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‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’: Guerras e duelos de espadas ganham destaque no novo trailer da série histórica do Star+; Confira!

O FX divulgou um novo trailer da aguardada série ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, que chego ao Brasil em 27 de fevereiro no catálogo da Star+.

A prévia dá destaque às diversas batalhas e duelos de espadachins que serão retratadas na obra, que é ambientada no período feudal do Japão e é baseada no livro homônimo de James Clavell, originalmente publicado em 1975.

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A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

‘Meu Papai (ainda) é Noel’: Ator de ‘Modern Family’ entra para o elenco da 2ª temporada

O Disney+ já renovou oficialmente a série ‘Meu Papai (ainda) é Noel‘ (The Santa Clauses), que dá continuidade à clássica franquia natalina ‘Meu Papai é Noel‘, para a 2ª temporada.

E de acordo com o Deadline, o ator Eric Stonestreet, de ‘Modern Family‘, é a nova adição para a segunda temporada da série.

A revista ainda aponta que seu personagem será Magnus Antas (também conhecido como Papai Noel Louco), que reinou durante o século 14 e agora está voltando para tentar derrubar Scott Calvin (Tim Allen) e recuperar o Polo Norte.

Uma sinopse da segunda temporada também foi revelada. Confira:

Na segunda temporada, a família Calvin está de volta ao Polo Norte enquanto Scott continua seu papel de Papai Noel depois que os planos de aposentadoria foram frustrados ao não conseguir encontrar um sucessor digno na primeira temporada. Agora que Scott e sua família salvaram o Natal com sucesso, Scott volta seu foco para treinar seu filho Calvin para eventualmente assumir o “negócio da família” como Papai Noel.

A segunda temporada não tem previsão de estreia.

A primeira temporada está disponível no Disney+. Relembre o trailer:

Tim Allen e Elizabeth Mitchell reprisam seus papéis como Scott Calvin/Papai Noel e Carol/Mamãe Noel.

Austin KaneRupali ReddDevin BrightLaura San Giacomo também fazem parte do elenco.

Jason Winer, conhecido por seu trabalho em obras como ‘The Big Leap’‘Modern Family’ (que lhe renderam indicações ao Emmy Awards), fica responsável pela direção e pela produção executiva.

“Scott Calvin está prestes a fazer 65 anos e percebe que não pode ser o Papai Noel para sempre. Ele está começando a não dar conta dos seus deveres como Papai Noel e, mais importante, ele tem uma família que poderia se beneficiar de uma vida no mundo normal, especialmente seus dois filhos que cresceram no Polo Norte. Com muitos elfos, crianças e família para agradar, Scott sai em busca de um Papai Noel substituto adequado enquanto prepara sua família para uma nova aventura em uma vida ao sul.”

Jack Burditt entra como showrunner, além de ser produtor executivo.

Lançado em 1994, o filme original arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente, garantindo duas sequências ‘Meu Papai é Noel 2‘ (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3‘ (2006).

‘Echo’: Série será lançada com APENAS 5 episódios, diz insider

Uma revelação recente sugere que a série da Marvel Studios, ‘Echo‘ pode ter uma duração mais curta do que o inicialmente anunciado. Ao que parece, a série agora está planejada para ter apenas cinco episódios, em vez dos seis originalmente divulgados.

A informação veio do insider CanWeGetSomeToast, que é conhecido por fornecer informações em primeira mão. O insider compartilhou em seu perfil no Twitter a notícia de que um episódio de ‘Echo‘ foi cortado devido a problemas de ritmo.

“Fontes próximas a ‘Echo’ confirmaram que a série MCU consistirá em CINCO episódios com aproximadamente uma hora de duração cada. Originalmente havia 6 episódios, mas um deles foi cortado devido a problemas de ritmo”, afirmou o insider.

O lançamento completo no Disney+ é uma decisão atípica, considerando que as principais séries da Marvel tiveram seus episódios lançados semanalmente, mas o descontentamento do estúdio com a produção pode ser a justificativa da escolha.

Nas redes sociais, alguns já teorizavam que a Marvel decidiu lançar tudo de uma vez por medo da queda de audiência, caso a série fosse lançada em episódios semanais.

Confira as reações:

A série é um spin-off da personagem de ‘Gavião Arqueiro’, interpretada por Alaqua Cox.

O elenco ainda contará com Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Chaske Spencer, Tantoo Cardinal, Devery Jacobs, Cody Lightning, Graham Greene e Zahn McClarnon.

A estreia é prevista para 10 de Janeiro de 2024.

Steve Lightfoot, de ‘O Justiceiro’, vai adaptar ‘The String Diaries’ para série da Sony

O aclamado roteirista e produtor Steve Lightfoot, conhecido por seu trabalho em ‘O Justiceiro’ da Netflix, está pronto para embarcar em um novo projeto empolgante: a adaptação para série de ‘The String Diaries’, o thriller sobrenatural de Stephen Lloyd Jones.

Segundo o Deadline, a produção será uma parceria entre a RubyRock Pictures e os Estúdios Sony.

“The String Diaries” é um thriller sobrenatural que acompanha a jornada de uma família que entra em posse de diários misteriosos que foram passados de mãe para filha desde o século XIX. A trama se desenrola em diferentes épocas, desde os dias atuais até a Oxford dos anos 1970 e a Hungria do início do século XIX, e gira em torno de um homem de uma antiga família real com um passado obscuro.

Zoë Rocha, CEO da RubyRock Pictures, explicou que a escolha do livro reflete a estratégia da produtora de buscar romances que, apesar de terem sido publicados há algum tempo, ainda possuem grande potencial para conquistar o público.

“Tudo está acontecendo com antecipações e está muito além do nosso orçamento, mas há tanto conteúdo por aí que acaba passando despercebido. [Romances um pouco mais antigos] são realmente um bom lugar para procurar”, declarou Rocha.

‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’; Showrunner defende Hudson Thames após POLÊMICAS declarações

Jeff Trammell, o showrunner de ‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’, falou recentemente sobre as polêmicas declarações de Hudson Thames, o dublador que dá voz ao Peter Parker na animação.

O ator havia afirmado que temia que a animação se tornasse “irritante e tivesse lacração”, o que gerou bastante repercussão.

Segundo o ComicBookMovie, Trammell saiu em defesa de Thames e explicou que ele se expressou mal:

“Ah, eu adoro o Hudson e não dei muita atenção ao que ele disse. Acho que ele simplesmente se expressou mal, e sei que isso tem pesado para ele. Acho que fizemos um show fantástico que vai agradar a um público amplo e, espero, capture o que eu adoro sobre este Homem-Aranha: que ele é um cara que se importa profundamente com as pessoas ao seu redor e sempre tenta fazer a coisa certa”, afirmou.

Vale ressaltar que, após as declarações, fãs solicitaram a demissão do ator.

Na ocasião, a afirmação de Hudson Thames foi: “Eu achei isso incrível. Quero dizer, meu maior medo era que fosse irritante e tivesse lacração, mas não foi, e eu pensei, ‘Sim, isso é ótimo, é muito bem escrito’, parece real. Eu sou o mais velho de cinco meninos, então sinto que meio que sei o que está acontecendo na vida deles e na escola, e parecia que estava fazendo justiça a isso”.

‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’ está disponível no Disney+.

‘Rust’: Processo de Alec Baldwin contra autoridades do Novo México é ARQUIVADO!

O processo por má conduta movido por Alec Baldwin contra as autoridades do Novo México foi rejeitado na última quarta-feira, após a equipe jurídica do ator não dar prosseguimento ao caso.

Segundo a Variety, Baldwin havia protocolado a queixa de 73 páginas em janeiro, alegando que a promotora Kari Morrissey e outros violaram seus direitos ao tentar responsabilizá-lo pela morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins durante as filmagens do filme ‘Rust’.

