Confira a seguir dois clipes do episódio de hoje à noite de ‘The Big Bang Theory‘.
Assista:

O CinePOP entrevistou a diretora de ‘Mulher-Maravilha‘, Patty Jenkins, durante a CinemaCon em Las Vegas.
Questionada se a pressão em fazer um filme feminista era muito grande, a diretora afirmou que a única pressão que sentiu era em fazer um grande filme.
Críticos dizem que ‘Mulher-Maravilha’ é “o melhor filme do Universo da DC”
Assista a entrevista:
Após polêmica, axilas da ‘Mulher-Maravilha’ são “corrigidas” em novo trailer
Warner gastou mais em publicidade com ‘Mulher-Maravilha’ do que com ‘Esquadrão Suicida’
Ares é confirmado como vilão em ‘Mulher-Maravilha’!
A estreia do novo filme da personagem acontece em 1º de junho de 2017.
Em entrevista ao Dean of Geek, Marc Webb explicou o que poderia ter feito de diferente caso o desenvolvimento da franquia ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ fosse hoje em dia.
Vale lembrar que até mesmo Andrew Garfield estava contratado para uma trilogia, mas com o fracasso de A Ameaça de Electro, a Sony preferiu encerrar a parceria.
“Bem, eu acho que eu levaria mais tempo para fazer esses filmes. Mas quando você entra em um projeto como esse, você está disposto a aceitar tudo. Eu não sabia como construir um filme como esse quando eu estava começando. Então, acho que seria mais cuidadoso desta vez.”
Em um outro momento da entrevista, Marc comentou que o filme do ‘Sexteto Sinistro’ realmente estava em produção.
“Sim, chegamos a conversar sobre Sexteto Sinistro. Eles iriam fazer Sexteto Sinistro antes de O Espetacular Homem-Aranha 3. Chris Cooper iria voltar para interpretar o Duende. Nós íamos congelar a cabeça, então, ele seria trazido de volta à vida. E então havia aquele personagem chamado The Gentleman. Nós tínhamos algumas noções sobre como fazê-lo, mas acho que talvez estivéssemos pensando muito adiante quando começamos a construir essas coisas. Mas foi um exercício divertido. Eu olho para trás com muito carinho sobre aqueles dias.”
Anos atrás, Webb já tinha confirmado outros dois vilões para o filme derivado: Caçador e Mysterio.
A produção bíblica ‘Maria Madalena’ (Mary Magdalene), estrelada por Rooney Mara, teve seu primeiro trailer divulgado pela Universal Pictures.
Confira:

Dirigido por Garth Davis (‘Lion’), a produção acompanha a história da personagem homônima em busca de redenção. Em sua trajetória, ela conhece a mensagem de Jesus (Joaquin Phoenix) e tem sua vida transformada.
Em execução desde 2016, o longa seria lançado pela The Weinstein Company, mas mediante as inúmeras acusações de assédio sexual contra um dos sócios, Harvey Weinstein, o contrato foi encerrado, com a produção passando para a Sony Pictures.
‘Maria Madalena’ estreia nos cinemas em 30 de março de 2018.
O CinePOP está em Austin, no Texas, cobrindo o Fantastic Fest à convite da Paramount Pictures – que realizou a première de ‘Overlord’.
Uma das grandes atrações do festival de filmes de terror era uma “Secret Screening”, uma produção não divulgada que gerou diversas especulações. Seria ‘A Morte te dá Parabéns 2’? Ou algum filme do universo ‘Invocação do Mal’? Nada!
A sessão secreta foi de ‘Suspiria’, remake do clássico de Dario Argento dirigido por Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome’), em sua primeira exibição nos Estados Unidos.
A crítica será lançada no CinePOP na próxima semana.
Confira o que achamos:
Antes de ser exibido no Fantastic Fest, o filme teve uma première no Festival de Veneza.
No evento europeu, o terror foi ovacionado durante 8 minutos pela plateia, após o fim da exibição, mas os críticos ficaram divididos quanto ao longa, que acabou conquistando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 7 críticas positivas contra 5 negativas, até o momento.
Alguns consideraram a obra “muito melhor que a original”, mas outros descreveram como “monótomo, chato e ridículo”. Ainda houve também quem descrevesse o longa como pretensioso demais. Confira algumas críticas:
The Hollywood Reporter:
“Guadagnino fez uma homenagem ambiciosa, mas realmente não se beneficia de seu olhar mais intelectualizado, em vez disso drena as emoções de grande horror. Precisa ter estômago”
New York Magazine:
“‘Suspiria’ é um filme deslumbrante, hediondo e intransigente, e enquanto procura fazer muitas coisas, analisa nossas mentes sobre a brutalidade do passado e da natureza humana”
Revista Time:
“Este novo ‘Suspiria’ é brando, horrível, chato e bobo. Não há nada de poético ou erótico, muito pelo contrário”
indieWire:
“‘Suspiria’ é um filme de loucura rara e irrestrita, e deixa para trás uma mensagem escaldante escrita em dor e sangue: O futuro será um pesadelo se não pudermos nos responsabilizar pelo passado”
The Wrap:
“Os sobressaltos não são assustadores, o subtexto político nunca se conecta com o resto do filme, e até mesmo o senso visual geralmente infalível de Guadagnino não é suficiente para colocar o filme em um lugar bom”
RogerEbert:
“Um feito de tirar o fôlego em um sensacionalismo oco e conhecedor que merece ser chamado de “pretensioso”. E muitas outras coisas ruins”
A estreia no Brasil está programada para 02 de Novembro de 2018.
Assista também o primeiro clipe, mostrando Dakota Johnson em uma dança bizarra:
O aguardado remake de ‘Suspiria’, de Luca Guadagnino, promete ser um dos filmes mais macabros do ano e o diretor prometeu, durante uma nova entrevista ao The Hollywood Reporter, que a experiência será perturbadora.
“Espero que este filme seja uma experiência implacável que vai entrar fundo em sua pele e descer por sua espinha. Quero que essa seja a experiência mais perturbadora que você possa ter nos cinemas. O filme é sobre ser imerso em um mundo de turbulência e escuridão implacável”
A duração do corte final do remake de ‘Suspiria’, com direção de Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome‘), foi revelada: 152 minutos, ou seja 2 horas e 32 minutos.
No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”
Dakota Johnson interpreta Susie Bannion no remake.
O elenco ainda inclui Chloe Grace-Moretz, Tilda Swinton, Mia Goth, Sylvie Testud, Angela Winkler, Małgosia Bela, Lutz Ebersdorf e Jessica Harper.






O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou um novo trailer, que finalmente apresenta o Chucky – agora um boneco robô assassino.
Assista:
Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.
No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.
Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.
A Imagem Filmes lançará o terror nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.


