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‘Smallville’: Aaron Ashmore revela reação à PRISÃO de Allison Mack; “Parecia uma realidade alternativa”

O ator Aaron Ashmore, que interpretou Jimmy Olsen na série Smallville, compartilhou recentemente sua reação com a prisão de sua colega de elenco, Allison Mack, que viveu Chloe Sullivan na série.

Após o fim da série, Allison Mack foi presa em 2018 pel FBi por seu envolvimento no culto sexual NXIVM. Mack se declarou culpada de tráfico sexual, conspiração de tráfico sexual e conspiração de trabalho forçado, entre outras acusações. A atriz cumpriu dois anos de prisão e foi liberta em 2023.

De acordo com o ComicBookMovie, Ashmore afirmou: “Ela era adorável, acolhedora e receptiva. Nada, na personalidade dela, me faria acreditar que algo assim fosse possível. E até o namorado dela, Chad [Krowchuk], nos convidavam para fazer trilhas e coisas assim. Ela era super legal e uma atriz muito, muito boa”.

O ator revelou que ficou “chocado” ao saber das notícias.

“Cara, minha mandíbula caiu. Eu conhecia a Alison muito bem durante aqueles três anos. Trabalhamos juntos e nada na personalidade dela me faria acreditar que algo assim fosse possível”, continuou. “Parecia uma realidade alternativa, parecia um ‘O que você está falando?'”.

Michael Rosenbaum, também ex-colega deSmallville, refletiu sobre a natureza sedutora de cultos como o NXIVM: “No começo, é tipo, ‘Oh, isso é algo bom. Eles estão ajudando as pessoas com confiança, encontrando propósito e todas essas coisas.’ E você pensa, ‘Ei, eu poderia usar um pouco disso’. Mas então você vê até onde isso vai e vê a loucura – obviamente, ficou muito intenso e louco – e você fica, ‘Como isso chega a esse ponto? Por que algo não pode ser só bom? Por que sempre tem que se tornar algo horrível?'”.

A resposta, como Ashmore observou, está na exploração da vulnerabilidade humana: “Bem, infelizmente, é a natureza humana, né? Acho que muitas pessoas estão procurando por algo, não sabem o que é, e as pessoas vão se aproveitar disso. As pessoas têm traumas, têm famílias, toda sorte de problemas que estão tentando resolver, e sempre vai ter alguém lá fora que vai aproveitar isso”.

Smallville’ está disponível no Max.

‘Tron: Ares’: Cineasta explica ausência de personagens originais; “Às vezes os atores não querem mais participar”

O diretor Joachim Rønning e o produtor Justin Springer explicaram recentemente o motivo pelo qual o novo filme da franquia,Tron: Ares, contará com o retorno de apenas um membro do elenco original.

Em entrevista ao GamesRadar+, Joachim Rønning afirmou que essa decisão se deve a uma combinação de fatores criativos e práticos.

“Essas decisões não são apenas criativas; às vezes os atores não querem mais participar”, disse ele. “Há diferentes formas de encarar isso, mas sentimos que a história encontrou um rumo no qual não precisávamos que os personagens antigos estivessem no centro. Queríamos levar isso para uma nova direção e, ao mesmo tempo, honrar o universo em que estamos inseridos”.

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O produtor Justin Springer complementou, dizendo que o foco principal de Tron: Ares é introduzir novos personagens, começando com Jared Leto no papel de Ares.

“Estamos contando uma história que se passa 14 anos depois, e o mais importante é contar essa nova história de uma forma que funcione”, explicou Springer.

Ele também expressou preocupação com o “fan service” excessivo: “Incluir participações especiais só por incluir, como um desfile de personagens que amamos dessa franquia, me parece apenas fan service que não serve à narrativa. Mas estamos com certeza buscando formas de surpreender o público”.

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Springer concluiu que a ausência dos personagens neste filme não impede que eles retornem no futuro em outras mídias, como séries ou filmes.

“Se não explorarmos algo neste filme, sempre penso em onde mais podemos brincar. Eu produzi a série animada Tron: A Resistência e trabalhei nas atrações dos parques temáticos. Existem muitas maneiras de manter essa mitologia viva, seja em um filme, série ou o que for, se tivermos essa sorte”, concluiu.

Lembrando que nomes como Garrett Hedlund (Sam Flynn), Olivia Wilde (Quorra) e Cillian Murphy (Dillinger Jr.) não devem retornar para o longa.

Tron: Ares’ tem lançamento previsto para 10 de outubro de 2025.

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Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.

O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan (‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).

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‘Vought Rising’: Jensen Ackles confirma fim das gravações do novo spin-off de ‘The Boys’

O universo de The Boys continua em expansão e acaba de atingir um marco importante. Jensen Ackles, estrela da nova série derivada Vought Rising, usou suas redes sociais para confirmar o encerramento das filmagens da primeira temporada.

Conforme o ComicBook, em um vídeo direto do set, o ator celebrou a conclusão desta etapa da produção, que promete mergulhar nas origens sombrias da Vought.

Ambientada nos anos 1950,Vought Rising é descrita como um thriller de assassinato distorcido e misterioso. A trama funcionará como uma prequel, acompanhando os primeiros passos do Soldier Boy (Ackles) e as “manobras diabólicas” de Stormfront, interpretada por Aya Cash, que também reprisa seu papel.

Diferente do herói endurecido que conhecemos na série principal, Ackles adiantou que veremos uma versão mais vulnerável de seu personagem. Segundo o ator, o Soldier Boy dos anos 50 ainda não teve “décadas para mascarar seus sentimentos e construir uma fachada dura”, oferecendo uma reintrodução profunda e complexa ao herói.

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Além da dupla de protagonistas, o elenco conta com nomes como Mason Dye, Elizabeth Posey, Will Hochman, Jorden Myrie e Kiki Layne.

‘X-Men’: Halle Berry reage a revelação de roteiro FALSO usado pela Fox

Halle Berry quebrou o silêncio sobre as alegações do diretor Matthew Vaughn de que a 20th Century Fox usou um roteiro falso para persuadi-la a retornar como Tempestade em ‘X-Men: O Confronto Final’.

Durante uma convenção, Vaughn, que estava vinculado ao projeto no início, revelou que encontrou um roteiro “muito mais volumoso” ao entrar no escritório de um executivo. No roteiro, Tempestade salvava crianças gravemente desidratadas na África.

“Eu fiquei tipo, o que é isso? Eles disseram que era o roteiro da Halle Berry. ‘Ela ainda não assinou, mas é assim que ela quer que seja. Então, assim que ela assinar, vamos jogar isso no lixo.’ Eu disse: ‘Uau, vocês vão fazer isso com uma atriz vencedora do Oscar? Eu vou sair daqui’. Então, eu pedi demissão naquele momento. Achei que estava fora da jogada.”

Em um post no Instagram, Halle Berry se pronunciou sobre a informação revelada por Matthew Vaughn. A atriz agradeceu ao diretor por contar a história.

“Você nunca sabe as coisas sombrias que estão acontecendo nas suas costas! Obrigada, Matthew Vaughn, por trazer a escuridão à luz”, escreveu Berry.

Apesar disso, os fãs torcem para que a atriz aceite retornar como Tempestade em uma possível participação especial em ‘Vingadores: Doomsday’ ou ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Recentemente, Halle Berry respondeu de maneira enigmática sobre um provável retorno à Marvel.

“Você nunca sabe. Vamos descobrir”, afirmou a atriz.

Além do possível retorno da Tempestade, o MCU supostamente está planejando a volta de outros mutantes em seus próximos filmes.

De acordo com relatos recentes, Hugh Jackman, o Wolverine, é quase certo no elenco de ‘Vingadores: Guerras Secretas’, enquanto o Professor Charles Xavier também pode aparecer no longa.

Segundo o MTTSH, Patrick Stewart está pronto para reprisar seu papel icônico, após ter aparecido rapidamente em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Após ‘Guerras Secretas’, a Fase 7 marcará a entrada dos mutantes no Universo Cinematográfico Marvel. Embora o conceito de mutantes já tenha sido introduzido nas Fases 4 e 5, a nova fase promete explorar ainda mais esse universo, com a introdução de novos personagens e a exploração de novas histórias.

Vingadores: Doomsday‘ estreia em maio de 2026, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em maio de 2027.

Lembrando que ‘Vingadores: Doomsday’ trará ninguém menos que Robert Downey Jr como o vilanesco Victor Von Doom/Sr. Destino.

Episódios da 4ª temporada de ‘Stranger Things’ custarão uma FORTUNA

Segundo relatório divulgado pelo Wall Street Journal, a Netflix desembolsou uma enorme quantia para produzir a 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, que estreia em maio na plataforma. Acredite ou não, a gigante da streaming investiu impressionantes US$ 30 milhões de dólares por episódio dessa nova season.

O artigo não detalhou os motivos desses gastos tão altos, mas apontou que os efeitos especiais utilizados nesse novo ano necessários devem estar ligados a isso. A nova temporada de ‘Stranger Things‘ terá nove episódios, onde o seu custo total ficará na casa dos US$ 270 milhões do dólares.

Só para se ter ideia, as séries da Marvel no Disney+, como ‘WandaVision‘ e ‘Loki‘, custaram US$ 25 milhões por episódio. Já a última temporada de ‘Game of Thrones‘ teve custo de US$ 15 milhões a novo capítulo.

A primeira parte da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ estreia no dia 27 de maio, enquanto o segundo vem um pouco depois, em 1º de julho. A série será concluída na 5ª temporada.

Confira a sinopse e o trailer:

A escuridão volta a pairar sobre Hawkins, trazendo lembranças perturbadoras, terror e a ameaça de uma guerra.

Hugh Grant confessa ter ficado confuso com sua aparição em ‘Glass Onion’

Todo mundo acabou ficando surpreso com a aparição de Hugh Grant em ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out‘, ao mesmo tempo que deixou todo mundo confuso. O ator em entrevista ao Collider comentou de uma forma hilária sobre estar interpretando o marido de Benoit Blanc, personagem vivido por Daniel Craig.

Grant disse que ficou muito empolgado por saber que é “casado com James Bond“, lembrando, claro, do papel mais marcante da carreira de Daniel Craig.

O ator acabou ficando confuso com o convite por não saber a real intenção da produção em fazer ele, mas acabou aceitando o papel após refletir sobre a sua função na trama.

“É verdade, sou casado com James Bond. Eu realmente não sei por que eles queriam fazer isso, mas de qualquer forma, eu achei o primeiro filme brilhante, e então sim, eu pensei por que não? Eu só apareço por algumas horas…”, confessou Grant.