No entanto, nos meses seguintes, os advogados de Baldwin não tomaram nenhuma providência para levar o processo adiante, nem mesmo apresentaram o aviso formal de que os réus haviam sido notificados.

O juiz Casey Fitch ordenou o arquivamento do caso sem prejuízo, o que significa que ele pode ser reaberto futuramente, caso os advogados de Baldwin decidam retomá-lo.

“Estamos em conversas de boa-fé com as partes envolvidas no processo e vamos reapresentar a ação prontamente, caso essas conversas não sejam resolvidas de forma rápida e favorável”, disse o advogado de Baldwin, Luke Nikas, em nota.

Conforme a legislação do Novo México, um processo civil pode ser arquivado por falta de prosseguimento se nenhuma ação for tomada no prazo de seis meses.

‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2’: Sequência anuncia dois novos atores no elenco

A sequência do romance de sucesso do Prime Video, ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’, confirmou a escalação de dois novos atores para o elenco.

Segundo o Deadline, Henry Ashton (‘A Knight of the Seven Kingdoms’) e Alex Høgh Andersen (‘Vikings’) se juntam aos protagonistas Nicholas Galitzine e Taylor Zakhar Perez nesta nova produção.

Embora os detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos em segredo, sabe-se que o longa será dirigido por Jamie Babbit. O roteiro é assinado por Gemma Burgess e Matthew López, contando também com a colaboração da autora do livro original, Casey McQuiston.

‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2’: Nicholas Galitzine espera ver o amadurecimento de seu personagem na sequência

O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra? Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado ― e que ele não suporta.

O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois. Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar ― e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?.

Taylor Zakhar Perez (‘A Barraca do Beijo 2’) e Nicholas Galitzine (‘Cinderela’) dão vida aos protagonistas.

Perez interpreta Alex Claremont-Diaz, o charmoso filho da presidente dos EUA. Já Galitzine dá vida ao príncipe Henry.

Uma Thurman (‘Kill Bill’) interpreta a Presidente dos EUA, Ellen Claremont.

O elenco ainda conta com Clifton Collins Jr., Stephen Fry, Sarah Shahi, Rachel Hilson, Ellie Bamber, Aneesh Sheth, Polo Morin, Ahmed Elhaj e Akshay Khanna.

‘A Odisseia’: Embalada pelo sucesso do épico de Nolan, nova série sobre Odisseu é anunciada

O aguardado épico ‘A Odisseia’, novo filme de Christopher Nolan, finalmente estreou nos cinemas mundiais e o longa já caminha a passos largos para se tornar um verdadeiro fenômeno de público e crítica. Aproveitando a enorme repercussão desse lançamento nas telonas, os bastidores da televisão se movimentam rapidamente: uma coprodução independente entre a Europa e os Estados Unidos intitulada ‘Odysseus’ já está sendo preparada para as telas.

De acordo com o Deadline, a proposta da série é descrita como “visceral e intensa”, ambientada na realidade nua e crua da Idade do Bronze, um período repleto de sangue, navios, traições e figuras tentando sobreviver à era que inspirou a clássica epopeia de Homero.

Em vez de focar apenas no mito de Odisseu, o lendário rei de Ítaca que levou dez anos para voltar para casa após a Guerra de Troia, a produção dará ênfase ao contexto histórico real, mostrando como a jornada do herói se conecta aos grandes eventos políticos que antecederam o colapso da Idade do Bronze.

Após quase cinco anos de desenvolvimento, a equipe planeja iniciar as filmagens no começo do próximo ano, com locações na Grécia e na Armênia. A ambição dos produtores é grande: eles esperam transformar o projeto inicial em um universo expandido de séries.

A produção é comandada pela Tanweer, distribuidora grega do filme de Nolan, em parceria com a recém-lançada produtora americana Tectonic e com a empresa armênio-americana USATV. O comando criativo como showrunner ficará a cargo de Karl Gajdusek, conhecido por seu trabalho como produtor executivo na primeira temporada de ‘Stranger Things’.

A direção será de Roel Reiné, veterano de produções históricas e de ação como Black Sails, Halo e Washington. Já o roteiro do episódio piloto foi assinado a várias mãos por Sean Finegan, Scott Windhauser, Noah Lang e Blake Hoss.

“Há algo grandioso em assumir essa história épica da maneira mais pé no chão e politicamente realista possível”, afirmou Gajdusek em comunicado oficial. “Os episódios míticos da jornada de Odisseu são retratados por Homero como metáforas para uma jornada interior, mas também existe uma realidade por trás de tudo isso: escolhas, vidas e amores perdidos e salvos. Nosso objetivo é contar essa história real, removendo todos os adornos. Queremos levar o público aos bastidores, apresentar os personagens de carne e osso da Idade do Bronze que deram origem à lenda e mostrar sua verdadeira história”.

O produtor executivo Jordan Dykstra, um dos nomes à frente da Tectonic ao lado de Finegan, celebrou o avanço do projeto: “Começamos essa jornada há quase cinco anos com a visão de trazer essa história para o espírito do nosso tempo em formato seriado. Nosso desejo é oferecer ao público uma representação autêntica e emocionante da Grécia Helênica antiga”.

‘A Odisseia’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

Primeiras Impressões | ‘A Odisseia’ é um fabuloso ÉPICO que marca mais um grandioso filme de Christopher Nolan

A Odisseia – Filme | CinePOP

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott. 

‘Ghost in the Shell: O Novo Filme’ chega com versão dublada na HBO Max

A HBO Max adicionou ao catálogo a animação inédita no Brasil, ‘Ghost in the Shell: O Novo Filme‘ (2015), também conhecido como ‘New Ghost in the Shell‘, longa que dá sequência aos OVA, justamente após 10 dias da estreia de ‘Arise‘ no serviço. Completando então a lista de séries da franquia previstas para entrar no serviço neste mês.

O filme chega por aqui com opção de áudio original e legendas, mas também ganhou uma nova dublagem no nosso idioma, assim como os demais títulos.

Veja o trailer:

Na história vemos o assassinato do primeiro-ministro do Japão, descrito como “o maior evento desde a guerra”. Motoko Kusanagi deve então liderar o time da Seção 9 para descobrir o que está por trás dessa tragédia, ao lado do filho do agora ex-ministro, Osamu Fujimoto.

O live-action americano de ‘Ghost in the Shell‘, estrelado por Scarlett Johansson, também está disponível no catálogo catálogo da HBO Max.

Stephen Lang fala como o Coronel Quartich retorna como Na’vi em ‘Avatar: O Caminho da Água’

O ator Stephen Lang comentou a respeito do retorno do vilão Quartich como Na’vi em ‘Avatar: O Caminho da Água‘, onde muitos fãs se perguntaram como isso era possível, já que o personagem, em tese, havia morrido no primeiro filme.

Lang, em entrevista à Empire, disse que o personagem que ele vai interpretar no novo filme não é exatamente o Quartich, mas um Na’vi com suas memórias, emoções e até um pouco de sua alma.

“Ele é um avatar autônomo geneticamente modificado. Ele foi baixado com a mente, as emoções e, ainda mais interessante, possivelmente o espírito de Quaritch. Agora, isso é tudo muito esotérico. Ele vem com um banco de memória completo até o momento em que realmente passa pela transferência de DNA. Então, há certas coisas das quais ele não tem nenhuma memória. Ele não lembra de sua morte”, comentou o intérprete do vilão do filme original.

Para sabermos mais a respeito, precisamos nos inteirar mais assistindo ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que tem estreia prevista para o dia 15 de dezembro.

