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‘Lightyear’ é DOMINADO por ‘Jurassic World’ e decepciona nas bilheterias dos EUA

A animação ‘Lightyear‘ decepcionou em sua estreia nos cinemas norte-americanos, arrecadando apenas US$ 51 milhões durante o seu primeiro final de semana – quase um terço abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 70 milhões.

O longa da Pixar foi barrado do topo das bilheterias por ‘Jurassic World: Domínio‘, que fez jus ao seu título e arrecadou US$ 58.6 milhões em seu segundo final de semana. De acordo com o Deadline, a vitória de ‘Domínio‘ se deve ao maior número de salas especiais em exibição, como IMAX. O site destaca que ‘Jurassic World‘ ocupou 51% do formato premium contra 43% de ‘Lightyear‘.

Internacionalmente, ‘Lightyear‘ arrecadou US$ 34.6 milhões através de 43 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 85.6 milhões.

Apesar do resultado abaixo do esperado, o longa ainda registrou a MAIOR estreia para uma animação após o período de pandemia, conseguindo se manter no mesmo nível da estreia de outros sucessos da Pixar, como ‘Viva – A Vida É uma Festa‘ (US$51M) e ‘Ratatouille‘ (US$47M).

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

‘Top Gun: Maverick’ já arrecadou quase US$ 900 milhões mundialmente

Sucesso! ‘Top Gun: Maverick‘ continua sendo um fenômeno nas bilheterias, onde já arrecadou quase US$ 900 milhões mundialmente.

O longa representa a segunda MAIOR bilheteria do ano, atrás apenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$942.5M).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 466.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 419 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou incríveis US$ 885.1 milhões mundialmente. Além disso, ‘Top Gun: Maverick‘ conseguiu ultrapassar ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ (US$791M), tornando-se a MAIOR bilheteria global da carreira do Tom Cruise.

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

‘Jurassic World: Domínio’ ultrapassa US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar das críticas negativas, a sequência ‘Jurassic World: Domínio‘ continua a DOMINAR as telonas. O longa permaneceu no topo das bilheterias norte-americanas, barrando a estreia da animação ‘Lightyear‘, com sólidos US$ 58.6 milhões durante o seu segundo final de semana.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 249.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 372.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou incríveis US$ 622.1 milhões mundialmente – o que representa a quinta MAIOR bilheteria do ano.

Vale lembrar que longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.

O elenco também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

NOSTALGIA! Os Filmes de Terror que Completam 20 ANOS em 2022

21 aninhos. E você nem viu passar. Este ano algumas superproduções muito queridas e populares de Hollywood completam aniversário. Nem dá para acreditar. Veja, por exemplo, o primeiro filme do Homem-Aranha nas telonas, dirigido por Sam Raimi. Outro exemplo seria o primeiro Resident Evil, protagonizado por Milla Jovovich. Ou ainda o primeiro live-action do Scooby-Doo.

Todos são filmes pop, ainda muito queridos pelo grande público. Fora a surpresa de todos já terem completado 21 anos de lançamento, outra é perceber que todos eles seguem inseridos na cultura popular, seja através de reboots, remakes ou novas adaptações. Aqui, no entanto, não iremos falar sobre os blockbusters famosos e sim sobre um tipo específico de filme que adoramos e sabemos que vocês também: os filmes de terror!

Confira abaixo as produções do gênero mais famosas que entram agora na vida adulta – completando 21 anos em 2022.

Extermínio

Importantíssimo para o terror, esse foi o filme que redefiniu o subgênero dos zumbis para os anos 2000 – influente até hoje na forma como a cultura pop retrata os mortos-vivos comedores de carne. Antes disso, a referência eram as obras de George Romero, como o clássico absoluto A Noite dos Mortos-Vivos, e até suas “paródias”, vide A Volta dos Mortos Vivos. Mas foi esse pequeno filme britânico e independente, que não causou tanto barulho em sua estreia, mas se tornou um cult instantâneo, que daria o pontapé inicial na forma como as criaturas seriam retratadas dali para a frente. Ou seja, acelerados como se tivessem tomado ecstasy, ao invés de lentos como nos clássicos. De Madrugada dos Mortos, passando por Todo Mundo Quase Morto, até The Walking Dead, a febre dos zumbis modernos deve muito a este filme simples, mas muito eficiente, que mostra um sujeito (Cillian Murphy) acordando em Londres para uma realidade repleta de infectados.

A Última Profecia

Baseado em uma lenda urbana norte-americana, ou segundo muitos relatos, numa história verídica ocorrida em West Virginia, em Point Pleasant, entre 1966 e 1967. Na época, diversos moradores do local clamavam ter vislumbrado uma criatura humanoide, de olhos avermelhados, que emitia grunhidos e possuía penas de pássaro, sendo descrito como um híbrido entre um homem e uma ave. A criatura ganha ainda mais ares sobrenaturais em sua retratação neste filme, produzido pela Lakeshore Entertainment, e distribuído pela Sony Pictures. O filme traz o astro Richard Gere no papel protagonista, como um jornalista que perde sua esposa num acidente de automóvel, e decide ir para a cidadezinha investigar as aparições da criatura. Curiosamente, mantendo a tradição dos filmes “gêmeos”, no mesmo ano era lançado O Mistério da Libélula, thriller que Kevin Costner fez para a Universal Pictures, dono de um enredo muito semelhante.

Navio Fantasma

Superprodução da Warner, de US$20 milhões, este terror era uma de suas grandes apostas para a época – há 21 anos no passado. Com produção de Joel Silver e Robert Zemeckis, através do selo da dupla, a Dark Castle Entertainment (responsável por lançamentos como A Casa da Colina, Treze Fantasmas, Na Companhia do Medo e A Casa de Cera, por exemplo), a ideia era ter uma espécie de O Iluminado (1980), inteiramente passado ao invés de em um hotel, num navio onde coisas muito ruins aconteceram. Na trama, Gabriel Byrne e Julianne Marguiles protagonizam como parte de um grupo de piratas modernos, que vasculham embarcações atrás de seus tesouros. Ao se depararem com o navio de luxo onde uma terrível tragédia ocorreu, eles precisaram enfrentar seus maiores demônios.

O Chamado

Talvez a produção de terror mais querida lançada há 21 anos, O Chamado é também uma das poucas refilmagens consideradas superiores ao seu original. Aqui trata-se do terror japonês Ringu, de 1998 – que quatro anos depois ganhava nova roupagem em Hollywood produzido pela Dreamworks Pictures. O filme foi também responsável pelo estrelato da protagonista Naomi Watts, que interpreta uma jornalista se deparando com uma história macabra e sobrenatural, envolvendo mortes de adolescentes e uma lenda urbana sobre uma fita VHS que após assistida mata seu espectador em uma semana. E quem jamais esquecerá a menina fantasma Samara?

Sinais

O diretor M. Night Shyamalan surgiu no mundo do cinema com os dois pés na porta, ao entregar o seminal O Sexto Sentido (1999). Depois de uma passagem pelo cult Corpo Fechado (2000) sem o mesmo resultado, o cineasta retornava no comando de um longa mais parecido com o teor de seu primeiro grande sucesso. Ou seja, um filme mais voltado para o terror, mas sem esquecer os elementos humanos que tanto enriqueciam suas obras. Aqui Shyamalan dava um tempo de Bruce Willis e escalva Mel Gibson para o papel de um pastor, pai de família vivendo numa fazenda, que perde a sua fé após o acidente que tirou a vida de sua esposa. O grande Joaquin Phoenix possui um papel importante vivendo o irmão mais novo do protagonista, o ajudando a criar seus dois filhos pequenos. Como tragédia pouca é bobagem, esta família se vê em meio a um mistério de proporção interplanetária. Definitivamente um dos filmes mais angustiantes de Shyamalan, e também um dos mais tensos – mesmo que o desfecho registre uma de suas conhecidas escorregadas.

Medo Ponto Com

Você lembra deste filme desavergonhado aqui? Nos primórdios da internet, o que não faltaram foram produtores picaretas para usufruir de tal modernidade, transformando a famosa sigla da rede mundial que transporta qualquer um para outro continente num piscar de olhos, em título de sua obra de terror. Com distribuição da mesma Warner nos EUA, e a Sony no resto do mundo, Medo Ponto Com copia O Chamado mas faz diferente. Ao invés de uma fita VHS amaldiçoada, que tal um site da internet amaldiçoado – afinal fitas já estavam fora de moda e DVDs e a internet eram as novidades da época. E que tal ao invés de uma jornalista tentando proteger seu pequeno filho, dois detetives interpretados por Stephen Dorff e Natascha McElhone. E se você achou que falta a Samara, engana-se, porque este filme tem sua própria versão de uma personagem dando rosto à assombração, com Jeannine, papel da alemã Gesine Cukrowski. Ganha um prêmio quem disser qual dos dois filmes permaneceu na mente dos fãs.