Segundo o WGTV, a Lionsgate planeja investir alto na franquia ‘Jogos Mortais‘ para os próximos anos.
Além de um reboot dirigido por Darren Lynn Bousman, que comandou Jogos Mortais 2, 3 e 4′, a franquia também vai ganhar uma série de TV.
Os detalhes sobre o projeto permanecem em segredo, então não está claro se a série terá conexão com os filmes originais, criados por James Wan e Leigh Whannell.
Além disso, parece que o estúdio não firmou contrato com nenhuma plataforma de streaming para a distribuição dos episódios, então ainda não há previsão de estreia.
Como nada foi confirmado até o momento, considere como rumor.
Lembrando que a franquia também está ganhando um reboot com um elenco formado por Chris Rock, Samuel L. Jackson, Max Minghella, e Marisol Nichols.
Ainda não se sabe se Tobin Bell irá retornar ao icônico papel do vilão Jigsaw.
O novo ‘Jogos Mortais‘ estreia dia 15 de Outubro de 2020.
A trama está sendo descrita como um “novo nível de armadilhas perigosamente traiçoeiras, pistas inteligentes e o suspense de ponta que esperam de uma das franquias de terror mais aterrorizantes do mundo”.
‘Power‘, o novo filme de super heróis com Jamie Foxx e Rodrigo Santoro, chegou na Netflix fazendo sucesso entre os assinantes e os críticos.
O filme certamente dá aquela sensação de início de uma franquia, com a possibilidade de sequências se aprofundando na história.
O roteirista do filme, Mattson Tomlin (‘The Batman’), que teve a ideia do filme e o vendeu para a Netflix, também concorda.
Tomlin revelou que tem “uma longa lista de poderes que não foram escolhidos” no filme, e que poderiam ser o estopim para a história de ‘Power 2‘.
“Há uma série de coisas no meu bolso de trás que estou muito animado para explorar e brincar”, disse ele ao Insider sobre a possível sequência.
Ele também falou que o final foi reescrito.
“Definitivamente, escrevi muitos finais diferentes. O objetivo era contar a história e terminá-la com a nota certa.”
Você quer ‘Power 2‘?
Assista nossa crítica:
Crítica | Power – Pílula do Superpoder da Netflix é melhor que Cloroquina
“Nas ruas de Nova Orleans, começa a se espalhar uma misteriosa pílula que desbloqueia superpoderes exclusivos para cada usuário. O problema: você não sabe o que vai acontecer até que tome ela. Enquanto alguns desenvolvem pele à prova de balas, invisibilidade e super força, outros exibem uma reação mais mortal. Mas quando a pílula eleva o crime dentro da cidade a níveis perigosos, um policial local (Joseph Gordon-Levitt) se une a uma traficante adolescente (Dominique Fishback) e um ex-soldado abastecido por uma vingança secreta (Jamie Foxx) para combater o poder com poder e arriscar tomar a pílula para rastrear e parar o grupo responsável por criá-la”.
A produção também é estrelada por Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt e Dominique Fishback.

Após vermos Lady Gaga e Adam Driver na primeira imagem oficial de ‘A Casa de Gucci‘ (‘House of Gucci’), foram divulgadas as primeiras fotos de Jared Leto irreconhecível como o estilista Paolo Gucci.
Gaga será Patrizia Reggiani, que mandou assassinar Maurizio Gucci (Driver).
Confira:
Jared Leto is unrecognizable as Paolo Gucci on #HouseofGucci set – see the pics https://t.co/1eK6XWb7m6 pic.twitter.com/GxWkFH4ygf
— ET Canada (@ETCanada) March 17, 2021
o jared leto em house of gucci, sirvam o oscar bait bem gelado pic.twitter.com/3KvSMh5fei
— zaeas (@elephantzae) March 16, 2021
Lady Gaga e Adam Driver filmam mais cenas da ‘House of Gucci’ em Milão. Al Pacino, Jared Leto, Jack Huston, Reeve Carney e Jeremy Irons também estrelam o filme, que estará nos cinemas no dia 24 de novembro. pic.twitter.com/xWHMcTlwS5
— NO! BACKSTAGE (@nobkstage) March 11, 2021

A MGM comprou o longa-metragem por três milhões de dólares e, segundo os estúdios, tem estreia prevista para 24 de novembro de 2021.
Ridley Scott comanda o projeto.
Jeremy Irons, Jared Leto, Al Pacino, Jack Huston e Reeve Carney completam o elenco.
A trama será adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.
“Eu e Ridley estamos apaixonados por esse filme”, disse Giannina Scott, esposa de Ridley e produtora do filme. “A trama é épica, as expectativas estão altas e os personagens serão construídos de forma rica”.
Scott recentemente dirigiu a sequência ‘Alien: Covenant’ e a ficção científica ‘Perdido em Marte’. Gaga, por sua vez, estrelou o aclamado ‘Nasce Uma Estrela’, trabalho pelo qual levou para casa 1 Oscar, 4 Grammys, 1 Globo de Ouro, 1 Critics’ Choice, 1 BAFTA e dezenas de outros prêmios.
A Telecine anunciou migração do seu streaming para o Globoplay, unificando as operações de streaming da Glob.
Após a migração da plataforma, os assinantes do Telecine passarão a ter acesso ao conteúdo em streaming em interface própria no Globoplay. Não será necessário ser assinante do Globoplay para consumir o conteúdo do Telecine, que continua condicionado a uma assinatura específica.
O Telecine passará a ofertar seu conteúdo em streaming também pelo Globoplay, visando aprimorar a experiência dos usuários.
O projeto de migração deverá ser concluído até o fim de 2021. Com a unificação, os assinantes do Telecine terão acesso aos conteúdos on demand e aos seis canais lineares de cinema no Globoplay. O Telecine terá uma área personalizada dentro do app e da versão web do Globoplay, num modelo conhecido como channel, já utilizado na oferta do Premiere e do Combate.
“O fã de cinema ganha um novo espaço do Telecine, mas agora com acesso a uma série de outras possibilidades. Uma grande novidade será o acesso aos nossos seis canais ao vivo, que continuarão a ser ofertados pelo Globoplay. O Telecine conhece o fã de cinema como ninguém, são 25 anos de televisão que nos tornaram um hub referência em cinema a partir da curadoria de uma equipe que batizamos de time de cinéfilos, especialistas formados em casa que seguirão dedicados à nossa programação, olhando para o negócio e distribuição de conteúdo de forma unificada”, detalha Eldes Mattiuzzo, CEO do Telecine.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o cineasta Stephen Sommers, diretor da franquia original de ‘A Múmia’, falou sobre a possibilidade de um quarto filme da popular franquia iniciada em 1999, que rendeu três filmes e um reboot fracassado.
“Todas as pessoas na Universal são novas desde que eu saí. Eu realmente não os conheço, e eles não me contataram, então não sei o que se passa na cabeça deles. Ao mesmo tempo, teria que ser algo realmente especial. Claro, eu trabalharia com todos esses atores novamente.”
Em entrevista ao Variety, Brendan Fraser revelou que adoraria retornar para um novo filme.
“Não sei como isso poderia funcionar, mas eu adoraria retornar [para um novo filme da franquia] se alguém apresentar o conceito certo.”
Ele completa, “É difícil dar continuidade [aos filmes originais]. O elemento que eles tinham, e eu não vi no reboot do Tom Cruise, é a diversão. Não havia diversão naquela versão da história. Foi apenas um filme sério. ‘A Múmia’ deveria ser uma aventura divertida, não apenas assustadora.”
Arnold Vosloo, o talentoso ator que deu vida ao vilão Imhotep nos filmes ‘A Múmia‘ e ‘O Retorno da Múmia‘, compartilhou seus pensamentos sobre o futuro da franquia durante uma recente entrevista ao Reel Talker.
Vosloo, que já está com 60 anos, expressou entusiasmo com o retorno de Brendan Fraser ao cenário cinematográfico e mencionou a possibilidade de um novo filme da série.
O ator falou sobre a receptividade positiva em relação ao retorno triunfante de Fraser aos cinemas, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Ator por sua interpretação no filme ‘A Baleia’.
“Estamos todos felizes por ele. Falei com todos da equipe de ‘A Múmia’ e também conversamos com Brendan. Hollywood é uma cidade movida pelos negócios, e com esse ressurgimento ou renascimento, o estúdio certamente vai prestar atenção e talvez faça outro filme”, revelou o ator.
Recentemente, rumores apontavam que a Universal Pictures estaria cogitando produzir um novo longa.
Para reforçar ainda mais as especulações, o artista conceitual Jean-David Solon, que já trabalhou em filmes consagrados como ‘Doutor Estranho‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, também compartilhou algumas artes conceituais de um projeto intitulado ‘Imhotep‘, em sua página oficial no site Artstation.
O material compartilhado ainda confirma que o possível filme teria uma estética do Egito Antigo.
Confira duas das artes e clique aqui para ver os demais materiais:


