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‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’: Cena deletada com irmão de Tom Holland vaza na internet; Confira!

A sequênciaHomem-Aranha: Sem Volta para Casa quase contou com uma participação especial de Harry Holland, irmão mais novo do astro Tom Holland. No entanto, sua curta cena acabou sendo cortada da versão final do filme.

Ainda assim, o vídeo em questão já está circulando na internet e foi divulgado por um usuário do Twitter.

Na sua pequena participação, Harry deu vida a um “ladrão sem nome”, que acaba sendo detido pelo Amigo da Vizinhança. No material divulgado, é possível vê-lo pendurado de ponta cabeça, suspenso por um equipamento que simula as icônicas teias de aranha.

Confira:


Além de conquistar 94% de aprovação no Rotten Tomatoes (com 98% de aprovação por parte do público), o longa já arrecadou mais de US$1,37 bilhão nas bilheterias mundiais. Logo, não é surpresa que a companhia tenha apostado fichas nas principais premiações de 2022, incluindo o Oscar.

Como bem notaram alguns fãs, a Marvel e a Sony Pictures iniciaram sua campanha para promvoer o filme ao Oscar, apresentando materiais promocionais com a tagline “Para Sua Consideração”, sugerindo que a produção deve ser indicada a todas as categorias do Academy Awards – incluindo Melhor Filme.

Confira:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Sony lança campanha para ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ ser indicado ao Oscar

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa se tornou uma das maiores anomalias da era pandêmica – e um dos filmes mais bem-sucedidos da história não apenas da Marvel, mas também da indústria cinematográfica.

Além de conquistar 94% de aprovação no Rotten Tomatoes (com 98% de aprovação por parte do público), o longa já arrecadou mais de US$1,37 bilhão nas bilheterias mundiais. Logo, não é surpresa que a companhia tenha apostado fichas nas principais premiações de 2022, incluindo o Oscar.

Como bem notaram alguns fãs, a Marvel e a Sony Pictures iniciaram sua campanha para promvoer o filme ao Oscar, apresentando materiais promocionais com a tagline “Para Sua Consideração”, sugerindo que a produção deve ser indicada a todas as categorias do Academy Awards – incluindo Melhor Filme.

Confira:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Imperdoável’: Sandra Bullock explica como a cena mais tensa do filme foi feita; Confira!

‘Imperdoável’, suspense dramático estrelado pela vencedora do Oscar Sandra Bullock, estreou na Netflix há algumas semanas e, agora, a plataforma de streaming se reuniu com a atriz para explicar como uma das cenas mais tensas do filme foi feita.

A sequência em questão traz Bullock finalmente revelando a verdadeira história por trás de sua prisão para a personagem de Viola Davis.

Confira:

O vencedor do Oscar Christopher McQuarrie (Os Suspeitos) fica a cargo do roteiro, enquanto Nora Fingscheidt comanda o projeto.

Após cumprir pena por um crime violento, Ruth volta ao convívio na sociedade, que se recusa a perdoar seu passado. Discriminada no lugar que já chamou de lar, sua única esperança é encontrar a irmã, que ela havia sido forçada a deixar para trás.

Vincent D’Onofrio, Jon Bernthal, Richard Thomas, Linda Emond, Aisling Franciosi, Rob Morgan e Viola Davis completam o elenco.

‘Sanditon’: 2ª temporada da série de época ganha novas imagens promocionais; Confira!

PBS revelou recentemente as novas imagens oficiais da 2ª temporada de Sanditon, série de época baseada no romance inacabado de Jane Austen.

Os próximos episódios irão estrear no dia 20 de março de 2022.

Confira:

A série foi criada por Andrew Davies.

Sanditon conta a história de Charlotte Heywood (Rose Williams), uma jovem que, na Inglaterra do século 19, se muda com a família para a cidade de Sanditon. Recém-saída do interior, a impulsiva Charlotte logo se vê confrontada com as intrigas e flertes locais. E o primeiro morador que cruza seu caminho é Tom Parker (Kris Marshall), um carismático e bem-humorado rapaz que sonha em transformar a monótona vila de pescadores em um resort elegante. Em seguida, Charlotte conhece Lady Denham (Anne Reid), uma viúva de caráter forte que se orgulha muito de seu poder e sua influência sobre os aldeões. Ao mesmo tempo, Charlotte se depara com o belo Sidney Parker (Theo James), que trabalha dia e noite para demonstrar o potencial seu povo. Sem querer, ela acaba envolvida na vida desses e de muitos outros aldeões, com os quais entra em conflito devido a uma visão de mundo completamente diferente.

Kate AshfieldCrystal ClarkeTurlough ConveryJack FoxMatthew NeedhamAlexandra Roach e outros completam o elenco.

PÂNICO 4 | Metalinguagem na Era das Redes Sociais e Aplicativos

Se um filme dependesse exclusivamente das bilheterias para comprovar a sua qualidade, Pânico 4 iria ser mais um caso de naufrágio de franquias. Apesar de não ter lucrado o esperado, principalmente se comparado com o estouro financeiro dos antecessores, a produção é mais uma cuidadosa descida ao longo do espiral de insanidade promovido por mais um (ou dois) assassinos que atacam no retorno da final girl Sidney Prescott para Woodsboro. Em sua turnê do livro de autoajuda escrito para expurgar os seus demônios internos, a personagem reencontra Dewey e Gale para mais uma incursão de medo, mortes e outros desafios. Com uma abertura metalinguística excepcional, Pânico 4 reflete a violência na era das redes sociais e do amplo alcance da imagem no mundo virtual. É uma sociedade confusa em seus valores, a clamar por heróis que muitas vezes, não passam de figuras mais frágeis que seus adoradores. Desta vez, novas histórias serão resgatadas, os diálogos referenciais tornam-se ainda mais humorados e inteligentes, numa narrativa empolgante e bastante reflexiva. Qual o preço da fama? Há pessoas com carmas levados para a totalidade de suas vidas? O quão amplo pode ser um ferimento promovido por um trauma que insiste em retornar para se fazer presente e memorável? Essas são algumas questões que podem ser levantadas ao longo da sessão de entretenimento deste quarto momento da franquia dirigida por Wes Craven.

Agora, chegou o nosso momento de análise pormenorizada do filme. Acompanhe cada quadro e veja alguns dos principais momentos de Pânico 4.  Vamos nessa?

Em sua abertura, Pânico 4 traz discussões sobre os limites da indústria em seu processo de reciclagem de narrativas já desgastadas no circuito de produção e consumo. Enquanto assistem ao filme dentro do filme, as personagens debatem acerca do desenvolvimento do terror na contemporaneidade. Uma delas (abaixo) diz que as refilmagens de meninas asiáticas e zumbis já chegaram ao excesso e a outra, irritada, a esfaqueia durante a discussão. Esta é uma cena de Facada 7, ironia dos realizadores para sagas como Jogos Mortais e afins, exauridas e bizarras depois que passaram dos seus três episódios iniciais. Sobre as personagens anteriores, morenas, temos uma discussão sobre o novo contexto das redes sociais e dos psicopatas. Discute-se sobre o Assassino do Facebook e logo mais, saberemos que elas são personagens de Facada 6, assistidas pela dupla de Facada 7, também personagens assistidas por outras duas jovens do contexto de Pânico 4, mais desenvolvido no próximo tópico. Destaque: num breve trecho, um dos diálogos critica a metalinguagem pós-moderna e num tom sarcástico e autorreferencial, diz isso funcionou em 1996, mas que agora não mais.

