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Daniel Brühl entra para o elenco da adaptação ‘The Movie Teller’

Segundo a VarietyDaniel Brühl (‘The Alienist’) foi escalado como o protagonista masculino do filme ‘The Movie Teller’, adaptação do romance homônimo assinado por Hernán Rivera Letelier.

Brühl se junta aos previamente anunciados Bérénice BejoAntonio de la TorreJosé Soza e a estreante Sara Becker.

A história é centrada em María Magnolia (Bejo) e sua filha, María Margarita (Becker), que tentam sobreviver no Deserto do Atacama, no Chile, nos anos 1960. Depois que María Magnolia expõe sua filha ao belíssimo mundo do cinema, ela percebe que tem um dom natural para criar narrativas – e a cidade resolve angariar fundos para que María Margarita assista aos filmes para que ela conte as tramas para os vizinhos.

Brühl dará vida a Nansen, um forasteiro europeu que se envolve em um relacionamento com María Magnolia e se torna a figura paterna de María Margarita.

Lone Scherfig (‘The Astronaut Wives Club’) fica responsável pela direção.

As filmagens começam em 21 de março na cidade de Pedro de Valdívia, no Deserto do Atacama. Ainda não há previsão de lançamento para o longa.

‘How I Met Your Father’: Série estrelada por Hilary Duff é MASSACRADA pela crítica; Confira!

How I Met Your Father‘, série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, era uma das grandes apostas para 2022 – mas parece que a produção não cumpriu com o prometido.

No Rotten Tomatoes, o spin-off foi massacrado pela crítica internacional e amargou apenas 31% de aprovação, com nota 4.40/10 baseada em 13 reviews (até o momento). Os especialistas comentaram sobre o fato da série não ser engraçada e se valer muito de conexões com a original.

Confira:

“A única coisa que eu não esperava, criança, é o quanto eu não gostaria de How I Met Your Father por uma simples razão: não é engraçado. Nem um pouco” – Rolling Stone.

“Nova e já exausta” – San Francisco Chronicle.

“Um exercício bizarro de reciclar nostalgia para os tempos atuais sem encontrar um jeito de ser atual” – Variety.

“Dolorosamente sem graça logo de cara – essa é uma série para ser evitada” – Pop Culture Maniacs.

“Um spin-off decente para um show muito melhor” – IGN Movies.

A produção estreou oficialmente hoje, 18 de janeiro.

Hilary Duff, Chris Lowell, Francia Raisa, Tom Ainsley, Tien Tran e Suraj Sharma estrelam a nova versão. Kim Cattrall será a narradora.

A trama se passa em um futuro próximo, onde Sophie conta ao seu filho a história de como ela conheceu seu pai. O conto nos levará de volta ao ano de 2021, onde seguiremos Sophie (Duff) e seu grupo de amigos — Jesse (Lowell), Valentina (Raisa), Charlie (Ainsley), Ellen (Tran) e Sid (Sharma) —, que estão tentando descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar em uma era cheia de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger (‘This Is Us’).

Carter Bays e Craig Thomas, criadores da série original, entram como produtores executivos do spin-off.

‘Five Nights at Freddy’s’: Adaptação do clássico jogo ainda vai acontecer, revela Jason Blum

Em uma recente sessão de Q&A no Twitter, o produtor Jason Blum, da Blumhouse Productions, foi questionado sobre a vindoura e longeva adaptação de ‘Five Nights at Freddy’s’, baseada na clássica e aclamada franquia de jogos homônima.

Quando um fã perguntou a ele a que passo estava o projeto, Blum respondeu: “ele realmente ainda vai acontecer. Eu prometo, galera”.

Confira:

No ano passado, Blum comentou ao Collider que Chris Columbus (‘Harry Potter’, ‘Esqueceram de Mim’) não ficaria mais responsável pela adaptação e, além disso, disse que estava trabalhando em múltiplos roteiros que condizessem aos desejos de Scott Cawthon, criador dos games originais.

“Nós escrevemos múltiplos roteiros e nos vimos em uma corda bamba, em que precisamos fazer justiça a ‘Five Nights at Freddy’s’ e deixar Scott feliz”, ele comentou. “A única forma que conseguiríamos fazer isso era agradá-lo… Não quero fazer algo que o Scott não queira. Deixe-me dizer de uma forma diferente: não tenho o direito de fazer nada que Scott não queira. Basicamente, Scott tem o equivalente ao ‘corte final’ e tem levado mais tempo do que eu gostaria para acertar a história”.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.

Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.

‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.

‘Tratamento de Realeza’: Comédia romântica da Netflix com astro de ‘Aladdin’ ganha trailer oficial

A vindoura comédia romântica ‘Tratamento de Realeza‘, estrelada por Mena Massoud (Aladdin) ganhou o seu trailer oficial.

Na trama, a cabeleireira Izzy jamais perderia a chance de trabalhar no casamento de um príncipe — mas um clima entre os dois vai abalar o equilíbrio entre amor e dever real.

Confira:

Confira a sinopse oficial:

Isabella administra seu próprio salão e não tem medo de falar o que pensa, enquanto o príncipe Thomas administra seu próprio país e está prestes a se casar por dever e não por amor. Quando Izzy e seus colegas estilistas têm a oportunidade única de trabalhar no casamento real, ela e o príncipe Thomas descobrirão que assumir o controle de seus próprios destinos requer seguir seus corações.

