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As 11 Temporadas de ‘Modern Family’ serão REMOVIDAS da Netflix!

Com a chegada do Star+ no Brasil, muitas séries da ABC vão deixar a Netflix e ir para o serviço de streaming mais adulto da Disney.

É o caso da série ‘Modern Family‘, que terá suas 11 temporadas REMOVIDAS da Netflix no dia 31 de Dezembro de 2021, ficando apenas no Star+.

Além de ‘Modern Family‘, ‘Grey’s Anatomy‘ também deixará o streaming.

Confira o anúncio:

Criada por Christopher Lloyd e Steven Levitan, a série é um documentário sobre três famílias que se conhecem e interagem. Jay Pritchett (Ed O’Neill) é um homem mais velho que se casa com a colombiana Glória (Sofia Vergara). Eles vivem com o filho dela, Manny, e convivem diariamente com os filhos do primeiro casamento de Jay: Claire (Julie Bowen) e Mitchell (Jesse Tyler). Claire é casada com Phil Dunphy (Ty Burrell) e que luta para dar a melhor educação para os filhos Haley, Alex e Luke. Já Mitchell vive um relacionamento com Cameron Tucker, e resolvem adotar uma filha, Lily.

O elenco inclui Ed O’Neill, Sofía Vergara, Julie Bowen, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Eric Stonestreet, Rico Rodriguez, Nolan Gould, Sarah Hyland e Ariel Winter.

 

Adeus, NETFLIX! As 17 temporadas de ‘Grey’s Anatomy’ serão REMOVIDAS do streaming

A Netflix perdeu mais uma série de sucesso que sairá de seu catálogo no dia 31 de Dezembro de 2021.

As 17 temporadas de ‘Grey’s Anatomy‘ serão REMOVIDAS do catálogo, anunciou o streaming hoje.

As temporadas continuam no catálogo das concorrentes Globoplay, Star+ e Amazon Prime Video.

Confira:

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

Os ânimos ficarão ainda mais aflorados no Hospital Grace Mercy West, agora que a Dra. Addison Montgomery (Kate Walsh) está de volta!

A polêmica e amada personagem fará o seu retorno no 3º episódio da 18ª temporada, intitulado “Hotter Than Hell“. O capítulo em questão ainda ganhou um teaser oficial, que veio acompanhado de uma cena extra, bem como de sua sinopse.

Confira:

A Dra. Addison Forbes Montgomery retorna e agracia os corredores Gray Sloan com sua experiência e perícia enquanto tenta ajudar Richard a ensinar a mais nova safra de residentes; Meredith tem uma decisão a tomar; Link confia em Teddy.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

 

Dica | Filmes de terror “modernosos” para conferir nos streamings

O início da última década ficou marcada por uma forte crise criativa no mercado dos filmes de terror, que investiu em muitas sequências de franquias cujo primeiro capítulo deu certo, mas que jamais conseguiram entregar o mesmo nível de qualidade nas continuações. Apostando nos sustos fáceis e nessa ideia de franquias, diversas bombas chegaram por aí trazendo sempre o mesmo estilo de terror – ou tentativa de terror.

Porém, com o crescimento da “rivalidade” entre as produtoras Blumhouse e A24, a parte final da última década começou a trazer novas produções com estilos diferentes de terror, ousando mais e proporcionando produções inovadoras e incríveis. Na sugestão de hoje, separamos cinco dos filmes de terror mais comentados dos últimos anos e indicamos em qual plataforma de streaming você pode conferi-los.

Midsommar – O Mal Não Espera A Noite (Amazon Prime Video)

esse terror é bem diferente da maioria, porque ele tem pouquíssimas cenas no escuro, usa e abusa de cores e trabalha bastante com o poder da sugestão, deixando para o espectador imaginar o que pode estar acontecendo ali. A trama conta a história de um casal em crise após a jovem (Florence Pugh) perder a irmã e os pais em uma situação bizarra. Traumatizada, ela se apoia no namorado, que já pensava em terminar o relacionamento, mas acaba “empurrando a situação com a barriga” por um sentimento de pena. Quando o rapaz decide ir para a Suécia com os amigos estudar um festival de solstício de uma comuna, a jovem acaba virando tema de debate. Depois de uma conversa, ela acaba se juntando ao grupo, contrariando a maioria dos amigos. Ao chegar no vilarejo, eles tem contanto com drogas e a outros convidados estrangeiros que vão dividir a experiência da comuna com eles pelos próximos dias. O problema é que as tradições dessa comunidade sueca são estranhas, envolvendo assassinatos, rituais de magia e até mesmo estupro. Logo, o grupo de amigos vai desaparecendo, deixando um clima muito incômodo no ar.

Além de trabalhar a direção de arte com visuais incríveis, cores fortes e cenas de pura psicodelia, o filme tem momentos de gore e trabalha uma questão interessantíssima: qual o limite do aceitável entre as “diferenças culturais” e bizarrice? Partindo dessa premissa, Ari Aster vai elevando ainda mais o nível de coisas terríveis que acontecem e o grupo vai aceitando.

A Bruxa (Globoplay)

Vendido como o filme que fez Stephen King se borrar de medo, A Bruxa é um filme que não tem nenhum jumpscare ou os sustos clássicos de aumento de volume repentinamente, mas investe em criar um clima de tensão acerca da dúvida que é brutal. Na trama, uma família camponesa perde seu bebê para uma bruxa em meio a uma grande crise familiar e financeira. Com o passar do tempo e com várias situações estranhas acontecendo, eles começam a desconfiar que sua filha mais velha (Anya Taylor-Joy) seja uma bruxa. Brincando com a incerteza do público sobre a menina ser apenas julgada pela realidade opressora da época ou dela realmente ter envolvimento com o sobrenatural, o filme é um terror psicológico incrível.


O Sacrifício do Cervo Sagrado
(Amazon Prime Video)

Extremamente esquisito e desconfortável, esse filme do grego Yorgos Lanthimos é um clássica tragédia grega sobre um cirurgião de Ohio que perdeu um paciente há cerca de três anos. Sentindo culpa, ele passa a se encontrar com o filho do homem e começa a maneirar na bebida. A dupla desenvolve uma boa relação, até que o médico o convida a frequentar a casa da família, apresentando sua esposa e os filhos.

