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‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ ultrapassa US$ 800 milhões de arrecadação mundial

De acordo com dados do Box Office Mojo, ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ ultrapassou os US$ 800 milhões de arrecadação mundial e deve ultrapassar a barreira do bilhão nas próximas semanas.

Só nos EUA, o filme já arrecadou mais de US$ 200 milhões, mesmo com a estreia de ‘Os Incríveis 2’ e ‘Sicário: Dia do Soldado’.

[SPOILERS] O que acontece na cena pós-créditos de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ 

Ficou curioso? A nossa crítica já está disponível: Crítica | Jurassic World: Reino Ameaçado – O filme mais assustador da franquia

Dica do fim de semana | Franquias lançadas fora da cronologia – Parte 2

Na última semana, começamos um especial sobre filmes que foram lançados nos cinemas fora da ordem cronológica. Hoje, dando prosseguimento, trazemos uma lista com algumas das franquias mais bagunçadas de todos os tempos agora organizadas na ordem certinha para serem vistas sem deixar passar nenhum detalhe ou referência. Confira!

X-Men

Iniciada na virada do século, a franquia X-Men é um claro exemplo do que um planejamento confuso pode fazer com uma propriedade valiosíssima de um estúdio de renome. Parte fundamental no nascimento dos heróis nos cinemas, os dois primeiros longas dos mutantes foram sucesso de público e crítica. Porém, com o fracasso de X-Men: O Confronto Final (2006), a extinta FOX resolveu apostar num filme solo do Wolverine (Hugh Jackman), que bagunçou toda a cronologia da saga. Ele também foi mal e isso fez com que o estúdio apostasse num reboot da franquia, que voltaria a se conectar com a trilogia original no segundo filme da nova empreitada. Confuso, não é? Posteriormente, chegaria um mercenário que conseguiu dar um último respiro para os mutantes antes de serem comprados pela Disney. Quem quiser tentar acompanhar a franquia na ordem certa, basta assistir X-Men: Primeira Classe, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, X-Men Origens: Wolverine, X-Men: Apocalipse, X-Men: Fênix Negra, X-Men: O Filme, X-Men 2, X-Men: O Confronto Final, Wolverine Imortal, Deadpool, Deadpool 2Os Novos Mutantes e Logan.


Universo Cinematográfico Marvel

Principal franquia da atualidade, o MCU ou Universo Cinematográfico Marvel simplesmente dominou as críticas e bilheterias da última década. Mobilizando bilhões de fãs pelo mundo e quebrando recorde atrás de recorde, a saga dos heróis da Marvel criou um universo compartilhado nas telonas sem precedentes. Mas nem mesmo a equipe do MCU, que é tão conhecida por sua organização e planejamento, conseguiu escapar dos lançamentos fora de cronologia. Os casos mais famosos são dos dois filmes dos Guardiões da Galáxia – que foram lançados com um intervalo de três anos, mas se passam em uma diferença de seis meses -, Capitã Marvel e Viúva Negra.  Entretanto, diferentemente de outros estúdios, a Marvel conseguiu justificar esses lançamentos atrasados de forma que agradasse aos fãs. Agora, com a chegada do Disney+, eles vão atrás de expandir seus domínios para o formato das séries. Quem quiser ver na ordem certinha, deve assistir: Capitão América: O Primeiro Vingador, Capitã Marvel, Homem de Ferro, O Incrível Hulk, Homem de Ferro 2, Thor, Os Vingadores, Homem de Ferro 3, Thor: O Mundo Sombrio, Capitão América: O Soldado Invernal, Guardiões da Galáxia, Guardiões da Galáxia Vol.2, Vingadores: A Era de Ultron, Homem-Formiga, Capitão América: Guerra Civil, Viúva Negra, Doutor Estranho, Homem-Aranha: De Volta ao Lar, Pantera Negra, Thor: Ragnarok, Vingadores: Guerra Infinita,Homem-Formiga e a Vespa, Vingadores: Ultimato, Loki, WandaVision, Homem-Aranha: Longe de Casa e Falcão e o Soldado Invernal.


DC

Depois de muitos anos fazendo sucesso com filmes solo, a DC, vendo o sucesso da rival nos cinemas, resolveu apostar no seu próprio universo cinematográfico compartilhado. No entanto, algumas patinadas no início e a falta de confiança nos próprios personagens fizeram com que as conexões se estremecessem, e a Warner acabou optando por lançar filmes no mesmo universo, mas que não interagem tanto assim para culminar em um filme evento. Ame ou odeie, a DC vem acertando bastante nos últimos anos e agora com a adição de James Gunn no projeto, parece que vai se acertar. A ordem cronológica para conferir os filmes é: Mulher-Maravilha, Mulher-Maravilha 1984, O Homem de Aço, Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, Esquadrão Suicida, Liga da Justiça, Aquaman, Shazam, Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa e O Esquadrão Suicida.


Indiana Jones

Responsável por redefinir o gênero da aventura nos cinemas, a franquia Indiana Jones é uma das mais celebradas da história. Além dos quatro filmes, a saga também contou com uma série prequel sobre a infância do personagem que consagrou Harrison Ford. Curiosamente, o primeiro filme lançado se passa depois do segundo. Isso porque Steven Spielberg não queria utilizar os nazistas como os grandes vilões da história uma segunda vez. A saída encontrada foi colocar o segundo filme para antes dos eventos vistos na aventura original. Então, a ordem cronológica correta da saga é: As Aventuras do Jovem Indiana Jones, Indiana Jones e o Templo da Perdição, Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, Indiana Jones e a Última Cruzada e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal.


Star Wars

A obra máxima de George Lucas é uma grande bagunça idolatrada por bilhões de fãs pelo mundo, quiçá pela galáxia. Na verdade, essa história de criar universos foram da ordem cronológica se populariza com essa série de filmes. Lançada na década de 1970 sob forte desconfiança dos estúdios e produtores, a saga da família Skywalker encantou diferentes gerações e segue como uma das franquias mais lucrativas de todos os tempos. Conforme os anos vão passando, novas produções ambientadas em diferentes “eras” dessa galáxia muito, muito distante são lançadas. Agora, com a Disney sendo detentora dos direitos, diversas produções explorando o que aconteceu entre os filmes serão lançadas. Logo, quem quiser assistir às produções em live action deste universo na ordem correta, deverá ver: Episódio I: A Ameaça Fantasma, Episódio II: Ataque dos Clones, Episódio III: A Vingança dos Sith, Han Solo: Uma História Star Wars, Rogue One: Uma História Star Wars, Star Wars ou Episódio IV: Uma Nova Esperança, Episódio V: O Império Contra-Ataca, Episódio VI: O Retorno de Jedi, The Mandalorian, Episódio VII: O Despertar da Força, Episódio VIII: Os Últimos Jedi e Episódio IX: A Ascensão Skywalker.

Crítica | Grande Tubarão Branco – Terror dos produtores de ‘Medo Profundo’ estreia na Netflix

Dentre as muitas categorias de filmes de terror, existe uma que causa bastante inquietação em boa parte do público: aqueles filmes que se passam debaixo d’água. Com características mais sufocantes, essas produções tendem a ter como grande ameaça não só um possível fim do oxigênio disponível para respirar, mas também – ou principalmente – a existência de predadores prestes a se alimentar dos protagonistas do filme. Foi assim que o despretensioso ‘Medo Profundo’ acabou conquistando o gosto do público, e, por isso, a chegada de ‘Grande Tubarão Branco’ (novo filme dos mesmos produtores daquele) na Netflix causou grande expectativa no público. Entretanto, o resultado é um bocado irregular.

Kat (Katrina Bowden) e Charlie (Aaron Jakubenko, o queridinho de ‘Tidelands‘) são um casal feliz que têm uma pequena empresa de prestação de serviços turísticos, através da qual oferecem passeios de avião monomotor para sobrevoar as belas praias da costa da Austrália e arredores. Certo dia eles recebem o telefonema de Michelle (Kimie Tsukakoshi) e Jo (Tim Kano), que querem sobrevoar uma praia mais afastada – o que significa um bom pagamento para os microempresários endividados. Porém, ao levar o casal para lá, eles encontram o corpo de um turista devorado pelo que parece ter sido a mordida de um tubarão branco. Preocupados com a possibilidade de haver outro turista perdido, o grupo decide ir atrás do barco perdido, mas mal sabiam eles que o perigo ainda estava à espreita…

Por ser o primeiro trabalho na direção em longa-metragem de Martin Wilson (até então seus trabalhos eram curtas-metragens), dá para relevar certas inseguranças que ‘Grande Tubarão Branco’ apresenta, tanto na montagem quanto (e principalmente) na construção do ambiente de tensão do predador marinho. Porém, mesmo que sejamos generosos em considerar que ao menos as tomadas aéreas são bem feitinhas e que a locação é maravilhosa, com praias paradisíacas de areia branquinha e um mar perfeito, a conclusão é que na real ‘Grande Tubarão Branco’ é bem fraquinho.

O roteiro de Michael Boughen oferece uma história insegura tanto em seu argumento quanto em sua construção. O personagem Jo é gratuitamente grosseiro, tendo como única justificativa oferecer um conflito alternativo para o tempo de agonia em que os cinco personagens ficam aguardando por um possível resgate. Aliás, o roteiro se preocupa em justificar os passados e atitudes dos personagens, porém, em vez de construir esses caminhos para que o espectador se conecte com eles, tão somente faz os personagens contarem voluntariamente particularidades de suas vidas para os turistas desconhecidos, como se isso fosse algo natural mesmo em situações de tensão.

Ao contrário de ‘Medo Profundo’, ‘Grande Tubarão Branco’ é um thriller bem irregular, que não oferece quase nada de medo ou mesmo de ameaça. Até o efeito do tubarãozão é meio tosco, Porém, para quem gosta desse tipo de filme de terror aquático, é uma alternativa para assistir em casa enquanto novos filmes desse gênero não estreia para o grande público.

‘Dumbo’ ganha novo cartaz internacional; Confira!

O live-action ‘Dumbo‘ ganhou um novo cartaz internacional mostrando o elefantinho voando.

Confira:

Dirigido por Tim Burton, analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.

O elenco inclui Colin FarrellDanny DeVitoEva GreenMichael Keaton, Alan Arkin e Joseph Gatt.

O longa estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de Março.

 

‘Batwoman’ e ‘Supergirl’ se unem em novo teaser da CW; Confira!

