Site Página 3936

Primeiras Impressões em Vídeo | ‘Gavião Arqueiro’ tem o começo mais divertido e dramático das séries da Marvel

O Renato Marafon traz as primeiras impressões EM VÍDEO de Gavião Arqueiro, série estrelada por Jeremy Renner (Clint Barton) e Hailee Steinfeld (Kate Bishop).

Os dois primeiros episódios chegam à Disney+ em 24 de novembro. 

Assista:

Gavião Arqueiro é ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Curiosidades | ‘A Chegada’, aclamado drama sci-fi estrelado por Amy Adams, completa 5 anos!

O aclamado drama de ficção científica dirigido por Denis Villeneuve, intitulado ‘A Chegada‘, se tornou uma das produções mais aclamadas de 2016 e conquistou o coração da crítica e do público.

Na trama, quando misteriosas naves espaciais aterrissam em todo o mundo, uma equipe de elite – liderada pela linguista Louise Banks – é reunida para investigar. Enquanto a humanidade hesita à beira de uma guerra mundial, Banks e sua equipe correm contra o tempo em busca de respostas. E para encontrá-las, ela terá de se arriscar pondo em perigo a própria vida e, muito possivelmente, a do resto da humanidade.

Contando com Amy AdamsJeremy RennerForest Whitaker no elenco protagonista, o longa levou para casa o Oscar de Melhor Edição de Som, além de conquistar indicações a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Mixagem de Som, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhor Edição.

Para comemorar seu aniversário de cinco anos, comemorado hoje, 11 de novembro, o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores – que você confere abaixo:

  • Villeneuve e o roteirista Eric Heisserer criaram uma linguagem alienígena totalmente funcional e visual. A dupla, ao lado do restante dos membros da produção, conseguiu criar uma “bíblia logograma”, que incluia mais de uma centena de logogramas operáveis.
  • A linguagem extraterrestre circular em tinta foi criada pela artista canadense Martine Bertrand.

  • Ted Chiang, que criou a história que baseou o longa-metragem, aprovou a adaptação, dizendo: “acho que esse é um daqueles raros casos em que é tanto um bom filme quanto uma boa releitura. E, quando consideramos a reputação das adaptações de obras sci-fi, isso é quase um milagre”.
  • O nome original do filme seria Story of Your Life, o mesmo do conto. Entretanto, testes revelaram que o público não gostou do título, motivo pelo foi mudado para A Chegada.
  • Adam foi a primeira e única escolha de Villeneuve para o papel de Louise. Ela aceitou fazer parte do projeto 24 horas depois de ter recebido o roteiro.

  • O compositor Jóhann Jóhannsson comeentou que começou a gravar a trilha sonora antes mesmo do início das filmagens – e que ele e o diretor gostavam de trabalhar na música conforme o longa ganhava vida.
  • Na história original, nove “espelhos” chegam aos Estados Unidos, um total de 112 no mundo inteiro. O filme reduziu o número e alterou as dimensões das espaçonaves para um efeito mais profundo.
  • Apesar de conquistar indicações de Melhor Atriz no Globo de Ouro, no BAFTA, no SAG Awards, no Critics’ Choice Awards e até mesmo no Saturn Awards, Adams não faturou uma nomeação ao Oscar. Especialistas e cinéfilos consideraram esta uma das maiores esnobações da premiação à época.

  • A Chegadafoi incluído na lista dos 1001 Filmes para ver antes de Morrer, editado por Steven Schneider.
  • Os alienígenas do filme são cefalópodes. A ideia foi baseada em previsões de um ramo da ciência de que a Terra será dominado por cefalópodes no futuro.

‘Eternos’: Co-roteirista revela quais foram os DOIS personagens cortados da trama

Na semana passada, a diretora de Eternos’, Chloé Zhao, revelou que mais dois personagens fariam parte do grupo formado por Sersi, Ikaris, Thena, Kingo, Phastos, Gilgamensh, Sprite, Druig, Ajak e Makkari.

No entanto, a cineasta disse que precisou removê-los dos rascunhos iniciais para evitar uma saturação.

E, durante uma entrevista para o The Playlist, o co-roteirista Kaz Firpo revelou quais seriam estes outros dois heróis.

“Nos primeiros rascunhos, traríamos Zuras, que era o líder original da equipe no cânone dos quadrinhos, e Valkin, que era uma espécie de curandeiro.”

Ele continuou, explicando que as particularidade de Zuras e Valkin foram mescladas nas personalidades de Ajak (Salma Hayek), Kingo (Kumail Najiani) e Gilgamesh (Ma Dong-seok).

