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Hunter Schafer é perseguida em novo clipe TENSO do terror ‘Cuckoo’; Confira!

O terror slasher ‘Cuckoo‘, estrelado pela Hunter Schafer (‘Euphoria’), ganhou um novo clipe tenso.

Confira, com o trailer LEGENDADO, e siga o CinePOP no Youtube:

O terror conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. O consenso geral destaca a sólida performance de Schafer, destacando que o tom insano da produção pode servir como uma faca de dois gumes: ame ou odeie.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ao ser assistido nas condições adequadas – tarde da noite, com uma boa mentalidade e cercado por amigos –, ‘Cuckoo’ irá proporcionar uma jornada muito divertida.” (The Wrap)

“Este filme está destinado a se tornar um clássico cult; é gloriosamente insano.” (Time Out)

“É um filme de terror sem sustos, que falha como uma produção do gênero, mas irá render uma discussão interessante após os créditos finais.” (Times UK)

“O conceito absurdo do filme poderia ter sido melhor recebido com um pouco mais de irreverência do parte do roteiro e audacidade em suas imagens.” (Slant Magazine)

“Apesar de alguns momentos bobos, o filme funciona como uma produção de terror – principalmente por causa das implicações doentias em torno de gênero e biologia. É um filme incrivelmente estranho e maliciosamente divertido.” (Mashable)

Hunter Schafer e Dan Stevens entregam performances 100% sólidas. Enquanto Schafer é responsável por injetar uma necessária noção de realidade à história, Stevens se destaca interpretando um vilão exagerado.” (Awards Daily)

“Como uma final girl, Hunter Schafer é sensacional. Ela dá vida a uma personagem com personalidade forte que nos faz torcer por ela em todos os momentos. Sua personagem pode ficar confusa ou assustada, mas ela nunca está indefesa.” (InSession Film)

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 9 de agosto.

“Relutantemente, Gretchen, de 17 anos, deixa sua casa nos Estados Unidos para morar com o pai, que acaba de se mudar para um resort nos Alpes alemães com sua nova família. Chegando em sua futura residência, eles são recebidos pelo Sr. König, chefe de seu pai, que tem um interesse inexplicável pela muda meia-irmã de Gretchen, Alma.

Algo não parece certo neste tranquilo paraíso de férias. Gretchen é atormentada por ruídos estranhos e visões sangrentas até descobrir um segredo chocante que também diz respeito à sua própria família.”

O elenco ainda conta com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).

Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também fica responsável pela direção.

O cineasta repete sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.

Patti LuPone retornará na 13ª temporada de ‘American Horror Story’? Atriz responde!

Em entrevista ao Gold Derby, Patti LuPone (‘Agatha Desde Sempre’) foi questionada sobre seu possível retorno na 13ª temporada da série antológica ‘American Horror Story‘.

A estrela da Broadway, que já havia participado de ‘Coven‘ e ‘NYC‘, descartou a possibilidade de retornar à produção.

Quando informada ao site que o Ryan Murphy havia expressado seu desejo em reunir o elenco clássico para o próximo ciclo, a atriz declarou: “E que elenco seria esse? Eu não acredito [que vou retornar]. Ele provavelmente estava falando sobre os caras.”

Anteriormente, Jessica Lange (‘Cabo do Medo’), uma das atrizes originais da produção, também descartou a chance de voltar à série: “Oh, Deus, não! Não tenho participado dessa série há mais de 10 ou 12 anos, então, não, eu não retornarei.”

‘Leviticus’: Ator de ‘Fale Comigo’ estrelará novo terror LGBTQ+; Confira as imagens!

De acordo com o Deadline, Joe Bird (‘Fale Comigo’) será o protagonista de ‘Leviticus‘, que está sendo descrito como um “terror sobrenatural com elementos LGBTQ+”.

Stacy Clausen (‘Destemida’) também estrelará a produção.

Na trama…

“Após se mudar com sua mãe para uma remota comunidade religiosa, Naim se apaixona por Ryan, seu colega de escola. Logo, ele é submetido a uma ‘cura’ extrema, o que atrai uma entidade violenta que assume a forma da pessoa que ele mais deseja.”

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

Adrian Chiarella é responsável pela direção e roteiro.

O elenco ainda conta com Mia WasikowskaJeremy BlewittEwen LeslieDavida McKenzie.

Sem data de estreia, o terror foi recentemente adquirido pela NEON após ter sido extremamente aclamado após sua passagem pelo festival Sundance.

‘Freakshit’: Alicia Vikander deve estrelar thriller com temática monstro

A vencedora do Oscar, Alicia Vikander, está em negociações para estrelar um thriller com temática monstro, intitulado ‘Freakshit’.

Caso a atriz feche o contrato, ela será uma das protagonistas.

Dirigido e co-escrito por Ben Wheatley (‘Free Fire’) e sua esposa, Amy Jump, a produção tem estado em desenvolvimento desde 2012 e quase chegou a ver a luz do projetor poucos anos depois, até que os projetos de ‘High-Rise’ e ‘Free Fire’ surgiram no caminho.

O conceito do filme envolve um mundo onde criaturas surgem à noite e aterrorizam os cidadãos. Isso leva a criação do Freakshit, um grupo organizado pelo governo, formado por caçadores de emoção, que estão mais do que alegres por poder se aventurar à noite pelo “dever, esporte e dinheiro”. Segundo o diretor Wheatley, o thriller é a série ‘Hill Street Blues’ versus o filme ‘Monstros’.

A previsão do início das filmagens de ‘Freakshit’ é agosto de 2017.

 

 

 

‘Pantera Negra’ ganha vídeo que compara cena tradicional e em IMAX; Assista!

A adaptação dos quadrinhos ‘Pantera Negra’ recebeu uma formatação especial para a tecnologia IMAX.

Para anunciar a novidade, a conta oficial da IMAX divulgou um rápido vídeo demonstrativo do filme no Twitter, que mostra a diferença que a tecnologia exerce nos cinemas.

Confira:

 

O filme será o mais longo de todos os filmes SOLO da Marvel até agora, com cerca de 135 minutos (ou 2 horas e 15 minutos), incluindo os créditos finais. Por enquanto, tratamos como rumor, informações oficiais devem sair em breve.

Para comparação, os primeiros ‘Capitão América‘, ‘Thor‘ e ‘Homem de Ferro‘ tiveram em torno de 120 minutos (2 horas) de duração.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

Disney não tem autorização para cancelar séries da Marvel na Netflix

O lançamento do streaming Disney Play tem gerado uma série de questionamentos a respeito do conteúdo da Casa do Mickey que está atualmente disponível na Netflix.

Além de seus títulos próprios – que não possuem qualquer vínculo com o streaming, a Disney conta com algumas séries da Marvel TV, produzidas em parceria com a Netflix. E o futuro de Demolidor’, ‘Jessica Jones e ‘Luke Cage tem sido motivo de dúvidas. Mas de acordo com o chefe do Gabinete de Conteúdo da plataforma pioneira, Ted Sarandos, a concorrente não tem autorização, tão pouco autonomia para cancelar essas produções.

A informação foi revelada durante uma reunião com os investidores da empresa. Ao longo da conversa, Sarandos revelou que apenas a Netflix tem o poder de cancelar suas séries da Marvel TV.

Segundo o Inverse, o gestor ainda completou:

“Nós é quem podemos ou não cancelar essas séries e estamos muito contentes com suas performances até o momento”.

Disney Play e deve ser inaugurado no final de 2019.

 

 

‘Modern Love’: Série de comédia romântica da Prime Video é renovada para a 2ª temporada

A apaixonante série antológica de comédia romântica da Prime Video, intitulada ‘Modern Love’, foi renovada para a sua segunda temporada. A informação foi compartilhada pela revista EW.

Por meio de um comunicado oficial, a presidente da Amazon Studios, Jennifer Salke, compartilhou o seu entusiasmo com o retorno da série, que rapidamente conquistou a audiência:

“Desde sua estreia na semana passada, a reação à ‘Modern Love‘ por parte do público tem sido incrível. Esta é uma série com tantas emoções e afeição – cada episódio toca os corações de maneira diferente. Estamos muito empolgados por poder trazer à nossa audiência global da Prime Video mais dessas lindas histórias de romance, amizade e família de ‘Modern Love‘”.


 

A série antológica conta com Anne Hathaway, Tina Fey, Dev Patel, John Slattery, Brandon Victor Dixon, Catherine Keener, Andy Garcia, Cristin Milioti, Olivia Cooke, Andrew Scott, Shea Whigham, Gary Carr, Sofia Boutella, John Gallagher Jr e Julia Garner no elenco. A trama é baseada em uma coluna e podcast do New York Times e a temporada terá oito episódios, de meia hora de duração cada.

O showrunner da produção, John Carney, falou sobre o novo projeto:

“É como se eu tivesse acordado em uma loja de doces de atores. Conseguimos compor um elenco com os meus atores favoritos. Isso é um testemunho do impacto da coluna original e de como, agora mais do que nunca, o amor é a única certeza.”

Sharon Horgan (‘Catastrophe‘), Emmy Rossum (‘Shameless‘) e Tom Hall (‘Sensation’) estão entre os diretores.

Modern Love‘ já está em exibição na plataforma de streaming Prime Video.

Critica | Alma de Cowboy: Idris Elba estrela incrível drama da Netflix

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2020

Existem tantos pequenos universos restritos, que escondem em si uma infinidade de riquezas imateriais e abarcam jornadas fascinantes. Histórias de comunidades jamais contadas para além das familiares rodas de conversa comunitária e que poderiam se perder no tempo, não fosse o cinema. E talvez seja esse um dos aspectos mais fascinantes de Alma de Cowboy (Concrete Cowboy), drama produzido e estrelado por Idris Elba, Caleb McLaughlin (Stranger Things) e Jharrel Jerome (Olhos que Condenam). Aqui, uma singela janela se abre diante da audiência, revelando uma extensão apaixonante de um lado tão peculiar e particular da comunidade negra.