Porém, o desconforto é muito grande e a intimidade dos dois começa a incomodar. Então, essa fixação do garoto com o cirurgião começa a trazer situações terríveis para o lar da família, como sua mãe, viúva, investindo no médico casado e casos misteriosos de paralisia atingindo os filhos do rapaz. Yorgos constrói o filme baseado nesse desconforto e na série de absurdos que essa relação traz. A ambientação é esquálida, tal qual as personalidades dos protagonistas diante das bizarrices. É um terror sutil que reflete sobre aspectos problemáticos da sociedade e pode não agradar a todos, mas é impressionante.

 

Hereditário (HBO Max)

Considerado um dos filmes mais assustadores dos últimos anos, Hereditário mostra que os segredos de família nem sempre envolvem herança escondida. Nessa história, a matriarca de uma família comum se envolve com cultos satânicos e oferece a própria família para trazer de volta um antigo demônio. Quando ela morre, coisas sinistras começam a acontecer, fazendo da casa dos filhos e netos um verdadeiro inferno. Conforme a trama avança, problemas comuns se misturam ao caos demoníaco, mergulhando os membros em uma depressão profunda e sobrenatural. A história também chega a brincar com a possibilidade de tudo não passar de uma situação chatíssima de uma família problemática, mas logo fica impossível não assumir o sobrenatural da situação. Com uma caracterização tão absurda quanto o nível das atuações e uma direção segura que extrai o máximo do incômodo e do horror, Hereditário é uma obra-prima do terror atual.

O Farol (Amazon Prime Video)

Ambientado no finalzinho do século XIX, esse terror psicológico em preto e branco chamou bastante atenção em 2019 por sua excentricidade e recursos muito similares aos que eram utilizados nos clássicos do cinema mudo. A trama conta a história de Thomas (Willem Dafoe), o dono do farol que dá nome ao filme, cujos hábitos envolvem o alcoolismo e se trancar peladão no farol. Ele passa a conviver com um jovem misterioso chamado Ephraim (Robert Pattinson), que ostenta um passado obscuro. Juntos nessa ilha, os dois precisam se entender. No entanto, eles parecem caminhar rumo à loucura, em um terror psicológico de mão cheia, que faz uso da linguagem visual para criar um clima completamente incômodo e aterrorizante.

O fato de ter poucos personagens em cena só ajuda a construir a sensação de clausura e de falta de perspectiva de dois homens que não sabem se nutrem amor ou ódio um pelo outro. É um filme escatológico, tenso e assustador.

Tom Holland e Zendaya confirmam relacionamento e fãs vão à LOUCURA; Confira!

Tom HollandZendaya estão prontos para reprisar seus papéis como Peter Parker e MJ no antecipadíssimo Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa – mas, recentemente, esse não foi o motivo de terem parado a internet.

Há algum tempo, já havia rumores de que Holland e Zendaya estivessem namorando e, durante a cerimônia de premiação da Bola de Ouro 2021, os atores finalmente posaram juntos como um casal, confirmando o status de relacionamento.

É claro que os fãs da franquia e dos artistas não deixariam de celebras as boas novas, compartilhando suas reações nas redes sociais.

Confira algumas delas:

Zendaya e Tom Holland juntos finalmente”.

“OK, isso é o suficiente para mim, eles podem para agora. Obrigado Tom Hollland e Zendaya, boa noite”.

Tom Holland e Zendaya estão participando de eventos como um casal pela primeira vez e eu estou vivendo para isso”.

“Interrompemos sua tarde de terça-feira para trazer a estreia de Tom Holland e Zendaya como nosso novo casal favorito”.

“Pensando no que Zendaya e Tom Holland causam em mim”.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, terceira parte da franquia, estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Trailer IMAX de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ traz cenas inéditas; Assista!

A Rede IMAX divulgou um novo trailer e comercial de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, que trazem cenas inéditas.

Em IMAX, o filme terá 26% a mais de tela.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Apesar dos diversos problemas nos sites de venda, que ficaram fora do ar ontem quase o dia todo, a pré-venda de ingressos quebrou recordes.

Segundo o Fandango, a terceira parte da adorada trilogia estrelada por Tom Holland se tornou a SEGUNDA maior pré-venda de ingressos da história do site, perdendo apenas para ‘Vingadores: Ultimato‘, em 2019.

Em apenas duas horas, a pré-venda de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa ultrapassou toda a pré-venda de ‘Viúva Negra‘.

O filme também quebrou os recordes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, ‘Star Wars: O Despertar da Força’ e dos filmes anteriores do aracnídeo.

O editor-chefe do Fandango, Erik Davis, está muito entusiasmado por ter o multiverso aberto para os negócios.

“O filme mais esperado da temporada promete oferecer surpresas em todos os níveis em 17 de dezembro. Você entra no YouTube, Twitter, Facebook ou TikTok e só vê postagens sobre a próxima aventura de Tom Holland. Vai ser um recorde de bilheterias”, afirmou. 

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Matrix Resurrections’: Atriz faz MISTÉRIO sobre o verdadeiro papel de Trinity na sequência

Apesar de Neo e Trinity terem morrido em ‘Matrix Revolutions’, Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss vão reprisar os icônicos papéis em ‘Matrix Resurrections’.

Vale lembrar que a Oráculo disse que eles seriam vistos novamente, e é sobre isso que a trama de ‘Matrix Resurrections‘ irá lidar.

E parece que Trinity terá um papel fundamental ao enviar o público de volta à espiral existencial na sequência.

Durante uma entrevista para o Collider, Jessica Henwick (‘Punho de Ferro’), intérprete de Bugs no novo filme, fez mistério sobre o verdadeiro papel de Trinity na trama.

“Estou animado para que os fãs vejam Keanu. Nós o amamos. Nós o amamos como Neo. Ele é incrível. Ele é o coração do filme e não comete erros. Então, eu acho que os fãs vão realmente gostar disso. Mas Carrie-Anne tem um papel muito interessante e acho que muitas pessoas vão ficar de boca aberta com o trabalho dela. Isso é o que mais estou animada para ver.”

E aí, que segredos você acha que estão guardados sobre em torno da presença de Trinity no filme?

Matrix Resurrections‘ teve um novo trailer divulgado ontem, repleto de ação e cenas inéditas. Intitulado “Dejà vú”, o vídeo explica que algo mudou na Matrix.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Anteriormente, uma exibição de teste do filme foi realizada pela Warner Bros. e segundo o portal World of Reel, a vindoura produção é definitivamente algo novo e está longe de ser uma sequência direta da trilogia original.

