De acordo com o Variety, Sarah Paulson (‘Tudo é Justo’) está em negociações finais para se juntar ao elenco da 4ª temporada de ‘Monstros‘, série antológica baseada em crimes reais.
A atriz irá interpretar a assassina em série Aileen Wuornos.
Vale lembrar, no entanto, que o próximo ciclo será focado nos crimes de Lizzie Borden, conhecida como a “assassina do machado”. O site afirma que a produção deve “explorar o impacto de Borden na percepção de outras assassinas, assim como a terceira temporada se aprofundou no impacto dos crimes de Ed Gein na cultura popular”.
Lizzie Borden foi julgada e absolvida dos assassinatos de seu pai e madrasta em 1892, em Fall River, Massachusetts.
O caso original recebeu grande atenção nos EUA, permanecendo como parte da cultura popular americana nas décadas seguintes. Lizzie Borden já foi retratada em inúmeras adaptações para o cinema, a televisão e o teatro, e chegou a ser interpretada pela Christina Ricci em um filme da Lifetime.
A estreia da animação está marcada para 9 de fevereiro.
Com o mesmo espírito irreverente e divertido que fez de ‘Uma Aventura LEGO‘ um fenômeno global, o auto-proclamado líder daquele grupo –LEGOBatman – estrela sua própria aventura na tela grande. Mas há grandes mudanças sendo tramadas em Gotham, e se ele pretende salvar a cidade dos planos do Coringa, Batman terá que abandonar a fachada de justiceiro solitário, aprender a trabalhar em equipe e, quem sabe, até aprender a relaxar um pouco.
Will Arnett volta a dublar o Batman, Michael Cera (‘Superbad – É Hoje’) dubla Robin e Zach Galifianakis (‘Se Beber, Não Case!’) empresta a voz para o vilão Coringa. Ralph Fiennes (‘Harry Potter e o Enigma do Príncipe’) será o mordomo Alfred.
A cantoraMariah Careyvai dublar a prefeita de Gotham na animação.
O terror sobrenatural ‘Ouija House’ ganhou suas primeiras imagens, que trazem parte do elenco formado pelas atrizes Mischa Barton (‘The O.C’) e Tara Reid (‘Sharknado’).
Confira:
A trama conta a história de uma jovem que está finalizando uma pesquisa para um livro, a fim de ajudar a sua mãe a atrair seus amigos para uma causa sinistra, onde coisas misteriosas aconteceram no passado.
Lá, o grupo de jovens acidentalmente chama uma entidade malígna através de um jogo macabro e perigoso, que vai envolver toda a casa em uma partida demoníaca.
O veterano Robert Redford anunciou sua aposentadoria, logo após o lançamento de seu mais novo filme, intitulado ‘O Velho e a Arma’ (The Old Man & The Gun). O ator revelou sua decisão em uma entrevista com a EW.
Para o ator, a produção em questão é uma ótima forma de se despedir da profissão, iniciada aos 21 anos. Vencedor do Oscar de Melhor Diretor por ‘Gente Como a Gente‘, Redford possui uma vasta filmografia, com clássicos como ‘Butch Cassidy‘, ‘O Grande Gastby‘ e ‘Todos os Homens do Presidente‘ em seu currículo.
Sobre sua aposentadoria, ele disse:
“Nunca diga nunca, mas eu estou certo de que esse é o fim para mim, em termos de atuação. Eu vou caminhar em direção à aposentadoria depois desse filme, porque tenho atuado desde os 21 e pensei, ‘bem, acho que já deu’. E porque não encerrar a carreira com algo tão positivo e otimista?”
Existe uma grande expectativa entre os fãs de verem o herói Shazam! ficando frente a frente com o vilão Adão Negro nos cinemas, logo em ‘Shazam! 2‘. Mas embora esse seja o anseio do público, a espera deve ser um pouco mais longa.
Segundo o astro Zachary Levi, o confronto entre os poderosos personagens deve acontecer apenas no terceiro filme do herói. A informação foi revelada durante sua participação na CCXP alemã.
De acordo com o ator, a ideia é que o vilão seja – primeiramente – explorando em seu contexto solo, para que então ele possa ingressar à narrativa de maneira mais integrativa. Levi ainda pontuou que se o oposto fosse feito, isso invalidaria a necessidade de um longa introdutório do Adão Negro.
Disse:
“Eu posso dizer que, pelo que sei, Adão Negro não vai aparecer no segundo ‘Shazam!‘, pois eles querem fazer um filme solo do personagem primeiro. Dessa forma, ficaria algo nesse sentido: Se nós fizermos um terceiro filme do ‘Shazam!‘ e um segundo do ‘Adão Negro‘, de maneia um tanto paralela, seria ali que ambos se encontrariam. Até porque ele é o grande vilão do Shazam. Eles são como doppelgängers certo? Ele é o seu irmão gêmeo do mal. Então isso meio que tem ser a batalha final. Se fizermos isso no segundo filme, para onde iremos depois disso então? Seria apenas um filme com todos nós sentados, jogando video game, seria chato. Então eu acho que essa é a ideia. Nós realmente teremos um crossover, o plano é chegar nisso, mas isso será feito com seu próprio ritmo, conforme for melhor”.
Há alguns meses, Dwayne Johnson disse que seu filme solo deve começar a ser filmado em 2020, sugerindo uma possível estreia para 2021. Mesmo assim, parece que não veremos uma luta entre Adão e Shazam por um bom tempo, já que os vilões de ‘Shazam 2’ devem ser os membros da Sociedade Monstruosa do Mal.
Lançado em abril, ‘Shazam!‘ foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 350 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Viagens no espaço-tempo, fluxos temporais e cruzamentos complexos de narrativas que impactam o futuro e o presente. Não há nada tão simples quando se trata de problemáticas dessa natureza e essa profundidade expansiva é exatamente o que faz deste tema um delírio inesgotável para a indústria cinematográfica. Assunto quase batido, mas ironicamente também revigorante, viajar no tempo por meio da arte tem dessas coisas: Pode ser um deleite alucinante ou uma experiência rasa demais para reter sua atenção. Em se tratando da série The Umbrella Academy, essa complexidade é um universo à parte extasiante, onde a estranheza de uma família disfuncional colide com as irreverências de um mundo que quanto mais se tenta consertar, mais desajustado e torto fica.
Steve Blackman transformou os premiados quadrinhos de Gabriel Bá e Gerard Way em uma experiência televisiva completa. Muito mais do que uma série que diverte e cumpre o seu papel, estar diante de The Umbrella Academy é como desfrutar de um banquete completo, onde todos os elementos presentes te oferecem uma jornada imersiva e sinestésica de sabores diversos. Renovando sua trilha sonora para a segunda temporada, logo de cara somos presenteados por releituras de hits musicais contemporâneos, em meio à clássicas canções que marcaram as décadas de 50, 60, 70, 80 e 90, com pitadas do POP dos anos 2000 – que ainda se incorpora à trama, oferecendo uma genialidade autoral admirável e invejável para uma “simples” (que de simples não tem nada) adaptação de HQ.
Ampliando a plenos pulmões todos os aspectos fundamentais que fizeram do primeiro ano da série o sucesso que se tornou, o original Netflix surpreende os fãs dos quadrinhos, unindo uma trama intrigante e progressiva à uma qualidade fílmica insuperável. Aqui, a edição e a direção de fotografia exploram o design de produção da década de 60 com maestria, entregando uma experiência visual que traz o equilíbrio perfeito entre o ar sombrio das cenas mais pesadas e a leveza das tomadas mais delicadas e suaves. Se comunicando com todos os seus próprios fundamentos técnicos, a nova temporada se diverte com uma cartela de cores abrangente, que se expressa em figurinos que marcam a época e que ajudam a pautar também a readequação de cada personagem nessa nova fase de suas jornadas.
Mais madura e com um timing impecável, The Umbrella Academyretorna voraz e com um novo vigor, trabalha o arco de seus personagens de forma coerente com o background de cada um deles, se atentando ainda ao cenários sociopolíticos culturais da época, como as Leis de Jim Crow e a luta pelos direitos civis dos negros. Reinventando a história mundial a partir da premissa da viagem no tempo, a produção toma esse subgênero narrativo e o chama de seu, criando uma trama extremamente autêntica e ainda mais autoral, mostrando ao público o leque infindável de possibilidades que ainda possui em suas mãos e que não pretende parar de explorar tão cedo assim.
Recriando a década de 60 também de forma mais subversiva, ao adiantar a eclosão das bizarras seitas religiosas que pautaram os anos 70 e ao explorar a identidade de gênero e a sexualidade feminina, a série se transforma em uma tela branca onde tudo pode ganhar vida – quando se tem um bom roteirista (neste caso Jeremy Slater) no comando. Trazendo novos personagens que projetam os rumos da trama a longo prazo, The Umbrella Academy é regada de cenas de ação bem coreografadas e capricha em seus planos sequência. Com uma narrativa cada vez mais intrigante e ajustada com precisão, ela desenha um futuro garantido na Netflix, ainda que o presente nunca esteve tão incerto para os Irmãos Hargreeves, como o próprio e misterioso final nos mostrou.