Nos apresentando a um clã de cowboys negros, a produção se inspira no Fletcher Street Urban Riding Club, uma antiga organização que visa perpetuar a equitação nos centros urbanos, no norte da Filadélfia. Uma tradição que forma cavaleiros negros, o grupo vai além do cuidado com os animais, sendo também uma engrenagem fundamental no combate à marginalização de jovens pretos. Como um estilo de vida que ultrapassa as fronteiras da esportividade, o clube é um instrumento de cura, restauração e reinserção social em uma comunidade onde muitos estão na mira de uma vida devassa e criminal.

Funcionando como um apelo sociocultural e uma vitrine a respeito da versatilidade da negritude norte-americana, o longa de Ricky Staub é encantador e quase didático quando o assunto é a importância de pertencer a uma comunidade. Tomando a audiência pela mão, ele nos leva a uma jornada profundamente intimista a partir da tumultuada relação familiar entre pai e filho, vividos aqui por Elba e McLaughlin. Rejeitado a vida inteira, o astro de Stranger Things personifica o estereótipo do abandono e da alienação parental. Inquieto e maltratado pelas circunstâncias, ele cresceu à margem da sua própria existência e se tornou um rapaz problemático, que de fato só precisava ser amado para compreender o seu valor.

E é quando pai e filho são forçados a viver juntos pela primeira vez que uma nova dinâmica surge. Muito mais que uma transformação familiar, aqui nascem também duas novas pessoas, que encontram na equitação urbana um ponto de contato, além do conforto de uma comunidade que valoriza o seu passado, ama o seu presente, mas teme por um futuro onde ser um cowboy de asfalto talvez seja extirpado da sociedade contemporânea – que respira carros automáticos e veículos de altíssima velocidade.

Dando voz aos anseios dos cavaleiros urbanos pretos, Alma de Cowboy visa sensibilizar o mundo a respeito da importância da cavalaria como parte da construção do caráter e da identidade de tantos homens e mulheres pretos. Trazendo a premissa do pertencimento como o coração da trama, o drama projeta os holofotes em um povo simples e de fala mansa, que não precisa de muito para sobreviver. Com uma fotografia simples e um roteiro que também traz os seus clichês emotivos, o longa é uma experiência acalentadora, instrutiva e cativante, que abre um pequeno e valioso mundo que talvez jamais fôssemos conhecer.

Com atuações impactantes e uma dinâmica riquíssima entre Elba, McLaughlin e Jerome, o drama roteirizado por Ricky Staub e Dan Walser ainda homenageia cavaleiros reais da Fletcher Street, tornando-os protagonistas da sua própria história até mesmo dentro do filme. Emocionante e revelador, Alma de Cowboy é um retrato de uma subcultura que só evidencia a versatilidade e amplitude da ancestralidade africana em seu povo.

‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’: Aclamado vencedor do Oscar será REMOVIDO da Netflix

O aclamado drama Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’, estrelado por Jim Carrey e Kate Winslet, será removido da Netflix em breve.

A produção, dirigida por Michael Gondry e coescrita por ele e Charlie Kaufman, deixa a plataforma de streaming no dia 16 de novembro.

Na trama, Joel se surpreende ao saber que seu amor verdadeiro, Clementine, o apagou completamente de sua memória com a ajuda de um novo método tecnológico. Desolado, ele decide fazer o mesmo, mas muda de ideia no meio do processo. Preso dentro da própria mente enquanto os especialistas se mantêm ocupados em seu apartamento, Joel vai fazer de tudo para impedir que o procedimento continue.

Confira o trailer:

Lançado em 2004, ‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças‘, a produção ainda conta com Kirsten Dunst, Mark Ruffalo e Elijah Wood no elenco.

Michel Gondry e Charlie Kaufman ganharam o Oscar de Melhor Roteiro Original por Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças em 2005.

‘Pecadores’ e ‘F1’ despontam como os principais candidatos ao Oscar 2025 antes da temporada de festivais

Os dois filmes mais surpreendentes da corrida pelo Oscar até agora em 2025 são também grandes sucessos de bilheteria: ‘Pecadores‘, de Ryan Coogler, e ‘F1‘, estrelado por Brad Pitt. Nenhum dos dois segue a fórmula tradicional do “cinema de prestígio”, mas ambos estão ganhando força com uma combinação rara de aclamação da crítica, sucesso comercial e apoio robusto de estúdios e streamers dispostos a investir pesado nas campanhas.

Desde sua estreia em abril, ‘Pecadores‘ se consolidou como um fenômeno cultural. Dirigido por Coogler (Pantera Negra), o filme mistura horror sobrenatural, drama gótico sulista e o universo do blues dos anos 1930 em uma narrativa original e ousada. Com mais de US$ 360 milhões arrecadados globalmente, a produção da Warner Bros. não apenas conquistou o público como também impressionou a crítica.

Com chances reais nas categorias de melhor filme, direção e roteiro original, o longa também deve aparecer com força nas categorias técnicas. No elenco, Michael B. Jordan entrega uma performance dual como irmãos gêmeos, considerada uma das melhores da carreira, acompanhado por Hailee Steinfeld, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku e o estreante Miles Caton.

A Warner, segundo fontes da Variety, está focada na campanha de premiação, mesmo com outro forte candidato vindo por aí — ‘Uma Batalha Atrás ds Outra‘, novo filme de Paul Thomas Anderson com Leonardo DiCaprio. O esforço do estúdio promete aumentar a visibilidade de Sinners entre os votantes da Academia.

Já ‘F1‘, lançado no final de junho pela Apple Original Films, também vem acelerando forte na temporada. Dirigido por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick), o filme combina ação de blockbuster com uma produção sofisticada e realismo técnico. A trama acompanha Sonny Hayes (Brad Pitt), um piloto aposentado que volta às pistas para guiar um jovem talento, Joshua Pearce (Damson Idris).

Com filmagens em pistas reais da Fórmula 1 — como Silverstone, Monza e Spa — e foco em efeitos práticos, ‘F1‘ é tecnicamente impecável, mérito da equipe liderada pelo diretor de fotografia Claudio Miranda e o supervisor de VFX Ryan Tudhope.

Embora esportes e terror tradicionalmente enfrentem resistência nas premiações, tanto ‘F1‘ quanto ‘Pecadores‘ se beneficiam de narrativas fortes e significativas, algo que a nova geração de votantes da Academia, mais jovem e diversa, tem valorizado.

F1‘, por exemplo, segue os passos de ‘Ford vs Ferrari‘ e ‘Top Gun: Maverick‘, que conseguiram quebrar essa barreira.

Terror e esportes no Oscar?
Historicamente, nenhum filme de vampiro foi indicado a melhor filme, e apenas Willem Dafoe foi lembrado por um papel do tipo em ‘A Sombra do Vampiro‘ (2000). Já entre os 601 indicados a melhor filme, apenas 17 eram sobre esportes. Mesmo assim, obras como ‘Corra!‘ e ‘A Substância‘ vêm pavimentando o caminho para o reconhecimento do terror, enquanto ‘F1‘ aposta no mesmo prestígio técnico que levou ‘Top Gun‘ à disputa.

O que esperar?
Com campanhas bem estruturadas e recepção calorosa, tanto ‘Pecadores‘ quanto ‘F1‘ têm combustível de sobra para liderar a corrida até as indicações — especialmente em um ano ainda em aquecimento. Se o restante de 2025 seguir no mesmo ritmo, a disputa promete ser acirrada.

Como destaca a Variety, “se isso é apenas a primeira metade do ano… aperte os cintos.”

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ se torna a segunda maior bilheteria do ano nos EUA

Sucesso absoluto! ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ já soma US$ 423,3 milhões arrecadados apenas nos EUA. Com isso, o novo filme da franquia se tornou a segunda maior arrecadação de 2017 no país, superando os US$ 412 milhões de Mulher-Maravilha, mas ainda precisa ultrapassar os US$ 504 milhões de A Bela e a Fera.

Se o filme se mantiver nesse ritmo, a previsão é que encerre nos EUA com uma arrecadação entre US$ 750 e US$ 800 milhões, o que pode colocá-lo na frente dos US$ 760 milhões de ‘Avatar’, de James Cameron.

Já mundialmente, o filme soma US$ 844,2 milhões e pode chegar a US$ 1 bilhão até o último dia do ano.

Lembrando que o valor ainda vai subir mais nas próximas semanas, quando o filme será lançado na China (5 de Janeiro).

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

 

Sucesso! ‘Deadpool 2’ ultrapassa US$ 500 milhões em apenas 11 dias

Em apenas 11 dias, a sequência Deadpool 2’ ultrapassou a marca de US$ 500 milhões na bilheteria mundial. A informação é do The Wrap.

O filme do Mercenário Tagarela somou US$ 218 milhões somente nos EUA e igualou o desempenho do primeiro longa, que chegou na marca também no mesmo período de tempo.

Deadpool 2 já é a terceira maior estreia do ano nos EUA ao arrecadar US$ 134 milhões em seu primeiro fim de semana e está atrás apenas dos longas do Marvel Studios‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Pantera Negra’.

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

Deadpool 2‘ recebeu a classificação indicativa de 16 anos no Brasil, por “Drogas, Violência Extrema e Conteúdo impactante“.

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

As versões alternativas dos sucessos Hollywood

Filmes nem sempre são como as pessoas se lembram. Muitas vezes é por questão de memória do espectador, que tem mais com o que se preocupar quando a sessão. No entanto, há casos em que o estúdio decide lançar versões estendidas ou alternativas que podem até passar despercebidas, mas costumam fazer grande diferença no produto final. O exemplo mais recente é Deadpool 2, que ganhou um corte “de natal” em 2018 que trouxe cenas novas para os fãs. E isso não é uma prática nova na indústria cinematográfica, como você pode conferir a seguir.

Apocalypse NowTem como melhorar uma obra que já nasce com o mais alto selo de qualidade? Apocalypse Now Redux veio para mostrar que, sim, é possível deixar algo bom ainda melhor quando é trabalhado por um diretor competente e com amplo conhecimento de sua obra.

