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‘Harry Potter: De Volta à Hogwarts’ tem erro hilário e você nem percebeu; Confira!

O especial Harry Potter: De Volta à Hogwarts’ já está disponível na HBO Max, trazendo diversas curiosidades e lembranças através de entrevistas com os astros da amada saga.

Entre os convidados, não poderiam faltar James e Oliver Phelps, intérpretes dos gêmeos Fred e George Weasley, respectivamente.

No entanto, em um momento da entrevista, o nome de James é trocado com o de Oliver, e o erro só foi notado depois que Oliver compartilhou a gafe em seu perfil do Instagram.

Na publicação, ele brincou, dizendo:

“Acho que depois de todas aquelas pegadinhas ao longo dos anos, alguém decidiu se vingar. Foi fantástico fazer parte da reunião de ‘Harry Potter‘. Espero que todos tenham gostado.”

Confira:

E aí, você já assistiu o especial?

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O especial reúne Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto ao diretor Chris Columbus e outros membros do elenco e da equipe criativa, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.

Anteriormente, Watson se emocionou ao falar pela primeira vez sobre a produção.

Harry Potter era minha casa, minha família, meu mundo e Hermione (ainda é) minha personagem fictícia favorita de todos os tempos. Acho que um jornalista uma vez disse que era irritante quantas vezes durante uma entrevista eu mencionei como tinha sorte e comecei a contar … MAS EU SABIA BEM!!! E ainda sei Obrigado aos fãs que continuaram a mostrar seu apoio após o último filme. A magia do mundo não existiria sem você. Obrigado por lutar para torná-lo um lugar tão inclusivo e amoroso.

Ainda sinto falta da equipe que fazia esses filmes o tempo todo. Obrigado por todo o seu trabalho árduo também – sei que suas contribuições às vezes são esquecidas.

Feliz 20º aniversário, Potterheads! Esperamos que você aproveite o 20º aniversário de Harry Potter: Retorno a Hogwarts, que vai ao ar no dia de Ano Novo, 1º de janeiro na HBO Max. ⚡️ Muito pelo que esperar. 😊”, ela escreveu.

O especial também traz Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

Detonado pelos críticos, AÇÃO com Sylvester Stallone e astro de ‘Stranger Things’ faz sucesso na Netflix

O novo filme estrelado pelo Sylvester Stallone foi massacrado pelos críticos, recebendo apenas 9% de aprovação no RT, mas está fazendo sucesso na Netflix.

O thriller criminal ‘Memória de um Crime‘ (Backtrace) estreou em 5º lugar entre os filmes mais vistos do streaming.

Segundo o consenso dos críticos, “não é exagero dizer que Memória de um Crime é o equivalente cinematográfico de uma dor de cabeça. É muito ridículo e mal escrito para ser um thriller policial completo e muito sério para ser um filme B agradável.”

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, um psicótico ladrão de bancos, interpretado por Matthew Modine, passa por uma cirurgia no cérebro após seu último assalto, desenvolvendo amnésia. Com esse novo quadro clínico, ele acaba sendo encaminhado para uma prisão psiquiátrica, onde um colega de cela e um médico, interpretados respectivamente por Ryan Guzman e Meadow Williams, farão de tudo para recuperar sua memória e encontrar o dinheiro roubado – a ponto de tirá-lo da  penitenciária. Nessa jornada, o detetive Sykes, vivido por Sylvester Stallone, passa a rastrear seus passos, a fim de garantir que o crime seja solucionado.

O elenco ainda conta com Matthew Modine (‘Stranger Things‘) e Christopher McDonald.

Memória de um Crime‘ foi roteirizado por Mike Maples, sob a direção de Brian A. Miller.

 

Os PIORES Filmes de Terror de 2021

Hoje, no penúltimo dia de 2021, trazemos para você uma matéria muito especial. Como sabemos, 2021 foi a parte 2 do fatídico ano de 2020 – o ano que não aconteceu. Mas não uma parte 2 qualquer. 2021 foi para 2020 o que O Exterminador do Futuro 2 foi para o seu original; ou o que Aliens – O Resgate foi para o primeiro Alien (acho que chega de citações a James Cameron – embora estejamos torcendo para que Avatar 2 se junte a esta seleta lista). Já deu para pescar por estas referências aonde queremos chegar. Isso mesmo, sequências que são melhores que seus originais. Assim foi 2021, um ano que se “manteve fiel ao seu original, porém, o elevou a outro patamar”. Leia-se, vacinas que nos aproximaram à normalidade de uma era pré-pandemia.

Neste penúltimo dia de 2021, a matéria selecionada para fechar o ano com chave de ouro não poderia ser outra do que uma voltada a um gênero que não apenas amamos, como também foi responsável pela criação do site CinePOP: o terror. Mas não apenas uma matéria, e assim como no recente Duna, nos inspiramos em Villeneuve para gerar uma matéria em duas partes. Em 2021, recebemos inúmeros filmes de terror de qualidade, que foram responsáveis pela empolgação dos fãs. E como de costume também, o ano nos trouxe algumas produções desagradáveis, no pior sentido da palavra, que serão garantia de chacota por um bom tempo. Nessa matéria dupla iremos apresentar o que de melhor e pior o ano nos trouxe no gênero terror. E aqui começaremos pelo ponto mais baixo, com os 10 piores filmes de terror de 2021. Confira e não deixe de comentar.

10) Halloween Kills – O Terror Continua

Definitivamente é triste termos que incluir na lista dos piores este filme. Não que a franquia Halloween já não tenha visto sua cota de altos e baixos no cinema ao longo dos anos desde sua criação em 1978. Mas acontece que esta era para ser uma nova trilogia de excelência, após um início promissor com o reboot Halloween (2018). Embora não tenha sido um filme unânime, é indiscutível o fato de que o reboot foi um sucesso, de crítica e público. Assim, a expectativa estava nas alturas para esta continuação direta. Mas o que todos parecem concordar em relação a esse novo longa, é que se trata de uma bagunça violenta e sem muita imaginação, que se preocupou mais em servir de analogia para “fazer justiça com as próprias mãos”, do que em criar um filme coeso, com começo, meio e fim. Além, é claro, de um terror satisfatório.

09) Tem Alguém na Sua Casa

Para cada acerto como a trilogia Rua do Medo e Céu Vermelho Sangue, a Netflix dá suas gloriosas mancadas igualmente. Afinal, quem poderia esquecer a atrocidade Vende-se esta Casa. Provando não ser muito diferente do longa citado, a plataforma estreou este Tem Alguém na Sua Casa, que chegou com as credenciais de ter os mesmos produtores da franquia Invocação do Mal e da prata da casa Stranger Things. A trama mostra uma cidadezinha sendo aterrorizada por assassinatos de jovens. Os crimes são cometidos por um psicopata que usa máscara de suas vítimas. A única vantagem aqui parece ser o protagonismo de uma jovem atriz negra, a bela Sydney Park.

08) Vozes e Vultos

A diferença entre esta e a produção acima da Netflix, é que a anterior não havia gerado qualquer hype em seu lançamento, já que não conta com rostos conhecidos no elenco e se trata basicamente de um terror adolescente. Seria o caso de se fizesse sucesso, estaria no lucro. Com este longa que chega agora na lista em oitava posição a coisa muda de figura. Baseado num livro, esta produção era uma das grandes apostas da Netflix para o início do segundo trimestre de 2021. E para isso a plataforma contratou a jovem Amanda Seyfried para protagonizar e emprestar seu status ao longa. O resultado, no entanto, foi no mínimo incoerente, com um  desfecho tão absurdo (do nível de Calmaria, 2019), que promete alienar todo e qualquer espectador do filme. Um dos motivos de sua existência parece ter sido apenas o mote de um terror feminista, uma jovem esposa lutando contra o abuso do marido. O problema é que esqueceram de criar uma história ao redor deste mote.