Uma assassina profissional corre contra o tempo depois de ter sido envenenada e tem apenas 24 horas de vida para buscar o antídoto e descobrir quem pôs um alvo em sua cabeça.
Mais de duas décadas após protagonizarem juntos o sucesso ‘Velocidade Máxima‘ (1994), Keanu Reeves e Sandra Bullock se preparam para dividir as telas novamente. A dupla está confirmada em um novo suspense romântico, ainda sem título oficial, que está em fase de desenvolvimento pela Amazon MGM Studios.
Embora os detalhes da trama permaneçam em sigilo, o estúdio descreve o projeto como “impulsionado por uma narrativa intensa”. O roteiro está a cargo de Noah Oppenheim, conhecido por seus trabalhos no drama indicado ao Oscar, ‘Jackie‘, e na minissérie ‘Dia Zero‘.
A produção também marca o reencontro de Reeves, Bullock e o produtor Mark Gordon, responsáveis pelo clássico de ação dos anos 1990 que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente e se tornou uma referência no gênero.
Além de ‘Velocidade Máxima‘, Reeves e Bullock também atuaram juntos no romance ‘A Casa do Lago‘ (2006), consolidando uma química nas telas que conquistou o público.
O projeto foi idealizado por Gordon e Oppenheim, que levaram a proposta para os atores. Reeves e Bullock não apenas aceitaram o desafio, como passaram a desenvolver o filme em parceria com os criadores.
Além de atuar, Sandra Bullock produzirá pelo selo Fortis Films, enquanto Keanu Reeves se junta à produção ao lado de Mark Gordon e Bibby Dunn pela The Mark Gordon Company. Oppenheim e Sarah Bremner também integram a equipe de produção via Prologue Entertainment.
O novo longa promete não apenas reviver a parceria de sucesso entre os astros, mas também entregar uma história eletrizante com potencial para marcar uma nova era dessa icônica dupla de Hollywood.
O anúncio da série de TV baseada nos livros ‘O Senhor dos Anéis’ está dividindo opiniões, alguns gostando da ideia enquanto outros acham que é apenas visando o lucro. O ator John Rhys-Davies, o Gimli da trilogia de filmes original, também não aprova.
Em entrevista para o Den of Geek, o ator diz não entender por que acham que a franquia precisa de uma série, afirmando que o autor J.R.R. Tolkien deve estar “se revirando em seu túmulo”.
“Bom, eles têm dinheiro para fazer. Mas por que precisamos de uma série de TV de O Senhor dos Anéis me deixa um pouco confuso. Quero dizer, o coitado do Tolkien deve estar se revirando em seu túmulo agora.”
O ator acredita que o objetivo não é fazer uma adaptação melhor, mas apenas conseguir mais dinheiro, algo que continuará acontecendo enquanto as produtoras acharem que podem lucrar com isso, segundo ele.
“Não é sobre fazer melhor, é sobre fazer mais dinheiro, com certeza. Se eles acham que conseguem fazer mais dinheiro, então eles vão fazer a qualquer custo.”
A obra de J.R.R. Tolkien foi adaptada para os cinemas como trilogia de 2001 à 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre eles o Oscar de melhor diretor para Peter Jackson e Melhor filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um prequel com ‘O Hobbit’, também deu origem a três filmes, lançados a partir de 2012.
Fiquem ligados no CinePOP para novas informações sobre a série.
Vira e mexe o cinema nos proporciona experiências profundas dentro de filmes aparentemente simples. Se olhar com atenção, verá que na alma do projeto existe uma grande mensagem de superação. E é exatamente essa a missão que o longa alemão ‘De Encontro Com a Vida’ tenta alcançar, só que sem imaginação nenhuma.
Na trama, baseada em fotos reais, o jovem Saliya (Kostja Ullmann) perde 95% de sua visão devido uma doença. Enxergando praticamente nada, ele decide que a recente deficiência não irá impedi-lo de seguir seu grande sonho: trabalhar em um dos hotéis mais famosos de Munique, na Alemanha. Porém, para manter seu emprego, ele decide não contar nada sobre sua falta de visão e enfrenta os desafios diários, enquanto se apaixona perdidamente por Laura (Anna Maria Mühe).
Parece original? A premissa sim, à primeira vista, logo essa trama interessante se dissolve em muitos momentos de fracasso do roteiro, caindo em todas as convenções do gênero e ao mesmo tempo não abraçando nenhuma delas. A comédia não funciona, com piadas de mau gosto e/ou forçadas, o romance entre o casal não avança e o drama afunda em situações que quase beiram o absurdo.
Se a ideia de quebrar o clichê colocando um cego que finge enxergar, e não o contrário, soa intrigante, os clichês do romance forçado tomam conta e enraízam por todo o filme. Mesmo com os esforços de Ullmann para entregar um personagem carismático, com seu belo sorriso desajeitado, até mesmo nas horas mais escuras, sejam satisfatórios, o roteiro não o permite ir para lugar nenhum.
O debate sobre o lugar do deficiente visual na sociedade é, talvez, o ponto alto do filme, que explora esse assunto de forma bem clara e satisfatória, além da relutância do personagem de aceitar que nunca mais será o mesmo. O protesto funcionaria melhor se a comédia sem graça fosse mais inteligente, claro, mas existe ali uma reflexão interessante que vale à pena absorver. Imagina fazer todas as coisas do dia-a-dia enxergando apenas 5%? Porém, como o roteiro é novamente o elo mais fraco, a trama prefere mostrar repetidamente a rotina de um hotel de luxo, com detalhes irrelevantes ao espectador que pagou para ver uma dramédia e não um programa do canal H&H.
O diretor Marc Rothemund se esforça para fazer algo bom com o que tem em mãos. Sua direção precisa, a escolha dos planos fechados, closes e Point of View são adequados e usados na hora certa, sempre causando aflição ao mostrar a visão difícil do personagem, nos colocando no lugar dele e nos fazendo absorver mais profundamente aquelas situações constrangedoras.
E por falar em situações, o filme está repleto de momentos nonsense, como a super-audição de Saliya dentro de uma festa com o som altíssimo, mesmo sabendo que a audição se apura conforme se perde a visão, aqui o personagem mais parece ter saído de ‘Demolidor’ do que qualquer outra coisa. Isso para não começar a citar os atos irracionais que ele insiste em cometer, como cuidar de uma criança em um parque (e escalar cordas!) e descer uma montanha de bicicleta. Em muitos momentos, o roteiro parece esquecer que o personagem é cego.
Recentemente, a comédia dramática ‘Doentes de Amor’ abordou temas muito semelhantes, como o protagonista também ser estrangeiro, uma doença separar casal e a superação das dificuldades, a diferença é que este acertou em todos os pontos que ‘De Encontro Com a Vida’ falhou.
No fim das contas, ‘De Encontro Com a Vida’ acaba sem imaginação, com seu ritmo arrastado e repetitivo. A única lição que aprendemos com essa experiência é como não se comportar quando se trabalha com hotelaria. Se o filme não te divertir, ao menos vai saber como fazer bons drinks e limpar seu espelho sem deixar manchas.
Agora é oficial! A Warner Bros. confirmou o título em que ‘Joker’, o filme do Coringa estrelado por Joaquin Phoenix, será lançado no Brasil.
O longa estrelado pelo vilão do Batman será chamado de ‘Coringa’ por aqui, como era esperado, e chegará um dia antes da estreia norte-americana, em 3 de outubro de 2019.
Confira também um vídeo dos bastidores e algumas imagens direto do set do filme:
https://youtu.be/tEiojN76x1Y
O diretor Todd Phillips revelou em seu Instagram a primeira foto oficial de Joaquin Phoenix no filme. A imagem mostra ele como Arthur, o protagonista do filme que se transformará no Palhaço do Crime:
Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em
O site Geeks WorldWide revelou que a trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.
O filme de origem do vilão, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas brasileiros em 3 de outubro de 2019.
O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de ‘Liga da Justiça’ nas bilheterias.
O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.
A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento do cineasta Martin Scorsese.
“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.
Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.
Lançado em 2023, Gran Turismo: De Jogador a Corredor chegou aos cinemas para tentar emplacar nas telonas uma das franquias mais populares dos videogames de corrida. Apesar de ter grandes marcas por trás, o longa foi realizado a um custo relativamente baixo para os padrões de Hollywood.
Feito com “apenas” 60 milhões de dólares, o longa arrecadou pouco mais de 122 milhões de dólares. Ele não foi considerado um sucesso, mas também não foi um fracasso. Ainda assim, o resultado não foi o suficiente para emplacar uma franquia. De qualquer forma, o filme conseguiu fãs e sofreu com algumas polêmicas. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades sobre o filme. Confira!