As primeiras vítimas de Pânico 4 discutem os absurdos da franquia Facada. Uma delas critica o nível de inteligência dos filmes e aponta que falta lógica e bom-senso dos desenvolvedores. A outra, num tom humorado, diz que a amiga está pensando demais, tendo como resposta uma rápida devolutiva: “eu estou pensando demais ou estes realizadores estão pensando de menos?”. Ao explicar que esse é o motivo para não assistir estes filmes de terror, ela continua o dialogo com sua amiga que delineia os caminhos da saga Facada, inicialmente inspirada na vida de Sidney Prescott, desgastada mais adiante com os rumos da história que até teve uma viagem no tempo em seu quinto filme. Ao trazer referências importantes da metalinguagem na cultura pop recente, o diálogo reflete como os filmes da saga de Ghostface são alimentados pelo arcabouço de referências ao gênero terror, em especial, o slasher, para se manter na ativa, acionando antigos cinéfilos interessados no tema e também as novas gerações.

Depois da clássica cena de abertura com as mortes que estabelecerão o tom de Pânico 4, Sidney Prescott chega em Woodsboro e encontra a cidade toda ornamentada por jovens que adoram relembrar o “massacre” do passado. É um daqueles típicos eventos estadunidenses que fazem ode ao que é justamente para ser esquecido, haja vista o grau de violência física e psicológica em torno dos acontecimentos. Logo adiante, temos o trio de garotas que centralizam a linha narrativa da produção entre os primeiros momentos e o arco final. Elas dialogam sobre a chegada de Sidney, prima de Jill (Emma Roberts), candidata a final girl que pregará uma peça em todos bem próximo ao final. Na conversa, uma delas diz que a franquia de Sidney é tão trágica que deveria ser Premonição, a famosa saga sobre a morte a perseguir sobreviventes indevidos.

Numa breve conversa com uma de suas policiais, Dewey reforça que a tragédia de uma geração é a piada de outra, numa referência aos adornos espalhados pela cidade. Logo depois disso, é chamado para uma emergência, indo em direção ao local do assassinato da abertura, catalisador dos horrores de Pânico 4. Abaixo, Gale encontra Sidney no lançamento do livro. Fica aparente o seu desconforto com o desenvolvimento da amiga que superou alguns traumas e conseguiu seguir adiante, diferente da repórter que se tornou apenas a esposa do xerife. Esse é o movimento que faz Gale despertar para a nova empreitada de investigação em torno de Ghostface, num momento de alimentação de sua antiga paixão: a mídia.

Durante o lançamento do livro de Sidney, Dewey chega para informar que algo ali está conectado com a cena de crime da abertura. É quando eles descobrem que alguém deixou um recado de sangue para a protagonista na mala de seu carro alugado para o período na cidade. Gale, ciente da situação na qual todos estão inseridos, desperta para retornar ao seu posto de apaixonada pela cobertura midiática dos fatos. Na clássica cena no interior de uma sala de aula, os estudantes discutem literatura, filosofia e são surpreendidos com a notícia da morte das colegas de instituição, início de um alvoroço semelhante ao que ocorre no espaço externo, tomado por veículos de imprensa e jornalistas interessados no esperado furo de reportagem.

Gale Weathers domina várias passagens onde luta pelo estabelecimento dos seus ideais enquanto personagem que sempre esteve no protagonismo para a resolução do mistério envolvendo as mortes nos três filmes antecessores. Na primeira cena, ela discute com o seu marido, o xerife que a quer de fora da investigação, algo complexo para alguém com faro jornalístico. No segundo quadro, temos o encontro de Gale com a assistente de Sidney, editora puxa-saco que leva a maior bronca da repórter fora de ação que se diz ainda reconhecer durona depois de dar “um fora” na jovem com pouco bom-senso.

Depois dos primeiros sustos, Sidney rememora o seu passado ao chegar no quarto de Jill e a encontrar num momento semelhante ao seu com o namorado assassino em Pânico. O desenvolvimento da cena, por sinal, é muito parecido, sendo este outro dos tantos momentos autorreferenciais em Pânico 4. No quadro seguinte, Sidney entra e Ghostface dialogam pela primeira vez no filme. É um momento de tensão, ocorrido após a morte de uma das amigas de Jill, brutalmente assassinada em seu quarto enquanto conversava ao telefone. O antagonista é claro e objetivo: o seu interesse não é exatamente a final girl, mas as novas possibilidades de matança. Sidney ainda entra num embate com o “monstro”, mas a figura consegue fugir e guardar a sua ira para a eletrizante batalha do desfecho.

Depois do assassinato testemunhado pela janela da casa de Jil, Sidney segue para casa arrasada, sentida por não ter conseguido poupar a vida da jovem, relembrando-se dos fatídicos acontecimentos e perdas entre Pânico e Pânico 3. A sua assistente, com postura semelhante ao que era Gale nos dois primeiros filmes da franquia, diz que já agendou a sua visita aos programas televisivos que desejam entrevista-las. E para completar, alega que já fechou com a editora para o lançamento de mais livros e que Sidney pode dar o preço que quiser. Decepcionada, a protagonista questiona se ela leu e entendeu a sua trajetória no livro e numa resposta bastante irônica, a assistente interpretada por Alisson Brie informa que ainda não, pois está à espera do filme sobre o conteúdo. Demitida, ela é eliminada mais adiante, num estacionamento.

Interessada em retomar a sua saga de repórter investigativa, Gale Weathers descobre que precisa se associar aos mais jovens da região para conseguir acessar determinadas informações. Com isso, precisa atender ao pedido de um deles: levar Sidney Prescott, considerada uma celebridade, para o clube de cinema da escola. Lá, a cena nos oferta algo além dos debates nos ótimos diálogos metalinguísticos. Temos também a direção de arte caprichosa nos quadros com posters de clássicos, tais como Quadrilha de Sádicos e imagens de Jamie Lee Curtis, a adorada final girl Laurie Strodie, de Halloween – A Noite do Terror. Mais adiante, a maratona dos sete filmes da franquia Facada ocorre numa região afastada da cidade. Gale descobre e vai ao local, sendo surpreendida e quase aniquilada por Ghostface, assassino que agora não apenas mata, mas também registra os seus crimes, como uma espécie de troféu.

No momento da chegada de Gale Weathers, os jovens estão assistindo Facada, o primeiro filme da franquia. É o mesmo trecho de abertura exibido em Pânico 2, quando o casal interpretado por Omar Epps e Jada Pinket-Smith estão no cinema e morrem nas mãos cruéis de Ghostface. O momento é uma referência ao clássico Psicose, de Alfred Hitchcock, famoso por sua peculiar cena de assassinato no chuveiro. No quadro seguinte, Kirbie dialoga com os organizadores da maratona, jovens cinéfilos que talvez sejam os assinantes dos crimes até então.