Laura Marano, Chelsie Preston Crayford, Jacque Drew, Jen Van Epps e Amanda Billing completam o elenco.

Tratamento de Realeza‘ estreia no dia 20 de janeiro na Netflix.

‘O Jovem Wallander’: 2ª temporada da série de investigação da Netflix ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou hoje (18) o trailer oficial da 2ª temporada de ‘O Jovem Wallander (‘Young Wallander: Killer’s Shadow’).

Além disso, foi revelado que a produção tem retorno marcado para o dia 17 de fevereiro.

Confira:

A série foi criada pelos mesmos produtores do clássico show Wallander’.

A história gira em torno da versão mais jovem de Kurt Wallander, tendo acabado de sair da academia de polícia e presenciado um brutal crime. Ele, então, é arrastado para desvendar o caso com a ajuda do superintendente Hemberg.

Além de Adam Pålsson no papel titular, o elenco conta com e Richard Dillane, Leanne Best e Ellise Chappell.

‘The 4400’ estão de volta e enfrentam novos problemas na promo oficial do episódio 01×10; Confira!

The CW divulgou a promo oficial do décimo episódio da temporada de estreia do reboot The 4400, intitulado “Give Up The Ghost”.

Na trama, “com todos em Bois Blanc ainda no limite, o governo dá mais uma cartada sobre os 4400. Enquanto isso, Jharrel adquire informações chocantes sobre seu irmão, Shanice e Andre continuam a cultivar seu relacionamento e Mildred reaparece”.

O capítulo vai ao ar no dia 22 de janeiro.

Confira:

Criada por Ariana JacksonAnna Fricke, a série é um reboot de ‘Os 4400‘ (2004-07).

O elenco ainda contará com TL ThompsonCory JeacomaDerrick A. King, Autumn Best e Khaliah Johnson.

‘Cavaleiro da Lua’: Série com Oscar Isaac ganha INCRÍVEL trailer oficial e data de estreia; Confira!

Disney+ e a Marvel Studios divulgaram o trailer oficial de ‘Cavaleiro da Lua’, vindoura e ambiciosa série do MCU estrelada por Oscar Isaac.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 30 de março na plataforma de streaming.

Confira, dublado e legendado:

Em uma recente entrevista ao Good Morning Arizona (via ComicBook.com), Isaac, que interpreta o personagem titular, disse que esse foi o trabalho mais arriscado de sua carreira.

“Estou tendo uma explosão de sentimentos, acho que é o trabalho mais arriscado do qual eu participei. No início eu estava muito nervosos porque nunca fiz nada parecido com isso”, ele disse.

Isaac não revelou os motivos por trás de tais riscos, mas tudo indica que seja devido ao fato de ter que interpretar vários personagens dentro de um só.

Para quem não sabe, o protagonista Marc Spector é um mercenário com distúrbio de múltiplas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua.

Criado por Doug Moench e Don Perlin, o Cavaleiro da Lua foi introduzido em Werewolf by Night #32, publicada em 1972.

Lembrando que o elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

Crítica | After Life: 3ª Temporada – Sempre ácido, Ricky Gervais provoca riso e choro no desfecho da série

É realmente impressionante que After Life tenha chegado ao seu fim e muita gente não tenha sequer ouvido falar a respeito. Sim, o show inglês tem como alvo um público específico e sempre conseguiu ser renovado, com o produtor, diretor, roteirista e ator protagonista Ricky Gervais dando exatamente o recado queria – ainda que esse último ano tenha reservado, nos bastidores, um escândalo de assédio envolvendo outro produtor da série, que foi imediatamente demitido após as denúncias surgirem.

Entretanto, é raro encontrar comentários a respeito da série, até mesmo nas redes sociais, sobretudo nesse nosso recorte Brasil. O que de certa forma é triste, pois a série sempre abordou temas e momentos que um dia, felizmente e infelizmente, teremos que encarar e vivenciar. Desde conviver com a dor da perda e reconstruir a vida novamente, até ter que lidar com situações constrangedoras e saber conviver com as diferenças.

E, assim como as temporadas anteriores, o personagem de Gervais, Tony Johnson, parece mesmo não aprender a se relacionar ou fazer parte do convívio social, nem mesmo dos seus amigos. Pelo menos é o que ele acha, já que todos ao seu redor parecem sempre depender de alguma conversa ou a ação por parte do sujeito, que carrega sempre consigo um mau humor engraçadíssimo, a ponto de entrar numa discussão com uma criança ou mesmo com um pai brincando com o filho bebê.

O elenco de apoio, dessa vez, parece ter ainda mais cenas isoladas, já que Tony, mesmo insistindo, não tem tido muita paciência para sair e conversar – até o ponto que veja necessidade disso, como sempre acontecesse, por exemplo, quando a redatora Kath (Diane Morgan) está prestes a desabar emocionalmente. E, nossa, que cena devastadora aquela do grupo de risos, não?