‘Five Nights at Freddy’s 2’ ganhou novas imagens dos bastidores, estampada por Matthew Lillard (William Afton), Elizabeth Lail (Vanessa Shelly) e a diretora Emma Tammi.
Matthew Lillard volta ao papel de William Afton, o vilão da franquia, mesmo tendo morrido no primeiro filme.
Confira:



A sequência está programada para estrear nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro de 2025, um dia antes da estreia nos EUA.
Emma Tammi retornará à direção.

Durante a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP participa in loco, o presidente da Marvel Studios Kevin Feige e os diretores Joe Russo e Anthony Russo subiram ao palco e revelaram que o aclamado ‘Vingadores: Ultimato’ retornará aos cinemas em novembro deste ano.
Eles revelaram que o lançamento está marcado para 25 de setembro e contará com cenas inéditas — algo que chama ainda mais atenção considerando que o longa já possui uma duração robusta de aproximadamente três horas.
“É uma oportunidade de criar uma ponte de Ultimato para Doutor Destino de uma maneira muito única”, revelou Joe Russo.
Essas novas cenas devem fazer uma ponte entre os dois filmes.
Mas as novidades não param por aí. Tanto ‘Vingadores: Ultimato’ quanto ‘Vingadores: Doutor Destino‘ serão exibidos em um novo formato batizado de “Infinity Vision”. Trata-se de uma certificação inédita voltada para salas premium de grande formato, prometendo oferecer aos espectadores experiências cinematográficas ainda mais impactantes, com imagens maiores, mais brilhantes e um nível de imersão superior ao padrão tradicional.
‘Vingadores: Dr. Destino’: Novos rumores indicam participações especiais e MUDANÇAS no UCM
O nome “Infinity Vision”, claro, levanta curiosidade imediata. Seria uma referência proposital às lendárias Joias do Infinito do universo da Marvel Studios ou até mesmo ao herói sintético Visão? Oficialmente, ninguém confirma — mas a associação parece difícil de ignorar, especialmente para os fãs mais atentos.
Independentemente da origem do nome, o selo funciona como uma espécie de garantia de qualidade. Atualmente, existem mais de 75 salas premium nos Estados Unidos e cerca de 300 ao redor do mundo que já atendem aos critérios exigidos. Esses cinemas seguem padrões técnicos específicos, garantindo projeção de altíssimo nível, sistemas de som avançados e uma experiência audiovisual pensada para elevar o impacto dos grandes blockbusters.
Assistimos ao trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ e contamos TODAS as cenas em VÍDEO; Assista!
Com essas adições, fica claro que o objetivo não é apenas relançar ou exibir os filmes, mas transformá-los em verdadeiros eventos cinematográficos — reforçando a aposta da indústria em formatos cada vez mais grandiosos para atrair o público de volta às salas de cinema.
Assista a nossa descrição do trailer:
Em ‘Vingadores: Doutor Destino‘, os nossos queridos heróis de três universos diferentes serão colocados em rota de colisão mortal e enfrentarão uma ameaça existencial como nunca antes vista na história.
Vale lembrar que o filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

O que você espera de um casamento? Será que serão sempre momentos de alegrias? Como suportar as dores e tristezas? Um vínculo estabelecido entre duas pessoas, nem sempre histórias de amor como nos filmes mas sempre na esperança. Nessa matéria refletiremos sobre casamentos dentro do ponto de vista sentimental e da expectativa, lá do início, quando nos enchemos da certeza de que encontramos alguém para preencher diversas lacunas vazias do nosso coração.
Estabelecendo a regra de que se você assistir a um filme que tenha momentos felizes mas também momentos tristes dentro de relacionamentos, e no final, você acha que suportaria tudo aquilo que viu ou deseja de alguma forma arriscar para viver um grande amor, resolvemos criar a lista 10 Filmes para pedir alguém em casamento. Se você assistir a algum desses filmes e se sentir confiante mais ainda em oficializar uma relação, a hora é agora! Não perca tempo!

O casamento é o fim do romance e o começo da história. Dirigido pelo excelente cineasta Jeff Nichols (dos ótimos Midnight Special, Amor Bandido e O Abrigo) Loving fala, além de qualquer outra coisa, de maneira impactante, sobre o mais forte dos sentimentos humanos: o amor. O tom do filme é algo lindo, gera metáforas fabulosas mas sempre com uma verdade impressionante. As atuações dos protagonistas Ruth Negga e Joel Edgerton viram algo inesquecível, marcante. Exibido no Festival de Cannes, o longa possui alma e muita verdade também ao falar dos obstáculos que ambos precisam enfrentar por conta de seu casamento, numa época de muito preconceito em boa parte dos Estados Unidos.
Na trama, baseada em fatos reais e ambientado no final da década de 50 no Estado da Virgínia nos Estados Unidos, conhecemos o casal Mildred (Ruth Negga) e Richard (Joel Edgerton), dois seres humanos apaixonados que resolvem oficializar seu amor se casando quase que secretamente em uma cerimônia bem simples. Mas as autoridades do local onde vivem começam a persegui-los, pois, por serem um homem branco e uma mulher negra, naquela época o casamento entre eles, naquela cidade, era proibido. Assim, enfrentando todo um preconceito de uma região, eles irão enfrentar a todos sempre fortalecidos pelo maior de todos os sentimentos do mundo, o amor.
Loving é uma linda história de amor, com grandes atuações, uma direção primorosa que fala com toda a verdade sobre a luta contra um preconceito absurdo que existia (e infelizmente ainda existe) em alguns cantos do planeta.

