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‘Watcher’: Terror estrelado por Maika Monroe ganha data de estreia

O terror ‘Watcher‘, estrelado por Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), ganhou data de estreia.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos pelo IFC Midnight no dia 3 de junho.

O primeiro trailer deve ser divulgado em breve. Fiquem ligados!

Confira as primeiras imagens oficiais:

Chloe Okuno, responsável por um dos segmentos do vindouro terror antológico ‘V/H/S/94‘, será responsável pela direção.

A trama segue um jovem casal, Julia (Monroe) e Francis (Glusman), enquanto eles se mudam para um novo apartamento em Bucareste, enquanto um pânico em toda a cidade está se formando sobre um possível serial killer à solta. Julia, que se encontra isolada nesse novo ambiente, torna-se cada vez mais atormentada pela certeza de que está sendo perseguida por um observador invisível no prédio adjacente.

Karl Glusman (‘Animais Noturnos’), Burn Gorman (‘Enola Holmes’) e Ciubuciu Bogdan Alexandru também estrelam a produção.

O roteiro, que figurou na Blood List, foi escrito por Zack Ford.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Boy Kills World’: Famke Janssen se junta ao elenco do terror produzido por Sam Raimi

De acordo com o Deadline, Famke Janssen (‘The Blacklist: Redemption’) entrou para o elenco de ‘Boy Kills World‘, terror distópico produzido por Sam Raimi (‘Arrasta-me Para o Inferno’).

Além dela, Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Brett Gelman (‘Stranger Things’), Quinn Copeland (‘Punky Brewster’) e os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’) também foram confirmados no projeto.

Bill Skarsgard (‘It: A Coisa’) irá estrelar a produção.

O ator interpretará um personagem mudo e surdo, com uma imaginação vibrante. Quando sua família é assassinada, ele foge para a floresta e é treinado por um xamã misterioso (Yayan Ruhian) para suprimir sua imaginação infantil e se tornar um instrumento da morte.

Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’), Andrew Koji (‘Snake Eyes’) e Isaiah Mustafa (It: Capítulo 2′) completam o elenco.

O alemão Moritz Mohr será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Arend Remmers e Tyler Burton Smith.

Roy Lee irá produzir o longa através da Vertigo Entertainment.

As filmagens irão começar em breve, na África do Sul.

‘Outlander’: Novas ameaças no trailer dos próximos episódios da 6ª temporada; Confira!

Starz divulgou o trailer dos próximos episódios da 6ª temporada de ‘Outlander‘.

Confira:

No Brasil, o novo ciclo chega ao catálogo do Star+ no dia 9 de março.

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 7ª temporada!

Crítica | Star Trek: Picard – 2ª Temporada tem início ELETRIZANTE para os fãs da série!

Ao contrário de muitas franquias nerds, os fãs de ‘Star Trek’ são bem mais comedidos, menos espalhafatosos, menos dramáticos, mas, nem por isso, menos passionais. Quando a primeira temporada de ‘Star Trek: Picard’ chegou na Prime Video, lá em 2020, ela veio como um sopro de animação para os fãs, pois a promessa era ter uma história centrada em um dos principais personagens da franquia: Jean-Luc Picard. Após uma primeira temporada introdutória, finalmente a segunda parte chegou aos assinantes da Prime Video, após dois longos anos de espera.

Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) volta a tentar desfrutar de sua aposentadoria tranquila no Chateau Picard, onde colhe uvas de seus vinhedos na maior paz. Mas agora Picard é Almirante e chanceler da Academia da Frota Estelar, e justamente por isso quer descansar. Entretanto, essa pausa será interrompida bruscamente quando membros de sua ex-tripulação descobrem uma anomalia espacial que não só ameaça a galáxia, mas também está mandando uma mensagem específica, requisitando a presença de Picard para se comunicar. Assim, Jean-Luc volta a se encontrar com Rios (Santiago Cabrera), Elnor (Evan Evagora), Raffi (Michelle Hurd), a Dra. Agnes Jurati (Alison Pill) e Sete de Nove (Jeri Ryan), e, juntos, terão que embarcar em uma nova aventura para impedir que a ameaça na galáxia se concretize, modificando a vida de todos os seres vivos.

Dividido em dez episódios com quase uma hora de duração cada, a segunda temporada de ‘Star Trek: Picard’ volta com o pé no acelerador, elevando a adrenalina lá pra cima já no primeiro episódio. Ao contrário do que ocorreu na primeira parte, dessa vez a ação toma conta do arco narrativo no primeiro terço dessa parte, sem fazer com que o espectador perca tempo com muita contextualização, e isso é um ponto muito positivo, especialmente para os fãs de longa data.

Por outro lado, novamente, a história de Michael Chabon e Kirsten Beyer se fecha no mundo interno dos fãs, de modo que quem não tem conhecimento de pormenores da trama ficará invariavelmente boiando em muitos pontos de ‘Star Trek: Picard’. Isso inclui algumas referências a personagens, situações e eventos ocorridos anteriormente que não são explicados ou contextualizados, restringindo a informação ao clubinho fechado de quem realmente acompanha todos os filmes e séries desse universo.

Uma das coisas mais legais dessa nova pegada de ‘Star Trek: Picard’ é não só a representatividade dos personagens (temos atores negros, latinos, asiáticos, indianos na trama), como também a relevância destes, pois fazem parte do núcleo principal de desenvolvimento da trama. Outro ponto importante é a qualidade técnica da produção, novamente trazendo sequências intergalácticas maravilhosas, totalmente críveis, com um som perfeito e cenas de batalha e de viagem no espaço bastante convincentes, além de um universo super tecnológico, altamente conectado e em linha.

O diferencial nessa segunda temporada da série de Douglas Aarniokoski é a preocupação em fazer uma ponte entre passado, presente e futuro, tanto da série quanto da franquia. Ao trazer um Picard mais reflexivo na primeira parte, a segunda temporada faz com que os personagens literalmente viajem no tempo para o passado, onde eles devem consertar um problema de modo a modificar o futuro, que é o tempo presente da narrativa. Ao mesmo tempo, ao reunir Picard e outros e novos personagens, a série também funciona como uma passagem de bastão que busca conectar o passado e o futuro da franquia, fazendo com que todos os personagens interajam para que os fãs vá se familiarizando com suas jornadas, de modo a garantir continuação para a franquia.