Ficamos então no aguardo da próxima aventura de Benoit Blanc, personagem vivido por Daniel Craig. E aí, você já assistiu ao filme?

Confira nossa crítica: 

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘A Hora do Rush’ vai virar série de TV

A franquia de ação ‘A Hora do Rush‘ está a caminho da TV. Segundo o Deadline, a Warner Bros. TV está desenvolvendo uma série baseada no filme de 1998 com Bill Lawrence, o criador de ‘Scrubs’ e ‘Cougar Town’.

Lawrence escreverá o episódio piloto, que recontará a história de um desbocado e rebelde policial de Los Angeles (feito por Chris Tucker no cinema) que se junta com um representante da polícia de Hong Kong (vivido anteriormente por Jackie Chan).

Brett Ratner, diretor da franquia, e Arthur Sarkissian servirão como produtores executivos.

Além da versão televisiva, ‘A Hora do Rush‘ pode ganhar também um quarto filme.

Recentemente, Chan disse ao IGN que foi procurado para estrelar ‘A Hora do Rush 4‘ , mas só considera retornar ao lado de Chris Tucker se aprovar o roteiro.

Não se tem notícias desta sequência desde 2012, quando o produtor Arthur Sarkissian disse que estava discutindo ideias com Tucker e Chan. A intenção inicial seria deixar o tom do quarto filme mais próximo ao do primeiro.

A Hora do Rush‘ inaugurou a franquia em 1998 e depois garantiu duas continuações, em 2001 e 2007. Os três filmes arrecadaram juntos quase US$ 850 milhões pelo mundo.

Kilgrave em cartaz animado de ‘Jessica Jones’

A Netflix lançou hoje a arte do cartaz animado de Kilgrave, personagem de sua aguardada série original ‘Jessica Jones‘.

O ator David Tennant​ (Doctor Who, Broadchurch, Harry Potter e o Cálice de Fogo) interpreta Kilgrave, um homem com poderes para controlar qualquer pessoa e com uma queda por roupas púrpuras.

A série será lançada dia 20 de Novembro de 2015 às 6 horas (horário de Brasília) em todos os territórios onde o serviço está disponível.

Confira, com o trailer legendado:

 

Krysten Ritter (Jessica Jones) vem acompanhada de um elenco incrível, que conta com David Tennant (Kilgrave), Mike Colter (Luke Cage), Rachael Taylor (Trish Walker), Carrie-Anne Moss, Eka Darville, Erin Moriarty, Wil Traval, entre outros.

Presidente da HBO revela que ‘Game of Thrones’ pode ganhar série derivada 

Desde que sua curta jornada como super-heroína terminou em tragédia, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

‘AKA Jessica Jones’ apresentará o primeiro casal gay da Marvel; veja fotos

Jessica Jones surgiu em 2001 nos quadrinhos ‘Alias’ (não confundir com a série estrelada por Jennifer Garner). Ela é uma jovem que sofreu um acidente com químicos radioativos e ganhou super-força, invulnerabilidade temporária e o poder de voar.

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Bryan Singer fala sobre crossover entre ‘Deadpool’ e ‘X-Men’

Durante as entrevistas de imprensa para promover ‘X-Men: Apocalipse‘, o diretor Bryan Singer falou sobre o possível crossover entre ‘X-Men‘ e ‘Deadpool‘ nos cinemas.

Questionado se os filmes dos X-Men podem competir com os Universos Cinematográficas da Marvel e DC, ele respondeu:

“Sim. Agora que alteramos a linha temporal, existem infinitas possibilidades”, afirmou.

Ele continuou afirmando que um filme bem planejado entre o Mercenário Tagarela e os X-Men seria algo grandioso – e possível!

“Se você pegar um personagem tão irreverente como Deadpool e conectá-lo a algo tão fundamentado e grave como os X-Men, você tem que fazê-lo com cuidado e delicadeza. Se você apenas jogá-los em um filme, pode ser um desastre. Isso tem que ser feito com delicadeza, e existe muito espaço para fazê-lo”, finalizou.

O roteirista e produtor Simon Kinberg já havia confirmado os planos da Fox em fazer um crossover de ‘Deadpool‘, ‘Gambit‘ e ‘X-Men‘ após ‘Apocalipse‘.

“Haverá interação entre diferentes personagens em diferentes filmes. A ideia é que nós conseguimos redefinir a linha do tempo após ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’, certamente permitindo mudar e apagar alguns eventos de ‘X-Men 1, 2 e 3′”, afirmou.

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‘Deadpool’ é pego em momento íntimo na nova foto do filme

O editor Renato Marafon realizou uma crítica Ao Vivo de ‘X-Men: Apocalipse‘ pelo Facebook, tirando as dúvidas dos fãs e falando um pouco mais sobre a produção.

A estreia no Brasil acontece quinta-feira, dia 19 de Maio.

Assista:

Para ler a crítica em texto, clique aqui!

Desde o início da civilização, ele era adorado como um deus. Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo X-Men da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Raven (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy) deve levar uma equipe de jovens X-Men para parar o seu maior inimigo e salvar a humanidade da destruição completa.

 

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Este novo filme da série ‘X-Men‘ se passará uma década após os eventos de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ e será focado nos jovens mutantes da franquia, servindo como uma continuação de ‘X-Men: Primeira Classe‘.

‘Esquadrão Suicida’ ganha featurette focado na Harley Quinn

Esquadrão Suicida‘chega hoje aos cinemas, e a Warner Bros divulgou um featurette focado na Harley Quinn (Margot Robbie).

Assista:

Em entrevista ao Telestar, Jared Leto explicou que várias cenas do Coringa foram cortadas da versão lançada nos cinemas – saiba mais!

Esquadrão Suicida‘ terá a maior estreia do ano em número de salas no Brasil. O novo filme da DC Comics chega em 1.405 salas, sendo 912 telas 3D e todas as 12 do circuito IMAX.

Assista nossa crítica:

Crítica | Esquadrão Suicida 

Crítica 2 | Esquadrão Suicida

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.

Diretor de ‘Esquadrão Suicida’ manda a Marvel se “f*der” 

Esquadrão Suicida‘ tem Cara Delevingne como Magia; Viola Davis como Amanda Waller; Gary Sinise (‘CSI: NY’) como o General Eiling, Raymond Olubowale como o Tubarão-Rei; Scott Eastwoodcomo Steve Trevor; e Alex Meraz (‘A Saga Crepúsculo’) em papel desconhecido. Jesse Eisenbergdeve retornar como Lex Luthor, reprisando o seu papel em ‘Batman V Superman’. Do lado dos antagonistas, integram o time: Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Pensador (Jackie Earle Haley), Exterminador (Jim Parrack) e Antiphon, líder da organização terrorista Onslaught (que pode ser vivido por Ed Harris).

Logan’: Teoria maluca afirma que trailer será lançado domingo; Confira!

Você pode não ter notado, mas todas as imagens de ‘Logan‘ liberadas em preto e branco estão sendo liberadas na web exatamente às 10h23 minutos (horário de Washington).

A partir disso, o ComicBook – a primeira página a notar a repetição dos horários – montou uma teoria que é a seguinte.

10h23m, ok! 10, em algarismo romano é… X. Quando colocados X e 23 lado a lado monta que expressão?! Exatamente! X-23, a identidade da clone feminina do Wolverine‘, que em ‘Logan‘ virá na pele de uma garotinha (a mão que está no pôster é dela).

A partir disso, as imagens estão sendo publicadas todos os dias. Com isso, a página especula que no dia 23 de outubro, neste domingo, algo revelador poderá ser liberado, ou a primeira imagem da X-23 ou até mesmo o primeiro trailer completo.

“Situado em 2024, Logan e o Professor Charles Xavier devem lidar com a perda dos X-Men, quando uma corporação comandada por Nathaniel Essex está destruindo o mundo. Com as habilidades de cura de Logan lentamente desaparecendo, e com um Xavier sofrendo de Alzheimer – e esquecendo de praticamente todo seu passado – Logan travará uma batalha mortal para derrotar Nathaniel Essex com a ajuda de uma jovem chamada Laura Kinney, clone feminina de Wolverine”.

A estreia no Brasil acontece dia 2 de março de 2017, um dia antes dos EUA.

Patrick Strewart planeja abandonar a franquia ‘X-Men’ após ‘Wolverine 3’ 

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Simon Kinberg, produtor de todos os longas do Universo X-Men, confirmou que ‘Wolverine 3‘ será ambientado no futuro.

Gambit pode substituir Wolverine como líder mutante da Fox 

Michael Green, roteirista de ‘Lanterna Verde‘ (2011) e das sequências de ‘Blade Runner‘ e ‘Prometheus‘, escreve a nova aventura do mutante. James Mangold (‘Wolverine – Imortal’) retoma o cargo de diretor.

Cliff Martinez, o compositor cinematográfico preferido de Steven Soderbergh, está confirmado na trilha sonora de ‘Wolverine 3‘.

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‘The Vampire Diaries’: Novo vídeo mostra a última sessão de fotos do elenco

Em tom de completa despedida, já que faltam apenas 4 episódios para a temporada final de ‘The Vampire Diaries, o canal The CW liberou um vídeo com a última sessão de fotos realizada pelo elenco, que foi feita para a divulgação de toda essa última leva de episódios.

Assista, com as prévias do próximo episódio:

Lembrando que Nina Drobrev também tem presença mais do que garantida para o 16º episódio da 8ª temporada e última da série.

Vale lembrar que Nina saiu de cena no final da sexta temporada e Elena ficou adormecida, e só poderá ser trazida de volta a vida quando Bonnie morrer.

Assista nossa entrevista com a atriz:

 

Tom Holland apoia crossover de ‘Deadpool’ e ‘Homem-Aranha’

O astro Tom Holland está no Brasil divulgando ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, e conversou com a imprensa durante uma coletiva.

Questionado se gostaria de estrelar um crossover entre o Deadpool e o Homem-Aranha, Holland se empolgou.

“Seria incrível, eu adoro o Deadpool e definitivamente amaria fazer esse crossover”, disse.

Porém, o ator se esquivou quando foi questionado se ele apoiava um romance gay entre os dois personagens.

 

O cabeça de teia fez seu grande retorno em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘. Com a elogiada atuação de Tom Holland, o personagem ganhará destaque nos cinemas nos próximos anos.

Recentemente, o produtor Simon Kinberg afirmou que os estúdios podem entrar em um acordo para que o crossover aconteça.

“Essas decisões são tomadas por pessoas em uma parte muito maior da cadeia alimentar do que Tim e eu. Nós apenas iriamos executar o filme. Nós iriamos adorar!”, concluiu.