Confira o trailer:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de ‘Avatar’ teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Khumba

(Khumba)

 

Elenco:

Vozes na versão dublada de: Sabrina Sato, Rodrigo Faro, Marco Luque, Dani Calabresa.

Direção: Anthony Silverston

Gênero:  Animação

Duração: 85 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Julho de 2014

Sinopse:

Uma zebra sai em uma grande aventura para vencer as diferenças e encontrar seu bando. Embarque nesse divertido safári em 3D com Khumba (Rodrigo Faro), Mama (Sabrina Sato) e Pernudo (Marco Luque).

Curiosidades:

» —

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

‘American Horror Story: Hotel’ ganha vídeo dos bastidores e belo cartaz

American Horror Story: Hotel‘ ganhou um vídeo legendado com depoimentos dos atores, além de um belo cartaz oficial.

Confira:

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O episódio-piloto é intitulado ‘Checking In‘, foi roteirizado por Ryan Murphy e Brad Falchuck e dirigido por Murphy.

O detetive e pai de família John Lowe investiga uma série de assassinatos terríveis em Los Angeles. Uma dica misteriosa o leva ao enigmático Hotel Cortez.

A série pode ganhar duas temporadas em 2016, após a estreia de ‘Hotel‘ em 7 de Outubro de 2015 – Saiba mais!

Jessica Lange tem retorno confirmado em ‘American Horror Story’ 

A trama se passará em um hotel localizado no centro de Los Angeles, que será palco de vários assassinatos conhecidos da cultura norte-americana, traição, glamour e assombrações.

A temporada sucessora de ‘American Horror Story: Freak Show’ vai se passar nos dias atuais.

 

 

Elle Fanning sensacional em novas imagens do terror ‘The Neon Demon’

The Neon Demon’, longa de terror do cineasta Nicolas Winding Refn (‘Drive, ‘Só Deus Perdoa’), ganhou novas imagens com Elle Fanning (‘Malévola’) no difícil mundo da moda.

Confira, com o trailer:

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A trama de ‘The Neon Demon’ vai girar em torno de “um grupo de supermodelos que irá aos extremos na tentativa de encontrar o caminho do sucesso, incluindo vodu e canibalismo”. Elle Fanning (‘Malévola’) viverá a protagonista, uma jovem modelo que se descobre em um mundo de beleza e ruína.

O longa será inspirado na história de Isabel Bathory, que ficou conhecida como “Condessa Sangrenta”, serial killer do século 16 que supostamente se banhava com o sangue de suas vítimas para se manter jovem.

Keanu Reeves, Christina Hendricks (‘Mad Men’), Jena Malone (‘Jogos Vorazes’), Bella Heathcote (‘Sombras da Noite’), Desmond Harrington (‘Dexter’) e a supermodelo australiana Abbey Lee (‘Mad Max: Estrada da Fúria’) completam o elenco.

“Um dia eu acordei e percebi que estava rodeado e dominado por mulheres. Estranhamente, surgiu em mim uma vontade súbita de fazer um filme de terror sobre a beleza viciosa”, disse o diretor dinamarquês em comunicado.

Refn co-escreveu o roteiro com a novata Mary Laws. O editor Matthew Newman e o compositor Cliff Martinez, frequentes colaboradores de Refn, retomam a parceria em ‘The Neon Demon‘. O aclamado cinematógrafo francês Philippe Le Sourd, que ganhou uma indicação ao Oscar por ‘O Grande Mestre‘, cuidará da fotografia.

O terror será filmado em 3D e com a alta taxa de 60 quadros por segundo, velocidade maior que os 48 fps da trilogia ‘O Hobbit’. Esta será a mesma tecnologia utilizada por James Cameron nas três sequências de ‘Avatar’. Trata-se de uma taxa bem maior que os tradicionais 24 fps. Não há informações, porém, se Refn pretende rodar o longa todo em 60 fps ou apenas algumas cenas.

The Neon Demon’ chegará aos cinemas em 2016.

‘Bourne’: Matt Damon toparia atuar com Jeremy Renner em crossover

Em entrevista ao Digital Spy, o ator Matt Damon afirmou que gostaria de atuar ao lado de Jeremy Renner em um crossover entre as duas franquias Bourne.

Após Damon se recusar a voltar ao quarto filme, a Universal decidiu seguir em frente com ‘O Legado Bourne‘, que trazia Jeremy Renner como o agente secreto Aaron Cross.

“Eu toparia fazer, porque acho o Jeremy Renner um grande ator. Não sei como eles conseguiriam fazer isso, porque os dois personagens são como ‘lobos solitários’. Se bolarem uma boa história, eu estou dentro”, afirmou.

Recentemente, Renner sugeriu ideias do possível encontro de seu Aaron Cross com Jason Bourne no cinema.

“Na minha cabeça, eu acho que pode acontecer um pouco de duas coisas: vão colocar um contra o outro, e depois os dois se juntam contra o vilão, chegando a conclusão que não são o inimigo. Uma centena de pessoas pode imaginar esse cenário, mas eu acho que podemos fazer as duas coisas, seria muito interessante. Mas, criativamente falando, NÃO há nenhum tipo de conversas sobre isso. É apenas o fã dentro de mim falando [risos].”

Os filmes estrelados por Damon tiveram retornos cada vez maiores nas bilheterias até o terceiro, que registrou mais de U$ 442 milhões no mundo todo. Já ‘O Legado Bourne‘ sofreu uma queda considerável, rendendo U$ 276 milhões e marcando a menor arrecadação da franquia nos cinemas norte-americanos.

 

 

Julia Stiles se junta a Matt Damon no novo filme da franquia ‘Bourne’

Franquia ‘Bourne’ ganhará filmes diferentes com Jeremy Renner e Matt Damon

Matt Damon afirma que Jason Bourne derrotaria o Batman

Matt Damon fortão em imagem que marca o início das filmagens de ‘Bourne 5

 

A estreia de ‘Jason Bourne‘ está marcada para 28 de Julho de 2016.

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‘The Flash’: Clipe do segundo episódio apresenta o personagem de Tom Felton

Vale lembrar que Tom Felton será um profissional da ciência forense, assim como Barry Allen, e que será um verdadeiro calo no sapado do ‘The Flash‘.

Confira:




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A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.

A nova temporada de ‘The Flash‘ estreia dia 4 de outubro.

Segunda temporada de ‘Love’ ganha teaser e data de estreia

Considerada uma das melhores surpresas apresentadas pela Netflix em 2016, a plataforma de streaming liberou a prévia e a data de estreia da segunda temporada de ‘Love‘.

A série terá seus 10 novos episódios lançados dia 10 de março.

Com relação ao plot, a relação de Gus (Paul Rust) e Mickey (Gillian Jacobs) passará por novos altos e baixos.

Confira:

‘Arquivo X’ tem nova temporada CONFIRMADA

A Fox acaba de confirmar OFICIALMENTE a nova temporada de ‘Arquivo X’, que trará o retorno dos protagonistas David Duchovny e Gillian Anderson.

A temporada terá 10 episódios e começa a ser filmada no meio do ano.

A 11° temporada, exibida no começo de 2016, teve seis episódios de 40 minutos de duração cada.

Vale lembrar que a décima temporada obteve e um grande sucesso.  Dentro de 24 horas seguintes, em 80 países do mundo, o primeiro episódio atraiu mais de 50 milhões de espectadores, estabelecendo assim, novos recordes em níveis de audiência em múltiplos mercados.

Arquivo X‘ segue os passos dos agentes especiais do FBI Scully (Anderson) e Mulder (Duchovny), que investigam casos inexplicáveis em que a única resposta possível parece envolver fenômenos paranormais. Também voltará a série o ator Mitch Pileggi, como Walter Skinner, Diretor Adjunto do FBI, que caminha em uma linha tênue entre a lealdade a Mulder e Scully e a prestação de contas a seus superiores.