Após o ataque, Gale Weathers, até então firme nas três produções antecessoras da franquia, sai de cena para se recuperar do ataque de Ghostface. Ela retorna apenas no humorado e intenso desfecho, repleto de metalinguagem, tal como todo o filme. Antes de sua saída, no entanto, a personagem expõe para o marido xerife, as novas condições de produção do antagonista, isto é, matar e registrar isso com suas câmeras, tendo em vista postar na internet. No quadro seguinte, o grupo de personagens mais jovens se encontram na casa de Kirbie para assistir filmes de terror, algo que aconteceria na festa cancelada pela polícia após o ataque sofrido por Gale. A entrada na casa define o terceiro e supostamente último ato de Pânico 4.

Após ser instigada por Ghostface ao telefone, Sidney segue para a casa onde o ato de revelação dos assassinos se estabelecerá. A sequência tem os seus momentos de reflexão, mas o foco é a eletrizante perseguição entre os ainda sobreviventes e o assassino impiedoso que registra os seus crimes para criar conteúdo de violência explícita na internet. No quadro seguinte, as dúvidas em torno do conceito de confiança são estabelecidas entre os personagens. Sidney questiona se Kirbie confia no jovem que se diz inocente, mas está ensanguentado do lado de fora e pede socorro. Neste momento, referências ao primeiro filme são apresentadas: primeiro, a paranoia acerca dos prováveis culpados e inocentes, seguida de uma suposta vítima posicionada como o namorado de Casey Becker, a personagem de Drew Barrymore, aterrorizada na icônica abertura do clássico moderno, em 1996. O feixe de referências fica cada vez mais intenso nesta sequência de acontecimentos que nos levam ao sufocante desfecho, por sinal, surpreendente.

No primeiro quadro, a cena que faz referência ao primeiro assassinato de Pânico, isto é, o namorado da personagem de Drew Barrymore. Questionada sobre filmes de terror para garantir a sua sobrevivência, Kirbie precisa responder ao antagonista na linha telefônica e salvar não apenas a sua pele, mas a do amigo do lado de fora, acossado por Ghostface. Na cena, temos a citação aos tantos casos de clássicos refilmados, numa rápida referência ao movimento de releituras que tomou o sistema na época. Pânico 4, de certa maneira, pode também ser considerada como uma sequência que emula muitos traços dos antecessores, em especial, do primeiro filme, reconfigurados com novo elenco, mas com estrutura dramática e estética bastante parecida. Logo adiante, Kirbie descobrirá que abrir a porta foi um erro que lhe custa a vida.

O epílogo ocorre no hospital, pois como já podíamos prever, matar Sidney seria uma postura ingrata dos realizadores. Assim, no desfecho do ato na casa de Kirbie, descobrimos que Jill, a prima da final girl, é uma das idealizadoras do projeto de matança que não poupou sequer a própria mãe. Doentio, o discurso da jovem versa sobre leitura, mídia, busca desenfreada pela fama e violência numa sociedade mediada por imagens e padrões exaustivos o tempo inteira. Inicialmente, o interesse era manter a dupla com um dos jovens do clube cinéfilo, mas a sua ambição é maior que o próprio projeto então a alternativa é aniquilar o acompanhante e fazer-se de vítima ao lado da prima que ela acreditava estar morta, mas que na verdade sobreviveu ao seu ímpeto de fúria. Renovador em sua proposta, Pânico 4 é um dos pontos altos de uma franquia que só desandou rapidamente no desenvolvimento de seu terceiro filme. Ademais, é uma ótima reflexão sobre violência na sociedade estadunidense, embutida numa narrativa que também funciona como ótimo produto de entretenimento.

 

 

Por que viajar com Tom Hanks pode ser um grande PERRENGUE?

Indicado muitas vezes e vencedor duas vezes do Oscar de Melhor Ator (de maneira consecutiva), um dos rostos mais conhecidos quando pensamos em cinema em todo o planeta, filho de um chef de cozinha e uma enfermeira, Tom Hanks começou a atuar no teatro, na Universidade de Sacramento, na Califórnia. Com uma carreira brilhante com dezenas de filmes que enchem os olhos de cinéfilos e cinéfilas, um fato bastante curioso chama a atenção quando analisamos com uma lupa algumas de suas obras.

Não sei se vocês já viram um famoso meme, que volta e meia ganha ares de ineditismo, onde mostram determinadas cenas de filmes do ator e os perrengues que seus personagens atravessam após certas viagens: seja na terra, seja no ar, seja no mar. Embarcando nessa onda, resolvemos trazer para você leitor uma série de filmes onde fica comprovado Por que viajar com Tom Hanks pode ser um grande perrengue:

 

Capitão Phillips

Baseado no livro Dever de Capitão de Richard Phillips, o longa-metragem do excepcional diretor britânico Paul Greengrass, nos apresenta mais uma viagem na vida do experiente Capitão da marinha norte-americana Richard Phillips. À bordo do gigantesco Maersk Alabama, no ano de 2009, sofreu junto com sua tripulação a inusitada situação de ser sequestrado no meio do oceano por um grupo de piratas oriundos da Somália. Lutando contra o tempo, utilizando todo o conhecimento que tem sobre a embarcação e contando com a ajuda de sua tripulação, Phillips trava uma difícil batalha psicológica com o líder dos piratas.

 

Greyhound

Com um orçamento de cerca de 50 milhões de dólares, com roteiro escrito pelo próprio Tom Hanks baseado no livro The Good Shepherd, de C.S. Forester, Greyhound, estrela no catálogo da Apple Tv é um filme de guerra sem muitas pausas para absorvermos os inúmeros termos náuticos de combate em meio a um oceano atlântico que lembra o bom e velho batalha naval que jogávamos na infância. Na trama, dirigida pelo cineasta Aaron Schneider, conhecemos o capitão da marinha norte-americana Ernest Krause que tem uma missão muito complicada, na fase inicial da Segunda Guerra Mundial, liderar diversas embarcações de mais de três dúzias de navios norte-americanos e britânicos a cruzar o enorme Oceano Atlântico e protege-los dos ataques perigosos dos enormes submarinos nazistas. Ao longo de todo o filme, vamos vendo toda a angústia e pressão na cabine de comando.

 

Sully: O Herói do Rio Hudson

Se o herói mudasse, se tornaria uma nova história. Dirigido pelo mestre Clint Eastwood, baseado em fatos reais e em memórias do livro Highest Duty: My Search for What Really Matters, de Chesley ‘Sully’ Sullenberger e Jeffrey Zaslow, Sully: O Herói do Rio Hudson é um daqueles filmes que fisgam a gente não só por ter um final feliz mas pelas grandiosas interpretações de seus artistas, principalmente do protagonista. Na trama, conhecemos a história do incrível do pouso heróico no Rio Hudson de um avião nos Estados Unidos, com lotação, e todos escapam ilesos. Analisando todo o contexto do acidente, e os problemas sucessivos logo após a decolagem, o longa metragem faz um completo raio-x também do comandante do avião, o piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger (Tom Hanks) e toda a burocracia que ele e o co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart) para provar que a melhor decisão foi a tomada.