História real
Sim, por mais absurdo que pareça, houve mesmo uma competição que promoveu um jogador de Gran Turismo a piloto de corridas na vida real. Essa história começa em 2006, quando um executivo da Nissan, Darren Cox (interpretado no filme por Orlando Bloom), fechou uma parceria com a Sony para ver se jogadores de videogame poderiam replicar suas habilidades na pista de verdade. Eles fizeram uma ação promocional que deu uma boa repercussão e, então, o executivo recebeu sinal verde para bolar um programa maior. Dessa forma, em 2008, a ideia cresceu surgiu a GT Academy, que foi pensada para ser um show televisivo que traria maior exposição para os carros da Nissan e para a franquia Gran Turismo. O filme adapta a história da terceira temporada do show, que revelou ao mundo o piloto britânico Jann Mardenborough.
Falando em Jann Mardenborough, o piloto entrou “tardiamente” no projeto. Isso porque o filme entrou em desenvolvimento lá atrás, ainda em 2013. Porém, a ideia era dar uma outra abordagem a ele. Isso acabou sendo revisto após o fracasso colossal de Need for Speed – O Filme (2014). Com isso, Jann foi procurado para ter sua história adaptada apenas em 2017, quatro anos após o início do desenvolvimento do projeto. Inclusive, o piloto faz uma ponta no filme como um dublê dele mesmo.
Tragédia
Porém, a carreira de Jann ficou marcada por um terrível acidente na pista Nürburgring Nordschleife, na Alemanha, em 2015. Considerada uma das pistas mais complicadas do circuito, a etapa ficou tragicamente eternizada pela perda de estabilidade do carro de Jann, que praticamente alçou voo contra uma curva repleta de torcedores. O incidente terminou com um morto e uma porção de feridos. Jann, por outro lado, saiu sem ferimentos graves.
Autorização
Quando anunciaram a adaptação da história do piloto para os cinemas, logo o evento foi “resgatado” pelos fãs de automobilismo. Havia um rumor que dizia que o acidente poderia não ser incluído no filme. No entanto, ele foi retratado de forma assustadora a pedido do próprio Jann Mardenborough. Em entrevista ao The Sunday Times, o piloto afirmou que “seria um desserviço para o público se [o acidente] não fosse retratado no filme”.
Polêmica
O filme teve críticas mistas da imprensa especializada, mas foi alvo de uma forte polêmica por conta da forma como o acidente em Nürburgring Nordschleife foi retratado. Na vida real, o evento aconteceu em uma fase mais avançada da carreira do piloto, anos após Le Mans. Enquanto isso, o filme retrata a decolagem do carro como um acontecimento do início da carreira de Jann. Mais do que isso, é usado como uma motivação para o piloto melhorar e não desistir da carreira. A grande controvérsia foi utilizar a morte de Andy Gehrmann, de 49 anos, uma pessoa real, como fator motivacional para quem esteve envolvido no acidente.
Desafio
O grande momento do filme é a disputa das 24 Horas de Le Mans. Porém, diferentemente de F1: O Filme (2025), que pôde gravar cenas em meio ao GP de Silverstone, Gran Turismo não conseguiu autorização para gravar ou digitalizar imagens e carros em Le Mans. Para resolver esse problema, eles gravaram cenas de uma corrida na Hungria e a computação gráfica resolveu tudo na pós-produção.
Hungria
Na verdade, o circuito de Mogyoród, o Hungaroring, foi a grande “casa” das cenas de corrida do filme. Além de Le Mans, o circuito foi “mascarado” para recriar o centro de treinamento do projeto e até mesmo o circuito de Silverstone. Além das envelopagens diferentes, a equipe de computação gráfica teve de inserir elementos diferentes na composição dos cenários e a direção precisou buscar ângulos para disfarçar curvas muito diferentes das presentes nos circuitos retratados em cena. Outras pistas foram usadas ao longo do filme, como as do Autódromo de Dubai, de Nürburgring, do Red Bull Ring na Áustria e do Slovakia Ring.
Direção
A direção do filme ficou a cargo do sul-africano Neill Blomkamp, que despontou como um dos diretores de ficção científica mais promissores dos anos 2000, mas que nunca atingiu as altas expectativas impostas a ele. Blomkamp se destacou com filmes como Distrito 9 (2009), Elysium (2013) e Chappie (2015). Ao assumir a direção deGran Turismo, ele deu um passo inédito na carreira, que foi comandar seu primeiro filme PG-13.
Oportunidade
Ao saber do envolvimento do diretor no filme sobre corridas, David Perel, piloto profissional de corridas e simuladores da África do Sul, escreveu um e-mail para o compatriota oferecendo seus serviços de consultoria. O que parecia uma tentativa despretensiosa (o famoso “o não eu já tenho”), não demorou nada para se tornar realidade. Isso porque Neill Blomkamp viu a mensagem e respondeu cinco minutos depois do piloto ter enviado. Ele fez uma visita e acabou sendo contratado como consultor de corridas do filme.
Inspiração
Além da história real, a equipe de roteiro afirmou que as grandes inspirações para o filme foram Rocky, Um Lutador eTop Gun: Ases Indomáveis. O mais curioso é que Joseph Kosinski foi trazido para dirigir o filme, mas acabou deixando o projeto em 2015. Anos mais tarde, ele comandaria dois projetos que têm tudo a ver com a proposta desse filme: Top Gun: Mavericke F1: O Filme.
O mundo foi pego de surpresa ontem com o triste anúncio da morte de Stan Lee, o lendário quadrinista que revolucionou a Marvel e o mercado de entretenimento.
Hoje, a Marvel e a Disney se pronunciaram com um belo vídeo homenageando o grandioso Stan Lee, confira:
Marvel and The Walt Disney Company salute the life and career of Stan Lee and offer our undying gratitude for his unmatchable accomplishments within our halls. Every time you open a Marvel comic, Stan will be there. Please join us in remembering Stan “The Man” Lee. pic.twitter.com/nLebIgiK6o
A despedida do veterano Stan Lee surpreendeu todos os fãs do quadrinista, além de personalidades ao redor do mundo. Embora já tivesse idade avançada, suas frequentes aparições em público, pontas em filmes da Marvel e participação em convenções nerds o consolidaram como uma pessoa extremamente ativa, o que explica o espanto generalizado quando fora anunciado seu falecimento na última segunda-feira (12), aos 95 anos.
Com o seu adeus, vieram também uma série de homenagens, feitas por atores do MCU, bem como por diversas outras celebridades. Considerado um gênio da criação, a admiração por seu trabalho sempre foi inerente à qualquer apaixonado pelo entretenimento, independente de seu apego à personagens específicos ou empresas, como DC e Marvel.
There will never be another Stan Lee. For decades he provided both young and old with adventure, escape, comfort, confidence, inspiration, strength, friendship and joy. He exuded love and kindness and will leave an indelible mark on so, so, so many lives. Excelsior!!
“Nunca haverá outro Stan Lee. Por décadas, ele ofereceu para jovens e velhos aventuras, conforto, confiança, inspiração, força, amizade e alegria. Ele exalava amor e gentileza e deixará uma marca indelével em muitas, muitas, muitas vidas! Excelsior!!”
Stan…more than a master of stories, you always seemed like a master of living. I will look to you for inspiration for the rest of my life. You live on. xoxo Your Wasp
. #liveon#StanLeepic.twitter.com/JRA2aRM3bG
“Stan…mais do que o mestre de histórias, você sempre pareceu ser o mestre em viver. Eu olharei para você para inspiração para o resto da vida. Você continua vivo”.
THANK YOU, @TheRealStanLee. You gave us characters that continue to stand the test of time and evolve with our consciousness. You taught us that there are no limits to our future as long as we have access to our imagination. Rest in power! #EXCELSIOR#StanLee#rippic.twitter.com/hnSmnHIDln
“Obrigado Stan Lee. Você nos deu personagens que continuam a passar pelo teste do tempo e evoluem com a nossa consciência. Você nos ensinou que não há limites para o nosso futuro enquanto tivermos acesso à nossa imaginação. Descanse em poder!”
Thank you for filling our childhoods with such joy. You will be dearly, dearly missed… pic.twitter.com/Qt2sZqaNlc
His contribution to Pop Culture was revolutionary & cannot be overstated. He was everything you hoped he would be & MORE. I loved this man & will never stop missing him. They say you should never meet a childhood idol. They are wrong. #RIPStanTheManpic.twitter.com/6OKH07ahJg
“Sua contribuição para a cultura POP foi revolucionária e não pode ser exagerado. Ele foi tudo que você esperava que ele fosse e mais. Eu amava esse homem e nunca deixarei de sentir sua falta. Dizem que você nunca deveria conhecer seu ídolo de infância. Eles estão errados”.
Sad, sad day. Rest In Power, Uncle Stan. You have made the world a better place through the power of modern mythology and your love of this messy business of being human… pic.twitter.com/x6yZ6ClNSX
“Triste, triste dia. Descanse em poder, tio Stan. Você tornou o mundo num lugar melhor através do poder da mitologia moderna e do seu amor por esse bagunçado negócio de ser humano”.