“O que fizemos foi adicionar os atributos de Zuras em Ajak e tranformá-la na líder. Já Gilgamesh ganhou seu lado como o homem mais velho e carrancudo. A mesma coisa aconteceu com Valkin, havia muitos poderes para controlar, muitos arcos… E nós colocamos seus poderes em Ajak e também em Kingo.”

Nos quadrinhos, Zuras é o principal entre os Eternos, como o Zeus para os deuses gregos. Já Valkin é o pai de Druig (Barry Keoghan) e o líder dos Eternos Polares, atuando como uma espécie de Hades da Marvel.

E aí, o que você já assistiu ao filme?

Confira a nossa crítica:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem já está em exibição nos cinemas nacionais.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Crítica | Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar – Reboot do clássico com Macaulay Culkin traz protagonista sem graça…

O primeiro ‘Esqueceram de Mim’ é um clássico que marcou toda uma geração de crianças que, a partir daí, passaram a sonhar em ficar sozinhos em casa para as festas de fim de ano. Aí veio a sequência ‘Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York’, que é uma continuação digna para o hype levantado no primeiro filme, exaltando quão bom é passar o Natal em Nova York. Então, o astro Macaulay Culkin se afastou da carreira de ator, a franquia ganhou mais continuações malsucedidas e agora, em 2021, produzido pensando no consumo domiciliar, estreia mais um filme desse universo: ‘Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar’, direto na plataforma da DisneyPlus.

Jeff (Rob Delaney) e Pam (Ellie Kemper) estão tentando vender a casa escondido dos filhos, pois é véspera de Natal e eles não querem partir o coração de ninguém. Em um dia de visitas de compradores, Carol (Aisling Bea) e Max (Archie Yates) aparecem na casa, fingindo-se interessados, mas, na verdade, só pararam ali porque Max precisava usar o banheiro. Então, numa conversa esquisitíssima e aleatória entre Jeff e Max, os dois descobrem que uma boneca antiga da mãe de Jeff pode ter grande valor de mercado. Jeff não dá muita bola para o assunto até descobrir que a boneca poderia valer mais de duzentos mil dólares, só que, quando a procura na caixa, não a encontra, e ele se dá conta de que o pestinha do Max certamente roubou o brinquedo. Decidido a salvar sua casa e dar uma lição no moleque, ele e a esposa irão invadir a casa do menino para recuperar o que é seu por direito.

As uma hora e meia de ‘Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar’ são completamente descabidas. Em se tratando de uma sequência de franquia, é de se estranhar, por exemplo, que o protagonismo da história não comece com o menino, e sim com a suposta dupla de ladrões – que aqui é substituída por um casal de classe média endividado com a hipoteca. Esse é o grande problema no roteiro de Mikey Day e Streeter Seidell para a história original de John Hugges: os supostos ladrões na verdade estão certos (estão tentando recuperar a boneca que é deles, ainda que não estejam utilizando os meios legais para isso), e o menino Max nada mais é que um riquinho mimado que, coitado, não suporta a própria família por ser barulhenta e, incapaz, coitado, de esperar chegar em casa para ir ao banheiro (o filme mostra depois que as duas casas são bem próximas, a ponto de serem vizinhos), obriga a mãe a parar na casa de Jeff tão somente para ir ao banheiro, e, ainda por cima, supostamente se apossa do boneco dos outros (o longa dá um close na cara dele diante do boneco). Quer dizer, como torcer para o menino, quando o casal da classe média é que está com a razão?

Esse é o cerne dos problemas do filme de Dan Mazer, sem mencionar uma meia dúzia de cenas que não servem para absolutamente nada, como a que Max vai à igreja… para nada. Entretanto, há dois resgates dos filmes originais que são realmente o maior barato: a cena do filme que Kevin assistia em Nova York, repaginada como ficção científica, e a presença de Devin Ratray, o Buzz McCallister da franquia original, que aqui reclama que seu primo Kevin anualmente passa trotes para a polícia dizendo que há uma criança sozinha em casa. Esse é o melhor momento do filme.

Com uma história esquisita e brincadeiras bem perigosas (que literalmente poderiam matar alguém), o novo ‘Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar’ é uma narrativa deslocada que não vai agradar ao público antigo e provavelmente não vai agradar a molecada de hoje. Um constrangimento do início ao fim.

