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A Hora do Espanto (2011) | Remake do terror dos anos 80 completa 10 anos e está no Star+

É seguro dizer que desde meados da década de 2000, Hollywood passou por uma avassaladora onda de refilmagens. Tudo e mais um pouco que podemos pensar em matéria de filme ganhou nova roupagem no período – que para muitos só enfatizava a cada vez mais crescente falta de criatividade contida na indústria de Hollywood. No centro do alvo estava uma década específica, muito querida por todos que cresceram nela e até mesmo por quem não era vivo e apenas ouvia falar: os anos 80, é claro. Se pensarmos em como essa época foi revisitada pelos realizadores dos anos 2000, nos perderemos na imensidão de produtos recauchutados para os novos tempos – além das refilmagens estavam os reboots e as continuações.

Nessa época, diversas propriedades cultuadas e queridas pelo grande público foram revisitadas. A maioria rendendo revisões aquém de seus potenciais. Uma delas foi a nova versão de A Hora do Espanto. O que levou o cineasta Tom Holland (não, não aquele do Homem-Aranha) a criar a história do filme original de 1985 foi a paixão pelos filmes de terror e a paixão pela nostalgia do passado. Em meados da década de 1980, o cinema de terror era dominado por produções adolescentes e slashers, que centravam suas tramas em um psicopata mascarado perseguindo jovens. Pode até ser divertido, mas não era muito criativo. Holland cresceu com os clássicos do gênero e adorava filmes de vampiros, por exemplo. Monstros icônicos e atemporais.

Leia também: A Hora do Espanto (1985) na Netflix | Relembre o Clássico do Terror disponível na plataforma

Assim, o diretor decidiu revisitar um tipo de filme feito no passado, mas acrescentando um frescor de modernidade. Esse seria um filme de vampiros passado no presente de 1985, e falaria sobre como um adolescente lidaria com este tipo de problema naquela época “descolada”. Ah sim, mas esse não seria um adolescente comum. Assim como o próprio Holland, Charley Brewster – o protagonista – era um rapaz aficionado pelo gênero do terror, que conhecia como ninguém toda a cartilha deste tipo de filme. Sua diversão era passar noites “maratonando” este produto na TV, e numa época em que a Netflix ainda não existia, a solução era recorrer aos programas exibidos na telinha, especializados neste tipo de produção. Essa brincadeira metalinguística, repleta de humor autoconsciente (como por exemplo adereçar no filme a predileção dos jovens da época por slashers) é o ponto forte de A Hora do Espanto.

Pulamos para 2011, uma época já regida por adaptações, continuações e refilmagens – a tríade que dita Hollywood deste então. Na hora das marcas pré-estabelecidas não existe muito espaço para criações originais. Bem, ao menos não no cinemão-produto-entretenimento, onde as apostas e riscos são mais altos. Neste contexto nasce o conceito para a refilmagem de A Hora do Espanto. Não é tanto pela vontade ou por achar que algo de novo precisa ser dito. A investida soa mais como algo cínico de se manter uma marca em evidência. Soa como se o estúdio tivesse vasculhado suas propriedades e decidido que estava na hora de uma recauchutada em Fright Night. No comando, Craig Gillespie, que havia chamado atenção no indie A Garota Ideal (2007) – o filme em que Ryan Gosling arruma uma boneca como namorada -, foi contratado para a direção. Ou seja, vindo de um trabalho conceitual e “estranho”, mostra-se que a pegada para o remake partiria de tais características e não da paixão pelo terror – como no original.

Mas se por um lado o diretor Gillespie investiria em um produto diferenciado, no roteiro tínhamos uma verdadeira especialista no gênero vampiros. Marti Noxon é a roteirista e produtora de um verdadeiro ícone dos anos 1990, a série Buffy – A Caça-Vampiros – que pode ser considerada uma descendente à altura de A Hora do Espanto (1985) para a década seguinte. O resultado da refilmagem, no entanto, demonstra que em algum momento os estilos dos artistas não dialogaram. Desta forma, o remake de A Hora do Espanto se mostra um filme com ideias e conceitos interessantes, mas que em tela nunca conseguem atingir todo o seu potencial.

Para começar, podemos dizer que A Hora do Espanto (2011) usa como base o que toda reimaginação deveria querer atingir: não é uma cópia carbono de seu original. O novo filme muda locações, elimina personagens, muda características e personalidades de muitos deles e inclusive sua dinâmica, além de acrescentar inúmeras novidades e cenas diferenciadas. Em sua essência possui a forma das melhores refilmagens. Para se contar uma história de vampiros, nada melhor do que centrar a narrativa na cidade de Las Vegas. A cidade do pecado, como é conhecida, além de exalar um teor lascivo esperado neste tipo de conto, ainda traz o elemento de ser um local onde muitos trabalham à noite e durante as madrugadas, dormindo durante o dia em suas casas com janelas de vidro fumê. “Aqui é Las Vegas, muitas pessoas tem o vidro preto em suas janelas”, diz um dos personagens. Perfeito.

Em resumo, o protagonista Charley era um nerd, o típico personagem boa-praça que permeava os filmes da década de 1980. Com a nova década, Charley, nas formas do saudoso Anton Yelchin, evoluiu e amadureceu. Ele agora não anda mais com “perdedores” como Evil Ed, e quer pertencer à turma dos descolados do colégio, o que inclui sua popular namorada Amy. Aqui, é Evil Ed (papel de Christoper Mintz-Plasse – o eterno McLovin de Superbad) quem assume basicamente o papel do Charley original: um amente de terror, que sabe tudo sobre vampiros e junta “um mais um” ao descobrir que os estudantes de seu colégio estão desaparecendo. É ele quem segue Jerry, o novo vizinho de seu melhor amigo, e aos poucos soma provas de que o sujeito seja na verdade um sugador de sangue das trevas.