 

O Náufrago

As invertidas que a vida nos traz. Mostrando todas as facetas de uma luta pela sobrevivência em um ambiente não preparado para mentes fracas, no exato ano de 2000 chegava aos cinemas de todo o mundo o longa-metragem dirigido por Robert Zemeckis, O Náufrago. Na trama, conhecemos um simpático, querido e dedicado funcionário da Fedex que se vê em uma grande enrascada quando o avião em que ele estava, indo para a Malásia, acaba caindo sobre o Oceano Pacífico durante uma tempestade. Ele acaba sendo o único sobrevivente e consegue chegar até uma ilha deserta onde precisará ter muita força e criatividade para vencer os medos frequentes.

 

Apollo 13

Quem não gosta de um bom filme sobre os tempos de guerra fria, das famosas corridas especiais? Tom Hanks e o diretor Ron Howard adoram esse universo e durante algumas conversas resolveram recriar no cinema, em meados da década de 90, o famoso caso da expedição Apollo 13. Na trama, acompanhamos três astronautas que tinham como missão inicial ir pra lua mas acabam sofrendo uma pane elétrica na nave em que estão fazendo com que eles precisem de muita criatividade para poder voltar pra a Terra. O trabalho mostra também a questão da imprensa nessa história, sem repercussão nenhuma no lançamento do foguete mas com massiva cobertura quando do desastre ao triunfo.

 

O Terminal

Em uma das inúmeras parcerias entre Hanks e Steven Spielberg, no ano de 2004 chegou nos cinemas o interessante filme O Terminal. Contando a saga de Viktor Navorski, um simpático cidadão da Europa Oriental que vê seu país simplesmente sofrer um golpe de estado o que o deixa sem cidadania e com passaporte desatualizado, precisando assim passar meses no aeroporto de Nova Iorque já que não pode entrar nos Estados Unidos e nem voltar pra casa.

Assinantes da Netflix estão ADORANDO nova série de suspense de Harlan Coben que é cheia de reviravoltas

A Netflix lançou sem muito alarde em seu catálogo a minissérie de suspense Fique Comigo (‘Stay Close’), baseada no romance homônimo de Harlan Coben.

Os assinantes do streaming estão adorando a produção, apesar do ritmo lento e da história completa.

Na trama, as vidas de um fotojornalista, uma mãe e um detetive de homicídios viram de cabeça para baixo quando um evento terrível do passado volta a assombrá-los.

Nas redes sociais, os assinantes elogiaram as reviravoltas chocantes da trama.

Confira:

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi escrita por Coben e conta com a direção de Daniel O’Hara.

Cush JumboJames NesbittRichard ArmitageSarah ParishEddie IzzardJo JoynerYoussef Kerkour e outros estrelam.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’: Mãe de Tom Holland fez EXIGÊNCIA para que o astro continuasse gravando; Confira!

Diversos atores e atrizes que já atuaram em filmes de super-heróis reclamaram do desconforto por conta dos trajes apertados.

Inclusive muitos deles ficaram horas sem poder ir ao banheiro, já que os uniformes não possuem abertura para ajudar a manter a ilusão.

Tom Holland também passou por esse sufoco durante as gravações do 1º filme da nova trilogia ‘Homem-Aranha‘.

Mas ele revelou que recebeu ajuda de sua mãe para driblar a situação nos bastidores.

Em entrevista com o Youtuber Jeremy Lynch, o astro disse um pouco envergonhado que sua mãe ligou para a equipe de produção exigindo que ele tivesse mais intervalos para fazer suas necessidades.

“A vontade de ir ao banheiro usando o traje acontece o tempo todo. No primeiro filme, eu lembro de ter feito aquela sequência em Washington e tinha que subir o monumento e descer, isso se repetia bastante. Quando você está vestindo o traje, não dá para ficar tirando, ele é muito apertando. Ir ao banheiro é praticamente uma missão impossível. Eu lembro de ter ligado para minha mãe, dizendo: ‘Eu tive um dia difícil, eu preciso ir ao banheiro, estou 11 horas sem ir ao banheiro’.”

Ele continuou:

“Uns dois dias depois, os produtores me chamaram e falaram: ‘como estão seus rins? Sua mãe nos ligou e pediu que nós déssemos intervalos regulares para você ir ao banheiro. Está tudo ok?”

Confira:

Pois é, quem disse que a vida de super-herói seria fácil?

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Suspense com Olivia Colman e Dakota Johnson estreia na Netflix e já é considerado um dos MELHORES do ano

2022 mal começou, mas um filme lançado na Netflix já está sendo considerado um dos melhores do ano pelos críticos e pelo público.

Dirigido por Maggie Gyllenhaal, A Filha Perdida (The Lost Daughter) recebeu 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota média 8/10.

No consenso geral dos críticos, “‘A Filha Perdida’ é uma estreia surpreendentemente segura para a diretora e roteirista Maggie Gyllenhaal, que une um elenco brilhante a serviço de uma história ousadamente ambiciosa.”

Confira as reações dos assinantes nas redes sociais:

O filme é baseado no romance best-seller homônimo da autora italiana Elena Ferrante.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido por Maggie Gyllenhaal, a produção é baseada no romance best-seller homônimo da autora italiana Elena Ferrante.

Leda é uma mulher que viaja de férias ao litoral e fica obcecada com uma jovem mãe e sua filha quando as observa na praia. Enervada por seu envolvente relacionamento (e sua família estridente e ameaçadora), Leda fica sobrecarregada pelas próprias memórias de terror, confusão e intensidade da maternidade. Um ato impulsivo faz com ela mergulhe no estranho e sinistro mundo da própria mente, onde é forçada a encarar as escolhas nada convencionais que fez quando mais jovem – e suas consequências.

Olivia Colman estrela a produção. O elenco também conta com Jessie BuckleyDakota JohnsonEd HarrisPeter SarsgaardDagmara DominczykPaul MescalJack FarthingRobyn ElwellEllie BlakeOliver Jackson-CohenPanos KoronisAlexandros MylonasAlba RohrwacherNikos Poursanidis e Athena Martin.

O longa será lançado na plataforma no dia 31 de dezembro.

Os 10 Melhores Filmes Nacionais de 2021

É, o ano de 2021 foi muito louco para a indústria cinematográfica. Se Hollywood sofreu com os inúmeros atrasos e adiamentos de sua grade de estreias, que dirá a indústria nacional, que ainda teve que lutar contra os inúmeros desafios que prejudicaram ainda mais a realização e distribuição de filmes nas salas de cinema brasileiras. Apesar de tudo, 2021 foi um ano que surpreendeu pela qualidade das produções, pela inclusão social e a variedade temática dos filmes que estrearam nos cinemas e nas plataformas de streaming. Confira agora os 10 melhores, de acordo com a média tirada aqui no Cinepop:

10 – ‘A Última Floresta’ – Luiz Bolognesi

O belíssimo filme indígena, escrito por Davi Kopenawa Yanomami e Luiz Bolognesi (e dirigido por este) traz um retrato acurado da vida do povo Yanomami, ao norte do país, suas lutas contra o garimpo ilegal e também suas inspirações nos espíritos ancestrais, que orientam a aldeia nos desafios cotidianos. Estreou em setembro nos cinemas e está disponível na Netflix.

