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Disney pode ter DESISTIDO da adaptação live-action de ‘O Corcunda de Notre Dame’

Desde o anúncio de uma adaptação live-action de ‘O Corcunda de Notre Dame‘ em meados de 2019, poucas atualizações relevantes sobre o projeto foram divulgadas.

Porém, com as críticas negativas das últimas adaptações live-action da Disney, o estúdio pode ter cancelado o projeto.

A informação foi revelada pelo compositor Alan Menken em uma entrevista ao ComicBook.

Menken revelou que há complicações no desenvolvimento da adaptação e expressou incerteza sobre sua continuidade.

Ele destacou as questões delicadas e importantes abordadas pela história de ‘O Corcunda de Notre Dame‘, que precisam ser cuidadosamente exploradas e resolvidas antes que o projeto possa avançar.

“Não faço ideia se ainda está em desenvolvimento. É difícil, porque o filme ‘O Corcunda de Notre Dame’ aborda muitas questões reais, que são importantes e devem ser exploradas. É necessário chegar a um acordo sobre como lidaremos com essas questões.”

Segundo relatórios anteriores, Josh Gad é o produtor da adaptação, enquanto David Henry Hwang está encarregado do roteiro. No entanto, diante das incertezas mencionadas por Menken, fica no ar a dúvida sobre o futuro do projeto.

Recentemente, ‘Peter Pan & Wendyfoi BOMBARDEADO por críticas NEGATIVAS pelo público.

Lembrando que o próximo live-action da Disney é com ‘A Pequena Sereia‘, que estreia dia 25 de maio nos cinemas, e as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história estreia na Netflix

A sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história acabou de estrear na Netflix.

No terceiro capítulo da saga John Wick, o universo da franquia se expande e prova que é possível ir além dos tiros e de uma bela estética.

Desde o primeiro capítulo da saga, a palavra “noir” se destaca, como uma explicação, e justificativa, para a trama do assassino aposentado que “volta ao jogo“ por um motivo, aparentemente, esdrúxulo: recuperar um carro e vingar a morte de seu cachorro. E ai de quem mexer com o cachorro de John Wick! Ao contrário de João da Neves, ele cuida de seu parceiro com uma dedicação e fidelidade, perdão o trocadilho, canina. Na eterna vingança, nunca saciada, de Charles Bronson e o, quase, inumano poderio bélico e resistência de Chuck Norris, Wick encontra paralelos para se firmar como o anti-herói (nunca gostei do termo, mas aqui, não cabe outro) que precisamos.

Pensando na estética, ele tem muito do chamado Neo-Noir: as cores escuras e profundas, os contrastes de azul e rosa ou, em contraste de sombras duras em brilhantes recortes, que deixam bem claras e definidas a luz e a escuridão. Sem esquecer o clima, sempre chuvoso da grande metrópole, intercalando excêntricos cenários que evocam o perigo – e a sujeira – da marginalidade, tanto quanto um universo secreto escondidos atrás das paredes mais insuspeitas… como a de um hotel de luxo no centro da cidade. Tem tiro, tem briga, tem mistério, tem pactos de sangue, tem juramentos (mais de um, uma verdadeira farra da troca de favores), elementos suficientes para ganhar a “pecha”, mas ainda sim, pouco define esse universo.

O novo capitulo, já em seu título, deixa clara as pretensões de ser maior e mais barulhento. Derivado, diretamente, do provérbio em latim “Si vis pacem, para bellum” ou “se quer paz, prepare-se pra guerra” em tradução livre.“Parabellum” define o papel de John, e o destino que ele vem desenhando desde o primeiro filme, para si: a disposição de, mesmo sozinho, mover uma batalha contra tudo e contra todos para viver a memória de seu grande amor. Soa piegas, eu sei, mas é bem Noir. Isso define bem as motivações que levam John pelo caminho que segue. Ele vive, e segue querendo viver pela memória de Helen, a mulher que perdeu.

Se a perda da cadela Daisy foi o estopim para sua vingança desmedida na primeira parte, os capítulos seguintes, foram uma sequência de provações para que ele permanecesse inteiro, e assim, a lembrança de Helen. “Parabellum” começa pouco depois do fim do segundo capítulo – na verdade, quase imediatamente – característica, inclusive, que faz todo o sentido, uma vez que esse filme parece ser uma continuação direta de eventos do anterior e assim por diante, como s capítulos de um livro. A trama aqui resgata personagens, fatos e eventos que foram importantes, direta e indiretamente, para os acontecimentos dessa narrativa. Esta é outra caraterística própria da saga de John Wick, não ser uma história fechada. E ainda deixa uma bela abertura para um futuro capitulo 4. No fim do capítulo 2, John era “excumunicado”, tendo sua cabeça colocada a prêmio para quem estiver disposto a se arriscar pela grana. E aqui, entendemos o significado disso.

A primeira metade do filme temos John numa corrida enlouquecida para sobreviver as hordas de assassinos que tentam a sorte numa luta contra a lenda. Ele vaga por Nova Iorque tentando juntar peças para conseguir uma saída e, a cada grupo de matadores que surge, nos vemos em uma série de planos sequências que misturam artes marciais, tiros, piruetas e lances que beiram o cômico, de tão insanos. A estética de videogame reina. John Wick consegue emular melhor os videogames na tela do cinema, que o cinema consegue emular os videogames na tela grande. E é aqui que reside uma das grandes vantagens, como também, um dos grandes defeitos desse filme. É muito divertido ver John navegando de um espaço para outro, como em fases de um jogo de ação, usando diferentes armas, técnicas e artifícios locais de acordo com o cenário em que se encontra.

A Nova Iorque, plural e cosmopolita, permite isso. Não é estranho sair de uma louca briga de facas numa loja de armas antigas e, em minutos, se lançar numa disputa de tiros em um estábulo. A brincadeira segue com John correndo para cenários ainda mais exóticos que cavam seu passado e nos mostram um personagem com cores ainda mais ricas, e uma nova miríade de personagens vão surgindo nessas novas camadas. Temos Halle Berry que entra como uma versão feminina de John (o que poderia render, nas mãos de uma Hollywood sedenta por spin offs, uma série só dela) com direito a seu próprio amor incondicional pelos amigos de quatro patas (ao melhor estilo John, disposta a começar uma guerra pelos cães dela). Ela entra com uma série de questões passadas com John que quase não chegam a ser exploradas nesse filme. Não soa tanto como uma falha, mas mais como um convite a “vamos ver mais dela no futuro”. Não duvido nem um pouco.

Outra adição interessante é de Anjelica Huston, mais um personagem que entra e sai da trama para ajudar Wick quando ninguém mais pode (afinal, ele quebrou as regras, ninguém pode ajudar John e correr o risco de amanhecer com a boca cheia de formigas). John tem meios que podem soar com uma sucessão de “Deus Ex machina” pela forma abrupta com que surgem, e se emendam, no momento em que John precisa, mas acabam se aninhando dentro da trama e abrindo possibilidades. É difícil explorar a trama de alguém que DEVE ter um passado riquíssimo, lendário (e muitas cenas com pretensão cômica deixam isso claro, com movimentos de cortesia e frases soltas de admiração, de um assassino ou outro, por John, quase como fãs de um clubinho) e certas coisas não surgem de forma bem “conveniente”.

O importante é que John apanha. E muito. ele sangra, várias vezes, nos mesmos lugares. facas e tiros não são como raios, e pelo tanto que ele lutou, não é difícil ele já ter levado uma facada, ou tiro num lugar que já tinha um buraco ou um ferimento ainda cicatrizando. Neste capítulo, mergulhamos um pouco no passado de John, tanto pessoal como profissional, assim como nos embrenhamos um bocado nos meandros da Alta Cúpula, uma estrutura que se mostra muito mais burocrática, recheada de regras e leis internas que uma organização criminosa qualquer. Algumas conversas – das raras que o filme permite – deixariam George Lucas, e suas pretensões de discussão política na primeira trilogia de Star Wars, com inveja. A figura da Juíza (Asia Kate Dillon), a estrutura administrativa vintage, quase steampunk, do centro de informações (que parece, novamente, arrancado de algum jogo de videogame), a reverência das conversas, acordos, debates, todos pautados em honra e regras cria o contraste da violência a que seus agentes são submetidos.

Winston quase não se movimenta em quanto as balas voam, apenas alguns metros da sala onde está. Aproveitando, Ian McShane quase não se esforça na construção de seu chefão magnânimo, com um olhar que evoca desdém, mas também uma certeza cruel que só um demônio, ou um “Deus” pode expressar. Ele nasceu para esse tipo de papel. John pode chegar sujo, sangrando, quebrado, depois de ter matado uns 50 soldados, e ainda sim, conversa com a calma e civilidade de um negociador de papéis da bolsa sobre os termos de uma trégua. Toda a trama é permeada desses contrastes que funcionam como respiros dentro de uma sequência quase ininterrupta de pancadaria. E aqui, chego em um dos problemas mais visíveis pra mim. Ação e pancadaria, por si só, não são um problema, ainda mais quando tão bem coreografadas, registradas, em cenas belamente construídas.

