A produção é descrita como mistura entre um filme do Quentin Tarantino e ‘Godzilla‘.
Na trama…
“É o assalto mais perigoso já planejado! Quatro criminosos têm uma chance única de roubar milhões em artes e mudar suas vidas para sempre. A pegadinha? Eles precisam passar por um kaiju enorme. E o monstro gigante pode ser o menor dos seus problemas.”
A HQ, escrita por James Patrick, com arte de Rem Broo, será lançada apenas no dia 25 de novembro.
De acordo com o insider John Campea, que havia acertado sobre a previsão sobre a Ahsoka na 2ª temporada de ‘The Mandolorian‘, afirmou que a Marvel já está ativamente desenvolvendo uma sequência para ‘Eternos‘.
“As sequências ‘Eternos 2’ e ‘Vingadores 5’ não foram anunciadas pelo mesmo motivo: eles apenas anunciaram filmes até 2023 que já têm datas de estreias confirmadas. Atualmente, eles estão desenvolvendo mais de 20 projetos. Todos nós sabemos que haverá um ‘Vingadores 5’ e acontecerá a sequência ‘Eternos 2’,” declarou o insider.
A declaração faz sentido, considerando que a própria Marvel já confirmou estar desenvolvendo um reboot de ‘Blade‘, ‘O Quarteto Fantástico‘ e a sequência ‘Deadpool 3‘.
Vale lembrar que Kevin Feige já planejou os lançamentos do MCU até 2027.
Caso o estúdio continue seu padrão em lançar quatro filmes por ano, isso significa que uns 14 ou 16 títulos ainda não foram anunciados. É provável que ‘Eternos 2‘ esteja entre eles.
‘OsEternos‘ chega aos cinemas em 5 de Novembro de 2021.
A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
Jovens solteiros e cheios de energia numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que para ganhar o prêmio de 200.000 dólares, eles precisam renunciar ao sexo.
O canal FX renovou oficialmente ‘Reservation Dogs‘, aclamada série de comédia criada pelo Taika Waititi, para a 3ª temporada.
“‘Reservation Dogs’ continua a impressionar os críticos, fãs e premiações pela sua originalidade criada por Sterlin Harjo and Taika Waititi,” declarou Nick Grad, presidente de programação original da emissora. “FX tem orgulho em continuar nossa parceria com o Hulu para garantir a terceira temporada com esse elenco e equipe incríveis.”
Vale lembrar que o último episódio da 2ª temporada irá ao ar no dia 28 de setembro.
Na trama, quatro adolescentes indígenas da zona rural de Oklahoma, Estados Unidos, passam seus dias cometendo pequenos crimes e lutando contra quem entrar no seu caminho. Tudo isso para juntarem dinheiro suficiente para saírem do interior direto para a Califórnia.
O derivado estreará oficialmente no dia 10 de setembro.
A trama vai seguir a jornada do Daryl através do território francês enquanto ele tenta encontrar o caminho de volta para casa. Apesar de sua missão, as conexões que ele faz ao longo do caminho complicam seu objetivo.
Daryl desembarca na França e luta para entender como chegou lá e por quê. A série acompanha sua jornada por uma França quebrada, mas resiliente, enquanto ele espera encontrar um caminho de volta para casa. Enquanto faz a jornada, porém, as conexões que forma ao longo do caminho complicam seu plano final.
A CBS cancelou oficialmente a série ‘NCIS: Hawai’i‘, o primeiro derivado da franquia estrelada por uma mulher, depois de apenas três temporadas.
De acordo com o Deadline, o desfecho do terceiro ciclo – que será exibido no dia 6 de maio – não será uma conclusão planejada à narrativa, mas também não trará nenhum grande cliffhanger.
Ainda que o destino da série fosse incerto, a decisão foi uma surpresa. O site afirma que os produtores estavam negociando para uma quarta e última temporada mais curta, com cortes significativos no orçamento (entre outras concessões).
Com média de 7.8 milhões de espectadores, a produção representava a 12ª maior audiência da emissora – chegando a ultrapassar a marca dos 10 milhões de views através de todas as plataformas.
Jane é a primeira mulher a ser nomeada agente especial no comando do escritório da NCIS’ Pearl Harbor. Por ser uma mulher em uma profissão tão dominada por homens, ela terá de navegar com confiança e estratégia por um sistema que tenta puxar seu tapete a todo momento.
Sucesso! A sequência ‘Sonic 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 420 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa superou a arrecadação total de ‘Sonic 2‘ (US$405.4M), tornando-se a maior bilheteria da história da franquia.
Nos EUA, o longa soma US$ 218.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 203.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 422.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$27.7M), México (US$20.2M), França (US$17.3M), Austrália (US$15.5M) e Brasil (US$11.2M).
Com o sucesso do terceiro filme, a franquia superou a marca de US$ 1.1 bilhão em arrecadação. Juntos, os dois primeiros filmes haviam alcançado US$ 725.2 milhões mundialmente.
Além de ter conquistado 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova sequência também parece ter agradado o público, recebendo uma nota A dos espectadores no CinemaScore.
Vale lembrar que o quarto filme da franquia já está em desenvolvimento!
No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.
Com 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa estreará nos cinemas nacionais no dia 13 de novembro.
Na trama, Elias desenvolve sentimentos por seu novo vizinho. Ele logo percebe que está se apaixonando pela primeira vez, mas as interações com seus amigos e familiares trazem mais perguntas do que respostas. Confuso com seus sentimentos, Elias tenta resolver o caos interior para provar que merece o coração de Alexander.
De acordo com o Dread Central, a pré-sequência ‘Invocação do Mal: A Primeira Comunhão‘ (The Conjuring: First Communion) encontrou seus protagonistas.
Garrett Wareing (‘A Longa Marcha’) interpretará a versão jovem do Ed Warren, enquanto Amanda Fix (Orphan Black: Echoes’) dará vida à versão jovem da Lorraine Warren.
O terror chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de setembro de 2027.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.
Richard Naing e Ian Goldberg, dos últimos dois filmes da franquia e ‘A Freira 2‘, assinarão o roteiro.
Ainda não se sabe se Vera Farmiga e Patrick Wilson farão participações especiais como os demonologistas Lorraine e Ed Warren, visto que ‘O Último Ritual‘ encerrou a saga da família.