Por outro lado, o Lenny de Tony Way parece ser o único capaz de respeitar e entender o modus operandi da vida de Tony. E não é por aceitar as “piadas” e “brincadeiras” sem noção do coroa ranzinza, mas por compreender que tudo aquilo não passa do reflexo de sua dor. E se surge um momento em que não concorda, fala de pronto, ainda que não leve adiante ou insista em qualquer discussão ou debate, pois de fato aquilo não vai levar a nada.

David Earl continua sendo o maior destaque de After Life, sendo capaz de levar o espectador a querer virar rosto ou tapar os ouvidos quando a série apresenta algumas cenas envolvendo o seu personagem, o acumulador Brian. E o novo arco que traz a sua ex-esposa com seu novo marido cigano provoca tanto incomodo e constrangimento que o ator merecia aparecer nas temporadas de premiações, tal verossímil é afetação daquela figura.

Brian então encontra a sua metade com James (Ethan Lawrence), o menino gordinho que se ver na fase adulta e não é capaz sequer de brigar por sua privacidade, basicamente sendo comprado por qualquer agrado da mãe, como um pedaço de bolo. Ambos precisam se ajudar, cada um a sua maneira, por isso vão morar juntos e tudo, é claro, acaba sendo um desastre. Mas um desastre que no fim das contas precisava acontecer.

No entanto, o personagem que ganha mais destaque no terceiro ano é o chefe e ex-cunhado de Tony, Matt (Tom Basden), que continua com a velha insegurança de sempre, mas lidando como pode e ajudando todos a sua volta. Dividindo a maioria de suas cenas com Gervais, Basden imprime, perfeitamente, a imagem de alguém que carrega dentro de si a vontade de ajudar, e também um eminente desespero sobre o que pode acontecer com o seu amigo Tony a qualquer momento – isso o afeta de tal maneira que ele é quem acaba enfartando.

Aliás, ambos dividem uma das cenas mais sensacionais e engraçadas dessa temporada final, quando vão a um bar e jogam as cinzas do pai de Tony no tapete do lugar. Com o dono ficando enfurecido e dizendo algumas barbaridades inacreditáveis. Obviamente, o revés de Tony foi muito maior que todo chilique do sujeito insensível.

No mais, é preciso reconhecer o trabalho primoroso feito por Ricky Gervais. É louvável sua sensibilidade e coragem ao criar uma produção na Netflix que fala de câncer, Alzheimer, loucura, coração partido e solidão de uma forma tão natural e tragicômica. Não há limites ou “bom senso moral” na abordagem de Gervais para certos assuntos. Por mais incômodos ou tristes que sejam, eles serão executados como devem ser. Por sinal, o final deixa esse sabor agridoce, pois, sim, tudo aquilo é muito bonito, comovente e acolhedor, porém, a constatação de Tony sobre a vida é angustiante e deixa uma sensação de impotência tanto nos personagens quanto no espectador. O que faz total sentido, afinal de contas, After Life é sobre se entender.

Artigo | Gritos, mortes e porradas: os números por trás da franquia ‘Pânico’

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

A franquia Pânico se tornou uma das mais longevas e icônicas do cinema contemporâneo – e, bebendo do gore e do terror, ascendeu ao patamar de um dos símbolos do gênero slasher e da metalinguagem fílmica.

Eternizando a figura de Ghostface como o serial killer da saga, a história, criada pela mente brilhante de Wes Craven, revolucionou a estética e o storytelling da segunda metade dos anos 1990 e influenciou inúmeras produções similares anos depois – até mesmo influenciando a si própria, com reboots, séries derivadas e uma recente requel (reboot e sequência) que vem dominando os cinemas ao redor do mundo.

Para aqueles não familiarizados, o enredo dos quatro primeiros títulos acompanha Sidney Prescott (Neve Campbell), uma traumatizada jovem que vira alvo de um assassino mascarado que se inspira em clássicos do terror para suas matanças. Coletando diversas vítimas com o passar do tempo, Sidney descobre que seu passado e suas ações no presente são os principais catalisadores para que psicopatas sempre resolvam ir atrás dela – e atrás dos outros protagonistas, como Gale Weathers (Courteney Cox) e Dewey Riley (David Arquette).

Filme a filme, novos personagens foram introduzidos, novos assassinos conquistaram o público e, em 2022, uma nova geração foi apresentada aos fãs, prometendo inclusive o início de mais uma saga – dessa vez acompanhando Sam (Melissa Barrera) e Tara (Jenna Ortega).

E, enquanto o impacto dos longas é perceptível há mais de 25 anos, é interessante analisarmos os números por trás deles. Para tanto, resolvemos destrinchar o incrível gráfico montado pelo site G1, que explicita o número de gritos, mortes, porradas e muitos outros de cada título.

Como bem aponta o subtítulo do gráfico, “quantidade não é qualidade”, independente do que os fãs mais hardcore de Pânico falem.

No tocante a praticamente todas as categorias discriminadas, é notável como levou quinze anos até que a franquia deixasse o sangue correr solto – e desse ainda mais poder para os assassinos. Pânico 4’, lançado em 2011, foi o primeiro título a introduzir a trama a um público que acabava de descobrir essa pérola do cinema (este que vos fala, por exemplo, tinha 14 anos quando o filme saiu nos cinemas). Apesar dos altos números de bilheteria, que quase cruzaram a marca de US$100 milhões, o filme se torno o segundo menos bem avaliado da franquia (com 61% de aprovação no Rotten Tomatoes52 pontos no Metacritic).