O ritmo de videogame, com sequência de briga, abertura de conversa, e nova sequência de briga (sempre procurando variar o cenário, o modo, as armas e a dificuldade e, vez ou outra, apresentando um “chefão” de fase – temos fase com motos, com balé, com cavalos, num mercadinho, hotel, etc) é contínuo e funciona. Mas o excesso, em volume e em tempo, às vezes, briga com a narrativa, tornando alguns momentos enfadonhos. Mesmo apresentando novos elementos, eles pouco são desenvolvidos. Tudo gira em torno de explicar porque John é perigoso, é o melhor no faz e como ele vai sair da situação. Até os elementos de seu passado, que citei mais acima, pipocam para dar um passe livre para John seguir em frente. Algo é pincelado mas logo dá-lhe pancadaria. Um pouco de história não faria mal.

A gente se diverte, ri de momentos de auto paródia, ou auto homenagem, como quando Keanu recita uma frase clássica de Neo em Matrix. Tem a aparente inocência, ou falta de cinismo que esperamos dos vilões malvadões, quando eles querem passar a sensação de que são “gente como gente” entre seus iguais. O momento de leveza, de piada em meio a tanta violência. Aqui, levanto a bandeira de Mark Dacascos. Ele segue como um Bruce Lee que não chegou lá. Quase. Bateu na trave. Ele e seus alunos são os donos de alguns dos momentos mais “cômicos” do filme. Ainda que Dacascos tenha certo carisma, parece não ter o carisma certo. Enfim, esse não era, realmente o ponto. John Wick entrega um filme de ação que expande sua mitologia e, como um bom livro, deixa portas abertas, e um imenso desejo de querer mais. Talvez o melhor filme da franquia.

O final de ‘Coringa: Delírio a Dois’ já tinha sido REVELADO em 2019 e ninguém percebeu

Coringa: Delírio a Dois’ já está disponível na MAX após gerar debates com um final bastante surpreendente e chocante.

Com avaliações negativas tanto dos críticos quanto do público, o filme teve uma recepção muito diferente da esperada, tornando-se um fracasso após o sucesso do longa anterior, lançado em 2019.

Seguindo um rumo inesperado em seu desfecho, Coringa: Delírio a Dois’ revela que o personagem interpretado por Joaquin Phoenix na verdade não é o Coringa que conhecemos.

No entanto, a ideia de Todd Phillips já havia sido revelada em 2019, quando o ator concedia entrevistas sobre o primeiro filme.

“Talvez o personagem de Joaquin tenha inspirado o Coringa. Você realmente não sabe. Sua última fala no filme é ‘você não entenderia’. Há muito acontecendo ali”, disse o diretor.

Planejado inicialmente para ser um filme sem sequência, Coringa já trazia a ideia de que Arthur Fleck na verdade era outro personagem. O segundo filme apenas reforça a ideia de que o “verdadeiro Coringa” surgiu graças a Fleck, mas possui outra personalidade.

Agora, o diretor Todd Phillips, também deu uma declaração impactante após o lançamento do segundo filme do palhaço da DC, confirmando essa teoria.

Em conversa com a Entertainment Weekly, o diretor afirmou que Arthur Fleck nunca foi o Coringa. Phillips afirma que a persona foi apenas imposta pelas pessoas de Gotham.

“De certa forma, ele aceitou o fato de que sempre foi Arthur Fleck; nunca foi essa coisa que lhe impuseram, essa ideia que as pessoas de Gotham colocaram sobre ele, que ele representa. Ele é um ícone involuntário.”

A afirmação gerou debates e até mesmo reclamações entre os fãs. Após o sucesso do primeiro filme, que foi promovido como uma história de origem do Coringa, parte do público não concorda com a ideia de desvincular o protagonista da figura do grande vilão.

O filme arrecadou apenas US$ 206 milhões nas bilheterias mundiais. 

‘Sobrenatural: O Mundo Sangrento’: Tudo o que sabemos sobre o SEXTO filme da franquia!

Sobrenatural‘ vai ganhar um novo filme em 2026, que teve seu título revelado: ‘Insidious: The Bleeding World‘ (Sobrenatural: O Mundo Sangrento, na tradução literal).

A sinopse é mantida em sigilo. A rainha da franquia, Lin Shaye, retorna para estrelar ao lado de  Amelia Eve (‘A Maldição da Mansão Bly’), Brandon Perea (‘Não! Não Olhe!’), Maisie Richardson-Sellers (‘Os Originais’), Sam Spruell (‘Fargo’) e Island Austin.

Sobrenatural 6: O Mundo Sangrento’ tem lançamento confirmado nos cinemas nacionais para o dia 20 de agosto de 2026.

Jacob Chase será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick (‘Invocação do Mal 2, A Órfã). David Garbett (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’) é o diretor de fotografia.

Jason Blum, Oren Peli, James Wan e Leigh Whannell são os produtores, com Johnson-McGoldrick, Ryan Turek, Steven Schneider e Brian Kavanaugh-Jones como produtores executivos.

Através do seu Facebook, Lin Shaye (‘O Grito’) comentou sobre o futuro da franquia ‘Sobrenatural‘ (Insidious).

A atriz esclareceu rumores recentes, destacando que o sexto capítulo da saga não marcará sua despedida deste universo.

“É uma informação falsa que o sexto filme será o ‘meu último’ da franquia ‘Sobrenatural’. Nós estamos apenas começando,” declarou Shaye.

Vale lembrar que as filmagens já foram finalizadas.

Vale lembrar que a Mandy Moore (‘This is Us’) estrelará um derivado da franquia, intitulado ‘Thread: An Insidious Tale‘. O spin-off contará a história de um casal que usa um feitiço para voltar no tempo com o objetivo de evitar a morte de sua filha.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 4: Rodrigo Fonseca

O que os cinéfilos mais gostam nessa vida, fora assistir a todos os filmes possíveis durante o ano, é bater papo sobre cinema com pessoas que tenham a mesma paixão que ele. Ser cinéfilo é amar a sétima arte de forma a entender todas as formas de pensar e sentir um filme, uma história. Nós cinéfilos não brigamos, nós argumentamos com emoção.

Pensando nesse sentimento bonito que existe entre a comunidade cinéfila espalhada por todo o Brasil e pelo mundo, resolvi eu, um humilde cinéfilo carioca, entrevistar de maneira bem objetiva, e aproveitando para matar a saudade dos pensamentos cinéfilos dos amigos, diversos amantes da sétima arte. Famosos ou não, que trabalham com cinema no Brasil e/ou no mundo ou não.

Carioca de Bonsucesso, do Morro do Adeus, formado pela UFRJ, Rodrigo Fonseca completa 20 anos como crítico de cinema em 2020. Roteirista da TV Globo, escreveu o programa dos Trapalhões e o Encontro da Fátima Bernardes, além de ter sido pesquisador das séries Segunda Chamada e Sob Pressão. É autor do Blog P de Pop do Estadão e escreve críticas pro site C7nema.

 

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação à programação? Detalhe o porquê da escolha.

Espaço Itaú e UCI NorteShopping. Ambas são pautadas pela diversidade e pela qualidade da projeção. O mesmo vale pro Cine Joia.

 2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente?

Os Trapalhões no Reino da Fantasia, em 1985, em Olaria.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Paul Thomas Anderson, Sofia Coppola e Christopher Nolan são a minha trinca favorita, seguidos por Fatih Akin e Beto Brant. Meus xodós: O Mestre, Encontros e Desencontros e Dunkirk, seguidos por Do Outro Lado e Ação Entre Amigos.

 4) Qual seu filme nacional favorito e por que?

Bar Esperança, O Último Que Fecha, do Hugo Carvana, pois nunca uma estética foi tão política quanto a amizade.

5) O que é ser cinéfilo para você?

É imergir na imagem, sonhar com ela e usar o espaço de transcendência das telas como lugar de revolução.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possui programação feita por pessoas que entendem de cinema?

Nem de longe. Raras são as salas que tem uma programação com curadoria, seja numa linha de risco, seja numa onda mais comercial. O Estação Botafogo e o Espaço Itaú são belas exceções de excelência.

7)  Algum dia as salas de cinemas vão acabar?

Jamais, pois a cultura da cinefilia é auto-regenerativa. A necessidade da troca, o sentimento do coletivo… isso é maior do que qualquer aposta na acomodação caseira. Vamos ter um boom da streamingosfera. Mas os espetáculos fílmicos a la Bohemian Rhapsody sempre vão mobilizar a massa.

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

O Príncipe, de Ugo Giorgetti, e Coisas Para Fazer Em Denver Quando Você Está Morto, do Gary Fleder.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a Covid-19?

Desde que haja um sistema de segurança que respeite os protocolos. Tenho muito orgulho da cultura do drive in que voltou à baila. Foi uma reação vívida de sociabilização. Espero que as grandes estreias estejam nesse rodízio também. Mas tomara que as salas se regulem logo com normas de segurança adequada. O respeito aos protocolos é uma essencialidade. Saúde, saúde, saúde.