Halloween: Ressurreição

O que?! Há 21 anos tivemos um exemplar da querida franquia slasher Halloween e eu ainda não havia colocado na lista nas posições mais altas, como é possível? Calma, querido leitor, não se surpreenda. O que acontece é que aqui falamos de Halloween Ressurreição, considerado por muitos fãs da saga de Michael Myers nas telonas como um de seus piores exemplares, ou quem sabe “o pior”! O mais dolorido sobre o filme é saber que ele continuou o divertido e bem sucedido Halloween H20, comemoração em grande estilo da franquia, 20 anos depois do original. Tudo parecia encerrado na conclusão de H20, mas é claro que os produtores não iriam eliminar de vez sua galinha dos ovos de ouro. Em revelações recentes, a musa Jamie Lee Curtis afirmou inclusive que já sabia que H20 teria continuação enquanto o filmava, pois estava em seu contrato. Ela queria que H20 fosse o final. Seja como for, quatro anos depois de H20 ficamos sabendo que Michael não estava de verdade morto, e quem morre é Laurie (Curtis), quando o psicopata a encontra num hospital psiquiátrico. Daí em diante é só ladeira abaixo para o filme, que usa dois elementos que eram novidade na época: os reality shows e a internet – para criar um programa passado dentro da casa de Michael. É claro que o dono da casa aparece para estregar a festa.

Cabana do Inferno

Terror podreira cult, esse filme foi o responsável por revelar ao mundo (em especial ao mundo do terror) o açougueiro Eli Roth. O apadrinhado de Quentin Tarantino fez seu debute em longas com este filme que utiliza o subgênero dos terrores de cabana – consolidados com Evil Dead – e tenta subverte-lo ao trazer em sua história (escrita por Roth) não um serial killer, mas uma doença altamente infecciosa e as consequências disso para um grupo de universitários isolados na floresta. Apesar de não ser exatamente um slasher, pode ter certeza que Roth não poupa as nojeiras em litros e litros de sangue. Fora isso, através de certo humor e momentos nonsense, o cineasta deixa sua marca transformando esta obra, que certamente não é para todos os gostos, num cult imediato.

Malditas Aranhas!

Por falar em filmes de terror que utilizam bastante humor em sua narrativa, aqui temos o maior exemplar do “terrir” na lista. Também pudera, como levar a sério um terror sobre aranhas gigantes soltas em uma cidadezinha americana. Assim como O Ataque dos Vermes Malditos, os realizadores deste longa produzido pela Warner pelo orçamento de US$30 milhões souberam que precisavam rir com o filme, para o público não rir DO filme. Quem protagoniza é David Arquette, então saído da fama da trilogia Pânico – filmes de terror que igualmente utilizavam bastante humor. A trama, como você pode imaginar, mostra aranhas expostas a uma substância química, crescendo a um tamanho descomunal. A surpresa no elenco, no entanto, ao menos hoje, é a presença da musa Scarlett Johansson ainda bem novinha em um de seus primeiros papeis de destaque no cinema. Ela vive a filha da xerife que dá uma bela lição em um pretendente abusador.

O Olho que Tudo Vê

Para minha última escolha da lista, trago um filme não muito conhecido. Ou devo dizer, bem desconhecido. O legal do cinema é às vezes nos pegarmos indo assistir a um filme totalmente inusitado, que não possui uma campanha de marketing massiva ou que desaparece tão rápido que quando o reencontramos por algum motivo, pensamos: “Ah, é verdade, eu vi este filme no cinema”. Um orgulho para todo cinéfilo. E este foi uma de minhas sessões mais inusitadas. Você já tinha ouvido falar sobre este terror?  A produção não é tão B assim, afinal trata-se de um lançamento na Universal Pictures, um dos maiores estúdios de Hollywood. Assim como Halloween Ressurreição, este filme pega carona no auge dos reality shows e suas câmeras escondidas, para contar a história de um programa onde cinco jovens precisarão passar um ano numa casa em local remoto, a fim de brigarem pelo prêmio de US$1 milhão. No decorrer deste tempo, situações bizarras vão se amontoando, até descobrirem que a realidade que vivem não é exatamente da forma que imaginavam. Ah sim, no elenco um tal de Bradley Cooper em início de carreira.

As Séries MARAVILHOSAS Que Marcaram a Infância de Quem Tá chegando nos 40 anos…

Nostalgia é a palavra de ordem para muitos. E isso é verdade até mesmo quando falamos dos produtores de Hollywood. Ou de que outra forma você explicaria as inúmeras continuações, refilmagens e reinícios de filmes que marcaram época, seja nos anos 80, 90 ou ainda mais antigos.

Existem aqueles que afirmam de pés juntos que não se fazem mais filmes como antigamente. Bem, isso é verdade. Em partes porque nossa sociedade mudou tanto que seria impossível replicar certos conceitos hoje. Então, para o bem ou para o mal, as produções audiovisuais da atualidade refletem os nossos tempos. O lado negativo é a crescente onda de reciclagem, como se produtos verdadeiramente originais fossem raros de encontrar.

Todas as histórias do mundo já foram contadas e o resto são pequenas derivações do mesmo. Será? Seja como for, isso não pode ser dito quando falamos de séries de TV. Ao contrário das produções cinematográficas as séries televisivas deram um pulo grandioso em qualidade. Isso porque os seriados estão cada vez mais cinematográficos, tendo a liberdade de contar certas histórias que o cinema de entretenimento não possui mais.

É inegável ao olharmos para trás como os programas de TV deixaram de ser puro escapismo serial e se tornaram histórias interligadas, com começo, meio e fim, que afetam diretamente seu resultado ao desfecho – ao invés, digamos, de uma nova história do zero a cada semana.

Apostando na nostalgia e no saudosismo – só para variar – trazemos uma nova matéria. Aqui iremos revisitar com você os programas que faziam sucesso há 30 anos atrás em todos os lares pelo mundo. Vejamos se você de fato já ouviu falar sobre alguma delas.

De quais você se lembra?

Home Improvement

O programa que revelou o humorista Tim Allen (a voz de Buzz Lightyear nos filmes da franquia Toy Story) e fez dele um astro da TV americana foi um dos maiores sucessos do início dos anos 90 e chegou a ser exibida por aqui no Brasil em um canal a cabo. Conhecida também como “o homem da ferramenta”, esse era o apelido do personagem vivido por Allen, apresentador de um programa que falava sobre reparos domésticos, onde ensinava a cuidar e consertar a casa. A série fez enorme sucesso, durando 8 temporadas até 1999.

Família Dinossauros

Essa, tenho certeza, é inesquecível. Sucesso absoluto ao ser exibida de forma inédita na Globo há 30 anos, depois indo parar nas mãos do SBT e finalmente agora está disponível no acervo da Disney+ onde promete sem dúvida cativar uma nova legião de fãs de uma geração mais jovem. Na época a série foi muito definida como “uma resposta ao sucesso de Os Simpsons”, já que trazia uma estrutura familiar bem parecida com o desenho dos personagens amarelos, até mesmo um bebê. É claro, mudando o fato de agora serem dinossauros e não humanos amarelados. O grande atrativo era o artesanato por trás da criação dos dinossauros, através de um misto de roupas de borracha e animatrônicos. Isso, dois anos antes da estreia de Jurassic Park. O seriado durou 4 temporadas até 1994.

Step by Step

 

Outra série familiar, essa comédia infanto-juvenil era exibida na forma de dobradinha em meados da década de 90 no canal Warner lado a lado com Três é Demais (Full House). Aqui também tínhamos uma “casa cheia”, quando um pai solteiro (Patrick Duffy) decide ir morar junto com sua companheira, uma mãe solteira (Suzanne Somers). Ele leva seus três filhos e ela faz o mesmo – jovens que variam desde a infância até o fim da adolescência. O programa ficou no ar por 7 temporadas, até 1998.

Clarissa Sabe Tudo

Outro programa infanto-juvenil, esse era protagonizado pela musa adolescente da década de 90, Melissa Joan Hart. A atriz, é claro, viria a ficar conhecida em sua série seguinte, a cultuada Sabrina – Aprendiz de Feiticeira, que ganhou reboot recentemente na Netflix. Quem sabe algum produtor não se anima de trazer Clarissa de volta também. Aqui, cujo o título original é Clarissa Explains It All, Hart interpreta a adolescente espertinha do título, que vive quebrando a quarta parede e explicando as ações e situações de todos à sua volta para o público. O programa durou 5 temporadas até 1994.