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‘The Gifted’ ganha comerciais sobre cada personagem; Assista!

O canal FOX liberou várias promos do elenco principal de ‘The Gifted‘, a nova série dos ‘X-Men‘.

As promos estão compiladas no vídeo a seguir.

Confira:

Escrito por Matt Nix e dirigido por Bryan Singer, o piloto foca em dois pais comuns que descobrem que seus filhos possuem poderes mutantes. Forçados a se posicionarem contra um governo hostil, a família se junta a uma rede de mutantes underground que deverá lutar para sobreviver.

‘Olhos Famintos 3’ ganha data de estreia no canal SyFy

Olhos Famintos 3‘ foi exibido nos cinemas nos EUA por apenas uma noite em 26 de Setembro, arrecadou ótimos US$ 1,7 milhão – com uma média de US$ 2,793 por sala.

Agora, o terror será lançado direto na TV. O Canal Syfy anunciou que o filme será exibido nos EUA no dia 28 de Outubro, próximo ao Halloween.

O SyFy Brasil ainda não confirmou a data, mas existe a possibilidade dele ser exibido simultaneamente. Ansioso?

Assista nossa crítica:

Leia a crítica EM TEXTO:

Crítica | Olhos Famintos 3 – Pode enterrar a franquia e prender o diretor!

No último dia de alimentação de vinte e três dias do Creeper, as equipes policiais do Sargento Tubbs reúnem uma força-tarefa, na missão de destruir o Creeper para sempre. O Creeper trava uma batalha sangrenta enquanto seus inimigos se aproximam de descobrir o segredo de suas origens sombrias.

 

 

 

‘Liga da Justiça’: Versão de Zack Snyder foi totalmente filmada, afirma funcionário da DC

O diretor Jay Oliva, que comandou várias animações da DC e trabalhou nas artes conceituais de ‘Liga da Justiça‘, revelou no Twitter que Zack Snyder filmou TODA a sua versão de  ‘Liga da Justiça‘ – apesar da Warner negar.

“Apesar dos efeitos especiais estarem incompletos e faltar algumas refilmagens adicionais, tudo que estava no  storyboard foi filmado. Zack não é o tipo de diretor que cria o filme na edição. Tudo é planejado do começo ao fim meticulosamente. Foi dessa maneira que Homem de Aço e Batman vs. Superman foram feitos”.

“O que eu quis dizer com 99% é que todas as cenas que Zack imaginou foram filmadas e existem de uma forma ou de outra. É claro que ainda há o VFX que está inacabado, mas eu nunca deduzi que o filme estava 99% pronto. Em vez disso, a visão de Zack foi toda roubada, exceto por algumas reformulações planejadas”

O diretor Zack Snyder sempre foi muito ativo nas redes sociais, especialmente no app Vero, onde ultimamente ele tem postado fotos dos bastidores do seu último filme, ‘Liga da Justiça‘.

No entanto, fãs estão começando a ficar suspeitos de que todas as postagens possam estar dando pistas de um possível corte do diretor . A teoria da conspiração começou quando Snyder postou essa foto na rede social:

A atriz Kiersey Clemons estava cotada para viver Iris West, interesse amoroso de Barry Allen, mas sua participação foi cortada completamente na edição final do filme. Com a postagem da foto da atriz, fãs acreditam que assim como suas cenas existem, também há um corte específico do diretor para o filme.

Vocês acreditam na teoria? Querem a versão do Snyder? Ou estão esperando o Barry Allen acabar com a timeline novamente?

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

Zumbilândia 2: Atire Duas Vezes

(Zombieland 2: Double Tap)

 

Elenco:

Jesse Eisenberg – Columbus
Emma Stone – Wichita
Bill Murray – Bill Murray
Zoey Deutch – Madison
Woody Harrelson – Tallahassee
Abigail Breslin – Little Rock
Dan Aykroyd – Dan Aykroyd
Avan Jogia – Berkeley

 

Direção:  Ruben Fleischer

Gênero: Aventura, Suspense

Duração: 100 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 24 de Outubro de 2019

Sinopse: 

Uma década depois de ‘Zumbilândia‘ se transformar em um hit cult, o elenco original (Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Abigail Breslin e Emma Stone) se reúne ao diretor Ruben Fleischer (Venom) e roteiristas Rhett Reese & Paul Wernick (Deadpool) para ‘Zumbilândia: Atire duas vezes‘. Na sequência, esses quatro caçadores devem seguir através do hilário caos que se espalhou desde a Casa Branca até o coração do país, para novamente combater os novos tipos de zumbis que evoluíram desde o primeiro filme; e também lidar com alguns sobreviventes humanos. Mas, acima de tudo, eles devem lidar com os problemas de relacionamento que surgem em seu sarcástico e improvisado núcleo familiar.

Crítica | Zumbilândia 2 é um dos raros casos que a sequência é ainda melhor que o original (Nota: 8.0)

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O longa é dirigido por Ruben Fleischer, mesmo diretor de ‘Venom‘. O roteiro é assinado pela dupla responsável por ‘Deadpool‘, Rhett Reese e Paul Wernick, além de Dave Callaham. O filme chega aos cinemas do Brasil no dia 24 de outubro

»  ‘Zumbilândia 2‘ conta com a participação de dois dos Caça-Fantasmas originais: Bill Murray e Dan Aykroyd.

 

Trailer:

Cartazes: 

 

Fotos: 

‘Bons Meninos’: Comédia estilo ‘Superbad – É Hoje’ não será mais lançada nos cinemas nacionais!

A Universal Pictures do Brasil revelou ao CinePOP que não lançará a comédia ‘Bons Meninos‘ (Good Boys) nos cinemas nacionais.

O filme era previsto para 28 de Novembro, e será lançado direto em Home Video.

Dos mesmos produtores de ‘Superbad: É Hoje‘ e ‘Festa da Salsicha‘, ‘Bons Meninos‘conquistou o público e conseguiu de ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões mundialmente. Nos EUA, o longa acumula US$ 82 milhões. No mercado internacional, são US$ 25.5 milhões.

O filme para maiores é estrelado por crianças… bem linguarudas.

Confira o trailer:

Depois de ser convidado para sua primeira festa do beijo, Max (Tremblay), que tem apenas 12 anos, entra em pânico por não saber como beijar. Ansioso, ele e seus melhores amigos: Thor (Noon) e Lucas (Williams) decidem usar o drone do pai de Max para espionar um casal de adolescentes fazendo sexo. Mas, quando as coisas dão ridiculamente errado, o drone é destruído. Desesperado para substituí-lo antes que o pai (Forte) de Max chegue em casa, os meninos faltam à escola e iniciam uma odisseia épica de más decisões que envolvem drogas acidentalmente roubadas, paintball e até fuga de polícia e de adolescentes aterrorizantes adolescentes.

O elenco conta com Jacob Tremblay, Keith L. Williams, Brady Noon, Molly Gordon, Lil Rel Howery e Will Forte.

 

 

Emma Watson defende as pessoas trans: “Te amamos por quem você é”

Após J.K. Rowling ser acusada de transfobia nas redes sociais devido a uma série de posts, a atriz Emma Watson, que interpretou Hermione Granger em todos os oito filmes da série ‘Harry Potter‘, veio a publico defender as pessoas trans.

“As pessoas trans são o que dizem ser e merecem viver suas vidas sem serem constantemente questionadas ou informadas de que não são quem dizem ser. Quero que meus seguidores trans saibam que eu e tantas outras pessoas ao redor do mundo te vemos, te respeitamos e te amamos por quem você é.”