Lançada em 2001, 22 anos após o original, a nova versão trouxe mais 50 minutos de cenas não utilizadas no corte pra cinema, deixando o filme com um total de 3h20 de duração. Trabalhado por Francis Ford Coppola, esse novo corte aprofundou ainda mais os horrores e os reflexos da Guerra do Vietnã nos soldados. Consolidando mais ainda o título não-oficial de “melhor filme de guerra”.

Superman II – A Aventura ContinuaContinuação do clássico eterno de Richard Donner, Superman II passou por uma situação completamente incomum. Quando ele foi chamado para dirigir o primeiro filme, a Warner o obrigou a assinar um contrato para que os dois longas fossem filmados simultaneamente. Resultado: antes mesmo de Superman – O Filme entrar em pós-produção, Richard já havia filmado aproximadamente 80% de “A Aventura Continua”. Aí veio o problema. Alegando que o diretor havia descumprido o contrato de gravar os dois ao mesmo tempo, a Warner, que queria dar um tom mais leve e divertido para o capítulo II e pretendia gastar menos na produção, mesmo com o sucesso estrondoso do original, demitiu Richard Donner e chamou Richard Lester para comandar a segunda parte.

O problema é que para ter os créditos de diretor, pelos menos 51% do filme deve ter sido gravado pelo profissional. Ou seja, Lester  descartou mais da metade do material já feito por Donner, resultando em um longa inconsistente, confuso e sem aquele charme do original. Em 2006, a Warner recuperou a versão original de Donner e lançou em DVDs. Não chega a ser surpresa dizer que o filme melhora MUITO. Sem tantas bobeiras e mais coerente, o corte traz uma versão mais madura do Superman de Christopher Reeve, que volta a ter aquele brilho motivacional e confiável do primeiro filme.

Blade RunnerCom nada menos que SETE versões oficiais, o clássico da ficção científica teve uma viagem turbulenta ao longo de sua existência. Foram duas versões de teste exibidas com efeitos inacabados e que foi mal recebida pelo público que teve acesso. A versão americana de cinema completamente picotada pelo estúdio, que termina com um final feliz. A versão internacional de cinema, que é praticamente igual a dos EUA, mas um pouquinho só mais violenta. A versão para TV, que teve as cenas de nudez e os palavrões removidos. A versão do diretor, que incluiu o clássico sonho com o unicórnio e deixou aquele final em aberto se Deckard (Harrison Ford) seria ou não um replicante, e a versão “Ultimate Cut”, que foi completamente montada por Ridley Scott e conta com remasterizações de vídeo e som fantásticas. Existe uma versão oficial? Não. Mas se for para considerar uma, a Ultimate Cut é a mais completa.

O Rei LeãoMuita gente nem sabe dessa aqui. Lançada no começo dos anos 2000, a edição especial do DVD de O Rei Leão chegou às lojas brasileiras trazendo o filme editado com um novo número musical, estrelado pela ave Zazu (Rowan Atkinson), chamado “Relatório Matinal” – se você não se lembra dela, a sequência está disponível no YouTube. Como o DVD teve um grande número de vendas, muitas crianças que não viram o longa original em 1994 cresceram achando que Relatório Matinal fazia parte do filme. Ao mesmo tempo, quem não comprou o DVD provavelmente não faz a menor ideia que esse número musical existe. Na minha opinião – de quem cresceu com a versão estendida -, Relatório Matinal é uma parte fantástica do filme e não deveria ter sido removida do corte original.

Demolidor: O Homem Sem Medo

Considerado por muitos como uma das maiores aberrações que o cinema de filmes com super-heróis já produziu, a adaptação cinematográfica do Demolidor trouxe Ben Affleck completamente perdido no papel de Matthew Murdock e Jennifer Garner como Elektra. A versão que foi para os cinemas, TV e DVD é realmente trágica. Parece um clipe de 2h de duração do Evanescence junto a uma atuação MONSTRUOSA do saudoso Michael Clarke Duncan como Rei do Crime. E uma versão bizarra do Mercenário, interpretado por Colin Farrell. É realmente uma ode ao mau gosto.

No entanto, pouco tempo depois, a FOX lançou a versão sem cortes do estúdio, completamente montada pelo diretor, visando o público +18. Parece outro filme. Está longe da visão visceral que a série da Netflix trouxe para o herói, mas é assustador como esses minutos a mais fizeram falta ao filme. Na versão do diretor, os personagens ficam melhor desenvolvidos, com motivações mais convincentes… Enfim, é um longa mais fundamentado.

WatchmenA HQ de Alan Moore é uma das maiores obras da história da nona arte. Repleta de ideologia, críticas ao sistema podre americano, ao universo dos super-heróis, ao imperialismo americano e ao capitalismo, Watchmen é um quadrinho no mínimo genial. Após sofrer muitos boicotes nos bastidores, a trama enfim foi adaptada para os cinemas pelas mãos de Zack Snyder, que fez créditos de abertura fantásticos para a história, mas ficou só nisso mesmo. Apesar de não ser um filme ruim, Snyder parece não ter entendido a essência e a mensagem que Alan Moore quis passar em sua obra. Muito preocupado com a estética da produção, o diretor acabou, por exemplo, enaltecendo o Comediante e o Rorschac, dois representantes do fascismo e do imperialismo dos EUA e dos super-heróis de quadrinhos.

Vendo essa distorção de sua obra, Alan Moore – que sempre se posicionou contrário a uma adaptação de Watchmen, já que o simples ato de fazer isso já corrompia parte do que a HQ defendia – esculhambou o trabalho de Snyder à frente de seus personagens. Como vocês devem imaginar, Snyder justificou dizendo que os problemas eram por conta do estúdio, que havia feito cortes. Quando o filme saiu em mídia física, foi lançado um Snyder Cut, em versão limitadíssima, que traz mais cenas retiradas diretamente dos quadrinhos – como a morte do Coruja original – e uma trama mais simples, tornando o longa mais “palatável”. Como entretenimento, realmente melhora muito, mas ainda falta a ideologia e as críticas. E quem leu o quadrinho sabe que Watchmen pode ser tudo, menos “palatável”.

Deadpool 2Exibido na semana do natal de 2018, Era Uma Vez um Deadpool é a versão para menores de 14 anos do anti-herói desbocado da Marvel. O filme exclui algumas cenas de violência mais pesada, como a chacina internacional da abertura e troca por cenas divertidas do próprio Deadpool lendo o livro de Deadpool 2 para o ator e roteirista Fred Savage, que foi sequestrado pelo mercenário para que ele tivesse para quem contar a história. Também há a adição de cenas novas divertidíssimas, como a versão “responsável” de Wade Wilson (Ryan Reynolds) na mansão dos X-Men. Sabe aquela hora em que ele diz que ejaculou na saboneteira dos mutantes? Pois é, essa cena está nessa versão. Não é tão bom quanto a versão original de Deadpool 2, mas é um divertimento a mais para os fãs do personagem.

 

Crítica | Coisa Mais Linda – 2ª Temporada é uma Ode ao Empoderamento Feminino

A segunda temporada de ‘Coisa Mais Linda’ começa um pouco depois de quando terminou a primeira, dando a resolução do que aconteceu à Malu (Maria Casadevall) e Lígia (Fernanda Vasconcellos). Há ainda o retorno de personagens fundamentais na trama, que chegam para desestabilizar a gerência da casa de música ‘Coisa Mais Linda’ e a amizade entre as mulheres. Com uma nova dinâmica em suas vidas pessoais e afetivas, Malu, Adélia (Pathy Dejesus), Thereza (Mel Lisboa) e Ivone (Larissa Nunes) têm que repensar seus lugares no mundo enquanto mulheres e a necessidade de trilharem seus próprios caminhos de acordo com suas próprias ambições.

Duas grandes diferenças se destacam no argumento da transição da série para essa segunda temporada. A primeira é o giro do protagonismo, menos centrado em Malu e mais aberto às outras mulheres, em especial no desenvolvimento do núcleo de Adélia; em outras palavras, o protagonismo da série recai sobre as vivências de uma mulher negra (oba!). O segundo destaque é o maior enfoque na questão do trabalho, no quanto isso engrandece as mulheres e no quanto é importante pensar numa carreira em qualquer campo que se queira seguir – e no quanto o exercício do trabalho (para além do doméstico) engrandece, liberta e empodera a mulher.

O roteiro de Luna Grimberg com a colaboração de Giuliano Cedroni, Heather Roth, Patricia Corso e Leonardo Moreira intercala bem todos os núcleos das personagens e consegue trabalhar muitos dos temas encontrados na vida de cada uma dessas mulheres: assédio e desvalorização no âmbito do trabalho, o apagamento do nome das mulheres na história, racismo, os contrastes na perspectiva de uma criança negra crescendo em uma família branca, as leis (que foram escritas para favorecer o homem), dentre muitos outros. Sem contar os diálogos profundos, que nos fazem querer anotar tudo num caderninho, como “Cuidado! Não há nada mais perigoso para uma mulher do que a comodidade”, ou “Todo dia parece um pesadelo, mas é na verdade a minha vida” ou o diálogo que pergunta “Você é feliz?”, ao que a mulher responde “Não é a história que eu teria escrito, mas sou feliz sim.” É preciso refletir sobre a potência dessas frases dentro do contexto em que aparecem.

A direção de arte continua impecável e primorosa, com uma cuidadosa recriação estética do figurino, do cenário, do cabelo e dos objetos dos anos 1950/60. É simplesmente de encher os olhos. Mérito também para a equipe de efeitos especiais, que transpuseram um ar lúdico a um saudosos Rio de Janeiro de outrora.

O elenco super em sintonia manteve o nível alto da superprodução e não deixou a peteca cair nessa continuação. Destaque para Pathy Dejesus e Larissa Nunes, que conduziram suas jornadas com bastante firmeza, superação e sorriso no rosto.

A segunda temporada de ‘Coisa Mais Linda’ levanta um questionamento recorrente às mulheres a quem não era dado o poder de escolha: o que faríamos caso pudéssemos ter uma segunda chance na vida? Continuaríamos com o que temos ou faríamos diferente? ‘Coisa Mais Linda’ é um trabalho dedicado de pesquisa, que passa uma mensagem urgente da construção de uma narrativa de sororidade entre as mulheres, não de competição. Mantem-se como uma das séries mais relevantes e bem-feitas dos últimos tempos, que precisa ser vista por todos.