Aqui existem dois problemas no roteiro. Como dito, a intenção era boa, mas talvez por intromissão de produtores, os arcos nunca terminam de forma completa. É quase impossível torcer para o protagonista vivido por Yelchin. Ele é o sujeito que virou as costas ao melhor amigo do passado e por causa dele é que o rapaz termina virando alvo do vilão e se tornando ele mesmo um ser amaldiçoado. Fora isso, o novo Charley não tem ressalvas ao eliminar o ex-amigo, agora uma criatura das trevas. E a mensagem implícita nisso tudo é bem torta. O texto de Noxon não traz redenção para Charley. Outro detalhe é que Evil Ed, por mais que qualquer ator jamais pudesse equiparar o retrato único de Stephen Geoffreys no personagem, o que poderia ser capturado com a escalação de Mintz-Plasse no papel seria o misto de doçura ingênua com a acidez “sacana” contida no personagem do ator no citado Superbad (2007). E toma-lhe piada sobre Crepúsculo – na época a franquia sobre os vampiros apaixonados ainda estava a toda, e qualquer menção a sanguessugas precisava alfinetar a obra mirada para as meninas adolescentes.

Outro ponto que devo adereçar como uma das maiores fragilidades deste remake é o fato da roteirista não conseguir criar sequer um personagem interessante, carismático ou com quem nos importemos. Não torcemos por ninguém porque não existe identificação como no original. Charley no passado era um adolescente comum, com paixões e questões. O novo Charley é em sua essência um “babaca”. É como se o filme enaltecesse tal comportamento equivocado e punisse um tipo de comportamento mais humano e afetuoso. Os personagens principais por quem deveríamos torcer e nos identificar possuem desvios de caráter tão reprováveis que nos pegamos nos perguntando a qual elemento redentor deveríamos nos agarrar. Sem falsos moralismos, nada contra personagens politicamente incorretos, mas nestes casos precisa igualmente haver algum nível de interesse, alguma característica curiosa ou inventiva sobre aquela pessoa que cause atração. É assim na vida real quando conhecemos qualquer um. E é assim no cinema quanto nos deparamos com personagens em um filme.

Quem se sai melhor em seu retrato – embora por vezes caricato e exagerado – é Colin Farrell. Afinal, ser sedutor e carismático parece vir naturalmente para o ator. Farrell cria um Jerry Dandrige (embora seu sobrenome não seja mencionado no filme) musculoso, que vive de camisetas, é prestativo e habilidoso com trabalho braçal. Existe uma diferença na abordagem que Chris Sarandon deu ao original, um retrato mais suave e sofisticado, que tinha a ver com a clássica interpretação de vampiros do passado, como o Drácula. O de Farrell é dono de um sex appeal moderno e vigarista – um sedutor de Las Vegas que faz piadinhas machistas para policiais quando estes suspeitam de algo nebuloso em sua residência. “Ouviram um grito vindo de sua casa”, dizem as autoridades; “Certamente a fiz gritar”, retruca o patife. É reportado que essa interpretação de Jerry soava demais como um predador sexual para Farrell, que reclamou e pediu que esta característica fosse mudada ou abrandada. Mas nenhuma mudança foi realizada.

Sim, é verdade que a mãe de Charley (Judy no original, e aqui Jane) recebeu mais destaque e interação na trama uma vez que foi contratada a indicada ao Oscar Toni Collette para o papel. Porém, quando o roteiro necessita, a tira de cena sem cerimônia da forma mais banal e fácil, e a mantém afastada durante todo o terceiro ato. Ah sim, o remake elimina um dos personagens mais interessantes do original, cuja dinâmica com Jerry acrescentava certo tom homoerótico subliminar ao filme: Billy Cole (Jonathan Stark), o “guardião” de Jerry, que zelava por seu sono diurno. Em seu lugar, o remake adiciona mais personagens desagradáveis, na forma dos valentões do colégio, encabeçados pelo Mark de Dave Franco que muito pouco adicionam à trama, somente mais aborrecimento.

Finalizando as alterações criativas dos personagens – cujo resultado final não deram muito certo – está um dos pilares desta história. De fato, o cineasta Tom Holland disse que só tinha um filme a partir do momento em que criou o personagem Peter Vincent, uma mistura de figuras como Vincent Price e Peter Cushing, veteranos de filmes de terror e vampiros da década dourada do cinema britânico de gênero. O sujeito era um ator no ostracismo, que sobrevivia apostando na nostalgia e apresentando um programa típico da época: maratonas de filmes de terror na TV. Tudo a ver com a proposta.

Mas como modernizar Peter Vincent, uma vez que tais formatos de programa na TV não existem mais e nem mesmo o protagonista tinha uma forte ligação com os filmes de terror? Estando esta trama situada em Las Vegas, a melhor solução encontrada pelo roteiro foi transformar Peter Vincent em um mágico, destes que se apresentam em espetáculos nos palcos – que são verdadeiras superproduções. Algo muito comum na cidade. E no caso deste, voltado a um teor assustador de vampiros. Mais do que isso, seguindo a tendência do período em que tudo precisava estar interligado na trama, a família de Peter Vincent havia sido morta por um vampiro em sua infância. E você ganha um prêmio se adivinhar quem era esse vampiro.

Incrivelmente, apesar de todos os seus problemas, o remake de A Hora do Espanto não foi um destroçado por críticos. Pelo contrário, o longa soma 72% de aprovação no Rotten Tomatoes. Tudo bem que não se compara aos 92% de aprovação do original, mas levando em conta toda a sua bagagem, em especial o fato de ser uma refilmagem de um produto querido, a reimaginação, ao menos com os especialistas, não fez feio. Porém, aqui ocorre uma inversão de valores, com este se tornando um daqueles filmes que o público (e os fãs) divergem fortemente dos críticos. Os maiores algozes de A Hora do Espanto (2011), justamente foram aqueles para os quais o filme foi feito. Com um orçamento de US$30 milhões aproximadamente, a produção recuperou em bilheteria para a Disney (sim, esse foi um remake da Disney em parceria com a Dreamworks) algo em torno de US$18 milhões nos EUA, e US$41 milhões, apenas conseguindo se pagar – e em seu país de origem nem isso. Quem sabe com o advento da plataforma Disney+ o estúdio não se anima de criar uma série adaptando novas aventuras assustadoras de Charley, Jerry Dandrige e Peter Vincent.