Silk Stalkings

Primeiro seriado de ação policial e investigação da lista, Silk Stalkings fez enorme sucesso durante o início dos anos 90 e trazia uma dupla de detetives “muito quente” desvendando casos de assassinato em Palm Beach, na Flórida. A química dos protagonistas foi o que moldaria, por exemplo, os personagens de Arquivo X e as diversas duplas de parceiros profissionais de sexo oposto, com enorme tensão sexual. Rob Estes e Mitzi Kapture viveram os sargentos Chris Lorenzo e Rita Lee Lance. A dupla estrelaria até a quinta temporada – quando seu arco se encerraria. Na mesma temporada, mas já em 1996, uma nova dupla era introduzida, mas não agradaria o público, sendo logo substituídos pelos sargentos Tom Ryan e Cassy St. John (Chris Potter e Janet Gunn) – que permaneceriam até o final do programa, num total de 8 temporadas, em 1999.

Justiça Final

Quem cresceu durante os anos 90 certamente irá lembrar do juiz Nicholas Marshall, já que essa série (Dark Justice no original) marcou o período em suas exibições à noite na Globo com episódios inéditos. Este que vos fala lembra vividamente de assistir ao seriado durante as férias de verão na casa de praia de um amigo. Homem da lei durante o dia, justiceiro à noite, o personagem principal até lembra o herói cego Demolidor, da Marvel. Aqui, ao invés de um advogado, o personagem principal era um juiz, que saía com sua moto pelas madrugadas atrás dos criminosos que a lei não conseguia alcançar nos tribunais, após o assassinato de sua esposa e filha. O programa durou 3 temporadas até 1993. Uma curiosidade é que o personagem principal mudou de intérprete ao fim da primeira temporada. Isso ocorreu porque o primeiro ano do programa foi filmado na Espanha e com a mudança nas temporadas seguintes para Los Angeles, Ramy Zada não estaria disponível devido à mudança de locações, sendo substituído por Bruce Abbott.

Um Hóspede do Barulho

Se esse título lhe é familiar, você não está enganado. A esta altura não era novidade filmes de sucesso do cinema se transformarem em séries de TV. E aqui temos a versão para as telinhas de uma produção de Steven Spielberg. Trata-se de Harry and the Hendersons (no original), um “derivado” de E.T. – O Extraterrestre, trocando apenas o pequeno alienígena por um pé-grande e o ambiente urbano da cidade, por uma casa rural da família protagonista. Quase nenhum dos principais envolvidos com o filme de 1987 retornou para a série, o que inclui as ausências de Spielberg, do pai da família John Lithgow (substituído no programa por Bruce Davison) e inclusive o intérprete do “gorilão”, Kevin Peter Hall, na série vivido por Patrick Pinney e Dawan Scott. Somente o maquiador Rick Baker, que ganhou o Oscar pela criação do pé-grande no filme, retornava para continuar seu trabalho de excelência também na série. O programa durou 3 temporadas até 1993.

O Elo Perdido

Por falar em adaptações, não são apenas os filmes que ganharam versões para as telinhas, muito comuns nas décadas de 70, 80 e 90. Nessa época, os produtores de Hollywood também requentavam ideias do passado, tirando do forno marcas conhecidas a fim de capturar uma nova legião de fãs. Mas nem sempre dava certo. Missão: Impossível, por exemplo, era uma série que fez muito sucesso nos anos 60, e depois foi trazida de volta nos anos 80 sem o mesmo impacto, antes de virar uma superprodução nos cinemas com Tom Cruise. Aqui algo parecido ocorria. O Elo Perdido fez muito sucesso nos anos 70, ao contar a história da família Marshall, que volta no tempo para a época dos dinossauros. Há 30 anos, uma nova investida foi tentada nesta trama, desta vez focando na família Porter – onde muitos acabaram conhecendo esta história. O programa durou 2 temporadas até 1992 e depois renderia um filme de 2009 com Will Ferrell.

Justiça das Ruas

Todos conhecem bem o ator Carl Weathers. Imortalizado como Apollo Creed na franquia Rocky, foi devido ao seu personagem que o derivado Creed, com Michael B. Jordan pôde fazer sucesso. Weathers apareceu em inúmeros filmes de ação de sucesso nos anos 80, como O Predador (1987) e Action Jackson (1988). Hoje, o ator segue em atividade, marcando presença na famosa série da Disney+ O Mandaloriano, primeiro derivado nas telinhas do universo de Star Wars. Mas o flerte do ator com a TV não é de agora e há 30 anos no passado, ele protagonizava seu terceiro seriado. Em Steet Justice (no título original), Weathers vivia Adam Beaurdreaux, veterano da Guerra do Vietnã, gravemente ferido em combate e resgatado por uma família de missionários. Anos depois, o protagonista agora trabalha como policial e está decidido a encontrar o filho de tal família, agora crescido, ao saber que os pais dele foram mortos. O programa durou 2 temporadas até 1993.

Roteirista acredita que ‘Homem-Aranha 4’ com Tobey Maguire e Sam Raimi vai acontecer em breve

David Koepp, um dos roteiristas do primeiro ‘Homem-Aranha‘ (2002), revelou que ficou muito emocionado ao ver o retorno de Tobey Maguire em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.

Ele acredita que é uma questão de tempo para a Sony aprovar um quarto filme da saga dirigida por Sam Raimi mostrando o que aconteceu com o Peter Parker/Homem-Aranha daquele universo.

“Eu tenho certeza que falta pouco para eles confirmarem uma história sobre essa versão do Homem-Aranha com 40 anos e ver como o público reage. É claro que eu iria assistir. Essas histórias ainda são contadas de forma belíssima e o público as ama.”‎, afirmou à Variety.

Raimi (á revelou estar “completamente interessado” em dirigir a sequência – dando continuidade à franquia original que foi iniciada em 2002.

“Eu não pensei que seria possível voltar [para aquela franquia], mas, depois de me jogar no multiverso, eu percebi que qualquer coisa é possível atualmente. Então, eu estou completamente interessado [em dirigir ‘Homem-Aranha 4’].”

Anteriormente, o cineasta havia comentado que adoraria voltar a trabalhar com o Tobey Maguire: “Eu amo o Tobey. Amo a Kirsten Dunst. Acredito que tudo é possível, mas não tenho uma história em mente ou planos. Não sei se a Marvel estaria interessada em fazer ‘Homem-Aranha 4’ atualmente. Não sei o que eles acham sobre isso, mas seria incrível. E, mesmo que não seja em uma sequência do Homem-Aranha, eu adoraria trabalhar novamente com o Tobey, em um papel diferente.” 

‘Elvis’ abre com 79% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A cinebiografia ‘Elvis‘, que gira em torno do lendário Elvis Presley, chega em breve aos cinemas brasileiros – e parece estar fazendo um sucesso considerável entre os críticos internacionais.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 79% de aprovação, com nota 6.90/10 baseada em 58 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “a fórmula padrão das cinebiografias é balançada […] com a energia estonteantes e o estilo perfeito de Baz Luhrmann, complementados pela performance incrível de Austin Butler“.

Confira os principais comentários abaixo:

‘Elvis’ é muito longo, muito melodramático, muito tudo. Mas é também bastante divertido” – Baltimore Magazine.

“O que acontece quando o diretor de ‘Moulin Rouge!’ faz um filme sobre Elvis? Bastante ritmo, música e brilho” – Metro.co.uk.

‘Elvis’ é um filme vibrante, que é o que esperaríamos de um filme de Luhrmann – mas o que é mais impressionante é como ele usa a música para levá-lo ao próximo nível” – Mat’s Entertainment.

“O retrato do declínio inexorável de Elvis é epítome de um filme que regularmente se afasta das observações sobre o ícone para meramente falar sobre seu poder de estrelato” – Slant Magazine.

“O Rei vive!” – Toronto Star.

Crítica | Austin Butler brilha na frenética cinebiografia ‘Elvis’, de Baz Luhrmann

O longa é estrelado por Austin ButlerTom HanksOlivia DeJonge e chega aos cinemas nacionais no dia 14 de julho.

Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’) entra como diretor.

O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).

O elenco também conta com Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

Lightyear

(Lightyear)

 

Elenco:

Dulagem: Marcos Mion

Chris Evans
Keke Palmer
Dale Soules
Taika Waititi

 

Direção: Angus MacLane

Gênero: Animação

Duração: 100 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 120 milhões

Estreia: 16 de Junho de 2022

Sinopse: 

Lightyear‘ é uma aventura de ficção científica que acompanha o lendário patrulheiro espacial, Buzz Lightyear, após ser abandonado em um planeta hostil a 4,2 milhões de anos-luz da Terra ao lado de sua comandante e sua equipe. Enquanto Buzz tenta encontrar um caminho de volta para casa através do espaço e tempo, um grupo de recrutas ambiciosos e o encantador gato-robô de companhia, Sox, se juntam ao herói. Para complicar a situação, Zurg, uma presença imponente, e seu exército de robôs impiedosos, chegam ao planeta com um compromisso misterioso.