O texto abaixo contém SPOILERS!

Uma fonte secreta e desconhecida, que teria assistido ao longa, detalhou algumas supostas informações referentes ao filme e vários possíveis spoilers foram trazidos à tona.

O espectador em questão ainda usa o clássico terror de Wes Craven, ‘O Novo Pesadelo – O Retorno de Freddy Krueger’, como ponto de referência. Na trama, todos os personagens parecem estar totalmente cientes da trilogia original.

O Morpheus de Yahya Abdul-Mateen II e o Agente Smith de Jonathan Groff são versões recodificadas de suas iterações anteriores, com Neil Patrick Harris sendo o intérprete do vilão.

Aqui, Neo é na verdade um desenvolvedor de jogos que trabalha para uma empresa pertencente à Warner Bros., chamada Deus Machina, que criou títulos de console que formam uma série conhecida como The Matrix.

Vale lembrar que nenhuma das informações foram confirmadas pela Warner Bros., portanto, trate tudo como rumores. 

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam.  

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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‘Invasão Zumbi 3’ terá um tom mais parecido com o primeiro filme, garante diretor

Em entrevista ao Variety, o diretor Yeon Sang-ho revelou que está desenvolvendo um novo filme para a franquia ‘Invasão Zumbi‘, afirmando que a próxima sequência deve ter um tom mais parecido com o primeiro filme.

“Há muitas ideias para dar continuidade à franquia, e, pessoalmente, acho preferível investir no formato de filme. Infelizmente, na Coreia, as circunstâncias não são muito favoráveis para criarmos uma série com visuais comparáveis aos filmes lançados. Além disso, eu também teria que trabalhar com a distribuidora com quem fizemos parceria no filme original. Levando tudo isso em consideração, um novo filme seria a melhor forma de continuar.”

Ele continua, “Todos os filmes se passam no mesmo universo. ‘Invasão Zumbi 2’ é um filme pós-apocalíptico focado em cenas com carros. A trama do terceiro filme será mais parecida com o original, com uma história contida em um lugar restrito. É isso o que eu tenho em mente atualmente. Em termos de gênero, eu diria que o terceiro filme será algo entre o primeiro e o segundo filme.”

Vale lembrar que um remake hollywoodiano de ‘Invasão Zumbi‘ (Train to Busan) também está em desenvolvimento.

James Wan produz o remake, que será dirigido por Timo Tjahjanto (‘Fortuna Maldita’).

O ator Don Lee (‘Eternos’) revelou detalhes sobre o projeto:

“Estou bastante empolgado para o remake. Temos Wan e Timo que são grandes realizadores. Eles estão criando algo ainda mais divertido e aterrorizante que o original. O primeiro filme ficava limitado na Coréia, agora vocês mal podem esperar para ver os zumbis atacando em escala global”, afirmou.  

Em seu currículo, o cineasta Timo Tjahjanto tem ‘Assassinos‘, ‘A Noite nos Persegue‘, além de ter dirigido segmentos nas antologias de terror ‘V/H/S/2‘ e ‘O ABC da Morte‘.

Gary Dauberman (‘It: A Coisa‘, ‘A Freira‘) é o responsável pelo roteiro.

Os direitos de adaptação foram comprados pelos Estúdios Gaumont, do francês ‘Intocáveis‘ (que também ganhou remake).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Sob direção de Sang-ho Yeon, ‘Invasão Zumbi‘ apresenta uma história de luta pela sobrevivência em uma movimentada estação de trem, que sofre um temível ataque zumbi.

Uma sequência, intitulada ‘Invasão Zumbi 2: Península‘, foi lançada recentemente, mas decepcionou o público e foi massacrada pelos críticos.

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Crítica | Reservation Dogs – Taika Waititi estreia primeira série indígena da Disney+

Se tem um tema que anda bastante em alta é a importância e a necessidade da representação e da representatividade em todos os espaços, incluindo na criação artística. A maioria das empresas está de olho nisso, buscando formas de incluir a representação e a representatividade em suas produções – e a Disney é uma das produtoras que vem mais se dedicando a incluir estes elementos em suas histórias, como pode ser visto em seus últimos lançamentos. Nessa pegada, chegou silenciosamente à sua plataforma Star Plus a primeira série indígena da empresa do Mickey Mouse, intitulada ‘Reservation Dogs’, com uma classificação etária para maiores de 16 anos.

Bear Smallhill (D’Pharaoh Woon-A-Tai), Elora (Devery Jacobs), Cheese (Lane Factor) e Willie (Paulina Alexis) são quatro jovens adolescentes indígenas em uma cidade no interior de Oklahoma. Eles cometem pequenos furtos para, com a venda dos produtos, conseguir levantar dinheiro para poderem sair da cidade e se mudar para a Califórnia, pois acreditam que a cidade está muito ruim, especialmente para descendentes de indígenas. Tudo isso piora quando um grande amigo deles, Daniel (Dalton Cramer), morre, e este episódio acaba virando o estopim para que os jovens busquem sair daquele lugar. Após se configurarem como uma espécie de gangue local, intitulada ‘Reservation Dogs’, e o aparecimento de um grupo rival que irá disputar o local com eles, Bear começa a ter visões ancestrais com um guerreiro (Dallas Goldtooth), que chama a sua atenção para o fato de que mais importante que fugir e salvar a sua própria pele é ficar e proteger a sua comunidade.

Por encontrar o delicado e importante equilíbrio entre a inserção dos valores indígenas na temática da série e trazer ao mesmo tempo aspectos contemporâneos para o núcleo principal, ‘Reservation Dogs’ consegue atingir um ponto chave que as produções estão tentando encontrar, mas muitas não estão conseguindo: colocar os indígenas não só atuando, como também escrevendo a história – e não só inspirando-as. Esse é um mérito que o produtor Taika Waititi (‘Jojo Rabbit‘)pode levar, exatamente por bater o pé e fazer questão que a série tivesse representação e representatividade em todos os seus âmbitos.