07) Espiral – O Legado de Jogos Mortais

Como você pode notar, a lista está repleta de produções promissoras de 2021, que despertaram grande interesse de seu público desde o anúncio, mas que terminaram resultando em imensas decepções. Quem se junta a este seleto clube agora é esta espécie de reboot da franquia Jogos Mortais. Convenhamos, após sete filmes e um reboot anterior (ocorrido em 2017), ninguém em sã consciência aguentava um novo Jogos Mortais. E foi aí que espertamente os produtores alistaram a participação do comediante Chris Rock para um envolvimento maior com um novo exemplar. Quando foi anunciado, o projeto fez todo e qualquer cinéfilo coçar a cabeça pensando como seria esse filme. Uma comédia? Uma sátira? Um terrir? Misturar gêneros é muito bom. Mas foi aí que lembramos de Halloween (2018), também escrito por um humorista (Danny McBride), resultando num longa sem qualquer humor. E foi por onde seguiu Espiral, um filme que apenas repete os anteriores, traz no elenco Rock e Samuel L. Jackson, e se mostra um desperdício completo.

06) Atividade Paranormal 7

Com o advento das plataformas de streaming dominando o mercado cinematográfico atual, todo e qualquer grande estúdio de Hollywood correu para emplacar sua plataforma, ainda mais numa época de cinemas fechados. E com a Warner (HBO Max) e a Disney deu muito certo. Mas com uma em especial, o resultado não foi bem assim. Trata-se da Paramount+, que ainda procura seu lugar ao sol. Seguindo de perto a cartilha dos outros streamings, a Paramount procurou lançar filmes exclusivamente em sua plataforma a fim de impulsionar sua marca no mercado. O problema é que os filmes escolhidos para isso foram Infinito, com Mark Wahlberg, e este reboot de Atividade Paranormal – filmes que a maioria dos espectadores sequer se deram o trabalho de assistir para dizer que são ruins. E sim, eles são ruins.

05) Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City

Sabe aquela máxima de que não existe nada ruim que não possa ficar pior? Pois bem, após seis filmes com os fãs reclamando que a franquia Resident Evil, de Milla Jovovich e Paul W.S. Anderson, no cinema não tinha nada a ver com os jogos, eles foram finalmente atendidos pela Sony. O estúdio tratou de tirar do papel um longa que fosse fiel ao espírito dos games, ou seja, uma proposta mais voltada para o terror e o suspense do que de fato para a ação. E o que podemos dizer é: sim, o reboot de Resident Evil pode ser considerado um terror. E não, o filme não é bom. Passando totalmente em branco, o novo longa sequer foi notado. O lance com os filmes antigos é que apesar da falta de fidelidade, ganhou ao longo dos anos uma base sólida de fãs. Que igualmente se posicionaram contra o reboot, deixando o novo longa querido por um total de zero pessoas.

04) Hypnotic

Outra produção “querida” da Netflix chega agora à lista. A atriz Kate Siegel já se mostrou uma protagonista eficiente, isto é, ao menos quando é comandada nas produções do maridão, o talentoso Mike Flanagan, vide Hush: A Morte Ouve (2016), A Maldição da Residência Hill (2018) e Missa da Meia Noite (2021). Para azar da moça, que precisa seguir trabalhando, este Hypnotic não contou com qualquer envolvimento de Flanagan. Ou seja… Aqui, o mote é a hipnoterapia, uma forma de tratamento terapêutico em que a hipnose é utilizada. Como esperado, algo sai muito errado no tratamento da protagonista. Mas quem sofre de verdade somos nós.

03) Rogai por Nós

Na virada do milênio, mais precisamente em 1999, algumas produções resolveram investir no evento para suas tramas – e como deixar passar uma oportunidade tão suculenta, em especial para o gênero do terror. Assim, produções no estilo “messiânicas”, que se utilizavam da religião também chegavam aos montes. Em especial destacamos Fim dos Dias e Stigmata. O lance é que esse tipo de filme se tornou basicamente um subgênero, derivando uma verdadeira enxurrada de produções que ecoam até hoje. E esta narrativa foi usada em 2021, sendo que duas obras caíram diretamente em nossa lista dos piores. A primeira delas é esta Rogai por Nós, protagonizado por Jeffrey Dean Morgan. Na trama, uma moça surda é visitada pela Virgem Maria e volta a ouvir. Depois disso, estranhos acontecimentos passam a acontecer ao redor da jovem, levantando a dúvida de se tal entidade era de fato Maria – algo feito com muito mais esmero em Missa da Meia Noite.

02) O Sétimo Dia

Como dito, seguindo a linha do item acima de produções de “terror messiânicos”, temos esta mistura de O Exorcista com Dia de Treinamento, que andou frequentando muitas listas dos piores do ano e se encontra atualmente no acervo da Amazon Prime Video. Quem sai perdendo nesta é o talentoso australiano Guy Pearce, que estrela no papel de um padre exorcista, “saindo em ronda” com um celibatário novato, em seu primeiro dia no cargo. A dupla irá se deparar com um terror indescritível que os fará duvidar de sua fé. E se este longa lhe parece extremamente genérico, como uma mistura ruim de clássicos, saiba que ele foi escrito em 10 dias pelo também diretor Justin P. Lange, e filmado num período de 24 dias. Trabalho rápido no estilo “o que vier de retorno financeiro é lucro”.

01) Na Mente do Demônio

Quem ganha o troféu de “latão” com a honraria de ser o pior filme de terror de 2021 é… este Na Mente do Demônio – outra produção que você pode conferir no acervo da Amazon Prime Video e conferir por si próprio sua qualidade, ou falta de. Quem diria que o promissor sul africano Neill Blomkamp terminaria desta forma? Bem, é claro que ele pode dar a volta por cima e se tornar um nome quente na indústria de novo. É o que esperamos no fundo. Mas também precisamos nos atentar para o fato de que aqui o cineasta atinge o fundo do poço em sua carreira. Depois de trabalhos que experimentavam com o caos de seu país em ficções científicas cruas e viscerais, vide Distrito 9, Elysium e Chappie, as portas começaram a se fechar para o sujeito. Ainda mais após ter tido uma adaptação de Alien negada. Assim, restou a Blomkamp aderir ao gênero terror, numa produção mais intimista. Além, é claro de falar mal de quem está por cima, como o diretor Denis Villeneuve. E você o que achou deste filme?

Adiamento de ‘Morbius’ pode ser o primeiro de MUITOS em 2022

Na última segunda-feira, 03 de janeiro, o público recebeu notícias um tanto quanto surpreendentes e decepcionantes ao mesmo tempo. Afinal, a Sony Pictures tomou a decisão de adiar o lançamento do aguardado Morbius pela sexta vez, reagendando a estreia do longa-metragem para o dia 01 de abril.

Ainda que não se saiba o motivo oficial da mudança de data, acredita-se que a principal razão tenha sido o aumento de casos de COVID-19 não apenas nos Estados Unidos, mas também no mundo – principalmente com a ascensão da nova variante, a Ômicron.

Nas últimas 24 horas, os EUA registraram mais de 1 milhão de casos diários da doença, sendo esta a primeira vez que ocorre desde o início da pandemia. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o número é o dobro do recorde anterior, que registrara 590 mil casos. Além disso, as informações indicam que 103 mil pessoas estão internadas no país em virtude do COVID-19 – e os altíssimos números são reflexo da não adesão completa à campanha de vacinação e aos problemas enfrentados pelo próprio governo em reforçar a necessidade do imunizante (via G1).

Considerando essa nova onda de infecções no país (em que Nova York voltou a se tornar epicentro da pandemia), é bem provável que Morbius tenha sido apenas o primeiro título a sofrer adiamento. Neste ano, diversos blockbusters chegarão aos cinemas e prometem levar o público às salas da mesma maneira que o recente ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ fez – e, apesar de reaquecer a economia cinematográfica, pode agravar o número de infecções pelo Coronavírus e por suas variantes, principalmente a Delta e a Ômicron.

Vale lembrar que, em virtude do aumento de casos, diversos eventos de grande calibre também sofreram alteração de data, incluindo o Oscar e o Critics’ Choice Awards; é provável que o Grammy Awards, agendado para 31 de janeiro, também seja adiado.

