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‘The 100’: Confira a nova abertura da 6ª temporada!

A 6ª temporada de ‘The 100‘ ganhou uma nova abertura.

Confira:

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

A sexta temporada irá estrear no dia 30 de abril.

Dilili em Paris

(Dilili à Paris)

 

Elenco:

Prunelle Charles-Ambron

Enzo Ratsito

Natalie Dessay

 

Direção: Michel Ocelot

Gênero: Animação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ 7.7 milhões

Estreia: 02 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Com a ajuda de seu amigo entregador, Dilili, uma jovem Kanak, investiga uma série de misteriosos sequestros de jovens meninas que assolam a Paris da Belle Époque. Durante a investigação, ela encontra uma série de personagens extraordinários, cada um deles fornece pistas que a ajudarão em sua busca.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Michel Ocelot também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Brooklyn Nine-Nine’: Atriz critica falta de representatividade do remake canadense da série

Muitos não faziam ideia, mas ‘Brooklyn Nine-Nine‘ ganhará um remake canadense intitulado ‘Escouade 99‘. Depois do trailer da nova versão ter sido lançada, Melissa Fumero, que interpreta a Amy Santiago na série original, criticou a falta de representatividade da produção, que escolheu atrizes brancas para interpretarem personagens que eram originalmente latinas.

“É como olhar através de uma outra dimensão. Depois de ter assistido o trailer… estou repentinamente curiosa sobre a população latina no Quebec. Apesar de eu entender que a população latina no Quebec é muito pequena (e quantos deles são atores engraçados?), os papéis da Amy e da Rosa poderiam ter sido interpretados por qualquer outra minoria, então é decepcionante ver essa oportunidade ter sido perdida.”

A atriz também fez questão de destacar que não estava repreendendo as atrizes escolhidas para a produção, afirmando ter sido uma decisão dos criadores da série. Além disso, Fumero também criticou a forma sexualizada que sua personagem foi retratada no remake: “A Amy não é sexy de PROPÓSITO. Isso me deixou chateada também.”

Confira o trailer do remake:

A nova versão irá estrear no dia 17 de setembro.

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

‘The Bold Type’: Última temporada ganha trailer COMPLETO; Assista!

O canal Freeform divulgou o trailer completo da 5ª (e última) temporada de ‘The Bold Type‘.

Confira:

O ciclo final da produção irá estrear no dia 26 de maio.

A última temporada mostrará Jane, Kat e Sutton “em busca de definir quem elas realmente são e qual o melhor caminho para deixar suas marcas no mundo”. O futuro delas é brilhante, e o amor e apoio uma pela outra nunca irá mudar.

Criada por Sarah Watson, a série é baseada na vida da editora da revista Cosmopolitan, Joanna Coles.

Uma estagiária sonhadora que acaba de ser promovida dentro da Scarlet Magazine (uma “substituta” para a Cosmopolitan no mundo fictício da série). A série irá mostrar a relação de Jane e de vários outros funcionários com a editora-chefe.

O elenco conta com Katie Stevens, Aisha Dee, Meghann Fahy e Nikohl Boosheri.

‘SING 2’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Apesar de já ter sido lançada em VOD no território norte-americano, a sequência ‘SING 2‘ continua fazendo sucesso nos cinemas, onde já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou sólidos US$ 109 milhões – o que representa a MAIOR arrecadação doméstica de uma animação desde o início da pandemia. No mercado internacional, foram US$ 81.8 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 190.8 milhões mundialmente.

Escrito e dirigido por Garth Jennings, o longa é uma sequência do sucesso ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta‘.

O novo capítulo da franquia animada da Illumination retorna com grandes sonhos e canções de sucesso espetaculares, enquanto o coala Buster Moon e seu elenco de estrelas se preparam para lançar sua performance de palco mais deslumbrante até então… na radiante capital mundial do entretenimento. Há apenas um obstáculo: eles primeiro precisam convencer o astro do rock mais recluso do mundo – interpretado na versão original pelo lendário ícone da música, Bono, em sua estreia no cinema de animação – a se juntar a eles.

A dublagem brasileira contará com as vozes de Sandy, Fiuk, Sandy, Wanessa Camargo, Any Gabrielly, Lexa, Fábio Jr. e Paulo Ricardo.

Reboot de ‘Hellraiser’ ganha trailer BRUTAL e SANGRENTO; Confira legendado!

O reboot de ‘Hellraiser‘, que trará a atriz Jamie Clayton (‘Sense8’) como o novo Pinhead, ganhou o primeiro trailer legendado.

Confira:

O terror será lançado no Hulu no dia 7 de outubro. No Brasil, estará disponível no Star+, mas ainda não possui previsão de estreia.

David Bruckner (‘O Ritual’) é responsável pela direção.

Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.

Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.

O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).

O roteiro foi escrito por Ben Collins e Luke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

‘Os Simpsons’: 35ª temporada ganha data de estreia na FOX

A FOX finalmente anunciou quando a 35ª temporada de ‘Os Simpsons‘ será lançada.

O próximo ciclo está programado para estrear no dia 1º de outubro.

Vale lembrar que, anteriormente, a emissora havia renovado a animação para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, 2025.

Além disso, novas temporadas de ‘Bob’s Burgers‘ e ‘Family Guy‘ (conhecida como Uma Família da Pesada, no Brasil) também foram confirmadas.

No Brasil, as primeiras 33 temporadas de ‘Os Simpsons‘ já estão disponíveis no serviço de streaming do Star+.

Criada por James L. Brooks, Matt Groening e Sam Simon, ‘Os Simpsons‘ é a série de comédia e animada de maior longetividade da história da televisão americana.

A trama segue as aventuras satíricas de uma família da classe trabalhadora na cidade desajustada de Springfield.

A produção conta com as vozes de Dan Castellaneta, Nancy Cartwright, Harry Shearer, Julie Kavner, Yeardley Smith, Hank Azaria e Pamela Hayden.

‘Os Observadores’, terror dirigido pela filha de M. Night Shyamalan, tem estreia ADIANTADA em uma semana

Surpresa! O estúdio reverteu o adiamento do lançamento de ‘Os Observadores‘ (The Watchers), terror dirigido por Ishana Night Shyamalan – filha do aclamado cineasta M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’).

O longa, que havia sido adiado para 14 de junho, retorna para sua data de estreia original: 7 de junho.

A trama conta a história de Mina, artista de 28 anos, que se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Além de marcar sua estreia diretorial, Ishana Night Shyamalan também assina o roteiro – que é baseado no romance homônimo de A.M. Shine.

O elenco conta com Dakota Fanning, Georgina Campbell, Oliver Finnegan e Olwen Fouéré.

‘O Macaco’ causa mortes VIOLENTAS no trailer da adaptação de Stephen King; Confira!

O terror ‘O Macaco‘, baseado no conto homônimo de Stephen King, ganhou um novo trailer para maiores.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de fevereiro.

Escrito e dirigido por Osgood Perkins (‘Longlegs – Vínculo Mortal’), o longa contará com a produção de James Wan (‘Invocação do Mal’).

“Na trama, quando os irmãos gêmeos Hal e Bill descobrem o antigo brinquedo de macaco de seu pai no sótão, uma série de mortes horríveis começa a ocorrer ao seu redor. Os irmãos decidem se livrar do macaco e seguir com suas vidas, se afastando ao longo dos anos. No entanto, quando as misteriosas mortes começam novamente, os irmãos precisam se reunir para encontrar uma maneira de destruir o macaco de uma vez por todas antes que ele tire a vida de todos os que estão próximos a eles”. 

O elenco inclui Theo James, Tatiana Maslany, Elijah Wood, Christian Convery, Colin O’Brien, Rohan Campbell e Sarah Levy.

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Confira o trailer DUBLADO de ‘O Elixir’, novo terror de ZUMBIS da Netflix

Netflix divulgou o trailer completo do terror indonésio ‘The Elixir‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de outubro.

O filme é dirigido por Kimo Stamboel, que também assina o roteiro ao lado de Agasyah KarimKhalid Kashogi.

Na trama…

Um elixir desperta os mortos-vivos em uma vila. Em meio ao terror, uma família em conflito precisa se unir e lutar para sobreviver enquanto a cidade entra em colapso.