Crítica | Curral: Um retrato da doença que domina a política brasileira

Produções que discutem política já foram feitas de várias maneiras e estilos, seja defendendo uma causa histórica, como o recente Marighella (2021), expondo amplamente o universo sociopolítico, o caso de Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro (2010), ou pegando o recorte de um microcosmo que expressa a patologia existente nesse meio, algo que está estabelecido em escala nacional, vide o contagiante Bacurau (2019). E uma das estreias dessa semana, Curral, filme pernambucano dirigido por Marcelo Brennand, segue claramente a linha deste último citado, mas segue através de uma linguagem mais sutil e natural, digamos assim.

Coincidentemente ou não, o longa é protagonista por Thomás Aquino, ator que também foi um dos principais nomes do filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, onde interpretou o sensacional Pacote. Já em Curral Aquino vive Chico Caixa, sujeito trabalhador que dirige um caminhão pipa fornecendo água para sua comunidade, o município de Gravatá, localizado no Agreste de Pernambuco. Enfrentando recorrentes problemas devido à escassez da água, Chico se junta ao amigo Joel – Rodrigo García, o Paulete de Tatuagem (2013) – que está numa campanha política para concorrer ao cargo de vereador. Chico reluta, já que nunca quis entrar nessas maracutaias, porém se ver na obrigação ao notar que os moradores dependem dele e do amigo Joel, que aparentemente está disposto a fazer diferente, por também por também fazer parte da comunidade.

Marcelo Brennand, Thomás Aquino e Rodrigo García

A partir daí, a dupla de protagonistas Chico e Joel vai sendo desnudada e se transformando a cada nova situação apresentada. Chico vai, pouco a pouco, abrindo mão dos seus limites morais e entendendo na marra que, para chegar onde quer, precisa vender parte da sua alma. Ao contrário de Joel que rapidamente parece aceitar essas novas condições, se transformando no pior tipo de canalha que abriga os variados cargos públicos do Brasil. No entanto o maior mérito de Marcelo Brennand é conferir uma realidade quase que documental, tanto na realização de grandes cenas quanto na relação e nos diálogos dos personagens, desde aqueles que são destaques até os eleitores que fazem pequenas participações – por sinal, a maioria dessas pessoas não são atores profissionais, mas sim moradores de Gravatá que participaram das filmagens a pedido do próprio diretor.

O feito do cineasta e a utilização dessas figuras reais não é por acaso, Brennand tem como trabalho precedente o premiado documentário Porta a Porta (2011), obra que acompanhou uma disputa real por votos exatamente na cidade de Gravatá, e que acabou servindo de inspiração para o seu ficcional Curral. Vemos ali a pobreza social escancarada, com pessoas que cobram apenas o básico para sobreviver e passam por uma situação que chega próximo a miserabilidade que “era” enxergada anos atrás nas inúmeras matérias sobre os sertões brasileiros, com crianças cadavéricas e os pais tendo que se virar como podem. Uma realidade cada vez mais presente na região nordeste que, além de ser ignorada em contexto nacional, também é corroída pelos ratos conterrâneos que não fazem cerimonia ao virar as cotas para a população.

A nível de produção, Curral também não faz feio e consegue retratar, com fidelidade, o clima de eleição que domina esse tipo de cidade durante o período. Bandeirolas e figurinos multicores, trios elétricos enormes com jingles toscos próprios e toda população da cidade andando e festejando pelas ruas imprimem perfeitamente a disputa eleitoral dos interiores nordestinos. Apostando em planos longos, quase que sem cortes, Marcelo Brennand cria a sensação de estarmos acompanhando uma equipe de reportagem no trajeto de verdadeiras passeatas políticas. É claro que toda verossimilhança não seria possível se Rodrigo García não conseguisse tornar o seu personagem identificável, mas, conhecendo bem a terra, o ator é irretocável ao encanar precisamente com Joel o sotaque dos jovens políticos locais que tentam, tropegamente, mesclar o linguajar da capital com o àquele falado nas cidades interioranas.

Contudo, mesmo com outros bons andamentos, como o caso que envolve alguns radialistas ou mesmo tiradas cômicas super inspiradas, o grande arco dramático dessa história reside justamente no personagem de Thomás Aquino, pois, como já falamos, o seu Chico passa por diversas transformações até chegar no que podemos chamar de desespero catártico, clímax que encerra o longa de maneira brilhante. Um momento apoteótico que deve emocionar e deixar um pequeno ar fresco em meio a todo fatalismo e a trágica previsão do ciclo que infelizmente deve ainda se repetir por muito tempo. De modo que Curral é um filme modesto e eficiente, que executa bem sua função de externar um pouco da crueldade presente nos pequenos cenários políticos espalhados pelos brasis esquecidos das regiões menos visadas da nação.