As boas novas vêm após o sucesso financeiro de ‘O Último Ritual’, que arrecadou impressionantes US$487.2 milhões ao redor do mundo e tornou-se o filme de maior bilheteria de toda a franquia.
Lembrando que todos os filmes estão disponíveis na HBO Max.
O renomado autor Stephen King revelou porque decidiu criar o personagem Pennywise a partir do conceito de um assustador palhaço.
Em uma entrevista ao site Yahoo! Movies, o escritor por trás do material original que deu vida ao remake ‘It: A Coisa‘, comentou brevemente sobre a coulrofobia, sem deixar de valorizar o trabalho que os palhaços possuem na vida real como animadores.
Segundo ele:
“Eu fiz ele assim porque, convenhamos, palhaços são assustadores e isso é irrefutável. Os palhaços podem ficar tão bravos quanto quiserem, isso é um direito deles e eu sei que eles adoram divertir crianças. Eu até sai em defesa de alguns deles na Europa, quando me pediram para me posicionar de forma positiva em relação ao seu trabalho, pelo fato de sempre visitarem hospitais e animarem crianças doentes. Mas sabe, se eu fosse um garotinho doente e visse um maldito palhaço vindo na minha direção, eu ficaria pálido de vez, ia morrer de medo! Então, sim, eu acho que em geral as crianças temem os palhaços”.
‘A Coisa‘ mostrará o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaço. Skarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.
O astro e comedianteSacha Baron Cohen divulgou uma prévia de 10 minutos de seu novo programa de TV, feito pela emissora Showtime, intitulado ‘Who is America?‘.
Assista:
O programa marca o retorno de Cohen para a televisão, após mais de uma década distante do formato. Na nova produção, ele explora os diversos indivíduos que habitam os Estados Unidos, com o comediante encarando um novo personagem, no contexto político e social da América de 2018.
Com sete episódios na primeira temporada, ‘Who is America?‘ estreia em 15 de julho e já está disponível on demand, na plataforma do Showtime.
A 2ª temporada de ‘Big Little Lies‘ estreou no domingo (9) e os fãs da produção já puderam perceber que a personagem Mary Louise, vivida por Meryl Streep, está obstinada a extrair as respostas necessárias sobre a misteriosa morte de seu filho.
E em uma de suas primeiras cenas, Streep e a personagem deReese Witherspoon protagonizam uma desconfortável conversa, com a matriarca alfinetando a melhor amiga de sua nora, sugerindo que ela seria uma mulher falsa.
Confira:
Assista ao comercial do 2º episódio:
Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.
‘This is Us‘ gradativamente caminha para o seu fim, prometendo fortes emoções para os fãs do drama. E ao longo de sua jornada, algumas personalidades de Hollywood participaram dos episódios, como o cineasta M. Night Shyamalan e a atriz Sophia Bush.
E durante uma entrevista à revista EW, o astroSterling K. Brown revelou quem gostaria que fizesse uma participação especial no futuro da série.
Compartilhando que Robert Downey Jr. é o seu maior “crush” de atuação, ele ainda ponderou o sonho que possui de ter o veterano vencedor do Oscar, Denzel Washington, na trama:
“Meu maior crush na atuação é provavelmente Robert Downey Jr., mas o sonho acima de todos os sonhos… seria se de alguma forma eu fosse parente do Denzel Washington e nós tivéssemos a chance de gravar a cena épica de todas as cenas. Eu então poderia ascender aos céus como um home feliz”.
Recentemente, a aclamada série ‘This is Us‘ ganhou um novo trailer, que relembra alguns dos momentos mais emocionantes que já passaram por toda a produção, à medida que anuncia fortes emoções pelas próximas duas temporadas.
Além disso, o vídeo já prepara os fãs para fim da jornada, ao afirmar que a série seguirá até a 6ª temporada.
Confira:
Criada porDan Fogelman, a série tem uma das maiores audiências da televisão aberta. A terceira temporada registrou uma média de 2.0 na demo, e um total de 8.3 milhões de espectadores.
A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.
A série ‘L.A.’s Finest‘, derivada da popular franquia ‘Bad Boys‘, já está disponível na Netflix. As duas temporadas tiveram a sua estreia nesta quinta-feira (01) na grade de programação.
Inicialmente desenvolvida pela NBC, a série teve seu piloto recusado pela emissora. Posteriormente, o projeto foi resgatado pela Spectrum, mas fora cancelado na sua 2ª temporada.
Na trama, Syd Burnett (Union) é uma ex-agente do departamento de drogas que encontra um recomeço em seu novo trabalho como agente da polícia de Los Angeles. Sua parceira é Nancy McKenna (Alba), uma trabalhadora mãe que inveja um pouco a liberdade de Syd. Com dois estilos de vida diferentes, as duas agentes se provam as melhores em sua área resolvendo casos.
O veterano ator Robert De Niro será homenageado na abertura do 78ºFestival de Cannes 2025, com uma Palma de Ouro honorária, pelo conjunto da obra. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (07), pela organização do evento.
A homenagem acontece em 13 de maio, marcando 14 anos desde que De Niro atuou como o presidente do júri da edição de Cannes de 2011. O astro, que também possui dois Oscar, já conquistou a Palma de Ouro duas vezes.
Sua longa história com Cannes vem desde 1976, ano em que ele estrelou dois filmes presentes na seleção oficial do festival: ‘1900‘, de Bernardo Bertolucci, e ‘Taxi Driver‘, de Martin Scorsese. Este último ainda conquistou a Palma de Ouro.
Em 1983, De Niro abriu o festival com ‘O Rei da Comédia‘, de Scorsese, e no ano seguinte retornou com ‘Era Uma Vez na América‘, de Sergio Leone. Em 1986, ele volta com o aclamado indicado ao Oscar, ‘A Missão‘, de Roland Joffé. Este foi o segundo filme do ator a render uma Palma de Ouro.
Já em 2023, De Niro esteve no festival com ‘Assassinos da Lua das Flores‘, aclamado filme de Scorsese.
O trabalho mais recente do astro é ‘The Alto Knights: Máfia e Poder’, suspense de máfia lançado no final de março.
O longa obteve uma aprovação baixa no Rotten Tomatoes, alcançando apenas 39% de aprovação, com base em 88 análises.