‘Vidro’ pode estrear com US$ 120 milhões nas bilheterias

Vidro‘, sequência de ‘Corpo Fechado‘ e ‘Fragmentado‘, estreia nessa semana e muita gente está ansiosa para conferir a conclusão da trilogia de M. Night Shyamalan

A antecipação é tamanha que o filme deve fazer US$ 120 milhões em sua estreia nos EUA, beneficiando-se do feriado estendido do Dia do Martin Luther King. A projeção do Deadline para o filme é de US$ 100 milhões a US$ 120 milhões.

Oi? M. Night Shyamalan filmou cenas de ‘Glass’ no Brasil; Veja foto!

Após os eventos de “Fragmentado”, Elijah Price (Jackson), também conhecido como Mr. Glass, descobre que David Dunn (Willis) está perseguindo Kevin (McAvoy) e sua figura super-humana, A Fera. Em uma série de encontros crescentes, a sombria presença de Glass surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.

A nova produção contará com o retorno de Bruce Willis, Samuel L. Jackson, James McAvoy e Anya Taylor-Joy. Sarah Paulson, Spencer Treat Clark, Luke Kirby e Adam David Thompson completam o elenco.

A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.

‘Star Trek: Picard’: Série contrata seu showrunner

Star Trek: Picard’, série do panteão homônimo intergaláctico, adicionou um de seus principais elementos: o showrunner.

Segundo o site DeadlineMichael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe. Chabon tem uma extensa filmografia tanto nos cinemas quanto na televisão, incluindo Homem-Aranha 2As Incríveis Aventuras de Kavalier & Clay’ e já era parte da equipe da roteiristas do show.

A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  são as mais recentes adições à produção.

Os detalhes referentes aos seus respectivos personagens permanecem em sigilo.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. Culpepper tem um extenso currículo que incluí episódios de Sleepy HollowGrimmCastleGothamLuciferThe Flash, além de ter entrado no universo intergaláctico com Star Trek: Discovery’.

O produtor da nova série, Alex Kurtzman, não poupou elogios à diretora:

Hanelle é uma diretora habilidosa e dinâmica, cujas escolhas cênicas são sempre enraizadas no personagem. Sou um grande fã de seu trabalho desde começou conosco em ‘Discovery’, e ela é a pessoa perfeita para reintroduzir o amado personagem Picard para os antigos e os novos fãs. Estamos muito animadas em tê-la na mais nova aventura da família Trek. 

BAFTA 2020: ‘Coringa’ lidera a premiação com 11 indicações; Confira a lista completa!

O circuito de premiações teve início no último domingo (05) com a transmissão do Globo de Ouro, um dos principais termômetros para o Oscar. Agora, o BAFTA (a premiação mais importante da indústria do entretenimento britânica) divulgou a lista completa de indicados à próxima edição.

Nada menos que surpreendente, o aclamado ‘Coringa’ lidera o evento com 11 indicações totais, incluindo Melhor Ator para Joaquin Phoenix (que já levou uma estatueta de atuação), Melhor Diretor para Todd Phillips e Melhor Filme.

‘O Irlandês’, de Martin Scorsese, também marcou presença ao ser nomeado para 10 categorias, dividindo a conquista com ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, de Quentin Tarantino.

1917, épico de guerra comandando por Sam Mendes que levou o Globo de Ouro de Melhor FIlme – Drama e Melhor Diretor, compete em nove categorias, enquanto Parasita concorre a quatro estatuetas (incluindo Melhor Filme Estrangeiro).

Margot Robbie marca forte presença no BAFTA ao conquistar duas nomeações – uma por seu trabalho no drama ‘O Escândalo’ e outra por sua atuação no longa-metragem de Tarantino. Entretanto, ela disputa a vitória com Laura Dern (a favorita da categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por ‘História de um Casamento’).

Enquanto isso, a adaptação ‘Adoráveis Mulheres’, de Greta Gerwig, e o original Netflix ‘Dois Papas’, de Fernando Meirelles, foram relembrados em cinco categorias cada.

Confira a lista completa abaixo:

Melhor Filme

1917
O Irlandês
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Parasita

Melhor Filme Britânico

1917
Bait
For Sama
Rocketman
Sorry We Missed You
Dois Papas

Melhor Estreia de um Diretor, Produtor ou Roteirista Britânico

BaitMark Jenkin (Diretor/Roteirista), Kate Byers, Linn Waite (Produtor)
For SamaWaad Al-Kateab (Diretor/Produtor), Edward Watts (Diretor)
M
aidenAlex Holmes (Diretor)
Only YouHarry Wootliff (Roteirista/Diretor)
RetabloÁlvaro Delgado-Aparicio (Roteirista/Diretor)

Melhor Filme Estrangeiro

The Farewell
For Sama
Dor e Glória
Parasita
Retrato de Uma Jovem em Chamas

Melhor Documentário

American Factory
Apollo 11
Diego Maradona
For Sama
The Great Hack

Melhor Animação

Frozen 2
Klaus
Shaun, o Carneiro: Aliens
Toy Story 4

Melhor Diretor

1917Sam Mendes
O Irlandês, Martin Scorsese
CoringaTodd Phillips
Era Uma Vez em… Hollywood, Quentin Tarantino
Parasita, Bong Joon-ho

Melhor Roteiro Original

Fora de Série, Susanna Fogel, Emily Halpern, Sarah Haskins, Katie Silberman
Entre Facas e SegredosRian Johnson
História de um CasamentoNoah Baumbach
Era Uma Vez em… Hollywood, Quentin Tarantino
Parasita, Han Jin Won, Bong Joon-Ho

Melhor Roteiro Adaptado

O IrlandêsSteven Zaillian
Jojo RabbitTaika Waititi
Coringa, Todd PhillipsScott Silver
Adoráveis MulheresGreta Gerwig
Dois PapasAnthony Mccarten

Melhor Atriz

Jessie BuckleyAs Loucuras de Rose
Scarlett Johansson, História de um Casamento
Saoirse Ronan, Adoráveis Mulheres
Charlize TheronO Escândalo
Renée ZellwegerJudy: Muito Além do Arco-Íris

Melhor Ator

Leonardo DiCaprio, Era Uma Vez em… Hollywood
Adam Driver, História de um Casamento
Taron EgertonRocketman
Joaquin Phoenix, Coringa
Jonathan Pryce, Dois Papas

Melhor Atriz Coadjuvante

Laura Dern, História de um Casamento
Scarlett Johansson, Jojo Rabbit
Florence Pugh, Adoráveis Mulheres
Margot Robbie, O Escândalo
Margot Robbie, Era Uma Vez em… Hollywood

Melhor Ator Coadjuvante

Tom HanksUm Lindo Dia na Vizinhança
Anthony Hopkins, Dois Papas
Al Pacino, O Irlandês
Joe Pesci, O Irlandês
Brad Pitt, Era Uma Vez em… Hollywood

Melhor Trilha Sonora

1917Thomas Newman
Jojo RabbitMichael Giacchino
CoringaHildur Guđnadóttir
Adoráveis MulheresAlexandre Desplat
Star Wars: A Ascensão SkywalkerJohn Williams

Melhor Elenco

CoringaShayna Markowitz
História de um Casamento, Douglas Aibel, Francine Maisler
Era Uma Vez em… HollywoodVictoria Thomas
The Personal History Of David CopperfieldSarah Crowe
Dois PapasNina Gold

Melhor Fotografia

1917Roger Deakins
O IrlandêsRodrigo Prieto
CoringaLawrence Sher
Le Mans ’66Phedon Papamichael
O Farol, Jarin Blaschke

Melhor Edição

O IrlandêsThelma Schoonmaker
Jojo RabbitTom Eagles
CoringaJeff Groth
Le Mans ’66, Andrew Buckland, Michael Mccusker
Era Uma Vez em… HollywoodFred Raskin

Melhor Design de Produção

1917, Dennis Gassner, Lee Sandales
O Irlandês, Bob Shaw, Regina Graves
Jojo Rabbit, Ra Vincent, Nora Sopková
Coringa, Mark Friedberg, Kris Moran
Era Uma Vez em… Hollywood, Barbara Ling, Nancy Haigh

Melhor Figurino

O Irlandês, Christopher Peterson, Sandy Powell
Jojo Rabbit, Mayes C. Rubeo
Judy: Muito Além do Arco-Íris
, Jany Temime
Adoráveis Mulheres, Jacqueline Durran
Era Uma Vez em… Hollywood, Arianne Phillips

Melhor Maquiagem e Cabelo

1917, Naomi Donne
O Escândalo, Vivian Baker, Kazu Hiro, Anne Morgan
Coringa, Kay Georgiou, Nicki Ledermann
Judy: Muito Além do Arco-Íris, Jeremy Woodhead
Rocketman, Lizzie Yianni Georgiou

Melhor Som

1917, Scott Millan, Oliver Tarney, Rachael Tate, Mark Taylor, Stuart Wilson
Coringa, Tod Maitland, Alan Robert Murray, Tom Ozanich, Dean Zupancic
Le Mans ’66, David Giammarco, Paul Massey, Steven A. Morrow, Donald Sylvester
Rocketman, Matthew Collinge, John Hayes, Mike Prestwood Smith, Danny Sheehan
Star Wars: A Ascensão Skywalker, David Acord, Andy Nelson, Christopher Scarabosio, Stuart Wilson, Matthew Wood

Melhores Efeitos Visuais

1917, Greg Butler, Guillaume Rocheron, Dominic Tuohy
Vingadores: Ultimato, Dan Deleeuw, Dan Sudick
O Irlandês, Leandro Estebecorena, Stephane Grabli, Pablo Helman
O Rei Leão, Andrew R. Jones, Robert Legato, Elliot Newman, Adam Valdez
Star Wars: A Ascensão Skywalker, Roger Guyett, Paul Kavanagh, Neal Scanlan, Dominic Tuoh

Melhor Curta de Animação Britânico

Grandad Was A Romantic, Maryam Mohajer
In Her Boots, Kathrin Steinbacher
The Magic Boat, Naaman Azhari, Lilia Laurel

Melhor Curta Britânico

Azaar, Myriam Raja, Nathanael Baring
Goldfish, Hector Dockrill, Harri Kamalanathan, Benedict Turnbull, Laura Dockrill
Kamali, Sasha Rainbow, Rosalind Croad
Learning To Skateboard In A Warzone (If You’re A Girl), Carol Dysinger, Elena Andreicheva
The Trap, Lena Headey, Anthony Fitzgerald

Estrela Revelação

Awkwafina
Jack Lowden
Kaitlyn Dever
Kelvin Harrison Jr.
Micheal Ward

‘Armageddon Time’: Robert De Niro e Anne Hathaway entram para o novo filme do diretor de ‘Ad Astra’

Segundo o DeadlineRobert De NiroAnne HathawayOscar IsaacDonald Sutherland entraram para o novo filme de James GrayArmageddon Time. Informações sobre seus papéis ainda não foram revelados.