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Um país que gera um Bacurau, que toma a Berlinale de assunto com um bonde de longas, que tem uma cineasta da ousadia da Sabrina Fidalgo quebrando paradigmas e que tem documentaristas como Susanna Lira, Petra Costa, Emília Silveira e Joel Zito Araújo desafiando as convenções do Real só pode se sentir honrado de existir. De quebra existe um poeta do desenho como Marão fazendo seu primeiro longa. É nóis.

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Vou responder essa citando um filme… o filme brasileiro mais dilacerante e provocador que vi em muito tempo: M8: Quando a Morte Socorre a Vida, do Jeferson De. O que a Mariana Nunes faz ali é de lavar a alma.

 12) Defina cinema com uma frase.

“O Bem vence o Mal,/ Espanta o temporal,/ O azul, o amarelo,/ Tudo é muito belo”.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Estive na sessão de Cruising (Parceiros na Noite) em Cannes e ouvia uma risada compulsiva atrás de mim, de alguém que ia a júbilo com o filme. Era o Tarantino, de mãozinha dada com a namorada.

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

Laroiê!!

10 séries pra maratonar e fingir que sua vida não é tão dramática quanto Grey’s Anatomy

Uma das coisas mais divertidas quando assistimos a uma série é logo perceber uma forte identificação, seja por uma situação ou mesmo pelas ações de personagens. Alguns projetos, deixando aquele gostinho de quero mais, nos conduzem para jornadas interessantes que nos levam a reflexões sobre nossas próprias vidas. Abaixo, segue uma lista bem legal para você que ama refletir sobre a vida a partir de uma boa série:

 

Os Ladrões de Diamante (Netflix)

Com um roteiro bem bolado que explora uma tentativa de roubo cinematográfico, chegou sem muito ‘oba oba’ na Netflix uma intrigante minissérie policial de apenas três capítulos que consegue jogar uma lupa para um amplo contexto de uma Inglaterra no início dos anos 2000. Produzido por Guy Ritchie e tendo no centro dos holofotes os pontos de vistas ladrões, polícia e imprensa, Os Ladrões de Diamante é um prato cheio pra quem curte true crime!

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

Cortina de Fumaça (Apple Tv plus)

No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.

 

Jogo Cruzado (Disney Plus)

https://youtu.be/k1dlbjUmqxg?si=MO2_TwcVbI9jTr5e

Matheus (José Loreto) é o craque de um time que busca sempre os títulos mais importantes. Elisa (Carol Castro) é uma jornalista fiel aos princípios da profissão que escolheu em busca de novos desafios na carreira. Eles nunca se deram bem. Quando Matheus precisa parar com o futebol por ordem médica, seu destino volta a se cruzar com o de Elisa, e juntos são convidados a apresentar um programa esportivo que promete chocar o mundo do jornalismo esportivo.

 

A História da minha Família (Netflix)

Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.

 

Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação (Netflix)

Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix no início de 2025, uma minissérie de dois episódios que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial.

 

Belo: Perto Demais da Luz (Globoplay)

Buscando apresentar retratos de uma trajetória com altos e baixos de um dos mais bem sucedidos cantores brasileiros, o documentário Belo: Perto Demais da Luz ao longo de quatro episódios – todos já disponíveis na Globoplay – joga para o público reflexões sobre as polêmicas e o caminho trilhado pelo paulista Marcelo Pires Vieira.

 

Magnatas do Crime (Netflix)

Ação e humor debochado na medida certa. Diretamente da mente criativa do cineasta britânico Guy Ritchie, chegou na Netflix um seriado que possui uma narrativa detalhista, que encontra um ritmo intenso num habilidoso jogo de perspectivas com excêntricos e inconsequentes personagens.

 

O Falso Sheik (Prime Video)

Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década de 1990, tabloides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação – e ainda longe dos avanços das redes sociais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik.

 

Amor Platônico (Apple Tv Plus)

A amizade no centro do tabuleiro conturbado da meia idade. Chegou de mansinho, quase desapercebida uma brilhante comédia que gira em torno da crise de meia idade impulsionada pelo realinhamento de uma antiga amizade.

HBO Max | 10 Clássicos Absolutos do Cinema para Assistir na Plataforma

A mais recente plataforma de streaming chegou com tudo ao Brasil, já conquistando uma legião de fãs. Funcionando há mais de um ano nos EUA, a HBO Max estreou em nosso país recentemente, trazendo muitas novidades como blockbusters novíssimos e badalados (Mulher-Maravilha 1984 e Godzilla vs Kong), séries adoradas (Friends e Família Soprano), programas recentes e promete uma janela bem pequena em relação ao cinema. Ou seja, os filmes, pouco tempo depois das telonas, já estarão disponíveis na plataforma – como o caso do terror Invocação do Mal 3.

Com o acervo de toda a filmoteca da Warner Bros, as superproduções da DC e as séries de prestígio da HBO (ainda a campeã no mercado em produção de qualidade na TV, vide Game of Thrones, Westworld, Big Little Lies e Mare of Easttown), a HBO Max entra no mercado com a proposta de fazer frente às gigantes que o dominam, a Netflix e a Amazon. Se depender das cartas que tem na manga, não ficará apenas na promessa. Além de todos os atrativos citados, um que se destaca com louvor é o acervo de clássicos da plataforma. E quando digo clássicos, me refiro a algumas das produções mais emblemáticas da história da sétima arte, ainda hoje citadas pelos especialistas como algumas das melhores obras do cinema. Isso é justamente o que muitos cinéfilos buscam, um lugar para encontrar tais filmes que todos que dizem gostar de cinema não podem passar mais um dia sem. Confira abaixo 10 clássicos absolutos para assistir na HBO Max.

Casablanca (1942)

Uma das histórias de amor mais celebradas do cinema, Casablanca é tão emblemático para a Warner que o estúdio utiliza a música do filme como apresentação do seu logomarca no início de todos os filmes da casa. Na trama, Rick Blaine (Humphrey Bogart) é o dono de um café-restaurante em Casablanca, Marrocos, na época do domínio nazista. Em seu estabelecimento um dia aparece seu amor perdido do passado, a bela Ilsa Lund (Ingrid Bergman), por quem ainda é apaixonado. Acontece que a mulher lhe pede um favor, que a ajude a fugir do local ao lado do marido, já que estão sendo perseguidos pelos alemães, considerados traidores. Vencedor do Oscar de melhor filme e mais duas estatuetas, Casablanca recebeu 8 indicações ao total e se encontra entre os 48 melhores filmes de todos os tempos no IMDB.

Cidadão Kane (1941)

O que dizer desta obra-prima que ainda não tenha sido dito? Exibição obrigatória para estudantes de cinema e crítica cinematográfica, o filme foi muito importante na época de seu lançamento pois quebrou diversas barreiras técnicas, sendo considerado revolucionário. Na época, era o que havia de maior no cinema, comparável aos filmes da Marvel hoje em termos de investimento. A história é o dilema clássico do “homem que tem tudo, mas não tem nada”, e narra sobre um magnata da mídia que depois da morte começa a ser investigado. A trama é contada em flashback da sua vida. Show de Orson Welles que, com 26 anos apenas, produziu, escreveu, protagonizou e dirigiu. Cidadão Kane foi indicado para melhor filme e mais 8 categorias, levando a de melhor roteiro. O filme está entre os 94 melhores de todos os tempos no IMDB e é considerado por muitos o melhor já produzido.

E o Vento Levou (1939)

O mais recente “cancelado” pelo revisionismo histórico, E o Vento Levou retrata uma época trágica para a humanidade: o conflito conhecido como Guerra da Secessão, que dividiu os EUA entre escravistas e abolicionistas. O problema é que a superprodução aborda justamente o ponto de vista de protagonistas do Sul do país, os tais escravistas e o “drama” que passaram para manter seu estilo de vida. Num aspecto técnico, o filme é revolucionário, criando para a época visuais e cenários inimagináveis. Um verdadeiro épico, E o Vento Levou pode ter uma visão muito antiquada e deturpada para os dias de hoje. Porém, a HBO Max fez bem em não varrer o filme para debaixo do tapete, pelo contrário, muito sabiamente tratou de incluir um recado no início do filme. Afinal, é preciso conhecer e estudar a história e o passado para aprendermos com ele. Vencedor de 10 Oscar, incluindo melhor filme, e ainda se encontra dentre os 200 melhores no IMDB.

O Mágico de Oz (1939)

1939 foi um ano muito bom para o cinema. De lá saíram pelos menos duas obras inesquecíveis e que continuam muito em voga hoje, sendo comentadas (mesmo que por suas polêmicas) mais de 80 anos depois de suas estreias. No mesmo ano de E o vento Levou, era lançado O Mágico de Oz, provavelmente a fantasia família mais querida da sétima arte. Até mesmo sem querer, você provavelmente conhece a história da menina Dorothy (Judy Garland), vinda de uma fazenda numa área rural, que ao lado do cãozinho Totó é transportada para um novo mundo, um mundo mágico, regido pelo Mago de Oz. Lá ela conhece e faz amizade com um espantalho sem cérebro, um homem de lata sem coração e um leão sem coragem. Juntos eles precisarão enfrentar a bruxa má do Oeste. O Mágico de Oz concorreu a melhor filme no Oscar e mais 4 indicações, levando trilha sonora e canção para a icônica ‘Over the Rainbow’.