A história traz de volta Sidney, Gale e Dewey, que se reúnem em Woodsboro para dar fim a um novo massacre que se iniciou – mas, na verdade, é Jill Roberts quem rouba os holofotes. A psicótica prima de Sidney, vivida por uma rendição memorável de Emma Roberts, se uniu com Charlie Walker (Rory Culkin) para a maior série de matanças de toda a saga – que culminou em nada menos que 13 mortes (contra 11 de Pânico 3’, com a segunda maior contagem de corpos).

Mas isso não é tudo: o quarto filme também extrapolou na quantidade de referências cinematográficas e discussões cinéfilas, além de conquistar o topo dos sustos e dos ataques por parte dos serial killers. E, considerando que a resposta à narrativa não foi tão sólida quanto o esperado, percebe-se que o exagero, por vezes, não é o melhor caminho a ser tomado.

Vejamos o Pânico original: para além da ideia, que nunca havia sido esmiuçada com tanta criatividade quanto aqui, Craven e o roteirista Kevin Williamson souberam como dosar todos os elementos de que se valiam, apostando em momentos de maior ternura ou de maior comicidade entre os protagonistas e auxiliando a alavancar tanto o gênero slasher quanto o terror adolescente que se tornara muito popular na década de 1990. Na produção, apenas 5 pessoas foram vítimas de Ghostface, enquanto o antagonista sofreu 20 ataques por parte dos outros personagens, alimentando uma luta pela sobrevivência que parece ter sido perdida nos capítulos seguintes.

A receita para o sucesso foi definitiva: além de arrecadar mais de US$173 milhões mundialmente, o filme foi recebido com 79% de aprovação no RT e foi condecorado com inúmeras honrarias, incluindo um lugar na lista 100 Years… 100 Thrills, do American Film Institute.

Neste ano, os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett souberam como usar a mesma fórmula a seu favor – conseguindo honrar a memória de Craven de maneira espetacular e abarcando 75% de aprovação no RT, bem como uma abertura surpreendente (já tendo arrecadado mais de US$50 milhões em menos de quatro dias de exibição). E, como podemos ver, as similaridades são diversas: ambos tem a menor contagem de mortes (cinco cada), o menor número de ataques (seis, ao lado de Pânico 3’) e uma quantidade altíssima de respostas contra o assassino (20 e 19, respectivamente).

Os números não mentem: apostar fichas na humanidade dos personagens e não apenas descartá-los permite que o público se interesse pelo arco e pelo desenvolvimento deles. O título de 1996 é o início de tudo; o de 2022, uma reapresentação das infinitas vertentes do slasher, dos revivals e das continuações que começaram a dominar o cenário cinematográfico nos últimos tempos. É por esse motivo que as referências metalinguísticas estão em peso (11 cada), mas, diferente do excesso de Pânico 4’, todas elas têm um propósito: dar ritmo e desenrolar a história.

A quantidade de gritos também foi um fator analisado pelo consórcio de imprensa – e também revela que uma trama fraca não é capaz de se sustentar apenas de gritos. Pânico 3’ tem 62 deles (quase o dobro de Pânico 4’, que fica em 2º lugar com 37) e é considerado o pior da saga, com 41% de aprovação no RT56 pontos no Metacritic.

Como é possível ver, Pânico não é só uma franquia slasher, e sim uma aula de marketing que deixa muito claro que os números são extremamente importantes para o sucesso de um longa-metragem – mesmo que esses números sejam carregados de tragédia, sangue e morte.

Crítica | O Canto Livre de Nara Leão – Detalha a importância musical e política de uma artista GENIAL

É realmente difícil achar outra cantora, ou até mesmo cantor, que tenha transitado por tantos momentos emblemáticos dentro da história da música brasileira, e, mais do que isso, tenha também se tornado um nome fundamental no meio de cada uma dessas vertentes e movimentos. Sendo, além de tudo, uma figura responsável pela luta política na retomada da democracia e do espaço e voz da mulher na sociedade. Essa é apenas uma rápida descrição da imensa potência artística chamada Nara Leão, uma cantora que possuía um encantamento e uma doçura latente que ia da voz tímida até o seu visual minimalista; mas que, ao mesmo tempo, ostentava uma presença imponente não apenas naquilo que dizia e defendia, mas também pela postura séria e equilibrada.

O papel do então documentário O Canto Livre de Nara Leão, mais uma produção exclusiva da Globoplay, com o selo Conversa.doc, é mostrar num total de cinco episódio, todas as principais etapas da vida e obra da cantora carioca que conquistou o Brasil e virou símbolo de várias frentes, seja no campo político ou social. No entanto, antes de começar a tocar nesses assuntos mais delicados, o diretor Renato Terra, que também comandou o exclusivo Narciso Em Férias, apresenta toda formação familiar e artística de Nara, que junto a sua turma de amigos tornou-se um dos maiores nomes da música brasileira em muito tempo.

Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli, Carlos Lyra e tantos outros compositores e músicos geniais faziam parte dessa trupe de Nara, que não demorou muito e, fazendo música, começou a andar com outros tantos artistas incríveis como Edu Lobo, Sergio Ricardo, Nelson Motta e, claro, a Santíssima Trindade, João Gilberto, Vinicius de Moares e Tom Jobim. Ou seja, era impossível andar ali com tanta gente iluminada sem que fosse mais uma daquelas luzes. Quer dizer, a timidez de Nara Leão quase fez com que ela ficasse fora dos holofotes, mas o seu talento era tão grande que foi natural ela ter virado o que virou.

É interessante perceber como o estilo particular e a voz calma e elegante de Nara Leão casou bem com o estilo da Bossa Nova. João Gilberto, o grande ídolo de Nara, tinha naturalmente essa linha vocal. Então era como se o gênero, que já tinha um rei, tivesse encontrado enfim a sua rainha. Cenas com Tom Jobim e a cantora numa conversa onde lembravam de vários clássicos e cantarolavam com genialidade, expõem bem o fato de que fazer tudo aquilo era muito simples pra ela. Ao mesmo tempo que, numa análise crítica musical, o mesmo ato é o que se pode chamar do ápice da bossa. O retrato clássico do banquinho e um vilão – algo que nos traz a imagem da Nara sentada num banquinho, com os joelhos de fora, cantando e tocando o seu violão de maneira sublime.

Sim, essa visão mais lírica, a exposição do lado artístico natural e em qual vertente estava enquadro o seu estilo vocal, acompanhado a depoimentos raros e figuras de peso, dá à O Canto Livre de Nara Leão um valor cinematográfico imenso. Contudo, também, não tem como negar que o grande trunfo da série documental está em como detalha todas as principais fases da artista. É verdade que a Nara começou e se firmou como uma cantora da Bossa Nova, mas não demorou pra que enveredasse por caminhos inusitados. Já em 1964, quando fez o disco Opinião com Zé Keti e João do Valle, Nara começou a fazer música política pra valer.

No ano em que o golpe militar se instaurou no Brasil, Nara Leão que, além de fazer teatro tendo como mote o seu disco com comentários contestadores, deu uma entrevista dizendo que o exército não valia mais nada. Ela iria ser presa, mas devido à comoção popular, aos amigos artistas e até um poema escrito pelo próprio Carlos Drummond de Andrade, chamado Apelo, que se direcionava ao general que representava o presidente naquele momento pra que ele não a prendesse, Nara não sofreu absolutamente nada. Pelo contrário, continuou fazendo música política e cada vez mais contestadora, pelo menos até a censura do AI5 chegar.

Mas se engana quem pensa que ela era o tipo comum de artista que fazia música de protesto apenas como estilo. Nara era natural, tinha um jeito próprio, resumindo, ela era o que era. E isso significava ser feminista, politizada, progressista e, principalmente, atenta aos valores artísticos.

Logo após isso, Nara Leão rumou para São Paulo e começou a trabalhar com Chico Buarque, um jovem cantor e compositor conhecido pela classe intelectual. Mais tarde ele também se tornaria um dos maiores símbolos da música contra a ditadura, mas muito do voo que alçou está ligado à sua parceria com Nara Leão, que gravou várias de suas canções e até o chamou para cantar nos seus álbuns. Por sinal, Nara ficou famosa quando gravou justamente uma canção de Chico, A Banda – do qual nunca foi fã, assim como o próprio conceito de fama.

Hora de migrar também pra outro estilo, a Tropicália, do qual sempre foi amiga de baianos e basicamente revelou Maria Bethânia para o Brasil, quando pediu que ela a substituísse no espetáculo Opinião. Ela fez parte de gravações antológica do movimento, mas não ficou presa a ele… Tanto que rapidamente começou a trabalhar com compositores nordestinos do chamado Pessoal do Ceará, como Raimundo Fagner, que migrou do Nordeste paro o Sudeste e fez muito sucesso ao lado dela.

No entanto a transição ou mudança de Nara Leão que mais causou polêmica foi quando ela resolveu gravar um disco inteiro com músicas de seu conterrâneo Roberto Carlos. Ora, como alguém que sempre foi politizada iria gravar canções escapistas de alguém tão alienado como Roberto? Ela não deu a mínima. Aliás, foi além, colocou o nome do disco de ‘E que tudo mais vá pro inferno!’ e interpretou diversos hits românticos como Cavalgada e Proposta, deixando seus amigos e parceiros anteriores chocados. Mas o disco, pra variar, acabou tendo um resultado artístico e financeiro excepcional, sendo aceito pela crítica e o público de braços abertos.

E Nara Leão era isso, uma artista que a todo momento procurava se renovar e dar ao seu público aquilo que ela mesma gostava de ouvir e consumir. Tanto que numa determinada fase da vida parou a carreira e foi cuidar da família. Algo absolutamente inusitado pra uma artista de tamanho calibre como ela. E é ótimo ver e perceber que O Canto Livre de Nara Leão consegue traduzir, com fidelidade, muito do que foi essa artista genial. Além de tudo, o documentário surge até como um resgate histórico para que novas gerações possam conhecer essa cantora magnifica que encantou o Brasil durante tantos anos.

‘Student Body’: Terror estilo ‘Pânico’ ganha trailer sangrento; Assista!

O terror ‘Student Body‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Lee Ann Kurr.

A trama segue um grupo de estudantes em uma prestigiosa escola secundária onde um professor ultrapassa seus limites e os adolescentes são forçados a resolver o problema com suas próprias mãos, com consequências mortais.

