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Após o clássico, filme reboot dos ‘Power Rangers’ chega no Star+ e reforça catálogo da franquia

Power Rangers – O Filme‘ (2017) chegou ao serviço Star+ nesta sexta (25). A produção foi um reboot da série ‘Mighty Morphin Power Rangers‘, apresentando no cinema uma nova roupagem do quinteto formado por Jason, Kimberly, Tommy e mais. O longas está disponível em opções de áudio em inglês, português espanhol e com legendas em português e espanhol.

O novo filme contou com um bom elenco formado por Dacre Montgomery (‘Stranger Things’) como Jason, Naomi Scott (‘Aladdin’) como Kimberly, Bryan Cranston (‘Breaking Bad’) como Zordon e Elizabeth Banks (‘Jogos Vorazes’) como Rita Repulsa. ‘Power Rangers‘ era o primeiro de uma pretendida série de cinco a sete filmes, mas teve baixa arrecadação de bilheteria e o projeto foi cancelado.

A fita conta a jornada de cinco adolescentes que devem buscar algo extraordinário quando eles tomam consciência que a sua pequena cidade Alameda dos Anjos está à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Mas para isso, eles devem superar seus problemas pessoais e juntarem sua forças como os Power Rangers, antes que seja tarde demais.

Esse foi o terceiro filme dos Power Rangers nas telonas. Os outros dois foram ‘Power Rangers: O Filme‘ (1995) e ‘TurboPower Rangers 2‘ (1997).

Taylor Hawkins, lendário baterista do Foo Fighters, morre aos 50 anos

Parece inacreditável, mas Taylor Hawkins, baterista da banda americana Foo Fighters, morreu hoje (26) aos 50 anos. A triste notícia foi dada pela banda nas redes sociais, porém a causa da morte não foi divulgada.

“A família Foo Fighters está devastada pela trágica e prematura perda de nosso amado Taylor Hawkins. Seu espírito musical e riso contagiante vão viver conosco para sempre. Nossos corações vão a sua mulher, filhos e família, e pedimos que sua privacidade seja tratada com o máximo de respeito nesse tempo de dificuldade inimaginável.”

[ATUALIZAÇÃO: 26/02 – 02:50]

A morte do baterista Taylor Hawkins, do Foo Fighters, segue repercutindo ao redor do mundo e novas informações vêm surgindo o tempo todo. Agora, surge uma das mais tristes relacionadas a essa tragédia já tão inacreditável.

Segundo uma emissora colombiana, o músico foi encontrado sem vida dentro de seu quarto de hotel por um dos membros da banda. A reportagem local informa que a banda estava pronta para sair do hotel em que estava hospedada por volta das 17h30 do horário local para tocar no festival Estéreo Picnic por volta das 19h30. No entanto, os músicos estranharam a ausência do baterista no horário marcado e um dos integrantes foi até o quarto de Taylor procurá-lo, tendo então visto a terrível cena.

Uma ambulância chegou a ser chamada para tentar resgatar Hawkins, mas não foi possível salvá-lo. O repórter da emissora deu a entender que ele já teria sido encontrado sem vida, mas a polícia e a perícia colombianas estão chegando ao local por agora para analisar melhor o caso.

Assim que novas informações forem divulgadas, atualizaremos mais informações nesse post em especial.

Cleo Pires e Fiuk falam sobre ‘Me Tira da Mira’, o BBB, haters e o remake de ‘Mulheres de Areia’ [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao Renato Marafon, Cleo Pires e Fiuk falaram sobre a comédia policial ‘Me Tira da Mira‘, como foi trabalhar em família, como lidam com os haters e… se a Cleo toparia substituir a mãe em um remake de ‘Mulheres de Areia’.

O que você acha da idea?

Assista a entrevista:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Hsu Chien (‘Desapega!’) é responsável pela direção.

Policial dedicada, Roberta (Cleo) não vai parar enquanto não desvendar os mistérios por trás da morte da atriz Antuérpia Fox (Vera Fischer). Com a ajuda de sua terapeuta, Isabela (Bruna Ciocca), com quem forma uma dupla divertida e implacável, ela se infiltra na Clínica Bianchini de Realinhamento Energético em busca de respostas. Rodeada de funcionários suspeitos, como a recepcionista Amanda Jéssica (Viih Tube), e de clientes excêntricos, como a atriz “cancelada” Natasha Ferreiro (Júlia Rabello), ela vai descobrir que pode estar na mira de um esquema ainda maior.

O elenco ainda conta com Fábio Jr., Fiuk, Sergio Guize, Kaysar Dadour, Silvero Pereira, Cris Vianna, Gkay, Mel Maia e Rodrigo Fagundes.

‘A Sogra Que Te Pariu’: Comédia da Netflix com Rodrigo Sant’Anna ganha trailer HILÁRIO; Assista!

Netflix divulgou o trailer completo de ‘A Sogra Que Te Pariu‘, série de comédia estrelada por Rodrigo Sant’Anna (‘Os Suburbanos’).

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma no dia 13 de abril.

Alex Cabral (‘Pai em Dobro’) fica responsável pela direção dos episódios.

Isadir (Sant’Anna) é o tipo de sogra que ninguém quer em casa. O que era pra ser uma estadia rápida na casa do filho no início da pandemia, virou um pandemônio na rotina da família. Agora o filho que lute pra decidir: a mãe ou a mozão?

Rafael Zulu, Lidi Lisboa, Pedro Ottoni, Bárbara Sut, Solange Teixeira, Ney Lima e Daniela Fontan completam o elenco.

Relação Indecente | Thriller Erótico com Drew Barrymore “e DiCaprio” completa 30 anos

Quando participou de E.T. – O Extraterrestre em 1982, um dos filmes mais amados da história do cinema, a então pequena e engraçadinha Drew Barrymore entraria para os anais da sétima arte como uma das sensações mirins dos anos 80. Hoje, ela é um dos maiores exemplos de carreiras começadas na infância que deram certo. Uma estrela estabelecida em Hollywood, dona de inúmeros sucessos e inclusive dona de sua própria produtora de cinema (que retém os direitos de franquias como As Panteras, por exemplo), além de ter se adaptado muito bem aos novos tempos na TV – seja através de parcerias frutíferas com a Netflix ou por ter criado seu próprio talk-show -, definitivamente Drew Barrymore é o que podemos citar como “power house” da indústria.

Existe, porém, um período sombrio na vida pessoal de Drew Barrymore, que refletiu em alguns de seus trabalhos. A ausência de uma figura paterna, e a criação de Jaid Mako (sua mãe) não exatamente exemplar (para dizer no mínimo), levaram a menina de então 9 anos de idade a iniciar um processo autodestrutivo ao ter contato com álcool e dois anos depois ingressar nas drogas. Some a isso a depressão, entradas e saídas de clínicas de reabilitação e a tentativa de suicídio aos 14 anos, fatos que fizeram de Drew Barrymore uma das jovens estrelas mais problemáticas de Hollywood. Em 1995, a atriz posaria para a revista masculina Playboy. Essa história, ainda bem, terminou de forma positiva, com Barrymore se reinventando aos novos tempos e hoje criando de forma própria e digna suas duas filhas.

Drew Barrymore já foi uma das jovens atrizes mais problemáticas de Hollywood, mas conseguiu dar a volta por cima.