9 – ‘Quem Vai Ficar com Mário?’ – Hsu Chien

Esta deliciosa comédia romântica estrelada por Daniel Rocha conta a história de um rapaz que volta à casa de sua família, no sul do Brasil, para estar com eles e busca desesperadamente forças para contar a todos – especialmente à seu pai – que é gay. O elenco ainda inclui Nanny People e o longa está atualmente disponível na Prime Video.

8 – ‘Os Salafrários’ – Pedro Antônio

Uma surpreendente comédia um bocado realista de como o tal do jeitinho brasileiro resolve as coisas, pro bem ou pro mal. Com Samantha Schmutz e Marcus Majella no protagonismo, é um filme que você ri do início ao fim, disponível na Netflix.

7 – ‘Pixinguinha: Um Homem Carinhoso’ – Denise Saraceni

Com rápida passagem nos cinemas em novembro, a cinebiografia de ‘Pixinguinha’ conta a história de vida deste que é um dos maiores sambistas brasileiros, responsável por inúmeros sucessos. Traz Seu Jorge e Taís Araújo nos papéis principais, e é um filme para você ficar cantando o tempo todo. Ainda não chegou em nenhuma plataforma de streaming, mas vale ficar de olho.

6 – ‘Depois a Louca Sou Eu’ – Júlia Rezende

Taí um filme que surpreendeu, e muito! Com ares de comédia, o longa estrelado por Débora Falabella é, na verdade, um drama cômico e bastante triste, com o qual muitas pessoas poderão se relacionar por tocar num ponto delicado da psique humana: o transtorno obsessivo compulsivo. Estreado nos cinemas na época de início de retorno do público às salas, no primeiro semestre, o filme refletiu muito o sentimento de várias pessoas que sentiam (e ainda sentem) a necessidade de limpar tudo por conta da pandemia. Disponível na Prime Video.

5 – ‘Carnaval’ – Leandro Neri

Muito antes da farofa da Gkay, a jovem estrelou esse filme que tem cheiro, cor e sabor de ‘Carnaval’. Conta a história de quatro amigas que acabam indo passar os dias de folia em Salvador, e, caramba! Como esse filme consegue capturar a essência dos dias de loucura e imersão espiritual que é o Carnaval da Bahia! Para quem não viu, é uma ótima dica para começar o ano já entrando no clima da folia. Disponível na Netflix.

4 – ‘Turma da Mônica: Lições’ – Daniel Rezende

A aguardadíssima continuação das aventuras da ‘Turma da Mônica’ não decepciona. Com um tema mais amadurecido, Magali, Cascão, Cebolinha e Mônica terão, dessa vez, que lidar com a separação e a importante missão de crescer sem deixar de ser criança. É o último filme a estrear nas salas de cinema em 2021, e traz a catarse necessária para o espectador sair de 2021 com a alma lavada.

3 – ‘Deserto Particular’ – Aly Muritiba

Escolhido como o filme brasileiro para representar o país na corrida por uma vaga no Oscar 2022, ‘Deserto Particular’ continua nas salas de cinema e conta a tocante história de um policial intolerante que, sem saber, acaba se apaixonando por um homem pela internet.

2 – ‘Mariguella’ – Wagner Moura

Um dos filmes mais aguardados e mais polêmicos dos últimos anos chegou em 2021 e ficou pouco tempo em cartaz nos cinemas em novembro, estando já disponível na Globoplay. A cinebiografia conta a história do ativista político Carlos Mariguella, interpretado por Seu Jorge.

1 – ‘7 Prisioneiros’ – Alexandre Moratto

Depois de arrancar aplausos no Festival de Veneza e estrear em algumas salas brasileiras, ‘7 Prisioneiros’ chegou à Netflix trazendo mais uma belíssima (ou terrível, dependendo do ponto de vista) atuação de Rodrigo Santoro como um carrasco impiedoso que castiga e ilude jovens em uma rede de trabalho escravo em um ferro velho de São Paulo.

Gostou de ‘A Filha Perdida’? Aqui estão outros dez recentes filmes feministas para você conferir!

O suspense dramático A Filha Perdida (The Lost Daughter), estrelado por Olivia Colman e Dakota Johnson, chegou recentemente à Netflix e já se tornou uma das produções mais aclamadas da plataforma.

Trazendo temas como feminismo, disparidade de sexo e explorando os tabus acerca de maternidade, a história é centrada em Leda, uma professora viaja de férias ao litoral da Grécia e fica obcecada com uma jovem mãe e sua filha quando as observa na praia. Enervada por seu envolvente relacionamento (e sua família estridente e ameaçadora), Leda fica sobrecarregada pelas próprias memórias de terror, confusão e intensidade da maternidade. Um ato impulsivo faz com ela mergulhe no estranho e sinistro mundo da própria mente, onde é forçada a encarar as escolhas nada convencionais que fez quando mais jovem – e suas consequências.

Com direção de Maggie Gyllenhaal, o longa-metragem é poderoso em tudo o que se propõe a analisar e merece ser apreciado em sua completude.

Pensando nisso, o CinePOP montou uma breve lista com outros dez filmes feministas que você precisar conferir se gostou de A Filha Perdida – desde o drama de época Adoráveis Mulheres até a comédia criminal Oito Mulheres e um Segredo.

Confira:

ESTRELAS ALÉM DO TEMPO (2016)

No auge da corrida espacial travada entre Estados Unidos e Rússia durante a Guerra Fria, uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, provou ser o elemento crucial que faltava na equação para a vitória dos Estados Unidos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história americana e se tornando verdadeiras heroínas da nação.

VIAGEM DAS GAROTAS (2017)

Quatro amigas de longa data partem em uma longa jornada em busca de diversão por Nova Orleães, para participar dos grandes festejos anuais da cidade, o Essence Festival. Lá, a as intimidades são reavidadas e todos voltam a se aproximar com a animação. Ao mesmo tempo, o lado selvagem de algumas se mostra, e a experiência pode mudar a vida de todas para sempre.

LADY BIRD: A HORA DE VOAR (2017)

Christine McPherson está no último ano do colégio e o que mais deseja é fazer faculdade longe de Sacramento, Califórnia, ideia rejeitada por sua mãe. Lady Bird, como a garota de forte personalidade exige ser chamada, não se dá por vencida e leva o plano de ir embora adiante mesmo assim. Enquanto a hora não chega, ela se divide entre as obrigações estudantis no colégio católico, o primeiro namoro, típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com a progenitora.

OITO MULHERES E UM SEGREDO (2018)

Recém-saída da prisão, Debbie Ocean logo procura sua ex-parceira Lou para realizar um elaborado assalto: roubar um colar de diamantes no valor de US$ 150 milhões, que a empresa Cartier mantém sempre em um cofre. O plano é convencer a organização a emprestá-lo para que a estrela Daphne Kluger use a joia no badalado Met Gala, um dos eventos mais chiques e vistosos de Nova York. Para tanto, Debbie e Lou reúnem uma equipe composta apenas por mulheres: Nine Ball, Amita, Constance, Rose e Tammy.