Crítica | Pixar nos leva ao infinito e além com a incrível animação ‘Lightyear’

Curiosidades: 

» ‘Lightyear’: Personagem GAY da animação é introduzida de maneira fofa e emocionante

» ‘Lightyear’: Marcos Mion fala sobre críticas dos fãs à sua dublagem

» Disney solta novo trailer de ‘Lightyear’ com a voz de Marcos Mion; O resultado é…

» ‘Lightyear’ terá a primeira personagem Gay das animações da Pixar; Saiba quem é!

» Essa não será uma história do brinquedo que conhecemos em ‘Toy Story‘ (1995), mas sim o astronauta original que inspirou o brinquedo;

» Chris Evans substituirá Tim Allen, que dublou o Buzz Lightyear em todos os filmes da franquia ‘Toy Story‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

Armadilha Explosiva

(Blast)

 

Elenco:

Nora Arnezeder

Marius Blivet

Simon Boston

 

Direção: Vanya Peirani-Vignes

Gênero: Suspense

Duração: 90 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Junho de 2022

Sinopse: 

Em um estacionamento parisiense, Sonia se vê presa em seu carro com seu filho e a filha de seu namorado, que foi deixado do lado de fora, impotente para lidar com a situação: uma mina antitanque foi colocada embaixo do carro. Sonia é uma especialista em descarte de bombas. Ela acabou de voltar de uma missão na Ucrânia e, embora esteja acostumada a enfrentar situações perigosas, com a vida das crianças em jogo, as apostas nunca foram tão altas. Junto com os colegas Igor e Camille, que vieram ajudar, Sonia e Fred têm 30 minutos para desarmar a bomba e descobrir quem poderia ser o cérebro por trás disso. Eles permanecerão unidos até o fim ou a família implodirá sob pressão?

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Vanya Peirani-Vignes também é responsável pelo roteiro ao lado do Pablo Barbetti;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Suspeita

(A Suspeita)

 

Elenco:

Glória Pires

Charles Fricks

Daniel Bouzas

 

Direção: Pedro Peregrino

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento:

Estreia: 16 de Junho de 2022

Sinopse: 

Lúcia (Gloria Pires) é uma comissária exemplar da inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro que, diagnosticada com Alzheimer, começa a articular sua aposentadoria. Durante a investigação do que seria seu último caso, descobre um esquema do qual ela vira suspeita. Entre os desdobramentos das investigações e os lapsos de memória, Lúcia agora terá que lutar por sua vida.

Crítica | A Suspeita – Glória Pires IMPRESSIONA em Suspense Policial Angustiante

Entrevista: 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Conheça a nova série da Prime Video que é APAIXONANTE e SUPER FOFA!

Essa nova série original da Amazon Prime Video tem tudo para conquistar os fãs de dramas teens.

Intitulada ‘O Verão que Mudou Minha Vida‘, a produção é uma adaptação da trilogia literária escrita por Jenny Han, mesma autora de ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘.

 

A adaptação ‘O Verão que Mudou Minha Vida‘ finalmente chegou ao catálogo do Prime Video.

Confira:

Confira a sinopse da série:

Baseada no romance homônimo de Jenny Han (‘Para Todos os Garotos que já Amei’), a história é um drama multigeracional que gira em torno de um triângulo amoroso entre uma garota e dois irmãos, o relacionamento evolutivo entre mães e filhos, bem como o poder duradouro das amizades femininas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Lola Tung, Christopher Briney, Gavin CasalegnoRachel Blanchard e Jackie Chung.

Han escreveu o piloto da série e também entra como produtora executiva e co-showrunner.

‘O Verão que Mudou a Minha Vida’ foi lançado originalmente em 2009. Seu sucesso rendeu nada menos que duas sequências: Sem Você Não é Verão, publicada em 2010; e Sempre Teremos o Verão, de 2011.

Gosta de PSICOLOGIA? Escolhemos 10 Filmes Imperdíveis para Você….

Transtornos obsessivos, mudança de personalidade, a busca por dias melhores dentro de memórias dolorosas que nunca saem de nossas mentes, a dificuldade de enxergar o outro dentro de um longo casamento, o encontro de grandes mestres estudiosos da mente humana, a reversão de uma simples obsessão para um despertar pra vida, a questão da moralidade e seus desenrolares através do absurdo (ou pelo menos não comum).

Muitos desses temas estão embutidos nessa humilde lista que resolvi escrever após observar tantos filmes interessantes para refletirmos sobre a mente humana. Para psicólogos, psiquiatras, estudantes dessas disciplinas muitos dessas produções abaixo podem ser um prato cheio. Segue então, 10 Filmes para você que gosta de Psicologia:

 

Cake – Uma Razão para Viver (2014)

Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim.  Falando sobre a dor da perda e uma incrível distância sobre a arte do despertar novamente à vida, o diretor Daniel Barnz (do maravilhoso Menina no País das Maravilhas) consegue realizar um trabalho bastante competente, cheias de sentenças verdadeiras que acontecem em nosso mundo mas as vezes não enxergamos. Cake – Uma Razão para Viver, é uma jornada rumo às profundezas de um mar sem fim, sem melodramas, com muita verdade e que conta com uma baita atuação de Jennifer Aniston.

Na trama, conhecemos a sofrida e mal humorada Claire (Jennifer Aniston), uma advogada de meia idade que passou por um enorme trauma em sua vida, não conseguindo se reerguer. Chata, ranzinza, vazia, vive pelos canteiros do mundo que criou, prefere se afogar nas tristezas e lembranças escondidas do que respirar a busca por uma nova felicidade. Certo dia, passa a ser atormentada pelo fantasma de uma mulher que conheceu em um grupo de apoio e sua vida começa a tomar outros rumos quando conhece a família dela.

Viciada em remédios contra a dor que sente em seu corpo e em seu coração, Claire, parece levar sua vida de maneira inconsequente, rumo a uma zona de dor e sofrimento. Sem amigos, sem marido, sem família, ela consegue se fechar uma concha sem ter a oportunidade do despertar. É impactante a atuação de Aniston. A atriz, bastante contestada por muitos de nós cinéfilos, dessa vez prende a atenção do público cada vez que aparece em cena.

Silvana (interpretada pela ótima Adriana Barraza), empregada de Claire, também é um belo personagem na trama. Braço direito para as loucuras da protagonista, tenta preservar a saúde mental de sua chefe a protegendo de inevitáveis exageros. Os melhores diálogos do filme são entre essas duas personagens fortes que conquistam o público a cada nova sequência.

Perder o dom de acreditar, desistir dos novos rumos em nossas vidas, viver as dores o máximo que podemos. Quantos de nós já não conhecemos histórias de pessoas que entraram nessa jornada? Cake – Uma Razão para Viver nada mais é que a verdade sobre a dor, escancarada em nossa cara, o que nos faz refletir e comove demais nossos corações.

 

Um Método Perigoso (2011)

Sexo x Sonhos. Quando dois grandes nomes da psicologia se juntam. O mundo da psicanálise fica em evidência, no novo trabalho do experiente diretor David Cronenberg,Jung é o principal, Freud é um mero coadjuvante. Há um conflito interno dentro do pensador suíço, uma cessação da ética. Essa violação da regra elementar da profissão, leva-o à um mar de conflitos.

Cronenberg dá o tom (o maestro) dessa história. O risco de se fazer um filme muito específico era o grande desafio que o experiente diretor tinha que se desviar. O diretor de ‘Videodrome’ e ‘Spider ‘ teve tudo nas mãos para fazer um grande filme. A trama aborda a relação dos dois grandes nomes da Psicologia e o surgimento da corrente psicanalítica. Também é mostrado a polêmica relação de Sabina Spielrein (que depois viria ser uma das primeiras mulheres psicanalistas do mundo) com o seu mentor de dissertação e a posição de Freud nessa relação. A peça ‘Jung e Eu’, com o grande Sergio Britto nos palcos, já fazia um paralelo entre o encontro do teatro com a psicanálise.

Os atores estão muito bem. Michael Fassbender, um dos grandes rostos em ascensão no mundo de Hollywood, parece que não quis arriscar muito neste personagem. Diferente de Viggo Mortensen que tenta dar a sua cara ao renomado nome da psicologia que é coadjuvante nesse longa. Keira Knightley também tem uma atuação destacada. Seu laboratório foi deveras bem aplicado em cena. As reações de sua personagem, Sabina Spielrein, são intensas. Quem também dá o ar de sua graça, é o veterano ator francês, Vincent Cassel, que interpreta um dos personagens mais confusos do filme, Otto Gross.

