No ano passado, os fãs de Keanu Reeves ficaram animados quando a Warner Bros anunciou que estava desenvolvendo uma sequência de ‘Constantine‘, lançado em 2005.
Na ocasião, foi dito que o longa iria contar com o retorno de Reeves, do roteirista Akiva Goldsmane do diretor Francis Lawrence, o que deixou o público empolgado.
No entanto, o The Direct divulgou que o estúdio cancelou o projeto.
A informação foi revelada originalmente por um especialista da indústria cinematográfica chamado KC Walsh.
Em resposta a um tuíte agora excluído, Walsh afirmou sem rodeios que “Constantine 2 não está acontecendo”.
Ao que parece, o anúncio da sequência foi uma ‘jogada desesperada:
“Esse foi um filme que eles deram sinal verde em desespero porque não tinham certeza da direção que iriam tomar sobre os projetos da DC e precisavam planejar algo pós-2023.”
That was a movie they greenlit in desperation because they weren’t sure the direction of DC her and needed to have something post 2023
Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, conquistando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Depois que o Deadline divulgou quePedro Pascal (‘The Mandalorian’) está em negociações para viver Reed Richards/Senhor Fantástico no live-action de ‘Quarteto Fantástico‘, os fãs estão bem entusiasmados para vê-lo no MCU.
Nas redes sociais, o público já está apoiando a decisão, garantindo que o astro é a escolha certa para o papel considerando seu histórico como figura paterna em ‘The Mandalorian‘ e ‘The Last of Us’.
Inclusive, alguns já estão na expectativa de vê-lo caracterizado como o herói enquanto lidera a equipe.
Confira as reações:
Mano, nada me preparou pro Pedro Pascal ser o cast do Sr Fantastico, isso nunca passou pela minha mente
OSCAR ISAAC TEMOS VISITA MEO EU NAO ACREDITO MESMOOO QUE EU VOU VER MEU VELHINHO PEDRO PASCAL NA MARVEL E AINDA SERVINDO NO PAPEL DE SR. FANTASTICO QUE VITORIA VELHO pic.twitter.com/vfhVLvXVtK
Vanessa Kirby foi mencionada como uma possível escolha para a Mulher-Invisível, enquanto Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach estão sendo cogitados para os papéis de Tocha-Humana e Coisa, respectivamente.
Em entrevista ao Collider, o diretor Matt Shakman, confirmou que as gravações do reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ serão iniciadas na primavera norte-americana de 2024 (entre março e junho).
No entanto, a greve dos atores de Hollywood interrompeu o processo de escalação para o filme, e o cineasta disse que esse foi o principal motivo para que os astros e estrelas do longa não fossem anunciados.
“É difícil dizer. Como eu disse, estamos no meio de uma greve e estou cruzando os dedos para que eles consigam um ótimo acordo em breve e possamos voltar. Então, assim que isso for resolvido, haverá um plano para adiantarmos essa escalação, mas não posso dizer muito. Haverá um anúncio em algum momento! Sei que a internet está muito animada para descobrir e estou animado para compartilhar as novidades. Só posso não posso fazer isso ainda.”
Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.
O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).
Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica.
Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.
O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).
O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$167 milhões mundialmente.
Na trama, Daryl (Norman Reedus) tenta voltar da França para casa, enquanto Carol sai em busca de sua melhor amiga que desapareceu na cidade de Freeport, Maine.
A nova temporada substitui o extinto spinoff ‘Daryl & Carol‘, reunindo as co-estrelas de longa data da franquia após sua despedida no final da série original.
Na trama, Daryl (Norman Reedus) tenta voltar para casa a partir da França, enquanto Carol busca sua melhor amiga, que desapareceu na cidade de Freeport, Maine.
Além de Norman Reedus, o elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne Charrier, Eriq Ebanouey, Laika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi e Romain Levi.
A busca pelo elenco de ‘Quarteto Fantástico’ pode estar paralisada devido às greves, mas os rumores continuam a circular.
Durante o podcast The Hot Mic, o insider Jeff Sneider relatou que Adam Driver teria recusado o papel de Senhor Fantástico logo no início do processo de escalação.
De acordo com as informações compartilhadas pelo jornalista, o motivo para a recusa do ator não estaria relacionado a questões de cachê. Em vez disso, o ator teria explicado que “não conseguiu se conectar” com o roteiro e, por isso, optou por não seguir adiante com o projeto.
“Isso contradiz algumas coisas que divulgamos no passado, mas… isso vem de alguém aparentemente trabalhando no filme do ‘Quarteto Fantástico’. Disseram que Adam Driver nunca esteve realmente envolvido nisso. Eles enviaram o roteiro a Driver há um tempo e ele disse que não conseguia se conectar com o personagem no roteiro e acabou muito cedo”, disse Sneider durante o podcast.
Anteriormente, Adam Driver era considerado a primeira escolha para o papel de Senhor Fantástico no novo filme do grupo de heróis. Com sua recusa, ainda não está claro em qual outro ator o estúdio estaria interessado em ter no papel.
A retomada das negociações e definição do elenco só poderá ocorrer após o término da greve, deixando os fãs ansiosos por mais tempo para descobrir quem serão os atores escolhidos para interpretar o icônico grupo de super-heróis.
A paralisação ocorre após as negociações com a AMPTP, associação de produtores, não terem resultado em um acordo satisfatório sobre os novos contratos.
Essa greve marca um momento histórico, uma vez que é a primeira vez em mais de 60 anos que tanto os atores quanto os roteiristas (Writer’s Guild of America) entram em greve simultaneamente.
Durante esse período de paralisação, os atores estão proibidos de filmar longas-metragens ou produções para a televisão, participar de coletivas de imprensa ou estreias em tapetes vermelhos, além de promover qualquer trabalho durante a San Diego Comic-Con deste ano.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a Marvel Studios está considerando dar início as filmagens do longa em janeiro de 2024, caso a atual greve dos roteiristas não se estenda por mais de seis meses.
Isso significa que o elenco pode ser anunciado oficialmente pelos próximos meses.
O relatório diz que:
“‘Quarteto Fantástico‘ representa a busca de elenco mais cobiçada desde que aMarvel contratou Tom Holland para interpretar o Homem-Aranha há oito anos. O estúdio pretende iniciar as filmagens em janeiro de 2024 em Londres. No entanto, isso pode mudar se a greve dos roteiristas se prolongar por seis meses ou mais, embora isso seja improvável segundo fontes ligadas ao sindicato.”
Por falar em elenco, o diretor Matt Shakman tocou no assunto durante uma entrevista para o Comic Book, dizendo:
“Há muito lá fora, cara”, ele conta. “Realmente há. É doido. Como eu aprendi com ‘WandaVision’, é adorável ver o nível de engajamento que os fãs têm com esse material, porque sou fã também e tenho lido ‘Quarteto Fantástico’ desde que eu era uma criança”.
Ele continuou: “eu amo esses personagens. Amo a chance de poder trazê-los ao MCU e realmente quero acertar. E sei que todo mundo está muito animado. E eu encorajo isso. Acho que é ótimo. Mas não tenho respostas para ninguém hoje sobre o elenco”.
Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.
O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).
Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica.
Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.
O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).
O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$167 milhões mundialmente.
Uma pesquisa recente da HarrisX, compartilhada pela IndieWire, revela que a preferência por assistir filmes em casa está crescendo nos EUA.
Dois terços dos americanos (66%) preferem assistir filmes em plataformas de streaming, enquanto apenas 34% preferem a experiência tradicional do cinema.
O estudo indica que a conveniência e o custo são os principais fatores que impulsionam essa mudança.
O astro Idris Elba (‘Luther’) está em negociações para estrelar a adaptação live-action de ‘Mestres do Universo’, baseada no icônico personagem He-Man.
Segundo o The Wrap, Elba é cotado para o papel de Mentor, um personagem responsável por aconselhar o monarca governante do planeta e a Guarda Real em questões militares e policiais.
O longa será dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).
A trama focará no Príncipe Adam, de 10 anos, que caiu no planeta Terra e se separou de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Após quase duas décadas, Adam está determinado a retornar para sua planeta natal e lutar contra as coisas malignas do Esqueleto.
Mas, para derrotar este poderoso vilão, Príncipe Adam terá que descobrir os mistérios do seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.
De acordo com o Deadline, a Amazon MGM Studios finalmente anunciou quando o live-action de ‘He-Man e os Mestres do Universo‘ será lançado.
O longa está programado para estrear no dia 5 de junho de 2026.
‘Mestres do Universo‘ já foi adaptado para o cinema em 1987, com Dolph Lundgren no papel principal, e Frank Langella roubando a cena como o vilanesco Esqueleto. O filme, no entanto, foi mais um dos fracassos do estúdio picareta Cannon, que faliu depois de bombas consecutivas.
O ator Eric Dane, conhecido por seus papéis em ‘Grey’s Anatomy’ e ‘Euphoria’, voltou a falar publicamente sobre seu diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), compartilhando como sua vida tem sido impactada desde a descoberta da doença.
Segundo o Deadline, em uma emocionante entrevista ao Good Morning America, Dane declarou: “Eu acordo todos os dias e sou imediatamente lembrado de que isso está acontecendo. Não é um sonho”.
Apesar da gravidade da condição, e após ter recentemente retornado ao trabalho em ‘Euphoria’, Dane mantém-se otimista quanto ao futuro. “Não acho que esta seja o fim da minha história. Não sinto que este seja o fim de mim”, afirmou.
A ELA é uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal que afeta os nervos do corpo, levando ao enfraquecimento muscular e, eventualmente, à paralisia. Essa condição compromete funções essenciais como respiração, fala e movimento. Atualmente, não há cura para a ELA.
Lembrando que segundo a Variety, o ator de 52 anos compartilhou a notícia de seu diagnóstico recentemente.
“Fui diagnosticado com ELA. Sou grato por ter minha família amorosa ao meu lado enquanto navegamos por este novo capítulo”, declarou Dane. “Me sinto afortunado por ainda poder trabalhar e estou ansioso para retornar ao set de ‘Euphoria’ na próxima semana. Peço gentilmente que respeitem nossa privacidade neste momento”.
O ator ressaltou que seu diagnóstico não afetará seu retorno para a terceira temporada de ‘Euphoria’, que tem previsão de estreia para 2026 e contará com oito episódios.
Novos rumores sobre o live-action de ‘Hércules’ pela Disney foram divulgados. Caso saia do papel, o longa será uma das próximas adaptações do estúdio, seguindo o sucesso de produções como ‘Aladdin’ e ‘A Bela e a Fera’.
Conforme rumores divulgados pelo DisInsider, o novo roteiro do filme estaria se aproximando e se tornando mais fiel à animação original. Essa decisão teria sido influenciada pelo sucesso de outras adaptações, como ‘Lilo & Stitch’.
Essa novidade surge após recentes divulgações de que o filme poderia ter uma história centrada em Hades, o famoso vilão e Deus do Submundo. No entanto, com a suposta mudança de abordagem do roteiro, a história deve se realinhar para dar maior foco ao herói.
Atualmente, o projeto está em um “limbo” enquanto um novo roteiro está sendo escrito. A expectativa é que não tenhamos novidades oficiais sobre o projeto até a D23 do próximo ano.
Para quem não se lembra, a animação original de 1997 acompanha o semideus Hércules sendo desafiado por seu pai, Zeus, a passar por testes de força e humildade para alcançar a divindade. Para isso, ele conta com a ajuda de Phil, um excêntrico sátiro que se torna seu treinador, enquanto tenta lidar com as armadilhas de Hades e sua paixão pela bela Meg.
Caso o remake siga a mesma linha de outros live-actions musicais, como ‘A Bela e a Fera’ e ‘O Rei Leão’, os fãs podem esperar que muitas das músicas clássicas apareçam na trilha sonora.
No original, o compositor lendário Alan Menken escreveu a trilha musical, então não seria uma surpresa vê-lo retornar para a nova adaptação.
O cineasta Curry Barker comentou publicamente sobre os rumos de sua mais nova produção após o lançamento de ‘Obsessão’ (Obsession). O diretor destacou que o longa-metragem de terror, que vem conquistando bons resultados nas bilheterias, possui potencial para expandir seu universo e se transformar em uma série antológica para a televisão ou streaming.
De acordo com informações do portal NME, a proposta de Barker consiste em explorar o funcionamento do misterioso objeto sobrenatural apresentado no filme por meio de diferentes perspectivas e narrativas isoladas. Ele revelou qual é a sua ideia favorita para dar continuidade à história:
“O que realmente me anima é talvez fazer uma antologia. Algo como episódios de uma hora. Cada episódio mostraria um desejo diferente que acaba saindo completamente do controle. Talvez eu dirigisse o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia, e depois poderíamos convidar outros cineastas para dar sua própria visão sobre a ideia. Acho que isso seria muito legal”, afirmou.
Atualmente, o aclamado terror ‘Obsessão’ segue em exibição nos cinemas nacioanais.
Curry Barker fica responsável pela direção do projeto, que marca sua segunda investida cinematográfica após o aclamado ‘Obsessão’, que conquistou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ele também assina o roteiro ao lado de seu colaborador de longa data, Tomlinson.
O site afirma que as filmagens do longa já foram encerradas, em Vancouver.
Vale lembrar que, recentemente, Barker foi confirmado na direção do novo filme da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, da A24.
Espectadores superam fronteiras digitais e acessam catálogos completos de streaming, superando restrições geográficas.
Você abre a plataforma de streaming, procura aquela série que todo mundo comenta nas redes sociais… e aparece a mensagem: “Conteúdo indisponível na sua região”. Essa frustração é comum para milhões de brasileiros e expõe uma das barreiras mais irritantes do entretenimento digital: os bloqueios geográficos.
Essas restrições existem devido a contratos de distribuição e direitos autorais, que mudam conforme o país. Um filme ou série disponível no catálogo da Netflix nos Estados Unidos, por exemplo, pode simplesmente não aparecer no Brasil — e vice-versa.