‘Resident Evil’: Vídeo destaca as referências da adaptação aos jogos; Confira!

A Sony Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘, que destaca as incríveis referências aos jogos.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Atração Fatal’: Lizzy Caplan estrelará série da Paramount+ baseada no suspense clássico

De acordo com o Deadline, Lizzy Caplan (‘Castle Rock’) estrelará a série baseada no suspense clássico ‘Atração Fatal‘, que está sendo desenvolvida pela Paramount+.

A atriz irá interpretar Alex, personagem que foi vivida pela Glenn Close no filme original. A personagem acaba se tornando obcecada pelo seu amante após um breve caso extraconjugal.

O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.

O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).

No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.

Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Ghosts’: Presidente da CBS comemora o SUCESSO da comédia estrelada por Rose McIver

Em entrevista ao TVLine, Kelly Kahl, presidente da emissora CBS, comemorou o sucesso de audiência de ‘Ghosts‘, série estrelada pela Rose McIver (‘iZombie’), que se tornou a comédia novata mais assistida do canal neste ano.

“Esse é um excelente começo, especialmente agora que a programação está voltando ao normal [após a pandemia de COVID]. É muito satisfatório ver essa série construindo sua audiência a cada semana. Você consegue ver isso através do retorno dos espectadores e através dos números posteriores. Essa comédia tem a mesma audiência total que qualquer outro drama [da nossa grade].”

Ele completa, “Essa série é um pouco diferente do que estamos acostumados; não é nossa típica sitcom. Isso valida a ideia de que podemos diversificar nossa programação. Eu dou todo o crédito aos produtores e elenco – não é fácil desenvolver uma nova versão de uma série, mas eles fizeram um excelente trabalho com o reboot.”

Em geral, ‘Ghosts‘ representa a segunda melhor audiência para uma série estreante do canal. E o mais impressionante é que seus números têm aumentado gradativamente com o passar das semanas.

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

A trama segue um casal, Samantha (McIver) e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

‘Power Book IV: Force’: Tommy retorna no trailer do novo spin-off; Assista!

O Starz divulgou o trailer completo do novo spin-off ‘Power Book IV: Force‘, que focará no personagem Tommy Egan (Joseph Sikora).

Confira:

A série derivada irá estrear oficialmente no dia 6 de fevereiro.

A produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.

A trama seguirá Tommy enquanto ele “deixa a cidade de Nova York para sempre”.

O elenco conta com Tommy Flanagan, Shane Harper, Lili Simmons, Gabrielle Ryan, Anthony Fleming III, Kris D. Lofton, Isaac Keys e Lucien Cambric.

‘Claws’: Última temporada tem estreia ADIANTADA em uma semana

Anteriormente programado para 26 de dezembro, a TNT adiantou o lançamento da 4ª (e última) temporada de ‘Claws‘ em uma semana.

Agora, o ciclo final irá estrear oficialmente no dia 19 de dezembro, com uma premiere dupla de duas horas.

Confira o teaser:

A série foi criada por Eliot Laurence.

No salão de beleza Nail Artisan of Manatee County, ninguém é quem parece ser. As cinco manicures principais são traiçoeiras e venenosas, com vidas que parecem saídas de um reality show.

O elenco conta com Niecy Nash, Carrie Preston, Kevin Rankin, Judy Reyes, Jason Antoon, Jack Kesy, Harold Perrineau, Karrueche TranJenn Lyon.

‘Downton Abbey 2’: Uma nova era começa no teaser da sequência; Confira!

A Focus Features divulgou o primeiro teaser da ‘Downton Abbey 2: Uma Nova Era‘.

Confira, com as imagens oficiais:

Vale lembrar que o longa estreia no dia 18 de março de 2022.

Confira o anuncio oficial da sequência:

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) será responsável pela direção.

Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O filme original foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

‘Esquadrão Suicida’: Coringa surge mais BIZARRO do que nunca em imagem inédita do filme de 2016

Em seu perfil do Instagram, o diretor David Ayer compartilhou mais uma imagem inédita do Coringa de Jared Leto em ‘Esquadrão Suicida‘.

Desta vez, o vilão aparece mais bizarro do que nunca, com sobrancelhas pintadas no rosto, junto uma lágrima e um batom borrado em contraste ao sorriso metálico e correntes por cima do pescoço.