The CW divulgou um teaser intitulado “World’s Finest” no qual une as poderosas forças de Batwoman (Ruby Rose) e Supergirl (Melissa Benoist). O vídeo não vem com muita surpresa, visto que a emissora já havia anunciado um episódio cross-over entre as duas personagens como parte do universo de ‘Crise nas Infinitas Terras’.

Confira:

Para quem não se lembra, Batwoman e Supergirl se encontraram pela primeira vez no ano passado, na segunda parte de ‘Elseworlds‘, quando Kara Danvers acompanhou Oliver Queen e Barry Allen até Gotham City para encontrar John Deegan.

‘Batwoman‘ estreia em 06 de outubro e é estrelada por Ruby Rose, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Camrus Johnson, Dougray Scott, Elizabeth Anweis e Nicole Kang.

Assista ao trailer:

‘O Grito’ ganha novo teaser em contagem regressiva; Confira!

O reboot de ‘O Grito’ ganhou um novo teaser oficial em contagem regressiva para a estreia.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 13 de fevereiro de 2020.

Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passa no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.

Depois que uma jovem mãe mata sua família em sua própria casa, uma mãe solteira e um jovem detetive tentam investigar e resolver o caso. Mais tarde, ela descobre que a casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram nela com uma morte violenta. Agora, ela corre para salvar a si mesma e a seu filho dos espíritos demoníacos da casa amaldiçoada em seu bairro.

Andrea Riseborough será a protagonista, uma detetive e jovem mãe solteira. O elenco ainda conta com Demián Bichir, John Cho, Betty Gilpin com Lin Shaye e Jacki Weaver.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2728743793823653?sfns=mo

‘Watchmen’ é a grande indicada ao TV Critic Awards 2020; Saiba mais!

Segundo o The Hollywood Reporter, a série ‘Watchmen’, que se tornou uma das produções mais aclamadas do ano e da HBO, foi a grande indicada ao TV Critic Awards.

A produção foi nomeada para Melhor Atriz para Regina KingMelhor Série, Melhor Novo ProgramaPrograma do Ano. A única outra obra a também ser indicada para quatro categorias foi ‘Unbelievable’, da Netflix.

Relembre o trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

Zendaya estampa belíssimo ensaio fotográfico da Essence; Confira!

A revista Essence publicou a capa oficial de sua próxima edição, trazendo ninguém menos que a vencedora do Emmy Zendaya para celebrar o poder da cultura negra.

Confira:

A atriz foi a mais jovem vencedora da premiação na categoria de Melhor Atriz em Série Dramática por sua incrível interpretação na aclamada ‘Euphoria’.

Vale lembrar que Zendaya volta como MJ para a vindoura sequência da franquia ‘Homem-Aranha’, cujas filmagens já começaram em Atlanta, Geórgia.

Ela se junta a Tom Holland, que retorna como o personagem titular, além de Marisa TomeiJacob BatalonJamie Foxx também foi elencado como o vilão Electro, enquanto Benedict Cumberbatch reprisa seu papel como Dr. Estranho.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

‘Os Irregulares de Baker Street’: Elenco joga STOP em novo vídeo divertido; Confira!

‘Os Irregulares de Baker Street’, ambiciosa série sobrenatural inspirada em Sherlock Holmes, finalmente estreou na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que o elenco protagonista joga um divertido STOP.

Confira:

A série foi escrita por Tom Bidwell, com direção de Johnny KentonJoss AgnewWeronika Tofilska.

A trama é ambientada numa Londres vitoriana e gira em torno de uma gangue de adolescentes delinquentes que são manipulados a resolver crimes para o sinistro Dr. Watson e seu parceiro de negócios misterioso.

Conforme os crimes alcançam um nível sobrenatural e arrepiante e um poder obscuro emerge, cabe aos Irregulares a se unirem para salvar Londres, uns aos outros e, potencialmente, o mundo inteiro.

Thaddea GrahamDarci ShawJojo MarcariMcKell DavidHarrison Osterfield estrelam. Henry Lloyd-Hughes vive Sherlock Holmes, enquanto Royce Pierreson interpreta o Dr. Watson.

‘Hora de Aventura’: Novo especial da aclamada animação ganha clipe oficial; Confira!

HBO Max revelou recentemente um novo clipe oficial do quarto especial de ‘Hora de Aventura’.

Intitulado ‘Adventure Time: Distant Lands – Wizard City’ (‘Hora de Aventura: Terras Distantes – Cidade dos Magos’, em tradução livre), a produção tem estreia marcada para 02 de setembro de 2021.

Confira:

Segundo a descrição oficial, ‘Wizard City’ gira em torno de Peppermint Butler, que começa uma nova vida como um mago estudante sem qualquer experiência. Entretanto, quando eventos misteriosos acontecem em seu campus, ele vira alvo de suspeitas. Será que ele conseguirá se versar nas artes místicas a tempo de provar sua inocência?

Mace Montgomery Miskel irá dublar Peppermint. Toks OlagundoyeBex Taylor-Klaus completam o elenco como o Dr. Caledonious e Blaine, respectivamente.

Confira a arte oficial abaixo:

Lembrando que os outros três especiais, ‘BMO’‘Obsidian City’‘Together Again’, já estão disponíveis na plataforma de streaming.

GLAAD Media Awards 2022 | Lil Nas X, ‘Pose’, ‘Eternos’ e mais na lista de indicados à premiação; Confira!

Nesta última quarta-feira, 19 de janeiro, foram anunciados os indicados à 33ª edição dos GLAAD Media Awards, premiação que visa celebrar a representatividade LGBTQIA+ na mídia mainstream, incluindo no cinema, na televisão e na música, entre os dias 01 de janeiro e 31 de dezembro do ano passado.

Os nomeados foram revelados pela finalista do icônico programa de competição ‘RuPaul’s Drag Race’Gottmik, através do TikTok.

“Mídia pode criar uma mudança positiva – e os indicados deste ano representam poderosos projetos, histórias e criadores que mudaram a cultura positivamente e trouxeram ao público histórias LGBTQIA+ novas e impactantes”, declarou o presidente da GLAAD, Sarah Kate Ellis“Há mais indicados este ano do que nunca [246 entre 30 categorias], destacando um aumento no cenário da visibilidade LGBTIQA+ e servindo como lembrete do papel crítico que os filmes, a televisão, a música, o jornalismo e outras forma de mídia podem ter na aceitação crescente dos LGBTQIA+ em face a constantes ataques contra nossa comunidade”.

A cerimônia de vencedores acontecerá em Los Angeles no dia 02 de abril de 2022 e em Nova York no dia 06 de maio de 2022.

Confira a lista de indicados abaixo:

INDICADOS NAS CATEGORIAS DE LÍNGUA INGLESA

MELHOR FILME – LANÇAMENTO AMPLO
Eternos (Walt Disney Studios Motion Pictures)
Everybody’s Talking About Jamie (Amazon Studios)
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (Netflix)
tick, tick… BOOM! (Netflix)
Amor, Sublime Amor (Walt Disney Studios Motion Pictures)

MELHOR FILME – LANÇAMENTO LIMITADO
Breaking Fast (Vertical Entertainment)
Gossamer Folds (Indican Pictures)
The Obituary of Tunde Johnson (Wolfe Video)
Mães Paralelas (Sony Pictures Classics)
Plan B (Hulu)
Port Authority (Momentum Pictures)
Shiva Baby (Utopia)
Swan Song (Magnolia Pictures)
Tu Me Manques (Dark Star Pictures)
Twilight’s Kiss (Strand Releasing)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Changing the Game (Hulu)
“Cured”, Independent Lens (PBS)
Flee (NEON)
The Lady and The Dale (HBO)
The Legend of the Underground (HBO)
No Ordinary Man (Oscilloscope Laboratories)
Nuclear Family (HBO)
“Pier Kids”, POV (PBS)
Pray Away (Netflix)
Pride (FX)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Dickinson (Apple TV+)
Gentefied (Netflix)
Love, Victor (Hulu)
The Other Two (HBO Max)
Uma Galera do Barulho (Peacock)
Sex Education (Netflix)
Shrill (Hulu)
Special (Netflix)
Twenties (BET)
Work in Progress (Showtime)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
9-1-1: Lone Star (FOX)
Batwoman (The CW)
The Chi (Showtime)
Patrulha do Destino (HBO Max)
Good Trouble (Freeform)
Grey’s Anatomy (ABC)
The L Word: Generation Q (Showtime)
Pose (FX)
Star Trek: Discovery (Paramount+)
Supergirl (The CW)

MELHOR NOVA SÉRIE
4400 (The CW)
Chucky (Syfy/USA Network)
Hacks (HBO Max)
Harlem (Prime Video)
The Long Call (BritBox)
A Vida Sexual das Universitárias (HBO Max)
Sort Of (HBO Max)
With Love (Prime Video)
Y: The Last Man (FX)
Yellowjackets (Showtime)

MELHOR FILME PARA TV
The Christmas House 2: Deck Those Halls (Hallmark Channel)
Trilogia Rua do Medo (Netflix)
Nash Bridges (USA Network)
Um Crush para o Natal (Netflix)
Under the Christmas Tree (Lifetime)

MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLOGIA
Dopesick (Hulu)
Halston (Netflix)
It’s a Sin (HBO Max)
Little Birds (Starz)
Love Life (HBO Max)
Master of None Presents: Moments in Love (Netflix)
Rurangi (Hulu)
Station Eleven (HBO Max)
Vigil (Peacock)
The White Lotus (HBO)

MELHOR PROGRAMA DE REALITY
12 Dates of Christmas (HBO Max)
Dancing with the Stars (ABC)
Family Karma (Bravo)
I Am Jazz (TLC)
Legendary (HBO Max)
MTV’s Following: Bretman Rock (MTV)
Queer Eye (Netflix)
RuPaul’s Drag Race (VH1)
The Voice (NBC)
We’re Here (HBO)

MELHOR PROGRAMA INFANTIL
“Berry Bounty Banquet”, Strawberry Shortcake: Berry in the Big City (YouTube Kids)
City of Ghosts (Netflix)
“Family Day”, Vila Sésamo (HBO Max)
“Gonzo-rella”, Muppet Babies (Disney Junior)
“Joie de Jonathan”, Fancy Nancy (Disney Junior)
Ridley Jones (Netflix)
Rugrats (Paramount+)
Summer Camp Island (Cartoon Network/HBO Max)
We The People (Netflix)
“Whatever Floats Your Float”, Madagascar: A Little Wild (Hulu/Peacock)