Para quem consome, dá a sensação de ter acesso somente a uma parte do catálogo, sabendo haver muito mais opções disponíveis em outros lugares. Uma solução cada vez mais popular entre os espectadores é o uso de tecnologias que permitem navegar pela web como se estivessem em outro país, conhecida como VPN, que ajuda a contornar as limitações impostas pelas plataformas.
Nesse caso, um servidor de VPN permite que você acesse informações de outros países e ainda protege seus dados e navegação para que seja feito de forma segura e legalizada. Assim não se perde aquela série favorita que só é exibida no exterior.
Por que o conteúdo varia tanto de país para país?
O conteúdo varia tanto de país para país porque os direitos de streaming são negociados separadamente em cada mercado. O que você assiste nos EUA pode não estar disponível no Brasil, e o contrário também acontece. Essa diferença irrita muitos espectadores, principalmente quando séries novas ou exclusivas demoram meses para chegar… ou simplesmente nunca aparecem.
Os contratos de licenciamento dependem de direitos de transmissão, interesses comerciais e até regras locais. Um mesmo filme ou série pode ter seus direitos vendidos para emissoras diferentes em cada país, criando uma confusão de disponibilidade.
Além disso, as plataformas adaptam seus catálogos ao gosto do público. O que faz sucesso nos EUA pode não interessar tanto ao brasileiro, por exemplo. Por isso, produções nacionais muitas vezes ganham mais destaque aqui, enquanto alguns conteúdos internacionais ficam restritos a certas regiões.
Como os usuários contornam essas barreiras?
Enquanto as plataformas reforçam o controle geográfico de seus catálogos, os espectadores encontram brechas para assistir ao que desejam.
Perfis internacionais e acesso em viagens
Alguns streamings liberam temporariamente o catálogo do país de origem para assinantes em viagem. Quem passa semanas ou meses no exterior pode continuar acompanhando suas séries sem interrupção.
Outros serviços permitem múltiplos perfis vinculados a diferentes regiões, útil para quem se desloca com frequência entre países. Apesar de não ser amplamente divulgado, esse recurso existe e pode ser explorado sem violar os termos de uso.
Plataformas alternativas e catálogos regionais
Muitas produções ausentes nos grandes streamings estão disponíveis em serviços menores ou regionais. Uma série fora do catálogo brasileiro da Netflix pode estar no Star+ (América Latina) ou em plataformas especializadas, como MUBI (cinema autoral) ou até mesmo outra o Shudder (terror).
A estratégia exige paciência: verificar guias de disponibilidade, comparar assinaturas e até testar períodos gratuitos em serviços desconhecidos.
Contas compartilhadas entre países
Dividir uma assinatura com alguém no exterior ainda é comum. Um brasileiro acessa o catálogo britânico pelo perfil de um amigo que mora no Reino Unido; em troca, oferece acesso ao conteúdo local.
O problema? Plataformas estão combatendo o compartilhamento com verificação de IP e notificações. Quem for pego pode ter o acesso limitado ou perder a conta.
Lançamentos globais: a solução sem truques
Nem sempre é preciso contornar bloqueios. Grandes produções originais de streamings — como Stranger Things (Netflix) ou The Mandalorian (Disney+) — já estreiam simultaneamente em vários países.
Ficar de olho nos calendários oficiais evita a necessidade de procurar alternativas. Redes sociais das plataformas e sites como JustWatch ajudam a rastrear quando um título chega em cada região.
Privacidade e segurança na era do streaming
O acesso global não é o único desafio. Quem consome conteúdo online precisa lidar com outra ameaça: a vulnerabilidade de seus dados. Conexões em aeroportos, cafés e hotéis — úteis para assistir séries durante viagens — podem expor informações pessoais a invasores.
Algumas pessoas recorrem a ferramentas que mascaram sua localização para proteger sua conexão, mas é importante entender as políticas de cada plataforma.
A indústria do streaming caminha a passos lentos, mas inevitáveis, rumo a um modelo menos fragmentado. Algumas plataformas já começam a testar licenciamentos globais, onde todo o conteúdo fica disponível simultaneamente em todos os países. Essa mudança atenderia à principal demanda dos assinantes: deixar para trás a frustração de catálogos regionais limitados.
Enquanto esse cenário ideal não se concretiza, os espectadores se veem diante de um dilema. Alguns optam por se contentar com o que o serviço oferece em sua região. Outros se arriscam, buscando brechas para acessar conteúdos bloqueados.
No fim das contas, a geografia já não define mais o que você pode assistir — o que define é o quanto você está disposto a explorar as possibilidades.
‘Dahmer: Um Canibal Americano‘, além de fazer um imenso sucesso pela Netflix, a nova série true crime da plataforma causou um grande incômodo à família de uma das vítimas do serial killer, que detonou a série em suas redes sociais.
Um primo da vítima de Jeffrey Dahmer, Eric Perry eErrol Lindsey, disse que a série está “retraumatizando”sua família a troco do entretenimento de algumas pessoas.
“Eu não estou dizendo a ninguém o que assistir, eu sei que a mídia de crimes reais é enorme, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbell) está chateada com essa série. Ela está nos retraumatizando outra vez, e para quê? De quantos filmes/shows/documentários precisamos?”, falou Perry.
“Recriar minha prima tendo um colapso emocional no tribunal em face do homem que torturou e assassinou seu irmão é SELVAGEM”, comentou.
Vale destacar que Eric disse ainda que ninguém entrou em contato para entender o sofrimento das famílias das vítimas, ou para avisar que a série estava sendo produzida. Ou seja, ele e seus familiares foram pegos de surpresa.
“Então, quando eles dizem que estão fazendo isso ‘com respeito às vítimas’ ou ‘honrando a dignidade das famílias’, ninguém entrou em contato com elas”, conclui.
‘Dahmer: Um Canibal Americano’, nova minissérie do prolífico realizador Ryan Murphy, já chegou à Netflix.
A produção conta a história do serial killerJeffrey Dahmer, que matou e desmembrou dezessete homens entre 1978 e 1991.
A série, composta por dez episódios, mostra um olhar aprofundado no assassino mais notório da América, contado através do ponto de vista das vítimas de Dahmer. Além disso, a produção irá expor a incompetência policial no caso que permitiu o assassino a continuar matando.
Recentemente, Jeffrey Dahmer foi interpretado por Ross Lynch (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) no filme ‘O Despertar de um Assassino‘. Anteriormente, Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) havia assumido o papel em ‘Dahmer – Mente Assassina‘, de 2002.
Em ‘Reféns‘, Kyle (Nicolas Cage) e Sarah (Nicole Kidman) vivem em uma elegante e segura casa com todos os confortos modernos. Sua única filha, Avery (Liana Liberato) é uma adolescente linda mas ainda muito rebelde. Tudo está bem até o momento em que a casa é invadida por criminosos e a família é feita refém. Agora todos os segredos da família deverão ser revelados na luta contra os invasores.
Curiosidades:
» Novo filme do diretor Joel Schumacher (‘Os Garotos Perdidos’).