O grupo se junta à previamente anunciada Cate Blanchett, que será a protagonista.

A história é ambientada em Nova York, em meados dos anos 1980, e gira em torno das experiências do próprio Gray na Kew-Forest School. A diretora do colégio será uma personagem central na trama, mas não se sabe se ela será vivida por Blanchett ou por outra atriz.

Gray ficará responsável pela direção e pelo roteiro. O cineasta é conhecido por obras como Era Uma Vez em Nova York‘Z: A Cidade Perdida’. Recentemente, comandou o drama de ficção científica Ad Astra, estrelado por Brad Pitt e indicado ao Oscar de Melhor Mixagem de Som neste ano.

Rodrigo Teixeira (Me Chame Pelo Seu Nome) será o produtor.

Blanchett já levou para casa duas estatuetas do Oscar, por seu incrível trabalho em Blue Jasmine e O Aviador. Recentemente, foi a vilã de Thor: Ragnarok e co-protagonizou a comédia Oito Mulheres e um Segredo. Na televisão, interpreta a ativista conservadora Phyllis Schlafly em Mrs. America. Ela também está em negociações para participar da adaptação do jogo Borderlands e da sátira sci-fi ‘Don’t Look Up’, com Jennifer Lawrence.

Seu próximos projeto é o remake de O Beco das Almas Perdidas, dirigido por Guillermo del Toro.

Crítica | “I Love It”, de Kylie Minogue, é a música mais alto-astral do ano

Kylie Minogue recuperou as rédeas de sua identidade artística há alguns anos, quando resolveu se afastar do costumeiro pop chiclete explorado em obras como Fever e Aphrodite e investir em novas facetas de suas iterações musicais – como o subestimado Golden, era durante a qual ficou responsável pelos intimistas discursos e pelas poderosas letras que a aproximavam do country-pop. Entretanto, Minogue parece ter entendido, ainda mais de ter visitado o Brasil em março deste ano com um dos melhores shows de sua carreira, que retornar às raízes era uma boa ideia quando o assunto é “reinventar-se” – afinal, revisitar clássicos perdidos no tempo e homenagear aqueles e aquelas que lhe inspiraram é sempre uma ótima pedida.

É por isso que o anúncio de seu novo compilado de originais, Disco, não veio com tanta surpresa: Kylie já anunciava que voltaria ao passado há bastante tempo, fosse com colaborações que passaram longe do radar mainstream, fosse com suas visitas ao estúdio e suas parceria recém-firmadas com produtores apaixonados pela nostalgia musical. O início desse sonho se tornou realidade com o saudosismo de “Say Something”, lead single oficial da nova era, e pela perfeição nu-disco de “Magic” (uma faixa que definitivamente não pode ficar fora das nossas playlists). Agora, através de um anúncio surpresa, Minogue abraçou de vez as divas que regem e abençoam sua discografia, bem, desde sempre.

“I Love It” foi revelado como a terceira música promocional do vindouro CD há poucos dias – e Minogue, na verdade, não preparou um marketing pesado para colocá-la nos holofotes (aliás, nunca nem se preocupou com isso). A ideia era dar à sua legião de fãs mais um gostinho do que está por vir e do que os aguarda na primeira semana de novembro. Mais do que nunca, a artista parece feliz com os resultados de uma mimética honraria a si mesma, passando longe da egolatria desmedida e se rendendo ao divertimento e ao alto-astral em um período que clama pelo escapismo – e a track é um chamativo convite para deixar as preocupações de lado e se jogar numa pista de dança improvisada em nossas casas.

Para a nova canção, Kylie deixou bem explícito que o simples e claro título do álbum é a atmosfera pela qual busca – graças aos deuses da música. Retomando parceria com Richard Stannard, que emprestou seus versos para a supracitada “Say Something” e para icônicas iterações como “In My Arms” e “In Your Eyes”, a narrativa tangencia tons confessionais ao ser acompanhada por batidas sintéticas e por dinâmicos violinos que drenam inspiração de Gloria Gaynor e até mesmo do euro-disco de ABBA (vide “Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)”).

“Dance pela escuridão, juntos eternamente” é a elegíaca premissa que sintetiza essa jornada ultrarromântica, que soa familiar o bastante para nos cativar pela narcótica nostalgia, mas não se perde numa datada construção – muito pelo contrário: é notável o modo como a produção de Duck Blackwell é solidamente coesa para criar lacunas preenchidas por melodias contemporâneas representativas do melhor de 2020 (e o que, no final das contas, a transforma em uma das mais dançantes e evocativas dos últimos meses).

‘Homem-Formiga 3’ ganha título de produção oficial; Saiba qual é!

Segundo o ComicBook.com, o aguardado ‘Homem-Formiga: Quantumania’ ganhou seu título de produção oficial: ‘Goat Rodeo’.

As informações provém de inúmeras notícias nas redes sociais, mas não foram confirmadas pela Marvel Studios.

De qualquer forma, o título levanta certas questões sobre o que podemos esperar acerca do próximo longa-metragem. Afinal, goat rodeo é definido como uma gíria para “algo totalmente, inacreditavelmente e desastrosamente errado, e não há nada a se fazer além de sentar e observar”.

O que você acha que pode acontecer na nova história?

Vale lembrar que Evangeline Lilly, que reprisa seu papel como Hope van Dyne, revelou pelo Instagram que as filmagens começam a partir do verão estadunidense de 2021 (ou seja, entre junho e agosto deste ano).

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ ainda trará Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-Formiga. Evangeline Lilly retorna como Hope Van Dyne/Vespa. Michelle Pfeiffer reprisará seu papel como Janet Van Dyne, enquanto Kathryn Newton será Cassie Lang.

A sequência é roteirizada por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘), com estreia prevista para 2022. Peyton Reed retorna na direção.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

‘O Príncipe Dragão’: Criadores da série falam sobre como foi rodar a 4ª temporada durante a pandemia

Em entrevista ao ComicBook.com, os criadores Aaron EhaszJustin Richmond falaram um pouco sobre a 4ª temporada da aclamada série animada O Príncipe Dragão, revelando detalhes acerca do processo de criação do novo ciclo em meio à pandemia do COVID-19.

“Tivemos mais tempo, por causa da pandemia e por causa do modo como levamos o trabalho e as coisas. Tivemos mais tempo para trabalhar em partes específicas e coisas assim”, Richmond comentou. “E tivemos tempo para desenvolver um jogo de tabuleiro com a Brotherwise e um RPG com a Cortex, além de conseguirmos fazer coisas que expandiram o universo [da série]”.

Durante a mesma entrevista, a dupla também falou sobre o que podemos esperar dos próximos episódios:

“Direi isso: não seria ótimo se retornar um ovo para uma mãe que perdeu o ovo ou retornar um bebê dragão trouxesse paz mundial? Não seria ótimo? Bom, é um passo na direção certa, mas os conflitos e as complicações de Xadia são progundas, e acho que podemos especular sobre personagens diferentes que têm níveis diferentes de idealismo e acreditam que a mudança deve aparecer rapidamente”, disse Ehasz.

Ele continuou: “e acredito que os temas são os mesmos. Acho que as esperanças e os sonhos de nossos personagens são os mesmos, mas o mundo vai se revelar mais complicado do que se mostrou nas primeiras três temporadas”.

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporada já estão disponíveis no serviço de streaming!

‘Jornada Astral’: Programa sobre astrologia apresentado por Angélica já está disponível na HBO Max!

Jornada Astral, novo programa apresentado pela icônica Angélica e também pelo influencer Vitor diCastro e pela astróloga Paula Pires, já está disponível na HBO Max.

A produção foi lançada hoje, 21 de dezembro, na plataforma de streaming.

Jornada Astral é um programa de variedades, original da HBO Max, sobre astrologia. A cada episódio, os apresentadores receberam convidados especiais que trarão informações curiosas e interessantes sobre o zodíaco.

Relembre o trailer:

O programa contará com inúmeros convidados especiais, que incluem Xuxa MeneghelThaynara OGMônica MartelliFernanda SouzaGilberto GilPreta GilLuciano HuckElianaLuiz Fernando GuimarãesKelly KeyLiniker, Sabrina Sato e muitos outros.

Camila Cabello lança o clipe oficial de “Hasta Los Dientes”, single do álbum ‘Familia’; Confira!

popstar cubano-americana Camila Cabello lançou recentemente o videoclipe oficial de “Hasta Los Dientes”, single oficial do álbum ‘Familia’ performado ao lado de María Becerra.

Lembrando que o disco já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Confira:

O álbum também conta com lead single “Don’t Go Yet”, bem como a faixa promocional “Bam Bam”, cantada ao lado de Ed Sheeran, e “Psychofreak”, apresentada ao lado de Willow Smith.