Não podemos acreditar no fim do amor. Exibido no Festival de Locarno anos atrás, a comédia dramática The Big Sick, no original, é uma daquelas gratas surpresas que aparecem ano após ano em nossa frente. Falando de um assunto bastante abordado em longas-metragens, o amor proibido por conta da religião e costumes de uma das partes, Doentes de Amor, título nacional desse projeto, possui peculiaridades que vão do roteiro baseado na história de vida do ator principal Kumail Nanjiani, que escreveu o roteiro com sua mulher, Emily Gordon, até atuações equilibradas e merecia uma chance de Oscar para a sempre excelente Holly Hunter, deslumbrante, e com um carisma que impressiona.
Produzido pelo famoso diretor Judd Apatow, o filme conta a história do indiano Kumail (Kumail Nanjiani), um jovem motorista de Uber que faz de tudo para entender os costumes e tradições de sua família e foge sempre que o assunto é sobre seu futuro como advogado. Kumail faz Stand Up pela cidade onde mora e em um desses shows acaba conhecendo Emily (Zoe Kazan), uma estudante por quem acaba se apaixonando perdidamente. Só que tudo vai por água abaixo quando Kumail termina com Emily por conta de sua família, que deseja que ele se case com uma indiana. Mesmo sofrendo muito, os dois seguem em frente, até Emily entrar em coma, e, assim, Kumail passa os dias a visitando no hospital e acaba conhecendo melhor a família dela, principalmente o pai Terry (Ray Romano) e a mãe Beth (Holly Hunter).
A emoção rola solta em muitos momentos. É impossível após as duas horas de filme você não sair apaixonado por essa história.

Surpresas da vida modeladas aos exageros de um cinemão. Fenômeno surpreendente de bilheteria nos Estados Unidos, Podres de Ricos busca preencher a lacuna das boas comédias que assistimos de vez em quando no cinema. Baseado no livro de sucesso Crazy Rich Asians de Kevin Kwan, e dirigido pelo cineasta californiano Jon M. Chu (Truque de Mestre: o 2º Ato) o filme é uma grande sessão da tarde ao melhor estilo cinderela. O roteiro busca suas forças nos clichês, algo como aquela fórmula que já deu certo outras vezes, deixando pouca margem para suspiros mais profundos, mesmo assim funciona.
Na trama, conhecemos a feliz e inteligente professora de economia Rachel Chu (Constance Wu) que namora com o misterioso Nick (Henry Golding), de quem nunca conheceu a família. Certo dia e próximo de ser pedida em casamento sem saber, Rachel resolve aceitar o convite de Nick para viajar com ele para Singapura, onde irão juntos ao casamento do melhor amigo dele. Chegando lá, ela percebe que Nick é filho da família mais rica do país, herdeiro de uma fortuna inestimável e um dos solteiros mais cobiçados do lugar. Além de enfrentar toda a surpresa da revelação, precisará enfrentar as regras e desconfiança de Eleonor (Michelle Yeoh), mãe de Nick.
Melhor personagem e com certo ar de misteriosa, Eleonor, a mãe toda poderosa de Nick, sempre que em cena contribui para que o interesse chegue com mais força para a história que estamos sendo apresentados.

A felicidade, suas portas e barreiras. Escrito e dirigido pela cineasta May el-Toukhy, Long Story Short explora o universo da amizade e das desilusões do ser humano através de personagens carismáticos e repletos de problemas em seus cotidianos. Dividido em arcos, ou como preferir, capítulos, que nos situam nos reencontros desse grupo de amigos, vemos as evoluções e felicidades, tristezas e alegrias desses desbravadores do viver. O roteiro é detalhista, explora o emocional dos personagens através de como esses agem em relação aos seus obstáculos.
Na trama, conhecemos um grupo de amigos formado, entre outros, por Ellen (Mille Lehfeldt), Rolf (Peter Gantzler), Anette (Trine Dyrholm), Maya (Danica Curcic) e Max (Jens Albinus) que se conhecem faz tempo, seja alguns sendo familiares outros amigos de longa data. A cada reunião da turma, seja no ano novo, em um casamento, em uma festa surpresa sem aniversariante, no verão, em um jubileu, cada um dos personagens está passando por fases diferentes. Um deles o primeiro casamento com ao que parece a mulher de sua vida, duas mulheres apaixonadas que pretendem adotar o primeiro filho, um marido que é praticamente rejeitado por sua esposa, uma das amigas é amante de um dos amigos. Ao longo do tempo vamos percebendo relativas mudanças nessas vidas, sempre com o desejo de dias melhores.
Long Story Short é a representação do ótimo cinema dinamarquês, que gosta de brincar com situações familiares, navega nas relações de amizade e deixa os personagens cheios de alternativas no processo as vezes complicado do sentir a emoção.

Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura. Ah, amor! Sempre ele envolvendo histórias no mundo do cinema. Será que há espaço e criatividade para escrever um roteiro um pouco diferente de tudo que já vimos? Buscando inovações na maneira de contar uma inusitada história de amor, o norte-americano Justin Long (que você já deve ter visto em muitos filmes) roteiriza, produz e atua no interessante A Case of You. Dirigido pela cineasta Kat Coiro, o filme é uma jornada de incertezas em busca do amor perfeito.
Na trama, conhecemos o escritor Sam (Justin Long). Um homem de meia idade, desiludido com seu trabalho, com poucos amigos, sem muitas pretensões na vida. Certo dia, resolve ir atrás de uma moça chamada Birdie (Evan Rachel Wood), por quem sempre teve uma queda, que trabalha em um café que ele sempre frequenta. Quando a mesma é demitida e ele perde contato, consegue com a ajuda de amigos descobrir o perfil dela no Facebook e assim, descobrir por onde ela anda e seus gostos e costumes. Sam então, embarca em uma viagem rumo ao amor.
O protagonista é bem problemático, isso fica bem claro para o espectador. Justin Long desempenha com eficácia esse papel que consegue com um carisma tímido conquistar o público. Birdie é uma daquelas personagens que poucas atrizes conseguem interpretar. Tinha tudo para ser sem graça e amarga mas com muita sutileza e charme, a Evan Rachel Wood mais uma vez consegue elevar a qualidade de um filme que trabalha. Que baita atriz essa! A história funciona exatamente porquê há química entre esses dois personagens.

