romance best-seller homônimo de Jack Jordan, acompanha a advogada criminalista Neve Harper (Moss), uma profissional confiante que finalmente tem a chance de assumir um caso decisivo em sua carreira: um assassinato de grande repercussão, no qual o marido é acusado de matar a esposa incendiando a casa. Mas quando um misterioso estranho começa a chantageá-la, Neve é ​​forçada a comprometer todas as suas obrigações legais, morais e éticas para obter a absolvição — ou corre o risco de ter seus segredos obscuros expostos.

A sala de roteiristas da série deve abrir em dez dias, com o início da produção previsto para junho, em Nova York.

Conviction marca a terceira série de Moss e Littlefield para o Hulu, após a premiada ‘The Handmaid’s Tale’, e o spin-off ‘The Testaments’, com estreia agendada para 8 de abril.

Crítica | Histórias Paralelas — Entre voyeurismo e imaginação, Farhadi cria seu filme mais metalinguístico (Cannes 2026)

Asghar Farhadi tem uma habilidade rara de transformar dilemas morais complexos em experiências profundamente cotidianas. Seus filmes nunca dependem do extraordinário; ao contrário, encontram potência justamente no banal, nos pequenos gestos e nas relações que poderiam acontecer com qualquer pessoa. Em Histórias Paralelas (Parallel Tales), o diretor talvez realize sua obra mais metalinguística até agora, refletindo sobre o próprio ato de narrar e sobre o poder que as histórias possuem de moldar a percepção da realidade.

Desde A Separação (2010), Farhadi já demonstrava interesse em personagens que manipulam — conscientemente ou não — a visão de mundo daqueles ao redor. Aqui, ele leva essa ideia a outro nível. Ambientado no 10º distrito de Paris, o filme acompanha Sylvie, uma escritora reclusa vivida por Isabelle Huppert, que passa os dias observando a vida alheia da janela de seu apartamento decadente. Com um cigarro sempre nas mãos e uma luneta apontada para o prédio vizinho, ela constrói narrativas sobre as pessoas que observa.

Seu foco principal é Nita, personagem de Virginie Efira. A escritora descreve seus hábitos, seus gestos e seus olhares com tamanha precisão que o espectador imediatamente acredita naquela construção. Aos poucos, porém, percebemos que aquela imagem talvez diga mais sobre quem observa do que sobre quem é observada. Sylvie vive consumida pelas histórias que inventa. Ela não experimenta a vida diretamente; prefere reinterpretá-la à distância, filtrando tudo através da imaginação.

A referência a Janela Indiscreta (1954), de Alfred Hitchcock, é inevitável, mas Farhadi não utiliza o voyeurismo apenas como ferramenta de suspense. O olhar, aqui, funciona também como mecanismo de criação e distorção. A escritora busca desesperadamente matéria-prima para seus textos, transformando pessoas comuns em personagens.

Paralelamente, o filme acompanha Adam, vivido por Adam Bessa, um jovem de origem argelina que acaba de sair da prisão e vive em um abrigo temporário. Em uma sequência simples e brilhante no metrô, ele observa uma garota roubando a carteira de uma passageira. Após recuperar o objeto e devolvê-lo à dona, interpretada por India Hair, Adam é parado pela polícia apenas por sua aparência e condição social. Esse pequeno ato de heroísmo acaba aproximando-o de Sylvie, já que a mulher ajudada é sobrinha da escritora e lhe oferece trabalho organizando os papéis espalhados pelo apartamento.

Com a possível publicação do livro, Sylvie promete deixar a casa para a sobrinha, grávida por inseminação artificial, e depende financeiramente da venda do imóvel. O melodrama criado a partir da vida dos vizinhos, no entanto, não agrada à editora, interpretada com charme e ironia por Catherine Deneuve, que critica a superficialidade da trama de traição.