A franquia ‘Pânico‘ (Scream) ganhou uma série de TV mediana pela MTV norte-americana, mas o que os fãs querem mesmo é uma sequência nos cinemas.
Durante a Comic Con de Londres, que aconteceu neste final de semana, a atriz Neve Campbell fala sobre a possibilidade de ‘Pânico 5‘.
Primeiro, Neve falou sobre a série:
“Eu ainda não assisti Perguntei para algumas pessoas aqui o que eles estão achando da série e as reações foram mistas. Mas demora um pouco para a história de uma série engatar, então deem uma chance. Eu pretendo assistir, porque o Wes [Craven] está envolvido. Mas tenho um filho de três anos, então é muito difícil assistir TV”, brincou.
Sobre ‘Pânico 5‘, a atriz revelou que ainda é uma incerteza, mas parece disposta a retornar.
“Eu não tenho ideia de como responder essa pergunta. A intenção inicial era que Pânico 4 iniciasse uma nova trilogia, mas os produtores esperavam que o filme fosse melhor nas bilheterias. E agora eles tem a série de TV, então não sei se é ideal voltar para os cinemas. Mas você nunca sabe o que os irmãos Weinsteins vão fazer. Eles teriam que surgir com uma ideia muito genial para o próximo filme”, afirmou.
Wes Craven afirmou em 2011 que faria ‘Pânico 5‘ se o quarto fosse bem recebido nas bilheterias e pelos críticos. A recepção da crítica foi ótima, mas a arrecadação nos cinemas deixou a desejar: faturou US$ 38,1 milhões (US$ 97 milhões mundialmente), com orçamento de US$ 40 milhões.
O último filme seria dividido em duas partes, com estreias previstas para 2016 e 2017. Porém, um remake não deve demorar muito tempo para acontecer…
Inicialmente previsto como uma nova trilogia, ‘Pânico 4‘ trouxe seus protagonistas principais: Sydney Prescott (Neve Campbell), Dewey Riley (David Arquette) e Gale Weathers (Courteney Cox). Caso a sequência seja feita, especula-se que Hayden Pannetierre deve voltar como Kirby.
A Entertainment Weekly divulgou fotos dos principais lançamentos do verão norte-americano: ‘Jason Bourne‘, ‘Caça-Fantasmas‘, ‘Águas Rasas‘ e ‘O Bom Gigante Amigo‘.
Confira:
A trama é inspirada na era da espionagem pós-Edward Snowden. Explorando, principalmente, as consequências das divulgações secretas realizadas por Edward. Damon também confirmou que a história será iniciada na Grécia, berço da democracia e da atual maior crise que acaba por tirar o sono de boa parte dos países europeus, e será encerrada em Las Vegas, um dos símbolos do capitalismo americano.
Tommy Lee Jones, Vincent Cassel, Scott Shepherd, Ato Essandohe Julia Stiles. estrelam. A estreia de ‘Jason Bourne‘ está marcada para 29 de Julho de 2016.
No thriller ‘Águas Rasas‘, Nancy (Blake Lively) está surfando sozinha em uma praia isolada, quando é atacada por um tubarão branco e encurralada a poucos metros de distância da praia. Apesar de estar muito perto, chegar até lá se mostra uma imensa prova de sobrevivência. É ‘Tubarão‘ para geração nova. A estreia no Brasil acontece dia 11 de Agosto.
Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.
O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.
‘O Bom Gigante Amigo‘ narra a história cheia de imaginação de como um Gigante apresenta à pequena Sofia as maravilhas e os perigos da Terra dos Gigantes. A estreia acontece em 1º de julho de 2016
Como parte da divulgação do DVD e Blu-Ray de ‘Batman Vs Superman‘, que estarão disponíveis para venda a partir da segunda semana desse mês, a Warner liberou uma nova promo do Homem de Aço que explica bem sobre sua origem.
Vale a pena conferir:
Segundo o Heroic Hollywood, o corte estendido explica várias coisas que não ficaram claras no cinema, e traz um final diferente: Batman envia o vilão Lex Luthor para a infame prisão Arkham Asylum de Gotham e, possivelmente, amarra o filme com os acontecimentos de ‘Esquadrão Suicida‘.
A Walt Disney liberou um novo comercial de ‘Moana – Um Mar de Aventuras‘.
Confira, com os cartazes:
‘Moana – Um Mar de Aventuras’ inicia sua aventura nos cinemas e mares brasileiros em janeiro de 2017.
‘Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz deDwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.
A HBO liberou um vídeo com sua programação completa de novas séries e especiais para 2017.
Entre o material apresentado, estão as primeiras cenas de ‘The Leftovers‘, série criada por Damon Lindelof.
Assista:
‘The Leftovers‘ se passa em uma pequena cidade suburbana que sofre muitas mudanças devido a um evento mundial chamado de “A Partida” (que pode ou não ter sido o “arrebatamento” bíblico), no qual algumas pessoas foram levadas e outras deixadas para trás. A série gira em torno dos habitantes da fictícia cidade Mapleton, em Utah, três anos depois do fatídico dia 14 de outubro, quando 140 milhões de pessoas – 2% da população do mundo – sumiram sem deixar rastros.
A produção mostra como as pessoas comuns reagem a acontecimentos inesperados, e que eles podem unir mais ou separar famílias e comunidades. Assim, a série revela como a tensão de uma calamidade imprevista pode transformar a fé das pessoas em cinismo, paranoia, loucura ou fanatismo religioso.
The Leftovers traz no elencoJustin Theroux como Kevin Garvey, um pai de família e chefe da polícia que tenta espalhar esperança a fim de manter o restante dos habitantes calmos; Amy Brenneman no papel de Laurie, mulher de Kevin que decide largar tudo e abandonar seus dois filhos – Tom (Chris Zylka) e Jill (Margaret Qualley) – para participar de uma seita misteriosa; Adam Frost e Scott Frost como os irmãos Max e Charlie Carver que são amigos da filha do chefe da polícia; Christopher Eccleston como Matt Jamison, antigo pastor e atual editor de seu próprio jornal; Liv Tyler como Meg, uma mulher prestes a se casar e que se torna o principal alvo da seita misteriosa; Emily Meade (HBO – Boardwalk Empire) no papel de Amy, uma estudante que se mostra indiferente aos acontecimentos.
O Hollywood Reporter confirma a adição de Oona Chaplin, neta de Charles Chaplin, no elenco dos próximos quatro filmes ‘Avatar‘.
Sua personagem será Varang, tida como uma guerreira valente.
A história da primeira continuação continua incerta, mas o fato é que todo o elenco principal do primeiro filme, inclusive, quem morreu, estará de volta.
Com relação as datas de estreias…
Avatar 2 – 18 de dezembro de 2020 Avatar 3 – 17 de dezembro de 2021 Avatar 4 – 20 de dezembro de 2024 Avatar 5 – 19 de dezembro de 2025
A distribuição nacional é da Diamond Films, e a estreia está agendada para 12 de outubro.