Confira:

Desde o anúncio oficial de que ‘Liga da Justiça‘ ganharia o Snyder Cut, Ayer tem verbalizado o seu descontentamento com a versão do seu filme lançada nos cinemas, afirmando que o projeto final não corresponderia à sua ideia original.

Há alguns dias, ele divulgou outra imagem do ator caracterizado com o Palhaço do Crime e disse que:

“Jared Leto arrasou… e ninguém viu”, ele afirma.

Confira:

O longa foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução. Em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.

“O filme que rodamos para Esquadrão Suicida estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, Esquadrão Suicida era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.

Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o seu desejo pelo lançamento do seu corte original, alegando que sua visão original era muito diferente do que o resultado final que vimos nos cinemas.

“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”

Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”

Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida, afirmou.

Os 90 Anos de ‘Drácula’

Drácula (1931), produção dirigida por Tod Browning, completou 90 anos em 2021.

O filme pode não ser considerada a versão definitiva do personagem, nem mesmo é a “primeira”, mas com certeza é a culturalmente mais influente e a que definiu algumas regras sobre como o famoso vampiro deveria ser adaptado nos anos seguintes. 

O castelo abandonado e isolado em meio aos montes Cárpatos, as três esposas de Drácula e sua estética aristocrática. Essa foi, em tese, a primeira adaptação oficial da obra de Bram Stoker, e por isso conta com todos os personagens e localidades do livro, porém, não foi o primeiro filme a seguir essa linha narrativa.

Visão de Browning é, sem dúvida, a mais influente de todas

Em 1922 o diretor alemão F. W. Murnau lançou Nosferatu que em si era basicamente a mesma trama de Drácula porém realizada sem as devidas autorizações de direitos dos herdeiros do Bram Stoker. Dessa forma a produção precisou modificar vários elementos da história original para que a obra pudesse ser lançada. Porém uma decisão judicial favorável aos queixosos determinou a destruição de todos os rolos do filme Nosferatu, sendo que aqueles que restaram foram eventualmente disponibilizados para o público.

A vontade de Tod Browning em adaptar o clássico literário já vinha de muito tempo, mais ou menos desde os anos 20. Em todas as vezes que ele abordou o então chefe da Universal, Carl Laemmle Sr, ele ouviu sonoras recusas à ideia. No entanto, em 1924, uma peça baseada no romance de Stoker se tornou um inesperado sucesso na Broadway e, pela primeira vez, chamou a atenção para o potencial mercadológico do personagem nos Estados Unidos. 

Mas é claro, havia um porém. Para se realizar qualquer filme que mantivesse intacta a essência da história que estava fazendo tanto sucesso no teatro, o estúdio que fosse realizar tal obra precisaria adaptar fielmente todo o clima sobrenatural que era próprio do personagem; só que isso, no início do século XX, não era prática padrão para Hollywood. Os filmes feitos até então eram as comédias protagonizadas por Charles Chaplin e Harold Lloyd, dramas adaptados de livros como O Grande Gatsby e filmes do gênero “Capa e Espada” (tais como A Marca do Zorro).

Peça de 1924 foi essencial para o surgimento do filme de 1931

Foi apenas com o filho do chefe da Universal, Carl Laemmle Jr., que Browning conseguiu apoio para sua obra. Até aquele momento o estúdio já havia se aventurado em pelo menos duas adaptações de monstros, sendo elas O Corcunda de Notre Dame (1923) e o Fantasma da Ópera (1925). Assim a Universal tinha um certo cacife para lançar uma adaptação de uma obra do terror e não ter seu produto desvalorizado pelo público ou imprensa.

O historiador do cinema Gary Rhodes em um artigo feito para a Biblioteca do Congresso sobre essa adaptação conta que o processo de elaboração do roteiro de Drácula contou com a contribuição indireta de visões anteriores do personagem. “A versão final do roteiro, que foi escrita por Browning e Garrett Fort, se desenhou sobre várias fontes, variando entre contribuições de roteiristas prévio, um exame cuidadoso de Nosferatu à obra de Bram Stoker e, acima de tudo, sua adaptação para a Broadway”.