O roteiro de Taika Waititi e Sterlin Harjo passeia entre elementos comuns à adolescência estadunidense – curtição de hip hop, a ansiedade por sair da casa dos pais, as provocações de grupinhos rivais, etc – com temas cruciais da cultura indígena norte-americana, como o suicídio, a falta de perspectiva dos jovens não brancos, a importância da comunidade e da transmissão da sabedoria ancestral para a sobrevivência coletiva indígena na cidade. Não bastasse tudo isso, ainda há espaço para a participação de dois indígenas gêmeos e anões, que roubam os holofotes toda vez que aparecem em cena pedalando suas bicicletas e disparando comentários certeiros sobre a garotada local.

Dividido em nove episódios de trinta minutos cada, ‘Reservation Dogs’ é uma série igualmente divertida e extremamente dramática, justamente por centrar sua história no universo juvenil. Ao mostrar a realidade dos adolescentes indígenas contemporâneos daquele país, a série coloca o povo indígena não no passado, mas sim no presente, e demonstra que as dificuldades e os sonhos desses jovens são iguais aos de qualquer jovem ocidental, porém, os conflitos com suas tradições e identidades são intensificados por causa de uma sociedade que não admite outras culturas. Por isso, ‘Reservation Dogs’ é uma das melhores produções do ano, apresentada por uma gracinha de elenco que faz o público rir e sentir com a mesma profundidade.

Britney Spears – 40 Anos | A melhor música de cada álbum da princesa do pop

It’s Britney, bitch!

A eterna princesa do pop completa 40 anos no dia de hoje, 02 de dezembro – e nada mais justo que celebrar sua carreira repleta de sucessos e de músicas que marcaram época.

Escolher as canções mais marcantes de sua discografia não é uma tarefa nem um pouco fácil e, por essa razão, resolvemos mudar um pouco as coisas. Para comemorar seu aniversário, montamos uma breve lista com a melhor faixa de cada um de seus 9 álbuns de estúdio, começando com ‘…Baby One More Time’ e terminando com Glory.

Visto que estamos englobando apenas os lançamentos de estúdio, não levamos em consideração quaisquer singles soltos ou colaborações que façam parte, originalmente, de outros álbuns.

Confira abaixo as nossas escolhas:

…BABY ONE MORE TIME

Álbum: …Baby One More Time (1999)

A faixa homônima de seu álbum de estreia emergiu como o lead single e como a primeira música da carreira de Spears, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-popdancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

STRONGER

Álbum: Oops!… I Did It Again (2000)

Um ano depois de ter feito sua estreia no cenário fonográfico, Britney Spears estava pronta para dominar o mundo – e continuou trilhando um caminho de extremo sucesso com a sequência ‘Oops!… I Did It Again’. Dentro do incrível álbum, são várias as iterações que nos chamam a atenção, incluindo “Stronger”, uma das assinaturas de sua carreira. A canção é infundida em distorções envolventes e sedutoras que amalgama o synth-pop ao R&B, declarando uma emancipação que ficou marcada para as eras.

OVERPROTECTED

Álbum: Britney (2001)

O subestimado Britney felizmente vem sido encarado com outros olhos vinte anos após seu lançamento, marcando a transição da performer do teen-pop ao pop adulto. Aqui, temos a densa exuberância de “Overprotected”, escrita e produzida por Max Martin e Rami, em que ela volta a endereçar a problemática da fama e como ela conseguiu se livrar das amarras restritivas daqueles à sua volta, declarando que “preciso de tempo, amor e diversão… Preciso de mim”.

BREATHE ON ME

Álbum: In The Zone (2003)

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não tem medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

PIECE OF ME

Álbum: Blackout (2007)

“Piece of Me”, segundo single de ‘Blackout’, é a definição perfeita do que o título da obra significa: buscando colocar a vida de volta nos trilhos, Britney percebe que um dos principais motivos de ter cedido a uma insanidade aterrorizante foi a pressão exercida por uma imprensa manipuladora e sensacionalista. E que melhor forma de responder a esses ataques com um afronte bem claro? A faixa, uma ironia nem um pouco sutil que serve de resposta àqueles que tentaram diminui-la, e não só tem uma letra deliciosamente perversa, como também traz elementos do dubstep e das distorções acústicas que a transformam em uma obra-prima.

CIRCUS

Álbum: Circus (2009)

Dois anos depois do período mais obscuro de sua vida – em que era constantemente bombardeada pela presença invasiva dos paparazzi, Britney estava pronta para se voltar ao pop chiclete que a colocou no centro dos holofotes. Com Circus, faixa titular de seu sexto álbum homônimo, ela cumpre o que promete da melhor maneira possível: consagrando-se como a faixa mais bem trabalhada do disco, Spears navega em uma aglutinação de versos que até hoje são relembrados por qualquer um que já tenha se interessado por sua discografia.

TILL THE WORLD ENDS

Álbum: Femme Fatale (2011)

O segundo single de Femme Fatale obteve a raridade de se equivaler ao seu predecessor: funcionando como uma epígrafe electro-dance, a faixa é uma narcótica viagem por um submundo pós-apocalíptico impetuoso, movido pelo desejo incontrolável de dançar e de não se importar com os problemas que nos afetam dia após dia. “Você sabe que posso levar isso ao próximo nível, baby” é um clássico verso arrancado de uma nostalgia que retoma Britney e In The Zone.

WORK BITCH

Álbum: Britney Jean (2013)

“Você quer um corpo quente? Você quer um Bugatti? Você quer um Maseratti?” são os versos que abrem a icônica canção “Work Bitch”, uma das poucas que conseguem cumprir com o que desejam dentro da caótica produção de Britney Jean’, oitavo álbum de estúdio da artista. A vibrante e cativante faixa resume as incursões que dominavam o mainstream no início dos anos 2010, abrindo espaço para uma rendição antêmica sintética sobre empoderamento feminino movida pelo EDM.

SWIMMING IN THE STARS

Álbum: Glory (2016, original; 2020, deluxe)

Quatro anos mais tarde, Glory pareceu renascer com o lançamento da versão deluxe, que continha oito novas faixas (algumas delas fazendo jus ao que Britney trouxe de novo à cultura pop). “Swimming in the Stars” se volta para o ecoante e apaixonante lirismo dos clássicos da artista em uma roupagem totalmente contemporânea, cortesia da produção de Matthew KomaDan Book, que também assinam os versos. A cândida reflexão promovida pela canção fecha com chave de ouro a jornada do álbum, seja por sua narrativa, seja pelo ótimo uso do electropop.