‘Sonic 3’: Sequência é CONFIRMADA e trará mais elementos dos jogos

Ótimas notícias para os fãs de Sonic!

Paramount Pictures confirmou que o terceiro capítulo da franquia já está em desenvolvimento e, mais do que isso, uma série focada em Knuckles será lançada diretamente na plataforma de streaming da Paramountem 2023, trazendo Idris Elba de volta como o personagem.

Segundo o diretor Jeff Fowler, mais elementos dos games serão adicionados no terceiro filme.

“Vamos trazer vários elementos e tirar vantagem da história de trinta anos de Sonic nos games, temos muitos personagens ricos que podem ser explorados”, afirmou ao Supernova.

Mais detalhes não foram revelados, por ora.

Veja o anúncio:

Lembrando que Sonic 2’ chega aos cinemas nacionais no dia 7 de abril.

Confira o trailer:

“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler

A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.

O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Eddie Murphy deve fazer biografia de George Clinton, o padrinho do Funk americano

George Clinton, lendário músico do Funk americano, líder grupo Parliament-Funkadelic, deve ser interpretado nos cinemas por ninguém menos que Eddie Murphy. De acordo com informações divulgadas pelo portal Deadline, o ator indicado ao Oscar por ‘Dreamgirls: Em Busca de um Sonho‘ deve entrar no projeto também como produtor ao lado de John e Catherine Davis.

O longa ainda está no início de sua pré-produção e busca roteiristas para contar a história de George Clinton, padrinho do funk americano e artista que, antigamente, disputava espaço com gênios como James Brown.

O filme acompanhará a vida e obra do artista desde sua infância na Carolina do Norte nos anos 1940, passando pela formação do Parliament-Funkadelic no final da década de 1960, até a influência que Clinton exerceu no futuro da cena do Hip Hop inspirando artistas como Tupac, Dr. Dre e Snoop Dog.

Eddie Murphy fechou um acordo de exclusividade com o Amazon Studios para três filmes, o que abre portas para que o longa sobre George Clinton seja co-produzido e lançado pela Amazon Prime Video. Vamos aguardar então mais informações a respeito.

 

‘Morbius’ arrecada US$ 84 milhões mundialmente em seu fim de semana de estreia

Apesar de ser massacrado pela crítica, Morbius fez um considerável estrondo na bilheteria doméstica de seu final de semana (via ComicBook.com).

As informações indicam que, apenas nos Estados Unidos, o filme arrecadou US$39,1 milhões, após ser exibido em mais de 4200 salas de cinema, provando que os fãs da Marvel e da Sony Pictures ainda estão investidos em conferir a mais produções originais.

Mundialmente, Morbius alavancou mais US$44,9 milhões só neste final de semana, culminando em sólidos US$84 milhões – e as previsões indicam que a bilheteria deve ter crescimento considerável nas próximas semanas. O valor arrecadado até agora, inclusive, já foi suficiente para cobrir o orçamento de produção (US$75 milhões).

Assista à nossa crítica:

Abaixo você confere a opinião de alguns jornalistas dos principais veículos do mundo a respeito longa:

“O equivalente cinematográfico da Lei de Murphy é demonstrado por este show sonolento de super-heróis. É um filme sem nenhuma veia dramática, isento de originalidade, coerência narrativa, de personagens convincentes ou uma única atuação vagamente humana.” Times

“Se houver justiça em Hollywood, ‘Morbius’ será definido como um dos piores filmes da história do cinema de super-heróis. Isso se o longa não enterrar o gênero primeiro…” Globe and Mail

“Se os filmes de super-heróis realmente vão dominar o cinema na próxima década, deveríamos pelo menos é necessário ter uma competição mais saudável entre os estúdios. Espero que, no futuro, a Sony possa fazer algo melhor que essa coisa.” Independent

“O filme inteiro é genérico, irritante e quase chocante. Você assiste e pensa: ‘Isso é o que teremos nesse novo capítulo da Marvel?’” Variety

“O super-herói-vampiro da Marvel, Morbius, está entre nós. Mas, infelizmente, o seu superpoder está sendo a chatice extrema.” The Guardian

‘Dragon Ball Super’: Criador do anime faz nova arte promocional do filme ‘Super Hero’; Confira!

Akira Toriyama é o criador original do mangá e anime ‘Dragon Ball‘ e ‘Dragon Ball Z‘, no entanto o novo mangá e anime ‘Dragon Ball Super‘ foi feito colaboração com um fã de longa data de Toriyama e da obra original, Toyotaro.

A nova animação fez muito sucesso e já rendeu dois filmes, já tendo um pronto para ser lançado e que foi adiado devido ao momento pandêmico. Toyotaro recebeu recentemente um convite para criar um banner inédito do aguardado longa-metragem ‘Dragon Ball Super: Super Hero‘.

Veja abaixo a arte inédita que Toyotaro criou como parte promocional do novo material:

Dragon Ball Super: Super Hero‘ mostrará a chegada de Gamma 1 e Gamma 2, dois novos androides criados pela maligna empresa Red Ribbon. Enquanto mantém a pose de super-heróis para o público, eles começam a atacar Gohan, Piccolo e os outros Guerreiros Z.

Veja algumas imagens e o pôster oficial do filme que está sem data definida para estrear:

‘Madame Teia’: Sydney Sweeney, de ‘Euphoria’, fala sobre sua personagem em novo filme da Marvel

A atriz Sydney Sweeney (‘Euphoria‘) vai estrelar o novo filme da Marvel, ‘Madame Teia‘, junto a Dakota Johnson (‘50 Tons de Cinza‘), este que será roteirizado pela dupla Matt Sazama e Burk Sharpless, que recentemente assinaram o roteiro de ‘Morbius‘.

Em uma entrevista concedida a Variety, Sweeney revelou que adquiriu várias histórias em quadrinhos para entender mais a respeito da história da Madame Teia e do longa em que vai atuar, dizendo que está ansiosa para começar a filmar.