Mikha Tambayong, Eva Celia, Marthino Lio, Dimas Anggara, ⁠Varen Arianda Calief, ⁠⁠Ardit Erwandha e Claresta Taufan estrelam.

Diretor de ‘A Morte do Demônio: Em Chamas’ quer comandar versão SOMBRIA de ‘O Máskara’

Durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit, o diretor Sébastien Vaniček (‘A Morte do Demônio: Em Chamas’) revelou que adoraria comandar uma versão sombria do clássico ‘O Máskara‘.

Baseada nos quadrinhos da Dark Horse Comics, a adaptação estrelada por Jim Carrey apostou em um tom cômico e cartunesco – diferenciando-se do seu material de origem.

“Eu adoraria comandar um filme do Máskara, mas gostaria de criar algo mais próximo dos quadrinhos. [O material de origem] é muito, muito violento e sombrio,” declarou o cineasta francês.

Vale lembrar que o longa de 1994 foi originalmente desenvolvido como um filme terror. O diretor Chuck Russell até chegou a comentar o motivo da mudança no tom da produção: “[‘O Máskara’] foi um ótimo exemplo de que é preciso lutar pela sua visão. O projeto passou de um filme de terror para uma comédia. Originalmente, ele havia sido concebido como um filme de terror. Foi uma verdadeira batalha. A New Line queria um novo tipo de filme do Freddy. […] Eles refizeram as HQs para ficarem mais parecidas com o meu filme, mas as originais eram muito legais, sombrias e assustadoras. Só que eu sabia que, como filme, ele lembraria muito o Freddy Krueger.”

Anteriormente, Jim Carrey havia revelado condição para retornar para uma sequência: “Ah, meu Deus, sabe, tem que ser a ideia certa. Se alguém tivesse a ideia certa, eu acho… Não é realmente sobre o dinheiro. Eu faço piada sobre o dinheiro… Mas nunca se sabe. Não dá para ser definitivo sobre essas coisas. Eu disse que gostaria de me aposentar, mas acho que estava falando mais sobre descansar. Porque assim que uma boa ideia surge, ou um grupo de pessoas com quem você realmente gostou de trabalhar, as coisas mudam”.

O Máskara‘ foi um grande sucesso de bilheteira, arrecadando US$ 351 milhões em todo o mundo, a partir de um orçamento modesto de US$ 23 milhões.

A trama acompanha Stanley Ipkiss, um homem bom e introvertido que trabalha em um banco, mas não tem sucesso no amor nem nas interações sociais. Quando encontra uma estranha máscara de Loki, um deus escandinavo, ele se transforma em O Máskara, um ser de rosto verde com coragem para fazer coisas ousadas e irreverentes que Stanley teme, incluindo flertar com Tina Carlyle, a sensual cantora do Coco Bongo, a discoteca mais badalada da cidade.

O Máskara’ está disponível no serviço de streaming da HBO Max.

‘Rememory’: Trailer do último filme estrelado por Anton Yelchin

O últimos filme estrelado por Anton Yelchin, intitulado ‘Rememory’, ganhou seu trailer.

Confira:

O thriller de ficção científica acompanha Peter Dinklage em uma corrida contra o tempo para descobrir o assassinato de um famoso inventor, que desenvolveu uma tecnologia que permite extrair memórias das pessoas ao ponto de testemu-las novamente.

No entanto, a ferramenta gera efeitos colaterais nocivos, como alucinações, que podem acabar comprometendo a solução do caso.

Rememory’ estreia em 24 de agosto, primeiramente na plataforma Google Play.

‘Pantera Negra’: Trailer de fã traz história pela ótica de Killmonger; Assista!

O grandioso sucesso de bilheterias, ‘Pantera Negra’, ganhou um novo trailer feito por m fã, que traz toda a narrativa contada pela ótica do vilão Killmonger.

Confira:

‘Pantera Negra’ é o grande vencedor do MTV Movie & TV Awards 2018

Vale lembrar que Pantera Negra também se tornou o filme mais comentado da história do Twitter, com mais de 35 milhões.

As hashtags mais usadas em relação ao filme foram #WakandaForever, #BlackPanther e #Wakanda. Já o tweet mais repostado sobre o filme é aquele publicado pelo rapper Kendrick Lamar anunciando a trilha sonora:

Recentemente, Kevin Feige e Ryan Coogler oficializaram uma sequência.

‘Fresh Off the Boat’: Constance Wu se diz “triste” com a renovação da série e viraliza no Twitter

Normalmente, a notícia da renovação de uma série de TV é vista como muito alegria para os membros de seu elenco. Em alguns casos, quando a produção acaba sendo cancelada, encontrar uma nova casa para ela se torna a missão tanto dos fãs, como dos protagonistas. É o que aconteceu com séries como ‘Brooklyn Nine-Nine‘ e ‘Lucifer‘, que conseguiram uma nova chance em outra emissora/plataforma.

Mas, para a atriz Constance Wu, a notícia de que sua popular série de comédia, ‘Fresh Off The Boat’, estaria sendo renovada para a 6ª temporada trouxe mais desgosto que alegria. E um súbito de franqueza, a protagonista foi ao Twitter compartilhar seu sentimento, mediante as novidades.

Em seu primeiro post, ela escreveu:

“Estou tão triste agora que estou literalmente chorando. C******”.

Em seguida, a atriz novamente reclamou, mas recebeu os parabéns de um fã pelas novidades. Mas ao invés de agradecer, ela deixou bem claro que aquilo não era uma boa notícia:

“Put* inferno”.

“Parabéns pela renovação! Ótimas notícias”.

“Não é não”.

 

Rapidamente os comentários bem honestos da atriz se transformaram em um frenesi no Twitter, fazendo com que Wu fosse para a lista de Trending Topics do Twitter. Ao perceber a confusão que ela havia criado e a saia justa em que se envolveu com a emissora ABC (pertencente à Disney), ela tentou fazer uma mea culpa, por meio de mais uma publicação.

Confira:

“Os tweets de hoje estavam no pico de um dia difícil e foram um período ruim com as notícias sobre a série. Por favor, saiba que eu sou muito grata pela renovação de FOTB. Eu amor o elenco e a equipe de apoio. Tenho muito orgulho por fazer parte disso. Obrigado pelo apoio de todos os fãs e também por todo apoio ao meu uso casual da palavra C********”.

 

A história de ‘Fresh Off The Boat‘ se passa nos anos 90, quando o garoto Eddie está crescendo no subúrbio de Orlando, criado pelo seu pai, um imigrante obcecado pelo modo de vida americano, e pela sua mãe, uma imigrante perplexa pela cultura do país. Enquanto gerenciam uma unidade da rede All-American Steakhouse, essa família de descendentes de taiwaneses tenta viver o sonho americano, mantendo a sua identidade cultural e senso de família.

Ray Wise, Chelsey Crisp, Randall Park, Hudson Yang, Forrest Wheeler e Lucille Soong também estrelam.

 

‘Avatar 2’ vai explorar novas regiões de Pandora, afirma produtor

A sequência ‘Avatar 2‘ promete levar os fãs em uma jornada de escape, explorando novas regiões do universo de Pandora. A informação foi revelada pelo produtor do longa, Jon Landau.

Durante uma entrevista ao RNZ, Landau deu novos detalhes sobre o segundo e aguardado capítulo da saga, afirmando que o longa terá muitas cenas aquáticas, explorando também o cenário familiar de Sully:

“Essa é a história da família Sully e sobre o que uma pessoa precisa fazer para mantê-la unida. Jake e Neytiri terão uma família nesse filme, serão forçados a deixar sua casa e agora irão explorar as diferentes regiões de Pandora e isso inclui passar muito tempo sobre a água, em volta dela e dentro dela. E eu penso, porque as pessoas recorrem ao entretenimento hoje, mais do que nunca? Eu creio que seja para escapar, escapar do mundo onde se encontram, para escapar das pressões com as quais lidam em suas vidas”.

Recentemente, Landau também havia revelado que as gravações da sequência serão retomadas em breve. O anúncio foi feito em sua conta oficial do Instagram.