Confira:
O cineasta Steven Soderbergh está de volta aos cinemas, após dedicar os últimos anos de sua carreira às duas temporadas da série ‘The Knick‘ e ao prestigiado filme para TV da HBO, ‘Behind The Candelabra‘.
Roteirizado por Rebecca Blunt, ‘Roubo em Família‘ acompanha dois irmãos, Jimmy (Channing Tatum) e Clyde (Adam Driver) Logan, que planejam um roubo de dinheiro através de um sistema de tubulação hidráulica. Para que o plano funcione, a dupla executa a trapaça durante a Copa NASCAR, que serve como a distração perfeita para o crime.
A Netflix divulgou o novo trailer do remake de ‘Perdidos no Espaço‘, que estreia dia 13 de abril. Assista:
‘Perdidos no Espaço‘ (Lost In Space) é uma série Original Netflix dramática e moderna baseada no clássico de ficção científica dos anos 60. Ambientada 30 anos no futuro, a colonização no espaço agora é uma realidade e a família Robinson está entre os que foram testados e selecionados para criar uma vida nova em um mundo melhor. Mas quando os novos colonos encontram-se abruptamente retirados da rota para sua nova casa, eles devem forjar novas alianças e trabalhar juntos para sobreviver em um ambiente alienígena perigoso, anos-luz de seu destino original.
Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, escrevem a trama do remake, produzido pela Legendary TV. Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai produzir a série e dirigir alguns episódios.
‘Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.
Tom Payne, intérprete do Jesus em ‘The Walking Dead‘, voltou a se posicionar sobre sua saída da série durante o San Jose Fan Fest.
O ator pediu aos produtores para matarem seu personagem pois se sentiu desestimulado com a falta de destaque de Jesus na série, e a grande diferença do personagem nas HQs.
“Nos quadrinhos ele era um personagem sensacional. Era o melhor guerreiro. Isso nunca foi usado na TV. A série ficou péssima. Foi muito frustrante, pois dei o meu melhor e trabalhei muito duro. Quando ele pega a granada na luta contra Negan nas HQs, aquilo é sensacional. E eles simplesmente nunca usaram na série. Não deveria ter lido as HQs, porque eu não teria ficado desapontado como fiquei tantas vezes.”, afirmou.
O ator ainda explicou como se deu sua saída da série.
“Foi uma decisão mútua, e eu estava realmente feliz com isso. Eu expressei meu descontentamento com os produtores na temporada passada. Não tem como não ficar desapontado quando não há coisas legais para você fazer na série.”
Ele continua, “Eu amei o personagem, mas havia muito potencial que… foi desperdiçado. Então, eu não estava triste por dizer adeus a essa frustração.”
Confira o trailer da segunda metade da 9ª temporada:
A série retornará com episódios inéditos em fevereiro.
No último episódio de 2018, novamente um personagem que ainda está vivo nos quadrinhos encontrou seu fim na série: Jesus. No episódio, o personagem é pego enquanto lutava contra diversos zumbis e esfaqueado nas costas por um sussurrador, morrendo logo após.
Apesar da saída de Andrew Lincoln e Lauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.
A série ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ chegará ao seu fim com a 7ª temporada, deixando uma leva de fãs órfãos.
O chefe da Marvel, Jeph Loeb, explicou ao ComicBook o motivo do cancelamento e afirmou que foi sua decisão terminar as coisas para concluir a história em seus próprios termos.
“Então estávamos na metade da temporada e o canal nos ligou novamente e disse: ‘Você tem uma ótima ideia para a sétima temporada?’ E nós estávamos tipo… não. E neste momento nós nos reunimos e dissemos ‘Olhe se vamos fazer isso, vamos fazer desta última temporada com um estouro. Vamos sair por cima. Vamos terminar a história para que possamos fazer isso em nossos termos porque “O problema é que nunca é uma decisão do estúdio. É sempre a decisão do canal e, portanto, nós dissemos, vamos assumir o risco. Vamos voltar para eles e dizer que voltaremos apenas para encerrar a série”, afirmou.
Com a decisão de garantir mais uma leva de episódios, a Marvel conseguirá encerrar a produção segundo os seus próprios termos, sem deixar pontas soltas, como aconteceu com as séries feitas para a Netflix, como ‘Demolidor‘, ‘Jessica Jones‘, ‘Luke Cage‘, ‘Punho de Ferro‘ e ‘O Justiceiro‘.
Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.
Estreias adiadas, cinemas fechados, uma crise nos estúdios de Hollywood. Não, esta não é a primeira vez que isso acontece. Antes da corrida para evitar o contágio pelo novo coronavírus, a indústria da Sétima Arte sofreu uma paralisação semelhante à atual em 1933. Os motivos podem até ter sido completamente diferentes, mas as consequências não estão tão distantes assim — e ajudam a entender qual é a perspectiva que enfrentamos no momento.
Para isso, é preciso lembrar as aulas de história. O cenário é pós Crise de 29, e Franklin Delano Roosevelt venceu as eleições presidenciais de 32, tomando posse em março do ano seguinte. Foi então que começou a implementar sua agenda para conter a crise, o que acabou refletindo na área do entretenimento.
A primeira estratégia de Roosevelt foi fechar as agências bancárias de todo o país de 6 a 13 de março de 33, já que a população estava fazendo altas retiradas de toda a economia. Oficialmente, a justificativa era dar ao governo tempo para entender qual era a situação dos bancos e estabilizá-los financeiramente. Na prática, era simplesmente conter a população e impedir que sacassem todo o dinheiro e afundassem o país ainda mais a crise.
Quando os bancos foram reabertos, pouco havia mudado em termos práticos na economia. Mas as retiradas diminuíram consideravelmente e a população parecia estar mais calma. Ou seja: a tática deu certo.
Mas o feriado bancário foi o que causou um grande problema em Hollywood. À época, os chefes dos estúdios reuniram os funcionários e contaram que, como não havia dinheiro líquido, havia duas possíveis soluções: eles aceitavam um corte salarial de 50% por várias semanas ou as empresas sairiam do mercado. Os empregados acabaram aceitando o corte, com a promessa de que o valor seria restituído assim que a situação fosse normalizada.
Essa restituição, é claro, não aconteceu na maioria dos casos, inclusive em grandes estúdios até hoje entre os mais importantes. O The Hollywood Reporter conta ainda que alguns cortes sequer eram necessários. Para a população, o quadro era caótico: a grande ameaça era de que os estúdios iriam se fechar para nunca mais serem reabertos, e que a cultura estava em completo risco.
Na prática, o que essa situação toda causou foi…a criação das associações dos roteiristas, diretores e atores — ou seja, WGA, DGA e SAG. Isso porque os funcionários estavam contando com a recém criada Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (sim, a associação do Oscar) para a proteção de seus direitos. Quando a AMPAS lavou as mãos, a sindicalização tornou-se necessária.
Rechaçada, a Academia eventualmente passou a se posicionar a respeito de questões trabalhistas e voltou a se fortalecer. Mas não o suficiente para evitar que outras paralisações tomassem conta da indústria do entretenimento. Ao todo, foram 14 greves em Hollywood entre 1941 e 2007, de diversos setores: de músicos a atores de comerciais.