COLETTE (2018)

Um dos filmes menos conhecidos e mais importantes da carreira de Keira Knightley, Colette é centrado na romancista francesa homônima que sofre com o seu casamento abusivo e com o seu parceiro que tenta ganhar créditos em cima de suas obras de maneira ilegal. Para superá-lo, ela emerge como uma grande escritora no seu país e, consequentemente, como uma candidata para o Prêmio Nobel em Literatura.

O ESCÂNDALO (2019)

O Escândalo acompanha um gigante do telejornalismo e antigo CEO da Fox News, Roger Ailes (John Lithgow), tendo seu poder questionado e sua carreira derrubada quando um grupo de mulheres o acusam de assédio sexual no ambiente de trabalho. Elogiado pelas incríveis performances do elenco protagonista, o longa traz nomes como Charlize TheronNicole KidmanMargot Robbie às telonas.

ADORÁVEIS MULHERES (2019)

As irmãs Jo (Saoirse Ronan), Beth (Eliza Scanlen), Meg (Emma Watson) e Amy (Florence Pugh) amadurecem na virada da adolescência para a vida adulta enquanto os Estados Unidos atravessam a Guerra Civil. Com personalidades completamente diferentes, elas enfrentam os desafios de crescer unidas pelo amor que nutrem umas pelas outras. O filme foi dirigido pela aclamada realizadora Greta Gerwig, a partir do clássico romance homônimo assinado por Louisa May Alcott.

AS GOLPISTAS (2019)

A vida de Destiny muda para sempre quando ela se torna amiga de Ramona, que lhe mostra como lidar com a rica clientela no clube em que trabalha como stripper. Mas, quando a crise financeira chega, as amigas percebem o declínio na quantidade de clientes de Wall Street abalar sua rentabilidade. Com isso, decidem elaborar um esquema ousado para recuperar suas vidas.

HARRIET (2019)

A história de Harriet Tubman, ativista política que, durante a Guerra Civil americana, ajudou centenas de escravos a fugirem do sul dos Estados Unidos, logo depois que ela mesma tivesse conseguido escapar da escravidão, no ano de 1849. Suas ações contribuíram fortemente para que a história tomasse um novo direcionamento.

BELA VINGANÇA (2020)

Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro OriginalBela Vingança caiu na graça dos críticos e do público e contou a história de Cassie (Carey Mulligan), uma mulher com muitos traumas do passado que frequenta bares todas as noites e finge estar bêbada. Quando homens mal-intencionados se aproximam dela com a desculpa de que vão ajudá-la, Cassie entra em ação e se vinga dos predadores que tiveram o azar de conhecê-la.

Os 7 melhores papéis de Florence Pugh no cinema e na televisão

Florence Pugh ascendeu a uma fama inenarrável depois de fazer sua estreia oficial no mundo da atuação com o drama ‘The Falling’, trilhando uma carreira de extremo sucesso que já lhe rendeu aclamação generalizada – e uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

Recentemente fazendo seu début no Universo Cinemático Marvel como Yelena Belova – e reprisando o papel na série Gavião Arqueiro, do Disney+, Pugh já se consagrou como uma das atrizes mais versáteis de sua geração e tem potencial para dominar as telonas e as telinhas com ainda mais força nos próximos anos.

Para comemorar sua carreira e seu aniversário de 26 anos (celebrado hoje, 03 de janeiro), o CinePOP separou uma breve lista com sete produções estreladas pela atriz para conferir nos streamings – desde o drama independente Lady Macbeth até o aclamado Adoráveis Mulheres.

Confira:

THE FALLING (2014)

Onde assistir: MUBI

Estrelado por Pugh e por Maisie Williams‘The Falling’ pode ter passado longe de seu radar, mas merece maior reconhecimento do que tem. Com direção e roteiro de Carol Morley, a trama é centrada em um internato preparatório só para garotas, onde, depois de uma tragédia acontecer, se torna palco para uma misteriosa epidemia de desmaios – ameaçado a estabilidade de todos os envolvidos.

LADY MACBETH (2016)

Onde assistir: Prime Video

No poderoso drama de época comandado por William Oldroyd, Katherine (Pugh) está presa a um casamento de conveniência. Casada com Boris Macbeth (Christopher Fairbank), a jovem agora se vê integrante de uma família sem amor. É só quando ela embarca em um caso extraconjugal com um trabalhador da propriedade do marido que as coisas começam a mudar. Ela só não contava que isso iria desencadear vários assassinatos.

LEGÍTIMO REI (2018)

Onde assistir: Netflix

Na ação dramática de época Legítimo Rei, um recente título original da Netflix, a história nos leva para a Escócia do século XIV e gira em torno do lendário guerreiro Robert “The Bruce”, que se torna rei dos escoceces e luta para tentar recuperar o controle do território. Entretanto, ele acaba sendo derrotado em um ataque surpresa feito pelo rei inglês, o que o deixou um fora-da-lei. Aqui, Pugh interpreta Elizabeth de Burge, a segunda esposa e consorte real de Robert.

THE LITTLE DRUMMER GIRL (2018)

Onde assistir: STARZPLAY

Aclamada pela crítica especializada, a minissérie ‘The Little Drummer Girl’ se consagrou como uma das melhores adaptações dos romances de John le Carré e permitiu que Pugh entregasse uma das melhores atuações de sua carreira (ao menos até agora). Na trama, ambientada nos anos 1970, uma talentosa atriz se prepara para estrelar uma peça em um importante teatro local. Enquanto isso, as tensões no Oriente Médio crescem cada vez mais, tornando iminente um conflito na região.

MIDSOMMAR (2019)

Onde assistir: Prime Video

Facilmente um dos terrores psicológicos mais bizarros e chocantes da década passada, Midsommar foi o filme que colocou a atriz no centro dos holofotes. Na trama, após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani (Pugh) vai com o namorado Christian (Jack Reynor) e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, em vez das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo vai se deparar com rituais bizarros de uma adoração pagã.

ADORÁVEIS MULHERES (2019)

Onde assistir: HBO Max

Um dos filmes mais ovacionados de 2019 só poderia trazer um elenco de pesdo – e Pugh não ficaria de fora de um dos projetos mais ambiciosos do final da década passada. A trama, adaptada do romance homônimo de Louisa May Alcott, acompanha as irmãs Jo (Saoirse Ronan), Beth (Eliza Scanlen), Meg (Emma Watson) e Amy (Pugh), que amadurecem na virada da adolescência para a vida adulta enquanto os Estados Unidos atravessam a Guerra Civil. Com personalidades completamente diferentes, elas enfrentam os desafios de crescer unidas pelo amor que nutrem umas pelas outras.

VIÚVA NEGRA (2021)

Onde assistir: Disney+

Em Viúva Negra, Pugh faz sua estreia oficial no MCU como Yelena Belova, irmã de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) que foi treinada no Quarto Vermelho como uma assassina de elite. A personagem foi descrita pela própria atriz como uma mulher “indesculpável, confiante, curiosa e emocionalmente corajosa”, além determinada e extremamente franca. Como já mencionado, Pugh reprisou seu papel em três episódios da elogiada série Gavião Arqueiro – e deve aparecer mais vezes num futuro próximo.

‘Morbius’: Filme estrelado por Jared Leto é ADIADO para abril

Más notícias para os fãs de Morbius.