No meio deste turbilhão pelo qual passou, mais precisamente no início dos anos 1990, Drew Barrymore saía da infância e mudava a imagem da criança fofinha de E.T. para a de uma jovem Femme Fatale. Nesse período, muitos produtores decidiram capitalizar em cima da imagem de Bad Girl conquistada pela atriz e a colocaram para estrelar longas provocativos e eróticos. Talvez o pontapé inicial e ápice deste momento em sua carreira seja o filme Relação Indecente (Poison Ivy no original – algo como Hera Venenosa), lançado em 1992. O longa completa 30 anos de estreia em 2022, e apresenta uma Drew Barrymore que o público mais jovem, acostumado com a imagem que a estrela tem hoje – de “tiazona do pavê” -, nem imagina que ela teve um dia. Mas é justamente deste thriller erótico, baseado, em partes, em uma história real, que iremos falar aqui nesta matéria.

Relação Indecente marcou sua estreia em janeiro de 1992, no prestigiado Festival de Sundance, a casa do cinema independente norte-americano. Bancado e distribuído pela New Line Cinema, antes do estúdio se tornar subsidiário da Warner, o longa teve um orçamento pequeno, mostrando seus ares de filme indie, de US$3 milhões. É preciso lembrar que nesta época, Drew Barrymore saía da carreira mirim para mostrar que era uma bela jovem mulher madura, embora na época do lançamento a atriz tivesse apenas 17 anos de idade, sendo ainda menor. A estreia oficial em grande circuito do longa nos EUA ocorreria no dia 8 de maio, e no Brasil chegaria no dia 2 de julho do mesmo ano de 1992.

Considerada uma “garota má”, Drew Barrymore inicia uma trajetória de filmes como a “femme fatale”.

A história é simples e direta. Drew Barrymore interpreta uma jovem loira e fatal conhecida como Ivy – embora nunca fiquemos sabendo seu verdadeiro nome durante o filme. Ela faz amizade com Sylvie (papel de Sarah Gilbert) e as duas logo se tornam melhores amigas. Sylvie é uma adolescente introvertida e solitária, e Ivy é tudo que ela deseja ser. Vinda de família rica, Sylvie leva a andarilha nova melhor amiga para dentro de sua casa, onde a loira fatal começa a se meter nas vidas dos pais de Sylvie. Ela seduz o patriarca Darryl (Tom Skerrit) e começa a jogar para escanteio a reclusa, deprimida e enferma Georgie, a mãe, papel de Cheryl Ladd. Aqui é onde temos uma destas coincidências curiosas. Ladd foi a pantera Kris Munroe no seriado As Panteras, de 1977 a 1981. E como sabemos, anos mais tarde, em 2000, seria a vez de Barrymore estrelar a primeira versão para o cinema do programa.

Relação Indecente é um filme feminino em seu núcleo, mesmo que há 30 anos no passado produções deste tipo fossem ainda muito raras. Acontece que o longa foi escrito por uma mulher, e também dirigido por uma mulher. Melissa Goodard foi quem bolou a história e escreveu o roteiro. A ideia saiu de uma experiência pessoal da roteirista, quando ela recebeu em sua casa uma amiga, que passou a viver com sua família. Em pouco tempo, a tal amiga havia seduzido o padrasto de Goodard, fazendo a roteirista criar a personagem de Sarah Gilbert no longa para usar como sua persona nesta história.

Encontro de Panteras. Cheryl Ladd (à direita) vive a matriarca Georgie e foi uma pantera na série de 70. Barrymore levou As Panteras ao cinema anos mais tarde.

Ah sim, e caso você esteja se perguntando onde se encaixa Leonardo DiCaprio nesta história, o ator que é um ano mais velho que Barrymore e já tinha 18 anos, havia protagonizado seu primeiro filme para o cinema no ano anterior, com o “terrir” Criaturas 3 (1991). Aqui, no entanto, para o bem ou para o mal, DiCaprio é creditado apenas como “Rapaz”, não tem nenhuma fala sequer e vive um dos alunos na sala de aula das protagonistas – embora muitos afirmem que ele não aparece no longa, tendo sua cena sido cortada. DiCaprio, é claro, ganharia sua revelação logo no ano seguinte, em filmes como O Despertar de um Homem (com Robert De Niro) e Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador (com Johnny Depp). Em 1995, chamaria atenção com Diário de um Adolescente.

Voltando ao tópico feminino de Relação Indecente, o filme foi dirigido por Katt Shea, pupila de Roger Corman em filmes B de baixíssimo orçamento. A diretora acreditava que essa seria sua grande chance de adentrar o time principal de Hollywood. Não foi o caso. Filmado em 35 dias, a produção viveu para se tornar um fracasso financeiro nas bilheterias em sua estreia, ficando em vigésima posição no ranking dos filmes mais rentáveis daquele fim de semana nos EUA. Em tal fim de semana, quem dominava as bilheterias era outro suspense erótico, este se tornando extremamente popular, querido até hoje, e fazendo de sua protagonista, Sharon Stone, uma estrela renomada internacionalmente. É claro que me refiro à Instinto Selvagem, o grande campeão do ranking. O desempenho de Relação Indecente foi tão pobre junto ao público em seu lançamento, que ficou atrás até de Orquídea Selvagem 2, um fiasco pouco lembrado que não conta com nenhum dos atores do original – apenas com o mesmo diretor. Coincidentemente, no elenco desta sequência temos o mesmo Tom Skerrit.

No clima de “Lolita”, temos um homem mais velho (Tom Skerrit) seduzido por uma ninfeta vivida por Drew Barrymore.

Mas nem tudo estava perdido para Relação Indecente. O fracasso do filme fechou portas para a cineasta Katt Shea, ao invés de abri-las como ela esperava, mas foi graças ao auge das videolocadoras – que começou seu boom nos anos 1980 – que diversos filmes como Relação Indecente puderam ver uma segunda chance rumo ao sucesso e ao consciente coletivo dos espectadores. O longa ressurgiu em fita nas locadoras, onde fez tanto barulho que encorajou os produtores a lançarem mais duas continuações (direto em vídeo).

Fora isso, é dito que Relação Indecente inaugurou uma nova onda de thrillers eróticos protagonizados por ninfetas sedutoras, subgênero que os especialistas chamaram de “lethal Lolita” e “slutsploitation” – gerando outros longas no estilo protagonizados pela própria Barrymore (A História de Amy Fisher e Enigma Mortal), Alyssa Milano (A Sedução do Mal e Instinto Sedutor) e até mesmo Alicia Silverstone (Paixão sem Limite e Uma Babá Objeto do Desejo). E foi graças a esse ressurgimento em vídeo que Katt Shea pôde seguir com sua carreira no comando de produções como A Maldição de Carrie (1999) e mais recentemente Nancy Drew e a Escada Secreta (2019), com Sophia Lillis.

Sarah Gilbert e Drew Barrymore iniciavam nova fase de suas carreiras como adolescentes no suspense ‘Relação Indecente’.

Relação Indecente capitalizou em cima da figura de “garota selvagem” de Drew Barrymore – que na época ia a talk-shows como o de David Letterman e levantava sua blusa para o apresentador. Foi um marco importante para a transição e amadurecimento da “garotinha de E.T.” como sua peça-chave na forma como a atriz era percebida então. Em recente entrevista em seu novo programa, Barrymore recebeu Sarah Gilbert, hoje uma lésbica assumida. Gilbert revelou que seu primeiro beijo com uma mulher ocorreu nos bastidores de Relação Indecente, com a então selvagem Drew, e que considerava a jovem atriz a pessoa mais “legal” que já havia conhecido, relatando a forma como a estrela adolescente dançava no capô de carros. Esse trecho emocionante pôde ser encontrado online.