Os críticos, em sua maioria, destacaram que, embora a atuação de Robert De Niro seja excelente, o filme em si se mostra fraco e abaixo das expectativas.
Dirigido por Barry Levinson, o filme conta a história dos chefes da máfia Vito GenoveseeFrank Costello, dois ítalo-americanos que administravam suas próprias famílias criminosas em meados do século XX. Genovese tentou matar seu rival em determinado momento, mas falhou.
Em uma recente reunião de imprensa para o filme, uma cópia de um Metropolis Post estava disponível e mostrava uma comparação entre o desaparecimento do Superman e o falecimento de David Bowie e Prince.
Os artistas faleceram no mesmo ano em que o herói supostamente morreu nos eventos de ‘Batman vs Superman’. A publicação no jornal acredita que ambos eram Aliens e, na verdade, não morreram, mas sim voltaram para seu planeta natal.
Confira:
Ainda não se sabe se a cópia do jornal irá aparecer também no filme ou se seria apenas uma homenagem aos artistas.
Confira algumas artes novas do filme à seguir:
‘Liga da Justiça‘ ganhou uma série de pôsteres belíssimos homenageando o Dia dos Mortos, tradicional celebração do México, confira:
Confira também a canção-tema composta por Danny Elfmanpara a trilha sonora do filme.
Lembrando que Elfman confirmou que a música composta por ele para ‘Batman: O Retorno’, de Tim Burton, também estará presente no filme da Liga.
‘Liga da Justiça’ estreia no Brasil dia 15 de Novembro no Brasil.
A Marvel Studios acabou de divulgar a cena completa de Peter Parker (Tom Holland) e Ned Leeds (Jacob Batalon) no ônibus escolar, antes exibida no trailer. Confira:
Faltando apenas 3 semanas para o lançamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ nos cinemas, alguns fãs sortudos puderam assistir cerca de 30 minutos do filme durante eventos para divulgação do longa ao redor do mundo.
Com isso, muitas reações sobre o que foi assistido estão caindo na internet. Uma das que mais se destacam vem do Digital Spy, que descreve o que viu como “muito ambicioso”.
“Nós acabamos de assistir 30 minutos de ‘Guerra Infinita’. Não posso dizer muito, mas é muito ambicioso, traz tons diferentes entre grupos (a sequência dos Guardiões tem um visual, sentimento e trilha sonora muito diferentes das cenas de Nova York) e isso vai ser muito divertido. E nada do Gavião Arqueiro até agora!”
We’ve just seen 30 mins of #AvengersInfinityWar. Can’t say too much but it’s way ambitious, it’ll switch tones between different groups (the Guardians sequence had a very different, look, feel and soundtrack to the New York scenes) and it’s going to be funny. Still no Hawkeye! pic.twitter.com/FehX5anmB9
Novas reações devem sair em breve. Enquanto isso, a revista Empire divulgou um novo cartaz para promover ‘Vingadores: Guerra Infinita’ no formato IMAX. Apesar de nada de novo, a arte é bem interessante. Confira:
A Marvel finalmente divulgou a data a partir da qual os veículos de comunicação de todo o mundo estão liberados para postar seus reviews de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
Segundo a publicação, a partir de 24 de abril de 2018 (terça-feira), porém, os críticos poderão postar breves reações nas redes sociais já a partir da segunda (23).
O filme tem estreia marcada para 26 de abril. heróis.
Tudo indica que os fãs poderão ver os primeiros materiais do aguardado ‘Capitã Marvel’ amanhã (05). O filme, que trará Brie Larson como a primeira super-heroína a ganhar seu filme solo dentro da Marvel Studios, irá ganhar novidades exclusivas divulgadas pela Entertainment Weekly.
Em sua conta oficial do Twitter, a atriz marcou a conta da EW e fez um convite para “quebrar a internet”, indicando que o portal revelará algum material do filme.
Além disso, a própria conta da EW divulgou que novidades sairão amanhã às 13h no horário de Brasília.
Hey @EW I’m bored. Wanna break the Internet tomorrow?
Recentemente, caíram na internet mais algumas artes promocionais de ‘Capitã Marvel’, feitas para estampar embalagens de brinquedos licenciados, que mostram a heroína em seu traje tradicional vermelho e azul e o Nick Fury mais jovem. Confira:
Há dez anos, os fãs da Marvel se empolgavam com a nova empreitada do estúdio: séries para maiores de 18 anos, que adaptariam personagens urbanos clássicos da casa na Netflix. Programado para desenvolver um universo próprio dos streamings, as produções foram saindo aos poucos, mas ficou aquela sensação de iam piorando a cada nova franquia que chegava. No fim das contas, essa ideia foi deixada de lado com a criação do Disney+ e os personagens foram “postos na geladeira” enquanto a Marvel decidia o que fazer com eles.
E vale dizer que eles só não foram completamente descartados porque as três temporadas deDemolidor fizeram um sucesso absurdo, principalmente por conta do sucesso da primeira temporada – que veio em uma época na qual a Netflix ainda era parecia prezar por qualidade em vez de ‘quantidade’ – e da sensacional terceira temporada, que abordou a queda e quase corrupção de Matt Murdock(Charlie Cox).
Esse amor dos fãs rendeu diversas campanhas e até abaixo-assinado para que a Marvel “salvasse” o Demolidor e trouxesse ele para o Universo Cinematográfico Marvel, o que não era muito difícil. Afinal, as séries foram originalmente planejadas para serem ambientadas no MCU. Só depois que a maioria delas fracassou que começou a rolar o papo de que elas não eram no mesmo universo dos Vingadores, por exemplo, por mais que os eventos dos filmes sempre fossem brevemente referenciados nas tramas.
Pois bem, a terceira temporada da série terminou em 2018. Em 2021, porém, os rumores de que Kevin Feige daria uma nova chance a esses personagens viraram realidade. Ícones como o Demolidor (Cox) e o Rei do Crime(Vincent D’Onofrio) começaram a aparecer em produções como Gavião Arqueiro e Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Além disso, foi confirmada uma nova série solo, que ninguém sabia se daria prosseguimento aos eventos da série original ou se seria um tipo de reboot para o MCU.