MELHOR PROGRAMAÇÃO INFANTIL E PARA A FAMÍLIA
Amphibia (Disney Channel)
Centaurworld (Netflix)
“Claudia and the Sad Goodbye”, O Clube das Babás (Netflix)
Diário de uma Futura Presidente (Disney+)
Doogie Kamealoha: Doutora Precoce (Disney+)
High School Musical: O Musical: A Série (Disney+)
The Loud House (Nickelodeon)
“Manlee Men”, Danger Force (Nickelodeon)
The Owl House (Disney Channel)
Power Rangers: Dino Fury (Nickelodeon/Netflix)

MELHOR ARTISTA MUSICAL
Brandi Carlile, In These Silent Days (Low Country Sound/Elektra Records)
BROCKHAMPTON, ROADRUNNER: NEW LIGHT, NEW MACHINE (RCA Records/Question Everything)
Demi Lovato, Dancing with the Devil… the Art of Starting Over (Island Records)
Elton John, The Lockdown Sessions (Interscope Records)
Halsey, If I Can’t Have Love, I Want Power (Capitol Records)
Kaytranada, Intimidated (RCA Records)
Lil Nas X, MONTERO (Columbia Records)
Melissa Etheridge, One Way Out (BMG)
Mykki Blanco, Broken Hearts and Beauty Sleep (Transgressive Records)
St. Vincent, Daddy’s Home (Loma Vista Recordings)

ARTISTA REVELAÇÃO
Arlo Parks, Collapsed in Sunbeams (Transgressive Records)
Asiahn, The Interlude (Third&Hayden/Motown)
girl in red, if i could make it go quiet (AWAL)
Jake Wesley Rogers, Pluto (Facet/Warner Records)
Japanese Breakfast, Jubilee (Dead Oceans)
Joy Oladokun, in defense of my own happiness (Amigo Records/Verve Forecast/Republic Records)
Lauren Jauregui, Prelude (Attunement Records/AWAL)
Lily Rose, Stronger Than I Am (Big Loud Records/Back Blocks Music/Republic Records)
Lucy Dacus, Home Video (Matador Records)
VINCINT, There Will Be Tears (Vincint Cannady)

MELHOR PRODUÇÃO DA BROADWAY
Chicken & Biscuits
Company
Thoughts Of A Colored Man

MELHOR VIDEOGAME
Boyfriend Dungeon (Kitfox Games)
Far Cry 6 (Ubisoft)
The Gardener and the Wild Vines (Finite Reflection Studios)
Kena: Bridge of Spirits (Ember Lab)
Life is Strange: True Colors (Deck Nine Games/Square Enix)
Psychonauts 2 (Double Fine/Xbox Game Studios)
Rainbow Billy: The Curse of the Leviathan (ManaVoid Entertainment/Skybound Games)
Tom Clancy’s Rainbow Six Siege (Ubisoft)
Unpacking (Witch Beam /Humble Games)
UNSIGHTED (Studio Pixel Punk /Humble Games)

MELHOR REVISTA EM QUADRINHOS
Aquaman: The Becoming, de Brandon Thomas, Diego Olortegui, Skylar Patridge, Scott Koblish, Wade Von Grawbadger, Adriano Lucas, Alex Guimarães, Andworld Design (DC Comics)
Barbalien: Red Planet, de Tate Brombal, Jeff Lemire, Gabriel Hernández Walta, Jordie Bellaire, Aditya Bidikar (Dark Horse Comics)
Crush & Lobo, de Mariko Tamaki, Amancay Nahuelpan, Tamra Bonvillain, Nick Filardi, Ariana Maher (DC Comics)
The Dreaming: Waking Hours, de G. Willow Wilson, Javier Rodriguez, Nick Robles, M.K. Perker, Matheus Lopes, Chris Sotomayor, Simon Bowland (DC Comics)
Guardians of the Galaxy, de Al Ewing, Juann Cabal, Juan Frigeri, Federico Blee, Cory Petit (Marvel Comics)
Harley Quinn: The Animated Series – The Eat. Bang! Kill. Tour, de Tee Franklin, Max Sarin, Erich Owen, Marissa Louise, Taylor Esposito (DC Comics)
Killer Queens, de David M. Booher, Claudia Balboni, Harry Saxon, Lucas Gattoni (Dark Horse Comics)
Star Wars: Doctor Aphra, de Alyssa Wong, Minkyu Jung, Ray-Anthony Height, Federico Sabbatini, Victor Olazaba, Rachelle Rosenberg, Joe Caramagna (Marvel Comics)
Superman: Son of Kal-El, de Tom Taylor, John Timms, Daniele Di Nicuolo, Steve Pugh, Clayton Henry, Gabe Eltaeb, Hi-Fi, Romulo Fajardo Jr., Steve Buccellato, Dave Sharpe (DC Comics)
Wynd, de James Tynion IV, Michael Dialynas, Andworld Design (BOOM! Studios)

MELHOR GRAPHIC NOVEL/ANTOLOGIA
Cheer Up! Love and Pompoms, de Crystal Frasier, Val Wise, Oscar O. Jupiter (Oni Press)
DC Pride [antologia] (DC Comics)
Eighty Days, de A.C. Esguerra (Archaia/BOOM! Studios)
The Girl from the Sea, de Molly Ostertag, Maarta Laiho (Graphix/Scholastic)
Girl Haven, de Lilah Sturges, Meaghan Carter, Joamette Gil (Oni Press)
I Am Not Starfire, de Mariko Tamaki, Yoshi Yoshitani, Aditya Bidikar (DC Comics)
Marvel’s Voices: Pride [antologia] (Marvel Comics)
Renegade Rule, de Ben Kahn, Rachel Silverstein, Sam Beck, Jim Campbell (Dark Horse Comics)
The Secret to Superhuman Strength, de Alison Bechdel, Holly Rae Taylor (Mariner Books/HMH)
Shadow Life, de Hiromi Goto, Ann Xu (First Second/Macmillan)

MELHOR EPISÓDIO DE VARIEDADES OU TALK SHOW
“Bisexual Superman Is Not Ruining Your Childhood, B*tch Please”, The Amber Ruffin Show (Peacock)
“Culture War! Diverse Pilots and Trans Rights”, The Daily Show with Trevor Noah (Comedy Central)
“Elliot Page”, The Oprah Conversation (Apple TV+)
“Jenny Hagel Investigates Why America’s Lesbian Bars Are Vanishing”, Late Night With Seth Meyers (NBC)
“Mj Rodriguez on Historic Emmy Nomination and Hopes for Trans Community’s Future”, The View (ABC)

MELHOR SEGMENTO JORNALÍSTICO TELEVISIVO
“Capehart Condemns Marjorie Taylor Greene’s Transphobic Speech Against Equality Act”, The Sunday Show with Jonathan Capehart (MSNBC)
“Danica Roem to LGBTQ Americans: You Have to Care About Politics”, State of the Union (CNN)
“HIV/AIDS: 40 Years Later”, TODAY (NBC)
“McBride On Anti-Trans Bills: ‘This Is Legislative Bullying Plain & Simple'”, Stephanie Ruhle Reports (MSNBC)
“Valedictorian Says His Graduation Speech on Mental Health & LGBTQ Identity Was Cut Off”, GMA3: What You Need to Know (ABC)

MELHOR PROGRAMA JORNALÍSTICO
“Anderson Speaks to Legendary AIDS and Gay Rights Activist”, Anderson Cooper Full Circle (CNNgo)
“Gay Panic”, This is Life with Lisa Ling (CNN)
“Life After Pulse”, (WESH)
“Mama Gloria”, AfroPop: The Ultimate Cultural Exchange (PBS)
“Pride of The White House”, (MSNBC)
“PRIDE on ABC News Live: What’s Next for the LGBTQ+ Community”, (ABC News Live)
“Trans in Texas” United Shades of America (CNN)
“Trans in Trumpland”, (Topic)
“TransAmerica”, (NBC News NOW)
“The Week in Pride”, The Week with Joshua Johnson (MSNBC)

MELHOR ARTIGO IMPRESSO
“Billy Porter Breaks a 14-Year Silence: ‘This Is What HIV-Positive Looks Like Now'”, de Billy Porter, contado por Lacey Rose (The Hollywood Reporter)
“Books Probed by a Texas Lawmaker by Women, People of Color, LGBTQ Writers. They’re Asking: ‘Really?'”, de Talia Richman & Corbett Smith (The Dallas Morning News)
“Bowen Yang is Defining Funny for a New Generation”, de David Canfield (Entertainment Weekly)
“Diary of an ICE Detainee”, de Yariel Valdes Gonzalez (Washington Blade)
“Elliot Page is Ready for This Moment”, de Katy Steinmetz (TIME)
“The Hearts of Venezuela”, de Taylor Hirschberg (Out)
“Inside the Sparkling, Rainbow-Filled World of JoJo Siwa”, de Jason Sheeler (People)
“Keeping Trans Kids From Medicine Doesn’t Make Them Disappear”, de Jennifer Finney Boylan (The New York Times)
“Lawmakers Can’t Cite Local Examples of Trans Girls in Sports”, de David Crary & Lindsay Whitehurst (The Associated Press)
“The Year of the Black Queer Revolution”, de Ernest Owens (Rolling Stone)

MELHOR COBERTURA EM REVISTA
The Advocate
Entertainment Weekly
People
POZ
Variety

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE
“Across the South, a Trans Housing Movement Grows” by Raquel Willis (VOGUE.com)
“As Anti-Trans Violence Surges, Advocates Demand Policy Reform”, de Jo Yurcaba (NBCNews.com)
“Let’s Talk About (Queer) Sex: The Importance of LGBTQ-inclusive Sex Education in Schools”, de David Oliver (USAToday.com)
“LGBT+ Afghans Fear Being Forgotten 100 Days Since Taliban Takeover”, de Hugo Greenhalgh (Openlynews.com)
“Megan Rohrer, the Evangelical Lutheran Church’s First Trans Bishop, Wants to Get Messy”, de Nico Lang (them.us)
“No, DaBaby, HIV Will Not ‘Make You Die in 2 to 3 weeks.’ Here’s the Truth.”, de David Artavia (Yahoo.com)
“‘No Time For Intolerance:’ Dr. Rachel Levine Has A Job To Do”, de Dawn Ennis (Forbes.com)
“T.J. Osborne is Ready to Tell His Story”, de Sam Lansky (TIME.com)
“What I’ve Learned After Living with HIV in Secret for Years”, de Tony Morrison (GoodMorningAmerica.com)
“The Word Missing From the Vast Majority of Anti-Trans Legislation? Transgender”, de Orion Rummler & Kate Sosin (19thnews.org)