Embora a mais longa greve de Hollywood seja a dos músicos de 1942, que durou cerca de 1 ano e um mês, e a maior greve dos roteiristas seja a de 1988, a greve dos roteiristas de 2007 é a mais fresca e significativa na memória pública.
Em linhas gerais, a greve dos roteiristas de 2007 foi causada por um impasse em relação ao valor pago por vendas de mídias físicas, como DVD, e dos webisódios, que são mais ou menos os avós dos programas de streaming. Em aproximadamente 100 dias de protesto, que envolveram personalidades da mídia e membros do SAG, o prejuízo estimado foi de US$ 2,1 bilhões, segundo analistas. As consequências sentidas na prática foram temporadas de séries reduzidas, filmes de qualidade duvidosa saindo do papel por falta de opção, e uma explosão de reality shows invadindo as telinhas e ganhando o gosto do público.
A questionável 4ª temporada de ‘Lost’ foi uma das vítimas da greve dos roteiristas
A longo prazo, a ideia de temporadas reduzidas, já muito usada por séries de canais pagos, foi se tornando mais e mais agradável para a audiência, escassa de tempo e abarrotada de conteúdo. A grande consequência da greve, no entanto, foi abrir as portas para discussões sobre impacto de consumo e distribuição de séries e filmes em novas mídias. Afinal, os principais argumentos do WGA eram o alcance de episódios distribuídos online e a relevância destes conteúdos, teoricamente paralelos, para a trama principal.
Tudo isso eventualmente culminaria no streaming como conhecemos hoje, e consequentemente na próxima pergunta, que diz respeito ao cenário de 2020. O que irá mudar na distribuição de filmes daqui em diante?
Muitos analistas questionam se o movimento será mantido quando tudo voltar ao normal, ou se isso abre precedentes para que filmes medianos de grandes estúdios adotem o online de vez como a principal casa. Especula-se também a possibilidade de a estratégia de ‘Trolls 2’ (Trolls World Tour), que supostamente será lançado ao mesmo tempo nos cinemas e no VOD, abrir portas para um novo formato. Mas é cedo para bater o martelo, e não é prudente fazer conclusões do olho do furacão. Quando tudo isso passar, ainda teremos os filmes que “simplesmente precisam ser vistos no cinema” e filmes que “dá para esperar e assistir em casa”.
Imediatamente, estamos diante de um prejuízo econômico associado a grandes demissões. Circulam informações que roteiristas de produções em desenvolvimento já estão sendo demitidos por canais de streaming ainda inéditos; séries perdem datas de estreia, locações e reduzem temporadas; blockbusters de arrasar quarteirões como ‘Mulan’, ‘Velozes & Furiosos 9’, ‘Viúva Negra’ e ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ são apenas alguns dos muitos filmes adiados. Tudo isso deve provocar um enorme efeito cascata nas estreias do segundo semestre em diante e uma canibalização dos lançamentos menores — sem falar no inevitável prejuízo econômico do visado verão americano.
Não bastasse, o tradicionalíssimo Festival de Cannes, que aconteceria em maio, foi adiado. Se for realizado, será apenas no segundo semestre. O que acontece com a temporada de premiações? Juntando isso ao adiamento do SXSW, estamos diante de um cenário em que filmes que deveriam ter sido apresentados no festival texano seguem sem distribuição, e as figurinhas do Oscar que deveriam surgir em terras francesas terão uma trajetória consideravelmente mais curta.
Resumo da ópera? Os prejuízos econômicos são incalculáveis, mas analistas de investimento estimam que os parques da Disney vão sentir os efeitos da pandemia no mínimo até o fim do ano, enquanto acalmam afirmando que as operações dos estúdios devem se normalizar muito em breve.
Enquanto isso, são os streamings que navegam em águas cheias. Mesmo assim, a própria Netflix já pede aos assinantes que assistam a séries em qualidade SD, com medo de não conseguir atender a grande demanda. Por tudo isso, aos amantes do cinema e da TV: ainda sentiremos os efeitos do coronavírus na arte que consumimos por muito, muito tempo. Mas das duas grandes crises anteriores, passado o prejuízo, criaram-se soluções e alternativas, abriram-se debates e novos caminhos. O momento aqui também vai chegar. Só não sabemos quando.
Já imaginou se o Superman chegasse na Terra e se transformasse em um vilão assassino sem escrúpulos ao invés de um super-herói? O James Gunn(‘Seres Rastejantes‘ e ‘Guardiões da Galáxia‘) imaginou essa história e produziu o terror ‘BrightBurn: Filho das Trevas‘.
O filme já está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.
Na trama, um casal encontra um bebê em um objeto misterioso que caiu do espaço e decide criá-lo como seu fosse seu. Conforme o tempo passa, eles percebem que a criança não é normal e as consequências são aterradoras.
Assista ao trailer:
A mitologia em torno da figura do Superman (ou Super-Homem), um dos mais antigos e definitivamente o mais famoso dos super-heróis saídos dos quadrinhos, é tão impactante culturalmente que levou o diretor Bryan Singer a tecer o comentário sobre o personagem ser tão conhecido quanto Jesus Cristo – enquanto filmava sua própria interpretação da história em Superman – O Retorno (2006).
Sim, já tivemos inúmeras versões deste conto espalhadas pelas mais diversas mídias, seja no cinema, TV e, é claro, nas HQs, berço do herói. Mas ainda não vimos tudo o que pode ser feito com esta narrativa. E a prova disso é a forma como o produtor James Gunn resolve tratar o material ao aderir à brincadeira. Oriundo do cinema fantástico e de terror, o diretor se tornou uma estrela ao fazer de personagens C do repertório da Marvel, a mais nova sensação pop (Os Guardiões da Galáxia). E se, como afirma o próprio, as duas coisas que mais gosta no mundo são terror e super-heróis, por que não uni-las em um filme?
A ideia, no entanto, embora tenha partido de um Gunn (na verdade de dois), não foi de James. Brian Gunn, seu irmão, e Mark Gunn, seu primo, são os responsáveis pelo argumento sobre uma criança que cai do espaço numa área rural dos EUA, na pequena cidade de Brightburn (a Pequenópolis deste universo), e é adotado por um amável casal do interior: Tori (Elizabeth Banks) e Kyle (David Denman). A proposta aqui é a seguinte: e se ao invés do altruísmo e bondade, o menino desenvolvesse as piores e mais perversas características humanas?
Para a empreitada foi escalado o jovem diretor David Yarovesky (em seu segundo longa), que, adepto da escola de suspense e terror do mestre John Carpenter, consegue criar cenas memoráveis e geladas, donas de um ritmo agonizante próprio. Ajuda o fato do roteiro não fornecer saídas fáceis, deixando mais perguntas do que respostas, assim como grandes exemplares do gênero. Mas, sendo este um produto mainstream, pensado para as grandes massas, o nível de grafismo das cenas é altíssimo, podendo ser comparado ao dos torture porn, vide Jogos Mortaise afins. A indução do que é imaginado e não visto, no entanto, ainda é a solução mais eficiente.