Nos últimos dias, Rowling voltou a realizar comentários polêmicos sobre gênero e sexualidade, dizendo com todas as palavras que “se sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se sexo não é real, a realidade das mulheres é apagada. Eu conheço e amo as pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a habilidade de muitas pessoas poderem discutir sobre suas vidas. Não é ódio se eu digo a verdade. A ideia de que mulheres como eu, que foram empáticas com as pessoas trans por décadas, odeiam as pessoas trans porque elas acreditam que sexo é real é absurda.”

Não demorou muito para que várias pessoas começassem a se posicionar contra o tóxico comportamento da autora, incluindo os astros da franquia ‘Harry Potter’. Agora, em uma tentativa de se defender, Rowling publicou uma carta aberta em seu site oficial.

Confira abaixo a tradução na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

Lembrando que seu novo livro infantil, intitulado ‘O Ickabog’, já está disponível oficialmente em português.

Os primeiros cinco capítulos já revelados podem ser lidos em português aqui.

Segundo a autora, a ideia surgiu há muito tempo e foi contada para seus dois filhos mais novos capítulo por capítulo por todas as noites até que ela conseguisse terminá-la. A decisão de finalmente publicá-lo veio com o anúncio do lockdown, como forma de manter as crianças entretidas.

‘O Ickabog’ será publicado gratuitamente no site através de iterações e ao longo das próximas sete semanas – de acordo com informações, “um capítulo (ou dois, ou três) por vez. Não é ‘Harry Potter’ e é uma história totalmente diferente”.

Ao todo, a narrativa é composta por 34 partes, com a versão física programada para lançamento em novembro de 2020.

Além disso, Rowling está promovendo um concurso em que as crianças terão a chance de ilustrar o livro. Os editores ficarão responsável pelo resultado final e 34 dos melhores desenhos (um por capítulo) serão inclusos na versão final.

‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder tem um “final inovador”, revela Kevin Smith

Kevin Smith, que trabalhou como consultor e quadrinista da DC, revelou ao podcast do Fatman Beyond que já assistiu a versão de Zack Snyder de ‘Liga da Justiça‘ e não achou que o final do filme é um “beco sem saída”.

“O final do Snyder Cut está bem longe de ser um beco sem saída. Ele vai nos levar para um final inovador, por assim dizer, mas não é um beco sem saída. Pelo que eu vi, a história pode sim continuar”. 

O chefe da DC Films, Walter Hamada, revelou ao The New York Times que a versão de Zack Snyder não faz parte do “novo projeto da DC Films” e os executivos do estúdio descrevem a versão HBO Max da ‘Liga da Justiça‘ “como um beco sem saída, uma rua que não leva a lugar nenhum.”

Em outras palavras, as chances de uma sequência, desdobramentos ou esse corte do filme influenciar outras histórias são mínimas. Isso não é muito surpreendente e pode explicar por que tem havido rumores de um seguimento possivelmente assumindo a forma de uma história em quadrinhos (provavelmente escrita por Snyder com arte da Editora DC Jim Lee).

O Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ será lançado em março do ano que vem na HBO Max.

A nova versão será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

Christian Bale irreconhecível como o vilão Gorr em fotos de ‘Thor: Amor e Trovão’

‘Thor: Amor e Trovão’ ganhou novas imagens dos bastidores, que mostram o visual de Christian Bale como o antagonista Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Confira:

O diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ser feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e disesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

Lembrando que o filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.

O elenco é formado também por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

‘Venom: Tempo de Carnificina’ ganha data de estreia na HBO Max do Brasil

Venom: Tempo de Carnificina‘ já tem data para estrear no streaming aqui no Brasil.

A HBO Max anunciou que o filme chega no catálogo no dia 23 de Abril.

Confira:

A sequência ultrapassou a bilheteria do primeiro filme nos EUA, apesar da pandemia. O filme alcançou a marca de US$ 213,517 milhões nos EUA. O primeiro filme foi lançado em 2018 e arrecadou US$ 213,515 milhões por lá.

No mercado internacional, foram US$ 289.5 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 502 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

 

TRETA! Disney DESMENTE a executiva demitida Victoria Alonso e diz que seu posicionamento é “lamentável”

No começo da semana, veio a público a demissão da produtora executiva da Marvel Studios, Victoria Alonso, que deixou a companhia após 17 anos de contribuição.

Deixando claro para Bob Iger, Kevin Feige e todos na Disney que ela não vai ficar quieta, a produtora indicado ao Oscar contratou os serviços da advogada Patty Glaser, que soltou um polêmico comunicado oficial afirmando que Victoria foi demitida por que produziu o filme ‘Argentina, 1985‘ para o Prime Video – quebrando seu contrato com a Disney.

“A ideia de que Victoria foi demitida por causa de um punhado de entrevistas à imprensa relacionadas a um projeto de paixão pessoal sobre direitos humanos e democracia que foi indicado ao Oscar e no qual ela recebeu a bênção da Disney para trabalhar é absolutamente ridícula. Victoria, uma latina gay que teve coragem de criticar a Disney, foi silenciada. Então ela foi demitida quando se recusou a fazer algo que acreditava ser repreensível. A Disney e a Marvel tomaram uma decisão muito ruim que terá sérias consequências. Há muito mais nessa história e Victoria a contará em breve – em um fórum ou outro.”, afirmou o comunicado.

A Disney respondeu o comunicado e desmentiu Victoria.

“É lamentável que Victoria esteja compartilhando uma narrativa que deixa de fora vários fatores importantes sobre sua saída, incluindo uma indiscutível quebra de contrato e uma violação direta da política da empresa”, disse um porta-voz da Disney ao Deadline esta noite. “Continuaremos desejando a ela o melhor para o futuro e agradecendo por suas inúmeras contribuições para o estúdio.” 

Alonso ingressou na Marvel em 2006 como chefe de efeitos visuais e pós-produção,
e esteve envolvida no lançamento do ‘Homem de Ferro‘, como co-produtora. Ela foi promovida a Produtora Executiva em 2012, a partir de ‘Os Vingadores‘.

Seus créditos mais recentes incluem vários filmes e séries incluindo mais recentemente ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Thor: Amor e Trovão‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, além de séries como ‘Loki‘ e ‘Ms. Marvel‘.

Recentemente, ela esteve envolvida como produtora do filme ‘Argentina, 1985‘, que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional.

‘O Massacre da Serra Elétrica – O Legado’: Novo filme da franquia de terror ganha INTERESSANTE sinopse

A Netflix está produzindo um novo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ depois do mal sucedido ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘.

O insider Daniel RPK revelou que a sequência se chamará ‘Texas Chainsaw Legacy’ e ganhou sinopse.

O Massacre da Serra Elétrica – O Legado investiga a fachada tranquila de Oasis Oaks, um condomínio fechado situado na zona rural do Texas. Em meio aos gramados meticulosamente cuidados e às patrulhas de segurança vigilantes, nossa família protagonista é o epítome da felicidade suburbana. No entanto, escondida além dos limites deste enclave idílico, encontra-se uma propriedade abandonada, lar do infame Leatherface e seus macabros parentes. À medida que o caos se apodera de Oasis Oaks, famílias comuns enfrentam os selvagens Sawyers numa angustiante batalha pela sobrevivência, onde as linhas entre o bem e o mal se confundem num confronto arrepiante de horrores familiares. ”

Vale lembrar que, apesar das críticas negativas, o reboot de 2022 foi um grande sucesso, alcançando a segunda colocação das produções mais populares da plataforma em sua primeira semana de lançamento, com mais de 29 milhões de horas assistidas. Além disso, o longa se manteve estável na semana seguinte, caindo para a terceira posição das produções mais assistidas do serviço de streaming.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no filme anterior. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Ryan Reynolds descarta possibilidade de retornar para ‘Deadpool 4’ e revela motivo

‘Deadpool e Wolverine‘ se tornou um dos maiores sucesso recentes da Marvel, agradando o público e os críticos.