Com ‘Deadpool‘ se tornando a maior bilheteria mundial para um longa do Universo ‘X-Men’, não deve ser difícil convencer a Sony Pictures de emprestar o herói.

Já imaginaram?

Bilheterias EUA: ‘Deadpool’ lidera novamente com US$ 55 milhões 

Com orçamento de baixíssimos US$ 58 milhões, o filme já arrecadou US$ 749 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica:

 

 

Vídeo mostra como os heróis da CW são adaptados das HQs para a TV; Assista!

Para comemorar o painel de ‘Arrow‘ na San Diego Comic-Con, a CW liberou um vídeo que mostra um pouco do processo criativo das séries de super-heróis do canal.

Mais precisamente, como que funcionam as ideias das HQs em adaptação para a televisão.

Confira:

Documentário de Heitor Dhalia ganha trailer

Faltando um mês para a sua estreia nos cinemas, o primeiro trailer do documentárioOn Yoga: Arquitetura da Paz‘, do diretor brasileiro Heitor Dhalia, ganhou seu primeiro trailer oficial.

O longa será exibido pela primeira vez no dia 10 de outubro no Festival do Rio, na mostra panorama do cinema mundial, com estreia marcada para 9 de novembro nos cinemas.

Confira a seguir o trailer da obra.

O documentário retrata o livro ‘On Yoga: The Architecture of Peace‘ do fotógrafo norte-americano Michael O´Neill sobre o período de dez anos em que Michael passou fotografando gurus e grandes mestres da ioga. Para realizar o documentárioO´Neill e Dhalia percorreram Índia e Nova York em busca de entrevistas com os iogues para descobrir o que eles tem a dizer sobre o mundo, a vida e a humanidade.

Sua presença entre os finalistas do festival londrino ‘Raindance Film Festival‘ marcou a estreia dessa co-produção Brasil-EUA no cenário mundial. Para o diretor da obra, é fundamental no estado atual do mundo, ouvir o que os mestres da ioga tem a dizer sobre tudo que está ocorrendo na sociedade.

” O mundo vive grandes conflitos, existem muitas perguntas a serem respondidas. Foi muito interessante ouvir o que os grandes mestres da ioga têm a dizer sobre tudo isso, sobre a vida e a espiritualidade. A obra do Michael é o melhor livro de fotografia do mundo já feito sobre a ioga. Quando o Alcir Lacerda Filho, produtor da Urso Filmes, me convidou para o projeto fiquei muito empolgado em ir mais a fundo nesse universo. O filme é visualmente muito interessante e traz discussões filosóficas e contemporâneas muito importantes.” , comentou.

14ª temporada de ‘Supernatural’ ganha trailer épico

A CW divulgou o trailer da 14ª temporada de ‘Supernatural‘ durante a Comic-Con.

Assista:

A nova temporada será mais curta do que o habitual, com 20 episódios.

Os fãs podem ficar tranquilos, porque a redução não indica um possível cancelamento da série. Na verdade, deve ser uma questão da grade da emissora, que encomendou mais séries do que o normal este ano, e precisa encontrar espaço para todas.

Curiosamente, o único outro ano da série que não teve 22-23 episódios foi a 3ª temporada, que teve 16.

Supernatural‘ continua sendo umas das séries de maior sucesso da CW, e deve durar até quando os atores principais quiserem continuar fazendo.

A estreia acontece dia 11 de Outubro.

‘Shazam!’ em nova e colorida imagem do filme

A estreia de ‘Shazam!‘ está cada vez mais próxima e a DC liberou uma nova – e colorida – imagem da produção.

Confira:

Shazam!’ chega aos cinemas em 04 de Abril de 2019.

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

5 ÓTIMOS filmes para assistir em um primeiro encontro

Quem nunca marcou um primeiro encontro com alguém que está gostando para assistir a um filme em uma sala de cinema ou até mesmo no conforto de alguma casa? Ao longo do tempo, as salas de cinema de todo o mundo já foram palcos de diversas manifestações de amor, pedidos de casamento e momentos inesquecíveis ligados a toda força desse lindo sentimento. Mas como um filme pode ser um encaixe perfeito para um início de relacionamento?

Pensando em projetos que de alguma forma mostram de maneira muito intensa e carismática a questão do sentimento, do amor, da paixão (fatores que fazem refletir quando pensamos num outro alguém), eis abaixo uma lista com cinco ótimos filmes para você assistir em um primeiro encontro:

 

A Vida dos Peixes

Em A Vida dos Peixes, a simplicidade que sempre devemos levar em consideração em qualquer produção de orçamento baixo, é o pontapé inicial positivo desse trivial/genial longa-metragem. Pegaram poucos recursos (até mesmo locações, só tem uma) mas com muita mão-de-obra qualificada (sim, artistas fantásticos) e colocaram no liquidificador, deu certo.

A trama, fala basicamente sobre um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro. O filme não toma tendências, o que é ótimo, os atores possuem uma harmonia comparável, sem dúvidas, a Julie Delpy e Ethan Hawke (Antes do Amanhecer) e ao casal de Once (aqueles que não sabemos os nomes dos personagens até hoje). Matías Bize (que dirigiu o intenso Na Cama) é o comandante desse grande filme. O diretor enriquece a fita com detalhes e ótima movimentação da sua inteligente câmera. No elenco dois atores que se completam muito bem em cena: Santiago Cabrera e Blanca Lewin dão vida aos personagens que comovem o público com suas incertezas e desejos evidentes um pelo outro.

A trilha sonora é uma crítica à parte. Algo maravilhoso, preenche cada lacuna daquele especial momento na vida dos corações apaixonados. Créditos para Diego Fontecilla que assina essa obra de arte musical.

 

Latitudes

Hoje, eu acordei pensando em você. Quem nunca teve uma grande paixão, um grande amor? Em singelos 82 minutos de fita, o trabalho do diretor Felipe Braga, Latitudes, fala sobre o amor, sua ilusões e desilusões. Com locações que variam entre Paris, Londres, Veneza, São Paulo, Porto e Istambul, esse longa-metragem tinha tudo para dar errado, principalmente pela forma como a montagem foi feita, mas acaba encontrando seu porto seguro nas convincentes interpretações dos dois únicos artistas em cena, Alice Braga e Daniel de Oliveira.

Na trama, acompanhamos uma história de amor pingado entre uma bem sucedida editora de moda chamada Olívia (Alice Braga) que viaja o planeta por conta de sua profissão e do renomado e requisitado fotógrafo José (Daniel de Oliveira). Cada um deles tem suas vidas pessoais as sempre que se encontram o clima de paixão e amor toma conta, tornando-os pessoas extremamente vulneráveis. Essa duas almas, que não estavam nos planos um do outro a cada novo encontro precisam por fim definir essa conturbada e intensa situação romântica.

Latitudes é um filme que fala a língua do amor. Quem nunca sofreu por antecedência? Quem nunca teve dúvidas sobre um relacionamento? Quem nunca teve medo de arriscar e se jogar num grande amor? Histórias de amor também duram 82 minutos. Viver é se arriscar. Afinal, um dia lindo em Paris é algo imperdível.

 

Como Não Perder essa Mulher

Após o ano de 2012, com pelo menos três ótimos filmes no currículo, o artista californiano Joseph Gordon-Levitt resolve ingressar na carreira de diretor apresentando o interessante drama Como Não Perder essa Mulher. O roteiro fala com maturidade sobre a vida sexual. O longa-metragem, estimado em U$$ 6 Milhões, conta com as presenças marcantes de Julianne Moore e da musa Scarlett Johansson, ambas super divertidas em seus respectivos papéis.

A comédia cult acompanha Jon (Joseph Gordon-Levitt), um clássico Don Juan dos dias de hoje que vive intensamente sua juventude. Levando uma vida sem relacionamentos sérios, consegue encontrar felicidade em simples movimentos noturnos cotidianos. Um dia, em mais uma dessas noites regadas a bebidas e mulheres, conhece Barbara (Scarlett Johansson), nascendo deste encontro uma paixão avassaladora. Após os enormes conflitos que atrapalham esse relacionamento, Jon conhece Esther (Julianne Moore) e a maturidade e os simples prazeres da vida são vistos de outra forma por esse curioso personagem.

 

Sing Street

O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente que há no mundo. Escrito e dirigido pelo ótimo roteirista e diretor irlandês John Carney (dos excelentes Apenas Uma Vez e Mesmo Se Nada Der Certo) essa maravilhosa ‘dramédia’ com pitadas generosas de musical é um grande achado europeu em meio a tantos lançamentos mensais que entram e saem no circuito e infelizmente, em muitos casos, não conseguem ser vistos pelo público. Com um elenco desconhecido e um poderoso roteiro, Sing Street conquista o coração de nós cinéfilos em poucos minutos e vamos torcendo para o filme nunca acabar.

Na trama, passada em uma Dublin em meados dos anos 80, conhecemos Conor (Ferdia Walsh-Peelo) um adolescente que se muda para uma nova escola onde começa a sofrer bullying. Em meio a uma tentativa de ser forte em relação a essa situação, se apaixona perdidamente por uma jovem mais velha e para conquistar seu coração, resolve criar uma banda com alguns amigos, que conhece na nova escola, e assim uma linda história de amor surge.

As canções, talvez o ápice do longa-metragem, são sensacionais. Dá vontade de levantar da cadeira/sofá e começar a dançar. Acredito que os próprios atores sentiram isso, a transformação do protagonista é genial, antes um jovem nerd solitário se torna mais pra frente um líder de uma banda super eclética que acredita no amor e nos sentimentos desde cedo. Um fato para abrilhantar mais ainda essa produção, Carney se inspirou na história de sua vida e ainda teve a colaboração mais que especial do vocalista Bono, da banda U2.

 

Não Olhe para Trás

Não somos responsáveis pelas emoções, mas sim do que fazemos com elas. Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o roteirista e produtor norte-americano Dan Fogelman logo de cara tem a difícil missão de dirigir, talvez, o maior ator de cinema em atividade, Al Pacino. Contando a história, baseada em alguns trechos numa história real, de um decadente músico que vê sua vida mudar de rotina quando resolve acertar suas contas com o passado, Não Olhe para Trás mais uma vez mostra todo o talento e carisma de Pacino embasado em um roteiro bem sincero e que transpira verdade. Quem ganha somos nós cinéfilos, por termos a honra de sermos do mesmo tempo de um dos grandes artistas de toda a história da indústria cinematográfica mundial.