Tudo que nos ocorre é parte essencial de nossa construção evolutiva. E ao olharmos para trás, podemos notar que, há trinta anos, Relação Indecente, considerado trash por uns, e cult por outros, faz parte do sucesso que se tornou a carreira de Drew Barrymore.

 

Crítica | How I Met Your Father – Hilary Duff é Único Destaque em Reboot caricato e sem graça

Sucesso inquestionável entre os anos 2005 e 2014, ‘How I Met Your Mother’ foi uma sitcom que conquistou muitos fãs ao redor do mundo – ao ponto até de criar uma rixa com os fãs de outra famosa sitcom, ‘Friends’, considerada por muitos como a primeira a criar um enredo envolvendo amigos e situações amorosas. Uma das coisas que os fãs de HIMYM mais gostavam era o suspense contínuo que se prolongou por todas as temporadas – saber quem era a mãe do filho com quem Ted (Josh Radnor) conversava todo início de episódio –, revelado apenas no último episódio. Seguindo essa pegada, mas dizendo-se não ser um reboot do original, estreou na Star+ a série de comédiaHow I Met Your Father’.

Sophie (Hilary Duff) acredita no amor. Muito. Por isso já foi a dezenas de encontros com caras que conheceu em aplicativo de relacionamento, pois está certa de que uma hora irá encontrar o homem de seus sonhos. É assim que acaba entrando no uber de Jesse (Christopher Lowell), que trabalha como motorista nas horas vagas, apesar de ser professor primário. Para a surpresa de Sophie, Sid (Suraj Sharma) também está no carro, e eles vão dar uma carona para o rapaz enquanto Sophie se encaminha para seu primeiro encontro com Ian (Daniel Augustin), por quem está perdidamente apaixonada. Mas, uma troca de celulares fará com que a moça volte a encontrar com Jesse, e junto com sua roomate Valentina (Francia Raisa) e o novo namorado dela, o britânico Charlie (Tom Ainsley), eles vão formar um improvável grupo de amigos.

Dividido em dez episódios com cerca de trinta minutos de duração cada, ‘How I Met Your Father’ diz que não é um reboot do seu original, mas copia toda a estrutura da antecessora: o grupo de amigos ligados por desilusões amorosas e construído de maneira randômica na cidade de Nova York; o/a protagonista que acredita no amor e que faz par perfeito com alguém que está na frente dele/a, mas que se recusa a enxergar; o casal de amigos que são o único casal mesmo; até mesmo a estrutura do protagonista mais velho no futuro conversar com seu filho para contar a verdade sobre quem é seu pai/mãe. Esta parte, aliás, em ‘How I Met Your Father’ é bem ruinzinha, estrelada por uma engessada Kim Cattral (a Samantha, de ‘Sex and the City’) que acha que tem que seduzir o espectador, e esquece que está falando com o próprio filho ao telefone.

Tudo é extremamente caricato no roteiro criado por Isaac Aptaker! A inclusão de artistas de outras etnias num formato de série predominantemente branco (como HIMYM e ‘Friends’) seria algo positivo, não fosse o fato de esses personagens estarem na trama tão somente para se fazerem ou serem feitos de idiotas. Exemplos podem ser vistos no tal namorado britânico Charlie, um almofadinha que nunca andou de metrô na vida, parece uma criança grande animada com Nova York, mas que fica com nojinho de pegar no corrimão e usa abotoaduras para ir numa boate; ou Ellen (Tien Tran), uma vietnamita lésbica que não pode ver uma mulher que acha que tem que dar em cima, e é forçadamente a irmã adotiva de Jesse (para poder incluir um personagem asiático na trama); e mesmo a melhor amiga latino-americana Valentina, que, por ser dessa origem, é claro que seria a gostosa viciada em sexo; ou Sid, o melhor amigo indiano dono do bar que até mesmo seu próprio funcionário o sacaneia o tempo todo e ele nem percebe.

Em suma, só Hilary Duff salva no constrangedor ‘‘How I Met Your Father, e, pensando bem, nem ela está bem na trama, mas, considerando que todo o resto está bastante esquecível, fica fácil se destacar. Ao menos os fãs da versão original são contemplados no episódio 6, com a participação especial da querida Robin (Cobie Smulders) na nova série.

‘Men’: Novo terror da A24 será para MAIORES por “cenas perturbadoras e violentas”

O terror ‘Men‘ (Firestarter), novo filme do aclamado cineasta Alex Garland (Ex Machina), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPA simplesmente por “conteúdo violento e perturbador, nudez gráfica, imagens macabras e linguagem”.

Confira o trailer:

A A24 divulgou, até o momento, uma sinopse bastante vaga sobre o filme, sem revelar muito a respeito, como é habitual do estúdio: “Após uma tragédia pessoal, Harper (Jessie Buckley) decide ir sozinha para um retiro no meio de um belo campo inglês, na esperança de encontrar um lugar para se curar. Mas alguém ou algo da floresta ao redor parece estar perseguindo ela. O que começa como um pavor fervente se torna um pesadelo, habitado por suas memórias e medos mais sombrios”.

Com poucas informações reveladas, sabe-se que a produção gira em torno de uma jovem mulher que viaja sozinha para o interior da Inglaterra depois da morte de seu ex-marido.

A indicada ao Oscar Jessie Buckley (‘A Filha Perdida’, ‘Estou Pensando em Acabar com Tudo’) estrela o longa-metragem ao lado de Rory Kinnear (‘Penny Dreadful’, ‘Black Mirror’).

O filme é produzido DNA Films (‘Extermínio’) em parceria com a A24, a companhia por trás de ‘O Farol’, Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’ e ‘Hereditário’.

Além de dirigir, Garland também assina o roteiro.

10 ÓTIMOS FILMES que entraram no catálogo da Amazon Prime Video em 2022

Todo mês os afiados catálogos dos streamings disponíveis no Brasil começam a surpreender os cinéfilos de todos os lugares com ótimas adições aos seus gigantes catálogos. Com a Amazon Prime Video não é diferente, um dos streamings mais acessados no Brasil, conta com filmes e séries excelentes.

Para ajudar você leitor com algumas dicas desse grande oceano de filmes, separamos 10 ÓTIMOS FILMES que entraram no catálogo da Amazon Prime Video em 2022

 

My Son

Dirigido pelo cineasta francês Christian Carion, My Son nos mostra o desespero de pais separados que precisam lidar com o sequestro do filho, inclusive investigando seu possível paradeiro. Mas como essa história é contada que nos prende aos acontecimentos, nossos olhos acabam sendo um amargurado homem que se vê perdido no seu pensar para lidar com a situação ao mesmo tempo em que se julga como um pai ruim. O longa-metragem, disponível na Amazon prime Video, é cheio de assuntos camuflados que se tornam reflexões constantes.

 

No Ritmo do Coração

É possível remakes serem tão bons quanto os originais! Indicado a três Oscars em 2022, chegou à plataforma da Amazon Prime Video nesse primeiro semestre um emocionante filme que adapta toda a ternura e harmonia do seu original francês.  No Ritmo do Coração aborda temas importantes sobre família, inclusão social, desafios no trabalho, as escolhas da vida no choque entre sonhos e realidade. Dirigido pela cineasta Sian Heder, em seu segundo longa-metragem na carreira, o projeto promete emocionar com suas linhas mensagens nas entrelinhas. A britânica Emilia Jones brilha como a protagonista, assim como Troy Kotsur que interpreta seu pai.