Agora que os dois primeiros episódios chegaram ao Disney+, Demolidor: Renascido já responde uma porção de questionamentos logo nos primeiros 15 intensos minutos iniciais. Sim, ela dá prosseguimento ao que foi visto nas séries da Netflix, e vai manter a mesma pegada de violência mais forte, com direito a fraturas expostas, muito sangue e um carisma assustador do elenco.
Ainda assim, como era esperado, a produção do MCU trouxe novidades. A começar pelo uniforme, que agora traz cores mais vivas e não fica tão escondido pelas cenas escuras. Isso não significa que aquela estética suja e escura foi abandonada, eles apenas decidiram esconder menos os trajes. Mais do que isso, a produção parece ter um pouco menos vergonha de ser uma série baseada em histórias em quadrinhos, o que significa dar movimentações e sequências de ação que exploram mais as habilidades do herói com seus aparatos. Ele não é apenas mais um cara com habilidades de luta. O Demolidor agora salta telhados, resiste a golpes mais drásticos e usa seus bastões mais ou menos como o Capitão América lança seu escudo. E isso só é possível graças ao orçamento cinematográfico da série.
E mesmo sendo incrível ver essa nova versão do Demolidor de Charlie Cox, tem certas coisas que não mudam e seguem como a alma da série. A maior delas são as interações entre Matt e Wilson Fisk. Os momentos em que eles se despem de suas contrapartes mais famosas e se encontram como adversários ideológicos já eram destaques nas temporadas anteriores. E a tensão entre os atores é tão poderosa que já entrega uma cena memorável logo nos primeiros capítulos.
O diálogo entre Fisk e Murdock na cafeteria, em que o candidato fala sobre aceitar a natureza da violência, enquanto o advogado se apoia nos conceitos de perdão e punição de sua fé, dita o tom da série e o que esperar dessa nova temporada. O Rei do Crime segue acreditando que eles são iguais, com Matt apenas se recusando a aceitar que é um justiceiro tão corrupto quanto Fisk, enquanto Murdock se recusa a entrar no jogo deles serem “dois lados da mesma moeda”.
E é interessante ver como a própria dinâmica da série abraça esse conceito da moeda, já que mostra Fisk corrompendo o sistema enquanto se elege prefeito de Nova York (uma trama com potencial absurdo), mas também traz Murdock utilizando seus contatos e habilidades para fazer suas investigações extraoficiais nos casos que defende na advocacia.
Mais do que isso, a série dá indícios fortíssimos de que abordará novamente o conceito católico de culpa e como ele pode influenciar nas ações do protagonista, que se recusa a entrar na igreja por não se sentir digno, mas dá seu jeito de seguir ouvindo a palavra de fé. Fora esses conceitos, a série promete um novo núcleo de coadjuvantes, como Hector Ayala (Kamar de los Reyes), que atua nas ruas como o Tigre Branco, e BB Urich (Genneya Walton), uma jovem repórter que faz valer seu sobrenome.
Em tempos em que a Marvel tem olhado muito para a frente, às vezes, dando um passo maior que a perna, esses primeiros episódios de Demolidor: Renascido mostram que uma breve volta ao passado pode fazer bem para dar um respiro aos fãs. Nessas últimas fases, o estúdio lançou tantos novos personagens ao público, se despedindo bruscamente dos ícones que ajudaram a construir o sucesso do estúdio nas últimas décadas, que acabou criando uma certa dificuldade em parte dos fãs de criarem esse apego pela galera novo.
Se os próximos episódios mantiverem essa pegada consagrada da série original, trazendo pequenos elementos do MCU para o cânone, terá tudo para ser um grande sucesso e talvez a tal “virada de chave” para atrair novamente o interesse maciço dos velhos tempos. Parece muito promissora.
Existem muitos Brasis dentro desse enorme território chamado de Brasil. Tantos, que mesmo nós, que moramos aqui, desconhecemos boa parte do que somos e do que acontece. Felizmente, ferramentas como o audiovisual, o cinema e o entretenimento iluminam a profundidade e a complexidade do ser brasileiro – para além dos eixos já contemplados. Neste exercício, o espectador se vê na telinha e na telona, se descobre, se reflete, e percebe que somos muito mais parecidos entre quatro paredes do que a ficção consegue contemplar. Claro exemplo disto é a série de comédia ‘Pablo e Luisão’, novo lançamento da Globoplay que chega a partir de hoje na plataforma.
Luisão (Aílton Graça, de ‘Mussum: O Filmis’) é um (a)típico pai de família: ele tenta resolver as coisas sempre na economia, no jeitinho, certo de que consegue fazer melhor do que qualquer serviço contratado. Para dar certo, é claro que ele sempre conta com a ajuda de seu melhor amigo, Pablo (Otávio Müller, de ‘As Polacas’), e, juntos, vale tudo, desde vender salgados na cidade até viajar para outro lugar na promessa de lucrar mais numa quermesse; desde comprar uma máquina de fazer tijolos em vez de comprar o material já pronto, para, assim, economizar na construção. Tudo isso ocorre dentro da casa de Conceição (Dira Paes, ‘Pasárgada’), esposa de Luisão, que se desespera a cada nova invencionice da dupla – o que, por consequência, garante o divertimento de Paulo (Yves Miguel) e Neto (João Pedro Martins), os filhos pequenos do casal.
Dividida em dezesseis episódios de menos de trinta minutos cada, ‘Pablo e Luisão’ é uma das melhores produções nacionais lançadas este ano no streaming (aliás, precisa urgentemente ser lançada em tv aberta o quanto antes!). E uma das coisas que mais surpreende é a quantidade de participações mais que especiais que a produção conseguiu, com nomes como Lima Duarte,Rafael Vitti, Orã Figueiredo, Karine Teles, Solange Couto, Miguel Falabella, Carlos Francisco e Rejane Farias, dentre outros tantos!
Os episódios seguem um formato parecido, embora sejam diferentes entre si. Cada um tem uma história absurda central, que se desenvolve e é finalizada no próprio episódio, sendo também narrada e comentada por Paulo Vieira; ao final, há uma breve entrevista com o trio protagonista verdadeiro (o pai e a mãe de Paulo Vieira e Pablo, o amigo-tio da família, explicando e defendendo suas decisões). Porém, cada capítulo tem um causo surreal, desses que faz você ficar o tempo todo balançando a cabeça em descrença, duvidando da veracidade dos fatos e, claro, gargalhando – e muito!