Os indecifráveis códigos do amor. Debutando como diretor de longas-metragens no ano de 1999, com esse trabalho, o ator, produtor e cineasta Tony Goldwyn (o vilão do filme Ghost) tem o mérito de através das linhas do roteiro assinado pela ótima roteirista Pamela Gray, encontrar delicadeza e maturidade para mostrar conflitos e escolhas de uma mulher que faz reflexões sobre a vida de maneira introspectiva, tendo que optar ou não pela inconsequência e as certezas que encontra nas suas atitudes. O projeto conta com duas atuações fantásticas e emocionantes dos artistas Diane Lane e Liev Schreiber. Um filme que poucos conhecem e que merece ser encontrado.
Na trama, ambientada no verão do recheado ano de 1969 nos Estados Unidos, conhecemos Pearl (Diane Lane) e Marty (Liev Schreiber) um casal que vive seu cotidiano dentro da mesmice e que passa parte da estação mais quente do ano em uma espécie de retiro com outras famílias conhecidas. Ela é dona de casa enquanto ele conserta televisores para viver. Eles formam um belo casal, cheio de harmonia mas algo não está muito certo aos olhos de Pearl. Quando a protagonista conhece o caixeiro viajante, vendedor de blusas, Walker Jerome (Viggo Mortensen), desejos escondidos e uma vontade de imaginar e viver coisas diferentes da mesmice que vive ganham contornos dramáticos quando ela passa a ter um caso com Walker.
Inconsequência, liberdade limitada, woodstock. Com uma trilha sonora maravilhosa e bastante influente dentro dos contextos da história, A Walk on the Moon mostra um recorte atemporal de uma família com problemas no casamento, na relação pais e filhos, e como a maturidade pode ser fator importante para entendermos melhor as escolhas que fazemos.

Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira. Dirigido pelo cineasta britânico Richard Loncraine o trabalho protagonizado pelos veteranos Morgan Freeman e Diane Keaton, Ruth & Alex tem o roteiro, assinado por Charlie Peters (Três Solteirões e uma Pequena Dama), baseado em uma obra de Jill Ciment. É uma delícia de filme, se desenvolve em sua essência a partir dos diálogos maravilhosos que levam a uma rápida empatia do público. Com ligeira lembrança com o clássico argentino Elsa e Fred, além de alguns outros bons filmes que falam sobre os encontros e desencontros da maneira madura do pensar, Ruth & Alex tem tudo para conquistar seu coração.
Na trama, conhecemos o artista Alex (Morgan Freeman), casado há cerca de 40 anos com Ruth (Diane Keaton) e que moram no mesmo edifício, sem elevadores, durante todo esse tempo. Assim, de uma hora para outra, resolvem vender o apartamento e descobrir novos horizontes para viveram a parte final de suas vidas. Ao longo do filme, vamos conhecendo melhor o passado desses simpáticos velhinhos, como se conheceram, importantes decisões que tiveram que tomar e assim vamos entendemos melhor toda a personalidade que rege esse casamento vitorioso e recheado de amor.
5 Flights Up, no original, possui personalidade própria, além de possuir uma bela e conjunta atuação de dois gigantes do cinema mundial. Há um exalar de simpatia, típico dos filmes que chegam mais rápido em nossos corações, em cada parte deste belo trabalho.

Como o humor e a crítica podem andar lado a lado numa tela de cinema. Pierfrancesco Diliberto, conhecido como Pif, um dos artistas mais famosos da Itália atualmente, dirige, roteiriza e protagoniza essa ótima comédia, Em Guerra por Amor (In Guerra per Amore), recheada de críticas sobre as ações dos Estados Unidos em um dos recortes dos aliados na segunda guerra mundial. De maneira debochada e muitas vezes brilhante, Pif e companhia transformam uma mera comédia italiana em um filme forte e contundente que explica de maneira bem trivial um olhar interessante sobre a maior de todas as guerras.
Na trama, ambientada no início da década de 40, conhecemos um jovem muito simpático chamado Arturo Giammaresi (Pierfrancesco Diliberto) que está apaixonado pela filha do dono do restaurante onde trabalha. Sem ter muitos recursos, sendo imigrante em uma terra que está prestes a entrar com mais força na segunda grande guerra, consegue que o amor de sua vida, que está com casamento marcado com outra pessoa, consiga viver feliz com ele caso o mesmo vá até a Sicília na Itália e peça a mão dela ao pai da jovem. Sem ter como custear uma viagem extremamente cara na época, consegue se alistar no exército norte americano, pois, os Estados Unidos está recrutando pessoas que querem lutar e que falem bem os dialetos locais na Itália. Assim, colocando a vida em risco, embarca em uma viagem de grandes descobertas em meio a uma guerra que deixou cicatrizes em todos os habitantes desse planeta além de consequências durante décadas para frente por conta do papel da máfia nessa chegada norte americana a Itália.
O romantismo não fica em segundo plano e Arturo ganha ajuda de coadjuvantes de luxo, e muito engraçados, como os amigos, um deles cego, que o ajuda a encontrar o pai de seu amor. Em Guerra por Amor é uma deliciosa comédia italiana, dentro de uma bela, inteligente e bem- humorada narrativa.

O casamento deve combater incessantemente um monstro que devora tudo: o hábito! Chegou aos cinemas norte-americanos em agosto de 2014, The One I Love. Debutando na cadeira de diretor de cinema, o trabalho dirigido por Charlie McDowell possui um criativo, assinado por Justin Lader. Ao longo dos curtos 91 minutos de fita, consegue com criatividade e um toque de absurdos apresentar argumentos sólidos sobre a teoria do matrimônio. É uma bela visão sobre variáveis constantes que vemos na vida real quando pensamos ou ouvimos sobre casamentos.
Na trama, um casal em grave crise, resolve, após sugestão do seu misterioso psicólogo, embarcar em uma viagem para passar o tempo longe da cidade grande, em uma casa confortável, para ver se a relação deles engrena novamente. Chegando nesse agradável lugar, logo na primeira noite percebem que há algo muito estranho nesse lugar. Assim, descobrem o inusitado: Versões melhoradas deles vivem na casa de hóspedes! Assim, com vários diálogos interessantes, e situações peculiares, o casal tenta redescobrir o amor.
Uma das dezenas de peculiaridades da história é a presentar uma profunda abordagem, mesmo parecendo impossível na vida real, sobre as dificuldades de estar junto com alguém. Se desdobrando em dois papéis, os atores Mark Duplass e Elisabeth Moss conseguem deixar a trama com cara de suspense e aproximando o público de cada segundo do que vemos em cena.