Na publicação, ele ainda mostrou uma nova imagem dos bastidores do set de filmagens, revelando que: “os sets de Avatar estão prontos e nós não poderíamos estar mais animados por poder voltar à Nova Zelândia na semana seguinte”.

Confira:

Vale lembrar que o governo do país havia anunciado previamente que – gradativamente – as filmagens de projetos cinematográficos poderiam ser retomadas. A expectativa é de que o mesmo se repita com a produção da série ‘O Senhor dos Anéis‘.

Sobre a franquia Avatar

As continuações terão um orçamento combinado de nada menos que US$1 bilhão – o que é de se esperar, levando em conta a quantidade de pós-produção necessária para trazer o mundo de Pandora à vida e o fato do diretor James Cameron estar trabalhando em uma nova tecnologia de projeção 3D que não precisará de óculos.

Vale lembrar que o filme original teve budget de US$237 milhões.

Em uma palestra na Society of Motion Picture and Television Engineers, Cameron já havia adiantado que usará uma tecnologia nova para o 3D:

“Quero fazer eles comprarem essa ideia. Gosto do 3D, mas precisamos melhorá-lo com projeções mais brilhantes. E eu quero lançar meus próximos filmes com a tecnologia que não precisa de óculos para que a imagem se torne 3D. Estamos chegando lá”, afirmou.

Em entrevista ao Digital Spy, ele revelou que criou uma “tecnologia tão avançada que ninguém poderia imaginar nos dias de hoje”.

“Temos os melhores artistas e técnicos do mundo para criar um filme tão rico visualmente que vai chocar a todos. Vamos surpreender com um filme inovador em todos os sentidos”, afirmou.

Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Viena, na Áustria, desenvolveram recentemente uma tecnologia com imagens 3D de alta definição que podem ser assistidas por centenas de pessoas, ao mesmo tempo, sem a necessidade de nenhum tipo de óculos.

Questionado sobre demora para o lançamento dos filmes, ele argumentou que grande parte da dificuldade foi realizar os processos digitais, que serão muito mais complexos do que um simples CGI.

“As pessoas realmente não entendem o planejamento e a complexidade desse processo. É como fazer dois filmes e meio de animação. Um grande filme de animação leva cerca de quatro anos para ser produzido… É como fazer um filme live action e outro usando apenas animação, é muito trabalhoso. Mas, se você fizer as contas, estamos dentro do cronograma previsto para dezembro de 2021.”

Avatar 2‘ estreia em 16 de dezembro de 2021.

Confira as primeiras imagens:

‘Chapelwaite’: Manifestações sinistras no novo teaser da série baseada na obra de Stephen King

A série de terror ‘Chapelwaite‘, baseada no conto ‘Jerusalem’s Lot‘ – de Stephen King – ganhou o seu primeiro e intenso teaser oficial.

No curto vídeo promocional, manifestações sinistras começam a rondar a mansão Chapelwaite, gerando uma sombria e horripilante atmosfera.

Confira, com as imagens:

Ainda sem data anunciada, a série irá estrear em agosto no EPIX.

Adrien Brody (‘Predadores’) estrelará como o Capitão Charles Boone. Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) interpretará uma personagem original, Rebecca Morgan.

A trama se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone, que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.

Peter Filardi e Jason Filardi serão os showrunners.

O conto ‘Jerusalem’s Lot‘ foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de prequel da clássica obra vampiresca.

‘June e John’: Novo romance de Luc Besson ganha cartaz e data de estreia no Brasil

O novo romance do aclamado cineasta Luc Besson, intitulado ‘June e John‘, ganhou seu cartaz nacional e data de estreia no Brasil. A produção chega aos cinemas em 24 de abril.

Confira o pôster:

Na trama, John é um homem comum cuja vida é marcada pela monotonia. Tudo muda quando ele conhece June, uma mulher enigmática que rouba sua atenção. Fascinado por ela, ele se vê imerso em um romance intenso, que o arrasta para uma jornada imprevisível, repleta de reviravoltas e surpresas. A cada dia, ele se vê diante de novas situações e desafios e começa a descobrir um lado de si mesmo que jamais imaginou existir.

June e John‘ foi aclamado em diversos festivais internacionais, inclusive em sua exibição no Festival de Berlim 2025.

Matilda Price e Luke Stanton Eddy estrelam o longa, a partir de um roteiro assinado por por Besson.

Ryan Shoos, Dean Testerman e Sherry Mattson completam o elenco.

Besson é conhecido pelo clássico de ação ‘O Profissional‘ (1994), estrelado por Jean Reno, Natalie Portman e Gary Oldman.

June e John‘ conta com distribuição da Diamond Films.

‘Shazam!’ ganha data de estreia; CONFIRA!

O diretor David F. Sandberg (Annabelle 2: A Criação do Mal) revelou a data de lançamento de Shazam!’. 

O filme chega as telonas em abril de 2019, segundo o site HH:

“Abril de 2019. Demora bastante para criar os efeitos especiais em filmes desse tamanho”.

O projeto será roteirizado por Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

O longa terá produção de Johnson e Hiram Garcia – a dupla já trabalhou junta em ‘Viagem 2: A Ilha Misateriosa‘ e ‘Hércules‘.

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‘Liga da Justiça’: Figurinista explica o motivo de Superman não ter aparecido com traje preto

O Superman não usou seu famoso traje preto dos quadrinhos em Liga da Justiça, porém uma cena deletada mostrou que o traje estava de fato no filme.

Agora, em entrevista ao Digital Spy, o figurinista Michael Wilkinson explicou que eles realmente pensaram em mostrá-lo com o traje preto, mas que a ideia acabou sendo descartada ainda na pré-produção.

“Com certeza, o traje preto é algo que nos fascinou como cineastas desde o começo. Quando estávamos desenvolvendo ‘Liga da Justiça’, parecia uma escolha lógica mostra-lo com esta roupa quando ele ressuscitasse. Zack é extremamente respeitoso e apaixonado pela representação do Superman nos quadrinhos e tradicionalmente quando ele é ressuscitado, está de traje preto.

No entanto, como o tom do longa se desenvolveu quando estávamos na pré-produção, sentimos que o clássico traje vermelho e azul parecia mais apropriado para nossa história e nosso roteiro. Precisávamos de uma imagem positiva e otimista do Superman, uma ideia de esperança e de que o mundo poderia mesmo ser salvo era importante, então escolhemos esta direção para o filme”

Recentemente, Zack Snyder confirmou uma teoria bastante interessante envolvendo o Superman, unindo Homem de Açocom ‘Liga da Justiça, que já estava sendo especulada pelos fãs após a liberação da cena deletada em que mostra o traje negro do herói.

Na cena em questão, Clark caminha pelos corredores da nave de Krypton, onde encontra o traje negro, mas acaba optando por usar o azul e vermelho. Um fã perguntou a Snyder se teria alguma ligação com uma fala de Homem de Aço’:

“Todas essas mudanças pelas quais você está passando, um dia, você pensará nelas como uma bênção. E quando este dia chegar, você terá que fazer uma escolha: se manter orgulhoso na frente da humanidade ou não.”.

Para o fã, a escolha pelo traje azul e vermelho ao invés de usar o traje preto mostra que o herói seguiu esse orgulho. Snyder respondeu:

“Penso que é bem isso que você disse e que, agora, de certo modo, ele nasceu duas vezes: Uma em Krypton e outra na Terra. E é esta realidade que ele agora percebe enquanto caminha pela nave”

Assista a cena deletada:

O Digital Spy divulgou um vídeo mostrando como foi a confecção do figurino dos heróis em Liga da Justiça’, nele podemos ver o uniforme preto do Superman. Confira:

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‘A Pequena Sereia’: Zendaya é a favorita da Disney para viver a Ariel no live-action

Após o sucesso colossal de A Bela e a Fera, a Disney está investindo pesados em novos live-actions de suas animações clássicas, como é o caso de A Pequena Sereiaque, segundo o site Omega Underground, a produtora estaria interessada em reunir um time de ganhadores de Oscars para comandar o projeto.