O brilhantismo da série reside não só no humor nato que habita em Paulo Vieira, mas também em toda a sua família (tal qual é comprovado na série). A sensação é a de que não houve sequer um dia normal nessa família, porque tudo, absolutamente tudo, era (e provavelmente ainda é) exponencialmente elevado a índices alarmantes de surrealismo. García Márquez ficaria abismado com a criatividade de ‘Pablo e Luisão’ (da ficção e da realidade), que vivem, estimulados pela falta de recursos, o verdadeiro realismo fantástico.
Para contar tanta história boa, Paulo Vieira primeiro testou seu público nas redes sociais e enxergou a demanda. Desse insight, houve o feliz encontro do ator com os roteiristas Bia Braune, Caíto Mainier, Maurício Rizzo, Nathália Cruz e Patrick Sonata, que conseguiram tecer enredos de puro entretenimento para o público mesclando inspirações de Mazzaropi, ‘Os Trapalhões’ e outros clássicos do humor.
Dá vontade de maratonar de uma vez a série ‘Pablo e Luisão’, mas talvez o melhor seja ir vendo aos poucos, para dar doses de felicidade no seu dia a dia, afinal ‘Pablo e Luisão’ é o brasileiro purinho, desses que a Nasa deveria estudar. Ou talvez seja melhor não né, pois a Nasa não tem tecnologia suficiente para entender como e por que existem Pablos e Luisões nesse Brasil.
O primeiro trailer completo da nova produção original Amazon foi divulgado ontem, 3, no Twitter oficial de um dos astros da série, Miles Teller.
Confira:
The trailer for “Too Old To Die Young” has finally arrived. Check it out and watch the series premiere June 14th on Amazon Prime. pic.twitter.com/rTcCMfezZu
A série contará com dez episódios e acompanhará o submundo do crime em Los Angeles, explorando as diversas crises existenciais de assassinos da cidade norte-americana.
Além de Teller, o elenco é formado porJena Malone, Callie Hernandez e Billy Baldwin completam o elenco. A estreia acontece no dia 14 de junho deste ano.
‘Venom 2’ está ganhando forma e os fãs já estão animados para ver o icônico vilão Carnificina (Woody Harrelson) chegar às telonas.
Recentemente, o astro Tom Hardy, que vive Eddie Brock/Venom na franquia, postou em seu Instagram oficial uma imagem antecipando a grande batalha entre os dois personagens, utilizando um cômico símbolo teatral para falar desse conflito.
Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em
Além do retorno de Harrelson como o antagonista, Naomie Harris está em negociações para viver a vilã Shriek.
Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.
Tom Holland deve aparecer como Homem-Aranha, visto que a Sony Pictures e a Marvel estão em negociações para permitir que o personagem apareça.
As gravações começam nos primeiros meses de 2020, com estreia prevista para 01 de outubro de 2020 (ainda sem confirmação).
Andy Serkis comandará o projeto. Hardy e Michelle Williams reprisarão seus papéis como Eddie Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente.
Apesar das críticas negativas, ‘Venom‘ teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a sequência.
Em 1969, a lendária poeta Maya Angelou publicou um livro autobiográfico intitulado ‘Eu Sei Por Que o Pássaro na Gaiola Canta’, cujo tema principal é a liberdade. Não é surpresa que o poema homônimo, recheado de metáforas e de análises antropológicas sobre encarceramento, opressão e autonomia, sirva como tema principal de ‘Little Fires Everywhere’, um dos melhores dramas do ano que foi entregue com altas expectativas pelo Amazon Prime. Entre atuações incríveis e ácidos diálogos que discutem sobre preconceito, orientação sexual e privilégios raciais, é inegável dizer que cada novo capítulo veio como um forte soco no estômago, desconstruindo tudo o que esperávamos em prol de reviravoltas chocantes, personagens marcantes – e uma resolução digna de qualquer tragédia social de Bertold Brecht ou Tennessee Williams.
Se os primeiros episódios funcionaram como uma apresentação concisa de todas as tramas e subtramas envolvendo os protagonistas, as iterações consecutivas transformaram-se em uma fusão melodramática do confronto geracional entre fortes personas femininas, lideradas pelo impactante contraste entre Mia Warren (Kerry Washington) e Elena Richardson (Reese Witherspoon) – e essa convulsionada exploração da psique humana é fruto do duro trabalho de Liz Tigelaar em destrinchar o romance homônimo de Celeste Ng e traduzir para as telinhas um enredo pincelado com intrigas, suspense e amadurecimento compulsório. Em outras palavras, os estereótipos clássicos dos dramas noventistas de Mia e Elena deixam de existir para impulsionar passados traumáticos de duas personalidades com criações extremamente diferente que entram no embate de uma supremacia ideológica que caminha para o caos.
De um lado, Mia se posta como uma profissional artística e mãe solteira que cuida da filha, Pearl (Lexi Underwood), caminhando pelas ruas impecáveis da pitoresca Shaker Heights enquanto chama a atenção de todos por sua pose irreverente e audaciosa; de outro, Elena é colacionada pela presença da personagem de Washington, recusando-se a deixar que seu papel como dona de casa e jornalista exemplar seja colocada em xeque – o que acrescenta algumas camadas cômicas quando pensamos na egolatria e no perfeccionismo excessivos com os quais Witherspoon brinca. E é claro que esses fortes gênios são refletidos nas filhas – seja por completo, seja em partes -, perpetuando uma corrida odiosa que oscila desde a síndrome do cavaleiro branco até mentiras cruéis que escondem-se da luz do dia.
O time de diretores cuida para que nada ocorra como o planejado, promovendo twists nas sequências mais inesperadas para garantir que o público fique vidrado do começo ao fim – o que funciona bem mais do que o imaginado. Em cada um dos episódios, nomes comoLynn Shelton e Michael Weaver rendem-se arduamente a intrincados arcos narrativos que oscilam entre a vítima e o vilão, o bem e o mal, a justiça e a iniquidade; mais do que isso, os personagens recusam-se a serem rotulados em extremos de uma mesma moeda, preferindo se equilibrarem em uma corda bamba prestes a romper. As coisas ganham ainda mais densidade quando Mia resolve ajudar uma colega de trabalho, Bebe Chow (Huang Lu), a recuperar a bebê que foi forçada a abandonar por não ter condições de cuidar dela. O problema é que essa mesma criança foi parar nos braços de Linda (Rosemarie DeWitt), melhor amiga de Elena – dando início a uma batalha judicial visceral.