Crítica | King Richard: Criando Campeãs: Will Smith brilha em emocionante cinebiografia sobre as tenistas Williams

Cinebiografias sempre caem no gosto popular por mostrar os bastidores de histórias que já conhecemos, mas adoramos revisitar. Esses filmes são veículos para dar o Oscar ao astro escolhido para representar tal história, vide Rami Malek em ‘Bohemian Rhapsody‘ e ou Reese Whiterspoon em ‘Johnny & June‘.

Agora, chegou a vez do Will Smith tentar a sorte. Ao lado de Tom Cruise, Smith é uma das estrelas de cinema mais influentes e bem-sucedidas dos anos 90 que ainda não ganhou um Oscar. Ele já teve duas indicações, por ‘Ali‘ (2001) e ‘À Procura da Felicidade‘ (2006), mas nunca levou a estatueta.

E já posso adiantar que o ator tem grandes chances, por uma interpretação magnífica como o King Richard do título – um homem de origem humilde que cria duas futuras campeãs de tênis: Venus e Serena Williams. O ator entrega uma das melhores atuações de sua carreira, auxiliado pela atriz Aunjanue Ellis como a matriarca de Williams.

Motivado por uma visão clara do futuro de suas filhas, empregando métodos próprios e nada convencionais de treinamento, Richard tem um plano detalhado para levar Venus e Serena Williams, das ruas de Compton, na Califórnia, para as quadras de todo o mundo, como lendas vivas do tênis. Profundamente comovente, o filme retrata a importância da família, da perseverança e da fé inabalável como instrumentos para alcançar o impossível e transformar o mundo.

Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla

Além de Smith e Ellis, quem rouba as cenas são as garotas Saniyya Sidney e Demi Singleton – que simplesmente dão um show no papel das irmãs Williams.

Com uma direção estilosa e bem cuidada de Reinaldo Marcus Green, ‘King Richard: Criando Campeãs‘ é um filme emotivo, que sabe prender a atenção do espectador em suas longas 2 horas e 26 minutos de duração, com um roteiro bem humorado que sabe aproveitar o melhor de seus astros. Às vezes parece um pouco estufado e excessivamente dramático, mas não prejudica o resultado final. É uma boa adição às cinebiografias e tem a palavra “Oscar” estampado nele todinho. Resta saber como vai ser a concorrência na cerimônia em 2022. 

 

Crítica | ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’ é uma adaptação fiel ao game, mas é vazio e superficial…

Adaptações de game para as telonas são extremamente complicadas, e muito dificilmente agradam o público. Porém, a franquia ‘Resident Evil‘ pode ser considerada a mais bem sucedida nos cinemas. O diretor e produtor Paul W.S. Anderson, “especializado” em adaptar games para os cinemas em filmes como ‘Mortal Kombat‘ (1995) e ‘Monster Hunter‘ (2020), realizou em 2002 a primeira adaptação da franquia com ‘Resident Evil: O Hóspede Maldito‘, que custou pouco para os padrões de um blockbuster e rendeu uma franquia com seis filmes, que faturaram US$ 1.24 bilhão nas bilheterias mundiais.

Os filmes conquistaram grande parte do público com muita ação e efeitos especiais de ponta, mas desagradaram grande parte dos gamers por trazerem como protagonista Alice – vivida pela maravilhosa Milla Jovovich – uma personagem que nunca apareceu nos jogos. Apesar da franquia ser bem sucedida, muitos fãs dos jogos torciam o nariz pelo diretor tomar liberdades criativas e entregar histórias diferentes do material de origem, adaptando para que elas coubessem nos filmes.

Apenas cinco anos após ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ (2016), a Sony fez a mesma jogada que realizou com a franquia ‘Homem-Aranha‘ e desenvolveu um reboot com uma nova equipe e elenco, adaptando fielmente os dois primeiros jogos e juntando-os em um só filme.

O resultado é agridoce. Aqueles que amam os jogos provavelmente vão se divertir com a nostalgia e as referências, já que o filme recria quadro a quadro vários momentos icônicos, mas falha justamente em criar uma história e personagens interessantes e aprofundados para justificar mais um filme da franquia.

A sensação é que estamos assistindo um amigo jogar ‘Resident Evil‘ no Playstation 2 enquanto esperamos a nossa vez. Mas por que no Playstation 2? Por que os gráficos e efeitos especiais são tão mal desenvolvidos que parecem ter saído da plataforma nos anos 90, vide a cena do Doberman claramente criada em uma computação gráfica tão mal feita que faz pensar se é apenas uma referência ao jogo original, ou se eles realmente não se importaram em gastar dinheiro com efeitos especiais decentes.

Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ volta às origens da franquia ao mostrar Claire Redfield voltando para Raccoon City em 1998, após passar uma infância traumática em um orfanato da gigante farmacêutica em expansão Umbrella Corporation, aonde as crianças eram usadas como cobaia para experimentos ilegais. Anos depois, Raccoon City é agora uma cidade agonizante do nada. O êxodo da empresa transformou a cidade em um deserto, com um grande mal fermentando escondido abaixo da superfície. Quando esse mal é libertado, um grupo de sobreviventes deve trabalhar juntos para descobrir a verdade por trás da Umbrella enquanto buscam viver por mais uma noite.

Todos os grandes personagens do game estão aqui em versões extremamente parecidas com as originais, com exceção dos looks do Leon S. Kennedy (Avan Jogia) e Jill Valentine (Hannah John-Kamen). Porém, o roteiro desengonçado não dá tempo para que nenhum dos personagens brilhe em tela, e também não tira tempo para desenvolver nenhum deles.

Os únicos que ganham algum destaque são Kaya Scodelario (Claire) e Robbie Amell (Chris), mas a relação deles é explorada rapidamente e superficialmente em prol de partir para as cenas de ação e terror.

Na minha opinião, para você fazer o reboot de uma franquia, você precisa criar algo melhor que o original. E não é o que acontece aqui. Apesar do primeiro filme com a Milla Jovovich apostar mais na ação do que no terror, era uma produção visivelmente bem cuidada e dirigida, enquanto este novo parece um telefilme dos anos 90.

As cenas de ação são poucas e as cenas de terror não assustam, sempre com uma fotografia escura e uma ambientação confusa. O diretor Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) até consegue entregar algumas cenas interessantes, embaladas por músicas que faziam sucesso no fim dos anos 90, mas nem as boas atuações salvam ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ de ser um filme mediano, com um roteiro pouco inspirado e diálogos mal escritos. Não foi dessa vez.