“Nosferatu” de 1922 também teve seu quinhão de importância para o filme de Tod Browning

Com roteiro definido foi a hora de procurar o intérprete de Drácula. Apesar de ter um considerável número de candidatos, o papel foi para o húngaro Bela Lugosi. O ator teve uma vida conturbada até chegar nesse ponto; em 1919 ele precisou abandonar a Hungria após o fracasso da revolução comunista no mesmo ano (ele tinha um posicionamento abertamente socialista), atuou por um tempo na Alemanha da República de Weimar até chegar aos EUA. Um fato curioso é que em 1927, Lugosi interpretou o conde Drácula em uma revisão da mesma peça que foi a inspiração maior para o filme de 1931. Ali foi um laboratório perfeito para o ator desenvolver todos os trejeitos que tornariam sua interpretação icônica.

Após a estreia o filme foi muito bem aceito, tanto que isso motivou o estúdio a investir em mais filmes de monstros nos anos seguintes, formando assim o primeiro universo compartilhado do cinema. Drácula também teve pelo menos duas sequências (A Filha de Drácula e Filho do Drácula) e três crossovers com outros monstros (Casa de Frankenstein, Casa de Drácula e Abbott e Costello conhecem Frankenstein). O sucesso da produção também inspirou o surgimento dos clássicos filmes do estúdio Hammer, protagonizados por Christopher Lee, dos anos 50.

‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ será RELANÇADO em 3D nos cinemas Brasileiros por um dia

Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ completa 20 anos de sua primeira exibição nos cinemas em novembro, e, para celebrar essa data, a Warner Bros. Pictures e a HBO Max vão presentear os fãs da saga com uma exibição única de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ em 3D, de forma inédita e exclusiva nos cinemas.

As sessões acontecerão exclusivamente no dia 21 de novembro em cinemas de todo o Brasil e a pré-venda de ingressos estará disponível a partir da segunda-feira, 15 de novembro. Os fãs do mundo mágico de Harry Potter terão a oportunidade de ver – ou rever – o início de todo o universo da magia em uma ação que será lembrada para sempre.

Vale lembrar que ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ (Fantastic Beasts: The Secrets of Dumbledore) tem estreia programada para 15 de abril de 2022, e rumores indicam que a Warner Bros. estaria planejando uma série de novas produções que explorem o universo do amado bruxo.

E em uma recente entrevista à revista Variety – para celebrar o 20º aniversário do primeiro filme -, o diretor Chris Columbus revelou o seu desejo de voltar a trabalhar com a franquia.

Ao longo do bate-papo, ele admitiu que adoraria dirigir uma adaptação cinematográfica da aclamada peça Harry Potter and the Cursed Child, caso a WB coloque o projeto na lista de futuras iterações do universo do personagem.

“Eu adoraria dirigir The Cursed Child. É uma ótima peça e as crianças possuem a idade apropriada para interpretar esses papéis. Essa é uma pequena fantasia que tenho”. 

 

‘Alerta Vermelho’: Filme mais caro da Netflix com Gal Gadot, The Rock e Ryan Reynolds é MASSACRADO pelos críticos

O filme de ação ‘Alerta Vermelho‘ estreia na Netflix sexta-feira, dia 12, e foi massacrado pelos críticos.

Alerta Vermelho‘ é o filme MAIS CARO já feito pelo streaming, com orçamento na casa dos US$ 250 milhões. Mas gastar bastante não significa sucesso.

No Rotten Tomatoes, a produção recebeu apenas 44% de aprovação, com nota 4,9/10 baseada em 66 reviews até o momento.

Crítica Netflix | Alerta Vermelho é uma cafona farofa cheia de exageros que até consegue divertir

Segundo o consenso geral, “O grande orçamento e o elenco estelar somam-se a uma comédia de ação com ingredientes espalhafatosos, que só tornam os resultados medianos mais decepcionantes”.

Separamos as principais críticas:

“Eu dei ao filme toda a minha atenção, e tudo o que me devolveu foi uma dor de cabeça. No que me diz respeito, isso diz tudo.”, Sara Michelle Fetters, MovieFreak.com

“A produção original mais cara da Netflix teria se beneficiado se parte de seu orçamento de US$ 250 milhões tivesse sido gasto no desembaraço do roteiro.”, Wendy Ide – Observer

“Os três megastars carregam o filme inteiro nos ombros e acabam enterrados vivos sob o peso de tudo isso.”, Valerie Complex – Deadline Hollywood Daily

Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds mal estão atuando neste filme de ação”, Richard Roeper – Chicago Sun-Times

“Desfrute do do filme como puro entretenimento para os olhos, mas não espere mais do que isso.”, Trevor Johnston – Radio Times.

“O filme é um pastiche sem vida de vários filmes de ação blockbuster das últimas quatro décadas” – Slant Magazine.

“O produto final não faz jus ao poderoso trio protagonista” – Digital Spy.