Uma publicação compartilhada por ✌️ (@tomholland2013) em
“Quantos milhões de nós estão em débito com esse cara, ninguém mais do que eu. O pai da Marvel fez tantas pessoas incrivelmente felizes. Que vida e que coisa ele conquistou. Descanse em paz Stan”.
Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em
“Nós perdemos um gênio criativo. Stan Lee foi uma força pioneira no universo de super heróis. Tenho orgulho de ter sido uma pequena parte de seu legado e…ter ajudado a trazer um de seus personagens à vida”.
Uma publicação compartilhada por Chloe Bennet (@chloebennet) em
“Doce, doce Stan. Você deu às pessoas ao redor de todo mundo algo para acreditar. Algo maior que elas mesmas. Você nos ensinou que não é necessário ter poderes para ser super. Que um grande coração e gentileza podem mudar o mundo. Você fez todos ao seu redor ganhar vida com risadas e alegria. Eu sentirei falta das risadinhas. Obrigado por tudo que nos deste, sua falta será sentida”.
Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em
“Nós perdemos um dos bons. Que homem e que vida. O super-herói original da Marvel e co-criador de Homem de Ferro, Homem-Aranha, Hulk, X-Men, etc. Quando eu estourei em Hollywood, anos atrás, ele foi tão caloroso e receptivo comigo – nunca me esquecerei disso. Ele me deu um conselho muito sábio sobre como conduzir uma carreira, que eu sempre carregarei comigo. Que vida ele viveu e quão incrível o fato de sua imaginação e criação do universo terem impactado gerações ao redor do mundo e gerações que ainda estão por vir. Descanse em paz meu amigo”.
Uma publicação compartilhada por Josh Brolin (@joshbrolin) em
“Stan Lee, Dr. Seuss e Ray Bradbury. É onde começa e termina para mim. Para todos que foram profundamente afetados pela humanidade de sua imaginação, o entendimento de alcançar mais longe o seu potencial e a necessidade de tocar em nossa imensurável imaginação, nós agradecemos e somos eternamente endividados. Descanse em paz, querido Stan. Você tornou nosso tempo aqui muito melhor”.
Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em
“Eu sou tão grato por ter conhecido e trabalhado com este homem, ainda que brevemente, ao longo dos anos. Ele meio que literalmente mudou o cenário do entretenimento para sempre. O termo lenda parece ser usado de qualquer jeito ultimamente, mas este homem é muito digno desse título. Obrigado por tudo, Stan. Que os céus fiquem mais coloridos com sua chegada. Excelsior”.
Durante uma entrevista com a BBC, o diretor Joe Russo confirmou que Lee já filmou sua participação em ‘Vingadores 4‘.
“Stan Lee não gostava muito de voar de avião, então sempre precisávamos gravar suas participações no mesmo dia. Ele filmou sua participação especial em ‘Homem-Formiga e a Vespa’ e ‘Vingadores 4’ no começo de 2018.”, ele afirmou.
‘Vingadores 4‘ ainda deve prestar uma bela homenagem ao quadrinista.
Stan Lee foi uma das figuras mais carimbadas e respeitadas do universo dos quadrinhos, e divertia os fãs com suas clássicas e divertidas aparições nos filmes do universo da Marvel.
Aparecendo pela primeira vez em ‘X-Men’ (2000), o quadrinista ganhou cada vez mais destaque nos filmes. Recentemente, participou de ‘Venom‘ e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
No vídeo abaixo, relembramos todas suas participações especiais nos cinemas.
Durante uma entrevista no começo do ano, ele revelou porque adora tanto participar do filmes:
“É divertido e por alguns segundo eu realmente me sinto como um ator de verdade. Toda criança tem esse sonho e comigo não era diferente. Eu dizia quando pequeno que gostaria de ser como Errol Flynn. Então, eu faço essas pontas e por um breve momento eu sou um ator”.
“De todos os personagens que já interpretei, Sheila Hammond é uma de minhas favoritas”, Barrymore disse em entrevista ao The Hollywood Reporter. “Ela e Joel eram um casal incrível, que compartilhavam dos mesmos objetivos. E eu tenho sorte de ter trabalhado com alguém como Tim Olyphant. Foi uma honra fazer algo tão delicioso”.
“Eu amei trabalhar nesta série. Vou continuar a vir e a gravar cenas. Se eles não quiserem gravar, problema deles”, Olyphant acrescentou.
Como grande parte dos serviços de streaming de hoje, a Netflix manteve a audiência de seus programas às escondidas, mas esse deve ser o motivo do inesperado cancelamento. A série recebeu críticas positivas, arrecadando um percentual de 89% no Rotten Tomatoes. A pontuação do público também não ficou muito para trás, abarcando 87% de aprovação.
Todas as três temporadas estão disponíveis na plataforma.
Segundo o Deadline, Yorgos Lanthimos irá dirigir uma nova minissérie para a Fox Searchlight TV baseada na controversa vida de Clark Rockefeller.
A produção será adaptada do romance de não-ficção ‘The Man in the Rockefeller Suit: The Astonishing Rise and Spectacular Fall of a Serial Impostor’. A história gira em torno de Clark, um homem que não fazia parte da famosa dinastia Rockefeller dos Estados Unidos, mas que não pensou duas vezes antes de se passar como seu herdeiro. A trama será um misto de decepção, orgulho, fama, capitalismo e as insanidades do comportamento humano.
Originalmente, Pablo Trapero ficaria a encargo da série, com Benedict Cumberbatch interpretando o personagem-titular, mas os planos mudaram consideravelmente. A Lifetime já havia produzido um filme para televisão baseado na história, ‘Who Is Clark Rockefeller?’, estrelado por Eric McCormack (‘Will & Grace’).
Lanthimos é conhecido por trazer uma estética única para suas obras: em sua breve filmografia, o cineasta comandou projetos como ‘O Lagosta’ e ‘O Sacrifício do Cervo Sagrado’. Mais recentemente, adaptou a vida da Rainha Ana para os cinemas com ‘A Favorita’, estrelado por Olivia Colman, Rachel Weisz e Emma Stone. O longa ganhou aclame do público e da crítica especializada, sendo indicado para 10 estatuetas do Oscar, com Colman levando para casa o prêmio de Melhor Atriz.
A Netflix anunciou hoje (12) que a 6ª temporada de ‘The Flash’ será disponibilizada em seu catálogo no dia 20 de maio deste ano, como parte do acordo entre a plataforma de streaming e a The CW.
Vale lembrar que a iteração atual caminha para seu último episódio, intitulado “Success Is Assured” e que vai ao ar hoje, 12 de maio.
Confira as primeiras imagens do season finale:
Lembrando que o capítulo em questão não seria – oficialmente – a season finale da produção. No entanto, com a suspensão das filmagens da série, o ciclo atual ficará com dois episódios a menos.
E segundo o astro Grant Gustin, algumas coisas só poderão ser resolvidas no próximo ciclo, cujas filmagens ainda não têm nada para começar.
Em entrevista ao ET, o intérprete do herói homônimo comentou sobre o capítulo será:
“Sim, esse ano não teremos aquele laço vermelho em volta do episódio final. Normalmente nós estamos acostumados a encerrar a temporada com um pouquinho de… sabe, nós gostamos daquele elemento surpresa para finalizar o ano e manter todos ansiosos durante o período de hiato, mas muito mais do que o habitual ficou incompleto. Não é, necessariamente, uma reconciliação com muitas das coisas que estavam acontecendo com o Time Flash, a separação de Barry e Iris e o espelho-verso. Então sim, há muitos assuntos pendentes e inacabados”.
De surpresa, o vencedor do Oscar e do Grammy Sam Smith anunciou a data de lançamento de seu 3º álbum de estúdio, ‘Love Goes’.
O compilado de originais, que já está em pré-venda, será lançado no dia 30 de outubro.
Além disso, Smith também divulgou “Diamonds”, 2º single oficial que veio acompanhado de um belíssimo videoclipe.
Confira:
‘Love Goes’ terá 17 faixas, sendo que seis delas (lançadas nos meses anteriores como músicas promocionais soltas) são configuradas como faixas-bônus. O CD traz colaborações com Burna Boy, Demi Lovato e Calvin Harris.
A Netflix dominou a 26ª edição do Critics’ Choice Awards, conforme as indicações às categorias fílmicas foram reveladas hoje (08).
A gigante do streaming fez história ao garantir nada menos que quatro nomeações na seção de Melhor Filme: ‘Destacamento Blood’, ‘A Voz Suprema do Blues’, ‘Os 7 de Chicago’ e ‘Mank’ – este último liderando a lista com 12 indicações, incluindo Melhor Ator para Gary Oldman e Melhor Diretor para David Fincher.
‘Minari’, filme semi-autobiográfico do diretor Lee Isaac Chung, veio em segundo lugar ao ser relembrado para dez seções, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme de Língua Estrangeira e Melhor Ator para Steven Yeun. Chadwick Boseman se tornou o primeiro ator a receber duas indicações póstumas no mesmo ano, tanto para ‘Destacamento Blood’ quanto para ‘A Voz Suprema do Blues’.