 

The Tender Bar

As memórias e os ensinamentos que temos pelo nosso viver. Baseado no livro homônimo do escritor norte-americano, vencedor do Pulitzer, J. R. Moehringer, The Tender Bar aborda a questão da família em cima do subtópico ‘pai é quem cuida’. Ao longo dos reflexivos 106 minutos de projeção acompanhamos a saga de um jovem que busca na referência de seu tio razões para encontrar felicidade em um mundo repleto de conflitos e onde quase sempre as coisas não saem como planejado. A direção é assinada pelo ganhador do Oscar George Clooney e com destaques para as atuações de Ben Affleck e Tye Sheridan.

 

Creed: Nascido para Lutar

Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer. Após o ótimo Fruitvale Station: A Última Parada, o cineasta californiano Ryan Coogler embarca em um projeto que resgata um dos grandes mitos do cinema norte-americano. Creed é uma espécie de mais um filme sobre o eterno Rocky Balboa, mas dessa vez, o lendário personagem lutador prefere ser o coadjuvante de uma ótima e criativa história que fala sobre grandes batalhas da vida. O grande destaque da fita é sem dúvidas a atuação maravilhosa de Sylvester Stallone que mostra que é possível resgatar um personagem quando ele é extremamente poderoso em cena.

 

A Firma

Dirigido pelo grande cineasta Sydney Pollack com roteiro baseado na obra homônima do autor mundialmente conhecido John Grisham, A Firma foi lançado nos cinemas no início da década de 90 e mostra um jovem advogado que começa a perceber que o escritório que o contratou anda muitas vezes do outro lado da lei. Filme protagonizado pelo Tom Cruise.

 

Creed 2

Uma vez Rocky, sempre emoção. Tentando dar seguimento a uma espécie de reboot à clássica história do saudoso e inesquecível garanhão italiano, personagem emblemático de Sylvester Stallone nas telonas, Creed 2 ainda com fios de laços com a história de Rocky, foca na família e nas escolhas do passado para entendermos melhor o protagonista, filho do eterno Apollo Creed. Reunindo um competente elenco, um ou outro vacilo no andamento do roteiro mas tentando manter a força dramática dos outros filmes do qual é oriundo, o cineasta Steven Caple Jr, que assina a direção (esse é apenas o segundo longa dirigido por ele) faz o básico e busca manter a força dos personagens mas sem o carisma de outrora.

 

Um Lugar Silencioso

O silêncio mais apavorante dos últimos tempos quando pensamos em cinema. Depois do sonolento Família Hollar, sua primeira aventura na direção de um longa-metragem, o ator e cineasta norte-americano John Krasinski, famoso por papéis na famosa série The Office e creditado em mais de quarenta filmes ao longo da carreira, volta para trás das câmeras dessa vez para um projeto ambicioso onde trabalha elementos de ritmo e interação poucas vezes vistos em filmes de suspense/terror. Um Lugar Silencioso possui uma força gigante em seu roteiro, com uma adequada direção de Krasinski, além de vários pontos de clímax, culminando em um desfecho para lá de épico.

 

Missão Impossível: Efeito Fallout

Um filme de ação, relembrando bons anos do cinema hollywoodiano de anos atrás. Muito se fala do astro, Tom Cruise, principalmente no segmento pessoal. Mas uma coisa não há como negar, um dos atores mais conhecidos do mundo sabe como ninguém entrar em projetos grandiosos e muitas vezes com saldo bem positivo.  Em mais uma aventura do agente secreto Ethan Hunt, um dos papéis mais emblemáticos de Cruise no cinema, Missão Impossível: Efeito Fallout nem de longe é o fechamento de um ciclo mas com certeza atinge ao seu ápice com um roteiro afiado, cenas de ação de tirar o fôlego e um ritmo eletrizante.

 

O Show de Truman

Uma pequena obra-prima protagonizada por Jim Carrey e dirigida brilhantemente pelo excelente Peter Weir, que é usada em muitas salas de aulas, principalmente em Universidades, para debater-se entre outras coisas o poder da mídia sobre as pessoas. Na trama, conhecemos Truman, um homem feliz mas que começa a desconfiar de tudo e todos ao seu redor.

 

De Volta para o Futuro

Em meados da década de 80 chegaria um filme nos cinemas que mudaria para sempre o universo do cinema. De Volta para o Futuro conta a saga de Martin Mcfly e o Doutor Emmett Brown que viajam pelo tempo à bordo de um carro todo especial. Dirigido pelo grande Robert Zemeckis.

 

Crítica | Alemão 2 – As feridas em aberto de uma sociedade quebrada

No meio da guerra urbana, quem é que tá seguro? Primeiro lançamento nos cinemas da Manequim Filmes, novo selo da Vitrine Filmes para longas comerciais, Alemão 2 nos leva de volta ao famoso complexo localizado no Rio de Janeiro. Assim, acompanhamos os dramas e escolhas de personagens que tem as vidas entrelaçadas por uma operação policial não bem sucedida. Ambientada tempo depois (cerca de 9 anos), da operação que buscava retirar a presença de bandidos do Complexo do Alemão, voltamos a uma complexa problemática urbana ligada à bandidagem e a corrupção, bem longe do discurso de ter uma política social digna que respeite em primeiro lugar o cidadão. O filme é dirigido pelo cineasta José Eduardo Belmonte.

Na trama, voltamos a encontrar policiais em uma operação que acontece no Complexo do Alemão, dessa vez o objetivo é prender um chefe do crime local, Soldado (Digão Ribeiro) que conseguira escapar anos atrás em uma operação liderada por Machado (Vladimir Brichta). Agora, ao lado de outros dois policiais, a novata Freitas (Leandra Leal) e o inconsequente Ciro (Gabriel Leone), Machado precisará lidar com muitos imprevistos em uma estratégia que vai por água abaixo com a chegada de uma quadrilha rival. Mas será que existe mais alguma força por trás de tudo o que acontece? Quem são os verdadeiros chefes que comandam os peões?

O roteiro consegue preencher no campo da reflexão dentro dos paralelos com a realidade, desde as burocracias ligadas à política de uma corporação que deveria ter como princípio máximo defender a população, da corrupção na corporação, até o lado emocional e psicológico de policiais à beira de um colapso estressante colocando suas vidas em risco a cada movimento, também deixa margens para o pensar sobre as operações policiais dentro das favelas e as entrelinhas pouco noticiadas das derrotas das pacificações (principalmente na questão das UPPs – Unidade de Polícia Pacificadora) em pontos com passado e presente violentos e com a clareza de uma ideia totalmente sucateada.

Os personagens são bem definidos. Por serem muito diferentes por si só deixa inúmeras portas abertas sobre o que vai acontecer quando os obstáculos chegarem. As inconsequências viram consequências dentre os vários objetivos que cada um segue. Cada vez mais iminente o confronto, conflituosos modos de agir deixam todas as resoluções entre tiros e violência, ultrapassando linhas bem definidas sobre a questão dos direitos humanos.

Produzido pela RT Features, o filme, que estreou no Festival do Rio de 2021, cumpre seu papel de mostrar o que acontece do lado de fora das janelas de uma cidade que não encontra a paz. O cinema tem esse poder de trazer pra tela feridas em aberto de uma sociedade quebrada, de um país cheio de corrupção onde vidas inocentes são perdidas a todo instante.

‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Showrunner revela o que teria acontecido na 2ª temporada

Em entrevista ao Bloody Disgusting, a showrunner Sara Goodman revelou o que teria acontecido na 2ª temporada da série ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, caso não tivesse sido cancelada pela Amazon Prime.