Crítica | Camila Cabello celebra suas raízes cubanas com a explosão dançante de ‘Familia’

Relembre a tracklist oficial:

1. Familia
2. Celia
3. Psychofreak, feat. Willow Smith
4. Bam Bam, feat. Ed Sheeran
5. La Buena Vida
6. Quiet
7. Boys Don’t Cry
8. Hasta los Dientes, feat. María Becerra
9. No Doubt
10. Don’t Go Yet
11. Lola, feat. Yotuel
12. Everyone at This Party

Cabello fez sucesso mundial ao participar da competição ‘The X-Factor’, em que fundou o grupo Fifth Harmony, um dos mais bem-sucedidos do século. Anos mais tarde, fez sua estreia na carreira solo com o disco Camila, que se tornou um dos mais vendidos da época e recebeu vários elogios da crítica especializada. Seu último compilado de originais, Romance, foi lançado em 2019.

‘The Legend of Vox Machina’: Vídeo faz resumão da 1ª temporada antes da estreia dos novos episódios

O Prime Video divulgou um novo vídeo promocional de ‘The Legend of Vox Machina‘, série animada adulta inspirada no clássico jogo ‘Dungeons & Dragons‘.

featurette faz um resumão da temporada de estreia antes do lançamento dos novos episódios, marcado para janeiro de 2023.

Confira:

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

‘DOM’: 2ª temporada da série brasileira já está disponível no Prime Video!

A 2ª temporada da série brasileira DOM já chegou ao catálogo do Prime Video.

Os novos episódios foram lançados hoje, 17 de março, na plataforma de streaming.

Na trama, o bandido gato, Pedro Dom (Gabriel Leone), se torna o criminoso mais procurado do Rio de Janeiro. Após sua prisão, com diversos crimes e esquemas para todo lado, só lhe resta abandonar a sua identidade original e viver como outra pessoa para sobreviver!

Relembre o trailer:

Após os eventos finais da primeira temporada, Pedro Dom (Leone) vai parar na cadeia, Jasmin (Raquel Villar) está grávida e Victor (Flávio Tolezani) acredita que dessa vez pode nunca mais reencontrar seu filho.

A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.

O elenco também conta com Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

‘(Des)Encanto’: Bean parte em sua última aventura no trailer INÉDITO da 5ª temporada; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo da 5ª (e última) temporada da adorada animação adulta ‘(Des)Encanto‘.

Confira, junto à sinopse:

“Tudo termina aqui. As desventuras da bêbada Rainha Bean, seu mal-humorado companheiro Elfo e seu demônio pessoal Luci culminam em uma batalha épica pela Terra dos Sonhos. Para salvar o território do domínio perverso da Rainha Dagmar, Bean deve derrotar sua mãe e superar uma profecia que prediz que ela matará alguém que ama. As apostas são mais altas do que nunca enquanto nossos heróis enfrentam Satanás, um cadáver sem cabeça, um cientista maligno e o mais aterrorizante de tudo – seu verdadeiro destino.”

Lembrando que as outras quatro temporadas já estão disponíveis na Netflix.

A série foi criada por Matt Groening (‘Os Simpsons’ e ‘Futurama’).

A trama é ambientada no reino medieval da Terra dos Sonhos, onde acompanhamos as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, trolls, morsas e muitos tolos humanos.

A produção tem as vozes de Abbi Jacobson, Eric André, Nat Faxon, John DiMaggio e Tress MacNeille.

Karol G receberá o prêmio de Mulher do Ano pela Billboard

Depois de ter faturado um gramofone dourado no Grammy Awards 2024, a icônica cantora e compositora Karol G receberá o prêmio honorário de Mulher do Ano pela conceituada revista Billboard.

Outros nomes que serão homenageados na cerimônia Women in Music, agendada para o dia 06 de março. incluem Kylie MinogueLuísa SonzaVictoria MonétIce Spice e outras.

Lembrando que a performer conquistou seu primeiro Grammy pelo aclamado ‘Mañana Será Bonito’, na categoria de Melhor Álbum de Música Urbana.

O compilado marca seu quarto álbum de estúdio.

Nascida e criada em Medellín, Karol G começou sua carreira quando adolescente e, desde então, fez um estrondo enorme no cenário da música – mergulhando numa mistura incrível de reggaetonpopR&B.

Recentemente, ela também estrelou a cinebiografia ‘Griselda’, da Netflix, ao lado de Sofia Vergara.

Jogos Vorazes | Veja curiosidades de ‘A Esperança – Parte 1’, que completa 10 ANOS em 2024

Em meados de 2010, a indústria cinematográfica passava por uma remodelagem em relação a blockbusters jovem-adultos, como ‘Harry Potter’ e ‘Crepúsculo’ – que funcionava como uma extensão inesperada das sagas literárias em conclusões divididas em duas partes. E, considerando o gigantesco sucesso financeiro que ambas as franquias supracitadas haviam alcançado com a decisão dos estúdios e da equipe criativa, coube à Lionsgate também apostar fichas em algo semelhante com o último capítulo de Jogos Vorazes, intitulado ‘A Esperança’ – que foi uma escolha um tanto quanto inesperada, ponderando o breve romance assinado por Suzanne Collins.

E assim nasceu Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’.

Lançado há uma década nos cinemas mundiais, a trama acompanha Katniss Everdeen em um vórtice de desesperança e destruição, pouco depois de sobreviver à temível arena do Massacre Quaternário dos Jogos Vorazes. Depois que a Capital reduziu o Distrito 12 a destroços, ela se refugiou no Distrito 13. Peeta Mellark foi submetido a uma lavagem cerebral, e agora está sob o domínio de Snow. Então, a presidência quer que Katniss lidere uma “resistência” e mobilize a população em uma empreitada que irá colocá-la no centro da trama para desmascarar Snow.

Trazendo de volta nomes como Jennifer Lawrence em mais uma icônica performance, além de Josh HutchersonWoody HarrelsonDonald SutherlandElizabeth Banks e a introdução de Julianne Moore como a Presidente Alma Coin, o filme recebeu crítica positivas dos especialistas internacionais – em especial ao subtexto político da narrativa -, ainda que tenha angariado certos comentários mais negativos em relação ao ritmo.

Não obstante isso, o longa arrecadou fortes US$755 milhões ao redor do mundo e conquistou inúmeros prêmios e indicações.

Para celebrar o décimo aniversário do filme, preparamos uma breve lista compilando algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • A obra foi dedicada a Philip Seymour Hoffman, que morreu uma semana antes do final das gravações. Como a maioria de suas cenas nos dois últimos filmes já haviam sido filmadas, o papel foi finalizado com outros personagens assumindo suas falas.
  • Effie Trinket (Banks) aparece apenas brevemente no final do romance, mas o filme expande muito seu papel. No romance, os estilistas de Katniss estão presentes no Distrito 13, assim como Fulvia, que é assistente de Plutarch (Hoffman); Effie substitui esses personagens no longa.

  • De acordo com Liam Hemsworth (Gale), Lawrence comia propositalmente alimentos com alho ou atum antes de qualquer cena de beijo entre eles.
  • Para Peeta parecer que foi torturado, muitos pensaram que Hutcherson passou por uma dieta extrema – mas, na realidade, eles usaram CGI para afinar seu rosto e fazê-lo parecer abusado e espancado.
  • Natalie Dormer improvisou de vinte a trinta por cento de suas cenas, principalmente quando sua personagem, Cressida, instrui Finnick (Sam Claflin) e os gêmeos onde ficar antes de filmar seu discurso. Quando questionada sobre como ela fez aquele ato improvisado, Dormer afirmou que se inspirou em como o diretor Francis Lawrence conversava com sua equipe de filmagem entre as tomadas.

  • A letra da música “The Hanging Tree” foi escrita por Suzanne Collins para o livro. A melodia foi composta por Jeremiah Fraites e Wesley Schultz, da banda indie folk americana The Lumineers.
  • O filme foi originalmente planejado para ser lançado na China em 21 de novembro de 2014, mas foi cancelado uma semana antes do lançamento. Isso provavelmente se deveu aos protestos em Hong Kong. O tema político do filme é muito semelhante às exigências dos manifestantes por eleições democráticas em Hong Kong.
  • Lawrence cortou o cabelo bem curto no verão antes do início das filmagens devido aos danos causados ​​​​pelas constantes tinturas dos longas anteriores. Como resultado, ela teve que usar uma peruca.

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  • Lawrence não estava apenas relutante em cantar neste filme, e sim morrendo de medo de fazer isso. A música “The Hanging Tree” foi a primeira cena rodada do projeto, e foi necessário que Francis e vários outros membros do elenco a acalmassem e a convencessem de que ela conseguiria.
  • Moore afirmou que seus dois filhos, ambos fãs dos romances, a convenceram a aceitar o papel de Alma Coin.

Kristen Bell e Adam Brody nos BASTIDORES da aclamada série ‘Ninguém Quer’; Confira!

A série de comédia Ninguém Quer (Nobody Wants This) se tornou o mais recente fenômeno da Netflix – e, agora, acabou de ganhar mais um vídeo promocional.

O material nos leva aos bastidores da atração, mostrando alguns segredos por trás da narrativa.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para uma 2ª temporada.

Após esse sucesso estrondoso, a criadora Erin Foster comentou sobre a segunda temporada.

 Ela acrescentou: “Na primeira temporada, a história se desenrola de forma bem gradual. Vamos continuar exatamente de onde paramos, desenvolvendo tudo com calma, porque não quero que nos adiantemos demais”.

“Meu desejo é que meu programa permaneça no ar o máximo de tempo possível!”, finalizou.

Ninguém Quer’ está disponível na Netflix.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

A primeira temporada conta com dez episódios.

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Crítica | Rainha e País

Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer. Com mais de 30 trabalhos como diretor, seja em curtas, medias ou longas metragens, o cineasta britânico John Boorman volta a falar sobre o universo que cerca uma guerra com esse novo drama Rainha e País. A fita tem alguns arcos bem chatos, o roteiro flutua entre mostrar dramas pessoais com certa profundidade, criar uma novela mexicana com a adição de paixões e a descoberta do amor. Uma fórmula muito cheia de clichês e que se mostra ao longo de todo a projeção bem sonolenta.

O filme, protagonizado pelo ator Callum Turner traz de volta o personagem Bill Rohan que já vimos em Esperança e Glória (1987), também dirigido por Boorman. Agora, já mais velho, é convocado para o exército britânico, onde ele e seu melhor amigo, o maluquinho Percy (Caleb Landry Jones), invocam uma particular briga contra seus superiores cheios de regras na base onde servem e, entre uma boa briga e outra, acabam descobrindo o amor.