 

Um Doce Refúgio (2015)

Escrito, dirigido e interpretado pelo artista francês, o filme mais doidinho do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, Um Doce Refúgio, é uma prosa leve e suave sobre o despertar para a vida através de uma simples obsessão. Ao longo dos 105 minutos de projeção, vamos navegando com o protagonista em seu mundo secreto e explorando a cada sequência um inconsciente muito particular. É um daqueles filmes que você ama ou você odeia.

Na trama, conhecemos o tímido e contido Michel (Bruno Podalydès), um artista gráfico que vive uma pacata vida com sua mulher Rachelle (Sandrine Kiberlain). Andando com sua motinho de casa para o trabalho e do trabalho para casa, mostra não estar muito feliz com a vida que leva. Michel é fascinando pelo mundo aeronáutico e sem querer acaba descobrindo que um caíque tem uma engenharia parecida. Assim, resolve comprar esse enorme objeto, escondido de sua mulher e amigos, e acaba embarcando em uma peculiar história de autodescoberta.

Para comprar a ideia deste trabalho é preciso muita atenção à psicologia agregada ao personagem. Obviamente estamos vendo um obsessivo sonhador que de uma maneira totalmente inconsequente e silenciosa resolve descobrir outras opções e caminhos para sua vida sem graça. Explorando sonhos, uma relação um pouco distante com uma convivência social, e um certo erotismo dentro de sua acesa imaginação, Michel aos poucos vai mostrando-se para o público. O personagem ao longo da projeção vai se abrindo devagarinho e assim vamos descobrindo sua essência.

Comme un avion, no original, possui ótimos coadjuvantes que ajudam a contar essa história. As ótimas Agnès Jaoui e Vimala Pons são as responsáveis para uma inversão interessante que acontece já perto do ato final. O que não dá para negar é que durante toda a projeção, há uma naturalidade e originalidade impactantes, fruto, provavelmente, do filme ser escrito, dirigido e protagonizado pela mesma pessoa. Atenção professores e estudantes de psicologia, Um Doce Refúgio é um projeto que pode interessar bastante vocês.

 

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência (2014)

A moralidade é a melhor de todas as regras para orientar a humanidade. Ganhador do Leão de Ouro no Festival de Veneza, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência é um dos filmes mais invulgares dos últimos anos, passando uma certa zoação em relação a situações do cotidiano da humanidade, o que acaba tendendo o roteiro ao tragicômico. Pode ser que a primeira vista o filme seja completamente incompreensível beirando à loucura mas quando se sossega o baque do inusitado vamos começando a perceber uma lógica interessante contidas em situações estranhas que se metem os personagens.

Exibido na Mostra Internacional de Cinema de SP do ano passado, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência conta a história de dois vendedores ambulantes, Sam e Jonathan (um deles obviamente beirando ao apocalipse mental), que estão cansados da sociedade em geral. Aos poucos vamos vendo essa linha de pensamento dessas duas almas que vão refletindo sobre os casos e situações da vida e como cada ser humano pode vir a  encarar todo tipo de sentimento, da alegria à tristeza, da emoção de felicidade à vergonha.

Nessa parte final de uma trilogia sobre o ser humano, o longa-metragem dirigido pelo inteligente Roy Anderson termina um conjunto de três filmes que contém também Vocês, Os Vivos e Canções do Segundo Andar. Todo modelado por esquetes intrigantes e algumas até meio sem sentido, vamos fazendo um tour pela natureza humana. Situações estranhas, pessoas comuns, atos de seres humanos. É um grito de loucura que vai chegando ao seu brilhantismo quando conseguimos aos poucos reunir as peças desse quebra-cabeça comportamental.

Sempre, em todas as esquetes, há uma câmera propositalmente colocada distante dos personagens. É como se precisássemos de toda a atenção do mundo para entender o filme. A história vai fisgando o público aos poucos e obviamente é uma daquelas obras que vista por uma segunda vez alguns pontos ficam mais escancarados que da primeira vez. Há uma grande linha tênue entre o comum e o estranho, Roy Anderson com muita habilidade e coragem consegue se manter firme e forte no meio termo, onde chamamos carinhosamente de genialidade.

 

 

Terapia Intensiva (2013)

Em qual língua você sonha? Depois de uma série de filmes sem expressão pelo mundo do cinema, o cineasta francês Arnaud Desplechin consegue finalmente alcançar um certo brilho em sua estrela apagada. Com ótimas tomadas e movimentos intrigantes de sua nervosa câmera consegue que uma história densa se torne um delicioso passatempo para quem curte cinema de boa qualidade. Jimmy P. é o tipo de filme que vai te conquistando aos pouquinhos chegando ao seu clímax quando os seus personagens principais, maravilhosamente interpretados por Benicio De Toro e Mathieu Amalric, passam da necessária superficialidade dos diálogos ao embarque em uma linda jornada de amizade e profundidade dessa relação.

Na trama, conhecemos o introvertido Jimmy Picard (Benicio Del Toro), um índio católico, ex-soldado, que após um grave acidente na guerra teve seu pedido de dispensado aceitado pelos militares norte-americanos. Quando volta para casa de sua irmã começa a ter diversos casos de tonteira e cegueiras parciais. Assim, sua irmã resolve procurar ajuda e o leva a um centro de tratamento vinculado ao exército. Após séries intensas de análises e baterias de exames a todo instante, a alta cúpula do hospital fica perdida por não achar um diagnóstico lógico para o que Jimmy tem. Nessa hora, entra em cena o antropólogo Georges Devereux (Mathieu Amalric), um mulherengo, hiperativo e genial profissional que fará de tudo para tirar Jimmy dessa situação.

Os diálogos, carregados de sotaques, cada qual no seu qual, ganham certo destaque na trama. O público se surpreende quando aqueles papos muito loucos no começo da história se tornam ferramentas inteligentes para entendermos melhor os dois ótimos personagens. O quebra-cabeça de sonhos, analogias e esquisitas verdades são interpretadas brilhantemente pelo antropólogo interpretado por Amalric. Falando de maneira leiga e deveras audaciosa, é uma espécie de confronto amistoso entre a corrente de sonhos de Jung e as espertezas sobre a sexualidade, essa, de Freud.

Somos apresentados ao protagonista, a princípio, pelos olhos preocupados de sua irmã (interpretada de maneira muito competente pela atriz Michelle Thrush), a mais velha dos irmãos que estudou durante toda sua vida na escola dos missionários e acabou casando com um importante funcionário de uma tribo indígena. A relação antes conflituosa com seu irmão, ao longo dos anos se tornou maternal, em poucas cenas já percebemos isso. Um dos pesares do filme é essa rica personagem aparecer apenas no início da história.

O trabalho de Del Toro e seu personagem é meticuloso, espanta pela verdade que passa em cada palavra pronunciada. O ganhador do Oscar mostra mais uma vez como é um artista versátil. Mas quem comanda o show é o francês Mathieu Amalric, a alma da história passa pela sua intensidade e sagacidade em buscar uma solução para o paciente em questão. A dupla consegue manter a atenção do público nessa longa trama de quase duas horas.

Exibido para a exigente plateia e júri do Festival de Cannes, Jimmy P. é um daqueles filmes que acaba mas não termina, por conta das inúmeras discussões que vai gerar. Um prato cheio para qualquer estudante de antropologia, psicologia, psiquiatria e para todo mundo que gosta de filmes feitos para refletir. Não importa em qual língua você sonha, Jimmy P. mostrará a você que o importante é superar os traumas e ser feliz.

Complicações do Amor (2014)

O casamento deve combater incessantemente um monstro que devora tudo: o hábito! Chegou aos cinemas norte-americanos em agosto de 2014, um dos filmes mais diferentes dos últimos anos, The One I Love. Debutando na cadeira de diretor de cinema, o trabalho dirigido por Charlie McDowell possui um dos roteiros mais originais, assinado por Justin Lader. Ao longo dos curtos 91 minutos de fita, consegue com criatividade e um toque de absurdos apresentar argumentos sólidos sobre a teoria do matrimônio. É uma bela visão sobre variáveis constantes que vemos na vida real quando pensamos ou ouvimos sobre casamentos.

Na trama, um casal em grave crise, resolve, após sugestão do seu misterioso psicólogo, embarcar em uma viagem para passar o tempo longe da cidade grande, em uma casa confortável, para ver se a relação deles engrena novamente. Chegando nesse agradável lugar, logo na primeira noite percebem que há algo muito estranho nesse lugar. Assim, descobrem o inusitado: Versões melhoradas deles vivem na casa de hóspedes! Assim, com vários diálogos interessantes, e situações peculiares, o casal tenta redescobrir o amor.