Mantendo o tom introspectivo e em diálogo com a atualidade do mundo (a ascensão da extrema direita e outras políticas totalitárias), a segunda temporada de ‘Star Trek: Picard’ volta com muito mais ação e aventura servindo os fãs, fazendo uso da arte em seu papel crítico da realidade. Até o momento, já voltou melhor do que a primeira temporada.

‘Gavião Arqueiro’: Arte conceitual mostra visual alternativo de Yelena Belova; Confira!

Depois de sua parição em ‘Viúva Negra‘, Yelena Belova (Florence Pugh) retornou ao MCU na série do ‘Gavião Arqueiro‘.

Contratada pela mãe de Kate Bishop (Hailee Steinfeld) para assassinar Clint Barton (Jeremy Renner), Belova acabou viu na missão a oportunidade de se vingar da morte de sua irmã Natasha (Scarlett Johansson), já que ela creditava que Clint era o culpado pelo assassinato dela.

Ao contrário do filme da Viúva, Belova fez sua estreia na série com um traje militar e até com visão noturna.

E uma das artes conceituais da série revela um visual alternativo que a espiã iria usar inicialmente.

A imagem mostra a personagem com um conjunto escuro, vestindo um macacão e uma capa preta.

Na legenda, o artista responsável pela arte escreveu:

“Aqui está um look não utilizado que fiz para Yelena em ‘Gavião Arqueiro‘. Eu estava combinando o inverno úmido de Nova York e o uniforme tático.

Confira:

Durante entrevista para o Entertainment Tonight, as diretoras Bert & Bertie elogiaram o trabalho de Pugh e ainda disseram que ela dispensou dublês.

“Tanto Jeremy [Renner] quanto Hailee [Steinfeld] não usam muito o trabalho dos dublês, é tudo real. Quando Florence chegou ao set, ela também se provou digna das cenas de ação. Houve um momento em que íamos trocá-la por uma dublê e ela ficou tipo: ‘Mas eu posso fazer isso’. E ela foi lá e fez! Foi incrível”, disse Bert.

Bertie acrescentou que:

“Testemunhar sua tomada de decisão e ser realmente corajosa com a personagem não só foi inspirador, mas também muito divertido. O que é ótimo em Florence é que ela é louca demais. Essa menina é mesmo durona.”

Lembrando que a temporada completa está disponível na Disney+.

Assista ao teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Confira também nossa entrevista com a produtora Trinh Tran:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

A Nova Onda do Imperador faz 22 ANOS! Conheça as Turbulências e Curiosidades da Animação…

Parece que foi ontem, mas a verdade é que a aclamada animação ‘A Nova Onda do Imperador’ completa 22 anos nesse ano de 2022! Loucura, né? Pois é, mas é verdade… O filme foi originalmente lançado como aposta da Disney nas férias de fim de ano no hemisfério norte, trazendo um calorzinho às salas de cinema. No Brasil, o longa estreou no dia 29 de dezembro de 2000, encerrando o primeiro ano do novo milênio. Porém, nem tudo foram flores na produção desse sucesso da Disney. Conheça aqui algumas curiosidades e as turbulências por trás da realização do longa.

1 – De um imperador para outro

No Brasil, o personagem principal, Kuzco – que é o imperador em ‘A Nova Onda do Imperador’ – foi dublado pelo ator Selton Mello. Se você não sabe quem ele é, Selton Mello é o ator que atualmente está fazendo o papel de Dom Pedro II na novela ‘Nos Tempos do Imperador’. Isso mesmo, Selton foi de Imperador Kuzco, em 2000, para Imperador Dom Pedro II em 2022. Haja imperialismo!

2 – Selton Mello e seus bichinhos animados

Como foi dito, Selton Mello dublou o Kuzco – que, além de imperador, também se transforma em uma llama falante. Mas, antes disso, o ator dublou um pato, em ‘Duck Tales’, e depois foi o urso Kenai em ‘Irmão Urso’; em seguida, foi o gato Lino na animação ‘Lino’. Pelo visto, a bicharada está solta no currículo do dublador – que também já emprestou a voz a um liquidificador, em ‘Reflexões de um Liquidificador’.

3 – 50ª produção da Disney

A Nova Onda do Imperador’ foi a 50ª produção animada lançada pelos estúdios Disney, marcando uma mudança no perfil da empresa – que só seria vista anos mais tarde. O longa estava em desenvolvimento desde 1994, e, após seis anos de produção, se tornou o primeiro lançamento da Disney no novo milênio, e justamente com uma história que jogava mais luz sobre as culturas latino-americanas, indicando, assim, os novos ventos sinalizados pela empresa do Mickey Mouse.

4 – Campanha de Marketing

Uma vez que a Disney, já naquela época, estava querendo conquistar o crescente público hispanohablante no território estadunidense, a empresa decidiu gastar cerca de 250 mil dólares em marketing para lançar nos EUA cópias de ‘A Nova Onda do Imperador’ dubladas em inglês (como é no original) e também em espanhol, e ambas as versões estrearam nas salas do circuito. Entretanto, para a surpresa deles, as salas que exibiam a animação falada em espanhol não tiveram tanta adesão, faturando bem menos do que eles esperavam. Assim, em menos de três semanas do lançamento essas cópias foram retiradas do circuito exibidor.

5 – Representação ou apropriação cultural?

A Nova Onda do Imperador’ buscava aproximar o crescente público hispanohablante em território estadunidense e também o público latino-americano, ferrenhos consumidores dos produtos Disney desde sempre – e que, nessa virada de milênio, começava a conseguir viajar mais para os parques temáticos e de fato vivenciar a experiência do mundo Disney. Porém, o lançamento do filme, embora aparentemente bem-intencionada, trazia a cultura inca traduzida de forma caricaturesca e risível, colocando o imperador como um adolescente de traços brancos mimado e neoliberal, que quer destruir o vilarejo para construir um parque temático. Além disso, o filme transformava a sabedoria xamânica em uma vilã desprezível que utiliza o conhecimento para o mal; por fim, o filme ainda dá tal casa de praia de Kuzco ao personagem, que, embora em teoria fosse inca, tinha uma cabeça bastante ocidental-capitalista. Apesar de ter se tornado um sucesso nos anos posteriores – especialmente aqui no Brasil, e muito por conta da dublagem primorosa –, quando colocamos o longa assim, em perspectiva, dá para ver que, na real, ele é bastante ofensivo à cultura incaica e às tradições peruanas, que simplesmente foram usadas e digeridas pelos estúdios Disney e reproduzidas de maneira cômica para entreter um público acostumado a pensar como o próprio Kuzco. Felizmente o mesmo não aconteceu com produções posteriores, como ‘Moana’ e ‘Encanto’.