O teor do roteiro busca inspiração em inúmeras obras-primas do suspense e do drama – deixando “claro” de que lado a história irá favorecer. Mais do que isso, as tramas usam e abusam do conceito de foreshadowing, incrementando alguns diálogos com declarações pesadas e verdadeiras acerca de infraestrutura e condição socioeconômica das minorias (no caso, representadas pela presença de Mia, Pearl e Bebe). Não é surpresa que, no final das contas, Linda consegue a guarda da filha definitivamente, o que não significa muita coisa. Conforme nos aproximamos do final, percebemos que as tentativas de manter o status quo e banir as “forasteiras” não serviram de nada: Bebe sequestra o bebê e foge, enquanto Elena observa impotente seu império perfeito ruir em frangalhos.
A série não pensa duas vezes antes de escancarar a diferença gritante entre fachadas e realidade: Witherspoon busca referências de outros trabalhos recentes na televisão, como a verborragia de Madeleine em ‘Big Little Lies’ e a obstinação incontrolável de Bradley em ‘The Morning Show’, entregando uma atuação irretocável que atravessa a ascensão e a queda de uma socialite privilegiada que não enxerga nada além de seu mundo de oportunidades e escolhas mal feitas; Washington, por sua vez, abandona sua performance em ‘Scandal’ para fornecer o exato oposto: uma trabalhadora indesculpável que fará de tudo para lutar por justiça e proteger as pessoas que precisam de ajuda. No final das contas, percebemos que Elena vinha provocando “pequenos incêndios por todo lugar”, culminando no desmantelamento de tudo que conhece em um finale espetacular – ainda que seja mais melodramático do que o necessário.
Eventualmente, o pássaro clamando por liberdade se livra da gaiola e percebe que há um mundo de possibilidades bem à sua frente; e, logo atrás dele, há o seu ninho improvisado, a prisão que antes chamava de casa, que agora arde em chamas e cintila uma mãe que não percebeu seus erros e que só agora sofre as consequências de seus atos – enquanto observa, impotente, mudanças drásticas que iniciam um conturbado capítulo de sua vida. E é dentro desses simbolismos poéticos que ‘Little Fires Everywhere’ ganha uma camada bem mais profunda e deliciosamente angustiante pelos motivos certos e muito bem-vindos.
O Amazon Prime Video lançará ‘Little Fires Everywhere‘ no Brasil em 22 de maio, na versão original com legendas; versões dubladas em português estarão disponíveis ainda este ano.
Em aparição ao Dan Fogler’s 4D Xperience, o astro Zachary Levi revelou alguns detalhes sobre a aguardada sequência de ‘Shazam!’, deixando claro que o novo filme será rodado no primeiro trimestre do ano que vem.
“Eles anunciaram que faríamos uma sequência pouco depois da estreia [do filme original]. Eles sabiam que estávamos fazendo uma boa bilheteria, estavam felizes com os números. Então eles têm trabalhado duro na sequência e creio que o primeiro trimestre de 2021 seja a ideia”.
‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘ estreia nos EUA em 04 de novembro de 2022.
Levi comemorou as boas novas ao compartilhar um incrível pôster divulgado na DC FanDome.
Na legenda da publicação, ele escreveu:
“Este pôster pode não ser oficial, mas com certeza aquece meu coração e me deixa louco de vontade de trazer mais novidades para vocês assim que for humanamente (ou heroicamente) possível! Obrigado a todos que acompanharam a DC FanDome.”
Uma publicação partilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) a
Em entrevista à Backstory Magazine, o diretor David F. Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.
“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.
O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.
Sabe-se que as filmagens irão começar na primavera estadunidense de 2021 (período que compreende os meses de março e junho). Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .
Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.
“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.
O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
As informações indicam que ela dará vida à professora de filosofia de Sheldon, Professora Ericson, aparecendo no episódio “A Philosphy Class and Worms That Can Chase You”. O capítulo será exibido no dia 11 de fevereiro.
Não se sabe se Lynskey aparecerá mais vezes na temporada.
Vale lembrar que o novo ano estreou em 05 de novembro de 2020.
Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.
Portman dará vida a uma atriz de Hollywood que viaja à costa do Maine para estudar uma mulher real (Moore) que ela deve interpretar em um filme. Moore, por sua vez, será essa mulher, que se tornou vítima de um escândalo de tabloide duas décadas atrás, depois de se casar com um homem 23 anos mais jovem que ela. À medida que a personagem de Moore e seu marido se preparam para mandar as filhas gêmeas à faculdade, a dinâmica familiar começa a se desenrolar sob a perspectiva da personagem de Portman.
O roteiro é assindo por Samy Burch, a partir de uma história criada por Alex Mechanik.
Will Ferrelle Jessica Elbaum entram como produtores através da companhia Gloria Sanchez Productions. Christine Vachon, Pam Koffler, Sophie Mas e Portman também irão supervisionar o projeto.
As filmagens devem começar no ano que vem e deve ser adquirido durante o mercado virtual do próximo Festival de Cannes.
A CW divulgou as imagens oficiais de “It’s a Mad, Mad, Mad, Mad Scientist”, quinto episódio da 7ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’.
As fotos revelam o novo personagem vivido por Matt Ryan: o Dr. Gwyn Davies.
Confira:
Na trama, “depois que Sara, Ava, Behrad e Gary chegam em Nova York, eles rastreiam o Dr. Gwyn Davies, que não é o cientista que imaginaram. Astra, Spooner e Gideon ainda estão tentando impedir as Lendas de usar a máquina do tempo, mas eles enfrentam mais alguns problemas no meio do caminho. Enquanto isso, na dimensão pequena, Nate e Zari trabalham juntos na situação Hoover, além de tentarem descobrir como fazer o próprio futuro funcionar”.
‘Luta Pela Fé – A história do Padre Stu‘ (Father Stu), drama biográfico estrelado por Mark Wahlberg (‘Sem Dor, Sem Ganho’) e Mel Gibson (‘Coração Valente’), já está disponível na HBO Max.