Enquanto nada é confirmado, diversos títulos bastante aguardados estão na reta para serem pospostos, incluindo ‘Pânico’ (com estreia em 13 de janeiro), ‘Jackass Forever’ (04 de fevereiro) e ‘Uncharted’ (11 de fevereiro). Longas como ‘Batman’ (03 de março) e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ (05 de maio).

Recentemente, a rede Cinemark confirmou que a produção terá 108 minutos (1 hora e 48 minutos) de duração, configurando-se como o segundo filme mais curto da Sony, atrás apenas de ‘Venom: Tempo de Carnificina’ (1 hora e 37 minutos).

Além disso, ‘Morbius terá classificação para maiores de 13 anos por conta de “intensas sequências de violência, algumas imagens assustadoras e linguagem inapropriada”.

Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.

Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outros que sofrem seu mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta desesperada. Inicialmente, o resultado parece ser um grande sucesso, mas os poucos uma escuridão consome o médico, que se transforma em um perigoso caçador.

O elenco também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris e Matt Smith.

‘A Journal for Jordan’: Drama dirigido por Denzel Washington e estrelado por Michael B. Jordan é massacrado pela crítica

O drama baseado em fatos reais, ‘A Journal for Jordan‘, dirigido por Denzel Washington e estrelado por Michael B. Jordan, já está em exibição nos Estados Unidos, mas não agradou muito a crítica especializada, conquistando meros 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, “a comovente história baseada em fatos reais tropeça nas telas, graças à direção indistinta e abordagem excessivamente sentimental de Denzel Washington.

Ainda assim, os cinéfilos amaram a produção, que alcançou 95% de aprovação por parte da avaliação do público.

Confira as principais avaliações:

“A voz pessoal que Canedy forneceu em suas memórias e que tornou seu livro tão atencioso e tão memorável está faltando”. – Robert Daniels, Slate

“Adams e Jordan têm uma conexão calorosa e envolvente na tela e há um toque de humor surpreendente, mas bem-vindo, conforme seu romance se desenvolve”. – Nell Minow, RogerEbert.com

“Seus elementos de conselho amoroso e póstumo e tragédia inevitável contribuem para uma boa estrutura. Mas este retrato é muito limpo, muito inquestionável e muito receptivo para chegar à um nível maior de profundidade”. – Michael Ordoña, Los Angeles Times

Denzel Washington dirige essa adaptação (o roteiro é de Virgil Williams) com cuidado, respeito e um conhecimento profundo das histórias de amor dos negros – que não chegam às telas o suficiente”. – Lisa Kennedy, New York Times

“Além das brincadeiras animadas provocadas pelos atores de vez em quando, este trabalho parece ser muito mecânico, ao invés de uma revelação criativa e iluminadora de um relacionamento incomum entre duas pessoas emocionalmente atentas”. – Todd McCarthy, Deadline Hollywood Daily

“O filme é sério e também um pouco astuto, mas não ao ponto de evitar que seja comovente. Espere derramar uma lágrima, ou duas, em sua conclusão”. – Mark Feeney, Boston Globe

Lembrando que o filmes ainda possui data de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

A produção adapta o livro de Dana Canedy, lançado em 2008, ‘Journal for Jordan: A Story of Love and Honor‘.

O drama é é baseado na história verídica do Sargento Charles Monroe King (Jordan), um soldado enviado ao Iraque que começa a manter um diário de amor e conselhos para seu filho pequeno. De volta a casa, a editora sênior do New York Times Dana Canedy (Chanté Adams) revisita a história de seu relacionamento improvável e transformador com King e sua devoção duradoura por ela e seu filho. Um relato abrangente de um amor único na vida, o filme é um poderoso lembrete da importância da família e do custo excessivamente humano da guerra.

O longa foi roteirizado pelo indicado ao Oscar, Virgil Williams (‘Mudbound: Lágrima Sobre o Mississipi‘).

‘Moonfall’: Astronautas encaram o lado escuro da lua em BELÍSSIMO pôster IMAX do sci-fi; Confira!

A IMAX divulgou um belíssimo pôster do vindouro sci-fi de catástrofe ‘Moonfall, dirigido por Roland Emerich (‘O Dia Depois de Amanhã’).

A imagem traz um trio de astronautas encarando o lado escuro da lua.

Confira:

“Em 2022, a humanidade vai encarar o lado escuro da lua”, diz a legenda.

Anteriormente, a Diamond Films divulgou divulgou um clipe com os CINCO primeiros minutos legendados do longa, que aos cinemas brasileiros no dia 10 de fevereiro.

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Com orçamento de US$140 milhões, a trama é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.

Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh GadPatrick WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

‘As Agentes 355’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova ação estrelada por Jessica Chastain e Lupita Nyong’o; Confira!

Dolby divulgou com exclusividade um novo vídeo promocional que nos leva aos bastidores de ‘As Agentes 355, ação estrelada por Jessica Chastain, Lupita Nyong’o, Diane KrugerPenélope CruzBingbing Fan.

Lembrando que o filme tem estreia agendada para o dia 13 de janeiro de 2022 nos cinemas nacionais.

Confira:

Na trama, quando uma arma ultrassecreta cai nas mãos de um grupo de mercenários que ameaçam o mundo, a agente da CIA Mace Brown (Jessica Chastain) terá que unir forças para uma missão letal com a agente alemã Marie (Diane Kruger); a ex-membro do MI6, especialista em computadores, Khadijah (Lupita Nyong’o); a psicóloga Graciela (Penélope Cruz), e com Lin Mi Sheng (Bingbing Fan), uma mulher misteriosa que está rastreando todos os seus movimentos. Cheio de adrenalina, ‘As Agentes 355’ apresenta inúmeras cenas de ação ao redor do mundo, dos cafés de Paris e mercados do Marrocos à riqueza e glamour de Xangai.

Assista ao trailer completo e siga o CinePOP no YouTube:

Além das cinco protagonistas, o filme também é estrelado por Sebastian Stan (‘Vingadores: Endgame’) e Edgar Ramírez (‘A Garota no Trem’).

As Agentes 355 é dirigido por Simon Kinberg (roteirista, diretor e produtor de ‘X-Men: Fênix Negra’, produtor de ‘Deadpool’ e ‘Perdido em Marte’ e roteirista e produtor dos filmes X-Men), que também é co-roteirista e co-produtor do longa.

A produção executiva é de Richard Hewitt (‘Bohemian Rhapsody’).

‘Meu Pé de Laranja Lima’: Drama com João Guilherme e José de Abreu estreia na Netflix

O drama fantástico ‘Meu Pé de Laranja Lima’, adaptação do clássico romance assinado por José Mauro de Vasconcellos, já está disponível na Netflix.

O título foi lançado hoje, 04 de janeiro, na plataforma de streaming.

Na trama, Zezé (João Guilherme Ávila) é um garoto de oito anos que, apesar de levado, tem um bom coração. Ele leva uma vida bem modesta, devido ao fato de que seu pai está desempregado há bastante tempo, e tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que, um dia, conhece Portuga (José de Abreu), um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo.

Relembre o trailer:

Marcos Bernstein ficou responsável pela direção e também assinou o roteiro ao lado de Melanie Diamantas.

Caco CioclerEduardo DascarFernanda ViannaPedro ValleLeônidas José e outros também fizeram parte do elenco.

Com críticas relativamente positivas, o longa foi elogiado pelas atuações do elenco e pela fotografia de Gustavo Hadba. Além disso, conquistou o prêmio de Melhor Filme Infanto-Juvenil no Festival de Roma, além de ter sido selecionado para o Troféu Redentor no Festival do Rio.

‘Cyrano’: Romance musical estrelado por Peter Dinklage abre com 82% de aprovação no RT; Veja as críticas!