Como não gostar de um casal que comemora o aniversário de casamento indo ao cinema? Com uma abertura detalhista, a rainha do drama Sarah Polley une Michelle Williams e Seth Rogen em um filme profundo em busca da verdadeira essência da felicidade, assim começamos falando do ótimo Entre o Amor e a Paixão.
Na trama somos apresentados a Margot e Lou, um casal muito simpático que enfrenta uma crise definida pela mesmice. O público é guiado para dentro desse relacionamento que logo fica exposto que há um tipo de solidão, tristeza que insiste em tomar conta do ambiente. Com a entrada de um novo vizinho na história, Margot não sabe o que fazer, se fica fiel ao marido que escreve livros sobre cozinhar frangos ou se entrega a uma paixão avassaladora.
Os atores estão muito bem. Seus personagens são intensos, apontados para o melodrama. Seth Rogen não consegue esconder seu lado cômico mas nesse trabalho diferente de alguns outros, vemos um gigante, engraçado, controlado e gentil. Melhor papel dele no cinema. Às vezes ingênua, às vezes sonhadora, a personagem de Michelle Williams fica a um passo da traição, do novo, da paixão. Medo de aeroporto, medo de estar entre duas coisas, tem até medo de ter medo. Mais uma excelente interpretação dessa jovem talentosa. O ator Luke Kirby (também muito bem em seu papel) é o outro ângulo desse triângulo. Seu personagem é um artista medroso que não consegue mostrar sua arte ao mundo e ganha a vida levando um carrinho de passeio na lagoa, até se apaixonar por sua vizinha.
O estilo meio paradão pode afastar alguns cinéfilos. Por isso o aviso: não corram! Deem uma chance dessa história chegar até você.
Indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem em 2026, o projeto Os Cantores, que acabou de chegar à Netflix, é um hipnotizante retrato da solidão, no qual a arte apresenta uma contribuição na esperança de almas perdidas. Em apenas 18 minutos, o projeto dirigido por Sam A. Davis, nos mostra personagens escanteados emocionalmente, enquanto canções atravessam a história e invadem a narrativa de maneira fulminante.
Inspirado em um conto do século XIX do romancista e poeta russo Ivan Turgenen, nesse curta-metragem acompanhamos parte de uma noite em um bar isolado, próximo a uma linha de trem, durante uma forte nevasca. Ali dentro, homens despejam suas mágoas com o presente e o sofrimento de memórias doloridas. Entre uma cerveja e outra, um deles lança um desafio inusitado: descobrir qual deles canta melhor. Revelações não faltam nos acontecimentos que se seguem.

Com muitos enquadramentos fechados intensificando as emoções, essa sensível obra constrói uma atmosfera de surpresas e revelações imprevisíveis, deixando lições importantes pelo caminho. Entre elas, destacam-se a compaixão sugerindo a coragem de se expor, o reconhecimento da dor do próximo e o senso de comunidade, chegando até mesmo no fortalecimento de um todo beneficiando a cada um individualmente – algo que sempre apareceu em várias correntes filosóficas.

Seguindo o lema: ‘quem canta seus males espanta’, seja por meio de um blues que atinge a alma ou de uma impactante interpretação de uma canção romântica famosa, vamos acompanhando uma espécie de show de calouros formado por homens amargurados pelo tempo, que perderam o rumo e trocam o entornar da próxima bebida por uma tentativa de esquecer, por um instante, seus tormentos mais íntimos.
Segundo o MovieWeb, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ pode ter sido o filme mais caro já feito! Apesar de não ter sido confirmado, especula-se que o orçamento da produção girou em torno de US$ 400 milhões.
Considerando que esse é um dos maiores lançamentos dos últimos anos, com toda a produção épica e um elenco estelar reunido, não é difícil acreditar que seja verdade.
O custo, no entanto, não parece ser uma preocupação para a Marvel, uma vez que analistas preveem que ‘Guerra Infinita‘ pode se tornar o filme com a maior bilheteria da história nos EUA.
Especialistas indicam que o filme arrecadará entre US$ 235-255 milhões em seu primeiro final de semana apenas nos Estados Unidos. Recentemente, foi revelado que as vendas dos ingressos para a produção superou o número dos últimos 7 filmes da Marvel juntos. ‘Guerra infinita‘ está certamente pronto para quebrar recordes e atrair multidões.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
O último episódio da série ‘Star Trek: Short Treks‘, spin-off de ‘Star Trek: Discovery‘, ganhou trailer.
Confira:
O último episódio será lançado no dia 3 de janeiro nos EUA.
Cada episódio será um curta independente de aproximadamente 15 minutos, explorando temas e personagens específicos da franquia. Na trama do último episódio, “Harry Mudd, de volta aos seus velhos truques de roubo e tráfico, se encontra em uma situação precária a bordo de uma nave hostil – bem à tempo de seu último golpe.”
A minissérie conta com 4 episódios, lançados mensalmente.
A 2ª temporada de ‘Titãs‘ ganhou um novo cartaz.
Confira:

A segunda temporada irá estrear no dia 6 de setembro.
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).
O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.

De acordo com o Deadline, a Blumhouse, em parceria com a Amazon, está desenvolvendo a série de terror ‘The Horror Of Dolores Roach‘, baseada no homônimo podcast.
Dara Resnik (‘Home Before Dark’) será a showrunner do projeto.
A história segue a indomável Dolores Roach, que retorna a um bairro de Nova York que mudou drasticamente nos dezesseis anos em que esteve na prisão. Seu namorado e sua família sumiram. Dolores é reconhecida apenas por um velho amigo chapado, Luis, que dá a Dolores espaço para se hospedar e fazer massagens por dinheiro no apartamento do porão, em sua loja em ruínas. Quando a promessa de sua recém-descoberta estabilidade é rapidamente ameaçada, Dolores é levada a extremos para sobreviver – deixando, como consequência, uma série de clientes estrangulados. Diante do inesperado sucesso profissional, Dolores e Luis tornam-se perigosamente simbióticos, e Luis deve desencadear suas próprias predileções particulares.
A trama é um conto grotesco de comer ou ser comido; uma lenda urbana macabra de amor, traição, gentrificação, canibalismo e sobrevivência do mais forte.
Novas informações devem sair em breve.
Elenco:
Direção: Shaka King
Gênero: Biografia
Duração: 126 min.
Distribuidora: Warner Bros
Orçamento: US$ — milhões
Estreia: 25 de Fevereiro de 2021
Sinopse:
Com a ajuda de um criminoso chamado William O’Neal, o FBI investe na tentativa de silenciar Hampton e o Partido dos Panteras Negras. Mas eles não conseguiram matar o legado de Fred Hampton. 50 anos depois, suas palavras ainda ecoam… Mais alto do que nunca. Embora sua vida tenha sido interrompida, o impacto de Fred Hampton continuou a reverberar. O governo viu os Panteras Negras como uma ameaça militante ao status quo e vendeu essa mentira a um público assustado em um momento de crescente agitação civil. Mas a percepção dos Panteras não correspondia à realidade. Nas cidades do interior dos Estados Unidos, eles ofereciam café da manhã gratuito para crianças, serviços jurídicos, clínicas médicas e pesquisas sobre anemia falciforme e educação política. E foi o presidente Fred de Chicago que, reconhecendo o poder da unidade multicultural por uma causa comum, criou a Coalizão Arco-Íris – unindo forças com outros povos oprimidos da cidade para lutar por igualdade e empoderamento político.
Curiosidades:
» O longa é baseado na história de vida de Fred Hampton, integrante do Partido dos Panteras Negras;
Trailer:
Cartazes:

Fotos:



A Netflix divulgou o trailer completo do terror cômico ‘As Passageiras‘ (Night Teeth).
Confira:
O longa será lançado na plataforma no dia 20 de outubro.
Adam Randall (‘I See You’) é responsável pela direção.
Quando Benny pega duas passageiras misteriosas em seu táxi, sua vida sofre uma reviravolta. Se ele quiser evitar que a cidade se afogue em sangue, terá que mergulhar de cabeça no enigmático submundo delas.
O elenco conta com Debby Ryan (‘Insatiable’), Lucy Fry (‘Wolf Creek’), Jorge Lendeborg Jr. (‘Bumblebee’), Alexander Ludwig (‘Wheels’), Alfie Allen (‘Game of Thrones’) e Sydney Sweeney (‘Euphoria’).