Na trama, conhecemos o famoso cantor Danny Collins (Al Pacino), um homem que vive de fama, whisky, shows e drogas faz 40 anos.  Sem lançar um novo sucesso por bastante tempo e sem ter muitas esperanças em seu futuro, após receber de presente uma carta que John Lennon escreveu para ele anos atrás e que ele não sabia, resolve embarcar em uma jornada comovente buscando resolver positivamente seu relacionamento com seu único filho Tom Donnelly (Bobby Cannavale). Nessa jornada, acaba reencontrando sentimentos que estavam perdidos em seu cotidiano, um deles, quem provoca é a gerente de hotel Mary Sinclair (Annette Bening), por quem Danny criará sentimentos fortes.

A honestidade com quem é executada essa bela história é um dos fatores mais preponderantes para o sucesso da trama. Fora o carisma de outro planeta de Pacino, Benning e Cia, a direção de Fogelman, extremamente cuidadosa e detalhista, também nos levam para dentro do que acontece nas cenas. Os diálogos são bastante emotivos durante boa parte do filme, o roteiro visa o amor como forma de perdão e como forma de auto descobertas. Questões são expostas e respostas ficam em aberto, trazendo cada vez mais o público para próximo de uma realidade totalmente possível.

Crítica | ‘A Miss’ – Dramédia brasileira sobre amor de mãe e autoaceitação

Ambientado em um dos bairros mais deliciosos da zona norte carioca, o longa-metragem brasileiro A Miss levanta a bandeira do pertencimento por meio de uma família e seus conflitos. Escrito e dirigido por Daniel Porto, o filme parte de uma relação conturbada entre mãe e filhos para alcançar temas importantes da nossa sociedade, através de uma fórmula que diverte sem esquecer de encontrar camadas – ainda que, por vezes, beirando à superfície dramática.

Martha (Maitê Padilha) e Alan (Pedro David) são dois irmãos que vivem seus dias em pé de guerra com a mãe, a exigente – e sem paciência – Iêda (Helga Nemetik). Dona de um salão de cabeleireiro, ela está à beira do descontrole e possui uma obsessão por um famoso concurso de beleza. Os irmãos entram em apuros quando Marta descobre que Alan quer participar da competição no seu lugar. A partir daí, contando com a ajuda de Atena (Alexandre Lino), embarcarão em uma estrada de descobertas.

Um dos méritos do roteiro é conseguir chegar na identificação rápida com o público através de situações, o lugar e seus personagens. Há exageros pontuais, situações amplificadas mas que fogem de qualquer estigma de caricatura. Não se prendendo a um tema, consegue ser plural ao entrelaçar questões ligadas ao pertencimento, maternidade, identidade e sexualidade.

 

Caminhando pelo bairro do Grajaú, no Rio de Janeiro – com pedaços de Vila Isabel e Maracanã – o projeto disseca as frustrações e as maneiras como encaramos esse sentimento. Em um dos centros dos debates está uma mãe repleta de vulnerabilidades, que criou os filhos sozinha após o falecimento do marido, e cujas ações revelam mais sobre si do que sobre eles, totalmente responsável pelo que cativa. Uma personagem hipnotizante, que transita entre leveza e força, ganhando vida pela bela atuação de Helga Nemetik.

 

A narrativa sustenta a emoção por meio do presente, preenchendo lacunas com um humor fácil de digerir, sem suavizar as tensões. O amor de mãe e o se aceitar misturam-se a brincadeiras com o delicioso bairro do Grajaú, elevando o filme a um patamar que mescla divertimento e reflexões.

A Miss estreia dia 26 de fevereiro nos cinemas.

‘A Chave Mestra’, ‘A Casa de Cera’ e mais Filmes de Terror que Completam 15 ANOS em 2020

Aniversários precisam ser comemorados. E este ano muitas produções entram na meia idade e também na vida adulta. Mas não podemos esquecer as que se tornam adolescentes, nos fazendo sentir ainda mais velhos. E neste baile de debutantes, temos alguns filmes cujo lançamento nos lembramos vividamente como se fosse ontem. Uma brincadeira interessante é tentar recordar quantos assistimos nos cinemas e em quais circunstâncias (que você pode comentar abaixo).

É claro que esta lista em particular é sobre o gênero que mais amamos aqui no CinePOP e o motivo da existência do site: o terror. Sendo assim, trazemos algumas produções que continuam no consciente coletivo, mostrando seu valor atemporal. Dentre as quais, continuações, remakes de clássicos hollywoodianos e asiáticos do gênero, além de algumas ideias originais bem legais (algumas inclusive subestimadas), e até mesmo filmes que talvez você não conheça – mas que precisa conhecer! Sem mais delongas, vamos relembrar estas produções que entram na adolescência em 2020.

Jogos Mortais 2

Produção pequena, o primeiro Jogos Mortais (2004) se tornou um baita sucesso inesperado, ajudando a impulsionar as carreiras do diretor James Wan e do roteirista Leigh Whannell, e de quebra servindo como criador de um subgênero dentro do terror: o torture porn. É claro que sua explosão na cultura pop geraria uma continuação. E assim, o suspense minimalista deu lugar a uma trama maior, onde agora diversas pessoas participavam do “jogo mortal” dentro de uma casa – algo como um escape room assassino. Este segundo filme ainda guarda boas surpresas e certa inteligência, antes das continuações saírem por completo dos trilhos.

Amaldiçoados

Por falar em sair completamente dos trilhos, isso foi o que aconteceu com essa reunião da dupla responsável pela franquia Pânico, o diretor Wes Craven e o roteirista Kevin Williamson. Aqui, a dupla trocava os slahers pelos filmes de lobisomens. Recentemente, escrevi sobre a produção problemática e como os cortes do produtor Harvey Weinstein feriram o longa (você pode conferir aqui). Na trama, dois irmãos (Christina Ricci e Jesse Eisenberg) são mordidos pela criatura mitológica e começam a se transformar no ser bestial.

O Albergue

Por falar em torture porn, é fato que todo e qualquer sucesso termina por criar tendência em Hollywood. Assim, no mesmo ano em que Jogos Mortais continuava sua trama com mais algumas cenas de tortura explícita, um herdeiro chegava igualmente nas telonas. Trata-se de O Albergue, do cineasta açougueiro Eli Roth. Na trama, turistas “entram bem” em uma viagem de mochilão pela Eslováquia, quando se deparam com um albergue que serve de armadilha, capturando seus hóspedes para que ricaços sádicos os torture. Cenas explícitas e muita sanguinolência são as palavras de ordem.

A Casa de Cera

A Casa de Cera parece o típico exemplar slasher saído da década de 1990, após a retomada de Pânico. O filme se comporta exatamente de tal forma e traz uma história de jovens amigos viajando para um jogo e desviando na estrada para uma “cidade fantasma” onde a principal atração é um museu de cera. O longa é uma refilmagem adolescente de Museu de Cera (1953), clássico protagonizado por Vincent Price. No elenco, uma Paris Hilton arriscando como atriz. Os sádicos de plantão não demoraram a confeccionar camisas com os dizeres: “eu vi Paris Hilton morrer”, após o lançamento do filme – demonstrando o quanto a socialite é “querida” por parte do público.

O Exorcismo de Emily Rose

Baseado numa dita história real, o filme mescla terror, drama e suspense de tribunal. A jovem Emily Rose (Jennifer Carpenter), saída de uma cidadezinha campestre do interior, começa a presenciar estranhos acontecimentos em sua faculdade. Um padre (Tom Wilkinson) está convencido de que a menina está possuída pelo capeta e prepara seu exorcismo. Acontece que para a ciência, Emily Rose era apenas uma jovem epilética, dona de alguns problemas mentais que mexiam com sua percepção da realidade. Assim, o padre agora se encontra em julgamento onde precisa provar sua inocência. Uma boa abordagem para um filme do gênero.

A Chave Mestra

Por falar em boas abordagens para filmes de terror, esta é uma obra subestimada do gênero. Incursão da talentosa indicada ao Oscar Kate Hudson pelo horror, o longa é uma entrada vertiginosa por temas como o vodu e a magia negra. E para isso, nada melhor do que centrar a trama em Nova Orleans, cidade conhecida pela forte cultura negra nos EUA. Em filmes de terror o clima é tudo, e A Chave Mestra consegue tornar crível seu teor fantasioso por embasar tudo de uma forma que nos leve nessa jornada comprando cada detalhe. O final é simplesmente arrebatador. Um verdadeiro Coração Satânico (1987) moderno.

O Chamado 2

Por falar em continuações de filmes de sucesso, O Chamado (2002) conseguiu um feito impressionante: não apenas adaptou de forma muito bem sucedida uma ideia japonesa para os EUA, como conseguiu os louros de ser um filme ainda melhor que seu original – com melhores efeitos e dono de uma narrativa mais dinâmica, urgente e acelerada. O filme fez de Naomi Watts uma estrela. Assim, é claro que uma continuação viria, e ela chegou três anos depois. Quem comanda é o mesmo diretor dos filmes originais japoneses, Hideo Nakata. No entanto, O Chamado 2 americano não é uma refilmagem de Ringu 2, e traz uma história diferente. O resultado desta sequência, no entanto, ficou bem abaixo do original e do esperado de forma geral.

Água Negra

Por falar em remakes americanos de filmes de terror japoneses, assim como os torture porn estas refilmagens viraram uma tendência na década de 2000. Depois de O Chamado e O Grito, outro representante de peso a ganhar nova roupagem foi este Água Negra, que contou com a presença da estrela vencedora do Oscar Jennifer Connelly impulsionando. Para os brasileiros, este remake teve um gostinho especial, já que na direção temos ninguém menos que o nosso Walter Salles – saído dos sucessos consecutivos de Central do Brasil (1998), Abril Despedaçado (2001) e Diário de Motocicleta (2004).

Horror em Amityville

Seguindo pelo terreno dos remakes, desta vez temos a “reimaginação” de um clássico americano. Terror em Amityville (1979) narra uma pseudo história real sobre uma casa assombrada na qual crimes hediondos ocorreram. A trama faz parte do folclore norte-americano e gerou diversas continuações e produções derivadas. Há 15 anos estreava a primeira refilmagem do longa original, que teve Ryan Reynolds (saindo das comédias e se provando um ator sério) e uma Chloe Grace Moretz bem novinha.