Esse longa-metragem, que vem fazendo números bem baixos ao longo do mundo todo (bilheteria), poderia ter adotado a tática do não exagero na hora de transmitir uma mensagem. O personagem Percy, por exemplo, é uma peça importante para que o filme não consiga um ritmo, uma evolução que encha o público de expectativa. Suas artimanhas e malandragens se tornam uma fórmula batida e chata pois dominam a tela não significando muita coisa para a história. O protagonista é esquecido ou passa desapercebido em muitos momentos. Isso atrapalha demais.

Rainha e País é recheado de boas intenções mas que jogados na telona não funciona em nenhum momento. O que prende mais o público são os dramas pessoais , principalmente o vivido pelo carrancudo Sargento Bradley (interpretado pelo ótimo David Thewlis) e a misteriosa personagem Ophelia (Tamsin Egerton) que acaba sendo uma obsessão na vida do personagem principal. Quando paramos para pensar, o protagonista na verdade é um coadjuvante de suas próprias histórias, seja pela fraca atuação de Callum Turner, ou, seja pela falta de força do personagem ao longo da projeção.

Garimpando só os filmaços da PRIME VIDEO? Então confere essa lista imperdível!

Procurar algo bom pra assistir é quase um ritual quando chega aquele momento de relaxar. E, convenhamos, um bom filminho sempre cai bem! Pensando nisso, dei uma olhada no catálogo de um dos melhores streamings disponíveis no Brasil — o Prime Video — e separei algumas ótimas opções pra você conferir. Dá só uma olhada na lista abaixo:

 

Heroico

Na trama, conhecemos Luis Nunez (Santiago Sandoval), um jovem que acabou de entrar em uma escola militar no México em busca de uma estabilidade e também do seguro médico militar para ajudar a mãe que luta contra uma avançada diabetes. Logo nos primeiros dias, se depara com abusos e situações constrangedoras de seu oficial direto Eugenio Sierra (Fernando Cuautle) e embarca em uma jornada sem volta com conflitos que se seguem.

 

O Rei Perdido

Na trama conhecemos Filipa (Sally Hawkins), uma mulher infeliz no trabalho, num recente término de relacionamento com o ex-marido John (Steve Coogan) que certo dia embarca em uma busca inusitada pelos restos mortais do Rei Ricardo III. Indo atrás desse enorme desafio vai descobrindo a solidariedade e novos conflitos que surgem quando pingos de sucesso começam a aparecer nessa jornada.

 

Argo

Na trama, somos guiados para o dia 4 de novembro de 1979 quando a embaixada americana no Irã foi atacada por militantes, fazendo inúmeros reféns. No meio desse caos, seis americanos conseguiram fugir por uma saída secreta e se refugiaram na casa do então embaixador canadense. A CIA chama o especialista em “exfiltração” Tony Mendez (Ben Affleck) que arruma um plano incrível, inventar a gravação de um filme (uma ficção científica, à la “Duna”) e fazer os seis se passarem por parte dessa produção e assim retirar todos dessa zona de perigo.

 

Tempo de Guerra

Lançado no início de 2025 nos cinemas, o drama Tempo de Guerra nos leva até a história real de um grupo de soldados que ficaram cercados em uma casa por inimigos, em meio a conflitos no Iraque.

 

O Conclave

Na trama, que envolve muitas surpresas, acompanhamos a saga do Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) que tem a missão de organizar a sempre misteriosa seleção de um novo papa.

 

Anora

Nesse filme, vencedor de alguns Oscars, acompanhamos a história de uma prostituta que acaba entrando em um relacionamento relâmpago e tumultuado com o filho de um milionário russo, fato que a colocará perto de muitos conflitos.

 

Sem Saída

Na trama, conhecemos Tom (Kevin Costner), um comandante da Marinha norte-americana, boa praça, que em uma festa acaba conhecendo Susan (Sean Young) por quem se apaixona perdidamente. Só que ela é amante do Secretário de Defesa David Brice (Gene Hackman) pra quem Tom irá trabalhar, por intermédio de um colega dos tempos de estudos navais Scott (Will Patton), após se destacar em um resgate num navio em alto mar. Esse triângulo amoroso acaba virando tragédia quando David mata Susan o que resulta em uma caçada a um assassino que já existe mas que insiste em ser intocável levando Tom até uma investigação com o relógio contra ele.

 

Gênio Indomável

Nesse genial projeto, acompanhamos a história de um jovem que trabalha como faxineiro em uma universidade e possui um grande talento para a matemática. Após ser abraçado por um dos professores do lugar, vai contar com a ajuda de um psicólogo para lidar com suas emoções.

 

Para Sempre Alice

Na trama, conhecemos Alice (Julianne Moore), uma conceituada professora e autora de livros que se encontra em uma fase conturbada de sua vida ao ser diagnosticada com Mal de Alzheimer aos 50 anos. Tentando não enlouquecer e espantando a tristeza, encontra um desafogo para suas dores na tentativa de reaproximação com sua filha mais nova, com quem sempre teve muitos problemas e discussões.

 

O Segredo dos Seus Olhos

Na trama, acompanhamos o solitário oficial de justiça Benjamin (Ricardo Darín) que acabara de se aposentar e preso a uma história de seu passado, um caso mal solucionado de assassinato, resolve escrever um livro e assim acompanhamos sua vida no tempo do ocorrido, anos atrás, onde inclusive ele conhece o grande amor de sua vida, Irene (Soledad Villamil). Com o passar dos fatos vamos acompanhando as investigações e absurdos dos fatos, que inclusive fere demais o ex-marido da vítima, uma homem que parou no tempo por conta da tragédia e a quem Benjamin promete ajudar.

 

Os Atores que Também são DIRETORES no Cinema

Dando continuidade à nossa matéria sobre os artistas que são verdadeiras ameaças duplas, agora chega a segunda parte com os homens. Primeiro, sempre as mulheres, e caso você não tenha lido a matéria sobre as atrizes que também se destacaram como diretoras de cinema, confira abaixo no link. Nesta segunda parte, veremos alguns (não todos, obviamente – então nos perdoe os que deixarmos de fora / mas quem sabe irão figurar em outra matéria) dos atores que mais se destacaram atrás das câmeras no comando de produções. Algumas das quais, bem famosas inclusive.

Leia também: As Atrizes que Também são DIRETORAS no Cinema

Assim como as damas, estes cavalheiros dirigiram e continuam a dirigir filmes de prestígio, grandes produções e inclusive obras premiadas. Alguns, até mesmo, conseguiram mais destaque em suas carreiras como cineasta, do que atingiram em sua filmografia na frente das câmeras. Para esta matéria, selecionamos os atores que continuam a trabalhar como diretores, e que prometem novos longas em breve. Vamos conhecer abaixo.

Bradley Cooper

De galã em filmes bobos de comédia, Bradley Cooper quis rapidamente se desassociar de tal imagem, mostrando que era um talentoso intérprete, com bastante alcance dramático caso a ocasião pedisse. É claro que o astro mostra que não é sisudo, voltando a se divertir em produções escapistas de tempos em tempos. Mas atualmente ninguém duvida de sua qualidade como ator. Nomeado para nada menos que 8 Oscar (dentre os quais 4 por atuação), Cooper ainda não tem uma estatueta do Oscar para chamar de sua – o que faz dele um dos artistas mais injustiçados da Academia na atualidade. Temos certeza, porém, que seu prêmio sai em breve.

É preciso ter vivido debaixo de uma rocha nos últimos dois anos para não saber que Bradley Cooper fez sua estreia como diretor no filme sensação Nasce uma Estrela (2018), o qual igualmente protagonizou, ao lado da estrela da música Lady Gaga. O filme é, na verdade, a terceira refilmagem de uma mesma história, já contada no cinema em 1937, 1954 e 1976. Mas Cooper não é diretor de um filme só, e já prepara seu segundo longa com Maestro, biografia do músico Leonard Bernstein, condutor renomado de musicais da Broadway, o qual irá igualmente protagonizar, programado para a estreia em 2021.

Clint Eastwood

Esse dispensa apresentações. Mas você sabia que Nasce uma Estrela seria originalmente dirigido por Clint Eastwood, e teria a musa Beyoncé no papel principal? O astro nonagenário tem mais de 70 créditos como ator e começou sua carreira ainda na década de 1950. Embora tenha ficado muito marcado pelos faroestes que fez no início de carreira, seu primeiro trabalho nas telonas foi como um cientista de laboratório, numa participação não creditada no terror A Revanche do Mostro (1955), sequência do clássico O Monstro da Lagoa Negra (1954).

Como diretor, Eastwood estreava duas décadas depois, em 1971. Novamente, seu primeiro passo como cineasta não foi num tipo de filme associado à sua persona de durão, mas sim no suspense Perversa Paixão, no qual vive um radialista que se torna alvo de uma mulher obsessiva. Já são mais de 40 créditos como diretor, incluindo duas vitórias na função – pelos filmes Os Imperdoáveis (1992) e Menina de Ouro (2004). Apesar de ter anunciado a aposentadoria com A Mula (2018), Eastwood voltará como ator e diretor em Cry Macho, uma história de redenção e amizade entre um idoso cowboy e um menino, já em fase de pós-produção.

John Krasinski

Conhecido por seus papeis em séries de comédia, vide The Office, John Krasinski ressurgiu em cena como um diretor prestigiado. Tudo, é claro, quando roteirizou e dirigiu o sucesso Um Lugar Silencioso (2018), o qual igualmente estrelou ao lado da esposa, a atriz Emily Blunt. O filme mostra um mundo pós-apocalíptico onde os sobreviventes precisam viver em silêncio a fim de não despertar a ira de monstruosas criaturas guiadas pelo som. O trabalho ajudou inclusive Krasinski a ser visto como ator dramático, conseguindo o papel principal na série de suspense e espionagem Jack Ryan, da Amazon.