Cyrano é o mais novo projeto estrelado pelo múltiplo vencedor do Emmy Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) – e vem fazendo um sucesso considerável por parte da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com 82% de aprovação dos especialistas, com nota 6.90/10 baseada em 51 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, o filme é “desequilibrado, mas irresistível” e se consagra como um “bem performado musical do clássico conto”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Meramente uma peça bonita de época, com muitas músicas medíocres e uma grande decepção no final” – ReelReviews.

“[Dinklage] pode realmente fazer qualquer coisa” – FilmWeek.

“Mirado na mediocridade, Cyrano dá muito pouco ao amor” – Mashable.

“Dinklage salva o dia, sendo mundano, sarcástico e tristemente divertido frente às crueldades do destino” – New Yorker.

“A enésima adaptação cinematográfica de Cyrano de Bergerac, aqui está uma ideia louca o suficiente para funcionar” – Splice Today.

Joe Wright (‘Orgulho e Preconceito’) comanda a adaptação.

Baseado na peça homônima de Erica Schmidt, que, por sua vez, é inspirada no clássico romance Cyrano de Bergerac’, o filme também conta com Haley Bennett (‘Sete Homens e um Destino’), Bashir Salahuddin (‘História de um Casamento’) e Ben Mendelsohn (‘Rogue One’).

Cyrano de Bergerac’ gira em torno de um homem com nariz excessivamente grande que tem plena consciência de sua aparência. Dessa forma, ele usa outro homem para ajudá-lo a conquistar a garota de seus sonhos.

O filme ainda não tem data de estreia confirmada no Brasil.

A atemporal narrativa serviu de inspiração para diversas rom-coms contemporâneas, como Sierra Burgess é uma Loser e Você Nem Imagina.

O livro já foi adaptado diversas vezes para o cinema, ganhando uma versão em 1950, dirigida por Michael Gordon, e outra em 1990, estrelada por Gérard Depardieu.

‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’: Cena deletada com irmão de Tom Holland vaza na internet; Confira!

A sequênciaHomem-Aranha: Sem Volta para Casa quase contou com uma participação especial de Harry Holland, irmão mais novo do astro Tom Holland. No entanto, sua curta cena acabou sendo cortada da versão final do filme.

Ainda assim, o vídeo em questão já está circulando na internet e foi divulgado por um usuário do Twitter.

Na sua pequena participação, Harry deu vida a um “ladrão sem nome”, que acaba sendo detido pelo Amigo da Vizinhança. No material divulgado, é possível vê-lo pendurado de ponta cabeça, suspenso por um equipamento que simula as icônicas teias de aranha.

Confira:


Além de conquistar 94% de aprovação no Rotten Tomatoes (com 98% de aprovação por parte do público), o longa já arrecadou mais de US$1,37 bilhão nas bilheterias mundiais. Logo, não é surpresa que a companhia tenha apostado fichas nas principais premiações de 2022, incluindo o Oscar.

Como bem notaram alguns fãs, a Marvel e a Sony Pictures iniciaram sua campanha para promvoer o filme ao Oscar, apresentando materiais promocionais com a tagline “Para Sua Consideração”, sugerindo que a produção deve ser indicada a todas as categorias do Academy Awards – incluindo Melhor Filme.

Confira:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Sony lança campanha para ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ ser indicado ao Oscar

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa se tornou uma das maiores anomalias da era pandêmica – e um dos filmes mais bem-sucedidos da história não apenas da Marvel, mas também da indústria cinematográfica.

Além de conquistar 94% de aprovação no Rotten Tomatoes (com 98% de aprovação por parte do público), o longa já arrecadou mais de US$1,37 bilhão nas bilheterias mundiais. Logo, não é surpresa que a companhia tenha apostado fichas nas principais premiações de 2022, incluindo o Oscar.

Como bem notaram alguns fãs, a Marvel e a Sony Pictures iniciaram sua campanha para promvoer o filme ao Oscar, apresentando materiais promocionais com a tagline “Para Sua Consideração”, sugerindo que a produção deve ser indicada a todas as categorias do Academy Awards – incluindo Melhor Filme.

Confira:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Imperdoável’: Sandra Bullock explica como a cena mais tensa do filme foi feita; Confira!

‘Imperdoável’, suspense dramático estrelado pela vencedora do Oscar Sandra Bullock, estreou na Netflix há algumas semanas e, agora, a plataforma de streaming se reuniu com a atriz para explicar como uma das cenas mais tensas do filme foi feita.

A sequência em questão traz Bullock finalmente revelando a verdadeira história por trás de sua prisão para a personagem de Viola Davis.

Confira:

O vencedor do Oscar Christopher McQuarrie (Os Suspeitos) fica a cargo do roteiro, enquanto Nora Fingscheidt comanda o projeto.

Após cumprir pena por um crime violento, Ruth volta ao convívio na sociedade, que se recusa a perdoar seu passado. Discriminada no lugar que já chamou de lar, sua única esperança é encontrar a irmã, que ela havia sido forçada a deixar para trás.

Vincent D’Onofrio, Jon Bernthal, Richard Thomas, Linda Emond, Aisling Franciosi, Rob Morgan e Viola Davis completam o elenco.

‘Sanditon’: 2ª temporada da série de época ganha novas imagens promocionais; Confira!

PBS revelou recentemente as novas imagens oficiais da 2ª temporada de Sanditon, série de época baseada no romance inacabado de Jane Austen.

Os próximos episódios irão estrear no dia 20 de março de 2022.

Confira:

A série foi criada por Andrew Davies.

Sanditon conta a história de Charlotte Heywood (Rose Williams), uma jovem que, na Inglaterra do século 19, se muda com a família para a cidade de Sanditon. Recém-saída do interior, a impulsiva Charlotte logo se vê confrontada com as intrigas e flertes locais. E o primeiro morador que cruza seu caminho é Tom Parker (Kris Marshall), um carismático e bem-humorado rapaz que sonha em transformar a monótona vila de pescadores em um resort elegante. Em seguida, Charlotte conhece Lady Denham (Anne Reid), uma viúva de caráter forte que se orgulha muito de seu poder e sua influência sobre os aldeões. Ao mesmo tempo, Charlotte se depara com o belo Sidney Parker (Theo James), que trabalha dia e noite para demonstrar o potencial seu povo. Sem querer, ela acaba envolvida na vida desses e de muitos outros aldeões, com os quais entra em conflito devido a uma visão de mundo completamente diferente.

Kate AshfieldCrystal ClarkeTurlough ConveryJack FoxMatthew NeedhamAlexandra Roach e outros completam o elenco.

PÂNICO 4 | Metalinguagem na Era das Redes Sociais e Aplicativos

Se um filme dependesse exclusivamente das bilheterias para comprovar a sua qualidade, Pânico 4 iria ser mais um caso de naufrágio de franquias. Apesar de não ter lucrado o esperado, principalmente se comparado com o estouro financeiro dos antecessores, a produção é mais uma cuidadosa descida ao longo do espiral de insanidade promovido por mais um (ou dois) assassinos que atacam no retorno da final girl Sidney Prescott para Woodsboro. Em sua turnê do livro de autoajuda escrito para expurgar os seus demônios internos, a personagem reencontra Dewey e Gale para mais uma incursão de medo, mortes e outros desafios. Com uma abertura metalinguística excepcional, Pânico 4 reflete a violência na era das redes sociais e do amplo alcance da imagem no mundo virtual. É uma sociedade confusa em seus valores, a clamar por heróis que muitas vezes, não passam de figuras mais frágeis que seus adoradores. Desta vez, novas histórias serão resgatadas, os diálogos referenciais tornam-se ainda mais humorados e inteligentes, numa narrativa empolgante e bastante reflexiva. Qual o preço da fama? Há pessoas com carmas levados para a totalidade de suas vidas? O quão amplo pode ser um ferimento promovido por um trauma que insiste em retornar para se fazer presente e memorável? Essas são algumas questões que podem ser levantadas ao longo da sessão de entretenimento deste quarto momento da franquia dirigida por Wes Craven.

Agora, chegou o nosso momento de análise pormenorizada do filme. Acompanhe cada quadro e veja alguns dos principais momentos de Pânico 4.  Vamos nessa?