“Eu encomendei um monte de histórias em quadrinhos. Há muito o que aprender sobre esse universo. Sempre fui uma grande fã de todos os filmes da Marvel e do Universo da Sony. Eu cresci assistindo a todos eles, e estive envolvida neste mundo minha vida inteira, então. poder fazer parte disso, é algo incrível.”, fala Sweeney empolgada.

Sydney Sweeney ficou conhecida como a Cassie de ‘Euphoria‘, produção que é a segunda série mais vista da história da HBO e uma das mais populares no mercado americano.

A primeira aparição de Madame Teia foi na edição 210 da série de quadrinhos ‘The Amazing Spider-Man‘ em 1980. Nos quadrinhos a personagem é relatada como uma idosa cega e paralisada que tem miastenia gravis, um distúrbio autoimune crônico que exige que ela se conecte a um sistema de suporte à vida semelhante a uma teia de aranha.

A produção ainda não tem data para o início das filmagens e nem de lançamento.

Dinossauros causam o CAOS no trailer DUBLADO de ‘Jurassic World 3’

A Universal Pictures divulgou o trailer nacional da sequência ‘Jurassic World: Domínio‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de junho.

Colin Trevorrow retorna à direção.

Quando a jovem Maisie é sequestrada por contrabandistas de dinossauros, Owen e Claire saem em busca de encontrá-la e resgatá-la, e sua jornada os leva para um habitat de dinossauros operado por uma corporação global com um plano sinistro… que, agora, está sendo investigada até por Alan Grant e Ellie Sattler.

O elenco contará com o retorno de Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Laura Dern, Sam Neill e Jeff Goldblum.

‘Attack on Titan’: Parte final do anime chega em 2023; Confira todos os detalhes!

Após o final da segunda parte, foi anunciada a terceira e última parte da temporada final da animação japonesa de maior sucesso da atualidade, ‘Attack on Titan‘ (‘Ataque dos Titãs‘), que estreia só em 2023 – o ano que marca uma década de exibição da produção.

Esta última parte de ‘Shingeki no Kyojin‘ (no original) continua a partir do episódio 88, algo que era esperado, já que na temporada atual era notável que ainda iriam desenvolver mais da história que já foi finalizada no mangá.

O trailer da nova temporada que estreia em 2023 foi divulgado, confira abaixo:

A animação surgiu em 2013, pelo WIT Studio, tornando a franquia um sucesso mundial por sua proposta incomum e quase ocidental. Na 4ª e última temporada, houve uma troca de estúdio e o MAPPA passou a produzir a animação.

No Brasil, o anime está disponível via Crunchyroll (com direito a dublagem em português). O mangá, que deu origem à série, está sendo publicado por aqui pela Panini, podendo ainda ser adquirido.

Ficção científica FRACASSADA com Keanu Reeves se torna um sucesso na Netflix

Ver Keanu Reeves em um filme é sempre bom, especialmente quando ele faz ficção científica. Aos saudosistas, bate aquela lembrança de vê-lo no primeiro ‘Matrix’ (já que o último não empolgou tanto).

O apelo do ator com o público é tão grande que a ficção científica ‘Cópias – De Volta à Vida‘ (Replicas) foi lançada na Netflix e se tornou um sucesso no streaming.

Depois que sua família morre num acidente, um neurocientista ousado não sossega até trazê-la de volta à vida, mesmo que isso signifique travar uma luta contra um laboratório controlado pelo governo, a polícia, e as próprias leis da física e da ciência.

Dirigido por Jeffrey Nachmanoff, o longa fracassou nas bilheterias dos EUA, arrecadando apenas US$ 4 milhões ao total. Um dos maiores fiascos da carreira de Reeves.

O elenco conta também com Alice Eve, Thomas Middleditch, Emily Alyn LindJohn Ortiz, Emjay Anthony, Nyasha Hatendi e Aria Lyric Leabu.

Assista ao trailer dublado e legendado:

 

‘Batman’ ultrapassa a marca de US$ 700 milhões e supera ‘Liga da Justiça’ e ‘O Homem de Aço’

O novo ‘Batman‘ estrelado por Robert Pattinson segue fazendo muito sucesso, tanto em relação a crítica quanto a público, atingindo esse fim de semana uma marca importante dentro do Universo DC.

O longa comandado por Matt Reeves ultrapassou a marca dos US$ 700 milhões de dólares em todo mercado mundial, superando outras grandes produções do estúdio, como Liga da Justiça‘, ‘O Homem de Aço‘ e ‘Esquadrão Suicida‘, o último dirigido por James Gunn.

A estreia de Zack Snyder na DC, ‘O Homem de Aço‘, rendeu ao todo US$ 668 milhões, enquanto ‘Liga da Justiça‘, do qual Snyder dividiu o comando com Joss Whedon, alcançou apenas US$ 657 milhões.

O último ‘Esquadrão Suicida‘ feito por Gunn, apesar de estar acima dos dois citados em termos de qualidade, fez o singelo número de US$ 167 milhões, já que o filme estregou em plena pandemia da Covid-19 e teve lançamento simultâneo no HBO Max.

The Batman‘ (no original) já soma ao todo US$ 710 milhões e segue nos cinemas pelo mundo todo, sendo não apenas visto como também revisto, já que tem sido encarado com a versão definitiva do Cavaleiro das Trevas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

Confira o novo comercial de ‘Ms. Marvel’ com cena INÉDITAS!

Ms. Marvel‘ é mais uma das novas séries do Universo Cinematográfico da Marvel que chega ainda esse ano na Disney+. A super-heroína mulçumana promete ter um tom diferente de todas as outras produções do estúdio, apostando no público adolescente, bem ao estilo ‘iCarly‘.

O show traz Iman Vellani ao MCU, atriz que garantiu o papel após participar de uma longa bateria de testes com o estúdio, sendo considerada a escolha perfeita. No próximo ano, a atriz retorna em uma participação em ‘Capitã Marvel 2‘.