O terror será lançado em VOD no dia 8 de fevereiro.

O elenco conta com Harley Quinn Smith, Montse Hernandez, Cheyenne Haynes, Austin Zajur, Anthony Keyvan e Christian Camargo.

Atriz de ‘A Morte te Dá Parabéns’ irá estrelar terror produzido por Sam Raimi

Jessica Rothe as Tree Gelbman in "Happy Death Day 2U," written and directed by Christopher Landon.

De acordo com o THR, Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’) irá estrelar ‘Boy Kills World‘, terror distópico produzido por Sam Raimi (‘Arrasta-me Para o Inferno’).

A atriz irá substituir Samara Weaving (‘Casamento Sagrento’), que havia sido confirmada na produção, mas teve que abandonar o projeto por motivos não divulgados.

Bill Skarsgard (‘It: A Coisa’) também estrelará a produção.

O ator interpretará um personagem mudo e surdo, com uma imaginação vibrante. Quando sua família é assassinada, ele foge para a floresta e é treinado por um xamã misterioso (Yayan Ruhian) para suprimir sua imaginação infantil e se tornar um instrumento da morte.

Andrew Koji (‘Snake Eyes’) e Isaiah Mustafa (It: Capítulo 2′) completam o elenco.

O alemão Moritz Mohr será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Arend Remmers e Tyler Burton Smith.

Roy Lee irá produzir o longa através da Vertigo Entertainment.

As filmagens irão começar em breve, na África do Sul.

‘A Órfã 2: A Origem’ tem primeira imagem revelada

A pré-sequência ‘A Órfã 2: A Origem‘ teve sua primeira imagem divulgada.

Isabelle Fuhrman surge novamente como Esther.

Confira com a sinopse e siga o CinePOP no YouTube:

Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

O tem sua estreia marcada para o dia 28 de Janeiro de 2022 nos EUA, mas ainda não recebeu nenhum material promocional.

Porém, o filme já tem sua classificação etária. A MPAA classificou o terror como RATED-R, e só poderá ser assistida por maiores de 17 anos.

O motivo? “Violência sangrenta, linguagem e breve conteúdo sexual”.

Em termos de comparação, essa foi praticamente a mesma classificação que o terror original recebeu em 2009.

Anteriormente, o diretor William Brent Bell (‘Boneco do Mal’) havia adiantado que o novo filme será “extremamente violento”.

“O filme tem um tom leve em alguns momentos, mas também é extremamente violento em outros. Porque [a Esther] é uma psicopata violenta. O filme está ficando incrível. Esther é uma pessoa muito romântica, então ela quer amor, mas, quando ela não o recebe, vemos um lado muito diferente dela. E é brutal. Então o roteiro explora esses dois lados dela. Mostraremos um lado emotivo dela, mas também seu lado sombrio.”

Em entrevista ao Collider, Julia Stiles, que será uma das estrelas da aguardada sequência ‘A Órfã 2’ (‘Orphan: First Kill’, no original), comentou que ficou chocada com o novo filme e o modo como a equipe técnica conseguiu fazer tudo funcionar.

“O título de produção foi Esther, que realmente gostei, e é o nome da garota. O que é incrível é que Isabelle Fuhrman, que interpretou a garota no filme original, agora reprisa o papel, a mesma idade, apesar de estar mais velha… E fiquei chocada. Porque eles não utilizaram CGI. Os truques que fizeram com a câmera e com diferentes perspectivas, além do figurino e das próteses… Ela parecia uma garota. E a performance dela está espetacular, porque ela encarna uma criança tanto na forma de falar quanto na de andar”, ela comentou. 

Confira a primeira imagem dos bastidores:

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.

Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Gostou de ‘The House’? Aqui estão outras 10 animações em stop-motion para você conferir!

Netflix lançou recentemente sua nova animação em stop-motion antológica The House – e já está conquistando os assinantes pelo teor macabro e pelas bizarras narrativas que trouxe à vida.

A trama principal, que se divide em três capítulos diferentes, convida o público a conhecer uma misteriosa casa palco de eventos estranhos: no primeiro, acompanhamos uma família pobre que é convidada a morar lá; no segundo, um arquiteto ansioso que parece não conseguir vendê-la; e, no terceiro, uma senhora que deseja terminar o projeto de reformá-la. Cada um deles se vê preso ao casarão – e nenhum deles consegue escapar.

Crítica | Surrealismo e elegância se fundem na intrigante antologia animada ‘The House’, da Netflix

Consagrando-se como uma das surpresas de 2022 na plataforma de streaming, o título reacendeu nosso gosto pelo gênero em questão que, desde sempre, é bastante popular entre os cinéfilos. Pensando nisso, o CinePOP preparou uma breve lista com outras dez animações em stop-motion para você conferir, desde O Estranho Mundo de Jack até Kubo e as Cordas Mágicas.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)

Direção: Henry Selick

Antes de dar vida a filmes bastante conhecidos, Tim Burton assinou o enredo do arrepiante musical O Estranho Mundo de Jack. Com direção de Henry Selick, o filme nos leva para a Cidade do Halloween e discorre sobre Jack Skellington, uma caveira e rei das abóboras que decide deixar o Dia das Bruxas de lado e construir, ao lado de seus amigos locais, um feriado novo que emule o Natal. Mas é claro que as coisas não saem exatamente como o planejado e, entre altos e baixos, eles percebem que querer se apoderar de algo com que não estão familiarizados pode ser um tiro no pé.