MELHOR JORNALISMO ONLINE
“+Talk: HIV & Faith”, de Karl Schmid, Mike Spierer e Brent Zacky (Plus Life Media)
“Caretakers” [série], de Geena Rocero, Jon Mallow, Dan Greenberg, Sheena Alexis Suarez, Erin McIntyre, Chelsea Rugg, Shant Alexander, and Victoria Malabrigo (PBS.com)
“Covid Confessions: Drag Performers Share Their Experiences Working During The Pandemic”, de Alec Fischer (Fischr Media)
“For Ruth Ellis Center Staff, Helping LGBTQ Homeless Youth is Personal”, de Scott Gatz, John Halbach, Maria Tridas e Emily Geraghty (LGBTQ Nation)
“How Queer Characters Have Evolved In Children’s Animation”, de Chris Snyder, Kyle Desiderio, Jess Chou, A.C. Fowler e Kuwilileni Hauwanga (Insider)
“Legendary” [série], de Peppermint, Matt McDonough, Jennifer Tiexiera, Michael Seligman, Julia Hoff, Ryan Murray, Ximena Sanchez e Tom Lofthouse (NowThis/Discovery+)
“Meet the Logo Legends: Brooklyn Trans Liberation”, de Terron Moore, Sean Devaney, Sam Manzella, Christopher Rudolph e Zachary O’Connor (Logo)
“The Power of Layshia Clarendon”, de Katie Barnes, Jennifer Karson-Strauss, Andy Sharp e Jennifer Holt (ESPN.com)
“Transnational” [série], de Eva Reign, Alyza Enriquez, Freddy McConnell, Vivek Kemp, Courtney Brooks, Sarah Burke, Hendrik Hinzel, Alyza Enriquez, Dan Ming, Trey Strange e Daisy Wardell (VICE News)
“Tyra Banks Interview: SI Swimsuit Cover Model Leyna Bloom” (Sports Illustrated Swimsuit)

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Holy Bullies and Headless Monsters
Mombian
My Fabulous Disease
Pittsburgh Lesbian Correspondents
The Reckoning

RECONHECIMENTO ESPECIAL
All Boys Aren’t Blue, de George M. Johnson [filmed reading + performance]
“Alok Vaid-Menon”, 4D with Demi Lovato (Cadence13/OBB Sound/SB Projects)
CODED: The Hidden Love of J.C. Leyendecker (Paramount+)
Jeopardy!, Champion Amy Schneider
The Laverne Cox Show (Shondaland Audio/iHeartMedia)
Life Out Loud with LZ Granderson (ABC News)
Cobertura esportiva dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020

INDICADOS NAS CATEGORIAS DE LÍNGUA ESPANHOLA

MELHOR SÉRIE EM LÍNGUA ESPANHOLA
#Luimelia (Atresplayer Premium)
Manual Para Galanes (Pantaya)
Maricón Perdido (HBO Max)
Pequeñas Victorias (Prime Video)
Todo lo otro (HBO Max)

MELHOR JORNALISMO TELEVISIVO EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Grupo Firme en Contra del Acoso”, Despierta América (Univision)
“El Mes del Orgullo” (CNN en Español)
“Impacto Positivo: Bamby Salcedo”, Primer Impacto (Univision)
“Orgullo LGBTQ: 52 Años de Lucha y Evolución” (Telemundo 47)
“Preocupa Exclusión de Niñas Trans en Equipos Femeninos”, Hoy Día (Telemundo)

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Anacaona Reyes: Visibiliza a la Comunidad Trans y Educa Desde el Capitolio”, de Maricarmen Rivera (Elvocero.com)
“Ana Macho: Sobre Hacer Música Que Rebasa Límites”, de Ronald Avila (ElNuevoDia.com)
“Ángel Cruz Aprendió a “Desaprender” los Credos Sociales”, de José Karlo Pagán Negrón (PrimeraHora.com)
“Así Viven la Menstruación los Hombres Trans”, de Miriam Martínez (Vice.com)
“Casa Frida Rescata a Pareja Gay de Homofobia en Jamaica”, de Edgar Ulises (Homosensual.com)
“Claudia: La Enfermera Trans que Lucha Contra el Covid en Ciudad Juárez”, de Louisa Reynolds (Nexos.com)
“En Casa con Kany García y Jocelyn Trochez”, de Carole Joseph (PeopleEnEspanol.com)
“Oyuki, la Madre Trans de Seis Hijos que Rompe Prejuicios en México”, de Eduard Ribas i Admetlla (EFE.com)
“Somos Invisibles”: La Discriminación y los Riesgos se Multiplican para los Indígenas LGBTQ+”, de Albinson Linares (Telemundo.com)
“Una Vida Transgénero: ‘Es Momento de que nos Dejemos Ver’”, de Marcos Billy Guzman (ElNuevoDia.com)

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE EM LÍNGUA ESPANHOLA (VÍDEO OU MULTIMÍDIA)
“Alexa: Su Vida y la Justicia que no llega a un Año de su Asesinato”, de Marcos Billy Guzmán e Adlín González (El Nuevo Día)
“Expulsados México: Cómo la Comunidad Transgénero se Unió para Ayudar a los Migrantes” de Patricia Clarembaux, Anna Clare Spelman e Celemente Sánchez (Univision Noticias)
“Marcha del Orgullo LGBTI: Día de Festejo, Pero También de Protesta”, de Jair Cabrera Torres (La Jornada)
“Ser Mujer, ser Trans y ser Mapuche”, de Natalia Barrera Francis, Paula Daibert e Claudia Escobar (AJ+ Español)
“Vogue en el Paro Nacional y Transmilenio: ¿Qué hay detrás?”, de Jahira Quintero, Laura Salomón e Dani Jara (El Espectador)

RECONHECIMENTO ESPECIAL EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Celebrando el Mes del Orgullo” (Telemundo)

Opinião | Os 5 anos de ‘Witness’, controverso álbum de Katy Perry

Quando ouvi ‘Witness’, quinto álbum de estúdio da icônica Katy Perry, pela primeira vez, não consegui entender muito bem a que estava sendo apresentado. Depois de quatro álbuns extremamente coesos e dançantes – com baladas muito bem estruturadas ao longo de pop-bangers envolventes e convidativos -, sua mais nova entrada na indústria fonográfica me passou um sensação campesina e circinal demais para ser levada a sério. Ao longo de dezessete faixas (referindo-me, aqui, à versão deluxe), Perry parecia travar uma batalha consigo mesma para terminar as faixas sem cair na repetição, sem perceber que esbarrava nas ruínas do formulaico mais de uma vez e não sabia em que direção seguir.

O resultado não demorou muito para aparecer: apesar de ter estreado em primeiro lugar na parada da Billboard 200, o álbum foi recebido com pesadas críticas que detonavam as concepções do extenso time de produtores e dos variados estilos musicais que uniam-se em uma amálgama gritante e conturbada que tentava ser tudo e nada ao mesmo tempo. Perry, um ano depois da estreia do CD, havia declarado ao NY Times que havia mergulhado em uma “situação depressiva” e com o “coração partido”.

“Eu ponho muita validade na reação do público, e o público não reagiu da maneira que eu esperava”, ela comentou. Não é surpresa que ela tenha saído para uma espécie de retiro espiritual para se curar da frustração, demorando nada menos que dois anos para fazer um sólido comeback com “Never Really Over” (uma das melhores canções de 2019 que inclusive entrou para nossa lista de fim de ano). Entretanto, a carreira outrora meteórica da artista parecia injustamente estagnada em sucessos medianos, estendendo-se até o recente lançamento do sólido e pueril “Daisies”. Claro que, em comparação com nomes novos no cenário fonográficos, ela ainda apresentava-se de maneira competente e bastante nostálgica (nos relembrando das eras ‘Prism’ e ‘Teenage Dream’), mas nunca chegando à aclamação comercial e crítica que recebera no início da carreira.

Cinco anos depois do début de ‘Witness’, resolvi dar mais uma chance ao álbum, tentando focar exatamente no que deu errado – e o resultado tardio é um compilado de poderosas letras e um conceito futurista e à frente de seu tempo que luta para ganhar espaço em meio a uma gestação confusa, recheada de estilos que não deveriam ter vez (pelo menos não com aquilo que Katy planejava nos entregar). Afinal, durante a construção da obra, a cantora havia declaro que seu adeus ao colaborador de longa data Dr. Luke representaria o início de uma era completamente reformulada, da qual estava muito orgulhosa – uma era de ressignificação do pop para algo mais pessoal e autocrítico quando em comparação aos mercadológicos hits que vinha entregando.

Oscilando entre dois espectros de uma mesma sonoridade, Perry havia percebido o quão libertador era resgatar controle daquilo que sempre amou fazer: música. Utilizando sua mentalidade reaberta depois de um considerável hiato, ela decidiu unir-se a um time criativo que a auxiliaria a trazer temas nunca antes vistos (ou infundidos com batidas mascaráveis), incluindo desconstruções acerca de estereótipos femininos, empoderamento, um sutil flerte com a nova onda do feminismo e até mesmo metáforas políticas inteligentes – o que nos leva ao primeiro single, intitulado “Chained to the Rhythm”. A música é um implacável híbrido disco-dancehall que puxa elementos até mesmo do noventista house-pop, guiada por letras ácidas de descontentamento com o governo de Donald Trump (recém-elegido como presidente dos Estados Unidos e principal motivo por ter transformado a performer em uma “inimiga” nacional). A ilusória sensação de liberdade, que insurgiria como temas de outras faixas adjacentes, é o mote com o qual Katy trabalha com tanta paixão.

Entretanto, é sabido o que acontece quando uma mulher ousa falar mais alto numa sociedade conservadoramente hierárquica: boicote. Não digo apenas em relação a números, mas em relação à própria recepção artística de uma imagem que não segue os padrões. Como fica provado com a futurista “Roulette” (facilmente a melhor rendição do álbum) ou com o simbolismo didático de “Swish Swish” (com uma viciante batida digna dos anos 1990), Katy encontrou a sua voz para falar o que pensa – e, da mesma forma que tantas outras artistas, foi silenciada por uma força maior. O mesmo acontecera a Dixie Chicks e sua brutal queda depois de um posicionamento político contra o presidente George Bush, ou até mesmo à Christina Aguilera e à Lady Gaga depois de discorrerem sobre tabus como sexo, drogas e irreverência artística.