“O filme é bastante divertido graças à ação e à atmosfera de comédia” – Mama’s Geeky.

Alerta Vermelho é um aventura mundial que se assemelha a ‘Missão Impossível’, a James Bond e a Indiana Jones” – Solzy at the Movies

Além de Dwayne Johnson (‘Jumanji’), o filme é também estrelado por Ryan Reynolds (‘Free Guy’) e Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha’). Escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ e ‘Jungle Cruise’ estreiam AMANHÃ no Disney+

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ e ‘Jungle Cruise‘ serão lançados amanhã, dia 12 de Novembro, na grade de programação da plataforma Disney+.

Shang-Chi‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Na trama, Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Já a aventura ‘Jungle Cruise‘ é estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt, je arrecadou US$ 204.5 milhões mundialmente. Com o sucesso financeiro, a Disney já deu sinal verde para uma sequência.

Na trama, Johnson vive Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

 

 

Só nos EUA, bilheterias do MCU já ultrapassaram os US$ 9 bilhões

Antes da era da pandemia, a Marvel reinava absoluta nas bilheterias internas, já que ‘Pantera Negra‘ aumentou o caixa do estúdio com US$ 700 milhões em 2018.

No mesmo ano, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ abriu quebrando recordes em seu primeiro fim de semana, com US$ 258 milhões e terminando a temporada de exibição com US$ 679 milhões.

Dois meses depois, ‘Homem-Formiga e o Vespa‘ teve o resultado mais baixo do ano, com US$ 216 milhões, mas ainda um valor um pouco maior do que o esperado pelas projeções.

Mesmo que a indústria cinematográfica tenha sido prejudicada pelos efeitos da pandemia por mais de um ano e meio, a Marvel Studios continuou a reforçar seu domínio como a maior marca do ramo.

Com a estreia de ‘Viúva Negra’, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ eEternos‘, o estúdio ultrapassou a marca dos US$ 9 bilhões somente nos EUA, segundo a revista Forbes.

Em menos de uma semana em exibição, ‘Eternos‘ faturou US$ 80 milhões no mercado interno, enquanto ‘Shang-Chi’ eViúva Negra‘ terminaram sua corridas no país com US$ 223,9 milhões e US$ 183,6 milhões, respectivamente.

A revista fez questão de comparar apenas a bilheteria doméstica porque o valor está quase quase superando até mesmo as bilheterias mundiais de aclamadas franquias.

Para quem não sabe, o acumulo total da saga Star Wars‘ pelo mundo é de US$ 10,3 bilhões, seguida pelos filmes do ‘Harry Potter‘, com US$ 9,2 bilhões.

Até o momento, a bilheteria dos filmes do MCU pelo mundo já somam US$ 23,5 bilhões, tornando-se a marca mais lucrativa do cinema.

Falando nisso, confira a nossa crítica de ‘Eternos‘:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem já está em exibição nos cinemas nacionais.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Live-action de ‘Pinóquio’ com Tom Hanks ganha previsão de lançamento no Disney+

A versão live-action de ‘Pinóquio‘ que terá Tom Hanks como o icônico marceneiro Gepetto ganhou previsão de lançamento no Disney+.

O filme será lançado no streaming entre julho e setembro de 2022.

Recentemente, Luke Evans participou de uma entrevista com o Collider para alimentar nossas expectativas para o filme, dizendo que a nova versão será diferente de tudo que já vimos.

“Eu sempre amei Pinóquio. É uma história atemporal. É um conto de fadas bem antigo ou uma fábula, como queira chamar. Tem mensagens poderosas intrincadas na narrativas, várias das quais se relacionam com jovens e crianças. Não acredito que será como qualquer outra iteração que vimos antes. Realmente estou animado em fazer parte disso. Estou honrado que a Disney me escolheu para interpretar outro vilão em seu mundo. Estou rodeado de pessoas muito talentosas, incluindo o Sr. [Tom] Hanks. É uma alegria pensar que estou em um filme com essa lenda. Será o melhor live-action da Disney”.

Evans não é nenhum estranho ao panteão da Casa Mouse, visto que deu vida a Gastão no live-action de ‘A Bela e a Fera’. Em Pinóquio, ele dará vida ao Cocheiro, personagem responsável por atrair crianças para a Ilha dos Prazeres, com a promessa de deixá-las livres dos pais e das tarefas – e onde são transformadas em burros e vendidas como escravas no mercado clandestino.

Vale lembrar que o live-action será dirigido por Robert Zemeckis.