6 – Kingdom of the Sun

A história de ‘A Nova Onda do Imperador’ nem sempre foi a que vimos em sua versão final. Tendo começado a ser produzida em 1994, os primeiros quatro anos foram dedicados à realização de um filme que se chamaria ‘Kingdom of the Sun’ (O Império do Sol), uma animação que teria tons mais épicos e aventuresco, trazendo Kuzco como um imperador egoísta que encontra um pastor igual a si mesmo e, diante desse achado, decidia trocar de lugar com o homem para ter mais liberdade em sua vida, seguindo o modelo do clássico ‘O Príncipe e o Mendigo’, do escritor Mark Twain. Entretanto, os executivos da Disney não teriam gostado do excesso cultural da produção, que trazia muito mais elementos da cultura inca em todos os seus detalhes, e, uma vez que ‘Pocahontas’ e ‘O Corcunda de Notre-Dame’ teriam tidos arrecadações abaixo do esperado, os executivos teriam decidido que a história estava séria demais, e pediram que a transformassem em algo mais cômico. Assim chegamos à versão pastelona de ‘A Nova Onda do Imperador’ que estreou nos cinemas. A versão anterior teve o projeto cancelado, após ter gastado cerca de 30 milhões em orçamento e ter 25% da história já animada. Anos depois o filme foi produzido sob o título ‘Kingdom of the Sun’, por Randy Fullmer, produtor original da história.

7 – Sting

O cantor Sting também estava cotado na versão original do filme, tendo escrito e produzido seis canções para a animação. Depois do cancelamento do projeto e da saída de Fullmer da produção, as canções de Sting também foram retiradas – o que enfureceu o cantor. No final das contas, as melodias do cantor britânico acabaram entrando na produção sobre a cultura inca… Bom, ao menos na versão brasileira as músicas foram cantadas pelo Ed Motta.

8 – O final terrível

O final alternativo na nova versão de ‘A Nova Onda do Imperador’, vejam só, fazia com que Kuzco, depois de ter atravessado sua jornada, construísse sua Kuzcotopia em uma outra colina perto de onde Pacha morava. A “moral” é que ele não destruiria a casa do amiguinho, mas, em vez disso, iria destruir uma floresta ao lado e convidaria Pacha e sua família para visitá-lo, bem ao estilo imperialista ocidental mesmo. Horrorizado com esse final, o cantor Sting escreveu uma carta aos executivos dizendo-lhes que se este fosse o final do longa, ele iria se demitir, pois iria contra tudo que ele defende na vida. “Vocês façam isso e eu me demito, porque isso é exatamente o oposto do que eu defendo. Passei 20 anos tentando defender os direitos dos povos indígenas e vocês estão simplesmente marchando por cima deles para construir um parque temático. Eu não serei parte disto” – dizia a carta. No final que chegou aos cinemas, Kuzco desiste da sua Kuzcotopia e constrói uma casa semelhante à de Pacha para passar suas férias.

Como podemos ver, os bastidores da produção de ‘A Nova Onda do Imperador’ foram bastante turbulentas, ainda que a versão brasileira tenha chegado impecável ao público nacional. A história completa e outras curiosidades podem ser vistas no documentário ‘The Sweatbox’ (2002).

‘Liga dos Superpets’: Batman e seu cachorro são destaque em novo trailer DUBLADO; Confira!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado da animação ‘Liga dos Superpets‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de maio.

Jared Stern e Sam Levine são responsáveis pela direção.

Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.

A produção conta com as vozes de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Kate McKinnon, John Krasinski, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne, Diego Luna e Jameela Jamil.

‘Batgirl’: Jacob Scipio fala pela 1ª vez sobre seu personagem na adaptação

Desde que Jacob Scipio (‘Bad Boys Para Sempre’) foi escalado para o filme da ‘Batgirl‘, nada foi revelado sobre o seu personagem.

Por conta disso, os  fãs estavam em dúvida se ele estaria no time dos heróis ou vilões.

Mas, durante uma entrevista para o PopSugar, o astro deu alguns detalhes sobre o papel, confirmando que ele estará em busca por justiça ao lado da heroína vivida por Leslie Grace.

“Obviamente, eu tenho que escolher minhas palavras com muito cuidado aqui porque minha língua está um pouco presa”, brincou ele. “Mas posso dizer que meu personagem está nos quadrinhos e ele quer fazer de Gotham um lugar melhor. E ele está acompanhando a Batgirl em uma situação… Vamos apenas dizer isso.”

Infelizmente, a declaração de Scipio não dá nenhuma pista sobre o personagem, então só nos resta aguardar pelas surpresas.

Recentemente, a página do Twitter @BatgirlFilm divulgou quatro novas imagens de bastidores do longa-metragem, revelando o visual completo do icônico Brendan Fraser como o antagonista Vagalume (Firefly).

Para quem não conhece, o vilão fez sua estreia nos quadrinhos em Detective Comics #184, em junho de 1952, e foi reimaginado décadas mais tarde como um piromaníaco sociopata com uma compulsão obsessiva por começar incêndios. Seu nome verdadeiro é Garfield Lynns.

Além disso, ele também é equipado com um traje que carrega um pesado arsenal de armas de fogo, incluindo lança-chamas, granadas, napalm e bombas de fumaça, bem como uma lâmina de plasma super-aquecido para combate próximo.

Confira:

Vale lembrar que Michael Keaton reprisa seu papel como Batman, enquanto J.K. Simmons retorna como o Comissário Gordon.

Rebecca Front, Corey JohnsonEthan Kai também foram escalados para papéis não revelados.