Há alguns semanas saiu o primeiro trailer, mas eis que hoje (03) a Marvel acabou de lançar um novo comercial da série, trazendo cenas inéditas ao som de The Weeknd.

Confira o teaser abaixo:

Lembrando que a produção tem estreia marcada para o dia 08 de junho na plataforma de streaming.

Vellani dará vida à protagonista titular, alter-ego de Kamala Khan, uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Laurel Marsen será Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos originais e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Aramis KnightsSaagar ShaikhRish ShahMatt LinzZenobia Shroff, Anjali BhimaniMohan Kapur também fazem parte do elenco.

Na trama, Kamala é afetada pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como seu ídolo e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

SUCESSO! Bilheteria internacional de ‘Sonic 2: O Filme’ já ultrapassa a casa dos US$ 25 milhões

Mesmo sem estrear em várias partes do mundo, como o Brasil, ou no principal mercado local nos EUA, ‘Sonic 2: O Filme’ já conseguiu atingir a quantia de US$ 25 milhões nas bilheterias estrangeiras ao redor do mundo, antes mesmo do fim de semana.

Segundo dados passados pelo site Boxoffice, o novo filme do ouriço, que estreia na próxima semana, já fez cerca de US$ 25,5 milhões em sua bilheteria internacional nos mais de 30 países que chegou de maneira adiantada.

Por exemplo, na Europa, como no Reino Unido, onde fez US$ 6,4 milhões, e também na França onde arrecadou US$ 5,7 milhões, o longa é um grande destaque.

Lembrando que ‘Sonic 2‘ chega nos cinemas norte-americanos, e na maioria dos outros mercados, só no dia 8 de abril, com esses números atuais já surpreendendo a Paramount positivamente, que segue construindo esse novo universo da Sega.

Apesar das reações inicias serem positivas, a sequência dividiu os especialistas internacionais e abriu com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 4.90/10 baseada em 10 reviews

No Metacritic, outro agregador de críticas, a pontuação reside em 47/100, indicando uma recepção “mista ou regular”.

Considerando que mais impressões serão adicionadas aos sites, é bem provável que as notas sejam alteradas com o passar dos dias.

Veja os principais comentários:

“Tudo meio que se resolve no final, mas não há razão concreta para tudo isso demorar duas horas” – The Guardian.

“Há uma piada que diz: ‘a história deste filme poderia ter sido escrita em um guardanapo’. Entretanto, para Sonic 2’, um guardanapo parece muito” – Little White Lies.

“Para um filme sobre um personagem que é incrivelmente rápido, esta sequência parece devagar” – Screen Daily.

“O roteiro reflete um esforço verdadeiro, e Jim Carrey está em pleno controle de sua performance, entregando uma sequência surpreendentemente satisfatória” – The Wrap.

“Estofado com ação frenética e enquadrado com comentários sagazes, [o filme] tem apelo para as famílias que procuram distrações para o feriado – ainda que não traga nada de novo” – THR.

Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

GLAAD Media Awards 2022 | ‘Eternos’, ‘Hacks’ e mais saem vitoriosos da premiação

Depois do Oscar, chegou a hora de descobrir quem foram os vencedores do 33º GLAAD Media Awards, que foi exibido no último sábado (02) em Los Angeles.

Dentre os ganhadores, tivemos EternosHacksMichaela Jaé Rodriguez, de PoseKacey Musgraves e muitos outros.

“Mídia pode criar uma mudança positiva – e os indicados deste ano representam poderosos projetos, histórias e criadores que mudaram a cultura positivamente e trouxeram ao público histórias LGBTQIA+ novas e impactantes”, declarou a presidente da GLAAD, Sarah Kate Ellis“Há mais indicados este ano do que nunca [246 entre 30 categorias], destacando um aumento no cenário da visibilidade LGBTIQA+ e servindo como lembrete do papel crítico que os filmes, a televisão, a música, o jornalismo e outras forma de mídia podem ter na aceitação crescente dos LGBTQIA+ em face a constantes ataques contra nossa comunidade”.

Confira:

CATEGORIAS DE LÍNGUA INGLESA

MELHOR FILME – LANÇAMENTO AMPLO
Eternos (Walt Disney Studios Motion Pictures) (VENCEDOR)

Everybody’s Talking About Jamie (Amazon Studios)
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (Netflix)
tick, tick… BOOM! (Netflix)
Amor, Sublime Amor (Walt Disney Studios Motion Pictures)

MELHOR FILME – LANÇAMENTO LIMITADO
Breaking Fast (Vertical Entertainment)
Gossamer Folds (Indican Pictures)
The Obituary of Tunde Johnson (Wolfe Video)
Mães Paralelas (Sony Pictures Classics) (VENCEDOR)
Plan B (Hulu)
Port Authority (Momentum Pictures)
Shiva Baby (Utopia)
Swan Song (Magnolia Pictures)
Tu Me Manques (Dark Star Pictures)
Twilight’s Kiss (Strand Releasing)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Changing the Game (Hulu) (VENCEDOR)

“Cured”, Independent Lens (PBS)
Flee (NEON)
The Lady and The Dale (HBO)
The Legend of the Underground (HBO)
No Ordinary Man (Oscilloscope Laboratories)
Nuclear Family (HBO)
“Pier Kids”, POV (PBS)
Pray Away (Netflix)
Pride (FX)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Dickinson (Apple TV+)
Gentefied (Netflix)
Love, Victor (Hulu)
The Other Two (HBO Max)
Uma Galera do Barulho (Peacock) (VENCEDORA)
Sex Education (Netflix)
Shrill (Hulu)
Special (Netflix)
Twenties (BET)
Work in Progress (Showtime)

MELHOR NOVA SÉRIE
4400 (The CW)
Chucky (Syfy/USA Network)
Hacks (HBO Max) (VENCEDORA)
Harlem (Prime Video)
The Long Call (BritBox)
A Vida Sexual das Universitárias (HBO Max)
Sort Of (HBO Max)
With Love (Prime Video)
Y: The Last Man (FX)
Yellowjackets (Showtime)