Fotos mostram Tom Cruise fazendo acrobacia PERIGOSA no set de ‘Missão Impossível 8’; Confira!

As filmagens de ‘Missão Impossível 7’ chegaram ao fim recentemente, depois de um ano de produção – mas o diretor Christopher McQuarrie já deu início ao próximo capítulo da franquia.

A oitava entrada da saga, que também traz Tom Cruise no papel de Ethan Hunt, está com as gravações a todo vapor e o longa-metragem trará uma sequência de ação com acrobacias extremamente perigosas.

A cena em questão, revelada aos consórcios de imprensa, estava sendo ensaiada a nada menos que 2000 pés (quase 610 metros) acima da cidade de Cambridge, no Reino Unido, com Cruise sendo fotografado enquanto praticava a acrobacia em um avião bimotor da II Guerra Mundial.

Cruise decolou do aeródromo de Duxford em Cambridgeshire e escalou para fora da cabine do piloto antes de se agarrar à asa do veículo (algo que ressoa à sequência de abertura de ‘Missão Impossível – Nação Secreta’, de 2015).

Veja fotos e siga o CinePOP no YouTube

Lembrando que Missão Impossível 8 ainda não tem data de estreia definida, enquanto ‘Missão Impossível 7’ chega aos cinemas em 30 de setembro de 2022

O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.

‘Homem-Formiga 3’: Visual de Kang é revelado em merchandising do filme; Confira!

Um usuário do Twitter compartilhou uma foto vestindo uma camiseta da equipe de dublês de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumânia‘, e a imagem traz um pequeno vislumbre do visual de Kang, o Conquistador (Jonathan Majors).

O vilão surge desfocado no reflexo do capacete usado por Scott Lang (Paul Rudd) e parece bem fiel à versão dos quadrinhos.

E, considerando a legenda, este pode ser o dublê do próprio Majors na sequência.

Confira:

“De uma criatura em ‘Eternos’ para algo mais no novo ‘Homem Formiga’, que estreia em 2023.”

Desde que Majors foi confirmado como intérprete de Kang, o Conquistador em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, o público está curioso para saber como será a introdução do vilão ao MCU.

Apesar do astro ter surgido como Aquele que Permanece na série do ‘Loki‘, Kang deve ser uma variante completamente diferente do personagem.

Durante uma entrevista para o Games Radar, o astro explicou que:

“Estou interpretando um personagem muito diferente daquele que fiz em ‘Loki’. Desta vez, é realmente Kang, com uma mentalidade diferente, ambições diferentes e um modo de agir bem diferente. Aquele que Permanece não está em ‘Homem-Formiga 3‘, apenas Kang.”

Ele continuou, dizendo que foi muito fácil fazer a transição de uma versão para a outra.

“Não estamos em uma série de TV, é uma grande produção cinematográfica, então foi fácil me adequar às mudanças porque o elenco é diferente e estou junto com eles desde o início, ao contrário de ‘Loki‘, quando apareci só no final.”

Anteriormente, Rudd conversou com a Variety e não mediu as palavras ao elogiar o trabalho de Majors como o vilão.

“Eu amei tudo que Jonathan fez e o que está fazendo no nosso filme. Sua atuação me deixou nocauteado. É muito divertido trazer novas pessoas para o grupo, e o entusiasmo dele é algo muito perceptível.”

Considerado a declaração, Majors parece ter abraçado seu papel como o novo grande vilão do MCU.

Para quem não conhece, Kang é um dos personagens mais complexos da Marvel por conta de suas inúmeras identidades ao longo dos anos em que ele enfrentou os heróis da editora.

Descrito como descendente de Reed Richards, Nathaniel Richards nasceu no século 30 e teve acesso a uma máquina do tempo, que lhe permitiu percorrer diferentes eras da humanidade assumindo diferentes identidades na tentativa de se tornar um governante supremo.

Por conta de suas atividades, o Quarteto Fantástico percebeu sua interferência no espaço-tempo e eles se tornaram grandes inimigos a partir daí, o que levou a uma série de eventos catastróficos na história.

Ainda não se sabe como o personagem será adaptado, então sua origem pode ser alterada e outros elementos podem ser adicionados em relação ao seu verdadeiro eu.

Lembrando que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ tem estreia marcada para  28 de julho de 2023.

Além de Rudd e Majors, no papel principal, o elenco também conta com o retorno de Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, Michael Douglas como Hank Pym, Kathryn Newton como Cassie Lang e Bill Murray em um misterioso papel.

A sequência traz o retorno de Peyton Reed como diretor, com roteiro escrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

Diretor de ‘A Autópsia’ vai comandar novo TERROR sobre a arte do tarô e da adivinhação

Segundo o Deadline, o elogiado realizador André Øvredal já tem seu próximo projeto em mente – e ele irá explorar a clássica arte da adivinhação.

Intitulado ‘Tarot’, a produção é inspirada na prática leitura das cartas de tarô e seguirá uma identidade similar a obras como ‘Espírito Assassino’‘Ouija: O Jogo dos Espíritos’, que também falam sobre objetos com habilidades sobrenaturais.

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que o longa é um “thriller de alto-conceito baseado nas cartas de tarô”.

Para aqueles não familiarizados, as cartas são utilizadas como processo de adivinhação ou leitura da sorte, também conhecido como cartomancia. O baralho mais famoso, caracterizado como Tarô de Marselha, é composto por 78 cartas, cada qual com seu significado próprio. Não se sabe se o filme irá explorar as origens das figuras ou se será inspirado no próprio processo de leitura.

Øvredal não é um nome desconhecido no cenário do terror, visto que ficou reconhecido com o bem-recebido A Autópsia, em 2016. Três anos mais tarde, ele dirigiria o elogiado Histórias Assustadoras para Contar no Escuro, cujo sucesso já confirmou uma sequência. Ele também ficará responsável pelo terror The Last Voyage of the Demeter, inspirado na clássica lenda do vampiro Drácula.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Saniyya Sidney e Demi Singleton falam sobre interpretar Venus e Serena Williams em ‘King Richard’; Assista! [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, as atrizes Saniyya Sidney e Demi Singleton falaram sobre os desafios de interpretar Venus e Serena Williams no aclamado drama King Richard: Criando Campeãs’, estrelado por Will Smith.