Enquanto é visível uma enraizada problemática que vai além da nutrição musical, ‘Witness’ está longe de ser um álbum ruim; questionavelmente controverso, diria. Afinal, em meio a tantas declamações para serem feitas, Katy acabou dando vida a algo, como citado alguns parágrafos acima, amorfo demais para alcançar o status de palpável. “Déjà Vu” mergulha de cabeça no house-club e nos conquista por sua narcótica ambiência dark, mas é sucedida por uma série de composições sem pé nem cabeça cujos conceitos (talvez à frente de seu tempo, talvez tendo dado de cara com algo que não estava programado) foram varridos para debaixo do tapete. O grande deslize, eventualmente, molda-se no desperdiçado potencial e no acatamento de um paradigma prosaico que tangencia a trivialidade – algo que não deveria ter espaço, mas esparrama desde o princípio com a oscilante faixa titular até baladas como “Save as Draft” e a incompreensível “Act My Age”.

Katy Perry, em ‘Witness’, mostrou que está disposta a correr riscos grandes para investir em sua versatilidade e, ainda que nem tudo tenha corrido como o planejado, ela entregou ao mundo um capítulo novo de sua carreira – que esperamos que tenha reconhecimento o quão antes possível.

‘New Amsterdam’: Episódio FINAL da série ganha data de exibição!

A adorada série médica ‘New Amsterdam‘ chega ao fim com sua 5ª temporada e, agora, a NBC revelou quando o último episódio será exibido.

O capítulo final, que terá duas horas de duração, será lançado em 13 de janeiro de 2023.

Inspirado nas histórias reais do Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ ganha dois novos clipes ASSUSTADORES; Confira!

O terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ ganhou dois novos clipes assustadores.

Confira:

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de abril.

Lee Cronin (‘The Hole in the Ground’) é responsável pela direção.

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

Sam Raimi e Bruce Campbell servem como produtores.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

Retro Dance #09 | A nostálgica originalidade de ‘1989’, um dos melhores álbuns de Taylor Swift

Toda carreira musical eventualmente preza por mudanças – e tais mudanças são muito bem-vindas. É claro que, apesar das múltiplas tentativas, essa busca por algo novo às vezes enfrenta obstáculos e acaba caindo em convenções conhecidas e monótonas ao invés de oferecer ao público algo original e interessante. Felizmente, não é isso o que acontece com 1989′, quinto álbum de estúdio de Taylor Swift e que representa, de longe, um incrível ápice em sua carreira iniciada aos quinze anos de idade.

É costumeiro perceber que, logo após um sucesso, a expectativa de determinado público-alvo, ávido por mais composições e obras envolventes, alcance níveis inenarráveis – e por mais que certa parte dos ouvintes não se relacione com o estilo musical de Swift, é inegável dizer que a jovem cantora carrega consigo uma mentalidade mercadológica de ponta e, por vezes, invejável. Não é surpresa que o período que sucedeu o lançamento de Red’ serviu para seu amadurecimento e sua fluida transição para a multimilionária indústria do pop – e mais: seu aguardado disco também serviu para reafirmar sua paixão pelo clássico synth-pop da década de 1980, trazida com força em diversas faixas.

A produção musical pode até ser mimética, mas não peca em apenas imitar ou homenagear construções já existentes. Mesmo que a primeira track, Welcome to New York”, funcione como uma apresentação teatral e animada, ainda que previsível, ela não revela o restante do conteúdo – e esse é o aprazível pano de fundo que nos acompanha do começo ao fim. Swift é auxiliada por nomes como Max Martin e Shellback e mostra-se inspirada em grande parte do CD, ainda que deslize aqui e ali, talvez apenas para suprimir algumas necessidades mais populares e modestas. De qualquer forma, mesmo os perceptíveis equívocos não conseguem apagar ou desconstruir o que a artista procura como mensagem principal.

Não há como negar que Taylor acaba deixando para trás suas tendências country e abra portas para um respaldo que não aparecia com tanta força em sua carreira. Porém, ela prefere aglutinar ao renegar o que a colocou no topo da indústria musical, tanto que algumas músicas retomam a beleza da guitarra e a presença extremamente sutil do baixo e do banjo – escolhas nostálgicas que, em geral, funcionam (e aqui, menciono, por exemplo, I Wish You Would”, que resgata seus vestígios interioranos dos Estados Unidos de modo belo e competente).

‘1989’ parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.

A quebra nessa fluidez quase mágica vem no miolo do disco, mais precisamente com a pedante Shake It Off”. Aqui, desde a instrumentalização vocal até o arranjo composicional se forçam em um monótono e repetitivo ciclo que, na verdade, não contribui em nada para a obra e se torna datada em pouquíssimo tempo. Felizmente, a volta por cima já ocorre nas próximas faixas, alçando voo em duas belíssimas e melódicas baladas – This Love”, que sem dúvida explora a potência da cantora, e Clean”, uma conclusão bastante satisfatória e que resume cada uma das mensagens das composições anteriores.

‘1989’ é uma ótima adição à discografia de Taylor Swift que, recheada de competentes construções, representa uma brusca e adorável mudança em seu estilo, encontrando um equilíbrio quase perfeito entre suas raízes e sua nova perspectiva.

Conheça o ELENCO de ‘O Problema dos 3 Corpos’, nova série sci-fi da Netflix!

Baseada na trilogia homônima de ficção científica do autor Liu Cixin, a série ‘O Problema dos Três Corpos’ chega ao catálogo da Netflix em 21 de março.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional nos levando a conhecer o elenco protagonista da atração.

Confira:

Ambientada numa China futurista, a trama vai mostrar alienígenas do sistema solar vizinho se preparando para invadir a Terra.

Esse sistema consiste em três estrelas orbitando umas às outras em um sistema de três corpos. Um único planeta habitável existe lá, frequentemente sofrendo mudanças extremas de temperatura e clima, causando um ciclo de mortalidade fora do normal.

Entre os críticos, a atração foi recebida de forma mediana, recebendo 67% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das nove análises publicadas até o momento, seis são positivas e três são negativas.

Confira:

“‘O Problema dos Três Corpos‘ certamente tem seus pontos altos, mas a oscilação da trama consegue diminuir qualquer boa vontade que os episódios evocam com o público.” – AwardsWatch

“É uma virada de página absoluta que muda de modo e gênero com confiança, atuando como um forte retorno para os showrunners de ‘Game of Thrones’, David Benioff e DB Weiss.” – Paste Magazine

“O que realmente faz a série funcionar são os personagens e, embora eles possam demorar para conquistarem o público, você estará torcendo por eles no final.” – The Mary Sue

“Mesmo com vários desvios inteligentes em relação ao material original, a primeira temporada do programa é, na melhor das hipóteses, um drama mediano. E embora o espetáculo interplanetário criado por David Benioff e DB Weiss seja grandioso, pouco dele chega perto de replicar o sucesso de ‘Game of Thrones’.” – Rolling Stone

Benioff e Weiss continuam sendo mestres em adaptação e, junto com o roteirista Alexander Woo, abriram um ponto de entrada acessível para uma história profundamente esotérica, ao mesmo tempo em que reproduzem a ação em um escopo adequadamente épico.” – Variety

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto prevê, pelo menos, três temporadas.

“A decisão fatídica de uma jovem na China dos anos 1960 reverbera no espaço e no tempo até os dias atuais. Quando as leis da natureza se desfazem inexplicavelmente diante de seus olhos, um grupo unido de cientistas brilhantes une forças com um detetive inabalável para enfrentar a maior ameaça na história da humanidade.”

A direção fica a cargo do indicado ao Oscar Derek Tsang (‘Dias Melhores’)

Além de Weiss e Benioff, Alexander Woo, roteirista de ‘True Blood‘, também está escrevendo a adaptação.

Especial Alien | Relembrando ‘Prometheus’, o capítulo mais SUBESTIMADO da franquia ‘Alien’

Quando achávamos que a franquia ‘Alien’ tinha chegado ao fim com um interessante encerramento através do título ‘Alien – A Ressurreição’Ridley Scott surpreendeu a todos ao encabeçar o subestimado longa-metragem ‘Prometheus’.

Lançado em 2012, a trama acompanha uma equipe de cientistas embarca em uma jornada espacial para descobrir a verdade sobre a origem da raça humana. No planeta de destino, eles encontram criaturas poderosas e revelações assustadoras.

A produção trouxe um elenco de peso às telonas, incluindo Noomi RapaceMichael Fassbender (em um dos melhores papéis de sua carreira), Guy PearceIdris ElbaLogan Marshall-GreenCharlize Theron. Apesar das justificáveis críticas ao roteiro (e um final um tanto quanto frustrante), a obra teve recepção positiva e recebeu elogios por explorar sua própria mitologia – ainda que ambientado no mesmo universo dos títulos originais. Além disso, a obra arrecadou US$403.4 milhões nas bilheterias mundiais.

Para continuar nosso especial da saga ‘Alien’, preparamos uma breve lista elencando algumas curiosidades de bastidores de ‘Prometheus’.

Confira:

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  • O compositor Marc Streitenfeld fez com que a orquestra tocasse suas composições ao contrário e depois inverteu digitalmente as composições para o filme final. Isso fez com que a música parecesse incomum e perturbadora, o que ele considerou adequado para o filme.
  • Scott chamou o filme de ‘Prometheus’, vendo o nome se adequar perfeitamente aos temas do filme: “é a história da criação; os deuses e o homem que se opôs a eles”. Na mitologia grega, o Titã Prometeu era um servo imortal dos deuses, que roubou e deu à humanidade o dom do fogo, um benefício imensurável que mudou a raça humana para sempre (para melhor e para pior). Isso tornou a humanidade perigosa para os deuses.

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  • Theron foi originalmente escalada como Elizabeth Shaw, mas teve que recusar o papel devido a conflitos de agenda. Mais tarde, outra mudança de cronograma liberou Theron para fazer o filme, permitindo assim que ela assumisse o papel de Meredith Vickers, já que Rapace já havia sido escalada para o papel de Shaw.
  • Scott sugeriu que um Engenheiro fosse enviado à Terra para impedir a crescente agressão da humanidade, mas foi crucificado; a implicação é que ele seria Jesus Cristo. Ele sentiu, porém, que esta seria uma alegoria religiosa muito óbvia para o filme.

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  • O diretor instruiu Theron a ficar nos cantos e se mover de forma sombria e sinuosa, a fim de acentuar a natureza distante e enigmática de Vickers.
  • O Planetário foi um dos efeitos visuais mais complexos, contendo de oitenta a cem milhões de polígonos e levando várias semanas para ser renderizado como uma cena única e completa.
  • Na sequência em que Peter Weyland holográfico se dirige à tripulação do Prometheus, o sublinhado musical que podemos ouvir cita o tema original de ‘Alien, o 8º Passageiro’ – que foi escrito por Jerry Goldsmith, mas nunca utilizado no filme de 1979.