“Haveria uma situação meio ‘Garota Exemplar’ entre a Margot e a Alison, porque… você conseguiria viver com seu assassino? Como seria essa relação? Elas precisam ficar juntas, a menos que uma delas morra. Estávamos planejando uma situação em que a Margot faria algo parecido com [a protagonista de] ‘Garota Exemplar’, armando para parecer que a Alison a matou. Mas, eventualmente, descobriríamos que a Margot estava realmente morta, após muitas reviravoltas. [A personagem seria assassinada pela] Riley, que finalmente conseguiria sua vingança. Todos eles pagariam o preço, menos a Riley. E, convenhamos, todos eles mereciam.”

Sobre o retorno dos mortos da Riley, Goodman explica: “Nós explicaríamos mais sobre o culto e como eles a ressuscitaram. Eu debati por muito tempo se eu realmente queria introduzir um elemento abertamente sobrenatural à história ou se deixaria ambíguo.”

Confira a nossa crítica da 1ª temporada:

Crítica | Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado é uma série GENÉRICA que não lembra em NADA o filme…

Escrito e produzido por Sara Goodman,Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passadoé baseado no romance de Lois Duncan de 1973, que também foi a base do icônico filme de 1997.

Um ano após o acidente de carro fatal que assombrou a noite de formatura, um grupo de adolescentes se vêem unidos por um segredo obscuro e perseguidos por um assassino brutal. Enquanto tentam descobrir quem está atrás deles, eles revelam o lado obscuro de sua cidade aparentemente perfeita – e de si mesmos. Todo mundo está escondendo algo, e descobrir o segredo errado pode ser mortal.

Vale lembrar que Madison Iseman (‘Jumanji: Próxima Fase’) viverá a protagonista. O elenco também conta com Brianne Tju (‘Light as a Feather’), Ezekiel Goodman, Ashley Moore (‘Popstar: Never Stop Never Stopping’), Sebastian Amoruso (‘Solve’), Fiona Rene (‘Stumptown’), Cassie Beck (‘Conectando’), Brooke Bloom (‘Homecoming’) e Bill Heck (‘I’m Your Woman’).

O filme original faturou US$ 125 milhões pelo mundo e ganhou uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em vídeo em 2006.

Crítica | Me Tira da Mira – Comédia coloca Cleo, Fiuk e Fábio Jr. em missão contra criminosos

A criatividade dentro da fórmula sempre complicada que é fazer rir. Depois de grandes trabalhos como assistente de direção e logo após outros tantos como diretor principal, o cineasta Hsu Chien volta aos cinemas nesse início de 2022 para apresentar um pot-pourri cinematográfico, uma trama que envolve suspense, ação, aventura, comédia e uma pitada de drama. Me Tira da Mira é um daqueles filmes que se tornam um grande RPG os olhos do público onde escolhemos o personagem que queremos seguir e acompanhamos na visão desse os conflitos, os mistérios, a ação, dentro de uma narrativa sem complexidade, simples, com referências ao mundo cinéfilo.

Na trama, conhecemos a policial civil Roberta (Cleo), uma mulher corajosa que está insatisfeita com seu chefe, tem conflitos com o pai, Jorge (Fábio Jr.), que é delegado da polícia Federal e tem um relacionamento pouco resolvido com o policial Rodrigo (Sergio Guizé). Ela acaba se envolvendo na investigação sobre a morte da atriz Antuérpia Fox (Vera Fischer), o que a faz conhecer uma suspeita clínica de realinhamento energético. Caminhando por muitos mistérios, vários personagens vão cruzar seu caminho, como a psicóloga cheia de problemas emocionais Isabela (Bruna Ciocca), entre outros.

Me Tira da Mira é um filme corajoso. Usa da comédia para explorar dramas existenciais, seja de sua protagonista e a relação até certo ponto conflituosa com o pai e o ex-namorado, até mesmo da psicóloga que persegue o crush, ou mesmo da atriz que envolve suas emoções aos abalos de confiança. Essa mistura de drama, comédia, suspense, ação, às vezes pode tornar tudo um pouco confuso mas de alguma forma há conexões, como se o espectador precisasse escolher um personagem e seguir pela sua ótica, o RPG mencionado lá no primeiro parágrafo. Você ri, se surpreende, tudo isso dentro de uma espécie de universo de narrativas colaborativas.

O roteiro, assinado por cinco pessoas, se joga na possibilidade de aproximar suas cenas, seus personagens, de frases ou paralelos com o lado de cá da telona. Um exemplo são algumas falas de Fabio Jr. que brinca com nomes de letras famosas de sua carreira. O projeto conta também com algumas referências ao universo cinéfilo, uma delas a personagem de Gkay, um paralelo com a inesquecível personagem da animação Os Incríveis, Edna Moda.

Hsu Chien, o maior dos cineastas cinéfilos aqui no Brasil, e seu fantástico esforço de buscar aproximar o público de personagens que tem pontas no cotidiano tornam Me Tira da Mira um filme cheio de possibilidades de interação, leve e louco sem pressa de acabar.

‘Você’: Atriz de ‘Ghosts’ entra para o elenco da 4ª temporada

De acordo com o Deadline, Charlotte Ritchie (‘Ghosts’) entrou para o elenco da 4ª temporada da popular série ‘Você‘ (YOU).

A atriz interpretará Kate, diretora de uma galeria de arte que suspeita do Joe.

Vale lembrar que as filmagens da 4ª temporada já começaram. Confira o anúncio:

Ainda sem previsão de lançamento, no novo ciclo deve estrear no final de 2022.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

Penn Badgley (‘Gossip Girl’) estrela a produção.

‘Tom Swift’: Série derivada de ‘Nancy Drew’ ganha data de estreia

A CW finalmente anunciou quando ‘Tom Swift‘, série derivada de ‘Nancy Drew‘, será lançada.

De acordo com o TVLine, a produção irá estrear no dia 31 de maio.

Tian Richards reprisará seu papel como o personagem titular.

A produção seguirá Tom enquanto ele é lançado em um mundo de conspiração de ficção científica e fenômenos inexplicáveis, ​​após o chocante desaparecimento de seu pai. Ele parte em uma viagem a fim de desvendar a verdade, deixando para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro.

O elenco ainda contará com Ashleigh Murray, Marquise Vilsón, April Parker Jones, Albert Mwangi e LeVar Burton.

A série foi criada por Melinda Hsu Taylor, Noga Landau e Cameron Johnson.

Além disso, todos os três servirão como produtores executivos ao lado de Josh Schwartz, Stephanie Savage e Lis Rowinski.

‘Teen Wolf’: Tyler Hoechlin está em negociações para participar do filme

De acordo com o Deadline, Tyler Hoechlin (‘Superman & Lois’) está em negociações finais para reprisar o seu papel como Derek Hale no filme ‘Teen Wolf‘, baseado na série homônima.

Além disso, Ian Bohen e Khylin Rhambo tiveram seus retornos CONFIRMADOS como Peter Hale e Mason Hewitt, respectivamente.

Vale lembrar que as filmagens do longa já começaram!

O filme trará o retorno de: Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall e Dylan Sprayberry como Liam Dunbar.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar para o filme.Além dele, Arden Cho e Tyler Hoechlin também não retornam.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

 

‘Wyrmwood’: Terror pós-apocalíptico ganha novo trailer SANGRENTO; Assista!

O terror pós-apocalíptico ‘Wyrmwood: Apocalypse‘ ganhou um novo trailer sangrento.

Confira:

Dirigido por Kiah Roache-Turner, o longa é uma sequência de ‘Wyrmwood: Road of the Dead‘, lançado em 2014.