Bilall FallahAdil El Arbi (‘Bad Boys para Sempre’) entram como diretores. Christina Hodson assina o roteiro.

Ainda sem previsão de estreia, a adaptação ganhou sua primeira imagem conceitual durante a DC FanDome.

Confira:

Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.

“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”

Ela continuou, comparando-se com a personagem:

“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”

Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.

“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”

Assista à nossa LIVE | O que nós achamos de Batman?

Nossos queridos Renato Marafon, Wilker Medeiros e Raphael Camacho comentam sobre o novo filme do ‘Batman‘.

Assista:

Batman‘ estreou fazendo bonito nas bilheterias brasileiras, e teve a maior abertura de 2022.

O longa atraiu 1,5 milhão de pessoas e arrecadou R$ 32.1 milhões no fim de semana.

Se levar em consideração as pré-estreias, já acumula 2,2 milhões de público e R$ 45 milhões em bilheterias. As informações são do FilmeB e da Comscore.

Para comparação, a maior abertura da história e da era pandêmica é a de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, que levou mais de 5.2 milhões de pessoas ao cinema e arrecadou R$ 105 milhões – incluindo as pré-estreias pagas.

Nos EUA, ‘Batman‘ fez US$ 134 milhões. Mundialmente, foram US$ 248,5 milhões.

Assista a nossa crítica:

Além disso, o filme recebeu uma das melhores pontuações no CinemaScore, alcançando a nota ‘A-‘.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.

Confira a publicação:

“Estivemos nos cinemas hoje à noite para fazer uma pesquisa sobre ‘Batman’ e o filme recebeu a nota ‘A-‘. Parabéns a @wbpictures, #RobertPattinson e ao resto do elenco e equipe! #CinemaScore.”

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

SUCESSO! ‘Red: Crescer é uma Fera’ abre com 90% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Red: Crescer é uma Fera‘, a nova animação da Pixar, será transmitido exclusivamente no Disney+ a partir de 11 de março.

Porém, o filme já é considerado um sucesso de crítica e abriu com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 21 avaliações enviadas.

“‘Red: Crescer é uma Fera‘ parece uma evolução natural para o reino dos filmes da Pixar, e também algo absolutamente revolucionário. Eu nunca esperaria ver um filme de animação desse calibre tão focado na experiência de uma adolescente de abraçar a bagunça e ser fiel a si mesma – muito menos um que está envolto em um exterior tão brilhante. Com uma animação infinitamente impressionante, uma abordagem inspirada à nostalgia e um enredo inteligente de todas as maneiras certas, o filme está prestes a (merecidamente) ser a próxima obsessão animada do mundo.”, afirmou Jenna Anderson, do ComicBook.com.

Confira as reações dos críticos e siga o CinePOP no YouTube:

Red é nada menos que excepcional. Meu eu amante do *NSYNC estava dançando na trilha sonora. Eu gritei de alegria quando um personagem gritou “OBRIGADO CTHULHU”. Mas o que me surpreendeu foi como o filme discutia abertamente a puberdade, menstruação e as complexidades dos relacionamentos de mãe e filha.”

“Tô aqui sentado depois de assistir Red tentando colocar minha reação inicial em palavras, e tudo o que posso pensar é… acho que o filme vai ser uma sensação. Sinto que estamos numa calmaria antes da tempestade. A tempestade do panda vermelho.”

“Eu simplesmente AMEI Red! Uma história maravilhosa de amadurecimento sobre a complexidade de crescer, abraçar a si mesmo e aprender a deixar as crianças encontrarem o seu próprio caminho. A animação é uma fusão perfeita de influências orientais e ocidentais, e o diretor Domee Shi é o futuro.”

“Uau, Red é simplesmente maravilhoso! Tinha um sorriso enorme no meu rosto durante a maior parte da sessão (até ficar com aquelas lágrimas da Pixar). Um filme sobre como lidar com os fardos e pressões familiares e geracionais, que também é super engraçado e traz uma alegria total de assistir.”

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang. ‘RedCrescer é uma Fera‘ será lançado no dia 11 de março.

‘Gotham Knights’: Tyler DiChiara e Fallon Smythe são escalados para a nova série da CW

Segundo a Variety, a The CW escalou dois novos membros ao elenco de sua vindoura série Gotham Knights.

As informações indicam que Tyler DiChiara (‘The Virgin of Highland Park’) e Fallon Smythe (‘grown-ish’) foram contratados para estrelar a produção como os irmãos Cullen e Harper Row.

Harper, que será interpretada por Smythe, é também conhecida como Bluebird e descrita como “astuta, amarga e, muitas vezes, subestimada. Bluebird é bisexual e uma engenheira bastante habilidosa que pode consertar qualquer coisa – mas o que ela mais quer é consertar as vidas destroçadas dela e do irmão, Cullen, a única pessoa em quem confia”.

Cullen, por sua vez, será vivido por DiChiara e “é um adolescente transgênero que está cansado de ser educado e agradável. Inteligente e capaz de ler a natureza humana, Cullen está pronto para lutar as próprias batalhas”.

Lembrando que as gravações se iniciam em abril de 2022.

Confira o logotipo oficial, compartilhado pelo diretor Danny Cannon em seu Instagram:

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

A narrativa é baseada nos personagens criados por Bob KaneBill Finger e gira em torno do assassinato de Bruce Wayne. Logo depois do trágico evento, seu filho adotado rebelde forma uma aliança com os filhos dos inimigos de Batman, quando todos são acusados de terem matado o Cavaleiro das Trevas. Com Gotham mais perigosa do que nunca, o grupo de fugitivos poderia ser a próxima salvação da cidade.

A produção é parceria entre a Warner Bros. TV e a Berlanti Productions.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

Gotham Knights ainda não tem previsão de lançamento.

‘Upload’: Prime Video divulga resumão da 1ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

O Prime Video divulgou hoje (07) o resumão oficial da 1ª temporada da adorada série ‘Upload’, preparando o público para a estreia dos novos episódios.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 11 de março.

A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.

Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.

O elenco ainda conta com Andy Allo, Zainab Johnson, Kevin Bigley, Allegra Edwards, Owen Daniels e Andrea Rosen.