Além de terem que aprender Tênis, as atrizes ainda revelam como foi conhecer as irmãs na vida real e sobre o que elas conversaram.

Assista:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais e surpreendeu a crítica especializada, conquistando 91 % de aprovação no Rotten Tomatoes.

A inspiradora e cativante história real do pai das atletas Serena e Venus Williams cativou a imprensa, justamente por sua sensibilidade e delicadeza ao retratar o poder de uma família unida.

Confira as principais avaliações:

“Green orquestra esses vários elementos em uma sinfonia que é uma homenagem aos pais trabalhadores, por mais difíceis que sejam, e para mostrar a história de origem que começa uma geração antes de nossos heróis se tornarem famosos”. – Monica Castillo, TheWrap

King Richard está perfeitamente sincronizado; seu desempenho é um lembrete excelente da carga singular de Smith, agarrando-se a um desafio poderoso com um compromisso emocionante”. – Richard Lawson, Vanity Fair

Will Smith consegue uma vitória com King Richard”. – Todd McCarthy, Deadline Hollywood Daily

“O filme incorpora frequentemente o seu mote de que a diversão sempre deve vir primeiro”. – David Ehrlich, indieWire

“Está longe de ser um filme perfeito, mas é tentador, graças ao tema forte e às caracterizações e performances nítidas”. – Stephen Farber, Hollywood Reporter

A história, assinada por Zach Beylin e dirigida por Reinaldo Marcus Green, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla

‘Perdidos no Espaço’: Fãs COMEMORAM a estreia da 3ª e ÚLTIMA temporada; Confira as reações!

Após dois anos de espera, a 3º temporada de ‘Perdidos no Espaço‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix, e os assinantes da plataforma já estão maratonando a atração.

Nos capítulos de encerramento, a família Robinson precisa agir na velocidade da luz para se reunir e proteger Alpha Centauri de uma invasão de robôs.

E, nas redes sociais, os fãs do sci-fi estão comemorando a estreia dos novos episódios, ao mesmo tempo em que demonstram tristeza por conta do fim, já que esta é a temporada de encerramento.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

Confira o trailer:

Criada por Matt Sazama, Burk Sharpless e Irwin Allen, a série é um reboot da popular série homônima de ficção científica lançada nos anos 60.

No ano de 2046, a família Robinson e sua nave espacial Jupiter 2 caem em um planeta desconhecido. A anos luz do seu destino e rodeada por aliens, a família será forçada a se manter unida em um momento de crise enquanto lidam com seus próprios problemas internos.

O elenco inclui Molly Parker, Toby Stephens, Maxwell Jenkins, Taylor Russell, Mina Sundwall, Ignacio Serricchio e Parker Posey.

‘Gavião Arqueiro’: Clint e Kate dividem o manto do Ronin em BELÍSSIMO pôster inédito; Confira!

No primeiro episódio da série do ‘Gavião Arqueiro‘, Kate Bishop (Hailee Steinfeld) roubou o traje do Ronin e acabou atraindo a atenção da Gangue do Agasalho, que busca vingança pelas mortes causadas pelo vigilante.

Agora, Clint Barton (Jeremy Renner) precisa fazer de tudo para desvincular o rosto de Kate à imagem do encapuzado, já que ele foi o verdadeiro responsável pelas chacinas no submundo do crime.

Pensando nisso, a Disney+ divulgou um belíssimo pôster em que a dupla divide o manto do vigilante.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio da série estreia no dia 08 de dezembro.

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Crítica | Steven Spielberg reconstrói o clássico ‘Amor, Sublime Amor’ de forma apaixonante

Nos últimos anos, principalmente a partir do início da década passada, o cinema hollywoodiano passou por um processo de resgatar clássicos de seu infinito catálogo e trazê-los com uma roupagem atualizada ou remasterizada à nova geração. Tivemos, por exemplo, a ascensão de um número considerável de remakes em live-action das animações da Disney, histórias de origem como ‘Cruella’ e ‘Malévola’ e até mesmo uma repaginação de ‘Convenção das Bruxas’ no ano passado. Mas não são apenas obras infantis que vêm recebendo tal tratamento – e, agora, lidamos com uma versão ambiciosa do musical ‘Amor, Sublime Amor’, sob as mãos do icônico cineasta Steven Spielberg.

Para aqueles que não conhecem, a narrativa é inspirada tanto no musical de 1957 quanto no longa-metragem de 1961, comandado por Robert Wise e Jerome Robbins. Na primeira adaptação para os cinemas, a trama foi centrada na intricada cidade de Nova York dos anos 1950, afetada pela rixa constante de duas gangues locais (os Jets e os Sharks) e pelo inesperado enlace romântico entre dois jovens diferentes entre si e que lutam contra os mais diversos obstáculos para ficarem juntos. Apesar das controvérsias e da falta representatividade latina na produção (que colocou um descendente grego interpretando um porto-riquenho, por exemplo), o título recebeu aclame universal por parte da crítica e levou para casa dez estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante para George Chakiris e Melhor Atriz Coadjuvante para Rita Moreno.

Mexer em uma joia do cinema estadunidense como a mencionada no parágrafo acima é sempre um trabalho demorado e doloroso – ainda mais considerando a memória afetiva de boa parte do público. Mas, se houvesse alguém que poderia incorporar esse projeto, seria Spielberg. O diretor já demonstrou que tem todos os atributos essenciais para viajar entre os mais diversos gêneros, desde aventuras espetaculares como ‘Jurassic Park’ e ‘Indiana Jones’ até poderosos dramas como ‘Império do Sol’ e ‘The Post – A Guerra Secreta’. Prestes a completar 75 anos, Spielberg demonstra que está no ápice de sua carreira, arquitetando uma apaixonante rendição com a elegância tradicionalista da Era de Ouro do cinema e uma releitura vibrante que é guiada por performances incríveis e coreografias de tirar o fôlego.