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  • Scott estava determinado desde o início a fazer com que Fassbender interpretasse o androide David, apesar de seus agentes pedirem um preço muito alto como honorários.
  • Theron se viu com dificuldades durante suas cenas de ação, devido ao hábito de fumar, principalmente nos segmentos que exigiam que ela corresse na areia com botas pesando quatorze quilos.
  • Embora Scott tenha sugerido que o elenco poderia ter dormido e efetivamente “vivido” no interior do set do Prometheus durante as filmagens iniciais, isso não aconteceu devido a precauções de saúde e segurança.

Satellite Awards 2025 | Fernanda Torres, ‘Anora’ e mais na lista de VENCEDORES da premiação!

E foram anunciados, recentemente, os vencedores da última edição do Satellite Awards.

Dentre os ganhadores, Fernanda Torres foi premiada com a estatueta de Melhor Atriz em Drama por seu incrível trabalho no drama ‘Ainda Estou Aqui’ (pouco depois de ter conquistado uma indicação ao Oscar). ‘O Brutalista’‘Anora’‘Emilia Pérez’ também levaram alguns prêmios para casa.

Veja abaixo a lista completa:

Melhor Atriz em Filme de Drama

  • Fernanda Torres por Ainda Estou Aqui

Melhor Ator em Filme de Drama

  • Colman Domingo por Sing Sing

Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical

  • Demi Moore por A Substância

Melhor Ator em Filme de Comédia ou Musical

  • Keith Kupferer por Ghostlight

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Ariana Grande por Wicked

Melhor Ator Coadjuvante

  • Guy Pearce por O Brutalista

Melhor Filme de Drama

  • O Brutalista

Melhor Filme de Comédia ou Musical

  • Anora

Melhor Filme Internacional

  • Ondas (República Tcheca)

Melhor Animação

  • Wallace & Gromit: Avengança

Melhor Documentário

  • Super/Man – A História de Christopher Reeve

Melhor Diretor

  • Brady Corbet por O Brutalista

Melhor Roteiro Original

  • A Verdadeira Dor

Melhor Roteiro Adaptado

  • Nickel Boys

Melhor Trilha Sonora

  • Emilia Pérez

Melhor Canção Original

  • “Mi Camino” de Emilia Pérez

Melhor Fotografia

  • Duna: Parte 2

Melhor Edição

  • Duna: Parte 2

Melhor Som (Edição ou mixagem)

  • Wicked

Melhores Efeitos Visuais

  • Gladiador 2

Melhor Design de Produção

  • Gladiador 2

Melhor Figurino

  • Wicked

Melhor Elenco

  • Nosferatu

Melhor Minissérie, Série Limitada ou Telefilme

  • Ripley

Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme

  • Cate Blanchett por Disclaimer

Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme

  • Colin Farrell por Pinguim

Melhor Atriz Coadjuvante para a Televisão ou Streaming

  • Diane Lane por Feud: Capote vs. The Swans

Melhor Ator Coadjuvante para a Televisão ou Streaming

  • Robert Downey Jr. por O Simpatizante

Melhor Série de Drama

  • Slow Horses

Melhor Série de Gênero

  • What We Do in the Shadows

Melhor Atriz em Série de Drama ou de Gênero

  • Kathy Bates por Matlock

Melhor Ator em Série de Drama ou de Gênero

  • Hiroyuki Sanada por Xógum

Melhor Série de Comédia ou Musical

  • Hacks

Atriz em Série de Comédia ou Musical

  • Emma Stone por The Curse

Ator em Série de Comédia ou Musical

  • Patrick Brammall por Colin from Accounts

Elenco em Série de Televisão

  • Feud: Capote vs. The Swans

Os Perpétuos se REÚNEM no novo teaser da 2ª e última temporada de ‘Sandman’

Netflix divulgou um teaser inédito da 2ª e última temporada de ‘Sandman’, dando destaque à cosmológica família conhecida como Os Perpétuos, que é formada por Destino, Morte, Sonho, Destruição, Desejo, Desespero e Delírio.

O ciclo de encerramento será dividido em duas partes: a primeira leva tem estreia agendada para 3 de julho, enquanto a segunda tem lançamento marcado para 24 de julho.

Além disso, a plataforma de streaming revelou que um episódio bônus será lançado em 31 de julho.

Confira:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Halle Bailey e Regé-Jean Page estrelam a comédia romântica ‘You, Me & Tuscany’; Confira o trailer!

Foi divulgado o primeiro trailer de ‘You, Me & Tuscany’, comédia romântica estrelada por Halle Bailey (‘A Pequena Sereia’) e Regé-Jean Page (‘Bridgerton’).

Confira:

O longa tem estreia marcada para 10 de abril de 2026 e será lançado pela Universal Pictures.

Kat Coiro (‘Case Comigo’) assume a cadeira de direção, enquanto Ryan Engle assina o roteiro.

A trama é ambientada na Costa Amalfitana e acompanha Anna (Bailey), uma jovem cozinheira de espírito livre, cuja decisão impulsiva de se tornar ocupante ilegal em uma vila toscana abandonada, propriedade de um homem que ela mal conhece, a leva a um mundo totalmente novo de aventuras, mentiras e amor.

Marco CalvaniAziza ScottLorenzo de Moor também fazem parte do elenco.

Série do Prime Video que traz Elizabeth Banks ENCOLHENDO conquista 70% de aprovação no RT; Confira as críticas!

‘Uma Esposa em Miniatura’, nova série de comédia dramática estrelada por Elizabeth Banks (‘As Panteras’) e Matthew Macfadyen (‘Succession’), já estreou tanto nos mercados internacionais quanto no Brasil (aqui pelo Prime Video) – e vem fazendo um modesto sucesso entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 70% de aprovação, com base em 23 reviews publicadas até o momento. Segundo o consenso geral, a série se beneficia das ótimas atuações de Banks e Macfadyen e que, apesar de perder o fôlego algumas vezes, mantém o ritmo das risadas.

Confira alguns comentários:

“É uma distração bastante agradável” – The Times (UK).

“A estranheza superficial de ‘Uma Esposa em Miniatura’ permite que ela desafie as convenções do gênero – TIME Magazine.

“A série oferece recompensas insuficientes para prender a atenção por muito tempo. Amarga demais para ser engolida, mesmo sem ser melosa demais, essa maratona de dez episódios provavelmente se beneficiaria de uma redução de tempo” – The Hollywood Reporter.

“A série, com seus dez longos episódios, não é uma adição particularmente valiosa ao cânone da ficção científica, que vem diminuindo” – New Scientist.

‘Uma Esposa em Miniatura’ reduz um casamento explosivo a um problema gigantesco e minúsculo. A série é irresistivelmente caótica, com personagens divertidos e imperfeitos e uma premissa intrigante” – Common Sense Media.

“É a surpresa televisiva mais deliciosa de 2026, uma série maravilhosamente ácida, mas ao mesmo tempo incrivelmente agradável” – The Spool.

A série foi criada por Jennifer AmesSteve Turner.

Baseada no conto homônimo de Manuel González, a trama acompanha Lindy e Les, um casal que, após passar por um acidente tecnológico, começa a reavaliar a dinâmica de poder de seu relacionamento, levando a um confronto dramático na disputa pelo controle do casamento.

O elenco ainda conta com Zoe Lister-JonesSofia RosinskyO-T FagbenleSian CliffordRonny ChiengAasif MandviRong FuTricia Black.

Dez episódios foram encomendados para a 1ª temporada.

Teen Choice Awards: Robert Downey Jr surpreende os fãs na premiação; Assista!

O Teen Choice Awards aconteceu ontem (11) e Robert Downey Jr. levou o prêmio de Ator Favorito em Filme de Ação por sua atuação em ‘Vingadores: Ultimato‘.

O ator surpreendeu os pequenos fãs vestidos de Homem de Ferro ao conversar com eles nos bastidores e chamá-los para subir ao palco para agradecer pelo prêmio.

Downey ainda aproveitou para tirar foto com as crianças, e ao término do discurso disse: ‘Nós te amamos 3000’, que foi traduzido no Brasil como ‘Eu te amo mil milhões’.

Confira:

“‘E nos ombros da juventude de ferro, eu posso finalmente descansar, mas não sem estas quatro palavras: Nós amamos você 3000’. Obrigado, Robert Downey Jr, por ser nosso Tony Stark. Você nunca será esquecido.”

Apesar de retomar o sucesso em sua carreira através da Marvel, Downey revelou numa recente entrevista que pretende se distanciar da imagem de Tony Star e explorar novos horizontes.

E por falar nisso, o astro já tem um novo filme a caminho e voltará ao papel principal em ‘Sherlock Holmes 3’, que será dirigido por Dexter Fletcher e chegará aos cinemas em 2021.

Sarah Michelle Gellar se veste como ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ e surpreende os fãs; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Sarah Michelle Gellar surpreendeu os fãs de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ ao surgir com o mesmo vestido usado pela personagem no episódio ‘Prophecy Girl‘, exibido em 1997.

O episódio em questão é um dos mais populares de toda a série e marcou o fim da 1ª temporada, revelando que Buffy estava destinada a se tornar caçadora de vampiros.

Em isolamento, a atriz brincou e escreveu:

“Me arrumei e não tenho para onde ir. ‘Vamos festejar’.”

Confira e compare com o episódio:

 

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All dressed up and no where to go. “I say we party” #safeathome #prophecygirl

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Para quem não conhece, Buffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, e foi vivida pela atriz Kristy Swanson.

Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série, que estreou em 1997 e teve 7 temporadas até 2003.

A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.

‘Thor: Amor e Trovão’: Kat Dennings ainda não foi convidada para a sequência

Depois que Natalie Portman foi confirmada como Jane Foster em ‘Thor: Amor e Trovão‘, muitos fãs suspeitaram que Kat Dennings também poderia retornar na sequência.

No entanto, a intérprete da excêntrica Darcy Lewis revelou ao IGN que não foi convidada para participar do próximo filme do deus do trovão.

Questionada sobre o assunto, ela respondeu:

“Bem, eu não recebi nenhuma ligação, então eu meio que duvido que vão me chamar. Eles já estão filmando, então provavelmente não estarei nesse filme, mas qualquer coisa que a Marvel me peça, a resposta é sempre sim.”

Lembrando que Dennings também não foi incluída em ‘Thor: Ragnarok’, já que a trama foi ambientada quase inteiramente no espaço, então não havia lugar para sua personagem.