MELHOR FILME PARA TV
The Christmas House 2: Deck Those Halls (Hallmark Channel)
Trilogia Rua do Medo (Netflix)
Nash Bridges (USA Network)
Um Crush para o Natal (Netflix) (VENCEDOR)
Under the Christmas Tree (Lifetime)

MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLOGIA
Dopesick (Hulu)
Halston (Netflix)
It’s a Sin (HBO Max) (VENCEDORA)
Little Birds (Starz)
Love Life (HBO Max)
Master of None Presents: Moments in Love (Netflix)
Rurangi (Hulu)
Station Eleven (HBO Max)
Vigil (Peacock)
The White Lotus (HBO)

MELHOR PROGRAMA DE REALITY
12 Dates of Christmas (HBO Max)
Dancing with the Stars (ABC)
Family Karma (Bravo)
I Am Jazz (TLC)
Legendary (HBO Max)
MTV’s Following: Bretman Rock (MTV)
Queer Eye (Netflix)
RuPaul’s Drag Race (VH1) (VENCEDOR)
The Voice (NBC)
We’re Here (HBO)

ARTISTA REVELAÇÃO
Arlo Parks, Collapsed in Sunbeams (Transgressive Records)
Asiahn, The Interlude (Third&Hayden/Motown)
girl in red, if i could make it go quiet (AWAL)
Jake Wesley Rogers, Pluto (Facet/Warner Records)
Japanese BreakfastJubilee (Dead Oceans)
Joy Oladokun, in defense of my own happiness (Amigo Records/Verve Forecast/Republic Records)
Lauren JaureguiPrelude (Attunement Records/AWAL)
Lily Rose, Stronger Than I Am (Big Loud Records/Back Blocks Music/Republic Records) (VENCEDORA)
Lucy Dacus, Home Video (Matador Records)
VINCINT, There Will Be Tears (Vincint Cannady)

MELHOR VIDEOGAME
Boyfriend Dungeon (Kitfox Games)
Far Cry 6 (Ubisoft)
The Gardener and the Wild Vines (Finite Reflection Studios)
Kena: Bridge of Spirits (Ember Lab)
Life is Strange: True Colors (Deck Nine Games/Square Enix) (VENCEDOR)
Psychonauts 2 (Double Fine/Xbox Game Studios)
Rainbow Billy: The Curse of the Leviathan (ManaVoid Entertainment/Skybound Games)
Tom Clancy’s Rainbow Six Siege (Ubisoft)
Unpacking (Witch Beam /Humble Games)
UNSIGHTED (Studio Pixel Punk /Humble Games)

MELHOR REVISTA EM QUADRINHOS
Aquaman: The Becoming, de Brandon Thomas, Diego Olortegui, Skylar Patridge, Scott Koblish, Wade Von Grawbadger, Adriano Lucas, Alex Guimarães, Andworld Design (DC Comics)
Barbalien: Red Planet, de Tate Brombal, Jeff Lemire, Gabriel Hernández Walta, Jordie Bellaire, Aditya Bidikar (Dark Horse Comics)
Crush & Lobo, de Mariko Tamaki, Amancay Nahuelpan, Tamra Bonvillain, Nick Filardi, Ariana Maher (DC Comics) (VENCEDORA)
The Dreaming: Waking Hours, de G. Willow Wilson, Javier Rodriguez, Nick Robles, M.K. Perker, Matheus Lopes, Chris Sotomayor, Simon Bowland (DC Comics)
Guardians of the Galaxy, de Al Ewing, Juann Cabal, Juan Frigeri, Federico Blee, Cory Petit (Marvel Comics)
Harley Quinn: The Animated Series – The Eat. Bang! Kill. Tour, de Tee Franklin, Max Sarin, Erich Owen, Marissa Louise, Taylor Esposito (DC Comics)
Killer Queens, de David M. Booher, Claudia Balboni, Harry Saxon, Lucas Gattoni (Dark Horse Comics)
Star Wars: Doctor Aphra, de Alyssa Wong, Minkyu Jung, Ray-Anthony Height, Federico Sabbatini, Victor Olazaba, Rachelle Rosenberg, Joe Caramagna (Marvel Comics)
Superman: Son of Kal-El, de Tom Taylor, John Timms, Daniele Di Nicuolo, Steve Pugh, Clayton Henry, Gabe Eltaeb, Hi-Fi, Romulo Fajardo Jr., Steve Buccellato, Dave Sharpe (DC Comics)
Wynd, de James Tynion IV, Michael Dialynas, Andworld Design (BOOM! Studios)

MELHOR GRAPHIC NOVEL/ANTOLOGIA
Cheer Up! Love and Pompoms, de Crystal Frasier, Val Wise, Oscar O. Jupiter (Oni Press) (VENCEDORA)

DC Pride [antologia] (DC Comics)
Eighty Days, de A.C. Esguerra (Archaia/BOOM! Studios)
The Girl from the Sea, de Molly Ostertag, Maarta Laiho (Graphix/Scholastic)
Girl Haven, de Lilah Sturges, Meaghan Carter, Joamette Gil (Oni Press)
I Am Not Starfire, de Mariko Tamaki, Yoshi Yoshitani, Aditya Bidikar (DC Comics)
Marvel’s Voices: Pride [antologia] (Marvel Comics)
Renegade Rule, de Ben Kahn, Rachel Silverstein, Sam Beck, Jim Campbell (Dark Horse Comics)
The Secret to Superhuman Strength, de Alison Bechdel, Holly Rae Taylor (Mariner Books/HMH)
Shadow Life, de Hiromi Goto, Ann Xu (First Second/Macmillan)

MELHOR COBERTURA EM REVISTA
The Advocate (VENCEDORA)
Entertainment Weekly
People
POZ
Variety

RECONHECIMENTO ESPECIAL
All Boys Aren’t Blue, de George M. Johnson [filmed reading + performance]
“Alok Vaid-Menon”, 4D with Demi Lovato (Cadence13/OBB Sound/SB Projects)
CODED: The Hidden Love of J.C. Leyendecker (Paramount+)
Jeopardy!, Champion Amy Schneider
The Laverne Cox Show (Shondaland Audio/iHeartMedia)
Life Out Loud with LZ Granderson (ABC News)
Cobertura esportiva dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020