Em entrevista ao The Wrap, o criador Ross Duffer revelou que o conceito que ele apresentou, ao lado do seu irmão Matt Duffer, para a última temporada de ‘Stranger Things‘, deixou os executivos da Netflix em lágrimas.
“Nós realmente tentamos focar em uma temporada de cada vez. Já traçamos a narrativa da quinta temporada e apresentamos para a Netflix. Eles reagiram muito bem. Quero dizer, foi difícil. É o final da história. Eu vi executivos chorando [por causa do desfecho]. Esse é um projeto que mudou tantas vidas, incluindo essas pessoas da Netflix, que estão conosco desde o começo. É difícil imaginar essa jornada chegando ao fim.”
Ele completa, “Enquanto estávamos desenvolvendo a quarta temporada durante a pandemia de COVID, nós traçamos a narrativa do ciclo final. Desde então, eu nem olhei mais para essas anotações, pois é muito pesado.”
Vale lembrar que a primeira parte da quarta da temporada já está disponível na Netflix. Os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.
Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:
Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
A Apple TV+ renovou oficialmente a série documental ‘Planeta Pré-histórico‘ (Prehistoric Planet), que mostra como era o mundo habitado por dinossauros, para a 2ª temporada.
O próximo ciclo contará com 5 episódios, que serão lançados diariamente a partir do dia 22 de maio no serviço de streaming.
“A premiada primeira temporada de ‘Planeta Pré-histórico’ trouxe os dinossauros de volta à vida de um jeito que o público nunca tinha visto antes,” declarou Jay Hunt, diretor criativo da Apple TV+. “Em colaboração com o brilhante [produtor] Jon Favreau e nossos parceiros incríveis na BBC, estamos animados em voltar a mostrar aos espectadores como era nosso mundo há 65 milhões de anos.”
David Attenborough retorna como narrador.
Veja as maravilhas do nosso mundo como nunca antes nesta série documental épica de Jon Favreau e dos produtores do ‘Planeta Terra‘. Viaje 66 milhões de anos no passado para quando dinossauros majestosos e criaturas extraordinárias vagavam pelas terras, mares e céus.
A série é narrada pelo naturalista David Attenborough.
Hans Zimmer, aclamado compositor vencedor de dois Oscars, é responsável pela trilha sonora.

Em entrevista ao New York Times, Colman Domingo (‘Euphoria’) revelou que quase desistiu de sua carreira como ator após ser rejeitado do elenco da série ‘Boardwalk Empire‘ por causa da cor de sua pele.
O ator se lembra de receber uma ligação de seu agente após a audição. Apesar de terem amado seu desempenho, a produção da série decidiu descartá-lo por causa de preocupações envolvendo “precisão histórica”.
Os produtores estavam buscando um ator negro com um tom de pele mais claro para interpretar o papel.
“Foi neste momento que eu perdi minha cabeça. [Eu disse para o meu agente] que não aguentava mais, que isso ia acabar me matando.”
Felizmente, após participar de produções de sucesso, como ‘Fear the Walking Dead‘, ‘Se a Rua Beale Falasse‘ e ‘A Voz Suprema do Blues‘, o artista afirma que não precisa mais fazer testes de elenco: “Eu me tornei um ator que só aceita convites mais cedo que do que havia imaginado. Eu tenho um currículo. Você pode ver meu trabalho e perguntar aos outros diretores sobre mim.”
A série ‘Boardwalk Empire‘ era ambientada durante o período da Lei Seca Americana, na década de 1920, e seguia o tesoureiro de Atlantic City, Enoch ‘Nucky’ Thompson (Steve Buscemi), que mantém negócios com mafiosos e políticos da região. Ele logo entra no radar do Governo Federal, que investiga a corrupção e o dinheiro sujo que circula na cidade.
A Netflix divulgou o primeiro trailer do terror ‘Não se Mexa‘ (Don’t Move).
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O longa será lançado na plataforma no dia 25 de outubro.
Na trama, um serial killer que injeta uma substância paralisante em uma mulher. E ela deve fugir, lutar e se esconder antes que seu corpo perca completamente seus movimentos.
Kelsey Asbille (‘Yellowstone’) e Finn Wittrock (‘American Horror Story’) estrelam.
Dirigido por Adam Schindler e Brian Netto (’50 States of Fright’), o longa é produzido pelo mestre Sam Raimi (‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio’).
O roteiro foi assinado pela dupla T.J. Cimfel e David White.
Capstone Studios também irá produzir o longa ao lado da Raimi Productions e Hammerstone Studios.
“Alex e sua equipe na Hammerstone, assim como nossos amigos na Capstone, são os parceiros ideais para trazer essa história sinistra à vida,” declarou Raimi. “Estou animado em colaborar novamente com os diretores Adam e Brian nessa incrível história cheia de suspense e reviravoltas – será uma surpresa fantástica para o público.”
O terror ‘Please Don’t Feed the Children‘ (Por Favor Não Alimente as Crianças, em tradução livre), que marca a estreia diretorial de Destry Allyn Spielberg – filha do Steven Spielberg –, ganhou o primeiro trailer.
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Ambientada em um futuro não tão distante, onde a sociedade luta contra um vírus que afeta toda a população adulta, a trama segue um grupo de órfãos que foge em busca de uma nova vida, apenas para serem feitos reféns por uma mulher que esconde um segredo sinistro.
Paul Bertino assina o roteiro.
O elenco conta com Michelle Dockery, Zoe Colletti, Andrew Liner, Dean Scott Vazquez, Regan Aliyah, Emma Meisel, Joshuah Melnick, Vernon Davis e Giancarlo Esposito.
O terror será lançado pelo Tubi no dia 27 de junho.