Cantando na Chuva (1952)

Agora finalmente chegamos à década de 1950 para o que é provavelmente o musical preferido de 9 entre 10 cinéfilos e amantes da sétima arte. Lançado em 1952, no auge da febre do gênero, Cantando na Chuva é estrelado pelo eterno Gene Kelly como Don Lockwood, um astro da era muda de Hollywood, precisando se reajustar aos novos tempos dos filmes falados. Mesmo assunto abordado no vencedor do Oscar O Artista (2011). Ao lado de Kelly, Debbie Reynolds, mãe da eterna Princesa Leia, Carrie Fisher. Cantando na Chuva recebeu duas indicações ao Oscar e está entre os 98 melhores no IMDB.

King Kong (1933)

Godzilla vs Kong se tornou um dos maiores sucessos desta primeira metade de 2021, gerando a maior bilheteria possível nestes tempos pandêmicos. Mas o longa deve muito e precisa agradecer seu sucesso a um filme que tem nada menos que 88 anos de seu lançamento. Filmado em preto e branco, e utilizando o que de melhor a técnica do stop-motion tinha a oferecer na época, este é outro filme que traz uma história atemporal, ainda rendendo frutos até hoje. A triste jornada do gorila gigante tirado de seu habitat e levado para Nova York para ser exibido num show por dinheiro foi recontada diversas vezes ao longo dos tempos. Mas na HBO Max você pode conferir onde tudo começou.

Bonnie & Clyde (1967)

Agora avançamos ainda mais no tempo, para a subversiva década de 1960. Foi aqui que teve início um movimento que iria mudar para sempre a cultura mundial e também Hollywood. A forma de se fazer filmes deixava o lado conservador para aderir a um lado mais subversivo e real, abordando temas considerados polêmicos. O movimento da “nova Hollywood” tinha seus primórdios aqui, e um dos fortes representantes era a história do casal de assaltantes e assassinos da vida real chamado Bonnie & Clyde. Em Uma Rajada de Balas, Warren Beatty e Faye Dunaway se tornaram astros, e seus personagens na vida real igualmente eram vistos como celebridades, mesmo estando do lado errado da lei. Bonnie & Clyde foi indicado para 10 Oscar, incluindo melhor filme, e saiu vitorioso com duas estatuetas – fotografia e atriz coadjuvante.

Disque M para Matar (1954)

No acervo da HBO Max temos algumas produções do mestre do suspense Alfred Hitchcock, e algo me diz que em breve teremos mais ainda. Esta é uma das mais famosas e imperdíveis Extremamente influente, a história inspirou e continua a influenciar muitas narrativas no cinema e audiovisual. Como de costume, Hitchcock usa o crime como motivador do ponto de partida do filme. Aqui, um sujeito pra lá de endividado, planeja o assassinato da esposa para herdar sua fortuna. O plano também é arquitetado porque a mulher visava deixar o marido para ficar com o amante. Porém, algo sai terrivelmente errado na hora de concretizar o ato. Este é um dos três filmes que o diretor fez ao lado de sua musa Grace Kelly (que vive a esposa). Disque M para Matar está entre os 154 melhores no IMDB. Ah, para quem tiver a curiosidade e quiser fazer uma dobradinha, uma refilmagem foi lançada em 1998, com Michael Douglas e Gwyneth Paltrow, sendo um dos raros casos de remake à altura do original. O remake também está na plataforma e se chama Um Crime Perfeito.

Ben-Hur (1959)

Por falar em refilmagens, Ben-Hur ganhou a sua em 2016, mas, digamos, que esta é melhor esquecer e focar no original do fim dos anos 1950. Bem, se formos ainda mais literais, podemos afirmar que o original mesmo é uma produção de 1925, da era do cinema mudo. A versão de 1959, de William Wyler, é um verdadeiro épico de 3h32min de projeção, dono de momentos inesquecíveis e grandiosos como a corrida de bigas. A trama pega emprestado do clássico de Alexandre Dumas, O Conde de Monte Cristo, lançado em 1844, transportando para uma história bíblica. Charlton Heston vive o príncipe judeu Judah Ben-Hur, traído por um amigo nobre romano, e transformado em escravo. Ao ganhar sua liberdade, ele planeja a vingança. Ben-Hur venceu 11 dos 12 Oscar aos quais estava indicado, incluindo melhor filme e se encontra entre 207 melhores no IMDB.

Doutor Jivago (1967)

Outro épico que revolucionou e transformou para sempre Hollywood. Em meio à Guerra Fria vigente na década de 1960 entre EUA e Rússia (então União Soviética), Hollywood decide fazer uma obra que soa como carta de amor ao país “inimigo”. Dirigido por David Lean (Lawrence da Arábia, 1962), Doutor Jivago é baseado num livro de sucesso e se tornou um épico grandioso, de 3h17min de projeção. A história acompanha o personagem título (vivido pelo egípcio Omar Sharif), um médico russo bem sucedido e proeminente na sociedade da época. Inadvertidamente, ele se apaixona por uma revolucionária, papel da belíssima Julie Christie, e termina por sentir as consequências de seus atos, durante a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa. Doutor Jivago foi indicado a 10 Oscar, incluindo melhor filme, e saiu vitorioso com 5 estatuetas, incluindo roteiro adaptado.

‘Jogador Nº 1’ arrecada mais de US$ 180 milhões em seu final de semana de estreia

Considerando um dos melhores filmes do Steven Spielberg dos últimos anos, ‘Jogador Nº 1‘ estreou com ótimos números em seu final de semana de estreia. Ocupando a primeira posição nos EUA, o filme arrecadou ótimos US$ 53 milhões.

A bilheteria internacional foi ainda melhor, com mais de US$ 128 milhões, levando a arrecadação total de ‘Jogador Nº 1‘ para mais de US$ 180 milhões, o que é um número impressionante de se conseguir em sua estreia.

O segundo lugar ficou com ‘Acrimony‘, suspense dirigido pelo comediante Tyler Perry. O filme, estrelado por Taraji P. Henson (‘Empire‘), conseguiu sólidos US$ 17 milhões – bem acima das previsões.

‘Mogli: Entre Dois Mundos’ ganha novo vídeo incrível dos bastidores; Assista!

A Netflix divulgou um novo vídeo incrível dos bastidores de ‘Mogli: Entre Dois Mundos‘.

Confira:

Crítica | Mogli: Entre Dois Mundos – uma nova roupagem para a história do Menino Lobo

Inicialmente, o filme seria lançado aos cinemas pela Warner Bros, mas foi vendido para a Netflix. Boatos indicam que a Warner temia comparações com ‘Mogli: O Menino Lobo‘, lançado pela Disney em 2016, resultando em um fracasso de bilheteria.

Criado por uma alcateia em meio às florestas da Índia, Mogli (Rohan Chand) vive com os animais da selva e conta com a amizade do urso Baloo e da pantera Bagheera. Ele é aceito por todos os animais, exceto pelo temido tigre Shere Khan. Quando Mogli se defronta com suas origens humanas, perigos maiores do que a rixa com Shere Khan podem surgir.

‘Mowgli’: Adaptação da Warner será mais sombria, afirma Andy Serkis

O elenco conta com Christian Bale (voz da pantera Baguera), Cate Blanchett (a cobra Kaa), Peter Mullan (o líder dos lobos Akela), Tom Hollander (o chacal Tabaqui), Rohan Chand (Mogli), Naomie Harris e Eddie Marsan (o casal de lobos Nisha e Vihaan), Benedict Cumberbatch (o tigre Shere Khan) e Serkis (urso Baloo).

‘Alucinações do Passado’: Visões perturbadoras no novo clipe do terror; Assista!

O remake do terror ‘Alucinações do Passado‘ (Jacob’s Ladder) ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

Dirigido por David M. Rosenthal, o longa é um remake de ‘Alucinações do Passado‘, lançado em 1990. Na época, a produção arrecadou apenas US$ 26 milhões nas bilheterias, mas acabou ganhando status cult com o passar dos anos.

Depois de perder seu irmão em combate, Jacob Singer retorna para casa do Afeganistão – onde é constantemente perturbado por uma sensação de paranoia. Logo, ele descobre que o seu irmão está vivo, mas a vida não é o que parece.

O elenco conta com Michael EalyGuy Burnet , Karla Souza e Nicole Beharie.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 23 de agosto.

‘Resgate’ ganha novo clipe com Chris Hemsworth e David Harbour; Assista!

A Netflix divulgou o um novo clipe legendado de ‘Resgate‘ (Extraction), longa de ação estrelado por Chris Hemsworth.