A FUGA DAS GALINHAS (2000)

Direção: Nick Park, Peter Lord

Arquitetada pelas geniais mentes de Peter Lord e Nick Park, a trama é centrada em um grupo de galinhas que, sendo observadas pela obtusa e arbitrária Sra. Tweedy (Miranda Richardson), tentam fugir de seu galinheiro todo custo para começar uma nova vida para além das colinas – mas acabam sendo capturadas e mandadas de volta para a prisão. As coisas ficam mais complicadas quando a Sra. Tweedy, percebendo que a venda dos ovos não está rendendo lucros, decide comprar uma monstruosa máquina de fazer tortas e usar seus animais como recheio. No topo de tudo isso, temos a determinada Ginger (Julia Sawalha), uma jovem galinha que pretende salvar todas as suas colegas, dando ideia de construírem um avião improvisado para fugirem de uma vez por todas.

WALLACE & GROMIT – A BATALHA DOS VEGETAIS (2005)

Direção: Nick Park, Steve Box

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar de ‘Wallace & Gromit – A Batalha dos Vegetais’. A aclamada animação britânica recebeu inúmeros prêmios, incluindo cinco BAFTAs e três estatuetas do Oscar, e se tornou uma das favoritas do gênero. Na trama, o pacato inventor Wallace e seu fiel cão Gromit enfrentam uma criatura vegetariana que ameaça o concurso anual de legumes gigantes – mas uma reviravolta na trama deixa a missão da dupla mais difícil do que imaginavam.

A NOIVA CADÁVER (2005)

Direção: Tim Burton

A Noiva Cadáver é um dos grandes ápices da carreira de Burton – e uma das únicas animações sob seu comando. Lançada há dezessete anos, a obra conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor, um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo no elenco nomes como Johnny Depp, Helena Bonham CarterEmily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Direção: Henry Selick

Se você ainda não assistiu a Coraline e o Mundo Secreto, não tem ideia do que está perdendo. Mágico, perturbador e envolvente, o longa-metragem é um dos melhores já feitos na história do cinema e parte da genial mente de Neil Gaiman. Na trama, acompanhamos Coraline Jones, uma jovem garota que se muda para uma casa gigantesca e que descobre uma portinhola que leva a outro mundo – onde todos que lá habitam têm botões no lugar dos olhos. Encantada com o lugar, Coraline não imagina os perigos que irá enfrentar.

O FANTÁSTICO SR. RAPOSO (2009)

Direção: Wes Anderson

O Sr. Raposo (George Clooney), a Sra. Raposa (Meryl Streep) e seu filho vão morar em uma árvore, localizada em uma colina. Lá eles têm como vizinhos o Coelho (Mario Batali), o Texugo (Bill Murray) e a Doninha (Wes Anderson), entre outros animais, todos com suas respectivas famílias. O Sr. Raposo prometeu à esposa que deixaria a vida de roubos de galinhas, já que ela estava grávida. Desde então ele iniciou uma respeitável carreira de colunista de jornal. Porém, a proximidade do novo lar com as fazendas de Boggis (Brian Cox), Bunce (Hugo Guinness) e Bean (Michael Gambon) faz com que volte à velha vida, às escondidas. Só que logo o trio de fazendeiros se une para capturá-lo.

ANOMALISA (2015)

Direção: Charlie Kauffman, Duke Johnson

Michael Stone (David Thewis) é um palestrante motivacional que acaba de chegar à cidade de Connecticut. Ele segue do aeroporto direto para o hotel, onde entra em contato com um antigo caso para que possam se reencontrar. A iniciativa não dá certo, mas Michael logo se insinua para duas jovens que foram ao local justamente para ver a palestra que ele dará no dia seguinte. É quando ele conhece Lisa (Jennifer Jason Leigh), por quem se apaixona.

KUBO E AS CORDAS MÁGICAS (2016)

Direção: Travis Knight

Facilmente uma das melhores animações da década passada – senão do século -, Kubo e as Cordas Mágicas foi lançada em 2016 e é centrada no jovem Kubo, um garoto que, procurando saber mais sobre seu passado, invoca um espírito maligno que busca vingança. Ele, então, é obrigado a desvendar o mistério de seu falecido pai samurai e seu arsenal místico. Além disso, deve descobrir seus próprios poderes mágicos. O elenco trouxe nomes como Charlize TheronArt ParkinsonRalph FiennesRooney Mara e Matthew McConaughey.

MINHA VIDA DE ABOBRINHA (2016)

Direção: Claude Barras

A ovacionada animação ‘Minha Vida de Abobrinha’ pode ter passado longe do radar mainstream, mas merece ser apreciada em sua completude. Conquistando uma indicação ao Oscar de Melhor Animação, a trama é centrada em Icare, um sensível menino de nove anos que é deixado pela polícia em um orfanato depois que sua mãe falece. Deslocado neste novo universo, ele aos poucos começa a se relacionar com as outras crianças e descobre o significado de amizade e confiança.