PRÊMIO VANGUARDA
Kacey Musgraves

CATEGORIAS DE LÍNGUA ESPANHOLA

MELHOR SÉRIE EM LÍNGUA ESPANHOLA
#Luimelia (Atresplayer Premium)
Manual Para Galanes (Pantaya)
Maricón Perdido (HBO Max) (VENCEDORA)
Pequeñas Victorias (Prime Video)
Todo lo otro (HBO Max)

MELHOR JORNALISMO TELEVISIVO EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Grupo Firme en Contra del Acoso”, Despierta América (Univision)
“El Mes del Orgullo” (CNN en Español)
“Impacto Positivo: Bamby Salcedo”, Primer Impacto (Univision)
“Orgullo LGBTQ: 52 Años de Lucha y Evolución” (Telemundo 47) (VENCEDOR)
“Preocupa Exclusión de Niñas Trans en Equipos Femeninos”, Hoy Día (Telemundo)

RECONHECIMENTO ESPECIAL EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Celebrando el Mes del Orgullo” (Telemundo)

‘Eternos’ ganha prêmio de Melhor Filme em importante cerimônia LGBTQIA+

Eternos‘ não fez tanto sucesso dentre os fãs da Marvel ou mesmo agradou a crítica como de costume, porém marcou imensamente para algumas pessoas, com alguns considerando a produção uma das obras mais singulares da Marvel Studios.

Esta semana o longa dirigido pela ganhadora do Oscar Chloé Zhao, venceu na categoria de Melhor Filme o Prêmio GLAAD Media Awards, superando títulos relevantes como ‘Todos Estão Falando Sobre Jamie‘, ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas‘, ‘Tick, Tick… Boom!‘ e ‘Amor, Sublime Amor‘.

O filme foi imensamente elogiado por ter sido a primeira produção da Marvel Studios a falar abertamente de temas LGBTQIA+ e abordar culturas diversas.

Para se ter ideia, o GLAAD Media Awards é concedido pela GLAAD, para reconhecer ramos da mídia onde a comunidade LGBTQIA+ é melhor representada. A edição de 2022 do evento aconteceu no último sábado (02/04) em Los Angeles.

Durante uma entrevista para a Empire, Chloé Zhao disse que:

“Como fã, uma das alegrias é poder sentar e ver como as sementes que você planta podem crescer e dar frutos. E eu plantei muitas sementes com este filme.”

Apesar da rejeição, não podemos negar que a trama introduz elementos que deixam o público curioso para saber onde tudo isso vai dar.

A chegada de Eros (Harry Styles), o irmão de Thanos (Josh Brolin), e a indicação de que há mais Eternos espalhados pela galáxia, são algumas das reviravoltas que prometem abalar o futuro do MCU.

E aí, você está na torcida para descobrir o que podemos esperar dos personagens imortais do MCU?

Vale lembrar que Eternos‘ já está disponível no Disney+!

Confira a nossa crítica abaixo:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Lygia Fagundes Telles, ícone da literatura brasileira, morre aos 98 anos

Lygia Fagundes Telles, ícone nacional e alcunhada como a “dama da literatura brasileira”, faleceu hoje, 03 de abril, aos 98 anos de idade.

As informações foram confirmadas por sua assessora pessoal, Lucia Riff. Lygia faleceu em sua casa, de causas naturais.

Nascida em São Paulo e criada no interior paulista, Telles é uma das romancistas e contistas mais importantes da história da literatura e carrega um legado gigantesco que acompanhou seus mais de oitenta anos de carreira. Além de deixar marca na literatura, ela também foi advogada e teve enorme peso na fase pós-modernista brasileira, construindo narrativas universais cujos temas oscilavam entre a morte, o amor, o medo, a loucura e a fantasia.

Foi a partir de 1970 que Telles conquistaria consagração mundial, lançado obras ovacionadas como ‘Antes do Baile Verde’‘As Meninas’ (que conquistou o prestigiado Prêmio Jabuti) e ‘Seminário dos Ratos’. Em 1982, foi eleita para a 28ª cadeira da Academia Paulista de Letras; três anos mais tarde, ocuparia a 16ª cadeira da Academia Brasileira de Letras; em 2016, se tornaria a primeira mulher brasileira a ser indicada ao Prêmio Nobel de Literatura, aos 92 anos.

Telles também agia como ativista política e, em suas obras, defendia a liberdade ampla e irrestrita, lutando contra a repressão no período da Ditadura Civil-Militar brasileira e comentando, diversas vezes, que a denúncia das formas de opressão e de cerceamento da da expressão deveria ser feita de forma indireta, a ser percebida nas entrelinhas e nas metáforas.

Nas redes sociais, os internautas lamentaram o falecimento de Lygia:

Netflix congela nova produção com Will Smith após tapa em Chris Rock no Oscar; Veja detalhes

Tudo mudou na carreira de Will Smith após ele ter dado um tapa no rosto de Chris Rock durante o Oscar. Além de ter se retirado da Academia, o artista pode perder o prêmio de Melhor Melhor e, para completar, ver uma de suas futuras produções na Netflix ser paralisada.

Segundo informações do site The Hollywood Reporter, a Netflix congelou a produção do filme ‘Fast and Loose‘, com um dos motivos sendo o tapa de Smith em Rock. O longa conta a história de um chefe do crime que perde a memória após um ataque, para então descobrir que vivia uma vida dupla como um milionário rei do crime e um agente da CIA falido. No entanto o filme vem tendo vários problemas durante o processo de produção, com a polêmica do Oscar tendo engavetado tudo de vez, pelo menos por agora.

Fast and Loose‘ perdeu, dias antes do Oscar, o seu diretor David Leitch (‘John Wick’), devido a sua migração para a série de filmes ‘Fall Guy‘, com Ryan Gosling. A Netflix ainda considerava continuar com o projeto, porém após a confusão de Will Smith com Chris Rock, o estúdio resolveu deixar a produção em stand-by.