Uma das dezenas de peculiaridades da história é apresentar uma profunda abordagem, mesmo parecendo impossível na vida real, sobre as dificuldades de estar junto com alguém. Se desdobrando em dois papéis, os atores Mark Duplass e Elisabeth Moss conseguem deixar a trama com cara de suspense e aproximando o público de cada segundo do que vemos em cena.

 

Até que você me Ame (2018)

 

Acreditar ou não? Com simples elementos, força na fotografia e uma objetividade perspicaz, o longa-metragem de estreia do cineasta e roteirista Edward A. PalmerHippopotamus no original, é um thriller, uma espécie de suspense cheio de camadas onde o espectador enxerga o jogo mental criado pelos olhos de uma frágil personagem com sérios problemas de memórias. Na fronteira entre média e longa, em pouco menos de 80 minutos de projeção, assistimos a essa ‘peça filmada’ com muita atenção aos detalhes que vão aparecendo a cada novo avanço da protagonista.

Na trama, conhecemos Ruby (Ingvild Deila), uma jovem que acorda em um cativeiro com poucos elementos dentro dele, somente uma cadeira, duas imagens desenhadas e sua bolsa com os pertences. Suas pernas estão imobilizadas e sem poderem se mexer. Quando tentamos entender o que acontece surge Tom (Stuart Mortimer) e um jogo psicológico é instaurado onde acreditar ou não será uma tarefa árdua para Ruby.

A construção dos simples arcos nos levam a um desfecho cheio de reviravoltas e com muita tensão. Os méritos do diretor vem exatamente nesse ponto: o do clima da tensão. Nos sentimos aflitos a todo instante buscando respostas sobre o que seria aquela inusitada situação vivida por uma perdida personagem que aos poucos começa a se desenvolver de maneira impactante na telona.

Exibido em alguns festivais online desse ano, como o Brasilia International Film Festival que ocorreu em abril, esse projeto britânico vai surpreender a muita gente que conseguir assistí-lo.

 

Run (2020)

As descobertas que mudam para sempre nossa maneira de enxergar tudo que entendemos sobre o mundo. Com um clima de tensão lá nas alturas mas sem grandes momentos de clímax, o que para um filme de suspense pode ser muito distante da fórmula certeira, Run chegou ao streaming nesse final de 2020 e mostra as descobertas de uma jovem em relação a única pessoa que praticamente tem contato, sua mãe. O roteiro navega na superfície para explicações mais profundas sobre os porquês das lacunas que aparecem. Sarah Paulson e Kiera Allen são as protagonistas e interpretam com muita inteligência suas complexas personagens. O filme é escrito e dirigido pelo cineasta Aneesh Chaganty (o roteiro também teve a ajuda de Sev Ohanian).

Na trama, conhecemos a jovem Chloe (Kiera Allen), uma estudante do último ano do high school mas que tem aulas em casa já que possui uma vida limitada, repleta de doenças. Quem cuida dela faz 17 anos é a sua mãe, a enigmática Diane (Sarah Paulson). Certo dia, algumas situações levam Chloe a descobertas aterrorizantes sobre as verdades que acontecem na sua casa.

Não há muita originalidade na história, algo parecido já fora visto em outros filmes em outros anos. As atuações são o grande destaque e que realmente prendem a atenção por conta da dinâmica mudança emocional que mãe e filha passam ao longo dos 90 minutos de projeção. Há um destaque para um conflito interno repleto de dúvidas da jovem estudante mas com a certeza que de algo não está normal. Dentro dessa perspectiva é interessante para o público caminhar nas descobertas sobre os segredos da trama pela ótica dela. Run pode agradar parte do público mas nem de longe se destaca como o primeiro filme de ChagantyBuscando

 

Boa Noite, Mamãe (2014)

Onde acaba o amor têm início o poder, a violência e o terror. Escolhido para representar a Áustria na competição do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2016, Goodnight Mommy (Boa Noite, Mamãe) é um suspense, vestido de drama com pitadas impactantes de terror. Dirigido pela dupla de cineastas Severin Fiala e Veronika Franz, o longa-metragem possui uma benemerência simples, que é o de manter os olhos do público atentos aguardando ansiosamente os desfechos e algumas respostas desta curiosa história.

Na trama, conhecemos os gêmeos Lukas (Lukas Schwarz) e Elias (Elias Schwarz) que vivem em uma bela casa, isolada, no interior de uma cidade, ao lado de sua misteriosa mãe (Susanne Wuest). Essa última, é uma mulher cheia de amargura, rígida, que anda com uma faixa em volta do rosto. Dia após dia, os irmãos começam a desconfiar de que aquela mulher que vive com eles pode não ser a mãe deles. Assim, ao longo dos angustiantes 95 minutos de projeção, vamos sendo apresentados melhor a essa história que possui um desfecho para lá de apavorante.

A trama é bem trabalhada e os personagens vão ganhando força conforme as revelações são feitas. O primeiro e o segundo ato parece que são para encher um balão de festas e o terceiro ato chega com uma agulha para explodi-lo. Goodnight Mommy  é um projeto onde todos pensam que é um longa-metragem de terror mas na verdade é um suspense aterrorizante que vai ficando angustiante a cada nova cena. O roteiro tem muitos méritos em transformar a atmosfera do filme em algo meio enigmático, repleto de saídas para as resoluções da trama. O ato inicial é raso porém muito instigante, o segundo ato fortalece mais os personagens, e o ato final é o da transformação e virada da trama. Cada ponta é bem amarrada e por mais que algumas conclusões se cheguem antes do seu fim, não deixa de ter bastante criatividade essa história.

Para quem curte filmes de suspense e de terror, Goodnight Mommy (Boa Noite, Mamãe) é um prato cheio. Não percam!

 

4 Könige (2015)

Quase sempre precisamos chorar para entender melhor a vida. Em seu primeiro longa-metragem, lançado no ano de 2015, a cineasta alemã Theresa von Eltz mostra uma parte da trajetória de quatro jovens com problemas em seu presente buscando respostas e ajuda para enfrentarem as dificuldades em uma clínica intensiva. Há vários contrapontos interessantes, como ignorar o assunto ou assumir a responsabilidade, o que acaba sendo um embate diário para alguns deles. Tentativa de suicídio, ataque de pânico, bullying, vemos de tudo um pouco através da ótica dos próprios jovens e de um psiquiatra próximos dos pacientes, com vontade de ajudar. É um projeto profundo, com intensas atuações.

Na trama, acompanhamos Alex (Paula Beer), Lara (Jella Haase), Timo (Jannis Niewöhner) e Fedja (Moritz Leu), quatro jovens que se internaram em uma clínica em busca de melhoras nos seus quadros emocionais. O psiquiatra Dr. Wolff (Clemens Schick) busca ajuda-los de todas as formas e inclusive propõe que eles passem o natal juntos. Assim, aos poucos, vamos descobrindo os motivos de cada um deles estar ali e a busca constante de todos por uma melhora.

Há questões sociais, familiares, envolvidas nos traumas que acompanhamos e tudo isso é abordado de maneira profunda pelas linhas do roteiro assinada por Von Eltz e Esther Bernstorff. Há cortes secos de câmera, deixando pequenas entrelinhas para uma melhor compreensão sobre as atitudes, ou melhor, reações de cada personagem dentro de seus traumas. Há um descontrole sobre a raiva, uma carência quase obsessiva, bullying que deixa marcas, cada caso é diferente um do outro mas juntos eles buscam encontrar uma mesma solução satisfatória para todos.

O papel do psiquiatra também é muito bem definido na trama, nos mostrando seus conflitos e dramas dentro da instituição, principalmente um em especial com uma enfermeira que não gosta de seus métodos.  4 Konige é um ótimo filme, cheio de momentos para refletirmos sobre o próximo.

Um Broto Legal

 

Elenco:

Marianna Alexandre

Murilo Armacollo

Danillo Franccesco

 

Direção: Luiz Alberto Pereira

Gênero: Biografia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 16 de Junho de 2022

Sinopse: 

No final dos anos 50, Célia Campello é uma jovem de 16 anos em Taubaté, interior de São Paulo. Uma espécie de celebridade local, ela canta na rádio da cidade, onde tem um público cativo. Seu irmão, aspirante a cantor, acaba se mudando para São Paulo, onde é descoberto por um caça-talentos. Depois, será a vez dela. E esse é só começo da carreira daquela que ficou conhecida como Celly Campello, precursora do rock no Brasil, e responsável por hits como Banho de Lua e Estúpido Cupido.