Agora, de acordo com um rumor publicado pelo The Hashtag Show, a Disney tem a atriz Zendaya (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’) como uma das favoritas para interpretar Ariel no live-action. O site destaca que o papel foi oferecido para a atriz, que ainda não respondeu.

A equipe contaria com Alan Menken Lin-Manuel Miranda nas canções do filme, Dion Beebe, diretor de fotografia que levou o Oscar por Memórias de uma Gueixa e foi indicado porChicago, John Myhre, vencedor de 2 Oscars, Colleen Atwood, figurinista vencedora de 4 Oscars (por Animais Fantásticos e Onde Habitam, Alice no País das Maravilhas,Memórias de Uma Gueixa e Chicago).

Além de Rob Marshall, diretor indicado ao Oscar por Chicago, ser o preferido da Disney para assumir a direção do live-action, como informou o Deadline.

A escolha faz sentido, já que Marshall não é estranho ao estúdio. Em 2011, o diretor esteve à frente dePiratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, o quarto episódio da franquia, e ano que vem lança A Volta de Mary Poppins, que promete ser um dos maiores filmes de 2018.

A nova versão usará como base o longa animado de 1989, imortalizado pelo estúdio. Por outro lado, A Universal também produz sua própria visão da história, esta mais ousada e interessante. Sofia Coppola e Chloe Grace Moretz estiverem vinculadas ao projeto a certa altura. Pelo visto, a versão da Disney começa a tomar forma mais rápido.

A ‘Pequena Sereia’ ainda não tem data para chegar aos cinemas. Fique ligado para novar informações sobre o filme.

Deadpool & Wolverine | Como ficará a Marvel após as novas mudanças no MCU?

Nos últimos anos, a Marvel vem sofrendo para conquistar o interesse do público da mesma forma como fazia antes da pandemia. Com o encerramento da saga dos principais Vingadores originais, os fãs parecem não ter se empolgado tanto com os novos personagens introduzidos nas fases seguintes, causando uma série de longas com bilheterias e críticas bem abaixo do que havia virado padrão na década passada.

Conforme comentamos na análise do momento do estúdio, partindo da ótica do fracasso de As Marvels, um dos pontos mais complicados desse novo MCU é a falta de uma “luz no fim do túnel”. Aquele filme-evento ao fim da fase que reúne os personagens e faz o público se interessar pelos outros projetos. No entanto, segundo informações do insider Daniel Richtman, mais conhecido como DanielRPK, parece que a Disney vai aproveitar esse atraso causado pela Greve de Hollywood para realinhar a rota da Marvel nos cinemas.

Opinião | Machismo? Cansaço? O que está implícito no desinteresse em ‘As Marvels’?

Segundo ele, as reações iniciais a Capitão América: Admirável Mundo Novo, que vai trazer Sam Wilson (Anthony Mackie) como Capitão América pela primeira vez nos cinemas, foram um fracasso. E o filme é considerado de alta importância, não só por envolver um dos maiores ícones da casa, mas por estar sendo trabalhado para resgatar o universo do Hulk, cujos direitos de adaptação voltaram para a Marvel há alguns meses.

Com o filme tendo seu lançamento adiado para 2025, a produção vai poder reescrever e regravar tudo aquilo que não está funcionando em cena. Mais do que isso, há rumores de que os eventos do longa vão influenciar diretamente em outro projeto que chegará aos cinemas em 2025: Thunderbolts. Ao que parece, o novo Capitão América será uma peça-chave para um núcleo de heróis mais urbanos que talvez não influenciem tanto nos próximos filmes-eventos do estúdio, mas que certamente terão importância para resolver pontas soltas de projetos anteriores, como o próprio O Incrível Hulk (2008) e Eternos (2021). E há rumores de que a trama desses dois filmes podem preparar o terreno para o tão aguardado filme dos X-Men.

Harrison Ford estreia no MCU assumindo o papel do General Ross, anteriormente interpretado por William Hurt, que faleceu.

Falando da “luz no fim do túnel”, haverá dois filmes dos Vingadores que prometem fechar essa fase tão polêmica do estúdio, Vingadores 5 (2026) e Vingadores: Guerras Secretas (2027). E diante de tantos problemas envolvendo o ator Jonathan Majors e a falta de interesse do público nesse núcleo do Kang, parece que os executivos entenderam que a chance maior de redenção é voltando seus esforços para fazer um Guerras Secretas inquestionável.

Para isso, segundo o insider, a Marvel trabalha com quatro projetos fundamentais para construir essa trama e chamar a atenção do público: Deadpool 3 (2024), Quarteto Fantástico (2025), Shang-Chi 2 e Homem-Aranha 4. Esses dois últimos ainda não têm data de lançamento, mas Daniel afirmou que o estúdio já trabalha com uma data para o início das filmagens da segunda aventura do Mestre do Kung Fu entre 2024 e 2025. Com isso, os rumores de que o filme sairia entre os dois próximos Vingadores ganha força.

Shang-Chi ganhará uma importância ainda maior no MCU. Seus ‘Dez Anéis’ devem entrar no centro do Multiverso.

Por fim, ele afirma que o motivo da Marvel não ter adiado Deadpool 3, assim como fez com outros projetos, mantendo sua estreia para 2024, é que o estúdio entende que a trama é importantíssima para o desenrolar dessa trama de guerra no Multiverso e que confia muito no poder e carisma do Deadpool (Ryan Reynolds), e no antigo desejo do público de ver o Wolverine de Hugh Jackman no MCU para atrair os fãs.

Isso, inclusive, teria pesado muito na hora da torná-lo o único filme do Universo Cinematográfico Marvel a ser lançado nos cinemas em 2024. Eles entendem que será também uma forma de dar um “descanso” para que o público fique ansioso pelas próximas produções do estúdio que virão em 2025.

Ah, ele também afirmou que duas séries do Disney+ que fizeram bastante barulho, Cavaleiro da Lua e Mulher-Hulk, terão suas segundas temporadas confirmadas em breve, para a alegria dos fãs.

Deadpool 3’ chega em 2024 para juntar Deadpool e Wolverine em cena, algo aguardado pelos fãs há mais de uma década

Ou seja, diante das notícias trazidas pelo insider, dá para perceber que a Marvel mudou sua estratégia nessa fase. Em vez de apostar nos novos personagens, trazendo tramas aparentemente desconexas, a Marvel vai voltar a usar o método que fez sucesso nas Fases 2 e 3, que é se apoiar na imagem de heróis consagrados para despertar o interesse do público até o grande filme-evento que irá encerrar a Fase 5.

Deadpool & Wolverine é o filme que promete tirar a Marvel de uma onda de azar e filmes pouco queridos pelo público. E claro, ser uma das maiores bilheterias do ano e também de todo o MCU.

Depois de dois filmes espetaculares (com o segundo conseguindo ser ainda melhor), este ano teremos mais um exemplar protagonizado pelo mercenário tagarela, que elevou a carreira de Ryan Reynolds a um novo patamar. Tudo é maior e mais ambicioso nesse terceiro filme, a começar que será o primeiro debaixo dos domínios da Disney, no MCU.

Deadpool & Wolverine chega aos cinemas em 25 de julho de 2024.

Crítica | Biônicos – Um Caim e Abel Brasileiro, Feminino, Distópico e de Altíssima Qualidade

Há sentimentos inerentes em todas as espécies animais do mundo – ou, pelo menos, na maioria delas. Inveja, rivalidade, cobiça, desprezo, raiva. Esses são alguns dos sentimentos que tecem boa parte das histórias humanas, principalmente aquelas consideradas clássicas, como as da Grécia antiga ou as relatadas na Bíblia. Porque onde há seres humanos, há disputa – de qualquer tipo. Tudo isso num panorama futurístico distópico é a veia condutora de ‘Biônicos’, novo filme brasileiro da Netflix que estreou hoje na plataforma.