Em sua abertura, Pânico 4 traz discussões sobre os limites da indústria em seu processo de reciclagem de narrativas já desgastadas no circuito de produção e consumo. Enquanto assistem ao filme dentro do filme, as personagens debatem acerca do desenvolvimento do terror na contemporaneidade. Uma delas (abaixo) diz que as refilmagens de meninas asiáticas e zumbis já chegaram ao excesso e a outra, irritada, a esfaqueia durante a discussão. Esta é uma cena de Facada 7, ironia dos realizadores para sagas como Jogos Mortais e afins, exauridas e bizarras depois que passaram dos seus três episódios iniciais. Sobre as personagens anteriores, morenas, temos uma discussão sobre o novo contexto das redes sociais e dos psicopatas. Discute-se sobre o Assassino do Facebook e logo mais, saberemos que elas são personagens de Facada 6, assistidas pela dupla de Facada 7, também personagens assistidas por outras duas jovens do contexto de Pânico 4, mais desenvolvido no próximo tópico. Destaque: num breve trecho, um dos diálogos critica a metalinguagem pós-moderna e num tom sarcástico e autorreferencial, diz isso funcionou em 1996, mas que agora não mais.

As primeiras vítimas de Pânico 4 discutem os absurdos da franquia Facada. Uma delas critica o nível de inteligência dos filmes e aponta que falta lógica e bom-senso dos desenvolvedores. A outra, num tom humorado, diz que a amiga está pensando demais, tendo como resposta uma rápida devolutiva: “eu estou pensando demais ou estes realizadores estão pensando de menos?”. Ao explicar que esse é o motivo para não assistir estes filmes de terror, ela continua o dialogo com sua amiga que delineia os caminhos da saga Facada, inicialmente inspirada na vida de Sidney Prescott, desgastada mais adiante com os rumos da história que até teve uma viagem no tempo em seu quinto filme. Ao trazer referências importantes da metalinguagem na cultura pop recente, o diálogo reflete como os filmes da saga de Ghostface são alimentados pelo arcabouço de referências ao gênero terror, em especial, o slasher, para se manter na ativa, acionando antigos cinéfilos interessados no tema e também as novas gerações.

Depois da clássica cena de abertura com as mortes que estabelecerão o tom de Pânico 4, Sidney Prescott chega em Woodsboro e encontra a cidade toda ornamentada por jovens que adoram relembrar o “massacre” do passado. É um daqueles típicos eventos estadunidenses que fazem ode ao que é justamente para ser esquecido, haja vista o grau de violência física e psicológica em torno dos acontecimentos. Logo adiante, temos o trio de garotas que centralizam a linha narrativa da produção entre os primeiros momentos e o arco final. Elas dialogam sobre a chegada de Sidney, prima de Jill (Emma Roberts), candidata a final girl que pregará uma peça em todos bem próximo ao final. Na conversa, uma delas diz que a franquia de Sidney é tão trágica que deveria ser Premonição, a famosa saga sobre a morte a perseguir sobreviventes indevidos.

Numa breve conversa com uma de suas policiais, Dewey reforça que a tragédia de uma geração é a piada de outra, numa referência aos adornos espalhados pela cidade. Logo depois disso, é chamado para uma emergência, indo em direção ao local do assassinato da abertura, catalisador dos horrores de Pânico 4. Abaixo, Gale encontra Sidney no lançamento do livro. Fica aparente o seu desconforto com o desenvolvimento da amiga que superou alguns traumas e conseguiu seguir adiante, diferente da repórter que se tornou apenas a esposa do xerife. Esse é o movimento que faz Gale despertar para a nova empreitada de investigação em torno de Ghostface, num momento de alimentação de sua antiga paixão: a mídia.

Durante o lançamento do livro de Sidney, Dewey chega para informar que algo ali está conectado com a cena de crime da abertura. É quando eles descobrem que alguém deixou um recado de sangue para a protagonista na mala de seu carro alugado para o período na cidade. Gale, ciente da situação na qual todos estão inseridos, desperta para retornar ao seu posto de apaixonada pela cobertura midiática dos fatos. Na clássica cena no interior de uma sala de aula, os estudantes discutem literatura, filosofia e são surpreendidos com a notícia da morte das colegas de instituição, início de um alvoroço semelhante ao que ocorre no espaço externo, tomado por veículos de imprensa e jornalistas interessados no esperado furo de reportagem.

Gale Weathers domina várias passagens onde luta pelo estabelecimento dos seus ideais enquanto personagem que sempre esteve no protagonismo para a resolução do mistério envolvendo as mortes nos três filmes antecessores. Na primeira cena, ela discute com o seu marido, o xerife que a quer de fora da investigação, algo complexo para alguém com faro jornalístico. No segundo quadro, temos o encontro de Gale com a assistente de Sidney, editora puxa-saco que leva a maior bronca da repórter fora de ação que se diz ainda reconhecer durona depois de dar “um fora” na jovem com pouco bom-senso.

Depois dos primeiros sustos, Sidney rememora o seu passado ao chegar no quarto de Jill e a encontrar num momento semelhante ao seu com o namorado assassino em Pânico. O desenvolvimento da cena, por sinal, é muito parecido, sendo este outro dos tantos momentos autorreferenciais em Pânico 4. No quadro seguinte, Sidney entra e Ghostface dialogam pela primeira vez no filme. É um momento de tensão, ocorrido após a morte de uma das amigas de Jill, brutalmente assassinada em seu quarto enquanto conversava ao telefone. O antagonista é claro e objetivo: o seu interesse não é exatamente a final girl, mas as novas possibilidades de matança. Sidney ainda entra num embate com o “monstro”, mas a figura consegue fugir e guardar a sua ira para a eletrizante batalha do desfecho.

Depois do assassinato testemunhado pela janela da casa de Jil, Sidney segue para casa arrasada, sentida por não ter conseguido poupar a vida da jovem, relembrando-se dos fatídicos acontecimentos e perdas entre Pânico e Pânico 3. A sua assistente, com postura semelhante ao que era Gale nos dois primeiros filmes da franquia, diz que já agendou a sua visita aos programas televisivos que desejam entrevista-las. E para completar, alega que já fechou com a editora para o lançamento de mais livros e que Sidney pode dar o preço que quiser. Decepcionada, a protagonista questiona se ela leu e entendeu a sua trajetória no livro e numa resposta bastante irônica, a assistente interpretada por Alisson Brie informa que ainda não, pois está à espera do filme sobre o conteúdo. Demitida, ela é eliminada mais adiante, num estacionamento.

Interessada em retomar a sua saga de repórter investigativa, Gale Weathers descobre que precisa se associar aos mais jovens da região para conseguir acessar determinadas informações. Com isso, precisa atender ao pedido de um deles: levar Sidney Prescott, considerada uma celebridade, para o clube de cinema da escola. Lá, a cena nos oferta algo além dos debates nos ótimos diálogos metalinguísticos. Temos também a direção de arte caprichosa nos quadros com posters de clássicos, tais como Quadrilha de Sádicos e imagens de Jamie Lee Curtis, a adorada final girl Laurie Strodie, de Halloween – A Noite do Terror. Mais adiante, a maratona dos sete filmes da franquia Facada ocorre numa região afastada da cidade. Gale descobre e vai ao local, sendo surpreendida e quase aniquilada por Ghostface, assassino que agora não apenas mata, mas também registra os seus crimes, como uma espécie de troféu.

No momento da chegada de Gale Weathers, os jovens estão assistindo Facada, o primeiro filme da franquia. É o mesmo trecho de abertura exibido em Pânico 2, quando o casal interpretado por Omar Epps e Jada Pinket-Smith estão no cinema e morrem nas mãos cruéis de Ghostface. O momento é uma referência ao clássico Psicose, de Alfred Hitchcock, famoso por sua peculiar cena de assassinato no chuveiro. No quadro seguinte, Kirbie dialoga com os organizadores da maratona, jovens cinéfilos que talvez sejam os assinantes dos crimes até então.