A adaptação cinematográfica estrelada por Jared Leto e produzida pela Sony Pictures sofreu mais um adiamento: em vez de chegar aos cinemas nacionais neste mês, o longa agorá será lançado em 01 de abril de 2022.

Veja o comunicado:

Recentemente, a rede Cinemark confirmou que a produção terá 108 minutos (1 hora e 48 minutos) de duração, configurando-se como o segundo filme mais curto da Sony, atrás apenas de ‘Venom: Tempo de Carnificina’ (1 hora e 37 minutos).

Além disso, ‘Morbius terá classificação para maiores de 13 anos por conta de “intensas sequências de violência, algumas imagens assustadoras e linguagem inapropriada”.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.

Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outros que sofrem seu mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta desesperada. Inicialmente, o resultado parece ser um grande sucesso, mas os poucos uma escuridão consome o médico, que se transforma em um perigoso caçador.

O elenco também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris e Matt Smith.

‘Harry Potter: De Volta à Hogwarts’: Jason Isaacs, o Lúcio Malfoy, fez teste para outro personagem na saga

O especial ‘Harry Potter: De Volta à Hogwarts‘ já está disponível na HBO Max, trazendo diversas curiosidades e lembranças através de entrevistas com os astros da amada saga.

Ao longo do especial, Jason Isaacs revela que não queria interpretar Lúcio Malfoy porque ele já havia sido escalado para interpretar o Capitão Hook em ‘Peter Pan’ (2003).

O astro tinha medo de ficar marcado como um vilão de filmes infantis, por isso mele queria interpretar o professor Gilderoy Lockhart em ‘Harry Potter e a Câmara Secreta‘.

“Eu iria filmar como Capitão Hook no novo Peter Pan, e eu não queria ser lembrado apenas como um vilão de filmes infantis. Eu queria ser Gilderoy Lockhart, mas o diretor Chris Columbus insistiu que eu fizesse o teste para Lúcio. Bom, eu fiz, de cara amarrada, mas fiz.”

Ele continuou:

“No fim das contas, foi meu mau humor durante o teste que me fez ganhar o papel. O resto é história.”

Depois que Isaacs foi escolhido como o pai de Draco Malfoy (Tom Felton), o escolhido para dar vida a Gilderoy Lockhart, novo professor de defesa contra as artes das trevas, foi Kenneth Branagh.

E aí, você já assistiu o especial?

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O especial reúne Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto ao diretor Chris Columbus e outros membros do elenco e da equipe criativa, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.

Anteriormente, Watson se emocionou ao falar pela primeira vez sobre a produção.

Harry Potter era minha casa, minha família, meu mundo e Hermione (ainda é) minha personagem fictícia favorita de todos os tempos. Acho que um jornalista uma vez disse que era irritante quantas vezes durante uma entrevista eu mencionei como tinha sorte e comecei a contar … MAS EU SABIA BEM!!! E ainda sei Obrigado aos fãs que continuaram a mostrar seu apoio após o último filme. A magia do mundo não existiria sem você. Obrigado por lutar para torná-lo um lugar tão inclusivo e amoroso.

Ainda sinto falta da equipe que fazia esses filmes o tempo todo. Obrigado por todo o seu trabalho árduo também – sei que suas contribuições às vezes são esquecidas.

Feliz 20º aniversário, Potterheads! Esperamos que você aproveite o 20º aniversário de Harry Potter: Retorno a Hogwarts, que vai ao ar no dia de Ano Novo, 1º de janeiro na HBO Max. ⚡️ Muito pelo que esperar. 😊”, ela escreveu.

O especial também traz Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

Fãs encontram MAIS UM ERRO no Especial ‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts’

Após descobrirem que o especial de 20 anos de ‘Harry Potter‘ trocou a foto da Emma Watson pela da Emma Roberts, os fãs encontraram mais um erro.

Dessa vez, os fãs perceberam que os créditos na tela dos irmãos Oliver e James Phelps, que interpretaram George e Fred Weasley, foram trocados durante o depoimento deles.

Apesar dos gêmeos também serem confundidos na vida real, foi mais uma bola fora dos produtores do especial… que não pareceram muito cuidadosos com uma produção tão cara e aguardada.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

 

O especial reúne Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto ao diretor Chris Columbus e outros membros do elenco e da equipe criativa, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.

O especial também traz Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

Freddie Prinze Jr., de ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’, quer estrelar novo terror

Freddie Prinze Jr with a large cut next to his eye in a scene from the film 'I Still Know What You Did Last Summer', 1998. (Photo by Columbia Pictures/Getty Images)

Apesar do sucesso do terror ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, o ator Freddie Prinze Jr. (‘Ela é Demais’) não estrela um novo filme do gênero desde a sequência, lançada em 1998.

Através do Twitter, o astro revelou seu desejo em protagonizar um novo filme de terror em 2022, indicando seu retorno ao gênero.

“Eu queria estrelar um novo filme de terror desde que terminei ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’. Nunca encontrei o projeto certo, mas sinto que irá acontecer nesse ano,” revelou o ator.

Vale lembrar que, em 2021, a franquia ganhou um reboot através da Amazon Prime.

Confira nossa crítica:

Crítica | Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado é uma série GENÉRICA que não lembra em NADA o filme…

Escrito e produzido por Sara Goodman,Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passadoé baseado no romance de Lois Duncan de 1973, que também foi a base do icônico filme de 1997.

Um ano após o acidente de carro fatal que assombrou a noite de formatura, um grupo de adolescentes se vêem unidos por um segredo obscuro e perseguidos por um assassino brutal. Enquanto tentam descobrir quem está atrás deles, eles revelam o lado obscuro de sua cidade aparentemente perfeita – e de si mesmos. Todo mundo está escondendo algo, e descobrir o segredo errado pode ser mortal.

James Wan entra como produtor executivo da série.

Vale lembrar que Madison Iseman (‘Jumanji: Próxima Fase’) viverá a protagonista. O elenco também conta com Brianne Tju (‘Light as a Feather’), Ezekiel Goodman, Ashley Moore (‘Popstar: Never Stop Never Stopping’), Sebastian Amoruso (‘Solve’), Fiona Rene (‘Stumptown’), Cassie Beck (‘Conectando’), Brooke Bloom (‘Homecoming’) e Bill Heck (‘I’m Your Woman’).

O filme original faturou US$ 125 milhões pelo mundo e ganhou uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em vídeo em 2006.

‘Good Sam’: Série médica com Sophia Bush e Jason Isaacs ganha novo trailer promocional; Confira!

A CBS divulgou o novo trailer promocional do drama médico ‘Good Sam‘, estrelado por Sophia Bush (‘Chicago PD’) e Jason Isaacs (‘Star Trek: Discovery’).

A série tem estreia agendada para o dia 5 de janeiro.

Confira:

A série foi criada por Katie Wech (‘Rizzoli & Isles’) e Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), que também servem como produtoras executivas do projeto.