‘DMZ’: Série distópica de Ava DuVernay ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

HBO Max divulgou hoje (07) o trailer oficial da série DMZ, da aclamada produtora, diretora e roteirista Ava DuVernay.

A produção tem estreia marcada para o dia 17 de março.

Confira, junto às imagens, e siga o CinePOP no YouTube:

Rosario Dawson estrela como Alma Ortego. Benjamin Bratt também faz parte do elenco.

A história, baseada nos quadrinhos homônimos de Brian Wood, é ambientada num futuro não tão distante no qual uma guerra civil transformou a cidade de Manhattan em uma zona desmilitarizada que se isolou do resto do mundo. Nesse cenário, uma médica está desesperadamente procurando por seu filho enquanto lida com gangues, milícias e lordes do crime.

Robert Patino entra como produtor executivo e showrunner. Ele é conhecido por seu trabalho nas séries WestworldSons of Anarchy.

DuVernay comanda o projeto. Ela recentemente dirigiu a aclamada minissérie ‘Olhos que Condenam’ para a Netflix. Seus outros créditos incluem o drama indicado ao Oscar Selma, a adaptação cinematográfica de Uma Dobra no Tempo e o documentário 13th.

‘De Volta aos 15’: Elenco tenta adivinhar as falas da série em outros idiomas; Assista!

A comédia teen ‘De Volta aos 15‘, estrelada por Maisa, finalmente chegou ao catálogo da Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming se reuniu com o elenco e pediu para que os atores e as atrizes tentassem adivinhar as falas da produção em outros idiomas.

Confira o resultado abaixo:

Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava.

Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência.

Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.

Relembre o trailer:

A série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunista Bruna Vieira.

Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15 terá seis episódios na 1ª temporada.

Além de Maisa e Camila, o elenco também conta com Klara Castanho, João Guilherme, Caio Cabral, Pedro Vinícius, Gabriel Wiedemann, Antônio Carrara, Amanda Azevedo, Lucca Picon, Pedro Ottoni, Fernanda Bressan, Mariana Rios, Bruno Montaleone, Alice Marcone, Breno Ferreira, Yana Sardenberg, Gabriel Stauffer, Rafael Coimbra, Fabricio Licursi, Kiko Vianello, Felipe Camargo e Luciana Braga.

‘God of War’ deve ganhar série live-acion pela Amazon Prime Video; confira os detalhes!

A Deadline divulgou que ‘God of War‘ ganhará sua própria série de TV, com a Amazon Prime Video negociando os direitos de uma série live-action inspirada na saga mitológica de Kratos.

A adaptação será chefiada por Mark Fergus e Hawk Ostby, criadores e produtores executivos do seriado de ficção científica ‘The Expanse‘, junto de Rafe Judkins, produtor executivo e showrunner de ‘The Wheel of Time‘, um dos maiores sucesso do Prime Video em 2022.

Não foi dito se a suposta adaptação para TV será inspirada nos jogos originais da franquia, que utilizavam principalmente a mitologia grega, ou no jogo de 2018 e sua vindoura sequência, ‘God of War Ragnarok‘, que se baseiam principalmente na mitologia nórdica.

Nem a Sony ou o Amazon Studios se pronunciaram sobre a suposta adaptação do jogo.

Nos últimos tempos, esta seria apenas a última de várias adaptações inspiradas em propriedades intelectuais de PlayStation, após o recém-lançado filme de Uncharted, o seriado de ‘The Last of Us‘ para a HBO, e ‘Twisted Metal‘ para a rede de streaming Peacock.

‘Gotham Knights’: Nova série da The CW ganha logo oficial; Gravações começam em ABRIL!

E a CW revelou os primeiros atores que farão parte do piloto da sua nova série ‘Gotham Knights‘. A mais recente adaptação da DC no canal vai mostrar os Cavaleiros de Gotham lutando para defender a cidade de Gotham City após a morte do Batman.

Assim, os primeiros nomes do elenco da série são Fallon Smythe e Tyler DiChiara, que vão interpretar Harper Row e Cullen Row, o irmão de Harper.

A Harper Row é considerada inteligente, amarga e muitas vezes subestimada, a bissexual de cabelo azul é um engenheira talentosa que pode consertar qualquer coisa. Mas o que Harper quer acima de tudo é reparar as vidas quebradas dela e de seu irmão, Cullen, a única pessoa em quem ela confia.

Anos escondendo seu verdadeiro eu de um pai abusivo, o adolescente transgênero Cullen Row está cansado de ser educado e agradável. Inteligente e adepto da leitura da natureza humana, Cullen está pronto para lutar suas próprias batalhas.

Além de Bluebird e Cullen Row, ‘Gotham Knights‘ deverá contar com os personagens Dick Grayson/Asa Noturna, Stephanie Brown/Salteadora e Tiffany Fox/Batgirl.

 

Através do Instagram, o diretor Danny Cannon revelou o logotipo oficial da obra e aproveitou para anunciar que as gravações irão começar em abril de 2022.

Confira:

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

A narrativa é baseada nos personagens criados por Bob KaneBill Finger e gira em torno do assassinato de Bruce Wayne. Logo depois do trágico evento, seu filho adotado rebelde forma uma aliança com os filhos dos inimigos de Batman, quando todos são acusados de terem matado o Cavaleiro das Trevas. Com Gotham mais perigosa do que nunca, o grupo de fugitivos poderia ser a próxima salvação da cidade.

A produção é parceria entre a Warner Bros. TV e a Berlanti Productions.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

Gotham Knights ainda não tem previsão de lançamento.

‘The Batman’: Matt Reeves não descarta que Robin apareça nos próximos filmes

Em um único filme, com quase três horas de duração, o ‘Batman‘ de Matt Reeves se mostrou um trabalho incrível estabelecendo as bases para as aventuras do herói estrelado por Robert Pattinson.

Além de criar uma conexão da origem de Bruce Wayne e de mostrar como ele virou o Cavaleiro das Trevas, o diretor teve bastante tempo para destacar bem Gotham City e desenvolver os personagens de apoio. Quase todos os principais personagens sobreviveram até os créditos finais no intuito que pudessem retornar.