 A Névoa

Ainda no tema dos remakes, os anos 2000 foram o epicentro da reciclagem. Falta de imaginação ou simplesmente revisionismo artístico, o que não faltaram foram refilmagens, fossem de obras estrangeiras ou de clássicos do cinema americano, populares ou não. Este fica no meio termo. É claro que aqui o assunto revisitado é The Fog – A Bruma Assassina, do mestre John Carpenter, um de seus filmes menos notáveis. A história fala sobre fantasmas mortais visitando uma cidadezinha devido a seus macabros segredos. O original conta com as presenças de gente como Jamie Lee Curtis e sua mãe, Janet Leigh, e se tornou uma obra cult. Já este remake, viveu para se tornar um filme esquecível.

Terra dos Mortos

Quem é rei nunca perde a majestade. George Romero, o pai do cinema zumbi, crivou seu nome na imortalidade do terror com a obra-prima A Noite dos Mortos-Vivos (1968) e ainda teve fôlego e muito a dizer para duas continuações: Despertar dos Mortos (1978) e Dia dos Mortos (1985). Por muito tempo sua trilogia foi considerada essencial para os que curtem o gênero de verdade. Mas se engana quem pensa que o saudoso diretor havia encerrado seu diálogo sobre o tópico. Vinte anos depois do capítulo três, Romero fez as pazes com o sucesso, chutando a porta dos anos 2000 com este Terra dos Mortos – uma grande analogia à luta de classes bem antes de Parasita e Coringa.

Abismo do Medo

Existem os bons filmes e existem as obras-primas. E se eu tivesse que colocar um filme no pódio desta lista, definitivamente este Abismo do Medo estaria lá. O diretor Neil Marshall pode até ter escorregado no comando de uma superprodução com o reboot de Hellboy (2019), mas há 15 anos estava no auge de sua forma ao entregar este que foi seu segundo longa para o cinema. E este é um p**a terror de gelar a espinha até mesmo dos menos impressionáveis. O filme começa como drama de perda e superação, na qual a protagonista recebe ajuda de um grupo de amigas para dar a volta por cima após a trágica morte de sua família devido a um acidente de carro. Para tal, essas mulheres empoderadas decidem fazer rapel em uma gruta pra lá de profunda na floresta. E o que elas encontram por lá promete te dar pesadelos para o resto da vida.

O Amigo Oculto

O grande Robert De Niro já fez de tudo em sua carreira, inclusive filmes de terror. É só lembrar do clássico de 1987, Coração Satânico. Aqui, no entanto, ele investe num thriller mais tradicional, e protagoniza ao lado da então menina prodígio Dakota Fanning, que chamava atenção de Deus e o mundo na infância. Aqui, a menina tem sua performance mais creepy da carreira no papel da filha do protagonista – que, ao lado do pai, se recupera da morte precoce de sua mãe. No entanto, além da aparência fantasmagórica, a menina possui um amigo imaginário chamado Charlie, a quem ninguém mais parece capaz de ver. É justamente o mistério por trás de Charlie que se desenrola neste longa – pouco apreciado em seu lançamento, mas que merece uma segunda chance passado tanto tempo.

Voo Noturno

Voltando para o saudoso Mestre Wes Craven, o lendário diretor lançava dois filmes nos cinemas há 15 anos. Esta manobra já havia sido realizada por ele no passado, é só voltarmos para 1984, por exemplo, ano em que Craven lançava nada menos que três filmes: A Hora do Pesadelo, Quadrilha de Sádicos 2 e Convite para o Inferno (produção para a TV). Em 2005, após o fracasso do indefensável Amaldiçoados, o cineasta dava a volta por cima com este filme, que pode ser considerado mais um suspense do que um terror – mesmo sem perder suas qualidades pra lá de tensas. Na trama, Rachel McAdams conhece um estranho num voo noturno, interpretado por Cillian Murphy. Os dois se entrosam e rola um clima, mas logo o sujeito irá mostrar sua verdadeira face em pleno ar. De roer as unhas.

Viagem ao Inferno

Filmes de terror ganham toda uma nova perspectiva quando sabemos se tratar de uma história real. E quando tais filmes utilizam atores desconhecidos e enfatizam o clima “cru” em sua produção, a proximidade com o realismo é aumentada consideravelmente, ao ponto de acharmos que estamos vendo basicamente um documentário de momentos tão tenebrosos. Essa descrição é perfeita para o caso deste Wolf Creek – Viagem ao Inferno, longa que narra os feitos sádicos do psicopata australiano que ficou conhecido como o “Crocodilo Dundee” da vida real, um caçador que espreitava e torturava turistas mochileiros por áreas rurais remotas. É de deixar sem dormir.

Meninamá.com

Toda ação gera uma reação. E todo crime pede punição. Com esta frase em mente, a premissa de Meninamá.com nos faz pensar seriamente sobre a pedofilia, o abuso de menores e suas consequências. Nesta obra instigante, Ellen Page brilha na pele de uma jovem menor de idade, aparentemente atraída por um predador sexual, pronto para dar o bote nela. No entanto, o caçador vira a caça, quando a menina mostra suas verdadeiras intenções, revelando ser uma auto clamada justiceira, dona de um ímpeto igualmente perigoso. Fazer justiça com as próprias mãos nunca foi apresentado no cinema de forma mais intensa e questionadora.

Rejeitados pelo Diabo

Rob Zombie, músico transformado em cineasta, é um destes realizadores do estilo ame ou odeie. Veja por exemplo o que o diretor fez com os remakes de Halloween – uns gostaram do resultado, outros não podem nem ouvir falar. Particularmente, este que vos fala se enquadra no segundo quesito. Artista autoral, Zombie escreve suas próprias histórias e as comanda com seu estilo único e peculiar. Voltando 15 anos no passado, Zombie entregava seu segundo longa para o cinema (num total de 7, sendo As Senhoras de Salem o único que de fato aprecio) com este Rejeitados pelo Diabo – espécie de continuação de seu primeiro filme, A Casa dos 1000 Corpos (2003). O filme acompanha uma família de psicopatas no melhor estilo O Massacre da Serra Elétrica, da qual faz parte a angelical, mas incrivelmente perturbada e sádica, Baby – papel da sempre presente esposa do cineasta, Sheri Moon Zombie. A trilogia chegou ao fim em 2019 com Os 3 Infernais.

Doom: A Porta do Inferno

Continuando pelo quesito “inferno”, chegamos ao último item da lista com esta adaptação do famoso game que é precursor na linha de visão em primeira pessoa. Doom foi uma verdadeira febre para os fãs de videogames. O filme, porém, amargou o destino que a maioria destas adaptações tem. Dando respaldo ao projeto, um nome em ascensão no cinema há 15 anos, o hoje consagrado maior herói de ação Dwayne Johnson. O astro, no entanto, não opta pelo protagonista Grimm (papel que fica com o multifacetado Karl Urban), e ao invés interpreta Sarge, líder durão da equipe que tem seus próprios demônios a enfrentar. No elenco ainda temos a Garota Exemplar em pessoa, Rosamund Pike, como a protagonista feminina. Na trama, passada no futuro, militares são chamados às pressas para investigar uma base científica em Marte, que talvez tenha aberto um portal diretamente para o inferno.

Crítica | Scream – 2×06: Olhos Famintos

[SPOILERS na crítica]

Apesar da falta de assassinatos e de um começo um tanto parado, Scream tem conseguido emplacar uma boa sequência de episódios. Trabalhando mais em torno dos seus personagens – seus dramas e segredos –, e mantendo o assassino nas sombras, os roteiristas estão mostrando que não precisam mesmo de uma morte a cada semana para entreter os seus espectadores. Jeepers Creepers – título que faz homenagem ao filme Olhos Famintos, sobre aquela criatura que acorda a cada 23 anos, durante 23 dias, para caçar suas vítimas – particularmente me agradou bastante, principalmente por tratar de desenvolver logo o gancho promissor deixado na semana passada. Então vamos nos aprofundar no episódio em si.

Crítica | Scream – 2×02: Psycho 

A primeira coisa que deve ser dita é que a Bi-curiosa e o Virgem estão do mesmo lado novamente! Depois que o Noah descobriu o envolvimento da Audrey através do celular dela, esperava que isso fosse acontecer eventualmente, mas não fazia ideia de que seria logo nesta semana. E, desde já, tenho que destacar que o plano da Audrey para descobrir a verdade do Noah foi muito bom. Para alguém que não consegue mentir direito e só fez burrice nas últimas semanas, ela até que consegue ser bem manipuladora quando quer. Só tem um contra: prender o seu amigo em um parque abandonado à noite quando todo mundo sabe que tem um assassino à solta? Essa gente não tem mesmo medo do perigo, é impressionante.

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Apesar de tudo isso, da confissão da Audrey e do abraço fofo deles dois, eu não consigo deixar de lado a possibilidade de que existem mais “segredos” para serem revelados em torno do envolvimento da Bi-curiosa. Quero dizer, há algumas semanas ela estava disposta a literalmente matar o próprio Noah para não ser pega! E agora o grande segredo mortal dela é que ela apenas atraiu a doida da Piper para a cidade? Achei essa desculpa muito rasa e se as coisas ficarem por isso mesmo eu vou ficar muito decepcionado. Parece até um super segredo bobo saído direto de Pretty Little Liars. Acho que nem o Noah ficou muito convencido, até porque, ele fez uma cara estranha durante o abraço. Mas isso pode ter uma outra explicação, justamente por ele estar “gostando” dela. Estão preparados para lidar com o momento mais vergonha alheia do episódio?

‘Scream’: Teaser e sinopse do 4º episódio da segunda temporada 

Os Filmes MAIS ASSUSTADORES dos Últimos Tempos 

Crítica | Scream – 2×01 
O que foi aquela declaração ridícula do Noah para a Audrey enquanto eles estavam amarrados? Noah + Audrey é igual barro, parem de tentar fazer acontecer, isso nunca vai pegar! A amizade deles é tão bonitinha, não há a menor necessidade de fazê-los se tornar um casal, forçando isso pela nossa garganta abaixo. Ainda mais quando o Noah tem um possível interesse amoroso que seria muito mais interessante. Zoe mal começou a ser desenvolvida e logo foi jogada para o canto, sequer aparece mais. Vi muita gente suspeitando da personagem, mas atualmente fico me perguntando até se ela irá conseguir chegar ao terceiro ato. Quero dizer, ela começou como um dos novos personagens com mais potencial, mas acabou ficando para trás com o passar das semanas. Espero que o roteiro volte a investir nela, pelo menos até um provável fim – se seguir os desenhos do Gustavo, ela literalmente irá perder a cabeça.