A trama seguirá Sam, uma cirurgiã talentosa que trabalha no mesmo hospital que seu pai autoritário, Griff, que é impossível de agradar e nunca reconheceu seus talentos. Servindo como braço direito para ele e sempre à sua sombra, Sam se destaca quando seu pai entra em coma e ela se encarrega do departamento como chefe de cirurgia. Sam encontra o seu espaço profissional e pessoal, no entanto, seu mundo é revirado novamente depois que Griff acorda e quer trabalhar novamente, mesmo que isso signifique ser supervisionado por sua filha.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs, Edwin Hodge, Skye P. Marshall e Michael Stahl-David.

‘Pânico’: Ghostface ataca em novos comerciais NACIONAIS; Confira!

A Paramount Pictures divulgou novos comerciais nacionais do próximo filme da franquia ‘Pânico‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Crítica | My Name – Seriado da Netflix aborda a vingança a todo instante

As reviravoltas de um crime. Seguindo na linha de Infiltrados mas com um arco bem forte familiar embutido, além de uma vingança óbvia por trás dos atos, o seriado coreano My Name, disponível na líder dos streamings, caminha entre a ação e o drama para mostrar a saga de uma jovem que praticamente abdica de sua vida para encontrar o verdadeiro assassino do pai. Com um roteiro repleto de surpresas e oito episódios eletrizantes, o seriado deve agradar bastante pra quem der uma chance.

Na trama, conhecemos a jovem Yoon Ji Woo (Han So-hee) que vive uma adolescência vazia sem mãe e com um pai que só aparece de vez em quando. Sem entender direito a profissão do pai, taxado pela comunidade que mora como um temido gângster local, ela se encontra em um grande conflito. Certo dia e de surpresa, se pai aparece na porta do seu apartamento e acaba sendo morto à sangue frio para alguém de capacete que dificulta a identificação. Sem saber o que fazer e dessa vez não tendo ninguém em sua vida, a protagonista resolve procurar ajuda do chefe do pai, o mafioso Mu-jin Choi (Hee-soon Park), um homem frio que por conta da amizade que tinha com o pai dela resolve ajudá-la. Assim, a protagonista embarca em um treinamento repleto de desafios e entra para a polícia como informante do mafioso, já que o segundo ele o seu pai fora assassinado por algum policial.

My Name aborda a vingança a todo instante. O renascimento da personagem principal com outra identidade e com um só objetivo nos leva a um jogo de polícia e ladrão onde não sabemos direito quem mente ou não. Os oito episódios são eletrizantes, como se cada parte mostrasse um dilema da protagonista em um primeiro momento sem saber o que fazer e com o desenvolvimento tendo capacidade de refletir sobre onde se meteu. A ação é constante, cenas de lutas muito bem coreografadas inclusive. A parte dramática é forte, o artistas envolvidos na produção são excelentes e cada um deles contribuem para um bom desenvolvimentos de seus respectivos personagens. Vale a pena conferir!

Lin-Manuel Miranda: Conheça o GÊNIO da Broadway e sua jornada no cinema

Ganhador de um Prêmio Pulitzer, dois Grammys, um Emmy, três Tonys, com uma indicação ao Oscar já no currículo, filho de um ex-conselheiro político dos democratas (que inclusive aconselhou o prefeito de Nova Iorque Ed Koch no final da década de 70) e uma psicóloga, Lin-Manuel Miranda nasceu no norte de Manhattan, em Nova Iorque, no bairro de Washington Heights. Sempre teve a mente muito criativa e vivia cercado de amigos por todos os lados, não só nos Estados Unidos onde morava mas também em Porto Rico, país que visitava todo ano e ficava na casa de sua avó. Seu nome foi inspirado por um poema chamado Nana Roja Para Mi Bebe Lin Manuel que fala sobre e fora escrito pelo escritor porto-riquenho José Manuel Torres Santiago.

Lin-Manuel sempre sonhou em participar do universo das artes e no final da década de 90 conseguiu entrar na Wesleyan University. Como estudante, já no seu segundo ano de curso, Miranda escreveu o primeiro rascunho do que se tornaria seu primeiro estrondoso musical da Broadway, In the Heights, que contava desde os primeiros esboços com números de rap e salsa de estilo livre. O projeto ficou à espera de uma oportunidade e ela chegou primeiro no circuito Off-Broadway e depois em março de 2008 estreando na tão sonhada Broadway. A peça foi um grande sucesso e logo no seu primeiro ano indicada nada menos que 13 prêmios Tony (o Oscar do teatro norte-americano).

A partir desse trabalho Lin começou a receber alguns convites e em paralelo aos projetos que já pensara em executar mais pra frente nos palcos da Broadway, começou a atuar na televisão, em pequenas participações de seriados de sucesso, como: House, Sopranos e Modern Family. Seu primeiro trabalho no cinema só veio no ano de 2012, no longa-metragem dirigido por Peter Hedges, A Extraordinária Vida de Timothy Green. No ano seguinte, seria a estrela do filme de Bruno Irizarry, 200 Cartas, um projeto romântico que mostra a história de Raul, um porto-riquenho nascido em Nova York que numa noite conhece Maria, uma jovem porto-riquenha em visita a NY e ambos se apaixonam perdidamente. Em 2014, Miranda colaborou com Opetaia Foa’i e Mark Mancina para criar a trilha sonora do filme Moana. Por sua canção How Far I’ll Go, Miranda recebeu indicações ao Globo de Ouro, Critics Choice Awards e Oscar.

Durante esse tempo, entre uma contribuição à alguma peça de teatro e participações em filmes e seriados, Lin-Manuel escrevia sempre que tinha uma folga ou tirava férias, um musical que mudaria para sempre sua carreira, Hamilton. Inspirado pela biografia lançada em 2004 de Alexander Hamilton, do historiador Ron Chernow, o musical estreou na Broadway em 2015 se tornando quase que instantaneamente um impactante sucesso poucas vezes vistos nos teatros norte-americanos.

Em 2018, participou de seu maior filme até então, O Retorno de Mary Poppins de Rob Marshall, onde atuou ao lado de Emily Blunt. No ano seguinte foi um soldado não creditado no filme Star Wars: Episódio IX – A Ascensão de Skywalker. Já em 2020, a plataforma de streaming Disney+ lançou o Pro-shot (em curta explicação, seriam gravações de números teatrais compondo um filme) do badalado musical Hamilton. No mesmo ano, Lin entrou para o elenco da badalada série His Dark Materials: Fronteiras do Universo da HBO Max. Já em 2021, seu primeiro musical de sucesso In The Heights, ganhou uma adaptação para o cinema, como título em português Em um Bairro de Nova York, sendo lançado em salas de todo o mundo próximo da reabertura dos cinemas de todo o mundo após o fechamento por conta da Covid. Ainda nesse ano, a primeira aventura musical da Sony Pictures Animation com novas canções originais de Lin-Manuel Miranda chamada Vivo foi lançada na Netflix. E pra fechar o ano de 2021, Lin dirigiu seu primeiro longa-metragem, o excelente Tick, Tick…Boom! Onde com sua criatividade tamanha nos surpreende com as infinidades da metalinguagem em uma homenagem ao teatro musical e ao grande criador do musical Rent, Jonathan Larson.

Nos próximos anos esse artista de 41 anos, pai de dois filhos, tem tudo para realizar não só nos cinemas mas nos palcos outras grandes obras que ficarão para sempre em nossas memórias. É aguardar e conferir!