Provavelmente, os fãs devem ter pensado que o Robin não se encaixaria facilmente na estética corajosa e fundamentada desse novo ‘Batman‘, mas durante participação no podcast Happy Sad Confused, Reeves não descartou a possibilidade do parceiro do Batman, Robin, aparecer em histórias futuras.

“Pode ser que ele apareça. Digo que talvez. Não sei. Eu tenho um monte de idéias sobre o que eu quero fazer com essa história. Não tenho certeza de qual será o meu próximo passo. Para mim, qualquer que seja a história, será pegar esses personagens e colocá-los em algum tipo de risco emocional. Então, quando você fala sobre o Robin, pode haver uma história realmente interessante. Teria que haver um arco emocional com o personagem.”

Definitivamente, existem muitas opções nesse ponto de vista narrativo, mas os fãs provavelmente concordam que é hora de Robin retornar à tela grande. Não vemos Dick Grayson desde ‘Batman & Robin‘, de Joel Schumacher, (a menos que você conte a revelação de Joseph Gordon-Levitt no final de ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘), então vamos aguardar.

The Batman‘ já está em exibição nos cinemas!

Veja o trailer de ‘Agent Game’, thriller de espionagem estrelado por Mel Gibson e Dermot Mulroney

Um novo trailer de ‘Agent Game‘ acaba de sair, com Mel Gibson retornando ao espaço de filmes de ação para um thriller de espionagem que será lançado no próximo mês.

O filme gira em torno de Harris, vivido por Dermot Mulroney, um agente da CIA que é bode expiatório devido a um interrogatório que deu errado. Enquanto isso, o personagem Olsen de Gibson é o oficial sênior de inteligência que lidera a equipe encarregada de colocar Harris em uma missão que os subordinados de Olsen começam a questionar.

“Nossa missão é manter as guerras menores, os sacrifícios significativos”, diz Olsen no trailer.

Olsen e seu subordinado, Visser (Annie Ilonzeh), devem aumentar as apostas da missão antes que as consequências do interrogatório ameace fechar todo site. Cabe a Harris e algumas alianças recém-formadas revelar a verdade por trás dos negócios obscuros do governo e, com sorte, virar o jogo e sair vivo.

Agent Game‘ foi escrito por Tyler W. Konney e Mike Langer, e dirigido por Grant S. Johnson. O filme chega aos cinemas e plataformas digitais em 8 de abril de 2022.

‘Demolidor’: Charlie Cox explica porque herói funciona melhor no formato de série

Quando vimos pela primeira vez o ‘Demolidor‘ em live-action, fomos brindados com um blockbuster absolutamente medíocre estrelado por Ben Affleck e Jennifer Garner. O filme fez um número honesto no que se refere a bilheterias, depois de ganhar US $ 180 milhões com um orçamento de US $ 78 milhões, gerando até um spin-off, o terrível filme solo da ‘Elektra‘, estrelado pela própria Garner.

A adaptação de Mark Steven Johnson foi bem na época em que o boom dos quadrinhos ainda estava começando, com Hollywood lançando todas as marcas conhecidas o mais rápido possível, e o personagem parecia um fracasso até a Netflix e Charlie Cox aparecerem mais de uma década depois, com a genial série ‘Demolidor‘.

Não sabemos se o veremos nas telonas ou nos streamings em breve, mas numa entrevista, o ator explicou por que o Demolidor funcionou muito melhor como série de TV, em algo que durou três temporadas, do que propriamente em um filme de duas horas.

“Acho que todos esses personagens servem perfeitamente ao formato televisivo, porque são episódicos em seu formato original. A base de fãs aprendeu a consumi-los em um formato episódico nos quadrinhos. A coisa que eu sempre disse sobre a primeira temporada da nossa série foi que se você fez a versão do filme, você meio que tem que tê-lo no traje depois de 20 minutos, e você tem muita história para contar antes. E esse é um dos erros que eu acho que o filme cometeu, que foi tentar contar todas as histórias, eles tinham Foggy, Elektra, Rei do Crime, Mercenário, eles tinham todos esses personagens em apenas duas horas.

Tínhamos 13 horas antes mesmo de pensarmos no Mercenário. Seria muito legal fazer um filme do ‘Demolidor’ e transforma-lo em um momento único, mas acho que no que se refere a contar a história, é mais divertido ter mais tempo. A única ressalva é que seria super legal ver o ‘Demolidor’ numa tela grande, essa é a única coisa que perdemos. Mas mesmo agora a maioria dos filmes você os assiste sendo transmitindo de qualquer maneira.”

Os comentários é que todas as séries envolvendo o universo do ‘Defensores‘ sairá em breve da Netflix. Logo, dizem que a Marvel está planejando trabalhar com o personagem em breve, só não se sabe o formato.

O Massacre da Serra Elétrica | Entenda a COMPLICADA Cronologia da Franquia de Terror – Incluindo o novo filme da Netflix

O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface (2022) estreou hoje, dia 18 de fevereiro, com lançamento exclusivo na plataforma da Netflix. O novo capítulo tem o nome do prestigiado cineasta uruguaio Fede Alvarez envolvido, nas capacidades de roteirista e produtor. Apesar de ser o nono filme da famosa franquia de horror, a proposta de Alvarez e os produtores foi por um reboot – “apagando” da cronologia todos os filmes depois do originalzão lá de 1974. Ou seja, para todos os efeitos, O Retorno de Leatherface serve como segundo filme desta série. Bem, ao menos em uma de suas muitas linhas narrativas.

A palavra de ordem em Hollywood na atualidade parece ser “reiniciar”. A proposta foi a maneira encontrada por produtores e engravatados dos grandes estúdios darem continuidade a certas histórias que haviam se encerrado, sem a possibilidade de seguirem adiante. É o desafio do empresário homem de negócios versus o lado mais artístico do cinema. Diretores e roteiristas criam seu trabalho para terem um fim, e seguirem em frente para o próximo projeto. Mas o sucesso absoluto de tais obras faz com que os chefes de determinadas empresas exijam mais daquele produto que deu certo, deixando muitos cineastas num dilema. Produto ou Arte? Alguns optam por não continuar, por acharem que seu trabalho ali foi concluído. Outros possuem uma visão mais comercial da coisa, e resolvem embarcar e se desafiar a seguir construindo algo novo – a maioria caindo numa grande armadilha.