A premiação acontecerá de forma remota no dia 07 de março.
Confira a lista completa abaixo:
MELHOR FILME
Destacamento Blood (Netflix) A Voz Suprema do Blues (Netflix) Mank (Netflix) Minari (A24) Relatos do Mundo (Universal Pictures) Nomadland” (Searchlight Pictures) Uma Noite em Miami (Amazon Studios) Bela Vingança (Focus Features) O Som do Silêncio (Amazon Studios) Os Sete de Chicago (Netflix)
Viola Davis – A Voz Suprema do Blues
Andra Day – The United States vs. Billie Holiday
Sidney Flanigan – Nunca Raramente Às Vezes Sempre
Vanessa Kirby – Pieces of a Woman
Frances McDormand – Nomadland
Carey Mulligan – Bela Vingança
Zendaya – Malcolm & Marie
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Chadwick Boseman –Destacamento Blood
Sacha Baron Cohen – Os 7 de Chicago
Daniel Kaluuya – Judas e o Messias Negro
Bill Murray – On the Rocks
Leslie Odom, Jr. – Uma Noite em Miami
Paul Raci – O Som do Silêncio
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Maria Bakalova – Borat: Fita de Cinema Seguinte
Ellen Burstyn – Pieces of a Woman
Glenn Close – Era Uma Vez um Sonho
Olivia Colman – Meu Pai
Amanda Seyfried – Mank
Yuh-Jung Youn – Minari
MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM
Ryder Allen – Palmer
Ibrahima Gueye – Uma Vida à Sua Frente
Alan Kim – Minari
Talia Ryder – Nunca Raramente Às Vezes Sempre
Caoilinn Springall – O Céu da Meia-Noite
Helena Zengel – Relatos do Mundo
Lee Isaac Chung – Minari
Emerald Fennell – Bela Vingança
Jack Fincher – Mank
Eliza Hittman – Nunca Raramente Às Vezes Sempre
Darius Marder & Abraham Marder – O Som do Silêncio
Aaron Sorkin – Os 7 de Chicago
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Paul Greengrass & Luke Davies – Relatos do Mundo
Christopher Hampton and Florian Zeller – Meu Pai
Kemp Powers – Uma Noite em Miami
Jon Raymond & Kelly Reichardt – First Cow
Ruben Santiago-Hudson – A Voz Suprema do Blues
Chloé Zhao – Nomadland
MELHOR FOTOGRAFIA
Christopher Blauvelt – First Cow
Erik Messerschmidt – Mank
Lachlan Milne – Minari
Joshua James Richards – Nomadland
Newton Thomas Sigel – Destacamento Blood
Hoyte Van Hoytema – Tenet
Dariusz Wolski – Relatos do Mundo
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Cristina Casali, Charlotte Dirickx – The Personal History of David Copperfield
David Crank, Elizabeth Keenan – Relatos do Mundo
Nathan Crowley, Kathy Lucas – Tenet
Donald Graham Burt, Jan Pascale – Mank
Kave Quinn, Stella Fox – EMMA.
Mark Ricker, Karen O’Hara & Diana Stoughton – A Voz Suprema do Blues
MELHOR EDIÇÃO
Alan Baumgarten – Os 7 de Chicago
Kirk Baxter – Mank
Jennifer Lame – Tenet
Yorgos Lamprinos – Meu Pai
Mikkel E. G. Nielsen – O Som do Silêncio
Chloé Zhao – Nomadland
MELHOR FIGURINO
Alexandra Byrne – EMMA.
Bina Daigeler – Mulan
Suzie Harman & Robert Worley – The Personal History of David Copperfield
Ann Roth – A Voz Suprema do Blues
Nancy Steiner – Bela Vingança
Trish Summerville – Mank
MELHOR CABELO E MAQUIAGEM
EMMA. Era Uma Vez um Sonho A Voz Suprema do Blues Mank Bela Vingança The United States vs. Billie Holiday
MELHORES EFEITOS VISUAIS
Greyhound O Homem Invisível Mank O Céu da Meia-Noite Mulan Tenet Mulher-Maravilha 1984
MELHOR COMÉDIA
Borat: Fita de Cinema Seguinte The Forty-Year-Old Version O Rei de Staten Island On the Rocks Palm Springs A Festa de Formatura
MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
Another Round Collective A Maldição da Chorona Uma Vida à Sua Frente Minari Two of Us
MELHOR CANÇÃO
“Everybody Cries” – The Outpost
“Fight for You” – Judas e o Messias Negro
“Husavik (My Home Town)” – Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars
“Io sì (Seen)” – Rosa e Momo
“Speak Now” – Uma Noite em Miami
“Tigress & Tweed” – The United States vs. Billie Holiday
MELHOR TRILHA SONORA
Alexandre Desplat – O Céu da Meia-Noite
Ludwig Göransson – Tenet
James Newton Howard – Relatos do Mundo
Emile Mosseri – Minari
Trent Reznor & Atticus Ross – Mank
Trent Reznor & Atticus Ross – Soul
A aventura fantasiosa ‘Sweet Tooth’ já está disponível na Netflix e, agora, o showrunnerJim Mickledivulgou um novo vídeo de bastidores revelando como Bobby, o adorável híbrido marmota, foi trazido à vida.
A série é baseada nos aclamados quadrinhos da DC Comics escritos por Jeff Lemire(‘Black Hammer’), entre os anos de 2009 e 2013.
A trama é ambientada num mundo habitado por híbridos de humanos e animais, e giram em torno de Gus, um híbrido entre homem e veado, que deixa sua casa e encontra um mundo devastado por um evento cataclismático. Ele se junta a uma gangue de híbridos e humanos que buscam respostas sobre o acontecimento e acaba descobrindo uma enorme conspiração que o força a questionar sua própria existência.
Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.
O Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.
Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.
Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.
A CWdivulgou a promo oficial de “The Tallyman Cometh”, 6º episódio da 4ª temporada de ‘Charmed’.
Na trama, “quando um pacote misterioso chega à casa de Vera Manor, Mel e Kaela pedem ajuda a Dev para tentar impedir o ataque mais mortal do Tallyman. Enquanto isso, Maggie é forçada a trabalhar sua raiva com um terapeuta nada convencional”.
O capítulo vai ao ar no dia 15 de abril.
Confira:
Criada por Constance M. Burge, a série é um reboot do seriado clássico ‘Jovens Bruxas‘, que rendeu oito temporadas, transmitidas entre 1998 e 2006.
Stephen King não é considerado o mestre da literatura de terror por qualquer motivo: ao longo de sua ainda ativa carreira, o romancista deu vida a clássicos que permanecem como favoritos do público, como ‘Carrie – A Estranha’, ‘Cujo’ e ‘A Torre Negra’. Entretanto, uma de suas obras mais conhecidas é, sem sombra de dúvida, ‘IT: A Coisa’.
O extenso livro foi adaptado pela primeira vez no formato de minissérie, trazendo Tim Curry como o medonho palhaço Pennywise. Em 2017, foi levado às telonas pelas talentosas mãos de Andy Muschietti em o que se tornaria o filme de terror mais bem-sucedido de todos os tempos e um dos mais bem recebidos do ano – motivo pelo qual renderia uma sequência relendo a segunda parte da narrativa.
Arrecadando mais de US$701,8, o filme certamente caiu no gosto do público e, muito em breve, completará cinco anos desde sua estreia.
Para celebrar o aniversário do longa-metragem, o CinePOP preparou uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:
Grazer (Eddie) foi o primeiro a trabalhar com Skarsgård (Pennywise). Durante a cena deles, Grazer chorava e ria enquanto Skarsgård estava perto do rosto dele, gritando e babando. Skarsgård ficou genuinamente preocupado com Grazer e, depois que a cena terminou, ele perguntou se o jovem estava bem. Grazer olhou para ele e apenas disse: “amei o que está fazendo com o personagem!”.
Pennywise tem apenas quatro minutos de diálogo no filme inteiro.
Lillis (Beverly) disse que ela teve que ficar em cima de uma caixa em algumas cenas, visto que era a atriz mais jovem do elenco.
Algumas falas foram improvisadas pelos ator, incluindo boa parte da discussão entre Eddie e Richie (Wolfhard).
Os dentes prostéticos usados por Skarsgård o faziam babar profusamente. Muschietti gostou do efeito que davam ao personagem e resolveu acrescentar essa característica à natureza selvagem de Pennywise.
Scott (Georgie) é o membro mais novo do elenco e disse que não ficou tão assustado com Pennywise quanto achou que ficaria. Ele disse que, na verdade, se divertia fazendo as cenas e que Skarsgård sempre brincava entre as gravações.
Skarsgård mergulhou no “universo psicótico” para construir a caracterização de Pennywise, se inspirando em títulos como ‘O Iluminado’, ‘Laranja Mecânica’, ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ e ‘O Silêncio dos Inocentes’.