Confira:

O longa será lançado na Netflix amanhã (24)!

A trama de ‘Resgate‘ acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

Confira o trailer:

Sam Hargrave, que foi dublê do Chris Evans nos filmes do MCU, dirige a produção.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

‘Bridgerton’: Elenco opina sobre encontros fracassados em novo vídeo hilário; Assista!

Para promover o lançamento da série ‘Bridgerton‘, a Netflix compartilhou um novo vídeo hilário com as atrizes Nicola Coughlan e Claudia Jessie opinando sobre encontros fracassados.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix.

A série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Just Beyond’: Série cômica de terror da Disney+ ganha data de estreia

O Disney+ finalmente anunciou quando a série de de terror cômica ‘Just Beyond‘ será lançada.

Todos os episódios da primeira temporada serão lançados na plataforma do serviço de streaming no dia 13 de outubro. A produção fará parte da grade especial da Halloween do Disney+, que ainda incluirá o especial dos Muppets, o remake de ‘Um Amor de Múmia‘ e o curta ‘LEGO Star Wars Terrifying Tales‘.

Confira as primeiras imagens oficiais:

A produção é uma adaptação dos quadrinhos criados por R.L. Stine (‘Goosebumps’).

Seth Grahame-Smith (‘Orgulho e Preconceito e Zumbis’) é o showrunner da série.

“O ensino médio parece o pior lugar imaginável, mas para Jess, Josh e Marco, a escola deles pode realmente ser o pior lugar neste mundo… ou de qualquer outro! Depois de um encontro casual com um criatura mortal vagando pelos corredores da escola, esses três alunos desavisados ​​são levados para um reino horripilante além da sala da caldeira da escola, onde eles devem desvendar um mistério aterrorizante. Eles podem salvar as crianças que encontram lá e escapar de si mesmos, ou eles ficarão presos para sempre no Além?”

Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) e Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios Por Toda Parte’) estrelam a produção.

Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da produção.

‘Predador’: Novo filme ganha teaser e data de estreia; Confira!

O Hulu divulgou o primeiro teaser do próximo filme da franquia ‘Predador‘, oficialmente intitulado ‘Prey‘ (Presa, em tradução literal).

Além disso, foi anunciado que o longa irá estrear no dia 5 de agosto.

Confira o teaser:

Amber Midthunder (‘Legion’) estrelará a produção. Ela irá interpretar uma mulher Comanche, que desafia as normas e tradições de sua tribo para se tornar uma guerreira.

Confira a sinopse completa:

“A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.”

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) será responsável pela direção.

O longa-metragem está sendo desenvolvido sob a marca da 20th Century Studios, que faz parte do conglomerado da Walt Disney.

Patrick Aison (‘Jack Ryan’ e ‘Treadstone’) assina o roteiro.

A próxima sequência será o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados crossover com ‘Alien‘.

‘The Outwaters’: Terror found footage conquista 71% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 45 críticas publicadas até o momento, ‘The Outwaters‘, terror found footage no estilo ‘A Bruxa de Blair‘, conquistou 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca as cenas assustadoras da produção, além de elogiar o desfecho absolutamente insano e sangrento da história.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Algumas cenas são tão potentes e assustadoras que irão chocar os espectadores mesmo que eles ainda esperem por elas.” (Reverse Shot)

“Esse filme foi projetado para deixar os espectadores tensos e tem algumas cenas incrivelmente eficazes.” (RogerEbert.com)

“‘The Outwaters’ evoca uma atmosfera palpável que intensifica as cenas chocantes que ainda estão por vir.” (New York Times)

“Até chegarmos nas cenas realmente grotescas do ato final, eu quase desisti do filme. Não estou dizendo que o desfecho não é impactante – muito pelo contrário –, mas o desenvolvimento da história é cansativa.” (Third Coast Review)

“‘The Outwaters’ é assustador, grotesco e psicodélico. É uma experiência cinematográfica única.” (CBR)

“O subgênero found footage não é popularmente conhecido por apresentar visuais interessantes, mas ‘The Outwaters’ é realmente belíssimo.” (Boston Hassle)

“É um filme bem feito, que sabe aproveitar muito bem o próprio ambiente e apresenta um alto nível de violência.” (Movies and Munchies)

Infelizmente, o terror ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Robbie Banfitch.

Quatro amigos acampam no deserto com a intenção de gravar um vídeo musical. Apesar da viagem começar normal, a paz do grupo rapidamente é quebrada por causa de sons inexplicáveis, vibrações e o comportamento estranho dos animais. Então, tudo muda uma noite… o que acaba levando o quarteto em uma jornada traumatizante de terror.

O elenco ainda conta com Angela Basolis, Leslie Ann BanfitchRobbie Banfitch Scott Schamell.

Diretor afirma que a greve dos atores AJUDOU ‘Deadpool 3’ e revela COMO

Em entrevista ao ComicBook, o diretor Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) revelou que a pausa forçada nas filmagens da sequência ‘Deadpool 3‘, por causa da greve dos roteiristas e atores em Hollywood, fez bem à produção.

O cineasta afirmou que a pausa permitiu que ele e o astro Ryan Reynolds “reservassem um tempo maior para pensar sobre a história” do filme.

“Nós estamos felizes em voltarmos ao trabalho. Agora que sabemos o que o filme será lançado no próximo verão [norte-americano], estamos trabalhando duro para entregarmos o melhor longa possível. É uma ótima sensação. Sinto que voltamos renovados e muito mais direcionados sobre como queremos que este filme seja.”

Vale lembrar que rumores recentes apontam o retorno de Dafne Keen como a mutante X-23. Ela havia estrelado ‘Logan‘ ao lado do Hugh Jackman.

E, de acordo com o CBM, mais um personagem ligado ao Wolverine fará uma ponta na trama, e será ninguém menos que Daken, o filho rebelde do mutante com garras de adamantium.

Para quem não conhece, Daken, cujo verdadeiro nome é Akihiro, apareceu pela primeira vez em ‘Wolverine: Origins’ #10, em 2007. Ele é filho de Wolverine com sua esposa Itsu, e possui muitas das habilidades do pai, incluindo um fator de cura, garras retráteis e sentidos aprimorados.

Daken tem um relacionamento complicado e conflituoso com Wolverine e tem alternado entre ser antagonista e anti-herói, nutrindo ódio por seu pai ausente.

Manipulador, astuto e moralmente ambíguo, Daken foi membro de várias equipes, incluindo os Vingadores Sombrios.

Apesar de não haver nada confirmado, a informação foi publicada originalmente pelo insider do perfil CanWeGetSomeToast, que vem publicando divesos furos que se comprovaram verdadeiros sobre os bastidores de diversas produções.

De acordo com o DisInsider, o filme também vai contar com surpreendentes participações especiais dos X-Men e do Quarteto Fantástico, todos da extinta 20th Century Fox.

Ao que parece, Julian McMahon também irá reprisar seu papel como Doutor Destino e haverá uma participação especial de Taron Egerton (‘Kingsman’) como uma variante do Wolverine.

E não para por aí…

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Com estreia marcada para 25 de julho de 2024,Deadpool 3’ será a única produção de super-heróis da Disney agendada para o próximo ano.

Keke Palmer estrelará reboot de ‘Meus Vizinhos são um Terror’

De acordo com o Variety, Keke Palmer (‘Não! Não Olhe!’) será a protagonista de uma série baseada na comédia sombria ‘Meus Vizinhos são um Terror‘ (The ‘Burbs), que está sendo desenvolvida pelo Peacock.

Celeste Hughey (‘Disque Amiga para Matar’) será responsável pela adaptação.

Ambientada em um subúrbio dos dias atuais, a trama segue um jovem casal que retorna para a casa da infância do marido. Logo, o mundo deles vira de cabeça para baixo quando novos vizinhos se mudam para a casa ao lado, trazendo velhos segredos à tona e uma nova ameaça mortal que estilhaça a ilusão de sua vizinhança tranquila.

O site ainda afirma que a série vai ser filmada nos estúdios da Universal, assim como o filme.

Além de estrelar, Palmer também servira como produtora executiva ao lado de Seth MacFarlane e Brian Grazer.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

O longa original – dirigido por Joe Dante (‘Gremlins’) –, foi lançado em 1989, e contava com Tom Hanks, Carrie Fisher, Bruce Dern, Rick Ducommun e Corey Feldman no elenco.

Amor e poder no trailer LEGENDADO da 3ª temporada de ‘A Idade Dourada’; Confira!

O Max divulgou o trailer legendado da 3ª temporada da elogiada série de época ‘A Idade Dourada‘.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 22 de junho.

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

‘Pânico 7’ registra US$ 7.8 milhões em pré-estreia e deve quebrar RECORDES em abertura nos EUA

De acordo com o Deadline, a sequência ‘Pânico 7‘ arrecadou impressionantes US$ 7.8 milhões em sua pré-estreia nos EUA – superando o sexto filme da franquia neste mesmo período (US$5.7M).