Após o ataque, Gale Weathers, até então firme nas três produções antecessoras da franquia, sai de cena para se recuperar do ataque de Ghostface. Ela retorna apenas no humorado e intenso desfecho, repleto de metalinguagem, tal como todo o filme. Antes de sua saída, no entanto, a personagem expõe para o marido xerife, as novas condições de produção do antagonista, isto é, matar e registrar isso com suas câmeras, tendo em vista postar na internet. No quadro seguinte, o grupo de personagens mais jovens se encontram na casa de Kirbie para assistir filmes de terror, algo que aconteceria na festa cancelada pela polícia após o ataque sofrido por Gale. A entrada na casa define o terceiro e supostamente último ato de Pânico 4.

Após ser instigada por Ghostface ao telefone, Sidney segue para a casa onde o ato de revelação dos assassinos se estabelecerá. A sequência tem os seus momentos de reflexão, mas o foco é a eletrizante perseguição entre os ainda sobreviventes e o assassino impiedoso que registra os seus crimes para criar conteúdo de violência explícita na internet. No quadro seguinte, as dúvidas em torno do conceito de confiança são estabelecidas entre os personagens. Sidney questiona se Kirbie confia no jovem que se diz inocente, mas está ensanguentado do lado de fora e pede socorro. Neste momento, referências ao primeiro filme são apresentadas: primeiro, a paranoia acerca dos prováveis culpados e inocentes, seguida de uma suposta vítima posicionada como o namorado de Casey Becker, a personagem de Drew Barrymore, aterrorizada na icônica abertura do clássico moderno, em 1996. O feixe de referências fica cada vez mais intenso nesta sequência de acontecimentos que nos levam ao sufocante desfecho, por sinal, surpreendente.

No primeiro quadro, a cena que faz referência ao primeiro assassinato de Pânico, isto é, o namorado da personagem de Drew Barrymore. Questionada sobre filmes de terror para garantir a sua sobrevivência, Kirbie precisa responder ao antagonista na linha telefônica e salvar não apenas a sua pele, mas a do amigo do lado de fora, acossado por Ghostface. Na cena, temos a citação aos tantos casos de clássicos refilmados, numa rápida referência ao movimento de releituras que tomou o sistema na época. Pânico 4, de certa maneira, pode também ser considerada como uma sequência que emula muitos traços dos antecessores, em especial, do primeiro filme, reconfigurados com novo elenco, mas com estrutura dramática e estética bastante parecida. Logo adiante, Kirbie descobrirá que abrir a porta foi um erro que lhe custa a vida.

O epílogo ocorre no hospital, pois como já podíamos prever, matar Sidney seria uma postura ingrata dos realizadores. Assim, no desfecho do ato na casa de Kirbie, descobrimos que Jill, a prima da final girl, é uma das idealizadoras do projeto de matança que não poupou sequer a própria mãe. Doentio, o discurso da jovem versa sobre leitura, mídia, busca desenfreada pela fama e violência numa sociedade mediada por imagens e padrões exaustivos o tempo inteira. Inicialmente, o interesse era manter a dupla com um dos jovens do clube cinéfilo, mas a sua ambição é maior que o próprio projeto então a alternativa é aniquilar o acompanhante e fazer-se de vítima ao lado da prima que ela acreditava estar morta, mas que na verdade sobreviveu ao seu ímpeto de fúria. Renovador em sua proposta, Pânico 4 é um dos pontos altos de uma franquia que só desandou rapidamente no desenvolvimento de seu terceiro filme. Ademais, é uma ótima reflexão sobre violência na sociedade estadunidense, embutida numa narrativa que também funciona como ótimo produto de entretenimento.

 

 

Por que viajar com Tom Hanks pode ser um grande PERRENGUE?

Indicado muitas vezes e vencedor duas vezes do Oscar de Melhor Ator (de maneira consecutiva), um dos rostos mais conhecidos quando pensamos em cinema em todo o planeta, filho de um chef de cozinha e uma enfermeira, Tom Hanks começou a atuar no teatro, na Universidade de Sacramento, na Califórnia. Com uma carreira brilhante com dezenas de filmes que enchem os olhos de cinéfilos e cinéfilas, um fato bastante curioso chama a atenção quando analisamos com uma lupa algumas de suas obras.

Não sei se vocês já viram um famoso meme, que volta e meia ganha ares de ineditismo, onde mostram determinadas cenas de filmes do ator e os perrengues que seus personagens atravessam após certas viagens: seja na terra, seja no ar, seja no mar. Embarcando nessa onda, resolvemos trazer para você leitor uma série de filmes onde fica comprovado Por que viajar com Tom Hanks pode ser um grande perrengue:

 

Capitão Phillips

Baseado no livro Dever de Capitão de Richard Phillips, o longa-metragem do excepcional diretor britânico Paul Greengrass, nos apresenta mais uma viagem na vida do experiente Capitão da marinha norte-americana Richard Phillips. À bordo do gigantesco Maersk Alabama, no ano de 2009, sofreu junto com sua tripulação a inusitada situação de ser sequestrado no meio do oceano por um grupo de piratas oriundos da Somália. Lutando contra o tempo, utilizando todo o conhecimento que tem sobre a embarcação e contando com a ajuda de sua tripulação, Phillips trava uma difícil batalha psicológica com o líder dos piratas.

 

Greyhound

Com um orçamento de cerca de 50 milhões de dólares, com roteiro escrito pelo próprio Tom Hanks baseado no livro The Good Shepherd, de C.S. Forester, Greyhound, estrela no catálogo da Apple Tv é um filme de guerra sem muitas pausas para absorvermos os inúmeros termos náuticos de combate em meio a um oceano atlântico que lembra o bom e velho batalha naval que jogávamos na infância. Na trama, dirigida pelo cineasta Aaron Schneider, conhecemos o capitão da marinha norte-americana Ernest Krause que tem uma missão muito complicada, na fase inicial da Segunda Guerra Mundial, liderar diversas embarcações de mais de três dúzias de navios norte-americanos e britânicos a cruzar o enorme Oceano Atlântico e protege-los dos ataques perigosos dos enormes submarinos nazistas. Ao longo de todo o filme, vamos vendo toda a angústia e pressão na cabine de comando.

 

Sully: O Herói do Rio Hudson

Se o herói mudasse, se tornaria uma nova história. Dirigido pelo mestre Clint Eastwood, baseado em fatos reais e em memórias do livro Highest Duty: My Search for What Really Matters, de Chesley ‘Sully’ Sullenberger e Jeffrey Zaslow, Sully: O Herói do Rio Hudson é um daqueles filmes que fisgam a gente não só por ter um final feliz mas pelas grandiosas interpretações de seus artistas, principalmente do protagonista. Na trama, conhecemos a história do incrível do pouso heróico no Rio Hudson de um avião nos Estados Unidos, com lotação, e todos escapam ilesos. Analisando todo o contexto do acidente, e os problemas sucessivos logo após a decolagem, o longa metragem faz um completo raio-x também do comandante do avião, o piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger (Tom Hanks) e toda a burocracia que ele e o co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart) para provar que a melhor decisão foi a tomada.

 

O Náufrago

As invertidas que a vida nos traz. Mostrando todas as facetas de uma luta pela sobrevivência em um ambiente não preparado para mentes fracas, no exato ano de 2000 chegava aos cinemas de todo o mundo o longa-metragem dirigido por Robert Zemeckis, O Náufrago. Na trama, conhecemos um simpático, querido e dedicado funcionário da Fedex que se vê em uma grande enrascada quando o avião em que ele estava, indo para a Malásia, acaba caindo sobre o Oceano Pacífico durante uma tempestade. Ele acaba sendo o único sobrevivente e consegue chegar até uma ilha deserta onde precisará ter muita força e criatividade para vencer os medos frequentes.