O filme foi enviado aos cinemas sob o código ‘Pound Foolish’, nome literalmente oposto a Pennywise, no inglês.
Em seu final de semana de estreia, o filme arrecadou US$123 milhões apenas na América do Norte, quebrando o recorde do título anterior, ‘Atividade Paranormal’, com mais que o dobro de bilheteria.
O figurino de Pennywise neste filme é mais fiel à descrição do romance do que o visto na minissérie, incluindo o cabelo laranja e os pompons laranjas adornando o traje.
A The CW divulgou a promo oficial 10º episódio da 3ª temporada de ‘Kung Fu’.
Na trama, “com seu mundo se desmantelando, Nicky é forçada a reavaliar suas recentes ações para seguir em frente. Althea se disfarça para ganhar mais informações sobre a Delta Securities, enquanto Henry e Zhilan seguem uma pisa sobre o paradeiro de Xiao”.
O capítulo vai ao ar no dia 15 de fevereiro.
Confira:
Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.
“Enquanto os Shen se preparam para a grande reabertura do Harmony Dumplings, eles descobrem que se tornaram as últimas vítimas de uma onda de crimes que atingiu sua comunidade em Chinatown. Enquanto Nicky (Olivia Liang) e sua equipe se preparam para resolver o problema com suas próprias mãos, um encontro com um vigilante chamado Bo (Ben Levin) deixa Nicky imaginando quem é esse estranho misterioso em sua cidade.
Além disso, após as consequências legais de seu aplicativo, Althea (Shannon Dang) e Dennis (Tony Chung) voltam a morar com Mei-Li (Kheng Hua Tan) e Jin (Tzi Ma); Ryan (Jon Prasida) e Sebastian (JB Tadena) se adaptam a viver juntos, enquanto fazem malabarismos com suas agendas lotadas. Finalmente, a chegada inesperada de alguém do passado de Nicky a abala profundamente.”
O elenco da série também conta comTony Chung, Ludi Lin, TziMa, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.
Prevista para o segundo semestre de 2023, entre outubro e dezembro, a série se passará na França, mostrando um lado inexplorado do apocalipse zumbi.
Daryl desembarca na França e luta para entender como chegou lá e por quê. A série acompanha sua jornada por uma França quebrada, mas resiliente, enquanto ele espera encontrar um caminho de volta para casa. Enquanto faz a jornada, porém, as conexões que forma ao longo do caminho complicam seu plano final.
2023 está chegando ao fim e, como é de costume aqui no CinePOP, está na hora de relembrarmos os últimos doze meses com nossas matérias especiais de melhores do ano.
“A obra inteira é movida a discursos propositalmente contraditórios, regados a uma ironia apaixonante que nos envolve do começo ao fim. Em “Running Out of Time”, o math rock volta e se alia a um experimentalismo conceitual que parte desde o fraseamento vocal ao vibrante emplastro sonoro que não segue quaisquer regras – e que critica a efemeridade do tempo, cujo conceito foi, de fato, inventado por um capitalismo predatório que nos mantém reféns do relógio e da produtividade exacerbada. Aqui, Williams inclusive aproveita para quebrar a quarta parede em uma reflexão metalinguística, convidando o ouvinte agente ativo da própria experiência fonográfica” – T.N.
“À medida que Margo se aventura em incursões não exploradas em sua discografia, ela não abandona as raízes do country – como visto na irretocável canção “Radio”, performada ao lado de Sharon Van Etten. A breve track poderia se alongar para vários minutos de duração e, de fato, não sentiríamos o tempo passar. A química vocal de ambas as artistas é invejável e comovente, destilando uma explosão estoica de solidão – algo que é buscado pelo eu-lírico, não imposto. “Eu preciso tirar um tempo de folga” dá início a uma jornada de autodescoberta que presta críticas à efemeridade do tempo e das próprias relações humanas – com detalhes enraizados na crescente ambiguidade dos avanços tecnológicos. Já “Change Of Heart”, mantendo-se fiel ao americana e ao bluegrass, tem um desenrolar críptico e angustiante que fala sobre um relacionamento falido – e que vem acompanhado de uma multiplicidade coesa de camadas, cortesia da produção on point de Jonathan Wilson” – T.N.
“Ao longo de quinze faixas e breves quarenta e seis minutos, RAYE constrói uma emocionante e íntima jornada que amalgama elementos sonoros que vêm tomando espaço no escopo mainstream, à medida que utiliza incursões mais conceituais para arquitetar cada uma das faixas. O glorioso resultado ecoa em uma beleza pungente que não tem papas na língua e que não pensa duas vezes antes de entregar-se a uma indesculpável denúncia da podridão que existe no show business – e de que forma ela conseguiu lidar com os traumas e transformar os fantasmas de um passado não muito longínquo em pura poesia. Não é surpresa, pois, que o disco nos chame a atenção por seu caráter irônico e por uma estruturação metadiegética que quebra a quarta parede da música e convida os ouvintes a serem agentes ativos nessa delicada e vibrante trajetória” – T.N.
“‘Tension’ é um convite ao túnel do tempo; após “Padam Padam”, Minogue volta para meados dos anos 1990 com o synth-electro-house de “Hold On To Now”, uma potente construção instrumental que, logo de cara, traz os elementos melancólicos dos quais falara. E, por mais que percebamos um crescendo familiar, nada tira a beleza da canção, ainda mais levando em consideração a presença vocal da artista e o quanto ela está confortável para fazer o que bem entender. Em “You Still Get Me High”, uma das primeiras grandes viradas rítmicas, Kylie mergulha na semi-balada electro-dance enquanto rumina sobre um caso romântica que continua lhe trazendo boas memórias e eternizando um sentimento que ela não quer perder – e isso não é tudo: a música vem entrelaçando similaridades com a impecável “Things We Do For Love” (e prestando homenagens a nomes como a-ha, cujas inspirações são bastante claras)” – T.N.
Kelela encontrou sucesso significativo com o lançamento de ‘Raven’, seu segundo álbum de estúdio. Contando com uma gama considerável de produtores e guiado pela escrita pungente e deliciosamente acurada da artista, o disco é marcado por incrementações do step, do breakbeat, do dance e do house em um vibrante compilado autorreflexivo; a ideia por trás da obra é colocar Kelela refletindo sobre si própria, reagindo ao sentimento de solidão dentro da indústria musical.
5. DID YOU KNOW THAT THERE’S A TUNNEL UNDER OCEAN BLVD., Lana Del Rey
“Ao longo de dezesseis copiosas faixas, a artista prova que não se preocupa com a rapidez industrial que se apoderou da música nos últimos anos. Enfrentando um status quo cansativo que, volta e meia, consegue se desvencilhar das fórmulas, Del Rey não precisa de ajuda para caminhar por conta própria e faz o que bem entende – arquitetando narrativas literárias que perpassam diversos gêneros e borram as linhas entre múltiplas artes. Mais do que isso, ela aposta fichas em uma produção cinemática, aliando-se com seu colaborador de longa data, Jack Antonoff, e outros incríveis nomes para não nos presentear com um mero álbum, mas uma obra-prima e um state-of-art que a reitera como um dos símbolos do entretenimento atual” – T.N.
“Cada faixa emerge como um grito de emancipação e de liberdade, mas não seguindo um padrão cansativo de arranjos instrumentais e progressão; o objetivo por trás do álbum é construir uma multiplicidade sinestésica de inúmeras ideias que podem ser efêmeras ou perenes, velozes ou progressivas. Não é à toa que a canção de abertura, “all american bitch”, apresente uma memorável fusão da folktronica com o country, explodindo no melhor do pop-rock teen de duas décadas atrás enquanto presta homenagens à lírica poética de Taylor Swift, por exemplo. Além disso, a track aproveita para introduzir um elemento significativo nesse enredo fonográfico– o apreço da performer pelo camp e pelo teatral. Ora, até mesmo na incrível balada “lacy”, notamos as brincadeiras criativas vindo à tona com melancólicas antíteses” – T.N.
Amaarae provavelmente é uma artista de que você nunca ouviu falar – mas que, de fato, deveria. A cantora e compositora ganense-americana fez sua estreia em 2020 e, em 2023, retornou com um explosivo compilado de originais intitulado ‘Fountain Baby’. Essa obra-prima conta com catorze faixas e quase quarenta minutos de duração que se transformam em uma atemporal e narcótica viagem através de uma fusão certeira de inúmeros gêneros – incluindo afrobeat, R&B e pop.
“Quatro anos depois, [Caroline Polachek] está de volta com o aguardado ‘Desire, I Want To Turn Into You’ – sem dúvida, uma das produções mais aguardadas do primeiro semestre de 2023. E, assim como boa parte dos discos que saíram desde 2020, a obra foi arquitetada durante a pandemia do COVID-19 e vem como um arauto bastante eclético de gêneros que nos envolvem desde as primeiras batidas. Não é surpresa, pois, que o compilado de originais já pode ser considerado uma das grandes rendições da memória recente, imbuído com uma pessoalidade intrínseca e um complexo movimento de introspecção e expansão. Dentro desse narcótico universo, somos engolfados em uma jornada sinestésica que age por conta própria e, ao mesmo tempo, precisa de nossa total atenção para compreender as belíssimas mensagens escondidas nas entrelinhas” – T.N.