A SABIÁ SABIAZINHA (2021)

Direção: Michael Please, Dan Ojari

Depois de seu ovo rolar até um depósito de lixo, a sabiá Robin passa a ser criada por uma família de ratos. Com o passar do tempo, fica cada vez mais evidente que ela é diferente dos irmãos. Na tentativa de provar à família que ela também pode ser uma ótima roedora, essa sabiazinha embarca em uma incrível jornada de autoconhecimento.

Documentário da Netflix sobre ‘O Golpista do Tinder’ ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do documentário ‘O Golpista do Tinder‘.

Confira:

Felicity Morris é responsável pela direção.

A produção gira em torno de um homem que se passava por um magnata do ramo dos diamantes, conquistando mulheres na internet e roubando milhões de dólares delas. Agora, algumas vítimas querem vingança.

‘Homem-Aranha 3’ ultrapassa ‘Pantera Negra’ e se torna a 4ª MAIOR bilheteria da história dos EUA

Apesar de ter sido destronada pelo terror ‘Pânico‘ nos cinemas norte-americanos, a sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já arrecadou impressionantes US$ 702.9 milhões nas bilheterias do país.

O longa ultrapassou a bilheteria total de ‘Pantera Negra‘ ($700.4m), tornando-se a quarta MAIOR bilheteria da história dos EUA.

Além disso, após levar mais de 15 milhões de brasileiros aos cinemas e arrecadar quase R$ 300 milhões, o filme já é a segunda MAIOR bilheteria da história do cinema nacional, ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Confira o TOP 10:

1. Vingadores: Ultimato – R$ 353 milhões
2. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – R$ 290 milhões
3. O Rei Leão (2019) – R$ 287 milhões
4. Vingadores: Guerra Infinita – R$ 259 milhões
5. Vingadores: Era de Ultron – R$ 187 milhões
6. Minha Mãe É uma Peça 3 – R$ 175 milhões
7. Coringa – R$ 156 milhões
8. Capitã Marvel  – R$ 153 milhões
9. Aquaman  – R$  149 milhões
10. Minions – R$  146 milhões

Assista nossa entrevista com o Tom Holland e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Ghostland: Terra Sem Lei’: Thriller de ação com Nicolas Cage ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A California Filmes divulgou o trailer legendado de ‘Ghostland: Terra Sem Lei‘, thriller estrelado por Nicolas Cage.

Confira:

Sion Sono é responsável pela direção.

Na fronteira da traiçoeira Cidade dos Samurais, um implacável ladrão de banco (Cage) é libertado da prisão pelo rico senhor da guerra, o Governador (Moseley), cuja neta adotiva Bernice (Boutella) está desaparecida. O Governador oferece ao prisioneiro sua liberdade em troca de resgatá-la. Amarrado em um traje de couro que se autodestruirá em cinco dias, o bandido sai em uma jornada para encontrar a jovem – e seu próprio caminho para a redenção.

O elenco ainda conta com Sofia Boutella (‘Kingsman: Serviço Secreto’), Ed Skrein (‘Deadpool’), Bill Moseley (‘Os 3 Infernais’), Young Dais (‘The Outsider’) e Tak Sakaguchi (‘Re:Born’).

No Brasil, o longa deve ser lançado direto em VOD.

‘Homem-Aranha 3’: Fã cria artes INCRÍVEIS da batalha final da sequência; Assista!

A sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ ganhou novas artes INCRÍVEIS, criadas pelo artista Maciej Kuciara, que mostram os três heróis durante a batalha final do longa.

Confira:

Assista nossa entrevista com o Tom Holland e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Hatching’: Terror ganha trailer BIZARRO e ASSUSTADOR; Confira!

O terror ‘Hatching‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Hanna Bergholm é responsável pela direção.

A jovem ginasta Tinja tenta desesperadamente agradar sua mãe, uma mulher obcecada em apresentar a falsa imagem da família perfeita através do seu blog. Então, certa noite, Tinja encontra um estranho ovo. Ela o esconde e o mantém aquecido. Então… algo inimaginável sai de dentro dele.

O elenco conta com Siiri Solalinna, Sophia Heikkila, Jani Volanen, Oiva Ollila e Reino Nordin.

O terror será lançado em VOD no dia 29 de abril.

‘Y: The Last Man’ FALHA em encontrar novo lar após o cancelamento

Através do Twitter, a showrunner Eliza Clark revelou que os produtores não conseguiram encontrar um novo canal/streaming para dar continuidade à série ‘Y: The Last Man‘, que foi cancelada pelo Hulu após uma temporada.

“Nós realmente tentamos encontrar outra plataforma para darmos continuidade à série, mas, infelizmente, não irá acontecer. É sempre difícil encontrar um novo lar para uma série nos últimos anos,” revelou Clark.

A série é baseada nos quadrinhos homônimos escritos por Brian K. Vaughan e Pia Guerra.

A trama mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os homens da Terra, exceto por um único humano. A tragédia abriu espaço para uma nova ordem mundial comandada pelas mulheres, explorando gênero, raça, classe e sobrevivência.

Ben Schnetzer (‘Warcraft’) estrela. O elenco ainda conta com Diane LaneAmber TamblynImogen PootsLashana LynchJuliana Canfield e Marin Ireland.