Apesar disso, vale lembrar que a estrela está no elenco de ‘WandaVision‘, então ela pode estar fazendo mistério sobre seu retorno ao MCU.

Agora só resta aguardar para saber se ela estará de volta ou não. O que você acha?

Vale lembrar que o Daily Mail divulgou as primeiras imagens do Thor (Chris Hemsworth), acompanhado de Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan) e Kraglin (Sean Gunn) nos bastidores das gravações, em Sydney, capital da Austrália.

Confira:

Lembrando que o elenco também conta com Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Letitia Wright rebate acusações sobre apoiar ideais ANTI-VACINA no set de ‘Pantera Negra 2’

No último dia 06, o The Hollywood Reporter relatou que a atriz Letitia Wright continuava espalhando ideais anti-vacina no set de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, mesmo após se desculpar por ter postado um vídeo contra a imunização em massa no ano passado.

No entanto, a intérprete de Shuri negou as acusações e se defendeu através do Instagram, dizendo-se perseguida pela mídia.

Na publicação, ela compartilhou um trecho da passagem bíblica de Isaías 54:17, que diz:

“Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda palavra dita contra ti não terá efeito.”

Na legenda, ela desabafou, dizendo:

“Deus abençoe todos vocês. Me entristece ter que abordar os relatórios publicados pelo The Hollywood Reporter em 06 de outubro de 2021. O relatório falava sobre minha conduta no set de ‘Pantera negra 2’. Sinceramente, afirmo que isso era completamente falso. Qualquer pessoa que me conhece ou já trabalhou comigo sabe que trabalho muito duro em meu ofício e meu foco principal é sempre fazer um trabalho impactante e inspirador. Esse tem sido e continuará sendo meu único foco. Vou continuar a segurar nas mãos de Deus e na escritura de Isaías 54:17. Eu continuo a me concentrar na minha cura. Obrigado por suas orações. E eu continuo a orar pelo amor, paz e alegria de Deus para todos vocês. Deus os abençoe. Letitia.”

Confira:

Para quem não se lembra, a atriz se desculpou no ano passado após postar um vídeo do palestrante Tomi Arayomi, um líder sênior da Igreja Light London, questionando as vacinas para a COVID-19.

Após a polêmica, Wright postou um pedido de desculpas no Twitter, afirmando:

“Minha intenção era não machucar ninguém, minha ÚNICA intenção de postar o vídeo foi que ele levantou minhas preocupações com o que a vacina contém e o que estamos colocando em nossos corpos. Nada mais.”

 

 

A artista até chegou a responder nominalmente os comentários, escrevendo: “Não é a minha intenção magoar ninguém, tão pouco dizer pra vocês não tomarem a vacina, só estou preocupada com o que está nela. Essa não seria uma pergunta justa?”. 

‘Stranger Things’: Joseph Quinn agradece aos fãs pelo amor a Eddie Munson

No último episódio da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, Eddie Munson (Joseph Quinn) acaba morrendo ao ser atacado por uma horda de morcegos mutantes do Mundo Sombrio enquanto tentava salvar Dustin (Gaten Matarazzo) e seus amigos.

Antes disso, ele atrai os monstros tocando um solo de guitarra da música ‘Master of Puppets‘, da banda Metallica.

Em entrevista para o Entertainment Tonight, Quinn comentou sobre a calorosa recepção que o personagem teve online e agradeceu ao amor dos fãs.

“Ser recebido pelos fãs de uma forma tão acolhedora foi uma sensação completamente esmagadora. Foi tão adorável, tipo, a devoção que os fãs têm por essa série e como eles encontraram espaço em seus corações para um novo personagem… Fii tão emocionante. Eles foram tão gentis e acolhedores. Isso é algo adorável.”

Apesar da torcida por um possível retorno de Eddie, os criadores da série, Matt e Ross Duffer confirmaram ao Josh Horowitz que a morte do personagem foi definitiva.

Além disso, a dupla também confirmou que a Max sofreu morte cerebral, apesar de insistirem que a personagem ainda está “viva”.

“Max teve morte cerebral, está cega e teve os seus ossos quebrados. Ela já teve dias melhores, mas ainda está viva.”

Em uma das últimas cenas do quarto ciclo, a Eleven entra na mente da Max, que está hospitalizada em coma após seu confronto com o Vecna, mas acaba não encontrando nada; apenas um vazio cheio de escuridão – o que confirma a morte cerebral da personagem.

Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Fontes culpam produtora executiva demitida da Marvel pela péssima qualidade dos efeitos visuais do MCU

Ontem veio a público a demissão da produtora executiva da Marvel Studios, Victoria Alonso, que deixou a companhia após 17 anos de contribuição.

Até o momento, nenhuma justificativa foi dada para sua saída, o que vem levantando diversas suspeitas entre os fãs do MCU.

Depois que o jornalista KC Walsh, da Fox News, divulgou um relatório afirmando que Alonso agia de forma agressiva com as equipes de efeitos visuais, novas informações estão surgindo sobre a polêmica.

Em seu perfil do Twitter, o também jornalista Chris Lee, da New York Magazine, reforçou as afirmações de Walsh… 

Lee mencionou que fontes ligadas à Marvel disseram a ele que Alonso é responsável por causar climas tóxicos no ambiente de trabalho e promover exaustivas jornadas de expediente para as equipes por trás dos efeitos especiais.

Caso alguém, ou alguma empresa, não concordasse com seus métodos, ela os deixava na ‘geladeira’… Ou seja, os obrigava a aceitarem contratos de trabalho excessivos por medo de serem demitidos ou ‘queimados’ na indústria.

Em uma das publicações, Lee disse que:

“Muitas fontes do ramo de efeitos visuais me disseram que Victoria Alonso era a única responsável pelo ambiente de trabalho tóxico da Marvel: Uma criadora de reis que recompensava lealdade inquestionável com uma avalanche de trabalho, mas que também mantinha uma lista de quem não fazia o que ela pedia, que deixava os profissionais se borrando de medo.”

Ele continuou:

“Ela tinha uma quantidade absurda de poder, assumindo todas as principais decisões criativas nos filmes e séries da Marvel. ‘Kevin Feige e Victoria Alonso aprovam pessoalmente cada tomada de decisão, todo o trabalho de efeitos visuais, que geralmente é o trabalho de um diretor ou de um showrunner’, disse-me um técnico. ‘A principal que causa medo em todo mundo é Victoria Alonso’, disse outro técnico. ‘Se ela gostar de você, você vai conseguir trabalho e vai subir na indústria. Se você a irritar de alguma forma, você vai para a geladeira’.”

Confira:

Alonso ingressou na Marvel em 2006 como chefe de efeitos visuais e pós-produção,
e esteve envolvida no lançamento do ‘Homem de Ferro‘, como co-produtora. Ela foi promovida a Produtora Executiva em 2012, a partir de ‘Os Vingadores‘.

Seus créditos mais recentes incluem vários filmes e séries incluindo mais recentemente ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Thor: Amor e Trovão‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, além de séries como ‘Loki‘ e ‘Ms. Marvel‘.

Recentemente, ela esteve envolvida como produtora do filme ‘Argentina, 1985‘, que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional.

Terror estilo ‘Hereditário’ com neta de Elvis está DIVIDINDO a opinião na Netflix; Confira as reações!

Lançado originalmente em 2019, o suspense ‘O Chalé‘ (‘The Lodge’) retornou ao catálogo da Netflix e continua dividindo a opinião dos assinantes da plataforma.

Na trama, Grace (Riley Keough) está prestes a se tornar oficialmente madrasta e acaba ficando perdida ao realizar uma viagem de férias com os dois filhos de seu noivo. Tentando aproveitar a situação para realizar uma maior aproximação, ela percebe que terá problemas quando uma criatura sobrenatural deslancha diversos eventos atípicos e bizarros que começam a tomar conta do local.

Além de Keough, neta de Elvis Presley indicada ao Globo de Ouro pela série ‘The Girlfriend Experience‘, o longa também conta com Alicia Silverstone, Jaeden Martell, Lia McHugh e Richard Armitage.

A direção fica a cargo de Severin Fiala e Veronika Franz, dupla responsável pelo aclamado ‘Boa Noite, Mamãe!‘, ‘O Chalé‘ conquistou 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Entre as análises, o The Washington Post afirma que:

“‘O Chalé‘ não é um deleite perfeito. Mas para quem gosta de filmes sombrios e perturbadores, isso já é o suficiente.”

Apesar disso, a trama não foi muito bem aceita por todos…

Nas redes sociais, o público está bastante dividido, com alguns elogiando o filme por fugir dos clichês do gênero e apostar em uma narrativa mais imprevisível e que entrega momentos de tensão de acelerar o coração.

Por outro lado, há quem diga que foi uma verdadeira perda de tempo por conta de uma trama que não leva a lugar nenhum e se apoia na curiosidade dos espectadores para tentar se manter interessante.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

Crítica | O Chalé – Surpreendente Suspense Psicológico na pegada de ‘Hereditário’

Dois anos de ‘Death Stranding’ – Game cinematográfico com Léa Seydoux, Guillermo del Toro e Mads Mikkelsen

O jogo que não é para todos teve muito a falar inicialmente mas, em tempos recentes, se submeteu à uma estratégia pífia

Jogos não são cinema. Essa é uma afirmação que em si não está incorreta, games por natureza oferecem uma experiência interativa que filmes não podem ofertar. Entretanto, por muito tempo as obras cinematográficas puderam apresentar narrativas muito mais complexas e elaboradas do que os jogos jamais puderam por completo.

Pelo menos até que Hideo Kojima entrou de fato na indústria. Para desencargo de consciência, games que se utilizavam de estruturas cinematográficas já eram uma realidade, com um dos exemplos mais antigos sendo Maniac Mansion (desenvolvido pela Lucasfilm Games) de 1987. No entanto, Kojima popularizou o uso de narrativas refinadas unidas a novas formas de gameplay.

Sem dúvida esse sucesso é simbolizado por sua saga Metal Gear, iniciada ainda nos anos 80 e que teve seu último (não em termos cronológicos mas sim de lançamento) capítulo lançado só em 2015 para Playstation 4 (3), Xbox One (360) e PC. 

Com “Metal Gear”, Kojima emprego técnicas cinematográficas na gameplay

Foi com essa franquia que o desenvolvedor apresentou uma história de espionagem que muitas vezes abraçava abordagens não lineares ao mesmo tempo que tocava em assuntos sensíveis como tortura e guerra. Fã declarado do cinema, Kojima sempre tentou aliar seus projetos com o modo de contar história que ele via em filmes, não só do ponto de vista criativo mas técnico, utilizando as melhores capturas de movimento possíveis.