A trama se passa no deserto australiano infestado de zumbis, onde o soldado Rhys (Luke Mckenzie) tem dedicado sua vida para rastrear e capturar sobreviventes para o Cirurgião General na esperança de encontrar uma cura. No entanto, as coisas mudam quando Rhys se une a um grupo de sobreviventes para salvar uma jovem da morte causada pelos experimentos militares.

O elenco conta com Shantae Barnes-Cowan, Nicholas Boshier, Bianca BradeyJay Gallagher.

O terror será lançado em VOD no dia 14 de abril.

‘Ambulância’: Muita ação, tiroteio e explosão no trailer do novo filme do Michael Bay; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer legendado de ‘Ambulância: Um Dia de Crime‘, filme de ação estrelado por Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de março.

Dirigido por Michael Bay (‘Transformers’), o longa é um remake do filme homônimo dinamarquês lançado em 2005.

O condecorado veterano Will Sharp, desesperado por dinheiro para cobrir as contas médicas de sua esposa, pede ajuda de uma pessoa que ele sabe que não deveria – seu irmão adotivo Danny. Um criminoso carismático, Danny oferece-lhe uma pontuação: o maior assalto a banco na história de Los Angeles: 32 milhões de dólares. Com a sobrevivência de sua esposa em jogo, Will não pode dizer não. Mas quando sua fuga dá espetacularmente errado, os irmãos desesperados sequestram uma ambulância com um policial ferido lutando por sua vida e a técnica de emergência médica Cam Thompson a bordo. Em uma perseguição em alta velocidade que nunca para, Will e Danny devem escapar, manter seus reféns vivos e, de alguma forma, tentar não se matar, ao mesmo tempo em que executam a fuga mais insana que Los Angeles já viu.

Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’), Eiza González (‘Em Ritmo de Fuga’) e Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman’) estrelam a produção.

‘Cavaleiro da Lua’ | Conheça a origem do personagem nos quadrinhos

Cotada para ser o novo sucesso do Marvel Studios, a série do Cavaleiro da Lua estreia no dia 30 de março e trará episódios semanais no Disney+ para explorar esse anti-herói complicado que, tal qual a própria lua, passou por fases e bastante inconstância nos quadrinhos, mas mesmo assim conseguiu fidelizar fãs de diferentes gerações.

Protagonizada por Oscar Isaac e também contando com Ethan Hawke no elenco, a produção deve expandir o universo místico do MCU, que até então foi pouquíssimo explorado, mostrando deuses e magias com uma perspectiva mais científica do que mágica/ religiosa. Mas agora, com sua origem ligada diretamente ao Egito, o Cavaleiro da Lua parece chegar para mudar de vez essa pegada meio ficção científica e assumir de vez a magia desse universo, podendo até mesmo a alavancar um novo núcleo que siga mais por esse caminho.

Criado em 1975 por Doug Moench e Don Perlin, o Cavaleiro da Lua é um daqueles casos clássicos da Cultura Pop em que o personagem surge como um vilão despretensioso, mas acaba caindo no gosto dos fãs e consegue conquistar seu espaço próprio. Sua primeira aparição aconteceu em Agosto de 1975, na revista número 32 de Werewolf by Night. Nessa história, Jack Russell, o Lobisomem está interferindo nos planos do Comitê, uma organização de ricaços e pessoas influentes, que decide contratar os serviços do mercenário conhecido como Cavaleiro da Lua para dar um fim na amaldiçoada criatura.

Eles se encontram e, como de costume nos quadrinhos da Marvel, começam um duelo de proporções épicas. Só que eles logo percebem que aquela pancadaria não resolveria a situação. Dessa forma, os rivais se entendem e descobrem que toda aquela situação foi armada pelos membros do Comitê. Agora com um alvo em comum, os anti-heróis lunares se unem e derrotam a organização. Ao menos por enquanto. O surgimento daquele cavaleiro vestido de branco chamou a atenção dos fãs, que pediram à editora para que fossem lançados mais materiais com ele. Assim, ele passou os anos seguintes fazendo pequenas pontas em outras HQs até que, em 1980, ele enfim ganhou sua revista solo e uma história de origem pra lá de criativa.

Logo em sua primeira edição, ficou definido que o Cavaleiro da Lua era Marc Spector, um ex-fuzileiro e ex-agente da CIA que trabalhava agora como mercenário para aproveitar o máximo de suas habilidades, que também contaram com um treinamento olímpico de boxe, em missões que o interessassem ou pagassem bem.

Como era praticamente perfeito no trabalho, ele era requisitado e acumulou uma grande riqueza ao longo dos anos, mas ele mal sabia que sua vida mudaria de vez ao aceitar ser capanga em uma missão no Sudão. Assim que o chefe de seu grupo, o inescrupuloso Raul Bushman, descobre que uma expedição arqueológica encontrou uma câmara mortuária lendária no Oásis de Selima, região a 90 km do Egito, ele decide estender a missão até o lugar na esperança de haver muito ouro para ser saqueado. Marc discorda, mas obedece. Chegando no sítio arqueológico, Bushman mata o chefe da expedição, que estava no local com sua filha. Irritado com o acontecido, Marc avisa a menina para fugir, o que desagrada seu chefe, que espanca o rapaz e o larga para morrer no deserto. Após vagar dia e noite debilitado, sangrando, sem comida e água, Marc Spector morre. No entanto, os auxiliares da expedição encontram seu corpo e o levam para a tumba onde a filha do falecido arqueólogo estava. Diante do corpo havia uma estátua do deus egípcio da lua, Quespisiquis, ou Khonshu, que vê no físico avantajado do rapaz uma oportunidade benéfica para ambos. Assim, o falecido é ressuscitado, ganha novas habilidades e passa a ser hospedeiro do lendário deus egípcio.

Com sua nova e melhorada vida, Marc retorna para Nova York, onde decide usar seus poderes para resolver pendências de Khonshu e combater o crime. Para conseguir encontrar seus inimigos, ele passa a assumir três personagens diferentes: o mercenário Marc Spector, o milionário bon-vivant Steve Grant e o taxista noturno Jake Lockley. O curioso é que inicialmente essas três personas distintas eram apenas disfarces que o personagem usava para conseguir informações e investigar ameaças sem ser identificado. No entanto, a partir de 1985, ficou acertado que ele não estava “interpretando” personagens, mas que ele legitimamente tinha aquelas três personalidades vivendo dentro de sua cabeça, já que ele sofria do Transtorno de Personalidade Dissociativa. Esse ponto foi tão curioso e bem aceito que virou a principal característica do personagem até os dias de hoje. Tanto que houve uma fase nas HQs na qual os roteiristas tentaram anular esse aspecto do anti-herói, mas a ideia foi tão mal recebida que logo voltaram atrás.

Como ele efetivamente não tem superpoderes, apesar de ter reflexos, força e agilidade a níveis de atletas olímpicos, o Cavaleiro da Lua aposta em aparelhos tecnológicos financiados pela fortuna que ele acumulou ao longo da vida. Então ele usa lanças, armas, bumerangues cortantes e mais uma série de armas brancas em forma de lua ou de peças egípcias, como a Ankh. Inicialmente, seu traje era feito de um material especial muito resistente, mas é bem provável que a série adapte uma versão sobrenatural da roupa.