Maria Santos (Jéssica Córes, de ‘Cidade Invisível’) desde pequena treinara com a mãe, Helena (Érika Januza, de ‘Arcanjo Renegado’) para ser uma atleta olímpica de salto em distância, enquanto sua irmã mais nova, Gabi (Gabz, de ‘Um Ano Inesquecível: Outono’) treinava com o mesmo objetivo, com o pai. Quando a mãe das duas morre, Gabi ganha destaque, pois o pai se dedica a treinar apenas ela, que tem uma perna biônica e consegue entregar maior rendimento e melhores resultados, o que deixa Maria à sombra. Tudo isso ocorre no ano de 2035, num futuro distópico em que superatletas competem na Olimpíada Biônica, onde apenas atletas amputados que possuem membros biônicos podem competir, e esses atletas, por causa da qualidade dos resultados que entregam, estão ganhando todos os patrocínios, as atenções e os holofotes. Neste cenário, Heitor (Bruno Gagliasso, de ‘Marighella’) quer dar oportunidade às pessoas comuns de se tornarem biônicos voluntariamente, ainda que isso seja ilegal, e, para isso, precisará da ajuda de seu irmão (Klebber Toledo, de ‘Procura-se’) e de Maria para conseguir os chips que permitem esse tipo de fusão orgânica.

Escrito por Josefina Trotta ( ‘Manhãs de Setembro’) o roteiro se desenvolve em dois núcleos: o underground, que começa a história e conta sobre o grupo paralelo que quer fazer “justiça” com as próprias mãos sobre o direito de se ser biônico, e o segundo núcleo, das irmãs, em que a disputa é construída desde a primeira cena. É essa segunda parte que na verdade é o coração do enredo, que transforma Maria e Gabi em uma versão brasileira, preta e feminina de Caim e Abel. Se na Bíblia os irmãos foram expulsos do paraíso e Deus aceitou apenas o sacrifício de Abel, em ‘Biônicos’ o pai das meninas fica nesse papel de Deus, aceitando apenas o treino de uma das filhas, o que causa a inveja, o ciúmes e a cobiça da outra. Desse embate, surge todas as tomadas de decisão da protagonista, e é a parte mais bem desenvolvida do filme, pois a química (de ódio, rsrs) entre Jéssica e Gabz é palpável.

O que evidentemente chama a atenção é a quantidade e a qualidade dos efeitos visuais, construindo uma São Paulo futurista que possui outdoors em hologramas, projetados em alta definição nos prédios e interagindo entre si, além de, claro, os membros biônicos desenhados em altíssimo padrão estético, convencendo nas suas articulações visuais e sonoras. Deve ter dado um trabalhão pra fazer, mas ficou bem-feito.

O diretor Afonso Poyart (de ‘Mais Forte Que o Mundo: A História de José Aldo’) conseguiu extrair o melhor do seu elenco principal, conferindo força e profundidade principalmente às irmãs protagonistas, dando-lhes mais espaço para se desenvolverem. ‘Biônicos’ conta ainda com Miguel Falabella, Emilly Nayara, Paulo Vilhena e Christian Malheiros no elenco.

Biônicos’ não deixa em nada a desejar se comparado com produções semelhantes estrangeiras disponíveis na Netflix, e ainda traz as vantagens de ser falado na nossa língua e ter rostinhos conhecidos do público. A pouco menos de dois meses para as Olimpíadas e Paralimíadas reais, ‘Biônicos’ é produção brasileira de alta qualidade, tal qual os biônicos do próprio filme.

Chris Evans parabeniza Brie Larson por ‘Capitã Marvel’

Chris Evans, protagonista da franquia ‘Capitão América’, parabenizou Brie Larson pelo sucesso de bilheteria de Capitã Marvel, no Twitter.

Confira:

Captain America star Chris Evans congratulated Brie Larson on the box office success of Captain Marvel.

Capitã Marvel surpreendeu nos cinemas nacionais e arrecadou R$ 51,5 milhões no Brasil, a segunda melhor abertura de quatro dias, atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Com este resultado, o Brasil se colocou como o 5º maior mercado do filme com US$ 13.4M, atrás apenas dos EUA (US$ 153M), China (US$ 89.3M), Coréia do Sul (US$ 24.1M) e Inglaterra (US$ 16.8M).

Capitã Marvel também superou o resultado de ‘Pantera Negra‘ em 32%.

Confira o TOP 10:

filmerenda (R$)
1Capitã Marvel *51.500.000
2A caminho de casa1.914.000
3Cinderela pop1.315.000
4Green Book – O guia1.048.000
5A morte te dá parabéns 2634.000
6Sai de baixo – O filme551.000
7A maldição da freira421.000
8Alita – Anjo de combate416.000
9Minha vida em Marte368.000
10Como treinar o seu dragão 3286.000

 

O filme arrecadou US$ 455 milhões mundialmente, a 2ª maior de todos os tempos para um filme de super-heróis.

Capitã Marvel ficou atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$ 640 milhões), e na frente de ‘Batman vs Superman’ (US$ 422 milhões).

Sem ser filme de super-herói, o filme conquistou a sétima maior abertura mundial da história, na frente de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 450 milhões).

Nos EUA, o filme fez US$ 153 milhões. No resto do mundo, foram US$ 302 milhões.

Após a primeira leva de avaliações ser contada pelo agregador de reviews, a pontuação de Capitã Marvel alcançou 88% de aprovação – padrão dos filmes do estúdio.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘O Mandaloriano’: Ator de ‘Rocky’ vai dirigir um dos episódios da 2ª temporada

Star Wars: O Mandaloriano’ nem ao menos estreou, mas sua 2ª temporada já está a todo vapor.

O produtor e showrunner Jon Favreau anunciou alguns meses atrás que ficaria responsável por um dos episódios do próximo ciclo e, agora, um outro nome foi adicionado à equipe: Carl Weathers.

O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa para divulgação da série, durante a qual os jornalistas e críticos assistiram a um compilado de trinta minutos dos três primeiros capítulos da produção.

Weather é conhecido por ser um ex-jogador profissional de futebol americano que fez sua estreia como ator em ‘Bucktown’, vindo a ganhar reconhecimento por seu papel como Apollo Creed na franquia Rocky. Ele recentemente dublou o personagem Combat Carl no aclamado Toy Story 4’.

A série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘ e acontece após os eventos de ‘Star Wars: O Retorno de Jedi‘.

Assista ao trailer:

A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Ludwig Göransson, vencedor do Oscar por seu trabalho em Pantera Negra, fica a encargo da trilha sonora.

As filmagens da segunda temporada devem começar em 07 de outubro deste ano, em Los Angeles. Taika Waititi não deve retornar para a cadeira de direção nos novos episódios, visto que estará ocupado com o longa Next Goal Wins antes de migrar para o aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’.

Shailene Woodley conta sobre a assustadora doença que quase ACABOU com sua carreira

Em uma recente entrevista ao The New York Times, a atriz Shailene Woodley (Big Little Lies) se abriu sobre uma complicada e série doença que quase destruiu sua carreira no momento em que ela decolava.

Woodley contou que estava trabalhando na saga Divergente no começo de seus vinte anos e que também estava “muito, muito doente”. A combinação mortal desses dois lados de sua vida a levou não apenas a rejeitar oportunidades de atuação, mas questionar o quão longe sua filmografia poderia chegar – afinal, sua saúde estava impactando duramente em sua performance.

A atriz não revelou exatamente o que a estava deixando daquela maneira, mas garantiu que os problemas a afetaram pessoal e profissionalmente.

“Não falei muito sobre isso ao público, mas irei um dia. Eu estava muito, muito doente no começo dos meus vinte anos”, ela comentou. “Enquanto fazia os filmes Divergente e trabalhava duro, eu lutava com uma situação física assustadora e bastante pessoal. Por causa disso, rejeitei várias oportunidades, porque precisava melhorar, e esses trabalhos acabaram indo para colegas meus por quem tenho grande afeito. Eles fizeram bastante sucesso, mas as pessoas me diziam: ‘você não deveria ter falado não’ ou ‘você não deveria ter ficado doente'”.

Ela também explicou que a situação a fez questionar sobre seu futuro.

“Tudo isso, combinado com meu processo interno de ‘vou sobreviver ao que estou passando e voltar a ser saudável, ou então ter outras oportunidades em projetos que me interessam por causa da situação em que estou?'”, ela continuou. “Estava em lugar onde não tinha escolher a não ser me render e deixar minha carreira de lado, e isso trouxe uma voz negativa em minha mente que continuou a falar e falar por anos”.