Por conta disso, muitos já estão imaginando um possível quarto filme para a franquia.

No entanto, o protagonista Ryan Reynolds revelou no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon que não planeja outro filme solo do Mercenário Tagarela tão cedo.

Questionado sobre a possibilidade, ele brincou ao dizer que não só sua esposa, Blake Lively, mas seus filhos, lhe pediriam divórcio.

“Meu Deus, não!!! Minha mulher e minhas crianças pediriam divórcio, e eu não tenho separação de bens com nenhum deles. Ficaria sem um centavo no bolso”, brincou ele.

Confira a entrevista:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Estrela do remake de ‘A Mão que Balança o Berço’, Mary Elizabeth Winstead revela que NUNCA assistiu ao original [EXCLUSIVO]

O remake do clássico filme de terror ‘A Mão Que Balança o Berço‘ (The Hand That Rocks the Cradle) chega dia 19 de novembro no catálogo do Disney+, e o CinePOP conversou com Maika Monroe e Mary Elizabeth Winstead.

Protagonista da nova versão, Mary revelou que nunca assistiu ao clássico filme original de 1992.

“Tenho que dizer que não vi o original, então talvez eu não seja a pessoa mais indicada para falar sobre as diferenças do original. Dá para acreditar nisso? Dá para acreditar? Eu sei. Eu quero muito assistir agora que, sabe, já passamos da fase de produção. Eu realmente quero muito assistir. Mas mesmo só quando li a sinopse, pensei: “Nossa, isso é completamente diferente, sabe? Parece que o único fio condutor é a ideia básica de uma babá que chega em casa e causa estragos, e os filmes definitivamente compartilham isso, mas todo o resto é um mundo completamente novo, uma nova família, uma nova… e inerentemente isso significa que é uma história completamente diferente.” Então, é, eu… eu não senti que assistir ao filme me informaria muito sobre o que estávamos fazendo. Mas eu quero ver.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, Maika Monroe interpreta a aparentemente doce Polly, contratada pelo casal suburbano Claire e Michael Bartel (Mary Elizabeth Winstead e Raúl Castillo) para cuidar de seu bebê. Mas as verdadeiras motivações de Polly têm pouco a ver com cantar canções de ninar — para horror da família.

Michelle Garza Cervera é responsável pela direção.

Micah Bloomberg, de ‘Homecoming‘ e ‘Santuário‘, assina o roteiro da nova versão.

10 Filmes MARAVILHOSOS sobre o Primeiro Amor

Quem nunca teve um primeiro grande amor? Aquele sentimento que faz o coração acelerar, que transforma nossos dias em horas de muito mais sentido dando risadas ao vento por todos os instantes. A maioria das pessoas passará por essa situação uma vez na vida e sempre guardará nas memórias esse momento. Pensando nesse assunto, resolvi abaixo escrever uma lista com alguns filmes que se encaixam nesse tema, assim surgiu: 10 filmes sobre o Primeiro Amor!

 

Licorace Pizza

Na trama, conhecemos o jovem Gary (Cooper Hoffman) um aspirante ator que com pouco tempo de carreira já conseguiu trabalhos em algumas apresentações. Muito maduro para sua idade, um dia se encanta por Alana (Alana Haim em atuação fantástica) uma jovem (porém mais velha que Gary) que está desiludida na vida que não se entende com sua família, completamente sem rumo vendo os outros indo atrás dos sonhos e ela parada em um estado de solidão constante. Essas duas almas vão se unir de diversas formas, nos pensares do amor, no carinho da amizade, nas batalhas dos empreendimentos, tudo isso de mãos dadas mesmo que com desencontros.

 

Wet Season

Quando a chuva vira uma parábola da solitude. Depois de vencer um importante prêmio no Festival de Cannes no ano de 2013, o cineasta Anthony Chen volta as telonas em seu segundo longa-metragem, Wet Season, um recorte da vida de uma professora que nutre uma esperança, mesmo dentro do cotidiano caótico em que vive, de ser mãe. Além disso, a forte protagonista encontra em uma improvável relação com um aluno muitas lições sobre a vida. O projeto é profundo, delicado e fala sobre o primeiro amor, a esperança de dias melhores dentro de uma melancolia matrimonial, questões políticas na superfície e seus contrapontos Malásia x Singapura, a questão do ensino da língua. O filme é lento, demora pra acontecer mas quando acontece se torna um recorte cheio de esperança. Exibido na Mostra de São Paulo do ano passado.

 

Com Amor, Simon

Em busca de uma grande história de amor. Baseado no livro Simon vs. The Homo Sapiens Agenda, de Becky Albertalli, Com amor, Simon chegou aos cinemas brasileiros anos atrás. Com um elenco com nomes conhecidos do público jovem, a trama fala sobre preconceitos, o alucinante mundo das redes sociais e sua influência no dia a dia dos jovens de todo mundo, além de falar sobre o primeiro amor de maneira emblemática com o protagonista na luta sobre suas escolhas. O filme pode ser visto como uma grande crítica social ao universo digital dos jovens de hoje em dia, ensina lições profundas sobre a amizade e as liberdades de escolhas.

 

Tempestade de Areia

Na trama, conhecemos Layla (Lamis Ammar) uma jovem filha de uma família de beduínos (parte de um grupo árabe habitante dos desertos) que consegue convencer seu pai a deixar ela frequentar a faculdade. Lá, conhece um grande amor e decide tentar resolver sua situação com seu pai Suliman (Hitham Omari), esse que acaba tomando decisões drásticas em relação a isso. Ao mesmo tempo, sua mãe Jalila (Ruba Blal) está irritada com o segundo casamento de seu marido e busca, mesmo em meio aos próprios conflitos, entender a situação de Layla e ajudá-la.

 

Todas as Razões para Esquecer

Na trama, tendo como pano de fundo uma bela trilha sonora, conhecemos o complicado Antônio (Johnny Massaro) que acaba de terminar um relacionamento com Sofia (Bianca Comparato), o grande amor de sua vida. O protagonista não consegue entender os porquês do término e começa a navegar em uma trajetória de autoconhecimento, usando todo tipo de medida nunca antes usada por ele, como ir ao psiquiatra, usar o Tinder, remédios ansiolíticos, em busca de descobertas para melhorar seus dias.

 

Boa Sorte

Nessa fábula sobre a inconsequência, conhecemos João (João Pedro Zappa), um jovem deprimido que após uma série de atos que fogem da normalidade, é enviado por sua família a uma conceituada clínica psiquiátrica que tem o comando da Doutora Lorena (Cássia Kiss).  Totalmente sem rumo e sem nenhuma expectativa sobre seu futuro, João acaba fazendo amizades dentro dessa clínica e também descobre o amor e as fortes emoções que esse sentimento pode gerar, principalmente quando conhece a complicada Judite (Deborah Secco).

 

O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas

Na trama, conhecemos Mark (Kyle Allen), um jovem com problemas de comunicação com o pai, que vê a mãe muito pouco, afastado da irmã que possui apenas uma certeza: seguir em frente na tentativa de entrar em uma faculdade para cursar artes. A questão aqui é que ele está em Loop, em uma repetição infinita de um mesmo dia onde através dos mesmos passos busca entender a situação inusitada e seus porquês. Até que um dia, conhece Margaret (Kathryn Newton), um jovem que ama astronomia e que está na mesma situação que ele. Assim, essa dupla de descobridores sobre a essência da vida irá precisar reunir forças para combater todos os dramas e fortes emoções que virão pela frente, numa jornada de autodescoberta.