 

Apollo 13

Quem não gosta de um bom filme sobre os tempos de guerra fria, das famosas corridas especiais? Tom Hanks e o diretor Ron Howard adoram esse universo e durante algumas conversas resolveram recriar no cinema, em meados da década de 90, o famoso caso da expedição Apollo 13. Na trama, acompanhamos três astronautas que tinham como missão inicial ir pra lua mas acabam sofrendo uma pane elétrica na nave em que estão fazendo com que eles precisem de muita criatividade para poder voltar pra a Terra. O trabalho mostra também a questão da imprensa nessa história, sem repercussão nenhuma no lançamento do foguete mas com massiva cobertura quando do desastre ao triunfo.

 

O Terminal

Em uma das inúmeras parcerias entre Hanks e Steven Spielberg, no ano de 2004 chegou nos cinemas o interessante filme O Terminal. Contando a saga de Viktor Navorski, um simpático cidadão da Europa Oriental que vê seu país simplesmente sofrer um golpe de estado o que o deixa sem cidadania e com passaporte desatualizado, precisando assim passar meses no aeroporto de Nova Iorque já que não pode entrar nos Estados Unidos e nem voltar pra casa.

Assinantes da Netflix estão ADORANDO nova série de suspense de Harlan Coben que é cheia de reviravoltas

A Netflix lançou sem muito alarde em seu catálogo a minissérie de suspense Fique Comigo (‘Stay Close’), baseada no romance homônimo de Harlan Coben.

Os assinantes do streaming estão adorando a produção, apesar do ritmo lento e da história completa.

Na trama, as vidas de um fotojornalista, uma mãe e um detetive de homicídios viram de cabeça para baixo quando um evento terrível do passado volta a assombrá-los.

Nas redes sociais, os assinantes elogiaram as reviravoltas chocantes da trama.

Confira:

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi escrita por Coben e conta com a direção de Daniel O’Hara.

Cush JumboJames NesbittRichard ArmitageSarah ParishEddie IzzardJo JoynerYoussef Kerkour e outros estrelam.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’: Mãe de Tom Holland fez EXIGÊNCIA para que o astro continuasse gravando; Confira!

Diversos atores e atrizes que já atuaram em filmes de super-heróis reclamaram do desconforto por conta dos trajes apertados.

Inclusive muitos deles ficaram horas sem poder ir ao banheiro, já que os uniformes não possuem abertura para ajudar a manter a ilusão.

Tom Holland também passou por esse sufoco durante as gravações do 1º filme da nova trilogia ‘Homem-Aranha‘.

Mas ele revelou que recebeu ajuda de sua mãe para driblar a situação nos bastidores.

Em entrevista com o Youtuber Jeremy Lynch, o astro disse um pouco envergonhado que sua mãe ligou para a equipe de produção exigindo que ele tivesse mais intervalos para fazer suas necessidades.

“A vontade de ir ao banheiro usando o traje acontece o tempo todo. No primeiro filme, eu lembro de ter feito aquela sequência em Washington e tinha que subir o monumento e descer, isso se repetia bastante. Quando você está vestindo o traje, não dá para ficar tirando, ele é muito apertando. Ir ao banheiro é praticamente uma missão impossível. Eu lembro de ter ligado para minha mãe, dizendo: ‘Eu tive um dia difícil, eu preciso ir ao banheiro, estou 11 horas sem ir ao banheiro’.”

Ele continuou:

“Uns dois dias depois, os produtores me chamaram e falaram: ‘como estão seus rins? Sua mãe nos ligou e pediu que nós déssemos intervalos regulares para você ir ao banheiro. Está tudo ok?”

Confira:

Pois é, quem disse que a vida de super-herói seria fácil?

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Suspense com Olivia Colman e Dakota Johnson estreia na Netflix e já é considerado um dos MELHORES do ano

2022 mal começou, mas um filme lançado na Netflix já está sendo considerado um dos melhores do ano pelos críticos e pelo público.

Dirigido por Maggie Gyllenhaal, A Filha Perdida (The Lost Daughter) recebeu 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota média 8/10.

No consenso geral dos críticos, “‘A Filha Perdida’ é uma estreia surpreendentemente segura para a diretora e roteirista Maggie Gyllenhaal, que une um elenco brilhante a serviço de uma história ousadamente ambiciosa.”

Confira as reações dos assinantes nas redes sociais:

O filme é baseado no romance best-seller homônimo da autora italiana Elena Ferrante.

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Dirigido por Maggie Gyllenhaal, a produção é baseada no romance best-seller homônimo da autora italiana Elena Ferrante.

Leda é uma mulher que viaja de férias ao litoral e fica obcecada com uma jovem mãe e sua filha quando as observa na praia. Enervada por seu envolvente relacionamento (e sua família estridente e ameaçadora), Leda fica sobrecarregada pelas próprias memórias de terror, confusão e intensidade da maternidade. Um ato impulsivo faz com ela mergulhe no estranho e sinistro mundo da própria mente, onde é forçada a encarar as escolhas nada convencionais que fez quando mais jovem – e suas consequências.

Olivia Colman estrela a produção. O elenco também conta com Jessie BuckleyDakota JohnsonEd HarrisPeter SarsgaardDagmara DominczykPaul MescalJack FarthingRobyn ElwellEllie BlakeOliver Jackson-CohenPanos KoronisAlexandros MylonasAlba RohrwacherNikos Poursanidis e Athena Martin.

O longa será lançado na plataforma no dia 31 de dezembro.

Os 10 Melhores Filmes Nacionais de 2021

É, o ano de 2021 foi muito louco para a indústria cinematográfica. Se Hollywood sofreu com os inúmeros atrasos e adiamentos de sua grade de estreias, que dirá a indústria nacional, que ainda teve que lutar contra os inúmeros desafios que prejudicaram ainda mais a realização e distribuição de filmes nas salas de cinema brasileiras. Apesar de tudo, 2021 foi um ano que surpreendeu pela qualidade das produções, pela inclusão social e a variedade temática dos filmes que estrearam nos cinemas e nas plataformas de streaming. Confira agora os 10 melhores, de acordo com a média tirada aqui no Cinepop:

10 – ‘A Última Floresta’ – Luiz Bolognesi

O belíssimo filme indígena, escrito por Davi Kopenawa Yanomami e Luiz Bolognesi (e dirigido por este) traz um retrato acurado da vida do povo Yanomami, ao norte do país, suas lutas contra o garimpo ilegal e também suas inspirações nos espíritos ancestrais, que orientam a aldeia nos desafios cotidianos. Estreou em setembro nos cinemas e está disponível na Netflix.

9 – ‘Quem Vai Ficar com Mário?’ – Hsu Chien

Esta deliciosa comédia romântica estrelada por Daniel Rocha conta a história de um rapaz que volta à casa de sua família, no sul do Brasil, para estar com eles e busca desesperadamente forças para contar a todos – especialmente à seu pai – que é gay. O elenco ainda inclui Nanny People e o longa está atualmente disponível na Prime Video.

8 – ‘Os Salafrários’ – Pedro Antônio

Uma surpreendente comédia um bocado realista de como o tal do jeitinho brasileiro resolve as coisas, pro bem ou pro mal. Com Samantha Schmutz e Marcus Majella no protagonismo, é um filme que você ri do início ao fim, disponível na Netflix.

7 – ‘Pixinguinha: Um Homem Carinhoso’ – Denise Saraceni

Com rápida passagem nos cinemas em novembro, a cinebiografia de ‘Pixinguinha’ conta a história de vida deste que é um dos maiores sambistas brasileiros, responsável por inúmeros sucessos. Traz Seu Jorge e Taís Araújo nos papéis principais, e é um filme para você ficar cantando o tempo todo. Ainda não chegou em nenhuma plataforma de streaming, mas vale ficar de olho.

6 – ‘Depois a Louca Sou Eu’ – Júlia Rezende

Taí um filme que surpreendeu, e muito! Com ares de comédia, o longa estrelado por Débora Falabella é, na verdade, um drama cômico e bastante triste, com o qual muitas pessoas poderão se relacionar por tocar num ponto delicado da psique humana: o transtorno obsessivo compulsivo. Estreado nos cinemas na época de início de retorno do público às salas, no primeiro semestre, o filme refletiu muito o sentimento de várias pessoas que sentiam (e ainda sentem) a necessidade de limpar tudo por conta da pandemia. Disponível na Prime Video.