“Agora estou em um lugar melhor, graças a Deus. Grande parte dos últimos anos tem sido sobre focar em minha saúde mental, e é um processo lento”.

Woodley poderá ser vista ao lado de Sebastian StanJamie Dornan em ‘Endings, Beginnings’, que estará disponível em VOD no dia 17 de abril.

‘O Mandaloriano’: Mondo anuncia INCRÍVEL set em vinil da trilha sonora; Confira!

A trilha sonora de Ludwig Göransson foi um dos inúmeros pontos altos de ‘O Mandaloriano’, afastando-se do restante da música do panteão Star Wars em incursões hipnóticas e arrepiantes.

Agora, o Mondo e a Walt Disney Records anunciaram a versão em vinil do instrumental, limitada a 3500 cópias para o mundo inteiro e já disponível para pré-venda aqui. O box custa US$200 e será lançado em 26 de agosto, com entrega prevista para novembro.

Confira as capas promocionais:

Em entrevista ao Deadline, Göransson, que ficou responsável pela trilha sonora da primeira temporada da série, revelou alguns detalhes sobre o próximo ciclo da produção, dizendo que ele tomará rumos inesperados.

“Começamos alguns meses atrás e estou bastante animado. [O criador] Jon [Favreau] está levando a história para lugares que não imaginava possíveis, e acho que é bastante divertido”.

Durante uma reunião de acionistas da Walt Disney, foi revelado que o próximo ciclo chega ao Disney+ em outubro deste ano.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

Em um dos melhores ganchos das séries atuais, a 1ª temporada terminou com o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) saindo de seu TIE Fighter empunhando o lendário Sabre Negro de Pre Vizla, um antigo líder da tribo de caçadores de recompensa.

E parece que as origens da arma serão exploradas ao longo da 2ª temporada da atração, como revelou Esposito durante uma entrevista para o Deadline.

“Depois que Gideon tomou posso do Sabre Negro, eu ouvi muitos fãs perguntando: ‘De onde veio esse sabre e como ele foi revivido?’ Essa é uma das principais tramas da 2ª temporada. O público vai conhecer um pouco mais do sabre e como essa antiga arma veio para no mundo moderno.”

Ele continuou, indicandoo que o passado de Gideon está diretamente ligado ao sabre.

“O sabre é a chave para desvendar o passado do Moff Gideon, que possivelmente tem muito a ver com sua verdadeira origem.”

Como ficou claro, a arma não é apenas um troféu para Gideon, e além de poder manejá-la, parece que ele tem alguns truques escondidos.

Anteriormente, Esposito conversou com o Comic Book e sugeriu que o vilão é sensitivo à Força.

“Gideon é um militar completo, é um guerreiro, é um lutador. Ele sabe como manusear o sabre negro. E ele tem um poder dentro de si que o torna diferente de todos os outros personagens. Isso é realmente interessante para mim.”

O veterano ainda teorizou que Gideon pode estar em busca de algum legado no passado dos Jedi.

“O que ele quer realmente? Ninguém sabe, ainda. Ele é um herói caído? Um devoto de Darth Vader? Algo me diz que ele sabe muito mais do que aparenta, mas teremos que esperar para descobrir.”

E aí, o que você acha dessas declarações?

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘The Flash’: Ator de ‘Shadowhunters’ entra para o elenco da 7ª temporada

Segundo o TVLineJon Cor, conhecido por seu papel como Hodge Starkweather na série Shadowhunters, foi elencado na 7ª temporada de The Flash, da The CW.

O ator dará vida ao vilão Mark Stevens/Chillblaine em um papel recorrente. Segundo a descrição oficial do personagem, “o cientista Mark Stevens é um jovem carismático obcecado por tecnologia criogênica. Enquanto não invade cofres corporativos, ele está ocupado quebrando corações com seu irresistível charme e seu estilo malandro. Com suas armas frias, ele se tornará um novo espinho no caminho do Time Flash como o vilão Chillblaine”.

Cor também é conhecido por produções como Perdidos no EspaçoBeing Human.

Vale lembrar que o novo ciclo estreia em 23 de fevereiro de 2021.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Batwoman’: Elenco estampa os novos e belíssimos cartazes promocionais da 2ª temporada; Confira!

The CW divulgou diversos cartazes individuais belíssimos da 2ª temporada de Batwoman.

Os pôsteres trazem os personagens principais da trama.

Confira:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘FAUCI’: Documentário sobre o infectologista Anthony Fauci já está disponível no Disney+

‘FAUCI’, novo documentário que gira em torno do famoso especialista em doenças contagiosas Dr. Anthony Fauci, já está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

O longa é dirigido pela dupla vencedora do Emmy John HoffmanJanet Tobias, e foi produzido em parceria com o canal National Geographic.

Conheça a história surpreendente de um dos funcionários públicos mais importantes dos Estados Unidos.

Artigo | Os 10 anos de ‘Valente’, o arriscado conto de fadas da Pixar

A mitologia escocesa sempre foi alvo de grande exploração pelas inúmeras vertentes artísticas, seja no teatro, na literatura, no cinema ou na televisão. Sua incrível e insuperável gama céltica de personagens e criaturas lendárias espalhou-se através dos séculos para os quatro cantos do planeta e influenciou subculturas e até mesmo narrativas urbanas que conseguiram conduzir de forma extraordinária a atemporalidade primordial do povo anglo-saxônico.

Conhecendo o alto-escalão criativo dos estúdios Pixar, e sua incrível paixão pela universalidade, era meio de se esperar que, após entregarem obras-primas como a franquia Toy Story’ ou uma épica e emocionante jornada do herói com Up – Altas Aventuras’, a equipe partisse para algo mais histórico, mantendo a magia inquestionável de produções audiovisuais atemporais enquanto procurava pela expansão de seu legado inquestionável.

O resultado foi um dos longas-metragens com intenções tão puras quanto a própria história das grandiloquentes narrativas do povo do qual puxa inspiração. Valente, um título que já indica o que poderemos encontrar nas florestas e castelos nórdicos de outrora, gira em torno de uma jovem garota que passa – ou tenta passar – por uma das transformações mais intrínsecas e mais irreversíveis de sua vida, ainda que os deslizes de sua produção por vezes se tornem gritantes e o afastem da tangência perfeccionista dos predecessores. Entretanto, a caracterização de cada um dos personagens, dos cenários e até mesmo da atmosfera sinestésica é algo a ser ovacionado pelo time – principalmente se levarmos em consideração a “lição de moral” buscada pelo filme.

AY, LASSIE

Valente começa com um breve prólogo. Diferentemente de outros filmes do estúdio, o prefácio narrativo-visual entra como uma base histórica tanto para o background das personagens e não de quem cada um é, visto que estamos tratando de humanos como protagonistas. Aqui, conhecemos a família regente das Terras Altas da Escócia, a qual é formada por Merida (Kelly Macdonald), Fergus (Billy Connolly) e Elinor (Emma Thompson). Os três representam a famosa trindade real a povoar os diversos clãs da própria história do Reino Unido, além de serem caracterizados como tais: enquanto o patriarca da família é robusto e atrapalhado, a matriarca se mostra como uma figura muito mais imponente para elevar-se ao status de rainha, além de ter pulso firme com a filha para transformá-la em um “espelho”.

Entretanto, nem tudo são flores para a família – afinal, em se tratando de misticismo, a mitologia céltica é uma das pioneiras em criar cenários assombrosos para seus personagens, e é óbvio que Valente não ficaria fora disso. Elinor e Merida acreditam piamente nas forças místicas que estão em constante observância dos meros mortais, e são bombardeadas pela ferrenha descrença do pai, cujo treinamento bélico o transformou em um visível e claro estereótipo do milenar guerreiro galês, preferindo-se manter-se à mercê do crível em vez da fé. Tudo segue uma ordem natural, até que um dos primeiros antagonistas do longa aparece, na gigantesca e amedrontadora forma de Mor’du, um urso negro com a força de dez homens e que há tempos aterroriza as terras onde vivem.