O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaminghoje,19 de agosto.
Levemente baseada na história do ex-pugilista Stuart Long, a produção acompanha sua aposentadoria dos ringues após um acidente de moto que quase o matou e o encaminhou para a vida religiosa.
Relembre o trailer:
Na trama escrita por Rosalind Ross e Wahlberg, o astro dá vida a um lutador de boxe que decide trocar os ringues pela batina, dedicando-se à vida de padre.
Listado também como produtor, Wahlberg disse no ano passado que:
“A jornada do padre Stu de encrenqueiro a clérigo foi inspiradora para muitos, inclusive para mim. Rosey fez um trabalho incrível capturando a essência de quem ele era e como ele influenciou as pessoas que o conheceram. Espero que, com este filme, mantenhamos seu espírito vivo e continuemos suas boas obras.”
Através das redes sociais, o roteirista Phillip Kennedy Johnson se pronunciou sobre a série ‘Lanterna Verde’, da HBO Max, e revelou alguns detalhes sobre a produção.
Nas últimas semanas, os fãs da DC acreditavam que a produção traria dois dos personagens que já vestiram o manto do herói titular: Hal Jordan e John Stewart. Em outras palavras, os rumores indicavam que ambas as histórias dos quadrinhos haviam sido remodeladas em uma única narrativa.
Entretanto, Johnson confirmou que este não é o caso; pelo contrário, o enredo será focado em Hal Jordan e trará, como pano de fundo, a backstory de John Stewart. Eventualmente, John terá seu próprio em uma série solo que será lançada no final de 2023.
“Aparecendo para corrigir um equívoco que viralizou hoje: a vindoura série do ‘Lanterna Verde’ focado em Hal Jordan IRÁ trazer uma história de fundo de John Stewart, mas essa história é PRELÚDIO de uma série solo focada em John Stewart, que será lançada no final deste ano”, ele escreveu. “Estou escrevendo as histórias e a série completa”.
Jumping on to correct a misconception that sprang up today: the upcoming Hal Jordan-focused Green Lantern series WILL feature a John Stewart backup story, but the backup is a PRELUDE to our John Stewart-focused series later this year. I’m writing the backups and the full series. pic.twitter.com/iAasqwuCmB
Anteriormente, James Gunn desmentiu os rumores envolvendo o cancelamento da série.
Após um site de notícias apontar o cancelamento do projeto, Gunn simplesmente respondeu: “Falso”.
Nos últimos meses, o repórter Andy Behbakht também havia desbancado o rumor: “Eu posso desmentir esse rumor, uma vez que estive conversando com a HBO Max e a Warner Bros TV na semana passada sobre a série do Lanterna Verde. O projeto ainda não sofreu mudanças e permanece em desenvolvimento ativo.”
Além de Gardner e Scott, a trama também deve ser focada em Jessica Cruz, Simon Baz, Killowog e uma personagem recém-criada chamada Bree Jarta, todos se aventurando em diferentes épocas e cenários.
Ariana Grande ganhou fama mundial na adorada série ‘Brilhante Victoria’ ao interpretar Cat Valentine – e, em pouco tempo, tornou-se uma das maiores popstars do século XXI.
Dona de diversas condecorações, incluindo duas estatuetas do Grammy Awards e nada menos que 30 induções ao Livro dos Recordes, Grande foi consagrada como uma das grandes vocalistas de todos os tempos, recebendo notoriedade por seu alcance aplaudível que lhe renderam comparações à lendária Mariah Carey – além de comandar álbuns que caíram no gosto do público e da crítica, quebrando recordes de vendas.
No dia de hoje, 26 de junho, Grande completa 30 anos e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma matéria elencando suas dez melhores músicas.
Veja abaixo as nossas escolhas:
10. “BLOODLINE”
Álbum: Thank U, Next
‘Thank U, Next’ se valeu muito do pop e do R&B, além de incríveis incursões trap que dominaram o cenário musical no final dos anos 2010. “bloodline”, nesse espectro, vem com um respiro de originalidade ao apresentar uma construção mais enérgica e latina, movendo-se pelas pulsões do saxofone e dos trompetes em uma maravilhosa narrativa sobre diversão e hedonismo. Não é surpresa que a faixa seja uma das favoritas dos fãs – e que merecia ter se tornado single oficial do álbum.
“God is a woman” explora as ilimitadas possibilidades da música e da letra, criando uma narrativa afrontosa e que vai de encontro a quaisquer tentativas de padronização da arte – além de mergulhar em contextos tão diversos que chega a ser cômico. Talvez o único problema da faixa seja uma breve transição do final do primeiro ato para o início do segundo, mas nada que seja ofuscada pela grandiosidade que representa.
Em “no tears left to cry”, o “pessimista” título traz uma construção incrível e catártica que dialoga com inúmeras outras, incluindo a faixa-título, que brinca com crescendos em seus pré-chorus, logo antes de mergulhar na suavidade do trap e até mesmo abrindo margens para experimentos muito bem-vindos com alguns elementos da música eletrônica – isso sem comentar da letra, que diz inúmeras vezes que um pouco de açúcar consegue ajudar a enfrentar “tudo o que a vida traz de amargo”. Tudo flui com graça e satisfação, próprios da marca vendida por Grande.
7. “7 RINGS”
Álbum: Thank U, Next
À época de seu lançamento, “7 rings” teve uma recepção mista por parte da crítica; entretanto, em pouco tempo, essa explosão sonora emplacou as paradas de todo o mundo, tornando-se um sucesso entre os fãs por seu ácido teor de empoderamento – em uma construção R&B vibrante que inclusive trouxe samples da clássica canção “My Favorite Things”, do filme ‘A Noviça Rebelde’.
A faixa-título de ‘Dangerous Woman’ é uma das construções fonográficas mais conhecidas das últimas décadas – afinal, desde os primeiros beats é possível identificá-la. A canção amalgama os conhecidos pop e R&B empregados por Grande em sua carreira, mas o que mais nos chama a atenção é a forte e deliciosa presença do retro-soul, incrementando um hit incontestável com uma sedutora explosão sinestésica.