5 – ‘Carnaval’ – Leandro Neri

Muito antes da farofa da Gkay, a jovem estrelou esse filme que tem cheiro, cor e sabor de ‘Carnaval’. Conta a história de quatro amigas que acabam indo passar os dias de folia em Salvador, e, caramba! Como esse filme consegue capturar a essência dos dias de loucura e imersão espiritual que é o Carnaval da Bahia! Para quem não viu, é uma ótima dica para começar o ano já entrando no clima da folia. Disponível na Netflix.

4 – ‘Turma da Mônica: Lições’ – Daniel Rezende

A aguardadíssima continuação das aventuras da ‘Turma da Mônica’ não decepciona. Com um tema mais amadurecido, Magali, Cascão, Cebolinha e Mônica terão, dessa vez, que lidar com a separação e a importante missão de crescer sem deixar de ser criança. É o último filme a estrear nas salas de cinema em 2021, e traz a catarse necessária para o espectador sair de 2021 com a alma lavada.

3 – ‘Deserto Particular’ – Aly Muritiba

Escolhido como o filme brasileiro para representar o país na corrida por uma vaga no Oscar 2022, ‘Deserto Particular’ continua nas salas de cinema e conta a tocante história de um policial intolerante que, sem saber, acaba se apaixonando por um homem pela internet.

2 – ‘Mariguella’ – Wagner Moura

Um dos filmes mais aguardados e mais polêmicos dos últimos anos chegou em 2021 e ficou pouco tempo em cartaz nos cinemas em novembro, estando já disponível na Globoplay. A cinebiografia conta a história do ativista político Carlos Mariguella, interpretado por Seu Jorge.

1 – ‘7 Prisioneiros’ – Alexandre Moratto

Depois de arrancar aplausos no Festival de Veneza e estrear em algumas salas brasileiras, ‘7 Prisioneiros’ chegou à Netflix trazendo mais uma belíssima (ou terrível, dependendo do ponto de vista) atuação de Rodrigo Santoro como um carrasco impiedoso que castiga e ilude jovens em uma rede de trabalho escravo em um ferro velho de São Paulo.

Gostou de ‘A Filha Perdida’? Aqui estão outros dez recentes filmes feministas para você conferir!

O suspense dramático A Filha Perdida (The Lost Daughter), estrelado por Olivia Colman e Dakota Johnson, chegou recentemente à Netflix e já se tornou uma das produções mais aclamadas da plataforma.

Trazendo temas como feminismo, disparidade de sexo e explorando os tabus acerca de maternidade, a história é centrada em Leda, uma professora viaja de férias ao litoral da Grécia e fica obcecada com uma jovem mãe e sua filha quando as observa na praia. Enervada por seu envolvente relacionamento (e sua família estridente e ameaçadora), Leda fica sobrecarregada pelas próprias memórias de terror, confusão e intensidade da maternidade. Um ato impulsivo faz com ela mergulhe no estranho e sinistro mundo da própria mente, onde é forçada a encarar as escolhas nada convencionais que fez quando mais jovem – e suas consequências.

Com direção de Maggie Gyllenhaal, o longa-metragem é poderoso em tudo o que se propõe a analisar e merece ser apreciado em sua completude.

Pensando nisso, o CinePOP montou uma breve lista com outros dez filmes feministas que você precisar conferir se gostou de A Filha Perdida – desde o drama de época Adoráveis Mulheres até a comédia criminal Oito Mulheres e um Segredo.

Confira:

ESTRELAS ALÉM DO TEMPO (2016)

No auge da corrida espacial travada entre Estados Unidos e Rússia durante a Guerra Fria, uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, provou ser o elemento crucial que faltava na equação para a vitória dos Estados Unidos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história americana e se tornando verdadeiras heroínas da nação.

VIAGEM DAS GAROTAS (2017)

Quatro amigas de longa data partem em uma longa jornada em busca de diversão por Nova Orleães, para participar dos grandes festejos anuais da cidade, o Essence Festival. Lá, a as intimidades são reavidadas e todos voltam a se aproximar com a animação. Ao mesmo tempo, o lado selvagem de algumas se mostra, e a experiência pode mudar a vida de todas para sempre.

LADY BIRD: A HORA DE VOAR (2017)

Christine McPherson está no último ano do colégio e o que mais deseja é fazer faculdade longe de Sacramento, Califórnia, ideia rejeitada por sua mãe. Lady Bird, como a garota de forte personalidade exige ser chamada, não se dá por vencida e leva o plano de ir embora adiante mesmo assim. Enquanto a hora não chega, ela se divide entre as obrigações estudantis no colégio católico, o primeiro namoro, típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com a progenitora.

OITO MULHERES E UM SEGREDO (2018)

Recém-saída da prisão, Debbie Ocean logo procura sua ex-parceira Lou para realizar um elaborado assalto: roubar um colar de diamantes no valor de US$ 150 milhões, que a empresa Cartier mantém sempre em um cofre. O plano é convencer a organização a emprestá-lo para que a estrela Daphne Kluger use a joia no badalado Met Gala, um dos eventos mais chiques e vistosos de Nova York. Para tanto, Debbie e Lou reúnem uma equipe composta apenas por mulheres: Nine Ball, Amita, Constance, Rose e Tammy.

COLETTE (2018)

Um dos filmes menos conhecidos e mais importantes da carreira de Keira Knightley, Colette é centrado na romancista francesa homônima que sofre com o seu casamento abusivo e com o seu parceiro que tenta ganhar créditos em cima de suas obras de maneira ilegal. Para superá-lo, ela emerge como uma grande escritora no seu país e, consequentemente, como uma candidata para o Prêmio Nobel em Literatura.

O ESCÂNDALO (2019)

O Escândalo acompanha um gigante do telejornalismo e antigo CEO da Fox News, Roger Ailes (John Lithgow), tendo seu poder questionado e sua carreira derrubada quando um grupo de mulheres o acusam de assédio sexual no ambiente de trabalho. Elogiado pelas incríveis performances do elenco protagonista, o longa traz nomes como Charlize TheronNicole KidmanMargot Robbie às telonas.

ADORÁVEIS MULHERES (2019)

As irmãs Jo (Saoirse Ronan), Beth (Eliza Scanlen), Meg (Emma Watson) e Amy (Florence Pugh) amadurecem na virada da adolescência para a vida adulta enquanto os Estados Unidos atravessam a Guerra Civil. Com personalidades completamente diferentes, elas enfrentam os desafios de crescer unidas pelo amor que nutrem umas pelas outras. O filme foi dirigido pela aclamada realizadora Greta Gerwig, a partir do clássico romance homônimo assinado por Louisa May Alcott.

AS GOLPISTAS (2019)

A vida de Destiny muda para sempre quando ela se torna amiga de Ramona, que lhe mostra como lidar com a rica clientela no clube em que trabalha como stripper. Mas, quando a crise financeira chega, as amigas percebem o declínio na quantidade de clientes de Wall Street abalar sua rentabilidade. Com isso, decidem elaborar um esquema ousado para recuperar suas vidas.

HARRIET (2019)

A história de Harriet Tubman, ativista política que, durante a Guerra Civil americana, ajudou centenas de escravos a fugirem do sul dos Estados Unidos, logo depois que ela mesma tivesse conseguido escapar da escravidão, no ano de 1849. Suas ações contribuíram fortemente para que a história tomasse um novo direcionamento.

BELA VINGANÇA (2020)

Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro OriginalBela Vingança caiu na graça dos críticos e do público e contou a história de Cassie (Carey Mulligan), uma mulher com muitos traumas do passado que frequenta bares todas as noites e finge estar bêbada. Quando homens mal-intencionados se aproximam dela com a desculpa de que vão ajudá-la, Cassie entra em ação e se vinga dos predadores que tiveram o azar de conhecê-la.