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E, gente, Stavo é apelido de Gustavo, o verdadeiro nome do personagem. Acho meio pombo, mas como se tornou universal, vou passar a adotar o apelido. Por falar nele, essa semana houve um pequeno confronto com a Audrey, revelando que, na verdade, seus desenhos bizarros fazem parte de uma HQ que ele está criando. Audrey pareceu menos preocupada com isso, mas convenhamos que não é menos suspeito. Se já é problemático você escrever sobre crimes reais que ocorreram há anos, imagina não só escrevê-los como também desenhá-los em tempo real? O personagem tem tudo para ser o assassino, mas o roteiro está dando tanta pinta que seria óbvio demais. Ou alguém caiu naquela cena dele experimentando a máscara e se admirando no espelho? Aliás, que corpo é aquele? Stavo finalmente mostrou seu lado mais interessante.

Crítica | Scream – 2×04: Happy Birthday to Me 

Nós precisamos dedicar um tempo para falar sobre a Brooke. Nossa rainha esteve bastante ocupada esta semana. Pensei que sua investigação não levaria a lugar algum, mas fiquei surpreso com o seu resultado. Fazendo uso de muita manipulação e mentiras – incluindo a cena impagável dela falando com o Mr. Branson no telefone –, Brooke avançou mais que o próprio xerife, eliminando de cara o seu maior suspeito. Ela foi mais sádica do que eu estava esperando, e amei cada segundo. Obviamente não finalizou o serviço, mas o assassino está adorando dar uma mãozinha (se é que vocês me entendem) essa temporada. O Branson não morreu neste episódio, mas seu desfecho pode estar próximo. Acredito que o assassino está guardando o personagem para montar um dos seus jogos brutais (basta ler a sinopse do próximo episódio para entender melhor).

Por último, e não menos importante, continuo achando que a Emma tem tudo para ser a assassina dessa temporada. Mais uma vez, ela correu do assassino – que ninguém mais viu ou ouviu. Teve um momento até que apareceu uma sombra e eu achei que toda minha teoria tinha ido por água abaixo, mas era apenas o namorado (ou ex? está tão difícil de acompanhar os status desses adolescentes) dela. Acredito que tudo isso está na cabeça da Emma – principalmente porque é literalmente isso que o assassino continua repetindo, “I am in your head, Emma” –, mas é claro essa pode ser justamente a intenção do assassino; fazer a personagem achar que está louca. Quem vocês acham que é o assassino dessa temporada? E eu não acredito nem um segundo que seja aquela professora manjada. Fala sério, sua apresentação foi basicamente a mesma que a da Piper na temporada anterior, “oi, quero ser sua amiga, me conta seus segredos”. Minha aposta continua na Emma, vamos ver se as coisas mudam nas próximas semanas.

‘Succession’: Tensões e apostas na promo oficial do episódio 03×08; Confira!

HBO divulgou a promo oficial do oitavo episódio da terceira temporada de ‘Succession’, intitulado “Too Much Birthday”.

O capítulo vai ao ar no dia 05 de dezembro.

Confira:

Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo ciclo foi ovacionado pela crítica especializada, por não apenas suprir as expectativas, mas superá-las de forma grandiosa. Além disso, a brilhante atuação do elenco foi mais uma vez elogiada.

Confira alguns trechos das principais reviews:

“O que me surpreendeu primeiro quando voltei não foi o quão emocionante ou dramático essa série pode ser, mas o quão engraçada ele é”. – Angie Han, Hollywood Reporter

“‘Succesion’ está mais saborosa, divertida e mais confiante do que nunca”. – Brian Tallerico,
The Playlist

“A 3ª temporada retorna com hilaridade mesquinha, desgraças punitivas e performances incríveis tanto quanto as temporadas anteriores, com um enredo de guerra civil para mantê-lo viciado nas façanhas dessas pessoas terrivelmente ricas”. – Hanna Flint, IGN Movies

“Mesmo em seus momentos cômicos mais grandiosos, há verdade no mundo cínico de Succession que nos faz perceber que sim, esses idiotas são absolutamente responsáveis ​​pelo nosso mundo e não, não há realmente nada que possamos fazer sobre isso”. – Allison Keene, Paste Magazine

“Haviam muitas expectativas para a terceira temporada e ela não decepciona. A partir do momento em que a melodia estridente do tema de Nicholas Britell rola e penetra em sua cabeça, você sabe que está assistindo a algo habilmente elaborado”. – Susannah Butter, London Evening Standard

A série foi criada por Jesse Armstrong.

A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série DramáticaMelhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.

‘Cruel Summer’: 2ª temporada da série de suspense terá novo elenco e nova história; Saiba mais!

A série de suspense Cruel Summer se tornou um dos grandes sucessos do Prime Video no ano passado e, agora, a produção vai passar por uma drástica mudança (ComicBook.com).

A obra, supervisionada pela Freeform, ganhará um novo elenco e uma nova história.

As informações indicam que os atores e atrizes que farão parte do próximo ciclo serão: Sadie Stanley (‘The Goldbergs’), Griffin Gluck (‘Locke & Key’), KaDee Strickland (‘Private Practice’), Lisa Yamada (‘All American’), Sean Blakemore (‘Greenleaf’), Paul Adelstein (‘True Story’) e a estreante Eloise Payet.

O enredo será transferido para uma idílica cidade costeira e terá como foco a ascensão e a queda de uma intensa amizade adolescente. Assim como a temporada de estreia, a cronologia será dividida em três, espalhadas ao longo dos anos 2000, e acompanhará o relacionamento entre Megan (Stanley), Isabella (Payet) e Luke (Gluck). À medida que esse triângulo amoroso cresce, o mistério que impactará suas vidas também aumenta.

Strickland será Debbie, Yamada dará vida a Parker, e Blakemore interpretará o Xerife Mayer.

Ellen Friedman, conhecida por seu trabalho em séries como ‘Siren’‘Guilt’, entra como showrunnerTia Napolitano ficou responsável pela primeira temporada e teve que deixar o projeto em virtude de problemas familiares. Entretanto, ela ainda continua como produtora executiva.

Vale lembrar que o primeiro ciclo está disponível no Prime Video.

O verão de 1993 em uma pequena cidade do Texas foi marcado pelo desaparecimento da garota mais popular do colégio, Kate Wallis (Olivia Holt). E Jeanette (Chiara Aurelia), até então uma jovem excluída, assume o posto de nova popular do Ensino Médio. Mas tudo sai do controle e a vida de Jeanette se cruza com o misterioso desaparecimento de Kate.

Emmy 2022 | ‘Abbott Elementary’ conquista o prêmio de Melhor Roteiro em Série de Comédia

Abbott Elementary se tornou uma das grandes sensações do ano e, depois de ter sido indicada a diversas categorias do Emmy Awards 2022, já vem conquistando alguns prêmios.

Quinta Brunson, criadora do show, conquistou o prêmio de Melhor Roteiro em Série de Comédia por seu excepcional trabalho. Anteriormente, Sheryl Lee Ralph foi condecorada com a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia.

O próximo ciclo vai estrear oficialmente no dia 21 de setembro. No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming do Star+.

A série foi criada por Quinta Brunson.

A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda. 

Brunson, Tyler James WilliamsJanelle JamesLisa Ann WalterChris PerfettiSheryl Lee RalphWilliam Stanford Davis estrelam.

ABBOTT ELEMENTARY – KEY ART (ABC/)

Opinião | ‘Premonição 2’ é uma continuação perfeita para uma saga de terror muito subestimada

Quando o primeiro capítulo da franquia Premonição estreou em 2000, trouxe um novo conceito para o gênero terror sobrenatural em que a principal antagonista era a própria Morte – uma entidade abstrata, inescapável e temida, que não pode ser parada por nenhuma força. E, dentro do cosmos da saga, no momento em que os jovens conseguiram escapar da trágica explosão do Voo 180, deram início a um efeito borboleta que serviria de base para todas as iterações que se seguiriam, construindo uma estrutura sólida o suficiente para que a Morte pudesse atuar das mais variadas maneiras para consertar a falha na ordem natural das coisas.

Foi assim que surgiu Premonição 2’: após o tremendo sucesso de bilheteria, a New Line Cinema percebeu que poderia ter uma mina de ouro nas mãos ao construir histórias similares que levassem o público aos cinemas – afinal, lidamos com um dos subgêneros mais amados do escopo do terror, o gore, dentro do qual observamos pessoas tentando sobreviver à medida que lutam contra uma força descomunal e invisível. A ideia por trás do segundo longa-metragem era expandir a mitologia arquitetada pelo argumentista Jeffrey Reddick em uma espécie de narrativa-espelho; em outras palavras, enquanto o enredo anterior serviu como apresentação desse universo, o novo permitiria que pontas soltas se atassem da maneira mais aterrorizante possível.

A trama é centrada em Kimberly (A.J. Cook), uma jovem que está viajando com os amigos e que é engolfada em uma cataclísmica premonição que discorre sobre um explosivo engavetamento e ocasiona a morte de várias pessoas. Quando volta a si, ela percebe que viu o que iria acontecer e tenta salvar quem consegue – eventualmente, impedida pela Morte de impedir a morte dos amigos e transformando-se em um alvo. É a partir daí que ela se une ao detetive Thomas Burke (Michael Landes) e a Clear Rivers (Ali Larter, reprisando seu papel do filme anterior), a única sobrevivente do Voo 180 e que sai de seu confinamento num hospital psiquiátrico para colocar um fim nesse caos.

É claro que as coisas não saem exatamente como o planejado e a Morte consegue coletar várias vítimas antes que Kimberly e os outros arquitetem um plano. Ora, eles até mesmo recorrem a William (Tony Todd), um grande conhecedor das forças que atuam no além-vida, para descobrirem o que fazer. No final das contas, Kimberly percebe que precisa se sacrificar para que o tormento termine, voltando à vida em uma espécie de renascimento que não estava nos planos de seu algoz. Mas não é apenas o retrato desses acontecimentos que nos prende a atenção, e sim a sagacidade com a qual David R. Ellis e os roteiristas J. Mackye Gruber e Eric Bress tratam a continuação – garantindo que a história complemente a predecessora. Em outras palavras, a existência de Premonição 2’ é justificável em todos os seus aspectos e, apesar da fraca recepção crítica na época, é entendido como uma honesta inflexão que tem mais camadas do que aparenta.

O primeiro ponto a ser analisado é o modo como a Morte opera aqui. Diferente do filme anterior, que os sobreviventes se tornavam vítimas na ordem em que deveriam ter morrido no avião, Kimberly e os outros se veem numa lista que corre de trás para frente. A protagonista, juntamente a seus amigos, foram os últimos a morrer na premonição, mas os primeiros a serem marcados pela “vilã”. A explicação jaz nos múltiplos easter eggs não intencionais dispostos no longa anterior – em que o fato dos sobreviventes estarem soltos pelo mundo alterou a vida de várias pessoas que cruzaram caminho com eles, ocasionando o supracitado efeito borboleta que precisava terminar. Nenhum deles deveria estar vivo e, durante uma conversa, eles entendem que tudo estava premeditado muito antes do engavetamento.