Crítica | Um Broto Legal – O Filme Certo Para Quem Está Ansioso por ‘Elvis’

Curiosidades: 

» A produção conta a história da primeira cantora de rock nacional, Celly Campello;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Nova série de SUSPENSE criminal de apenas 4 episódios da Netflix está conquistando os assinantes: “Perturbadora”

A Netflix lançou em seu catálogo uma nova minissérie britânica que está dando o que falar… ‘Vocês Não Me Conhecem‘ é uma série de drama e mistério que vai agradar quem gosta de histórias criminais.

A trama acompanha o jovem Hero (Samuel Adewunmi), que foi acusado de assassinato por um crime que não cometeu. Aparentemente, Hero é um trabalhador honesto, um bom filho e irmão que trabalha nas docas. Porém, existem pelo menos oito evidências circunstanciais contra ele…. E ele tem certeza que não sairá livre dessa.

Hero demite seu advogado de defesa e decide contar sua própria história com suas próprias palavras. Mas existem várias evidências apontando que ele é o culpado: a arma encontrada em seu apartamento, o sangue da vítima sob as unhas e seu cabelo encontrado no carro da vítima…

A minissérie está agradando os assinantes do streaming que foram às redes sociais elogiar a produção, que conta com apenas 4 episódios.

Confira as reações e assista ao trailer:

 

A série é uma adaptação do livro de Imran Mahmood, lançado em 2017.

Mahmood é um advogado na vida real e desenvolveu o livro a partir de sua experiência nos corredores do sistema jurídico britânico.

‘Bumblebee’ | 10 curiosidades sobre o filme solo do Transformer mais carismático

Depois de dez anos da saga Transformers nos cinemas, a Paramount investiu em um spin off focado no mais carismático dos Autobots, o simpático Bumblebee. Com um orçamento menor e uma história ambientada nos anos 80, o filme conquistou o coração do público e da crítica, que descreveu o filme como um blockbuster com diversão e personalidade.

Mostrando a saga do robô desde sua fuga de Cybertron até chegar à Terra, o longa foi um sucesso. Pensando nisso, o CinePOP separou dez curiosidades sobre o longa. Confira!

Liberado

Na saga original, a Volkswagen proibiu o uso do Fusca para evitar que a marca ficasse associada à famosa violência dos filmes do Michael Bay. Na nova versão, com a promessa de um filme “mais família”, a empresa concordou em liberar o veículo para que ficasse mais próximo da versão dos desenhos animados.

Amarelinho

O fusquinha utilizado para a forma de carro do Bumblebee é um modelo 1967. E o tom de amarelo usado nele só foi disponibilizado para os fuscas vendidos fora da Alemanha. Isso porque essa cor era usada para designar os Fusquinhas do serviço postal estatal alemão. Posteriormente, em 1990, a cor foi liberada para fuscas “de passeio” na Alemanha.

Em conta

Comparado com os outros filmes da franquia Transformers, Bumblebee foi o mais barato da saga. Seu custo ficou em torno de US$ 128 milhões e arrecadou US$ 468 milhões. Mesmo sendo o filme de menor bilheteria da franquia, Bumblebee foi considerado um sucesso pelo estúdio, já que Transformers: O Último Cavaleiro deu um prejuízo de aproximadamente US$ 100 milhões.

Transformers Reasons Why

A batalha final do filme foi gravada no Estaleiro Naval da Ilha Mare, na Califórnia, dividindo a locação com a série 13 Reasons Why, da Netflix. Em vários momentos, a produção da série teve que esperar as filmagens de Bumblebee acabarem para tentarem gravar os episódios sem o barulho de helicópteros e explosões ao fundo.

80’s Steinfeld

Charlie, a protagonista humana do filme, é interpretada por Hailee Steinfeld, que nasceu em 1996. Como o filme se passa em 1987, ela não fazia a menor ideia de como os itens da época funcionavam. Então, ela precisou de um tutorial dos membros mais velhos da equipe para aprender a mexer em coisas como um Walkman.

Fala muito!

Uma característica marcante do Bumblebee dos cinemas é a comunicação pelo rádio. Neste filme de origem, eles explicam como ele perdeu a voz e como encontrou essa alternativa para se comunicar. Mesmo assim, se forem excluídos os diálogos via rádio, o robozinho amarelo ainda tem oito falas antes de perder a capacidade de falar.

Megatron

Inicialmente, o filme foi feito como uma prequel para a saga do Michael Bay. No entanto, o estúdio mudou de ideia e passou a tratá-lo como reboot. É por isso que o Megatron não aparece. Na versão original do roteiro, ele estava congelado com os agentes do Setor 7, fazendo com que ele só fosse libertado 30 anos depois, em 2007.

Único

Essa ausência do Megatron fez com que o ator Peter Cullen, que dá voz ao Optimus Prime nos cinemas, se tornasse o único a participar de todos os live action dos Transformers.

Apoiado

Bumblebee foi o primeiro trabalho de direção de um live action do Travis Knight, que havia atuado previamente como produtor e diretor de animações. É também o primeiro filme dos Transformers que não foi dirigido por Michael Bay. Falando em Bay, Knight disse que explosivo diretor – que trabalhou como produtor deste filme – jamais tentou impor seu estilo extravagante ao trabalho de Travis. Na verdade, o diretor disse que recebeu muito apoio do produtor.

Gigante de Ferro

Uma das maiores influências do filme foi o longa animado “O Gigante de Ferro”. O robozão do desenho é homenageado na reta final do filme, quando o Bumblebee recupera seu protocolo de defesa e seus olhos mudam para a cor vermelha, o deixando pronto para enfrentar o exército, tal qual o Gigante de Ferro.

Bumblebee está disponível na Netflix e no Star+.

Após polêmicas envolvendo Ezra Miller, ‘The Flash’ corre o risco de ser lançado diretamente na HBO Max

Com estreia prevista somente para 23 de junho de 2023, ‘The Flash‘ está se tornando a primeira crise cinematográfica do novo CEO da Warner Bros Discovery, David Zaslav, por causa das várias polêmicas envolvendo Ezra Miller.

Segundo o Deadline, Zaslav já deixou claro seu desejo de expandir o Universo DC para a escala do MCU e tem todos os ingredientes de um primeiro passo em ‘The Flash‘, incluindo o retorno de Michael Keaton como Batman, juntamente com a volta de Ben Affleck, um orçamento de US$ 200 milhões e o ótimo diretor Andy Muschietti, que entregou o blockbuster ‘It – A Coisa‘ para o estúdio.

Agora, Zaslav terá que decidir o que fará com o filme e com o  ator que parece ter sérios problemas fora do set.

O Deadline ouviu que o estúdio tentou obter ajuda para Miller, mas as manchetes preocupantes continuam se acumulando.

Entre as opções de Zaslav estão:

  • Promover fortemente o filme em 2023 sem trazer Miller para a turnê publicitária.
  • Lançar o filme diretamente no streaming da HBO Max

“Não há vitória nisso para a Warner Bros”, uma fonte do estúdio disse ao Deadline. “Este é um problema herdado para Zaslav. A esperança é que o escândalo permaneça em um nível baixo antes do lançamento do filme, e esperamos que o melhor aconteça.”

A Warner Bros. Discovery planeja descartar Miller dos futuros projetos da DC após o lançamento do filme.

Desde março, o astro já foi detido por agredir clientes de um bar no Havaí e processado por desacato à autoridade e por resistir à prisão.

Miller também recebeu duas ordens de restrições por drogar e agredir uma jovem de 18 anos e ameaçar uma criança de 12.

Além disso, diversas testemunhas já disseram que ele apresenta comportamentos agressivos por onde passa, sendo considerado perigoso.

Através de um comunicado, um porta-voz da Warner Bros. Discovery disse que:

“As recentes polêmicas envolvendo Ezra Miller não representam os valores da Warner Bros. Este é um problema herdado para David Zaslav [presidente da companhia]. A esperança é que o escândalo permaneça em um nível baixo antes do lançamento do filme [‘The Flash‘], e esperamos que o melhor aconteça. Não há espaço para esse tipo de problema no plano de Zaslav para tornar a DC uma divisão explosivamente bem-sucedida como a Marvel Studios. Aos olhos de Zaslav, Miller simplesmente não faz parte desses planos no futuro universo DC.”

Lembrando que Miller está foragido desde a semana passada, quando os pais de uma de suas vítimas, Tokata Iron Eyes, receberam uma ordem de proteção contra o ator.

Candice King revela como sua gravidez na vida REAL levou ao nascimento de ‘Legacies’

Em entrevista ao TVLine, Candice King comentou sobre o seu aguardado retorno no universo de ‘The Vampire Diaries‘, revelando como sua gravidez na vida real levou à criação do spin-off ‘Legacies‘, que encerrou sua jornada após quatro temporadas.