O último frame dessa sequência inicial é Fergus sendo atacado pelo inimigo, e o embate entre os dois começa segundos antes da entrada do título. O mais correto a se pensar seria que este personagem encontrou seu fim nos cinco minutos iniciais do filme, mas na verdade ele apenas perdeu a perna direita, como passamos a saber momentos depois. Agora, Merida é uma hábil adolescente versada nas artes do arco-e-flecha, além de puxar a inclinação de sua família para as lutas. Sua independência emerge na tela quando a vemos montando seu cavalo e saindo em disparada por entre a densa floresta que cerca sua moradia, atirando de forma certeira nos diversos alvos espalhados por aí. Um dos principais pontos a serem discutidos aqui é o modo como o roteiro assinado por Brenda Chapman preza pela conexão entre homem e natureza, trabalhando até mesmo a concepção visual nos diálogos e nos solilóquios proferidos pela protagonista.

A organicidade indissociável entre os elementos que vemos em tela é um dos ápices da animação: o trabalho com que até as árvores – todos as espécies que conseguimos encontrar – e os animais são delineados entra em contraste com a perfeição quase renascentista das construções humanas. Apesar das personalidades lineares e bem definíveis no início do filme, cada um possui traços únicos que os transformam em idealizações arquetípicas para cada uma das facetas humanas, seja na coragem, na rebeldia, no autocontrole ou na submissão.

Merida seguiu o passo do pai em relação à busca de sua identidade, vivendo sua vida sem se preocupar com as consequências de seus atos e tornando-se uma bolha de enclausuramento e proteção contra o mundo externo. Enquanto isso, Elinor constantemente a vigia, tentando transformá-la em uma cópia mais jovem de si mesma ao ensiná-la táticas de guerra, etiqueta, esgrima, leitura e tudo o que for possível, transmitindo-lhe o conhecimento que guarneceu durante anos e que finalmente agora pode passar para a próxima geração. E é aqui que a complexidade familiar se eleva a mais um nível por breves momentos ao discorrer sobre a diferença etária e mental entre mãe e filha.

E por que digo que essa análise um pouco mais profunda é breve? Bom, simplesmente pelo fato das disputas familiares entre dois membros da família se constituírem como um dos temas-base de diversos longas-metragens – a ponto de se tornar batido e passível de resgatar clichês do gênero. O interessante aqui, e outro ponto a ser aplaudido, é como a narrativa consegue transportar este tema tão contemporâneo e ainda visto em comédias românticas, por exemplo, para a primitiva e pitoresca “não-sociedade” ortodoxa escocesa da Idade Média, além de colocar elementos da cultura pop em algumas sequências dialogais engraçadíssimas.

As coisas ficam mais tensas quando Elinor anuncia em pleno jantar que a aliança entre os clãs das Terras Altas deve ser reafirmada com o casamento de Merida com um dos três primogênitos dos outros governantes, trazendo um misto de asco e descontentamento por parte desta. Afinal, a protagonista nunca se viu necessitada de firmar laços matrimoniais, prezando pela liberdade e por sua eminente ascendência à Rainha, mesmo que isso quebrasse as tradições da família. A fagulha se transforma num incêndio ideológico após Merida tornar-se uma das próprias pretendentes numa competição de arco-e-flecha, enfrentando o autoritarismo de sua mãe em detrimento de reafirmar independência. Após isso, as duas têm uma discussão “calorosa” que resulta numa brusca quebra da posição mãe e filha, colocando-as em patamares antagônicos.

BOA NOITE, MAMÃE

É comum em diversas narrativas adolescentes, e até mesmo na vida real, que o desvirtuamento do conceito mais tradicionalista de família encontre seu ápice em uma terceira parte dentro da jornada que normalmente é associada ao símbolo do falso do guardião ou da ajuda externa não premeditada, carregada com um simbolismo que atuará nas consequências dos atos seguintes do longa-metragem até que as peças principais encontrem a tão aguardada epifania. Em Valente, Merida encarna todas essas saídas formulaicas do classicismo literário com um toque místico ao sair cavalgando pelas florestas de seu reino até ser dramaticamente levada para um círculo de pedras.

O arquétipo deste guardião inesperado vem na figura da Bruxa, interpretada pela sempre bem-vinda presença de Julie Walters como mais um dos personagens mais carismáticos do cinema. Essa personagem é uma mistura híbrida de uma profissional da publicidade com uma soturna sabe-tudo que não deseja que seus segredos sejam escondidos. Sua caracterização cênica nos relembra da Rainha Má de Branca de Neve e os Sete Anões’ (1937), com o nariz pontudo, a postura arqueada e as verrugas no rosto; mas suas nuances construtivas resgatam pontuais inclinações para outros personagens cômicos, até mesmo Madame Mim (A Espada Era a Lei’, 1963). Entretanto, estamos focando em sua imprescindível importância para o desenrolar da história e do fechamento do primeiro ciclo.

A Bruxa, não tendo nome próprio por razões óbvias, é uma anciã, uma sábia, que conhece de longe o desespero humano e sabe como aproveitar das fraquezas daqueles à sua volta para benefício individualista. Entretanto, em dissonância de outros “pseudo-vilões” do cinema, ela não deseja utilizar de seus poderes para ajudar Merida, mas sim que ela vá embora e resolva seus problemas. Apesar disso, a garota consegue convencê-la a ajudar, criando um feitiço que mudará o destino dela e de sua mãe. Mas o que ela não esperava é que essa mudança seria levada ao pé da letra.

Talvez seja aqui que o potencial brilho de Valente encontre obstáculos e não saiba como ultrapassá-los, preferindo uma saída segura ao invés de uma original e que honre completamente o legado dos estúdios. A narrativa principal segue uma ordem cronológica que consiste em apenas dois dias, mas que se transforma em um período muito maior por sua previsibilidade, incluindo as descobertas feitas pela filha e pela mãe – com algumas breves e exceções. Assim que retorna para casa, Merida entrega o feitiço para Elinor (na forma de um bolinho de frutas), o qual a transforma em… Um urso. É irônico que a literalidade de seu pedido tenha alcançado um aglomerado de futuros problemas, incluindo a sede insaciável de seu pai em eliminar seu arqui-inimigo, que é um urso, e sua devoção à esposa, que tragicamente se transformou em um deles.

O desbotamento de tais viradas vem com a constante “homenagem” a uma das obras mais adoráveis e atemporais – no tocante premissivo – do panteão Disney/Pixar: Sexta-Feira Muito Louca’. É engraçado citar este longa-metragem nem um pouco presunçoso e que consegue arquitetar um microcosmos satisfatoriamente consistente para as duas personagens principais, que são releituras predecessoras de Merida e Elinor. Ganhando um remake nos anos 2000, o filme supracitado conta a história de como um relacionamento à beira da destruição sofre um baque inesperado quando mãe e filha trocam de corpo após desejarem que uma entendesse o lado da outra. Claro, as protagonistas de Valente não passam por esse problema, mas nenhuma esperava ser levada ao pé da letra.

Após saírem em mais uma jornada para reencontrarem a Bruxa, as duas percebem que cabe a elas remendarem os laços de seu relacionamento destrutivo e conturbado para que a maldição seja quebrada e a ordem seja restaurada. É fácil pensar nas soluções encontradas pela animação, incluindo beats de constante endossamento maternal e hierárquico, mas com pinceladas de uma modernidade que definitivamente não veríamos em outro filme de época.

A imperdoabilidade do filme vem ao final do terceiro ato. Elinor e Merida entram em constante conflito por serem essencialmente contraditórias: enquanto esta é uma rebelde mimada que não aceita que outros lhe deleguem tarefas ou ordens, ainda que permaneça fiel aos seus princípios e queira encontrar seu lugar dentro de uma família complicada, aquela busca suas inspirações em prováveis gerações passadas para fincar a marca feminina dentro de uma sociedade comandada por homens. A ideia era que as viradas epifânicas tornassem-na mais maduras, mas a verdade é que nenhuma das duas muda; a permanência em confortáveis casulos encontra um momento de alívio antes de reemergirem e trazerem um desfecho inaceitável.