Kimberly, por exemplo, deveria ter morrido com a mãe em um assalto à mão-armada. Entretanto, ela acabou se interessando pela notícia de um jovem que morrera estrangulado na banheira (Tod, interpretado por Chad E. Donella na iteração anterior) e se salvou do tiroteio; Kat (Keegan Connor Tracy) estava a caminho de uma pousada na Pensilvânia quando o ônibus de viagem atropelou uma garota (Terry, vivida por Amanda Detmer) e ela não conseguiu chegar. Porém, a pousada foi alvo de um vazamento de gás que matou todos os hóspedes durante a noite; Rory (Jonathan Cherry) havia viajado para Paris e tinha ingressos para um teatro que foi palco de um desabamento mortal, mas não chegou a tempo depois de presenciar um rapaz que foi empalado por um outdoor (Carter, interpretado por Kerr Smith).

Os exemplos mencionados acima são algumas das “coincidências” que tiveram início depois da explosão do Voo 180 e que perduraram até o acidente na estrada – reunindo pessoas que já deveriam ter morrido há muito tempo. E, considerando que o organismo operante na balança entre vida e morte estava comprometido, era questão de tempo até que as coisas se rearranjassem e o cosmos pudesse voltar ao normal (uma questão bastante metafísica que inclusive serviria de mote para produções futuras).

Premonição 2’ serve como uma sequência perfeita para uma subestimada saga de horror. A produção não só imortaliza a mitologia criada com o primeiro filme, mas explora cenários que condizem com o plano da Morte e que ampliam as múltiplas conexões entre um título e outro. E, caso você ainda não esteja convencido, apenas acredite em mim quando digo que a cena do desastre na rodovia é uma das melhores e mais instigante do cinema.

Revival de ‘Futurama’ já está disponível no Star+!

A nova temporada da série animada ‘Futurama‘, que havia sido finalizada há uma década, já está disponível no Star+.

O 11º ciclo foi lançado hoje, 24 de julho, na plataforma de streaming.

A produção pode ser acompanhada por novos espectadores, mas também funciona como uma sequência direta da série original – e segue a continuação da épica história de amor entre o Fry e a Leela, o conteúdo misterioso da caixa do Nibbler, a história secreta do Papai Noel Robô, e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Enquanto isso, há uma nova pandemia na cidade enquanto a equipe explora o futuro das vacinas, bitcoins, cultura do cancelamento e streaming.

Relembre o trailer:

 

Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons’) e David X. Cohen (‘Beavis and Butt-Head’), ‘Futurama estreou em 1999 e rapidamente ganhou seguidores fiéis e aclamação da crítica, incluindo dois Emmys de Melhor Série Animada. Apesar de seu cenário em um futuro distante, o programa é conhecido por suas críticas ácidas e satíricas sobre a vida no presente.

A trama gira em torno de um entregador de pizza que acidentalmente se congela por mil anos. A série originalmente foi exibida por quatro temporadas (1999–2003), na FOX. Cinco anos depois do cancelamento, o canal Comedy Central reviveu a produção por mais três temporadas (2008–2013).

Primeiras Impressões | Jodie Foster e Kali Reis comandam a IMPECÁVEL narrativa de ‘True Detective: Terra Noturna’

Crítica livre de spoilers.

Lançada em 2014, a primeira temporada de True Detective causou um grande impacto na televisão ao reviver o gênero de mistério e suspense da maneira possível – e contando com um elenco guiado por Matthew McConaughey e Woody Harrelson. Entretanto, foi notável que as duas temporadas seguintes não conseguiram manter o altíssimo nível da série, frustrando tanto a crítica especializada quanto os espectadores. Agora, dez anos depois da estreia oficial da produção, somos convidados a voltar para o cosmos criado por Nic Pizzolatto com True Detective: Terra Noturna’ (que traz um time inteiramente novo à frente e atrás das câmeras).

Ambientada em Ennis, uma cidade fictícia do Alasca, a trama acompanha as detetives Liz Danvers (Jodie Foster) e Evangeline Navarro (Kali Reis), que unem forças para investigar um grupo de cientistas que inexplicavelmente desapareceu de uma estação de pesquisa na cidade. Colocando suas diferenças geracionais de lado e passando por inúmeros perigos, a dupla descobre que algo quase sobrenatural se esconde no pequeno vilarejo onde moram – e que pode estar atrelado a uma história que foi desenterrada e trouxe fantasmas de um passado não muito distante à tona.

Diferente das iterações predecessoras, Pizzolatto não retornou como showrunner, abrindo espaço para que a incrível Issa López tomasse as rédeas da antologia. Além de supervisionar a temporada ao lado de Foster, que é uma das produtoras executivas, López também ficou responsável pelo roteiro e pela direção – e mostrou que seu nome merece enorme reconhecimento. Afinal, ela faz um trabalho impecável que coloca a iteração no mesmo patamar intocável do ciclo de estreia, garantindo que cada um dos elementos seja meticulosamente arquitetado para que as reviravoltas façam sentido e choquem o espectador a cada sequência cênica. E, nesse meio-tempo, López aproveita para fazer referências a clássicos do gênero e até mesmo do terror, pegando elementos emprestados de títulos como ‘Zodíaco’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’ para fomentar esse cosmos angustiante.

É claro que as coisas não poderiam funcionar por completo sem performances irretocáveis do elenco protagonista e coadjuvante. De um lado, temos a vencedora do Oscar Jodie Foster fazendo seu retorno às telinhas de forma magistral, apostando fichas na conhecida construção calculista e fria dos detetives do imaginário popular – que é engolfada em um mandatório arco de questionamento ao lidar com o que pode ser o maior caso de sua vida; de outro, Reis, fazendo sua estreia no circuito seriado, alimenta esse embate intergeracional com Foster, mas sem estar submetida a ela – e sim funcionando por conta própria em um arco que explora conceitos como capitalismo predatório e perda de identidade cultural. Ambas dividem os holofotes em uma química invejável e que transborda das telinhas.

Entretanto, elas não são as únicas a emprestarem suas habilidades envolventes: temos também Fiona Shaw como Rose Aguineau, uma misteriosa mulher que sabe dos segredos enterrados em Ennis e de que forma eles se conectam com o desaparecimento dos cientistas; Isabella Star LaBlanc como Leah Danvers, filha de Liz, e que serve como uma das forças-motrizes para o arco da protagonista; e Finn Bennett e John Hawkes como Peter e Hank Prior, pai e filho que também são detetives e que nutrem de personalidades bem distintas – um ajudando Liz em sua investigação, e outro negando-se a colaborar -, cada qual com importância ímpar para o desenrolar da narrativa.

É notável, como já mencionado, o modo espetacular como as engrenagens se completam e permitem que a fluidez exista mesmo em momentos mais dramáticos ou de menos euforia criativa. Temos, por exemplo, a tétrica trilha sonora de Vince Pope, que arranja dissonâncias orquestrais a fim de promover a angústia e a melancolia reafirmadas pelos jogos cênicos – que muitas vezes coloca o ambiente e o ser humano em contraste excepcional – e pela paleta de cores – que aposta, obviamente em tons mais azulados e escuros, denotando a falta de esperança e de prospecto do enredo. E,  conhecendo a predileção de realizadores audiovisuais por histórias mirabolantes e pelo uso constante de convencionalismos do gênero, López nos surpreende ao nos guiar a caminhos diversos que, no final, não caem nos clichês e nas premeditações.

True Detective: Terra Noturna’ é um sólido retorno à forma de uma antologia que ainda tem muito a contar. Com atuações soberbas e um cuidado estético, artístico e técnico que em nenhum momento esbarra no preciosismo, é bem provável que a nova temporada seja uma das, senão a melhor até então da antologia.

O Rei Leão – 30 Anos | O legado de uma das MELHORES animações da história

Desde 1937, com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, os estúdios Walt Disney sagraram-se como um dos principais impérios da animação, fomentando uma hegemonia cinematográfica que se estendeu por bastante tempo – até entrar em um forte declínio a partir de meados dos anos 1960, com uma sucessão de fracassos fílmicos que colocaram em xeque a credibilidade da companhia. Entre os anos de 1984 e 1989, a Casa Mouse passou por uma profunda reestruturação que culminaria em sua própria Renascença – tendo início com ‘A Pequena Sereia’ e estendendo-se até o início dos anos 2000, com a virada do século e a popularização das animações em 3D.

Nesse breve período de sucessos constantes, um dos emblemas de maior reconhecimento crítico e financeiro é, sem sombra de dúvida, O Rei Leão. Lançado há trinta anos, são inúmeros os especialistas e os inveterados fãs da sétima arte que classificam o projeto como um dos melhores da história – e não é por qualquer razão: a obra ajudou a calcar a animação como arte em si, ao lado de outras incursões do gênero, e emerge como uma das melhores adaptações livres da obra de William Shakespeare (conquistando inúmeros prêmios e imortalizando um legado que estende-se até hoje, visto que ganharemos um live-action de origem focado na história do grande rei Mufasa).

A trama é inspirada em ‘Hamlet’, bem como no ramo Osírio da mitologia egípcia, e acompanha Simba (Jonathan Taylor Thomas na versão mais jovem e Matthew Broderick na versão mais velha), um jovem leão que é filho do rei Mufasa (James Earl Jones), e está destinado a tomar o trono quando for necessário. Todavia, a soberania da família é colocada em xeque através do invejoso Scar (Jeremy Irons), irmão de Mufasa, arquiteta um plano maquiavélico para assassinar Mufasa e Simba e, por fim, usurpar o controle do reino e tomar a coroa para si.

Mesmo três décadas depois de seu lançamento, o longa continua a ser revisitado e redescoberto por públicos de várias gerações – e sua popularidade inexplicável é o motivo do remake em live-action de 2019 ter atraído tantas pessoas aos cinemas mais uma vez, instigadas por ver a clássica narrativa ganhar uma roupagem diferente. E uma das sequências mais marcantes do projeto é quando o plano de Scar é colocado em prática, ocasionando não apenas a morte de Mufasa por um estouro de manada de bisões, mas na subsequente fuga de Simba e em seu triunfal retorno para livrar a Pedra do Orgulho do governo tirânico do tio. Não é surpresa que a cena arranque lágrimas pelo conjunto através do qual foi construída, tanto na melancólica trilha sonora de Hans Zimmer, quanto na atuação certeira dos dubladores.