“Eu, Julie [Plec] e Brett [Matthews] estávamos tentando introduzir a Caroline em ‘Legacies’ há um bom tempo, mas nossa agenda nunca estava livre – primeiro por causa da pandemia, então eu tive outro bebê.”

Ela completa, “Quando eu finalmente tive a chance de retornar, perguntei se havia espaço para uma menininha precoce de seis anos [sua filha, na vida real]. Eles amaram essa ideia, porque essa foi a origem da trama com a Josie e a Lizzie. Eu surpreendi os produtores com a minha gravidez antes das filmagens da sétima temporada de ‘The Vampire Diaries’, então eles criaram essa narrativa da gravidez na série. A Julie sempre brinca que a minha gravidez rendeu uma série completamente nova.”

Vale lembrar que, anteriormente, a produtora Julie Plec havia revelado que há possibilidade do universo de ‘The Vampire Diaries‘ ganhar continuidade após o cancelamento de ‘Legacies‘.

“Esse é o final de um capítulo, mas podemos usá-lo para lançar o começo de um novo capítulo, que é exatamente o que queremos fazer.”

Ela completa, “Definitivamente há esperanças para o futuro. Eu, Brett [Matthews] e Kevin [Williamson] estamos trabalhando em uma ideia, mas ainda precisamos colocá-la no papel. Nós definitivamente queremos fazer mais um spin-off. É apenas uma questão de tempo, acredito.”

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘.

A trama se passa na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

O elenco conta com Danielle Rose Russell, Aria Shahghasemi, Kaylee Bryant, Jenny Boyd, Quincy Fouse, Chris Lee, Ben Levin, Leo Howard, Omono Okojie e Matt Davis.

Chris Evans diz que Robert Downey Jr é uma de suas GRANDES inspirações como ator

Enquanto promovia a estreia de Lightyear’, Chris Evans (‘Vingadores Ultimato’) conversou com o Buzzfeed e foi questionado sobre as lições que aprendeu ao longo de sua a carreira como ator.

O astro ainda citou Robert Downey Jr como uma de suas grandes inspirações, reforçando que aprendeu muito com o colega de elenco nos filmes da Marvel.

Como os fãs já sabem Evans e Downey dividiram as telonas por sete anos interpretando o Capitão América e o Homem de Ferro, respectivamente, desde ‘Os Vingadores‘ (2012) e ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019).

Como não poderia ser diferente, é claro que a parceria iria render uma amizade duradoura e muitos conselhos.

“Se eu fosse me espelhar em alguém, provavelmente seria Downey. Você sabe, ele viu muita coisa, dentro e fora das telas. Ele passou por muito coisa como pessoa também, e ele é um cara tão talentoso que você seria um tolo se não ouvisse o que ele tem a dizer.”

Confira a entrevista:

Lembrando que ‘Lightyear‘ já está em exibição nos cinemas.

A pré-estreia da animação aconteceu na última quinta-feira (16) nos EUA, e de acordo com o Deadline, o filme faturou 5,2 milhões de dólares. As estimativas sugerem que o novo projeto da Disney e da Pixar deve arrecadar entre 70 milhões a 85 milhões de dólares no país neste fim de semana de abertura.

A Disney e a Pixar estão contando com o Dia dos Pais, que acontece nos EUA em 19 de junho, para atrair mais famílias aos cinemas. A animação foi descrita como uma aventura de ficção científica que acompanha o lendário patrulheiro espacial, Buzz Lightyear, após ser abandonado em um planeta hostil a 4,2 milhões de anos-luz da Terra ao lado de sua comandante e sua equipe.

Buzz tenta encontrar um caminho de volta para casa através do espaço e tempo, um grupo de recrutas ambiciosos e o encantador gato-robô de companhia, Sox, se juntam ao herói. Para complicar a situação, Zurg, uma presença imponente, e seu exército de robôs impiedosos, chegam ao planeta com um compromisso misterioso.

Lightyear‘ já está em exibição no Brasil. O elenco de dublagem no Brasil traz Marcos Mion como Buzz, Adriana Pissardini, César Marchetti, Flora Paulita, Henrique Reis, Lucinha, entre outros.

Assista ao novo trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

Sydney Sweeney, de ‘Madame Teia’, revela que cresceu assistindo aos filmes da Marvel

Depois de fazer um grande barulho ao estrelar o aclamado drama adolescente Euphoria, além da elogiada série The White LotusSydney Sweeney fará seu début no gigantesco panteão da Marvel com a adaptação de ‘Madame Teia’.

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz, cujo papel na produção não foi revelado, foi questionada sobre o que a atraiu para o projeto.

Na ocasião, ela respondeu:

“Eu cresci assistindo aos filmes da Marvel – e os super-heróis são a coisa mais legal de todas. Então só sonhava em fazer parte de algo tão grande quanto este. E é isso o que eu sinto ao fazer parte de ‘Madame Teia’“.

Anteriormente, conversando com a Variety, Sweeney disse que está se preparando para o filme através da leitura de vários quadrinhos.

“Eu tenho encomendado um monte de quadrinhos”, ela contou. “Há muito a se aprender. Eu sempre uma grande fã dos filmes da Marvel e da Sony. Cresci assistindo a todos eles e foi engolfada nesse mundo durante minha vida inteira. Então, fazer parte disso é algo incrível”.

Além de Sweeney, o elenco também é formado por Celeste O’Connor (‘Ainda Estou Aqui’), Tahar Rahim (‘O Paraíso e a Serpente’) e Isabela Merced (‘O Pai da Noiva’).

Dakota Johnson (‘A Filha Perdida’) dá vida à personagem titular.

Em entrevista ao portal, Tom Rothman, presidente da Sony Pictures Motion Group, disse que as gravações da adaptação serão iniciadas durante a primavera norte-americana.

Como a estação acontece entre março e junho no hemisfério norte, as filmagens da adaptação devem ser iniciadas até o fim de junho.

“Há filmes que eu chamaria de derivados do universo do ‘Homem-Aranha‘”, disse Rothman. “Um deles é ‘Kraven, o Caçador’, que já estamos filmando. E temos ‘Madame Teia‘, que começaremos a gravar na primavera, com a direção de S.J. Clarkson. E há muitos personagens da Marvel que são independentes e qcom os quais temos planos para o futuro.”

Clarkson é uma conhecida diretora de televisão que já trabalhou em séries como ‘Succession’HouseDexterBates Motel. Essa é sua segunda incursão nos cinemas depois de sua estreia com a comédia biográfica Toast (2010). Ela também ficará responsável pela pré-sequência de Game of Thrones focada na Casa Targaryen, ‘A Casa do Dragão’.

Lembrando que o filme chegará às telonas no dia 07 de julho de 2023.

Nos quadrinhos, Madame Teia é alter-ego de Cassandra Webb, uma mutante diagnosticada com uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas seus ​​poderes psíquicos lhe dão clarividência e precognição, permitindo que ela desafie as capacidades de seu corpo físico. Seu nome faz referência ao suporte mecânico que a mantém viva e que se parece com uma teia de aranha gigante.

Matt SazamaBurk Sharpless, de Morbius, assinam o roteiro.

‘Mad Max: Furiosa’: Novas fotos nos levam aos bastidores da pré-sequência de ‘Estrada da Fúria’; Confira!

As filmagens de ‘Mad Max: Furiosa’, ambiciosa e vindoura pré-sequência de ‘Estrada da Fúria’, começaram recentemente na Austrália e, agora, novas fotos de bastidores já foram disponibilizadas nas redes sociais.

A mais recente leva de imagens revela alguns cenários construídos para o longa-metragem, que traz George Miller de volta à cadeira de direção e Anya Taylor-Joy ao papel titular.

Confira:

Em uma recente entrevista ao Deadline, Miller revelou alguns detalhes sobre o projeto, caracterizando-o como uma saga.

“Vou dizer a vocês como está indo quando terminarmos, mas, até agora, tivemos um início adorável”, ele contou. “Tudo o que posso dizer sobre minha felicidade em fazer isso é que é, de fato, animador, porque apesar de certamente estar no mundo de ‘Estrada da Fúria’, também tem várias diferenças sobre as quais discutimos”.

Miller continua: “é unicamente familiar. E provavelmente a maior diferença é a temporal. ‘Estrada da Fúria’ aconteceu ao longo de três dias e duas noites, e este acontece ao longo de 15 anos. Então, é uma saga”.

Lembrando que a produção será estrelada por Taylor-Joy (‘O Homem do Norte’) e Chris Hemsworth (‘Thor: Amor e Trovão’).

Yahya Abdul-Mateen II (‘A Lenda de Candyman’) também fazia parte do elenco, mas abandonou o projeto em virtude de conflitos de agenda.

A pré-sequência chega às telonas em 24 de maio de 2024.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.