O resultado desta “artimanha” da continuidade são as franquias que muitas vezes não possuem muita ligação entre seus filmes. E uma das mais duradouras do gênero terror é um grande exemplo disso. Com o novo episódio da franquia O Massacre da Serra Elétrica estreando hoje na Netflix, muitos fãs – em especial os mais jovens – podem ficar confusos sobre a ordem de assistir a tais filmes e onde este novo capítulo se encaixa na cronologia. Portanto, assim como fizemos com a franquia Halloween (no texto que você confere no link abaixo), resolvemos colocar em pratos limpos todas as linhas narrativas que O Massacre da Serra Elétrica já teve, incluindo refilmagens, pré-sequências, continuações e reboots, para você entender melhor se está chegando nessa com o trem andando. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Leia também: Halloween | Entenda a COMPLICADA cronologia da famosa franquia de terror!

Primeira Linha Narrativa: Os Quatro Primeiros Filmes

Voltando para a raiz de tudo, a franquia começou lá atrás em 1974 – quando muitos de vocês sequer sonhavam em nascer – e nesta época O Massacre da Serra Elétrica nem esperava se tornar uma franquia. Era apenas um filme independente, de baixíssimo orçamento, que devido ao seu conteúdo extremamente perturbador e explícito (para a época), tratou de chocar plateias pelo mundo todo, sendo banido por muitos anos de diversos países. Dirigido por Tobe Hooper (que depois viria a dirigir o sucesso Poltergeist), a trama era levemente baseada nos feitos do psicopata da vida real Ed Gein – que também inspirou Alfred Hitchcock em Psicose (1960) -, um assassino em série que decorava sua casa com pele humana retirada de suas vítimas, e profanava cemitérios e cadáveres, os levando para casa, como o da sua própria mãe. Temos um pouco dessa narrativa macabra em ambos Psicose e O Massacre da Serra Elétrica.

Justamente por este leve contato com uma história real, o filme tornou-se ainda mais falado, já que os produtores espertinhos venderam o longa como “UM ACONTECIMENTO REAL”, estampado em todas as peças promocionais. O ar “amador” do longa acrescentava ainda mais em certo realismo – como se tudo fosse quase um documentário. O fato trouxe uma aura cult “proibida” para o longa, e era desta forma que este que vos fala, e meus amigos na infância, tratamos o longa quando o alugamos finalmente na locadora. Era A Bruxa de Blair da época, bem mais sangrento e gráfico. É preciso lembrar também, em especial no lançamento do longa, que não existia nada igual – muitos creditam O Massacre da Serra Elétrica como o primeiro slasher do cinema, e Leatherface como o primeiro grande vilão de tais filmes adolescentes. Halloween e Sexta-Feira 13 viriam depois.

Ao contrário de Psicose, que possuía classe, atores de verdade, e muita arte em sua confecção, O Massacre da Serra Elétrica foi abraçado somente nas rodinhas de aficionados pelo gênero terror. A controvérsia em torno do lançamento na época sem dúvida serviu para vender mais o filme, como a famosa psicologia reversa. Na trama, um grupo de adolescentes viaja até o Texas para visitar a propriedade da família de um deles. Assim como Easy Rider – Sem Destino (1969) é considerado um marco do fim da “inocência” da era hippie e sua contracultura, O Massacre da Serra Elétrica funciona exatamente no mesmo âmbito para o público do cinema de gênero, no caso o horror. Aqui também temos um grupo de hippies saídos de tal década propícia – que só pensam em paz e amor (mais em amor). Eles são confrontados e punidos com a terrível realidade, assim como Easy Rider, de uma turma de caipiras que não os aceita. Neste caso, uma família de canibais assassinos.

Por doze anos, O Massacre da Serra Elétrica esteve no imaginário cult como uma destas obras proibidas, muito pesadas para o grande público, e que poucos se gabavam de ter conseguido assistir. Isso iria mudar em 1986, quando a “picareta” Cannon Films se apossasse dos direitos e lançasse um novo filme. Em meados da década de 1980, tais filmes como O Massacre da Serra Elétrica “valiam ouro”, e já haviam ganhado um subgênero para chamar de seu – os filmes slasher, impulsionados após a estreia de Sexta-Feira 13 em 1980. Assim, todos os estúdios e produtores de Hollywood queriam sua própria franquia, e a Cannon – especializada em ação – comprou os direitos do Massacre e escalou o mesmo diretor Tobe Hooper para tirar o papel uma sequência para o clássico cult. O desfecho daquele filme deixava possibilidade para isso.

Tobe Hopper, por outro lado, não estava interessado em fazer o mesmo filme que já tinha feito. Ou sequer um filme na mesma veia daquele, leia-se: cru, violento e visceral. Nesta altura, o diretor já havia trabalhado em grandes produções, como Poltergeist, com Steven Spielberg. Então, mesmo tendo aceitado comandar a parte 2 do Massacre da Serra Elétrica, o cineasta criou o filme que desejava, e não poderia ser mais diferente do anterior. Esse segundo, possui muito mais humor e o clima das produções dos anos 1980. Para alguns, ele é ainda melhor, possui mais valor de produção, um orçamento mais folgado e parece uma verdadeira produção hollywoodiana e não algo filmado no jardim com amigos. Os que procuram terror sério podem ficar decepcionados. O segundo Massacre é tão cult e icônico quanto o original, porém, bem mais divertido. Esse tom “galhofa” deixou os produtores da Cannon estupefatos e revoltados com Hooper.

O segundo Massacre da Serra Elétrica pode ter ressurgido hoje como cult, mas não fez sucesso em sua época de estreia. Assim, os direitos foram revertidos para a New Line Cinema. Na época, o estúdio fazia muito sucesso com os filmes de Freddy Krueger na Hora do Pesadelo, e garantiam uma segunda franquia icônica para chamar de sua. Em 1990, lançavam LeatherfaceO Massacre da Serra Elétrica 3, que conta com o indicado ao Oscar Viggo Mortensen no elenco. Aqui, dividido entre o tom sério e a galhofa, o longa terminou rapidamente varrido para debaixo do tapete. Um quarto filme ainda seria produzido pela New Line, intitulado The Next Generation. Na verdade, esse subtítulo foi adicionado após exibições desastrosas do filme em 1994. O longa foi remontado e relançado em 1995. E como em seu elenco contava com os primeiros trabalhos de gente como Matthew McConaughey e Renée Zellweger antes da fama, os produtores acharam por bem tentar relançar o filme em 1997 – quando a carreira dos astros (hoje vencedores do Oscar) começava a decolar. Ambos processaram os produtores. O curioso desta primeira linha narrativa é que os membros da família mudam constantemente, a não ser por Leatherface – que no quarto filme se transforma até em travesti.