O site ainda afirma que o novo capítulo deve quebrar recordes em sua abertura no país, tornando-se a maior estreia da história da saga.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Projeções recentes indicam que o sétimo filme deve abrir com sólidos US$ 59 milhões no território norte-americano, facilmente superando a estreia de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M).

Apesar da recepção negativa por parte dos críticos – apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo capítulo deve superar as expectativas iniciais, que previam um lançamento entre US$ 40-50 milhões.

Vale lembrar que ‘Pânico 7‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Marian’: Margot Robbie vai estrelar derivado inspirado em Robin Hood

Margot Robbie vai estrelar um spin-off inspirado em um popular personagem do universo de Robin Hood.

Intitulada ‘Marian’, a produção é focada no interesse amoroso do herói dos pobres, conhecida nas clássicas histórias como Maid Marian.

Com um roteiro-teste escrito por Pete Barry, ‘Marian’ terá um foco diferente daquele que o público está acostumado. Sem abordar o viés romântico que norteia a personagem, o spin-off se centrará na figura da protagonista. Segundo a descrição do projeto, a produção é um cruzamento de ‘Game of Thrones’ com ‘Coração Valente’, com um viés semelhante a Joana D’Arc.

O conceito da narrativa nos apresenta Marian, que após ver Robin ser morto diante de seus olhos, se compromete a assumir sua causa justiceira. Treinando para se tornar uma lutadora, ela também ascende a uma posição de liderança e eventualmente de lenda, à medida que comanda a luta contra uma conspiração que visa conquistar a Inglaterra.

Produzido por Donald De Line e Amy Pascal, ‘Marian’ será desenvolvido pela Sony Pictures. Ainda não há data para o início das filmagens.

‘Aquaman’: Ator que viverá Arraia Negra fala sobre seu treinamento

Em ‘Aquaman’, o ator Abdul-Mateen II dará vida ao personagem Arraia Negra.

E em uma entrevista à revista GQ, ele comentou sobre seu extenso treinamento para encarar a adaptação dos quadrinhos.

Segundo ele:

“Eu tenho treinado cinco dias da semana, tanto na academia, bem como com artes marciais. Eu particularmente tenho uma relação de amor e ódio com esse lance de malhar. Eu não curto a experiência quando estou ralando, mas nunca me arrependo depois que termino”.

 

Além de Jason Momoa, fazem parte do elenco: Patrick Wilson, Amber Heard e Willem Dafoe. Nicole Kidman e Temuera Morrison interpretarão os pais do herói Aquaman.

Don Burgess será o diretor de fotografia da adaptação.

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para dezembro de 2018.

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

 

‘O Ódio Que Você Semeia’: Roteirista do filme morre um dia antes da estreia norte-americana

A roteirista do aclamado drama racial, ‘O Ódio Que Você Semeia‘, Audrey Wells, faleceu um dia antes da estreia do longa nos Estados Unidos.

Wells batalhava contra um câncer, segundo a revista EW. A escritora tinha apenas 58 anos.

Em um comunicado oficial, seu esposo, Brian Larky, refletiu sobre a vida da roteirista:

“Ao longo dos últimos cinco anos e meio, Audrey lutou com bravura contra sua doença e faleceu cercada de amor. Até mesmo durante seu período de luta ela nunca parou de viver ou viajar e jamais perdeu a alegria, o fascínio e seu otimismo. Ela era, simplesmente, a esposa e parceira mais incrível que se possa imaginar e ela sabia que era muito amada por sua filha Tatiana, por mim e por seus amigos – que eram sua família por opção”.

 

A adaptação do livro ‘O Ódio Que Você Semeia‘ estreia no Brasil apenas na segunda metade de outubro, mas as avaliações da crítica especializada já estão entre nós.

E conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, o drama com temática racial recebeu vários elogios, por promover discussões vitais para o momento atual vivido nos Estados Unidos, considerando também o excelente timing da produção.

As avaliações ainda parabenizam a adaptação por honrar o material fonte, fazendo justiça à obra de Angie Thomas.

A trama conta a história de uma adolescente que testemunha um tiroteio envolvendo a polícia e deve testemunhar em um julgamento de grande porte.

K.J. Apa, de ‘Riverdale’, interpreta o papel do personagem Chris, namorado da protagonista.

Estrelado por Amandla Stenberg (‘Jogos Vorazes’), ‘O Ódio Que Você Semeia’ também conta com Regina Hall, Common, Russell Hornsby, Lamar Johnson, TJ Wright, Issa Rae, Anthony Mackie e Algee Smith.

A produção é dirigida por George Tillman Jr.

A estreia acontece em 19 de Outubro.

‘Batwoman’ é bombardeado de críticas negativas suspeitas no Rotten Tomatoes

A nova série do universo Arrowverse, ‘Batwoman, teve sua estreia no último domingo (07) na emissora The CW e em pouco tempo tem sofrido um bombardeio de críticas negativas por parte dos usuários do Rotten Tomatoes.

Enquanto a série conquistou 72% de aprovação por parte da crítica especializada, a partir de 39 avaliações, a produção amargou 10% em se tratando da validação do público, mediante 3.572 opiniões. O número exorbitante está chamando a atenção por sua dimensão, sendo até mesmo considerando de origem suspeita.

Se comparado com outra série que estreou recentemente nos Estados Unidos, intitulada ‘Stumptown’, a quantidade de avaliações foge dos padrões normais. A produção em questão recebeu notas de apenas 79 usuários. Além disso, a quinta temporada de ‘The Flash‘,  recebeu 801 notas ao longo de todo o seu ciclo, evidenciando que há uma disparidade fora do comum em se tratando das avaliações de Batwoman’, que teve apenas um episódio exibido e já conta com mais três mil percepções.

É incerto dizer exatamente o que poderia ter acarretado essa avalanche deliberada de notas negativas, mas é evidente que existe algum problema e até mesmo um possível complô de internautas que estariam trabalhando para prejudicar a avaliação da série.

Além disso, é importante dizer que Batwoman é a primeira adaptação dos quadrinhos que traz uma heroína abertamente gay, o que poderia ter incitado uma onda de ódio pela produção.

 

Confira as principais avaliações:

“A melhor parte da nova série é essa maneira fácil e descomplicada de tirar a orientação sexual de Kate do caminho, e também a própria Kate”. – Verne Gay, Newsday

“‘Batwoman com certeza tem alguns acertos e poucos erros”. – Jamie Broadnax, Black Girl Nerds

“‘Batwoman realmente cresce quando está construindo o relacionamento adversário entre Kate e Alice, uma situação nos lados opostos da moeda com vibrações semelhantes às de Batman e Coringa”. – Vinnie Mancuso, Collider

“A série segue obedientemente o modelo de seus irmãos DC-CW, mas com seu drama limitado por sua protagonista taciturna e um elenco de apoio inicialmente sem inspiração”. – Brian Lowry, CNN.com

“A Batwoman teve um começo defeituoso em um momento decisivo para o futuro da personagem. Enquanto Ruby Rose interpreta Batwoman com estoicismo, é nos momentos que mostram a vulnerabilidade de Kate Kane que Rose se destaca e enaltece o seu alcance”. – Sara Clements, Bloody Disgusting

“‘Batwoman teve um começo promissor, mas esta série precisará de mais tempo para encontrar sua identidade”. – Danielle Solzman, Solzy at the Movies

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Ruby Rose, Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

A série é exibida pela emissora The CW.

‘Soul’ tem o primeiro protagonista NEGRO da Pixar; Diretores explicam a importância!

Pela primeira vez em sua história, a Pixar apresentará ao mundo o seu protagonista negro, na aguardada animação intitulada ‘Soul‘.

Estrelada por Jamie Foxx, a produção aborda com delicadeza a história de um professor de música chamado Joe e a importância da valorização da vida.

E durante uma entrevista ao portal ComicBook.com, os diretores do longa, Pete Docter e Kemp Power, falaram sobre a importância que esse já emblemático personagem possui não apenas para a divisão da Disney, mas também para o momento em que vivemos.

E segundo Docter, o nascimento de Joe é fruto de um processo natural e não de uma pressão sociopolítica de investir em narrativas de pessoas pretas:

“Acho que nós o criamos de forma honesta, não foi algo do tipo ‘Oh, é a pressão política para fazer um personagem desta ou daquela maneira’. Ele realmente cresceu organicamente, a partir do assunto e das necessidades da história. E ainda assim não foi como uma lição de moral. Acho que muitos de nós aprendemos muito trabalhando com Joe e aprendemos sobre como é ser um negro na América e especificamente, um músico e todas essas coisas. Mas eu acho que para mim, foi isso que me fez realmente abraçar o personagem, porque eu sabia que estava fazendo isso pelo motivo certo, pelos motivos da sua história”.