Após ter conquistado 0% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova adaptação de ‘A Guerra dos Mundos‘ (War of the Worlds) quase fez a limpa na 46ª edição do Framboesa de Ouro.
O longa venceu cinco das seis categorias em que estava indicado, incluindo Pior Ator para Ice Cube, Pior Filme, Pior Diretor, Pior Roteiro e Pior Prequel, Remake ou Sequência.
A produção só perdeu o “troféu” de Pior Combo (Cube e sua Câmera Zoom) para o live-action de ‘Branca de Neve‘ (Todos os sete anões artificiais).
Crítica | ‘A Guerra dos Mundos’ é uma deplorável adaptação do clássico de H.G. Wells
Reimaginação da clássica história assinada por H.G. Wells, o filme foi considerado um dos piores longas-metragens do ano. Os críticos que assistiram à produção disseram que a adaptação é a pior feita até hoje e soa mais como um grande comercial da Amazon Prime do que um projeto cinematográfico.
Confira os principais comentários:
“É digno de nota porque, de todas as tentativas de adaptação desta história, esta é a pior” – Giant Freakin Robot.
“Mal escrito e com um ritmo estranho, ‘A Guerra dos Mundos’ está na disputa por um dos piores filmes da década até agora” – Austin Burke/Flick Fan Nation.
“Tirando o que poderia ter sido um ângulo interessante… O filme ao redor é simplesmente péssimo” – JeremyJahns.com.
“Hilariamente ruim, até se tornar ridiculamente ridículo. Um infomercial de 90 minutos para a Amazon” – ScreenAnarchy.
“‘A Guerra dos Mundos’ oferece um conceito inteligente para contar essa história. Todo o resto falha em cumprir essa promessa” – Mark Reviews Movies.
Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:
O filme é dirigido por Rich Lee. Kenneth Golde e Marc Hyman assinam o roteiro.
Essa releitura moderna do clássico romance sci-fi acompanha Will Radford (Ice Cube), um importante analista de segurança cibernética da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, que passa os dias rastreando potenciais ameaças à segurança nacional por meio de um programa de vigilância em massa, até que um ataque de uma entidade desconhecida o leva a questionar se o governo está escondendo algo dele… e do resto do mundo.
Eva Longoria, Clark Gregg, Andrea Savage, Henry Hunter Hall, Iman Benson, Devon Bostick e Michael O’Neill completam o elenco.
Channing Tatum vai emprestar sua voz para a nova animação ‘America: The Motion Picture’. Na produção, o astro será o intérprete do ex-presidente americano George Washington.
O filme será escrito por Dave Callaham (‘Os Mercenários’) e a produção executiva ficará a cargo de Matt Thompson. Ainda sem muitos detalhes divulgados, o que se sabe é que a animação revisitará a história da fundação do país com uma classificação R-rated, sendo voltada para maiores. Esta informação foi divulgada pelo site Deadline.
A plataforma de streaming da Netflix concordou em financiar a produção, que será a primeira animação feita pela empresa. ‘America: The Motion Picture’ será produzido por Peter Kiernan, Reid Carolin, Phil Lord e Chris Miller (‘Anjos da Lei’), além de Adam Reed. Ainda não há data de estreia definida para o filme.
O próximo episódio de ‘The Flash’ faz uma alusão com um clássico oitentista, ‘Querida, Encolhi as Crianças’ e vai diminuir os protagonistas da produção.
Intitulado ‘Honey, I Shrunk Team Flash’, o novo capítulo ganhou uma nova promo.
Confira:
Frank Underwood se tornou uma das figuras mais explosivas da televisão. Imprevisível e sorrateiro, seus passos sempre quebraram a quarta parede, em uma espécie de aula unapologetic sobre o poder em seus níveis mais altos. Voraz como um lobo e astuto com uma serpente, ele traçou sua rota ao posto político mais elevado, levando consigo as audiências mais hipnotizadas com seus movimentos escusos e dúbios. House of Cards sempre foi seu playground. Até que a pertinente saída de Kevin Spacey fez da também produtora executiva da série,Robin Wright, ascender como queríamos. E com ela no comando, a sexta e – inevitável – última temporada resgata os ossos enterrados no passado, à medida que alcança o auge do amado personagem Doug Stamper, pela espetacular atuação de Michael Kelly. Demorou, mas finalmente é o momento de eles roubarem a cena de vez.

Após um hiato e atraso de produção obrigatórios, House of Cards foi capaz de reagrupar as cartas caídas mediante os escândalos de pedofilia e abuso sexual envolvendo seu principal astro. Com um roteiro pronto forçado a ser arquivado (e que talvez jamais vejamos), a primeira série original da Netflix teve que se reinventar, reconstruir seu castelo e se desfazer dos cacos que as péssimas escolhas de um homem, que jamais tiveram a ver com a equipe e o restante do elenco, naturalmente respingaram em si. Em meio a esse turbilhão impossível de não ser comentado, a criação de Beau Willimon voltou com força, autenticidade e aquela assinatura de trambique político ultra realista que sempre amamos.
Caminhando como se os conflitos de bastidores tivessem sido friamente calculados, a série anuncia a morte de Frank com naturalidade, faz do seu nome os cochichos intermináveis dos bastidores da Casa Branca, conforme também é capaz de tornar a presença sempre tão imponente do personagem algo esquecível. Como prometido pela fala final de Claire Hale (não mais Underwood), era chegada sua vez. Com presença forte e tão implacável quanto a de seu esposo, a agora protagonista absoluta reina soberanamente e não apenas de maneira literal. Com expressividade, artimanhas e gingado para conduzir o jogo político, ela convence como a falsa donzela em perigo, usa as características mais exaustivas que vulgarizam a mulher como o suposto “sexo frágil” e faz jogos mentais com os coadjuvantes, conduzindo uma confusa e tumultuada partida de xadrez, da qual sabemos bem quem vai ganhar.

E ao usar essa antiga mentira de sexo frágil – que vem sempre acompanhada dos atributos naturais da feminilidade – ela representa também um momento sócio político mundial importante. À medida que mulheres esbravejam seus direitos mais e mais nas ruas das grandes capitais em infindáveis marchas, ela ecoa essa vertente global atual, fazendo do emponderamento feminino sua arma de destaque como personagem. E sim, ela continua detestável. Mas é inegável a admiração que sua ambição promove no público. Por despertar tais sentimentos dúbios, coisa que raras vezes (ou nunca, como foi o meu caso) seu marido conseguiu provocar na audiência, ela assume mais um ponto de vantagem, nos levando a crer que toda essa inesperada narrativa acelerada acabou se tornando a tacada certeira da Netflix. Realmente, há males que vêm para o bem.
Dentro deste contexto onde nomes do passado da série ressuscitam e parecem mais vivos do que nunca, a sexta e última temporada de House of Cards coroa Michael Kelly com sua ascensão suprema. Mostrando gradativamente que o fim definitivo se aproxima, seu enigmático personagem é uma eclosão emocional de alguém que sofreu com vícios, complexos de inferioridade, abandono e apegos. Assombrado por sua própria fidelidade a Frank Underwood, Douglas Stamper deixa de ser o peão manipulado pelo vínculo quase paternal com o ex-presidente e se transforma no regente dessa orquestra, estando na ponta contrária à Claire. Tentando suprimir o trauma que aquela doentia relação gerou, ele é a cereja do bolo, finalmente quebra a quarta parede e se rende ao público e à série com exatidão – se preparando para mais uma indicação ao Emmy Award e, porque não, sua primeira vitória.

Nos surpreendendo com um final que, definitivamente, encerra todas as chances de um spin-off para Doug Stamper, House of Cards finaliza sua viciante jornada inspirada na política real com graça, honra e aquela voracidade de sempre. Como o marco inaugural da Netflix no gênero de séries de TV, ela já fica como aquela saudade boa, que muito mais que introduzir a gigante do streaming para o hall de indicadas das grandes premiações, nos levou para os corredores e cantos mais sombrios da Casa Branca. Com sua autenticidade e realismo reiterados pelos presidentes norte-americanos Bill Clinton e Barack Obama, a série se despede com o incômodo de que poderia seguir adiante, mas com a certeza de que o inesperado adeus é também a garantia de que aquele gostinho de quero mais será a melhor lembrança que se pode conquistar junto à audiência. Vida longa à essa memória.