Segunda Linha Narrativa: O Remake

Os quatro filmes da franquia O Massacre da Serra Elétrica, que somam 20 anos entre os longas (de 1974 a 1994), possuem na verdade pouca ligação entre si – a não ser o vilão principal Leatherface. Isso porque os personagens sobreviventes já não se encontram no elenco do filme seguinte e inclusive os membros da família de canibais são praticamente todos renovados a cada filme. Mesmo assim, como termos como “reboot” e “remake” não eram muito populares nestas décadas, os filmes não eram vendidos desta forma. Agora pulamos para 2003, numa década que ficou conhecida por sua extensa lista de refilmagens de produções de terror. E uma das principais a chegar foi justamente a nova roupagem para O Massacre da Serra Elétrica, mais uma vez pelas mãos da New Line Cinema.

Como os dois filmes que havia produzido não se tornaram sucesso (muito pelo contrário), a New Line optou acertadamente por reverenciar o original para os novos tempos – refilmando o longa na forma de uma superprodução. Bancando o filme estava o mega produtor Michael Bay, com sua Platinum Dunes. E impulsionando o elenco, Jessica Biel, jovem nome em ascensão na época em Hollywood. A proposta deu muito certo, até hoje o remake é um dos filmes mais queridos pelos fãs da franquia. O problema aqui é que os realizadores não deixaram muito espaço para uma continuação – matando membros importantes da família e arrancando um dos braços de Leatherface. Essa sinuca de bico deixada ao final do remake fez com que os produtores optassem por uma prequel como sequência. Lançado três anos depois do remake, O Massacre da Serra Elétrica: O Início (2006) é tido pelos fãs como o único filme que faz dobradinha com algum outro – aqui com o remake. O Início serve para mostrar como os eventos de 2003 foram construídos, se passando pouco tempo antes dos acontecimentos do remake, e aproveitando um Leatherface ainda com braço e o desempenho impactante do saudoso R. Lee Ermey. Neste filme, sai Jessica Biel e entra Jordana Brewster, de Velozes e Furiosos.

Terceira Linha Narrativa: O Reboot

Depois de criar alguns dos filmes mais elogiados da franquia pelos fãs (acredite), a New Line e a Platinium Dunes de Michael Bay venderam mais uma vez os direitos de O Massacre da Serra Elétrica. Acontece que após o remake e a pré-sequência dele, os produtores não tinham muito mais para onde levar essa história. Assim, a franquia terminou nas mãos da Lionsgate e da Millenium Films. E a opção dos produtores aqui foi por um reboot. Como um remake já havia sido criado em 2003, dez anos depois os produtores desta vez optavam por uma história que iria descartar todos os filmes e continuar após o primeiro. Diga se isso não é familiar? O Massacre da Serra Elétrica 3D tenta inovar um pouco em sua história, colocando Alexandra Daddario, a mocinha, como uma parente “perdida” da família de canibais, redescobrindo sua herança e fazendo parceria com Leatherface – transformado em anti-herói neste filme.

Quarta Linha Narrativa: 2ª Prequel

Até a chegada deste exemplar em 3D, a franquia havia ficado sete anos inativa. E este filme marcaria o último, até o momento, a receber um lançamento nos cinemas brasileiros. Isso porque quatro anos depois, Massacre no Texas (Leatherface), o primeiro exemplar da franquia que não leva O Massacre da Serra Elétrica no título, era lançado aqui no Brasil direto no mercado de home vídeo, após uma estreia tímida e limitada nos EUA e em outros países do mundo. Em termos de originalidade, Massacre no Texas realmente é o mais diferente da franquia. Ainda nas mãos da Lionsgate e Millenium Films, o oitavo longa também é uma pré-sequência, a segunda da série após O Início (2006). Aqui, porém, a proposta voltava ainda mais no tempo para descortinar a infância do jovem Leatherface. Depois, já na fase adolescente, durante uma fuga do hospital psiquiátrico, o público precisa descobrir qual dentre quatro personagens se tornará o maníaco.

Quinta Linha Narrativa: 2º Reboot

E finalmente, após oito filmes, chegamos à estreia da Netflix deste fim de semana. Os fãs poderão se deliciar com o mais novo exemplar da franquia O Massacre da Serra Elétrica. Como dito acima, esse é o segundo filme da série que não recebeu um lançamento nos cinemas brasileiros, depois de Massacre no Texas (2017), e o primeiro que estreia diretamente numa plataforma de streaming. O vilão Leatherface se junta ao boneco Chucky (em sua série) como os dois primeiros ícones do terror a receberem estreias em plataformas de streamings, abrindo os horizontes para os novos tempos. A ideia por trás de O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface é reiniciar a franquia mais uma vez. Assim como o filme em 3D de 2013 havia feito, a proposta é esquecer todas as continuações, e emendar diretamente após o original de 1974.

Com produção e roteiro dos mesmos realizadores de A Morte do Demônio (2013) e O Homem nas Trevas (2016), a trama mostra um grupo de jovens tentando reerguer e modernizar uma cidade abandonada no Texas. No local, eles terminam entrando no território do maníaco Leatherface, cinquenta anos após os eventos do original – toma essa Michael Myers! E assim como Halloween, que trouxe a heroína original Laurie Strode de volta, em O Massacre da Serra Elétrica também temos a mocinha Sally Hardesty retornando de 1974 para se vingar do psicopata de seus pesadelos. Aqui, porém, não temos a mesma atriz interpretando, já que Marilyn Burns (que atuou no reboot de 2013) faleceu em 2014. Burns foi substituída por Olwen Fouéré no filme deste ano.