2020 não teria sido 2020 se Ariana Grande não lançasse mais um álbum de estúdio. Seguindo os passos dos ovacionados ‘Sweetener’ e ‘Thank U, Next’, ‘Positions’ voltou para o R&B clássico da cantora – e trouxe algumas pérolas da música. “my hair” é uma dessas joias que também não tem o reconhecimento que merece, mas que é digna de entrar para nossa lista por sua construção sensual e nostálgica.
‘Positions’ é, sem sombra de dúvida, um subestimado corpo artístico que, por alguma razão inexplicável, não fez o sucesso prometido em meio à crítica – e até mesmo entre os fãs. Esse incrível compilado de originais conta com obras-primas fantásticas, incluindo a faixa “pov”, que fecha com chave de ouro essa jornada: aqui, Grande usa e abusa de múltiplas camadas vocais, uma cadência instrumental arrepiante e uma mescla entre pop e R&B desde os primeiros toques.
Grande sempre foi uma das artistas que discorreu saúde mental e outros problemas psicológicos em seus álbuns – e a incrível “breathin”, de ‘Sweetener’, é a que mais dialoga com esse lado mais crítico da cantora e compositora. A ótima construção dance-pop não apenas configura-se como a melhor entrada do disco, como também discorre sobre como a respiração consegue ajudá-la com a ansiedade, baseada em suas próprias experiências.
2. “THANK U, NEXT”
Álbum: Thank U, Next
O álbum ‘Thank U, Next’ deu início a um novo capítulo na carreira de Ariana, alcançando o topo das paradas de todo o mundo, quebrando recordes de streaming e reafirmando a posição da cantora e compositora como uma das grandes A-lists da nova geração. E o carro-chefe da produção, que empresta seu nome ao título, não poderia ficar de fora da nossa lista; a belíssima canção é uma ode à gratidão e discorre sobre o que cada um dos relacionamentos da performer lhe ensinou – e que, no final das contas, ela agora tem uma nova paixão: ela mesma.
“Into You” é uma das clássicas assinaturas de Ariana Grande – e não poderia ocupar nenhum outro espaço da nossa lista além do primeiro lugar. A faixa é uma das grandes canetadas líricas da performer e traz uma mistura perfeita e bastante equilibrada entre dance-pop, EDM, synth-pop e electro-R&B, discorrendo sobre uma relação amorosa muito sensual e que se consagrou como uma das icônicas iterações das pistas de dança.
Cinco amigos, cinco sonhos, cinco pesadelos. Quando Liv, de 17 anos, se muda para Londres, ela conhece o misterioso Henry e seu grupo de amigos, que a puxam para o emocionante mundo dos sonhos.
Em 2020, pouco depois do início da trágica pandemia de COVID-19, Lady Gaga resolveu nos agraciar e nos trazer um pouco de alegria com o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, ‘Chromatica’ – um retorno às raízes que a colocou no centro dos holofotes no final dos anos 2000 e que antecipou o ressurgimento do disco e do house no cenário mainstream (ao lado de nomes como Dua Lipa e Kylie Minogue, por exemplo).
Dois anos mais tarde, Gaga embarcou em uma ovacionada turnê para promover o compilado de originais, recebendo inúmeros elogios por parte da crítica e dos fãs – e, em 2024, trouxe um “mimo” para os little monsters e para todos que acompanham seu meticuloso trabalho com o impecável ‘Gaga Chromatica Ball’, que chegou ao catálogo da Max no último dia 25 de maio.
Para celebrar o recente lançamento do longa-metragem, preparamos uma breve lista elencando os cinco melhores momentos do especial.
Confira abaixo as nossa escolhas:
5. “ANGEL DOWN”
‘Joanne’ continua subestimado mesmo quase uma década depois de seu lançamento – mas, pouco a pouco, vem se mostrando como um dos álbuns mais intimistas e profundos de Gaga. Não é surpresa que, durante o segmento acústico, ela tenha destinado uma parte para cantar “Angel Down” em uma tocante performance que deu destaque à política armamentista dos Estados Unidos e às inúmeras vidas que foram perdidas em virtude disso (não é à toa que a track sirva como arauto de protesto aos homicídios em massa envolvendo contra afro-americanos nos Estados Unidos).
4. “STUPID LOVE”
O lead single de ‘Chromatica’, “Stupid Love”, havia vazado um mês antes de ser lançado oficialmente e, apesar das críticas positivas e de uma quantidade considerável de indicações e prêmios, não causou um impacto tão grande assim no público. Todavia, é notável como a canção recebeu uma roupagem bastante diferenciada nos shows de Gaga, sendo introduzida com um prelúdio disco-funk no melhor estilo Michael Jackson antes de explodir em um demarcado electro-pop e um controle vocal invejável.
3. “REPLAY”
Depois de uma ousada introdução em que nos dá o tom do espetáculo com “Bad Romance”, “Just Dance” e “Poker Face”, Gaga começa a explorar o álbum ‘Chromatica’ com alguns non-singles que caíram no gosto do público – e, após performar “Alice” sob uma cama de pedra, ela vai aos palcos com um comprometido corpo de baile para se entregar de corpo e alma a uma deliciosa e diabólica rendição de “Replay”, levando o público à loucura e convidando-o a acompanhá-la em um delírio escapista e vibrante.
2. “HOLD MY HAND”
Gaga foi aplaudida após encabeçar a música-tema de ‘Top Gun: Maverick’, “Hold My Hand”, conquistando sua quarta indicação ao Oscar pelo trabalho realizado. Dessa forma, é claro que ela não deixaria de incluir a faixa no setlist do show – subindo aos palcos em uma espetacular performance solo incrementada com um espetáculo pirotécnico e um dramático encore que finalizaria a apresentação da melhor maneira possível. E, de quebra, ela aproveitou o encerramento para anunciar seu próximo álbum de estúdio.
1. “THE EDGE OF GLORY”
Gaga e piano sempre foram uma combinação mágica, como se artista e instrumento se fundissem em apenas uma catártica força capaz de emocionar até mesmo os mais céticos. E, após cantar “Free Woman”, ela se dirige para o centro do estádio para dar início à porção acústica – e, no momento em que ela profere as primeiras palavras de “The Edge of Glory”, single do lendário ‘Born This Way’, é notável sua emoção para com o público e para com as mensagens de empoderamento e libertação corporal que menciona em um momento de extrema importância política (algo a que ela não é nenhuma estranha).
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