Junto a isso, ele é um grande detetive e consegue inibir seus sensores neurológicos de dor. Essa frieza do personagem fez com que ele fosse comparado por muitos anos com o Batman. Isso não é mera coincidência, já que essa primeira fase solo do personagem é fortemente influenciada por Neal Adams, que se notabilizou justamente assumindo o Homem Morcego. Mas o tempo foi passando e o Cavaleiro da Lua jamais chegou perto do sucesso do Cruzado Encapuzado. Até porque os anos seguintes, principalmente ali pros anos 90, foram marcados por histórias bem fraquinhas do anti-herói, que ganhou uma sobrevida nos anos 2000.

Nos anos seguintes, o personagem passou a ser tratado com mais carinho e chegou a desenvolver novas personalidades, como uma versão de Marc Spector que se torna produtor de Hollywood, trabalhando em uma série sobre o Cavaleiro da Lua, já assumiu a personalidade do próprio Khonshu e o , uma versão mais “classuda”, que age como um detetive que tenta auxiliar a polícia americana em casos complicados. Essa versão, inclusive, já foi confirmada na série.

Cavaleiro da Lua estreia no Disney+ em 30 de março de 2022.

 

 

Artigo | Os 30 anos de ‘Aladdin’, a jornada mais mística dos estúdios Walt Disney

A partir de 1989, os estúdios Walt Disney entravam em sua Era de Ouro após expandirem seu panteão algumas décadas atrás com clássicos animados que até hoje são vistos e revistos pelas mais diversas gerações. Apesar de ter encontrado um espaço com incrível potencial ainda em 1937 com Branca de Neve e os Sete Anões’ e logo depois em 1951 com A Bela Adormecida’, foi com A Pequena Sereia’ que a companhia promoveu mais uma incrível e emocionante revolução na arte de contar histórias e de adaptar icônicos contos de fada para o cinema, em uma perspectiva nova, pueril, e mais profunda do que lhes damos crédito. E em 1992, um ano depois de marcarem história com A Bela e a Fera’ (a primeira animação a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar), outra joia memorável ganhava o gosto popular: Aladdin.

Baseado livremente em um dos contos do compilado conhecido por As Mil e Uma Noites, a história nos leva em uma apaixonante aventura pelas escaldantes areias da Arábia, mais precisamente para o Reino de Agrabah. Em um irreverente prólogo contado por um mercador qualquer, somos apresentados a um paradisíaco a misterioso cenário, ao som da incrível Noite na Arábia, de Alan Menken, em um trabalho simplesmente irretocável. Logo depois, nosso personagem-título (Scott Weinger) ganha vida na forma de um jovem garoto pobre que mora nos arredores do palácio e é o terror dos guardas reais, sendo tachado de ladrão e verme mais de uma vez.

Porém, as coisas mudam drasticamente quando ele cruza seu caminho com a Princesa Jasmine (Linda Larkin), que se disfarçou de camponesa para fugir de seu encarcerado cotidiano dentro dos muros do castelo para entender como o mundo lá fora funciona. Afinal, seu pai, o Sultão (Douglas Seale), já prometeu sua mão em casamento mesmo contra a vontade dela – então, nada mais justo que Jasmine dar a si mesmo um último presente. Entretanto, diferente de outros clássicos adaptados, o primeiro encontro até carrega alguns resquícios do “amor à primeira vista”, mas de uma forma dinâmica e nunca antes vista. É nesse momento que os diretores Ron Clements e John Musker mostram suas incríveis habilidades com a câmera, deslizando por entre os cuidadosamente preparados cenários em uma irreverência bastante envolvente – ainda mais se levarmos em conta que Jasmine estava prestes a perder a mão e Aladdin vai a seu socorro com um sorriso amarelo e uma chance mínima de escapar.

De qualquer forma, a comédia não é a única a dar as caras no filme. Afinal, após descobrir que a jovem é na verdade a futura sultana de Agrabah, Aladdin eventualmente se enxerga como alguém muito abaixo do que ela realmente merece – afinal, ele nem ao mesmo tem uma casa na qual morar. Porém, se há algo que a Disney nos ensinou ao longo dos anos é que o amor verdadeiro não liga para dinheiro ou aparência, mas certos obstáculos no meio do caminho provam que isso é mais complicado do que parece. Aladdin é condenado por ter raptado a Princesa e é trancado nas masmorras até conhecer um decrépito velho também acorrentado que conta a ele sobre um artefato místico escondido nas ardentes dunas do deserto, dentro de um local conhecido como Caverna das Maravilhas.

Esses talvez sejam os minutos mais dramáticos, frenéticos e angustiantes do filme inteiro, nos quais o velho revela ser o egocêntrico e ambicioso Jafar (Jonathan Freeman), que na verdade planejava deixar o garoto preso lá dentro após colocar as mãos na Lâmpada Mágica, um objeto que o deixaria mais poderoso que qualquer ser na face da Terra. Porém, as coisas não saem muito bem como o planejado e ele deixa o objeto cair junto com Aladdin dentro da “eterna recompensa” de permanecer o resto dos dias enterrado nas profundezas da Arábia. E é justamente quando tudo parece perdido que somos introduzidos ao melhor companheiro e fiel ajudante de todos os tempos: o Gênio (Robin Williams).

Williams faz um impecável trabalho encarnando o atemporal personagem, uma criatura mística azul cujos poderes transcendem qualquer conhecimento mortal. Ele, além de protagonizar algumas das icônicas sequências do longa-metragem – como a animada e dançante Príncipe Ali” e o sinfônico jazz contemporâneo Nunca Teve Um Amigo Assim” -, faz atemporais referências que vão desde John Malkovich até Jack Nicholson, elevando seu personagem a um nível anacrônico, para além do cosmos criado por Clements e Musker. E é nessa genialidade de conciliar diálogos hilários, uma performance aplaudível e detalhes narrativos e técnicos de tirar o fôlego que adiciona ainda mais complexidade para a obra.

A carga melodramática e novelesca também aparece conforme os dois personagens principais passam a se conhecer melhor e a se apaixonar, apesar do primeiro encontro nada agradável. Aladdin e Jasmine emitem entre si uma química radiante e mais uma vez mágica, reafirmada pelo passeio no tapete voador que fazem por todo o Reino e através das estrelas. Essa atmosfera onírica logo se transforma em um pesadelo quando Jafar descobre quem o garoto é, rouba a lâmpada e dá início ao seu reinado de terror até o aguardado final feliz – mas não antes de uma batalha incrivelmente bem coreografada e recheada de efeitos especiais entre o bem e o mal, culminando um clichê bastante funcional e prático (algo já próprio dentro do panteão Disney).

Aladdin mais uma vez reafirma o poder das animações em adaptar contos seculares em narrativas persuasivas, divertidas e perscrutadas com músicas que definitivamente não vão sair de sua memória. Clements e Musker criam algo maravilhoso com este filme, seja no escopo visual, seja nas mensagens que deseja passar para o público.

Elton John – 75 Anos | 10 canções do lendário musicista que você precisa ouvir

Se você nunca ouviu falar de Elton John, provavelmente tem vivido debaixo de uma rocha esse tempo todo.

O cantor, compositor e pianista britânico não apenas um dos mais conhecidos do cenário musical, mas também um dos mais consagrados pela crítica e pelo público. Estendendo sua carreira por mais de seis décadas, John carrega consigo um legado inestimável que lhe rendeu inúmeras honrarias ao longo da vida – desde estatuetas do Oscar e do Grammy até condecorações reais.

Nascido e criado em Londres, o performer fez sua estreia no mundo fonográfico ainda em 1962. Sete anos mais tarde, lançaria seu álbum de estreia, ‘Empty Sky’, enquanto a clássica “Your Song”, que já foi regravada inúmeras vezes – inclusive pela madrinha de seus filhos, Lady Gaga – se tornou seu primeiro sucesso mundial. Ao longo da carreira, lançou 31 álbuns de estúdios, várias produções colaborativas e auxiliou na composição de trilhas sonoras que entrariam para a história.