Assim como o enredo original, ‘Amor, Sublime Amor’, nos leva para o crescente embate que insurge entre os Jets e os Sharks – destilados dentro de uma cena de abertura impecável que presta homenagem ao longa dos anos 1960. Sem a necessidade de diálogos, a personalidade contrastante que ressoa de ambas as gangues é canalizada para os líderes Riff (Mike Faist) e Bernardo (David Alvarez); Riff é fruto de uma geração desamparada por um governo neoimperialista e desconta suas frustrações para os imigrantes latinos que “querem tirar os trabalhos” das pessoas de bem; Bernardo, por sua vez, reclama o que lhes pertence por direito e tem como principal objetivo deixar um legado para sua família e para aqueles que se inspiram nele. Mas o que acontece quando essa explosiva rivalidade serve de ponte para unir almas predestinadas?

O espectro do musical é inspirado na tragédia shakespeariana ‘Romeu e Julieta’, cujos protagonistas titulares pertencem a família inimigas e, por mais que enfrentem a desaprovação bélica dos pais, provam que o amor tem uma força maior que a desavença. É nesse contexto que surgem Tony (Ansel Elgort) e María (Rachel Zegler): Tony era líder dos Jets e melhor amigo de Riff, mas viu sua vida virar de cabeça para baixo quando foi levado à prisão por quase assassinar um porto-riquenho em um acesso psicótico; María é a irmã mais nova de Bernardo e, mesmo trabalhando como faxineira e conquistando seu ganha-pão, é superprotegida pela ideologia nacionalista que manteve os imigrantes latinos unidos inclusive em situações de puro desespero. Em um determinado baile, o destino dos dois se cruza, dando origem a uma série de reviravoltas chocantes, emocionantes e que refletem o pensamento medievalista da época.

O principal feito da obra é sua atemporalidade: Spielberg em momento algum resvala no anacronismo – pelo contrário, se mostra ciente do que quer fazer e conduz cada enquadramento e sequência com naturalidade invejável, resplandecendo cores vivazes e uma fotografia requintada que nunca deseja ser mais do que consegue. Mas isso não é tudo, visto que a própria estética oferecida aos espectadores abraça a arte teatral e rompe as barreiras entre as telonas e os palcos, levando-nos a conhecer um pedacinho esquecido de uma antiga Broadway. No topo de tudo isso, coreografias cuidadosamente demarcadas e absorvidas por um corpo de baile on point que nunca decepciona – e um roteiro assinado pelo vencedor do Pulitzer Tony Kushner, que imprime sua identidade sem perder a bem-vinda reverência ao clássico.

Ansel Elgort as Tony and Rachel Zegler as Maria in 20th Century StudiosWEST SIDE STORY.

Se uma competente equipe técnica faz o máximo para nos engajar nessa história de amor e vingança, o elenco protagonista e coadjuvante se eleva ao mesmo nível. Zegler encanta com seu alcance vocal impressionante, trabalhando dentro do que lhe é proposto ao lado de Elgort (cujas limitações são visíveis, mas não o suficiente para causar qualquer desconexão). E, apesar da química não aparecer em todas as cenas, fascinam por uma inocência jovial manchada pelo trauma e por coisas que não conhecem. Alvarez, Faist e Moreno (agora dando vida a Valentina) também fazem um trabalho admirável; porém, é Ariana DeBose como Anita quem comanda os holofotes, seja com seus fluidos movimentos nas danças, seja com a representatividade concisa que traz ao filme.

Pontuais deslizes à parte, ‘Amor, Sublime Amor’ é uma competente revisitação à clássica trama, construindo um espetáculo que une passado e presente em um mesmo lugar. Fomentados por uma força performática fantástica e por uma cautela imagética aplaudível, a produção merece e deve ser apreciada em sua completude.

‘Missão Impossível 8’: Tom Cruise fica pendurando em asa de avião nas novas imagens dos bastidores; Confira!

O astro Tom Cruise é conhecido por desafiar a gravidade em cenas de ação bem arriscadas e ‘Missão Impossível 8‘ já nos reserva alguns momentos que prometem ser eletrizantes e angustiantes.

E as novas imagens dos bastidores recentemente divulgadas mostram o veterano sentado em uma das asas de um avião de pequeno porte. A cena acrobática registrada traz Cruise bem tranquilo enquanto faz o seu inusitado voo.

Confira:

Lembrando que Missão Impossível 8 ainda não tem data de estreia definida, enquanto ‘Missão Impossível 7’ chega aos cinemas em 30 de setembro de 2022

O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.

‘Peaky Blinders’: Tom Hardy está de volta no primeiro teaser da 6ª temporada; Assista!

O astro Tom Hardy está de volta à ‘Peaky Blinders‘ no primeiro teaser trailer da 6ª temporada!

O vídeo promocional foi divulgado pela conta oficial da série no Twitter.

Assista:

Lembrando que o criador da série, Steven Knight, confirmou que o desfecho da série será lançado em formato longa-metragem após a 6ª e última temporada da atração, estrelada por Cillian Murphy.

E, durante sua passagem pelo Festival de Cinema de Londres, o cineasta conversou com a Variety e adiantou que ele e sua equipe estão planejando séries derivadas após o lançamento do filme.

“Eu já tenho uma ideia totalmente formada para a conclusão da história, temos começo, meio e um fim adequado para aquilo que contamos até agora. Mas, a partir disso, haverá ganchos para outras histórias nesse universo, que podem se tornar outras séries de TV e eu espero que essas ideias saiam do papel.”

Infelizmente, o cineasta também disse que não vai estar por trás desses outros projetos e deve servir apenas como consultor criativo.

“Eu amo o que fizemos com essa série e sinto que já contribuí o bastante no comando das operações. Está na hora de passar o bastão, mas ficarei honrado em servir como consultor criativo sempre que eu for solicitado.”

Além disso, ele confirmou que as gravações do longa irão começar somente em 2023, ainda sem data oficial.

“Com a estreia da 6ª temporada marcada para 2022, os trabalhos no filme terão início no ano seguinte, dando à equipe tempo para se preparar e trabalhar em outros projetos. E então vou escrever o filme que será ambientado e filmado em Birmingham. E essa provavelmente será o fim da linha para ‘Peaky Blinders’ como a conhecemos.”

Enquanto isso, relembre o trailer da 5ª temporada:

Os novos episódios se passam durante a grande crise da bolsa em 1929, um momento de glória para o personagem de Sam Claflin, que vê seu crescimento no cenário político.

A série acompanha família de gângsteres na Inglaterra no começo do século 20 e conta com Cillian Murphy, Tom Hardy, Paul Anderson, Helen McCrory e Annabelle Wallace.