Revoltada com o feedback, Sylvie joga os manuscritos no lixo. É nesse momento, porém, que o filme encontra sua estrutura mais fascinante. Adam se apropria daqueles textos com o desejo de tornar-se também “um mestre de universos”. Ao ler as páginas descartadas, ele passa a reinterpretar a própria vida. A ficção deixa de existir apenas no papel e começa lentamente a contaminar o real, aproximando-o de Nita, a mulher que inspirou a personagem observada por Sylvie.

O manuscrito então circula entre os envolvidos: Nita lê o texto, seu companheiro também, assim como o irmão dele. A partir daí, novas interpretações surgem. Olhares mudam. Suspeitas aparecem. Limites são ultrapassados.

As narrativas paralelas começam, enfim, a se cruzar. Descobrimos que o relacionamento imaginado pela escritora escondia, na verdade, uma pacata agência de mixagem de som administrada pelos irmãos Pierre, vivido por Vincent Cassel, e Christopher, interpretado por Pierre Niney, ao lado da companheira de um deles. Contudo, ao receberem o manuscrito, seus comportamentos passam a ser contaminados pela ficção, como se a narrativa inventada reorganizasse silenciosamente a dinâmica entre aquelas pessoas.

O que antes parecia apenas uma crônica íntima se aproxima gradualmente do suspense psicológico. As ambiguidades morais tão características do cinema de Farhadi aparecem aqui de maneira mais difusa. Em A Separação, O Apartamento ou mesmo Um Herói, os conflitos eram concretos, construídos a partir de escolhas éticas claramente delimitadas. Em Histórias Paralelas, porém, os personagens parecem se entregar aos devaneios produzidos pela própria narrativa, culminando em uma escolha absurda de Pierre entre o irmão e a companheira.

Farhadi constrói, assim, um filme sobre a capacidade dos discursos de manipular a verdade. Uma história inventada pode não ser real — mas basta ser acreditada para produzir consequências concretas. O cinema, a literatura e até os pequenos relatos cotidianos possuem esse poder inquietante de transformar percepções em fatos emocionais.

O mais impressionante é como tudo isso acontece sem grandes reviravoltas. O interesse do diretor está nas pequenas mudanças de comportamento, nos gestos quase imperceptíveis e na maneira como as pessoas passam a agir depois que uma narrativa é plantada em suas cabeças. Da mesma forma que Sylvie dilacera o tecido social ao transformar os vizinhos em ficção, Adam também se apropria daquela obra com o desejo de manipular o próprio destino, depois de ter sido constantemente reduzido e manipulado pela sociedade.

Histórias Paralelas fala sobre aquilo que enxergamos quando observamos alguém — e sobre tudo aquilo que inventamos nesse processo. Entre realidade, percepção e imaginação, Farhadi filma personagens devastados por versões possíveis de si mesmos: pessoas comuns consumidas por histórias que talvez nunca tenham acontecido, mas que, uma vez contadas, já não podem mais ser ignoradas.

‘F1’: Kerry Condon compartilha novidades sobre sequência

O fenômenoF1 consolidou-se como um dos grandes marcos do cinema esportivo recente. Diante do sucesso de público e crítica, a atriz Kerry Condon, uma das estrelas do longa-metragem, quebrou o silêncio e compartilhou detalhes sobre o desenvolvimento de uma possível sequência para a produção.

Em entrevista ao ScreenRant, Condon trouxe uma atualização promissora, embora realista, sobre o status do novo projeto. A atriz destacou que a vontade interna existe, mas a realização depende do alinhamento de agendas complexas nos bastidores:

“Sim, já ouvi falar disso, e todos adoram o roteiro, mas acho que vai ser quando o Joe, nosso diretor, estiver disponível, e também teremos que seguir o cronograma da F1. Então pode ser um pouco demais, mas acho que tudo bem”, afirmou.

As afirmações da atriz confirmam que as conversas para a continuação já estão avançadas e contam com uma base de roteiro aprovada pela equipe. No entanto, o público precisará ter paciência antes de ver o piloto veterano Sonny Hayes acelerar novamente nas telas.