Além disso, é considerado como um dos ícones LGBTQIA+ mais importantes de todos os tempos, ajudando a quebrar estereótipos de identidade de gênero e orientação sexual, bem como canalizando seus esforços para serviços filantrópicos de pesquisa sobre HIV/AIDS.

No dia de hoje, 25 de março, John completa 75 anos e, para celebrar seu aniversário, montamos uma breve lista com dez grandes músicas desse icônico e memorável artista que você precisa ouvir, incluindo algumas colaborações incríveis.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“YOUR SONG” (1970)

Álbum: Elton John

O primeiro grande sucesso de Elton John viria em seu segundo álbum homônimo. Alcançando o Top 10 das paradas dos Estados Unidos e do Reino Unido, a canção gira em torno de uma narrativa romântica e eximiamente bem escrita que conquistou o coração dos ouvintes. Em 1998, a música foi induzida no Hall da Fama do Grammy e, desde então, apareceu em dezenas de listas de melhores e mais importantes canções de todos os tempos.

“TINY DANCER” (1972)

Álbum: Madman Across the Water

“Tiny Dancer” é caracterizada por vários especialistas como uma das melhores produções da carreira de John. Lançada primeiramente em 1971 com o álbum ‘Madman Across the Water’, a track seria redivulgada como single um ano mais tarde, trazendo o melhor do soft-rock à tona em uma atmosférica viagem que capturasse o espírito da Califórnia, conforme apontou o frequente colaborador e liricista Bernie Taupin em diversas entrevistas.

“ROCKET MAN” (1972)

Álbum: Honky Château

A produção que garantiu a John seu eterno apelido não poderia ficar de fora da nossa lista. “Rocket Man” foi lançada oficialmente em 1972 e teve sucesso gigantesco ao redor do mundo, além de ter alcançado aclame similar a “Your Song”, entrando para a lista de 500 melhores músicas de todos os tempos da Rolling Stone. A faixa foi escrita ao lado de Taupin e gira em torno de um astronauta que deixa sua vida na Terra para ir à Marte, colocando na balança se deve mesmo fazer isso.

“MONA LISAS AND MAD HATTERS” (1972)

Álbum: Honky Château

“Mona Lisas and Mad Hatters” é uma das canções favoritas do próprio Elton John e, curiosamente, nunca foi lançada oficialmente como single. Fazendo parte do álbum ‘Honky Château’, a faixa é uma potente história movida pela melodia de um pungente piano, que fala sobre o crime, os golpistas e todos os personagens marcantes que Taupin, assinando a composição da faixa, encontrou em Nova York.

“GOODBYE YELLOW BRICK ROAD” (1973)

Álbum: Goodbye Yellow Brick Road

“Goodbye Yellow Brick Road”, que empresta seu nome ao título do sétimo álbum do artista, é uma das entradas mais importantes da discografia de John. A balada foi assinada ao lado de Taupin e conta a história de um toy boy que diz adeus ao seu sugar daddy viciado em drogas, voltando para suas raízes no interior do país. Fazendo referências a ‘O Mágico de Oz’, a faixa é considerada uma dos pontos altos de sua carreira.

“BENNIE AND THE JETS” (1973)

Álbum: Goodbye Yellow Brick Road

Facilmente uma das músicas mais conhecidas de John, “Benny and the Jets” fez parte do aclamadíssimo ‘Goodbye Yellow Brick Road’, assim como boa parte da seleção que fizemos para esta matéria. Devido à sua imensa popularidade, é cantada constantemente nos shows e turnês de John, além de aparecer na lista da Rolling Stone das 500 melhores músicas de todos os tempos. A história, pincelada com popsoft rock, apresenta um narrador que, na verdade, é um assíduo fã – funcionando como sátira à indústria da música dos anos 1970.

SATURDAY NIGHT’S ALRIGHT FOR FIGHTING (1973)

Álbum: Goodbye Yellow Brick Road

John é conhecido, essencialmente, por seu apreço gigantesco pelas baladas românticas e reflexivas – mas esse não é o caso de “Saturday Night’s Alright for Fighting”. A faixa, pertencente também a seu 7º álbum de estúdio, é ótima e inesperada entrada à carreira do performer, afastando-se do costumeiro soft-rock e erguendo-se como uma ode dançante em glam-rockrock’n’roll – que, assim como diversas outras iterações em sua discografia, foi regrava por inúmeros artistas com o passar dos anos.

“CANDLE IN THE WIND” (1974)

Álbum: Goodbye Yellow Brick Road

O trenódio “Candle in the Wind” foi lançado oficialmente em 1974, meses depois de ter sido escrita por John e Taupin – e serviu como uma homenagem ao ícone do show business Marilyn Monroe, que havia falecido 11 anos antes. Novamente condecorada com diversas honrarias, a canção mistura pop-rocksoft-rock em um singelo e vulnerável conto de fadas – que, anos depois de ter sido divulgada, se tornou o single mais bem-sucedido do Reino Unido de todos os tempos.

“DON’T GO BREAKING MY HEART” (1976)

Álbum: N.A.

Este que vos escreve ouviu a icônica “Don’t Go Breaking My Heart” pela primeira vez na rom-com fantástica ‘Uma Garota Encantada’, estrelada por Anne Hathaway – e foi por causa dessa música que me tornei fã de John. O dueto, performado entre John e Kiki Dee, é um pastiche do estilo Motown e já foi regravada inúmeras vezes por outras lendas da música, incluindo Marvin GayeTammi TerrellKim Weston, fazendo um sucesso gigantesco ao redor do mundo.

“(I’M GONNA) LOVE ME AGAIN” (2019)

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Álbum: Rocketman (OST)

Décadas depois de atingir um status de ícone do entretenimento, John permaneceria mais vivo do que nunca – e mais prolífico também. Em 2019, assinou a música original “(I’m Gonna) Love Me Again” para a própria cinebiografia, Rocketman. Cantada ao lado de Taron Egerton, que o interpretou no longa-metragem, a música foi elogiada pelos especialistas e levou para casa dezenas de prêmios, inclusive garantindo a John sua segunda e merecida estatueta do Oscar.

‘Guardiões da Galáxia’: James Gunn diz que Especial de Natal da Marvel é o seu MELHOR trabalho até hoje!

O diretor de ‘Guardiões da Galáxia‘ (2014), James Gunn, disse que filmar o Especial de Natal da franquia Marvel foi a “melhor coisa” que já fez na vida. O diretor a respeito da produção em entrevista dada à Radio Times.

“O Especial de Férias é a melhor coisa que eu já fiz na minha vida. É totalmente ridículo, e todos os dias não conseguimos acreditar que estamos mesmo fazendo isso. Nós estamos amando tudo completamente”, disse o diretor de ‘Pacificador‘ (2022).

De acordo com o cineasta, a produção vai surpreender muito o público, pois será algo que nunca foi visto na Marvel até agora: “É diferente de tudo que alguém já viu antes. Mal posso esperar para que as pessoas assistam. E será lançada muito em breve. Você sabe, está previsto para estrear neste Natal.”

O terceiro filme comandado por James Gunn ainda está em fase de produção, mas aparentemente será surpreendente para todos os fãs. O diretor disse em uma entrevista que o longa será diferente de tudo que já foi visto.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia no dia 23 de maio de 2023 nos cinemas.