 

Um Amor pra Recordar

Protagonizado por Shane West e Mandy Moore, o filme que virou um tremendo sucesso no Brasil conta a história de um jovem rebelde que certo dia acaba conhecendo a filha de um pastor que está com uma grave doença. O projeto é baseado no livro homônimo de Nicholas Sparks. Disponível lá no catálogo da Paramount +.

 

Digam o Que Quiserem

Dirigido pelo ótimo cineasta Cameron Crowe, Digam o Que Quiserem, filme que já fora exibidos inúmeras vezes em alguns dos conhecidos programas de exibição de filmes no Brasil, nos mostra a história de um jovem meio sem saber o que quer fazer da vida após terminar o ensino médio que luta pelo amor de uma jovem.

 

Meu Primeiro Amor

Meu Primeiro Amor foi lançado nos cinemas de todo o mundo no início da década de 90. O filme, que já fez muita gente se emocionar, conta a história de uma jovem e suas descobertas além da forte amizade com o amigo Thomas.  Protagonizado por Anna Chlumsky e Macaulay Culkin.

 

 

10 FILMES para assistir na reta final da Copa do Mundo 2026

O Brasil está fora da Copa do Mundo 2026, mas o campeonato continua, com os últimos jogos do torneio prometendo muitas emoções até a final. Para você que quer entrar no clima dessa reta final de disputa, segue abaixo alguns filmes bem interessantes para você assistir:

 

Lev Yashin – O Aranha Negra (Prime Video)

O filme, disponível no Prime Video, conta a história de um dos goleiros mais famosos do mundo da bola, Lev Yashin, conhecido como o aranha negra.

 

Zico, o Samurai de Quintino (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Hoje, aos 73 anos, o galinho de quintino tem recortes de sua vida apresentados ao público no documentário Zico, o Samurai de Quintino, com estreia marcada para o próximo dia 30 de abril nos cinemas. Dirigido por João Wainer, o projeto busca um olhar amplo, construído desde seus primeiros passos na carreira até sua passagem pelo Japão, mostrando sua importância para a profissionalização do futebol naquela região – um legado visto até hoje -, com um recheio saboroso revisitando sua história profissional no Brasil.

Crítica | ‘Zico, o Samurai de Quintino’ – A intimidade e o legado do inesquecível camisa 10 da gávea

 

Geraldinos (DOC Canal brasil)

Dirigido por Pedro Asbeg e Renato Martins, o longa-metragem Geraldinos presta uma homenagem ao grupo de torcedores mais famoso de um estádio de futebol brasileiro. Com imagens históricas de uma época em que o torcedor podia acompanhar seus ídolos de pertinho, o filme navega por depoimentos e imagens marcantes de um época que bate saudade.

 

O Divino Baggio (Netflix)

Na trama, voltamos à década de 1980 para conhecer a promessa que viraria uma lenda, Roberto Baggio (Andrea Arcangeli). Introspectivo, desde jovem era um jogador diferente e disputado por clubes famosos de seu país. Tendo que lidar com uma contusão gravíssima no início de sua carreira, seus dramas pessoais e traumas na profissão, vamos tendo a oportunidade de conhecer melhor esse gênio do futebol e sua importância para seu povo.

 

Fé de Etarras (Netflix)

Fé de Etarras é uma comédia sobre um grupo de militantes, suas dúvidas e desejos por uma nova missão ao mesmo tempo que a Espanha joga a Copa do mundo de futebol da África do Sul. Dirigido pelo cineasta espanhol Borja Cobeaga o filme tem cenas hilárias e várias analogias com diversas situações que a Espanha viveu ao longo de seu tempo na história.

 

Messi: a Fita esquecida (Disney Plus)

Nesse curta documental, acompanhamos os primeiros passos de Lionel Messi, disputado desde a adolescência para representar a Argentina e a Espanha. O elemento principal da obra é uma fita VHS com grandes jogadas dele, que mudou a história, e fez o craque argentino começar a brilhar pela seleção do país que nasceu.

 

O Roubo da Taça (Netflix)

Na trama, ambientada no começo da década de 1980, no Rio de Janeiro, conhecemos Peralta, um trambiqueiro, flamenguista e corretor de seguros que passa os dias se atolando em dívidas e dando pouco atenção a sua charmosa esposa, Dolores. Certo dia, após receber um ultimato do dono da casa de jogos onde passa a maioria de suas noites perdendo dinheiro, tem a inusitada ideia de invadir a sede da CBF, com a ajuda do enrolado amigo Borracha, e roubar a taça Jules Rimet.

 

Um Time Show de Bola (Telecine)

Um Time Show de Bola conta a história de Amadeo, um adolescente que vive e trabalha como garçom em num bar de uma pequena cidade argentina. Ele é um exímio jogador de pebolim (também conhecido como Totó em algumas regiões brasileiras) e morre de amores por sua amiga de infância, Laura. Certo dia, é desafiado pelo jovem mais malandro do vilarejo, Colosso, para uma partida. Anos mais tarde, Colosso se transforma no melhor jogador de futebol do mundo, e volta para casa disposto a se vingar da única derrota que sofreu em sua vida. Como num passe de mágica, seus eternos amiguinhos do seu jogo de Pebolim ganham vida e juntos embarcam numa emocionante viagem, cheia de aventuras, para salvar Laura e o vilarejo onde moram.

 

45 do Segundo Tempo (Telecine)

O longa-metragem brasileiro 45 do Segundo Tempo, de forma leve e descontraída, nos leva para uma jornada de resgate de uma amizade entre três amigos palmeirenses que, de certa forma, passam por grandes conflitos no presente.

 

Onde Estiver, Estarei: Uma Paixão Rubro-Negra (HBO MAX)

Documentário lançado em 2026 na HBO MAX, nos leva até a paixão de alguns torcedores que acompanham o maior time do Brasil ao longo dos anos até a tão sonhada final da libertadores da américa, quase 40 anos depois do primeiro título.

Top Gun (1986) | Antes de Kelly McGillis, Saiba quais Atrizes QUASE Estrelaram o Clássico com Tom Cruise

Top Gun está de volta aos cinemas! Planejado originalmente para estrear em 2020, Top Gun – Maverick finalmente irá aterrissar nos cinemas mundiais a partir do filme 25 de maio. O filme antes passou por uma exibição especial no prestigiado Festival de Cannes deste ano. Top Gun – Ases Indomáveis (1986) era um dos poucos clássicos da década de 80 que ainda não haviam ganhado uma continuação, embora existisse espaço para tal. E a sequência poderia ter chegado ainda nos anos 80, como tantas. Porém, seriam mais 36 anos até que a espera acabasse pela volta do carismático Maverick, novamente vivido pelo astro Tom Cruise, desta vez como um experiente instrutor.

Quem não pode ser encontrada na continuação é a jovem e loiríssima instrutora do original Charlie Blackwood, personagem de Kelly McGillis, musa da década de 80, que ficou de fora da sequência. E o motivo talvez seja porque a atriz agora é uma senhora, com seus 64 anos – cinco a mais do que Tom Cruise, que completa 60 em julho (McGillis faz 65 no mesmo mês), e está afastada há tempos dos holofotes. Seja como for, McGillis era um dos nomes mais quentes de Hollywood na época e conseguiu o papel (que se tornou o mais marcante de sua carreira), graças ao sucesso no filme A Testemunha (1985), com Harrison Ford, no qual entrega um impressionante desempenho. Porém, antes da loira, outras atrizes foram cogitadas para o papel e algumas inclusive chegaram a fazer testes. Confira abaixo quem quase atuou ao lado de Tom Cruise no primeiro Top Gun.