Confira o primeiro teaser:

Hanks e Zemeckis são colaboradores de longa data, tendo trabalhado juntos em obras como O Expresso PolarForrest Gump e O Náufrago.

Além de dirigir, Zemeckis roteiriza o projeto ao lado de Chris Weitz.

A história gira em torno de uma marionete que ganha vida e deseja se provar digno de ser transformado em um garoto de verdade. O conto foi adaptado em 1940 pela Casa Mouse e tornou-se um clássico atemporal.

Pinóquio é a mais recente adição às próximas investidas em live-action da companhia, que também inclui A Pequena SereiaA Espada Era a LeiBambiA Princesa e o Sapo.

‘O Filho de Chucky’: Jennifer Tilly revela que estúdio reclamou que o filme era “MUITO gay”

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, a icônica Jennifer Tilly, conhecida por seu papel como Tiffany na saga Brinquedo Assassino e na recém-estreada série Chucky, revelou alguns detalhes de bastidores sobre ‘O Filho de Chucky (filme lançado em 2004) e disse que jamais imaginou que retornaria para a franquia em virtude das múltiplas reclamações da Universal Pictures.

Dentre as anotações, o estúdio comentou que o longa-metragem era “muito gay” e que Tilly tinha muito tempo de tela.

“Eu meio que entendi que não poderia interpretar Tiffany para sempre… E depois de ‘O Filho de Chucky, o estúdio dizia: ‘isso é muito gay, isso é muito engraçado, e tem muito de Jennifer Tilly’, porque ‘O Filho de Chucky foi como o ápice gay em que tínhamos John Waters e a criança genderfluid e eu andando por aí, fazendo piadas, e eu era uma boneca e Jennifer Tilly. Então, eles ficaram: ‘OK, você se divertiu. Vamos deixar isso de lado’. Eu entendi que seria uma nova situação”.

Lembrando que Tilly estreia a série do canal SyFy, que caminha para seu sexto episódio.

Intitulado “Cape Queer”, o capítulo vai ao ar no dia 16 de novembro.

Na trama, “Jake e seus amigos arquitetam uma arriscada armadilha para Chucky – que pode ter consequências desastrosas caso falhe”.

Confira a promo:

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

O elenco conta com Zackary Arthur, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind, Bjorgvin Arnarson, Devon Sawa e Lexa Doig, além do retorno dos veteranos Jennifer Tilly, Fiona Dourif, Alex Vincent e Christine Elise.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

Produtor de ‘Eternos’ diz que filmes dos ‘X-Men’ vão provocar as feridas sociais do mundo atual

Apesar de ‘Eternos‘ trazer um elenco bastante diversificado e apostar numa trama de representatividade gay, estes elementos não foram tão aprofundados como acontece com os ‘X-Men‘.

Quem é fã da equipe de mutantes sabe que sua luta por igualdade foi inspirada pelas lutas das minorias na tentativa de serem aceitas no mundo.

Durante uma entrevista para o podcast Phaze Zero, o produtor Nate Moore tocou no assunto e disse que ‘Eternos‘ nunca teve o objetivo de fazer uma crítica social, diferente do ‘X-Men‘.

“Para mim, nosso objetivo com o filme não era fazer um filme sobre a diversidade de uma forma crítica como acontece em ‘X-Men’. Na verdade, osX-Men‘ foram criados com esse objetivo, é uma alegoria direta às lutas de pessoas que são condenadas e perseguidas pelo que são. ‘Eternos’ não traz nenhuma análise sobre isso porque é algo natural para eles. Eles nunca precisaram enfrentar o preconceito.”

Por outro lado, ele sugeriu que os filmes dos ‘X-Men‘ vão provocar diversos debates sobre as ‘feridas sociais’ do mundo atual.

“‘Eternos‘ está muito mais para uma conversa sobre fé, propósito e o valor da humanidade, mas não necessariamente no contexto sobre diversidade social. Eu acho que se, e quando chegarmos a um filme dos ‘X-Men‘, esse debate será muito mais adequado porque isso está no DNA dos ‘X-Men‘. Não podemos fazer um filme dos mutantes sem tocar nas feridas sociais que estamos vivendo.”

Pelo visto, parece que as discussões sobre as tramas dos filmes dos mutantes já estão em andamento nos bastidores da Marvel

No entanto, ainda não há previsão para a chegada dos heróis ao MCU, então só nos resta aguardar.

Enquanto isso, confira a nossa crítica de ‘Eternos‘:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem já está em exibição nos cinemas nacionais.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).