Um Lugar Silencioso, porém, não foi sua estreia na direção. O ator havia comandado dois outros longas antes: as comédias dramáticas Brief Interviews with Hideous Men (2009) e A Família Hollar (2016) – além de alguns episódios da citada The Office (entre 2010 e 2012). Com a pandemia do coronavírus, Um Lugar Silencioso 2, um dos filmes mais aguardados de 2020, precisou ser adiado para o ano que vem. Quem viu garante que Krasinski não deixou a peteca cair.

George Clooney

Aproveitando a estreia da nova superprodução da Netflix, a ficção O Céu da Meia Noite, chega agora na lista o ator/diretor George Clooney. O astro, é claro, comanda a citada obra e também a protagoniza na pele de um cientista solitário no Ártico tentando impedir a volta de astronautas para o nosso planeta, após uma realidade devastadora ter se instalado. Clooney, assim como Cooper, quis se afastar o mais rápido possível da imagem de galã em filmes comerciais, disposto a mostrar seu talento em obras mais dramáticas e exigentes.

E o ator conseguiu, já que possui uma estatueta do Oscar em casa por sua performance em Syriana – A Indústria do Petróleo (2005) e outras três nomeações. Como diretor também já foi indicado, por seu segundo filme, Boa Noite e Boa Sorte (2005), nomeado a 6 Oscar, incluindo melhor filme. Clooney tem seis filmes como diretor em sua filmografia – incluindo o recente O Céu da Meia Noite – e também duas séries de TV: Unscripted (2005) e Catch-22 (2019).

Denzel Washington

Um verdadeiro monstro sagrado do cinema mundial, o astro Denzel Washington atingiu aquele patamar dos grandes, no qual é considerado o melhor ator da atualidade por muitos fãs de cinema. Ele realmente pode fazer de tudo, e já fez de tudo, inclusive assumir a direção de filmes. Sua estreia como cineasta ocorreu no mesmo ano de sua segunda vitória como ator (por Dia de Treinamento), com o filme Voltando a Viver (2002), biografia de Antwone Fisher, jovem negro, militar da marinha americana, com graves problemas de raiva e violência. Washington também atua, como o terapeuta do rapaz.

Denzel já dirigiu inclusive um episódio da adorada série de TV, Grey´s Anatomy (2016), sua única incursão pela telinha. Seu terceiro filme, foi também o mais prestigiado. Um Limite entre Nós (Fences) é baseado na celebrada peça de August Wilson, e foi indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme, e saiu vitorioso do prêmio de melhor atriz para Viola Davis. O astro está preparando agora seu quarto filme, Journal of Jordan, sobre um militar na guerra de Bagdá, deixando um diário para seu pequeno filho – o longa é protagonizado pelo ótimo Michael B. Jordan.

Ben Affleck

O astro Ben Affleck conhece os altos e baixos da carreira de ator como poucos em Hollywood. De fato, antes de se tornar diretor, sua carreira ia bem mal das pernas, entregando fiascos consecutivos como protagonista. Mas a guinada viria com a adaptação de um livro para o cinema, o thriller Medo da Verdade (2007) – na humilde opinião deste amigo que vos fala, ainda seu melhor filme como diretor. O longa põe em questão a legitimidade de atos terríveis com a finalidade de “um bem maior”.

Há quem diga que Affleck começou a atuar melhor, e elevou seu jogo como intérprete, após ter se tornado um cineasta igualmente. Depois seguiram Atração Perigosa (2010) e o ápice como realizador, o vencedor do Oscar de melhor filme, Argo (2012). Como nem tudo no mundo é justo, Affleck levou o Oscar como produtor de Argo, mas sequer foi indicado como diretor, é mole? Mesmo que seu último filme até então seja o menos apreciado pela crítica (A Lei da Noite, de 2016), Affleck vem aí como diretor novamente no drama de guerra Ghost Army e no drama criminal baseado em Agatha Christie Witness for the Prosecution.

Mel Gibson

Com franquias de sucesso debaixo do braço, como Mad Max e Máquina Mortífera, Mel Gibson se transformou num dos astros mais requisitados das décadas de 1980 e 1990. Mas, se por um lado não teve reconhecimento como ator dramático de prestígio, embora tenha tentado em produções como Hamlet (1990), se enveredou no início dos anos 90 a comandar sua primeira produção atrás das câmeras. E assim como cineastas como Clint Eastwood, Gibson subvertia sua imagem de herói machão e truculento ao se revelar um realizador sensível. Foi em O Homem sem Face (1993), uma história sobre um professor deformado e recluso (vivido pelo próprio astro) e sua amizade com um menino, que Gibson exibiu sinais de ser um diretor talentoso pela primeira vez. O ator, no entanto, já havia comandado um documentário de TV dois anos antes.

Mas nada prepararia o mundo para a segunda investida de Mel Gibson como diretor. Foi no ambicioso Coração Valente (1995) que o astro entraria para o hall dos grandes cineastas da história do cinema, ao ponto de correr o risco de ficar mais conhecido na segunda função do que como intérprete. Coração Valente, um épico medieval de guerra, venceu 5 Oscar, incluindo melhor filme. Porém, Gibson deixaria de lado a cadeira de diretor por quase uma década, somente para tomar o mundo do cinema de novo de assalto com A Paixão de Cristo (2004), sucesso fenomenal, apostando no subgênero dos filmes religiosos – o qual o cineasta fez questão que fosse todo falado em aramaico.

Apocalypto (2006) foi uma aposta ainda mais arriscada, sem qualquer nome conhecido na frente das câmeras, esse conto de aventura visceral relata os últimos momentos do império Maia. Mais dez anos, e Gibson – já enfrentando sérios problemas na vida pessoal, que o excluíram de Hollywood – era convidado a retornar graças à sua criação em Até o Último Homem (2016), filme de guerra incrível sobre um combatente que se recusou a pegar em uma arma, devido à suas convicções religiosas. Agora, Mel Gibson, o diretor, está tirando do forno o remake do faroeste Meu Ódio Será sua Herança (The Wild Bunch, 1969), com Michael Fassbender e Jamie Foxx à frente do elenco, e programado para estrear em 2022.

Crítica | O Exorcista – 1×06 (Star of the Morning)

Depois da grande reviravolta no episódio anterior – que ligou diretamente os eventos da série com os do filme original –, esperava que a repercussão pudesse atrair novos espectadores. Infelizmente, ao invés de melhorar, a audiência de The Exorcist caiu, marcando novamente 0.6. É realmente uma pena que a audiência não esteja em sincronia com a qualidade da série, que só aumenta a cada semana. E o pior é que há riscos desses números descerem ainda mais nos futuros episódios, afinal de contas, os roteiristas apresentaram uma reviravolta bastante ousada, que provavelmente nem todos irão engolir de boa-fé. Não é nada particularmente tão chocante, mas com certeza fará algumas cabeças virarem.

Quem são os verdadeiros vilões desta temporada? O roteiro parece ter respondido isso essa semana, dando conclusão ao mistério envolvendo os assassinatos ritualísticos que aconteceram durante os primeiros episódios. Os roteiristas já haviam flertado com a possibilidade da igreja em si estar corrompida, mas eles levaram isso a outro nível esta semana. Alguns dos principais líderes não só estão corrompidos, como também são diretamente responsáveis pelo massacre. Eles usam seus próprios corpos como receptáculos para demônios, o que acaba por ser uma realidade muito mais perturbadora do que eu havia previsto. E, com pessoas cedendo de bom grado os seus corpos, fica evidente que o demônio no corpo da Casey não entrou por causa de ocasião, mas sim por vingança mesmo.

Como já era esperado, essa semana vimos uma maior interação entre a Angela e a sua mãe, assim como também o desenvolvimento da complicada relação entre as duas. O roteiro fez um ótimo trabalho ao apresentar pontos de vista válidos para ambos os lados, o que nos fazer compreender cada uma das personagens. Vimos o quanto a imagem de “garota-diabo” prejudicou o crescimento da Angela, e também serviu para justificar a troca do seu nome. A Kat também foi puxada no centro dessa relação, se conscientizando mais a respeito do passado da mãe e também sobre o erro que ela cometeu no episódio anterior ao chamar a polícia. É interessante ver que agora todos estão na mesma página, concordando que um demônio querendo atingir aquela família.

A única coisa que me incomodou foi a atitude do Henry, que estava extremamente chato em todos os momentos em que apareceu. Ainda não está claro qual o objetivo do personagem na trama, e a sua direção parece ter mudado no decorrer da temporada – principalmente no primeiro episódio, onde ele basicamente é acusado de ser um vegetal. Acredito que há chances dele ser uma peça importante no final da temporada. Talvez o roteiro nos pegue de surpresa, mostrando que era ele quem carregará o Pazuzu no corpo o tempo inteiro ao invés da Casey. Seria uma virada interessante na trama, mas não acho que o personagem tem carisma suficiente para fazer com que nos importemos com ele.

Essa semana nós ainda tivemos novas homenagens ao clássico, sendo a mais evidente delas a caminhada bizarra da Casey no túnel, fazendo alusão à icônica descida da Regan, torcida como se fosse uma aranha. A Casey chegou até mesmo a andar pela parede, fazendo valer a metáfora através um ângulo mais literal. A personagem está evidentemente deteriorada, cheia de cortes – uma versão mais leve e realista que a original –, e o seu processo de “transformação” deve continuar acontecendo até a Season Finale, então ainda devemos esperar que sua aparência fique ainda mais degradada.

Agora que o verdadeiro inimigo entrou em foco, o que os dois padres protagonistas podem fazer para vencer essa guerra? A trama está apresentando proporções muito maiores do que um simples exorcismo. Há toda uma conspiração, demônios dominando as ruas, e a podridão corroendo a própria igreja. Como vencer um inimigo que se espalha como um vírus pela cidade? Só restam apenas mais 4 episódios até o final da temporada, e eu estou rezando para uma boa conclusão, afinal de contas, a audiência não tem ajudado muito, e uma segunda temporada parece cada vez mais improvável. Mas não vamos perder a fé, não é mesmo?

Crítica | O Exorcista – 1×03 (Chapter Three: Let ‘Em In) 

Saiba quantos episódios terá a série ‘O Exorcista’