Brightburn, porém, não é meramente violência desmedida e voltada ao entretenimento. Muito pelo contrário. Existe toda uma discussão dramática envolvendo distúrbios infantis que se não prevenidos podem vir a se tornar agravantes como psicopatia – e podendo inclusive ser traçado um forte paralelo com jovens que constantemente entram armados em colégios para chacinas. Em especial, aqui, como tal fato afeta os pais.
Com reviravoltas que constantemente nos pegam desprevenidos, Brightburn eleva o nível de tensão em diversas cenas (em especial a da visita na casa da tia) e cria um dos personagens infantis mais assustadores do cinema recente – para entrar no hall ao lado de Damien (A Profecia) e Esther (A Órfã), por exemplo. Dono de uma história simples, mas muito eficiente e artesanalmente costurada, a nova produção bancada porJames Gunn é daquelas que tem jeitão de já ter nascido cult. Ah sim, e uma dica: prestem atenção no que eles fizeram com a cena pós-créditos e tente não abrir um grande sorriso.
O ator Sidney Poitier, vencedor do Oscar e um dos últimos sobreviventes da Idade de Ouro de Hollywood, morreu aos 94 anos.
A morte de Poitier foi confirmada pelo Ministro das Relações Exteriores das Bahamas, Fred Mitchell, aonde o ator vivia.
A causa da morte e outros detalhes não foram revelados. Uma peça da Broadway sobre a vida e carreira de Poitier (intitulada “Sidney”) foi anunciada no início de dezembro.
Poitier cresceu em Cat Island, nas Bahamas. Em 1963 fez história ao se tornar o primeiro ator negro da história a receber o prêmio Oscar de melhor ator principal por sua performance no drama Uma Voz nas Sombras (Lilies of the Field) em 1963. Em 2002 se tornou o primeiro artista negro a receber um Oscar honorário pelo conjunto da obra.
Lançada em 1996, a franquia ‘Pânico‘ já conta com cinco filmes e está prestes a ganhar seu sexto exemplar, que estreia dia 9 de Março de 2023.
Em cada longa, uma nova pessoa veste a máscara do vilão Ghostface para aterrorizar a cidade de Woodsboro, mas seus motivos são semelhantes: ciúme, raiva e vingança.
Com tantos filmes, é claro que os fãs têm seus preferidos, mas o original permanece sendo considerado o melhor.
Quando um usuário do Twitter pediu aos fãs que classificassem todos os títulos da franquia, as respostas provaram que nenhum outro consegue superar o primeiro.
Confira as respostas:
“No ranking da franquia ‘Pânico’, qual é o seu preferido?”
” O 1º sempre será o melhor, depois vêm 5, 2, 4 e 3. Para ser justo, não assisti o 3 tanto quanto os outros. 2 e 4 podem mudar dependendo do dia que assisto.”
1 will always be the best imo, 5, 2,4, and 3. To be fair I haven’t watched 3 as much as the other ones. 2 and 4 can change depending on the day I watch. https://t.co/K1MAXy55Su
Depois de ‘Pânico’ (1996), a maioria dos fãs lista ‘Pânico 4‘ como um candidato digno do 2º lugar.
E para você? Qual é o seu preferido?
Confira o último trailer lançado:
O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
No ano seguinte após o sucesso estrondoso dePânico, um outro filme do subgênero do terror, o slasher, chegou aos cinemas uma obra repleta de tensão que aborda as consequências de uma escolha na visão de jovens amigos à beira de fases importantes de suas vidas.
O primeiro filme conquistou medianos 45% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, mas foi muito bem nas bilheterias.
Ao final de sua exibição nos cinemas em dezembro de 1997, arrecadou US$ 72.586.134 nos EUA e Canadá e US$ 53 milhões em outros países, totalizando US$ 126 milhões em todo o mundo .
Com o sucesso, a sequência já saiu no ano seguinte. ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ trouxe de volta Jennifer Love Hewitt, Freddie Prinze, Jr. e Muse Watson ao elenco e ainda adicionou Brandy, Mekhi Phifer e Matthew Settle.
Ao participar de um programa de rádio e responder à pergunta “Qual a capital do Brasil?”, a sobrevivente Julie ganha uma viagem para uma ilha paradisíaca — uma armadilha do assassino que volta a persegui-la. Eu lembro de ter ficado revoltado quando assisti ao filme nos cinemas por que achava que o roteirista realmente tinha errado a capital do Brasil, que Julie diz ser o Rio de Janeiro, mas logo depois o filme revela em um plot twist que a capital do Brasil era Brasília, e Julie caiu numa cilada. É uma cilada, Julie.
Quando foi lançado em 1998, ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ foi massacrado pelos críticos e criou um buzz negativo que enterrou a franquia, tanto que o terceiro filme foi feito direto para Home Video e sem o retorno dos atores e da equipe original.
Dirigido por Danny Cannon e com roteiro de Trey Callaway, a sequência apostou na fórmula do “quanto mais melhor” e trouxe mais mortes mirabolantes, sequências de perseguição e reviravoltas, perdendo um pouco da essência do filme original.
Até hoje, eu acho a perseguição da personagem da Sarah Michelle Gellar no primeiro filme uma das melhores da história do cinema slasher, terminando morta em um beco após quase fugir do assassino. Na sequência, temos uma ótima cena de perseguição com a personagem da Brandy em cima de um telhado de vidro. Apesar de não ser tão bom quando o original, o filme tem seus louros. É um bom suspense, com um orçamento visivelmente maior e uma reviravolta na revelação do assassino bastante chocante, mesmo que um pouco novelesca.
Mesmo com um elenco estelar, que inclui até o Jack Black, o filme foi massacrado pelos críticos com apenas 7% de aprovação no Rotten Tomatoes. No consenso geral, os críticos afirmam que o filme é “Chato, previsível e desprovido de emoções ou arrepios. É exatamente o tipo de repetição que dá má fama às sequências de terror.”
Eu não sei é pela nostalgia ou por amar slasher movies, mas eu particularmente acho que os críticos pegaram um pouco pesado com a sequência. Mesmo sem inventar a roda, ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ traz tudo aquilo que se espera de um slasher movie e ainda eleva as apostas do filme original. É entretenimento.
Você gostou de ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘? Por que acha que os críticos pegaram tão pesado com o filme?
Recentemente, a Sony Pictures revelou está trabalhando em um novo filme da franquia, que terá a diretora Jennifer Kaytin Robinson, de ‘Justiceiras‘. Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. estão em negociações para voltarem aos seus papéis originais, e adoraram a ideia para o filme que foi apresentada pela roteirista Leah McKendrick.
O projeto está em desenvolvimento inicial e a ideia é trazer o elenco original e apresentar um grupo de jovens personagens, como fizeram recentemente com ‘Pânico’ (2022).