“É quase impossível escolher um ponto alto da produção, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música” – T.N.
A minissérie de suspense ‘Acima de Qualquer Suspeita’ (‘Presumed Innocent’) chega muito em breve ao catálogo da Apple TV+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou mais duas cenas inéditas da atração.
Com 16 críticas publicadas até o momento, a produção abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Apesar de não reinventar o gênero, o consenso geral elogia as reviravoltas da narrativa e o sólido desempenho de Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’) nesta produção dramática.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Jake Gyllenhaal mostrou que é um dos atores mais talentosos da atualidade e pode lidar muito bem com cenas de seriedade dramática. Esta é uma das melhores produções da Apple TV+ e uma das melhores séries limitadas do ano.” (JoBlo)
“Essa fórmula só se tornou uma fórmula porque funciona; o mistério central nos prende e as reviravoltas nos mantêm na dúvida. ‘Acima de Qualquer Suspeita’ é uma experiência inegavelmente atraente.” (Mashable)
“Os pontos positivos não conseguem compensar os negativos.” (Decider)
“Há uma razão para esta história ter feito muito sucesso há 35 anos. Atualmente, não há nenhuma novidade ou justificativa para que precisássemos desta versão atualizada, uma vez ela já foi perfeitamente contada em 1990.” (Pop Culture Maniacs)
“‘Acima de Qualquer Suspeita’ é um dos melhores thrillers jurídicos a chegar à televisão nos últimos anos.” (Variety)
“A duração estendida dá mais espaço para os atores, especialmente para a Ruth Negga. Ela tem a chance de refletir as mudanças de humor e atitudes de sua personagem em relação ao marido e em nome dos filhos.” (ScreenAnarchy)
A minissérie estreará oficialmente na Apple TV+ no dia 12 de junho.
Baseada no romance homônimo de Scott Turow, a trama leva os espectadores a uma jornada pelo terrível assassinato que vira o Ministério Público de Chicago de cabeça para baixo quando o promotor-adjunto Rusty Sabich se torna o suspeito do crime. A série explora a obsessão, o sexo, a política, o poder e os limites do amor, enquanto o acusado luta para manter a família e o casamento unidos.
J.J. Abrams, de ‘Lost‘, e David E. Kelley, de ‘Big Little Lies‘, estão adaptando o romance e vão atuar como produtores executivos, ao lado de Gyllenhaal.
Na trama, dois ninguéns do ensino médio tomam a decisão de invadir a última grande festa antes do novo milênio, na véspera de Ano Novo de 1999. A noite se torna ainda mais louca do que eles jamais poderiam ter sonhado quando o relógio marca meia-noite.
No Rotten Tomatoes, a produção dividiu a crítica internacional e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.60/10 baseada em 30 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“‘Y2K’ é uma boa diversão, mas fica aquém da grandeza” – Mashable.
“Não é que as duas partes do filme não combinem. É que a última hora… Simplesmente não é muito boa” – Variety.
“As referências do filme ao amanhecer do novo milênio… São absolutamente desenfreadas. Mas a falta de personagens intrigantes e o fracasso em seguir um ótimo conceito para uma história de terror deixam ‘Y2K’… Com grandes bugs de software” – The Daily Beast.
“Uma ambiciosa comédia de ficção científica que, como o boato que a impulsiona, não corresponde à própria expectativa” – THR.
“Armado com um elenco perfeito e ótimos efeitos práticos por trás da carnificina e calamidade, ‘Y2K’ é uma festa pela qual vale a pena voltar no tempo” – Bloody Disgusting.
‘O Homem Invisível’ é uma das histórias de monstros mais populares de todos os tempos e, eternizada pelas mãos de H.G. Wells, ganhou inúmeras adaptações cinematográficas que marcaram época. E, com a chegada de uma nova era de terror, histórias clássicas são mais que bem-vindas para receberem um tratamento contemporâneo ou remasterizado – ainda que boa parte delas não funcione como deveria. Felizmente, a mais recente rendição desse icônico conto do terror, chegando aos cinemas em 2020, passou longe de trazer convencionalismos do gênero às telonas e sagrou-se como uma potente e analítica história sobre o caráter vingativo e frustrado do ser humano, permeando a narrativa com importantes discussões sociais.
O filme, dirigido por Leigh Whannell, tempera as conhecidas investidas dessa história com uma roupagem sci-fi de tirar o fôlego e que nos deixa com os nervos altíssimos do começo ao fim. A trama é centrada em Cecilia (Elisabeth Moss), uma mulher que está presa em um relacionamento extremamente tóxico com um gênio da tecnologia óptica, Adrian (Oliver Jackson-Cohen), e que, em um ímpeto para se libertar dos constantes abusos físicos e psicológicos que sofre, acredita ter se livrado dele. Algumas semanas depois, ela recebe a notícia de que Adrian se matou e deixou milhões de dólares em testamento para Cecilia – mas as coisas não parecem certas quando eventos sobrenaturais começam a assombrá-la.
A verdade é que Cecilia acredita ferozmente que Adrian ainda está vivo e que, de alguma maneira, a está atormentando como uma compulsiva e predatória vingança. A protagonista sente que ele criou uma forma de se tornar invisível para torturá-la em uma histeria constante que, em pouco tempo, a levaria a uma total insanidade. E, como vemos com o desenrolar da narrativa, Adrian de fato utilizou seu poderoso conhecimento científico para criar um traje óptico que o fundiria a qualquer ambiente, transformando-o em um homem capaz de sumir à plena vista. Porém, cansada de se ver submetida aos prazeres sádicos de um monstro psicótico, ela luta com todas as forças que lhe restam para por um fim nesse reino de terror.
A condução de Whannell transmuta essa obra-prima do suspense e do terror em muito mais que uma remodelagem de um dos maiores ícones da sétima arte. Ao ficar responsável pelo roteiro, o realizador tem espaço o suficiente para usar os tropos do gênero e rearquitetá-los em uma exploração da psique humana e de relações destrutivas que acontecem mesmo nos dias de hoje. Delineando uma trama que mergulha em temas como feminicídio e denuncia os abusos domésticos sofridos pelas mulheres, além de ramificar-se para incursões sobre gaslighting e manipulação, e de que forma isso culmina na gradativa desestabilização mental de uma vítima das circunstâncias erradas.
Para garantir que isso funcione, o cineasta se vê rodeado de possibilidades diversas, escolhendo um caminho muito bem demarcado e esquadrinhado ao trazer elementos do horror psicológico e da ficção científica para uma atmosfera de pura e angustiante sinestesia cênica. Unindo-se à impecável fotografia de Stefan Duscio, acompanhamos a montanha-russa emocional de Cecilia, crédula de que se livrara das amarras da toxicidade e acompanhada de uma melancolia agonizante, e arrastada para um vórtice asfixiante e claustrofóbico, se torna alvo de uma realidade da qual não pode escapar – e nem ao menos enxergar. E, como a cereja do bolo, temos uma tétrica trilha sonora pincelada com comprometimento apaixonante pelas mãos de Benjamin Wallfisch.
Nada disso seria possível sem atuações magníficas, guiadas pela sempre incrível Elisabeth Moss. A atriz, que já havia nos conquistado com um trabalho admirável na série ‘The Handmaid’s Tale’, sabe muito bem como transmitir pânico e medo através de uma performance pautada na sutileza e no domínio cênico, dançando com seus colegas em uma narrativa visceral e crua. Moss divide os holofotes com Jackson-Cohen, que se metamorfoseia em um assassino sem coração e que fará de tudo para garantir a decadência iminente de sua ex-namorada. A presença de Aldis Hodge, Storm Reid e Harriet Dyer trazem ainda mais camadas para um projeto ambicioso e cujas engrenagens se encaixam com facilidade envolvente.
Completando meia década desde seu lançamento oficial nos cinemas, ‘O Homem Invisível’ encontra sucesso absoluto ao mostrar que o terror ainda pode ser explorado de maneiras diferentes, com investidas que sabem o que querem dizer e cumprem essa missão com desenlace aprazível. E é claro, é sempre bom resgatar histórias clássicas e atemporais que caem nas mãos certas para serem reintroduzidas a uma nova geração.
Os Grammy Awards se configuram, até hoje, como a maior premiação da música – e, apesar das várias controvérsias ao longo dos anos, o gramofone dourado ainda é cobiçado por qualquer artista que se lance no cenário fonográfico.
E, com o período de elegibilidade à próxima edição tendo finalizado nas últimas semanas, é costume dos fãs imaginar quem conquistará o maior número de indicações – com os nomes mais populares da vez emergindo nas figuras de Lady Gaga, Sabrina Carpenter, Bad Bunny, Kendrick Lamar e outros.