Para o co-diretor Powers, a cultura específica de Joe é uma parte importante do filme ‘Soul‘, mas ela também se comunica de forma ampla com a audiência:

“Eu tenho dito muito isso, que as pessoas podem ter feito de especificidades culturais. E eu acho que isso é, na verdade, a chave para desvendar esses temas universais com os quais todos nós podemos nos relacionar. Acho que uma das coisas que pudemos fazer neste filme da qual eu mais me orgulho, é não termos fugido do fato de que Joe e sua cultura, embora sejam americanos, também são negros. Em uma cena há um flashback onde Joe diz: ‘Pai, eu não gosto de jazz.’ E seu pai o corrige e diz: ‘Música negra de improvisação. É um dos nossos grandes contribuintes para a cultura deste país'”.

O filme chega à plataforma de streaming Disney+ no dia 25 de dezembro, o que indica que chegará ao Brasil no mesmo dia que nos mercados internacionais, se considerarmos que o serviço será lançado em território nacional no dia 17 de novembro.

‘Soul’ será o primeiro filme da Pixar a ser lançado diretamente em streaming.

Assista ao trailer:

Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Shameless’: Aclamada série de comédia dramática já está disponível na HBO Max

A aclamada série de comédia dramática ‘Shameless‘ já está disponível na HBO Max. A produção, que ficou por um curto período na Netflix, teve a sua estreia nesta semana na grade de programação.

Situada em Chicago, a família Gallagher, uma família da classe trabalhadora de oito pessoas, terá de sobreviver aos altos e baixos da recessão atual. Com uma mãe que está fora de cena e um pai alcoólatra que geralmente acaba desmaiado no chão da sala, Fione, de 18 anos de idade, é a filha que terá a tarefa de manter seus cinco irmãos e irmãs na linha reta. 

Confira o trailer da última temporada:

John Wells e Paul Abbott assinam a criação da série.

O elenco conta com William H. Macy, Ethan CutkoskyShanola Hampton e Steve Howey.

Após o Fenômeno ‘Round 6’, Netflix Traça o Futuro do Conteúdo Coreano Global

Com a terceira (e última) temporada de ‘Round 6‘ estreando nesta quinta-feira (27), a Netflix está em clima de celebração — e de transição. Em uma apresentação de destaque no APOS, evento da indústria audiovisual realizado em Bali, o vice-presidente de conteúdo coreano da plataforma, Don Kang, traçou um panorama otimista sobre o futuro da chamada K-wave.

“Estamos todos muito empolgados com o lançamento da nova temporada de ‘Round 6‘”, afirmou Kang. “Mas mais importante: estou confiante na saúde e no crescimento contínuo do conteúdo coreano”.

A fala vem num momento simbólico. ‘Round 6‘ não apenas se tornou a série mais assistida da história da Netflix — com mais de 600 milhões de visualizações globais — como também catapultou a dramaturgia sul-coreana para o centro do entretenimento mundial.

Apesar de não revelar detalhes sobre possíveis spin-offs ou expansões do universo de ‘Round 6‘, Kang deixou claro que a Netflix não trata o sucesso coreano como uma moda passageira. Ao contrário: dados divulgados na conferência mostram que mais de 80% dos assinantes da plataforma que assistiram à série continuaram consumindo conteúdo coreano nos anos seguintes.

“Para muitos fora da Ásia, ‘Round 6‘ foi o primeiro contato com um drama coreano. Mas desde então, o interesse só cresceu”, explicou.

Entre os dados mais impressionantes está o aumento do chamado soft power coreano: fãs de K-dramas têm o dobro de interesse em visitar a Coreia do Sul em comparação com não espectadores. Nos EUA, 78% dos que assistem conteúdo coreano o fazem há mais de dois anos — e 23% há mais de cinco.

Segundo Kang, apenas no segundo semestre de 2025, a Netflix lançará 15 produções originais coreanas. Ele destacou alguns destaques pessoais da nova leva:

Good News‘, um thriller de ação dirigido por Byun Sung-Hyun (The Merciless, Kill Boksoon).

Genie, Make a Wish‘, novo romance dramático da roteirista Kim Eun-sook (The Glory, Mr. Sunshine).

Novas temporadas de realities como Culinary Class Wars e Physical: Asia, ampliando a aposta da plataforma no formato não ficcional.

“Antes focávamos mais em séries dramáticas. Agora estamos expandindo fortemente para realities e séries documentais, para agradar os fãs antigos e conquistar novos públicos”, disse Kang.

Como parte da despedida da série, a Netflix organizará um desfile épico em Seul neste sábado (29), em parceria com o governo metropolitano. O evento contará com a presença dos astros Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Kang Ha-neul, Yim Si-wan, Wi Ha-jun e do criador Hwang Dong-hyuk.

O cortejo começará no icônico Gwanghwamun e terminará na Seoul Plaza — sendo descrito pela empresa como “o maior evento para fãs já realizado”.

Com sua mistura de crítica social, estética marcante e apelo global, ‘Round 6‘ não apenas redefiniu os limites do conteúdo internacional como abriu caminho para uma nova era do audiovisual coreano — e, segundo a Netflix, essa história está apenas começando.

“A audiência global está pronta para mais. E nós também”, concluiu Kang.

Recentemente, a Netflix divulgou um vídeo promocional inédito da adorada e popular série Round 6.

O material apresenta um grande resumo da 2ª temporada antes da estreia do ciclo de encerramento.

Confira:

Embora a série tenha quebrado recordes de audiência na Netflix, a segunda temporada não foi tão esmagadoramente positiva como a primeira, com alguns fãs demonstrando insatisfação.

Em entrevista recente ao Star News Korea, Lee Byung-hun, que interpreta o Líder (Jogador 001) na série, falou sobre as críticas e defendeu o segundo ciclo.

“Pessoalmente, achei divertido. Eu respeito essas opiniões. De fato, nenhuma obra está livre de críticas. Achei que o diretor Hwang Dong-hyuk é uma pessoa muito inteligente”, disse Lee Byung-hun

Anteriormente, o criador revelou o que podemos esperar da terceira (e última) temporada da série: “Quando eu estava escrevendo o roteiro da segunda e terceira temporada, senti que havia chegado a um ponto decisivo no final do sétimo episódio, então achei que faria sentido reservar o resto da história para uma temporada diferente. É por isso que tivemos essa separação. O embate violento entre Gi-hun e o Líder irá continuar até o desfecho da terceira temporada, que está programada para estrear no próximo ano.”

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

 

‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’: Newt e Jacob se reencontram; Veja foto!

A revista Total Film divulgou uma nova imagem de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald em que mostra o reencontro de Jacob (Dan Fogler) com Newt (Eddie Redmayne). Veja:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald está tomando forma e os fãs querem saber quais criaturas iremos ver na continuação. Pensando nisso, o ator Eddie Redmayne, o Newt Scamander, revelou ao EW que veremos algumas das “antigas favoritas” e confirmou novidades:

“Há uma criatura chinesa que é formidável. Há alguns dos antigos favoritos como o Pelúcio, que está de volta e causando estragos, e o Tronquilho também”

Redmayne revelou que as criaturas fantásticas não serão o foco central da continuação:

“Há muitos novos animais no filme, assim como no primeiro. Mas o principal foco anteriormente foi encontrar os animais. E esse não é o foco dessa vez, não é a parte central do enredo. Mas os animais estão fortemente presentes no filme”

Na mesma entrevista à EW, o produtor David Heyman falou sobre a profundidade do universo bruxo em Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald:

“Nós iremos nos aprofundar no mundo mágico de J.K Rowling. Estamos em Paris, Londres, Nova York. O mundo está se expandindo em nós. Como a imagem mostra, estamos seguindo alguns personagens. O segundo filme tem um sentimento bem diferente do primeiro. Tem algo de um thriller de suspense. Também é uma história sobre amor, paixão em todas as formas, paternal, romântico e político. Será uma aventura empolgante e divertida. Pegamos o que aprendemos do primeiro, expandimos e criamos um filme mais rico, profundo e mais empolgante, do qual estou empolgado de fazer parte e de lançar em breve”

‘Animais Fantásticos – Os Crimes de Grindelwald’: Conheça os novos personagens!

Novas fotos dos bastidores mostram o ator Eddie Redmayne, o Newt Scamander, durante as filmagens. Confira:

“No final do primeiro filme, o poderoso Bruxo das Trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou e começou a reunir seguidores, que em sua maioria desconhecem seu verdadeiro propósito: elevar os bruxos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) procura seu antigo aluno, Newt Scamander, que concorda em ajudar, sem saber dos perigos que o aguardam. Linhas são traçadas quando amor e lealdade são testados, mesmo entre os amigos e familiares mais verdadeiros, em um mundo bruxo cada vez mais dividido”.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

J.K. Rowling, que estreou como roteirista no grande sucesso mundial ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, também escreveu o roteiro do segundo filme da franquia.

David Yates volta a dirigir. A estreia está marcada para 15 de novembro de 2018. Cinco filmes desse novo universo já estão garantidos.