O Prime Video anuncia os lançamentos e destaques no Brasil para o mês de setembro. Os membros Prime podem conferir esses e outros conteúdos exclusivos nas versões on-line, via streaming, ou off-line, por meio de download, e também podem perguntar para a Alexa quais são os principais lançamentos do mês.
Confira a lista:
Magic Mike: A Última Dança (2023) – 2 de setembro
Lisa Frankenstein (2024) – 2 de setembro
A Garota de Miller (2024) – 4 de setembro
Terremoto Magnitude 9.5 (2022) – 4 de setembro
Enclausurados (2018) – 4 de setembro
O Cara da Piscina (2023) – 6 de setembro
65: Ameaça Pré-Histórica (2023) – 7 de setembro
Thiago Ventura (2024) – 11 de setembro
Assassino Por Acaso (2023) – 12 de setembro
Imaculada (2023) – 13 de setembro
Flutuar (2023) – 13 de setembro
Garotas em Fuga (2024) – 16 de setembro
Detetive Knight: Redenção (2023) – 18 de setembro
He Went That Way (2023) – 18 de setembro
Imaginário – Brinquedo Diabólico (2024) – 19 de setembro
Ilha da Tentação: Brasil – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
Courtois – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
Armageddon Time (2022) – 23 de setembro
A Morte do Demônio: A Ascensão (2023) – 23 de setembro
‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ já arrecadou sólidos US$ 153.5 milhões mundialmente, e o produtor Caig Perry revelou em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP quais são suas três mortes preferidas da franquia.
Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore, o que representa uma ótima média para um filme do gênero.
Vale lembrar que ‘Premonição 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Em PREMONIÇÃO 6: LAÇOS DE SANGUE, os fãs podem esperar por acontecimentos chocantes, muito sangue e busca pela verdade. A produção terá como centro os pesadelos violentos de Stefanie, uma estudante universitária que decide voltar para a casa e rastrear a única pessoa capaz de ajudá-la a salvar sua família do destino horrível que se aproxima.
Dirigido e roteirizado pelos craques e experientes cineastas Vittorio Taviani e Paolo Taviani (dos excelentes Pai Patrão e Cesar deve Morrer), Maravilhoso Boccaccio não deixa de ser, a princípio, uma grande homenagem à cultura italiana onde navegam por algumas histórias que estão no famoso livro de Giovanni Boccaccio, Decamerão. Os irmãos Taviani, com muita habilidade, aos poucos vão explorando as fragilidades dos personagens (que são muitos) de maneira muito objetiva e as sequências vão tomando forma de maneira elegante e muito simpática na tela. O público se sente a todo instante folheando páginas de um livro conhecido mas que dessa vez com imagens que personificam as emoções ligadas ao coração.
Exibido no Festival de Tribeca 2015 e no Festival do Rio do mesmo ano, Maravilhoso Boccaccio se passa na Florença do século XIV, que foi duramente atingida pela terrível peste negra. Com medo das consequências dessa temível peste, alguns jovens, poucos rapazes e muitas moças, meio que resolvem fugir do caos da cidade e tentam achar abrigo em uma grande casa, distante do epicentro da doença, onde, sem muito o que fazer, resolvem contar histórias para passar o tempo.
O longa-metragem, que estreia no Brasil na próxima quinta-feira (05), explora a simplicidade para provocar o imaginário, mais ou menos o poder que um poderoso e rico livro tem quando se conecta à nossa imaginação. Algumas cenas parecem um teatro aberto, onde olhamos para cada centímetro buscando absorver tudo que aquela sequência representa para a história. A dor e o medo são os primeiros a serem encontrados, exemplificado no instinto clássico de sobrevivência que nesse caso é valorado pela fuga. A amizade logo chega de maneira predominante e regras são impostas para fazer a ponte com outro sentimento: a dúvida, que se mostra presente do segundo ato em diante, às vezes camuflada de ansiedade.
Maravilhoso Boccaccio é um daqueles trabalhos que conquistam o público já nas primeiras cenas. Tudo é tão delicado que beira ao poético. Não percam este lindo filme.
Há oito anos, uma produtora e gestora cultural do interior de Minas Gerais decidiu apostar em um festival numa cidade linda, aconchegante, cercada pelas belezas do ‘Mar de Minas’. Assim, nasceu a Mostra de Cinema de Fama, que chega em 2025 na sua oitava edição, sempre trazendo novidades.
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
À frente de tudo o que esse festival representa está a mineira Aryanne Ribeiro, uma mulher batalhadora que tem na ponta do seu discurso – e eficiência como gestora – o compromisso com o cinema como ferramenta de pertencimento, memória e transformação. Durante a edição 2025 do festival, tivemos a oportunidade de conversar com ela e entender um pouco da trajetória que construiu o festival até aqui – e os próximos voos que vem pela frente:
Foto: divulgação do festival
1) Quais os maiores obstáculos para realizar essa edição?
Aryanne Ribeiro: “A gente tem duas questões importantes. A primeiro é o orçamento. A segunda é conseguir alcançar o público, fazer com que as pessoas saiam de casa e vão pra praça ou para uma sala de cinema assistir a filmes nacionais e curtas-metragens. Temos trabalhado para mostrar a essas pessoas como tudo isso funciona, o que significam esses filmes. Essa comunicação tem sido um dos grandes desafios dessa edição.”
2) Todo Festival de cinema tem a possibilidade de abrir a porta talvez para uma nova sala de cinema na cidade.
Aryanne Ribeiro: “É o nosso sonho! Ter uma sala de cinema, um espaço de oficinas e diálogos sobre cultura. É um sonho e um objetivo a gente construir esse espaço e que a gente possa permanentemente exibir filmes por aqui.”
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
3) Como você está vendo o atual cenário do audiovisual no Brasil?
Aryanne Ribeiro: “Temos questões políticas neste momento. Temos lutado pelo VOD, e que vai trazer muitas possibilidades de avanço, outros caminhos de orçamento pra dar continuidade no trabalho. Será um grande passo se conseguirmos alcançar o que está sendo proposto. Está sendo difícil o diálogo, a construção, mas esse é o caminho. Outro ponto são os arranjos regionais e outras perspectivas que tem surgindo. Nós, enquanto política pública, sempre esbarramos na estruturação como um todo, e acaba não se pensando a médio e longo prazo. Temos um ecossistema do audiovisual que começou a ser descoberto há pouco tempo. Antes, só se investia em produção, e isso, por si só, não é suficiente para sustentar esse ecossistema.”
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
4) Qual o legado que você quer deixar dessa 8ª edição da Mostra de Cinema de Fama?
Aryanne Ribeiro: “Para que possamos olhar para nós mesmos. Trazer sempre o tema dos territórios, dos interiores, é muito importante, pois nos reconhecemos na tela e nos espaços.”
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
5) Sobre a edição do ano que vem, já tem alguma novidade?
Aryanne Ribeiro: “Sempre queremos avançar em relação à última edição, e já temos planos. Um deles é a criação de uma sala de cinema. A ideia não é perder a tradição da praça, com o telão nesse espaço tão representativo em frente à igrejinha, mas sim criar um outro ambiente para que consiga complementar ainda mais o festival.”
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