Lembrando que ‘Fast and Loose‘ não é o único filme de Will Smith com futuro incerto, já que ‘Bad Boys 4‘ também deve ter sua produção interrompida momentaneamente devido a todo ocorrido.

Veja mais detalhes:

“Um boato que ouvimos esta semana é que ‘Bad Boys 4‘ já estava em desenvolvimento ativo, e Smith recebeu 40 páginas do roteiro antes do incidente do Oscar, segundo nossas fontes. Agora haverá uma… suspensão… no projeto enquanto os responsáveis decidem o que vai acontecer daqui para frente.”

Provavelmente, a sequência não será cancelada, mas deve permanecer suspensa até que a polêmica envolvendo Smith e Rock perca força.

Smith optou por pedir para sair da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em meio às consequências de ele dar um tapa em Chris Rock durante o Oscar de 2022.

O ator anunciou hoje, 1, que decidiu deixar de ser um membro da Academia pois havia “traído” sua confiança com uma conduta “chocante, dolorosa, e imperdoável.”

O anúncio repentino veio dias depois da Academia condenar as ações de Smith e abrir um inquérito sobre o incidente.

“Respondi diretamente ao aviso de audiência disciplinar da Academia e aceitarei plenamente todas e quaisquer consequências por minha conduta. Eu privei outros indicados e vencedores de sua oportunidade de celebrar e ser celebrado por seu trabalho extraordinário. Estou de coração partido. Aceitaria quaisquer outras consequências que o conselho considerar apropriadas”, disse ele em comunicado.

A academia disse que aceitou sua demissão.

“Recebemos e aceitamos a renúncia imediata do Sr. Will Smith da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas”, disse David Rubin, seu presidente, em comunicado.

O ator ainda pode perder seu Oscar pelo ocorrido:

“Continuaremos a avançar com nossos processos disciplinares contra o Sr. Smith por violações dos Padrões de Conduta da Academia, antes de nossa próxima reunião do conselho agendada em 18 de abril.”, concluiu.

‘The Home Edit’: 2ª temporada do reality estreia na Netflix!

A 2ª temporada de The Home Edit – A Arte de Organizar’reality produzido pela vencedora do Oscar Reese Witherspoon, estreou na Netflix.

Os novos episódios foram lançados no último dia 01 de abril na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Clea ShearerJoanna Teplin são as apresentadoras.

Celebridade ou não, todo mundo tem um espaço que precisa ser organizado! Clea e Joana, as gurus da equipe The Home Edit, vão colocar seu sistema de organização em ação para ajudar pessoas comuns e estrelas como Reese Witherspoon a botar a casa em ordem!

‘Julia’: HBO Max disponibiliza 1º episódio da minissérie GRATUITAMENTE no YouTube!

Julia, série biográfica que gira em torno da icônica chef de cozinha Julia Child, já está disponível na HBO Max e, para dar um gostinho da produção aos internautas, a plataforma de streaming divulgou o primeiro episódio gratuitamente no YouTube.

Confira:

A narrativa oferece um vislumbre por trás dos bastidores do show apresentado por Julia, The French Chef, que revolucionou o conceito da cozinha moderna nos Estados Unidos. De acordo com a HBO Max, a produção “explora um momento decisivo na história estadunidense – a emergência da televisão pública como uma nova instituição social, o feminismo e os movimentos feministas, a natureza da celebridade e a evolução cultural americana”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Daniel Goldfarb entra como criador da série, enquanto Christopher Keyser é o showrunner.

Sarah Lancashire interpreta Julia. O restante do elenco conta com David Hyde Pierce como Paul Child, marido da personagem titular; Bebe Neuwirth como o editor culinário Avis DeVoto; Fiona Glascott como Judith Jones, a editora que descobriu JuliaBrittany Bradford como a produtora televisiva Alice; e Fran Kranz como o produtor Russ Morash.

Isabella Rossellini, Judith Light, Robert Joy, Erin Neufer, Jefferson Mays, James Cromwell e Adriane Lenox farão participações especiais.

Pabllo Vittar e Rina Sawayama no videoclipe oficial de “Follow Me”; Confira!

Depois de lançarem o áudio da canção, Pabllo VittarRina Sawayama divulgaram o videoclipe oficial da colaboração “Follow Me”.

Uma prévia da canção havia sido performada no último dia 25, durante a apresentação da cantora no Lollapalooza 2022.

A faixa deve funcionar como lead single de seu próximo álbum de estúdio.

Assista:

Vittar tornou-se mundialmente conhecida após o lançamento de seu álbum de estreia, Vai Passar Mal, que trouxe diversos sucessos comerciais e caiu no gosto popular da comunidade LGBTQ+. Em 2018, divulgou Não Para Não, que teve recepção sólida por parte da crítica e entrou para diversas listas de veículos de imprensa como um dos melhores álbuns nacionais do ano (incluindo a Rolling Stones Brasil).

Seu terceiro álbum, 111, também veio acompanhado de um compilado de remixes que contou com colaborações como Lorena SimpsonJalooPocah. Seu quarto álbum, Batidão Tropical, foi lançado no ano passado e contou com músicas como “Triste com T”“Ama Sofre Chora”.

Durante sua carreira, a artista levou para casa dois troféus APCA, um prêmio Multishow de Música Brasileira, um MTV Millenial Awards Brasil, um MTV Europe Music Awards, além de ter sido indicada a um Grammy Latino.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens performam ao som de Olivia Rodrigo; Confira!

Cuidado: spoilers à frente.

WoW divulgou um novo vídeo promocional do décimo terceiro episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, em que as piores queens da semana participam de um lip-sync ao som de “good 4 u”, de Olivia Rodrigo.

Em uma reviravolta inesperada, três competidoras batalharam entre si: JorgeousDeja SkyeDaya Betty. Daya saiu vitoriosa da apresentação, enquanto as outras foram mandadas embora do programa.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 08 de abril.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.