 

‘Arranha-Céu: Coragem Sem Limite’ ganha novo trailer repleto de ação

O thriller de ação Arranha-Céu: Coragem Sem Limite, estrelado por Dwayne Johnson, ganhou um novo trailer de tirar o fôlego. Confira:

A trama acompanha Johnson como um ex-líder de uma equipe do FBI de resgate de reféns, que atualmente trabalha como conselheiro de segurança de arranha céus. Durante uma viagem profissional à China, um dos prédios mais seguros e mais altos é alvo de um incêndio criminoso e ele acaba sendo considerado o culpado pelo ocorrido. Agora, ele deve correr contra o tempo para provar sua inocência, encontrar o verdadeiro responsável e resgastar sua família, que está aprisionada no prédio em chamas.

O elenco ainda com Pablo Schreiber (‘American Gods’) e Chin Han (‘A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell’).

Arranha-Céu: Coragem Sem Limite foi escrito e dirigido por Rawson Marshall. A estreia está agendada para 13 de julho de 2018 nos Estados Unidos.

‘Chaves’: Documentário sobre o Seu Madruga será disponibilizado de graça no YouTube

A trupe de Roberto Bolaños foi avassaladora no Século XX. Com programas simples, mas inovadores, eles criaram um legado impressionante de humor latino americano e conquistaram o coração de fãs ao redor do mundo. Parte importante dos materiais de Chespirito, como Chaves e Chapolin, o lendário Ator Ramón Valdés, membro da chamada Era de Ouro do Cinema Mexicano, se consagrou no papel do intrépido Seu Madruga e viveu intensamente até perecer para os tumores e o câncer de estômago.

Ramón teve um vida incrível, digna de um filme ou documentário. Pois bem, na manhã de ontem, quarta-feira (30), um dos seus 10 filhos, Esteban Valdés, liberou um trailer do projeto chamado “Con permisito dijo Monchito“, um documentário que contará a história nunca vista de seu pai. O título do filme é uma referência ao bordão “Uma licencinha pro Madruguinha que vai tomar um cafezinho“, atribuído ao Seu Madruga no seriado Chaves.

Irmão de um dos maiores nomes do cinema mexicano, Germán Valdés, Ramón tem um currículo de mais de 90 filmes, mas foi com a trupe de Roberto que ele se imortalizou. Sempre idolatrado por seus companheiros de trabalho e reconhecido por ser uma pessoa muito divertida e bastante mulherengo, Valdés faleceu tendo muitas histórias para contar.

O documentário traz imagens nunca vistas do homem por trás do chapéu e depoimentos de amigos e fãs de todo o mundo, incluindo membros de Chaves e até mesmo brasileiros. É promessa de um conteúdo original, sincero e incrivelmente emocionante.

O filme não terá fins lucrativos e será disponibilizado diretamente no YouTube.

Confiram o trailer!

https://www.youtube.com/watch?v=ovDamAQh7Pw

 

Crítica | Em um Relacionamento Sério – Emma Roberts estrela interessante drama cômico da TNT

Em um Relacionamento Sério’ é o segundo filme original da TNT que entra em sua grade de programação com a missão de atrair os espectadores sedentos por novidades. E, embora possua algumas semelhanças com o abre-alas ‘Convidado Vitalício’, que estreou na semana anterior (ambos os filmes tratam de relacionamentos amorosos entre jovens adultos), o tom deste longa é um tantinho mais agridoce.

Logo de cara conhecemos Hallie (a queridinha Emma Roberts, mais conhecida do público por ‘Scream Queens’ e ‘American Horror Story’ e que está ruiva aqui) e Owen (Michael Angarano), um casal que de imediato faz a gente se perguntar como eles ficaram juntos, para início de conversa. É que fica óbvio que Hallie tem outros planos – ela quer morar junto com o namorado e aprofundar o relacionamento dos dois –, enquanto Owen não se mostra tão seguro assim, dando indícios de que tudo que a namorada faz ou fala é motivo para ele se irritar. No meio disso tudo, conhecemos o inseguro Matt (Patrick Gibson), que acabou de se mudar para Los Angeles e está de olho na prima de Hallie, Willa (Dree Hemingway), que também acabou de se mudar.

Se num primeiro momento o espectador acha que o casal principal é Hallie e Owen, o longa rapidamente inverte o foco e joga luz no casal em ascensão, Matt e Willa. E isso é uma das coisas mais legais do roteiro de Sam Boyd, que também dirigiu e produziu o longa. Através de quatro personagens tão gente como a gente, o espectador rapidamente se conecta com um ou mais personagens, inclusive com os erros e defeitos deles, e as situações vividas por eles são bastante reais, recheadas de referências cinematográficas e interesse por serial killers – algo bastante comum entre os jovens de classe média.

Com uma história simples que se passa em três meses, ‘Em um Relacionamento Sério’ faz um retrato das dificuldades e das inseguranças dos relacionamentos entre jovens adultos, que ao mesmo tempo que buscam segurança para suas vidas, também se sentem como se tivessem muitas opções à sua escolha e, portanto, querem desfrutar o mundo inteiro. Qualquer semelhança com a realidade não é coincidência, e talvez esse seja o ponto de declive do longa: a construção de personagens tão reais acaba por torná-los um pouco chatos, especialmente os dois rapazes, que se mostram dois inseguros incapazes de tomar decisões sérias em suas vidas.

Em um Relacionamento Sério’ é um drama cômico diferente dos clichês do gênero, com uma proposta tão honesta que parece real, estrelado pela ótima Emma Roberts. É desses filmes com final surpreendente e que faz refletir, especialmente em tempos carnavalescos e relações fugazes.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’: Homem-Aranha Japonês pode aparecer na sequência… com uma condição

Homem-Aranha no Aranhaverso‘ está fazendo um bom sucesso de público e crítica. Já com uma sequência confirmada, diversos fãs estão pedindo para o roteirista do filme, Phil Lord, inserir o bizarro Homem-Aranha Japonês que se tornou um clássico cult no país.

Gostando da ideia, o roteirista deu uma condição específica para a versão do personagem aparecer no novo filme: que o longa atual conquiste ao menos US$ 200 milhões na bilheteria doméstica.

Até o momento, o longa conseguiu US$ 104 milhões nos Estados Unidos. Mundialmente, a animação acumula US$ 214 milhões e segue inédita em vários países.

Recentemente, o roteiro do longa foi divulgado na internet, confira!

“A Sony foi tão gentil que disponibilizou o roteiro de Homem-Aranha no Aranhaverso online. Aqui está o link, caso você tenha interesse”, postou Rothman.

Na trama, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales, menino negro do Brooklyn que tenta salvar o mundo.

O elenco inclui Shameik Moore, Nicolas Cage, Hailee Steinfeld, Liev Schreiber, Mahershala Ali, Jake Johnson e John Mulaney.

Homem-Aranha no Aranhaverso estreia nos cinemas nacionais no dia 10 de janeiro de 2019.

 

‘Toy Story 4’: Diretor fala sobre assustador Papai Noel que apareceria no filme

Quando Toy Story estreou em 1995, os fãs se divertiram com interpretações de diversos brinquedos conhecidos em perspectivais totalmente originais. Nos filmes subsequentes, a franquia continuou a entregar ao público uma gama considerável de novos personagens – mas, infelizmente, vários deles não chegaram ao corte final.

Em recente coletiva de imprensa, o diretor Josh Cooley, que fica responsável por Toy Story 4’, revelou que ele e o produtor Jose Riviera optaram por cortar um horrendo Papai Noel da lista de coadjuvantes.

“Há um que eu realmente sinto falta”, Cooleu comentou. “Nós fomos a várias lojas de antiguidade para pegar referência. Cada uma delas tinha uma seção de Natal. E sempre havia um Papai Noel em que você apertava o botão e ele dançava ou cantava. Então precisávamos ter ele no filme. Lembra-se de quando eles entram na loja e veem Creepy e o gato? Alguém iria dizer, ‘os brinquedos realmente parecem desesperados aqui’. E aí você ouviria, ‘é a temporada do desespero’. E atrás deles, teria um daqueles Papais Noéis escondido nas sombras”.

Segundo o site BoxOfficePro, a quarta iteração da clássica franquia tem chances de arrecadar entre 105 a 130 milhões de dólares em seu primeiro final de semana – e isso apenas nos Estados Unidos! As previsões levam em consideração as expectativas criadas com os teasers e os trailers, bem como o constante marketing dos estúdios para promover o longa.

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

Michael B. Jordan corre contra o tempo no novo teaser de ‘Luta por Justiça’; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo teaser da cinebiografia Luta por Justiça.

Confira, junto com o trailer completo.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o longa foi roteirizado pelo cineasta em parceria com Andrew Lanham, a partir do livro de memórias de Bryan Stevenson.

A trama conta a história de Stevenson em seu primeiro caso como advogado, em que ele deve defender um homem chamado Walter McMillan, sentenciado à morte por um crime que não cometeu.

O elenco conta com Michael B. Jordan como Stevenson e Jamie Foxx como Walter McMillan. Brie Larson, O’Shea JacksonRob MorganTim Blake Nelson completam o time.

Luta por Justiça tem estreia marcada para o dia 27 de fevereiro de 2020.