No entanto, enquanto ele encantava o mundo com Metal Gear, profissionalmente sua relação com a desenvolvedora da franquia, a Konami, se desgastava muito rapidamente. Isso acabou desaguando em um dos casos mais polêmicos dos jogos envolvendo a relação autor e produtora, assim como na sua eventual saída da companhia.

Junto a outros ex funcionários ele funda a Kojima Productions, onde ele teria, em tese, toda liberdade para produzir seus jogos incomuns sem restrições dos ditos “figurões” da diretoria. O primeiro fruto dessa nova fase não tardou em chegar em novembro de 2019 Death Stranding chegava às lojas, carregando uma proposta divisiva.

Em essência, “Death Stranding” nunca conseguiria agradar todos os jogadores

Desde seu primeiro trailer, e outras peças publicitárias, o game seguiu o estilo de divulgação que já era natural à Kojima, ou seja, trailers enigmáticos que em nada entregavam maiores, ou menores, detalhes da trama. Inegavelmente essa estratégia produziu desde já um efeito peneira no público, separando aqueles que se interessaram pelo que viram ou já eram fãs do desenvolvedor e aqueles que certamente passariam longe de tudo aquilo.

Outro elemento que chamou a atenção desde muito cedo era o elenco galáctico reunido para o projeto; Norman Reedus, Guillermo del Toro, Léa Seydoux, Mads Mikkelsen são apenas alguns dos nomes presentes que emprestam voz e face à personagens, centrais principalmente, que vão construindo o enredo. O próprio enredo serve como, aos olhos atuais, um agouro do futuro.

Em algum momento o mundo colapsou devido ao aparecimento de entidades invisíveis vindas de uma outra dimensão. Como resultado, a humanidade se separou por toda a Terra, com humanos vivendo em locais isolados de modo que não possam chamar a atenção. 

É nesse cenário que entregadores permanecem em atividade, levando todo tipo de carregamento de um ponto a outro e, simbolicamente, servindo como um pequeno mas vivo símbolo de que a humanidade ainda está unida. O principal sobre Death Stranding não é nem tanto entender sua premissa mas sim a mensagem da necessidade de cooperação em tempos de isolamento e nada representa melhor esse tema que seu multiplayer.

Jogar sob a perspectiva de um entregador realça a temática sobre criar ligações

Ao contrário de outros modos online no qual há uma categoria separada para eles dentro do jogo e envolve o combate entre jogadores, aqui Kojima adaptou essa mecânica para estar incluída dentro do próprio modo história e de maneira cooperativa, logo se um jogador escalou determinada montanha usando uma corda ele pode deixar a corda ali para que outro alguém que venha ter que fazer o mesmo caminho tenha a passagem facilitada.

Uma proposta que mesmo sendo bem mais discreta em comparação com o que havia de oferta no mercado, não deixou de ser marcante para aqueles que a perceberam. Entretanto, passados dois anos o jogo em si passou por acontecimentos importantes. 

O mais notável sendo o lançamento da “versão do diretor” em 2021 com a promessa de ser a forma definitiva de se experienciar a obra e ofertando vários conteúdos inéditos. O termo em si deriva do cinema em que, por vezes, o diretor tem a chance de relançar seu filme com cenas excluídas do corte original ou reeditado de forma diferente. No cinema isso leva sempre a resultados interessantes, pois pode-se conferir a obra no qual o criador teve bem mais liberdade.

Uma versão do diretor que não tem razão de existir

Com videogames o conceito já fica mais complicado, uma vez que a dinâmica de produção é diferente. De fato, a desenvolvedora pode apressar a produção do jogo e assim a versão lançada não é a que o diretor tinha em mente (o próprio Kojima passou por essa situação com a Konami ao lançar Phantom Pain) porém se presume que todo o conteúdo que está presente no lançamento estaria presente em qualquer versão, sendo diferente de ter cenas cortadas.

O que o consumidor acaba recebendo ao final é o mesmo produto que ele comprou um ano antes porém com preço cheio e nenhuma oferta que realmente valha um novo investimento. Death Stranding é um jogo que mostrou que, mecanicamente, um multiplayer amigável e cooperativo é possível e uma alternativa viável ao monopólio do estilo competitivo.

Não só isso mas curiosamente seu enredo previu indiretamente o cenário atual e necessidade de construir pontes entre as pessoas, tornando um jogo de 2019 mais atual do que muitos lançamentos posteriores. Foi a decisão posterior de apelar para um corte do diretor que puxou um título diferenciado de volta para a realidade, não só pelos motivos apresentados como também o próprio Kojima ter tido toda a liberdade do mundo para lidar com esse projeto.

 

Alice Braga quer trabalhar com Bruna Marquezine em Hollywood

Em uma entrevista à revista Quem, a atriz Alice Braga, que participou de filmes como ‘Eu Sou a Lenda‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, compartilhou sua empolgação com a possibilidade de se unir à atriz Bruna Marquezine em um filme hollywoodiano.

Alice Braga elogiou o trabalho de Marquezine em ‘Besouro Azul‘ e expressou seu desejo de colaborar com ela no futuro, dizendo: “Estou muito feliz que a Bruna acabou de fazer esse filme. Ela está linda, maravilhosa. Acho ela uma super atriz, sempre achei, desde pequenininha.”

Alice Braga também enfatizou seu desejo de ver mais talentos brasileiros no cenário do cinema internacional, destacando a importância de superar barreiras linguísticas e promover a arte brasileira globalmente:

“Desejo que mais e mais pessoas possam quebrar essa barreira da língua, e que a gente possa levar nossos talentos lá para fora. Temos que exportar nossos talentos e honrar a nossa arte aqui.”

Ela compartilhou sua jornada pessoal de trabalhar em projetos internacionais, dizendo:

“Trabalhar fora do Brasil foi uma coisa que nunca planejei, as portas só foram se abrindo e fui entrando. Fico muito feliz que tive a oportunidade de trabalhar com diretores nas obras que acabei fazendo. É uma honra, uma alegria imensa, e espero que cada vez mais atrizes brasileiras consigam esses espaços.”

Besouro Azul‘ já acumulou um total de US$ 81,8 milhões em apenas 10 dias desde o seu lançamento.

A contribuição da bilheteria dos Estados Unidos é de US$ 46 milhões, enquanto a bilheteria internacional soma US$ 35 milhões.

O filme possui um orçamento de aproximadamente US$ 100 milhões, sem considerar os custos de marketing.

Apesar das críticas e da pontuação positiva no Rotten Tomatoes (77%), o filme enfrentará desafios para ao menos pagar os gastos.

Assista à nossa entrevista com o diretor e à nossa crítica:

Ele também foi só elogios à atriz:

“Eu vi uma fita da Bruna e senti que ela era tão forte. Ela era muito consciente, muito vulnerável, muito feroz. Ela me deu tudo o que acho que representa uma mulher latina e as mulheres com quem eu cresci. E ter uma pessoa tão talentosa e tão profissional, durante toda a filmagem, trazendo suas próprias ideias, e realmente incorporando a personagem? Não consigo ver uma Jenny diferente na minha mente.”, ele afirmou.

‘Hulk’: Jennifer Connelly está aberta para retornar como Betty Ross ao Universo Cinematográfico Marvel!

A atriz Jennifer Connelly, que interpretou Betty Ross em ‘Hulk’ (2003) e deu voz à inteligência artificial Karen em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ (2017), revelou em entrevista ao The Hollywood Reporter que estaria disposta a voltar a trabalhar com a Marvel Studios.

Connelly se mostrou empolgada com os projetos da Marvel, destacando a qualidade dos filmes e o talento dos atores e equipe envolvidos.

“Acho que eles [Marvel] fazem ótimos filmes e meu marido [Paul Bettany, que interpretou o Visão nos filmes dos Vingadores] teve um tempo fantástico trabalhando com todos eles, e eles têm um ótimo grupo de atores trabalhando com eles. Eu definitivamente faria.”

Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine’ será o único filme do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) deste ano.

Anteriormente, em entrevista para a Variety (via Comic Book), Karan Soni garantiu que os fãs vão ficar de queixo caído e que devem esperar muito mais surpresas quando o filme for lançado.

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Robert Eggers quase fez um filme sobre Frankenstein antes de ‘Nosferatu’

O remake de ‘Nosferatu’ já está em cartaz nos cinemas nacionais, mas Robert Eggers quase fez um filme sobre outro monstro clássico da cultura pop.

Segundo o ComicBook, antes de ‘Nosferatu’, Eggers considerou fazer um longa sobre “Frankenstein”.

“Quando meu filho nasceu, eu tive um impulso inconsciente, tenho certeza que por causa disso, mas à medida que comecei a escrever, eu pensei: ‘Ah, sim, é por isso’. Mas quando comecei a tentar fazer Frankenstein, depois de duas semanas, eu percebi: ‘Não tem como eu fazer isso, é impossível'”, compartilhou ele.

O diretor também refletiu sobre alguns projetos que acabou descartando, revelando que tem a intenção de revisitar alguns deles no futuro. “Aquele filme medieval no qual comecei a trabalhar, eu li ele em um avião há alguns meses, e definitivamente vale a pena revisitar”.

“Mas também parece um pouco juvenil por causa da fase da minha carreira, sabe? Mas acho que poderia ser bom em algum momento”, concluiu.

Lembrando que ‘Nosferatu’, o remake de Robert Eggers, está disponível nos cinemas.

Sucesso entre os críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa recebeu uma nota B- do público no CinemaScore, que é considerada uma avaliação aceitável para o gênero.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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Presidente Donald Trump vira ‘Superman’ em meme compartilhado pela Casa Branca

‘Superman’, o filme de James Gunn que marca o início do novo DCU, já está em cartaz nos cinemas nacionais. Em meio a diversas polêmicas que cercam a produção, um meme viralizou na internet, colocando o ex-presidente Donald Trump como o Homem de Aço.

A conta oficial da Casa Branca publicou a imagem, com a legenda: “O símbolo da esperança, verdade e justiça. O estilo americano. Superman Trump”. 

Essa ação acontece em meio a controvérsia que envolve o longa, que tem sido chamado por alguns de “lacrador”, após comentários de James Gunn de que o herói é, de fato, um imigrante.

Essa referência foi suficiente para figuras conservadoras como Ben Shapiro e Jesse Watters acusarem o personagem de ter “virado woke”, mesmo antes de o filme ser lançado.

‘Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.