F1’ está disponível no Apple TV+. 

Na trama, Brad Pitt interpreta Sonny Hayes, apelidado de “o maior que nunca existiu”. Ele foi o piloto mais promissor da Formula 1 nos anos 1990, até sofrer um fracasso espetacular. Trinta anos depois, Sonny vive como piloto nômade de aluguel, até ser procurado por seu antigo companheiro de equipe, Ruben Cervantes, interpretado por Javier Bardem, agora dono de uma equipe de F1 em dificuldades e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a retornar à Formula 1 para uma última chance de salvar a equipe e provar que ainda pode ser o melhor do mundo. Ele passa a correr ao lado do jovem talento Joshua Pearce, interpretado por Damson Idris. Porém, quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, lembrando que, na Fórmula 1, seu companheiro de equipe pode ser também seu maior rival, e que ninguém percorre o caminho da redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson Kayo e Simone Ashley.

Crítica | ‘F1’ será o filme favorito do seu pai – e ele estará absolutamente correto nisso

F1’ está disponível no Apple TV+.

‘Backrooms: Um Não-Lugar’ deve se tornar a MAIOR estreia da história da A24 nos EUA

Sucesso! De acordo com o Deadline, o terror ‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ deve arrecadar em torno de US$ 40-45 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

A expectativa é que o longa se torne a maior estreia doméstica da história da A24, superando a abertura de ‘Guerra Civil‘ (US$25.5M).

Além disso, a produção também deve assumir o topo das maiores arrecadações no próximo final de semana no país, desbancando o blockbuster ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu‘.

Aclamado pelos críticos, o terror conquistou sólidos 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a atmosfera sombria da longa, que expande de forma bem-sucedida o material de origem. Além disso, Kane Parsons desponta como uma das maiores promessas do gênero com sua confiante estreia diretorial.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Backrooms’ é incrivelmente fantástico, um pesadelo alucinante que te deixa em alerta máximo desde o primeiro instante. Kane Parsons cria um terror psicológico puro com visuais assombrosos que ficam na sua cabeça por muito tempo e te deixam obcecado com o que acabou de assistir.” (Zach Pope Reviews)

“‘Backrooms’ é inegável, tanto como um futuro pilar fundamental do movimento de terror nascido na internet, quanto por ser construído sobre um conceito que parece verdadeiramente novo.” (Slant Magazine)

“Sinistro. Embora não seja exatamente aterrorizante, o filme tem uma ótima atmosfera.” (JoBlo)

“Kane Parsons é o diretor mais jovem a comandar um filme da A24, mas sua abordagem metódica permite que ‘Backrooms’ respire e construa seu suspense e sustos com calma, o que exige a paciência de mestres do gênero.” (Collider)

“Como longa-metragem, a história às vezes parece estar lutando contra o próprio destino, mas quando ‘Backrooms’ funciona, é um triunfo impressionante e uma das melhores estreias diretoriais dos últimos anos.” (Slashfilm)

“‘Backrooms’ tem alguns momentos realmente ótimos, mas, como acontece com muitos filmes de terror, quanto mais as pessoas tentam explicá-lo, menos assustador ele se torna.” (Bleeding Cool)

“O filme se esforça bastante para explorar a psicologia de seus personagens, mas não está completamente preparado para isso. Mesmo quando vacila, porém, ‘Backrooms’ ainda é um filme eficaz, priorizando o terror silencioso em vez do horror explícito.” (Screen Rant)

“Embora nem todos os aspectos da história original sejam realmente assustadores ou eficazes, esta adaptação de Kane Parsons pode ser tão claustrofóbica e angustiante quanto sua série viral na internet.” (Discussing Film)

O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, no dia 28 de maio.

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A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.

O elenco conta com Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) Mark Duplass (‘The Morning Show’), Finn Bennett (‘True Detective’), Lukita Maxwell (‘Shrinking’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’).

Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.

A adaptação será coproduzida por James Wan, através da Atomic Monster.

Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).

Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.