CANTE A CANÇÃO

Valente é o primeiro conto de fadas dos estúdios Pixar e, por isso, sofre várias alterações em relação aos longas-metragens anteriores. Os deslizes são claros e tornam a obra inconstante e nos deixam irritados e ao mesmo tempo com um gostinho de quero mais, principalmente no tocante ao soberbo misticismo da mitologia escocesa, que realmente poderia ser mais explorada pelo roteiro.

Entretanto, devemos levar em consideração que esta narrativa é muito mais sombria e mais “madura” no sentido ao desenvolvimento heroico, ainda que não tenha alcançado sua potencialidade total, de filmes do gênero, colocando-o em uma equiparação quase paradoxal a animações clássicas. Uma jogada arriscada e que, apesar de não ter funcionado muito bem, até chega a emocionar – só não do modo como deveria.

Shea Coulée, de ‘RuPaul’s Drag Race’, entra para o elenco de ‘Coração de Ferro’

Segundo o Deadline, a famosa drag queen Shea Coulée foi escalada para o elenco de Coração de Ferro, nova série da parceria entre a Marvel Studios e o Disney+.

Coulée, que é conhecida por ter ganhado a quinta temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’, se junta aos previamente confirmados Alden EhrenreichLyric RossAnthony RamosManny MontanaHarper Anthony.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Dominique Thorne estrela como Riri Williams.

“Inspirada por Tony Stark, a genial Riri Williams decide criar sua própria armadura para lutar pelo bem. Essa garota super inteligente trabalha duro e trará muita humanidade ao seu papel como a super-heroína Coração de Ferro”.

Vale lembrar que a personagem será introduzida ao MCU na aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, próximo filme da Marvel.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Coração de Ferro irá estrear em 2023 durante o outono norte-americano, que engloba os meses entre setembro e dezembro.

Confira o logo oficial:

‘F1: Dirigir para Viver’: 5ª temporada da série documental ganha trailer e data de estreia na Netflix; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial da 5ª temporada da série documental F1: Dirigir para Viver.

Os novos episódios chegarão à plataforma de streaming no dia 24 de fevereiro.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 6ª temporada.

Confira:

Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.

Artigo | ‘Zootopia’ e as TEORIZAÇÕES sociológicas da Walt Disney…

O império Walt Disney não promoveu uma revolução no cenário cinematográfico por qualquer motivo; afinal, cada um dos membros dessa indústria investiu esforços significativos para construir narrativas atemporais, capazes de atravessar gerações de forma inenarrável. E, ano após anos, é notável como a Casa Mouse continua a entregar narrativas competentes e muito bem construídas, ainda que, de vez em quando, falhem em cumprir com o que prometem. Felizmente, isso não é o caso de Zootopia – Essa Cidade É o Bicho’.

A ideia começou quando Byron Howard, que viria se tornar um dos diretores da animação, apresentou nada menos que seis ideias aos executivos da Disney – uma delas funcionando como adaptação do clássico ‘Os Três Mosqueteiros’, outra girando em torno de um gato médico que transforma crianças em animais; essas ideias mirabolantes nutriam de um ponto em comum: resgatar o classicismo de animações como ‘Robin Hood’ e colocar personagens animais antropomorfizados como protagonistas. E, após conversas e mais conversas, o enredo de Zootopia nasceu.

O complexo cosmos comandado por Howard e por Rich Moore acompanha uma jovem coelha chamada Judy Hopps (Ginnifer Goodwin), cujo maior sonho é sair da pequena cidade de Bunnybarrow e se tornar uma grande policial combatendo o crime e prezando pela justiça em Zootopia, uma megalópole em que presas e predadores vivem em comunhão. Após se formar como a primeira cadete coelha em sua turma, deixar sua enorme família para trás e dar início a um novo capítulo de sua jornada – isso é, até ser atribuída com a tarefa de aplicar multas de trânsito em infratores. E, ainda que seu futuro não esteja sendo tão radiante quanto imaginava, ela sente que algo se esconde na vibrante e colorida Zootopia. Dito e feito, Judy resolve ajudar uma pobre lontra a encontrar o marido desaparecido, aliando-se com o golpista Nick Wilde (Jason Bateman) para descobrir seu paradeiro – desenterrando um obscuro segredo que explica eventos estranhos acontecendo na cidade.

Diferente do que imaginava, Judy não enfrenta apenas um desaparecimento, mas um complô que está encarcerando predadores que, de alguma maneira, voltaram à selvageria – mesmo séculos depois de um processo evolutivo que os inibiu de seus “instintos primitivos”. E é justamente nesse ponto que a história ganha camadas muito mais profundas do que esperávamos.

O panorama de Zootopia é infundido com diversas linhas de pensamento antropológico e sociológico do funcionamento da sociedade – dialogando com linhas que perpassam o existencialismo e a dicotomia humana entre civilidade e poder. Judy é a representação maniqueísta da “bondade”, do indivíduo com intenções nobres cuja benevolência será testada constantemente por aqueles a seu redor; mais do que isso, ela é pautada em um onirismo inquebrável que demonstra sua ingenuidade perante os verdadeiros problemas e que a impede de entender que todos temos um lado bom e um lado ruim. É por esse motivo que seu arco de amadurecimento é tão bem fixado nas estruturas macrocósmicas do longa-metragem – em que ela precisa cair para poder ressurgir das cinzas e completar sua travessia.

Nick, pelo contrário, tem essa plena consciência da ambiguidade que acomete todos – ora, quando mais jovem, forçaram-no a usar uma focinheira por seu status como raposa e, por conseguinte, como predador. É por isso que ele não confia em ninguém e, se alguém quer ver-lhe como uma raposa trapaceira, é exatamente isso que ele será. Afinal, não há motivo para querer ser diferente.

Apesar de distintos em tantas maneiras, Judy e Nick se assemelham pela necessidade de serem mais do que são – uma necessidade que enfrenta complicações quando posta frente a frente com um perigo que instaura caos e medo nos moradores de Zootopia. É notável como Howard e Moore, aliados ao certeiro roteiro assinado por Jared Bush e Phil Johnston, explicitam referências filosóficas a Foucault e Heidegger, digladiando a intrínseca relação que existe entre o medo e o poder: à medida que a trama vai tomando forma, descobrimos que o prefeito Lionheart (J.K. Simmons), envolvido com o aprisionamento dos predadores, na verdade estava tentando entender o que acontecia – e o motivo dos animais estarem retornando às raízes “involuídas” de milhares de anos atrás. A verdadeira vilã é a vice-prefeita Bellwether (Jenny Slate), uma ovelha que sempre esteve à sombra de Lionheart e, ao atingir o limite, se rebela contra aqueles que sempre a deixaram desconfortável.

Em um paralelo um pouco longínquo, podemos nos recordar da icônica frase do pensador Paulo Freire, que diz que o “sonho do oprimido é ser o opressor”; apesar de Freire estar associando a máxima à liberdade promovida pela educação, podemos traçar similaridades entre a frase e a construção de Bellwether: ela se sentiu por muito tempo diminuída e invisível, mesmo pertencendo a mais de noventa por cento da população de Zootopia. E, pelo fato de não ter as características físicas de uma predadora, ela se inclinou para os efeitos do medo para expor um “inimigo em comum” e garantir uma legião de seguidores. Heidegger, inclusive, discorre sobre o medo como uma força instaurada pelo coletivo, e não pelo individual – algo que explica as motivações da antagonista.

Até Judy é arrastada para esse errôneo pensamento, emergindo como a heroína de um grupo de animais que precisava de um símbolo. A policial, movida pelo senso cego de proteger, acaba cometendo um erro gravíssimo ao promover, indiretamente, um segregacionismo ferrenho que escala a tensões sociais e que pode ser traduzida pelo abismo que permanece vivo nas nossas comunidades – como o racismo, a xenofobia e a LGBTQIAfobia. São várias as temáticas impulsionadas pelo longa-metragem e, mesmo sete anos depois de sua estreia, permanecem de importância considerável para discussão.

Zootopia configura-se como uma das melhores e mais impecáveis animações da Disney, seja por sua originalidade, seja pelo teor bastante relacionável que cria com os espectadores. Como é de costume com grandes obras-primas da sétima arte, o filme é destinado não só às crianças, mas a qualquer um que navegue por essas majestosas águas.