Pensando nisso, preparamos uma lista com nossas previsões de quem serão os artistas nomeados às principais categorias do Grammy 2026: Álbum do Ano, Música do Ano, Gravação do Ano e Artista Revelação.
A estatueta mais cobiçada do Grammy é, sem sombra de dúvida, a de Álbum do Ano – e, para a edição de 2026, três nomes despontam como favoritos e merecedores de levar o prestigiado gramofone dourado para casa: Lady Gaga, Kendrick Lamar e Bad Bunny. Donos não apenas dos melhores álbuns a serem cogitados para a premiação, mas de um sucesso comercial inegável, cada um trouxe sua própria identidade a produções incríveis e que merecem nosso reconhecimento.
Ao que tudo indica, a disputa principal está entre ‘MAYHEM’, de Gaga, e ‘GNX’, de Lamar – ambos aclamados pela crítica e pelo público. Gaga já foi indicada quatro vezes ao prêmio, sendo o mais recente o dueto ‘Love for Sale’, ao lado do saudoso Tony Bennett; Lamar, por sua vez, também foi indicado quatro vezes e, no ano passado, faturou as estatuetas de Gravação do Ano e Música do Ano. Porém, nenhum dos dois foi condecorado com Álbum do Ano (e não me surpreenderia caso a Academia continuasse a seguir os passos de sua “reparação” com artistas subestimados). Porém, Bad Bunny, com ‘Debí Tirar Más Fotos’, pode ser o azarão da temporada e faturar o prêmio máximo da noite.
Outros nomes quase certos a aparecerem incluem Sabrina Carpenter com ‘Man’s Best Friend’, The Weeknd com ‘Hurry Up Tomorrow’ (que deve ser indicado após fazer pazes com os membros da Academia Fonográfica), Elton John e Brandi Carlile com o álbum colaborativo ‘Who Believes in Angels?’, Tate McRae com o bem-sucedido ‘So Close to What e Coldplay com ‘Moon Music’. Todavia, o sucesso inesperado da trilha sonora da animação ‘Guerreiras do K-Pop’, que se tornou um fenômeno ao redor do mundo, pode faturar uma das vagas na categoria (um tiro no escuro, mas eventualmente passível de se concretizar).
Como é de conhecimento geral, é provável que os artistas indicados a Álbum do Ano faturem indicações nas outras categorias principais. Após conquistar uma indicação a Música do Ano por “Die With a Smile”, Gaga pode aparecer novamente em Gravação do Ano com “Abracadabra”, segundo single do álbum ‘MAYHEM’ e uma das músicas mais populares de 2025. Porém, ela não está sozinha na disputa – e concorre com “APT.”, de Rosé e Bruno Mars, “Luther”, de Kendrick Lamar e SZA, e “Manchild”, de Sabrina Carpenter. Lamar, inclusive, tem um ótimo histórico na categoria e é um dos favoritos a levar o gramofone para casa.
Bad Bunny, Chappell Roan, Alex Warren e Elton Johne Brandi Carlile são outros nomes de alto potencial para aparecer na lista de indicados – mas Billie Eilish e Doechii podem ser selecionadas como surpresas muito bem-vindas à categoria.
POSSÍVEIS APARIÇÕES The Subway, Chappell Roan Wildflower, Billie Eilish What Was That, Lorde
Enquanto Gravação do Ano engloba o artista em si e a produção de determinada faixa, Música do Ano condecora as melhores composições. Dentre as belíssimas canções que dominaram as playlists e as paradas ao redor do mundo, algumas parecem ter sido feitas para englobar essa próxima categoria – como é o caso de boa parte mencionada na categoria acima.
Dessa maneira, não se surpreenda ao ver Lady Gaga com “Abracadabra”, Kendrick Lamar e SZA com “Luther”, Sabrina Carpenter com “Manchild” e outros repetirem o provável feito de Gravação do Ano – o que já é costume dentro da premiação. Talvez uma das principais diferenças seja a possível aparição de Doechii, que faturou o Grammy este ano de Melhor Álbum Rap por ‘Alligator Bites Never Heal’, e dominou as paradas ao redor do mundo com a faixa “Anxiety” (um sucesso não apenas dos charts oficiais mas de inúmeras plataformas ao redor do planeta).
A categoria de Artista Revelação sempre é uma das mais complicadas de se prever – afinal, novos talentos surgem a todo momento no cenário da música e podem fazer um sucesso crítico e comercial inesperado. E, ao que tudo indica, a lista mencionada acima é a mais provável de aparecer – com destaque à provável vitória de Alex Warren. Dono do hit“Ordinary”, lead single do álbum ‘You’ll Be Alright, Kid’, o cantor e compositor quebrou recordes ao redor do mundo e inclusive tornou-se o artista com a música de maior tempo no chart oficial do Reino Unido da década – sagrando-o frontrunner da estatueta e com chances de torná-lo o primeiro musicista masculino a conquistar o prêmio em quase uma década.
Warren é acompanhado de nomes de peso que vem ganhando notoriedade na indústria da música, incluindo Lola Young, que se transformou em um fenômeno com a canção “Messy”; Addison Rae, que pouco a pouco ganhou seu espaço no show business; Sombr, que foi um dos vencedores da última edição do Video Music Awards; e ROSÉ, cuja carreira em contínua ascensão rendeu a aclamada colaboração “APT.”, ao lado de Bruno Mars.
E você? Quem acha que será indicado ao Grammy 2026?
A aclamada cantora e compositora Lana Del Reylançou recentemente a canção “White Feather Hawk Tail Deer Hunter”, faixa que estará presente em seu aguardado décimo álbum de estúdio, ‘Stove’.
Previamente intitulado ‘The Right Person Will Stay’, o compilado de originais ainda não tem data de estreia definida e conta com os singles“Henry, Come On” e “Bluebird”.
O álbum será lançado pela Interscope/Polydor Records e contará com treze faixas inéditas – com produção de Antonoff, Zachary Dawes, Luke Laird e Erickson.
Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack Antonoff e Max Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012. Em 2019, entregou seu melhor trabalho até então, ‘Norman Fucking Rockwell!’, sagrando-a como uma das melhores liricistas do século.
Del Rey já conquistou onze indicações ao Grammy, mas infelizmente nunca levou o gramofone dourado para casa.
Faltando pouco para a estreia de ‘Vingadores:Ultimato’, uma variedade de colecionáveis vem sendo anunciada. A empresa japonesa SH Figuarts liberou imagens oficiais de algumas figuras de ação de personagens do filme: Capitão América, Homem de Ferro, Homem-Formiga, Viúva Negra, Ronin, Máquina de Combate e, claro, o vilão-mor Thanos.
A adaptação de ‘Dolittle‘, estrelada por Robert Downey Jr. já se tornou a primeira bomba entre os filmes de 2020 e pode gerar um prejuízo de pelo US$ 100 milhões à Universal Pictures.
Um dos motivos pelo filme ter sido massacrado pelas críticas é o final nojento da trama, quando Dolittle encontra um dragão raivoso e tenta acalmá-lo.
Acontece que a criatura estava furiosa por conta de diversos objetos presos em seu ânus, até que Dolittle começa a removê-los de dentro do monstro.
Dessa forma, o protagonista consegue amenizar a agonia do ‘novo amigo’, fazendo-o se acalmar.
No entanto, a cena que deveria ser cômica e descontraída acabou se tornando um momento bizarro e nojento, o que vem desagradando o público e a crítica especializada.
Lembrando que a Universal Pictures investiu US$175 milhões na iteração – isso sem incluir os materiais promocionais e a campanha de marketing. ‘Dolittle’ abriu recentemente com US$30 milhões na América Norte e meros US$50 milhões no restante do mundo.
Até o momento, o longa registra apenas US$ 59 milhões pelo mundo e precisa faturar pelo menos US$ 350 milhões para cobrir seus gastos.
Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Wild Rose) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas.
O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett de Dunkirk) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.
De acordo com o Deadline, o diretor Cary Fukunaga (‘007 – Sem Tempo Para Morrer’) foi contratado pela Apple TV+ para dirigir os três primeiros episódios de ‘Masters of the Air‘, uma série ambientada durante a 2ª Guerra Mundial.
Para quem não sabe, o trio já se reuniu em 2000 e 2010 para a criação de ‘Band of Brothers’ e ‘The Pacific‘, e a trama de ‘Masters of the Air‘ servirá como sequência das aclamadas produções.
Descrita como uma história profunda e pessoal, a minissérie vai acompanhar a rotina dos pilotos bombardeiros americanos e britânicos que juntaram esforços para acabar com as investidas do exército nazista pela Europa.
Baseada no romance de Donald L. Miller, a produção terá dez episódios e será rodada a partir de março de 2021, ainda sem previsão de estreia.
Lembrando que o próximo trabalho de Fukunaga nos cinemas é ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘, que tem estreia marcada para 02 de abril de 2021.
Com 163 minutos (2 horas e 43 minutos), esta a iteração mais longa de toda a franquia.
Confira os novos cartazes individuais:
Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.
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