E isso não é tudo: a dupla de diretores Roger Allers e Rob Minkoff segue à risca os arcos de Shakespeare em ‘Hamlet’, mas aproveitam para incrementar a história com doses significativas de humor e sendo acompanhados por um time musical que inclusive contou com as habilidosas mãos do lendário Elton John. E, se Simba foi delineado como o personagem titular da tragédia, todos os outros personagens também seriam, ainda que com uma carga dramática reduzida: é possível ver o antagonista Claudius na pele de Scar, enquanto Timão (Nathan Lane) e Pumba (Ernie Sabella) encarnam Rosencrantz e Guildenstern, aliados de Hamlet; e, de fato, podemos ver um pouco de Ofélia em Nala (Moira Kelly), apesar de sua delineação ter sido mais inspirada em Ísis, considerando que ela não cede à insanidade e é delineada com mais resiliência.

Cada engrenagem é pensada com exímia cautela e torna-se emblema do suprassumo artístico e técnico da Disney – o que é irônico, considerando que o projeto estava em segundo plano à época de seu desenvolvimento e que ‘Pocahontas’ (uma das maiores decepções críticas e comerciais da Casa Mouse) era o foco do estúdio. Funcionando como uma espécie de back-up, foi O Rei Leão quem dominou as telonas, arrecadando mais de US$968 milhões mundialmente (incluindo os relançamentos) e levando duas estatuas do Oscar para casa, exceto de Melhor Animação, visto que a categoria ainda não existia. Como se não bastasse, o título é um dos únicos três da Disney a ter levado o prêmio de Melhor Filme – Musical ou Comédia no Globo de Ouro antes da instituição de uma categoria para o gênero.

Um dos outros pontos que chamam nossa atenção é o modo como a equipe por trás do projeto apostou fichas em uma celebração da cultura africana – algo que, para a época, representava uma mudança significativa na imagética da própria Disney. Os nomes dos personagens, por exemplo, foram inspirados na língua suaíli, enquanto a faixa “Circle of Life” abre com uma estrofe cantada pelo compositor Lebo M em zulu; tal estética foi ampliada para a adaptação musical na Broadway, estendendo-se para os figurinos e a maquiagem dos atores; enquanto Beyoncé, em 2020, lançou o documentário ‘Black Is King’ como uma celebração da narrativa e como forma de ampliar os conceitos do remake em live-action, esquadrinhando dança, moda, estilos musicais e outros aspectos artísticos.

Trinta anos depois, O Rei Leão permanece em um status de existência quase inalcançável, em uma beleza ímpar e atemporal que é emulada por diversos títulos posteriores. Não é surpresa que a animação esteja na lista dos filmes favoritos de qualquer apaixonado por cinema – motivo pelo qual continua imortalizado.

Agatha Harkness irá retornar ao MCU? Kathryn Hahn responde!

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

Em Agatha Desde Sempre’, a adorada personagem Agatha Harkness (Kathryn Hahn) se despediu (ao menos de sua forma física) após enfrentar Rio Vidal/Morte (Aubrey Plaza). Todavia, ao contrário do que muitos imaginavam, ela retornou como espírito para guiar Billy Maximoff (Joe Locke) em sua busca pelo irmão perdido, Tommy – indicando um possível retorno da bruxa ao Universo Cinemático Marvel.

Agora, em entrevista ao LA Times, Hahn foi questionada sobre reprisar o papel em produções futuras, afirmando que, mesmo não tendo a chance de retornar como Agatha, ainda estaria muito feliz com a conclusão do arco da personagem.

“Mesmo que obviamente agora Billy/Wiccano não seja filho dela, há um tipo de esperança de que ela talvez seja capaz de fazer por ele o que não pôde fazer por Nicky. Acho que eles formam uma grande equipe. É claro que adoro essa parte e amo Joe Locke loucamente, e veremos o que o futuro reserva”, ela comentou. “Na minha opinião, essa foi uma maneira linda e satisfatória de dizer adeus a essa personagem incrível que eu interpretei.”

Acredita-se que Locke irá retornar como Wiccano em algum momento do MCU – o que indica que Agatha pode aparecer ao lado dele, mesmo em um papel reduzido.

Lembrando que os fãs da produção já podem conferir os nove capítulos deAgatha Desde Sempre’ na íntegra – todos disponíveis no Disney+.

A trama se passa três anos depois de WandaVision e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.

O elenco também conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo Rupp e Patti LuPone.

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‘Ahsoka’: Começam as gravações da 2ª temporada; Confira a primeira imagem de bastidores!

Através do Instagram, a atriz Rosario Dawson compartilhou a primeira imagem de bastidores da 2ª temporada de Ahsoka, série ambientada no universo Star Wars.

A postagem confirma o início das gravações do novo ciclo e vem acompanhada da seguinte legenda: “[e] decolamos… Para galáxias muito, muito distantes”.

Confira:

A aclamada sérieAhsoka, do universo Star Wars, revelou novidades promissoras sobre sua aguardada segunda temporada durante a Star Wars Celebration em Tóquio.

Segundo o Deadline, Hayden Christensen irá retornar Anakin Skywalker, o antigo Mestre Jedi de Ahsoka que se tornou o Lord Sith Darth Vader, enquanto Rory McCann, conhecido por ‘Game of Thrones’, foi escalado para o papel do Jedi sombrio Baylan Skol, substituindo o falecido Ray Stevenson.

Além disso, o Almirante Ackbar também fará seu retorno à série.

A segunda temporada enfrenta o desafio da perda de Ray Stevenson, que faleceu em maio de 2023, antes da estreia da primeira temporada, na qual interpretou um dos principais antagonistas de Ahsoka Tano, vivida por Dawson.

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

‘Marvel Zumbis’: Primeiras reações à animação derivada de ‘What If…?’ são MISTAS; Confira!

Marvel Zumbis‘, animação derivada de ‘What If…?‘, chega amanhã, 24 de setembro, ao catálogo do Disney+ – e as primeiras reações à atração estão viralizando nas redes sociais.

Diferente de outros projetos animados da Marvel Studios, o compilado de quatro episódios dividiu aqueles que já assistiram à minissérie, com alguns elogiando a narrativa e a estética e outros comentando sobre o potencial desperdiçado da obra.

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Marvel Zumbis’ falha em entregar ideias inovadoras além do choque visual. Os riscos parecem mais abstratos do que emocionalmente fundamentados, resumindo-se a um cansado “o mundo acaba se não entregarmos o MacGuffin”. Até a dublagem parece forçada. Fiquei desinteressado”.

“Há alguns momentos verdadeiramente épicos em Marvel Zumbis’, mas a história geral teria se beneficiado de um desenvolvimento maior. Como sempre, gostaria que tivesse mais de quatro episódios. Precisamos absolutamente de mais temporadas. Escondam seus filhos. Essa série NÃO é para os fracos!”.

Marvel Zumbis’ soa como uma carta de amor ao terror pós-apocalíptico, prestando homenagem aos grandes nomes e injetando ideias novas e distorcidas do MCU que farão os fãs gritarem. É a escolha perfeita para a temporada de Halloween. E Blade (Cavaleiro da Lua) rouba a cena. Final ousado”.

“Gostei muito de Marvel Zumbis’. Reúne todos os novos personagens introduzidos nas Fases 4 e 5 e nos proporciona uma ótima história de equipe que, imagino, é o mais próximo que chegaremos do filme dos Vingadores. Meio agridoce, porque a dinâmica deles é ótima em conjunto e mostra o quão bom Blade pode ser no MCU. Me faz desejar que os dois se unissem no universo principal, mas este spin-off de Zumbis é realmente sólido”.

Marvel Zumbis’ é bom, mas nunca chega ao mesmo nível de ‘X-Men ’97’ e ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’. É basicamente um What If…?’ em quatro partes com os mesmos problemas de sempre. Animação/ideias imprecisas, atores claramente desacostumados com dublagens, ritmo estranho. Mas a ação zumbi é sensacional!”

O elenco conta com David Harbour (Guardião Vermelho), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Florence Pugh (Yelena), Simu Liu (Shang Chi), Iman Vellani (Ms. Marvel), Awkwafina (Katy Chen), Randall Park (Agente Jimmy Woo), Dominique Thorne (Coração de Ferro) e Hailee Steinfeld (Kate Bishop), reprisando seu papéis do MCU.

Após os Vingadores serem tomados por uma praga zumbi, um grupo desesperado de sobreviventes descobre a chave para acabar com os mortos-vivos superpoderosos. Eles embarcam numa jornada por uma paisagem distópica, arriscando tudo para salvar o mundo.

‘A Lenda de Vox Machina’: 4ª temporada ganha data de estreia no Prime Video!

O Prime Video finalmente revelou a data de estreia 4ª temporada da elogiada animação A Lenda de Vox Machina‘.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 3 de junho.

Confira o anúncio:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª e última temporada.

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

‘Vingadores: Doutor Destino’: Novas imagens dão destaque a Boris e às Bruxas de Latvéria

Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas de todo o mundo em dezembro deste ano e, como é de praxe com todos os títulos do Universo Cinemático Marvel, diversos rumores e vazamentos vêm acompanhando o projeto desde seu anúncio.

O mais recente deles inclui a primeira imagem de Boris, o acólito mais leal do Doutor Destino (Robert Downey Jr.). Para aqueles que não se recordam, boatos apontam que o personagem é, na verdade, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), que ajudou o vilão Destino a “salvar” o Multiverso criando o Mundo Bélico.

Além disso, novas fotos promocionais trouxeram destaque às Bruxas da Latvérias, asseclas do Doutor Destino cujas identidades permanecem sob segredo. Caracterizadas cada qual com uma máscara diferente, acredita-se que o trio seja formado por Clea (roxa), Sylvie (verde) e a Feiticeira Escarlate (laranja).

Confira:

‘Vingadores: Doutor Destino’: DUAS grandes persongens irão morrer no longa, afirma rumor

‘Vingadores: Doutor Destino’ “não está indo muito bem”, afirma jornalista

SAIBA MAIS » Vingadores – Doutor Destino

O aguardado filme promete redefinir os rumos do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) ao colocar os heróis mais poderosos da Terra em um confronto direto contra Victor Von Doom, interpretado por Robert Downey Jr., em meio a uma guerra multiversal. Agora, novos e grandes detalhes supostos da trama começaram a circular nos bastidores.

‘Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Vingadores: Doutor Destino tem o SEGUNDO trailer mais visto da história nas primeiras 24 horas
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