Leia também: Top Gun (1986) | Antes de Tom Cruise, Conheça os Atores que QUASE protagonizaram o blockbuster

Demi Moore

Curiosamente, Demi Moore e Tom Cruise dividiriam a cena em 1992, vivendo oficiais da marinha americana, no excelente thriller dramático Questão de Honra. Antes disso, no entanto, a atriz revelou recentemente que não apenas fez teste para viver Charlie em Top Gun, como havia “gabaritado” em sua audição. Porém, ao retornar para o teste de vídeo, a própria disse que foi tudo por ladeira abaixo. Moore começou a carreira bem jovenzinha e nos anos 80 era musa de filmes adolescentes. Seu reconhecimento na fase adulta viria com o fenômeno Ghost – Do Outro Lado da Vida, em 1990.

Ally Sheedy

Por falar em musas juvenis da década de 80, a atriz Ally Sheedy fez parte do mesmo grupinho de atores que Demi Moore – chamados afetuosamente na época de “Brat Pack” – ou “o grupo dos pirralhos”, do qual faziam parte Charlie Sheen e seu irmão Emilio Estevez, entre outros. Sheedy tem como trabalho mais marcante em sua carreira, o clássico teen Clube dos Cinco (1985). Assim, com o nome consolidado em Hollywood na época, ela era visada para o papel de Charlie, mas terminou recusando a personagem. Decisão da qual deve ter se arrependido bastante depois. Em contrapartida, no mesmo ano de Top Gun, ela estrelaria Um Robô em Curto-Circuito.

Leia também: 12 Filmes para Conhecer o Brat Pack: Os Astros Mais Quentes dos anos 80

Jodie Foster

Outra atriz mirim, Jodie Foster começou bem novinha nos filmes da Disney, e receberia sua primeira indicação ao Oscar aos 15 aninhos pelo clássico de Martin Scorsese, Taxi Driver (1976). Na década de 80, ela tentava se estabelecer, mas sem conseguir um trabalho marcante. Foi quando surgiu a possibilidade de ser Charlie em Top Gun. Infelizmente, Foster não conseguiria a vaga, mas não ficaria muito abalada, já que pouco tempo depois viveria um dos papeis mais marcantes de sua carreira, no drama sobre estupro Acusados (contracenando com… olhem só, a própria Kelly McGillis), pelo qual levaria sua primeira estatueta do Oscar como melhor atriz.

Debra Winger

Talvez os mais novos não a conheçam, mas Debra Winger era um dos nomes mais quentes de Hollywood na década de 80. Para começar a moça tem nada menos que 3 indicações ao Oscar de melhor atriz protagonista – sendo duas delas justamente nos anos 80 (A Força do Destino e Laços de Ternura – seus trabalhos mais marcantes); o que é mais do que podemos dizer de grande parte de profissionais que trabalham na indústria norte-americana. Esse prestígio fez os produtores de Top Gun colocarem o nome de Winger dentre os finalistas para o papel de Charlie. Ela não ficaria com a personagem e o mesmo ano do blockbuster citado, ela lançaria Perigosamente Juntos, comédia policial com Robert Redford e Daryl Hannah, dirigida pelo saudoso Ivan Reitman.

 

Daryl Hannah

Por falar na eterna sereia Madison de Splash (1984), a loiríssima Daryl Hannah foi outra das atrizes consideradas para o papel principal feminino de Top Gun. Para muitos garotos dos anos 80, Hannah era rival de Kim Basinger em beleza e sensualidade, com muitos inclusive confundindo as duas. Hannah, que já havia sido a replicante Pris, de Blade Runner (1982), não conseguiu o papel de Charlie, mas seguiria para filmes como A Tribo da Caverno do Urso e Wall Street – Poder e Cobiça. Além, é claro, de seguir para os Kill Bill de Quentin Tarantino, no papel da caolha maquiavélica Elle Driver.

Brooke Shields

Depois que estourou bem no início da década de 80 com A Lagoa Azul, a então novinha Brooke Shields virou fetiche de todo menino (e de marmanjos também). Mas a verdade é que a carreira da moça ficou resumida basicamente a este sucesso inesquecível. E foi por isso que brevemente ela foi uma das concorrentes para a vaga de Charlie em Top Gun. A atriz é uma das mais belas a já ter pisado em Hollywood, mas beleza não é sinônimo de talento ou sorte, e Shields viria a participar de fracassos homéricos do porte de Sahara (1983) e Brenda Starr (1989), que fariam sua carreira entrar em declínio.

Diane Lane

Hoje mais conhecida pelos jovens como a Martha, do infame “Save, Martha” dos filmes do Superman de Zack Snyder, Diane Lane é uma verdadeira musa juvenil da década de 80 – época em que participou de nada menos que 15 produções. No período, Lane era a musa do consagrado Francis Ford Coppola, tendo estrelado em três dos seus filmes: Vidas sem Rumo, O Selvagem da Motocicleta e Cotton Club. Dessa forma, era cogitada para viver Charlie em Top Gun. Porém, seguiu para estrelar os suspenses Vitrine de Desejo e Com a Vida em Jogo; até finalmente receber sua tão merecida indicação ao Oscar, pelo filme Infidelidade em 2003.

Linda Hamilton

A eterna Sarah Connor, de O Exterminador do Futuro, está de volta! A veterana Linda Hamilton finalmente topou retornar ao papel que fez sua carreira, e o qual não interpretava desde 1991. Hamilton personificou Sarah em 2019, no sexto filme da franquia, subtitulado Destino Sombrio. A atriz deslancharia em sua carreira no ano de 1984, quando protagonizou o primeiro Exterminador do Futuro, e também o terror Colheita Maldita, baseado na obra de Stephen King. Foi o que bastou para chamar atenção dos produtores de Top Gun, que quase a colocaram no filme no papel feminino principal. Mas ao não conseguir a vaga, Hamilton foi fazer filmes que se tornaram cult – vide o infame King Kong 2 (continuação do remake de 1976) e Lua Negra – O Super Carro (uma espécie de versão para o cinema da Supermáquina, protagonizado por Tommy Lee Jones). Linda Hamilton também estrelaria a série moderna de A Bela e a Fera em 1987 – onde vivia a Bela, agora uma promotora, e a Fera habitava nos esgotos de Nova York à moda das Tartarugas Ninja.

Sarah Jessica Parker

Embora muitos tenham conhecido Sarah Jessica Parker pela série Sex and the City em 1998, e alguns outros possam ir um pouquinho mais longe e lembrar dela na comédia juvenil da Disney, Abracadabra (1993), a verdade é que a atriz – assim como todas desta lista – já fazia filmes adolescentes, ainda na década de 1980. Parker esteve, por exemplo, em uma participação em Footloose – Ritmo Louco, de 1984, seguindo no ano seguinte para o cult Dançando na TV. Parker também foi uma das jovens visadas pelo estúdio para Top Gun, mas ao não conseguir o papel, foi trabalhar para a Disney no cult infanto-juvenil O Voo do Navegador, lançado no mesmo ano.

Meg Ryan

Terminando a lista, você pode até se perguntar: “ué, Meg Ryan não está em Top Gun?”. Sim, querido leitor. Você está certo. A musa das comédias românticas dos anos 80 e 90 esteve em Top Gun em um de seus primeiros papéis de destaque. Acontece que seu papel no filme não é o da protagonista feminina. Assim como as demais atrizes desta lista, Meg Ryan fez teste para viver Charlie Blackwood e contracenar com Tom Cruise em cenas tórridas de paixão. Ela não conseguiu a vaga, mas os realizadores ficaram tão impressionados com a então jovem de 25 aninhos, que resolveram a escalar em um papel diferente, como Carole, a esposa de Goose (Anthony Edwards), o piloto que perde a vida no trabalho no filme original. Uma curiosidade é que em Top Gun Maverick, a continuação, Miles Teller interpreta o filho de Goose e Carole, mas infelizmente Ryan, assim como Kelly McGillis, não aparece no novo filme.